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<p>DEPRESSÃO E</p><p>ANSIEDADE</p><p>Discente: Ananda Souza</p><p>Doscente: MarceloVieira</p><p>EPIDEMIOLOGIA</p><p>A idade de início do primeiro episódio depressivo apresenta grande similaridade entre</p><p>diversos estudos, ocorrendo no começo da idade adulta, entre 20 aos 40 anos.</p><p>Mais comum em mulheres;</p><p>Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) estimam a existência de mais de</p><p>264 milhões de pessoas com depressão no mundo;</p><p>A depressão contribui como a terceira principal causa de incapacidade;</p><p>Separação conjugal ou divórcio;</p><p>Menor nível educacional;</p><p>Desemprego e dificuldades financeiras;</p><p>Traumas na infância;</p><p>Morte;</p><p>Separação ou depressão nos pais.</p><p>FATORES DE VULNERABILIDADE</p><p>Comorbidades psiquiátri cas associadas ao diagnóstico</p><p>de depressão.</p><p>Transtornos de ansiedade</p><p>Transtorno de pânico ;</p><p>Fobia social.</p><p>Os transtornos por uso de substâncias</p><p>Transtornos por uso de álcool;</p><p>Uso de drogas e nicotina.</p><p>Entre os diagnósticos de transtornos da personalidade:</p><p>Transtorno da persona lidade borderline</p><p>Transtorno da personalidade esquizotípica.</p><p>COMORBIDADES PSIQUIÁTRICAS</p><p>ALTERAÇÕES NEUROANATÔMICAS;</p><p>NEUROBIOLOGIA</p><p>NEUROIMAGEM</p><p>FISIOPATOLOGIA</p><p>EIXO HIPOTÁLAMO-HIPÓFISE-ADRENAL;</p><p>MONOAMINAS;</p><p>ÁCIDO GAMA-AMINOBUTÍRICO E GLUTAMATO;</p><p>NEUROTROFISMO E NEUROPLASTICIDADE;</p><p>INFLAMAÇÃO.</p><p>GENÉTICA</p><p>ALTERAÇÕES FUNCIONAIS.</p><p>MULTIFATORIAL COMDIVERSOSDETERMINANTES.</p><p>serotonina, noradrenalina e dopamina</p><p>QUADRO CLÍNICO</p><p>Tristeza;</p><p>Anedonia: desânimo ou perda de prazer;</p><p>Diminuição de energia, cansaço;</p><p>Alterações de apetite, do sono e da libido;</p><p>Alterações psicomotoras (lentificação ou</p><p>agitação);</p><p>Dificuldades de concentração;</p><p>Indecisão ou mudanças na capacidade de</p><p>tomada de decisões e sintomas cognitivos e</p><p>emocionais que incluem culpa, ideias de</p><p>desvalia, e, por vezes, pensamentos de morte,</p><p>ideação, planos e tentativas de suicídio.</p><p>Entrevista clínica para caracterização</p><p>de sintomas, tempo de duração e</p><p>prejuízos funcionais do indivíduo;</p><p>Utilizalar critérios diagnósticos dos</p><p>sistemas classificatórios, como a</p><p>Classificação internacional de doenças</p><p>(CID-11) e o Manual diagnóstico e</p><p>estatístico de transtornos mentais</p><p>(DSM-5).</p><p>DIAGNÓSTICO</p><p>CLASSIFICAÇÃO</p><p>LE</p><p>VE</p><p>MODERADO</p><p>G</p><p>RAVE</p><p>MANEJO CLÍNICO DOS EPISÓDIOS DEPRESSIVOS</p><p>DIAGNÓSTICO</p><p>LEVES MODERADOS GRAVES</p><p>Exercício físico;</p><p>Conexão social;</p><p>Alimentação;</p><p>Expressão de</p><p>gratidão e</p><p>conexão</p><p>espiritual e</p><p>religiosa.</p><p>Medicamentos</p><p>antidepres sivos,</p><p>devido à sua</p><p>efetividade e à</p><p>possibilidade de</p><p>utilização por</p><p>médicos não</p><p>especialistas;</p><p>TCC.</p><p>Prioritariamente</p><p>tratados com</p><p>antidepressivos;</p><p>TRATAMENTO</p><p>■ EPISÓDIOS DEPRESSIVOS COM SINTOMAS PSICÓTICOS E ATÍPICOS</p><p>■ DEPRESSÃO RESISTENTE E DEPRESSÃO DIFÍCIL DE TRATAR</p><p>ANSIEDADE</p><p>A ansiedade é um estado mental suscitado em antecipação a uma</p><p>ameaça ou a uma ameaça potencial, resultando em um estado de</p><p>maior vigilância. É caracterizada por experiências subjetivas,</p><p>como preocupações, tensão e alterações fisiológicas, incluindo</p><p>sudorese e tontura, bem como aumento da pressão arterial e da</p><p>frequência cardíaca;</p><p>Pode ser desencadeado por estímulos que não representam</p><p>perigo imediato ou pode ser gerado por estímulos internos (p. ex.,</p><p>sensações corporais);</p><p>A ansiedade ocasional, ou adaptativa, é parte normal da</p><p>experiência humana, ajudando na sobrevivên cia dos indivíduos</p><p>ao aumentar sua consciência e permitir respostas rápidas a</p><p>possíveis perigos;</p><p>Quando persistente, disruptiva ou desproporcional ao perigo real,</p><p>ela pode ser debilitante e considerada patológica.</p><p>FATORES DE RISCO</p><p>Ser do sexo feminino;</p><p>Utilizar drogas;</p><p>Apresentar histórico familiar de transtornos de</p><p>ansiedade ou depressão;</p><p>Alterações tempera mentais específicas, como</p><p>temperamento inibido;</p><p>Inte rações entre pais e filhos caracterizadas por</p><p>controle e negatividade, além de sociabilidade reduzida;</p><p>Em adultos jovens, fatores estressores da vida, como</p><p>estresse financeiro;</p><p>Doença familiar e divórcio, podem prever sintomas e</p><p>diagnósticos de transtornos de ansiedade subsequentes;</p><p>Abuso de drogas e álcool.</p><p>NEUROTRANSMISSORES</p><p>CIRCUITOS NEURAIS</p><p>FISIOPATOLOGIA</p><p>FATORES GENÉTICOS</p><p>INTERAÇÕES GENE-AMBIENTE</p><p>EIXO HIPOTÁLAMO-HIPÓFISE-</p><p>ADRENAL</p><p>Serotonina</p><p>Amigdala</p><p>Alças</p><p>GABA Noradrenalina</p><p>TRATAMENTO</p><p>TRATAMENTOS NÃO FARMOCOLÓGICOS;</p><p>TRATAMENTO FARMACOLÓGICO;</p><p>TRATAMENTOS COMBINADOS.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>NARDI, Antonio E.; SILVA, Antônio G.; QUEVEDO, João. Tratado de psiquiatria da associação brasileira de</p><p>psiquiatria. Grupo A, 2021. E-book. ISBN 9786558820345. Disponível em:</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786558820345/. Acesso em: 10 abr. 2024;</p><p>1.</p><p>CANTILINO, Amaury; MONTEIRO, Dennison C. Psiquiatria clínica. MedBook Editora, 2017. E-book. ISBN</p><p>9786557830031. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786557830031/. Acesso</p><p>em: 11 abr. 2024;</p><p>2.</p><p>Hales, R. E.; Yudofsky, S. C.; Gabbard, G. O. Tratado de Psiquiatria Clínica. 5. ed. São Paulo: Artmed, 2019.</p><p>Acesso em 11 abr. 2024.</p><p>3.</p><p>falarfalar</p><p>é a melhor</p><p>SOLUÇÃO.</p>