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<p>351 Plano de Aula: Acervo itinerante de brinquedos Objetivo(s) Integrar turmas de diferentes faixas etárias com brincadeiras simbólicas Desenvolver competências relacionadas ao brincar. Conteúdo(s) Utilização do acervo de brinquedos. Ano(s) Pré-escola Tempo estimado Duas a três vezes por semana Material necessário Caixas de papelão Baús Caixas plásticas Peças de vestuário (como luvas, gravatas e roupas) Bonecas de várias etnias Carrinhos de vários tamanhos</p><p>Utensílios de cozinha Itens de escritório Hospital e cabeleireiros Blocos de construção Maletas e frasqueiras Desenvolvimento etapa Convide seus colegas para preparar um acervo itinerante de brinquedos. objetivo é que ele seja aproveitado por diferentes turmas e em locais variados. Organizem os materiais em caixas e identifiquem o con- teúdo. Se forem de papelão, encapem-nas com tecidos coloridos. Planejem local em que acervo ficará, lembrando que as crianças precisam ter fácil acesso às cai- xas. Cuide para que os materiais de cabe- leireiro e as fantasias, por exemplo, fiquem próximos de um espelho para facilitar seu uso. Uma planilha deve acompanhar esses brinquedos e ser preenchida por todos os educadores. Nela devem constar questões como dias, horários de utilização e obser- vações sobre a manutenção dos itens para garantir a segurança da turma em rela- ção a determinados objetos desgastados e quebrados.</p><p>etapa Apresente às crianças que há disponível e como material deve ser conservado e guardado depois do uso. Combine que é importante elas avisarem se algo quebrar para que seja consertado ou substituído. É importante mudar os materiais periodica- mente para que os pequenos encontrem novos desafios. Tenha em mente que não basta deixá-los brincar, mas estar junto para fazer intervenções: se você percebe que a atividade poderia estar mais rica se tivesse algum novo material, aos pequenos. Para observar todos e suas atividades, organize com outros professo- res como será a divisão de tarefas de forma que haja supervisão. etapa Reúna turmas de diferentes idades para brincar com acervo, levando em conta tempo, espaço e a variedade das ativida- des. Em dias quentes, por exemplo, ofereça a oportunidade de as crianças utilizarem a torneira para misturar água e areia e fa- zer comidinhas, por exemplo. Atente para apenas fazer sugestões e não engessar as</p><p>brincadeiras. Preocupe-se também com a integração entre os pequenos. Os maio- res podem ajudar os menores a vestir fan- tasias, pensar em diferentes maneiras de brincar com os bonecos, formar um time de futebol etc. Avaliação Observe as crianças e faça registros indi- viduais sobre elas durante as brincadeiras. Veja como reagem às suas intervenções, de que maneira se apropriaram dos materiais, como obedecem aos combinados e de que forma interagem com turmas de diferentes idades. Planeje como poderá enriquecer a atividade, seja oferecendo novos materiais, seja ensinando brincadeiras diferentes. Flexibilização Mesmo que a criança ainda não seja alfa- betizada, identificar as caixas em braile é um passo importante para que ela tome contato com sistema de escrita. Outra su- gestão é encapar as caixas de brinquedos com tecidos de texturas bem diferentes. Ao organizar acervo, acompanhe a criança para que ela saiba onde estão guardados os brinquedos e as fantasias. Esta é uma</p><p>atividade que deve ser feita periodicamen- te, cada vez que acervo for reorganizado. A criança sempre deve saber quando as caixas forem mudadas de lugar. Uma boa atividade é fazer com que as crianças ce- gas ensinem as demais a localizar os brin- quedos do acervo através das sensações, sem uso da visão. Improvise vendas com pedaços de tecido. Isso vai fazer com que todos se integrem, desde cedo. Deficiências Visual Créditos: Circe Guarnieri Formação: Profes- sora-assistente de direção da EMEB Maria- na Benvinda da Costa, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.</p><p>352 Plano de aula: Paninho que une e faz dançar que fazer antes? Contextos prévios: Para a realização desta atividade, antecipe uma pesquisa junto aos familiares do bebê solicitando que relatem se eles têm hábi- to de dançar com seus filhos. Se sim, peça para que contem qual a música mais can- tada e dançada em casa. Na oportunidade compartilhe com eles a intenção da pro- posta de dançar em família. Veja sugestão de pesquisa aqui. Após levantar os dados, defina uma data e oficialize convite. Soli- cite que tragam tecidos de diferentes tex- turas, formatos e tamanhos, pode ser lenço, lençol e até cachecol! Você também deve providenciar alguns tecidos para, assim, ga- rantir a participação de todas as famílias. Veja sugestão de convite aqui. Materiais: Tecidos de diferentes cores, texturas, tama- nhos. Caixa ou cesto para organizar os te- cidos. Aparelho de som. Algumas músicas</p><p>de escolha do professor e todas as músicas que as famílias mencionaram na pesqui- sa. Vários papéis com nome das músicas que as famílias enviaram na pesquisa (para sorteio). Saquinho ou caixa para sorteio. Máquina fotográfica, filmadora ou celular. Espaços: Defina uma área ampla para a realização desta atividade, preferencialmente em am- bientes externos como praças, jardins, pá- tio, dentre outros que, se possível, já sejam conhecidos pelos bebês. Isso irá potenciali- zar a participação deles na proposta. Tempo sugerido: Aproximadamente 50 minutos. Perguntas para guiar suas observações: 1. De que forma as crianças demonstram explorar suas possibilidades e limites mo- tores durante esta proposta: arriscam-se em novos movimentos com autonomia ou</p><p>os bebês procuram imitar movimento do adulto ou dos colegas durante as danças? 2. Durante as propostas de danças, em quais momentos os bebês expressaram maior envolvimento: na exploração dos te- cidos, na interação com as famílias, na ex- perimentação de gestos e movimentos ou na escuta das músicas? 3. Como os bebês exploram os tecidos dis- poníveis? De que modo este recurso poten- cializa novas formas de gestos e movimen- tos? Para incluir todos: Identifique barreiras físicas, comunicacio- nais ou relacionais que podem impedir que uma criança ou grupo participe e apren- da. Reflita e proponha apoios para atender as necessidades e diferenças de cada crian- ça ou do grupo. Nesta proposta, a ideia é que todas as crianças estejam acompanha- das por seus familiares. Entretanto, caso alguma não esteja acompanhada, anteci- pe-se quanto ao número de adultos para viabilizar sua participação. No convite soli-</p><p>cite para que aqueles que forem participar confirmem a presença. que fazer durante? 1 Para acolher as crianças e suas famílias no lugar previamente combinado, coloque uma música tradicional da cultura brasilei- ra ou regional. Deixe disponível cestos com diversos tecidos, preferencialmente com características mais leves como tule, len- ços, lycra, viscose, dentre outros que você tiver disponível. Inicialmente, deixe as famí- lias e os bebês explorarem os tecidos como aprouver a eles. Aproveite este momento para iniciar os registros por meio de fotos e filmagens, que poderão compor a docu-</p><p>mentação pedagógica auxiliando a siste- matização de um possível registro reflexivo. 2 Após momento da acolhida, convide as famílias a pegarem tecido que trouxeram de casa e/ou disponibilizado pela escola e questione se estão animados para dançar. Retome com as famílias propósito desta atividade, que além dos objetivos expostos no convite, almeja promover um precioso e divertido momento de trocas entre fami- liar e bebê, resgatando vínculo que exis- tia antes mesmo do nascimento da criança. Peça que, se possível, coloquem-se a altura do bebê, agachando, sentando, ajoelhan- do e que fiquem ao alcance dos olhos dele. Sugira algumas ações que façam do tecido um ponto de contato e um elemento de ligação entre adulto e criança, como: ofe- recer a ponta do tecido; passar pano na altura da cintura do bebê; ficar com ros- to embaixo do tecido com filho; dentre outras em que bebê se sinta à vontade. Coloque a canção de "Umbigo à umbigui- nho", do cantor e compositor Toquinho. Convide a todos para dançarem, se laten-</p><p>tando a letra e ao ritmo da canção. 3 Ao término da música, peça para os adul- tos deixarem os bebês bem a vontade ex- plorando os tecidos. Apresente a caixa para sorteio da música da família. Compartilhe com os familiares que dentro da caixinha tem nome da música que eles encami- nharam durante a pesquisa e que as can- ções sorteadas serão tocadas para embalar a proposta. Explique que a família sorteada é convidada a criar a coreografia que será seguida pelos demais, fazendo uso do te- cido. Ressalte que, assim como bebê se movimentava na barriga da mamãe experi- mentando sons, ritmos, fluxos, emoções, a proposta da atividade é que experimentem todas estas sensações sendo inspirados pe- los movimentos de seus familiares. Caso familiar não se sinta à vontade você pode encorajar todos a dançarem livremente. A ideia é que esta etapa seja repetida de acordo com número de músicas sortea- das. Sugerimos até três canções, mas isso pode variar de acordo com envolvimento dos presentes.</p><p>4 Permita que os bebês brinquem livremen- te com os tecidos e/ou outros materiais com que possam interagir de modo nomo. Peça aos adultos que escolham te- cido que mais lhe chamam a atenção. Con- te que este é momento da surpresa dos bebês e que precisam pensar em um modo de construir uma colcha de retalhos. A ideia é que os adultos percebam que, para fazer uma colcha, será necessário amarrar as pontas dos tecidos umas às outras. Você pode dar dicas de como fazer, caso tenham dificuldades. Com a colcha pronta convide os adultos a se espalharem em torno dela e a erguerem em altura suficiente para os bebês entrarem embaixo. Peça para que dancem e até rodem suavemente. Observe as iniciativas dos bebês que estão debaixo da colcha e encoraje os demais a partici- parem. Caso algum bebê mostre interesse mas não tenha autonomia de locomoção para participar deste momento, sugira que seu familiar ou outro adulto de referência conduza e, sentado ou agachado, dance com ele embaixo deste suporte.</p><p>5 Na última etapa, peça aos presentes que soltem tecido sobre chão e sentem em torno dele, se possível, com seus filhos no colo. Disponibilize a caixa com tecidos e sugira aos participantes que escolham um tecido bem fininho, que pode ser, inclusi- ve, a fraldinha de pano do bebê. Peça para deslizarem esse paninho ao som da música "Acalanto", de Adriana Calcanhoto, sobre corpinho do seu filho. Comunique que será a última etapa da atividade e que em se- guida todos serão convidados a auxiliarem na organização do espaço e na despedida. Finalizando: Como já havia sido combinado, este mo- mento está destinado a organização do espaço. Disponibilize uma caixa ou cesto para que famílias e bebês guardem os teci- dos oferecidos pela unidade escolar. Com- bine com os bebês que este material fica- rá disponível em um espaço da sala, para que possam fazer uso quando desejarem. ideal é que esta atividade seja realizada</p><p>na despedida, para que diminuam as situa- ções de desconforto dos bebês, que podem sentir a despedida após uma atividade tão vinculada aos seus familiares. Caso sua ati- vidade seja ao longo da rotina, antecipe que a próxima proposta esteja entre as pre- feridas das crianças e comunique de forma animada, motivando os pequenos para vi- venciarem a próxima atividade. Desdobramentos Providencie alguns tecidos firmes, porém maleáveis, com aproximadamente 5 me- tros de comprimento por 70 cm de compri- mento para uma proposta de dança com wrap-sling. Questione os familiares se eles têm hábito de usar wrap-sling (tecido que é utilizado como um suporte para car- regar bebês junto ao corpo, tipo "cangu- ru"). Se a resposta for afirmativa, pergunte se alguém gostaria de ajudá-lo a mostrar aos demais interessados como usar este re- curso. Provavelmente haverá alguém que saiba, entretanto você deve estar prepara- do para ensinar a todos (você pode apren- der passo a passo acessando vídeos pela internet como este link específico para be- bês muito pequenos e este link para bebês</p><p>maiores). Auxilie os familiares que demons- tram maior dificuldade e permita que dan- cem a vontade com com seus bebês acon- chegados por meio do wrap-sling. Mostre que, com este recurso, os bebês dependem dos movimentos de seus familiares para ex- perimentarem todas estas sensações que a dança pode promover e que nós, enquanto adultos, devemos estar atentos às expres- sões do bebê para respeitar seu interesse de permanência na atividade. Engajando as famílias Confeccione um varal de despedida junto às famílias. Para isso, distribua alguns re- talhos e canetas de marcador permanen- te. Peça as famílias que escrevam ou de- senhem como foi participar da atividade. Peça que pendurem seus registros no varal, que ficará exposto em memória a este mo- mento vivenciado na escola junto ao seu bebê.</p><p>353 Plano de aula: Qual é bicho escondi- do aqui? que fazer antes? Contextos prévios: Solicite às famílias que enviem fotos das crianças com animais de estimação com nome dele (do animal) escrito atrás (pode ser seu próprio animal ou de algum desde que seja significativo para elas). Organize uma roda possibilitando que as crianças compartilhem suas fotos. Confeccione um painel na altura das crian- ças com essas fotos e coloque fechos de lenços umedecidos na frente, assim encon- tram a foto ao abrir e fechar. Busque ima- gens de animais (com qualidade, evitando estereótipos: prefira imagens reais e/ou pinturas de bichos feitas por artistas locais). Selecione músicas de animais já conheci- das pela turma, por exemplo aranha ("Dona aranha"), pato ("Lá vem pato"), minhoca ("Michoca, me dá uma beijoca"), borboleta ("Borboletinha"), etc. Amplie repertório da turma, apresentando outras músicas com temas de animais. Solicite também doação de fechos de lenços umedecidos.</p><p>Após as contribuições chegarem, permita que possam manipular os fechos. Materiais: Fechos de lenços umedecidos, imagens de animais, fotos de crianças com animais de estimação, fio de nylon ou barbante, carto- lina, bambolê, espelho previamente fixado na parede. Espaços: Na sala de referência, monte um canto com um móbile e pendure, de preferência, próximo a um espelho na parede. Coloque também painel próximo ao móbile. Caso não tenha espelho na sua sala, providencie um num tamanho possível que as crianças possam ver seus rostos. Siga as instruções para confeccionar móbile: cole a imagem do animal que você selecionou na cartoli- na e centralize animal por trás do buraco oval do fecho. Depois corte a cartolina em sua volta. Após fazer isso com todas as ima- gens, una os fechos com nylon ou barban- te espaçando-os. fecho que estiver mais alto deverá estar no tamanho das crianças</p><p>que andam. fecho que estiver mais bai- XO deverá estar na altura dos que rastejam, engatinham e/ou os que estão conquistan- do seus primeiros movimentos com auto- nomia. O ideal é que se faça 3 fechos por fio. Após confeccionar alguns fios com 3 fechos cada, amarre-os no bambolê que irá ser pendurado no teto para finalizar a con- fecção do móbile. Disponibilize uma caixa com livros já conhecidos pelo grupo para que tenham acesso quando desejarem. Tempo sugerido: Aproximadamente 40 minutos. Perguntas para guiar suas observações: 1. Observe atentamente: quanto essa ati- vidade desafia corporalmente os bebês? Qual a reação deles ao encontrar as ima- gens dos animais? Quais habilidades moto- ras foram ampliadas na proposta? (esticar corpo para alcançar, engatinhar ou se ar- rastar em direção...) 2. Como bebê explora os fechos? (aperta, puxa, agarra, bate, segura, vira, tentativas</p><p>de abrir e fechar, etc.) 3. Com olhar atento, perceba: Como com- partilham suas descobertas com outras crianças? (olhar, sorriso, balbucio, palavras, toques...) Para incluir todos: Identifique barreiras físicas, comunicacio- nais ou relacionais que podem impedir que uma criança ou grupo participe e aprenda. Reflita e proponha apoios para atender as necessidades e diferenças de cada criança ou do grupo. Com olhar aten- to às demandas, auxilie os deslocamentos dos bebês que não andam, incentivando a participação de todos. Garanta que todos possam estar em atividade, de acordo com suas preferências, ritmos e possibilidades. que fazer durante?</p><p>1 Converse com grupo todo se há algo novo na sala. Os bebês notarão móbile e painel e se encaminharão na direção de- les para descobrir que é. Diga que há no- vos objetos na sala para que possam brin- car e explorar. Permita que este momento seja livre e espontâneo, convidando todos a se aproximarem, respeitando ritmo de cada bebê. Para os que não andam, aproxi- me-os do móbile possibilitando que tam- bém explorem. Registre em fotografias e/ ou vídeos as pesquisas dos bebês para do- cumentação pedagógica. Possíveis ações das crianças neste momen- to: Um bebê notará novo objeto da sala,</p><p>se encaminhará para ele com seu dedo es- ticado e apontado para móbile com olhar curioso. No caminho, olhará para profes- sor, que validará sua iniciativa, e para os amigos, tentando ver as diferentes reações frente ao móbile instalado na sala. 2 Aproxime-se de um grupo de crianças para interagir sobre suas descobertas, como abrir e fechar dos fechos dos lenços. Perce- ba suas reações ao encontrar as imagens e pergunte que bicho/amigo apareceu. Brin- que de abrir e fechar, escondendo e reve- lando as imagens. 3 Brinque de imitar os sons dos animais e de reproduzir algo específico, como a boca do peixe fazendo boca pequena e do jaca- ré e do tubarão abrindo ao máximo a sua boca incentivando que se olhem e se imi- tem. Para enriquecer este momento, mos- tre imagens reais de animais para que as crianças observem e amplie repertório com inspirações de pintura de artistas que</p><p>abordem os animais em suas obras, poden- do ser um artista regional a fim de valori- zar seu trabalho. Convide as crianças para se olharem no espelho ao realizarem essas expressões faciais. Faça som de bichos como cachorro, gato, pássaro, galinha, en- tre outros, pedindo para imitarem. 4 Quando alguma criança encontrar os bi- chos que você previamente selecionou, convide-os a cantar a música referente a eles ou sugira uma cantiga já conhecida que tenha tema do bicho encontrado, como por exemplo aranha ("Dona aranha"), pato ("Lá vem pato"), minhoca ("Minhoca, me dá uma beijoca"), borboleta ("Borbole- tinha"), etc. Amplie repertório da turma, apresentando a "Ciranda dos bichos", do grupo Palavra Cantada. Possíveis ações do professor neste mo- mento: Olhem, amigo achou a aranha! A gente conhece uma música que a aranha aparece, qual é? "A Dona aranha subiu pela parede, veio a chuva forte e a derrubou..."</p><p>5 Em pequenos grupos, incentive que as crianças mostrem aos amigos os bichos encontrados e as suas fotos e brinquem também de abrir e fechar junto a eles. móbile e painel podem ficar fixos na sala enquanto durar a atividade ou enquanto as crianças demonstrarem interesse neles. Para finalizar: Para encerrar, avise que em alguns minu- tos irão para a próxima atividade e diga que móbile e painel ficarão na sala por um tempo e todos os dias poderão brincar com eles e com os amigos. Tenha disponível al- guns livros de histórias já conhecidos pelos bebês para que, conforme forem terminan- do as brincadeiras e explorações, possam ocupar-se enquanto os demais terminam também. Desdobramentos Essa atividade poderá ser realizada nova- mente quantas vezes for interessante para os bebês. Afixar móbile na sala possi- bilitará essa importante repetição. Outra</p><p>possibilidade de realizar esta proposta é colocar as fotos das crianças no lugar das imagens dos animais ou colocar diferen- tes tipos de texturas no fecho como papel celofane, papel corrugado, papel crepom, emborrachado EVA, lixa, etc. Engajando as famílias Considerando ser fundamental a participa- ção das famílias na escola, essa atividade propõe sua participação no envio de fotos das crianças com animais de estimação. Sugira que as famílias realizem esta ativida- de com as fotos dos familiares do bebê nos fechos de lenços umedecidos que podem ser afixados na parede com fita dupla face, por exemplo. Solicite que as famílias regis- trem através de fotos ou vídeos para com- partilhar com a turma.</p><p>354 Plano de aula: Encontro de contações de histórias que fazer antes? Contextos prévios: Antes dessa proposta, organize com an- tecedência junto às crianças um convite para um encontro de contação de histórias e brincadeiras destinado a outra turma da instituição. Planejem convite (se escre- verão uma carta, sendo você o escriba, se colocarão alguns adereços e irão na sala convidar pessoalmente etc.) e convidem a outra turma para participar. Assista aos deos (links aqui e aqui) para se inspirar para a contação de histórias, que acontecerá no dia estipulado no convite, e promover um momento mais significativo, que envolva a participação das crianças e até mesmo uso de adereços. Para momento da brin- cadeira, as crianças podem ter confeccio- nado materiais ou escolhido acessórios que estejam relacionados com história de prin- cesas para brincarem. Este plano faz parte de uma sequência de cinco. São eles:</p><p>Narração de história: a Linda Rosa Juvenil Brincando de faz de conta Revisitando histórias História com teatro Encontro de contações de histórias Materiais: Esses materiais podem ter sido confeccio- nados pelas crianças e/ou levados por você. Algumas sugestões: coroas, cavalos de pau, tecidos diversos, sapatos que remetem a princesas, roupas de príncipes e prince- sas de diversas etnias, colares, braceletes, penas, entre outros. Disponibilizelivros de histórias de princesas que as crianças já conhecem, bem como histórias que repre- sentam príncipes e princesas de etnias e culturas diferentes. Dessa forma elas terão opções no momento da escolha da história para contar. Providencie esteiras ou tapetes para que as crianças se acomodem confor- tavelmente para ouvir as histórias e brincar.</p><p>Espaços: Esta atividade pode ocorrer em um espa- interno, como a sala onde as crianças já fazem atividades cotidianamente. A orga- nização do espaçoe dos materiais se dará mediante a sugestão das próprias crianças. Tempo sugerido: Aproximadamente 1 hora e 30 minutos. Perguntas para guiar suas observações: 1. Quais formas as crianças usam para con- tar histórias a partir de um tema específi- co? 2. Quais estratégias as crianças usaram para criar enredos a partir da brincadeira com os elementos que compõem histórias de princesas? 3. Como ocorrem as interações durante a atividade entre as crianças e entre elas e adultos? Como ocorre a negociação do em- préstimo de objetos com as demais crian-</p><p>ças? Para incluir todos: Identifique barreiras físicas, comunicacio- nais ou relacionais que podem impedir que uma criança ou o grupo participe e apren- da. Reflita e proponha apoios para atender as necessidades e diferenças de cada crian- ça ou grupo. Potencialize a participação de todas na escolha de acessórios para brin- car, oferecendo auxílio aos que forem mais inibidos. Garanta que os adereços estejam ao alcance de todos. Fortaleça a atitude de respeito entre as crianças, independente dos objetos que escolherem para brincar. que fazer durante?</p><p>1 Em roda no grande grupo, retome com as crianças a proposta, lembrando que é che- gado dia em que receberão os colegas da outra turma para a contação de histórias e brincadeiras. Converse com elas sobre os materiais, acessórios e adereços usados pe- las princesas e príncipes nas histórias e que poderão ser utilizados para brincar com a outra turma de crianças convidada. Caso tenham confeccionado alguns itens refe- rentes às histórias de princesas anterior- mente, recupere aqui e relembre com as crianças que poderão utilizá-los na brinca- deira. Converse com elas sobre como que- rem organizar espaço, onde ocorrerá esta recepção e ouça atentamente as sugestões das crianças. Combinem questões organi- zacionais, por exemplo: haverá alguma mú- sica para a acolhida? Como recepcionarão os colegas? Onde os acomodarão? 2 Ainda na roda, planejem quais serão as his- tórias contadas para os convidados e de que forma acontecerá essa leitura. Lem-</p><p>bre-se que a leitura de histórias amplia a criatividade e imaginação da criança, pois não costuma usar elementos prontos como ilustrações, por exemplo. Na leitura, você tem liberdade poética e autonomia para adaptar a história narrada para, por exem- plo, incluir nome das crianças na narrati- va. Isso faz uma aproximação delas com a história e da história com a realidade dos pequenos, e você fica livre para usar ade- reços, gestos, movimentos, expressões, permitindo um toque especial de sua au- toria. Pensando nisso, mostre às crianças os livros de histórias de princesas que você selecionou e escolham juntos histórias para serem contadas à turma visitante, de forma que as crianças possam participar deste momento. Elas podem te ajudar a ler a história entrando em pontos-chave ou fazendo sons e gestos que contenham na narrativa, envolvendo também as crianças visitantes. Se necessário, rapidamente en- saiem juntos esse momento de leitura. 3 Proponha a organização do espaço para encontro. Pergunte onde elas querem</p><p>locar os adereços, quais materiais utilizarão para as brincadeiras, se querem organizar cenários, se vão organizar cantos temáticos etc. Como haverá um momento de con- tação de histórias, organizem um espaço destinado a isso, que pode ser uma esteira com almofadas ou tapete enfeitado. es- paço pode conter alguns adereços das his- tórias que poderão ser manipulados e utili- zados ou que a criatividade das crianças propuser. Garanta que elas possam partici- par da escolha dos espaços e da organiza- ção do ambiente para recepcionar os visi- tantes. 4 Quando a turma convidada chegar, acolha conforme combinaram na roda de con- versa. Acomode-os no local indicado no planejamento com as crianças. Prepare ambiente para a leitura da história e con- duza este momento. Esteja atento aos ele- mentos que compõem uma contação, ga- rantindo interação entre você e as crianças participantes. contato e olhar são fun- damentais, bem como a entonação da e movimentos do corpo para potencializar</p><p>a história. Neste momento, você pode usar instrumentos que emitem sons. Não preci- sa ser violão, pandeiro ou tambor. Caso não saiba tocá-los, use apitos variados (alguns imitam sons de passarinhos), chocalhos, sinos, guizos e tudo mais que funcionar para enriquecer a história contada. Lembre da participação ativa das crianças e de re- gistrar esse momento com fotos ou vídeo. 5 Após a leitura de histórias de princesas para grande grupo, convide as crianças para, livremente, brincarem de faz de con- ta. Combine com elas um tempo para que a brincadeira ocorra e diga que depois to- das ajudarão na organização do espaço. Durante as brincadeiras, potencialize para que todas participem. Convide outro pro- fessor para que brinquem juntos com as crianças, agindo como coparticipantes. Lembre-se sempre de interagir a partir das iniciativas delas, acrescentando informa- ções, propondo elementos, mas sem inter- ferir nem alterar a criação e imaginário delas. Observe e registre, por meio de ima- gens, as interações das crianças umas com</p><p>as outras. Note como elas brincam com as convidadas e potencialize para que essa interação seja enriquecida de gentilezas e ações simbólicas importantes. Para finalizar: Quando perceber que as crianças já brin- caram suficiente ou quando faltar alguns minutos para encerrar tempo da propos- ta, conduza para irem finalizando a brin- cadeira. Convide-as para e ajudarem na tarefa de arrumar e organizar espaço. Utilize, para este momento da or- ganização, a canção do grupo Palavra Can- tada (disponível aqui) para que, em tom de brincadeira, possam organizar os objetos utilizados para brincar. Desdobramentos Proponha à professora da turma convida- da a fazer essa mesma atividade, ou ou- tras propostas, convidando sua turma para brincar no espaço deles. Além disso, esses materiais podem ser disponibilizados para que as crianças brinquem novamente em outras oportunidades. Convide outras tur- mas para desenvolver esta atividade, adap-</p><p>tando-a, caso haja necessidade. Engajando as famílias Proponha aos familiares que, num dia es- pecífico, tragam algum elemento que faça referência às histórias de príncipes e prin- cesas, especialmente aquelas histórias que eles costumam contar em casa. Dessa forma, quando vierem buscar seus filhos, poderão brincar com eles antes de ir para casa. Outra opção é convidar os familiares para que brinquem com as crianças, utili- zando os materiais que as próprias crianças confeccionaram. Há ainda outra possibili- dade: convidar os familiares para levarem uma história que têm em casa para ler às crianças.</p><p>355 Plano de aula: Brincando com os cole- gas que fazer antes? Contextos prévios: Este plano faz parte de uma sequência de cinco, por isso, para realizar esta ativida- de, é importante ter realizado a proposta Os planos desta sequência são: Brincadeiras com diferentes elementos da natureza Brincadeiras de outras culturas Brincadeiras de outras épocas Construido próprio brinquedo Brincando com os colegas Materiais: Brinquedos diversos que tenham sido construídos pelas próprias crianças. É im- portante garantir variedade de tipos, for-</p><p>matos e materiais, de forma a enriquecer a experiência das interações e do brincar. Espaços: Esta atividade pode ser realizada em am- biente interno (sala do grupo) ou externo (quintal, jardim, quadra). Inicialmente, todo grupo de crianças será organizado em roda. Depois, elas naturalmente se organi- zarão em pequenos grupos, conforme as escolhas pessoais. Tempo sugerido: Aproximadamente 45 minutos. Perguntas para guiar suas observações: 1. Quais brincadeiras as crianças realizam com os brinquedos disponíveis? Como uti- lizam corpo nessa experiência? 2. Quais sentimentos a experiência de par- tilhar brinquedo provoca nas crianças? Como é possível perceber isso? 3. As crianças exploram diferentes espaços</p><p>durante a brincadeira? Elas combinam mo- vimentos e seguem orientações que enri- quecem brincar? De que modo é possível perceber isso? Para incluir todos: Identifique barreiras físicas, comunicacio- nais ou relacionais que podem impedir que uma criança ou grupo participe e apren- da. Reflita e proponha apoios para atender às necessidades e às diferenças de cada criança ou do grupo. Ajude quem demons- tra dificuldade em partilhar brinquedo ou quem não interage com outras crianças. Respeite as preferências das crianças na escolha dos parceiros de brincadeira. 1 Peça para as crianças pegarem os brinque- dos e convide todo grupo para se sentar em roda com você. Relembre a atividade de confecção dos brinquedos e solicite que cada criança mostre seu brinquedo. In- centive-as a contar como foi construir esse brinquedo e que ele significa para ela. Peça para que mostrem como ele é, que</p><p>faz ou como funciona. Em seguida, conte como será a atividade de hoje. 2 Comunique às crianças que chegou a hora de brincar e diga que, para isso, elas po- dem se dividir em pequenos grupos. Con- te que elas poderão brincar de forma li- vre e escolher com quais colegas querem brincar. Oriente para a possibilidade de as crianças conhecerem novos brinquedos e sobre a importância de cuidar daquilo que não é delas. Incentive-as a partilhar os brin- quedos. 3 Conforme as crianças forem brincando, observe se elas partilham os brinquedos e se constroem brincadeiras coletivas. Re- gistre as ações das crianças por meio de anotações, vídeos e fotografias. Alguma delas pode apresentar dificuldade de parti- brinquedo porque talvez ele funcio- ne como um objeto transicional (algo que ela tem apego e construiu um laço afetivo, pois a deixa segura quando está com ele).</p><p>Respeite e acolha a criança. Possíveis ações do professor neste momen- to: Ao observar que uma criança apresenta dificuldade em partilhar brinquedo, aco- a criança e respeite sua escolha. Caso seja convidado por alguma criança, você pode brincar junto, mostrando quanto pode ser prazeroso compartilhar um mes- mo brinquedo e construir brincadeiras letivas. 4 Conforme as crianças forem brincando, ob- serve se elas percebem que suas atitudes têm consequências (se eu empresto meu brinquedo, pode ser que outro também me empreste dele, se não empresto, é provável que meu colega não me deixe pe- gar emprestado), se demonstram atitudes de cuidado com os colegas e com os brin- quedos deles. Possíveis ações das crianças neste momen- to: Alguma criança pode mudar de ideia ao ver que seu colega fez cara triste quan- do ele não quis emprestar seu brinquedo.</p><p>Outra criança pode sorrir quando perceber que seu colega ficou animado em poder brincar com seu brinquedo, manifestando de diferentes formas a percepção de que as atitudes têm consequências. 5 Chame a atenção das crianças para fato de que as pessoas têm características di- versas, por isso, podem querer brincar de formas diferentes. Uns podem preferir brin- cadeiras que combinem movimentos, ou- tros podem gostar de explorar formas de deslocamento no espaço, outros podem apreciar mais jogo simbólico. Valorize a diversidade de características presentes nos grupos de alunos, orientando para que percebam como cada brincadeira pode ser divertida, quando há respeito e partilha. 6 Durante a atividade, é possível que algu- mas crianças não demonstrem envolvi- mento com a proposta e outras podem ficar cansadas e não querer mais brincar, buscando parar a atividade antes da sua</p><p>finalização. Nesse caso, respeite o senti- mento da criança e permita que ela possa se afastar do grupo com qual estava brin- cando. Solicite que observe a brincadeira dos colegas e verifique se tudo bem ela deixar brinquedo com os colegas. Incenti- ve-a a fazer isso. Como a proposta é a brin- cadeira coletiva, não é interessante que a criança saia do grupo e vá brincar sozinha. Para finalizar: Conforme tempo da atividade for aca- bando, avise a todos que em cinco minu- tos vocês se reunirão em roda, por isso, precisam finalizar que estão fazendo. Se alguma criança apresentar resistência em finalizar a brincadeira, esclareça que não ela precisa ainda guardar brinquedo e que poderá segurá-lo durante a conversa. Reúna todo grupo de crianças em roda e peça para as crianças contem como foi a experiência: quais brincadeiras inventaram, como se sentiram ao dividir seu brinque- do, que sentiram quando um amigo par- tilhou o brinquedo com elas. Depois, peça para que guardem os brinquedos.</p><p>Desdobramentos reencontro com a mesma proposta é fundamental, como garantia da continui- dade das ações exploratórias. Proponha a outros professores agrupamento de tur- mas para a execução da mesma atividade, assim, as crianças terão oportunidade de interagir com colegas de diferentes turmas e idades, podendo trocar suas experiências e repertórios. Engajando as famílias Compartilhe alguns registros da atividade com as famílias. Você pode montar um mu- ral na própria escola, para que os familiares vejam fotos e outras notícias relacionadas às propostas trabalhadas ou criar um "cor- reio para famílias", deixando na porta da sala do grupo um portfólio (caderno, pasta) com registros das atividades (Para se inspi- rar, assista ao vídeo "Visita à creche inspira- da em Reggio Emilia", disponível em Tam- bém é possível utilizar a tecnologia para enviar fotos e vídeos. A ideia é comunicar sobre a atividade e sobre as diferentes rea- ções e construções de brincadeiras entre as crianças observadas a partir da partilha de brinquedos.</p><p>356 Plano de aula: Resolução de proble- mas com a receita de cajuzinhos que fazer antes? Contextos prévios: Faça teste da receita escolhida para a ati- vidade previamente. Dessa forma, veja se a quantidade de cajuzinhos que podem ser feitos a partir da receita será suficiente para a número de crianças da turma. Materiais: Cartaz com a receita de cajuzinho (ou ou- tra, que pode ter sido escolhida pelas crian- ças). cartaz deve conter texto da recei- ta em letra de fôrma maiúscula, em um tamanho suficiente grande, para que toda a turma possa enxergar. Converse com a equipe gestora para que disponibilize os ingredientes da receita que será elaborada. Separe alguns ingredientes que não estão na receita, como sal e farinha (caso optem pela receita de cajuzinhos). Tigela grande, xícaras, colheres, mesa baixa e bandejas. Uma folha sulfite, canetinha preta e fita adesiva.Saquinho com fichas de duas CO-</p><p>res diferentes, caso deseje dividir os grupos usando a dinâmica sugerida. Para a ativi- dade empequenos grupos, separe mate- riais para atividades de livre escolha. (Algu- mas sugestões: papel cartolina, giz de cera, massinha e brinquedos a escolha das crian- ças). Espaços: A sala onde as crianças estão habituadas a ficar e refeitório. Prepare a sala com ati- vidades de livre escolha que elas já podem realizar com autonomia, como desenhar com giz de cera em cartolinas, brincar com massinha ou brincar com um brinquedos da escolha das crianças. No refeitório, sepa- re os ingredientes em uma bandeja gran- de, deixando todos os materiais a serem utilizados ao alcance das crianças, para que elas possam manuseá-los durante desen- volvimento da receita. Coloque outros in- gredientes que não farão parte da receita na bandeja. Caso você não tenha outro pro- fessor ou auxiliar como apoio, você pode fazer a receita na sala com as crianças: en- quanto uma parte da turma está nas ati- vidades de livre escolha, a outra fica com</p><p>você na execução da receita. Tempo sugerido: Uma hora. Perguntas para guiar suas observações: 1.As crianças conseguem reconhecer as- pectos do texto apresentado, como os in- gredientes ou modo de fazer? Quais as estratégias das crianças para conferir os in- gredientes? 2. E para saber se há cajuzinhos para todos? Elas fazem uso da contagem ou sugerem outras soluções? 3. Como as crianças descrevem as dife- renças entre os ingredientes da receita? E entre cajuzinhos grandes ou pequenos? Como elas fazem as comparações? Para incluir todos: Identifique barreiras físicas, comunicacio- nais ou relacionais que podem impedir que uma criança ou um grupo participe</p><p>e aprenda. Reflita e proponha apoios para atender às necessidades e às diferenças de cada criança ou do grupo. Verifique se há crianças intolerantes aos ingredientes da receita que vocês escolherem e, caso seja necessário, substitua os ingrediente ou a receita. Incentive as crianças a colaborar entre si em todos momentos da atividade, como para transportarem as bandejas, mis- turar os ingredientes ou realizar as conta- gens. Convide todas as crianças a participar e disponibilize todos os materiais ao alcan- ce das crianças (se preciso, faça a receita no chão), porém, respeite aquelas que não quiserem se envolver na situação. que fazer durante? 1</p><p>Reúna grande grupoem roda, conte às crianças que elas farão cajuzinhos e que, para isso, vão utilizar uma receita. Pergun- te a elas se já provaram algum, se sabem o que é e se lembram-se do sabor (amargo, doce, salgado, azedo etc). Diga aqueles que ainda não comeram que poderão provar após, pois será feito pelo menos um cajuzi- nho para cada criança. Apresente o cartaz e leia a receita exatamente da forma como está escrito (sem pular ou simplificar pa- lavras), passando os dedos em cada linha da receita e apontando os ingredientes e modo de fazer. Após a leitura, pergunte às crianças: Quem vai querer um cajuzinho? Após se manifestarem, questione: Então, quantos cajuzinhos precisaremos fazer? Saliente a necessidade de saber quantos vão comer para que não faltem cajuzinhos e, caso ninguém tenha sugerido a conta- gem, sugira essa estratégia para solucionar problema. Nesse caso, você pode pedir para que alguma criança faça a contagem e registro da quantidade em uma folha sulfite com uma canetinha. 2</p><p>Após a leitura, diga que a turma será divida em dois pequenos grupos,para que iniciem a receita. Comente que as crianças vão se revezar na preparação: enquanto um grupo faz a receita, outro ficará na sala fazendo outras atividade que já conseguem reali- zar com autonomia. Depois irão inverter. Como sugestão, você pode colocar em um saquinho fichas de papéis de duas cores. Peça para que cada criança tire uma ficha. Cole com fita adesiva a ficha na roupa da criança e forme os grupos. Apresente para as crianças que não irão realizar a produ- ção dos cajuzinhos nesse primeiro momen- to os cantos que você organizou com ou- tras atividades e convide primeiro grupo para ir até o local que você organizou para a produção dos docinhos. Peça ajuda das crianças para levar cartaz com a receita e a sulfite com registro da quantidade de crianças para espaço. Faça esse trajeto cantando uma música conhecida por todo grupo de maneira divertida e convide-as - para lavar as mãos antes de iniciar a recei- ta. Caso você não disponha de outros adul- tos para te auxiliar, desenvolva a atividade na sala, deixando que as crianças brin-</p><p>quem nas atividades de livre escolha, en- quanto você desenvolve a receita com um pequeno grupo. 3 Fixe cartaz com a receita na parede, na altura das crianças e pergunte onde estão descritos os ingredientes na receita. Elas podem falar ou apontar para texto. Diga que você já tem ingredientes na bandeja, apresente-os - para a turma. Leia novamen- te a receita e após a leitura, pergunte ao grupo: Será que temos os ingredientes que precisamos? Como podemos descobrir? Possíveis falas e ações do professor nesse momento: Você pode problematizar outras situações com as crianças, apontando para um ingrediente que não faz parte da recei- ta (uma porção de sal ou de farinha) e criar problematizações: Qual ingrediente será lesse? Alguém pode provar para sabermos? Esse é sal e aquele é farinha! Está escrito na receita que vamos usar sal ou farinha? que acham? Onde está escrito? Vamos ler novamente? Alguém gostaria de tentar fa- zer a leitura?</p><p>4 Agora peça ajuda de uma das crianças para fazer a conferência dos ingredientes. Leia cada linha da receita e diga para separar os ingredientes de acordo com ela, fazendo as contagens dos ingredientes e identifi- cando-os dentre os demais. Você também pode pedir que cada criança procure um ingredientes específico e as demais podem colaborar na busca por eles e na contagem. Apenas intervenha se for necessário uma vez que, agindo em colaboração, as crian- ças podem fazer a contagem sem a sua interferência. Elas podem querer provar in- gredientes durante a separação. Incentive que toquem, cheirem e sintam cada ingre- diente isoladamente. Possíveis falas do professor neste momen- to: Vamos separar os ingredientes que ire- mos usar. Podemos conferir na receita. E quantos xícaras de açúcar vamos utilizar? Quantas colheres de chocolate? Vocês que- rem contar juntos? 5</p>

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