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Semiologia e clínica de Equinos - Sist Respiratório aula 21 08

Material sobre semiologia e clínica de equinos — sistema respiratório: anatomia (palato mole, narina em C, bolsas guturais, laringe), topografia pulmonar, anamnese e exame (palpação, percussão, ausculta), sinais clínicos, doenças (pneumonias, Rhodococcus equi) e esquemas terapêuticos antibióticos.

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<p>SEMIOLOGIA E CLÍNICA DE EQUINOS 21/08/2023</p><p>SISTEMA RESPIRATÓRIO</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>● Importância na medicina veterinária equina;</p><p>● Relevância econômica e esportiva dos cavalos no Brasil;</p><p>ANATOMIA - SISTEMA RESPIRATÓRIO</p><p>● Palato mole mais amplo: Impede que o cavalo respire pela boca;</p><p>● Narina em formato “C” -</p><p>● Bolsas guturais: dois sacos entre as tubas auditivas, antes, acreditava-se</p><p>que servia para resfriar o sangue dos animais;</p><p>● Capacidade respiratória de um cavalo é 3x maior que de uma vaca; oxigena</p><p>muito mais;</p><p>● cartilagens e epiglote - para fechar e impedir que alimentos passem,</p><p>aspiração/pneumonia. Hemiplegia de laringe OU cavalo roncador- uma das</p><p>cartilagens para de funcionar e não fecha normalmente, e o cavalo ronca…</p><p>DELIMITAÇÃO ANATÔMICA TOPOGRÁFICA DA ÁREA PULMONAR</p><p>● Linha imaginária:</p><p>● tuberosidade coxal (17 EIC);</p><p>● tuberosidade do olécrano da ulna;</p><p>● Obs: dificuldade em auscultar, devido a grande musculatura;</p><p>SEMIOLOGIA - ANAMNESE/ HISTÓRIA CLÍNICA</p><p>● Faixa etária?</p><p>○ rodoccocos equs, bacteriosa, afeta animais novos!</p><p>● Intolerância ao exercício?</p><p>● Ruído e ou/ tosse?</p><p>● Confinado /instalações?</p><p>● outros animais doentes?</p><p>● Vacinação influenza?</p><p>○ doença “garrotilho”</p><p>● Causas:</p><p>○ obstrução de trato respiratório superior - intolerância ao exercício;</p><p>○ acúmulo de secreções derivadas de infecções passadas;</p><p>○ alergias - confinamento;</p><p>○ Sobrecarga do esforço respiratório;</p><p>SEMIOLOGIA</p><p>● Exame geral:</p><p>○ comportamento</p><p>● Padrão respiratório</p><p>○ Toraco-abdominal (fisiológico);</p><p>○ dispneia;</p><p>○ somente torácico;</p><p>○ somente abdominal;</p><p>○ ruídos respiratórios</p><p>● Frequência respiratórios:</p><p>○ 8-12 (16 a 18 SPI) mov. resp por min</p><p>● Sequência</p><p>○ Trato respiratório superior;</p><p>■ endoscopia</p><p>○ Trato respiratório inferior;</p><p>■ av indireta: auscultação, palpação,</p><p>○ Observar:</p><p>■ secreção e seu aspecto</p><p>■ odor</p><p>■ tosse seca ou úmida</p><p>■ percussão dos seios nasais</p><p>● dígito-digital:</p><p>○ Claro-normal</p><p>○ Maciço-líquido</p><p>○ Timpânico-gás</p><p>■ aumento de volumes na região das bolsas guturais</p><p>PALPAÇÃO DAS TRAQUEIAS E LINFONODOS PAROTÍDEOS (bolsas guturais</p><p>próximas)</p><p>● animais que tiveram garrotilho ou hemiplegia apresentam inchaço do</p><p>linfonodos</p><p>SEMIOLOGIA</p><p>● Auscultação</p><p>○ som claro - fisiológico;</p><p>○ crepitação fina - secreção pouco densa;</p><p>○ crepitação grossa - secreção espessa e aderida</p><p>○ estertores</p><p>○ sibilos</p><p>● Percussão (até 7cm de parênquima pulmonar)</p><p>○ claro</p><p>○ timpânico</p><p>○ maciço</p><p>INTRODUÇÃO - DOENÇAS RESPIRATÓRIAS</p><p>● Pneumonias é a de maior ocorrência e impacto;</p><p>● Situações de estresse - trato respiratório superior ou inferior;</p><p>○ características de manejo:</p><p>■ elevada lotação animal;</p><p>■ transporte dos potros;</p><p>■ falta de vacinação contra adenite equina;</p><p>■ carência de controle parasitário.</p><p>● Falha na transferência de imunidade passiva através do colostro</p><p>○ Obs: transferência de plasma de forma preventiva (muito usada</p><p>● Obs.: é mais usado medicamento VO, para evitar infecções e abscessos que</p><p>ocorrem devido a injeções.</p><p>● Agentes causadores de doenças respiratórias primárias em potros (Lins et al,</p><p>2007)</p><p>○ Influenza equina;</p><p>○ Herpesvírus equino;</p><p>○ Rhodococcus equi;</p><p>○ Streptococcus equi;</p><p>○ Parascaris equorum;</p><p>● Doenças respiratórias</p><p>○ Potros com idade entre 4 a 6 anos de idade:</p><p>○ neonatos - maior fragilidade infecções por Rodococcus equi;</p><p>○ portadores assintomáticos ou com doença clínica (agente) - ></p><p>Contaminação ambiental</p><p>obs.: o grande contaminante é o bebedouro</p><p>SINAIS CLÍNICOS (gerais):</p><p>● Febre</p><p>● Prostração;</p><p>● Secreção nasal mucopurulenta;</p><p>● tosse;</p><p>● disfagia;</p><p>○ dificuldade em deglutir</p><p>● abscessos submandibulares;</p><p>● ruídos pulmonares e traqueais;</p><p>TRATAMENTO:</p><p>● Vírus - Tratamento sintomatológico</p><p>● Bactérias - Antibióticos</p><p>INFECÇÃO POR Rhodoccocus equi</p><p>● constituinte natural da flora microbiana intestinal do cavalo;</p><p>● oportunista em potros;</p><p>● em casos de deficiência no período em que a imunidade passiva adquirida</p><p>através do colostro está diminuída e o sistema imunológico de recem-nascido</p><p>não esta totalmente maduro (Sellon et al., 2000 e Martins, 2003).</p><p>● obs.: pneumonia grave, existem vários protocolos de tratamento, mas é de</p><p>díficil prognóstico;</p><p>● Obs.: Raio-x ajuda a ver a disseminação dos abscessos;</p><p>● Rodococose:</p><p>○ pneumonia abscedante e/ou enterite em potros nos primeiros meses</p><p>de vida;</p><p>○ agentes causadores de pneumonia fatal em equinos jovens de maior</p><p>importância;</p><p>○ idade entre 1 e 4 meses de idade;</p><p>○ mortalidade em algumas regiões podem atingir 80%</p><p>○ maior fonte de infecção - solo - via respiratória;</p><p>○ outras fontes de infecção - fezes das éguas, alimentos e água</p><p>contaminados (Martins, 2003);</p><p>● Tratamento:</p><p>○ Antibioticoterapia</p><p>○ terapia de apoio (fluido)</p><p>○ 1° exemplo:</p><p>■ Rifampicina (pasta)</p><p>● 5mg/kg a cada 12h, ou</p><p>● 10mg/kg a cd 24h</p><p>■ + Eritromicina</p><p>● 25mg/kg, a cada 8h ou 12h;</p><p>■ ambas por via oral</p><p>■ Duração média 4 a 8 semanas</p><p>■ efeitos adversos:</p><p>● anorexia, cólicas leves e bruxismo</p><p>○ 2º exemplo:</p><p>■ Sulfa e trimetoprim (30mg/kg a cada 8 ou 12 horas)</p><p>■ + Rifampicina (5mg/kg a cada 12h, ou 10mg/kg a cada 24</p><p>horas)</p><p>○ 3° exemplo:</p><p>■ enrofloxacina isolada (5mg/kg oral a cada 24 horas)</p><p>● obs: causa doenças musculares</p><p>■ ou em associação (ceftiofur ou rifampicina)</p><p>■ sucesso para tratar potros com cultura microbiana de R. equs</p><p>■ Efeitos adversos</p><p>○ 4° exemplo</p><p>■ Azitromicina</p><p>● 10mg/kg, a cada 24h, VO, 5 dias;</p><p>● +3 a 5 doses em dias alternados (BECU, 1999)</p><p>● Melhor resultado: maior sobrevivência de potros:</p><p>○ Claritromicina (7,5 mg/kg VO, a cada 24h)</p><p>○ + Rifampicina</p><p>● Menor resultado:</p><p>○ azitromicina (10mg VO, a cada 24h)</p><p>○ + Rifampicina</p><p>○ Obs.: Protetor gástrico “omeprazol” deve ser realizado em todos</p><p>esses exemplos de tratamento!!!!</p><p>HEMORRAGIA PULMONAR INDUZIDA PELO EXERCÍCIO</p><p>● É a doença mais comum que afeta os cavalos durante o exercício;</p><p>● Caracteriza-se pelo sangramento (hemorragia) originado dos vasos</p><p>pulmonares durante o exercício;</p><p>● Epidemiologia:</p><p>○ distribuída pelo mundo;</p><p>○ Puro Sangue Inglês (PSI) e Quarto De Milha (devido ao tipo de</p><p>exercício): pode ocorrer em qualquer raça que desenvolve exercício de</p><p>alta intensidade em curto período de tempo;</p><p>○ exercícios de alta intensidade</p><p>● Hipóteses:</p><p>○ Hipertensão pulmonar pelo exercício (estresse capilar)</p><p>■ aumento da pressão arterial sistÊmica, bronquial e pulmonar</p><p>durante o exercício (fisiológico) - estresse capilar - ruptura de</p><p>capilares;</p><p>○ Doença das vias áreas inferiores (posteriores) ruptura de capilares</p><p>pulmonares devido ao enfraquecimento por processos inflamatórios</p><p>○ Forças abruptas intratorácicas causadas pelo exercício;</p><p>○ Obstrução das vias áreas superiores (Anteriores)</p><p>○ alterações hemostáticas</p><p>○ alterações na viscosidade sanguínea e nos eritrócitos:</p><p>■ esplenocontração - sangue mais viscoso - aumento indireto da</p><p>pressão intravascular pulmonar - ruptura de capilares</p><p>pulmonares saudáveis.</p><p>○ Obs.: Usa-se furosemida, diminuir a pressão sistêmica e</p><p>prevenir/diminuir o sangramento… Pode ser considerado DOPING!</p><p>Precisa ser acompanhado por Med veterinário…</p><p>○ Obs.: repouso de pelo menos 60 dias para o paciente</p><p>● Patogenia:</p><p>○ Rupturas de capilares pulmonares e hemorragia: →→</p><p>○ Queda da performance (pode diminuir a velocidade ou até parar</p><p>durante a corrida): durante a corrida animal tem que deglutir o sangue</p><p>e fecha a glote que diminui a respiração ou a dificuldade respiratória);</p><p>○ ou devido a tosse</p><p>○ inflamação (pós corrida): com a neovascularização há aumento da</p><p>fragilidade do vaso menos resistente a pressão e fibrose com</p><p>substituição de tecido normal por fibroblastos no local da lesão</p><p>(ocorrência repetitiva);</p><p>● Sinais clínicos:</p><p>○ deglutição frequente durante a corrida;</p><p>○ redução súbita de velocidade e tosse;</p><p>○ epistaxe uni ou bilateral (em menos de 10% dos animais);</p><p>○ queda na performance (relacionada com o volume da hemorragia);</p><p>○ Em 95% dos casos os cavalos podem apresentar tão somente baixa</p><p>performance ou perda da performance inicial;</p><p>○ morte súbita (raro);</p><p>● Diagnóstico</p><p>○ anamnese;</p><p>○ exames complementares:</p><p>■ endoscopia: deve ser realizado em no máximo 30 a 90 minutos</p><p>após a corrida. Realizada com cabos de fibra óptica de até</p><p>13mm,</p><p>com o animal sob contenção mecânica (cachimbo);</p><p>● rigorosa observação do brônquios principais (carina) e</p><p>região do início dos bronquíolos;</p><p>● graduar 0-5</p><p>■ aspirados traqueais (AT) ou lavados bronquialveolar (LBA):</p><p>● presença de hemossiderófagos (macrófagos +</p><p>hemossiderina)</p><p>● hemorragia 7 a 21 dIas após o episódio</p><p>● contagem de eritrócitos no LBA.</p><p>● Classificação do grau de hemorragia visível ao exame endoscópico</p><p>○ grau 0: nenhum sangue visível;</p><p>○ grau 1: estrias de sangue;</p><p>○ grau 2: mais que estrias (filete), porém menos que fluxo contínuo;</p><p>○ grau 3: fluxo contínuo menos do que a metade da traqueia;</p><p>○ grau 4: fluxo contínuo mais do que metade da traqueia;</p><p>○ grau 5: vias aéreas “lavadas” com sangue;</p><p>● Tratamento:</p><p>○ repouso</p><p>○ ideal recuperar de correr (em 15 a 20 dias deve se recuperara)</p><p>○ hemorragia poderá recidivar assim que o animal retomar o trabalho</p><p>atlético de alta performance;</p><p>○ diminuir a pressão capilar e arterial pulmonar (diminui o grau de</p><p>hemorragia mas não cura);</p><p>○ Diurético:</p><p>■ furosemida: 0,25mg a 2mg/kg: IM ou EV; 1 a 4 horas antes da</p><p>corrida;</p><p>■ função anti-hipertensiva: atribuída ao aumento da excreção de</p><p>sódio, redução do volume sanguíneo e redução da resposta</p><p>vascular do músculo liso ao estímulo vasoconstritor;</p><p>■ em alguns países é visto como doping;</p><p>■ primeiro deve confirmar que realmente tem HPIE, sendo o grau</p><p>acima de 3 permitindo o uso;</p><p>○ Opção de tratamento:</p><p>■ furosemida - 1mg/kg ou 0,3 a 0,6mg/kg - 4 horas antes da</p><p>corrida IV;</p><p>■ Controle das condições estressantes de viagem de viagem;</p><p>■ evitar fornecer fenos em feneleiras aéreas.</p><p>■ hidratação do animal após cada viagem (torna sangue mais</p><p>aquoso?)</p><p>○ Tratamento inflamação das vias aéreas inferiores:</p><p>■ Broncodilatadores:</p><p>● clenbuterol 0,8 a</p><p>● glicopirrolato</p><p>● ??</p><p>● ???</p><p>DOENÇA DO NERVO LARÍNGEO RECORRENTE</p><p>● Hemiplegia laringeana - Cavalo roncador</p><p>○ axôniopatia nervosa</p><p>○ prevalência de 77%</p><p>● Causas:</p><p>○ Empiema de bolsa gutural</p><p>○ micoses de bolsa gutural</p><p>○ linfadenopatias</p><p>○ abscessos perineurais</p><p>○ neoplasias</p><p>○ cirúrgicos</p><p>○ deficiência de tiamina</p><p>● substâncias irritantes</p><p>● Fisiopatogenia:</p><p>axôniopatia distal do nervo laríngeo recorrente -> contração muscular</p><p>reduzida -> atrofia neurogênica parcial ou completa -> estreitamento do lúmen -></p><p>ruído respiratório</p><p>● Diagnóstico:</p><p>○ intolerância ao exercício;</p><p>○ ruídos respiratórios evidentes;</p><p>○ estertores</p><p>○ frêmito da região laríngea</p><p>○ tratamento:</p><p>■ vitamina b1: tiamina (Se for devido a deficiÊncia de vitamina)</p><p>■ resolução da causa de origem</p><p>■ cirúrgico</p><p>● ventrículectomia (bolsa gutural)</p><p>● aritenopexia (sutura que fixa a cartilagem</p><p>○ consequências, o animal não terá mais essa</p><p>proteção no trato respiratório/filtro (pode ter mais</p><p>pneumonias)</p><p>DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA - DPOC</p><p>● Sinônimos</p><p>○ bronquite/bronquiolite crônica</p><p>○ enfisema pulmonar crônico</p><p>○ obstrução recorrente das vias aéreas inferiores</p><p>● Causas</p><p>○ múltiplos agentes desencadeantes</p><p>○ alergênos</p><p>● Sinais clínicos</p><p>○ dispneia- expiração forçada</p><p>○ hiperpnéia - “animal abre os membros anteriores - aumenta a aplitude</p><p>do mov respiratório”</p><p>○ relutância ao exercício</p><p>○ hipertrofia da musculatura abdominal</p><p>○ tosse progressiva intermitente</p><p>● Tratamento:</p><p>○ Dispor os animais em baias ventiladas;</p><p>○ fornecimento de feno no chão de preferência molhado;</p><p>○ resolução da origem do problema bacteriano, viral, fúngico ou</p><p>parasitário</p><p>○ mucolíticos:</p><p>■ Bromexina;</p><p>■ Acetilcisteína</p><p>○ Bronquio dilatadores</p><p>■ clembuterol (pulmonil)</p><p>○ Antibióticos</p><p>■ sulfadoxina + trimetoprim (borgal)</p><p>■ ceftiofur</p><p>■ azitromicina</p><p>■ cloranfenicol</p><p>○ Anti-inflamatórios (início)</p><p>■ corticóides</p><p>■ *não usar após infecção bacteriana</p><p>PNEUMONIAS E PLEUROPNEUMONIAS</p><p>● Etiologia</p><p>○ Aspiração - > broncopneumonias</p><p>○ Parasitas -> dictyocaulus arnfild</p><p>○ Fúngica</p><p>○ Bacteriana</p><p>■ Rhodococcus equi</p><p>■ Estreptococcus spp</p><p>■ Staphylococcus aureus</p><p>■ Manhemia sp</p><p>■ Burkolderia malei</p><p>● Sinais clínicos - mais comuns</p><p>○ apatia</p><p>○ anorexia</p><p>○ febre 41ºC</p><p>○ secreção mucopurolentas</p><p>○ respiração abdominal (desconforto torácico)</p><p>○ tosse</p><p>○ dispneia (respiração ruidosa)</p><p>○ crepitação fina, grossa e estertores</p><p>○ desidratação</p><p>● Exames complementares</p><p>○ hemograma completo</p><p>○ endoscopia (TRS)</p><p>○ Raio-x - potro (Rhacococcus)</p><p>● Tratamento</p><p>○ dispor os animais em baias ventiladas;</p><p>○ fornecimento de feno no chão de preferÊncia molhado</p><p>○ resolução da origem do problema (bacteriano, viral, fungico ou</p><p>parasitário);</p><p>○ mucolíticos:</p><p>■ Bromexina;</p><p>■ Acetilcisteína</p><p>○ Bronquio dilatadores</p><p>■ clembuterol (pulmonil)</p><p>○ Antibióticos</p><p>■ sulfadoxina + trimetoprim (borgal)</p><p>■ ceftiofur</p><p>■ azitromicina</p><p>■ cloranfenicol</p><p>■ metronidazol (pneumonias</p><p>aspirativas)</p><p>○ antitérmicos</p><p>■ dipirona</p><p>○ oxigenoterapia</p><p>● Prevenção e controle</p><p>○ minimizar ou evitar as doenças das vias aéreas inferiores</p><p>○ melhorar a qualidade do ar (baias);</p><p>○ prevenção de doenças respiratórias infecciosas</p>

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