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<p>Pós-Graduação em Osteopatía</p><p>Aula 1:</p><p>Introdução à Osteopatía</p><p>Neurofisiologia aplicada à Osteopatía</p><p>Recursos e Técnicas em Osteopatía</p><p>Prof Caio Alexandre Romeiro</p><p>caioromeiro@yahoo.com.br</p><p>http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwj6_ZrVqv7PAhUSl5AKHbgYBFoQjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fhomeopatias.com%2Fartigo%2Fcurso-de-extensao-inspirar&psig=AFQjCNHS7NOrBDq_oKsqXgcPesT4PYQIWQ&ust=1477772757288902</p><p>Posturologia Básica</p><p>Postura</p><p>• Ato postural ocorrido em um determinado intervalo de</p><p>tempo (P/T)</p><p>• Ato motor realizado de forma inconsciente, realizado com</p><p>auxílio dos sistemas proprioceptivos de captação</p><p>(Kisner & Colby, 1992)</p><p>(Bricot, 1999)</p><p>Postura</p><p>Má postura</p><p>- Perda da harmonia corporal estática</p><p>levando à um desequilíbrio dinâmico</p><p>(Bricot, 1999)</p><p>- Toda ocorrência corporal em que um</p><p>segmento perde seu alinhamento fisiológico.</p><p>(Kendal, 1993)</p><p>- Desequilíbrio muscular estático, causando um</p><p>achatamento das articulações.</p><p>(Souchard, 1995)</p><p>Bases Clínicas</p><p>Diagnóstico</p><p>Cinético-</p><p>Funcional</p><p>Semiologia</p><p>Específica</p><p>Anatomia</p><p>Radiológica</p><p>Anatomia</p><p>Palpatória</p><p>Semiologia</p><p>Clássica</p><p>Evidência</p><p>Científica</p><p>Evidência</p><p>Clínica</p><p>Princípios</p><p>Terapêuticos</p><p>Análise</p><p>Crítica</p><p>10</p><p>Evidências</p><p>e</p><p>bases clínicas</p><p>Neurônio</p><p>Diferentes tipos de Dendritos</p><p>neuronais</p><p>Diferentes tipos de Dendritos</p><p>Neuronais</p><p>Inervação Tecidual</p><p>Receptores</p><p>Percepção Cutânea</p><p>Receptores cutâneos</p><p>Dermátomos</p><p>Terminação nervosa livre</p><p>Percepção Articular</p><p>Disco de Merkel e Corpúsculo de</p><p>Maesner</p><p>Corpúsculo de Pacini</p><p>Percepção Oclusal</p><p>Vascularização e Inervação Dental</p><p>26</p><p>Inervação</p><p>27</p><p>28</p><p>Biomecânica da Cadeia Crânio-Cervical</p><p>Temporal (azul)</p><p>Masseter (vermelho)</p><p>Supra-hióide (amarelo)</p><p>ECM (preto)</p><p>Paravertebral (rosa)</p><p>Infra-Hioídeo (verde)</p><p>29</p><p>Cadeia Lesional Descendente</p><p>30</p><p>Percepção Vestibular</p><p>Nervo</p><p>Vestibular</p><p>Hemisfério</p><p>Contralateral</p><p>Formação</p><p>Reticular</p><p>Núcleo</p><p>Vestibular</p><p>Lateral</p><p>Núcleo Teto</p><p>Núcleo</p><p>Vestibular</p><p>Superior</p><p>Núcleo</p><p>Vestibular</p><p>Espinhal</p><p>Nervo</p><p>Vestibular</p><p>Hemisfério</p><p>Contralateral</p><p>Formação</p><p>Reticular</p><p>Núcleo</p><p>Vestibular</p><p>Lateral</p><p>Núcleo Teto</p><p>Núcleo</p><p>Vestibular</p><p>Superior</p><p>Núcleo</p><p>Vestibular</p><p>Espinhal</p><p>Nervo</p><p>Vestibular</p><p>Hemisfério</p><p>Contralateral</p><p>Formação</p><p>Reticular</p><p>Córtex</p><p>Núcleo</p><p>Vestibular</p><p>Lateral</p><p>Núcleo Teto</p><p>Núcleo</p><p>Vestibular</p><p>Superior</p><p>Núcleo</p><p>Vestibular</p><p>Espinhal</p><p>Nervo</p><p>Vestibular</p><p>Hemisfério</p><p>Contralateral</p><p>Formação</p><p>Reticular</p><p>Núcleos</p><p>Motores</p><p>Oculares</p><p>Núcleos</p><p>Rubros</p><p>Córtex</p><p>Núcleo</p><p>Vestibular</p><p>Lateral</p><p>Núcleo Teto</p><p>Núcleo</p><p>Vestibular</p><p>Superior</p><p>Núcleo</p><p>Vestibular</p><p>Espinhal</p><p>Nervo</p><p>Vestibular</p><p>Hemisfério</p><p>Contralateral</p><p>Formação</p><p>Reticular</p><p>Núcleos</p><p>Motores</p><p>Oculares</p><p>Núcleos</p><p>Rubros</p><p>Córtex</p><p>Controle Motor</p><p>Percepção Visual</p><p>Captor Ocular</p><p>Retina Retina</p><p>Córtex</p><p>Visual</p><p>Retina Retina</p><p>Tubérculo</p><p>Quadrigêmio</p><p>Córtex Motor Córtex</p><p>Visual</p><p>Retina Retina</p><p>Tubérculo</p><p>Quadrigêmio</p><p>Músculos Cervicais</p><p>Córtex Motor Córtex</p><p>Visual</p><p>Retina Retina</p><p>Tubérculo</p><p>Quadrigêmio</p><p>Músculos Cervicais</p><p>Córtex Motor Córtex</p><p>Visual</p><p>Cerebelo</p><p>Influência dos Captores no sistema</p><p>locomotor</p><p>Fuso Neuro -muscular</p><p>Fuso neuromuscular</p><p>Fuso neuro-muscular</p><p>Resposta Proprioceptiva</p><p>X</p><p>Estabilização Muscular</p><p>Músculos de</p><p>predominância</p><p>FÁSICO</p><p>Fibra branca</p><p>Baixa atividade do</p><p>F.N.M.</p><p>Função Dinâmica</p><p>Grande quantidade</p><p>de fibra muscular</p><p>Fonte anaeróbia</p><p>INIBIÇÃO PLACA</p><p>NEURO-MUSCULAR</p><p>FLACIDEZ MUSCULAR</p><p>Nível Tônicos</p><p>Ação Muscular</p><p>Nível</p><p>Tônico</p><p>Fibra muscular predominantemente Fásica</p><p>Músculos de</p><p>predominância</p><p>TÔNICO</p><p>Fibra vermelha</p><p>Alta atividade do</p><p>F.N.M.</p><p>Função Estática</p><p>Grande quantidade</p><p>de tecido</p><p>conjuntivo</p><p>Fonte oxidativa</p><p>HIPERATIVIDADE FUSAL</p><p>ENCURTAMENTO MUSCULAR</p><p>Flexibilidade (conjuntivo)</p><p>O tônus muscular</p><p>Base</p><p>Sustentação</p><p>Motricidade</p><p>Nível Tônicos</p><p>Ação Muscular</p><p>Nível</p><p>Tônico</p><p>Base</p><p>Sustentação</p><p>Motricidade</p><p>Resistência Sub-Máxima</p><p>Resistência Máxima</p><p>Fibra muscular predominantemente Tônica</p><p>Sustentação Postural</p><p>Cadeia Tônica Posterior</p><p>Função anti-gravitacional</p><p>(Cadeia Tônica Posterior)</p><p>Cadeia Tônica Posterior</p><p>Função anti-gravitacional</p><p>Cadeia Tônica Posterior</p><p>REFLEXO</p><p>TÔNICO</p><p>POSTURAL</p><p>Cadeia Inspiratória</p><p>Cadeia Ântero-Interna do Ombro</p><p>Cadeia Ântero-Interna do Quadril</p><p>Introdução à Osteopatía</p><p>História</p><p>Fisiologia e Biomecânica</p><p>Leis e Princípios de Osteopatía</p><p>Definição</p><p>OSTEOPATÍA</p><p>Ostión Pathos</p><p>Osso Efeito que vem</p><p>de dentro</p><p>Grego Antigo</p><p>”Osteopatia define-se como a influência da doença, as suas causas e os seus</p><p>tratamentos manuais, e não uma lesão local de um determinado osso. A</p><p>Osteopatia estuda os efeitos internos que vêm da estrutura.”</p><p>História da Osteopatía</p><p>Egito Antigo</p><p>Busca por soluções para</p><p>problemas articulares</p><p>Manipulações Vertebrais</p><p>Papiro Nº 5 de Ramesseum</p><p>(4150-3560 AC)</p><p>História da Osteopatía</p><p>Grécia</p><p>Tratado das Funções Articulares</p><p>Hipócrates</p><p>(2400 AC)</p><p>Possibilidade de Tratamentos Articulares por</p><p>Manipulações</p><p>“O médico trata mas somente a natureza cura.”</p><p>História da Osteopatía</p><p>Roma</p><p>Criou 9 massagens terapêuticas</p><p>Hipócrates</p><p>(620-693 DC)</p><p>Criou técnicas articulares descritas como rápidas e</p><p>altamente eficientes</p><p>Curou o Imperador de Roma que sofria de cérvico-braquialgia</p><p>História da Osteopatía</p><p>Oriente Médio</p><p>Escreveu o livro</p><p>“El Canon”</p><p>Avicena</p><p>(980-1037 DC)</p><p>Descreveu técnicas para</p><p>Hérnias de Disco</p><p>História da Osteopatía</p><p>França</p><p>Letrán</p><p>(1215 DC)</p><p>Medicina</p><p>Medico Curador Cirurgião</p><p>Técnicas de Manipulação</p><p>História da Osteopatía</p><p>França</p><p>Aboldessie de Cordoba Tratamento de Paralisias</p><p>Faciais e Lombalgia</p><p>Avenzar Tratamento de</p><p>Subluxações cervicais</p><p>Todas as cortes tinham seus médicos curadores.</p><p>História da Osteopatía</p><p>Italia</p><p>Jean-Nicolas Corvisart</p><p>(1755-1821 DC)</p><p>Napoleão Bonaparte</p><p>Tratamento da Nobreza</p><p>Manipulação Vertebral</p><p>Alongamentos</p><p>Desenvolveu as técnicas de percussão torácica.</p><p>História da Osteopatía</p><p>Suécia</p><p>Brandt & Stapfer</p><p>(1776-1830 DC)</p><p>Dr Erick Ling</p><p>Obras Compiladas</p><p>Melhoria da Obra</p><p>Criação de Técnicas</p><p>Internas</p><p>Tratado de</p><p>Cinesioterapia</p><p>76</p><p>História da Osteopatía</p><p>Espanha – Universidade de</p><p>Valladolid Luiz de Mercado</p><p>(1512 DC)</p><p>Ensaios e Testes Clínicos das Técnicas de Hipócrates</p><p>Determinou Parâmetros para as Técnicas Diretas Sob Tração</p><p>Miguel León Portillia</p><p>(1960 DC)</p><p>Escreveu sobre as Técnicas de</p><p>Manipulação realizados por</p><p>Aztecas</p><p>77</p><p>Definição de Osteopatía</p><p>Escola Espanhola</p><p>A Osteopatía é uma abordagem manual diagnóstica e</p><p>terapêutica das disfunções relacionadas com a mobilidade</p><p>articular e dos tecidos moles em geral e a tudo que relaciona-</p><p>se com o aparecimento das enfermidades.</p><p>Miguel León Portillia</p><p>Parecer sobre a Osteopatía</p><p>Escola Americana</p><p>O corpo humano é um organismo vital onde a estrutura e a</p><p>função estão intimamente coordenadas. A enfermidade é uma</p><p>perturbação da estrutura ou da função.</p><p>As terapias manipulativas restabelece estas disfunções.</p><p>História da Osteopatía</p><p>Andrew Taylor Still</p><p>Jonesboroug, Virginia, USA</p><p>(1829-1917)</p><p>Princípios da Função</p><p>Circulatória</p><p>Princípios da Unidade do</p><p>Corpo</p><p>Princípios das Fixações e</p><p>Disfunções</p><p>História da Osteopatía</p><p>Andrew Taylor Still</p><p>Jonesboroug, Virginia, USA</p><p>(1829-1917)</p><p>Fundou a American School of</p><p>Ostheopaty</p><p>Escreveu os livros:</p><p>Philosophy of Ostheopaty (1899)</p><p>Autobiography (1908)</p><p>Ostopathy – Research and Practice</p><p>(1910)</p><p>História da Osteopatía</p><p>Andrew Taylor Still</p><p>LittleJohn</p><p>British Society of Osteopathy</p><p>Sutherland</p><p>Terapia Crânio-Sacro</p><p>Jones Mitchell Brooks Frymann Upledger</p><p>Fryette Hoover Sutherland</p><p>Formação de Osteopatía</p><p>Estados</p><p>Unidos</p><p>Europa</p><p>Brasil</p><p>Pós-</p><p>Graduação em</p><p>Osteopatía</p><p>Formação</p><p>em</p><p>Osteopatía</p><p>Fisioterapeuta</p><p>Austrália</p><p>Princípios da Osteopatía</p><p>A ESTRUTURA GOVERNA A</p><p>FUNÇÃO</p><p>A UNIDADE DO CORPO</p><p>A AUTO CURA</p><p>A LEI DA ARTÉRIA</p><p>Lei da estrutura governando a função</p><p>“Todas as estruturas devem ser consideradas como órgãos</p><p>responsáveis pela função, assim como o Pulmão para a respiração e o</p><p>coração para a circulação sanguínea.”</p><p>Ossos</p><p>Músculos</p><p>Articulações</p><p>Ligamentos</p><p>Fáscias</p><p>Nervos</p><p>Vasos Sanguíneos</p><p>Vasos Linfáticos</p><p>Glândulas...</p><p>Falha na Estrutura</p><p>87</p><p>Lei da unidade do corpo</p><p>“O corpo humano tem a habilidade de reencontrar o seu equilíbrio</p><p>em busca da Homeostase.</p><p>A fáscia permite esta unidade, porém possui a memória</p><p>traumática.</p><p>Por outro lado, os ductos semicirculares controlam o equilíbrio</p><p>corporal e determinam a horizontalidade do olhar.”</p><p>STILL, A.T.</p><p>88</p><p>Princípios do Tratamento Fascial</p><p>“O diafragma é o motor do movimento conjuntivo do órgãos abdominais, portanto a</p><p>respiração é o foco do tratamento conjuntivo. O objetivo da técnica é recuperar a</p><p>mobilidade conjuntiva através de técnicas sobre a fáscia abdominal superficial.”</p><p>Finet & Williame Concept MSc. Romeiro, Caio A.P.</p><p>89</p><p>MSc. Romeiro, Caio A.P.</p><p>90</p><p>A Fáscia Superficial</p><p>MSc. Romeiro, Caio A.P.</p><p>91</p><p>Funcionalidade do Tecido Conjuntivo</p><p>MSc. Romeiro, Caio A.P.</p><p>92</p><p>Sentido Fascial – Fáscias Internas</p><p>MSc. Romeiro, Caio A.P.</p><p>Fáscia Crânio-Sacro</p><p>Fáscia Peritoneal</p><p>Fáscia Torácica Interna</p><p>93</p><p>Relação das</p><p>Fáscias</p><p>Viscerais</p><p>Diafragma Hioidiano</p><p>Cervico-Tóraco-Abdomino-</p><p>Pélvivo</p><p>Mesos</p><p>Diafragma Perineal</p><p>MSc. Romeiro, Caio A.P.</p><p>95</p><p>Motilidade (La Motilidad)</p><p>“Movimento do tecido conjuntivo que relaciona-se com a víscera.”</p><p>“Movimiento del las fascias que se relaciona con las vísceras.”</p><p>Barral Concept</p><p>MSc. Romeiro, Caio A.P.</p><p>96</p><p>Sistema de Folha Dupla</p><p>Sistema de la Doble Hoja</p><p>“São lâminas de tecido conjuntivo interligados por uma película de líquido</p><p>seroso e importante passagem de vasos sanguíneos.”</p><p>“Las cuchillas están conectados por una película de líquido seroso y paso</p><p>importante de los vasos sanguineos.”</p><p>Barral Concept MSc. Romeiro, Caio A.P.</p><p>97</p><p>Lei da Auto-Cura</p><p>“O corpo possui todas as virtudes para suprir as doenças e</p><p>enfermidades, desde que todos estas virtudes estejam livres para</p><p>funcionar corretamente.</p><p>Distúrbios na condução neural, linfático e vascular deprimem a</p><p>nutrição celular e impedem que a auto-cura aconteça.”</p><p>MSc. Romeiro, Caio A.P.</p><p>100</p><p>3° Desfiladeiro</p><p>101</p><p>Lei da Artéria Absoluta</p><p>“O sangue é o meio de transporte de todos os elementos que</p><p>permitem assegurar uma imunidade natural, porém essa função é</p><p>possível graças a atividade arterial.</p><p>Disfunções arteriais causa, uma lentidão no retorno venoso e</p><p>acúmulo de líquidos extra-celulares ou extra-vascular.”</p><p>Nervo Vago</p><p>MSc. Romeiro, Caio A.P.</p><p>103</p><p>Facilitação Medular</p><p>“Para se obter uma ação muscular ou visceral faz-se necessário uma estimulação</p><p>central (voluntária ou involuntária) através da excitação neuroral (fibras pré-</p><p>motoras, motoneurônios ou neurônios ortossimpáticos pré-ganglionares).</p><p>Lesões Osteopáticas vertebrais causam excitações prologadas sobre estes</p><p>neurônios, promovendo estímulos excessivos por arcos reflexos, causadores de</p><p>sintomas nos dermátomos, miótomos e viscerótomos.”</p><p>Medula e Sistema Nervoso Periférico</p><p>Gânglios do Sistema Nervoso Autônomo</p><p>Nervo Mediano</p><p>108</p><p>Tronco Simpático</p><p>Princípio da Reciprocidade Neuronal</p><p>“Cada inter-neurônio pode influenciar ou</p><p>estar influenciado em sua atividade pelos</p><p>demais neurônios do corpo.”</p><p>Princípio da Convergência</p><p>“Todas as vias descendentes medulares</p><p>comunicam-se contra-lateral, sentido</p><p>ao corno anterior da medula.</p><p>As fibras aferentes (viscerais, tato,</p><p>temperatura, pressão, dor...)</p><p>influenciam sobre os nervos motores.</p><p>Algumas fibras convergentes exercem</p><p>uma atividade excitatória ou inibitória,</p><p>influenciando diretamente no potencial</p><p>de ação homo-lateral e contra-lateral</p><p>inversamente proporcional.”</p><p>Facilitação e Inibição - Nível Simpático</p><p>Facilitação e Inibição - Nível Simpático</p><p>“O corpo dos neurônios podem receber influxo através de</p><p>inúmeros contatos sinápticos, influenciando diretamente as</p><p>informações espaciais e temporais ao órgão alvo.</p><p>Um mesmo neurônio podem emitir estímulos excitórios e</p><p>inibitórios para diferentes neurônios.”</p><p>Facilitação e Inibição - Nível Inter-Neurônio</p><p>Horridge GA.: Affinity of neurons in regeneration. Nature. 1968 Aug 17;219(5155):737-40.</p><p>“Os inter-neurônios (Alfa e Beta) atuam essencialmente nas ativações ou nas</p><p>inibições, atuando nas atividades corticais, reticulares ou medulares.”</p><p>“Lembramos que alguns inter-neurônios atuam conjuntamente na atividade de</p><p>moto-neurônios, porém promovendo estímulos sub-limiares. Isso defini-se</p><p>facilitação medular”</p><p>http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed?term=Horridge%20GA%5bAuthor%5d&cauthor=true&cauthor_uid=5667069</p><p>http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed?term=Horridge%20GA%5bAuthor%5d&cauthor=true&cauthor_uid=5667069</p><p>http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed?term=Horridge%20GA%5bAuthor%5d&cauthor=true&cauthor_uid=5667069</p><p>http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/5667069</p><p>Facilitação e Inibição – Nível Reticular</p><p>“A formação reticular do Tronco Encefálico é o principal núcleo cerebral</p><p>facilitador ou inibidor ascendente e descendente.”</p><p>Pesquisa de Denslow</p><p>DENSLOW JS.: Procedures in structural diagnosis; soft tissues in areas of osteopathic</p><p>lesion. J Am Osteopath Assoc. 1947 Feb;46(6):334-7.</p><p>Objetivo: Demonstrar se os segmentos medulares facilitados por uma disfunção</p><p>somática vertebral causa um baixo limiar de reflexo neuronal.</p><p>Método: Estudaram-se 30 pacientes diagnosticados com lesão Osteopática</p><p>Torácica. Analisou dos reflexos limiares baixos nas segmentos torácicos T4, T6, T8</p><p>e T10 através de ENM profunda, comparando segmento lesionado com os demais</p><p>níveis vertebrais.</p><p>Realizou-se pressão controlada sobre as para observar a resposta extra-medular.</p><p>Resultados: A medida que a pressão vertebral aumentou, o mesmo observou-se</p><p>na atividade muscular no miótomo correspondente.</p><p>Pressões aumentadas entre 1 – 2 kg de pressão sobre as transversas espinhais de</p><p>pacientes no segmento com lesão Osteopática causaram alteração dos limiares de</p><p>excitabilidade. Esta excitabilidade denominou-se hiperatividade fusal.</p><p>Nos demais níveis, necessitou-se de 7kg de pressão para se obter o mesmo</p><p>resultado.</p><p>http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed?term=DENSLOW%20JS%5bAuthor%5d&cauthor=true&cauthor_uid=20288058</p><p>http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed?term=DENSLOW%20JS%5bAuthor%5d&cauthor=true&cauthor_uid=20288058</p><p>http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed?term=DENSLOW%20JS%5bAuthor%5d&cauthor=true&cauthor_uid=20288058</p><p>http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20288058</p><p>Pesquisa de Denslow</p><p>DENSLOW JS.: Procedures in structural diagnosis; soft tissues in areas of osteopathic</p><p>lesion. J Am Osteopath Assoc. 1947 Feb;46(6):334-7.</p><p>Conclusão: A lesão Osteopática acomete um grupo de neurônios alfa do corno</p><p>anterior da medula, mantendo um estado permanente de facilitação, isso é, de</p><p>hiper-excitabilidade (irritação neuronal).</p><p>Todo influxo que passa por um nível medular afetado produz facilitação crônica da</p><p>inervação motora.</p><p>http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed?term=DENSLOW%20JS%5bAuthor%5d&cauthor=true&cauthor_uid=20288058</p><p>http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed?term=DENSLOW%20JS%5bAuthor%5d&cauthor=true&cauthor_uid=20288058</p><p>http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed?term=DENSLOW%20JS%5bAuthor%5d&cauthor=true&cauthor_uid=20288058</p><p>http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20288058</p><p>Efeitos Fisiopatológicos da</p><p>Facilitação Medular</p><p>1- As fibras musculares inervadas pelo segmento facilitado apresentam hipertonía</p><p>muscular, fenômeno produtor de modificações morfológicas, químicas e</p><p>metabólicas.</p><p>Quando não tratados, estas disfunções evoluem para</p><p>irritações crônicas.</p><p>Morfológicas Químicas Metabólicas</p><p>Encurtamento Muscular</p><p>Encurtamento Conjuntivo</p><p>Estase Circulatória</p><p>Compressão Neural</p><p>Acidose Metabólica</p><p>Dor Metabólica</p><p>Hipóxia Tecidual</p><p>Miótomo Viscerótomo</p><p>Efeitos Fisiopatológicos da</p><p>Facilitação Medular</p><p>2- O limiar de excitabilidade de dor permanece alterado por facilitação das fibras</p><p>Espinotalâmicas.</p><p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>Miótomo</p><p>Plexo Entérico</p><p>125</p><p>Efeitos Fisiopatológicos da</p><p>Facilitação Medular</p><p>3- Simpaticotonía sobre a pele.</p><p>Facilitação Ortosimpática</p><p>Aumento da sudorese Diminuição da Condução</p><p>Elétrica</p><p>Vasoconstricção Cutânea</p><p>Hipotermia no Dermátomo</p><p>Simpaticotonía de Pele</p><p>Efeitos Fisiopatológicos da</p><p>Facilitação Medular</p><p>4- Alteração da Atividade Ganglionar</p><p>Efeitos Fisiopatológicos da</p><p>Facilitação Medular</p><p>4- Alteração da Atividade Ganglionar</p><p>Efeitos Fisiopatológicos da</p><p>Facilitação Medular</p><p>5- Vaso espasmo Periférico</p><p>1- Medula Espinhal</p><p>2- Raiz Posterior (Sensitiva)</p><p>3- Raiz Anterior (Motor)</p><p>4- Gânglio Simpático Vertebral</p><p>5- Gânglio Plexiforme Visceral</p><p>A - Angiótomo</p><p>S - Escletótomo</p><p>M – Miótomo</p><p>V - Viscerótomo</p><p>Clínicas de Sinais e</p><p>Sintomas em Osteopatía</p><p>Gânglio Pterigopalatino</p><p>Inervação Simpática do Timo</p><p>MSc. Romeiro, Caio A.P.</p><p>140</p><p>Pontos Reflexos de Chapman</p><p>Pontos do</p><p>Pulmão</p><p>Superior</p><p>(T2-T3)</p><p>e do</p><p>Pulmão</p><p>Inferior</p><p>(T3-T4)</p><p>MSc. Romeiro, Caio A.P.</p><p>142</p><p>Pontos Reflexos de Chapman</p><p>Pontos do</p><p>Estômago</p><p>para a</p><p>Secreção</p><p>(T3-T4) e</p><p>para a</p><p>Mucosa</p><p>(T4-T5)</p><p>MSc. Romeiro, Caio A.P.</p><p>144</p><p>Inervação Simpática dos Gânglios</p><p>Inguinais e Pélvicos</p><p>MSc. Romeiro, Caio A.P.</p><p>154</p><p>MSc. Romeiro, Caio A.P.</p><p>157</p><p>Método Diagnóstico</p><p>Palpação do Esclerótomo</p><p>Método Diagnóstico</p><p>Palpação Dermátomo</p><p>Método Diagnóstico</p><p>Palpação Miótomo</p><p>Método Diagnóstico</p><p>Palpação Viscerótomo</p><p>Conceitos Modernos em Osteopatía</p><p>1ª Lei:</p><p>O corpo é uma unidade integrada, onde existe reciprocidade</p><p>entre a estrutura e a função</p><p>2ª Lei:</p><p>A enfermidade é uma reação total do organismo, onde a</p><p>anormalidade da estrutura ou da função em uma parte do corpo</p><p>influenciará anormalidades em todo o corpo.</p><p>3ª Lei:</p><p>O organismo possui uma capacidade própria de defender-se e</p><p>resistir-se à todos os processos que o desequilibram</p><p>Conceitos Modernos em Osteopatía</p><p>4ª Lei:</p><p>O sistema nervoso central exerce um papel organizador</p><p>predominante sobre todos os processos patológicos</p><p>5ª Lei:</p><p>Toda enfermidade inclui em componente somático, sendo este</p><p>um fator etiológico importante.</p><p>6ª Lei:</p><p>Por influência da posição anti-gravitacional, o corpo humano</p><p>está predisposto a transtornos articulares e peri-articulares sobre as</p><p>vértebras e sobre a pelve.</p><p>Conceitos Modernos em Osteopatía</p><p>7ª Lei:</p><p>A disfunção Osteopática pode ser definido como uma</p><p>desequilíbrio tridimensional do movimento do tecido conjuntivo.</p><p>8ª Lei:</p><p>Uma disfunção Osteopática vertebral associa-se:</p><p>- Sensibilidade dos tecidos peravertebrais e dos tecidos</p><p>adjacentes</p><p>- Modificação muscular causando por baixo limiar de reflexo,</p><p>espasmo muscular e hiperatividade gama.</p><p>Conceitos Modernos em Osteopatía</p><p>9ª Lei:</p><p>Uma perturbação do sistema neuro-vegetativo é responsável:</p><p>- Alteração da função visceral</p><p>- Alteração do periósteo supra-espinhoso</p><p>- Perturbação vaso-motora</p><p>- Dores difusas, irradiadas ou referidas</p><p>10ª Lei:</p><p>O tratamento manual das disfunção Osteopática interrompe o</p><p>arco reflexo patológico e favorece a circulação parcial ou total do</p><p>processo patológico</p><p>“Find it, fix it and</p><p>live it alone.”</p><p>Andrew Taylor Still</p><p>Estrutura Neural Vertebral</p><p>Estrutura Neural Vertebral</p><p>Inervação Articular</p><p>Tipo de</p><p>Fibra</p><p>Neural</p><p>Mielinização Local Ação</p><p>Tipo I</p><p>Condução lenta</p><p>Cápsula articular</p><p>Posição articular</p><p>Tipo II</p><p>Condução lenta e adaptação</p><p>rápida</p><p>Superfície interna</p><p>da cápsula articular</p><p>Amplitude de</p><p>movimento</p><p>Tipo III</p><p>Condução rápida</p><p>Superfície externa</p><p>da cápsula articular</p><p>Amplitude de</p><p>movimento</p><p>Fibra C</p><p>Condução rápida</p><p>Cápsula articular e</p><p>cartilagem articular</p><p>Pressão articular e</p><p>velocidade angular</p><p>Dor Projetada</p><p>“A determinação topográfica da dor referida se deve graças à um influxo</p><p>nociceptivo originado através do trajeto das vias sensitivas periféricas.</p><p>Portanto, descrevem reações obtidas através de respostas físicas, químicas ou</p><p>mecânicas nos nociceptores.”</p><p>Dor Referida</p><p>“A lesão Osteopática mantém a estimulação contínua deste fluxo neuronal</p><p>metamérico no dermátomo, miótomo ou viscerótomo correspondente,</p><p>desencadeando a sensação dolorosa.</p><p>Como a articulação recebe diferentes tipos de nociceptores é comum confundir</p><p>dor projetada e dor referida.”</p><p>Fisiopatologia da Dor Referida</p><p>Teoria Periférica</p><p>Sinclair, Weddell & Feindel (1948)</p><p>Nervo Comunicante</p><p>Víscera Pele</p><p>Controle Vaso Motor Controle Vaso Motor</p><p>Fisiopatologia da Dor Referida</p><p>Teoria Periférica</p><p>Nervo Comunicante</p><p>Dor Vísceral Dor Referida</p><p>Distúrbio Vaso Motor</p><p>Visceral</p><p>Distúrbio Vaso Motor</p><p>Cutâneo</p><p>Fisiopatologia da Dor Referida</p><p>Teoria Central</p><p>Wolf & Hardy (1947)</p><p>Metâmero Vertebral</p><p>Dor Vísceral Dor Referida</p><p>Distúrbio Vaso Motor</p><p>Visceral</p><p>Distúrbio Vaso Motor</p><p>Cutâneo</p><p>Lesão Osteopática</p><p>Biomecânica Vertebral</p><p>Macro Movimento e</p><p>Micro Movimento</p><p>176</p><p>DESIMBRICAÇÃO – FRS</p><p>(ABERTURA)</p><p>177</p><p>IMBRICAÇÃO ERS</p><p>(FECHAMENTO)</p><p>178</p><p>O forame vertebral e a sua relação com a</p><p>faceta articular</p><p>179</p><p>Forame de Conjugação</p><p>180</p><p>F</p><p>E</p><p>181</p><p>S</p><p>182</p><p>R</p><p>183</p><p>Biomecânica Vertebral</p><p>1ª Lei de Freyette – NRS (Easy</p><p>Flexion)</p><p>Rotação</p><p>Homolateral</p><p>Inclinação</p><p>Contralateral</p><p>“Um easy flexion as facetas articulares encontram-se paralelas.”</p><p>Biomecânica Vertebral</p><p>2ª Lei de Freyette – ERS ou FRS</p><p>Inclinação</p><p>Homolateral</p><p>Rotação</p><p>Homolateral</p><p>Flexão Extensão</p><p>“As lesões ERS ou FRS podem acometer uma vértebra ou um grupo vertebral.”</p><p>MOVIMENTO TRIDIMENCIONAL</p><p>VERTEBRAL ERS/FRS</p><p>188</p><p>Gibosidade Costo-Vertebral</p><p>189</p><p>Diagnóstico de Lesão ERS</p><p>1- Imbricação Vertebral Unilateal</p><p>2- Hiperatividade Intertransversária Homolateral</p><p>3- Posterioridade desaparece em extensão</p><p>4- Limitação em flexão</p><p>ERS Direita</p><p>Limita a Flexão Limita a Inclinação</p><p>Esquerda</p><p>Abrir a Faceta Direita</p><p>Diagnóstico de Lesão FRS</p><p>1- Desimbricação Vertebral Unilateal</p><p>2- Hiperatividade Intertransversária Contralateral</p><p>3- Posterioridade desaparece em flexão</p><p>4- Limitação em extensão</p><p>FRS Direita</p><p>Limita a</p><p>Extensão</p><p>Limita a Inclinação</p><p>Direita</p><p>Fechar a Faceta Direita</p><p>Lesão Primária X Lesão Adaptativa</p><p>Lesão Primária</p><p>Lesão Adaptativa</p><p>ERS NRS FRS</p><p>Necessita de Tratamento</p><p>Desencadeia Sintomas</p><p>Biomecânica Vertebral</p><p>Lei de Martindale</p><p>Lesão Starter</p><p>não-neutra</p><p>Lesão</p><p>conseqüente à</p><p>Starter</p><p>Lesão</p><p>conseqüente à</p><p>Starter</p><p>201</p><p>Hipermobilidade Vertebral</p><p>Hipomobilidade Vertebral</p><p>Hipermobilidade Vertebral</p><p>Hipotonía</p><p>Muscular</p><p>Sobrecarga</p><p>Ligamentar</p><p>Sobrecarga</p><p>Discal</p><p>Dor Edema Instabilidade</p><p>Síndrome de Wiplash</p><p>Instabilidade Ligamentar</p><p>Disfunção Somática</p><p>1- Disco Intervertebral</p><p>2- Ligamento Longitudinal</p><p>3- Nervo Vertebral</p><p>(Luschka)</p><p>4- Raiz Neural</p><p>5- Ramo Posterior</p><p>6- Cartilagem Articular</p><p>Componente Neuro-Muscular</p><p>Disfunção Somática</p><p>Centro Medular</p><p>Fuso</p><p>Neuro-Muscular</p><p>Receptores Capsulares</p><p>e Ligamentares</p><p>Centro Medular</p><p>Fuso</p><p>Neuro-Muscular</p><p>Receptores Capsulares</p><p>e Ligamentares</p><p>Dor</p><p>Local</p><p>Distúrbio</p><p>Vaso Motor</p><p>Dor Metamérica</p><p>Lesão Osteopática</p><p>Centro Medular</p><p>Fuso</p><p>Neuro-Muscular</p><p>Receptores Capsulares</p><p>e Ligamentares</p><p>Dor</p><p>Local</p><p>Distúrbio</p><p>Vaso Motor</p><p>Dor Metamérica</p><p>Hiperatividade Fuso</p><p>Neuro Muscular</p><p>Compressão</p><p>Vascular</p><p>Compressão</p><p>Neural</p><p>Lesão Osteopática</p><p>Fuso Neuro-Muscular - Arco Reflexo</p><p>Teorias da Neurofisiologia</p><p>da Fixação Vertebral</p><p>Simpaticotonía (Irwin Korr):</p><p>Fibrose Muscular</p><p>Lesão Neuro-Vascular:</p><p>Hipóxia Tecidual</p><p>Hipomobilidade Articular:</p><p>Inibição Proprioceptiva</p><p>Legenda:</p><p>1- Músculo Interespinhal</p><p>2- Músculo Supraespinhal</p><p>Fixação Vertebral - Lei da Artéria</p><p>Lesão Visceral Lesão Cranio-Sacro Lesão Musculo-Articular</p><p>Irritação Simpática Vascular</p><p>Congestão Circulatória Frio Fadiga</p><p>Facilitação Medular</p><p>Acúmulo de Toxinas</p><p>Órgão Tendinoso de Golgi</p><p>OTG</p><p>Diminui</p><p>Reflexo</p><p>Miotático</p><p>Antagonista</p><p>Aumenta</p><p>Reflexo</p><p>Miotático</p><p>Agonista</p><p>Proteção</p><p>Inibição Recíproca - Princípio de Sherrington</p><p>Aferência Neural</p><p>Excitação</p><p>Agonista</p><p>Inibição</p><p>Antagonista</p><p>Neurônio Comunicante Vertebral</p><p>Disfunção Osteopática</p><p>Visceral</p><p>Conceitos em Osteopatía Visceral</p><p>Visceral Osteopathy Concepts</p><p>Conceptos em Osteopatía Visceral</p><p>Barral Concept (Osteopatía Européia)</p><p>“Enfoque em técnicas diretas sobre os órgãos internos.”</p><p>“Enfoque em lo tratamiento de los órganos internos.”</p><p>Finet & Willime Concetp</p><p>“Tratamento fascial visceral”</p><p>“Tratamiento fascial de las vísceras.”</p><p>Kuchera & Kuchera Concept (Osteopatía Americana)</p><p>“Técnicas funcionais.”</p><p>“Técnicas funcionales.”</p><p>Chapman Concept</p><p>“Pontos reflexos.”</p><p>“Puntos reflejos.”</p><p>MSc. Romeiro, Caio A.P.</p><p>216</p><p>O Motricidade (La Motricidad)</p><p>“É a movimentação passiva das vísceras resultante do movimento corporal .”</p><p>“Es los movimentos pasivos de las visceras resultant de los movimentos del cuerpo</p><p>Barral Concept</p><p>MSc. Romeiro, Caio A.P.</p><p>217</p><p>Mobilidade (La movilidad)</p><p>“Movimento da própria víscera através da contração de fibras musculares lisas.”</p><p>" El movimiento de las vísceras a través de la contracción de las fibras del</p><p>músculo liso”</p><p>Barral Concept</p><p>MSc. Romeiro, Caio A.P.</p><p>218</p><p>Motilidade (La Motilidad)</p><p>“Movimento do tecido conjuntivo que relaciona-se com a víscera.”</p><p>“Movimiento del las fascias que se relaciona con las vísceras.”</p><p>Barral Concept</p><p>MSc. Romeiro, Caio A.P.</p><p>219</p><p>Transtornos Viscerias</p><p>Restrição Articular</p><p>Perda da Amplitude</p><p>de Movimento</p><p>Fixação da Víscera</p><p>Dor Palpatória</p><p>Restrição Muscular</p><p>Hiperatividade da</p><p>Musculatura Lisa</p><p>Visceroespasmo</p><p>Restrição Ligamentar</p><p>Perda da Elasticidade</p><p>Conjuntiva</p><p>Restrição Vascular</p><p>Aderência Ptosis Fixação</p><p>MSc. Romeiro, Caio A.P.</p><p>220</p><p>Fundamentos dos Tratamentos</p><p>Fasciais</p><p>“As fascias são tecidos contínuos, isto é, interligando as fáscias superficiais, média e</p><p>profundas. Estas estão organizadas em sentido craniocaudal e dorsoventral.”</p><p>Restrição Conjuntiva</p><p>Superficial</p><p>Restrição Conjuntiva</p><p>Média</p><p>Restrição Conjuntiva</p><p>Profunda Finet & Williame Concept</p><p>MSc. Romeiro, Caio A.P.</p><p>221</p><p>Princípios do Tratamento Fascial</p><p>“O diafragma é o motor do movimento conjuntivo do órgãos abdominais, portanto a</p><p>respiração é o foco do tratamento conjuntivo. O objetivo da técnica é recuperar a</p><p>mobilidade conjuntiva através de técnicas sobre a fáscia abdominal superficial.”</p><p>Finet & Williame Concept MSc. Romeiro, Caio A.P.</p><p>222</p><p>Pontos Reflexos de Chapman</p><p>Estímulos Simpáticos</p><p>Disfunção Osteopática</p><p>Crânio-Sacro</p><p>Sistema Crânio-Sacro</p><p>Estímulo Parassimpático</p><p>Sinergismo Crânio-Sacro</p><p>Influência Somato-Emocional</p><p>Disfunção Osteopática</p><p>Craniana</p><p>Osteopatía Craniana</p><p>Diagnóstico em Osteopatía</p><p>Hipomobilidade Hipermobilidade</p><p>HMA, Inspeção e Palpação</p><p>Dor Dermátomo Miótomo</p><p>Viscerótomo</p><p>Disfunções Maiores</p><p>Testes Especiais Testes Cinesiológicos</p><p>Estudo Radiológico</p><p>Tratamento Osteopático</p><p>Técnicas Estruturais</p><p>Rítmicas Baixa Velocidade e Grande Amplitude</p><p>Thrust Alta Velocidade e Baixa Amplitude</p><p>Direta Semidireta Indireta</p><p>Articulatória Steching</p><p>Bombeio Energia Muscular</p><p>Miofascial</p><p>Contra-Indicação das Técnicas de Thrust</p><p>Traumatismo Fratura, Luxação ou Esguince grau III</p><p>Tumores Ósseos Benignos ou malígnos</p><p>Infecções Espondilodiscite, Osteomielite ou Doença de Pott</p><p>Reumatismos Inflamatórios Artrite Reumatóide, Síndrome de Reiter...</p><p>Vasculares Aneurisma ou Insuficiência Basilar Vertebral</p><p>Metabólicas Osteoporose</p><p>Má formações Congênitas</p><p>Distúrbios Neurológicos Com Síndromes Hiperálgicas</p><p>Paralisias Central ou Periférica</p><p>Síndrome de Barre-Lieou</p><p>241</p><p>242</p><p>243</p><p>244</p><p>245</p><p>Tratamento Osteopático</p><p>Técnicas Funcionais</p><p>“Busca-se as condições do Silêncio Neurológico para obter resultados sobre os</p><p>Sinais e Sintomas e obter resultados tridimensionais peri-articulares”</p><p>Jones Hoover</p><p>Pressão Sobre o Ponto Gatilho Jones</p><p>Obrigado pela atenção!</p><p>caioromeiro@unifra.br</p>

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