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<p>Segura na mão do psicólogo!</p><p>SIMULADO</p><p>O tempo sugerido para esta prove é de uma hora (1h), estendendo no máximo a uma hora e trinta</p><p>minutos (1h30).</p><p>ATENÇÃO: não precisa transcrever frase nenhuma,</p><p>mas a gente manteve para ficar igual ao ENEM:</p><p>b) gabarito das questões, que você NÃO DEVE ESPIAR ANTES... o Psi está de olho!</p><p>30</p><p>30 30</p><p>prof. Lauro.</p><p>Faça dentro do tempo, pois isso é fundamental para o seu treinamento.</p><p>vistos por</p><p>ninguém, então pode rabiscar à vontade.</p><p>Quando terminar as provas, vá descansar, pois você merece!</p><p>delas</p><p>interpretaenem.com.brlaurointerpretaenem</p><p>D</p><p>i</p><p>s</p><p>p</p><p>o</p><p>n</p><p>i</p><p>b</p><p>i</p><p>l</p><p>i</p><p>z</p><p>a</p><p>d</p><p>o</p><p>p</p><p>o</p><p>r</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>B</p><p>y</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>LINGUAGENS, CÓDIGO E SUAS TECNOLOGIAS</p><p>Questões de 01 a 30</p><p>QUESTÃO 01</p><p>QUESTÃO 02</p><p>com deus mi deito com deus mi levanto</p><p>comigo eu calo comigo eu canto</p><p>eu bato um papo eu bato um ponto</p><p>eu tomo um drink eu fico tonto.</p><p>CHACAL. Drops de abril. São Paulo: Brasiliense, 1983. p.63.</p><p>(Cantadas literárias, 16)</p><p>No poema, Chacal faz referência a uma popular oração</p><p>no primeiro verso, alterando a grafia do pronome “me”</p><p>para uma forma que reproduz a oralidade característica</p><p>da linguagem coloquial. Essa característica também</p><p>pode ser percebida no(a)</p><p>uso de gírias e expressões cotidianas.</p><p>ausência de vírgulas em todo o poema.</p><p>repetição de palavras.</p><p>preferência por estrangeirismos.</p><p>uso inadequado de minúsculas.</p><p>QUESTÃO 03</p><p>Nessa charge, o autor contextualiza o momento de</p><p>violência nas discussões polí t icas no Brasi l ,</p><p>mobilizando como recurso linguístico para a promoção</p><p>de humor a</p><p>SIMULADO</p><p>SIMULADO</p><p>2</p><p>polissemia do verbo “debater”.</p><p>vulgarização do significado do termo “debates”.</p><p>semelhança entre os verbos “debater” e “bater”.</p><p>oposição entre o debate pacífico e a ação violenta.</p><p>crítica implícita ao comportamento dos usuários na</p><p>internet.</p><p>Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/charge-violencia/</p><p>Eu faço versos como quem chora</p><p>De desalento...de desencanto</p><p>Fecha o meu livro, se por agora</p><p>Não tens motivo nenhum de pranto.</p><p>Meu verso é sangue. Volúpia ardente...</p><p>Tristeza esparsa...remorso vão...</p><p>Dói-me nas veias. Amargo e quente,</p><p>Cai, gota a gota, do coração.</p><p>E nestes versos de angústia rouca,</p><p>Assim dos lábios a vida corre,</p><p>Deixando um acre sabor na boca.</p><p>Eu faço versos como quem morre</p><p>BANDEIRA, Manuel. A cinza das horas, Carnaval e O ritmo dissoluto.</p><p>Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1994.</p><p>As funções da linguagem são determinadas a partir da</p><p>predominância do foco da mensagem em um ou mais</p><p>elementos de comunicação em um texto. No poema</p><p>Desencanto, de Manuel Bandeira, destacam-se as</p><p>funções</p><p>emotiva e fática, já que o sentimento do eu-lírico é</p><p>marcado por hesitações na tentativa de expressão.</p><p>emotiva e metalinguística, pela expressão do</p><p>sentimento do eu-lírico na elaboração dos próprios</p><p>versos.</p><p>poética e referencial, uma vez que ocorrem</p><p>referências a outros poemas na comparação da</p><p>elaboração do poema.</p><p>metalinguística e poética, pois o texto se constitui</p><p>em um poema que faz autorreferência à má</p><p>qualidade dos versos.</p><p>emotiva e conativa, com alternância do foco entre o</p><p>sentimento do eu-lírico e a referência a um</p><p>interlocutor subentendido.</p><p>Desencanto</p><p>D</p><p>i</p><p>s</p><p>p</p><p>o</p><p>n</p><p>i</p><p>b</p><p>i</p><p>l</p><p>i</p><p>z</p><p>a</p><p>d</p><p>o</p><p>p</p><p>o</p><p>r</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>B</p><p>y</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>QUESTÃO 04</p><p>Disponível em: https://www.fabulasdeesopo.com.br/p/a-lebre-e-tartaruga.html</p><p>Fábulas são gêneros narrativos, geralmente curtos,</p><p>que apresentam animais personificados como</p><p>personagens. Pela leitura dos textos, percebe-se que</p><p>outra característica frequente das fábulas é</p><p>a estrutura linear da narração, com início, clímax e</p><p>desfecho.</p><p>o sentido conotativo das palavras, em uma</p><p>construção alegórica.</p><p>o vocabulário pouco rebuscado, adequado a um</p><p>público-alvo infantil.</p><p>a apresentação de uma moral, de caráter</p><p>pedagógico, no final do texto.</p><p>o uso de discursos diretos para representação das</p><p>interações entre as personagens.</p><p>SIMULADO</p><p>SIMULADO</p><p>3</p><p>TEXTO I</p><p>Uma lebre estava um dia zombando de uma</p><p>tartaruga por andar tão lenta. Disse a tartaruga:</p><p>– "Espera um pouco, vamos fazer uma corrida,</p><p>aposto que vou ganhar."</p><p>Respondeu a lebre que se divertiu com a ideia:</p><p>– "Oh, vamos tentar e ver."</p><p>Logo ficou acertado que a raposa deveria definir um</p><p>percurso e ser o juiz da corrida. Quando chegou a hora,</p><p>ambos começaram juntos, mas a lebre estava tão</p><p>adiantada que ela pensou que merecia ter um</p><p>descanso, então deitou-se e adormeceu rapidamente.</p><p>Enquanto isso, a tartaruga continuava a andar, com</p><p>o tempo, alcançou o objetivo. Finalmente, a lebre</p><p>acordou para a partida e correu o mais rápido que pôde,</p><p>mas apenas para descobrir que a tartaruga já tinha</p><p>ganho a corrida.</p><p>Moral da histór ia: Se você for paciente e</p><p>disciplinado, conquistará o objetivo.</p><p>QUESTÃO 05</p><p>A Lebre e a Tartaruga</p><p>Disponível em: https://www.fabulasdeesopo.com.br/p/a-aguia-e-raposa.html</p><p>TEXTO II</p><p>Uma águia e uma raposa se tornaram grandes</p><p>amigas e decidiram a viver uma perto da outra, elas</p><p>pensavam que quanto mais viam uma à outra, melhores</p><p>amigas seriam. Assim, a águia construiu um ninho no</p><p>topo de uma árvore alta, enquanto a raposa se</p><p>estabeleceu em uma mata ao pé dela e produziu uma</p><p>ninhada de filhotes.</p><p>Um dia a raposa saiu em busca de alimento, a águia</p><p>que também queria alimento para seus filhotes, voou</p><p>para a mata, pegou os filhotes da raposa e as levou para</p><p>a árvore para uma refeição para ela e sua família.</p><p>Quando a raposa voltou, descobriu o que havia</p><p>acontecido, ela não estava tão triste pela perda de seus</p><p>filhotes, mas furiosa porque não conseguia chegar até a</p><p>águia e pagá-la por sua traição.</p><p>Então, ela se sentou não muito longe e a</p><p>amaldiçoou. Mas não demorou muito para ela ter sua</p><p>vingança. Alguns aldeões estavam sacrificando uma</p><p>cabra em um altar vizinho e a águia voou e carregou um</p><p>pedaço de carne queimada até seu ninho. Houve um</p><p>vento forte soprando, o ninho pegou fogo, como</p><p>resultado os seus filhotes caíram meio queimados no</p><p>chão. Então a Raposa correu para o local e os devorou</p><p>em plena vista da águia.</p><p>Moral da história: A traição pode escapar do castigo</p><p>humano, mas não pode escapar do divino.</p><p>A Águia e a Raposa</p><p>Disponível em: https://www.fcdl-sc.org.br/campanhas/campanha-dengue-2023/</p><p>A fim de estimular o público-alvo da campanha a</p><p>combater a dengue, esse cartaz utiliza como estratégia</p><p>argumentativa a união entre linguagem verbal e não</p><p>verbal. Assim, o uso da imagem do mosquito</p><p>transmissor da doença em diferentes tamanhos</p><p>corrobora a intenção textual de</p><p>orientar a população sobre como evitar a</p><p>proliferação da doença.</p><p>detalhar a anatomia do mosquito, sendo mais</p><p>facilmente identificável.</p><p>alertar sobre o quanto o perigo pode ser iminente e</p><p>difícil de perceber.</p><p>exagerar no perigo da doença, gerando pânico</p><p>desnecessário na população.</p><p>usar recursos digitais como as hashtags para</p><p>aumentar o alcance da campanha.</p><p>D</p><p>i</p><p>s</p><p>p</p><p>o</p><p>n</p><p>i</p><p>b</p><p>i</p><p>l</p><p>i</p><p>z</p><p>a</p><p>d</p><p>o</p><p>p</p><p>o</p><p>r</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>B</p><p>y</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>SIMULADO</p><p>SIMULADO</p><p>4</p><p>QUESTÃO 06</p><p>BENNET, Michael. Disponível em: https://www.computerweekly.com/br/</p><p>O-futuro-da-IA-o-que-esperar-nos-proximos-5-anos (adaptado)</p><p>(...)</p><p>A mudança mais óbvia que muitos sentirão na</p><p>sociedade é um aumento no ritmo de engajamento com</p><p>grandes instituições. Qualquer organização que</p><p>interaja regularmente com um grande número de</p><p>usuários –empresas, unidades governamentais,</p><p>organizações sem fins lucrativos– será forçada a</p><p>implementar a IA em seus processos de tomada de</p><p>decisão e em suas atividades voltadas ao público e ao</p><p>consumidor. A IA permitirá que essas organizações</p><p>tomem a maioria das decisões com muito mais rapidez.</p><p>Como resultado, todos sentiremos a vida acelerando.</p><p>A sociedade também verá seus compromissos</p><p>éticos testados por poderosos sistemas de IA,</p><p>especialmente a privacidade. Os sistemas de IA</p><p>provavelmente se tornarão muito mais informados</p><p>sobre cada um de nós do que nós mesmos. Nosso</p><p>compromisso com a proteção da privacidade já foi</p><p>severamente testado por tecnologias emergentes nos</p><p>últimos 50 anos. À medida</p><p>que o custo de se aprofundar</p><p>em nossos dados pessoais cai e algoritmos mais</p><p>poderosos capazes de avaliar grandes quantidades de</p><p>dados se tornam mais difundidos, provavelmente</p><p>descobriremos que foi uma barreira tecnológica, e não</p><p>um compromisso ético, que levou a sociedade a</p><p>consagrar a privacidade.</p><p>(...)</p><p>O futuro da IA: o que esperar nos próximos 5 anos</p><p>O impacto da IA nos próximos cinco anos? A vida</p><p>humana acelerará, os comportamentos mudarão e as</p><p>indústrias se transformarão –e isso é tudo o que pode</p><p>ser previsto com certeza.</p><p>Os gêneros textuais são caracterizados, dentre outros</p><p>fatores, por seus objetivos. A leitura desse trecho</p><p>permite inferir que o texto do qual foi retirado se trata de</p><p>um(a)</p><p>notícia, pois trata de um tema bastante atual na</p><p>sociedade.</p><p>artigo de opinião, pois apresenta marcas de</p><p>avaliação implícitas.</p><p>editorial, visto que sinaliza a opinião do veículo de</p><p>comunicação.</p><p>crônica, porque faz uso de recursos literários parar</p><p>criar uma fantasia.</p><p>reportagem, porque aprofunda uma temática com</p><p>discussão de possibilidades.</p><p>QUESTÃO 07</p><p>Enquanto eu fiquei alegre,</p><p>permaneceram um bule azul com</p><p>um descascado no bico,</p><p>uma garrafa de pimenta pelo meio,</p><p>um latido e um céu limpidíssimo</p><p>com recém-feitas estrelas.</p><p>Resistiram nos seus lugares, em seus ofícios,</p><p>constituindo o mundo pra mim, anteparo</p><p>para o que foi um acometimento:</p><p>súbito é bom ter um corpo pra rir</p><p>e sacudir a cabeça. A vida é mais tempo</p><p>alegre do que triste. Melhor é ser.</p><p>PRADO, A. Bagagem. 2ed. Rio de Janeiro: Record, 200</p><p>Momento</p><p>O poema de Adélia Prado é representativo de um</p><p>momento literário de valorização da temática de</p><p>situações cotidianas. Nos versos, o eu-lírico reproduz</p><p>um sentimento de</p><p>nostalgia quanto a um passado de felicidade.</p><p>otimismo em relação à vida, apesar do desgaste.</p><p>inquietude provocada pela efemeridade do tempo.</p><p>resignação diante das dificuldades impostas pela</p><p>vida.</p><p>aceitação de atividades que foram alvo de</p><p>procrastinação.</p><p>D</p><p>i</p><p>s</p><p>p</p><p>o</p><p>n</p><p>i</p><p>b</p><p>i</p><p>l</p><p>i</p><p>z</p><p>a</p><p>d</p><p>o</p><p>p</p><p>o</p><p>r</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>B</p><p>y</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>QUESTÃO 08</p><p>AZEVEDO, A. O homem São Paulo: Martins, 1989.</p><p>O trecho do romance naturalista O Homem, de Aluísio</p><p>Azevedo, ao relatar a visão de Magdá acerca do</p><p>c o m p o r t a m e n t o d e F e r n a n d o , t r a n s p a r e c e</p><p>características intrínsecas aos romances da época,</p><p>como o(a)</p><p>SIMULADO</p><p>SIMULADO</p><p>5</p><p>Mas, considerava a moça, como acreditar que</p><p>Fernando descobrisse um novo namoro, se agora, mais</p><p>que nunca, nadava metido com os estudos e não se</p><p>despregava dos livros!… Onde, pois, teria ido arranjar</p><p>essa paixão, se agora não ia à casa de ninguém?…</p><p>Além disso, as suas tristezas não pareciam de um</p><p>namorado; mostravam caráter muito mais feio e</p><p>sombrio. O fato de pretender casar com outra não seria,</p><p>de resto, razão para que a tratasse daquele modo! Era</p><p>como se a temesse, se receiasse a sua presença…</p><p>Dantes segurava-lhe as mãos com toda a naturalidade;</p><p>afagava-lhe os cabelos; endireitava-lhe o chapéu na</p><p>cabeça quando iam sair juntos; acolchetava-lhe a luva;</p><p>trazia-lhe livros novos; gostava de brincar com ela,</p><p>dizer-lhe tolices por pirraça, para faze-la encavacar;</p><p>pregava-lhe sustos tapava-lhe os olhos quando a</p><p>pilhava de surpresa pelas costas; pedia-lhe perfumes</p><p>quando ele não tinha extrato para o lenço. E agora?</p><p>Agora bastava que ela se aproximasse do</p><p>Fernando, para este já estar todo que parecia sobre</p><p>brasas e, ao primeiro pretexto, fugir e encerrar-se no</p><p>quarto, fechado por dentro, às vezes até as escuras.</p><p>Ora, estava entrando pelos olhos que tudo isto não</p><p>podia ser natural… Magdá, pelo menos, nuca tinha visto</p><p>um namorado de semelhante espécie!</p><p>dificuldade de resistir aos ímpetos sexuais.</p><p>conflito entre ceder à tentação dos gracejos.</p><p>idealização do comportamento das personagens.</p><p>isolamento do mundo real como instinto de defesa.</p><p>fi d e l i d a d e c a r a c t e r í s t i c a d e h o m e n s</p><p>compromissados.</p><p>QUESTÃO 09</p><p>Disponível em: https://www.canalrural.com.br/tempo/</p><p>vai-chover-demais-nos-proximos-dias-veja-quando-e-onde/</p><p>Terça-feira (30): Uma nova frente fria se aproxima do</p><p>R io Grande do Su l , t razendo cons igo ma is</p><p>instabilidade. Na faixa oeste, campanha, sul, central e</p><p>metropolitana do estado, espera-se chuvas, com um</p><p>alerta para possíveis temporais nessas áreas. Nas</p><p>regiões das Missões e norte do estado, o sol pode</p><p>aparecer ao longo do dia, mas são esperadas pancadas</p><p>de chuva à tarde. Em Santa Catarina, o sol pode</p><p>aparecer durante o dia, mas há previsão de pancadas</p><p>de chuva na faixa central e leste do estado. No Paraná,</p><p>o sol deve predominar ao longo do dia, sem previsão de</p><p>chuvas.</p><p>Textos de previsões meteorológicas são bastantes</p><p>comuns na nossa leitura cotidiana. Diferentes marcas</p><p>linguísticas identificam esses gêneros textuais, com</p><p>destaque para expressões como o adjetivo “possíveis”</p><p>e os verbos auxiliares “pode” e “deve”, que corroboram</p><p>o objetivo textual de</p><p>marcar o texto de forma avaliativa, com a opinião</p><p>dos meteorologistas.</p><p>alertar os moradores da região para os perigos da</p><p>mudança no tempo.</p><p>modalizar o texto, sinalizando a previsão no campo</p><p>da possibilidade.</p><p>ra t ificar a prev isão do tempo, exc lu indo</p><p>possibilidades diferentes.</p><p>informar os moradores das condições atuais do</p><p>tempo.</p><p>QUESTÃO 10</p><p>Disponível em: https://twitter.com/home</p><p>Uma fotografia nas redes sociais chamou a atenção dos</p><p>usuários por apresentar uma aparente incoerência nas</p><p>frases tatuadas por um casal nos seus braços. A falta de</p><p>reciprocidade nas mensagens, apontada pelos</p><p>internautas, diz respeito aos mecanismos linguísticos</p><p>utilizados, visto que</p><p>os pronomes pessoais alteram seu referente a</p><p>depender do falante.</p><p>ambas as frases não estão de acordo com a norma</p><p>culta padrão.</p><p>o recorte da foto não possibilita a identificação das</p><p>pessoas.</p><p>a ausência de um contexto impossibilita a</p><p>compreensão.</p><p>ocorre uma ambiguidade no referente dos</p><p>pronomes.</p><p>D</p><p>i</p><p>s</p><p>p</p><p>o</p><p>n</p><p>i</p><p>b</p><p>i</p><p>l</p><p>i</p><p>z</p><p>a</p><p>d</p><p>o</p><p>p</p><p>o</p><p>r</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>B</p><p>y</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>SIMULADO</p><p>SIMULADO</p><p>6</p><p>QUESTÃO 11</p><p>Disponível em: https://www.gov.br/pt-br/por-dentro-do-govbr/perguntas-frequentes</p><p>O que é o portal gov.br?</p><p>É um portal que tem como objetivo reunir em um só</p><p>lugar todas as informações e serviços do Poder</p><p>Executivo Federal.</p><p>Qual o benefício para o cidadão?</p><p>A existência de um portal unificado é uma forma de</p><p>combater o problema da existência de informações</p><p>conflitantes sobre serviços e ações da Administração</p><p>Pública em diversas fontes.</p><p>O Portal permite, ainda, que os serviços públicos</p><p>digitais sejam oferecidos em um canal unificado,</p><p>facilitando o acesso ao cidadão.</p><p>Além disso, as ações de digitalização de serviços</p><p>públicos ligadas ao portal estão modernizando e</p><p>melhorando a prestação de serviços públicos, fazendo</p><p>com que o cidadão economize tempo e evite</p><p>deslocamentos desnecessários.</p><p>O cidadão participa do gov.br?</p><p>Sim, o portal gov.br permite que o cidadão avalie a</p><p>informação existente sobre cada serviço público, assim</p><p>como que ele avalie a prestação dos serviços públicos</p><p>digitais em si. O Portal ainda está completamente</p><p>integrado à plataforma e-ouv, permitindo que o cidadão</p><p>faça reclamações, sugestões, comentários ou elogios a</p><p>todo o conteúdo presente nele.</p><p>Dúvidas Frequentes em relação ao Portal gov.br</p><p>Com o advento da internet, surgiram novos gêneros</p><p>discursivos para atender a demandas específicas. No</p><p>caso da seção “perguntas frequentes” de páginas na</p><p>internet, percebe-se como principal característica</p><p>desse novo gênero</p><p>o suporte dado aos leitores, para que tenham todas</p><p>as suas dúvidas respondidas.</p><p>o resumo de todas as informações contidas no site,</p><p>correspondendo ao índice de livros.</p><p>a sinalização de informações que não constam no</p><p>site e, por isso, geraram dúvida no leitor.</p><p>as respostas às perguntas mais feitas pelos</p><p>usuários do site, a fim de tornar a solução da dúvida</p><p>mais rápida.</p><p>a suposição de perguntas que poderiam ser feitas</p><p>pelos usuários do site, com possíveis soluções aos</p><p>problemas.</p><p>QUESTÃO</p><p>12</p><p>https://brasilescola.uol.com.br/redacao/intergenericidade.htm</p><p>À mistura entre dois gêneros em uma composição</p><p>textual dá-se o nome de intergenericidade. Nesse texto,</p><p>reconhece-se um gênero textual publicitário em que</p><p>não ocorrem as características inerentes de persuasão</p><p>e objetividade, visto que está entrelaçado a um(a)</p><p>pintura expressionista, que valoriza a imagem</p><p>como forma de causar uma reflexão no leitor.</p><p>anúncio, visando criar uma imagem positiva da</p><p>empresa que se posiciona frente ao tema.</p><p>poema concreto, com uma disposição verbo-visual</p><p>que corrobora a temática do texto.</p><p>crônica, utilizando uma linguagem subjetiva e</p><p>poética na construção do argumento.</p><p>charge, pois aproveita o contexto para tecer críticas</p><p>à desigualdade racial.</p><p>D</p><p>i</p><p>s</p><p>p</p><p>o</p><p>n</p><p>i</p><p>b</p><p>i</p><p>l</p><p>i</p><p>z</p><p>a</p><p>d</p><p>o</p><p>p</p><p>o</p><p>r</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>B</p><p>y</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>QUESTÃO 13</p><p>SIMULADO</p><p>SIMULADO</p><p>7</p><p>https://escolaeducacao.com.br/uso-de-celulares-na-sala-de-aula/</p><p>TEXTO I</p><p>Hoje em dia, cada vez mais alunos estão levando</p><p>telefones celulares para a sala de aula. Até mesmo</p><p>alunos do ensino fundamental têm celulares nos seus</p><p>bolsos e mochilas. Mas uma dúvida sempre fica no ar:</p><p>os estudantes devem usar telefones celulares na</p><p>escola?</p><p>Esse é um debate que muitos pais e professores têm</p><p>ao longo do processo de ensino dos jovens. Os alunos</p><p>verificam seus telefones na sala de aula em média mais</p><p>de 11 vezes por dia. Isso pode resultar em muito tempo</p><p>distraídos das obrigações escolares.</p><p>Com os alunos gastando seu tempo em sala de aula</p><p>enviando mensagens de texto, enviando e-mails e</p><p>verificando as redes sociais, não é de se admirar que o</p><p>debate sobre telefones celulares na sala de aula esteja</p><p>vivo e seja polêmico.</p><p>Celulares na sala de aula:</p><p>um aparelho útil ou prejudicial?</p><p>https://edifyeducation.com.br/blog/uso-do-celular-na-sala-de-aula/</p><p>TEXTO II</p><p>Podemos afirmar que um dos assuntos mais</p><p>discutidos entre os educadores na atualidade diz</p><p>respeito ao uso do celular na sala de aula, assim como o</p><p>uso de outras tecnologias. Para muitos ele é um vilão,</p><p>que rouba a atenção dos alunos em momentos</p><p>inadequados, tirando-lhes parte essencial de sua</p><p>experiência de aprendizagem. Caixinhas em MDF se</p><p>popularizaram nas salas de aula ao redor do Brasil,</p><p>receptáculos desta ferramenta mal-vista.</p><p>Muitas das preocupações expressas englobam o</p><p>impacto dos celulares na saúde mental e na capacidade</p><p>cognitiva de nossos alunos. A forma como a maior parte</p><p>dos aplicativos, em especial as redes sociais,</p><p>trabalham com mecanismos de gratificação que agem</p><p>em regiões do cérebro semelhantes às que são</p><p>ativadas pelo uso de drogas com altos potenciais</p><p>viciantes estão no cerne destes argumentos. (...)</p><p>Pois bem, precisamos admitir que extremismos não</p><p>nos cabem. Ao estigmatizarmos o uso do celular,</p><p>podemos estar correndo o risco de criar bolhas de</p><p>isolamento nas salas de aula.</p><p>O uso do celular na sala de aula:</p><p>herói ou vilão?</p><p>Ambos os textos dissertam sobre a temática do uso do</p><p>celular em sala de aula. Pelos procedimentos</p><p>argumentativos adotados por cada autor, estabelece-</p><p>se que os dois textos têm em comum</p><p>a abertura de discussão para as possibilidades</p><p>tanto positivas quanto negativas do uso do celular</p><p>em sala de aula.</p><p>o consenso estabelecido entre pais e professores</p><p>de que o celular é majoritariamente prejudicial aos</p><p>alunos.</p><p>a exposição de dados estatísticos que ratificam o</p><p>problema, reforçando a necessidade de que se</p><p>discuta o assunto.</p><p>a indicação de que o contexto atual promove uma</p><p>necessidade maior de estar conectado à</p><p>tecnologia.</p><p>o alerta para um possível estímulo ao isolamento</p><p>social dos alunos, provocado pela proibição do</p><p>celular.</p><p>QUESTÃO 14</p><p>DALÍ, S. El Sueño. Óleo sobre tela, 51 x 78 cm, 1937.</p><p>Salvador Dalí é um dos mais reconhecidos pintores</p><p>surrealistas da história. Na pintura El Sueño, ocorrem</p><p>diversos traços surrealistas, como o(a)</p><p>traço marcado e forte, com sobreposição de</p><p>imagens, criando um efeito tridimensional.</p><p>jogo de luz e sombra para compor uma atmosfera</p><p>de caos, reforçando o sentimento de dor.</p><p>figura distorcida e desconexa com a realidade de</p><p>um rosto humano que representa a fragilidade.</p><p>expressão de dor e tristeza em destaque no centro</p><p>da imagem, com referência às mortes da Segunda</p><p>Guerra Mundial.</p><p>representação do absurdo, em completa</p><p>abstração, com imagens que buscam causar</p><p>impacto pela falta de lógica.</p><p>D</p><p>i</p><p>s</p><p>p</p><p>o</p><p>n</p><p>i</p><p>b</p><p>i</p><p>l</p><p>i</p><p>z</p><p>a</p><p>d</p><p>o</p><p>p</p><p>o</p><p>r</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>B</p><p>y</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>SIMULADO</p><p>SIMULADO</p><p>8</p><p>QUESTÃO 15</p><p>https://www.greenme.com.br/viver/arte-e-cultura/</p><p>86292-segundo-unesco-livrarias-no-brasil-estao-acabando/</p><p>Segundo um levantamento da Associação Nacional</p><p>de Livrarias (ANL), em 2014 existiam 3.095 livrarias no</p><p>país, hoje são 2.200. Significa que, no Brasil, uma</p><p>livraria encerra suas atividades a cada três dias, em</p><p>média. De acordo com Organização das Nações</p><p>Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura</p><p>(Unesco), o adequado é que haja uma livraria para cada</p><p>10 mil habitantes. No Brasil, há uma a cada 96 mil</p><p>habitantes.</p><p>Bernardo Gurbanov, presidente da ANL, acredita</p><p>que a redução do número de livrarias no Brasil é</p><p>consequência de uma fratura social e econômica na</p><p>distribuição de renda que sofre a sociedade brasileira e</p><p>das mudanças de hábitos de consumo dos leitores, ou</p><p>seja, a concorrência com as grandes plataformas</p><p>digitais.</p><p>No Brasil, a cada 3 dias, 1 livraria fecha as portas.</p><p>Os textos jornalísticos têm um compromisso com a</p><p>informação dada de maneira objetiva e imparcial.</p><p>Entretanto, pelas escolhas linguísticas realizadas pelo</p><p>jornalista, é possível reconhecer nesse trecho</p><p>mecanismos coesivos de inserção de comentários</p><p>subjetivos do autor.</p><p>referência a órgãos renomados para gerar mais</p><p>autoridade aos dados.</p><p>uso de adjetivos que marcam de forma explícita a</p><p>opinião do jornalista.</p><p>relações de causa e consequência com inferências</p><p>lógicas a partir dos dados.</p><p>citações de dados e opiniões de vozes externas</p><p>para dar um tom alarmista ao texto.</p><p>QUESTÃO 16</p><p>TEXTO I</p><p>CATTELAN, M. Comedian. In: Art Basel Miami Beach, 2019.</p><p>TEXTO II</p><p>A arte sempre foi um meio de expressão que</p><p>transcende culturas e fronteiras. Em 2019, uma banana</p><p>com fita adesiva colada em uma parede no Art Basel</p><p>Miami Beach, uma das feiras de arte mais prestigiadas</p><p>do mundo, deixou o mundo perplexo e discutindo sua</p><p>relevância. Essa obra de arte, intitulada “Comedian”, foi</p><p>criada pelo artista italiano Maurizio Cattelan. Desde</p><p>então, a banana do artista tornou-se uma das obras de</p><p>arte mais controversas da história.</p><p>A obra leva uma discussão acalorada sobre o que</p><p>pode ser considerado arte. Cattelan é conhecido por</p><p>seu trabalho provocativo, e a banana colada na parede</p><p>pode ser vista como uma expressão de sua habilidade</p><p>em mexer com as expectativas do público. A banana de</p><p>Cattelan pode ser vista como uma crítica à natureza</p><p>comercial do mundo da arte. A obra sugere que, às</p><p>vezes, a arte pode ser reduzida a um objeto vendável,</p><p>desprovida de qualquer significado real. Ainda, pode</p><p>ser vista como uma declaração sobre o poder da arte</p><p>para transformar objetos banais em objetos de valor.</p><p>Embora a obra tenha gerado controvérsia, ela também</p><p>tem sido celebrada por sua originalidade e por seu</p><p>papel em desafiar as noções preconcebidas sobre o</p><p>que é arte.</p><p>De piada a obra de arte:</p><p>a história por trás da banana de Cattelan</p><p>Disponível em: https://fatosinesperados.com/</p><p>de-piada-a-obra-de-arte-a-historia-por-tras-da-banana-de-cattelan/</p><p>O Texto I é a fotografia de uma escultura exposta no Art</p><p>Basel Miami Beach em 2019. Ao relacioná-la com o</p><p>Texto II, torna-se evidente que o conceito de arte é</p><p>definido pelos críticos de arte de cada época.</p><p>ligado à criatividade e originalidade do artista.</p><p>desvalorizado pela sociedade contemporânea.</p><p>subjetivo e pode ter diferentes interpretações.</p><p>estabelecido pelo que possui maior valor comercial.</p><p>D</p><p>i</p><p>s</p><p>p</p><p>o</p><p>n</p><p>i</p><p>b</p><p>i</p><p>l</p><p>i</p><p>z</p><p>a</p><p>d</p><p>o</p><p>p</p><p>o</p><p>r</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>B</p><p>y</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>QUESTÃO 17</p><p>SIMULADO</p><p>SIMULADO</p><p>9</p><p>A cada canto um grande conselheiro,</p><p>Que nos quer governar cabana e vinha;</p><p>Não sabem governar sua cozinha,</p><p>E podem governar o mundo inteiro.</p><p>Em cada porta um bem frequente olheiro,</p><p>Que a vida do vizinho e da vizinha</p><p>Pesquisa, escuta, espreita e esquadrinha,</p><p>Para o levar à praça e ao terreiro.</p><p>Muitos mulatos desavergonhados,</p><p>Trazidos sob os pés os homens nobres,</p><p>Posta nas palmas toda a picardia,</p><p>Estupendas usuras nos mercados,</p><p>Todos os que não furtam muito pobres:</p><p>E eis aqui a cidade da Bahia.</p><p>WISNIK, José Miguel (Org.). Poemas escolhidos de Gregório de Matos.</p><p>São Paulo: Cultrix, 1989</p><p>Nesse poema, Gregório de Matos Guerra descreve,</p><p>com uma visão crítica, a cidade da Bahia no século XVII.</p><p>Nos versos, o eu-lírico assume uma postura</p><p>controversa, indo contra o senso comum, razão</p><p>pela qual foi considerado bastante polêmico.</p><p>irônica, ao pontuar que os governantes não tinham</p><p>condições de estarem em seus cargos.</p><p>coletiva, pois busca protestar em nome do bem-</p><p>estar da sociedade da época.</p><p>política, sugerindo que ele próprio seria um melhor</p><p>governante para a Bahia.</p><p>igualitária, com a intenção de fazer justiça para os</p><p>mais pobres.</p><p>QUESTÃO 18</p><p>TOSTES, C. Rito de Passagem, Frame do vídeo “O Relicário de Celeida Tostes”, 1979.</p><p>Na performance artística Rito de Passagem, a carioca</p><p>Celeida Tostes mescla-se a um vaso de barro,</p><p>esculpido pela própria artista, e simula a experiência de</p><p>ser expelida para fora de um útero. Essa performance</p><p>demonstra a possibilidade que a arte tem de</p><p>extrapolar os limites da relação autor e obra.</p><p>permitir a inter-relação entre diferentes culturas.</p><p>tecer críticas ao conceito pré-estabelecido de arte.</p><p>causar impacto no público que não esperava a</p><p>ação.</p><p>metaforizar aspectos da natureza com semelhança</p><p>adjacente.</p><p>QUESTÃO 19</p><p>ASSIS, M. Memórias póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1992.</p><p>Gastei trinta dias para ir do Rocio Grande ao coração</p><p>de Marcela, não já cavalgando o corcel do cego desejo,</p><p>mas o asno da paciência, a um tempo manhoso e</p><p>teimoso. Que, em verdade, há dois meios de granjear a</p><p>vontade das mulheres: o violento, como o touro de</p><p>Europa, e o insinuativo, como o cisne de Leda e a chuva</p><p>de ouro de Danae, três inventos do Padre Zeus, que,</p><p>por estarem fora da moda, aí ficam trocados no cavalo e</p><p>no asno. Não direi as traças que urdi, nem as peitas,</p><p>nem as alternativas de confiança e temor, nem as</p><p>esperas baldadas, nem nenhuma outra dessas coisas</p><p>preliminares. Afirmo-lhes que o asno foi digno do corcel,</p><p>— um asno de Sancho, deveras filósofo, que me levou à</p><p>casa dela, no fim do citado período; apeei-me, bati-lhe</p><p>na anca e mandei-o pastar.</p><p>A obra de Machado de Assis é amplamente conhecida</p><p>por sua percepção irônica. Além da ironia, nesse trecho</p><p>de Memórias póstumas de Brás Cubas, o autor utiliza,</p><p>para corroborar o tom humorístico,</p><p>re fe rênc ia a lugares rea is , p romovendo</p><p>intertextualidade.</p><p>negações e afirmações alternantes acerca do</p><p>ocorrido.</p><p>oposições e comparações inusitadas para o</p><p>contexto.</p><p>construções que metaforizam o relato do narrador.</p><p>linguagem com vocabulário pejorativo.</p><p>D</p><p>i</p><p>s</p><p>p</p><p>o</p><p>n</p><p>i</p><p>b</p><p>i</p><p>l</p><p>i</p><p>z</p><p>a</p><p>d</p><p>o</p><p>p</p><p>o</p><p>r</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>B</p><p>y</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>SIMULADO</p><p>SIMULADO</p><p>10</p><p>QUESTÃO 20 QUESTÃO 21</p><p>Disponível em: https://www.terra.com.br/noticias/brasil/cidades/dicionario-gaucho/</p><p>“Para os viventes da querência rio-grandense, a</p><p>trova realizada nos galpões dos mais longínquos</p><p>rincões, tem espraiado, despacito, nacos da história</p><p>gaudéria”. Esta frase pode parecer incompreensível,</p><p>mas foi escrita com palavras comuns para os gaúchos</p><p>de diferentes partes do Estado, onde a força da cultura</p><p>local cria quase que um dialeto composto por</p><p>neologismos do campo e palavras oriundas do</p><p>espanhol.</p><p>“O uso de muitos termos que não são do</p><p>conhecimento geral, e que não constam nos dicionários</p><p>de língua portuguesa, têm significado para o rio-</p><p>grandense, mas não quer dizer que todo o rio-</p><p>grandense entenda... ao longo do tempo se formou uma</p><p>espécie de dialeto gauchesco”, explica o presidente da</p><p>Confederação Brasileira de Tradição Gaúcha,</p><p>Manoelito Savaris.</p><p>Nas cidades maiores é bem comum ouvir “frio de</p><p>renguear cusco”, “abagualado”, e outras palavras e</p><p>e x p r e s s õ e s q u e b r i n c a m u m p o u c o c o m o</p><p>tradicionalismo local. É comum o uso do reflexivo como</p><p>“tu estás me mentindo”, e a supressão do plural “são</p><p>500 pila”, além do já citado uso de palavras oriundas do</p><p>espanhol. Com as fortes imigrações alemãs e italianas,</p><p>no século 19, outras palavras foram adicionadas ao</p><p>complexo dicionário gauchesco. Com o passar dos</p><p>anos, as expressões receberam variações que</p><p>acabaram adaptadas conforme as regiões do Estado.</p><p>Um morador da capital pode não entender parte do que</p><p>alguém nascido na fronteira fala e vice-versa.</p><p>A variação linguística regional no Brasil é parte do</p><p>nosso patrimônio linguístico por demonstrar influências</p><p>de</p><p>diferentes culturas, com raízes históricas.</p><p>marcas de tradição oral, sem registro escrito.</p><p>d ic ionár ios l ingu ís t i cos , na defin ição do</p><p>vocabulário.</p><p>outros idiomas, que se misturam à língua</p><p>portuguesa.</p><p>adaptação escrita, na tradução de termos</p><p>estrangeiros.</p><p>Para entender o que os gaúchos falam</p><p>Disponível em: https://www.acritica.com/parintins/</p><p>eventos-antecipados-aquecem-turismo-para-o-57-festival-de-parintins-1.338549</p><p>A Ilha Tupinambarana (369 quilômetros de Manaus)</p><p>recebeu milhares de turistas e visitantes para os</p><p>eventos dos bumbás Caprichoso e Garantido,</p><p>realizados entre os dias 26 e 30 de abril. As festas</p><p>movimentaram o turismo e aqueceram a economia</p><p>local.</p><p>Ao menos 45 estabelecimentos cadastrados no</p><p>Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos</p><p>(Cadastur), tiveram lotação máxima durante o fim de</p><p>semana das festas.</p><p>Segundo dados do Governo do Amazonas, por meio</p><p>da Empresa Estadual de Turismo do Amazonas</p><p>(Amazonastur), o município espera receber cerca de</p><p>120 mil turistas para o 57º Festival de Parintins, gerando</p><p>uma média de R$ 150 milhões de receita para o estado.</p><p>O Festival de Parintins, uma das principais tradições da</p><p>região amazônica, teve origem nas festividades</p><p>folclóricas locais, especialmente nas manifestações</p><p>culturais ligadas ao boi-bumbá. O artigo sinaliza que a</p><p>valorização de movimentos como o Festival de</p><p>Parintins tem consequências positivas para a</p><p>educação, dando acesso a registros histórico-</p><p>culturais.</p><p>sociedade, colocando a região em destaque no</p><p>país.</p><p>cultura, promovendo o resgate da memória afetiva.</p><p>política, favorecendo as relações inter-regionais.</p><p>economia, intensificando o turismo na região.</p><p>Eventos antecipados aquecem</p><p>turismo para o 57º Festival de Parintins</p><p>Bumbás Caprichoso e Garantido movimentam</p><p>a economia e o turismo na ilha antes do</p><p>período do Festival</p><p>D</p><p>i</p><p>s</p><p>p</p><p>o</p><p>n</p><p>i</p><p>b</p><p>i</p><p>l</p><p>i</p><p>z</p><p>a</p><p>d</p><p>o</p><p>p</p><p>o</p><p>r</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>B</p><p>y</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>QUESTÃO 22</p><p>SIMULADO</p><p>SIMULADO</p><p>11</p><p>QUESTÃO 23</p><p>Disponível em: https://fotografia.folha.uol.com.br/</p><p>galerias/27431-tiras-de-armandinho</p><p>No diálogo com o pai sobre a vontade de conhecer as</p><p>músicas que o pai costumava ouvir no passado, o</p><p>personagem Armandinho tem um obstáculo que</p><p>demonstra o impacto da</p><p>evolução tecnológica dos aparelhos sonoros.</p><p>desvalorização crescente da indústria musical.</p><p>alteração no consumo de música na sociedade</p><p>atual.</p><p>preferência das gerações antigas por músicas</p><p>atemporais.</p><p>falta de interesse das novas gerações pelos discos</p><p>de vinis.</p><p>QUESTÃO 24</p><p>Disponível em: https://www.fazendariogrande.pr.gov.br/noticias/</p><p>secretarias/lugar-de-lixo-e-no-lixo-</p><p>Campanhas publicitárias são gêneros discursivos que</p><p>têm a finalidade de estimular a participação do leitor na</p><p>adesão à campanha. Nessa campanha contra o</p><p>descarte irregular de lixo, mobilizam-se recursos</p><p>verbais e não verbais para</p><p>alertar sobre o papel da população para evitar</p><p>problemas com o lixo.</p><p>cobrar a população quanto aos deveres relativos ao</p><p>descarte de materiais.</p><p>conscientizar os cidadãos a fazerem a correta</p><p>separação do lixo reciclável.</p><p>divulgar o papel da prefeitura na organização da</p><p>coleta</p><p>de lixo.</p><p>ilustrar os locais corretos para se colocar o lixo</p><p>doméstico.</p><p>O portunhol nada mais é que uma forma de se</p><p>comunicar que, mesmo não sendo nem o português e</p><p>nem o espanhol, está, de alguma maneira, entre esses</p><p>dois idiomas.</p><p>Você só utilizará o portunhol em uma situação:</p><p>quando você, um falante do português (lusófono), não</p><p>dominar a língua espanhola e tiver necessidade de se</p><p>comunicar com algum falante do idioma espanhol</p><p>(hispanófono) que não domine o português.</p><p>Basicamente, o portunhol existe devido a</p><p>semelhança entre as duas línguas, já que ambas</p><p>tiveram origem na Península Ibérica.</p><p>Afinal, o que é portunhol?</p><p>Disponível em: https://profes.com.br/linugox/blog/afinal-o-que-e-portunhol</p><p>De acordo com o texto, o portunhol é uma variação</p><p>linguística intermediária entre os idiomas português e</p><p>espanhol, que foi criada com o intuito de facilitar</p><p>comunicações que apresentam dificuldade centrada no</p><p>canal de comunicação, pela distância geográfica</p><p>entre os falantes.</p><p>emissor da mensagem, por não conseguir se</p><p>expressar em outro idioma.</p><p>cód igo u t i l i zado, pe lo fa to de ambos os</p><p>interlocutores não falarem o mesmo idioma.</p><p>contexto situacional, pelo significado diferente de</p><p>alguns vocábulos em cada idioma.</p><p>interlocutor da conversa, por não se esforçar para</p><p>compreender um idioma semelhante.</p><p>D</p><p>i</p><p>s</p><p>p</p><p>o</p><p>n</p><p>i</p><p>b</p><p>i</p><p>l</p><p>i</p><p>z</p><p>a</p><p>d</p><p>o</p><p>p</p><p>o</p><p>r</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>B</p><p>y</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>SIMULADO</p><p>SIMULADO</p><p>12</p><p>QUESTÃO 25</p><p>Disponível em: https://www.change.org/p/assina-peticao-que-</p><p>aumenta-as-penas-para-crimes-de-maus-tratos-e-abandono</p><p>Criei esta petição para todos nós cidadãos que</p><p>amamos animais, nos unirmos para encorajar</p><p>(Deputados) e os Senadores a colocar em pauta a PL</p><p>2833/2011 onde tramita como PLC 39/2015 no Senado</p><p>Federal, ( ou qualquer outro projeto de lei que garante o</p><p>direito dos animais, que responsabiliza os malfeitores</p><p>pagarem pelos seus crimes contra os animais.</p><p>Essa petição é de apoio a todos os projetos de Lei</p><p>que incrimina malfeitores que maltratam animais, ela</p><p>visa um clamor de toda sociedade que não aguenta</p><p>mais ver maus-tratos e abandono de animais e ninguém</p><p>sendo criminalizado pagando pelos seus atos!</p><p>Temos que sim ter de fato uma lei que funciona que</p><p>não fique de enfeite, nós cidadãos que amamos</p><p>animais, temos que nos unirmos para que seja vigorada</p><p>essa lei ou outras para criminalizar os culpados, para</p><p>que eles paguem pelos seus crimes cometidos contra</p><p>os animais!</p><p>Vamos encorajar os Deputados e Senadores a</p><p>fazerem com que essa emenda constitucional ou</p><p>outras sejam votadas, cumpridas e para que tenhamos</p><p>políticas públicas de conscientização, mostrar para</p><p>toda sociedade que tem lei que garante o direito dos</p><p>animais. Grande parte da sociedade não sabe dessa lei</p><p>e de outros, muito menos de emendas.</p><p>Peço o apoio de todo para assinar e compartilhar</p><p>vamos todos nos unir pela causa animal. A união faz a</p><p>força, juntos somos mais fortes!</p><p>Gêneros discursivos são tipos relativamente estáveis</p><p>de enunciados com características específicas. O texto</p><p>é uma solicitação de assinaturas em um abaixo-</p><p>assinado, documento que serve para</p><p>orientar interessados em participar da petição.</p><p>criticar assuntos que sejam de interesse coletivo.</p><p>manifestar uma opinião acerca de um tema</p><p>polêmico.</p><p>informar a população da existência de um projeto</p><p>de lei.</p><p>fazer uma reivindicação coletiva acerca de algum</p><p>problema.</p><p>QUESTÃO 26</p><p>Disponível em: https://veja.abril.com.br/tecnologia/varredura-dos-</p><p>destrocos-do-titanic-revelam-detalhes-ineditos-do-naufragio/</p><p>O naufrágio do Titanic é, sem dúvida, o mais famoso</p><p>da história. Apesar de amplamente conhecido, sempre</p><p>há novos detalhes a serem descobertos. Agora, uma</p><p>varredura digital sem precedentes traz informações</p><p>inéditas antes que os destroços se percam para</p><p>sempre.</p><p>A tecnologia ajudou a visualizar as ruínas</p><p>submersas do navio em 3D, como se a água tivesse</p><p>sido drenada, o que pode trazer novas pistas sobre o</p><p>modo como ele afundou em uma viagem inaugural que</p><p>aconteceu há 111 anos, em 1912. As varreduras</p><p>também criam um mapeamento digital do navio,</p><p>preservando suas características.</p><p>Por estar há mais de um século submerso, o navio já</p><p>mostra sinais avançados de deterioração. Embora a</p><p>falta de luz e a pressão intensa afastem a vida marinha</p><p>dos arredores, os micro-organismos transformam</p><p>diariamente as mais de 50 mil toneladas de ferro do</p><p>Titanic em um pó fino, que é levado pelas correntes</p><p>marítimas.</p><p>A varredura dos destroços, que estão a 4</p><p>quilômetros de profundidade, foi realizada em uma</p><p>expedição de seis semanas que aconteceu durante o</p><p>verão do Hemisfério Norte em 2022 e foi realizada pela</p><p>Magellan Ltd, uma empresa de mapeamento de águas</p><p>profundas, e pela Atlantic Productions, que está</p><p>fazendo um documentário sobre o projeto.</p><p>Varredura dos destroços do Titanic</p><p>revelam detalhes inéditos do naufrágio</p><p>Réplica digital pode ajudar a lançar nova luz</p><p>sobre o naufrágio de 1912 e preservar dados</p><p>sobre a embarcação.</p><p>Gêneros discursivos são tipos relativamente estáveis</p><p>de enunciados com características específicas. O texto</p><p>é uma solicitação de assinaturas em um abaixo-</p><p>assinado, documento que serve para</p><p>concordam com a avaliação do naufrágio como</p><p>mundialmente famosa.</p><p>surpreendem-se com novidades relacionadas a</p><p>fatos históricos.</p><p>desconhecem outros detalhes do naufrágio do</p><p>Titanic.</p><p>assistiram ao filme que relata o naufrágio do Titanic.</p><p>conhecem a história do naufrágio do Titanic.</p><p>D</p><p>i</p><p>s</p><p>p</p><p>o</p><p>n</p><p>i</p><p>b</p><p>i</p><p>l</p><p>i</p><p>z</p><p>a</p><p>d</p><p>o</p><p>p</p><p>o</p><p>r</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>B</p><p>y</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>QUESTÃO 27</p><p>SIMULADO</p><p>SIMULADO</p><p>13</p><p>Disponível em: https://plenae.com/para-inspirar/os-numeros-</p><p>da-superacao-conheca-mais-sobre-as-paralimpiadas/</p><p>Os jogos foram iniciados logo após a Segunda</p><p>Guerra Mundial, quando o Reino Unido buscava</p><p>reabilitar veteranos de guerra com deficiências, como</p><p>conta o site oficial das olimpíadas. Foi em 1948, mais</p><p>especificamente, que o neurologista alemão Ludwig</p><p>Guttmann organizou o primeiro evento esportivo para</p><p>veteranos com lesões medulares no Hospital de Stoke</p><p>Mandeville, em Aylesbury, Inglaterra.</p><p>O evento levou o nome do hospital: Jogos de Stoke</p><p>Mandeville. Mas o sucesso foi tanto que atletas de</p><p>outros países foram atraídos. Em 1960, essa</p><p>competição especial coincidiu com a mesma época dos</p><p>Jogos Olímpicos de Verão em Roma, logo na</p><p>sequência. Foi esse o impulso que o movimento</p><p>paralímpico precisava para se tornar mais oficial e</p><p>atletas de outros países foram convidados a participar,</p><p>marcando o início das competições internacionais.</p><p>Contudo, apesar de já ocorrer há algum tempo de</p><p>forma mais organizada, foi somente em 1976 que os</p><p>Jogos Paralímpicos foram oficialmente reconhecidos</p><p>pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) como o</p><p>equivalente paralímpico dos Jogos Olímpicos. De lá</p><p>para cá, todo ano de Jogos Olímpicos é também ano de</p><p>Jogos Paralímpicos, que ocorrem sempre após as</p><p>competições do primeiro, no mesmo local inclusive.</p><p>Essa frequência foi definida em 1988.</p><p>Conheça mais sobre as paralimpíadas</p><p>Organizados oficialmente desde 1960, a cada</p><p>edição os jogos paralímpicos colecionam</p><p>recordes e histórias emocionantes</p><p>A progressão temática de um texto pode ser estruturada</p><p>por meio de diferentes mecanismos de coesão. No</p><p>texto, essa progressão se estabelece principalmente</p><p>pelo(a)</p><p>presença de operadores de oposição na</p><p>construção da argumentação.</p><p>narrativa linear dos acontecimentos do início aos</p><p>dias atuais.</p><p>uso de construções passivas com omissão do</p><p>agente da ação.</p><p>marcação da cronologia, por meio de expressões</p><p>adverbiais.</p><p>alternância entre tempos verbais do pretérito e do</p><p>futuro.</p><p>QUESTÃO 28</p><p>Disponível em: https://blog.livup.com.br/novo-rotulo-dos-alimentos/</p><p>As novas regras de rotulagem para alimentos entraram</p><p>em vigor no Brasil no dia 09 de outubro de 2022. A partir</p><p>dessa data, os alimentos precisam conter avisos como</p><p>os da imagem para promover um consumo mais</p><p>consciente, por meio de</p><p>uma recomendação para pessoas com carência</p><p>nutritiva.</p><p>uma maior transparência</p><p>para o consumidor dos</p><p>produtos.</p><p>um alerta direcionado a pessoas com distúrbios</p><p>alimentares.</p><p>uma sinalização de alimentos que não deveriam ser</p><p>ingeridos.</p><p>uma previsão das consequências negativas de</p><p>alguns nutrientes.</p><p>D</p><p>i</p><p>s</p><p>p</p><p>o</p><p>n</p><p>i</p><p>b</p><p>i</p><p>l</p><p>i</p><p>z</p><p>a</p><p>d</p><p>o</p><p>p</p><p>o</p><p>r</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>B</p><p>y</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>SIMULADO</p><p>SIMULADO</p><p>14</p><p>QUESTÃO 29</p><p>RUFFATO, Luiz. Eles eram muitos cavalos. 2. ed.</p><p>São Paulo: Boitempo Editorial, 2002.</p><p>O doutor tem algum itinerário de preferência? Não?</p><p>Então vamos pelo caminho mais rápido. Que não é o</p><p>mais curto, o senhor sabe. Aqui em São Paulo nem</p><p>sempre o caminho mais curto é o mais rápido. A essa</p><p>hora... cinco e quinze... a essa hora a cidade já está</p><p>parando... as marginais, as ruas paralelas, as</p><p>transversais, as avenidas, as alamedas, as ruas, as</p><p>vielas, tudo, tudo entupido de carros e buzinas. Sabe</p><p>que uma vez sonhei que a cidade parou? Parou mesmo,</p><p>to ta lmente. Um engarrafamento imenso, um</p><p>congestionamento-monstro, como nunca antes visto, e</p><p>ninguém conseguia andar um centímetro que fosse...</p><p>Parece coisa de cinema, não é não? Pois eu gosto.</p><p>Gosto muito de assistir filme. Mas prefiro os antigos. De</p><p>vez em quando reprisa um na televisão. Tinha uns</p><p>atores danados de bons, Tyrone Power, Burt</p><p>Lancaster... O meu preferido é o Victor Mature,</p><p>conhece? Ele fazia o papel de Maciste, lembra? Era</p><p>bom mesmo... Tem um retrato dele na parede da sala lá</p><p>de casa. Bom, não é retrato, é uma fotografia de revista</p><p>que a patroa recortou e mandou emoldurar. O senhor</p><p>entende como é mulher... Ela sabia que eu era fã do</p><p>Victor Mature e então pensou em me agradar... Me deu</p><p>no aniversário... bastantes anos já. Pendurou na</p><p>parede da sala... E eu lá tenho coragem de tirar? Tenho</p><p>nada. O senhor teria?</p><p>Usando a literatura urbana e humana com diversidade,</p><p>Luiz Ruffato constrói uma obra fragmentada, sem uma</p><p>narrativa linear. No trecho, podemos perceber a</p><p>utilização de marcas que aproximam o texto literário de</p><p>um relato pessoal em um diário.</p><p>um diálogo marcado pela oralidade.</p><p>um conto com narrador-personagem.</p><p>uma crônica de uma situação cotidiana.</p><p>uma peça teatral com detalhes do cenário.</p><p>QUESTÃO 30</p><p>Táxi</p><p>Disponível em: https://blog.samisaude.com.br/dietas-restritivas/</p><p>A dieta restritiva é aquela que nos induz a riscar do</p><p>cardápio componentes da alimentação que são</p><p>fundamentais para o corpo humano, como proteínas,</p><p>carboidratos e gorduras. A “dieta lowcarb”, por exemplo,</p><p>indica praticamente zerar o consumo de carboidratos.</p><p>Há também as dietas que pregam baixar drasticamente</p><p>o consumo de calorias ou abolir o glúten da lista de</p><p>compras.</p><p>Além de vetar o consumo de nutrientes importantes,</p><p>as dietas restritivas também não contemplam a base de</p><p>qualquer orientação nutricional: a individualidade.</p><p>Cada organismo funciona de uma maneira e possui</p><p>necessidades específicas, resultado do histórico de</p><p>saúde e da genética de cada um. É por isso que toda</p><p>d i e t a t e m d e s e r p r e s c r i t a a p a r t i r d e u m</p><p>acompanhamento nut r ic iona l e respe i ta r as</p><p>características de cada indivíduo.</p><p>Além dos prejuízos à saúde, eliminar nutrientes das</p><p>refeições pode causar o temido efeito sanfona, quando</p><p>o ganho e a perda de peso acontecem devido à falta de</p><p>constância na dieta. Na dieta restritiva, o efeito sanfona</p><p>ocorre por ao menos dois motivos.</p><p>Primeiro: ao fim da dieta a pessoa volta a consumir o</p><p>nutriente de forma exagerada, para suprir a “crise de</p><p>abstinência”. Além disso, o próprio organismo se rebela</p><p>contra a perda repentina de peso prometida pelas</p><p>dietas restritivas. O cérebro percebe a mudança na</p><p>a l imentação como um per igo e desenvo lve</p><p>mecanismos para proteger a pessoa do “risco de</p><p>emagrecimento.”</p><p>O texto aponta para as necessidades de se evitar as</p><p>dietas restritivas, corroborando uma visão dos aspectos</p><p>nutricionais segundo a qual</p><p>as dietas comprovadas cientificamente funcionam</p><p>para a maioria da população.</p><p>os benefícios do emagrecimento não são</p><p>perceptíveis para o cérebro.</p><p>a s s o l u ç õ e s i m e d i a t i s t a s n e m s e m p r e</p><p>desencadeiam bons resultados.</p><p>o resultado a longo prazo e de forma saudável</p><p>precisa ser prioridade.</p><p>o emagrecimento médio da população é um</p><p>objetivo comum.</p><p>Dietas restritivas para emagrecer:</p><p>riscos para saúde e perigo do efeito sanfona</p><p>D</p><p>i</p><p>s</p><p>p</p><p>o</p><p>n</p><p>i</p><p>b</p><p>i</p><p>l</p><p>i</p><p>z</p><p>a</p><p>d</p><p>o</p><p>p</p><p>o</p><p>r</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>B</p><p>y</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>SIMULADO Simulado 2024</p><p>Gabarito</p><p>LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS</p><p>QUESTÃO GABARITO</p><p>1</p><p>2</p><p>B</p><p>B</p><p>3</p><p>4</p><p>C</p><p>D</p><p>5</p><p>6</p><p>C</p><p>E</p><p>7</p><p>8</p><p>B</p><p>A</p><p>9</p><p>10</p><p>C</p><p>A</p><p>11</p><p>12</p><p>D</p><p>C</p><p>13</p><p>14</p><p>A</p><p>C</p><p>15</p><p>16</p><p>E</p><p>D</p><p>17</p><p>18</p><p>B</p><p>A</p><p>19</p><p>20</p><p>D</p><p>E</p><p>21</p><p>22</p><p>A</p><p>C</p><p>23</p><p>24</p><p>A</p><p>C</p><p>25</p><p>26</p><p>E</p><p>E</p><p>27</p><p>28</p><p>D</p><p>B</p><p>29</p><p>30</p><p>B</p><p>D</p><p>Esperamos que você tenha gostado do</p><p>nosso simulado, pois ele foi feito com todo o</p><p>carinho. Lembre-se que simulados servem</p><p>para diagnosticar erros e consertá-los e</p><p>não para "ver quantas você acertou".</p><p>interpretaenem.com.brlaurointerpretaenem</p><p>D</p><p>i</p><p>s</p><p>p</p><p>o</p><p>n</p><p>i</p><p>b</p><p>i</p><p>l</p><p>i</p><p>z</p><p>a</p><p>d</p><p>o</p><p>p</p><p>o</p><p>r</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>B</p><p>y</p><p>M</p><p>i</p><p>n</p><p>e</p><p>r</p><p>v</p><p>a</p><p>.</p><p>Página 1</p><p>Página 2</p><p>Página 3</p><p>Página 4</p><p>Página 5</p><p>Página 6</p><p>Página 7</p><p>Página 8</p><p>Página 9</p><p>Página 10</p><p>Página 11</p><p>Página 12</p><p>Página 13</p><p>Página 14</p><p>Página 15</p>