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<p>ANATOMIA PROTETICA</p><p> ANATOMIA DA MAXILA DO DESDENTADO</p><p>Tecido de suporte (osso, mucosa e</p><p>submucosa), abóbora palatina, fóveas,</p><p>papila incisiva, fundo de vestíbulo labial,</p><p>freio labial e bridas superiores, região do</p><p>palato duro (pregas palatinas transversais,</p><p>rafe palatina), crista óssea, túber da</p><p>maxila, espaço coronomaxilar, linha de</p><p>vibração, ligamento pterigomaxilar e</p><p>limite posterior da prótese total.</p><p> OSSOS</p><p>O suporte para a prótese superior é dado</p><p>pelos ossos da maxila direito e esquerdo,</p><p>e osso palatino.</p><p>O mais importante para o aumento desse</p><p>suporte é a presença do tecido mole que</p><p>recobre o tecido ósseo.</p><p> MUCOSA</p><p>São as estruturas que dão suporte junto</p><p>com o osso para a área basal da prótese.</p><p>Juntamente com o osso também recebem</p><p>as cargas mastigatórias.</p><p> SUBMUCOSA</p><p>É fina na sutura palatina mediana, cobre a</p><p>papila incisiva e o tecido na região das</p><p>rugosidades palatinas.</p><p>A remoção das próteses a noite é</p><p>importante pois ocorre um aumento de</p><p>queratinização e diminui a probabilidade</p><p>de inflamação da submucosa.</p><p> ABÓBODA PALATINA</p><p>Tecido que sofre o esforço maior de</p><p>sustentação da prótese e oferece</p><p>resistência à fricção funcional, causada</p><p>pela força da mastigação.</p><p>Para que as próteses totais superiores</p><p>tenham boa retenção, se faz necessário</p><p>que suas bases estejam bem adaptadas e</p><p>corretamente estendidas, proporcionando</p><p>eficiente selamento periférico e</p><p>permitindo adequado travamento</p><p>posterior.</p><p> SUPORTE PARA PRÓTESE INFERIOR</p><p>Localiza-se na parte anterior e inferior da</p><p>face, possuindo duas camadas, a cortical e</p><p>a esponjosa, tendo em seu interior o canal</p><p>do nervo alveolar inferior, que vai da</p><p>língula da mandíbula ao forame</p><p>mentoniano.</p><p>Na medida em que ocorre a reabsorção do</p><p>rebordo alveolar inferior, o forame</p><p>mentoniano tende a se aproximar da crista</p><p>do rebordo. Em casos de mandíbulas</p><p>muito atróficas, ele se localiza</p><p>praticamente sobre a crista do rebordo.</p><p>Diante disso, a área chapeavel deve estar</p><p>aliviada nessa região, evitando</p><p>compressão do feixe vasculho-nervoso, o</p><p>que poderia causar adormecimento e</p><p>anestesia do lábio inferior.</p><p>A área total de suporte da mandíbula é</p><p>significativamente menor que a da</p><p>maxila, dessa forma, o arco inferior tem</p><p>menor capacidade de resistir contra forças</p><p>oclusais, diminuindo também o suporte</p><p>para a prótese.</p><p> ÁREA BASAL</p><p>Área basal ou área chapeável é a área de</p><p>base da prótese;</p><p>A área basal é a base protética onde se</p><p>adapta a prótese total, e compõe-se de</p><p>osso alveolar, recorberto por membrana,</p><p>mucosa e submucosa.</p><p> ZONAS DE ALÍVIO</p><p>Vai além da moldagem, se refere também</p><p>a oclusão, é feito para reduzir a pressão</p><p>em estruturas que tem nervos ou regiões</p><p>mais sensíveis.</p><p>Ex: rafe palatina, espículas ósseas,</p><p>rebordo em lâmina de faca.</p><p> ZONA DE SUPORTE PRINCIPAL</p><p>É a zona que vai receber a carga</p><p>mastigatória.</p><p>EX: local onde foram extraídos os dentes</p><p>ou rebordo.</p><p> ZONA DE SUPORTE SECUNDARIO</p><p>Auxilia na distribuição da carga</p><p>mastigatória e no suporte de estabilidade</p><p>da prótese.</p><p>EX: vertentes vestibulares e palatinas dos</p><p>rebordos.</p><p> ZONA DE SELAMENTO PERIFÉRICO</p><p>É a borda toda da prótese, sua principal</p><p>função é tampar a saída de ar para evitar</p><p>retenção.</p><p>Ex: área de 2 a 3mm de largura que</p><p>contorna a área basal.</p><p> ZONA DE SELAMENTO POSTERIOR</p><p>Serve para impedir a entrada de ar e</p><p>deslocamento da PT na área posterior, é</p><p>importante que essa área não ultrapasse a</p><p>linha de vibração e respeite a região</p><p>trígono retromandibular.</p><p>Ex: fica no limite entre o palato duro e o</p><p>mole.</p>