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<p>DOENÇAS BENIGNAS DOS</p><p>OVÁRIOS</p><p>CLASSIFICAÇÃO</p><p>CISTOS FUNCIONAIS</p><p>Cisto Folicular</p><p> É o cisto funcional mais comum</p><p>Cisto simples que possui mais que 3 cm</p><p>Origina-se de um folículo estimulado pelas</p><p>gonadotrofinas hipofisárias que não se rompeu durante</p><p>o ciclo menstrual</p><p> Frequentes nas pacientes que menstruam</p><p> Podem romper ou torcer o ovário, causando dor</p><p>abdominal e sinais peritoneais</p><p>Resolvem em 4-8 semanas com conduta expectante</p><p>apos o qual e sem regressão pode-se optar pela</p><p>cirurgia</p><p>CISTOS FUNCIONAIS</p><p>Cisto do Corpo Lúteo ou Luteínico</p><p> Menos comuns que os cistos foliculares</p><p> Resulta de hemorragia excessiva ou um acúmulo anormal de</p><p>líquido cístico na cavidade do corpo luteo (pela</p><p>hiperestimulação pelo LH)</p><p> Na maior parte dos casos apresenta regressão espontânea</p><p> Podem causar dor devido a expansão rapita da cavidade cística</p><p>fechada</p><p> Podem sofrer rotura e consequente hemorragia</p><p> Em caso de estabilidade hemodinâmica conduta conservadora</p><p> Em caso de hemoperitônio importante abordagem cirúrgica</p><p>TUMORES PROLIFERATIVOS (NEOPLÁSICOS)</p><p>TUMORES EPITELIAIS</p><p>Cistoadenoma Seroso</p><p> originam-se do epitélio superficial do ovário</p><p> representam 15 a 25% dos tumores benignos</p><p> são bilaterais em 7 a 12% dos casos</p><p> A faixa etária de maior incidência 20 e 50 anos</p><p> Multiloculares e medindo de 5-15cm</p><p> Corpos de Psammoma: que são áreas de granulações</p><p>calcificadas</p><p> são assintomáticos e detectados em exames pélvicos de</p><p>rotina</p><p> cirurgia é o tratamento definitivo</p><p>TUMORES EPITELIAIS</p><p>Cistoadenoma Mucinoso</p><p> Representam 15% dos tumores benignos</p><p> São bilaterais em 5 a 7% dos casos</p><p> mais volumosos que os tumores serosos</p><p> constituindo os grandes tumores abdominais chegando até</p><p>a 50 cm de diâmetro</p><p> faixa etária de maior incidência 20-30anos</p><p> multilobulados, de conteúdo mucoide e acastanhados ao</p><p>corte</p><p> Complicação: pseudomixoma peritoneal (formação de</p><p>ascite, a qual recidiva com frequência após o tratamento</p><p>cirúrgico)</p><p> tratamento é cirúrgico</p><p>TUMORES EPITELIAIS</p><p>Tumor de Brenner</p><p> São tumores epiteliais benignos</p><p> constituídos por epitélio transicional</p><p> Apresentam histopatologia incomum, formação de ilhotas de</p><p>células cuboides claras, (ninhos de células de Walthard)</p><p> É tumor sólido que pode estar associado à síndrome de Meigs</p><p>TUMORES DE CÉLULAS GERMINATIVAS</p><p>Teratoma Císticobenigno ou Teratoma Cístico Maduro ou</p><p>Cisto Dermoide</p><p> Representam 10 a 15% de todos os tumores ovarianos</p><p> São normalmente unilaterais</p><p> O risco de se tornar maligno é raro (1%) e quando o fazem o</p><p>mais comum é carcinoma de células escamosas</p><p> São compostos de combinações variadas de células bem</p><p>diferenciadas de todos os três folhetos embrionários</p><p> Ectodérmicos,</p><p> Mesodérmicos</p><p> Endodérmicos</p><p>Tumores de Células Germinativas</p><p>Cont</p><p> Caracterizam-se de</p><p> cistos uniloculares contendo folículos pilosos e um material de</p><p>consistência sebácea</p><p> cartilagem, osso, dentes, áreas de calcificação</p><p> tecido tireoidiano</p><p> Maior incidência na idade reprodutiva</p><p> Complicação mais frequente torção do pedículo</p><p> Tratamento de escolha é cirúrgico</p><p>Struma Ovarii</p><p> uma variante do teratoma cístico maduro com >50% de tecido</p><p>tireoidiano</p><p> caracteriza-se pela produção ectópica de hormônios tireoidianos</p><p> Pode produzir sintomas de tireotoxicose</p><p>TUMORES DO CORDÃO SEXUAL</p><p>Fibroma</p><p> derivam das células estromáticas da granulosa</p><p> não apresentam atividade hormonal</p><p> É um tumor solido</p><p> mais comum dentre os tumores do cordão sexual</p><p> Forma a síndrome de Meigs (associação com ascite em</p><p>15% e hidrotórax 1%)</p><p>TUMORES DO CORDÃO SEXUAL</p><p> Luteoma da Gravidez</p><p> Tumor sólido e raro</p><p> 25% dos casos, associam-se com virilização devido à</p><p>produção de testosterona que inicia no 2º trimestre da</p><p>gestação</p><p> pode ocorrer a masculinização de um feto do sexo</p><p>feminino</p><p> A maioria dos casos regride espontaneamente</p><p>TUMORES DO CORDÃO SEXUAL</p><p>Tecomas</p><p> Originam-se do estroma cortical dos ovários</p><p> geralmente são unilaterais</p><p> representam 2% dos tumores ovarianos</p><p> Maior incidência na pós-menopausa</p><p> produzem estrógenos (sangramento genital e hiperplasia</p><p>endometrial na pós-menopausa)</p><p> tratamento recomendado é a ooforectomia</p><p>TUMORES DO CORDÃO SEXUAL</p><p>Gonadoblastomas</p><p> Factor risco importante para o desenvolvimento do tumor:</p><p>disgenesia gonadal e presença de cromossoma Y</p><p> tumor misto, constituído por elementos :</p><p> germinativos (geralmente representado pelo disgerminoma)</p><p> elementos do cordão sexual (elementos das células da granulosa e de</p><p>Sertoli)</p><p> podem produzir androgênios e estrogênios</p><p> tratamento recomendado é a ooforectomia</p><p>ABORDAGEM DIAGNÓSTICA DOS</p><p>TUMORES OVARIANOS BENIGNOS</p><p>Conduta básica diante de uma massa anexial</p><p> Anamnese e exame físico</p><p> USGTV</p><p> Dopplerfluxometria</p><p> Marcadores tumorais: CA 125, CA 19-9 alfafetoproteína, hCG e LDH</p><p> Tomografia Computadorizada e (TC) / Ressonância Magnética: menor</p><p>sensibilidade US</p><p> Cirurgia</p><p> NB: punção e análise citológica do cisto ovariano não devem ser</p><p>usadas para fins diagnósticos</p><p>ABORDAGEM DIAGNÓSTICA DOS</p><p>TUMORES OVARIANOS BENIGNOS</p><p> Critérios de encaminhamento de pacientes com massa pélvica</p><p>ao oncologista ginecológico</p><p> Pré-menopáusicas (<50 anos)</p><p> Nível muito alto de CA-125</p><p> Ascite</p><p> Evidência de metástase abdominal ou a distância (ao exame físico ou</p><p>em estudo de imagem)</p><p> Pós-menopáusicas (>50 anos)</p><p> CA-125 alto</p><p> Ascite</p><p>Massa pélvica nodular ou fixa</p><p> Evidência de metástase abdominal ou a distância (ao exame físico ou</p><p>em estudo de imagem)</p><p>ABORDAGEM DIAGNÓSTICA DOS</p><p>TUMORES OVARIANOS BENIGNOS</p><p> CARACTERÍSTICAS ULTRASSONOGRÁFICAS DAS MASSAS OVARIANAS</p><p> DOPPLERFLUXOMETRIA COLORIDA</p><p> Observa-se neoangiogênese nos tumores malignos apresentando baixa resistência ao</p><p>fluxo vascular (IP <1; IR < 0,40)</p><p> Quando presente nos septos dos tumores císticos sugestivo de malignidade</p><p>MARCADORES TUMORAIS</p><p>MARCADOR TUMOR</p><p>CA 125 Tumores epiteliais, em geral cistoadenocarcinoma seroso</p><p>CEA e CA 19-9 Cistoadenocarcinoma mucinoso</p><p>HCG Coriocarcinoma e carcinoma embrionário</p><p>Alfafetoproteína Tumor de seio endodérmico e carcinoma embrionário</p><p>LDH Disgerminoma e tumor do seio endodérmico</p><p>Estradiol Tumor de células da granulosa</p><p>Progesterona Tecoma</p><p>Testosterona Tumores das células de Sertoli e Leydig</p><p>ABORDAGEM TERAPÊUTICA DOS</p><p>TUMORES OVARIANOS BENIGNOS</p><p> POSSÍVEIS CONDUTA A TOMAR</p><p> Expectante</p><p> Clínica</p><p> Cirúrgica</p><p> Tumores sólidos,</p><p> Císticos >5 cm persistente >6meses,</p><p> Mistos (componente cística e solida) independentemente do</p><p>tamanho</p><p> Cistos >10cm independentemente da duração e presença ou não</p><p>de sintomatologia</p><p> Massa suspeita de malignidade (ultrassonografia, CA 125 >200,</p><p>Ascite, historia familiar câncer de mama ou ovário)</p><p> FATORES IMPORTANTES NA DEFINIÇÃO DA CONDUTA</p><p> Idade da paciente</p><p> Infancia: 80% das neoplasias ovarianas são malignas (tratamento cirúrgico)</p><p> Na adolescência: mais frequente</p><p> Cistos funcionais (expectante)</p><p> Tumores de células germinativas (cistectomia simples com preservação do ovário</p><p> Pré-menopausa:</p><p> Cistos funcionais- expectante, contraceptivos orais e tratamento cirúrgico (na presença de dor</p><p>ou suspeita de malignidade)</p><p> Pós-menopausa: se medio ou alto risco de desenvolver cancer de ovário- cirúrgico</p><p> Cistos >5 cm independente das características ecográficas;</p><p> Cisto sintomático;</p><p> Concentração sérica de CA 125 > 35 U/ml;</p><p> Ascite ou outros sinais clínicos suspeitos de</p><p> Doença metastática</p><p> Aspecto ultrassonográfico do tumor</p><p> Presença de complicações</p>