Prévia do material em texto
<p>8 REMO DALLA ZANNA CONJUNTO DE PERGUNTAS PARA REVISÃO DESTE CAPÍTULO CAPÍTULO 10 Quais são as diferenças entre posicionamento técnico-profissional do perito-contador atuando na Justiça Cível e aquele profissional PERÍCIA E AUDITORIA que atua na Justiça do Trabalho? Qual é o percentual mínimo correspondente ao adicional de horas CONTÁBEIS: DIFERENÇAS extras, de acordo com o que determina a Constituição Federal? Qual é base de cálculo do adicional de periculosidade? E SEMELHANÇAS ENTRE De acordo com a CLT, o adicional de insalubridade poderá ser de grau AS ATIVIDADES DE mínimo, médio e máximo. Quais são os percentuais respectivos? No mês de fevereiro de 2002, o Reclamante, que é mensalista, tra- AUDITOR EXTERNO E balhou 28 Seu salário mensal era de R$ 220,00. Qual foi o seu DE PERITO CONTADOR salário-dia e qual foi o seu salário-hora? Qual é o adicional de férias? Qual é a sua para (i) o men- salista, para (ii) o horista e para o (iii) comissionado? A parte do sa- lário variável do comissionado deve ser corrigida por algum índice inflacionário? Nota introdutória: A comparação entre as duas especialidades da profissão con- tábil foi feita com base nas NBC P 1 e NBC P 2. A primeira cuida das condições técnico-profissionais para exercício da atividade de Auditor Contábil e a segun- da, das condições para o exercício da especialidade profissional de Perito-Conta- dor. Optou-se por utilizar a NBC P 2, porque, apesar de substituída pela NBC TP 01, permitiu, para fins de ensino, uma melhor identificação das diferenças e das semelhanças conforme propósito deste décimo e último capítulo. 1. A ANÁLISE COMPARADA DOS TESTOS DA NBC P 1 E NBC P 2 PERMITIU CONHECER AS SEGUINTES PRINCIPAIS DIFERENÇAS 1.1. Introdução Segundo Santana (1999), e auditoria são especialidades da área contábil que há al- gum tempo confundem-se em virtude da forma de execução de</p><p>REMO DALLA ZANNA 550 PRÁTICA DE CONTÁBIL 551 suas atividades. Embora infundado esse equivoco justifica-se pelo de Assistência Judiciária (perícia gratuita), seja no âmbito da Secretaria da fato de a perícia, não somente a ter sido durante muito Fazenda do Estado de São Paulo, para remunerar seus assistentes técnicos, tempo um conhecimento privilegiado, como observamos neste co- etc., quando comparada com a remuneração paga aos agentes fiscais e a mentário de Vandrame: outros funcionários que têm a mesma ou até inferior formação acadêmica 'A perícia judicial passou durante muito tempo como informação e experiência profissional. Os nossos alunos têm atribuído essa situação privilegiada a apenas alguns eleitos: o quadro de peritos de juntas real, ou seja baixos honorários com que são remunerados os trabalhos peri- e varas era imutável; durante anos, os conhecimentos foram di- ciais de natureza a dois conceitos equivocados, como segue: (1) vulgados informalmente, passando o trono de pai para filho; não que o trabalho de auditoria contábil é tido como se fosse mais importante havia cursos e tampouco obras sobre o assunto, e os iniciantes na e mais difícil que o trabalho de perícia contábil; e (2) que o trabalho de área aprendiam pelo método da tentativa e erro, já que ninguém se perícia por ser mais simples, pode ser feito mais ou menos por dispunha a repassar esses conceitos e preparar devidamente os pro- qualquer um, desde que seja contador, ou um economista ou um adminis- (VANDRAME, Antonio Carlos F., Curso de Introdução à trador de empresa ou, até, um advogado. Perícia Judicial. São Paulo, Editora LTr, 1977. "Prefácio")." A ignorância do que sejam efetivamente: perícia e auditoria contá- Concordamos com as opiniões acima e informamos que passados beis, fez com que surgisse, junto aos contadores melhor preparados, forte já quinze anos da data da publicação da obra de Vandrame, e apesar de desinteresse pela atividade de perícia judicial e isto fez com que ter sido incluída na grade curricular do curso de ciências a os senhores magistrados tivessem que requerer os serviços de profissio- disciplina a ignorância sobre os métodos de inves- nais que não poderiam, do ponto de vista técnico, intitular-se "peritos", tigação de contas e demais procedimentos técnicos usados pelo perito- pois em face de seu despreparo sobre as matérias para as quais deveriam contador, ainda é muito grande. Afora este fato, a vida prova que, na manifestar uma opinião confiável e correta, apresentaram laudos ininte- prática, a competência técnica não se transfere por hereditariedade. ligíveis. E quando o laudo não é conclusivo ou é de difícil entendimento Nossos alunos no curso de pós-graduação de "Perícias e Avaliações o serviço prestado, realmente, nada vale. Surge daí, talvez, o pouco valor Judiciais e Extrajudiciais", da Fundação Escola de Comércio "Álvares atribuído à grande parte dos trabalhos periciais quando comparados com Penteado" (Fecap), se queixam de que advogados, contadores e outros o elevado valor pago pelas empresas para trabalhos de auditoria contábil. graduados têm conceitos muito diferentes da função do perito-contador Para informar-se sobre como são remunerados os trabalhos de perícia do que seja, efetivamente, a perícia contábil. É muito comum a confu- pede-se a gentileza de ver o Capítulo 8 deste livro. de conceitos de perícia e de auditoria feita por leigos e até por profissionais de contabilidade que não se debruçaram suficientemente 1.2. Comparação dos termos da NBC P 1 com a NBC P 2 sobre a sobre estas duas especialidades. Além disso, considerando que boa parte formação, as habilidades e a responsabilidade dos contadores dos alunos já milita na área, todos têm se queixado da baixa remuneração que atuam em auditoria e em perícia contábeis geralmente atribuída aos trabalhos de perícia contábil quando comparada Essa comparação permitiu verificar que existem mais pontos de se- com a remuneração dos serviços de auditoria É flagrante o pouco melhança que de diferença. Na verdade, as duas atividades são especiali- valor monetário atribuído à perícia contábil, por exemplo, pela Procura- zações profissionais do contador que, na prática, exigem conhecimentos doria-Geral de Justiça do Estado de São Paulo, seja no âmbito do Fundo e comportamentos éticos semelhantes.</p><p>552 REMO DALLA ZANNA PRÁTICA DE PERÍCIA 553 De forma bem simplificada, pode-se dizer que: rendas e, muito menos, exigir-lhe que o substitua quando trata de questões 1. perícia é exame de um fato ou um conjunto de fatos tributárias que requerem a contribuição da perícia citados nos autos de um processo (caso de perícia judicial) ou Por outro lado, deve elucidar as divergências total e completamente citados no contrato ou carta-proposta para a prestação de servi- e não se envolver com a organização da empresa, ou seja, não abordar a profissionais (caso de perícia extrajudicial) e cuida apenas questão dos controles internos se são adequados ou não à segurança patri- desses fatos; enquanto que a monial da mesma ou aos interesses de terceiros. O perito-contador sempre 2. auditoria externa tem por objeto toda a escrituração de um de- atua em um ambiente em que já existem fortes suspeitas de algum tipo de terminado período, geralmente, um ano. fraude e com o seu trabalho busca evidências e provas, se possível, irre- futáveis. Dele não se esperam orientações sobre procedimentos Outra diferença é que: fiscais, financeiros, trabalhistas, etc. para aplicação futura. O perito não 1. o trabalho pericial examina a fundo* a questão debatida nos autos um consultor de empresas, nem mesmo informalmente. Do trabalho peri- ou, alternativamente, objeto de proposta para serviços periciais cial, espera-se conhecer a verdade sobre os fatos relatados. enquanto que 2. Inversamente, contador na função do auditor externo (indepen- 2. o trabalho de auditoria externa pode valer-se das técnicas dente) preocupa-se com os sistemas de controle interno e o funcio- ticas como, por exemplo, a amostragem. namento da administração da empresa. A terceira diferença, talvez a mais relevante, diz respeito à respon- Será pelo exame do fluxo de informações (documentos, materiais, sabilidade e ao envolvimento profissional com o objeto em exame. Ve- autorizações, duplo controle e demais meios de informação e contro- jamos: le), que verificará a adequacidade dos procedimentos que conduzem 1. O contador na função do perito se preocupa apenas e tão somente ao registro das operações que geraram alterações patrimoniais. Geral- com o(s) fato(s) objeto(s) da lide. mente, faz o seu trabalho partindo dos dados finais e, caminhando no Em princípio, não poderia trabalhar por amostragem e nem aplicar sentido inverso, procura encontrar desvios às normas da empresa e às testes, todavia, em face de circunstâncias é possível admitir-se exame Normas Brasileiras de Contabilidade que poderiam ter colocado ou já de fatos contábeis repetitivos mediante certa quantidade de testes quali- colocaram em risco a integridade do patrimônio e/ou já tenham gerado tativos. Este procedimento, por exemplo, poderia, a critério do perito e registros contábeis equivocados que, por certo e dependendo de sua sob sua responsabilidade e risco, ser aplicado no exame de procedimentos materialidade, já afetaram a exatidão das Demonstrações Contábeis ob- relacionados com a emissão de notas fiscais e de conhecimentos de trans- jeto de publicação. portes para fins de seguro de cargas, mesmo porque não se pode exigir do Faz o seu trabalho de validação dos procedimentos e, por conse- perito-contador, atuação profissional igual ou equiparada à de um fiscal de quência, de validação dos valores constantes nas demonstrações por testes. Procura identificar as falhas de controle interno, relacio- nadas com a comprovação documental das operações, com o chavea- A frase "examinar a fundo" deve ser entendida como sendo exame completo de todos os documentos e de todos os lançamentos relacionados com determinada operação, dentro mento (senhas de acesso) dos dados computados e correspondente do arco de tempo delimitado pela decisão judicial. exatidão de cálculos. Em sua missão, pode encontrar erros de input</p><p>REMO DALLA ZANNA PRÁTICA DE PERÍCIA CONTÁBIL 554 555 que alteram valor do patrimônio e pode encontrar, também, frau- de aceitarem como válidas compras ou despesas suportadas por des, visando lesá-lo. No final, a responsabilidade do auditor externo, notas fiscais falsas porque sem o número da Autorização de tratado pelo adjetivo "Independente" conforme terminologia adotada Impressão de Documentos Fiscais (AIDF) é igual para pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), está limitada à apro- Ou seja, ambos devem avaliar a profundidade de seus trabalhos, vação (ou não) das demonstrações contábeis destinadas à publicação e a materialidade das contas objeto de exame, a possibilidade informação aos acionistas e ao mercado. Complementarmente, visan- de aceitarem provas documentais falsas, a possibilidade de se do dar maior segurança às operações da empresa auditada, apresenta defrontarem com uma fraude de grandes proporções e com uma "carta à diretoria" talvez mais conhecida pelo nome de "carta à reflexos em outras contas, outras áreas e outras empresas. Um recomendando alterações no sistema de controles internos exemplo desta situação é a verificação de que uma determinada e, nesta ação, assemelha-se a um consultor informal. compra ou despesa, paga com cheque nominal ao teve o cheque endossado por alguém desconhecido para ser, em As semelhanças mais relevantes são: seguida, depositado na conta particular de um dos diretores da o conhecimento do negócio: tanto o perito-contador como o empresa que fez a compra. É neste caso, haver alguma auditor contábil, terão mais sucesso e serão mais eficazes em seu conivência com o gerente do banco ou, no mínimo, uma falha trabalho quando tiverem pleno conhecimento do tema objeto no controle interno do mesmo. Estes problemas são comuns à de investigação. Por exemplo, em caso de perícia contábil em atividade pericial e de auditoria No final, o que espera matéria financeira, o desconhecimento, ainda que parcial, de de ambos é a apresentação de um relatório (Laudo pericial con- contratos de financiamento e de suas formas de contabilização, no caso de perito e Carta à gerência, no caso de auditor) pode levar o perito ao insucesso. No mesmo caso, em face do que revele com firmeza e com convicção técnica, a verdade sobre desconhecimento do negócio, o auditor poderá aceitar procedi- a qual emitem sua opinião técnica; mentos contábeis em desconformidade com as determinações organização dos trabalhos: neste item, também há muitas se- do Banco Central do Brasil (Bacen) e da Comissão de Valores melhanças, pois ambos os profissionais organizam os trabalhos Mobiliários (CVM) e demais normas técnicas que estabelecem considerando o tempo necessário para terminá-lo, a complexi- como devem ser contabilizadas essas operações; dade do objeto de exame, a necessidade de supervisionar uma a compreensão do sistema é fundamental para o exer- equipe de colaboradores, as especialidades técnicas necessárias cício de ambas as atividades de perito e de auditor, o entendi- para conduzir os exames com eficácia e, no final, a absoluta mento do sistema contábil para, no final, aceitar ou refutar as e indelegável necessidade de revisão, pois o trabalho final de demonstrações os resumos das operações fiscais, etc. ambos: (i) o PARECER de aprovação das demonstrações contá- Além disso, para o perito contador, o conhecimento do fato beis para publicação, com ou sem ressalvas, pelo auditor e (ii) objeto de investigação é fundamental para que seu laudo seja a confecção do LAUDO PERICIAL CONTÁBIL, considerando merecedor de credibilidade técnica; apenas os fatos observados, os cálculos feitos e revisados risco técnico-profissional: ambos os profissionais defrontam-se não eventuais hipóteses levantadas pelos interlocutores. Assim com a possibilidade de serem iludidos por demonstrações contá- sendo, os relatórios de ambos devem esgotar o assunto e serem beis falsificadas, parciais, adulteradas, etc. O risco, por exemplo, conclusivos, merecendo, por isso, respeito e credibilidade.</p><p>REMO DALLA ZANNA 556 PRÁTICA PERÍCIA CONTÁBIL 557 Segue a comparação entre as duas normas profissionais acima ci- Elementos extraídos da NBC P 2 Elementos extraídos da NBC P 1 Normas Normas Profissionais do Perito Profissionais do Auditor Independente (*) 2.2.4 A nomeação para atuar como pe- Elementos extraídos da NBC P 2 Elementos extraídos da NBC P 1 Normas rito judicial ou como assistente técnico Normas Profissionais do Perito Profissionais do Auditor Independente (*) deve ser considerada como uma distin- As normas que cuidam da profissão de As normas que cuidam da profissão de auditor são: ção e reconhecimento da capacidade e perito são: a. Resolução CFC 820/1997 normas de honorabilidade do profissional; Resolução CFC 857/1999 nor- Auditoria Independente; 2.2.5 Sempre que o trabalho pericial mas profissionais do perito e b. Resolução CFC 821/1997 normas profis- estiver fora dos conhecimentos especia- a. Resolução CFC 858/1999 sionais do auditor independente; lizados do profissional escolhido ou no- trata da perícia contábil C. Resolução 915/2001 normas profissio- meados este deve escusar-se e requerer nais e sigilo; que outro profissional seja nomeado ou escolhido em seu lugar. d. Resolução CFC 923/2002 revisão exter- 2.3 Independência 2.2 Independência na pelos pares. Conceito 2.3.1 O perito-contador e perito- 2.1 Conceito 2.2.1 auditor deve ser independente. Isto -contador assistente devem ser inde- significa que não pode deixar-se influenciar por 2.1.1 O Perito é Contador regular- A NBC P 1, salvo melhor entendimento, não concei- pendentes. Isto significa que não podem argumentações de terceiros, preconceitos e outros mente registrado em CRC, que exerce tua Auditor Independente. Mas sabe-se por ser fato deixar-se influenciar por argumentações elementos que prejudiquem sua a atividade pericial de forma pessoal, notório que, via de regra, é o Contador regularmente de terceiros, preconceitos e outros devendo ser profundo conhecedor, por registrado no CRC e exerce a profissão como membro elementos que prejudiquem sua au- qualidades e experiência, da matéria de uma empresa de auditoria. Dentro da empresa, tonomia. Deverá denunciar fatos que periciada. atua segundo a posição que ocupa no organograma cerceiem sua independência ao magis- da mesma, podendo ser um dos sócios, diretor, as- trado que nomeou ou à pessoa (física sociado, auditor sênior, auditor semi-sênior, auditor ou jurídica) que O indicou. júnior e estagiário. 2.4 Impedimento 2.3 Impedimento Quando atuar na condição de profissional autôno- 2.4.1 O perito-contador deverá de- 2.3.1 Não poderá atuar na empresa ou grupo de mo, devidamente registrado na CVM (Comissão de clarar-se impedido de executar perícia empresas objeto de auditoria, o profissional que Valores Mobiliários), exercerá as suas atividades contábil quando: nela(e) trabalhou no passado ou que com ela(e) em nome pessoal. a) for parte no processo; mantenha algum tipo de relacionamento comer- 2.2 Competência Técnico-Profissional 2.1 Competência Técnico-Profissional cial. Também está impedido de atuar como auditor b) houver atuado como perito-contador 2.2.1 O profissional deve manter seu 2.1.1 O profissional deve manter seu nível de naquela empresa, profissional que tenha algum Assistente ou prestado depoimento nível de competência profissional pelo competência profissional pelo conhecimento atua- vínculo de parentesco com os administradores, só- como testemunha no processo; conhecimento atualizado de tudo que lizado de tudo que diz respeito à sua especialidade cios, acionistas e empregados da mesma. Também diz respeito à sua especialidade profis- profissional; c) um seu parente estiver postulando não poderá ser auditor profissional que tenha sional, inclusive aspectos jurídicos e no processo; 2.1.1 O profissional deve conhecer campo de alguma participação como acionista ou como sócio legais, realizando seus trabalhos com atuação da empresa objeto de auditoria; d) tiver interesse ou algum parente seu da empresa, ainda que de forma indireta. Portanto, observância da equidade. tiver interesse no resultado do trabalho na ocorrência das situações supracitadas, deverá 2.1.2 O profissional deve inteirar-se das ativida- 2.2.2- O profissional deve conhecer, pericial; recusar-se a prestar serviço de auditoria. des da empresa objeto de auditoria para avaliar profundamente, tema ou campo sua capacidade de atender ao serviço, segundo as e) exercer função ou cargo incompatíveis objeto de seu trabalho pericial; necessidades deste; com a atividade de perito-contador; e 2.2.3 O espírito de solidariedade do 2.1.3 O profissional deve recusar os serviços f) a matéria em litígio não for de sua perito-contador e do perito-contador as- sempre que reconhecer não estar tecnicamente especialidade. sistente não induz nem justifica a partici- preparado para atendê-los. 2.4.2 O profissional não deve aceitar pação ou a conivência com erros ou atos encargo quando os recursos humanos infringentes das normas profissionais e e materiais de que dispuser não forem éticas que regem exercício da profissão; suficientes para desincumbir-se da</p><p>REMO DALLA ZANNA PRÁTICA DE 558 559 Elementos extraídos da NBC P 2 Elementos extraídos da NBC P 1 - Normas Elementos extraídos da NBC 2 Elementos extraídos da NBC P 1 Normas Normas Profissionais do Perito Profissionais do Auditor Independente (*) Normas Profissionais do Perito Profissionais do Auditor Independente (*) missão que lhe foi confiada. Informará Guarda da Documentação 2.5 Guarda da Documentação este fato, por petição, ao Juízo que no- Apesar de não existir, na norma profis- 2.5.1 auditor deve conservar, pelo prazo de 5 meou e/ou por carta, à parte que o indicou sional, indicação de como deve proceder (anos) ou mais, a seu critério, a contar da data da como assistente técnico. o contador, na função de perito, no que entrega de seu parecer e demais relatórios, toda a 2.7 Responsabilidade e zelo 2.2 Responsabilidade do Auditor na Execução tange à documentação, recomenda-se documentação, os papéis de trabalho, os 2.7.1 - O profissional deve cumprir os dos trabalhos que guarde por prazo de 10 (dez) anos rios e os pareceres correspondentes aos serviços prazos estabelecidos no processo ou 2.2.1 O auditor deve ser zeloso, cuidadoso, im- os papéis de trabalho, tais como cópias prestados. no contrato de prestação de serviços parcial. Apesar da auditoria não ter como objetivo xérox de documentos e livros e memórias quando na função de assistente técnico; precípuo a descoberta de fraudes, no caso de vir a de cálculo, bem como as cópias de seu 2.7.2 Deve zelar por suas prerrogativas descobri-las durante seu trabalho, deverá informar laudo e petições. Este prazo está relacio- profissionais, na sua condição de repre- a Alta Administração, imediatamente. nado com tempo que pode demorar sentante do magistrado que o nomeou, a fase instrutória (de conhecimento) de 2.3.2 Constatadas irregularidades na escrituração nos limites de suas funções periciais, contábil que afetam, de forma relevante, as De- um processo. Para economia de espaço fazendo-se respeitar e agindo sempre monstrações Contábeis, profissional deve revelar recomenda-se arquivar as provas docu- com seriedade e discrição; este fato à Alta Administração e fundamentar seus mentais que considerar necessárias para 2.7.3 Os profissionais envolvidos com novas e eventuais intervenções, em meio procedimentos e suas informações nas Normas eletrônico. O trabalho pericial: perito-contador e Brasileiras de Contabilidade. perito-contador assistente, respeitar-se- 2.6 Sigilo 2.6 Sigilo -ão mutuamente. 2.6.1 O contador, na função de perito, 2.6.1 O sigilo deve ser observado nas relações 2.5 Honorários 2.4 Honorários deve respeitar e assegurar sigilo do que auditor tiver com a entidade auditada, com 2.5.1 É recomendável que o profis- 2.4.1 Os elementos que definem a cobrança dos que for apurado; outros auditores, com os organismos fiscalizadores sional da perícia contábil estabeleça a honorários do auditor independente são: a relevân- 2.6.2 É defeso ao perito dar publicidade e com terceiros; priori, mediante orçamento, valor de cia, vulto, a complexidade e tempo consumido de seu trabalho, seja qual for a circuns- 2.6.2 É defeso ao auditor dar publicidade de seu seus honorários; para executar o trabalho contratado; tância, salvo quando houver obrigação trabalho, seja qual for a circunstância, salvo quando 2.5.2 Os elementos que definem a 2.4.2 A peculiaridade de tratar-se de cliente even- judicial ou legal de fazê-lo. O prazo houver obrigação judicial ou legal de fazê-lo; brança dos honorários do perito-conta- tual, habitual ou permanente; do sigilo deve perdurar desde antes do 2.6.3 No caso de vir a ser substituído por outro dor e do perito-contador assistente são: trabalho pericial, durante e depois de a relevância, o vulto, tempo, risco 2.4.3 A qualificação técnica dos membros da equi- profissional (auditor) e mediante prévia autorização entregar laudo pericial contábil. pe de profissionais que irão atuar no caso; da empresa auditada, poderá dar as informações pessoal e profissional e a complexidade 2.6.3 No caso de vir a ser substituído que estiver autorizado a prestar, sempre por escrito; dos serviços a executar; 2.4.4 O lugar onde serão prestados os serviços, por outro profissional no decorrer do tra- 2.5.3 A quantidade de horas estimadas fixando, desde logo, como serão pagos os custos 2.6.4 Quando fiscalizado pelos "pares" deverá balho pericial, ainda assim, deve manter em cada fase do trabalho e a qualifica- de viagens e hospedagens; exibir toda a documentação conforme previsto em sigilo a respeito de tudo que examinou; Norma Brasileira de Contabilidade que trata deste ção do pessoal que atuará em colabo- 2.4.5 A "Carta-Proposta" fornecida pelo auditor 2.6.4 Quando for solicitado por órgão assunto; ração com perito oficial; ao cliente deverá conter a descrição dos serviços fiscalizador das atividades profissionais 2.5.4 - O prazo fixado pelo magistrado a serem realizados, os termos legais que funda- 2.6.5 Quando ocorrer a quebra do sigilo e este fato ou pelo Ministério Público ou por outras mentarão seu trabalho, o prazo estimado para a provocar perdas para cliente, auditor poderá para a conclusão dos trabalhos; pessoas interessadas, a prestar escla- sua realização, os relatórios que serão fornecidos frer processo judicial com propósito de indenizar 2.5.5 Face à demora com que são recimentos a respeito de seu trabalho as perdas que causou. pagos os honorários periciais no âmbito a final e as condições de pagamento dos honorários, pericial, somente após obter a da Justiça, estabelecer a forma de atuali- inclusive a previsão contratual de eventual extensão devida autorização judicial e apenas zação monetária que será aplicada para das horas estimadas em sua proposta. no que for perquirido; O pagamento dos mesmos, após serem 2.6.5 Quando ocorrer a quebra do arbitrados; sigilo e este fato provocar perdas para 2.5.6 O perito-contador assistente pode, uma ou para todas as partes envolvidas caso queira, vincular seus honorários ou no processo, perito estará sujeito à parte deles, ao sucesso do processo. indenizá-las das perdas sofridas.</p><p>REMO DALLA ZANNA PRÁTICA PERÍCIA CONTÁBIL 560 561 Elementos extraídos da NBC P 2 Elementos extraídos da NBC 1 Normas trabalho consiste em apurar determinado(s) fato(s) delimitado(s) Normas Profissionais do Perito Profissionais do Auditor Independente (*) pelo objeto de perícia, considerado determinado arco de tempo 2.7 Responsabilidade pela utilização do trabalho do auditor interno a ser examinado que, quase sempre, abarca vários anos. No caso Este item não se aplica à perícia. 2.7.1 Quando auditor externo utilizar-se de de perícia extrajudicial, seu trabalho objetiva atender quem re- trabalhos elaborados pela auditoria interna a sua quereu a prova pericial e restringe-se a isso. No caso de perícia responsabilidade permanece inalterada. 2.8 Utilização do trabalho de espe- 2.8. Responsabilidade pela utilização do trabalho judicial, ainda que seu trabalho deva atender ao que foi perquirido cialistas de especialistas pelas partes mediante a formulação de quesitos veja Capítulo 2.8.1 O perito-contador e perito- 2.8.1 O auditor pode utilizar-se da contribuição 5 -, dirigirá seu laudo ao magistrado e deverá ter em mente que -contador assistente podem valer-se profissional de especialistas em matéria não contá- de especialistas de outras áreas na bil, como, por exemplo, assuntos de engenharia de é a ele a quem serve, ou seja, nos casos em que os quesitos não realização de trabalho, desde que parte produção ou de propaganda e marketing. Neste caso sejam pertinentes e nem adequados, poderá não dar-lhes a res- da matéria objeto da perícia assim re- o profissional escolhido será ele mesmo, responsá- queira. Como exemplo temos o serviço vel, pelas conclusões oferecidas e incorporadas, posta solicitada pela parte que os fez, pois sua preocupação e seu pericial de um engenheiro para avaliar pelo auditor, em seu parecer. objetivo profissional é dar a conhecer ao magistrado a verdade imóveis, de forma técnica; contábil, financeira, econômica, trabalhista, previdenciária, 2.8.2 Quando nomeado pelo juiz, perito poderá requerer-lhe a nomeação etc., segundo as técnicas contábeis aplicáveis ao caso. No final, de especialista de outra área para contri- emitirá um laudo pericial contábil quando atuando como perito buir com seu trabalho pericial. 2.9 Informações anuais ao CRC's regionais judicial ou extrajudicial ou um parecer técnico quando atuando 2.9.1 -O auditor deverá enviar aos CRC's as in- como assistente técnico. Este item não se aplica à perícia. formações previstas nesta norma, principalmente a relação de seus clientes e dos profissionais que b) O trabalho do auditor em geral, é de caráter permanen- atuam sob seu comando. te. Só raramente tem um fim especial com fixação de prazo para 2.9 Educação Continuada 2.10 Educação continuada conclusão. No final de seu trabalho anual, apresenta o Relatório 2.9.1 O perito-contador e perito- 2.10.1 O auditor independente, no exercício de -contador assistente, no exercício de suas sua atividade, deverá comprovar a participação em de Auditoria ou Carta à Diretoria para uso interno da alta direção atividades, devem comprovar a partici- programas de educação continuada, na forma regu- da empresa auditada. Seu principal produto final é o parecer pação em programas de educação con- lamentada pelo Conselho Federal de Contabilidade. tinuada, na forma a ser regulamentada que se destina à publicação em conjunto com as demonstrações pelo Conselho Federal de Contabilidade. auditadas e respectivos esclarecimentos, para uso dos 2.11 Exame de competência profissional interessados, entre os quais se destacam os sócios minoritários 2.11.1- O auditor independente, para poder exer- Este item não se aplica à perícia. cer sua atividade, deverá submeter-se a exame de ou os que não militam na administração diária dos negócios, competência profissional, na forma regulamentada analistas de crédito e os analistas de mercado de ações. pelo Conselho Federal de Contabilidade. (*) Por existir o auditor interno, preferimos denominar auditor independente de auditor externo. 1.2.2. Comparação quanto à forma de atuação a) O contador, na função de perito judicial, embasa seu trabalho nos 1.2.1. Comparação quanto à duração do trabalho termos do processo e, excluídos os casos de perícia contábil no a) O perito-contador exerce sua especialidade profissional sempre bito da Justiça do Trabalho, são sempre diferentes uns dos por mandato temporário e eventual, judicial ou extrajudicial. Seu Seu objetivo é responder aos quesitos formulados pelas partes e, as</p><p>REMO DALLA ZANNA PRÁTICA 562 563 vezes, pelo próprio Juiz. Seu laudo pericial contábil visa esclare- aceite, deve apresentar sua estimativa de honorários. Cada caso cer os pontos objeto de controvérsia nos autos e dar resposta aos diferente de outro, implicando honorários diferentes. Por outro quesitos formulados para que a verdade seja conhecida. Segundo lado, o contador, quando exercendo a função de assistente as circunstâncias, poderá fornecer outros esclarecimentos, sempre deve firmar um contrato de prestação de serviços profissionais para relacionados com o processo. No caso de perícia extrajudicial, o o qual os CRCs têm oferecido modelos para uso dos seus perito entende que a posição das partes equivale à do magistrado. b) O trabalho de auditoria contábil ou de revisão de contas implica b) O contador, na função de auditor externo, embasa seu trabalho na existência, a priori, de um contrato entre o profissional ou a sobre o programa de auditoria que, ressalvados os casos em empresa de auditoria e a entidade contratante. Sendo O trabalho que adaptações precisam ser feitas para atender determinadas de auditoria de caráter permanente e contínuo, implica no pa- peculiaridades da mesma, é sempre o mesmo. Os pontos fun- gamento de uma mensalidade. Portanto, o contrato de auditoria damentais dos vários programas, tais como: auditoria de caixa/ é por tempo determinado, geralmente, um ano, e sua renovação bancos; auditoria de estoques; inventário físico; avaliação do pode ocorrer automaticamente pela simples não manifestação percentual de risco de inadimplência da carteira de contas a das partes em contrário. receber, etc., mutatis mutantis, são sempre os mesmos. Também a verificação de sistemas de controle interno, de certificação 1.2.4. Comparação quanto aos fins de valores e de quantidades físicas, de comprovação de que os a) A perícia contábil é sempre realizada para constatar fatos consu- procedimentos adotados pela administração estão em confor- mados, decorrentes de controvérsias ou oposição de midade com as normas da empresa, com as leis sociais e com A perícia contábil, quando judicial, tem fins impositivos e deve a legislação fiscal pertinente ao ramo de atividade econômica ser feita de maneira a permitir que o julgador possa emitir uma em que se enquadra a empresa auditada, também são sempre os sentença fundamentada nas provas (contábeis) apresentadas mesmos. As adaptações nos programas de auditoria decorrem, pelo perito de sua confiança. basicamente, de macroalterações legais, societárias e fiscais. b) A auditoria contábil é realizada antes da publicação das demons 1.2.3. Comparação quanto à forma de contratar os serviços: "com- trações contábeis e demais relatórios internos para a E tem 3 (três) funções: prevenir, orientar e corrigir a tempo, ou promisso" e/ou "contrato" seja, antes que ocorra a publicação das demonstrações a) O contador, na função de perito, pode atender ao juízo e, neste A auditoria contábil age ainda que informalmente como caso, é denominado de perito judicial; mas pode atender a uma consultoria administrativa, organizacional, tributária, das partes em litígio e, neste caso, é chamado de perito-contador financeira e societária; pois se ocupa com a verificação do sistema assistente ou, na linguagem forense, assistente técnico. Portanto, de controle(s) interno(s), a prevenção às fraudes, o desempenho quando exercendo a função de perito judicial, estará comprome- operacional e gerencial da administração diante dos negócios, tido com o trabalho a partir de sua nomeação. Caso não possa planejamento tributário, o planejamento econômico e realizar o trabalho para o qual foi nomeado, deve peticionar para ro mediante a auditoria dos orçamentos de investimentos, das ser substituído, apresentando as razões de sua desistência. Caso operações e da liquidez.</p><p>REMO DALLA ZANNA 564 Exceto às companhias de capital aberto e algumas poucas outras que são obrigadas a contratar os serviços de auditoria, às demais é facultado contratarem ou não esses serviços. Portanto, para a grande maioria da em- presas nacionais como as S.As. de capital fechado, limitadas, associações e clubes de toda espécie, instituições privadas de ensino, etc., a decisão BIBLIOGRAFIA de contratar os serviços de auditoria contábil é resultante da vontade dos sócios. Esta vontade pode ser extemporânea ou constar no contrato social. 2. DEFINIÇÕES COMPARADAS, AMBAS DO SAUDOSO E MUI HONRADO MESTRE HILÁRIO FRANCO PERÍCIA "Consiste no encargo conferido a pessoas competentes, de preferência especializadas e técnicas, para proceder às averiguações que se fizerem necessárias, para o esclarecimento das questões debatidas no processo, sempre que tais pronunciamentos exijam conhecimentos PRÁTICA DA PERÍCIA CONTÁBIL especializados, devendo o resultado do exame procedido ser levado ao Principais publicações usadas pelo autor conhecimento do juiz, por meio de laudo." (o grifo é nosso) AUDITORIA "É o conjunto de normas aplicadas ao exame de MONOGRAFIAS (livros, folhetos, separatas, dissertações e teses) livros, papéis, documentos e controles (internos) relacionados com um ALBERTO, Valder Luiz Palombo. Perícia São Paulo: Atlas, 1996. 254 p. patrimônio administrado, para atestar a exatidão dos registros e a vera- cidade dos seus comprovantes, bem como apurar ou evitar erros, omissões BRASIL. Código de Processo Civil. 41. ed. São Paulo: Saraiva, 2011. e fraudes, praticados por administradores ou empregados, com o fim de COCURULLO, Antonio. Gestão de Riscos Corporativos: riscos alinhados com algumas salvaguardar direitos dos proprietários, dos financiadores (...) e do fis- ferramentas de gestão: um estudo de caso no setor de celulose e papel. 3. ed. co." (o grifo é nosso) São Paulo: Instituto dos Auditores Internos do Brasil (Audibra), 2002. p. O entendimento moderno das funções da auditoria externa con- CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DE SÃO gislação da Profissão Contábil. Conselho Regional de Contabilidade do Estado sidera a tarefa de apurar fraudes como algo a ela ligado de forma indi- de São Paulo. 32. ed. São Paulo, reta. Ou seja, se durante os seus trabalhos o auditor identificar, com- provadamente, a existência de fraude(s) deve delas dar conhecimento à As Normas Brasileiras de Contabilidade, Os Princípios Fundamentais de Con- tabilidade e O Código de Ética Profissional do Contabilista. Conselho Regional alta direção da empresa. No final de seu trabalho, procederá à avaliação de Contabilidade do Estado de São Paulo. 32. ed. São Paulo, 2004. dos valores fraudados e sua influência no valor do patrimônio líquido. Em seguida, proporá uma correção na demonstração de resultados ou Reynaldo de Souza. Peritagem Contábil. Rio de Janeiro: Forense, 1968.150 p. diretamente no balanço patrimonial, a fim de que tais demonstrações reflitam o verdadeiro valor do patrimônio líquido segundo as HOOG, Wilson Alberto Zappa. Prova Pericial Contábil: aspectos práticos & funda- Normas Brasileiras de Contabilidade vigentes. mentais. 3. ed. (2003), tir./Wilson Alberto Zappa Hogg e Solange Curitiba: Juruá, 2004. 440 p.</p><p>REMO DALLA ZANNA PRÁTICA PERÍCIA CONTÁBIL 566 567 MAGALHÃES, Antônio de Deus Farias; SOUZA, Clóvis de; FÁVERO, Hamilton Luiz; KOLIVER, Olívio. A Contabilidade e os Contadores a Serviço do Revista LONARDONI, Mário. Perícia Contábil. São Paulo: Atlas, 1995. 169 p. do Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 112, p. 61-73, maio 2003. MEDEIROS JUNIOR, Joaquim da Rocha; FILKER, José. A Perícia Judicial: como redigir laudos e argumentar dialeticamente. São Paulo: Pini, 1996. 134 p. NASCIMENTO, Roberto Sérgio do; NASCIMENTO, José Herisberto Pedrosa O perito como auxiliar da Justiça, suas atribuições e prerrogativas no proces- MOURA, Ril. Perícia Contábil: judicial e extrajudicial: teoria e prática. Rio de Janeiro: SO pericial contábil. Revista Brasileira de Contabilidade. Brasília, Ano XXXII, Freitas Bastos, 2002. 532 p. 143, set./out. 2003. ORNELAS, Martinho Maurício Gomes de. Perícia Contábil. 3. ed. São Paulo: Atlas, ORNELAS, Martinho Maurício Gomes de. Avaliação de Empresas em Processo 2000. 159 p. ciais: Algumas Dificuldades e Limitações. Revista Paulista de Contabilidade, SÁ, Antônio Lopes de. Perícia Contábil. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1997. 327 p. São Paulo, 473, p. 16-2, mar. 1997. SANTANA, Creusa Maria de. A Perícia Contábil e sua Contribuição na Sentença PIRES, Marco Antônio Amaral. Perícia Contábil: reflexões sobre seu verdadeiro sig Judicial: um estudo exploratório. São Paulo: FEA/USP, 1999. nificado e importância. Revista de Contabilidade do CRC-SP, São Paulo, Ano III, 8, p. 58-66, jun. 1999. SANTOS, Sílvio dos. Perícia Econômica na Justiça do Trabalho. São Paulo: LTr, 1997.257 p. POLICARPO, Pedro Cláudio Oliveira. A Capitalização de Juros na Tabela Revista TEIXEIRA FILHO, Antonio Manoel. A Prova no Processo do Trabalho. 7. ed. São do Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Paulo: LTr, 1997. 101, p. 18-30, jul. 2000. SANTOS, Lúcia de Azevedo Brando dos. Perícia Contábil na Área da Fiscalização PERIÓDICOS (Revistas e jornais) Estadual. Revista Brasileira de Contabilidade, Brasília, Ano XXIV, 96, ALBERTO, Valder Luiz Palombo. Arbitragem e Perícia Contábil: Afinidades entre as 64-79, nov./dez. 1995. Funções Pericial e Arbitral. Revista Brasileira de Contabilidade, Brasília, Ano SILVA, Antônio Carlos Morais da. Honorários Periciais. Revista Brasileira de Contabi XXV, 97, p. 72-78, jan./fev. 1996. lidade, Brasília, Ano XXVIII, n° 117, p. 56-63, maio/jun. 1999. Perícia Contábil em Juízo. Revista Brasileira de Contabilidade, Brasília, Ano XXVIII, 116, p. 9-11, mar./abr. 1999. SILVA, Luiz Gustavo Cordeiro da. A Perícia Contábil no Brasil. Revista Brasileira de Contabilidade, Brasília, Ano XXIII, 90, p. 20-29, dez. 1994. ALMEIDA, Mário Martins de. O Contador, A Perícia e a Prestação da Justiça. Revista Brasileira de Contabilidade, Brasília, Ano XXV, n° 100, p. 98, jul./ago. 1996. YAMAGUCHI, Achiles. Arbitragem e Perícia. Revista Brasileira de Contabilidade, Brasília, Ano XXVIII, 119, p. 71-75, set./out. 1999. CAMARGO, Ynel Alves de. Normas Éticas na Perícia Contábil. Princípios Fundamen- tais. Respeito ao Código de Ética Profissional do Contabilista. Revista Brasileira Caminhos da Perícia Judicial. Revista Brasileira de Contabilidade, Brasília, de Contabilidade, Brasília, 121, p. 51 52, jan./fev. 2000. Ano XXX, 127, p. 47-51, jan./fev. 2001. DRUMMOND, Maria Helena Ferreira. Ciências Contábeis. Da Arte à Ciência: 8.000 Anos de História. Revista Brasileira de Contabilidade, Brasília, 93, p. 72-78, PUBLICAÇÕES ELABORADAS POR ENTIDADE COLETIVA maio/jun. 1995. CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE Resolução CFC n° 1.234/2009, de 10 FIGUEIREDO, Sandoval Nunes. A perícia Contábil e a Competência Profissional. de dezembro de 2009. Aprova a NBC TP 01 Perícia Contábil. Brasília, Revista Brasileira de Contabilidade, Brasília, Ano XXXII, n° 142, jul./ago. 2003. Resolução CFC 857/1999, de 21 de outubro de 1999. Reformula a NBC P FONSECA, Alice Aparecida da Silva, CRUZ, Élio Cardozo da, AYRES, Magna Lenise 2, denominando-a Normas Profissionais do Perito. Brasília, 1999. Flores da Mota, NASCIMENTO, Maria Aparecida Mota. A Perícia Contábil. Revista Brasileira de Contabilidade, Brasília, Ano XXIX, 123, p. 36-43, maio/ Resolução CFC n° 858/1999, de 21 de outubro de 1999. Reformula a NBC / jun. 2000. 13 Da Perícia Contábil. Brasília, 1999.</p>