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<p>Introducao aos metodos de imagem</p><p>Qual o método?</p><p>Mamografia</p><p>Sempre aparecem duas incidências básicas, para rastreio.</p><p>Crânio caudal e médio lateral oblíqua.</p><p>Sem alterações</p><p>Paciente do sexo feminino pela presença das mamas.</p><p>Raio-x de tórax</p><p>Tomofragia computadorizada</p><p>Com áreas de consolidação pulmonar</p><p>Imagem 1 - Tomografia. Osso bem</p><p>visualizado em branco</p><p>Imagem 2 - Ressonância magnética</p><p>(</p><p>12</p><p>Médico Radiologista - Lauda exames</p><p>• Raios X, Densitometria, Mamografia, Tomografia, Ressonância magnética</p><p>• Único exame que fazemos é ultrassom</p><p>Técnico em Radiologia – Quem executa os aparelhos de Raios X, Tomografia, Ressonância...</p><p>• Não faz ultrassom</p><p>• Exclusivo de médicos para fins diagnósticos em humanos.</p><p>A mamografia é um exame que precisa de laudo, onde precisa medir as micro</p><p>calcificações, por isso é um método de rastreio da mama. A partir do 40 anos anualmente.</p><p>O nome do aparelho que utilizada para</p><p>visualização de exames de imagem como raio-x e</p><p>mamografia é o negatiscopio</p><p>Hoje em dia os médicos laudam as</p><p>imagem olhando pelo computador,</p><p>mas era com uso do negatoscopio</p><p>Sala de comando - tomografia, com vidro especial</p><p>(revestimento por bário de toda a sala) para isolamento</p><p>da radiação emitida.</p><p>Raio-x atravessa estruturas sólidas inclusive paredes</p><p>Através dessa sala são dadas todas as orientações</p><p>são passadas ao paciente</p><p>A maioria dos exames de raio-x são</p><p>feitos com o paciente deitado, e</p><p>alguns dele em pé</p><p>Ampola</p><p>A ampola a vácuo é que imite o feixes</p><p>raio-x. Que atravessa o paciente e</p><p>queima o filme deixando escuro e</p><p>gerando a imagem. A estruturas mais</p><p>densas o raio-x não vai atravessar</p><p>menos, logo, ossos terão uma cor</p><p>mais branca.</p><p>Film</p><p>e</p><p>Aparelho mais moderno, digital. Mesma</p><p>qualidade de imagem que o da ampola.</p><p>Nesse temos uma placa receptora onde a</p><p>imagem captada vai direto para o</p><p>computador, a imagem com melhor</p><p>resolução. pois pode ser ajustada no</p><p>próprio computador.</p><p>Utilizado para realização de mamografia - tem</p><p>uma rotação para realizar em diferentes</p><p>incidências como: crânio caudal, médio lateral</p><p>oblíquo, lateral, perfil.</p><p>Algumas mulheres podem relatar desconforto,</p><p>mas isso é variável. A recomendação é evitar o</p><p>período pré menstrual.</p><p>Mama boa de visualizar, pois</p><p>possui maior quantidade de</p><p>gordura (lipoconstituida). A</p><p>visualização varia muito da</p><p>qualidade de glândula, quanto</p><p>mais tecido glandular mais difícil</p><p>de visualizar.</p><p>Mulheres mais jovens possuem</p><p>mais glândulas, com o tempo a</p><p>mama se torna mais</p><p>lipoconstituida, a amamentação</p><p>também é fator que contribui,</p><p>além da genética.</p><p>Ultrassom - em gestante. O gel é</p><p>utilizado pois o ultrassom não é bem</p><p>conduzido no ar, por isso utiliza-se o gel a</p><p>base de água. Pois o ar é um mal</p><p>condutor e o gel tira esse camada de ar,</p><p>ajuda a escorregar e reliasar o exame.</p><p>Qual o sexo da criança?</p><p>Para falar em sexo depende da</p><p>idade gestacional, o ideal é que</p><p>se faça depois das 16 semanas,</p><p>pois o sexo já está definido,</p><p>antes disso tem variação no</p><p>tubérculo genital.</p><p>Quando o tubérculo está mais</p><p>paralelo a coluna é menina,</p><p>quando é menino obersava-se a</p><p>um ângulo superior a 30° graus</p><p>Nesse caso o tubérculo está parcelo a coluna, logo é menina</p><p>Via de regra o ultrassom sempre</p><p>começa em cima (de cima para</p><p>baixo) exceto endocavitaria onde o</p><p>ultrassom toca diretamente o órgão.</p><p>O líquido amniótico tem uma coração preta no</p><p>ultrassom</p><p>Anecogênico - não reflete, não tem eco</p><p>Ecogenico - preto</p><p>Hiperecogenico - Branco</p><p>Tomografia ou ressonância?</p><p>É um tomógrafo, a pesar de parecidos</p><p>Na ressonância magnética temos uma</p><p>chaminé que se conecta ao teto para</p><p>saída do Helio, ele é liberado quando o</p><p>tomografo fica desligado por mais que 3</p><p>horas e trás prejuízo de 400 a 500 mil</p><p>reais.</p><p>Tem um imã muito forte, não pode entrar</p><p>com metal algum na sala.</p><p>Melhor para visualização de partes moles</p><p>e informações</p><p>Nela temos uma bomba ejetora de</p><p>contraste. É sempre necessário que</p><p>esteja gelado.</p><p>Pode ter metal na sala, mas não do</p><p>paciente. Melhor para viasualização de</p><p>partes ósseas.</p><p>Tomara usa raio - X para</p><p>gerar a imagem</p><p>Usa ondas magnéticas para</p><p>gerar a imagem</p><p>Radiação ionizante</p><p>• Radiação que carrega consigo energia suficiente para arrancar elétrons dos átomos.</p><p>• Quando esse tipo de radiação interage com tecidos orgânicos, causa neles diferentes</p><p>efeitos, que vão desde mutações celulares ao surgimento de câncer."</p><p>Radiação é cumulativa</p><p>Tipos de radiação ionizante</p><p>• Raios x: é uma radiação eletromagnética, produzida em aparelhos de raios-x, que</p><p>tem alta capacidade de penetração no corpo humano.</p><p>• Raios gama: radiação eletromagnética de maior frequência. E emitida por</p><p>radioisótopos e também por reatores nucleares. Extremamente penetrante, é capaz de</p><p>atravessar alguns centímetros de chumbo e concreto.</p><p>Pior que raio-x</p><p>Ressonância é o melhor método para ver rompimento</p><p>e contratura capsular em implantes mamários.</p><p>• Ultravioleta: é a radiação eletromagnética de menor frequência capaz de ionizar os</p><p>átomos. Esse tipo de radiação é abundante na luz solar e pode causar câncer de</p><p>pele.'</p><p>Quanto maior a frequência, maior a energia e maior a mutação para câncer</p><p>Efeitos da radiação</p><p>Agudos</p><p>Crônicos</p><p>• Náusea</p><p>• Fraqueza</p><p>• Perda de cabelo</p><p>• Queimaduras na pele ou</p><p>diminuição da função orgânica</p><p>• Mutação e Câncer</p><p>Métodos de imagem emissores de radiação ionizante</p><p>• Raios X simples e contrastados</p><p>• Densitometria óssea</p><p>• Mamografia</p><p>• Tomografia computadorizada</p><p>• Ressonância magnética</p><p>• Ultrassonografia ou ecografia</p><p>• PET-CT</p><p>• Cintilografia</p><p>Emitem radiação ionizante</p><p>Não tem radiação ionizante</p><p>Para ver linfonodos, acompanhar metástases</p><p>Pode ter radiação , acompanhar função cardíaca, hepática.</p><p>Emitem</p><p>radiação</p><p>ionizante</p><p>Ultrassom/Ultrassonografia Ecografia</p><p>• Ondas de som com frequência superior a 20KHz ou 20.000Hz</p><p>O ultrassom é acima dos sons audíveis</p><p>Geração da imagem</p><p>• Corrente elétrica</p><p>• Cristais piezoeletricos</p><p>• Interação com tecidos</p><p>• Reflexão</p><p>• Receptores</p><p>• Geração da imagem</p><p>Interessante saber</p><p>Conectado a energia, utiliza corrente</p><p>elétrica, passa pelo aparelho chega ao</p><p>transdutor que fica em contato com o</p><p>paciente, onde temos cristais piezoeletricos</p><p>que transformam a energia em ondas de</p><p>ultrassom que interagem com os tecidos, o</p><p>é o reflexo que gera as imagens, fazendo</p><p>um eco. De acordo com o tanto de feixes</p><p>forma a imagem, quanto mais ecogenico</p><p>mais branco, anecogenica não gera eco</p><p>mais preto, hipoecogenica é branco.</p><p>Desenho ilustrativo do</p><p>transdutor mandando em</p><p>leque as ondas e dois recebe</p><p>de volta.</p><p>Quanto maior a frequência maior a</p><p>nitidez da imagem</p><p>Convexo: abdome, rins, bexiga</p><p>Cavitario: Próstata, endovaginal</p><p>- endocavitario.</p><p>Linear: tireoide, mama, bolsa</p><p>escrotal, partes moles, plexo cutâneo.</p><p>(Estruturas mais superficiais).</p><p>Ultrassom portátil, tem que ter bateria.</p><p>Fácil de transportar.</p><p>Transdutores ou pobes</p><p>Cada marca possui um padrão de cores</p><p>Vantagens do método</p><p>• Não emite radiação ionizante</p><p>• Não invasivo</p><p>• Acessível</p><p>• Portátil</p><p>• Barato</p><p>• Rápido</p><p>• Dinâmico</p><p>• Pode ser repetido</p><p>• Permite avaliação de fluxo vascular (Doppler) - Investigar trombose ou verificar linfonodos</p><p>• Pode ser realizado no leito</p><p>• Pode ser usado em qualquer idade</p><p>Quanto maior a frequência maior a</p><p>penetração, melhor a penetração, quanto</p><p>menor a frequência, enxerga mais longe</p><p>menor a penetração,menos qualidade</p><p>Desvantagens do método</p><p>• Operador dependente</p><p>• Obesidade</p><p>• Presença de gases (intestino)</p><p>• Avalição de estruturas ósseas</p><p>Faz sombra acústica</p><p>Gases não são bons condutores, refletem, logo</p><p>terá sombra acústica, por isso não é muito legal</p><p>para avaliar intestino e estômago</p><p>Líquido Técido Osso Ar Como ocorre a condução nas</p><p>diferentes estruturas</p><p>Termos usados para descrever os achados ao "modo B"</p><p>Imagem gerada pela quantidade de ecos das interfaces das estruturas</p><p>• Anecogenica(o) - Não refelete (imagem totalmente preta)- Líquido (agua, sangue,</p><p>liquido seroso).</p><p>• Hipoecogenica(o) - Pouca replexão - fica mais</p><p>escura que o tecido circunjacente.</p><p>• Isoecogenica(o) - Lesão fica no mesmo tom da estrutura envolta.</p><p>• Hiper - ecogênica(o) - Muita reflexão - mais branco que o parênquima circunjacente.</p><p>Anecogenico</p><p>Nódulo isoecogenico</p><p>Reforço líquido posterior</p><p>Mesmo tom</p><p>Hipoecogenico</p><p>Anecogenico</p><p>Hiperecogenico HipoecogenicoAnecogenico</p><p>Questão de prova</p><p>Estrutura hiperecogenica, pedra na</p><p>vesícula gerando sombra acustica</p><p>posterior. Colelitiase</p><p>Imagem também de uma vesícula com</p><p>cálculo, mas nessa observamos</p><p>Colecistite litiasica, inflamação da</p><p>vesícula, quando tem uma</p><p>espessura >3mm . Causa dor,</p><p>febre</p><p>O espessamento da vesícula, também pode ocorrer por outros fatores</p><p>como ascite, pancreatite e outros.</p><p>Mioma - nódulo benigno</p><p>de origem muscular -</p><p>Isoecogenico</p><p>Nódulo benigno no</p><p>fígado, hemangioma</p><p>Rim apresentando cálculo renal,</p><p>fazendo sombra acústica</p><p>Geralmente o as</p><p>pedras ficam nos</p><p>cálices</p><p>Exportamide</p><p>3</p><p>Cístico ou solido?</p><p>Hemangioma hepático</p><p>Hipoecogenico - Contorno irregular com</p><p>características ruins</p><p>• muito em pé é ruim (perpendicular a pele)</p><p>sinal de invasão as camadas</p><p>Se fosse paralelo a pele (melhor)</p><p>Bi rads 4A</p><p>Cisto líquido benigno</p><p>Na radiologia, o bi rads serve para se comunicar com o médico que vai ler o laudo.</p><p>Para definir chance de malignidade e conduta.</p><p>Mama vai de 0 a 6</p><p>Bi rads 0: significa que ele precisará fazer outro exame para chegar a uma definição</p><p>Bi rads 1: Normal - 0% de malignidade</p><p>Bi rads 2: Achados benignos (ex: cistos) 0% de malignidade</p><p>Bi rads 3: Requer acompanhamento de 6 em 6 meses - até 5%</p><p>Bi rads 4: Já necessita de biópsia ( de 5% a 95%</p><p>Bi rads 5: Mais de 95% de chance de ser maligno</p><p>Bi rads 6: Neoplasia já em acompanhamento</p><p>Nódulo Hipoecogenico, com</p><p>característica ruim</p><p>Tireoide</p><p>Nódulo com sombra, micro</p><p>calcificações - Características ruins</p><p>Nódulo Ti-rads 5</p><p>Mais que 95% de chance</p><p>de malignidade</p><p>Efeito Doppler</p><p>• Variação do comprimento de ondas de acordo com aproximação ou afastamento do</p><p>objeto.</p><p>Serve para dizer se o sangue está se</p><p>aproximando ou se afastando do transdutor.</p><p>Eco, modo B. Obeservar estruturas Doppler, para observar o fluxo de</p><p>sangue, sem tem ou não refluxo</p><p>Se o sangue estiver se</p><p>afastando vai ter menor</p><p>frequência (maior</p><p>comprimento) , se estiver</p><p>se aproximando vai ter</p><p>maior frequência (menor</p><p>comprimento).</p><p>Maior sensibilidade, porém</p><p>só tem uma cor.</p><p>Testiculo direito aumentado,</p><p>se torceu tem isquemia Testiculo esquerdo normal</p><p>Sem o Doppler não dá pra saber se é uma torção ou uma orquídea, ou orquipedidimite.</p><p>Testiculo esquerdo normal Testiculo direito torcido</p><p>Power doppler</p><p>- F7</p><p>-</p><p>Antes da orquíte vem</p><p>a epididimite</p><p>Epididimite</p><p>Varicocele</p><p>Varizes especialmente</p><p>do lado esquedo, pela</p><p>drenagem, vai pra veia</p><p>renal, pois a drenagem</p><p>é menor, pois só ocorre</p><p>as varizes.</p><p>Causa dor em bolsa</p><p>escrotal</p><p>Neoplasia de testículo -</p><p>internamente ao testículo</p><p>Teratoma</p><p>Teratoma em testículo -</p><p>em todo o testiculo</p><p>O direito vai pra cava</p><p>D</p><p>Cada artéria tem um traçado diferente Usa-se o Doppler pulsado</p><p>Doppler espectral ou ou Doppler pulsado de ondas, usada para ver artérias. Dá pra saber</p><p>várias coisas se tem valvulopatia, pico sistólica, diatolihi e muitas outras coisas…</p><p>Fazer Doppler de carótidas precocemente a partir dos 40 anos.</p><p>Nódulo na tireoide</p><p>Fluxo periferico, isso é</p><p>bom.</p><p>Linfonodo, usa-se bastante o</p><p>Doppler pra ver. Linfonodos</p><p>deve ter pouco</p><p>vascularização, mas esse tem</p><p>muita</p><p>Linfonodo hilo ecogenico gorduroso-</p><p>linfonodo normal, ovalado.</p><p>Linfonodo anormal, redondo</p><p>Linfonodo inflamatória: Dolorido, ovalado, molinho</p><p>Linfonodo neoplásico: Não dói, é duro e arredondado↑</p><p>Introducao a radiologia toracica</p><p>História da Radiologia</p><p>• Começou em 1895 com a descoberta experimental dos raios X pelo físico alemão</p><p>Wilhelm Conrad Roentgen.</p><p>• Primeira radiografia - 22 de dezembro de 1895.</p><p>• da mão esquerda de Anna Bertha Roentgen, esposa de Wilhelm Roentgen em filme</p><p>fotográfico, fazendo incidir a radiação oriunda do tubo por cerca de 15 minutos..</p><p>• No Brasil, a primeira radiografia realizada foi em 1896.</p><p>• Anna nasceu em Zurich (Suíça), em 22 de abril de 1839, e morreu em Munique</p><p>(Alemanha), em 31 de outubro de 1919, depois de 47 anos de matrimônio com Röntgen,</p><p>aos 80 anos, quase vinte e cinco depois de ter exposto sua mão à radiação.</p><p>A mão de Bertha</p><p>foi irradia por 15</p><p>minutos por feixes</p><p>de Raio x, sem</p><p>uso de proteção.</p><p>Mas, ela ficou</p><p>bem e só morreu</p><p>aos 80 anos.</p><p>Radiografia evidenciando dextrocardia,</p><p>coração voltado para o lado direito.</p><p>Também poderia ser um situs inversus</p><p>totalis, quando todos os orgasmos</p><p>abdominais estão invertidos.</p><p>Aparelho tradicional de raio-x, os feixes de</p><p>raio-x são em pela ampola, em leque, o</p><p>aparelho é conectado a uma fonte de</p><p>energia elétrica,</p><p>Na ampola, a energia passa pelo filamento metálico</p><p>(cátodo) que super aquece e bombardeia de elétrons o</p><p>anodo. A ampola é a vácuo, é possível variar o</p><p>potencial para várias os elétrons e os feixe de raio-x.</p><p>Os feixe saem em leque e bombardeamento o</p><p>segmento, atravessando o paciente e são captados</p><p>pelo filme para formar a imagem. Quanto mais</p><p>travessa mais queima o filme (mais preto) quando</p><p>atravessa estruturas densas fica (mais branco).</p><p>É importante que exista uma distância</p><p>adequada do objeto pro filme que vai receber</p><p>os feixes de raio-x. É importante que o objeto</p><p>esteja perto do receptor para não superestimar</p><p>o tamanho, se estiver perto o tá no será o mais</p><p>próximo do real, mas se estiver distante, pode</p><p>fazer com que no filme o objeto esteja muito</p><p>maior, superestimado. Por isso o raio-x de tórax</p><p>é feito em PA e não AP, pois o coração está</p><p>mais à frente, para encostar no filme</p><p>Figura .1 Como os raios X são divergentes, é sempre necessário colocar o objeto a ser</p><p>estudado (círculo branco) o mais próximo possível do filme (linha vermelha à direita).</p><p>A imagem radiográfica (circulo verde) será mais fidedigna com o objeto próximo ao filme,</p><p>Como demonstrado no esquema superior, e será magnificada (esquema inferior) caso o</p><p>objeto esteja distante do filme e próximo do foco de emissão de raios X(em amarelo).</p><p>Sempre que for solicitar raio-x do tórax devemos solicitar PA e perfil</p><p>Osso - AP e perfil</p><p>Mão ou pé - AP e oblíquo</p><p>No caso de paciente no leite o raio-x de toda será AP</p><p>As mãos devem estar no quadril, para</p><p>retirar a escapulas da frente da imagem.</p><p>Distancia da ampola para o objeto</p><p>• 1 metro e 80cm</p><p>Incidências</p><p>• PA / AP</p><p>• Perfil</p><p>• Decúbito lateral com raios horizontais (laurel)</p><p>• Apicolordotica</p><p>• Oblíquas</p><p>Sempre que for solicitar raio-x do tórax devemos solicitar PA e perfil</p><p>Osso - AP e perfil</p><p>Mão ou pé - AP e oblíquo (para evitar sobreposição óssea).</p><p>No caso de paciente no leite o raio-x de toda será AP</p><p>Decúbito lateral (específico para derrame pleural pois o líquido se desloca)</p><p>Apilorditica - Incidência usada para ver ápice pulmonares (TB tem predileção por ápice).</p><p>Oblíquos - Costelas e arcos costais</p><p>Radiografia do tórax em</p><p>PA ortostático (esquerda)</p><p>e AP deitado (direita).</p><p>Notamos a diferença de</p><p>qualidade das imagens,</p><p>sendo que a imagem em</p><p>PA permite melhor</p><p>avaliação dos pulmões e</p><p>estruturas mediastinais.</p><p>PA AP</p><p>Exemplo de perfil,</p><p>tirando a sobreposição</p><p>de ossos dos braços</p><p>Exemplo de Laurel, ao ficar</p><p>em decúbito lateral o</p><p>derrame pleural escorre</p><p>Analise rápida</p><p>• R otação</p><p>• I nspiração</p><p>• P enetração</p><p>O radiologista faz uma análise rápida,</p><p>para realizar uma boa radiografia.</p><p>Raio-x normal, de paciente do</p><p>sexo feminino, provavelmente</p><p>com implante de silicone.</p><p>Esse é um exemplo de raio-x bem</p><p>feito onde observamos todo</p><p>campo pulmonar os arcos costais</p><p>partes moles, observamos a</p><p>presença de vasos saindo da</p><p>região do hilo pulmonar.</p><p>Penetração</p><p>Raio-x de tórax em PA</p><p>pouco penetrada</p><p>Raio-x de tórax em PA</p><p>muito penetrada</p><p>Nem um dos dois</p><p>é adequado.</p><p>Inspiração</p><p>• Deve-se contar ao menos 10 costelas posteriores</p><p>• Ou 6 costelas anteriores no adulto</p><p>• 5 anteriores na criança</p><p>• Se for possível contar mais de 8 arcos anteriores</p><p>no adulto e 6 na criança, há</p><p>hiperinsuflacão pulmonar</p><p>• Obs:</p><p>• Os arcos posteriores são mais aparentes e estão quase na horizontal</p><p>• Já os anteriores tem ângulo aproximado de 45 graus</p><p>PA e perfil</p><p>Raio-x bem inspirado Raio-x mal inspirado</p><p>Alinhamento/Rotação</p><p>Observamos os</p><p>processos espinhosos</p><p>da coluna em forma de</p><p>lágrima, observamos a</p><p>equidistância dos</p><p>processos espinhosos</p><p>para clavícula, para</p><p>saber se tem um bom</p><p>alinhamento.</p><p>8</p><p>O que avaliar na imagem</p><p>• A: airways (vias aéreas)</p><p>• B: bows (costelas)</p><p>• C: cardiac silhouette and mediastinum (silhueta cardíaca e mediastino)</p><p>• D: diafragma e bolha gástrica</p><p>• E: effusion (pleura)</p><p>• F: fields – lung fields (parênquima pulmonar)</p><p>Mnemônico utilizado para tentar avaliar tudo,</p><p>para não deixar de ver alguma coisa. Mas</p><p>pode também olhar de fora para dentro</p><p>• Partes moles</p><p>• Parte óssea</p><p>• Campos pulmonares</p><p>• Vasos (devem até próximo as costelas)</p><p>• Mediastino</p><p>Em um paciente com pneumotórax, o</p><p>gás vai se acumular na pleura e vai</p><p>empurra o pulmão e não</p><p>conseguiremos ver a trama vascular</p><p>indo até as costelas.</p><p>Anatomia do mediastino</p><p>É importar saber identificar as</p><p>estruturas mediastinais</p><p>O sangue chega ao átrio direito através das veias</p><p>cava (1), passa através da valva tricúspide(2) chega</p><p>ao venticulo direito (3). O VD contrai e a valva</p><p>pulmonar se abre. Através da Artéria Pulmonar (4) e</p><p>artérias pulmonares direita e esquerda (5) o sangue</p><p>chega aos pulmões, onde é oxigenado. Depois</p><p>retorna pelas veias pulmonares (6) até ao átrio</p><p>esquerdo (7). O sangue passa para o ventriculo</p><p>esquerdo (8) através da valva mitral. O VE contrai e</p><p>empura o sangue através da valva aortica para a</p><p>Artéria Aorta (9) que distribui o sangue para todas</p><p>as partes do corpo (10).</p><p>Circulação do sangue no coração</p><p>O derrame pleural fica situado entre as pleuras</p><p>Pulmão normal</p><p>Hiperdenso (branco)</p><p>Hipodenso (preto)</p><p>Nessa imagem foi</p><p>possível visualizar</p><p>mamilo, mas na</p><p>dúvida o ideal é</p><p>realizar tomografia.</p><p>TC como solicitar</p><p>Crânio: sem contraste</p><p>Pescoço: com contrate</p><p>Tórax: sem contraste</p><p>Abdome: com contraste</p><p>Lesões pulmonar geralmente não precisa de contraste.</p><p>Paciente magros muitas vezes podem precisar de</p><p>contraste para realçar. Então porque não devemos usar</p><p>contraste em tudo. Pois tem riscos: Urticárias, Anafilaxia,</p><p>insuficiência renal.</p><p>Bulha gastricaPaciente brevelioPaciente longilineo</p><p>Arco posterior ↳</p><p>A</p><p>Locais de falha</p><p>Esses são os locais onde é mais</p><p>comum a falha nos diagnóstico, pois</p><p>são loção de muita sobreposição</p><p>• Ápices</p><p>• Hilos</p><p>• Coração</p><p>• Cúpulas frênicas.</p><p>Paciente com consolidação</p><p>no terço inferior ou base do</p><p>pulmão direito. Por</p><p>pneumonia.</p><p>Sintomas:</p><p>• Febre</p><p>• Dor torácica (pleuritica)</p><p>• Tosse</p><p>Sinais:</p><p>• Creptos</p><p>• Diminuição dos ruídos</p><p>aéreos.</p><p>Tomografia computadorizada - TC</p><p>Todas evidenciando consolidação pulmonar,</p><p>pneumonia é uma consolidação dos alvéolos.</p><p>Brônquios, tem coloração</p><p>preta pois passa ar, quando</p><p>eles estão dentro uma</p><p>consolidação chamamos de</p><p>broncograma aéreo</p><p>Pneumonia lombar - não atravessa a fissura</p><p>Broncograma aéreo: bronquio perveo</p><p>i</p><p>Atelectasia</p><p>Quadro Clínico :</p><p>• Dispneia</p><p>• Tosse</p><p>• Dor pleuritica</p><p>Qual diferença de massa e nódulo?</p><p>Nódulo: <3cm</p><p>Massa: >3cm</p><p>Quanto maior mais preocupante é</p><p>Quase todo mundo tem nódulos ou micronódulos de aspecto residual.</p><p>Nódulos calcicados não geram preocupação, dificilmente um nódulo ruim terá</p><p>calcificação</p><p>Metástases por osteosarcoma são calcificados</p><p>Consolidação em lobo</p><p>médio do pulmão direito.</p><p>Pneumonia</p><p>Consolidação em lobo médio do</p><p>pulmão direito, com perda da silhueta</p><p>cardíaca. Pneumonia do lobo médio</p><p>Consolidação na língula, que é um</p><p>parte do lobo superior do pulmão</p><p>esquerdo, com perda do contorno</p><p>cardíaco a esquerda.</p><p>Difícil</p><p>visualizar no</p><p>perfil, pois</p><p>temos o</p><p>coração</p><p>Lobos pulmonares</p><p>Pulmão direito</p><p>tem 3 lobos e o</p><p>esquerdo 2.</p><p>Consolidação em lobo inferior do</p><p>pulmão direito</p><p>Consolidação heterogênea mal delimitada</p><p>na metade superior do pulmão esquerdo</p><p>Raio-x normal, pode ter</p><p>implante de silicone</p><p>Broncopneumonia de</p><p>múltiplos focos,</p><p>heterogêneos, mal</p><p>delimitados.</p><p>Sintomas</p><p>• Febre</p><p>• Tosse</p><p>• Dor</p><p>B</p><p>Comparação</p><p>Broncopneumonia Pneumonia lobar</p><p>Nessa imagem é possível observar</p><p>que o paciente está sendo.</p><p>• motorizado</p><p>• Acesso venoso</p><p>• Entubado</p><p>Consolidação bilateral difusão de</p><p>pulmão.</p><p>Paciente da UTI.</p><p>Dor torácica a esquerda e</p><p>tosse seca.</p><p>Atelectasia em lobo superior</p><p>esquerda, bem delimitada.</p><p>Atelectasia em lobo</p><p>superior direito</p><p>Atelectasia em lobo</p><p>superior direito</p><p>Atelectasia lobo</p><p>inferior esquerdo</p><p>Presença de</p><p>osteofitos ou</p><p>entesofitos.</p><p>Atelectasia laminar</p><p>Muito frequente em</p><p>base pulmonar.</p><p>Pode ser por sequela</p><p>de COVID, estar a</p><p>muito tempo no</p><p>mesmo decúbito</p><p>Atelectasia passiva ou restritiva, por</p><p>derrame pleural</p><p>CLECTAS ↓</p><p>D</p><p>Doming</p><p>AE n</p><p>Comparação de atelectasias</p><p>Atelectasia - puxando tudo para o mesmo lado</p><p>Padrão intersticial</p><p>Espessamento intersticial, entre septos</p><p>interlobulares</p><p>Spranquia</p><p>W 5Apro</p><p>Ocasi</p><p>As vezes é difícil diferenciar doenças cística de intersticio, mas nas imagens</p><p>acima temos interstício.</p><p>Tomografia normal Espessamento do interstício,</p><p>espessamento dos septos inter e</p><p>intraoculares. Lobos pulmonares</p><p>secundários. Esse espessamento é</p><p>por congestão, ICC - linhas B de</p><p>Kerley, São pequenas linhas</p><p>horizontais perifericas que aparecem</p><p>por congestão.</p><p>Lifangite</p><p>carcinomatosa,</p><p>metástases do</p><p>sistema linfático.</p><p>Metástase pulmonar por CA</p><p>de tireoide. Padrão</p><p>rondomico, pequenos</p><p>nódulos espalhados pelo</p><p>pulmão. Randômico pois veio</p><p>pela via hematogemica.</p><p>Temos duas pleuras: visceral e</p><p>parietal entre elas temos o</p><p>espaço virtual, o líquido que</p><p>acumula nessa região é o</p><p>derrame pleural.</p><p>Pleuras</p><p>O derrame pleural pode ser um líquido seroso, exsudato, transudato, sangue, tudo</p><p>vai depender da causa. Ex: ICC é transudato, tumores e infecte exsudato.</p><p>Mesotelioma - Tumo primário.</p><p>As calcificações pode ocorrer por</p><p>doenças crônicas, ocupacionais,</p><p>tuberculose</p><p>Derrame pleural visualizado em ultrassom</p><p>D</p><p>-</p><p>⑭To</p><p>-S</p><p>&</p><p>Raio-x evidenciando, derrame</p><p>pleural em base de pulmão</p><p>direito - velamento ou</p><p>apagamento do seio</p><p>costofrenico e e cardiofrenico.</p><p>Derrame pleural à</p><p>esquerda com</p><p>aspecto em parábola,</p><p>pode aparecer</p><p>quando a água sobe</p><p>pelas parde das</p><p>estruturas dando esse</p><p>aspecto. O derrame</p><p>pleural está</p><p>empurrando o</p><p>mediastino.</p><p>Pneumonia - não muda</p><p>Atelectasia- puxa o mediastino para o mesmo lado da atelectasia</p><p>Derrame pleural - empurra o mediastino pro lado oposto ao do derrame.</p><p>Derrame pleural Posição de laurel</p><p>Derrame pleural em tomografia computadoriza</p><p>Coração</p><p>aumentado -</p><p>provável</p><p>insuficiente</p><p>cardíaca</p><p>Sinal de parábola</p><p>Derrame subpumonar - abaixo do</p><p>pulmão, raro, difícil de identificar.</p><p>Derrame loculado - paciente em pé mas o</p><p>derrame não escorreu, isso significa que está</p><p>preso, chamamos de derrame loculado ou</p><p>insistado.</p><p>Quando tem infeção associado não chamamos mais de derrame loculado</p><p>e sim de empiema, pois tem pus. Da pra diferenciar na TC com contraste</p><p>Derrame pleural na posição</p><p>de laurel</p><p>I</p><p>I</p><p>I I</p><p>~</p><p>--</p><p>Derrame pleural maciço com desvio do</p><p>mediastino, deitando todo hemitorax opaco</p><p>Mediastino sendo empurrado pelo derrame</p><p>pleural</p><p>Mediastino sendo puxado- Atelectasia</p><p>Hemitorax opaco sendo tracionado pro mesmo</p><p>lado, bolhas gástrica fracionada para cima.</p><p>Ho</p><p>I</p><p>20 : 38</p>

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