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<p>edição</p><p>ABNT NBR</p><p>ISO</p><p>NORMA</p><p>BRASILEIRA</p><p>ICS ISBN 978-85-07-</p><p>Número de referência</p><p>45 páginas</p><p>22000</p><p>Segunda</p><p>27.03.2019</p><p>Sistemas de gestão de segurança de alimentos —</p><p>Requisitos para qualquer organização na cadeia</p><p>produtiva de alimentos</p><p>Food safety management systems — Requirements for any organization in</p><p>the food chain</p><p>03.100.70 07972-9</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservadosii</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018</p><p>Todos os direitos reservados. A menos que especificado de outro modo, nenhuma parte desta publicação pode ser</p><p>reproduzida ou utilizada por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e microfilme, sem permissão por</p><p>escrito da ABNT, único representante da ISO no território brasileiro.</p><p>© ABNT 2019</p><p>Todos os direitos reservados. A menos que especificado de outro modo, nenhuma parte desta publicação pode ser</p><p>reproduzida ou utilizada por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e microfilme, sem permissão por</p><p>escrito da ABNT.</p><p>ABNT</p><p>Av.Treze de Maio, 13 - 28º andar</p><p>20031-901 - Rio de Janeiro - RJ</p><p>Tel.: + 55 21 3974-2300</p><p>Fax: + 55 21 3974-2346</p><p>abnt@abnt.org.br</p><p>www.abnt.org.br</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>Prefácio Nacional ...............................................................................................................................vi</p><p>Introdução .........................................................................................................................................viii</p><p>0.1 Generalidades ..................................................................................................................viii</p><p>0.2 Princípios do SGSA.........................................................................................................viii</p><p>0.3 Abordagem de processo ..................................................................................................ix</p><p>0.3.1 Generalidades ....................................................................................................................ix</p><p>0.3.2 Ciclo Plan-Do-Check-Act ..................................................................................................ix</p><p>0.3.3 Mentalidade baseada no risco ..........................................................................................x</p><p>0.4 Relação com outras normas de sistemas de gestão .....................................................xi</p><p>1 Escopo ................................................................................................................................1</p><p>2 Referências normativas .....................................................................................................1</p><p>3 Termos e definições ...........................................................................................................2</p><p>4 Contexto da organização .................................................................................................10</p><p>4.1 Entendendo a organização e seu contexto ...................................................................10</p><p>4.2 Entendendo as necessidades e expectativas das partes interessadas ..................... 11</p><p>4.3 Determinando o escopo do sistema de gestão de segurança de alimentos .............. 11</p><p>4.4 Sistema de gestão da segurança de alimentos ............................................................. 11</p><p>5 Liderança ..........................................................................................................................11</p><p>5.1 Liderança e comprometimento ...................................................................................... 11</p><p>5.2 Política ...............................................................................................................................12</p><p>5.2.1 Estabelecendo a política de segurança de alimentos ..................................................12</p><p>5.2.2 Comunicando a política de segurança de alimentos ....................................................12</p><p>5.3 Funções, responsabilidades e autoridades organizacionais ......................................12</p><p>6 Planejamento ....................................................................................................................13</p><p>6.1 Ações para abordar riscos e oportunidades .................................................................13</p><p>6.2 Objetivos do sistema de gestão de segurança de alimentos e planejamento para</p><p>alcançá-los ........................................................................................................................14</p><p>6.3 Planejamento de mudanças ............................................................................................15</p><p>7 Apoio .................................................................................................................................15</p><p>7.1 Recursos ...........................................................................................................................15</p><p>7.1.1 Generalidades ...................................................................................................................15</p><p>7.1.2 Pessoas .............................................................................................................................15</p><p>7.1.3 Infraestrutura ....................................................................................................................15</p><p>7.1.4 Ambiente de trabalho .......................................................................................................16</p><p>7.1.5 Elementos de um sistema de gestão de segurança de alimentos desenvolvidos</p><p>externamente ....................................................................................................................16</p><p>7.1.6 Controle de processos, produtos ou serviços fornecidos externamente .................16</p><p>7.2 Competência .....................................................................................................................16</p><p>7.3 Conscientização ...............................................................................................................17</p><p>7.4 Comunicação ....................................................................................................................17</p><p>7.4.1 Generalidades ...................................................................................................................17</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados iii</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>Sumário Página</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>7.4.2 Comunicação externa ......................................................................................................18</p><p>7.4.3 Comunicação interna .......................................................................................................18</p><p>7.5 Informação documentada ................................................................................................19</p><p>7.5.1 Generalidades ...................................................................................................................19</p><p>7.5.2 Criando e atualizando ......................................................................................................19</p><p>CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>realize(m) trabalho sob o seu controle que afete o seu desempenho em segurança de alimentos</p><p>e a eficácia do SGSA;</p><p>b) assegurar que estas pessoas, incluindo a equipe de segurança de alimentos e aquelas responsá-</p><p>veis pela operação do plano de controle de perigos, sejam competentes, com base em educação</p><p>apropriada, treinamento e/ou experiência apropriada;</p><p>c) assegurar que a equipe de segurança de alimentos tenha uma combinação de conhecimentos</p><p>multidisciplinares e experiência no desenvolvimento e implementação do SGSA. (Incluindo, mas</p><p>não se limitando a, produtos, processos, equipamentos e perigos à segurança de alimentos, con-</p><p>forme o escopo do SGSA da organização).</p><p>d) onde aplicável, executar ações para adquirir a competência necessária e avaliar a eficácia das</p><p>ações tomadas;</p><p>e) reter informação documentada apropriada como evidência da competência.</p><p>NOTA Ações aplicáveis podem incluir, por exemplo, a provisão de treinamento, a mentoria ou a mudança</p><p>de atribuições de pessoas empregadas no momento; ou empregar ou contratar pessoas competentes.</p><p>7.3 Conscientização</p><p>A organização deve assegurar que todas as pessoas pertinentes que realizam trabalho sob o controle</p><p>da organização estejam conscientes:</p><p>a) da política de segurança de alimentos;</p><p>b) dos objetivos do SGSA pertinentes às sua(s) atividade(s);</p><p>c) da sua contribuição individual para a eficácia do SGSA, incluindo os benefícios de um melhor</p><p>desempenho em segurança de alimentos;</p><p>d) das implicações de não estar conforme com os requisitos do SGSA.</p><p>7.4 Comunicação</p><p>7.4.1 Generalidades</p><p>A organização deve determinar as comunicações internas e externas pertinentes para o SGSA,</p><p>incluindo:</p><p>a) sobre o que comunicar;</p><p>b) quando comunicar;</p><p>c) com quem se comunicar;</p><p>d) como comunicar;</p><p>e) quem vai comunicar.</p><p>A organização deve assegurar que os requisitos para comunicação eficaz sejam entendidos por todo</p><p>o pessoal envolvido em atividades que tenham impacto para a segurança de alimentos.</p><p>17</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>7.4.2 Comunicação externa</p><p>A organização deve assegurar que informação suficiente seja comunicada externamente e esteja</p><p>disponível para as partes interessadas da cadeia produtiva de alimentos.</p><p>A organização deve estabelecer, implementar e manter comunicações eficazes com:</p><p>a) fornecedores externos e contratantes;</p><p>b) clientes e/ou consumidores, em relação a:</p><p>1) informação sobre o produto relacionada à segurança de alimentos, para permitir a manipu-</p><p>lação, apresentação, armazenamento, preparação, distribuição e uso do produto dentro da</p><p>cadeia produtiva de alimentos ou pelo consumidor;</p><p>2) identificação dos perigos à segurança de alimentos que necessitam ser controlados por</p><p>outras organizações na cadeia produtiva de alimentos e/ou consumidores;</p><p>3) disposições contratuais, solicitações e pedidos, incluindo emendas;</p><p>4) feedback aos cliente e/ou consumidor, incluindo reclamações;</p><p>c) autoridades estatutárias e regulamentares;</p><p>d) outras organizações que tenham impacto, ou que serão afetadas, pela eficácia ou atualização do</p><p>SGSA.</p><p>O pessoal designado deve ter responsabilidade e autoridade definidas para comunicar externamente</p><p>qualquer informação relacionada à segurança de alimentos. Quando pertinente, a informação obtida</p><p>pela comunicação externa deve ser incluída como dado de entrada para análise crítica pela direção</p><p>(ver 9.3) e para atualização do SGSA (ver 4.4 e 10.3).</p><p>Evidências de comunicação externa devem ser retidas como informação documentada.</p><p>7.4.3 Comunicação interna</p><p>A organização deve estabelecer, implementar e manter métodos eficazes para comunicação sobre</p><p>assuntos que tenham impacto à segurança de alimentos.</p><p>Para manter a eficácia do SGSA, a organização deve assegurar que a equipe de segurança de</p><p>alimentos seja informada em tempo apropriado das mudanças a seguir:</p><p>a) produtos ou novos produtos;</p><p>b) matérias-primas, ingredientes e serviços;</p><p>c) sistemas de produção e equipamentos;</p><p>d) instalações de produção, localização dos equipamentos e circunvizinhanças;</p><p>e) programas de limpeza e sanitização;</p><p>f) sistemas de embalagem, armazenamento e distribuição;</p><p>18</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>g) competências e/ou designação de responsabilidades e autoridade;</p><p>h) requisitos regulamentares e estatutários aplicáveis;</p><p>i) conhecimento relacionado aos perigos à segurança de alimentos e medidas de controle;</p><p>j) requisitos de clientes, setoriais ou outros observados pela organização;</p><p>k) consultas e comunicações relevantes de partes interessadas externas;</p><p>l) reclamações e alertas indicando perigos à segurança de alimentos associados ao produto final;</p><p>m) outras condições que tenham impacto sobre a segurança de alimentos.</p><p>A equipe de segurança de alimentos deve assegurar que estas informações sejam incluídas quando</p><p>da atualização do SGSA (ver 4.4 e 10.3).</p><p>A Alta Direção deve assegurar que informações pertinentes sejam incluídas como entradas para a</p><p>análise crítica (ver 9.3).</p><p>7.5 Informação documentada</p><p>7.5.1 Generalidades</p><p>O SGSA da organização deve incluir:</p><p>a) informação documentada requerida por este documento;</p><p>b) informação documentada determinada pela organização como sendo necessária para a eficácia</p><p>do SGSA;</p><p>c) informação documentada e requisitos de segurança de alimentos requeridos por autoridades</p><p>legais, regulamentares e clientes.</p><p>NOTA A extensão da informação documentada para um SGSA pode diferir de uma organização para</p><p>outra, devido:</p><p>— ao tamanho da organização e seu tipo de atividades, processos, produtos e serviços;</p><p>— à complexidade de processos e suas interações;</p><p>— à competência do pessoal.</p><p>7.5.2 Criando e atualizando</p><p>Ao criar e atualizar informação documentada, a organização deve assegurar apropriado(a):</p><p>a) identificação e descrição (por exemplo, um título, data, autor ou número de referência);</p><p>b) formato (por exemplo, linguagem, versão do software, gráficos) e meio (por exemplo, papel,</p><p>eletrônico);</p><p>c) análise crítica e aprovação quanto à suficiência e adequação.</p><p>19</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>7.5.3 Controle da informação documentada</p><p>7.5.3.1 A informação documentada requerida pelo SGSA e por este documento deve ser controlada</p><p>para assegurar que:</p><p>a) ela esteja disponível e adequada para uso, onde e quando for necessária;</p><p>b) ela esteja protegida suficientemente (por exemplo, contra perda de confidencialidade, uso impró-</p><p>prio ou perda de integridade).</p><p>7.5.3.2 Para o controle de informações documentadas, a organização deve abordar as seguintes</p><p>atividades, conforme aplicável:</p><p>a) distribuição, acesso, recuperação e uso;</p><p>b) armazenamento e preservação, incluindo preservação de legibilidade;</p><p>c) controle de alterações (por exemplo, controle de versão);</p><p>d) retenção e disposição.</p><p>A informação documentada de origem externa determinada pela organização como necessária para o</p><p>planejamento e operação do SGSA</p><p>deve ser identificada, conforme apropriado, e controlada.</p><p>Informação documentada retida como evidência de conformidade deve ser protegida contra altera-</p><p>ções não intencionais.</p><p>NOTA Acesso pode implicar em decisão quanto à permissão para somente ver a informação documentada</p><p>ou quanto à permissão e autoridade para ver e alterar a informação documentada.</p><p>8 Operação</p><p>8.1 Planejamento e controle operacional</p><p>A organização deve planejar, implementar, controlar, manter e atualizar os processos necessários</p><p>para atender aos requisitos para a realização de produtos seguros e para implementar as ações</p><p>determinadas em 6.1 ao:</p><p>a) estabelecer critérios para os processos;</p><p>b) implementar controle de processos de acordo com os critérios;</p><p>c) manter informação documentada na extensão necessária para ter confiança em demonstrar que</p><p>os processos foram conduzidos como planejado.</p><p>A organização deve controlar mudanças planejadas e analisar criticamente as consequências de</p><p>mudanças não intencionais, tomando ações para mitigar quaisquer efeitos adversos, como necessário.</p><p>A organização deve assegurar que os processos terceirizados sejam controlados (ver 7.1.6).</p><p>20</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>8.2 Programa de pré-requisitos (PPR)</p><p>8.2.1 A organização deve estabelecer, implementar, manter e atualizar o PPR para facilitar a pre-</p><p>venção e/ou redução de contaminantes (incluindo perigos à segurança de alimentos) nos produtos,</p><p>processos e ambiente de trabalho.</p><p>8.2.2 O(s) PPR deve(m) ser:</p><p>a) apropriado(s) à organização e ao seu contexto em relação à segurança de alimentos;</p><p>b) apropriado(s) ao tamanho e tipo de operação e à natureza dos produtos que são fabricados e/ou</p><p>manejados;</p><p>c) implementado(s) ao longo do sistema de produção, seja como programas aplicáveis em geral ou</p><p>como programas aplicáveis a um produto ou processo em particular;</p><p>d) aprovado(s) pela equipe de segurança de alimentos.</p><p>8.2.3 Ao selecionar e/ou estabelecer o PPR, a organização deve assegurar que os requisitos esta-</p><p>tutários, regulamentares e em concordância mútua com os clientes sejam identificados. Convém que</p><p>a organização considere:</p><p>a) a parte aplicável da série ISO/TS 22002;</p><p>b) normas, códigos de práticas e diretrizes aplicáveis.</p><p>8.2.4 Quando for estabelecido o PPR, a organização deve considerar:</p><p>a) construção e leiaute de edifícios e utilidades associadas;</p><p>b) leiaute das instalações, incluindo zoneamento, local de trabalho e facilities para os empregados;</p><p>c) suprimentos de ar, água, energia e outras utilidades;</p><p>d) controle de pragas, descarte de resíduos e efluentes e serviços de suporte;</p><p>e) adequação de equipamentos e sua acessibilidade para limpeza e manutenção;</p><p>f) aprovação de fornecedores e processos de garantia (por exemplo, matérias primas, ingredientes,</p><p>produtos químicos e embalagens);</p><p>g) recebimento de materiais, estocagem, expedição, transporte e manipulação de produtos;</p><p>h) medidas para a prevenção da contaminação cruzada;</p><p>i) limpeza e desinfecção;</p><p>j) higiene pessoal;</p><p>k) informação do produto/conscientização do consumidor;</p><p>l) outros, conforme apropriado.</p><p>Informação documentada deve especificar a seleção, estabelecimento, monitoramento aplicável e</p><p>verificação do(s) PPR.</p><p>21</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>8.3 Sistema de rastreabilidade</p><p>O sistema de rastreabilidade deve ser capaz de identificar, de forma única, o material recebido dos</p><p>fornecedores e o primeiro estágio da rota de distribuição do produto final. Ao estabelecer e implementar</p><p>o sistema de rastreabilidade, deve-se considerar como mínimo o seguinte:</p><p>a) relação dos lotes dos materiais recebidos, ingredientes e produtos intermediários com os lotes de</p><p>produtos finais;</p><p>b) retrabalho de materiais/produtos;</p><p>c) distribuição do produto final.</p><p>A organização deve assegurar que os requisitos estatutários, regulamentares e do cliente aplicáveis</p><p>sejam identificados.</p><p>A Informação documentada como evidência do sistema de rastreabilidade deve ser retida por um</p><p>período especificado que contemple no mínimo a vida de prateleira do produto. A organização deve</p><p>verificar e testar a eficácia do sistema de rastreabilidade.</p><p>NOTA Quando apropriado, espera-se que a verificação do sistema inclua a conciliação das quantidades</p><p>de produtos finais com a quantidade de ingredientes, como evidência da eficácia.</p><p>8.4 Prontidão e resposta a emergências</p><p>8.4.1 Generalidades</p><p>A Alta Direção deve assegurar que procedimentos sejam implementados para potenciais situações</p><p>emergenciais ou incidentes que possam ter um impacto na segurança de alimentos e que sejam</p><p>pertinentes à funções da organização na cadeia produtiva de alimentos.</p><p>A informação documentada deve ser estabelecida e mantida para administrar estas situações e</p><p>incidentes.</p><p>8.4.2 Tratamento de emergências e incidentes</p><p>A organização deve:</p><p>a) responder a situações emergenciais e incidentes reais:</p><p>1) assegurando a aplicação de requisitos regulamentares e estatutários identificados;</p><p>2) comunicando-se internamente;</p><p>3) comunicando-se externamente (por exemplo, fornecedores, clientes, autoridades apropriadas</p><p>e meios de comunicação);</p><p>b) tomar ações para reduzir as consequências da situação emergencial, apropriada à magnitude da</p><p>emergência ou incidente e ao impacto potencial à segurança de alimentos;</p><p>c) periodicamente testar procedimentos, quando possível;</p><p>d) analisar criticamente e, quando necessário, atualizar a informação documentada, em particular</p><p>depois da ocorrência de qualquer incidente, situação emergencial ou testes.</p><p>22</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>NOTA Exemplos de situações emergenciais que podem afetar a segurança de alimentos e/ou a produção</p><p>são desastres naturais, acidentes ambientais, bioterrorismo, acidentes de trabalho, emergências de saúde</p><p>pública e outros acidentes, por exemplo, interrupção de serviços essenciais, como fornecimento de água,</p><p>eletricidade ou refrigeração.</p><p>8.5 Controle de perigos</p><p>8.5.1 Etapas preliminares para permitir a análise de perigos</p><p>8.5.1.1 Generalidades</p><p>Para conduzir a análise de perigos, informações documentadas preliminares devem ser coletadas,</p><p>mantidas e atualizadas pela equipe de segurança de alimentos. Isto inclui, mas não está limitado a:</p><p>a) requisitos aplicáveis regulamentares, estatutários e de clientes;</p><p>b) produtos, processos e equipamentos da organização;</p><p>c) perigos à segurança de alimentos pertinentes ao SGSA.</p><p>8.5.1.2 Características de matérias-primas, ingredientes e materiais em contato com os</p><p>produtos</p><p>A organização deve assegurar que todos os requisitos regulamentares e estatutários de segurança de</p><p>alimentos sejam identificados para todas as matérias-primas, ingredientes e materiais que entram em</p><p>contato com os produtos.</p><p>A organização deve manter informação documentada em relação a todas as matérias-primas, ingre-</p><p>dientes e materiais que entram em contato com o produto na extensão necessária à condução da</p><p>análise</p><p>de perigos (ver 8.5.2), incluindo o seguinte, quando apropriado:</p><p>a) características biológicas, químicas e físicas;</p><p>b) composição de ingredientes formulados, incluindo aditivos e coadjuvantes de tecnologia;</p><p>c) origem (por exemplo animal, mineral ou vegetal);</p><p>d) local de origem (procedência);</p><p>e) método de produção;</p><p>f) métodos de acondicionamento e entrega;</p><p>g) condições de armazenagem e vida de prateleira;</p><p>h) preparação e/ou manipulação antes do uso ou processamento;</p><p>i) critérios de aceitação relacionados à segurança de alimentos ou especificações de materiais e</p><p>ingredientes adquiridos, apropriados ao uso pretendido.</p><p>8.5.1.3 Características dos produtos finais</p><p>A organização deve assegurar que todos os requisitos aplicáveis regulamentares e estatutários de</p><p>segurança de alimentos sejam identificados nos produtos finais para serem produzidos.</p><p>23</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>A organização deve manter informação documentada em relação às características dos produtos</p><p>finais na extensão necessária à condução da análise de perigos (ver 8.5.2), incluindo as seguintes</p><p>informações, como for apropriado:</p><p>a) nome do produto ou identificação similar;</p><p>b) composição;</p><p>c) características biológicas, físicas e químicas pertinentes para a segurança de alimentos;</p><p>d) vida de prateleira pretendida e condições de armazenamento;</p><p>e) embalagem;</p><p>f) rotulagem relacionada à segurança de alimentos e/ou instruções de manipulação, preparação e</p><p>uso pretendido;</p><p>g) método(s) de distribuição e entrega.</p><p>8.5.1.4 Uso pretendido</p><p>O uso pretendido, incluindo a manipulação razoavelmente esperada do produto final e o uso não</p><p>intencional, devido ao uso inadequado e/ou incorreto, mas razoavelmente esperado, deve ser con-</p><p>siderado e mantido na forma de informações documentadas na medida necessária para realizar a</p><p>análise de perigos (ver 8.5.2).</p><p>Quando apropriado, grupos de consumidores/usuários devem ser identificados para cada produto.</p><p>Grupos de consumidores/usuários conhecidos que sejam especialmente vulneráveis a determinados</p><p>perigos à segurança de alimentos devem ser identificados.</p><p>8.5.1.5 Fluxogramas e descrição dos processos</p><p>8.5.1.5.1 Preparação dos fluxogramas</p><p>A equipe de segurança de alimentos deve estabelecer, manter e atualizar os fluxogramas como infor-</p><p>mação documentada para os produtos ou categorias de produto e processos cobertos pelo SGSA.</p><p>Fluxogramas fornecem uma representação gráfica dos processos. Ao conduzir a análise de perigos,</p><p>os fluxogramas devem ser usados como base para avaliar a possibilidade de ocorrência, aumento,</p><p>diminuição ou introdução de perigos à segurança de alimentos.</p><p>Os fluxogramas devem ser claros, precisos e suficientemente detalhados, e com abrangência neces-</p><p>sária à condução da análise de perigos. Os fluxogramas devem, como apropriado, incluir o seguinte:</p><p>a) a sequência e interação das etapas na operação;</p><p>b) quaisquer processos externos;</p><p>c) onde matérias-primas, ingredientes, coadjuvantes de tecnologia, material de embalagem, utilida-</p><p>des e produtos intermediários entram no fluxo;</p><p>d) onde ocorrem retrabalho e recirculação;</p><p>e) onde os produtos finais, produtos intermediários, subprodutos e resíduos são liberados ou</p><p>removidos.</p><p>24</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>8.5.1.5.2 Confirmação in loco dos fluxogramas</p><p>A equipe de segurança de alimentos deve confirmar in loco a precisão dos fluxogramas, atualizá-los</p><p>quando apropriado e retê-los como informação documentada.</p><p>8.5.1.5.3 Descrição dos processos e ambiente de processamento</p><p>A equipe de segurança de alimentos deve descrever, na extensão necessária à condução da análise</p><p>de perigos:</p><p>a) leiaute das instalações, incluindo áreas de manipulação de alimentos e de outros produtos;</p><p>b) equipamentos de processo e materiais de contato, coadjuvantes de tecnologia e fluxo de materiais;</p><p>c) PPR existentes, parâmetros de processo, medidas de controle (se existentes) e/ou o rigor com o</p><p>qual são aplicados, ou procedimentos que possam influenciar a segurança de alimentos;</p><p>d) requisitos externos (por exemplo, de autoridades regulatórias e estatutárias ou de clientes) que</p><p>possam impactar na escolha e no rigor das medidas de controle.</p><p>As variações resultantes de mudanças esperadas, sazonais ou entre turnos, devem ser incluídas,</p><p>como apropriado.</p><p>As descrições devem ser atualizadas como apropriado e mantidas como informação documentada.</p><p>8.5.2 Análise de perigos</p><p>8.5.2.1 Generalidades</p><p>A equipe de segurança de alimentos deve conduzir a análise de perigos com base nas informações</p><p>preliminares, para determinar quais perigos necessitam ser controlados. O grau de controle deve</p><p>assegurar a segurança de alimentos e, onde apropriado, uma combinação de medidas de controle</p><p>deve ser usada.</p><p>8.5.2.2 Identificação de perigos e determinação de níveis aceitáveis</p><p>8.5.2.2.1 A organização deve identificar e documentar todos os perigos à segurança de alimentos,</p><p>razoavelmente esperados que possam ocorrer em relação ao tipo de produto, tipo de processo e</p><p>ambiente de processamento.</p><p>A identificação deve ser baseada em:</p><p>a) informações preliminares e dados coletados de acordo com 8.5.1;</p><p>b) experiência;</p><p>c) informações internas e externas, incluindo, com a abrangência possível, dados epidemiológicos,</p><p>científicos e outros registros históricos;</p><p>d) informações da cadeia produtiva de alimentos relativas a perigos à segurança de alimentos</p><p>relacionadas à segurança dos produtos finais e intermediários e ao alimento no momento de</p><p>consumo;</p><p>e) requisitos estatutários, regulatórios e de clientes.</p><p>25</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>NOTA 1 Experiência pode incluir informações dos funcionários e especialistas externos que sejam familia-</p><p>rizados com o produto e/ou processos em outras instalações.</p><p>NOTA 2 Objetivos de segurança de alimentos (FSO) podem ser aplicados. A Comissão do Codex Alimentarius</p><p>define FSOs como “A máxima frequência e/ou concentração de um perigo no alimento no momento de seu</p><p>consumo e que fornece ou contribui para o nível de proteção apropriado (ALOP).”</p><p>Convém que os perigos sejam considerados com detalhamento suficiente para permitir sua avaliação</p><p>e a seleção de medidas de controle apropriadas.</p><p>8.5.2.2.2 A organização deve identificar etapa(s) (por exemplo, recebimento de matérias-primas,</p><p>processamento, distribuição e entrega) na(s) qual(is) cada perigo à segurança de alimentos pode</p><p>estar presente, ser introduzido, aumentar ou se manter.</p><p>Ao identificar os perigos, a organização deve considerar:</p><p>a) as etapas anteriores e posteriores na cadeia produtiva de alimentos;</p><p>b) todas as etapas do fluxograma;</p><p>c) os equipamentos de processo, utilidades/serviços, ambiente de processamento e pessoal.</p><p>8.5.2.2.3 A organização deve determinar no produto final o nível aceitável de cada perigo à segurança</p><p>de alimentos identificado, sempre que possível.</p><p>Ao determinar os níveis aceitáveis, a organização deve:</p><p>a) assegurar</p><p>que os requisitos estatutários, regulatórios e de clientes foram identificados;</p><p>b) considerar o uso pretendido dos produtos finais;</p><p>c) considerar qualquer outra informação pertinente.</p><p>A organização deve manter informação documentada em relação à determinação de níveis aceitáveis</p><p>e a justificativa para os níveis aceitáveis.</p><p>8.5.2.3 Avaliação dos perigos</p><p>A organização deve conduzir, para cada perigo à segurança de alimentos, uma avaliação de perigos</p><p>para determinar se sua prevenção ou redução a níveis aceitáveis é essencial.</p><p>A organização deve avaliar cada perigo à segurança de alimentos conforme:</p><p>a) a probabilidade de sua ocorrência no produto final antes da aplicação de medidas de controle;</p><p>b) a severidade dos efeitos adversos à saúde em relação ao uso pretendido (ver 8.5.1.4).</p><p>A organização deve identificar quaisquer perigos significativos à segurança de alimentos.</p><p>A metodologia usada deve ser descrita e os resultados da avaliação dos perigos devem ser mantidos</p><p>como informação documentada.</p><p>26</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>8.5.2.4 Seleção e classificação das medidas de controle</p><p>8.5.2.4.1 Com base na avaliação dos perigos, a organização deve selecionar uma medida de</p><p>controle ou uma combinação de medidas de controle apropriadas, que seja capaz de prevenir ou reduzir</p><p>os perigos identificados significativos à segurança de alimentos aos níveis aceitáveis estabelecidos.</p><p>A organização deve categorizar a(s) medida(s) de controle selecionadas para serem gerenciadas</p><p>pelo(s) PPRO (ver 3.30) ou pelo(s) PCC (ver 3.11).</p><p>A categorização deve ser conduzida usando uma abordagem sistemática. Para cada medida de</p><p>controle selecionada, deve ser avaliado o seguinte:</p><p>a) a probabilidade de falhas no seu funcionamento;</p><p>b) a severidade da consequência em caso de falhas no seu funcionamento; esta avaliação deve</p><p>incluir:</p><p>1) o efeito sobre os perigos significativos à segurança de alimentos identificados;</p><p>2) a localização em relação à(s) outra(s) medida(s) de controle;</p><p>3) se é especificamente estabelecida e aplicada para reduzir os perigos a um nível aceitável;</p><p>4) se é uma medida individual ou se é parte de uma combinação de medida(s) de controle.</p><p>8.5.2.4.2 Adicionalmente, para cada medida de controle, a abordagem sistemática deve incluir</p><p>avaliações de viabilidade para:</p><p>a) o estabelecimento de limites críticos mensuráveis e/ou o critério para tomada de ação mensurável</p><p>e/ou observável;</p><p>b) o monitoramento para detectar qualquer falha no atendimento do limite crítico e/ou do critério para</p><p>tomada de ação mensurável/observável;</p><p>c) a aplicação de correções o mais rapidamente possível, em caso de falhas.</p><p>O processo de tomada de decisão e os resultados da seleção e categorização das medidas de controle</p><p>devem ser mantidos como informação documentada.</p><p>Requisitos externos (por exemplo, estatutários, regulamentares e requisitos de clientes) que possam</p><p>impactar a escolha e o rigor das medidas de controle devem ser mantidos como informação</p><p>documentada.</p><p>8.5.3 Validação da(s) medida(s) de controle e da(s) combinação(ões) de medida(s) de controle</p><p>A equipe de segurança de alimentos deve validar se as medidas de controle selecionadas são capa-</p><p>zes de alcançar o controle pretendido do(s) perigo(s) significativo(s) à segurança de alimentos. Esta</p><p>validação deve ser feita antes da implementação da(s) medida(s) de controle a ser(em) incluída(s)</p><p>no plano de controle de perigos (ver 8.5.4) e depois de qualquer modificação neste (ver 7.4.2, 7.4.3,</p><p>10.2, 10.3).</p><p>Quando o resultado da validação mostrar que a(s) medida(s) não é(são) capaz(es) de realizar o</p><p>controle pretendido, a equipe de segurança de alimentos deve modificar e reavaliar a(s) medida(s) de</p><p>controle e/ou combinação(ções) de medida(s) de controle.</p><p>27</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>A equipe de segurança de alimentos deve manter a metodologia de validação e a evidência da</p><p>capacidade da(s) medida(s) de controle de realizar(em) o controle pretendido como informação</p><p>documentada.</p><p>NOTA As modificações podem incluir alterações na(s) medida(s) de controle (isto é, parâmetros de pro-</p><p>cesso, rigor e/ou suas combinações) e/ou mudança(s) nas tecnologias de fabricação de matérias-primas,</p><p>características do produto final, métodos de distribuição e uso pretendido do produto final.</p><p>8.5.4 Plano de controle de perigos (planos APPCC/PPRO)</p><p>8.5.4.1 Generalidades</p><p>A organização deve estabelecer, implementar e manter um plano de controle de perigos. O plano</p><p>de controle de perigos deve ser mantido como informação documentada e deve incluir as seguintes</p><p>informações para cada medida de controle em cada PCC ou PPRO:</p><p>a) perigo(s) à segurança de alimentos a ser(em) controlado(s) por PCC ou por PPRO(s);</p><p>b) limite(s) crítico(s) para PCC ou critério para tomada de ação para PPRO(s);</p><p>c) procedimento(s) de monitoramento;</p><p>d) correções a serem tomadas se os limites críticos ou critérios para tomada de ação não forem</p><p>atendidos;</p><p>e) responsabilidades e autoridades;</p><p>f) registros de monitoramento.</p><p>8.5.4.2 Determinação dos limites críticos e critérios para tomada de ação</p><p>Os limites críticos para os PCC e os critérios para tomada de ação para o(s) PPRO devem ser espe-</p><p>cificados. A razão para sua escolha deve ser mantida como informação documentada.</p><p>Os limites críticos para os PCC devem ser mensuráveis. A conformidade (ou O cumprimento) com os</p><p>limites críticos deve assegurar que o nível aceitável não seja excedido.</p><p>Os critérios para tomada de ação para os PPRO devem ser mensuráveis ou observáveis. A conformi-</p><p>dade com os critérios para tomada de ação deve contribuir para assegurar que o nível aceitável não</p><p>seja excedido.</p><p>8.5.4.3 Sistemas de monitoramento dos PCC e PPRO</p><p>Em cada PCC, um sistema de monitoramento deve ser estabelecido para cada medida de controle</p><p>ou combinação da(s) medida(s) de controle, para detectar qualquer falha no atendimento dos limites</p><p>críticos. O sistema deve incluir todas as medições programadas relativas ao(s) limite(s) crítico(s).</p><p>Em cada PPRO, um sistema de monitoramento deve ser estabelecido para a medida de controle ou</p><p>combinação de medida(s) de controle para detectar qualquer falha no cumprimento do critério para</p><p>tomada de ação.</p><p>O sistema de monitoramento, para cada PCC e para cada PPRO, deve consistir em informação</p><p>documentada, incluindo:</p><p>a) medições ou observações que forneçam resultados dentro de um período de tempo adequado;</p><p>28</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>b) métodos e dispositivos de monitoramento usados;</p><p>c) métodos de calibração aplicáveis ou, para o(s) PPRO, métodos equivalentes para verificação de</p><p>medições ou observações confiáveis (ver 8.7);</p><p>d) frequência de monitoramento;</p><p>e) resultados de monitoramento;</p><p>f) responsabilidade e autoridade relacionadas ao monitoramento;</p><p>g) responsabilidade e autoridade relacionadas à avaliação dos resultados de monitoramento.</p><p>Em cada PCC, os métodos de monitoramento</p><p>e a frequência devem ser capazes de detectar a tempo</p><p>qualquer falha que exceda os limites críticos, para permitir em tempo o isolamento e a avaliação do</p><p>produto (ver 8.9.4).</p><p>Para cada PPRO, o método de monitoramento e a frequência devem ser proporcionais à probabilidade</p><p>de falha e à severidade das consequências.</p><p>Quando o monitoramento de um PPRO for baseado em dados subjetivos de observações (por exemplo,</p><p>inspeção visual), o método deve ser embasado por instruções ou especificações.</p><p>8.5.4.4 Ações quando os limites críticos ou critérios para tomada de ação não forem atendidos</p><p>A organização deve especificar correções (ver 8.9.2) e ações corretivas (ver 8.9.3) a serem tomadas</p><p>quando os limites críticos ou critérios de ação não forem atendidos, e deve assegurar que:</p><p>a) os produtos potencialmente inseguros não sejam liberados (ver 8.9.4);</p><p>b) a causa da não conformidade seja identificada;</p><p>c) o(s) parâmetro(s) controlado(s) no PCC, ou no PPRO, seja(m) retomado(s) aos limites críticos ou</p><p>critérios para tomada de ação;</p><p>d) a recorrência seja prevenida.</p><p>A organização deve realizar as correções de acordo com 8.9.2 e as ações corretivas de acordo</p><p>com 8.9.3.</p><p>8.5.4.5 Implementação do plano de controle de perigos</p><p>A organização deve implementar e manter o plano de controle de perigos e reter evidências da imple-</p><p>mentação como informação documentada.</p><p>8.6 Atualização das informações especificando os PPR e o plano de controle de</p><p>perigos</p><p>A partir do estabelecimento do plano de controle de perigos, a organização deve atualizar as seguintes</p><p>informações, se necessário:</p><p>a) características das matérias-primas, ingredientes e materiais de contato com o produto;</p><p>29</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>b) características dos produtos finais;</p><p>c) uso pretendido;</p><p>d) fluxogramas e descrições dos processos e ambiente de processamento.</p><p>A organização deve assegurar que o plano de controle de perigos e/ou o(s) PPR estejam atualizados.</p><p>8.7 Controle de monitoramento e medição</p><p>A organização deve fornecer evidências de que os métodos e equipamentos de monitoramento e</p><p>medição especificados e utilizados são adequados às atividades de monitoramento e medição relativas</p><p>ao(s) PPR e ao plano de controle de perigos.</p><p>Os equipamentos e métodos de monitoramento e medição usados devem ser:</p><p>a) calibrados ou verificados em intervalos especificados, antes do uso;</p><p>b) ajustados ou reajustados, quando necessário;</p><p>c) identificados para permitir que a situação de calibração seja determinada;</p><p>d) protegidos de ajustes que possam invalidar os resultados da medição;</p><p>e) protegidos de dano e deterioração.</p><p>Os resultados de calibração e verificação devem ser retidos como informação documentada. A calibra-</p><p>ção de todos os equipamentos deve ser rastreável a padrões de medição internacionais ou nacionais;</p><p>quando tais padrões não existirem, a base usada para calibração ou verificação deve ser retida como</p><p>informação documentada.</p><p>A organização deve avaliar a validade dos resultados das medições anteriores, quando for verificado</p><p>se o equipamento ou o ambiente de processo não está em conformidade com os requisitos. A organi-</p><p>zação deve tomar ação apropriada no equipamento ou ambiente de processo e em qualquer produto</p><p>afetado pela não conformidade.</p><p>As avaliações e as ações resultantes devem ser mantidas como informação documentada.</p><p>Os softwares usados no monitoramento e medição dentro do SGSA devem ser validados antes do uso</p><p>pela organização, fornecedor do software ou terceira parte. A informação documentada das atividades</p><p>de validação deve ser mantida pela organização e o software deve ser atualizado conforme necessário.</p><p>Quando houver mudanças, incluindo configurações/modificações nos softwares comerciais, elas</p><p>devem ser autorizadas, documentadas e validadas antes da implementação.</p><p>NOTA Os softwares comerciais de uso comum e utilizados conforme a aplicação designada podem ser</p><p>considerados suficientemente validados.</p><p>8.8 Verificação relacionada aos PPR e ao plano de controle de perigos</p><p>8.8.1 Verificação</p><p>A organização deve estabelecer, implementar e manter atividades de verificação. O planejamento da</p><p>verificação deve estabelecer propósito, métodos, frequências e responsabilidade das atividades de</p><p>verificação.</p><p>30</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>As atividades de verificação devem confirmar que:</p><p>a) o(s) PPR estão implementados e são eficazes;</p><p>b) o plano de controle de perigos está implementado e é eficaz;</p><p>c) os níveis de perigos estão dentro dos níveis identificados como aceitáveis;</p><p>d) as entradas para a análise de perigos estão atualizadas;</p><p>e) outras ações determinadas pela organização estão implementadas e são eficazes.</p><p>A organização deve assegurar que as atividades de verificação não sejam conduzidas pela pessoa</p><p>responsável pelo monitoramento das atividades.</p><p>Os resultados de verificação devem ser retidos como informação documentada e devem ser</p><p>comunicados.</p><p>Quando a verificação for baseada em análises de amostras do produto final ou amostragem direta</p><p>do processo e onde tais amostras analisadas mostrarem não conformidades com o nível aceitável</p><p>do perigo à segurança de alimentos (ver 8.5.2.2), a organização deve tratar o(s) lote(s) afetado(s) do</p><p>produto como potencialmente inseguro(s) (ver 8.9.4.3) e aplicar ações corretivas de acordo com 8.9.3.</p><p>8.8.2 Análise dos resultados das atividades de verificação</p><p>A equipe de segurança de alimentos deve conduzir uma análise dos resultados de verificação que</p><p>deva ser utilizada como entrada para a avaliação de desempenho do SGSA (ver 9.1.2).</p><p>8.9 Controle de não conformidades de produto e processo</p><p>8.9.1 Generalidades</p><p>A organização deve assegurar que os dados derivados do monitoramento do(s) PPRO e PCC sejam</p><p>avaliados por pessoas designadas que sejam competentes e tenham autoridade para iniciar correções</p><p>e ações corretivas.</p><p>8.9.2 Correções</p><p>8.9.2.1 A organização deve assegurar que, quando limites críticos para os PCC e/ou critérios</p><p>para tomada de ação para PPRO não forem atingidos, os produtos afetados sejam identificados e</p><p>controlados em relação ao seu uso e à sua liberação.</p><p>A organização deve estabelecer, manter e atualizar informação documentada que inclua:</p><p>a) o método de identificação, avaliação e correção dos produtos afetados para determinar seu tra-</p><p>tamento adequado.</p><p>b) programa de ação para revisão das correções realizadas.</p><p>8.9.2.2 Quando os limites críticos para os PCC não forem atingidos, os produtos afetados devem ser</p><p>identificados e tratados como produtos potencialmente inseguros (ver 8.9.4).</p><p>31</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>8.9.2.3 Quando o critério para tomada de ação para um PPRO não for atingido, deve ser realizado</p><p>o seguinte:</p><p>a) determinação das consequências da falha para segurança de alimentos;</p><p>b) determinação da(s) causa(s) da falha;</p><p>c) identificação dos produtos afetados e tratamento de acordo com 8.9.4.</p><p>A organização</p><p>deve reter resultados da avaliação como informação documentada.</p><p>8.9.2.4 Informação documentada deve ser retida para descrever as correções executadas para os</p><p>produtos e processos não conformes, incluindo:</p><p>a) a natureza da não conformidade;</p><p>b) a(s) causa(s) da falha;</p><p>c) as consequências como resultado da não conformidade.</p><p>8.9.3 Ações corretivas</p><p>A necessidade de se tomarem ações corretivas deve ser avaliada quando os limites críticos dos PCC</p><p>e/ou os critérios para tomada de ação para os PPRO não forem atingidos.</p><p>A organização deve estabelecer e manter informação documentada que especifique as ações apro-</p><p>priadas para identificar e eliminar a causa das não conformidades detectadas, para prevenir a recor-</p><p>rência e para trazer o processo de volta ao controle depois da identificação da não conformidade.</p><p>Estas ações devem incluir:</p><p>a) revisão das não conformidades identificadas pelo cliente e/ou consumidor e/ou relatórios de</p><p>inspeções regulatórias;</p><p>b) revisão das tendências dos resultados do monitoramento que possam indicar a possibilidade de</p><p>perda do controle;</p><p>c) determinação da(s) causa(s) das não conformidades;</p><p>d) determinação e implementação de ações para assegurar a não recorrência das não conformidades;</p><p>e) documentação dos resultados das ações corretivas tomadas;</p><p>f) verificação das ações corretivas tomadas para assegurar que estas sejam eficazes.</p><p>A organização deve reter informação documentada para todas as ações corretivas.</p><p>8.9.4 Tratamento de produtos potencialmente inseguros</p><p>8.9.4.1 Generalidades</p><p>A organização deve tomar ação(ões) para prevenir que produtos potencialmente inseguros entrem na</p><p>cadeia produtiva de alimentos, a não ser que seja possível demonstrar que:</p><p>a) o(s) perigo(s) à segurança de alimentos considerado(s) é(são) reduzido(s) aos níveis estabeleci-</p><p>dos como aceitáveis;</p><p>32</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>b) o(s) perigo(s) à segurança de alimentos considerado(s) será(ão) reduzido(s) aos níveis identifica-</p><p>dos como aceitáveis antes de entrar na cadeia produtiva de alimentos;</p><p>c) o produto ainda atende ao(s) nível(is) aceitável(is) de perigo(s) à segurança de alimentos</p><p>considerado(s), apesar da não conformidade.</p><p>A organização deve reter os produtos que foram identificados como potencialmente inseguros sob seu</p><p>controle, até que tenham sido avaliados e a sua disposição tenha sido determinada.</p><p>Caso os produtos que já não estejam mais sob controle da organização sejam subsequentemente</p><p>determinados como inseguros, a organização deve notificar as partes interessadas relevantes e iniciar</p><p>o recolhimento/recall (ver 8.9.5).</p><p>Os controles e respostas relacionados, provenientes das partes interessadas, e a autorização para</p><p>lidar com os produtos potencialmente inseguros devem ser retidos como informação documentada.</p><p>8.9.4.2 Avaliação para liberação</p><p>Cada lote dos produtos afetados pela não conformidade deve ser avaliado.</p><p>Os produtos afetados por falhas em permanecer dentro dos limites críticos de PCC não podem ser</p><p>liberados, mas sim tratados de acordo com 8.9.4.3.</p><p>Os produtos afetados por falhas de não atendimento do critério para tomada de ação de PPRO devem</p><p>ser liberados somente quando for aplicado qualquer das condições abaixo:</p><p>a) outra evidência, além do sistema de monitoramento, que demonstre que as medidas de controle</p><p>foram eficazes;</p><p>b) evidência que mostre que o efeito combinado das medidas de controle para o produto em questão</p><p>confirma o desempenho pretendido (isto é, níveis aceitáveis identificados);</p><p>c) os resultados de amostragem, análises e/ou outras atividades de verificação demonstrem que os</p><p>produtos afetados estão dentro dos níveis aceitáveis identificados para o(s) perigo(s) à segurança</p><p>de alimentos considerados.</p><p>Os resultados da avaliação para liberação dos produtos devem ser retidos como informação</p><p>documentada.</p><p>8.9.4.3 Disposição de produtos não conformes</p><p>Os produtos que não forem aceitáveis para liberação devem ser:</p><p>a) reprocessados ou posteriormente processados dentro ou fora da organização, para assegurar</p><p>que o perigo à segurança de alimentos seja reduzido a níveis aceitáveis; ou</p><p>b) redirecionados para outro uso, desde que a segurança de alimentos não seja afetada na cadeia</p><p>produtiva de alimentos; ou</p><p>c) destruídos e/ou dispostos como descarte.</p><p>Informação documentada sobre a disposição de produtos não conformes, incluindo a identificação</p><p>da(s) pessoa(s) com autoridade de aprovação, deve ser retida.</p><p>33</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>8.9.5 Recolhimento/recall</p><p>A organização deve ser capaz de assegurar em tempo adequado o recolhimento/recall de lotes de</p><p>produtos finais que tenham sido identificados como potencialmente inseguros, indicando pessoa(s)</p><p>competente(s) que tenha(m) autoridade para iniciar e executar o recolhimento/recall.</p><p>A organização deve estabelecer e manter informação documentada para:</p><p>a) notificar as partes interessadas relevantes (por exemplo, autoridades regulatórias, estatutárias,</p><p>clientes e/ou consumidores);</p><p>b) tratar os produtos recolhidos e os produtos afetados ainda em estoque;</p><p>c) desempenhar a sequência de ações a serem tomadas.</p><p>Produtos recolhidos/em recall e produtos finais afetados ainda em estoque devem ser mantidos em</p><p>segurança ou sob controle da organização, até que sejam tratados de acordo com 8.9.4.3.</p><p>A causa, a extensão e o resultado do recolhimento/recall devem ser retidos como informação docu-</p><p>mentada e relatados à Alta Direção como entrada para a análise crítica pela direção (ver 9.3).</p><p>A organização deve verificar a implementação e eficácia dos recolhimentos/recalls pelo uso de técnicas</p><p>apropriadas (por exemplo, simulação de recolhimento/recall ou recolhimento/recall na prática) e reter</p><p>informação documentada.</p><p>9 Avaliação de desempenho</p><p>9.1 Monitoramento, medição, análise e avaliação</p><p>9.1.1 Generalidades</p><p>A organização deve determinar:</p><p>a) o que precisa ser monitorado e medido;</p><p>b) os métodos para monitoramento, medição, análise e avaliação, como aplicável, para assegurar</p><p>resultados válidos;</p><p>c) quando o monitoramento e a medição devem ser realizados;</p><p>d) quando os resultados de monitoramento e medição devem ser analisados e avaliados;</p><p>e) quem deve analisar e avaliar os resultados do monitoramento e medição.</p><p>A organização deve reter informação documentada apropriada como evidência dos resultados.</p><p>A organização deve avaliar o desempenho e a eficácia do SGSA.</p><p>9.1.2 Análise e avaliação</p><p>A organização deve analisar e avaliar dados e informações apropriadas, provenientes de monitora-</p><p>mento e medição, incluindo os resultados das atividades de verificação relacionadas aos PPR e ao</p><p>34</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>plano de controle de perigos (ver 8.8 e 8.5.4), de auditorias internas (ver 9.2) e auditorias externas.</p><p>A análise deve ser realizada para:</p><p>a) confirmar se o desempenho geral do sistema está em conformidade com as disposições planeja-</p><p>das e com os requisitos do</p><p>SGSA estabelecidos pela organização;</p><p>b) identificar a necessidade de atualização ou melhoria do SGSA;</p><p>c) identificar tendências que indiquem uma maior incidência de produtos potencialmente inseguros</p><p>ou falhas de processo;</p><p>d) estabelecer informações para o planejamento do programa de auditorias internas relacionadas à</p><p>situação e à importância das áreas a serem auditadas;</p><p>e) fornecer evidências de que quaisquer correções e ações corretivas que foram tomadas são</p><p>eficazes.</p><p>Os resultados das análises e de quaisquer atividades resultantes devem ser retidos como informação</p><p>documentada. Os resultados devem ser relatados à Alta Direção e utilizados como entradas para a</p><p>análise crítica pela direção (ver 9.3) e para atualizar o SGSA (ver 10.3).</p><p>NOTA Métodos para analisar dados podem incluir técnicas estatísticas.</p><p>9.2 Auditoria interna</p><p>9.2.1 A organização deve conduzir auditorias internas a intervalos planejados, para fornecer infor-</p><p>mações de que o SGSA:</p><p>a) está em conformidade com:</p><p>1) os requisitos do SGSA estabelecidos pela própria organização;</p><p>2) os requisitos deste documento;</p><p>b) está eficazmente implementado e mantido.</p><p>9.2.2 A organização deve:</p><p>a) planejar, estabelecer, implementar e manter programa(s) de auditoria, incluindo a frequência,</p><p>métodos, responsabilidades, requisitos de planejamento e relatório, levando em consideração a</p><p>importância dos processos envolvidos, as mudanças no SGSA e os resultados de monitoramento,</p><p>medição e de auditorias prévias;</p><p>b) estabelecer os critérios de auditoria e o escopo para cada auditoria;</p><p>c) selecionar auditores competentes e conduzir a auditoria de forma a assegurar a objetividade e a</p><p>imparcialidade do processo de auditoria;</p><p>d) assegurar que os resultados das auditorias sejam reportados à equipe de segurança de alimentos</p><p>e à gestão relevante;</p><p>e) reter informação documentada como evidência do programa de auditoria e os resultados de</p><p>auditoria;</p><p>35</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>f) executar correções e ações corretivas apropriadas dentro de prazos acordados;</p><p>g) determinar se o SGSA atende à política de segurança de alimentos (ver 5.2) pretendida e aos</p><p>objetivos do SGSA (ver 6.2).</p><p>As atividades de acompanhamento devem incluir a verificação das ações executadas e o relato dos</p><p>resultados da verificação.</p><p>NOTA A ABNT NBR ISO 19011 fornece diretrizes para auditorias de sistema de gestão.</p><p>9.3 Análise crítica pela direção</p><p>9.3.1 Generalidades</p><p>A Alta Direção deve analisar criticamente o SGSA em intervalos planejados, para assegurar sua</p><p>contínua pertinência, adequação e eficácia.</p><p>9.3.2 Entradas de análise crítica pela direção</p><p>A análise crítica pela direção deve considerar:</p><p>a) situação das ações oriundas de análises críticas anteriores pela direção;</p><p>b) mudanças em questões externas e internas que são relevantes ao SGSA, incluindo mudanças na</p><p>organização e no seu contexto (ver 4.1);</p><p>c) informações sobre o desempenho e eficácia do SGSA, incluindo as tendências em:</p><p>1) resultados das atividades de atualização do sistema (ver 4.4 e 10.3);</p><p>2) resultados de monitoramento e medição;</p><p>3) análise dos resultados de atividades de verificação relacionadas aos PPR e ao plano de</p><p>controle de perigos (ver 8.8.2);</p><p>4) não conformidades e ações corretivas;</p><p>5) resultados de auditorias (internas e externas);</p><p>6) inspeções (por exemplo, regulatórias, de clientes);</p><p>7) desempenho de fornecedores externos;</p><p>8) análise crítica de riscos e oportunidades e da eficácia das ações executadas para resolvê-los</p><p>(ver 6.1);</p><p>9) extensão do cumprimento dos objetivos do SGSA;</p><p>d) adequação dos recursos;</p><p>e) qualquer situação emergencial, incidente (ver 8.4.2) ou recolhimento/recall (ver 8.9.5) que tenha</p><p>ocorrido;</p><p>36</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>f) informação relevante obtida da comunicação externa (ver 7.4.2) e interna (ver 7.4.3), incluindo</p><p>pedidos e reclamações das partes interessadas;</p><p>g) oportunidades para melhoria contínua.</p><p>Os dados devem ser apresentados de modo que permitam que a Alta Direção relacione as informa-</p><p>ções aos objetivos estabelecidos no SGSA.</p><p>9.3.3 Saídas de análise crítica pela direção</p><p>As saídas da análise crítica pela direção devem incluir:</p><p>a) decisões e ações relacionadas à oportunidade de melhoria contínua;</p><p>b) quaisquer necessidades de atualização e mudanças do SGSA, incluindo necessidade de recur-</p><p>sos e revisões da política de segurança de alimentos e objetivos do SGSA.</p><p>A organização deve reter informação documentada como evidência dos resultados das análises</p><p>críticas pela direção.</p><p>10 Melhoria</p><p>10.1 Não conformidade e ação corretiva</p><p>10.1.1 Quando uma não conformidade ocorrer, a organização deve:</p><p>a) reagir à não conformidade e, quando aplicável:</p><p>1) tomar ações para controlar e corrigir a não conformidade;</p><p>2) lidar com as consequências;</p><p>b) avaliar a necessidade de ações para eliminar a(s) causa(s) da não conformidade, a fim de que ela</p><p>não ocorra ou ocorra novamente em outra parte do sistema, por meio de:</p><p>1) análise crítica da não conformidade;</p><p>2) determinação das causas da não conformidade;</p><p>3) determinação da existência de não conformidades similares ou se podem potencialmente</p><p>ocorrer;</p><p>c) implementar qualquer ação necessária;</p><p>d) analisar criticamente a eficácia de qualquer ação corretiva tomada;</p><p>e) fazer modificações no SGSA, se necessário.</p><p>Ações corretivas devem ser apropriadas aos efeitos das não conformidades encontradas.</p><p>10.1.2 A organização deve reter informação documentada como evidência:</p><p>a) da natureza das não conformidades e quaisquer ações subsequentes executadas;</p><p>37</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>b) dos resultados de quaisquer ações corretivas.</p><p>10.2 Melhoria contínua</p><p>A organização deve melhorar continuamente a pertinência, adequação e eficácia do SGSA.</p><p>A Alta Direção deve assegurar que a organização melhore continuamente a eficácia do SGSA pelo uso</p><p>da comunicação (ver 7.4), análise crítica pela direção (ver 9.3), auditoria interna (ver 9.2), avaliação dos</p><p>resultados de verificação (ver 8.8.2), validação de medida(s) de controle e combinações de medida(s)</p><p>de controle (ver 8.5.3), ações corretivas (ver 8.9.3) e atualização do SGSA (ver 10.3).</p><p>10.3 Atualização do sistema de gestão de segurança de alimentos</p><p>A Alta Direção deve assegurar que o SGSA seja continuamente atualizado. Para isso, a equipe de</p><p>segurança de alimentos deve avaliar o SGSA em intervalos planejados. A equipe deve então considerar</p><p>se é necessário analisar criticamente os perigos (ver 8.5.2), o plano de controle de perigos (ver 8.5.4)</p><p>e os PPR estabelecidos (ver 8.2). As atividades de atualização devem ser baseadas nas:</p><p>a) entradas de comunicação, externa e interna (ver 7.4);</p><p>b) entradas de outras informações sobre a pertinência, adequação e eficácia do SGSA;</p><p>c) saídas da análise dos resultados de atividades de verificação (ver 9.1.2);</p><p>d) saídas da análise crítica pela direção (9.3).</p><p>As atividades de atualização do sistema devem ser retidas como informação documentada e relatadas</p><p>como entradas para análise crítica pela direção (ver 9.3).</p><p>38</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>Anexo A</p><p>(informativo)</p><p>Referências cruzadas entre o HACCP CODEX e este documento</p><p>Tabela A.1 ‒ Referências cruzadas entre os princípios do HACCP do CODEX e as etapas da</p><p>aplicação e Seções deste documento (continua)</p><p>Princípios do</p><p>HACCP CODEX</p><p>Etapas de aplicação do</p><p>HACCP CODEX a</p><p>Este documento</p><p>Estabelecer equipe</p><p>APPCC</p><p>Etapa 1 5.3 Equipe de segurança de</p><p>alimentos</p><p>Descrever o produto Etapa 2 8.5.1.2 Características das matérias-</p><p>primas, ingredientes e</p><p>materiais de contato com o</p><p>produto</p><p>8.5.1.3 Características dos produtos</p><p>finais</p><p>Identificar o uso</p><p>intencional</p><p>Etapa 3 8.5.1.4 Uso pretendido</p><p>Elaboração o</p><p>fluxograma</p><p>Etapa 4 8.5.1.5 Fluxograma e descrição dos</p><p>processos</p><p>Confirmar in loco o</p><p>fluxograma</p><p>Etapa 5</p><p>Princípio 1</p><p>Conduzir a análise</p><p>de perigos</p><p>Listar todos os</p><p>perigos potenciais</p><p>Etapa 6 8.5.2 Análise de perigos</p><p>Realizar uma</p><p>análise de perigos</p><p>Considerar medidas</p><p>de controle</p><p>8.5.3 Validação da(s) medida(s) de</p><p>controle e combinações de</p><p>medidas de controle</p><p>Princípio 2</p><p>Determinar os pontos</p><p>críticos de controle</p><p>(PCCs)</p><p>Determinar os PCC Etapa 7 8.5.4 Plano de controle de perigos</p><p>Princípio 3</p><p>Estabelecer o limite</p><p>crítico</p><p>Estabelecer o limite</p><p>crítico para cada</p><p>PCC</p><p>Etapa 8 8.5.4 Plano de controle de perigos</p><p>39</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>Tabela A.1 (conclusão)</p><p>Princípios do</p><p>HACCP CODEX</p><p>Etapas de aplicação do</p><p>HACCP CODEX a</p><p>Este documento</p><p>Princípio 4</p><p>Estabelecer</p><p>um sistema de</p><p>monitoramento para</p><p>controle do PCC</p><p>Estabelecer</p><p>um sistema de</p><p>monitoramento de</p><p>cada PCC</p><p>Etapa 9 8.5.4.3 Sistema de monitoramento</p><p>de PCC e PPRO</p><p>Princípio 5</p><p>Estabelecer as ações</p><p>corretivas a serem</p><p>tomadas quando</p><p>o monitoramento</p><p>indica que um PCC</p><p>específico não está</p><p>sob controle</p><p>Estabelecer ações</p><p>corretivas</p><p>Etapa 10 8.5.4 Plano de controle de perigos</p><p>8.9.2 Correções</p><p>8.9.3 Ações corretivas</p><p>Princípio 6</p><p>Estabelecer</p><p>procedimentos de</p><p>verificação para</p><p>confirmar se o</p><p>sistema HACCP</p><p>está operando</p><p>efetivamente</p><p>Estabelecer</p><p>procedimentos de</p><p>verificação</p><p>Etapa 11 8.7 Controle de monitoramento e</p><p>medição</p><p>8.8 Verificação relacionada aos</p><p>PPR e o plano de controle de</p><p>perigo</p><p>9.2 Auditoria interna</p><p>Princípio 7</p><p>Estabelecer</p><p>documentação</p><p>referente a todos</p><p>os procedimentos e</p><p>registros apropriados</p><p>a estes princípios e</p><p>sua aplicação</p><p>Estabelecer</p><p>documentação e</p><p>manter registros</p><p>Etapa 12 7.5 Informação documentada</p><p>a Publicações CODEX estão disponíveis nas Referências [12].</p><p>40</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>Anexo B</p><p>(informativo)</p><p>Referências cruzadas entre este documento e a</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2006</p><p>Tabela B.1 ‒ Estrutura principal (continua)</p><p>Este documento ABNT NBR ISO 22000:2006</p><p>4 Contexto da organização Novo título</p><p>4.1 Entendendo a organização e o seu contexto Novo</p><p>4.2 Entendendo as necessidades e expectativas das partes</p><p>interessadas</p><p>Novo</p><p>4.3 Determinando o escopo do sistema de gestão de segurança</p><p>de alimentos</p><p>4.1 (e novo)</p><p>4.4 Sistema de gestão da segurança de alimentos 4.1</p><p>5 Liderança Novo título</p><p>5.1 Liderança e comprometimento 5.1, 7.4.3 (e novo)</p><p>5.2 Política 5.2 (e novo)</p><p>5.3 Funções, responsabilidades e autoridades organizacionais 5.4, 5.5, 7.3.2 (e novo)</p><p>6 Planejamento Novo título</p><p>6.1 Ações para abordar riscos e oportunidades Novo</p><p>6.2 Objetivos do sistema de gestão de segurança de alimentos e</p><p>planejamento para alcançá-los</p><p>5.3 (e novo)</p><p>6.3 Planejamento de mudanças 5.3 (e novo)</p><p>7 Apoio Novo título</p><p>7.1 Recursos 1, 4.1, 6.2, 6.3, 6.4 (e novo)</p><p>7.2 Competência 6.2, 7.3.2 (e novo)</p><p>7.3 Conscientização 6.2.2</p><p>7.4 Comunicação 5.6, 6.2.2</p><p>7.5 Informação documentada 4.2, 5.6.1</p><p>41</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>Tabela B.1 (conclusão)</p><p>Este documento ABNT NBR ISO 22000:2006</p><p>8 Operação Novo título</p><p>8.1 Planejamento e controle operacional Novo</p><p>8.2 Programas de pré-requisitos (PPR) 7.2</p><p>8.3 Sistema de rastreabilidade 7.9 (e novo)</p><p>8.4 Prontidão e resposta a emergências 5.7 (e novo)</p><p>8.5 Controle de perigos 7.3, 7.4, 7.5, 7.6, 8.2 (e novo)</p><p>8.6 Atualização das informações especificando os PPR e o plano</p><p>de controle de perigos</p><p>7.7</p><p>8.7 Controle de monitoramento e medição 8.3</p><p>8.8 Verificação relacionada aos PPR e ao plano de controle de</p><p>perigos</p><p>7.8, 8.4.2</p><p>8.9 Controle de não conformidades de produto e processos 7.10</p><p>9 Avaliação de desempenho Novo título</p><p>9.1 Monitoramento, medição, análise e avaliação Novo título</p><p>9.1.1 Generalidades Novo</p><p>9.1.2 Análise e avaliação 8.4.2, 8.4.3</p><p>9.2 Auditoria interna 8.4.1</p><p>9.3 Análise crítica pela direção 5.8 (e novo)</p><p>9.3.1 Generalidades 5.2, 5.8.1</p><p>9.3.2 Entradas de análise crítica pela direção 5.8.2 (e novo)</p><p>9.3.3 Saídas de análise crítica pela direção 5.8.1, 5.8.3</p><p>10 Melhoria Novo título</p><p>10.1 Não conformidade e ação corretiva Novo</p><p>10.2 Melhoria contínua 8.1, 8.5.1</p><p>10.3 Atualização do sistema de gestão de segurança de alimentos 8.5.2</p><p>Tabela B.2 – Seção 7: Apoio (continua)</p><p>Este documento ABNT NBR ISO 22000:2006</p><p>7 Apoio Novo título</p><p>7.1. Recursos 6</p><p>7.1.1 Generalidades 6.1</p><p>7.1.2 Pessoas 6.2, 6.2.2 (e novo)</p><p>7.1.3 Infraestrutura 6.3</p><p>42</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>Tabela B.2 (conclusão)</p><p>Este documento ABNT NBR ISO 22000:2006</p><p>7.1.4 Ambiente de trabalho 6.4</p><p>7.1.5 Elementos de um sistema de gestão de segurança de</p><p>alimentos desenvolvidos externamente</p><p>1 (e novo)</p><p>7.1.6 Controle de processos, produtos ou serviços fornecidos</p><p>externamente</p><p>4.1 (e novo)</p><p>7.2 Competência 6.2.1, 6.2.2, 7.3.2</p><p>7.3 Conscientização 6.2.2</p><p>7.4 Comunicação 5.6</p><p>7.4.1 Generalidades 6.2.2 (e novo)</p><p>7.4.2 Comunicação externa 5.6.1</p><p>7.4.3 Comunicação interna 5.6.2</p><p>7.5 Informação documentada 4.2</p><p>7.5.1 Generalidades 4.2.1, 5.6.1</p><p>7.5.2 Criando e atualizando 4.2.2</p><p>7.5.3 Controle da informação documentada 4.2.2, 4.2.3 (e novo)</p><p>Tabela B.3 – Seção 8: Operação (continua)</p><p>Este documento ABNT NBR ISO 22000:2006</p><p>8 Operação Novo título</p><p>8.1 Planejamento e controle operacional 7.1 (e novo)</p><p>8.2 Programas de pré-requisitos (PPR) 7.2</p><p>8.3 Sistema de rastreabilidade 7.9 (e novo)</p><p>8.4 Prontidão e resposta a emergências 5.7</p><p>8.4.1 Generalidades 5.7</p><p>8.4.2 Tratamento de emergências e incidentes Novo</p><p>8.5 Controle de perigos Novo título</p><p>8.5.1 Etapas preliminares para permitir a análise de perigos 7.3</p><p>8.5.1.1 Generalidades 7.3.1</p><p>8.5.1.2 Características de matérias-primas, ingredientes e</p><p>materiais em contato com os produtos</p><p>7.3.3.1</p><p>8.5.1.3 Características dos produtos finais 7.3.3.2</p><p>8.5.1.4 Uso pretndido 7.3.4</p><p>43</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>Tabela B.3 (conclusão)</p><p>Este documento ABNT NBR ISO 22000:2006</p><p>8.5.1.5 Fluxogramas e descrição dos processos 7.3.5.1</p><p>8.5.1.5.1 Preparação dos fluxogramas 7.3.5.1</p><p>8.5.1.5.2 Confirmação in loco dos fluxogramas 7.3.5.1</p><p>8.5.1.5.3 Descrição dos processos e ambiente de processamento 7.2.4, 7.3.5.2 (e novo)</p><p>8.5.2 Análise de perigos 7.4</p><p>8.5.2.1 Generalidades 7.4.1</p><p>8.5.2.2 Identificação de perigos e determinação de níveis aceitáveis 7.4.2</p><p>8.5.2.3 Avaliação dos perigos 7.4.3, 7.6.2 (e novo)</p><p>8.5.2.4 Seleção e classificação das medidas de controle 7.3.5.2, 7.4.4 (e novo)</p><p>8.5.3 Validação da(s) medida(s) de controle e da(s)</p><p>combinação(ões) de medida(s) de controle</p><p>8.2</p><p>8.5.4 Plano de controle de perigos (planos APPCC/PPRO) Novo título</p><p>8.5.4.1 Generalidades 7.5, 7.6.1</p><p>8.5.4.2 Determinação dos limites críticos e critérios para tomada de ação 7.6.3 (e novo)</p><p>8.5.4.3 Sistemas de monitoramento dos PCC e PPRO 7.6.3, 7.6.4 (e novo)</p><p>8.5.4.4 Ações quando os limites críticos ou critérios para tomada</p><p>de ação não forem atendidos</p><p>7.6.5</p><p>8.5.4.5 Implementação do plano de controle de perigos Novo</p><p>8.6 Atualização das informações especificando os PPR e o plano</p><p>de controle de perigos</p><p>7.7</p><p>8.7 Controle de monitoramento e medição 8.3</p><p>8.8 Verificação relacionada aos PPR e ao plano de controle de</p><p>perigos</p><p>Novo título</p><p>8.8.1 Verificação 7.8, 8.4.2</p><p>8.8.2 Análise dos resultados das atividades de verificação 8.4.3</p><p>8.9 Controle de não conformidades de produto e processos 7.10</p><p>8.9.1 Generalidades 7.10.1, 7.10.2</p><p>8.9.2 Correções 7.10.1</p><p>8.9.3 Ações corretivas 7.10.2</p><p>8.9.4 Tratamento de produtos potencialmente inseguros 7.10.3</p><p>8.9.4.1 Generalidades 7.10.3.1</p><p>8.9.4.2 Avaliação para liberação 7.10.3.2</p><p>8.9.4.3 Disposição de produtos não conformes 7.10.3.3</p><p>8.9.5 Recolhimento/recall 7.10.4</p><p>44</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>Bibliografia</p><p>[1] ABNT NBR ISO 9000:2015, Sistemas de gestão da qualidade – Fundamentos e vocabulário</p><p>[2] ABNT NBR ISO 9001:2015, Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos</p><p>[3] ABNT NBR ISO 19011, Diretrizes para auditoria de sistemas de gestão</p><p>[4] ISO/TS 22002 (all parts), Prerequisite programmes on food safety</p><p>NOTA BRASILEIRA As ISO/TS 22002-1, ISO/TS 22002-3 e ISO/TS 22002-4 foram adotadas</p><p>no Brasil como: ABNT ISO/TS 22002-1, Programa de pré-requisitos na segurança de alimentos –</p><p>Parte 1: Processamento industrial de alimentos; ABNT ISO/TS 22002-3, Programas de pré-requisito de</p><p>segurança de alimentos – Parte 3: Agricultura; e; ABNT ISO/TS 22002-4, Programas de pré-requisito na</p><p>segurança de alimentos – Parte 4: Processamento industrial de embalagem para alimentos</p><p>[5] ABNT ISO/TS 22003, Sistemas de gestão da segurança de alimentos – Requisitos para organismos</p><p>que fornecem auditoria e certificação de sistemas de gestão da segurança de alimentos</p><p>[6] ABNT NBR ISO 22005, Rastreabilidade na cadeia produtiva de alimentos e rações – Princípios</p><p>gerais e requisitos básicos para planejamento e implementação do sistema</p><p>[7] ABNT ISO Guia 73:2009, Gestão de riscos – Vocabulário</p><p>[8] CAC/GL 60 2006, 0-2006, Principle for Traceability/Product Tracing as a Tool Within a Food</p><p>Inspection and Certification System</p><p>[9] CAC/GL 81 2013, Guidance for governments on prioritizing hazards in feed</p><p>[10] CAC/RCP 1 1969, General Principle of Food Hygiene</p><p>[11] Joint FAO/WHO Food Standards Programme. Codex Alimentarius Commission: Procedural</p><p>Manual. Twenty-fifth edition, 2016</p><p>[12] Codex Alimentarius. Available from: http://www.fao.org/fao-who-codexalimentarius/en/</p><p>45</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>7.5.3 Controle da informação documentada ..........................................................................20</p><p>8 Operação ...........................................................................................................................20</p><p>8.1 Planejamento e controle operacional .............................................................................20</p><p>8.2 Programa de pré-requisitos (PPR) ..................................................................................21</p><p>8.3 Sistema de rastreabilidade ..............................................................................................22</p><p>8.4 Prontidão e resposta a emergências ..............................................................................22</p><p>8.4.1 Generalidades ...................................................................................................................22</p><p>8.4.2 Tratamento de emergências e incidentes ......................................................................22</p><p>8.5 Controle de perigos .........................................................................................................23</p><p>8.5.1 Etapas preliminares para permitir a análise de perigos ...............................................23</p><p>8.5.2 Análise de perigos ...........................................................................................................25</p><p>8.5.3 Validação da(s) medida(s) de controle e da(s) combinação(ões) de medida(s) de</p><p>controle ............................................................................................................................27</p><p>8.5.4 Plano de controle de perigos (planos APPCC/PPRO) ..................................................28</p><p>8.6 Atualização das informações especificando os PPR e o plano de controle de</p><p>perigos ..............................................................................................................................29</p><p>8.7 Controle de monitoramento e medição ..........................................................................30</p><p>8.8 Verificação relacionada aos PPR e ao plano de controle de perigos .........................30</p><p>8.8.1 Verificação ........................................................................................................................30</p><p>8.8.2 Análise dos resultados das atividades de verificação .................................................31</p><p>8.9 Controle de não conformidades de produto e processo .............................................31</p><p>8.9.1 Generalidades ...................................................................................................................31</p><p>8.9.2 Correções ..........................................................................................................................31</p><p>8.9.3 Ações corretivas ..............................................................................................................32</p><p>8.9.4 Tratamento de produtos potencialmente inseguros .....................................................32</p><p>8.9.5 Recolhimento/recall .........................................................................................................34</p><p>9 Avaliação de desempenho ..............................................................................................34</p><p>9.1 Monitoramento, medição, análise e avaliação ..............................................................34</p><p>9.1.1 Generalidades ...................................................................................................................34</p><p>9.1.2 Análise e avaliação ..........................................................................................................34</p><p>9.2 Auditoria interna ...............................................................................................................35</p><p>9.3 Análise crítica pela direção .............................................................................................36</p><p>9.3.1 Generalidades ...................................................................................................................36</p><p>9.3.2 Entradas de análise crítica pela direção ........................................................................36</p><p>9.3.3 Saídas de análise crítica pela direção ............................................................................37</p><p>10 Melhoria .............................................................................................................................37</p><p>10.1 Não conformidade e ação corretiva ...............................................................................37</p><p>10.2 Melhoria contínua ............................................................................................................38</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservadosiv</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>10.3 Atualização do sistema de gestão de segurança de alimentos ...................................38</p><p>Anexo A (informativo) Referências cruzadas entre o HACCP CODEX e este documento ...........39</p><p>Anexo B (informativo) Referências cruzadas entre este documento e a</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2006 .............................................................................................41</p><p>Bibliografia .........................................................................................................................................45</p><p>Figura</p><p>Figura 1 – Ilustração do ciclo Plan-Do-Check-Act em dois níveis..................................................x</p><p>Tabelas</p><p>Tabela A.1 ‒ Referências cruzadas entre os princípios do HACCP do CODEX e as etapas da</p><p>aplicação e Seções deste documento ............................................................................39</p><p>Tabela B.1 ‒ Estrutura principal .......................................................................................................41</p><p>Tabela B.2 – Seção 7: Apoio .............................................................................................................42</p><p>Tabela B.3 – Seção 8: Operação ......................................................................................................43</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados v</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>Prefácio Nacional</p><p>A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. As Normas</p><p>Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos</p><p>de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE), são</p><p>elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas pelas partes interessadas no tema objeto</p><p>da normalização.</p><p>Os Documentos Técnicos Internacionais são adotados conforme as regras da ABNT Diretiva 3.</p><p>A ABNT chama a atenção para que, apesar de ter sido solicitada manifestação sobre eventuais direitos</p><p>de patentes durante a Consulta Nacional, estes podem ocorrer e devem ser comunicados à ABNT</p><p>a qualquer momento (Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996).</p><p>Os Documentos Técnicos ABNT, assim como as Normas Internacionais (ISO e IEC), são voluntários</p><p>e não incluem requisitos contratuais, legais ou estatutários. Os Documentos Técnicos ABNT não</p><p>substituem Leis, Decretos ou Regulamentos, aos quais os usuários devem atender, tendo precedência</p><p>sobre qualquer Documento Técnico ABNT.</p><p>Ressalta-se que os Documentos Técnicos ABNT podem ser objeto de citação em Regulamentos</p><p>Técnicos. Nestes casos, os órgãos responsáveis pelos Regulamentos</p><p>Técnicos podem determinar as</p><p>datas para exigência dos requisitos de quaisquer Documentos Técnicos ABNT.</p><p>A ABNT NBR ISO 22000 foi elaborada na Comissão de Estudo Especial de Segurança de Alimentos</p><p>(ABNT/CEE-104). O Projeto de Revisão circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 01, de</p><p>29.01.2019 a 27.02.2019.</p><p>A ABNT NBR ISO 22000 é uma adoção idêntica, em conteúdo técnico, estrutura e redação à</p><p>ISO 22000:2018, que foi elaborada pelo Technical Committee Food products (ISO/TC 34), Subcommittee</p><p>Management systems for food safety (SC 17).</p><p>A ABNT NBR ISO 22000:2019 cancela e substitui a ABNT NBR ISO 22000:2006 Versão corrigida:2006,</p><p>a qual foi tecnicamente revisada.</p><p>Os seguintes Anexos foram incluídos para fornecer aos usuários deste documento mais informações:</p><p>— Anexo A: referências cruzadas entre os princípios do HACCP do CODEX e este documento;</p><p>— Anexo B: referências cruzadas entre este documento e a ABNT NBR ISO 22000:2006.</p><p>O Escopo em inglês da ABNT NBR ISO 22000 é o seguinte:</p><p>Scope</p><p>This document specifies requirements for a food safety management system (FSMS) to enable an</p><p>organization that is directly or indirectly involved in the food chain:</p><p>a) to plan, implement, operate, maintain and update a FSMS providing products and services that</p><p>are safe, in accordance with their intended use;</p><p>b) to demonstrate compliance with applicable statutory and regulatory food safety requirements;</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservadosvi</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>c) to evaluate and assess mutually agreed customer food safety requirements and to demonstrate</p><p>conformity with them;</p><p>d) to effectively communicate food safety issues to interested parties within the food chain;</p><p>e) to ensure that the organization conforms to its stated food safety policy;</p><p>f) to demonstrate conformity to relevant interested parties;</p><p>g) to seek certification or registration of its FSMS by an external organization, or make a</p><p>self-assessment or self-declaration of conformity to this document.</p><p>All requirements of this document are generic and are intended to be applicable to all organizations</p><p>in the food chain, regardless of size and complexity. Organizations that are directly or indirectly</p><p>involved include, but are not limited to, feed producers, animal food producers, harvesters of wild</p><p>plants and animals, farmers, producers of ingredients, food manufacturers, retailers, and organizations</p><p>providing food services, catering services, cleaning and sanitation services, transportation, storage</p><p>and distribution services, suppliers of equipment, cleaning and disinfectants, packaging materials and</p><p>other food contact materials.</p><p>This document allows any organization, including small and/or less developed organizations (e.g. a</p><p>small farm, a small packer-distributor, a small retail or food service outlet) to implement externally-</p><p>developed elements in their FSMS.</p><p>Internal and/or external resources can be used to meet the requirements of this document.</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados vii</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>Introdução</p><p>0.1 Generalidades</p><p>A adoção de um sistema de gestão de segurança de alimentos (SGSA) é uma decisão estratégica</p><p>para uma organização que pode ajudar a melhorar seu desempenho geral em segurança de alimen-</p><p>tos. Os benefícios potenciais para uma organização ao implementar um SGSA baseado neste docu-</p><p>mento são:</p><p>a) a capacidade de fornecer consistentemente a segurança de alimentos, produtos e serviços que</p><p>atendam ao cliente e aos requisitos estatutários e regulamentares aplicáveis;</p><p>b) a abordagem de riscos associados com seus objetivos;</p><p>c) a capacidade de demonstrar conformidade com os requisitos especificados de SGSA.</p><p>Este documento adota a abordagem de processos (ver 0.3), que incorpora o ciclo Plan-Do-Check-Act</p><p>(PDCA) (0.3.2) e a mentalidade baseada no risco (0.3.3).</p><p>Esta abordagem de processo possibilita que uma organização planeje seus processos e suas</p><p>interações.</p><p>O ciclo PDCA possibilita que uma organização assegure que seus processos tenham recursos e</p><p>gerenciamento adequados, que as oportunidades para melhoria sejam determinadas e as ações</p><p>sejam implementadas.</p><p>A mentalidade baseada no risco possibilita que uma organização determine os fatores que podem</p><p>causar desvios em seus processos e em seu SGSA, em relação aos resultados planejados, e colocar</p><p>em prática controles para prevenir e minimizar efeitos adversos.</p><p>Neste documento, as seguintes formas verbais são empregadas:</p><p>— “deve” indica um requisito;</p><p>— “convém” indica uma recomendação;</p><p>— “pode” (may/can) indica uma permissão/possibilidade ou capacidade.</p><p>NOTA BRASILEIRA Em inglês existem dois verbos (can/may) para expressar a forma verbal “pode” em</p><p>português.</p><p>“NOTAS” fornecem orientações para entendimento ou esclarecimento dos requisitos neste documento.</p><p>0.2 Princípios do SGSA</p><p>A segurança de alimentos está relacionada à presença de perigos no momento do consumo (pelo</p><p>consumidor). Perigos à segurança de alimentos podem ocorrer em qualquer estágio da cadeia</p><p>produtiva de alimentos. Portanto, o controle adequado em toda a cadeia de produção de alimentos</p><p>é essencial. A segurança de alimentos é assegurada com esforços combinados de todas as partes</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservadosviii</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>participantes da cadeia produtiva de alimentos. Este documento especifica os requisitos para o SGSA</p><p>que combinam os elementos-chave geralmente reconhecidos:</p><p>— comunicação interativa;</p><p>— sistema de gestão;</p><p>— programa de pré-requisitos;</p><p>— princípios de análise dos perigos e pontos críticos de controle (APPCC).</p><p>Além disso, este documento é baseado nos princípios que são comuns às normas da ABNT de</p><p>sistemas de gestão. Os princípios de Gestão são:</p><p>— foco no cliente;</p><p>— liderança;</p><p>— engajamento das pessoas;</p><p>— abordagem de processo;</p><p>— melhoria;</p><p>— tomada de decisão baseada em evidência;</p><p>— gestão de relacionamento.</p><p>0.3 Abordagem de processo</p><p>0.3.1 Generalidades</p><p>Este documento adota uma abordagem de processo no desenvolvimento e implementação de um</p><p>SGSA e melhoria da sua eficácia, para elevar a segurança de produtos e serviços enquanto os</p><p>requisitos aplicáveis são atendidos. Entender e gerenciar processos inter-relacionados como um sis-</p><p>tema contribui para a eficácia e a eficiência da organização em atingir seus resultados pretendidos.</p><p>A abordagem de processo envolve a definição e a gestão sistemáticas de processos e suas interações</p><p>para alcançar os resultados pretendidos de acordo com a política de segurança de alimentos e com o</p><p>direcionamento estratégico da organização. A gestão dos processos e do sistema como um todo pode</p><p>ser conseguida usando o ciclo PDCA com um foco geral na mentalidade baseada no risco, visando</p><p>tirar proveito das oportunidades e prevenir resultados indesejáveis.</p><p>O reconhecimento do papel da organização e posição na cadeia produtiva de alimentos é essencial</p><p>para assegurar uma comunicação interativa eficaz ao longo da cadeia produtiva de alimentos.</p><p>0.3.2 Ciclo Plan-Do-Check-Act</p><p>O ciclo PDCA pode ser resumidamente descrito como a seguir:</p><p>Plan (planejar) estabelecer os objetivos do sistema e seus processos, fornecer os recursos</p><p>necessários para entregar resultados e identificar e abordar riscos e</p><p>oportunidades;</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados ix</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>Do (fazer) implementar o que foi planejado;</p><p>Check (checar) monitorar e (onde pertinente) medir os processos, produtos e serviços</p><p>resultantes, analisar e avaliar informações e dados do monitoramento, medir</p><p>e verificar atividades, e relatar os resultados;</p><p>Act (agir) executar ações para melhorar desempenho, conforme necessário.</p><p>Neste documento, como ilustrado na Figura 1, a abordagem de processo utiliza o conceito do ciclo</p><p>PDCA em dois níveis. O primeiro abrange a estrutura geral do SGSA (Seção 4 a Seção 7 e Seção 9</p><p>a Seção 10). O outro nível (planejamento operacional e controle) abrange processos operacionais</p><p>dentro do sistema de gestão de segurança de alimentos, como descrito na Seção 8. A comunicação</p><p>entre os dois níveis é, portanto, essencial.</p><p>Planejamento e controle organizacional</p><p>DO (SGSA)</p><p>8. Operação</p><p>CHECK (SGSA)</p><p>9. Avaliação de</p><p>desempenho</p><p>ACT (SGSA)</p><p>10. Melhoria</p><p>PLAN (SGSA)</p><p>4. Contexto da</p><p>organização</p><p>5. Liderança</p><p>6. Planejamento</p><p>7. Apoio (incluindo</p><p>controle de processos,</p><p>produtos ou serviços</p><p>providos externamente)</p><p>Planejamento e controle operacional</p><p>Preparação e resposta a emergências</p><p>Sistema de rastreabilidade</p><p>PRP</p><p>Plano de controle</p><p>de perigos</p><p>(plano HACCP/PPRO)</p><p>Planejamento</p><p>de verificação</p><p>Análise de</p><p>perigos</p><p>Validação</p><p>de medidas</p><p>de controle</p><p>PLAN (segurança de alimentos)</p><p>Atualização de informação</p><p>preliminar e documentos</p><p>especificando os PPR e o</p><p>plano de controle de perigos</p><p>ACT (segurança de alimentos) DO (segurança de alimentos)</p><p>Atividades de verificação</p><p>Análises dos resultados de</p><p>atividades de verificação</p><p>CHECK (segurança de alimentos)</p><p>Implementação do planejamento</p><p>(segurança de alimentos)</p><p>Controle do monitoramento</p><p>e medição</p><p>Controle de produtos e processos</p><p>de não conformidade</p><p>Figura 1 – Ilustração do ciclo Plan-Do-Check-Act em dois níveis</p><p>0.3.3 Mentalidade baseada no risco</p><p>0.3.3.1 Generalidades</p><p>A mentalidade baseada no risco é essencial para se conseguir um SGSA eficaz. Neste documento, a</p><p>mentalidade baseada no risco é abordada em dois níveis, organizacional (ver 0.3.3.2) e operacional</p><p>(ver 0.3.3.3), sendo consistente com a abordagem de processo descrita em 0.3.2.</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservadosx</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>0.3.3.2 Gestão do risco organizacional</p><p>Risco é o efeito da incerteza, e qualquer incerteza pode ter um efeito positivo ou negativo. No contexto</p><p>da gestão do risco organizacional, um desvio positivo proveniente de um risco pode oferecer uma</p><p>oportunidade, mas nem todos os efeitos positivos de risco resultam em oportunidades.</p><p>Para estar conforme com os requisitos deste documento, uma organização planeja e implementa</p><p>ações para abordar os riscos organizacionais (Seção 6). A abordagem de riscos estabelece uma</p><p>base para o aumento da eficácia do SGSA, conseguindo melhores resultados e prevenindo efeitos</p><p>negativos.</p><p>0.3.3.3 Análise de perigos – Processos operacionais</p><p>O conceito de mentalidade baseado no risco de acordo com os princípios do APPCC no nível opera-</p><p>cional é implícito neste documento.</p><p>As etapas subsequentes no APPCC podem ser consideradas medidas necessárias para prevenir</p><p>ou reduzir perigos a níveis aceitáveis, para assegurar que o alimento seja seguro no momento do</p><p>consumo (Seção 8).</p><p>Convém que as decisões tomadas na aplicação do APPCC sejam baseadas na ciência, imparciais e</p><p>documentadas. Convém que a documentação inclua quaisquer premissas fundamentais no processo</p><p>de tomada de decisão.</p><p>0.4 Relação com outras normas de sistemas de gestão</p><p>Este documento foi desenvolvido de acordo com a estrutura normativa da ISO de alto nível (HLS).</p><p>O objetivo do documento de alto nível é melhorar o alinhamento entre as normas de sistemas de gestão</p><p>ISO. Este documento permite que uma organização utilize a abordagem de processo, juntamente com</p><p>o ciclo PCDA e a mentalidade baseada no risco, para alinhar ou integrar a abordagem de seu SGSA</p><p>com os requisitos de outros sistemas de gestão e normas de apoio.</p><p>Este documento é o princípio fundamental e a estrutura para sistemas de gestão de segurança de</p><p>alimentos, e estabelece os requisitos específicos do SGSA em toda a cadeia produtiva de alimentos.</p><p>Outros guias relacionados à segurança de alimentos, especificações e/ou requisitos específicos do</p><p>setor alimentício podem ser utilizados em conjunto com esta estrutura.</p><p>Além disso, a ISO desenvolveu uma família de documentos associados. Estes incluem documentos</p><p>para:</p><p>— programas de pré-requisitos (série ISO/TS 22002) para setores específicos da cadeia produtiva</p><p>de alimentos;</p><p>— requisitos para auditoria e organismos de certificação;</p><p>— rastreabilidade.</p><p>A ISO também fornece documentos de orientação para as organizações sobre como implementar este</p><p>documento e normas relacionadas. Informações estão disponíveis no site da ISO.</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados xi</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>Sistemas de gestão de segurança de alimentos — Requisitos para</p><p>qualquer organização na cadeia produtiva de alimentos</p><p>1 Escopo</p><p>Este documento especifica os requisitos para o sistema de gestão de segurança de alimentos (SGSA)</p><p>que permitem que uma organização que está direta ou indiretamente envolvida na cadeia produtiva</p><p>de alimentos:</p><p>a) planeje, implemente, opere, mantenha e atualize o SGSA, direcionado ao fornecimento de produ-</p><p>tos e serviços que são seguros, de acordo com o seu uso pretendido;</p><p>b) demonstre compliance com os requisitos estatutários e regulamentares de segurança de alimentos</p><p>aplicáveis,</p><p>c) avalie e analise criticamente os requisitos de clientes mutuamente acordados, relacionados à</p><p>segurança de alimentos, e demonstre conformidade com eles;</p><p>d) comunique eficazmente assuntos de segurança de alimentos às partes interessadas dentro da</p><p>cadeia produtiva de alimentos;</p><p>e) assegure que a organização esteja em conformidade com a sua política de segurança de alimentos</p><p>declarada;</p><p>f) demonstre conformidade às partes interessadas pertinentes;</p><p>g) procure certificação ou registro de seu SGSA por uma organização externa ou faça autoavaliação</p><p>ou autodeclaração da conformidade com este documento.</p><p>Todos os requisitos deste documento são genéricos e aplicáveis a todas as organizações na cadeia</p><p>produtiva de alimentos, independentemente de tamanho e complexidade. Organizações que estão</p><p>direta ou indiretamente envolvidas incluem, mas não estão limitadas</p><p>a, produtores de rações, produ-</p><p>tores de alimentos para animais, coletores de plantas nativas e animais silvestres, agricultores, pro-</p><p>dutores de ingredientes, indústrias de alimentos, varejistas e outras organizações que forneçam ser-</p><p>viços de alimentação, serviços de catering, serviços de limpeza e sanitização, serviços de transporte,</p><p>armazenamento e distribuição, fornecedores de equipamentos, limpeza e desinfetantes, material de</p><p>embalagens e outros materiais que entrem em contato com os alimentos.</p><p>Este documento permite que qualquer organização, incluindo organizações pequenas e/ou pouco</p><p>desenvolvidas (por exemplo, uma pequena fazenda, um pequeno empacotador, um pequeno varejista</p><p>ou serviço de alimentação), implemente elementos desenvolvidos externamente em seu SGSA.</p><p>Recursos internos e/ou externos podem ser utilizados para atender aos requisitos deste documento.</p><p>2 Referências normativas</p><p>Não há referências normativas para este documento.</p><p>1</p><p>NORMA BRASILEIRA ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>3 Termos e definições</p><p>Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições.</p><p>A ISO e a IEC mantêm um banco de dados terminológico para uso em normalização, nos seguintes</p><p>endereços:</p><p>— ISO Online browsing platform: disponível em https://www.iso.org/obp</p><p>— IEC Electropedia: disponível em http://www.electropedia.org/</p><p>3.1</p><p>nível aceitável</p><p>nível de perigo à segurança de alimentos (3.22) a não ser excedido no produto final (3.15) fornecido</p><p>pela organização (3.31)</p><p>3.2</p><p>critérios de ação</p><p>especificação mensurável ou observável para o monitoramento (3.27) de um PPRO (3.30)</p><p>Nota 1 de entrada: Um critério de ação é estabelecido para determinar se um PPRO permanece sob controle</p><p>e distingue entre o que é aceitável (critério atingido significa que o PPRO está operando como pretendido) e</p><p>inaceitável (critério não atingido significa que o PPRO não está operando como pretendido).</p><p>3.3</p><p>auditoria</p><p>processo (3.36) sistemático independente e documentado para obter evidência de auditoria e avaliá-la</p><p>objetivamente para determinar a extensão na qual os critérios de auditoria são atendidos</p><p>Nota 1 de entrada: Uma auditoria pode ser interna (primeira parte) ou externa (segunda ou terceira parte) e</p><p>pode ser uma auditoria combinada (combinando duas ou mais disciplinas).</p><p>Nota 2 de entrada: Uma auditoria interna é conduzida pela própria organização ou por uma parte externa em</p><p>seu nome.</p><p>Nota 3 de entrada: “Evidência de auditoria” e “critérios de auditoria” são definidos na ABNT NBR ISO 19011.</p><p>Nota 4 de entrada: Disciplinas pertinentes são, por exemplo, gestão da segurança de alimentos, gestão da</p><p>qualidade ou gestão ambiental.</p><p>3.4</p><p>competência</p><p>capacidade de aplicar conhecimento e habilidades para alcançar os resultados pretendidos</p><p>3.5</p><p>conformidade</p><p>atendimento de um requisito (3.38)</p><p>3.6</p><p>contaminação</p><p>introdução ou ocorrência de um contaminante, incluindo um perigo à segurança de alimentos (3.22)</p><p>em um produto (3.37) ou ambiente de processamento</p><p>2</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>3.7</p><p>melhoria contínua</p><p>atividade recorrente para aumentar o desempenho (3.33)</p><p>3.8</p><p>medida de controle</p><p>ação ou atividade que é essencial para prevenir um significante perigo à segurança de alimentos</p><p>(3.22) ou reduzi-lo a um nível aceitável (3.1)</p><p>Nota 1 de entrada: Ver também a definição de perigos significativos à segurança de alimentos (3.40).</p><p>Nota 2 de entrada: A(s) medida(s) de controle é(são) identificada(s) pela análise de perigos.</p><p>3.9</p><p>correção</p><p>ação para eliminar uma não conformidade (3.28) detectada</p><p>Nota 1 de entrada: Uma correção inclui o tratamento de produtos potencialmente inseguros e, portanto, pode</p><p>ser feita em conjunto com uma ação corretiva (3.10).</p><p>Nota 2 de entrada: Uma correção pode ser, por exemplo, reprocessamento, processamento posterior e/ou</p><p>eliminação das consequências adversas de não conformidades (como destinação para outro uso ou rotulagem</p><p>específica).</p><p>3.10</p><p>ação corretiva</p><p>ação para eliminar a causa de uma não conformidade (3.29) e para prevenir recorrência</p><p>Nota 1 de entrada: Pode existir mais de uma causa para uma não conformidade.</p><p>Nota 2 de entrada: Ação corretiva inclui análise da causa.</p><p>3.11</p><p>ponto crítico de controle</p><p>PCC</p><p>etapa no processo (3.36) em que a(s) medida(s) de controle (3.8) é(são) aplicada(s) para evitar ou</p><p>reduzir um perigo significativo à segurança de alimentos (3.40) para um nível aceitável e definir limites</p><p>críticos (3.12) e medição (3.26) que permitam a aplicação de correcções (3.9)</p><p>3.12</p><p>limite crítico</p><p>valor mensurável que separa a aceitação da rejeição</p><p>Nota 1 de entrada: Limites críticos são estabelecidos para determinar se um PCC (3.11) permanece sob</p><p>controle. Se um limite crítico for excedido ou não atingido, os produtos afetados são tratados como produtos</p><p>potencialmente inseguros.</p><p>[CAC/RCP 1-1969, modificada – A definição foi modificada e a Nota 1 de entrada foi adicionada.]</p><p>3.13</p><p>informação documentada</p><p>informação necessária para ser controlada e mantida por uma organização (3.31) e o meio no qual</p><p>ela está contida</p><p>Nota 1 de entrada: Informação documentada pode estar em qualquer formato e meio e pode ser proveniente</p><p>de qualquer fonte.</p><p>3</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>Nota 2 de entrada: Informação documentada pode se referir a:</p><p>— sistema de gestão (3.25), incluindo os processos (3.36) relacionados;</p><p>— informação criada para a organização operar (documentação);</p><p>— evidência de resultados alcançados (registros).</p><p>3.14</p><p>eficácia</p><p>extensão na qual as atividades planejadas são realizadas e os resultados planejados são alcançados</p><p>3.15</p><p>produto final</p><p>produto (3.37) que não será submetido a qualquer processamento ou transformação pela organização</p><p>(3.31)</p><p>Nota 1 de entrada: Um produto que sofre processamento ou transformação por outra organização é um</p><p>produto final no contexto da primeira organização e uma matéria-prima ou um ingrediente no contexto da</p><p>segunda organização.</p><p>3.16</p><p>rações</p><p>produtos únicos ou múltiplos, processados, semi processados ou crus, com o objetivo de alimentar</p><p>animais destinados à alimentação humana</p><p>Nota 1 de entrada: Neste documento são feitas distinções entre os termos alimentos (3.18), rações (3.16) e</p><p>alimentos para animais (3.19):</p><p>— alimentos são destinados ao consumo humano e animal, e incluem rações e alimentos para animais;</p><p>— rações destinam-se a alimentar animais designados à alimentação humana;</p><p>— alimentos para animais destinam-se a alimentar animais que não são designados à alimentação humana,</p><p>como animais de estimação.</p><p>[CAC/GL 81-2013, modificada – A palavra “materiais” foi alterada para “produtos” e “diretamente” foi</p><p>excluída.]</p><p>3.17</p><p>fluxograma</p><p>representação esquemática e sistemática da sequência e interações de etapas no processo</p><p>3.18</p><p>alimento</p><p>substância (ingrediente), processada, semi processada ou crua, destinada ao consumo, incluindo</p><p>bebidas, gomas de mascar e qualquer substância que tenha</p><p>sido utilizada na fabricação, preparo ou</p><p>tratamento do “alimento”, excluindo cosméticos, tabaco ou substâncias (ingredientes) usadas apenas</p><p>como medicamentos</p><p>Nota 1 de entrada: Neste documento são feitas distinções entre os termos alimentos (3.18), rações (3.16) e</p><p>alimentos para animais (3.19):</p><p>— alimentos são destinados ao consumo humano e animal, e incluem rações e alimentos para animais;</p><p>4</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>— rações destinam-se a alimentar animais designados à alimentação humana;</p><p>— alimentos para animais destinam-se a alimentar animais que não são designados à alimentação humana,</p><p>como animais de estimação.</p><p>[CAC/GL 81-2013, modificada – A palavra “humano” foi excluída.]</p><p>3.19</p><p>alimentos para animais</p><p>produtos únicos ou múltiplos, processados, semi processados ou crus, com o objetivo de alimentar</p><p>animais que não são designados à alimentação humana</p><p>Nota 1 de entrada: Neste documento são feitas distinções entre os termos alimentos (318), rações (3.16) e</p><p>alimentos para animais (3.19):</p><p>— alimentos são destinados ao consumo humano e animal, e incluem rações e alimentos para animais;</p><p>— rações destinam-se a alimentar animais designados à alimentação humana;</p><p>— alimentos para animais destinam-se a alimentar animais que não são designados à alimentação humana,</p><p>como animais de estimação.</p><p>[CAC/GL 81-2013, modificada ‒ A palavra “substância” foi substituída por “produto” e a palavra “direta”</p><p>foi excluída.]</p><p>3.20</p><p>cadeia produtiva de alimentos</p><p>sequência de etapas na produção, processamento, distribuição, estocagem e manuseio de alimento</p><p>(3.18) e de seus ingredientes, desde as matérias-primas até o consumo</p><p>Nota 1 de entrada: Isto inclui a produção de ração (3.16) e alimentos para animais (3.19).</p><p>Nota 2 de entrada: Na cadeia produtiva de alimentos também esta incluída a produção de materiais destinados</p><p>a entrar em contato com alimentos ou suas matérias primas.</p><p>Nota 3 de entrada: A cadeia produtiva de alimentos também inclui prestadores de serviços.</p><p>3.21</p><p>segurança de alimentos</p><p>garantia de que o alimento não causará efeitos adversos à saúde do consumidor quando for preparado</p><p>e/ou consumido de acordo com o uso pretendido</p><p>Nota 1 de entrada: Segurança de alimentos está relacionada à ocorrência de perigos à segurança de</p><p>alimentos (3.22) nos produtos finais (3.15) e não inclui outros aspectos relacionados à saúde humana, como,</p><p>por exemplo, desnutrição.</p><p>Nota 2 de entrada: Não é para ser confundida com a disponibilidade e acesso ao alimento (“segurança</p><p>alimentar”).</p><p>Nota 3 de entrada: Inclui rações e alimentos para animais.</p><p>[CAC/RCP 1-1969, modificada – A palavra “dano” foi alterada para “efeito adverso à saúde” e as Notas</p><p>de entrada foram adicionadas.]</p><p>5</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>3.22</p><p>perigo à segurança de alimentos</p><p>agente biológico, químico ou físico no alimento (3.18), com potencial de causar um efeito adverso</p><p>à saúde</p><p>Nota 1 de entrada: O termo “perigo” não é para ser confundido com o termo “risco” (3.39), que, no contexto de</p><p>segurança de alimentos, significa uma função da probabilidade de ocorrência de um efeito adverso à saúde</p><p>(por exemplo, ficar doente) e a severidade deste efeito (morte, hospitalização), quando há exposição a um</p><p>perigo específico.</p><p>Nota 2 de entrada: Os perigos à segurança de alimentos incluem alergênicos e substâncias radiológicas.</p><p>Nota 3 de entrada: No contexto de rações e alimentos para animais e de seus ingredientes, perigos pertinentes</p><p>à segurança de alimentos são aqueles que podem estar presentes nas rações ou em seus ingredientes, e</p><p>que pelo seu consumo por animais podem ser transferidos aos alimentos, podendo ter o potencial de causar</p><p>um efeito adverso. No contexto de outras operações, além daquelas diretamente ligadas ao processamento</p><p>de rações e alimentos (por exemplo, produtores de materiais de embalagem, desinfetantes), os perigos</p><p>pertinentes à segurança de alimentos são aqueles que podem ser transferidos direta ou indiretamente para</p><p>o alimento quando usado como pretendido (ver 8.5.1.4).</p><p>Nota 4 de entrada: No contexto dos alimentos para animais, os perigos à segurança de alimentos pertinentes</p><p>são aqueles que são perigosos para as espécies animais para as quais o alimento é destinado.</p><p>[CAC/RCP 1-1969, modificada ‒ A frase “ou condição de” foi eliminada da definição e as Notas de</p><p>entrada foram adicionadas.]</p><p>3.23</p><p>partes interessadas (termo preferencial)</p><p>stakeholder (termo aceitável)</p><p>pessoa ou organização (3.31) que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão</p><p>ou atividade</p><p>3.24</p><p>lote</p><p>quantidade especificada de um produto (3.37) produzido e/ou processado e/ou embalado essencial-</p><p>mente nas mesmas condições</p><p>Nota 1 de entrada: O lote é determinado pelos parâmetros estabelecidos previamente pela organização e</p><p>pode ser descrito por outros termos, por exemplo, batelada.</p><p>Nota 2 de entrada: O lote pode ser reduzido a uma única unidade de produto.</p><p>[CODEX STAN 1, modificado ‒ A referência “e/ou processado e e/ou empacotado” foi incluída na</p><p>definição e as Notas de entrada foram adicionadas.]</p><p>3.25</p><p>sistema de gestão</p><p>conjunto de elementos inter-relacionados ou interativos de uma organização (3.31), para estabelecer</p><p>políticas (3.24), objetivos (3.36) e processos (3.36) que alcancem estes objetivos</p><p>Nota 1 de entrada: Um sistema de gestão pode abordar uma única disciplina ou várias disciplinas.</p><p>Nota 2 de entrada: Os elementos do sistema incluem a estrutura da organização, funções e responsabilidades,</p><p>planejamento e operação.</p><p>6</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>Nota 3 de entrada: O escopo de um sistema de gestão pode incluir a totalidade da organização, funções</p><p>específicas e identificadas da organização, seções específicas e identificadas da organização, ou uma ou</p><p>mais funções dentro de um grupo de organizações.</p><p>Nota 4 de entrada: Disciplinas pertinentes são, por exemplo, um sistema de gestão da qualidade ou um</p><p>sistema de gestão ambiental.</p><p>3.26</p><p>medição</p><p>processo (3.36) para determinar um valor</p><p>3.27</p><p>monitoramento</p><p>determinação do status de um sistema, um processo (3.36) ou uma atividade</p><p>Nota 1 de entrada: Para determinar o status, pode ser necessário checar, supervisionar ou observar</p><p>criticamente.</p><p>Nota 2 de entrada: No contexto de segurança de alimentos, o monitoramento é a condução de uma sequência</p><p>planejada de observações ou medições para avaliar se um processo está operando como pretendido.</p><p>Nota 3 de entrada: Distinções são feitas neste documento entre os termos validação (3.44), monitoramento</p><p>(3.27) e verificação (3.45):</p><p>— a validação é aplicada antes de uma atividade e fornece informações sobre a capacidade de entregar</p><p>resultados pretendidos;</p><p>— o monitoramento é aplicado durante uma atividade e fornece informações para ação dentro de um período</p><p>de tempo especificado;</p><p>— a verificação é aplicada após uma atividade e fornece informações para a confirmação da conformidade.</p><p>3.28</p><p>não conformidade</p><p>não cumprimento de um requisito (3.38)</p><p>3.29</p><p>objetivo</p><p>resultado a ser alcançado</p><p>Nota 1 de entrada: Um objetivo pode ser estratégico, tático ou operacional.</p><p>Nota 2 de entrada: Os objetivos podem se relacionar a diferentes disciplinas (como finanças, saúde e</p><p>segurança e metas ambientais) e podem se referir a diferentes níveis (como estratégico, organizacional,</p><p>projeto, produto e processo (3.36)).</p><p>Nota 3 de entrada: Um objetivo pode ser expresso de outras formas, por exemplo, como um resultado</p><p>pretendido, um propósito, um critério operacional, como um objetivo do sistema de gestão de segurança de</p><p>alimentos ou pelo uso de palavras com significado similar (por exemplo, finalidade, meta ou alvo).</p><p>Nota 4 de entrada: No contexto de sistemas de gestão de segurança de alimentos, objetivos são estabele-</p><p>cidos pela organização, coerentemente com a política de segurança de alimentos, para alcançar resultados</p><p>específicos.</p><p>7</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>3.30</p><p>programa de pré-requisitos operacional</p><p>PPRO</p><p>medida de controle (3.8) ou combinação de medidas de controle aplicadas para prevenir ou reduzir um</p><p>perigo significativo para a segurança de alimentos (3.40) a um nível aceitável (3.1) e onde o critério</p><p>de ação (3.2) e medição (3.26) ou observação possibilitem o controle efetivo do processo (3.36) e/ou</p><p>produto (3.37)</p><p>3.31</p><p>organização</p><p>pessoa ou grupo de pessoas que tem suas próprias funções, com responsabilidades, autoridades e</p><p>relações para alcançar seus objetivos (3.29)</p><p>Nota 1 de entrada: O conceito de organização inclui, mas não é limitado a, empreendedor individual, com-</p><p>panhia, corporação, firma, empresa, autoridade, parceria, instituição de caridade, ou parte ou combinação</p><p>destes, seja ela incorporada ou não, pública ou privada.</p><p>3.32</p><p>terceirização</p><p>fazer um arranjo onde uma organização (3.31) externa desempenha parte de uma função ou processo</p><p>(3.36) de uma organização</p><p>3.33</p><p>desempenho</p><p>resultado mensurável</p><p>Nota 1 de entrada: Desempenho pode se relacionar tanto a constatações quantitativas ou qualitativas.</p><p>Nota 2 de entrada: Desempenho pode se relacionar à gestão de atividades, processos (3.36), produtos (3.37)</p><p>(incluindo serviços), sistemas ou organizações (3.31).</p><p>3.34</p><p>política</p><p>intenções e direção de uma organização (3.31), como formalmente expressos por sua Alta Direção</p><p>(3.41)</p><p>3.35</p><p>programa de pré-requisitos</p><p>PPR</p><p>condições básicas e atividades necessárias dentro da organização (3.31) e ao longo da cadeia</p><p>produtiva de alimentos (3.20), para manter a segurança de alimentos</p><p>Nota 1 de entrada: Os PPR dependem do segmento da cadeia produtiva de alimentos em que a organização</p><p>opera e do tipo de organização. Exemplos de termos equivalentes são: boas práticas agrícolas (BPA), boas</p><p>práticas pecuárias (BPP), boas práticas de fabricação (BPF), boas práticas de higiene (BPH), boas práticas</p><p>de manipulação (BPM), boas práticas de distribuição (BPD) e boas práticas de comercialização (BPC).</p><p>3.36</p><p>processo</p><p>conjunto de atividades inter-relacionadas ou interativas que transformam entradas em saídas</p><p>3.37</p><p>produto</p><p>saída que é resultado de um processo (3.36)</p><p>Nota 1 de entrada: Um produto pode ser um serviço.</p><p>8</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>3.38</p><p>requisito</p><p>necessidade ou expectativa que é declarada, geralmente implícita ou obrigatória</p><p>Nota 1 de entrada: “Geralmente implícita” significa que é costume ou prática comum para a organização e</p><p>partes interessadas que a necessidade ou expectativa sob consideração esteja implícita.</p><p>Nota 2 de entrada: Um requisito especificado é aquele que é declarado, por exemplo, em informações</p><p>documentadas.</p><p>3.39</p><p>risco</p><p>efeito da incerteza</p><p>Nota 1 de entrada: Um efeito é um desvio do esperado – positivo ou negativo.</p><p>Nota 2 de entrada: Incerteza é o estado, ainda que parcial, de deficiência de informação, de compreensão ou</p><p>de conhecimento, relacionado a um evento, sua consequência ou probabilidade.</p><p>Nota 3 de entrada: O risco é frequentemente caracterizado por referência a potenciais “eventos” (conforme</p><p>definido no ABNT ISO Guia 73:2009, 3.5.1.3) e “consequências” (como definido no ABNT ISO Guia 73:2009,</p><p>3.6.1.3), ou uma combinação destes.</p><p>Nota 4 de entrada: Risco é frequentemente expresso em termos de uma combinação das consequências</p><p>de um evento (incluindo mudanças em circunstâncias) e da “probabilidade” associada (como definido no</p><p>ABNT ISO Guia 73:2009, 3.6.1.1) de ocorrência.</p><p>Nota 5 de entrada: Risco de segurança de alimentos é uma função da probabilidade de um efeito adverso</p><p>para a saúde e a severidade deste efeito, consequente de perigos no alimento (3.18), como especificado no</p><p>Codex Procedural Manual. [11]</p><p>3.40</p><p>perigo significativo para a segurança de alimentos</p><p>perigo à segurança de alimentos (3.22), identificado pela análise de perigos, que necessita ser contro-</p><p>lado por medidas de controle (3.8)</p><p>3.41</p><p>Alta Direção</p><p>pessoa ou grupo de pessoas que dirige e controla uma organização (3.31) no nível mais alto</p><p>Nota 1 de entrada: A Alta Direção tem o poder de delegar autoridade e fornecer recursos na organização</p><p>Nota 2 de entrada: Se o escopo do sistema de gestão (3.25) cobrir apenas parte de uma organização, então</p><p>a Alta Direção se refere àqueles que dirigem e controlam esta parte da organização.</p><p>3.42</p><p>rastreabilidade</p><p>capacidade de acompanhar o histórico, a aplicação, o movimento e a localização de um objeto por</p><p>meio de estágio(s) especificado(s) de produção, processamento e distribuição</p><p>Nota 1 de entrada: O movimento pode se relacionar com a origem dos materiais, histórico de processamento</p><p>ou distribuição do alimento (3.18).</p><p>Nota 2 de entrada: Um objeto pode ser um produto (3.37), um material, uma unidade, um equipamento, um</p><p>serviço etc.</p><p>[CAC/GL 60-2006, modificada – Notas de entrada foram adicionadas.]</p><p>9</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>3.43</p><p>atualização</p><p>atividade imediata e/ou planejada que assegura a aplicação das informações mais recentes</p><p>Nota 1 de entrada: A atualização é diferente dos termos “manter” e “reter”:</p><p>— manter é ter algo em andamento mantido em bom estado;</p><p>— reter é ter algo que é recuperável.</p><p>3.44</p><p>validação</p><p><segurança de alimentos> obtenção de evidências de que as medidas de controle (3.8) (ou combinação</p><p>de medidas de controle) são capazes de controlar eficazmente o perigo significativo à segurança de</p><p>alimentos (3.40)</p><p>Nota 1 de entrada: A validação é realizada no momento em que uma combinação de medidas de controle for</p><p>projetada ou sempre que forem feitas alterações nas medidas de controle implementadas.</p><p>Nota 2 de entrada: Distinções são feitas neste documento entre os termos validação (3.44), monitoramento</p><p>(3.27) e verificação (3.45);</p><p>— a validação é aplicada antes de uma atividade e fornece informações sobre a capacidade de entregar</p><p>resultados pretendidos;</p><p>— o monitoramento é aplicado durante uma atividade e fornece informações para ação dentro de um período</p><p>de tempo especificado;</p><p>— a verificação</p><p>é aplicada após uma atividade e fornece informações para a confirmação da conformidade.</p><p>3.45</p><p>verificação</p><p>comprovação, através do fornecimento de evidências objetivas, de que requisitos (3.38) especificados</p><p>foram atendidos</p><p>Nota 1 de entrada: Distinções são feitas neste documento entre os termos validação (3.44), monitoramento</p><p>(3.27) e verificação (3.45);</p><p>— a validação é aplicada antes de uma atividade e fornece informações sobre a capacidade de entregar</p><p>resultados pretendidos;</p><p>— o monitoramento é aplicado durante uma atividade e fornece informações para ação dentro de um período</p><p>de tempo especificado;</p><p>— a verificação é aplicada durante uma atividade e fornece informações para a confirmação da conformidade.</p><p>4 Contexto da organização</p><p>4.1 Entendendo a organização e seu contexto</p><p>A organização deve determinar questões externas e internas que sejam pertinentes ao seu propósito</p><p>e que afetem a sua capacidade de alcançar o(s) resultado(s) pretendido(s) de seu SGSA.</p><p>10</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>A organização deve identificar, analisar criticamente e atualizar informações relacionadas a estas</p><p>questões externas e internas.</p><p>NOTA 1 Questões podem incluir fatores ou condições positivos e negativos para consideração.</p><p>NOTA 2 O entendimento do contexto externo e interno pode ser facilitado, considerando questões internas</p><p>e externas, incluindo, mas não limitado a, ambientes legal, tecnológico, competitivo, de mercado, cultural,</p><p>social e econômico, segurança cibernética e fraude de alimentos (food fraud), defesa dos alimentos (food</p><p>defense) e contaminação intencional, conhecimento e desempenho da organização, seja internacional,</p><p>nacional, regional ou local.</p><p>4.2 Entendendo as necessidades e expectativas das partes interessadas</p><p>Para assegurar que a organização tenha a capacidade de fornecer consistentemente produtos e</p><p>serviços que atendam aos requisitos estatutários, regulamentares e de clientes, aplicáveis à segurança</p><p>de alimentos, a organização deve determinar:</p><p>a) as partes interessadas que sejam pertinentes para o SGSA;</p><p>b) os requisitos das partes interessadas que sejam pertinentes para o SGSA.</p><p>A organização deve identificar, analisar criticamente e atualizar informações sobre estas partes inte-</p><p>ressadas e seus requisitos pertinentes.</p><p>4.3 Determinando o escopo do sistema de gestão de segurança de alimentos</p><p>A organização deve determinar os limites e a aplicabilidade do SGSA para estabelecer seu escopo.</p><p>O escopo deve especificar os produtos e serviços, processos e local(is) de produção que são abran-</p><p>gidos pelo SGSA. O escopo deve incluir as atividades, processos, produtos ou serviços que possam</p><p>ter influência na segurança de alimentos de seus produtos finais.</p><p>Ao determinar este escopo, a organização deve considerar:</p><p>a) as questões externas e internas referidas em 4.1;</p><p>b) os requisitos referidos em 4.2.</p><p>O escopo deve estar disponível e ser mantido como informação documentada.</p><p>4.4 Sistema de gestão da segurança de alimentos</p><p>A organização deve estabelecer, implementar, manter, atualizar e melhorar continuamente o SGSA,</p><p>incluindo os processos necessários e suas interações, de acordo com os requisitos deste documento.</p><p>5 Liderança</p><p>5.1 Liderança e comprometimento</p><p>A Alta Direção deve demonstrar liderança e comprometimento com relação ao SGSA:</p><p>a) assegurando que a política de segurança de alimentos e os objetivos sejam estabelecidos para o</p><p>SGSA e compatíveis com a direção estratégica da organização;</p><p>11</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>b) assegurando a integração dos requisitos do SGSA nos processos de negócio da organização;</p><p>c) assegurando que os recursos necessários para o SGSA estejam disponíveis;</p><p>d) comunicando a importância de um sistema de gestão de segurança de alimentos eficaz e con-</p><p>forme os requisitos do SGSA, requisitos estatutários e regulamentares aplicáveis e requisitos de</p><p>clientes mutuamente acordados, relacionados à segurança de alimentos;</p><p>e) assegurando que o SGSA seja avaliado e mantido para alcançar seus resultados pretendidos</p><p>(ver 4.1);</p><p>f) direcionando e apoiando pessoas a contribuir para a eficácia do SGSA;</p><p>g) promovendo melhoria contínua;</p><p>h) apoiando outras funções pertinentes da gestão para demonstrar como a sua liderança se aplica</p><p>às áreas sob sua responsabilidade.</p><p>NOTA A referência a “negócio” neste documento pode ser interpretada, de modo amplo, como aquelas</p><p>atividades centrais para os propósitos da existência da organização.</p><p>5.2 Política</p><p>5.2.1 Estabelecendo a política de segurança de alimentos</p><p>A Alta Direção deve estabelecer, implementar e manter uma política de segurança de alimentos que:</p><p>a) seja apropriada ao propósito e ao contexto da organização;</p><p>b) forneça uma estrutura para o estabelecimento e a análise crítica dos objetivos do SGSA;</p><p>c) inclua um comprometimento em satisfazer os requisitos de segurança de alimentos aplicáveis,</p><p>incluindo os de concordância mútua com os requisitos dos clientes relacionados à segurança de</p><p>alimentos;</p><p>d) considere comunicação interna e externa;</p><p>e) inclua o compromisso com a melhoria contínua do SGSA;</p><p>f) considere a necessidade de assegurar as competências relativas à segurança de alimentos.</p><p>5.2.2 Comunicando a política de segurança de alimentos</p><p>A política de segurança de alimentos deve:</p><p>a) estar disponível e ser mantida como informação documentada;</p><p>b) ser comunicada, entendida e aplicada a todos os níveis na organização;</p><p>c) estar disponível para partes interessadas pertinentes, como apropriado.</p><p>5.3 Funções, responsabilidades e autoridades organizacionais</p><p>5.3.1 A Alta Direção deve assegurar que as responsabilidades e autoridades para funções pertinentes</p><p>12</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>sejam atribuídas, comunicadas e entendidas na organização.</p><p>A Alta Direção deve atribuir responsabilidade e autoridade para:</p><p>a) assegurar que o SGSA esteja conforme com os requisitos deste documento;</p><p>b) relatar o desempenho do SGSA à Alta Direção;</p><p>c) indicar a equipe de segurança de alimentos e o coordenador da equipe de segurança de alimentos;</p><p>d) designar pessoas com responsabilidade e autoridade definidas para iniciar e documentar</p><p>ação(ões).</p><p>5.3.2 O líder da equipe de segurança de alimentos deve ser responsável por:</p><p>a) assegurar que o SGSA esteja estabelecido, implementado, mantido e atualizado;</p><p>b) administrar e organizar os trabalhos da equipe de segurança de alimentos;</p><p>c) assegurar treinamentos e competências pertinentes para a equipe de segurança de alimentos</p><p>(ver 7.2);</p><p>d) relatar à Alta Direção a eficácia e adequação do SGSA.</p><p>5.3.3 Todo o pessoal deve ter responsabilidade para reportar problema(s) relacionado(s) ao SGSA</p><p>para a(s) pessoa(s) designada(s).</p><p>6 Planejamento</p><p>6.1 Ações para abordar riscos e oportunidades</p><p>6.1.1 Ao planejar o SGSA, a organização deve considerar as questões referidas em 4.1 e os</p><p>requisitos referidos em 4.2 e 4.3, além de determinar os riscos</p><p>e oportunidades que precisam ser</p><p>abordados para:</p><p>a) assegurar que o SGSA possa alcançar seus resultados pretendidos;</p><p>b) aumentar efeitos desejáveis;</p><p>c) prevenir, ou reduzir, efeitos indesejáveis;</p><p>d) alcançar melhoria contínua.</p><p>NOTA No contexto deste documento, o conceito de riscos e oportunidades está limitado a eventos e suas</p><p>consequências relativas ao desempenho e eficácia do SGSA. Autoridades públicas são responsáveis por</p><p>abordar riscos de saúde pública. Organizações são requeridas para gerenciar os perigos de segurança de</p><p>alimentos (ver 3.22), e os requisitos relacionados a este processo estão estabelecidos na Seção 8.</p><p>6.1.2 A organização deve planejar:</p><p>a) ações para abordar estes riscos e oportunidades;</p><p>13</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>b) como:</p><p>1) integrar e implementar as ações nos processos do seu SGSA;</p><p>2) avaliar a eficácia dessas ações.</p><p>6.1.3 As ações executadas pela organização para abordar riscos e oportunidades devem ser</p><p>proporcionais:</p><p>a) ao impacto nos requisitos de segurança de alimentos;</p><p>b) à conformidade de produtos alimentícios e serviços aos clientes;</p><p>c) aos requisitos das partes interessadas na cadeia de alimentos.</p><p>NOTA 1 Ações para abordar riscos e oportunidades podem incluir: evitar o risco, assumir o risco para per-</p><p>seguir uma oportunidade, eliminar a fonte de risco, mudar a probabilidade ou as consequências, compartilhar</p><p>o risco ou aceitar a presença do risco por decisão informada.</p><p>NOTA 2 Oportunidades podem levar à adoção de novas práticas (modificação de produtos ou processos),</p><p>uso de novas tecnologias e outras possibilidades desejáveis e viáveis para abordar as necessidades de</p><p>segurança de alimentos da organização ou de seus clientes.</p><p>6.2 Objetivos do sistema de gestão de segurança de alimentos e planejamento para</p><p>alcançá-los</p><p>6.2.1 A organização deve estabelecer objetivos para o SGSA nas funções e níveis pertinentes.</p><p>Os objetivos do SGSA devem:</p><p>a) ser coerentes com a política de segurança de alimentos;</p><p>b) ser mensuráveis (se praticável);</p><p>c) levar em conta requisitos de segurança de alimentos aplicáveis, incluindo estatutários, regula-</p><p>mentares e requisitos de clientes;</p><p>d) ser monitorados e verificáveis;</p><p>e) ser comunicados;</p><p>f) ser mantidos e atualizados como apropriado.</p><p>A organização deve reter informação documentada sobre os objetivos do SGSA.</p><p>6.2.2 Ao planejar como alcançar seus objetivos do SGSA, a organização deve determinar:</p><p>a) o que será feito;</p><p>b) quais recursos serão requeridos;</p><p>c) quem será responsável;</p><p>d) quando isso será concluído;</p><p>e) como os resultados serão avaliados.</p><p>14</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>6.3 Planejamento de mudanças</p><p>Quando a organização determinar a necessidade de mudanças no SGSA, incluindo mudanças de</p><p>pessoal, as mudanças devem ser realizadas e comunicadas de maneira planejada.</p><p>A organização deve considerar:</p><p>a) o propósito das mudanças e suas potenciais consequências;</p><p>b) a integridade contínua do SGSA;</p><p>c) a disponibilidade de recursos para implementar eficazmente as mudanças;</p><p>d) a alocação ou realocação de responsabilidades e autoridades.</p><p>7 Apoio</p><p>7.1 Recursos</p><p>7.1.1 Generalidades</p><p>A organização deve determinar e fornecer os recursos necessários para o estabelecimento, imple-</p><p>mentação, manutenção, atualização e melhoria contínua do SGSA.</p><p>A organização deve considerar:</p><p>a) as capacidades e restrições de recursos internos existentes;</p><p>b) a necessidade de recursos externos.</p><p>7.1.2 Pessoas</p><p>A organização deve assegurar que as pessoas necessárias para operar e manter a eficácia do SGSA</p><p>sejam competentes (ver 7.2).</p><p>Quando a assistência de especialistas externos for necessária para o desenvolvimento, implementa-</p><p>ção, operação ou avaliação do SGSA, evidências de acordos ou contratos especificando a competên-</p><p>cia, responsabilidade e autoridade destes especialistas externos devem ser retidas como informação</p><p>documentada.</p><p>7.1.3 Infraestrutura</p><p>A organização deve fornecer os recursos para a determinação, estabelecimento e manutenção da</p><p>infraestrutura necessária para alcançar a conformidade dos requisitos do SGSA.</p><p>NOTA Infraestrutura pode incluir:</p><p>— terrenos, reservatórios, edifícios e utilidades associadas;</p><p>— equipamentos, incluindo hardware e software;</p><p>— transporte;</p><p>— tecnologia da informação e de comunicação.</p><p>15</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – CREA-RS - CNPJ 92.695.790/0001-95</p><p>7.1.4 Ambiente de trabalho</p><p>A organização deve determinar, fornecer e manter os recursos para o estabelecimento, gestão e</p><p>manutenção do ambiente de trabalho necessário para alcançar a conformidade dos requisitos do</p><p>SGSA.</p><p>NOTA Um ambiente adequado pode ser a combinação de fatores humanos e físicos, como:</p><p>a) social (por exemplo, não discriminatório, calmo, não confrontante);</p><p>b) psicológico (por exemplo, redutor de estresse, preventivo quanto à exaustão, proteção emocional);</p><p>c) físico (por exemplo, temperatura, calor, umidade, luz, fluxo de ar, higiene, ruído).</p><p>Estes fatores podem diferir substancialmente, dependendo dos produtos e serviços fornecidos.</p><p>7.1.5 Elementos de um sistema de gestão de segurança de alimentos desenvolvidos</p><p>externamente</p><p>Quando uma organização estabelece, mantém, atualiza e melhora continuamente seu SGSA usando</p><p>elementos desenvolvidos externamente de um SGSA, incluindo PPR, análise de perigos e plano de</p><p>controle de perigos (ver 8.5.4), a organização deve assegurar que os elementos fornecidos sejam:</p><p>a) desenvolvidos em conformidade com os requisitos deste documento;</p><p>b) aplicáveis às plantas, processos e produtos da organização;</p><p>c) adaptados especificamente para os processos e produtos da organização pela equipe de segu-</p><p>rança de alimentos;</p><p>d) implementados, mantidos e atualizados como requerido por este documento;</p><p>e) retidos como informação documentada.</p><p>7.1.6 Controle de processos, produtos ou serviços fornecidos externamente</p><p>A organização deve:</p><p>a) estabelecer e aplicar critérios para avaliação, seleção, monitoramento de desempenho e reava-</p><p>liação de fornecedores externos de processos, produtos e/ou serviços;</p><p>b) assegurar comunicação adequada dos requisitos para o(s) fornecedor(es) externo(s);</p><p>c) assegurar que processos, produtos ou serviços fornecidos externamente não afetem adversa-</p><p>mente a habilidade da organização de atender consistentemente aos requisitos do SGSA;</p><p>d) reter informação documentada destas atividades e de quaisquer ações necessárias decorrentes</p><p>das avaliações e reavaliações.</p><p>7.2 Competência</p><p>A organização deve:</p><p>a) determinar a competência necessária de pessoa(s), incluindo fornecedores externos, que</p><p>16</p><p>ABNT NBR ISO 22000:2019</p><p>© ISO 2018 - © ABNT 2019 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>C</p><p>on</p><p>vê</p><p>ni</p><p>o</p><p>S</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>A</p><p>/C</p><p>R</p><p>E</p><p>A</p><p>/M</p><p>U</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>-</p><p>A</p><p>B</p><p>N</p><p>T</p><p>-</p><p>Impresso por: RS - Santana do Livramento - IMPRESSÃO</p><p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL –</p>