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Prof. Paulo Burgo
UNIDADE I
Ética e Legislação
Profissional
Ontem fiz uma promessa a um amigo e sei que esta me causará problemas financeiros...
Devo cumpri-la?!
Por cumprir ordens, o soldado mata uma pessoa em uma guerra... Este soldado pode ser 
julgado e condenado?!
Um aluno está assinando a lista de presença por outro... Devo denunciá-lo ao professor?!
 Estes casos presentes nas nossas vidas refletem situações 
práticas em que indivíduos devem reagir com base em suas 
próprias reações, mas também avaliando as consequências 
que estas terão nas vidas dos outros.
1. Conceito de ética 
 Na solução destas situações os indivíduos se defrontam com a necessidade de pautar o seu 
comportamento em regras que julgam mais apropriadas ou mais dignas para serem 
cumpridas. Esta dignidade se baseia na moral de cada indivíduo.
 Nesses casos, dizemos que se age de modo moralmente adequado: “ele agiu bem naquelas 
circunstâncias!”
 Os homens não só agem moralmente, mas também refletem 
sobre a prática deste comportamento e o tomam como objeto 
de sua reflexão. Ao se pensar, passa-se da prática da moral 
para a teoria da moral. 
 À teoria moral se dá o nome de ética.
1. Conceito de ética 
 É, portanto, ética qualquer situação teórica na qual o indivíduo tem de avaliar suas ações 
e relações para com grupos e fatos que impliquem em suas futuras atitudes perante
seus pares.
1. Conceito de ética 
indivíduo
vizinhos
família
coisas
subordinados
superiores 
no trabalho
animais
outros 
indivíduos
colegas
 É inútil recorrer à Ética buscando um manual de boa conduta e de soluções para situações 
concretas. A solução dos problemas de relacionamento são de ordem prática e, portanto,
não teórica.
 Porém, o embasamento teórico que faz a discussão do problema com todas suas possíveis 
consequências a este ou a seu objeto estão sim no campo da Ética.
1. Conceito de ética 
Ética
Moral Prática
Teoria
É muito comum que o ser humano busque se relacionar com pessoas de mesma formação e 
com afinidades sociais, financeiras (entre outras características que proporcionem o sentimento 
de identidade entre os indivíduos). Os “grupos sociais” são a forma mais básica de associação 
humana. 
 O que difere os grupos sociais dos chamados “agregados sociais” é justamente a forma de 
interação entre as pessoas, ou seja, uma multidão em uma passeata corresponde a um 
agregado social, não necessariamente a um grupo social, visto que compartilham, de alguma 
forma, um ideal, uma curiosidade...
1.1. A ética na sociedade atual
Grupo social
Agregado social Fato
Identidade
Transitório
Permanente
 Lei é toda regra jurídica, escrita ou não; aqui ela abrange os costumes e todas as normas 
formalmente produzidas pelo Estado, que servem para ligar os fatos ou os acontecimentos 
à ordem e à paz social.
 Semelhanças: a Lei e a ética resultam de um caráter histórico e social que se orienta por 
valores próprios de uma determinada sociedade;
 Diferenças: ética é mais informal, enquanto que a lei é formal, escrita e promulgada;
 A ética pode apresentar variações para um mesmo grupo, 
enquanto que a lei é única para todos;
 A falta de ética pode gerar uma rejeição do grupo social,
o descumprimento da lei gera obrigatoriamente
uma penalidade.
1.1. A ética na sociedade atual
 Da mesma forma que pessoas com uma mesma identidade tendem a se organizar em um 
grupo social, profissionais de uma mesma formação tendem a se organizar em um
grupo profissional.
Estas organizações podem refletir aspectos ou enfoques de um mesmo exercício profissional 
para que seus membros possam discutir aspectos comuns à sua prática:
1.1. A ética na sociedade atual
Sindicatos
Associações
Diretrizes 
sociais comuns
Profissão
Institutos
Diretrizes de pesquisa 
ou filantropia 
Para o caso dos arquitetos e urbanistas:
1.1. A ética na sociedade atual
FNA/Sindicato 
Arquitetos
ABEADiretrizes 
sociais comuns
Profissão
IAB
Cultura arquitetônica e 
relações com a sociedade
AsBEA
ABAP
Ensino
Escritórios
Arquitetos 
Paisagistas
Portanto:
 A ética deve ser vista como um estado permanente de reflexão e estudo das relações do 
indivíduo para com seus semelhantes e seu meio.
 A ética não se baseia unicamente em um código moral de relações.
 A ética pode ser tratada tanto para um indivíduo quanto para um grupo.
 A Ética é a teoria ou ciência do comportamento moral dos 
homens em sociedade (Vazquez, 2012, p. 23).
1.1. A ética na sociedade atual
 É a lei que regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo; cria o Conselho de 
Arquitetura e Urbanismo do Brasil – CAU/BR e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos 
Estados e do Distrito Federal – CAUs; e dá outras providências.
 “(...) orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de arquitetura e urbanismo, zelar 
pela fiel observância dos princípios de ética e disciplina da classe em todo o território 
nacional, bem como pugnar pelo aperfeiçoamento do exercício da arquitetura e urbanismo.” 
(§ 1 do Art. 24 da Lei n. 12.378/2010).
2. Legislação profissional
 Os Conselhos regulamentam o exercício da profissão (por meio de Lei Federal) e têm a 
função de orientar, disciplinar e fiscalizar a aplicação da lei no exercício da profissão, 
enquanto os Sindicatos têm a função de “regulação das relações trabalhistas entre 
empregadores e empregados. Qualquer empresa ou empregado deve, por força de lei, ser 
representado pelo sindicato da sua categoria econômica ou profissional, respectivamente”. 
 Veja mais: http://www.sinaenco.com.br/faq_sindical.asp#sthash.bBaZWfq1.dpuf
2. Legislação profissional
Atribuições profissionais
I. Supervisão, coordenação, gestão e orientação técnica;
II. Coleta de dados, estudo, planejamento, projeto e especificação;
III. Estudo de viabilidade técnica e ambiental;
IV. Assistência técnica, assessoria e consultoria;
V. Direção de obras e de serviço técnico;
VI. Vistoria, perícia, avaliação, monitoramento, laudo, parecer técnico, auditoria e arbitragem;
VII. Desempenho de cargo e função técnica;
2. Legislação profissional
VIII.Treinamento, ensino, pesquisa e extensão universitária;
IX. Desenvolvimento, análise, experimentação, ensaio, padronização, mensuração e controle 
de qualidade;
X. Elaboração de orçamento;
XI. Produção e divulgação técnica especializada; 
XII. Execução, fiscalização e condução de obra, instalação e serviço técnico.
(Art. 2 da Lei n. 12.378/2010).
 Deve ficar claro que as atribuições profissionais são 
equivalentes aos verbos pois indicam as possibilidades de 
ações que os profissionais podem exercer.
2. Legislação profissional
São campos de atuação do arquiteto e urbanista previstos pela Lei:
I. da Arquitetura e Urbanismo, concepção e execução de projetos;
II. da Arquitetura de Interiores, concepção e execução de projetos de ambientes;
III. da Arquitetura Paisagística, concepção e execução de projetos para espaços externos, 
livres e abertos, privados ou públicos, como parques e praças, considerados isoladamente 
ou em sistemas, dentro de várias escalas, inclusive a territorial;
IV. do patrimônio histórico cultural e artístico, arquitetônico, 
urbanístico, paisagístico, monumentos, restauro, práticas de 
projeto e soluções tecnológicas para reutilização, 
reabilitação, reconstrução, preservação, conservação, 
restauro e valorização de edificações, conjuntos e cidades;
2. Legislação profissional
V. do planejamento urbano e regional, planejamento físico-territorial, planos de intervenção no 
espaço urbano, metropolitano e regional fundamentados nos sistemas de infraestrutura, 
saneamento básico e ambiental, sistema viário, sinalização, tráfego e trânsito urbano e 
rural, acessibilidade, gestão territorial e ambiental, parcelamento do solo, loteamento, 
desmembramento, remembramento, arruamento, planejamento urbano, plano diretor, 
traçado de cidades, desenho urbano, sistema viário,tráfego e trânsito urbano e rural, 
inventário urbano e regional, assentamentos humanos e requalificação em áreas urbanas
e rurais;
VI. topografia, elaboração e interpretação de levantamentos 
topográficos cadastrais para a realização de projetos de 
arquitetura, de urbanismo e de paisagismo, 
fotointerpretação, leitura, interpretação e análise de dados e 
informações topográficas e sensoriamento remoto;
2. Legislação profissional
VII. tecnologia e resistência dos materiais, dos elementos e produtos de construção, patologias 
e recuperações; 
VIII.dos sistemas construtivos e estruturais, estruturas, desenvolvimento de estruturas e 
aplicação tecnológica de estruturas; 
IX. de instalações e equipamentos referentes à Arquitetura e Urbanismo; 
X. do conforto ambiental, técnicas referentes ao estabelecimento de condições climáticas, 
acústicas, lumínicas e ergonômicas, para a concepção, organização e construção
dos espaços;
XI. do meio ambiente, estudo e avaliação dos impactos 
ambientais, licenciamento ambiental, utilização racional dos 
recursos disponíveis e desenvolvimento sustentável.
2. Legislação profissional
 Deve ficar claro que as atribuições profissionais são equivalentes aos substantivos pois 
indicam as tarefas que os profissionais podem exercer. 
Portanto…
 De forma a saber exatamente o que um arquiteto e urbanista pode realizar em sua vida 
profissional devemos somar uma atividade com um campo de atuação. 
Exemplo: 
 Atividade: estudo de viabilidade técnica. 
 Campo de atuação: arquitetura e urbanismo, concepção e execução de projetos.
Atribuição:
 Estudo de viabilidade técnica na concepção e execução de 
projetos de Arquitetura e Urbanismo.
2. Legislação profissional
 “Art. 5 Para uso do título de arquiteto e urbanista e para o exercício das atividades 
profissionais privativas correspondentes, é obrigatório o registro do profissional
no CAU do Estado ou do Distrito Federal.
 Parágrafo único. O registro habilita o profissional a atuar em todo o território nacional.
Art. 6 São requisitos para o registro:
I. capacidade civil; e
II. diploma de graduação em arquitetura e urbanismo, obtido em instituição de ensino superior 
oficialmente reconhecida pelo poder público.”
 “Art. 9 É facultada ao profissional e à pessoa jurídica, que não 
estiver no exercício de suas atividades, a interrupção de seu 
registro profissional no CAU por tempo indeterminado, desde 
que atenda às condições regulamentadas pelo CAU/BR.”
2. Legislação profissional
No exercício profissional, o arquiteto e urbanista está sujeito à Constituição, às leis e aos seus
preceitos éticos e morais. Assim, os profissionais e as sociedades profissionais que atuam
em Arquitetura e Urbanismo devem orientar a conduta profissional pelas normas desse
âmbito. Portanto, é correto afirmar que tais normas:
a) Implicam em exigências éticas apenas para os profissionais e sem qualquer exigência com
a sociedade.
b) Tratam de um modelo ético à instauração e à defesa das normas de conduta profissional, 
propondo um caráter humanista e preservacionista para com o patrimônio socioambiental
e cultural.
c) Pressupõem uma relação intrínseca entre os campos da atuação do arquiteto e urbanista
junto aos estudos de populações de infestações de vetores de doenças contagiosas.
d) Tratam de um modelo ético à instauração e à defesa das
normas de conduta profissional, propondo um caráter
filantrópico e assistencialista aos projetos profissionais
para com a sociedade brasileira.
e) Representam e reafirmam a ética para os arquitetos e urbanistas 
como um modelo utópico de relacionamento profissional com a 
sociedade o qual jamais poderá ser transformado em realidade.
Interatividade
No exercício profissional, o arquiteto e urbanista está sujeito à Constituição, às leis e aos seus
preceitos éticos e morais. Assim, os profissionais e as sociedades profissionais que atuam
em Arquitetura e Urbanismo devem orientar a conduta profissional pelas normas desse
âmbito. Portanto, é correto afirmar que tais normas:
a) Implicam em exigências éticas apenas para os profissionais e sem qualquer exigência com
a sociedade.
b) Tratam de um modelo ético à instauração e à defesa das normas de conduta profissional, 
propondo um caráter humanista e preservacionista para com o patrimônio socioambiental
e cultural.
c) Pressupõem uma relação intrínseca entre os campos da atuação do arquiteto e urbanista
junto aos estudos de populações de infestações de vetores de doenças contagiosas.
d) Tratam de um modelo ético à instauração e à defesa das
normas de conduta profissional, propondo um caráter
filantrópico e assistencialista aos projetos profissionais
para com a sociedade brasileira.
e) Representam e reafirmam a ética para os arquitetos e urbanistas 
como um modelo utópico de relacionamento profissional com a 
sociedade o qual jamais poderá ser transformado em realidade.
Resposta
Por definição:
 As resoluções são atos administrativos normativos que partem de autoridade superiores, 
mas não do chefe do executivo, através das quais disciplinam matéria de sua
competência específica.
 Portanto no ambiente a que se destinam tem o valor e o peso igual ao de uma Lei.
 Resoluções do CAU BR servem como diretrizes a serem 
observadas no melhor exercício da Arquitetura e do 
Urbanismo no Brasil.
2. Legislação profissional: Resoluções – CAU/BR
 Os arquitetos e urbanistas constituem categoria uniprofissional, de formação generalista, 
sujeitos a registro no Conselho de Arquitetura e Urbanismo da Unidade da Federação 
(CAU/UF) do local do seu domicílio, cujas atividades, atribuições e campos de atuação 
previstos na Lei n. 12.378, de 2010, são disciplinados pela presente Resolução.
 A Resolução ratifica os aspectos da atribuição profissional presentes no artigo segundo da 
Lei n. 12.378 e anexa uma tabela que descreve e enumera todo o detalhamento das
possíveis atribuições.
2.2. Resolução n. 21 – CAU/BR – Atribuições Profissionais do Arquiteto
e Urbanista
O que é a Resolução n. 51 – CAU/BR?
 É a resolução do conselho que dispõe sobre as áreas de atuação privativas dos arquitetos e 
urbanistas e as áreas de atuação compartilhadas com outras profissões regulamentadas, 
dando ainda outras providências.
Quais são as principais áreas de atuação privativas dos arquitetos e urbanistas?
 Arquitetura e urbanismo;
 Arquitetura de interiores;
 Patrimônio histórico cultural e artístico;
 Projeto e planejamento urbano e regional e paisagismo;
 Conforto ambiental.
2.3. Resolução n. 51 – CAU/BR – Áreas Privativas de Atuação dos Arquitetos
e Urbanistas
 Na Resolução n. 51, o Conselho apresenta as atividades em cada uma destas áreas 
privativas de atuação dos arquitetos, tais como levantamento, projeto, detalhamento, 
relatórios técnicos, entre outras.
 A presente resolução veio para complementar o artigo das áreas de atuação, já descrito na 
Lei n. 12.378/10 – Lei do CAU/BR (Artigo 2 da Lei 12.378/10).
2.3. Resolução n. 51 – CAU/BR – Áreas Privativas de Atuação dos Arquitetos
e Urbanistas
 Art. 1 A elaboração de projetos, a execução de obras e a realização de quaisquer outros 
serviços técnicos no âmbito da Arquitetura e Urbanismo, que envolvam competência privativa 
de arquitetos e urbanistas ou atuação compartilhada destes com outras profissões 
regulamentadas, ficam sujeitas ao Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) nos termos 
desta Resolução, em conformidade com a Lei n. 12.378, de 31 de dezembro de 2010.
 Art. 2 O RRT (Red. dada pela Res. CAU/BR n. 184, de 22 de nov de 2019) deverá ser 
efetuado conforme as seguintes condições de tempestividade:
 “Atividade Técnica”, “Projeto” e “Meio Ambiente e 
Planejamento Reg. e Urbano”, “Coordenação e 
Compatibilização de Projetos, Projeto de Sist. de Seg e Proj. 
de Prot. Contra Incêndios” etc.
III. para as demais atividades, o RRT deverá ser efetuado em 
até 30 dias contados da data de início da atividade.
2.4.Registro de Responsabilidade Técnica (Resolução n. 91, de 09/10/2014)
 Art. 1 Esta Resolução estabelece as condições e os
procedimentos para emissão de certidões pelos Conselhos
de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal
(CAU/UF) (...).
Art. 2 As certidões emitidas pelos CAU/UF são
I. Certidão de Acervo Técnico (CAT);
II. Certidão de Acervo Técnico com Atestado (CAT-A);
III. Certidão de Reg. e Quitação de Pessoa Física (CRQPF);
IV. Certidão de Reg. e Quitação de Pessoa Jurídica (CRQPJ); 
V. Certidão Negativa de Débito (CND).
 Art. 3 O acervo técnico do arquiteto e urbanista é o conjunto 
de projetos, obras e demais serviços técnicos, no âmbito da 
Arquitetura e Urbanismo, que tenham sido por ele realizados e 
registrados no CAU/UF.
2.5. Emissões de Certidões pelo CAU (Resolução n. 93, de 7 de novembro
de 2014)
Conselho de Arquitetura e Urbanismo
Registro de Responsabilidade Técnica - RRT
RRT SIMPLES
INICIAL
INDIVIDUAL
______ 1. Responsável Técnico _______________
Registro Nacional: A34579-2 LETICIA TAKEDA LODI
Título do Profissional: Arquiteto e Urbanista
______ 2. Dados do Contrato _________________
CPF: 357.936.578-00 Contratante: Lucca Mariotto Nardez
Contrato: 019 Celebrado em 10/12/2012
Valor: R$ 5.000,00 Tipo do Contratante: Pessoa física Ação Institucional:
Data de início: 02/01/2013 Previsão de término: 30/12/2013
Observação:
Declaração: Declaro que estou cumprindo as regras de acessibilidade previstas nas normas técnicas da ABNT, na legislação específica
e no decreto n. 5296/2004. 
______ 3. Dados da Obra/Serviço _____________
RUA LEONARDO NARDEZ
Nº: 171 Complemento:
Bairro: VILA NOVA CONCEIÇÃO
UF: SP CEP: 04507 100 Cidade: SÃO PAULO
Coordenadas Geográficas: 0 0
______ 4. Atividade Técnica __________________
Atividade: 2.1.2 - Execução de reforma de edificação
Quantidade: 40,00 Unidade: m2
___________________________________________
Após a conclusão das atividades técnicas o profissional deverá preceder a baixa deste RRT
______ 5. Descrição _________________________
execução obra de reforma
______ 6. Valor _____________________________
______ 7. Assinaturas ________________________ _____________________________________________________
Declaro serem verdadeiras as informações acima LETICIA TAKEDA LODI - CPF: 295.401.086-61
________________, ______ de ___________________ de _______ _____________________________________________________
Local data Luca Mariotto Nardez - CPF: 357.938.578-00
______ 8. Informações _______________________
* O comprovante de pagamento deverá ser apensado documento RRT para comprovação de quitação
 O que é a Resolução n. 52 – CAU/BR? É a resolução do conselho que aprova o Código de 
Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR).
As normas do Código de Ética são estruturadas em hierarquia com três classes:
 princípios são as normas de maior abrangência, cujo caráter teórico abstrato faz referência a 
agrupamentos de normas subordinadas;
 regras são derivadas dos princípios e devem ser seguidas;
 a sua desobediência será considerada infração;
 recomendações – a não observância gera apenas sanções disciplinares.
2.6. Resolução n. 52 – CAU/BR – Código de Ética (06/09/13)
O arquiteto deverá observar os princípios, as regras e as recomendações em sua atuação 
profissional. O Conselho separa estas normas em:
 Disposições gerais, isto é, normas de caráter geral para a profissão;
 Obrigações para com o direito público, isto é, normas que se aplicam especificamente com o 
direito público;
 Obrigações para com o contratante, isto é, normas que disciplinam a relação com o cliente;
 Obrigações com a profissão, isto é, normas com relação à arquitetura e urbanismo;
 Obrigações para com os colegas, isto é, normas de 
relacionamento com outros arquitetos;
 Obrigações para com o Conselho de Arquitetura e Urbanismo, 
isto é, normas para com o CAU.
2.6. Resolução n. 52 – CAU/BR – Código de Ética (06/09/13)
I. A ABNT NBR 16636 estabelece os procedimentos gerais e as diretrizes para a 
aplicabilidade e produção das principais etapas para a elaboração e o desenvolvimento 
dos serviços especializados de projetos técnicos profissionais, arquitetônicos e 
urbanísticos, considerando-se outras normas específicas e apropriadas, de acordo com as 
diversas especialidades envolvidas em cada projeto.
Para uma melhor compreensão e especificidade da norma esta foi dividida em três partes
a saber:
 NBR 16.636 – Elaboração e desenvolvimento de serviços 
técnicos especializados:
 Parte 1: Diretrizes e terminologia;
 Parte 2: Projeto arquitetônico; 
 Parte 3: Projeto urbanístico.
3. NBR 16.636 – Elaboração e desenvolvimento de serviços técnicos 
especializados de projetos arquitetônicos e urbanísticos
II. A Parte 1 da ABNT NBR 16636 define o contexto geral das atividades técnicas de projetos 
arquitetônicos e urbanísticos, que devem considerar a elas integradas diversas outras 
especialidades em um sistema de retroalimentação. Esta contém diversas partes de
suma importância:
 Termos e definições: determina conceitos de termos usados em demasia em diversas fases 
pelos Profissionais – acessibilidade, ciclo de vida do projeto, consultor técnico etc.
 Requisitos: bases conceituais para determinação do seu uso 
geral – especialidades integradas ao projeto, atividades 
técnicas, contratos etc.
 Aceitação e rejeição: os documentos técnicos produzidos nos 
projetos da edificação ou dos espaços urbanos devem ser 
submetidos ao contratante dos serviços
3. NBR 16.636 – Parte 1: Diretrizes e terminologia 
I. O projeto arquitetônico é parte do projeto completo de edificação, conjunto de projetos das 
diversas especialidades necessárias para a execução de uma edificação. Esta Parte 2 da 
ABNT NBR 16636 orienta o planejamento e o desenvolvimento de projetos arquitetônicos 
das edificações ao longo de todas as suas etapas, caracterizando as entradas e saídas em 
cada momento, bem como o inter-relacionamento com as demais especialidades. Esta 
contém diversas partes de suma importância:
Objetos do projeto arquitetônico de edificações
 ambientes exteriores,  interiores e intermediários;
Fases e etapas do projeto arquitetônico de edificações
 levantamento de dados para arquitetura (LV-ARQ);
 programa de necessidades para arquitetura (PN-ARQ).
3. NBR 16.636 – Parte 2: Projeto Arquitetônico
 Estudo de viabilidade de arquitetura (EV-ARQ);  
 Estudo preliminar arquitetônico (EP-ARQ); 
 Anteprojeto arquitetônico (AP-ARQ); 
 Estudo preliminar dos projetos complementares (EP-COMP); 
 Projeto para licenciamentos (PL-ARQ);  
 Anteprojetos complementares (AP-COMP); 
 Projeto executivo arquitetônico (PE-ARQ);  
 Projetos executivos complementares (PE-COMP);  
 Projeto completo de edificação (PECE);
 Documentação conforme construído (as built);
 Programação das etapas do projeto arquitetônico etc.
3. NBR 16.636 – Parte 2: Projeto Arquitetônico
I. Esta Parte da ABNT NBR 16636 estabelece as atividades técnicas envolvidas no 
desenvolvimento do projeto urbanístico, com foco em novas cidades, trechos urbanos ou 
redesenho de áreas urbanas existentes a serem renovadas; é aplicável a todas as classes 
(ou categorias) tipológicas funcionais e formais de assentamentos urbanos, referentes aos 
projetos urbanísticos.
Assim como a parte anterior, esta contém diversas partes de suma importância:
 Termos e definições: carta geotécnica, parcelamento do solo 
urbano, patrimônio histórico, cultural e artístico etc.;
 Objetos do projeto urbanístico: criação de novos espaços 
urbanos ou intervenção nos existentes.
Fases e etapas do projeto urbanístico
 Levantamento de dados para o projeto urbanístico (LV-
PROJURB).
3. NBR 16.636 – Parte 3: Projeto Urbanístico
 Programa de Necessidades para o Projeto Urbanístico (PN-PROJURB);
 Estudo de Viabilidade para o ProjetoUrbanístico (EV-PROJURB); 
 Estudo Preliminar do Projeto Urbanístico ou Plano de Massas (EP-PMURB);
 Projeto para Licenciamentos (PL-URB) e Estudos Ambientais (EAMB);
 Estudo Preliminar dos Projetos das Especialidades (EP-PROJCOMP); 
 Anteprojetos das Especialidades (AP-PROJCOMP);
 Projeto Executivo Urbanístico (PE-PROJURB);
 Projetos Executivos das Especialidades (PE-PROJCOMP);
 Projeto Completo (PROJ-COMP); e
 Documentação “conforme construído” (as built).
3. NBR 16.636 – Parte 3: Projeto Urbanístico
 O que é uma NR? É uma Norma Regulamentadora que fornece procedimentos obrigatórios 
relacionados à segurança e medicina do trabalho. São revistas periodicamente pelo 
Ministério do Trabalho.
 É a NR que estabelece diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e de 
organização, que objetivam a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos 
de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na indústria
da construção.
 Qual a importância da NR 18? A manutenção das condições 
de saúde e de segurança no ambiente de execução de obras 
de edificações.
4. NR 18
 Comunicação prévia: é obrigatória a comunicação à Delegacia Regional do Trabalho antes 
do início das atividades. Informações como número de funcionários, endereço da obra, tipo 
de obra, data de início e término, entre outras.
 O que é o PCMAT? É o Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na indústria 
da construção, que deverá ser elaborado para obras com mais de 20 funcionários.
 Canteiro de obras – áreas de vivência (deverão possuir): 
instalações sanitárias, vestiário, alojamento, local de refeições, 
cozinha, quando houver preparo de refeições, lavanderia, área 
de lazer, ambulatório, quando se tratar de frentes de trabalho 
com 50 (cinquenta) ou mais trabalhadores.
4.1. Comunicação prévia da obra, PCMAT e canteiros de obras
 Cada módulo deve possuir área de ventilação natural, efetiva, de no mínimo 15% (quinze por 
cento) da área do piso em duas aberturas para ventilação adequada; garantir condições de 
conforto térmico; possuir pé-direito mínimo de 2,40 m; garantir os requisitos mínimos de 
conforto e higiene; possuir proteção contra riscos de choque elétrico por contatos indiretos, 
além do aterramento elétrico.
 A instalação sanitária deve ser constituída de lavatório, vaso 
sanitário e mictório, na proporção de 1 (um) conjunto para 
cada grupo de 20 (vinte) trabalhadores ou fração, bem como 
de chuveiro, na proporção de 1 (uma) unidade para cada 
grupo de 10 (dez) trabalhadores ou fração (deverá obedecer o 
disposto no código de obras do município em questão) e 
situadas em locais de fácil e seguro acesso, não sendo 
permitido um deslocamento superior a 150 (cento e cinquenta) 
metros do posto de trabalho aos gabinetes sanitários, 
mictórios e lavatórios.
4.1. Projeto de canteiro de obras
 Em caso de obras com alojamento, outras disposições deverão ser atendidas para garantir a 
segurança e qualidade de vivência do espaço de habitação provisório.
 É obrigatória a existência de local adequado para refeições no canteiro de obras, conforme 
as premissas dadas na NR 18 ou código de obras do município (sempre o mais restritivo).
 É obrigatória a existência de local para aquecimento de refeições, independentemente da 
existência de cozinha no canteiro de obras.
 É obrigatório o fornecimento de água potável, filtrada e fresca, 
seja em forma de bebedouro ou equipamento equivalente.
4.1. Projeto de canteiro de obras
 A partir do item 18.5 serão detalhadas as questões executivas para cada um dos itens 
abaixo, com a finalidade de garantir a segurança das pessoas envolvidas e a boa execução: 
de estruturas, alvenarias, acabamentos, entre outros itens de execução de uma obra.
 Finaliza a NR uma série de disposições finais e transitórias, além de um grande glossário de 
termos comuns nas obras de construção civil.
4.1. Questões executivas
No exercício profissional, o arquiteto e urbanista encontra diversos desafios que
devem sempre ser considerados para um trabalho de excelência. Para o bom
desenvolvimento ético de seus serviços profissionais podemos afirmar que:
a) São atribuições profissionais a condução de obra de instalações e equipamentos
referentes à Arquitetura e Urbanismo e à coleta de dados para o projeto
de interiores de veículos automotores. 
b) A RRT tem como principais funções fornecer o número de registro de pessoa física
no conselho e efetivar o registro de sociedade entre profissionais junto ao CAU. 
c) A RRT é a prova documental de uma autoria de projeto e, portanto, se faz necessária
para embasar o fornecimento de uma Certidão de Acervo Técnico. 
d) A reserva técnica se trata de uma verba legal fornecida
aos profissionais da arquitetura e Urbanismo como uma 
forma de incentivo ao melhor desenvolvimento dos projetos. 
e) Em atividades profissionais que não ofereçam risco à
vida, os arquitetos e urbanistas ficam isentos de 
recolhimento da RRT.
Interatividade
No exercício profissional, o arquiteto e urbanista encontra diversos desafios que
devem sempre ser considerados para um trabalho de excelência. Para o bom
desenvolvimento ético de seus serviços profissionais podemos afirmar que:
a) São atribuições profissionais a condução de obra de instalações e equipamentos
referentes à Arquitetura e Urbanismo e à coleta de dados para o projeto
de interiores de veículos automotores. 
b) A RRT tem como principais funções fornecer o número de registro de pessoa física
no conselho e efetivar o registro de sociedade entre profissionais junto ao CAU. 
c) A RRT é a prova documental de uma autoria de projeto e, portanto, se faz necessária
para embasar o fornecimento de uma Certidão de Acervo Técnico. 
d) A reserva técnica se trata de uma verba legal fornecida
aos profissionais da arquitetura e Urbanismo como uma 
forma de incentivo ao melhor desenvolvimento dos projetos. 
e) Em atividades profissionais que não ofereçam risco à
vida, os arquitetos e urbanistas ficam isentos de 
recolhimento da RRT.
Resposta
ATÉ A PRÓXIMA!

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