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<p>Musicoterapia</p><p>Improvisacional</p><p>Profa. Me Rejane Ap. M. Kobori</p><p>Mestra em Ciências da Educação - USP</p><p>Bacharelado em Pedagogia (Licenciatura Plena) e Psicopedagoga</p><p>Bacharelado em Educação Artística ( Licenciatura)</p><p>Especialização em Psicopedagoga</p><p>Técnica em Música Erudita, com experiência em ensino musical e</p><p>musicalização infantil</p><p>Musicoterapia</p><p>Improvisacional</p><p>É uma abordagem terapêutica que</p><p>utiliza da improvisação musical,</p><p>exploração sonora e do meio</p><p>ambiente. Podendo ser Livre ou</p><p>Dirigida, utilizando objetos,</p><p>instrumentos musicais, corpo e Voz.</p><p>De acordo com Freire (2018), esse</p><p>tipo de terapia atua diretamente nas</p><p>áreas mais afetadas pelo autismo</p><p>( fala, linguagem e interações sociais).</p><p>Desenvolvimento Musical</p><p>O desenvolvimento musical é um processo longo do indivíduo</p><p>que agrupa diversas habilidade de interação social, cognitiva e</p><p>sensório- motoras.</p><p>• “As habilidades cognitivas (percepção sensorial, atenção,</p><p>memória, criatividade etc.) e sociais são particularmente</p><p>estimuladas ao longo da aprendizagem musical, contribuindo</p><p>assim para o desenvolvimento integral da pessoa” (FREIRE,</p><p>2021).</p><p>• As crianças com TEA, possuem dificuldade de compreender e</p><p>se expressar, resultando em um desenvolvimento atípico da</p><p>comunicação social.</p><p>• A musicoterapia improvisacional, facilita o engajamento</p><p>sonoro-comunicativo.</p><p>Paul Nordoff e Clive Robbins (1974)</p><p>O papel do Musicoterapêuta</p><p>Musicalidade Clínica: Liberdade criativa, a espontaneidade, criação, intuição,</p><p>musicalidade, reponsabilidade clínica ( comprometimento) e atenção.</p><p>Repensar a ação: Terapeuta x Músico X Paciente ( Brandalise, 2004)</p><p>Paul Nordoff ( compositor e musicoterapêuta)</p><p>Clive Robbins ( Educador de necessidades especiais e musicoterapêuta- Britânico)</p><p>Jogos de Improvisação</p><p>Afirmações de crianças (6-7 anos) sobre o significado de” improvisar”</p><p>• “ Improvisar é tocar música”.</p><p>• “ Improvisar é assim, por exemplo, se a gente não tem nenhuma</p><p>bateria, a gente vai lá e faz uma, arruma uma, sabe?”</p><p>• “Improvisar pode ser assim: entra um instrumento, depois o outro,</p><p>depois outro, até juntar todo mundo”</p><p>• “ Improvisar é inventar uma música na hora, uma música que não</p><p>existe”</p><p>• “ Isso que eu fiz foi um improviso, sabe por quê? Porque eu esqueço</p><p>qual era o combinado” (BRITO, 2003, p. 149).</p><p>Improvisar</p><p>Musicalmente</p><p>• “Ao improvisar, o músico estabelece critérios</p><p>baseados em referenciais Internos e externos“.</p><p>• Improvisando surgem novas possibilidades</p><p>musicais que se transformam.</p><p>Através do improviso, é permitido que o</p><p>desenvolvimentos afetivo, cognitivo e emocional</p><p>Os Jogos de improviso propiciam aos educadores</p><p>a observação de como os alunos ouvem,</p><p>percebem e se relacionam com o mundo musical.</p><p>Jogos musicais</p><p>de improviso</p><p>• Exploração de materiais sonoros,</p><p>• Construção de instrumentos musicais;</p><p>• Gestos e ações de movimentos;</p><p>• Intensidade, atenção e concentração;</p><p>• Organização;</p><p>• Participação e criatividade.</p><p>Jogos de</p><p>Improvisos</p><p>• “ O estouro da Pipoca”</p><p>• “Sol e Chuva, Casamento de</p><p>Viúva”</p><p>• “ O Índio bate seu Tambor”</p><p>• “ Meu nome é.... Gosto muito</p><p>de ....”</p><p>• Os jogos de improvisação</p><p>aceitam qualquer tipo de</p><p>elementos para fazer música,</p><p>situações cotidianas podem ser</p><p>introduzidas nas brincadeiras</p><p>Conclusão</p><p>• Pesquisas demonstram que a</p><p>Musicoterapia Improvacional produzem</p><p>efeitos muito positivos nas pessoas</p><p>com TEA. Evidências corroboram para</p><p>justificar o uso dessa abordagem para</p><p>promover a sociabilização,</p><p>comunicação e linguagem.</p><p>• Os resultados das pesquisas pontuam</p><p>uma melhora clínica no quadro das</p><p>pessoas que são tratadas através</p><p>dessa terapia.</p><p>Slide 1</p><p>Slide 2</p><p>Musicoterapia Improvisacional</p><p>Desenvolvimento Musical</p><p>Paul Nordoff e Clive Robbins (1974) O papel do Musicoterapêuta</p><p>Jogos de Improvisação</p><p>Improvisar Musicalmente</p><p>Jogos musicais de improviso</p><p>Jogos de Improvisos</p><p>Conclusão</p><p>Slide 11</p>