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<p>Diásporas: identidade e cultura</p><p>História</p><p>3o bimestre – Aula 09</p><p>Ensino Médio</p><p>1a</p><p>SÉRIE</p><p>2024_EM_V1</p><p>Imigração;</p><p>Políticas migratórias (questões étnicas, xenofobia e conflitos territoriais).</p><p>Analisar as políticas migratórias adotadas pelos países de origem e destino e seus impactos nos processos migratórios e na proteção dos direitos humanos.</p><p>Conteúdo</p><p>Objetivo</p><p>2024_EM_V1</p><p>(EM13CHS206) - Analisar a ocupação humana e a produção do espaço em diferentes tempos, aplicando os princípios de localização, distribuição, ordem, extensão, conexão, arranjos, casualidade, entre outros que contribuem para o raciocínio geográfico. (SÃO PAULO, 2020, p. 184-185)</p><p>A partir da definição de diáspora e da canção, cite alguns exemplos dos quais já ouviu falar.</p><p>O que levaria grupos ou indivíduos a se dispersarem em diferentes partes do mundo? Levante hipóteses!</p><p>VIREM E CONVERSEM</p><p>Diáspora. Arnaldo Antunes/Carlinhos Brown/Marisa Monte. Tribalistas, 2017. Phonomotor, Records, Universal Music.</p><p>Diáspora: separação de um povo ou de muitas pessoas por diversos lugares, geralmente causada por perseguição política, religiosa, étnica ou por preconceito.</p><p>[História] Separação do povo judeu que, durante alguns séculos, se espalhou por todo o mundo.</p><p>5 MINUTOS</p><p>Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=neR2vTRrs4M Acesso em: 22 mai. 2024.</p><p>Assista!</p><p>Para começar</p><p>2024_EM_V1</p><p>Vídeo:</p><p>Diáspora. Arnaldo Antunes/Carlinhos Brown/Marisa Monte. Tribalistas, 2017. Phonomotor, Records, Universal Music. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=neR2vTRrs4M Acesso em: 22 mai. 2024.</p><p>Quais diásporas você elencou a partir da música dos Tribalistas? Por que o excerto do poema Vozes D’África, de Castro Alves, é (re)citado na canção? A qual diáspora está fazendo referência?</p><p>O que o teórico Stuart Hall quer dizer com a pergunta: como podemos conceber e imaginar a identidade, a diferença e o pertencimento, após a diáspora? Como a diáspora afeta a identidade cultural e a autoimagem dos indivíduos e das comunidades diaspóricas?</p><p>DE SURPRESA</p><p>10 MINUTOS</p><p>Leia os excertos de textos nos slides a seguir e, em dupla, registre suas reflexões!</p><p>Na prática</p><p>2024_EM_V1</p><p>Deus! ó Deus! onde estás que não respondes?</p><p>Em que mundo, em qu'estrela tu t'escondes</p><p>Embuçado nos céus?</p><p>Há dois mil anos te mandei meu grito,</p><p>Que embalde desde então corre o infinito... Onde estás, Senhor Deus?”</p><p>Vozes D'África.</p><p>(Castro Alves, 1868. Domínio Público).</p><p>“</p><p>Embuçar: cobrir-se até os olhos, encobrir.</p><p>Embalde: em vão; inutilmente.</p><p>[...] O que a experiência da diáspora causa a nossos modelos de identidade cultural? Como podemos conceber e imaginar a identidade, a diferença e o pertencimento, após a diáspora? [...].</p><p>Por todo o globo, os processos das chamadas migrações livres e forçadas estão mudando de composição, diversificando as culturas e pluralizando as identidades culturais dos antigos Estados-nação dominantes, das antigas potências imperiais, e, de fato do próprio globo. Os fluxos não regulados de povos e culturas são tão amplos e tão irrefreáveis quanto os fluxos patrocinados do capital e da tecnologia.” (HALL, 2003).</p><p>“</p><p>Na prática</p><p>2024_EM_V1</p><p>Referência:</p><p>“Vozes D'África”. Castro Alves, 1868. Fonte: Domínio Público. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=16725 Acesso em: 22 mai. 2024.</p><p>Referência:</p><p>HALL, Stuart. Da diáspora: identidades e mediações culturais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003, p. 28 e p. 45.</p><p>*Stuart Hall (1932 - 2014) foi um teórico cultural e sociólogo britânico-jamaicano que viveu e atuou no Reino Unido a partir de 1951. Hall, juntamente com Richard Hoggart e Raymond Williams, foi uma das figuras fundadoras da escola de pensamento que hoje é conhecida como Estudos Culturais Britânicos ou a escola Birmingham dos Estudos Culturais. Ele foi presidente da Associação Britânica de Sociologia entre 1995 e 1997.</p><p>Quais diásporas você elencou a partir da música dos Tribalistas? Por que o excerto do poema Vozes D’África, de Castro Alves, é (re)citado na canção? A qual diáspora ela está fazendo referência?</p><p>Além das referências explícitas, como a dispersão do povo judeu no mundo Antigo depois do exílio babilônico, da alusão aos fariseus, romanos e ciganos, da menção à fuga de regimes políticos e embargos, como o caso cubano, de conflitos armados, exemplificado pela Guerra da Síria, a canção traz outros elementos representativos da formação identitária de nosso país. A estrofe do poema (re)citado na canção, relaciona-se à diáspora africana. “Vozes D’África”, de Castro Alves, do livro Escravos, é uma alegoria do destino africano que, “filhos de Cam”, sequestrados de seu solo pátrio para serem escravizados, suplicam a presença de Deus.</p><p>Correção</p><p>Na prática</p><p>CONTINUA</p><p>Castro Alves (1847-1871) foi um poeta brasileiro, representante da Terceira Geração Romântica no Brasil. "O Poeta dos Escravos" expressou em suas poesias a indignação aos graves problemas sociais de seu tempo. (FRAZÃO, 2020).</p><p>2024_EM_V1</p><p>Referência:</p><p>FRAZÃO, D. Castro Alves. E-biografia, 2 nov. 2020. Disponível em: https://www.ebiografia.com/castro_alves/. Acesso em: 31 mai. 2024.</p><p>O que o teórico Stuart Hall quer dizer com a pergunta: “[...] como podemos conceber e imaginar a identidade, a diferença e o pertencimento, após a diáspora?” Como a diáspora afeta a identidade cultural e a autoimagem dos indivíduos e das comunidades diaspóricas?</p><p>Para Stuart Hall, a diáspora não é apenas um fenômeno de migração física, mas uma experiência cultural profundamente enraizada na modernidade globalizada. Ela desafia nossas concepções tradicionais de identidade, que muitas vezes são ligadas a uma noção de pertencimento a um “lugar geográfico específico” ou a uma única cultura.</p><p>Na situação de diáspora, há uma reconfiguração das identidades e dos pertencimentos; o autor explora a tensão dos migrantes entre a criação de uma nova identidade e a preservação da origem à terra, o que provoca novos hibridismos culturais e sua pluralização, assim como etnopaisagens provocadas pelo deslocamento desses indivíduos no mundo globalizado.</p><p>Correção</p><p>Na prática</p><p>2024_EM_V1</p><p>“Diáspora pode ser entendida como um conceito com múltiplos significados. Em termos gerais o termo diáspora tem designado a dispersão forçada do povo africano pelo mundo atlântico especialmente no hemisfério ocidental. [...] O surgimento deste conceito foi originalmente tirado da bíblia a partir das traduções gregas, baseando-se na etimologia muito citada do termo do grego dia que significa “através” e speirein que significa “semear” ou “Dispersão”. [...]</p><p>Para além do sentido religioso em que foi usado para definir a migração dos judeus dispersos pelo mundo depois do cativeiro da Babilônia, o termo também foi usado para designar migrações traumáticas. Em algumas publicações do século XX este termo foi utilizado para se referir às diásporas gregas e armênias e seu sentido voltado para dispersões religiosas judaica e cristã. Na década de 1960 o termo passou a ter seu sentido ampliado [...], quando George Shepperson reuniu pela primeira vez os termos “diáspora” “africana” [...] como consequência do tráfico de escravizados”. (SILVA; XAVIER, 2018).</p><p>Diáspora</p><p>Foco no conteúdo</p><p>2024_EM_V1</p><p>Referência:</p><p>SILVA, Lúcia Helena & XAVIER, Regina. (2018). Pensando a Diáspora Atlântica. Dossiê Escravidão e Liberdade na Diáspora Atlântica. História (São Paulo) v. 37, 2018.</p><p>Em quais contextos históricos os marcos legais foram elaborados. Por que a primeira lei utiliza o termo “estrangeiro” e a segunda “migrante”? Há relação com a temporalidade em que foram produzidas? Por que o Estatuto do Estrangeiro traz uma visão de que os imigrantes não possuem direitos, apenas obrigações e limitações em sua vida, enquanto residentes no país? Qual lei está em consonância com os Direitos Humanos? Explique citando exemplos.</p><p>TODO MUNDO ESCREVE</p><p>15 MINUTOS</p><p>A partir das legislações e do texto historiográfico, nos slides a seguir, analise:</p><p>Registre suas reflexões</p><p>Consonância: concordância, acordo, conformidade.</p><p>Na prática</p><p>2024_EM_V1</p><p>TEXTO I. Do Estatuto do estrangeiro à Lei de Imigração</p><p>Tudo começou em meados de 1980 [...] promulgada sem emendas, sem consulta pública e com pouco tempo para apreciação por parte do Congresso, já que seu projeto fora encaminhado em regime de urgência, já ao fim da ditadura militar, pelo então presidente João Baptista Figueiredo, a Lei n.º 6.815/80 acabou informalmente chamada de “Estatuto do Estrangeiro”. Em meio a polêmicas, onde opunham-se ideias de protecionismo e de ajuda humanitária, sua complicada história se prolongou até 2017, data que marca sua substituição pela atual Lei de Migração. De início, o projeto de Lei foi visto como excludente por parte da sociedade civil. Mesmo que pessoas de outras nacionalidades fossem relativamente poucas no país, naquele momento, o texto da Lei via o imigrante como alguém potencialmente danoso: ele deveria ter uma série de restrições de direitos, em nome da proteção à segurança nacional e ao trabalhador nacional. [...]. Mas quais as novidades, na Lei de 2017? Basicamente, a Lei de Migração contempla adequação à Constituição Federal de 1988, pelos princípios da igualdade e da não discriminação, em respeito à dignidade de toda a pessoa humana. (BRASIL, 2020).</p><p>“</p><p>Na prática</p><p>2024_EM_V1</p><p>Referência:</p><p>BRASIL, Bruno. 7 de agosto: 40 anos do Estatuto do estrangeiro. Publicado em 07 ago. 2020. Biblioteca Nacional Digital [Artigos]. Disponível em: https://bndigital.bn.gov.br/artigos/7-de-agosto-40-anos-do-estatuto-do-estrangeiro/ Acesso em: 22 mai. 2024</p><p>FONTE 1. Lei nº 6.815, de 19 de agosto de 1980</p><p>Art. 1º Em tempo de paz, qualquer estrangeiro poderá, satisfeitas as condições desta Lei, entrar e permanecer no Brasil e dele sair, resguardados os interesses nacionais. [...]</p><p>Art. 2º Na aplicação desta Lei atender-se-á precipuamente à segurança nacional, à organização institucional, aos interesses políticos, sócio-econômicos e culturais do Brasil, bem assim à defesa do trabalhador nacional.</p><p>Art. 3º A concessão do visto, a sua prorrogação ou transformação ficarão sempre condicionadas aos interesses nacionais. [...]</p><p>Art. 16. O visto permanente poderá ser concedido ao estrangeiro que pretenda se fixar definitivamente no Brasil.</p><p>“</p><p>Define a situação jurídica do estrangeiro no Brasil, cria o Conselho Nacional de Imigração, e dá outras providências.</p><p>CONTINUA</p><p>Na prática</p><p>2024_EM_V1</p><p>Referência:</p><p>BRASIL. Câmara. Lei Nº 6.815, de 19 de agosto de 1980. Disponível em: https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1980-1987/lei-6815-19-agosto-1980-366138-norma-pl.html Acesso em: 22 mai. 2024. [Grafia original].</p><p>Art. 16. O visto permanente poderá ser concedido ao estrangeiro que pretenda se fixar definitivamente no Brasil.</p><p>Parágrafo único. A imigração objetivará, primordialmente, propiciar mão-de-obra especializada aos vários setores da economia nacional, visando à Política Nacional de Desenvolvimento em todos os seus aspectos e, em especial, ao aumento da produtividade, à assimilação de tecnologia e à captação de recursos para setores específicos.</p><p>Art. 107. O estrangeiro admitido no território nacional não pode exercer atividade de natureza política, nem se imiscuir, direta ou indiretamente, nos negócios públicos do Brasil, sendo-lhe especialmente vedado: [...].</p><p>I - organizar, criar ou manter sociedade ou quaisquer entidades de caráter político [...].</p><p>II - exercer ação individual, junto a compatriotas ou não, no sentido de obter, mediante coação ou constrangimento de qualquer natureza, adesão a idéias, programas ou normas de ação de partidos ou facções políticas de qualquer país; [...]. (Grafia original).</p><p>“</p><p>Na prática</p><p>2024_EM_V1</p><p>Referência:</p><p>BRASIL. Câmara. Lei Nº 6.815, de 19 de agosto de 1980. Disponível em: https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1980-1987/lei-6815-19-agosto-1980-366138-norma-pl.html Acesso em: 22 mai. 2024. [Grafia original].</p><p>FONTE 2. Lei nº 13.445, de 24 maio de 2017</p><p>Art. 3º - A política migratória brasileira rege-se pelos seguintes princípios e diretrizes:</p><p>I - universalidade, indivisibilidade e interdependência dos direitos humanos;</p><p>II - repúdio e prevenção à xenofobia, ao racismo e a quaisquer formas de discriminação;</p><p>III - não criminalização da migração;</p><p>IV - não discriminação em razão dos critérios ou dos procedimentos pelos quais a pessoa foi admitida em território nacional; [...]</p><p>XI - acesso igualitário e livre do imigrante a serviços, programas e benefícios sociais, bens públicos, educação, assistência jurídica integral pública, trabalho, moradia, serviço bancário e seguridade social; [...]</p><p>“</p><p>Institui a Lei de Migração.</p><p>CONTINUA</p><p>Na prática</p><p>2024_EM_V1</p><p>Referência:</p><p>BRASIL. Planalto. Lei Nº 13.445, de 24 de maio 2017. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/lei/l13445.htm Acesso em: 22 mai. 2024.</p><p>XVII - proteção integral e atenção ao superior interesse da criança e do adolescente migrante; [...]</p><p>XXI - promoção do reconhecimento acadêmico e do exercício profissional no Brasil, nos termos da lei;</p><p>XXII - repúdio a práticas de expulsão ou de deportação coletivas.</p><p>Art. 4º Ao migrante é garantida no território nacional, em condição de igualdade com os nacionais, a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, bem como são assegurados:[...] X - direito à educação pública, vedada a discriminação em razão da nacionalidade e da condição migratória; [...].</p><p>“</p><p>Na prática</p><p>2024_EM_V1</p><p>Referência:</p><p>BRASIL. Planalto. Lei Nº 13.445, de 24 de maio 2017. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/lei/l13445.htm Acesso em: 22 mai. 2024.</p><p>As legislações (1980 e 2017), estão intrinsecamente associadas aos contextos nos quais foram promulgadas, principalmente o Estatuto do Estrangeiro, instituído durante a ditadura civil-militar (1964-1985).</p><p>A nacionalidade determina o indivíduo a um espaço geográfico e político. O termo “estrangeiro” limita, cria a diferenciação entre “nós” e “eles” e, não pertencendo à nação, esse indivíduo torna-se “o outro”, o “estranho”. A terminologia “migrante”, utilizada na legislação de 2017, parte do pressuposto do acolhimento durante o processo de mobilidade (para os não nacionais, internos e apátridas).</p><p>Em quais contextos históricos os marcos legais foram elaborados. Por que a primeira lei utiliza o termo “estrangeiro” e a segunda “migrante”? Há relação com a temporalidade em que foram produzidas? Por que o Estatuto do estrangeiro traz uma visão de que os imigrantes não possuem direitos, apenas obrigações e limitações em sua vida, enquanto residentes no país? Qual lei está em consonância com os Direitos Humanos? Explique citando exemplos.</p><p>Correção</p><p>Na prática</p><p>2024_EM_V1</p><p>As distinções entre a Lei de Migração e o Estatuto do Estrangeiro existem em virtude de suas historicidades. Durante o período de ditadura e em um regime de exceção, o “estrangeiro” representa uma ameaça à segurança nacional, são vistos como “inimigos” potenciais do país em virtude da Doutrina de Segurança Nacional, no contexto da Guerra Fria (com exceção dos portugueses que, em virtude do Estatuto da Igualdade, possuíam direitos e deveres iguais aos brasileiros).</p><p>A nova Lei, por sua vez, está em conformidade com os tratados internacionais dos Direitos Humanos e possui o compromisso de assegurar a preservação de direitos (em consonância com a Constituição de 1988), de repúdio à discriminação e à xenofobia e de recepção de refugiados, incluindo políticas públicas (inciso X) de inclusão social e produtiva.</p><p>Correção</p><p>A Lei de Migração é destinada a indivíduos em situações diversas, tais como: imigrante, o não nacional; emigrante, para brasileiros residentes no exterior; residente fronteiriço, para pessoas que residem em áreas de fronteira e realizam migração pendular ao território brasileiro para fins de estudo, trabalho, comércio e atos da vida civil, por exemplo; visitante, para não nacionais com estada de curta duração; e pessoas apátridas.</p><p>Na prática</p><p>2024_EM_V1</p><p>Conheça o projeto Vidas Refugiadas, assistindo</p><p>aos depoimentos de mulheres, solicitantes de refúgio ou refugiadas no Brasil de diversas regiões do mundo e conheça suas motivações, histórias de resistência diante das adversidades e luta pela visibilidade.</p><p>Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=GcmnEti7Txw Acesso em: 23 mai. 2024.</p><p>VIDAS REFUGIADAS, 2015.</p><p>Assista ao vídeo e, como atividade de estudo, pesquise outras representações sobre movimentos diaspóricos em músicas, fotografias, poemas, dentre outros.</p><p>Saiba mais</p><p>2024_EM_V1</p><p>Vídeo:</p><p>VIDAS REFUGIADAS. Museu da Imigração. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=GcmnEti7Txw Acesso em: 23 mai. 2024.</p><p>Professor, acesse o material educativo do Museu da Imigração do estado de São Paulo sobre a exposição e o projeto Vidas Refugiadas e, se achar pertinente, realize as atividades sugeridas com base nos depoimentos, nos vídeos e nos textos complementares sugeridos. Museu da Imigração do estado de São Paulo. Disponível em: http://museudaimigracao.org.br/uploads/portal/educativos/materiais/educativo-vidas-refugiadas-20-01-2020-21-59.pdf Acesso em: 23 mai. 2024.</p><p>Sob orientação do professor, em grupos, você e seus colegas deverão produzir um infográfico sobre as políticas migratórias brasileiras.</p><p>MOSTRE-ME</p><p>*Combine a data de entrega com seu(sua) professor(a).</p><p>Fim do século XIX e início do XX (abolição do tráfico de escravizados, Lei Eusébio de Queiroz e expansão do café);</p><p>Governo Vargas (1930-1945);</p><p>Pós-Segunda Guerra Mundial (após 1945);</p><p>Regime Militar (1964-1985);</p><p>Período de redemocratização do país, com a Constituição de 1988.</p><p>Aplicando</p><p>2024_EM_V1</p><p>Elaborado especialmente para o Material Digital a partir de imagens Wikipedia.</p><p>2024_EM_V1</p><p>Imagens:</p><p>Capa da revista "O Imigrante", 1908. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_no_Brasil#/media/Ficheiro:Estado_de_S%C3%A3o_Paulo_Brazil_O_Immigrante_(Europa-Santos)_1908.jpg Acesso em: 23 mai. 2024.</p><p>Getúlio Vargas após a “Revolução de 1930”. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Get%C3%BAlio_Vargas#/media/Ficheiro:Revolu%C3%A7%C3%A3o_de_1930.jpg Acesso em: 23 mai. 2024.</p><p>Disponível em: Acesso em: 23 mai. 2024.</p><p>Jornal do período da 2ª Guerra Mundial. Disponível em: https://thumbs.jusbr.com/filters:format(webp)/imgs.jusbr.com/publications/images/35915c9cefe35c7580c0712230a66602 Acesso em: 23 mai. 2024.</p><p>Bandeira/ Símbolo da ONU. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Bandeira_das_Na%C3%A7%C3%B5es_Unidas#/media/Ficheiro:Flag_of_the_United_Nations.svg</p><p>Acesso em: 23 mai. 2024.</p><p>Jipes do Exército Brasileiro na Esplanada dos Ministérios, próximo ao Congresso Nacional (fundo) em Brasília, após o golpe civil-militar de 1964.</p><p>Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ditadura_militar_brasileira#/media/Ficheiro:War_tanks_in_Brasilia,_1964.jpg Acesso em: 23 mai. 2024.</p><p>Capa da Constituição Federal de 1988 (Cosme Rocha). Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Constitui%C3%A7%C3%A3o_brasileira_de_1988#/media/Ficheiro:CF88_Livro_EC91_2016.png Acesso em: 23 mai. 2024.</p><p>Analisamos as políticas migratórias adotadas pelos países de origem e destino e seus impactos nos processos migratórios e na proteção dos direitos humanos.</p><p>Desembarque de imigrantes no Porto de Santos, 1907. Memorial do Imigrante de São Paulo. T.H. Wendt. (1907).</p><p>O que aprendemos hoje?</p><p>2024_EM_V1</p><p>Imagem:</p><p>Desembarque de imigrantes no Porto de Santos, 1907. Memorial do Imigrante de São Paulo. T.H. Wendt. (1907). Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Steamship_Rio_Amazonas_migrants_from_Italy_disembark_at_Port_of_Santos_in_Brazil_1907.png Acesso em: 12 jul. 2024.</p><p>ALVES, C. Vozes D'África, 11 jun.1868. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=16725. Acesso em: 31 maio 2024.</p><p>BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília (DF), 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 31 maio 2024.</p><p>BRASIL. Casa Civil. Lei no 6.815, de 19 de agosto de 1980. Define a situação jurídica do estrangeiro no Brasil, cria o Conselho Nacional de Imigração. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6815.htm. Acesso em: 31 maio 2024.</p><p>BRASIL. Secretaria Geral. Lei no 13.445, de 24 de maio 2017. Institui a Lei de Migração. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/lei/l13445.htm. Acesso em: 31 maio 2024.</p><p>BRASIL, B. 7 de agosto: 40 anos do Estatuto do estrangeiro. Biblioteca Nacional Digital, 7 ago. 2020. Disponível em: https://bndigital.bn.gov.br/artigos/7-de-agosto-40-anos-do-estatuto-do-estrangeiro/. Acesso em: 31 maio 2024.</p><p>FRAZÃO, D. Castro Alves. E-biografia, 2 nov. 2020. Disponível em: https://www.ebiografia.com/castro_alves/. Acesso em: 31 maio 2024.</p><p>HALL, S. Da diáspora: identidades e mediações culturais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003.</p><p>Referências</p><p>2024_EM_V1</p><p>LEMOV, D. Aula nota 10 3.0: 63 técnicas para melhorar a gestão da sala de aula. Porto Alegre: Penso, 2023.</p><p>SILVA, L. H. O.; XAVIER, R. C. L. Pensando a Diáspora Atlântica. Dossiê Escravidão e Liberdade na Diáspora Atlântica. História (São Paulo), v. 37, 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/j/his/a/NYnTzkbFH4TB44xScnBXJ3K/abstract/?lang=pt#. Acesso em: 31 maio 2024.</p><p>SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista: etapa Ensino Médio, 2020. Disponível em: https://efape.educacao.sp.gov.br/curriculopaulista/wp-content/uploads/2023/02/CURR%C3%8DCULO-PAULISTA-etapa-Ensino-M%C3%A9dio_ISBN.pdf. Acesso em: 31 maio 2024.</p><p>Referências</p><p>2024_EM_V1</p><p>Lista de imagens e vídeos</p><p>Slide 1 – Imagem de capa: SEDUC.</p><p>Slide 3 – Diáspora. Arnaldo Antunes/Carlinhos Brown/Marisa Monte. Tribalistas, 2017. Phonomotor, Records, Universal Music. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=neR2vTRrs4M. Acesso em: 31 maio 2024.</p><p>Slide 18 – Vidas Refugiadas. Museu da Imigração. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=GcmnEti7Txw. Acesso em: 31 maio 2024.</p><p>Slide 19 – Estado de São Paulo Brazil O Immigrante (Europa-Santos) 1908. Arquivo Público do Estado de São Paulo. Domínio Público. Disponível em: https://www.arquivoestado.sp.gov.br/uploads/acervo/periodicos/revistas/IM19080101.pdf. Acesso em: 31 maio 2024; Comitiva de Getúlio Vargas (ao centro) durante sua passagem por Itararé (São Paulo) a caminho do Rio de Janeiro após a Revolução de 1930. Claro Jansson/Alesp (CC BY 4.0). Disponível em: https://www3.al.sp.gov.br/geral/noticia/detalhe.imagem.jsp?id=164711. Acesso em: 31 maio 2024; Reprodução - Centro de Memória da Câmara Municipal de Caxias do Sul, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.camaracaxias.rs.gov.br/portalliquid/Pasta/Documentos/438. Acesso em: 31 maio 2024; Reprodução - Nações Unidas, [s.d.]. Disponível em: https://www.un.org/en/about-us. Acesso em: 31 maio 2024;</p><p>Referências</p><p>2024_EM_V1</p><p>Lista de imagens e vídeos</p><p>Slide 19 –Reprodução - Arquivo Público do DF/Agência Senado. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2014/03/25/memorias-de-1964-senadores-relembram-momentos-que-antecederam-o-golpe-militar. Acesso em: 31 maio 2024; Reprodução - BRASIL, 2016. Disponível em: https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/518231/CF88_Livro_EC91_2016.pdf. Acesso em: 31 maio 2024.</p><p>Slide 21 –Desembarque de imigrantes no Porto de Santos, 1907. Memorial do Imigrante de São Paulo. T.H. Wendt. (1907). Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Steamship_Rio_Amazonas_migrants_from_Italy_disembark_at_Port_of_Santos_in_Brazil_1907.png Acesso em: 12 jul. 2024.</p><p>Referências</p><p>2024_EM_V1</p><p>2024_EM_V1</p><p>image2.png</p><p>image3.png</p><p>image4.png</p><p>image5.png</p><p>image6.png</p><p>image7.png</p><p>image8.png</p><p>image9.svg</p><p>.MsftOfcThm_Background1_Fill_v2 {</p><p>fill:#FFFFFF;</p><p>}</p><p>image10.png</p><p>image11.svg</p><p>image19.svg</p><p>image20.png</p><p>image21.svg</p><p>image13.jpeg</p><p>image14.png</p><p>image15.svg</p><p>image16.png</p><p>image17.svg</p><p>image18.png</p><p>image22.png</p><p>image23.svg</p><p>image24.png</p><p>image25.png</p><p>image26.png</p><p>image27.jpeg</p><p>image28.png</p><p>image29.png</p><p>image30.png</p><p>image31.png</p><p>image12.png</p><p>image1.png</p>