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<p>COLÉGIOS MILITARES (CM)</p><p>CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DE ALAGOAS</p><p>Concurso de Admissão (CA)</p><p>6º ano do Ensino Fundamental</p><p>A APOSTILA PREPARATÓRIA É ELABORADA</p><p>ANTES DA PUBLICAÇÃO DO EDITAL OFICIAL COM BASE NO EDITAL</p><p>ANTERIOR, PARA QUE O ALUNO ANTECIPE SEUS ESTUDOS.</p><p>OP-009MA-21</p><p>CÓD: 7908403504558</p><p>• A Opção não está vinculada às organizadoras de Concurso Público. A aquisição do material não garante sua inscrição ou ingresso na</p><p>carreira pública,</p><p>• Sua apostila aborda os tópicos do Edital de forma prática e esquematizada,</p><p>• Alterações e Retificações após a divulgação do Edital estarão disponíveis em Nosso Site na Versão Digital,</p><p>• Dúvidas sobre matérias podem ser enviadas através do site: www.apostilasopção.com.br/contatos.php, com retorno do professor</p><p>no prazo de até 05 dias úteis.,</p><p>• É proibida a reprodução total ou parcial desta apostila, de acordo com o Artigo 184 do Código Penal.</p><p>Apostilas Opção, a Opção certa para a sua realização.</p><p>ÍNDICE</p><p>Matemática</p><p>1. Números e Operações: Sistema de numeração indo-arábico. Classes e ordens de um número natural. Adição, subtração, multiplicação</p><p>e divisão de números naturais. Expressões numéricas envolvendo números naturais. Múltiplos e divisores. Mínimo Múltiplo Comum</p><p>(MMC). Máximo Divisor Comum (MDC). Escrita, comparação e ordenação de frações e de números decimais. Frações equivalentes.</p><p>Relação entre representações fracionária e decimal de um mesmo número. Adição, subtração, multiplicação e divisão de frações e de</p><p>números decimais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 01</p><p>2. Expressões numéricas envolvendo frações e números decimais</p><p>3. Porcentagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10</p><p>4. Sistema de numeração romano. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12</p><p>5. Espaço e Forma: Figuras geométricas e seus elementos. Classificação de polígonos. Perímetro e área de figuras planas. Classificação</p><p>de sólidos geométricos. Planificação de sólidos geométricos. Vistas de um objeto tridimensional. Volume de paralelepípedos . . . 12</p><p>6. Grandezas e Medidas: Medidas de comprimento, superfície, volume, capacidade, massa e tempo. Múltiplos e submúltiplos de uni-</p><p>dades de medida. Transformação de unidades de medida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19</p><p>7. Sistema monetário brasileiro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21</p><p>8. Tratamento da Informação: Interpretação de informações em tabelas e em gráficos. Organização de informações em tabelas e em</p><p>gráficos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23</p><p>9. Média aritmética. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25</p><p>10. Probabilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27</p><p>Língua Portuguesa</p><p>1. Gêneros textuais e conceitos: localizar informações explícitas em um texto. Inferir o sentido de uma palavra a partir do contexto em</p><p>que foi empregada. Inferir o sentido de uma expressão a partir do contexto em que foi empregada. Inferir uma informação implícita</p><p>em um texto. Identificar os elementos de um texto (narrador /foco narrativo). Implicações do Suporte, do Gênero e/ou do Enunciador</p><p>na Compreensão do Texto. Interpretar texto com auxílio de material gráfico diverso (propagandas, quadrinho, foto, etc.). Identificar</p><p>a finalidade de textos de diferentes gêneros. Coerência e Coesão no Processamento do Texto. Estabelecer relações entre partes de</p><p>um texto, identificando repetições ou substituições que contribuem para a continuidade de um texto. Estabelecer relação causa/</p><p>consequência entre partes e elementos do texto. Estabelecer relações lógico discursivas presentes no texto, marcadas por elementos</p><p>coesivos. Relação entre Textos Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que tratam do mes-</p><p>mo tema, em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 01</p><p>2. Relação entre Recursos Expressivos e Efeitos de Sentido. Identificar efeitos de ironia ou humor em textos variados . . . . . . . . . . . . 10</p><p>3. Identificar o efeito de sentido decorrente do uso da vírgula . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 01</p><p>4. Identificar o efeito de sentido do uso da sinonímia/antonímia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12</p><p>5. Identificar o efeito de sentido decorrente do uso de outros sinais de pontuação ou outras notações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11</p><p>6. Produção Textual (Redação). Compreender e atender à proposta dada. Organizar o texto em parágrafos. Redigir períodos comple-</p><p>tos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 01</p><p>7. Ter noções de pontuação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11</p><p>8. Empregar o vocabulário adequado ao gênero textual solicitado. Empregar adequadamente os principais elementos coesivos. Empre-</p><p>gar adequadamente os sinais de acentuação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13</p><p>9. Empregar adequadamente as letras maiúsculas e minúsculas. Dominar a ortografia da língua . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14</p><p>10. Produzir texto coerente, sem ambiguidades e trechos desconexos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 01</p><p>MATEMÁTICA</p><p>1. Números e Operações: Sistema de numeração indo-arábico. Classes e ordens de um número natural. Adição, subtração, multiplicação</p><p>e divisão de números naturais. Expressões numéricas envolvendo números naturais. Múltiplos e divisores. Mínimo Múltiplo Comum</p><p>(MMC). Máximo Divisor Comum (MDC). Escrita, comparação e ordenação de frações e de números decimais. Frações equivalentes.</p><p>Relação entre representações fracionária e decimal de um mesmo número. Adição, subtração, multiplicação e divisão de frações e de</p><p>números decimais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 01</p><p>2. Expressões numéricas envolvendo frações e números decimais</p><p>3. Porcentagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10</p><p>4. Sistema de numeração romano. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12</p><p>5. Espaço e Forma: Figuras geométricas e seus</p><p>das simplificações possíveis, o número será</p><p>igual a</p><p>(A) 3.</p><p>(B) 40.</p><p>(C) 80.</p><p>(D) 400.</p><p>(E) 566.</p><p>Resposta: C.</p><p>13. (CPRM – Técnico em Geociências – CESPE/2016) Três</p><p>caminhões de lixo que trabalham durante doze horas com a mesma</p><p>produtividade recolhem o lixo de determinada cidade. Nesse caso,</p><p>cinco desses caminhões, todos com a mesma produtividade, recol-</p><p>herão o lixo dessa cidade trabalhando durante</p><p>(A) 6 horas.</p><p>(B) 7 horas e 12 minutos.</p><p>(C) 7 horas e 20 minutos.</p><p>(D) 8 horas.</p><p>(E) 4 horas e 48 minutos.</p><p>Resposta: B.</p><p>↑Caminhões horas↓</p><p>3------------------12</p><p>5-------------------x</p><p>Quanto mais caminhões, menos horas.</p><p>Invertendo as horas:</p><p>↑Caminhões horas↑</p><p>3------------------x</p><p>5-------------------12</p><p>5x=36</p><p>X=7,2h</p><p>0,2⋅60=12 minutos</p><p>7 horas e 12 minutos</p><p>14. (CPRM – Técnico em Geociências – CESPE/2016) Por 10</p><p>torneiras, todas de um mesmo tipo e com igual vazão, fluem 600</p><p>L de água em 40 minutos. Assim, por 12 dessas torneiras, todas do</p><p>mesmo tipo e com a mesma vazão, em 50 minutos fluirão</p><p>(A) 625 L de água.</p><p>(B) 576 L de água.</p><p>(C) 400 L de água.</p><p>(D) 900 L de água.</p><p>(E) 750 L de água.</p><p>Resposta: D.</p><p>Todas as grandezas são diretamenteproporcionais</p><p>↑Torneiras↑vazão tempo↑</p><p>10---------------600----------40</p><p>12---------------x--------------50</p><p>400x=360000</p><p>X=900</p><p>15. (TRF 3ª REGIÃO – Analista Judiciário – FCC/2016) Uma her-</p><p>ança de R$ 82.000,00 será repartida de modo inversamente propor-</p><p>cional às idades, em anos completos, dos três herdeiros. As idades</p><p>dos herdeiros são: 2, 3 e x anos. Sabe-se que os números que cor-</p><p>respondem às idades dos herdeiros são números primos entre si (o</p><p>maior divisor comum dos três números é o número 1) e que foi R$</p><p>42.000,00 a parte da herança que o herdeiro com 2 anos recebeu. A</p><p>partir dessas informações o valor de x é igual a</p><p>(A) 7.</p><p>(B) 5.</p><p>(C) 11.</p><p>(D) 1.</p><p>(E) 13.</p><p>Resposta: A.</p><p>Sabendo que A recebeu 42000</p><p>P=42000x2=84000</p><p>MATEMÁTICA</p><p>33</p><p>12000x=84000</p><p>X=7</p><p>16. (TRF 3ª REGIÃO – Analista Judiciário – FCC/2016) Uma in-</p><p>dústria produz um tipo de máquina que demanda a ação de grupos</p><p>de funcionários no preparo para o despacho ao cliente. Um grupo</p><p>de 20 funcionários prepara o despacho de 150 máquinas em 45</p><p>dias. Para preparar o despacho de 275 máquinas, essa indústria</p><p>designou 30 funcionários. O número de dias gastos por esses 30</p><p>funcionários para preparem essas 275 máquinas é igual a</p><p>(A) 55.</p><p>(B) 36.</p><p>(C) 60.</p><p>(D) 72.</p><p>(E) 48.</p><p>Resposta: A.</p><p>Quanto mais dias, menos funcionários será necessário</p><p>Quanto mais dias, mais máquinas preparadas</p><p>↓Funcionários ↑ máquinas dias↑</p><p>20------------------150-----------45</p><p>30-------------------275----------x</p><p>↑Funcionários ↑ máquinas dias↑</p><p>30------------------150-----------45</p><p>20-------------------275----------x</p><p>9x=495</p><p>X=55</p><p>17. (TRF 3ª REGIÃO – Analista Judiciário – FCC/2016) O valor</p><p>da expressão numérica 0,00003 . 200 . 0,0014 ÷ (0,05 . 12000 . 0,8)</p><p>é igual a</p><p>(A)</p><p>(B)</p><p>(C)</p><p>(D)</p><p>(E)</p><p>Resposta: B.</p><p>Vamos transformar em notação científica</p><p>Lembrando que em potências de bases iguais, na multiplicação</p><p>somamos os expoentes e na divisão subtraimos</p><p>18. (UNIFESP - Técnico em Segurança do Trabalho – VUNE-</p><p>SP/2016) Determinada quantia A de dinheiro foi dividida igual-</p><p>mente entre 8 pessoas, não ocorrendo sobras. Se a essa quantia A</p><p>fossem acrescentados mais R$ 1.280,00, cada pessoa teria recebido</p><p>R$ 1.560,00. Ao se dividir a quantia A entre as 8 pessoas, cada uma</p><p>delas recebeu</p><p>(A) R$ 1.350,00.</p><p>(B) R$ 1.400,00.</p><p>(C) R$ 1.480,00.</p><p>(D) R$ 1.500,00.</p><p>(E) R$ 1.550,00.</p><p>Resposta: B.</p><p>A+1280=12480</p><p>A=11200</p><p>Cada um recebeu 11200/8=1400</p><p>19. (UNIFESP - Técnico em Segurança do Trabalho – VUNE-</p><p>SP/2016) Em uma casa, a razão entre o número de copos coloridos</p><p>e o número de copos transparentes é 3/5. Após a compra de mais</p><p>2 copos coloridos, a razão entre o número de copos coloridos e o</p><p>número de copos transparentes passou a ser 2/3. O número de co-</p><p>pos coloridos nessa casa, após a compra, é</p><p>(A) 24.</p><p>(B) 23.</p><p>(C) 22.</p><p>(D) 21.</p><p>(E) 20.</p><p>Resposta: E.</p><p>Cc=copos coloridos</p><p>Ct=copos transparentes</p><p>MATEMÁTICA</p><p>34</p><p>Ct=30</p><p>Cc=18</p><p>Ele fez a compra de mais 2 copos</p><p>18+2=20</p><p>20. (UNIFESP - Técnico em Segurança do Trabalho – VUNE-</p><p>SP/2016) Um produto é vendido a prazo da seguinte forma: R$</p><p>200,00 de entrada e 5 parcelas iguais de R$ 120,00 cada uma. Sabe-</p><p>se que o preço do produto a prazo é 25% maior que o preço da tab-</p><p>ela, mas, se o pagamento for à vista, há um desconto de 5% sobre o</p><p>preço da tabela. Então, a diferença entre o preço a prazo e o preço</p><p>à vista é</p><p>(A) R$ 160,00.</p><p>(B) R$ 175,00.</p><p>(C) R$ 186,00.</p><p>(D) R$ 192,00.</p><p>(E) R$ 203,00.</p><p>Resposta: D.</p><p>Preço a prazo</p><p>200+120x5=800</p><p>Preço tabela, sabendo que 800 é 25% a mais do que o preço</p><p>da tabela:</p><p>800=1,25x</p><p>X=640</p><p>Preço à vista tem 5% de desconto em relação a tabela:</p><p>640x0,95=608</p><p>Diferença: 800-608=192</p><p>21. (UNIFESP - Técnico em Segurança do Trabalho – VUNE-</p><p>SP/2016) Um capital de R$ 1.200,00 foi aplicado a juros simples,</p><p>com taxa de 9% ao ano, durante certo período de tempo, rendendo</p><p>juros de R$ 72,00. Se esse capital permanecesse aplicado por mais</p><p>5 meses, o total obtido de juros seria</p><p>(A) R$ 98,00.</p><p>(B) R$ 102,00.</p><p>(C) R$ 108,00.</p><p>(D) R$ 112,00.</p><p>(E) R$ 117,00.</p><p>Resposta: E.</p><p>C=1200</p><p>I=0,09aa</p><p>i=0,09/12=0,0075 ao mês</p><p>J=Cin</p><p>72=1200.0,0075n</p><p>N=8 meses</p><p>8+5=13</p><p>J=1200.0,0075.13=117</p><p>22. (UNIFESP - Técnico em Segurança do Trabalho – VUNE-</p><p>SP/2016) Um terreno retangular ABCD, com 8 m de frente por 12</p><p>m de comprimento, foi dividido pelas cercas AC e EM, conforme</p><p>mostra a figura.</p><p>Sabendo-se que o ponto E pertence à cerca AC, o valor da área</p><p>AEMD destacada na figura, em m² , é</p><p>(A) 22.</p><p>(B) 24.</p><p>(C) 26.</p><p>(D) 28.</p><p>(E) 30.</p><p>Resposta: C.</p><p>Éum exercício simples, basta lembrar da fórmula da área do</p><p>trapézio</p><p>AEMD é um trapézio</p><p>A altura do trapézio é 12-8=4</p><p>Caso não lembre da fórmula do trapézio, podemos dividir a fig-</p><p>ura em triângulo e retângulo</p><p>área do triângulo</p><p>A=bxh/2=3x4/2=6</p><p>área do retângulo</p><p>A=bxh=5x4=20</p><p>Somando:20+6=26</p><p>MATEMÁTICA</p><p>35</p><p>23. (UNIFESP - Técnico em Segurança do Trabalho – VUNE-</p><p>SP/2016) As figuras mostram as dimensões, em metros, de duas</p><p>salas retangulares A e B.</p><p>Sabendo-se que o perímetro da sala A é 2 metros maior que</p><p>o perímetro da sala B, então é correto afirmar que o perímetro da</p><p>sala B, em metros, é</p><p>(A) 34.</p><p>(B) 36.</p><p>(C) 38.</p><p>(D) 40.</p><p>(E) 42.</p><p>Resposta: D.</p><p>Pa=perímetro da sala A</p><p>Pb=perímetro sala B</p><p>Pa=Pb+2</p><p>X+x+5+x+x+5=5+x+7+5+x+7+2</p><p>4x+10=2x+26</p><p>2x=16</p><p>X=8</p><p>Pb=2x+24=16+24=40</p><p>24. (EMSERH – Psicólogo – FUNCAB/2016) Observe as sequên-</p><p>cias a seguir:</p><p>A= (1,1, 2, 3, 5, 8,..., an )</p><p>B = (1, 4, 9,16, 25,..., bn )</p><p>C = (1, 3, 6,10,15,..., cn )</p><p>De acordo com as sequências anteriores, o valor da expressão</p><p>E = 2.(a9 + a10) + 3.(b9+ b10 ) + 5.(c9 + c10 ), é:</p><p>(A) 360.</p><p>(B) 947.</p><p>(C) 1.221.</p><p>(D) 1.261.</p><p>(E) 1.360.</p><p>Resposta: C.</p><p>A7=5+8=13</p><p>A8=13+8=21</p><p>A9=21+13=34</p><p>A10=34+21=55</p><p>B9=9²=81</p><p>B10=10²=100</p><p>C6=15+6=21</p><p>C7=21+7=28</p><p>C8=28+8=36</p><p>C9=36+9=45</p><p>C10=45+10=55</p><p>E=2(34+55)+3(81+100)+5(45+55)</p><p>E=2.89+3.181+5.100</p><p>E=178+543+500</p><p>E=1221</p><p>25. (ANAC – Técnico Administrativo – ESAF/2016) Dada a</p><p>matriz , o determinante da matriz 2A é igual a</p><p>(A) 40.</p><p>(B) 10.</p><p>(C) 18.</p><p>(D) 16.</p><p>(E) 36.</p><p>Resposta: A.</p><p>D=(8+3)-(2+4)</p><p>D=11-6=5</p><p>Determinante da matriz 2A</p><p>Como é o dobro e a matriz é 3x3</p><p>D=2³.5=8.5=40</p><p>26. (ANAC – Técnico Administrativo – ESAF/2016) Em uma pro-</p><p>gressão aritmética, tem-se a2 + a5 = 40 e a4 + a7 = 64. O valor do</p><p>31º termo dessa progressão aritmética é igual a</p><p>(A) 180.</p><p>(B) 185.</p><p>(C) 182.</p><p>(D) 175.</p><p>(E) 178.</p><p>Resposta: B.</p><p>A2+a5=40</p><p>Vamos deixar tudo em função de a1, para poder montar um</p><p>sistema</p><p>A1+r+a1+4r=40</p><p>2a1+5r=40</p><p>A4+a7=64</p><p>A1+3r+a1+6r=64</p><p>2a1+9r=64</p><p>(I)-(II)</p><p>-4r=-24</p><p>r=6</p><p>Substituindo em I</p><p>2a1+30=40</p><p>2a1=10</p><p>A1=5</p><p>A31=a1+30r</p><p>A31=5+30.6=</p><p>A31=5+180=185</p><p>MATEMÁTICA</p><p>36</p><p>27. (UFPB – Administrador – IDECAN/2016) Considere a</p><p>equação a seguir:</p><p>4 + 7 + 10 + ... + x = 424</p><p>Sabendo-se que os termos do primeiro membro dessa equação</p><p>formam uma progressão aritmética, então o valor de x é:</p><p>(A) 37.</p><p>(B) 49.</p><p>(C) 57.</p><p>(D) 61.</p><p>Resposta: B.</p><p>Pela fórmula do somatírio de PA:</p><p>Mas, teremos duas incógnitas x e n, então vamos eixar</p><p>uma em</p><p>função da outra</p><p>an=a1+(n-1)r</p><p>r=7-4=3</p><p>x=4+3n-3</p><p>x=1+3n</p><p>(5+3n).n=848</p><p>5n+3n²-848=0</p><p>∆=25-4.3.(-848)</p><p>∆=25+10176=10201</p><p>N=96/6=16</p><p>N=-106/6(não convém)</p><p>X=1+3n</p><p>X=1+3.16</p><p>X=1+48=49</p><p>28. (UFPB – Administrador – IDECAN/2016) Um grupo de</p><p>alunos é formado por 11 meninos e 14 meninas. Sabe-se que meta-</p><p>de das meninas são loiras, ao passo que apenas três meninos são</p><p>loiros. Dessa forma, ao selecionar-se ao acaso um aluno, a probab-</p><p>ilidade de que seja um menino loiro é:</p><p>(A) 0,12.</p><p>(B) 0,15.</p><p>(C) 0,22.</p><p>(D) 0,25.</p><p>Resposta: A.</p><p>total de crianças é de 11+14=25 crianças.</p><p>Se temos 11 meninos, a probabilidade é de 11/25</p><p>E entre os meninos 3 são loiros, 3/11, pois já deixa claro que é</p><p>está entre os meninos e não mais entre as crianças.</p><p>29. (TRT 14ª REGIÃO – Analista Judiciário – FCC/2016) Observe</p><p>os sete primeiros termos de uma sequência numérica: 7, 13, 25,</p><p>49, 97, 193, 385, ... . Mantido o mesmo padrão da sequência e ad-</p><p>mitindo-se que o 100º termo seja igual a x, então o 99º termo dela</p><p>será igual a</p><p>(A) x/2 +1</p><p>(B) x/2-1</p><p>(C) x-1/2</p><p>(D) x+1/2</p><p>(E) 2x-1/4</p><p>Resposta: D.</p><p>Vamos fazer por tentativa que é a forma mais rápida.</p><p>Vamos analisar cada alternativa, com base nos números dados,</p><p>vamos sempre tomar como base os dois primeiros, que são númer-</p><p>os mais baixos.</p><p>As alternativas A e B já estão fora, pois dividem o segundo ter-</p><p>mo por 2, daria um decimal, que não da certo.</p><p>A C ficaria 13-1/2=6</p><p>Opa, se x-1/2, deu um número a menos, então a resposta deve</p><p>ser a D.</p><p>30. (CODEBA – Guarda Portuário – FGV/2016) No dia 1º de ja-</p><p>neiro de 2016, na cidade de Salvador, o nascente do Sol ocorreu às</p><p>5 horas e 41 minutos e o poente às 18 horas e 26 minutos.</p><p>O período de luminosidade desse dia foi</p><p>(A) 12 horas e 25 minutos.</p><p>(B) 12 horas e 35 minutos.</p><p>(C) 12 horas e 45 minutos.</p><p>(D) 13 horas e 15 minutos.</p><p>(E) 13 horas e 25 minutos.</p><p>Resposta: C.</p><p>26 é um número maior que 41, então devemos emprestar do</p><p>vizinho, mas como estamos falando de hora, tiramos uma hora e</p><p>como é minutos, 1 hora tem 60 minutos, devemos somar os 60</p><p>minutos aos 26 minutos.</p><p>31. (CODEBA – Guarda Portuário – FGV/2016) Um contêiner</p><p>possui, aproximadamente, 6,0 m de comprimento, 2,4 m de largura</p><p>e 2,3 m de altura.</p><p>A capacidade cúbica desse contêiner é de, aproximadamente,</p><p>(A) 31 m3 .</p><p>(B) 33 m3 .</p><p>(C) 35 m3 .</p><p>(D) 37 m3 .</p><p>(E) 39 m3 .</p><p>Resposta: B.</p><p>6x2,4x2,3=33,12</p><p>MATEMÁTICA</p><p>37</p><p>32. (CODEBA – Analista Portuário – FGV/2016) Hércules recebe R$ 65,00 por dia normal de trabalho e mais R$ 13,00 por hora extra.</p><p>Após 12 dias de trabalho, Hércules recebeu um total de R$ 845,00.</p><p>Sabendo que Hércules pode fazer apenas uma hora extra por dia, o número de dias em que Hércules fez hora extra foi</p><p>(A) 1.</p><p>(B) 3.</p><p>(C) 5.</p><p>(D)7.</p><p>(E) 9.</p><p>Resposta: C.</p><p>65x12=780</p><p>Para sabermos quanto foi de hora extra:</p><p>845-780=65</p><p>Se ele só pode fazer 1 hora extra por dia, então ele fez</p><p>65/13=5 dias de hora extra.</p><p>33. (TRT 14ª REGIÃO – Técnico Judiciário – FCC/2016) Alberto fez uma dieta com nutricionista e perdeu 20% do seu peso nos seis</p><p>primeiros meses. Nos seis meses seguintes Alberto abandonou o acompanhamento do nutricionista e, com isso, engordou 20% em relação</p><p>ao peso que havia atingido. Comparando o peso de Alberto quando ele iniciou a dieta com seu peso ao final dos doze meses mencionados,</p><p>o peso de Alberto</p><p>(A) reduziu 4%.</p><p>(B) aumentou 2%.</p><p>(C) manteve-se igual.</p><p>(D) reduziu 5%.</p><p>(E) aumentou 5%.</p><p>Resposta: A.</p><p>Como ele perdeu 20%</p><p>1-0,2=0,8</p><p>Depois engordou 20%</p><p>0,8x1,2=0,96</p><p>Do peso inicial ele reduziu 1-0,96=0,04=4%</p><p>34. (TRF 3ª REGIÃO – Analista Judiciário – FCC/2016) A tabela abaixo fornece os valores recebidos por uma empresa, na data de</p><p>hoje, correspondentes aos descontos de 3 títulos em um banco. A taxa de desconto utilizada pelo banco é de 18% ao ano para qualquer</p><p>operação.</p><p>Se a soma dos valores nominais dos 3 títulos é igual a R$ 50.000,00, então X é, em R$, igual a</p><p>(A) 9.960,65.</p><p>(B) 10.056,15.</p><p>(C) 9.769,65.</p><p>(D) 10.247,15.</p><p>(E) 9.865,15.</p><p>Resposta: A.</p><p>Título 1</p><p>18%aa=1,5%am</p><p>Desconto Racional Simples</p><p>N=A(1+it)</p><p>N=19000(1+0,015.2)</p><p>N = 19.000(1,03)</p><p>N =19.570</p><p>MATEMÁTICA</p><p>38</p><p>Título 3</p><p>Desconto Comercial Simples</p><p>A=N(1-it)</p><p>18500=N(1-0,015.5)</p><p>N = 18.500/ 0.925 => N = 20.000</p><p>Título 2:</p><p>Sabendo que a soma dos valores nominais dos títulos é 50.000</p><p>50.000 = titulo 1 + titulo 2 + titulo 3</p><p>titulo2 = 50.000 - 19.570 - 20.000 = 10.430</p><p>A=N(1-it)</p><p>A = 10.430 (1-0,015x3)</p><p>A = 9.960,65</p><p>35. (TRF 3ª REGIÃO – Analista Judiciário – FCC/2016) Um título</p><p>de valor nominal igual a R$ 18.522,00 vencerá daqui a 3 trimestres.</p><p>Sabe-se que ele será resgatado antes do vencimento, segundo o</p><p>critério do desconto racional composto, a uma taxa de juros de 5%</p><p>ao trimestre.</p><p>Supondo-se que a primeira opção será resgatar o título 2 trime-</p><p>stres antes do vencimento e a segunda opção será resgatar o título</p><p>1 trimestre antes do vencimento, o valor de resgate do título refer-</p><p>ente à segunda opção supera o valor de resgate do título referente</p><p>à primeira opção, em R$, em</p><p>Dados: 1,052 = 1,102500 e 1,053 = 1,157625</p><p>(A) 926,10.</p><p>(B) 882,00.</p><p>(C) 900,00.</p><p>(D) 800,00.</p><p>(E) 840,00.</p><p>Resposta: E.</p><p>Desconto Racional Composto => A = N/(1+i)n</p><p>Primeira opção</p><p>Se o prazo do vencimento era 3 trimestres e ele resgata 2 tri-</p><p>mestres antes disso, isso significa que ele descontou 1 trimestre</p><p>Segunda opção</p><p>Se ele resgatou 1 trimestre antes do vencimento, então ele de-</p><p>scontou 2 trimestres (n=2)</p><p>Diferença = 17.640 - 16.800 = 840</p><p>36. (PREF. DE CUIABÁ/MT – Auditor Fiscal Tributário da Recei-</p><p>ta Municipal – FGV/2016) Suponha um título cujo valor seja igual a</p><p>R$ 2000,00 e o prazo de vencimento é de 60 dias.</p><p>Sob uma taxa de desconto “por fora” igual a 1% ao mês, o valor</p><p>do desconto composto é igual a</p><p>(A) R$ 40,00.</p><p>(B) R$ 39,80.</p><p>(C) R$ 39,95.</p><p>(D) R$ 38,80.</p><p>(E) R$ 20,00.</p><p>Resposta: B.</p><p>Temos 60 dias de antecipação, ou 2 meses comerciais. Assim,</p><p>A = N.(1 – j)t</p><p>A = 2000.(1 – 0,01)²</p><p>A = 2000. 0,99²</p><p>A = 2000 x 0,9801</p><p>A = 1960,2</p><p>D = N – A</p><p>D = 2000 – 1960,2 = 39,8 reais</p><p>37. (BAHIAGAS – Analista de Processos Organizacionais –</p><p>CAIPIMES/2016) Uma aplicação de R$ 1.000.000,00 resultou em</p><p>um montante de R$ 1.240.000,00 após 12 meses. Dentro do regime</p><p>de Juros Simples, a que taxa o capital foi aplicado?</p><p>(A) 1,5% ao mês.</p><p>(B) 4% ao trimestre.</p><p>(C) 20% ao ano.</p><p>(D) 2,5% ao bimestre.</p><p>(E) 12% ao semestre.</p><p>Resposta: E.</p><p>M=1240000</p><p>C=1000000</p><p>N=12</p><p>I=?</p><p>M=C(1+in)</p><p>1240000=1000000(1+12i)</p><p>1,24=1+12i</p><p>0,24=12i</p><p>I=0,02am</p><p>0,02x6=0,12 a.s</p><p>12%ao semestre</p><p>38. (PREF. DE GOIÂNIA – Auditor de Tributos – CSUFG/2016)</p><p>Uma pessoa antes de tomar emprestado uma quantia de R$ 100</p><p>000,00, avalia três propostas: a primeira, à taxa de 5% ao mês, du-</p><p>rante 8 meses; a segunda, à taxa de 4% ao mês, durante 12 meses;</p><p>a terceira, à taxa de 3% ao mês, durante 24 meses; todas a juros</p><p>simples. O valor dos juros a serem pagos, em reais, à proposta em</p><p>que pagará menos juros, é:</p><p>(A) 72 000,00</p><p>(B) 60 000,00</p><p>(C) 48 000,00</p><p>(D) 40 000,00</p><p>Resposta: D.</p><p>1ª Proposta</p><p>C=100000</p><p>I=0,05</p><p>N=8</p><p>MATEMÁTICA</p><p>39</p><p>J=Cin</p><p>J=100000.0,05.8=40000</p><p>2ªProposta</p><p>C=100000</p><p>I=0,04</p><p>N=12</p><p>J=100000.0,04.12=48000</p><p>3ªProposta</p><p>I=0,03</p><p>N=24</p><p>J=100000.0,03.24=72000</p><p>Então a que paga menos juros é a primeira de 40000</p><p>39.(PREF. DO RIO DE JANEIRO –Agente de Administração -</p><p>PREF. DO RIO DE JANEIRO/2016) Seja N a quantidade máxima de</p><p>números inteiros de quatro algarismos distintos, maiores do que</p><p>4000, que podem ser escritos utilizando-se apenas os algarismos 0,</p><p>1, 2, 3, 4, 5 e 6.</p><p>O valor de N é:</p><p>(A) 120</p><p>(B) 240</p><p>(C) 360</p><p>(D) 480</p><p>Resposta: C.</p><p>4 ______</p><p>6.5.4=120</p><p>Depois fixamos o 5 e o 6, e também teremos 120 possibilidades</p><p>120x3=360</p><p>41. (PREF. DE SANTO ANDRÉ – Assistente Econômico Financei-</p><p>ro – IBAM/2015) Considere as seguintes matrizes:</p><p>Sendo “a” um número real, para que tenhamos A . B = C, o valor</p><p>da variável “a” deverá ser:</p><p>(A) um número inteiro, ímpar e primo.</p><p>(B) um número inteiro, par, maior que 1 e menor que 5</p><p>(C) um número racional, par, maior que 5 e menor que 10.</p><p>(D) um número natural, impar, maior que 1 e menor que 5.</p><p>Resposta: A.</p><p>a+2=9</p><p>a=7</p><p>42.</p><p>(SEFAZ/RS – Auditor Fiscal da Receita Estadual – FUN-</p><p>DATEC/2014) O determinante da matriz</p><p>é:</p><p>(A) -32.</p><p>(B) -26.</p><p>(C) 14.</p><p>(D) 16.</p><p>(E) 28.</p><p>Resposta: B.</p><p>Vamos fazer por cofator, pois já temos duas linhas com 0</p><p>A34= -[(3+2+4)-(6+4+1)]</p><p>A34=-(9-11)</p><p>A34=2</p><p>A44=4.[(6-6+4)-(6+8-3)]</p><p>A44=4.(4-11)</p><p>A44=-28</p><p>A34+ A44=2-28=-26</p><p>43. (PC/SP – Desenhista Técnico-Pericial – VUNESP/2014) Con-</p><p>sidere as matrizes e , Em relação a MN, que é o produto</p><p>da matriz M pela matriz N, é correto afirmar que</p><p>(A)</p><p>(B) MN = [0 #31;2 3]</p><p>(C)</p><p>(D)</p><p>(E)</p><p>Resposta: A.</p><p>Como a matriz Aé 3x3 e a matriz B é 3x1, o produto só pode</p><p>ser 3x1</p><p>MATEMÁTICA</p><p>40</p><p>44. (PREF. DE UBATUBA/SP – Procurador Municipal – EDE-</p><p>CAN/2014) Uma rádio apresenta dois programas com músicas anti-</p><p>gas das décadas de 60, 70 e 80, cujos números de músicas de cada</p><p>década são sempre iguais conforme indicado a seguir:</p><p>- Programa A: cinco canções da década de 60, três da década de</p><p>70 e quatro da década de 80; e,</p><p>-Programa B: oito canções da década de 60, duas da década de</p><p>70 e sete da década de 80.</p><p>Considere que nos dois primeiros meses a partir das estreias</p><p>desses programas os mesmos foram apresentados várias vezes:</p><p>-1º mês: 50 programas A e 20 programas B; e,</p><p>-2º mês: 30 programas A e 40 programas B.</p><p>A matriz que representa a quantidade de músicas exibidas nos</p><p>dois meses considerados é</p><p>(A)</p><p>(B)</p><p>(C)</p><p>(D)</p><p>Resposta: C.</p><p>1ºmês</p><p>Como são 50 programas A</p><p>5x50=250 canções da década de 60</p><p>3x50=150 da década de 70</p><p>4x50=200 da década de 80</p><p>20 programas B, para cada década temos:</p><p>8x20=160 da década de 60</p><p>2x20=40 da década de 70</p><p>7x20 =140 da década de 80</p><p>Década de 60:250+160=410</p><p>Década de 70: 150+40=190</p><p>Década de 80: 200+140=340</p><p>Com as respostas do 1º mês conseguimos obter a resposta C.</p><p>45. (BRDE – Analista de Sistemas – FUNDATE/2015) A solução</p><p>do seguinte sistemalinear é:</p><p>(A) S={(0,2,-5)}</p><p>(B) S={(1,4,1)}</p><p>(C) S={(4,0,6)}</p><p>(D) S={(3/2 ,6, -7/2)}</p><p>(E)Sistema sem solução.</p><p>Resposta: D.</p><p>Da II equação tiramos:</p><p>X=5+z</p><p>Da III equação:</p><p>Y=13+2z</p><p>Substituindo na I</p><p>5+z+2(13+2z)+z=10</p><p>5+z+26+4z+z=10</p><p>6z=10-31</p><p>6z=-21</p><p>Z=-21/6</p><p>Z=-7/2</p><p>X=5+z</p><p>46. (BRDE – Assistente Administrativo – FUNDATEC/2015) A</p><p>solução do sistema linear é:</p><p>(A) S={(4, ¼)}</p><p>(B) S={(3, 3/2 )}</p><p>(C) S={(3/2 ,3 )}</p><p>(D) S={(3,− 3/2 )}</p><p>(E) S={(1,3/2 )}</p><p>Resposta: A.</p><p>Somando as duas equações:</p><p>144y=36</p><p>-x+28y=3</p><p>-x+7=3</p><p>-x=3-7</p><p>X=4</p><p>47. (SEDUC/PI – Professor – Matemática – NUCEPE/2015) O</p><p>sistema linear é possível e indeterminado se:</p><p>(A) m ≠ 2 e n = 2 .</p><p>(B) m ≠1/2 e n = 2 .</p><p>(C) m= 2en = 2 .</p><p>(D) m=1/2en = 2 .</p><p>(E) m=1/2en ≠ 2 .</p><p>Resposta: D.</p><p>Para ser possível e indeterminado, D=Dx=Dy=Dz=0</p><p>D=(3m+4m+3)-(3m+6m+2)=0</p><p>MATEMÁTICA</p><p>41</p><p>7m+3-9m-2=0</p><p>-2m=-1</p><p>m=1/2</p><p>(n-4+9)-(-3+6+2n)=0</p><p>n+5-2n-3=0</p><p>-n=-2</p><p>n=2</p><p>48. (AGU – Administrador – IDECAN/2014) Um estudante,</p><p>ao resolver um problema, chegou ao seguinte sistema linear:</p><p>É correto afirmar que x + y + z é igual a</p><p>(A) 1</p><p>(B) 3</p><p>(C) 5</p><p>(D) 7</p><p>(E) 9</p><p>Resposta:C.</p><p>Vamos trocar a primeira e a terceira equação</p><p>Fazendo a equação I (x-1) e somando com a II e depois (x-2) e</p><p>somando com a III.</p><p>Substituindo II em III</p><p>-2-2z=-10</p><p>-2z=-10+2</p><p>-2z=-8</p><p>Z=4</p><p>Substituindo em I</p><p>X+2.2+2.4=11</p><p>X+4+8=11</p><p>X=-1</p><p>X+y+z=-1+2+4=5</p><p>49. CRM/MS – Assessor – Tecnologia da Informação – MS</p><p>CONCURSOS/2014) Observe o sistema linear a seguir:</p><p>Ao escalonarmos esse sistema, podemos concluir que:</p><p>(A) Trata-se de um sistema incompatível.</p><p>(B) Esse sistema é compatível e indeterminado.</p><p>(C) Este sistema é compatível e determinado e seu vetor</p><p>solução é (0,-2/3, 1/3)</p><p>(D) Este sistema é compatível e determinado e admite como</p><p>solução a tripla ordenada (1, 2, 3).</p><p>Resposta: C.</p><p>Multiplicando a primeira equação por -2 e somando na segun-</p><p>da:</p><p>Multiplicando a primeira equação por -3 e somando na tercei-</p><p>ra:</p><p>De II temos</p><p>Y=-2/3</p><p>Substituindo em III</p><p>-4-6z=-6</p><p>-6z=-6+4</p><p>-6z=-2</p><p>Z=2/6</p><p>Z=1/3</p><p>Substituindo em I</p><p>X=1-1=0</p><p>Vetor solução (0, -2/3, 1/3)</p><p>50. (CASAN – Técnico de Laboratório – INSTITUTO AOCP/2016)</p><p>Um empresário, para evitar ser roubado, escondia seu dinheiro no</p><p>interior de um dos 4 pneus de um carro velho fora de uso, que man-</p><p>tinha no fundo de sua casa. Certo dia, o empresário se gabava de</p><p>sua inteligência ao contar o fato para um de seus amigos, enquanto</p><p>um ladrão que passava pelo local ouvia tudo. O ladrão tinha tem-</p><p>po suficiente para escolher aleatoriamente apenas um dos pneus,</p><p>retirar do veículo e levar consigo. Qual é a probabilidade de ele ter</p><p>roubado o pneu certo?</p><p>(A) 0,20.</p><p>(B) 0,23.</p><p>(C) 0,25.</p><p>(D) 0,27.</p><p>(E) 0,30.</p><p>Resposta: C.</p><p>A probabilidade é de 1/4, pois o carro tem 4 pneus e o dinheiro</p><p>está em 1.</p><p>1/4=0,25</p><p>MATEMÁTICA</p><p>42</p><p>51. (PREF. DE PAULÍNIA/SP – Guarda Municipal – FGV/2015)</p><p>Um ciclo completo de um determinado semáforo é de um minuto</p><p>e meio. A cada ciclo o semáforo fica vermelho 30 segundos, em</p><p>seguida fica laranja 10 segundos e, por fim, fica verde 50 segundos.</p><p>Escolhido um instante de tempo ao acaso, a probabilidade de</p><p>que neste instante de tempo o semáforo NÃO esteja fechado, isto</p><p>é, NÃO esteja vermelho, é:</p><p>(A) 1/9;</p><p>(B) 2/9;</p><p>(C) 1/3;</p><p>(D) 4/9;</p><p>(E) 2/3.</p><p>Resposta: E.</p><p>São 60 segundos (10+50) de 90 segundos ( 1 minuto e meio)</p><p>que ele não fica vermelho.</p><p>52. (TCE/RN – Assessor de Informática – CESPE/2015) Para fis-</p><p>calizar determinada entidade, um órgão de controle escolherá 12</p><p>de seus servidores: 5 da secretaria de controle interno, 3 da secre-</p><p>taria de prevenção da corrupção, 3 da corregedoria e 1 da ouvido-</p><p>ria. Os 12 servidores serão distribuídos, por sorteio, nas equipes A,</p><p>B e C; e cada equipe será composta por 4 servidores. A equipe A</p><p>será a primeira a ser formada, depois a equipe B e, por último, a C.</p><p>A respeito dessa situação, julgue o item subsequente.</p><p>A probabilidade de um servidor que não for sorteado para inte-</p><p>grar a equipe A ser sorteado para integrar a equipe B é igual a 0,5.</p><p>( ) Certo</p><p>( ) Errado</p><p>Resposta: certo</p><p>Como já foram 4 servidores, sobraram 8</p><p>E são formados sempre por 4</p><p>53. (CIS-AMOSC/SC – Auxiliar Administrativo – CURSIVA/2015)</p><p>Numa caixa são colocadas 12 bolas pretas, 8 bolas verdes e 10 bolas</p><p>amarelas Retirando-se ,ao acaso uma bola dessa caixa, determine a</p><p>probabilidade de ela ser preta?</p><p>(A) 40%</p><p>(B) 45%</p><p>(C) 30%</p><p>(D) 35%</p><p>Resposta: A.</p><p>Total de bolas:30</p><p>Bolas pretas:12</p><p>54. (COLÉGIO PEDRO II – Técnico em Assuntos Educacionais –</p><p>ACESSO PUBLICO/2015) Carlos realizou duas reuniões pedagógicas</p><p>com os professores, uma para professores do ensino fundamental</p><p>(EF) e a outra para professores do ensino médio (EM). Apenas 20</p><p>dos 50 professores do EF previstos compareceram à reunião. Ap-</p><p>enas 10 dos 30 professores do EM previstos compareceram à re-</p><p>união. Alberto e Bruna são, respectivamente, professores de EF e</p><p>EM previstos para participarem da reunião. Qual a probabilidade de</p><p>os dois terem faltado a reunião?</p><p>(A) 0,4</p><p>(B) 0,2</p><p>(C) 0,3</p><p>(D) 0,5</p><p>(E) 0,6</p><p>Resposta: A.</p><p>Como compareceram 20 de 50 do EF, faltaram 30</p><p>E faltaram 20 do EM</p><p>55. (CIS-AMOSC/SC – Auxiliar Administrativo – CURSIVA/2015)</p><p>Lançando- se uma moeda três vezes, qual é a probabilidade de que</p><p>apareça cara nos três lançamentos ?</p><p>(A) 1/3</p><p>(B) 1/6</p><p>(C) 1/8</p><p>(D) 1/9</p><p>Resposta: C.</p><p>Pode ser cara ou coroa, portanto terá 1/2 possibilidade para</p><p>cada.</p><p>E como são 3 lançamentos tem que ser cara E cara E cara</p><p>56. (PREF. DE NITERÓI – Agente Fazendário – FGV/2015) Os 12</p><p>funcionários de uma repartição da prefeitura foram submetidos a</p><p>um teste de avaliação de conhecimentos de computação e a pontu-</p><p>ação deles, em uma escala de 0 a 100, está no quadro abaixo.</p><p>505555555560</p><p>6263659090100</p><p>O número de funcionários com pontuação acima da média é:</p><p>(A) 3;</p><p>(B) 4;</p><p>(C) 5;</p><p>(D) 6;</p><p>(E) 7.</p><p>Resposta: A.</p><p>M=66,67</p><p>Apenas 3 funcionários estão acima da média.</p><p>MATEMÁTICA</p><p>43</p><p>57. (PREF. DE NITERÓI – Fiscal de Posturas – FGV/2015) A</p><p>média das idades dos cinco jogadores mais velhos de um time de</p><p>futebol é 34 anos. A média das idades dos seis jogadores mais vel-</p><p>hos desse mesmo time é 33 anos.</p><p>A idade, em anos, do sexto jogador mais velho desse time é:</p><p>(A) 33;</p><p>(B) 32;</p><p>(C) 30;</p><p>(D) 28;</p><p>(E) 26.</p><p>Resposta: D.</p><p>S=soma das idades dos 5 jogadores</p><p>X=idade do 6º jogador</p><p>S=34x5=170</p><p>170+x=198</p><p>X=28</p><p>58. (TJ/RO – Técnico Judiciário – FGV/2015) A média do núme-</p><p>ro de páginas de cinco processos que estão sobre a mesa de Tânia é</p><p>90. Um desses processos, com 130 páginas, foi analisado e retirado</p><p>da mesa de Tânia.</p><p>A média do número de páginas dos quatro processos que re-</p><p>staram é:</p><p>(A) 70;</p><p>(B) 75;</p><p>(C) 80;</p><p>(D) 85;</p><p>(E) 90.</p><p>Resposta: C.</p><p>S=450 páginas</p><p>450-130=320</p><p>Média =320/4=80</p><p>59. (TCE/RO – Analista de Tecnologia da Informação –</p><p>FGV/2015) A média de cinco números de uma lista é 19. A média</p><p>dos dois primeiros números da lista é 16.</p><p>A média dos outros três números da lista é:</p><p>(A) 13;</p><p>(B) 15;</p><p>(C) 17;</p><p>(D) 19;</p><p>(E) 21.</p><p>Resposta: E.</p><p>Sendo os números: x1, x2, x3, x4, x5</p><p>Média dos dois primeiros</p><p>X1+x2=32</p><p>X3+x4+x5+32=95</p><p>X3+x4+x5=63</p><p>Média dos 3</p><p>60. (CNMP – Analista do CNMP – FCC/2015) Analisando a</p><p>quantidade diária de processos autuados em uma repartição públi-</p><p>ca, durante um período, obteve-se o seguinte gráfico em que as col-</p><p>unas representam o número de dias em que foram autuadas as re-</p><p>spectivas quantidades de processos constantes no eixo horizontal.</p><p>A soma dos valores respectivos da mediana e da moda supera</p><p>o valor da média aritmética (quantidade de processos autuados por</p><p>dia) em</p><p>(A) 1,85.</p><p>(B) 0,50.</p><p>(C) 1,00.</p><p>(D) 0,85.</p><p>(E) 1,35.</p><p>Resposta: E.</p><p>Sendo os números: x1, x2, x3, x4, x5</p><p>Média dos dois primeiros</p><p>X1+x2=32</p><p>X3+x4+x5+32=95</p><p>X3+x4+x5=63</p><p>MATEMÁTICA</p><p>44</p><p>Média dos 3</p><p>Moda é 2, pois é o que tem maior quantidade de processos</p><p>Mediana: (2+3)/2=2,5</p><p>Mediana+moda-média: 2+2,5-2,65=1,85</p><p>61. (BRDE – Assistente Administrativo – FUNDATEC/2015) As-</p><p>sinale a alternativa que representa a nomenclatura dos três gráficos</p><p>abaixo, respectivamente.</p><p>(A) Gráfico de Setores – Gráfico de Barras – Gráfico de Linha.</p><p>(B) Gráfico de Pareto – Gráfico de Pizza – Gráfico de Tendência.</p><p>(C) Gráfico de Barras – Gráfico de Setores – Gráfico de Linha.</p><p>(D) Gráfico de Linhas – Gráfico de Pizza – Gráfico de Barras.</p><p>(E) Gráfico de Tendência – Gráfico de Setores – Gráfico de Linha.</p><p>Resposta: C.</p><p>Como foi visto na teoria, gráfico de barras, de setores ou pizza</p><p>e de linha</p><p>62. (TJ/SP – Estatístico Judiciário – VUNESP/2015) A dis-</p><p>tribuição de salários de uma empresa com 30 funcionários é dada</p><p>na tabela seguinte.</p><p>Salário (em salários mínimos) Funcionários</p><p>1,8 10</p><p>2,5 8</p><p>3,0 5</p><p>5,0 4</p><p>8,0 2</p><p>15,0 1</p><p>Pode-se concluir que</p><p>(A) o total da folha de pagamentos é de 35,3 salários.</p><p>(B) 60% dos trabalhadores ganham mais ou igual a 3 salários.</p><p>(C) 10% dos trabalhadores ganham mais de 10 salários.</p><p>(D) 20% dos trabalhadores detêm mais de 40% da renda total.</p><p>(E) 60% dos trabalhadores detêm menos de 30% da renda total.</p><p>Resposta: D.</p><p>(A) 1,8x10+2,5x8+3,0x5+5,0x4+8,0x2+15,0x1=104 salários</p><p>(B) 60% de 30=18 funcionários e se juntarmos quem ganha</p><p>mais de 3 salários (5+4+2+1=12)</p><p>(C)10% de 30=0,1x30=3 funcionários</p><p>E apenas 1 pessoa ganha</p><p>(D) 40% de 104=0,4x104= 41,6</p><p>20% de 30=0,2x30=6</p><p>5x3+8x2+15x1=46, que já é maior.</p><p>(E) 60% de 30=0,6x30=18</p><p>30% de 104=0,3x104=31,20da renda: 31,20</p><p>63.(TJ/SP – Estatístico Judiciário – VUNESP/2015) Considere a</p><p>tabela de distribuição de frequência seguinte, em quexié a variável</p><p>estudada efié a frequência absoluta dos dados.</p><p>xi fi</p><p>30-35 4</p><p>35-40 12</p><p>40-45 10</p><p>45-50 8</p><p>50-55 6</p><p>TOTAL 40</p><p>Assinale a alternativa em que o histograma é o que melhor rep-</p><p>resenta a distribuição de frequência da tabela.</p><p>(A)</p><p>(B)</p><p>MATEMÁTICA</p><p>45</p><p>(C)</p><p>(D)</p><p>(E)</p><p>Resposta: A.</p><p>Colocando em ordem crescente: 30-35, 50-55, 45-50, 40-45,</p><p>35-40,</p><p>64. (DEPEN – Agente Penitenciário Federal – CESPE/2015)</p><p>Ministério da Justiça — Departamento Penitenciário Nacional</p><p>— Sistema Integrado de Informações Penitenciárias – InfoPen,</p><p>Relatório Estatístico Sintético do Sistema Prisional Brasileiro, dez./2013</p><p>Internet:<www.justica.gov.br>(com adaptações)</p><p>A tabela mostrada apresenta a quantidade de detentos no</p><p>sistema penitenciário brasileiro por região em 2013. Nesse ano, o</p><p>déficit relativo de vagas — que se define pela razão entre o déficit</p><p>de vagas no sistema penitenciário e a quantidade de detentos no</p><p>sistema penitenciário — registrado em todo o Brasil foi superior a</p><p>38,7%, e, na média nacional, havia 277,5 detentos por 100 mil hab-</p><p>itantes.</p><p>Com base nessas informações e na tabela apresentada, julgue</p><p>o item a seguir.</p><p>Em 2013, mais de 55% da população carcerária no Brasil se en-</p><p>contrava na região Sudeste.</p><p>( ) Certo</p><p>( ) Errado</p><p>Resposta: CERTA.</p><p>555----100%</p><p>x----55%</p><p>x=305,25</p><p>Está correta, pois a região sudeste tem 306 pessoas.</p><p>65. (DEPEN – Agente Penitenciário Federal – CESPE/2015)</p><p>A partir das informações e do gráfico apresentados, julgue o</p><p>item que se segue.</p><p>Se os percentuais forem representados por barras verticais,</p><p>conforme o gráfico a seguir, então o resultado será denominado</p><p>histograma.</p><p>( ) Certo</p><p>( ) Errado</p><p>Resposta: ERRADO.</p><p>Como foi visto na teoria, há uma faixa de valores no eixo x e não</p><p>simplesmente um dado.</p><p>MATEMÁTICA</p><p>46</p><p>ANOTAÇÕES</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>_____________________________________________________</p><p>_____________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>ANOTAÇÕES</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>_____________________________________________________</p><p>_____________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>1. Gêneros textuais e conceitos: localizar informações explícitas em um texto. Inferir o sentido de uma palavra a partir do contexto em</p><p>que foi empregada. Inferir o sentido de uma expressão a partir do contexto em que foi empregada. Inferir uma informação implícita</p><p>em um texto. Identificar os elementos de um texto (narrador /foco narrativo). Implicações do Suporte, do Gênero e/ou do Enunciador</p><p>na Compreensão do Texto. Interpretar texto com auxílio de material gráfico diverso (propagandas, quadrinho, foto, etc.). Identificar a</p><p>finalidade de textos de diferentes gêneros. Coerência e Coesão no Processamento do Texto. Estabelecer relações entre partes de um</p><p>texto, identificando repetições ou substituições que contribuem para a continuidade de um texto. Estabelecer relação causa/consequ-</p><p>ência entre partes e elementos do texto. Estabelecer relações lógico discursivas presentes no texto, marcadas por elementos coesivos.</p><p>Relação entre Textos Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que tratam do mesmo tema,</p><p>em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 01</p><p>2. Relação entre Recursos Expressivos e Efeitos de Sentido. Identificar efeitos de ironia ou humor em textos variados . . . . . . . . . . . . 10</p><p>3. Identificar o efeito de sentido decorrente do uso da vírgula . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 01</p><p>4. Identificar o efeito de sentido do uso da sinonímia/antonímia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12</p><p>5. Identificar o efeito de sentido decorrente do uso de outros sinais de pontuação ou outras notações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11</p><p>6. Produção Textual (Redação). Compreender e atender à proposta dada. Organizar o texto em parágrafos. Redigir períodos comple-</p><p>tos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 01</p><p>7. Ter noções de pontuação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11</p><p>8. Empregar o vocabulário adequado ao gênero textual solicitado. Empregar adequadamente os principais elementos coesivos. Empre-</p><p>gar adequadamente os sinais de acentuação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13</p><p>9. Empregar adequadamente as letras maiúsculas e minúsculas. Dominar a ortografia da língua . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14</p><p>10. Produzir texto coerente, sem ambiguidades e trechos desconexos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 01</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>1</p><p>GÊNEROS TEXTUAIS E CONCEITOS. LOCALIZAR INFOR-</p><p>MAÇÕES EXPLÍCITAS EM UM TEXTO. INFERIR O SEN-</p><p>TIDO DE UMA PALAVRA A PARTIR DO CONTEXTO EM</p><p>QUE FOI EMPREGADA. INFERIR O SENTIDO DE UMA</p><p>EXPRESSÃO A PARTIR DO CONTEXTO EM QUE FOI EM-</p><p>PREGADA. INFERIR UMA INFORMAÇÃO IMPLÍCITA EM</p><p>UM TEXTO. IDENTIFICAR OS ELEMENTOS DE UM TEX-</p><p>TO (NARRADOR /FOCO NARRATIVO). IMPLICAÇÕES</p><p>DO SUPORTE, DO GÊNERO E/OU DO ENUNCIADOR NA</p><p>COMPREENSÃO DO TEXTO. INTERPRETAR TEXTO COM</p><p>AUXÍLIO DE MATERIAL GRÁFICO DIVERSO (PROPA-</p><p>GANDAS, QUADRINHO, FOTO, ETC.). IDENTIFICAR A FI-</p><p>NALIDADE DE TEXTOS DE DIFERENTES GÊNEROS. CO-</p><p>ERÊNCIA E COESÃO NO PROCESSAMENTO DO TEXTO.</p><p>ESTABELECER RELAÇÕES ENTRE PARTES DE UM TEXTO,</p><p>IDENTIFICANDO REPETIÇÕES OU SUBSTITUIÇÕES QUE</p><p>CONTRIBUEM PARA A CONTINUIDADE DE UM TEXTO.</p><p>ESTABELECER RELAÇÃO CAUSA/CONSEQUÊNCIA EN-</p><p>TRE PARTES E ELEMENTOS DO TEXTO. ESTABELECER</p><p>RELAÇÕES LÓGICO DISCURSIVAS PRESENTES NO TEX-</p><p>TO, MARCADAS POR ELEMENTOS COESIVOS. RELAÇÃO</p><p>ENTRE TEXTOS RECONHECER DIFERENTES FORMAS</p><p>DE TRATAR UMA INFORMAÇÃO NA COMPARAÇÃO DE</p><p>TEXTOS QUE TRATAM DO MESMO TEMA, EM FUNÇÃO</p><p>DAS CONDIÇÕES EM QUE ELE FOI PRODUZIDO E DA-</p><p>QUELAS EM QUE SERÁ RECEBIDO. EMPREGAR ADE-</p><p>QUADAMENTE OS PRINCIPAIS ELEMENTOS COESIVOS.</p><p>PRODUÇÃO TEXTUAL (REDAÇÃO). COMPREENDER E</p><p>ATENDER À PROPOSTA DADA. ORGANIZAR O TEXTO</p><p>EM PARÁGRAFOS. REDIGIR PERÍODOS COMPLETOS.</p><p>EMPREGAR O VOCABULÁRIO ADEQUADO AO GÊNERO</p><p>TEXTUAL SOLICITADO. PRODUZIR TEXTO COERENTE,</p><p>SEM AMBIGUIDADES E TRECHOS DESCONEXOS</p><p>Compreender e interpretar textos é essencial para que o obje-</p><p>tivo de comunicação seja alcançado satisfatoriamente. Com isso, é</p><p>importante saber diferenciar os dois conceitos. Vale lembrar que o</p><p>texto pode ser verbal ou não-verbal, desde que tenha um sentido</p><p>completo.</p><p>A compreensão se relaciona ao entendimento de um texto e</p><p>de sua proposta comunicativa, decodificando a mensagem explíci-</p><p>ta. Só depois de compreender o texto que é possível fazer a sua</p><p>interpretação.</p><p>A interpretação são as conclusões que chegamos a partir do</p><p>conteúdo do texto, isto é, ela se encontra para além daquilo que</p><p>está escrito ou mostrado. Assim, podemos dizer que a interpreta-</p><p>ção é subjetiva, contando com o conhecimento prévio e do reper-</p><p>tório do leitor.</p><p>Dessa maneira, para compreender e interpretar bem um texto,</p><p>é necessário fazer a decodificação de códigos linguísticos e/ou vi-</p><p>suais, isto é, identificar figuras de linguagem, reconhecer o sentido</p><p>de conjunções e preposições, por exemplo, bem como identificar</p><p>expressões, gestos e cores quando se trata de imagens.</p><p>Dicas práticas</p><p>1. Faça um resumo (pode ser uma palavra, uma frase, um con-</p><p>ceito) sobre o assunto e os argumentos apresentados em cada pa-</p><p>rágrafo, tentando traçar a linha de raciocínio do texto. Se possível,</p><p>adicione também pensamentos e inferências próprias às anotações.</p><p>2. Tenha sempre um dicionário ou uma ferramenta de busca</p><p>por perto, para poder procurar o significado de palavras desconhe-</p><p>cidas.</p><p>3. Fique atento aos detalhes oferecidos pelo texto: dados, fon-</p><p>te de referências e datas.</p><p>4. Sublinhe as informações importantes, separando fatos de</p><p>opiniões.</p><p>5. Perceba o enunciado das questões. De um modo geral, ques-</p><p>tões que esperam compreensão do texto aparecem com as seguin-</p><p>tes expressões: o autor afirma/sugere que...; segundo o texto...; de</p><p>acordo com o autor... Já as questões que esperam interpretação do</p><p>texto aparecem com as seguintes expressões: conclui-se do texto</p><p>que...; o texto permite deduzir que...; qual é a intenção do autor</p><p>quando afirma que...</p><p>Tipologia Textual</p><p>A partir da estrutura linguística, da função social e da finali-</p><p>dade de um texto, é possível identificar a qual tipo e gênero ele</p><p>pertence. Antes, é preciso entender a diferença entre essas duas</p><p>classificações.</p><p>Tipos textuais</p><p>A tipologia textual se classifica a partir da estrutura e da finali-</p><p>dade do texto, ou seja, está relacionada ao modo como o texto se</p><p>apresenta. A partir de sua função, é possível estabelecer um padrão</p><p>específico para se fazer a enunciação.</p><p>Veja, no quadro abaixo, os principais tipos e suas característi-</p><p>cas:</p><p>TEXTO NARRATIVO</p><p>Apresenta um enredo,</p><p>com ações e</p><p>relações entre personagens, que ocorre</p><p>em determinados espaço e tempo. É</p><p>contado por um narrador, e se estrutura</p><p>da seguinte maneira: apresentação ></p><p>desenvolvimento > clímax > desfecho</p><p>TEXTO</p><p>DISSERTATIVO</p><p>ARGUMENTATIVO</p><p>Tem o objetivo de defender determinado</p><p>ponto de vista, persuadindo o leitor a</p><p>partir do uso de argumentos sólidos.</p><p>Sua estrutura comum é: introdução ></p><p>desenvolvimento > conclusão.</p><p>TEXTO EXPOSITIVO</p><p>Procura expor ideias, sem a necessidade</p><p>de defender algum ponto de vista. Para</p><p>isso, usa-se comparações, informações,</p><p>definições, conceitualizações etc. A</p><p>estrutura segue a do texto dissertativo-</p><p>argumentativo.</p><p>TEXTO DESCRITIVO</p><p>Expõe acontecimentos, lugares, pessoas,</p><p>de modo que sua finalidade é descrever,</p><p>ou seja, caracterizar algo ou alguém. Com</p><p>isso, é um texto rico em adjetivos e em</p><p>verbos de ligação.</p><p>TEXTO INJUNTIVO</p><p>Oferece instruções, com o objetivo de</p><p>orientar o leitor. Sua maior característica</p><p>são os verbos no modo imperativo.</p><p>Gêneros textuais</p><p>A classificação dos gêneros textuais se dá a partir do reconhe-</p><p>cimento de certos padrões estruturais que se constituem a partir</p><p>da função social do texto. No entanto, sua estrutura e seu estilo</p><p>não são tão limitados e definidos como ocorre na tipologia textual,</p><p>podendo se apresentar com uma grande diversidade. Além disso, o</p><p>padrão também pode sofrer modificações ao longo do tempo, as-</p><p>sim como a própria língua e a comunicação, no geral.</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>2</p><p>Alguns exemplos de gêneros textuais:</p><p>• Artigo</p><p>• Bilhete</p><p>• Bula</p><p>• Carta</p><p>• Conto</p><p>• Crônica</p><p>• E-mail</p><p>• Lista</p><p>• Manual</p><p>• Notícia</p><p>• Poema</p><p>• Propaganda</p><p>• Receita culinária</p><p>• Resenha</p><p>• Seminário</p><p>Vale lembrar que é comum enquadrar os gêneros textuais em</p><p>determinados tipos textuais. No entanto, nada impede que um tex-</p><p>to literário seja feito com a estruturação de uma receita culinária,</p><p>por exemplo. Então, fique atento quanto às características, à finali-</p><p>dade e à função social de cada texto analisado.</p><p>ARGUMENTAÇÃO</p><p>O ato de comunicação não visa apenas transmitir uma informa-</p><p>ção a alguém. Quem comunica pretende criar uma imagem positiva</p><p>de si mesmo (por exemplo, a de um sujeito educado, ou inteligente,</p><p>ou culto), quer ser aceito, deseja que o que diz seja admitido como</p><p>verdadeiro. Em síntese, tem a intenção de convencer, ou seja, tem</p><p>o desejo de que o ouvinte creia no que o texto diz e faça o que ele</p><p>propõe.</p><p>Se essa é a finalidade última de todo ato de comunicação, todo</p><p>texto contém um componente argumentativo. A argumentação é o</p><p>conjunto de recursos de natureza linguística destinados a persuadir</p><p>a pessoa a quem a comunicação se destina. Está presente em todo</p><p>tipo de texto e visa a promover adesão às teses e aos pontos de</p><p>vista defendidos.</p><p>As pessoas costumam pensar que o argumento seja apenas</p><p>uma prova de verdade ou uma razão indiscutível para comprovar a</p><p>veracidade de um fato. O argumento é mais que isso: como se disse</p><p>acima, é um recurso de linguagem utilizado para levar o interlocu-</p><p>tor a crer naquilo que está sendo dito, a aceitar como verdadeiro o</p><p>que está sendo transmitido. A argumentação pertence ao domínio</p><p>da retórica, arte de persuadir as pessoas mediante o uso de recur-</p><p>sos de linguagem.</p><p>Para compreender claramente o que é um argumento, é bom</p><p>voltar ao que diz Aristóteles, filósofo grego do século IV a.C., numa</p><p>obra intitulada “Tópicos: os argumentos são úteis quando se tem de</p><p>escolher entre duas ou mais coisas”.</p><p>Se tivermos de escolher entre uma coisa vantajosa e uma des-</p><p>vantajosa, como a saúde e a doença, não precisamos argumentar.</p><p>Suponhamos, no entanto, que tenhamos de escolher entre duas</p><p>coisas igualmente vantajosas, a riqueza e a saúde. Nesse caso, pre-</p><p>cisamos argumentar sobre qual das duas é mais desejável. O argu-</p><p>mento pode então ser definido como qualquer recurso que torna</p><p>uma coisa mais desejável que outra. Isso significa que ele atua no</p><p>domínio do preferível. Ele é utilizado para fazer o interlocutor crer</p><p>que, entre duas teses, uma é mais provável que a outra, mais pos-</p><p>sível que a outra, mais desejável que a outra, é preferível à outra.</p><p>O objetivo da argumentação não é demonstrar a verdade de</p><p>um fato, mas levar o ouvinte a admitir como verdadeiro o que o</p><p>enunciador está propondo.</p><p>Há uma diferença entre o raciocínio lógico e a argumentação.</p><p>O primeiro opera no domínio do necessário, ou seja, pretende</p><p>demonstrar que uma conclusão deriva necessariamente das pre-</p><p>missas propostas, que se deduz obrigatoriamente dos postulados</p><p>admitidos. No raciocínio lógico, as conclusões não dependem de</p><p>crenças, de uma maneira de ver o mundo, mas apenas do encadea-</p><p>mento de premissas e conclusões.</p><p>Por exemplo, um raciocínio lógico é o seguinte encadeamento:</p><p>A é igual a B.</p><p>A é igual a C.</p><p>Então: C é igual a A.</p><p>Admitidos os dois postulados, a conclusão é, obrigatoriamente,</p><p>que C é igual a A.</p><p>Outro exemplo:</p><p>Todo ruminante é um mamífero.</p><p>A vaca é um ruminante.</p><p>Logo, a vaca é um mamífero.</p><p>Admitidas como verdadeiras as duas premissas, a conclusão</p><p>também será verdadeira.</p><p>No domínio da argumentação, as coisas são diferentes. Nele,</p><p>a conclusão não é necessária, não é obrigatória. Por isso, deve-se</p><p>mostrar que ela é a mais desejável, a mais provável, a mais plau-</p><p>sível. Se o Banco do Brasil fizer uma propaganda dizendo-se mais</p><p>confiável do que os concorrentes porque existe desde a chegada</p><p>da família real portuguesa ao Brasil, ele estará dizendo-nos que um</p><p>banco com quase dois séculos de existência é sólido e, por isso, con-</p><p>fiável. Embora não haja relação necessária entre a solidez de uma</p><p>instituição bancária e sua antiguidade, esta tem peso argumentati-</p><p>vo na afirmação da confiabilidade de um banco. Portanto é provável</p><p>que se creia que um banco mais antigo seja mais confiável do que</p><p>outro fundado há dois ou três anos.</p><p>Enumerar todos os tipos de argumentos é uma tarefa quase</p><p>impossível, tantas são as formas de que nos valemos para fazer as</p><p>pessoas preferirem uma coisa a outra. Por isso, é importante enten-</p><p>der bem como eles funcionam.</p><p>Já vimos diversas características dos argumentos. É preciso</p><p>acrescentar mais uma: o convencimento do interlocutor, o auditó-</p><p>rio, que pode ser individual ou coletivo, será tanto mais fácil quanto</p><p>mais os argumentos estiverem de acordo com suas crenças, suas</p><p>expectativas, seus valores. Não se pode convencer um auditório</p><p>pertencente a uma dada cultura enfatizando coisas que ele abomi-</p><p>na. Será mais fácil convencê-lo valorizando coisas que ele considera</p><p>positivas. No Brasil, a publicidade da cerveja vem com frequência</p><p>associada ao futebol, ao gol, à paixão nacional. Nos Estados Unidos,</p><p>essa associação certamente não surtiria efeito, porque lá o futebol</p><p>não é valorizado da mesma forma que no Brasil. O poder persuasivo</p><p>de um argumento está vinculado ao que é valorizado ou desvalori-</p><p>zado numa dada cultura.</p><p>Tipos de Argumento</p><p>Já verificamos que qualquer recurso linguístico destinado a fa-</p><p>zer o interlocutor dar preferência à tese do enunciador é um argu-</p><p>mento. Exemplo:</p><p>Argumento de Autoridade</p><p>É a citação, no texto, de afirmações de pessoas reconhecidas</p><p>pelo auditório como autoridades em certo domínio do saber, para</p><p>servir de apoio àquilo que o enunciador está propondo. Esse recur-</p><p>so produz dois efeitos distintos: revela o conhecimento do produtor</p><p>do texto a respeito do assunto de que está tratando; dá ao texto a</p><p>garantia do autor citado. É preciso, no entanto, não fazer do texto</p><p>um amontoado de citações. A citação precisa ser pertinente e ver-</p><p>dadeira.</p><p>Exemplo:</p><p>“A imaginação é mais importante do que o conhecimento.”</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>3</p><p>Quem disse a frase aí de cima não fui eu... Foi Einstein. Para</p><p>ele, uma coisa vem antes da outra: sem imaginação, não há conhe-</p><p>cimento. Nunca o inverso.</p><p>Alex José Periscinoto.</p><p>In: Folha de S. Paulo, 30/8/1993, p. 5-2</p><p>A tese defendida nesse texto é que a imaginação é mais impor-</p><p>tante do que o conhecimento. Para levar o auditório a aderir a ela,</p><p>o enunciador cita um dos mais célebres cientistas do mundo. Se</p><p>um físico de renome mundial disse isso, então as pessoas devem</p><p>acreditar que é verdade.</p><p>Argumento de Quantidade</p><p>É aquele que valoriza mais o que é apreciado pelo maior nú-</p><p>mero de pessoas, o que existe em maior número, o que tem maior</p><p>duração, o que tem maior número de adeptos, etc. O fundamento</p><p>desse tipo de argumento é que mais = melhor. A publicidade faz</p><p>largo uso do argumento de quantidade.</p><p>Argumento do Consenso</p><p>É uma variante do argumento de quantidade. Fundamenta-se</p><p>em afirmações que, numa determinada época, são aceitas como</p><p>verdadeiras e, portanto, dispensam comprovações, a menos que o</p><p>objetivo do texto seja comprovar alguma delas. Parte da ideia de</p><p>que o consenso, mesmo que equivocado, corresponde ao indiscu-</p><p>tível, ao verdadeiro e, portanto, é melhor do que aquilo que não</p><p>desfruta dele. Em nossa época, são consensuais, por exemplo, as</p><p>afirmações de que o meio ambiente precisa ser protegido e de que</p><p>as condições de vida são piores nos países subdesenvolvidos. Ao</p><p>confiar no consenso, porém, corre-se o risco de passar dos argu-</p><p>mentos válidos para os lugares comuns, os preconceitos e as frases</p><p>carentes de qualquer base científica.</p><p>Argumento de Existência</p><p>É aquele que se fundamenta no fato de que é mais fácil aceitar</p><p>aquilo que comprovadamente existe do que aquilo que é apenas</p><p>provável, que é apenas possível. A sabedoria popular enuncia o ar-</p><p>gumento de existência no provérbio “Mais vale um pássaro na mão</p><p>do que dois voando”.</p><p>Nesse tipo de argumento, incluem-se as provas documentais</p><p>(fotos, estatísticas, depoimentos, gravações, etc.) ou provas concre-</p><p>tas, que tornam mais aceitável uma afirmação genérica. Durante</p><p>a invasão do Iraque, por exemplo, os jornais diziam que o exérci-</p><p>to americano era muito mais poderoso do que o iraquiano. Essa</p><p>afirmação, sem ser acompanhada de provas concretas, poderia ser</p><p>vista como propagandística. No entanto, quando documentada pela</p><p>comparação do número de canhões, de carros de combate, de na-</p><p>vios, etc., ganhava credibilidade.</p><p>Argumento quase lógico</p><p>É aquele que opera com base nas relações lógicas, como causa</p><p>e efeito, analogia, implicação, identidade, etc. Esses raciocínios são</p><p>chamados quase lógicos porque, diversamente dos raciocínios lógi-</p><p>cos, eles não pretendem estabelecer relações necessárias entre os</p><p>elementos, mas sim instituir relações prováveis, possíveis, plausí-</p><p>veis. Por exemplo, quando se diz “A é igual a B”, “B é igual a C”, “en-</p><p>tão A é igual a C”, estabelece-se uma relação de identidade lógica.</p><p>Entretanto, quando se afirma “Amigo de amigo meu é meu amigo”</p><p>não se institui uma identidade lógica, mas uma identidade provável.</p><p>Um texto coerente do ponto de vista lógico é mais facilmente</p><p>aceito do que um texto incoerente. Vários são os defeitos que con-</p><p>correm para desqualificar o texto do ponto de vista lógico: fugir do</p><p>tema proposto, cair em contradição, tirar conclusões que não se</p><p>fundamentam nos dados apresentados, ilustrar afirmações gerais</p><p>com fatos inadequados, narrar um fato e dele extrair generalizações</p><p>indevidas.</p><p>Argumento do Atributo</p><p>É aquele que considera melhor o que tem propriedades típi-</p><p>cas daquilo que é mais valorizado socialmente, por exemplo, o mais</p><p>raro é melhor que o comum, o que é mais refinado é melhor que o</p><p>que é mais grosseiro, etc.</p><p>Por esse motivo, a publicidade usa, com muita frequência, ce-</p><p>lebridades recomendando prédios residenciais, produtos de beleza,</p><p>alimentos estéticos, etc., com base no fato de que o consumidor tende</p><p>a associar o produto anunciado com atributos da celebridade.</p><p>Uma variante do argumento de atributo é o argumento da</p><p>competência linguística. A utilização da variante culta e formal da</p><p>língua que o produtor do texto conhece a norma linguística social-</p><p>mente mais valorizada e, por conseguinte, deve produzir um texto</p><p>em que se pode confiar. Nesse sentido é que se diz que o modo de</p><p>dizer dá confiabilidade ao que se diz.</p><p>Imagine-se que um médico deva falar sobre o estado de saúde</p><p>de uma personalidade pública. Ele poderia fazê-lo das duas manei-</p><p>ras indicadas abaixo, mas a primeira seria infinitamente mais ade-</p><p>quada para a persuasão do que a segunda, pois esta produziria certa</p><p>estranheza e não criaria uma imagem de competência do médico:</p><p>- Para aumentar a confiabilidade do diagnóstico e levando em</p><p>conta o caráter invasivo de alguns exames, a equipe médica houve</p><p>por bem determinar o internamento do governador pelo período de</p><p>três dias, a partir de hoje, 4 de fevereiro de 2001.</p><p>- Para conseguir fazer exames com mais cuidado e porque al-</p><p>guns deles são barrapesada, a gente botou o governador no hospi-</p><p>tal por três dias.</p><p>Como dissemos antes, todo texto tem uma função argumen-</p><p>tativa, porque ninguém fala para não ser levado a sério, para ser</p><p>ridicularizado, para ser desmentido: em todo ato de comunicação</p><p>deseja-se influenciar alguém. Por mais neutro que pretenda ser, um</p><p>texto tem sempre uma orientação argumentativa.</p><p>A orientação argumentativa é uma certa direção que o falante</p><p>traça para seu texto. Por exemplo, um jornalista, ao falar de um</p><p>homem público, pode ter a intenção de criticá-lo, de ridicularizá-lo</p><p>ou, ao contrário, de mostrar sua grandeza.</p><p>O enunciador cria a orientação argumentativa de seu texto</p><p>dando destaque a uns fatos e não a outros, omitindo certos episó-</p><p>dios e revelando outros, escolhendo determinadas palavras e não</p><p>outras, etc. Veja:</p><p>“O clima da festa era tão pacífico que até sogras e noras troca-</p><p>vam abraços afetuosos.”</p><p>O enunciador aí pretende ressaltar a ideia geral de que noras</p><p>e sogras não se toleram. Não fosse assim, não teria escolhido esse</p><p>fato para ilustrar o clima da festa nem teria utilizado o termo até,</p><p>que serve para incluir no argumento alguma coisa inesperada.</p><p>Além dos defeitos de argumentação mencionados quando tra-</p><p>tamos de alguns tipos de argumentação, vamos citar outros:</p><p>- Uso sem delimitação adequada de palavra de sentido tão am-</p><p>plo, que serve de argumento para um ponto de vista e seu contrá-</p><p>rio. São noções confusas, como paz, que, paradoxalmente, pode ser</p><p>usada pelo agressor e pelo agredido. Essas palavras podem ter valor</p><p>positivo (paz, justiça, honestidade, democracia) ou vir carregadas</p><p>de valor negativo (autoritarismo, degradação do meio ambiente,</p><p>injustiça, corrupção).</p><p>- Uso de afirmações tão amplas, que podem ser derrubadas</p><p>por um único contra exemplo. Quando se diz “Todos os políticos são</p><p>ladrões”, basta um único exemplo de político honesto para destruir</p><p>o argumento.</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>4</p><p>- Emprego de noções científicas sem nenhum rigor, fora do con-</p><p>texto adequado, sem o significado apropriado, vulgarizando-as e</p><p>atribuindo-lhes uma significação subjetiva e grosseira. É o caso, por</p><p>exemplo, da frase “O imperialismo de certas indústrias não permite</p><p>que outras crescam”, em que o termo imperialismo é descabido,</p><p>uma vez que, a rigor, significa “ação de um Estado visando a reduzir</p><p>outros à sua dependência política e econômica”.</p><p>A boa argumentação é aquela que está de acordo com a situa-</p><p>ção concreta do texto, que leva em conta os componentes envolvi-</p><p>dos na discussão (o tipo de pessoa a quem se dirige a comunicação,</p><p>o assunto, etc).</p><p>Convém ainda alertar que não se convence ninguém com mani-</p><p>festações de sinceridade do autor (como eu, que não costumo men-</p><p>tir...) ou com declarações de certeza expressas em fórmulas feitas</p><p>(como estou certo, creio firmemente, é claro, é óbvio, é evidente,</p><p>afirmo com toda a certeza, etc). Em vez de prometer, em seu texto,</p><p>sinceridade e certeza, autenticidade e verdade, o enunciador deve</p><p>construir um texto que revele isso. Em outros termos, essas quali-</p><p>dades não se prometem, manifestam-se na ação.</p><p>A argumentação é a exploração de recursos para fazer parecer</p><p>verdadeiro aquilo que se diz num texto e, com isso, levar a pessoa a</p><p>que texto é endereçado a crer naquilo que ele diz.</p><p>Um texto dissertativo tem um assunto ou tema e expressa um</p><p>ponto de vista, acompanhado de certa fundamentação, que inclui</p><p>a argumentação, questionamento, com</p><p>o objetivo de persuadir. Ar-</p><p>gumentar é o processo pelo qual se estabelecem relações para che-</p><p>gar à conclusão, com base em premissas. Persuadir é um processo</p><p>de convencimento, por meio da argumentação, no qual procura-se</p><p>convencer os outros, de modo a influenciar seu pensamento e seu</p><p>comportamento.</p><p>A persuasão pode ser válida e não válida. Na persuasão váli-</p><p>da, expõem-se com clareza os fundamentos de uma ideia ou pro-</p><p>posição, e o interlocutor pode questionar cada passo do raciocínio</p><p>empregado na argumentação. A persuasão não válida apoia-se em</p><p>argumentos subjetivos, apelos subliminares, chantagens sentimen-</p><p>tais, com o emprego de “apelações”, como a inflexão de voz, a mí-</p><p>mica e até o choro.</p><p>Alguns autores classificam a dissertação em duas modalidades,</p><p>expositiva e argumentativa. Esta, exige argumentação, razões a fa-</p><p>vor e contra uma ideia, ao passo que a outra é informativa, apresen-</p><p>ta dados sem a intenção de convencer. Na verdade, a escolha dos</p><p>dados levantados, a maneira de expô-los no texto já revelam uma</p><p>“tomada de posição”, a adoção de um ponto de vista na disserta-</p><p>ção, ainda que sem a apresentação explícita de argumentos. Desse</p><p>ponto de vista, a dissertação pode ser definida como discussão, de-</p><p>bate, questionamento, o que implica a liberdade de pensamento, a</p><p>possibilidade de discordar ou concordar parcialmente. A liberdade</p><p>de questionar é fundamental, mas não é suficiente para organizar</p><p>um texto dissertativo. É necessária também a exposição dos fun-</p><p>damentos, os motivos, os porquês da defesa de um ponto de vista.</p><p>Pode-se dizer que o homem vive em permanente atitude argu-</p><p>mentativa. A argumentação está presente em qualquer tipo de dis-</p><p>curso, porém, é no texto dissertativo que ela melhor se evidencia.</p><p>Para discutir um tema, para confrontar argumentos e posições,</p><p>é necessária a capacidade de conhecer outros pontos de vista e</p><p>seus respectivos argumentos. Uma discussão impõe, muitas ve-</p><p>zes, a análise de argumentos opostos, antagônicos. Como sempre,</p><p>essa capacidade aprende-se com a prática. Um bom exercício para</p><p>aprender a argumentar e contra-argumentar consiste em desenvol-</p><p>ver as seguintes habilidades:</p><p>- argumentação: anotar todos os argumentos a favor de uma</p><p>ideia ou fato; imaginar um interlocutor que adote a posição total-</p><p>mente contrária;</p><p>- contra-argumentação: imaginar um diálogo-debate e quais os</p><p>argumentos que essa pessoa imaginária possivelmente apresenta-</p><p>ria contra a argumentação proposta;</p><p>- refutação: argumentos e razões contra a argumentação opos-</p><p>ta.</p><p>A argumentação tem a finalidade de persuadir, portanto, ar-</p><p>gumentar consiste em estabelecer relações para tirar conclusões</p><p>válidas, como se procede no método dialético. O método dialético</p><p>não envolve apenas questões ideológicas, geradoras de polêmicas.</p><p>Trata-se de um método de investigação da realidade pelo estudo de</p><p>sua ação recíproca, da contradição inerente ao fenômeno em ques-</p><p>tão e da mudança dialética que ocorre na natureza e na sociedade.</p><p>Descartes (1596-1650), filósofo e pensador francês, criou o mé-</p><p>todo de raciocínio silogístico, baseado na dedução, que parte do</p><p>simples para o complexo. Para ele, verdade e evidência são a mes-</p><p>ma coisa, e pelo raciocínio torna-se possível chegar a conclusões</p><p>verdadeiras, desde que o assunto seja pesquisado em partes, co-</p><p>meçando-se pelas proposições mais simples até alcançar, por meio</p><p>de deduções, a conclusão final. Para a linha de raciocínio cartesiana,</p><p>é fundamental determinar o problema, dividi-lo em partes, ordenar</p><p>os conceitos, simplificando-os, enumerar todos os seus elementos</p><p>e determinar o lugar de cada um no conjunto da dedução.</p><p>A lógica cartesiana, até os nossos dias, é fundamental para a</p><p>argumentação dos trabalhos acadêmicos. Descartes propôs quatro</p><p>regras básicas que constituem um conjunto de reflexos vitais, uma</p><p>série de movimentos sucessivos e contínuos do espírito em busca</p><p>da verdade:</p><p>- evidência;</p><p>- divisão ou análise;</p><p>- ordem ou dedução;</p><p>- enumeração.</p><p>A enumeração pode apresentar dois tipos de falhas: a omissão</p><p>e a incompreensão. Qualquer erro na enumeração pode quebrar o</p><p>encadeamento das ideias, indispensável para o processo dedutivo.</p><p>A forma de argumentação mais empregada na redação acadê-</p><p>mica é o silogismo, raciocínio baseado nas regras cartesianas, que</p><p>contém três proposições: duas premissas, maior e menor, e a con-</p><p>clusão. As três proposições são encadeadas de tal forma, que a con-</p><p>clusão é deduzida da maior por intermédio da menor. A premissa</p><p>maior deve ser universal, emprega todo, nenhum, pois alguns não</p><p>caracteriza a universalidade. Há dois métodos fundamentais de ra-</p><p>ciocínio: a dedução (silogística), que parte do geral para o particular,</p><p>e a indução, que vai do particular para o geral. A expressão formal</p><p>do método dedutivo é o silogismo. A dedução é o caminho das con-</p><p>sequências, baseia-se em uma conexão descendente (do geral para</p><p>o particular) que leva à conclusão. Segundo esse método, partin-</p><p>do-se de teorias gerais, de verdades universais, pode-se chegar à</p><p>previsão ou determinação de fenômenos particulares. O percurso</p><p>do raciocínio vai da causa para o efeito. Exemplo:</p><p>Todo homem é mortal (premissa maior = geral, universal)</p><p>Fulano é homem (premissa menor = particular)</p><p>Logo, Fulano é mortal (conclusão)</p><p>A indução percorre o caminho inverso ao da dedução, baseia-</p><p>se em uma conexão ascendente, do particular para o geral. Nesse</p><p>caso, as constatações particulares levam às leis gerais, ou seja, par-</p><p>te de fatos particulares conhecidos para os fatos gerais, desconheci-</p><p>dos. O percurso do raciocínio se faz do efeito para a causa. Exemplo:</p><p>O calor dilata o ferro (particular)</p><p>O calor dilata o bronze (particular)</p><p>O calor dilata o cobre (particular)</p><p>O ferro, o bronze, o cobre são metais</p><p>Logo, o calor dilata metais (geral, universal)</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>5</p><p>Quanto a seus aspectos formais, o silogismo pode ser válido</p><p>e verdadeiro; a conclusão será verdadeira se as duas premissas</p><p>também o forem. Se há erro ou equívoco na apreciação dos fatos,</p><p>pode-se partir de premissas verdadeiras para chegar a uma conclu-</p><p>são falsa. Tem-se, desse modo, o sofisma. Uma definição inexata,</p><p>uma divisão incompleta, a ignorância da causa, a falsa analogia são</p><p>algumas causas do sofisma. O sofisma pressupõe má fé, intenção</p><p>deliberada de enganar ou levar ao erro; quando o sofisma não tem</p><p>essas intenções propositais, costuma-se chamar esse processo de</p><p>argumentação de paralogismo. Encontra-se um exemplo simples</p><p>de sofisma no seguinte diálogo:</p><p>- Você concorda que possui uma coisa que não perdeu?</p><p>- Lógico, concordo.</p><p>- Você perdeu um brilhante de 40 quilates?</p><p>- Claro que não!</p><p>- Então você possui um brilhante de 40 quilates...</p><p>Exemplos de sofismas:</p><p>Dedução</p><p>Todo professor tem um diploma (geral, universal)</p><p>Fulano tem um diploma (particular)</p><p>Logo, fulano é professor (geral – conclusão falsa)</p><p>Indução</p><p>O Rio de Janeiro tem uma estátua do Cristo Redentor. (particu-</p><p>lar) Taubaté (SP) tem uma estátua do Cristo Redentor. (particular)</p><p>Rio de Janeiro e Taubaté são cidades.</p><p>Logo, toda cidade tem uma estátua do Cristo Redentor. (geral</p><p>– conclusão falsa)</p><p>Nota-se que as premissas são verdadeiras, mas a conclusão</p><p>pode ser falsa. Nem todas as pessoas que têm diploma são profes-</p><p>sores; nem todas as cidades têm uma estátua do Cristo Redentor.</p><p>Comete-se erro quando se faz generalizações apressadas ou infun-</p><p>dadas. A “simples inspeção” é a ausência de análise ou análise su-</p><p>perficial dos fatos, que leva a pronunciamentos subjetivos, basea-</p><p>dos nos sentimentos não ditados pela razão.</p><p>Tem-se, ainda, outros métodos, subsidiários ou não fundamen-</p><p>tais, que contribuem para a descoberta ou comprovação da verda-</p><p>de: análise, síntese, classificação e definição. Além desses, existem</p><p>outros métodos particulares de algumas ciências, que adaptam os</p><p>processos de dedução e indução à natureza de uma realidade par-</p><p>ticular. Pode-se afirmar que cada ciência tem seu método próprio</p><p>demonstrativo, comparativo, histórico etc. A análise, a síntese, a</p><p>classificação</p><p>a definição são chamadas métodos sistemáticos, por-</p><p>que pela organização e ordenação das ideias visam sistematizar a</p><p>pesquisa.</p><p>Análise e síntese são dois processos opostos, mas interligados;</p><p>a análise parte do todo para as partes, a síntese, das partes para o</p><p>todo. A análise precede a síntese, porém, de certo modo, uma de-</p><p>pende da outra. A análise decompõe o todo em partes, enquanto a</p><p>síntese recompõe o todo pela reunião das partes. Sabe-se, porém,</p><p>que o todo não é uma simples justaposição das partes. Se alguém</p><p>reunisse todas as peças de um relógio, não significa que reconstruiu</p><p>o relógio, pois fez apenas um amontoado de partes. Só reconstruiria</p><p>todo se as partes estivessem organizadas, devidamente combina-</p><p>das, seguida uma ordem de relações necessárias, funcionais, então,</p><p>o relógio estaria reconstruído.</p><p>Síntese, portanto, é o processo de reconstrução do todo por</p><p>meio da integração das partes, reunidas e relacionadas num con-</p><p>junto. Toda síntese, por ser uma reconstrução, pressupõe a análise,</p><p>que é a decomposição. A análise, no entanto, exige uma decompo-</p><p>sição organizada, é preciso saber como dividir o todo em partes. As</p><p>operações que se realizam na análise e na síntese podem ser assim</p><p>relacionadas:</p><p>Análise: penetrar, decompor, separar, dividir.</p><p>Síntese: integrar, recompor, juntar, reunir.</p><p>A análise tem importância vital no processo de coleta de ideias</p><p>a respeito do tema proposto, de seu desdobramento e da criação</p><p>de abordagens possíveis. A síntese também é importante na esco-</p><p>lha dos elementos que farão parte do texto.</p><p>Segundo Garcia (1973, p.300), a análise pode ser formal ou in-</p><p>formal. A análise formal pode ser científica ou experimental; é ca-</p><p>racterística das ciências matemáticas, físico-naturais e experimen-</p><p>tais. A análise informal é racional ou total, consiste em “discernir”</p><p>por vários atos distintos da atenção os elementos constitutivos de</p><p>um todo, os diferentes caracteres de um objeto ou fenômeno.</p><p>A análise decompõe o todo em partes, a classificação estabe-</p><p>lece as necessárias relações de dependência e hierarquia entre as</p><p>partes. Análise e classificação ligam-se intimamente, a ponto de se</p><p>confundir uma com a outra, contudo são procedimentos diversos:</p><p>análise é decomposição e classificação é hierarquisação.</p><p>Nas ciências naturais, classificam-se os seres, fatos e fenôme-</p><p>nos por suas diferenças e semelhanças; fora das ciências naturais, a</p><p>classificação pode-se efetuar por meio de um processo mais ou me-</p><p>nos arbitrário, em que os caracteres comuns e diferenciadores são</p><p>empregados de modo mais ou menos convencional. A classificação,</p><p>no reino animal, em ramos, classes, ordens, subordens, gêneros e</p><p>espécies, é um exemplo de classificação natural, pelas caracterís-</p><p>ticas comuns e diferenciadoras. A classificação dos variados itens</p><p>integrantes de uma lista mais ou menos caótica é artificial.</p><p>Exemplo: aquecedor, automóvel, barbeador, batata, caminhão,</p><p>canário, jipe, leite, ônibus, pão, pardal, pintassilgo, queijo, relógio,</p><p>sabiá, torradeira.</p><p>Aves: Canário, Pardal, Pintassilgo, Sabiá.</p><p>Alimentos: Batata, Leite, Pão, Queijo.</p><p>Mecanismos: Aquecedor, Barbeador, Relógio, Torradeira.</p><p>Veículos: Automóvel, Caminhão, Jipe, Ônibus.</p><p>Os elementos desta lista foram classificados por ordem alfabé-</p><p>tica e pelas afinidades comuns entre eles. Estabelecer critérios de</p><p>classificação das ideias e argumentos, pela ordem de importância, é</p><p>uma habilidade indispensável para elaborar o desenvolvimento de</p><p>uma redação. Tanto faz que a ordem seja crescente, do fato mais</p><p>importante para o menos importante, ou decrescente, primeiro o</p><p>menos importante e, no final, o impacto do mais importante; é in-</p><p>dispensável que haja uma lógica na classificação.</p><p>A elaboração do plano compreende a classificação das partes e</p><p>subdivisões, ou seja, os elementos do plano devem obedecer a uma</p><p>hierarquização. (Garcia, 1973, p. 302304.)</p><p>Para a clareza da dissertação, é indispensável que, logo na in-</p><p>trodução, os termos e conceitos sejam definidos, pois, para expres-</p><p>sar um questionamento, deve-se, de antemão, expor clara e racio-</p><p>nalmente as posições assumidas e os argumentos que as justificam.</p><p>É muito importante deixar claro o campo da discussão e a posição</p><p>adotada, isto é, esclarecer não só o assunto, mas também os pontos</p><p>de vista sobre ele.</p><p>A definição tem por objetivo a exatidão no emprego da lingua-</p><p>gem e consiste na enumeração das qualidades próprias de uma</p><p>ideia, palavra ou objeto. Definir é classificar o elemento conforme a</p><p>espécie a que pertence, demonstra: a característica que o diferen-</p><p>cia dos outros elementos dessa mesma espécie.</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>6</p><p>Entre os vários processos de exposição de ideias, a definição</p><p>é um dos mais importantes, sobretudo no âmbito das ciências. A</p><p>definição científica ou didática é denotativa, ou seja, atribui às pa-</p><p>lavras seu sentido usual ou consensual, enquanto a conotativa ou</p><p>metafórica emprega palavras de sentido figurado. Segundo a lógica</p><p>tradicional aristotélica, a definição consta de três elementos:</p><p>- o termo a ser definido;</p><p>- o gênero ou espécie;</p><p>- a diferença específica.</p><p>O que distingue o termo definido de outros elementos da mes-</p><p>ma espécie. Exemplo:</p><p>Na frase: O homem é um animal racional classifica-se:</p><p>Elemento especie diferença</p><p>a ser definido específica</p><p>É muito comum formular definições de maneira defeituosa,</p><p>por exemplo: Análise é quando a gente decompõe o todo em par-</p><p>tes. Esse tipo de definição é gramaticalmente incorreto; quando é</p><p>advérbio de tempo, não representa o gênero, a espécie, a gente é</p><p>forma coloquial não adequada à redação acadêmica. Tão importan-</p><p>te é saber formular uma definição, que se recorre a Garcia (1973,</p><p>p.306), para determinar os “requisitos da definição denotativa”.</p><p>Para ser exata, a definição deve apresentar os seguintes requisitos:</p><p>- o termo deve realmente pertencer ao gênero ou classe em</p><p>que está incluído: “mesa é um móvel” (classe em que ‘mesa’ está</p><p>realmente incluída) e não “mesa é um instrumento ou ferramenta</p><p>ou instalação”;</p><p>- o gênero deve ser suficientemente amplo para incluir todos</p><p>os exemplos específicos da coisa definida, e suficientemente restrito</p><p>para que a diferença possa ser percebida sem dificuldade;</p><p>- deve ser obrigatoriamente afirmativa: não há, em verdade,</p><p>definição, quando se diz que o “triângulo não é um prisma”;</p><p>- deve ser recíproca: “O homem é um ser vivo” não constitui</p><p>definição exata, porque a recíproca, “Todo ser vivo é um homem”</p><p>não é verdadeira (o gato é ser vivo e não é homem);</p><p>- deve ser breve (contida num só período). Quando a definição,</p><p>ou o que se pretenda como tal, é muito longa (séries de períodos ou</p><p>de parágrafos), chama-se explicação, e também definição expan-</p><p>dida;d</p><p>- deve ter uma estrutura gramatical rígida: sujeito (o termo) +</p><p>cópula (verbo de ligação ser) + predicativo (o gênero) + adjuntos (as</p><p>diferenças).</p><p>As definições dos dicionários de língua são feitas por meio de</p><p>paráfrases definitórias, ou seja, uma operação metalinguística que</p><p>consiste em estabelecer uma relação de equivalência entre a pala-</p><p>vra e seus significados.</p><p>A força do texto dissertativo está em sua fundamentação. Sem-</p><p>pre é fundamental procurar um porquê, uma razão verdadeira e</p><p>necessária. A verdade de um ponto de vista deve ser demonstrada</p><p>com argumentos válidos. O ponto de vista mais lógico e racional do</p><p>mundo não tem valor, se não estiver acompanhado de uma funda-</p><p>mentação coerente e adequada.</p><p>Os métodos fundamentais de raciocínio segundo a lógica clás-</p><p>sica, que foram abordados anteriormente, auxiliam o julgamento</p><p>da validade dos fatos. Às vezes, a argumentação é clara e pode reco-</p><p>nhecer-se facilmente seus elementos e suas relações; outras vezes,</p><p>as premissas e as conclusões organizam-se de modo livre, mistu-</p><p>rando-se na estrutura do argumento. Por isso, é preciso aprender a</p><p>reconhecer os elementos que constituem um argumento: premis-</p><p>sas/conclusões. Depois de reconhecer, verificar se tais elementos</p><p>são verdadeiros ou falsos; em seguida, avaliar se</p><p>o argumento está</p><p>expresso corretamente; se há coerência e adequação entre seus</p><p>elementos, ou se há contradição. Para isso é que se aprende os pro-</p><p>cessos de raciocínio por dedução e por indução. Admitindo-se que</p><p>raciocinar é relacionar, conclui-se que o argumento é um tipo espe-</p><p>cífico de relação entre as premissas e a conclusão.</p><p>Procedimentos Argumentativos: Constituem os procedimen-</p><p>tos argumentativos mais empregados para comprovar uma afirma-</p><p>ção: exemplificação, explicitação, enumeração, comparação.</p><p>Exemplificação: Procura justificar os pontos de vista por meio</p><p>de exemplos, hierarquizar afirmações. São expressões comuns nes-</p><p>se tipo de procedimento: mais importante que, superior a, de maior</p><p>relevância que. Empregam-se também dados estatísticos, acompa-</p><p>nhados de expressões: considerando os dados; conforme os dados</p><p>apresentados. Faz-se a exemplificação, ainda, pela apresentação de</p><p>causas e consequências, usando-se comumente as expressões: por-</p><p>que, porquanto, pois que, uma vez que, visto que, por causa de, em</p><p>virtude de, em vista de, por motivo de.</p><p>Explicitação: O objetivo desse recurso argumentativo é expli-</p><p>car ou esclarecer os pontos de vista apresentados. Pode-se alcançar</p><p>esse objetivo pela definição, pelo testemunho e pela interpreta-</p><p>ção. Na explicitação por definição, empregam-se expressões como:</p><p>quer dizer, denomina-se, chama-se, na verdade, isto é, haja vista,</p><p>ou melhor; nos testemunhos são comuns as expressões: conforme,</p><p>segundo, na opinião de, no parecer de, consoante as ideias de, no</p><p>entender de, no pensamento de. A explicitação se faz também pela</p><p>interpretação, em que são comuns as seguintes expressões: parece,</p><p>assim, desse ponto de vista.</p><p>Enumeração: Faz-se pela apresentação de uma sequência de</p><p>elementos que comprovam uma opinião, tais como a enumeração</p><p>de pormenores, de fatos, em uma sequência de tempo, em que são</p><p>frequentes as expressões: primeiro, segundo, por último, antes, de-</p><p>pois, ainda, em seguida, então, presentemente, antigamente, de-</p><p>pois de, antes de, atualmente, hoje, no passado, sucessivamente,</p><p>respectivamente. Na enumeração de fatos em uma sequência de</p><p>espaço, empregam-se as seguintes expressões: cá, lá, acolá, ali, aí,</p><p>além, adiante, perto de, ao redor de, no Estado tal, na capital, no</p><p>interior, nas grandes cidades, no sul, no leste...</p><p>Comparação: Analogia e contraste são as duas maneiras de</p><p>se estabelecer a comparação, com a finalidade de comprovar uma</p><p>ideia ou opinião. Na analogia, são comuns as expressões: da mesma</p><p>forma, tal como, tanto quanto, assim como, igualmente. Para esta-</p><p>belecer contraste, empregam-se as expressões: mais que, menos</p><p>que, melhor que, pior que.</p><p>Entre outros tipos de argumentos empregados para aumentar</p><p>o poder de persuasão de um texto dissertativo encontram-se:</p><p>Argumento de autoridade: O saber notório de uma autoridade</p><p>reconhecida em certa área do conhecimento dá apoio a uma afir-</p><p>mação. Dessa maneira, procura-se trazer para o enunciado a credi-</p><p>bilidade da autoridade citada. Lembre-se que as citações literais no</p><p>corpo de um texto constituem argumentos de autoridade. Ao fazer</p><p>uma citação, o enunciador situa os enunciados nela contidos na li-</p><p>nha de raciocínio que ele considera mais adequada para explicar ou</p><p>justificar um fato ou fenômeno. Esse tipo de argumento tem mais</p><p>caráter confirmatório que comprobatório.</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>7</p><p>Apoio na consensualidade: Certas afirmações dispensam expli-</p><p>cação ou comprovação, pois seu conteúdo é aceito como válido por</p><p>consenso, pelo menos em determinado espaço sociocultural. Nesse</p><p>caso, incluem-se</p><p>- A declaração que expressa uma verdade universal (o homem,</p><p>mortal, aspira à imortalidade);</p><p>- A declaração que é evidente por si mesma (caso dos postula-</p><p>dos e axiomas);</p><p>- Quando escapam ao domínio intelectual, ou seja, é de nature-</p><p>za subjetiva ou sentimental (o amor tem razões que a própria razão</p><p>desconhece); implica apreciação de ordem estética (gosto não se</p><p>discute); diz respeito a fé religiosa, aos dogmas (creio, ainda que</p><p>parece absurdo).</p><p>Comprovação pela experiência ou observação: A verdade de</p><p>um fato ou afirmação pode ser comprovada por meio de dados con-</p><p>cretos, estatísticos ou documentais.</p><p>Comprovação pela fundamentação lógica: A comprovação se</p><p>realiza por meio de argumentos racionais, baseados na lógica: cau-</p><p>sa/efeito; consequência/causa; condição/ocorrência.</p><p>Fatos não se discutem; discutem-se opiniões. As declarações,</p><p>julgamento, pronunciamentos, apreciações que expressam opi-</p><p>niões pessoais (não subjetivas) devem ter sua validade comprova-</p><p>da, e só os fatos provam. Em resumo toda afirmação ou juízo que</p><p>expresse uma opinião pessoal só terá validade se fundamentada na</p><p>evidência dos fatos, ou seja, se acompanhada de provas, validade</p><p>dos argumentos, porém, pode ser contestada por meio da contra-</p><p>-argumentação ou refutação. São vários os processos de contra-ar-</p><p>gumentação:</p><p>Refutação pelo absurdo: refuta-se uma afirmação demons-</p><p>trando o absurdo da consequência. Exemplo clássico é a contraar-</p><p>gumentação do cordeiro, na conhecida fábula “O lobo e o cordeiro”;</p><p>Refutação por exclusão: consiste em propor várias hipóteses</p><p>para eliminá-las, apresentando-se, então, aquela que se julga ver-</p><p>dadeira;</p><p>Desqualificação do argumento: atribui-se o argumento à opi-</p><p>nião pessoal subjetiva do enunciador, restringindo-se a universali-</p><p>dade da afirmação;</p><p>Ataque ao argumento pelo testemunho de autoridade: con-</p><p>siste em refutar um argumento empregando os testemunhos de</p><p>autoridade que contrariam a afirmação apresentada;</p><p>Desqualificar dados concretos apresentados: consiste em de-</p><p>sautorizar dados reais, demonstrando que o enunciador baseou-se</p><p>em dados corretos, mas tirou conclusões falsas ou inconsequentes.</p><p>Por exemplo, se na argumentação afirmou-se, por meio de dados</p><p>estatísticos, que “o controle demográfico produz o desenvolvimen-</p><p>to”, afirma-se que a conclusão é inconsequente, pois baseia-se em</p><p>uma relação de causa-feito difícil de ser comprovada. Para contraar-</p><p>gumentar, propõese uma relação inversa: “o desenvolvimento é que</p><p>gera o controle demográfico”.</p><p>Apresentam-se aqui sugestões, um dos roteiros possíveis para</p><p>desenvolver um tema, que podem ser analisadas e adaptadas ao</p><p>desenvolvimento de outros temas. Elege-se um tema, e, em segui-</p><p>da, sugerem-se os procedimentos que devem ser adotados para a</p><p>elaboração de um Plano de Redação.</p><p>Tema: O homem e a máquina: necessidade e riscos da evolução</p><p>tecnológica</p><p>- Questionar o tema, transformá-lo em interrogação, responder</p><p>a interrogação (assumir um ponto de vista); dar o porquê da respos-</p><p>ta, justificar, criando um argumento básico;</p><p>- Imaginar um ponto de vista oposto ao argumento básico e</p><p>construir uma contra-argumentação; pensar a forma de refutação</p><p>que poderia ser feita ao argumento básico e tentar desqualificá-la</p><p>(rever tipos de argumentação);</p><p>- Refletir sobre o contexto, ou seja, fazer uma coleta de ideias</p><p>que estejam direta ou indiretamente ligadas ao tema (as ideias po-</p><p>dem ser listadas livremente ou organizadas como causa e conse-</p><p>quência);</p><p>- Analisar as ideias anotadas, sua relação com o tema e com o</p><p>argumento básico;</p><p>- Fazer uma seleção das ideias pertinentes, escolhendo as que</p><p>poderão ser aproveitadas no texto; essas ideias transformam-se em</p><p>argumentos auxiliares, que explicam e corroboram a ideia do argu-</p><p>mento básico;</p><p>- Fazer um esboço do Plano de Redação, organizando uma se-</p><p>quência na apresentação das ideias selecionadas, obedecendo às</p><p>partes principais da estrutura do texto, que poderia ser mais ou</p><p>menos a seguinte:</p><p>Introdução</p><p>- função social da ciência e da tecnologia;</p><p>- definições de ciência e tecnologia;</p><p>- indivíduo e sociedade perante o avanço tecnológico.</p><p>Desenvolvimento</p><p>- apresentação de aspectos positivos e negativos do desenvol-</p><p>vimento tecnológico;</p><p>- como o desenvolvimento científico-tecnológico modificou as</p><p>condições de vida no mundo atual;</p><p>- a tecnocracia: oposição entre uma sociedade tecnologica-</p><p>mente desenvolvida e a dependência tecnológica dos países</p><p>elementos. Classificação de polígonos. Perímetro e área de figuras planas. Classificação</p><p>de sólidos geométricos. Planificação de sólidos geométricos. Vistas de um objeto tridimensional. Volume de paralelepípedos . . . 12</p><p>6. Grandezas e Medidas: Medidas de comprimento, superfície, volume, capacidade, massa e tempo. Múltiplos e submúltiplos de unida-</p><p>des de medida. Transformação de unidades de medida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19</p><p>7. Sistema monetário brasileiro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21</p><p>8. Tratamento da Informação: Interpretação de informações em tabelas e em gráficos. Organização de informações em tabelas e em</p><p>gráficos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23</p><p>9. Média aritmética. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25</p><p>10. Probabilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27</p><p>MATEMÁTICA</p><p>1</p><p>NÚMEROS E OPERAÇÕES: SISTEMA DE NUMERAÇÃO INDO-ARÁBICO. CLASSES E ORDENS DE UM NÚMERO NATURAL.</p><p>ADIÇÃO, SUBTRAÇÃO, MULTIPLICAÇÃO E DIVISÃO DE NÚMEROS NATURAIS. EXPRESSÕES NUMÉRICAS ENVOLVENDO</p><p>NÚMEROS NATURAIS. MÚLTIPLOS E DIVISORES. MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM (MMC). MÁXIMO DIVISOR COMUM</p><p>(MDC) . ESCRITA, COMPARAÇÃO E ORDENAÇÃO DE FRAÇÕES E DE NÚMEROS DECIMAIS. FRAÇÕES EQUIVALENTES.</p><p>RELAÇÃO ENTRE REPRESENTAÇÕES FRACIONÁRIA E DECIMAL DE UM MESMO NÚMERO. ADIÇÃO, SUBTRAÇÃO, MUL-</p><p>TIPLICAÇÃO E DIVISÃO DE FRAÇÕES E DE NÚMEROS DECIMAIS. EXPRESSÕES NUMÉRICAS ENVOLVENDO FRAÇÕES E</p><p>NÚMEROS DECIMAIS</p><p>Conjunto dos números inteiros - z</p><p>O conjunto dos números inteiros é a reunião do conjunto dos números naturais N = {0, 1, 2, 3, 4,..., n,...},(N C Z); o conjunto dos opos-</p><p>tos dos números naturais e o zero. Representamos pela letra Z.</p><p>N C Z (N está contido em Z)</p><p>Subconjuntos:</p><p>SÍMBOLO REPRESENTAÇÃO DESCRIÇÃO</p><p>* Z* Conjunto dos números inteiros não nulos</p><p>+ Z+ Conjunto dos números inteiros não negativos</p><p>* e + Z*+ Conjunto dos números inteiros positivos</p><p>- Z_ Conjunto dos números inteiros não positivos</p><p>* e - Z*_ Conjunto dos números inteiros negativos</p><p>Observamos nos números inteiros algumas características:</p><p>• Módulo: distância ou afastamento desse número até o zero, na reta numérica inteira. Representa-se o módulo por | |. O módulo de</p><p>qualquer número inteiro, diferente de zero, é sempre positivo.</p><p>• Números Opostos: dois números são opostos quando sua soma é zero. Isto significa que eles estão a mesma distância da origem</p><p>(zero).</p><p>Somando-se temos: (+4) + (-4) = (-4) + (+4) = 0</p><p>Operações</p><p>• Soma ou Adição: Associamos aos números inteiros positivos a ideia de ganhar e aos números inteiros negativos a ideia de perder.</p><p>ATENÇÃO: O sinal (+) antes do número positivo pode ser dispensado, mas o sinal (–) antes do número negativo nunca pode ser</p><p>dispensado.</p><p>• Subtração: empregamos quando precisamos tirar uma quantidade de outra quantidade; temos duas quantidades e queremos saber</p><p>quanto uma delas tem a mais que a outra; temos duas quantidades e queremos saber quanto falta a uma delas para atingir a outra. A</p><p>subtração é a operação inversa da adição. O sinal sempre será do maior número.</p><p>MATEMÁTICA</p><p>2</p><p>ATENÇÃO: todos parênteses, colchetes, chaves, números, ...,</p><p>entre outros, precedidos de sinal negativo, tem o seu sinal inverti-</p><p>do, ou seja, é dado o seu oposto.</p><p>Exemplo:</p><p>(FUNDAÇÃO CASA – AGENTE EDUCACIONAL – VUNESP) Para</p><p>zelar pelos jovens internados e orientá-los a respeito do uso ade-</p><p>quado dos materiais em geral e dos recursos utilizados em ativida-</p><p>des educativas, bem como da preservação predial, realizou-se uma</p><p>dinâmica elencando “atitudes positivas” e “atitudes negativas”, no</p><p>entendimento dos elementos do grupo. Solicitou-se que cada um</p><p>classificasse suas atitudes como positiva ou negativa, atribuindo</p><p>(+4) pontos a cada atitude positiva e (-1) a cada atitude negativa.</p><p>Se um jovem classificou como positiva apenas 20 das 50 atitudes</p><p>anotadas, o total de pontos atribuídos foi</p><p>(A) 50.</p><p>(B) 45.</p><p>(C) 42.</p><p>(D) 36.</p><p>(E) 32.</p><p>Resolução:</p><p>50-20=30 atitudes negativas</p><p>20.4=80</p><p>30.(-1)=-30</p><p>80-30=50</p><p>Resposta: A</p><p>• Multiplicação: é uma adição de números/ fatores repetidos.</p><p>Na multiplicação o produto dos números a e b, pode ser indicado</p><p>por a x b, a . b ou ainda ab sem nenhum sinal entre as letras.</p><p>• Divisão: a divisão exata de um número inteiro por outro nú-</p><p>mero inteiro, diferente de zero, dividimos o módulo do dividendo</p><p>pelo módulo do divisor.</p><p>ATENÇÃO:</p><p>1) No conjunto Z, a divisão não é comutativa, não é associativa</p><p>e não tem a propriedade da existência do elemento neutro.</p><p>2) Não existe divisão por zero.</p><p>3) Zero dividido por qualquer número inteiro, diferente de zero,</p><p>é zero, pois o produto de qualquer número inteiro por zero é igual</p><p>a zero.</p><p>Na multiplicação e divisão de números inteiros é muito impor-</p><p>tante a REGRA DE SINAIS:</p><p>Sinais iguais (+) (+); (-) (-) = resultado sempre positivo.</p><p>Sinais diferentes (+) (-); (-) (+) = resultado sempre</p><p>negativo.</p><p>Exemplo:</p><p>(PREF.DE NITERÓI) Um estudante empilhou seus livros, obten-</p><p>do uma única pilha 52cm de altura. Sabendo que 8 desses livros</p><p>possui uma espessura de 2cm, e que os livros restantes possuem</p><p>espessura de 3cm, o número de livros na pilha é:</p><p>(A) 10</p><p>(B) 15</p><p>(C) 18</p><p>(D) 20</p><p>(E) 22</p><p>Resolução:</p><p>São 8 livros de 2 cm: 8.2 = 16 cm</p><p>Como eu tenho 52 cm ao todo e os demais livros tem 3 cm,</p><p>temos:</p><p>52 - 16 = 36 cm de altura de livros de 3 cm</p><p>36 : 3 = 12 livros de 3 cm</p><p>O total de livros da pilha: 8 + 12 = 20 livros ao todo.</p><p>Resposta: D</p><p>• Potenciação: A potência an do número inteiro a, é definida</p><p>como um produto de n fatores iguais. O número a é denominado a</p><p>base e o número n é o expoente.an = a x a x a x a x ... x a , a é multi-</p><p>plicado por a n vezes. Tenha em mente que:</p><p>– Toda potência de base positiva é um número inteiro positivo.</p><p>– Toda potência de base negativa e expoente par é um número</p><p>inteiro positivo.</p><p>– Toda potência de base negativa e expoente ímpar é um nú-</p><p>mero inteiro negativo.</p><p>Propriedades da Potenciação</p><p>1) Produtos de Potências com bases iguais: Conserva-se a base</p><p>e somam-se os expoentes. (–a)3 . (–a)6 = (–a)3+6 = (–a)9</p><p>2) Quocientes de Potências com bases iguais: Conserva-se a</p><p>base e subtraem-se os expoentes. (-a)8 : (-a)6 = (-a)8 – 6 = (-a)2</p><p>3) Potência de Potência: Conserva-se a base e multiplicam-se</p><p>os expoentes. [(-a)5]2 = (-a)5 . 2 = (-a)10</p><p>4) Potência de expoente 1: É sempre igual à base. (-a)1 = -a e</p><p>(+a)1 = +a</p><p>5) Potência de expoente zero e base diferente de zero: É igual</p><p>a 1. (+a)0 = 1 e (–b)0 = 1</p><p>Conjunto dos números racionais – Q</p><p>Um número racional é o que pode ser escrito na forma n</p><p>m</p><p>, onde</p><p>m e n são números inteiros, sendo que n deve ser diferente de zero.</p><p>Frequentemente usamos m/n para significar a divisão de m por n.</p><p>N C Z C Q (N está contido em Z que está contido em Q)</p><p>Subconjuntos:</p><p>SÍMBOLO REPRESENTAÇÃO DESCRIÇÃO</p><p>* Q* Conjunto dos números</p><p>racionais não nulos</p><p>+ Q+</p><p>Conjunto dos números</p><p>racionais não negativos</p><p>* e + Q*+</p><p>Conjunto dos números</p><p>racionais positivos</p><p>- Q_ Conjunto dos números</p><p>racionais não positivos</p><p>* e - Q*_ Conjunto dos números</p><p>racionais negativos</p><p>MATEMÁTICA</p><p>3</p><p>Representação decimal</p><p>Podemos representar um número racional, escrito na forma de fração, em número decimal. Para isso temos duas maneiras possíveis:</p><p>1º) O numeral decimal obtido possui, após a vírgula, um número finito de algarismos. Decimais Exatos:</p><p>5</p><p>2</p><p>= 0,4</p><p>2º) O numeral decimal obtido possui, após a vírgula, infinitos</p><p>sub-</p><p>desenvolvidos;</p><p>- enumerar e discutir os fatores de desenvolvimento social;</p><p>- comparar a vida de hoje com os diversos tipos de vida do pas-</p><p>sado; apontar semelhanças e diferenças;</p><p>- analisar as condições atuais de vida nos grandes centros ur-</p><p>banos;</p><p>- como se poderia usar a ciência e a tecnologia para humanizar</p><p>mais a sociedade.</p><p>Conclusão</p><p>- a tecnologia pode libertar ou escravizar: benefícios/conse-</p><p>quências maléficas;</p><p>- síntese interpretativa dos argumentos e contra-argumentos</p><p>apresentados.</p><p>Naturalmente esse não é o único, nem o melhor plano de reda-</p><p>ção: é um dos possíveis.</p><p>Texto:</p><p>“Neto ainda está longe de se igualar a qualquer um desses cra-</p><p>ques (Rivelino, Ademir da Guia, Pedro Rocha e Pelé), mas ainda tem</p><p>um longo caminho a trilhar (...).”</p><p>Veja São Paulo, 26/12/1990, p. 15.</p><p>Esse texto diz explicitamente que:</p><p>- Rivelino, Ademir da Guia, Pedro Rocha e Pelé são craques;</p><p>- Neto não tem o mesmo nível desses craques;</p><p>- Neto tem muito tempo de carreira pela frente.</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>8</p><p>O texto deixa implícito que:</p><p>- Existe a possibilidade de Neto um dia aproximar-se dos cra-</p><p>ques citados;</p><p>- Esses craques são referência de alto nível em sua especialida-</p><p>de esportiva;</p><p>- Há uma oposição entre Neto e esses craques no que diz res-</p><p>peito ao tempo disponível para evoluir.</p><p>Todos os textos transmitem explicitamente certas informações,</p><p>enquanto deixam outras implícitas. Por exemplo, o texto acima não</p><p>explicita que existe a possibilidade de Neto se equiparar aos qua-</p><p>tro futebolistas, mas a inclusão do advérbio ainda estabelece esse</p><p>implícito. Não diz também com explicitude que há oposição entre</p><p>Neto e os outros jogadores, sob o ponto de vista de contar com</p><p>tempo para evoluir. A escolha do conector “mas” entre a segunda e</p><p>a primeira oração só é possível levando em conta esse dado implíci-</p><p>to. Como se vê, há mais significados num texto do que aqueles que</p><p>aparecem explícitos na sua superfície. Leitura proficiente é aquela</p><p>capaz de depreender tanto um tipo de significado quanto o outro,</p><p>o que, em outras palavras, significa ler nas entrelinhas. Sem essa</p><p>habilidade, o leitor passará por cima de significados importantes</p><p>ou, o que é bem pior, concordará com ideias e pontos de vista que</p><p>rejeitaria se os percebesse.</p><p>Os significados implícitos costumam ser classificados em duas</p><p>categorias: os pressupostos e os subentendidos.</p><p>Pressupostos: são ideias implícitas que estão implicadas logica-</p><p>mente no sentido de certas palavras ou expressões explicitadas na</p><p>superfície da frase.</p><p>Exemplo:</p><p>“André tornou-se um antitabagista convicto.”</p><p>A informação explícita é que hoje André é um antitabagista</p><p>convicto. Do sentido do verbo tornar-se, que significa “vir a ser”,</p><p>decorre logicamente que antes André não era antitabagista convic-</p><p>to. Essa informação está pressuposta. Ninguém se torna algo que</p><p>já era antes. Seria muito estranho dizer que a palmeira tornou-se</p><p>um vegetal.</p><p>“Eu ainda não conheço a Europa.”</p><p>A informação explícita é que o enunciador não tem conheci-</p><p>mento do continente europeu. O advérbio ainda deixa pressuposta</p><p>a possibilidade de ele um dia conhecê-la.</p><p>As informações explícitas podem ser questionadas pelo recep-</p><p>tor, que pode ou não concordar com elas. Os pressupostos, porém,</p><p>devem ser verdadeiros ou, pelo menos, admitidos como tais, por-</p><p>que esta é uma condição para garantir a continuidade do diálogo</p><p>e também para fornecer fundamento às afirmações explícitas. Isso</p><p>significa que, se o pressuposto é falso, a informação explícita não</p><p>tem cabimento. Assim, por exemplo, se Maria não falta nunca a</p><p>aula nenhuma, não tem o menor sentido dizer “Até Maria compa-</p><p>receu à aula de hoje”. Até estabelece o pressuposto da inclusão de</p><p>um elemento inesperado.</p><p>Na leitura, é muito importante detectar os pressupostos, pois</p><p>eles são um recurso argumentativo que visa a levar o receptor a</p><p>aceitar a orientação argumentativa do emissor. Ao introduzir uma</p><p>ideia sob a forma de pressuposto, o enunciador pretende transfor-</p><p>mar seu interlocutor em cúmplice, pois a ideia implícita não é posta</p><p>em discussão, e todos os argumentos explícitos só contribuem para</p><p>confirmála. O pressusposto aprisiona o receptor no sistema de pen-</p><p>samento montado pelo enunciador.</p><p>A demonstração disso pode ser feita com as “verdades incon-</p><p>testáveis” que estão na base de muitos discursos políticos, como o</p><p>que segue:</p><p>“Quando o curso do rio São Francisco for mudado, será resolvi-</p><p>do o problema da seca no Nordeste.”</p><p>O enunciador estabelece o pressuposto de que é certa a mu-</p><p>dança do curso do São Francisco e, por consequência, a solução do</p><p>problema da seca no Nordeste. O diálogo não teria continuidade se</p><p>um interlocutor não admitisse ou colocasse sob suspeita essa cer-</p><p>teza. Em outros termos, haveria quebra da continuidade do diálogo</p><p>se alguém interviesse com uma pergunta deste tipo:</p><p>“Mas quem disse que é certa a mudança do curso do rio?”</p><p>A aceitação do pressuposto estabelecido pelo emissor permite</p><p>levar adiante o debate; sua negação compromete o diálogo, uma</p><p>vez que destrói a base sobre a qual se constrói a argumentação, e</p><p>daí nenhum argumento tem mais importância ou razão de ser. Com</p><p>pressupostos distintos, o diálogo não é possível ou não tem sentido.</p><p>A mesma pergunta, feita para pessoas diferentes, pode ser em-</p><p>baraçosa ou não, dependendo do que está pressuposto em cada</p><p>situação. Para alguém que não faz segredo sobre a mudança de</p><p>emprego, não causa o menor embaraço uma pergunta como esta:</p><p>“Como vai você no seu novo emprego?”</p><p>O efeito da mesma pergunta seria catastrófico se ela se diri-</p><p>gisse a uma pessoa que conseguiu um segundo emprego e quer</p><p>manter sigilo até decidir se abandona o anterior. O adjetivo novo</p><p>estabelece o pressuposto de que o interrogado tem um emprego</p><p>diferente do anterior.</p><p>Marcadores de Pressupostos</p><p>- Adjetivos ou palavras similares modificadoras do substantivo</p><p>Julinha foi minha primeira filha.</p><p>“Primeira” pressupõe que tenho outras filhas e que as outras</p><p>nasceram depois de Julinha.</p><p>Destruíram a outra igreja do povoado.</p><p>“Outra” pressupõe a existência de pelo menos uma igreja além</p><p>da usada como referência.</p><p>- Certos verbos</p><p>Renato continua doente.</p><p>O verbo “continua” indica que Renato já estava doente no mo-</p><p>mento anterior ao presente.</p><p>Nossos dicionários já aportuguesaram a palavrea copydesk.</p><p>O verbo “aportuguesar” estabelece o pressuposto de que copi-</p><p>desque não existia em português.</p><p>- Certos advérbios</p><p>A produção automobilística brasileira está totalmente nas</p><p>mãos das multinacionais.</p><p>O advérbio totalmente pressupõe que não há no Brasil indús-</p><p>tria automobilística nacional.</p><p>- Você conferiu o resultado da loteria?</p><p>- Hoje não.</p><p>A negação precedida de um advérbio de tempo de âmbito limi-</p><p>tado estabelece o pressuposto de que apenas nesse intervalo (hoje)</p><p>é que o interrogado não praticou o ato de conferir o resultado da</p><p>loteria.</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>9</p><p>- Orações adjetivas</p><p>Os brasileiros, que não se importam com a coletividade, só se</p><p>preocupam com seu bemestar e, por isso, jogam lixo na rua, fecham</p><p>os cruzamentos, etc.</p><p>O pressuposto é que “todos” os brasileiros não se importam</p><p>com a coletividade.</p><p>Os brasileiros que não se importam com a coletividade só se</p><p>preocupam com seu bemestar e, por isso, jogam lixo na rua, fecham</p><p>os cruzamentos, etc.</p><p>Nesse caso, o pressuposto é outro: “alguns” brasileiros não se</p><p>importam com a coletividade.</p><p>No primeiro caso, a oração é explicativa; no segundo, é restriti-</p><p>va. As explicativas pressupõem que o que elas expressam se refere à</p><p>totalidade dos elementos de um conjunto; as restritivas, que o que</p><p>elas dizem concerne apenas a parte dos elementos de um conjun-</p><p>to. O produtor do texto escreverá uma restritiva ou uma explicativa</p><p>segundo o pressuposto que quiser comunicar.</p><p>Subentendidos: são insinuações contidas em uma frase ou um</p><p>grupo de frases. Suponhamos que uma pessoa estivesse em visita</p><p>à casa de outra num dia de frio glacial e que uma janela, por onde</p><p>entravam rajadas de vento, estivesse aberta. Se o visitante dissesse</p><p>“Que frio terrível”, poderia estar insinuando que a janela deveria</p><p>ser fechada.</p><p>Há uma diferença capital entre o pressuposto e o subentendi-</p><p>do. O primeiro é uma informação estabelecida como indiscutível</p><p>tanto para o emissor quanto para o receptor, uma vez que decorre</p><p>necessariamente do sentido de algum elemento linguístico coloca-</p><p>do na frase. Ele pode ser negado, mas o emissor coloca o implicita-</p><p>mente para que não o seja. Já o subentendido é de responsabilida-</p><p>de do receptor. O emissor pode esconder-se atrás do sentido literal</p><p>das palavras e negar que tenha dito o que o receptor depreendeu</p><p>de suas palavras. Assim, no exemplo dado acima, se o dono da casa</p><p>disser que é muito pouco higiênico fechar todas as janelas, o visi-</p><p>tante pode dizer que também acha e que apenas constatou a inten-</p><p>sidade do frio.</p><p>O subentendido serve, muitas vezes, para o emissor proteger-</p><p>se, para transmitir a informação que deseja dar a conhecer sem se</p><p>comprometer. Imaginemos, por exemplo, que um funcionário re-</p><p>cémpromovido numa empresa ouvisse de um colega o seguinte:</p><p>“Competência e mérito continuam não valendo nada como cri-</p><p>tério de promoção nesta empresa...”</p><p>Esse comentário talvez suscitasse esta suspeita:</p><p>“Você está querendo dizer que eu não merecia a promoção?”</p><p>Ora, o funcionário preterido, tendo recorrido a um subentendi-</p><p>do, poderia responder:</p><p>“Absolutamente! Estou falando em termos gerais.”</p><p>ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DO TEXTO E DOS PARÁGRA-</p><p>FOS</p><p>São três os elementos essenciais para a composição de um tex-</p><p>to: a introdução, o desenvolvimento e a conclusão. Vamos estudar</p><p>cada uma de forma isolada a seguir:</p><p>Introdução</p><p>É a apresentação direta e objetiva da ideia central do texto. A</p><p>introdução é caracterizada por ser o parágrafo inicial.</p><p>Desenvolvimento</p><p>Quando tratamos de estrutura, é a maior parte do texto. O</p><p>desenvolvimento estabelece uma conexão entre a introdução e a</p><p>conclusão, pois é nesta parte que as ideias, argumentos e posicio-</p><p>namento do autor vão sendo formados e desenvolvidos com a fina-</p><p>lidade de dirigir a atenção do leitor para a conclusão.</p><p>Em um bom desenvolvimento as ideias devem ser claras e ap-</p><p>tas a fazer com que o leitor anteceda qual será a conclusão.</p><p>São três principais erros que podem ser cometidos na elabora-</p><p>ção do desenvolvimento:</p><p>- Distanciar-se do texto em relação ao tema inicial.</p><p>- Focar em apenas um tópico do tema e esquecer dos outros.</p><p>- Falar sobre muitas informações e não conseguir organizá-las,</p><p>dificultando a linha de compreensão do leitor.</p><p>Conclusão</p><p>Ponto final de todas as argumentações discorridas no desen-</p><p>volvimento, ou seja, o encerramento do texto e dos questionamen-</p><p>tos levantados pelo autor.</p><p>Ao fazermos a conclusão devemos evitar expressões como:</p><p>“Concluindo...”, “Em conclusão, ...”, “Como já dissemos antes...”.</p><p>Parágrafo</p><p>Se caracteriza como um pequeno recuo em relação à margem</p><p>esquerda da folha. Conceitualmente, o parágrafo completo deve</p><p>conter introdução, desenvolvimento e conclusão.</p><p>- Introdução – apresentação da ideia principal, feita de maneira</p><p>sintética de acordo com os objetivos do autor.</p><p>- Desenvolvimento – ampliação do tópico frasal (introdução),</p><p>atribuído pelas ideias secundárias, a fim de reforçar e dar credibili-</p><p>dade na discussão.</p><p>- Conclusão – retomada da ideia central ligada aos pressupos-</p><p>tos citados no desenvolvimento, procurando arrematá-los.</p><p>Exemplo de um parágrafo bem estruturado (com introdução,</p><p>desenvolvimento e conclusão):</p><p>“Nesse contexto, é um grave erro a liberação da maconha.</p><p>Provocará de imediato violenta elevação do consumo. O Estado</p><p>perderá o precário controle que ainda exerce sobre as drogas psico-</p><p>trópicas e nossas instituições de recuperação de viciados não terão</p><p>estrutura suficiente para atender à demanda. Enfim, viveremos o</p><p>caos. ”</p><p>(Alberto Corazza, Isto É, com adaptações)</p><p>Elemento relacionador: Nesse contexto.</p><p>Tópico frasal: é um grave erro a liberação da maconha.</p><p>Desenvolvimento: Provocará de imediato violenta elevação do</p><p>consumo. O Estado perderá o precário controle que ainda exerce</p><p>sobre as drogas psicotrópicas e nossas instituições de recuperação</p><p>de viciados não terão estrutura suficiente para atender à demanda.</p><p>Conclusão: Enfim, viveremos o caos.</p><p>A coerência e a coesão são essenciais na escrita e na interpre-</p><p>tação de textos. Ambos se referem à relação adequada entre os</p><p>componentes do texto, de modo que são independentes entre si.</p><p>Isso quer dizer que um texto pode estar coeso, porém incoerente,</p><p>e vice-versa.</p><p>Enquanto a coesão tem foco nas questões gramaticais, ou seja,</p><p>ligação entre palavras, frases e parágrafos, a coerência diz respeito</p><p>ao conteúdo, isto é, uma sequência lógica entre as ideias.</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>10</p><p>Coesão</p><p>A coesão textual ocorre, normalmente, por meio do uso de conectivos (preposições, conjunções, advérbios). Ela pode ser obtida a</p><p>partir da anáfora (retoma um componente) e da catáfora (antecipa um componente).</p><p>Confira, então, as principais regras que garantem a coesão textual:</p><p>REGRA CARACTERÍSTICAS EXEMPLOS</p><p>REFERÊNCIA</p><p>Pessoal (uso de pronomes pessoais ou possessivos) –</p><p>anafórica</p><p>Demonstrativa (uso de pronomes demonstrativos e</p><p>advérbios) – catafórica</p><p>Comparativa (uso de comparações por semelhanças)</p><p>João e Maria são crianças. Eles são irmãos.</p><p>Fiz todas as tarefas, exceto esta: colonização</p><p>africana.</p><p>Mais um ano igual aos outros...</p><p>SUBSTITUIÇÃO Substituição de um termo por outro, para evitar</p><p>repetição</p><p>Maria está triste. A menina está cansada de ficar</p><p>em casa.</p><p>ELIPSE Omissão de um termo No quarto, apenas quatro ou cinco convidados.</p><p>(omissão do verbo “haver”)</p><p>CONJUNÇÃO Conexão entre duas orações, estabelecendo relação</p><p>entre elas</p><p>Eu queria ir ao cinema, mas estamos de</p><p>quarentena.</p><p>COESÃO LEXICAL</p><p>Utilização de sinônimos, hiperônimos, nomes genéricos</p><p>ou palavras que possuem sentido aproximado e</p><p>pertencente a um mesmo grupo lexical.</p><p>A minha casa é clara. Os quartos, a sala e a</p><p>cozinha têm janelas grandes.</p><p>Coerência</p><p>Nesse caso, é importante conferir se a mensagem e a conexão de ideias fazem sentido, e seguem uma linha clara de raciocínio.</p><p>Existem alguns conceitos básicos que ajudam a garantir a coerência. Veja quais são os principais princípios para um texto coerente:</p><p>• Princípio da não contradição: não deve haver ideias contraditórias em diferentes partes do texto.</p><p>• Princípio da não tautologia: a ideia não deve estar redundante, ainda que seja expressa com palavras diferentes.</p><p>• Princípio da relevância: as ideias devem se relacionar entre si, não sendo fragmentadas nem sem propósito para a argumentação.</p><p>• Princípio da continuidade temática: é preciso que o assunto tenha um seguimento em relação ao assunto tratado.</p><p>• Princípio da progressão semântica: inserir informações novas, que sejam ordenadas de maneira adequada em relação à progressão</p><p>de ideias.</p><p>Para atender a todos os princípios, alguns fatores são recomendáveis para garantir a coerência textual, como amplo conhecimento</p><p>de mundo, isto é, a bagagem de informações que adquirimos ao longo da vida; inferências acerca do conhecimento de mundo do leitor;</p><p>e informatividade, ou seja, conhecimentos ricos, interessantes e pouco previsíveis.</p><p>RELAÇÃO ENTRE RECURSOS EXPRESSIVOS E EFEITOS DE SENTIDO. IDENTIFICAR EFEITOS DE IRONIA OU HUMOR EM</p><p>TEXTOS VARIADOS</p><p>IDENTIFICANDO O TEMA DE UM TEXTO</p><p>O tema é a ideia principal do texto. É com base nessa ideia principal que o texto será desenvolvido. Para que você consiga identificar</p><p>o tema de um texto, é necessário relacionar as diferentes informações de forma a construir o seu sentido global, ou seja, você precisa</p><p>relacionar as múltiplas partes que compõem um todo significativo, que é o texto.</p><p>Em muitas situações, por exemplo, você foi estimulado a ler um texto por sentir-se atraído pela temática resumida no título. Pois o</p><p>título cumpre uma função importante: antecipar informações sobre o assunto que será tratado no texto.</p><p>Em outras situações, você pode ter abandonado a leitura porque achou o título pouco atraente ou, ao contrário,</p><p>sentiu-se atraído pelo</p><p>título de um livro ou de um filme, por exemplo. É muito comum as pessoas se interessarem por temáticas diferentes, dependendo do sexo,</p><p>da idade, escolaridade, profissão, preferências pessoais e experiência de mundo, entre outros fatores.</p><p>Mas, sobre que tema você gosta de ler? Esportes, namoro, sexualidade, tecnologia, ciências, jogos, novelas, moda, cuidados com o</p><p>corpo? Perceba, portanto, que as temáticas são praticamente infinitas e saber reconhecer o tema de um texto é condição essencial para</p><p>se tornar um leitor hábil. Vamos, então, começar nossos estudos?</p><p>Propomos, inicialmente, que você acompanhe um exercício bem simples, que, intuitivamente, todo leitor faz ao ler um texto: reco-</p><p>nhecer o seu tema. Vamos ler o texto a seguir?</p><p>CACHORROS</p><p>Os zoólogos acreditam que o cachorro se originou de uma espécie de lobo que vivia na Ásia. Depois os cães se juntaram aos seres</p><p>humanos e se espalharam por quase todo o mundo. Essa amizade começou há uns 12 mil anos, no tempo em que as pessoas precisavam</p><p>caçar para se alimentar. Os cachorros perceberam que, se não atacassem os humanos, podiam ficar perto deles e comer a comida que</p><p>sobrava. Já os homens descobriram que os cachorros podiam ajudar a caçar, a cuidar de rebanhos e a tomar conta da casa, além de serem</p><p>ótimos companheiros. Um colaborava com o outro e a parceria deu certo.</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>11</p><p>Ao ler apenas o título “Cachorros”, você deduziu sobre o pos-</p><p>sível assunto abordado no texto. Embora você imagine que o tex-</p><p>to vai falar sobre cães, você ainda não sabia exatamente o que ele</p><p>falaria sobre cães. Repare que temos várias informações ao longo</p><p>do texto: a hipótese dos zoólogos sobre a origem dos cães, a asso-</p><p>ciação entre eles e os seres humanos, a disseminação dos cães pelo</p><p>mundo, as vantagens da convivência entre cães e homens.</p><p>As informações que se relacionam com o tema chamamos de</p><p>subtemas (ou ideias secundárias). Essas informações se integram,</p><p>ou seja, todas elas caminham no sentido de estabelecer uma unida-</p><p>de de sentido. Portanto, pense: sobre o que exatamente esse texto</p><p>fala? Qual seu assunto, qual seu tema? Certamente você chegou à</p><p>conclusão de que o texto fala sobre a relação entre homens e cães.</p><p>Se foi isso que você pensou, parabéns! Isso significa que você foi</p><p>capaz de identificar o tema do texto!</p><p>Fonte: https://portuguesrapido.com/tema-ideia-central-e-ideias-se-</p><p>cundarias/</p><p>IDENTIFICAÇÃO DE EFEITOS DE IRONIA OU HUMOR EM</p><p>TEXTOS VARIADOS</p><p>Ironia</p><p>Ironia é o recurso pelo qual o emissor diz o contrário do que</p><p>está pensando ou sentindo (ou por pudor em relação a si próprio ou</p><p>com intenção depreciativa e sarcástica em relação a outrem).</p><p>A ironia consiste na utilização de determinada palavra ou ex-</p><p>pressão que, em um outro contexto diferente do usual, ganha um</p><p>novo sentido, gerando um efeito de humor.</p><p>Exemplo:</p><p>Na construção de um texto, ela pode aparecer em três modos:</p><p>ironia verbal, ironia de situação e ironia dramática (ou satírica).</p><p>Ironia verbal</p><p>Ocorre quando se diz algo pretendendo expressar outro sig-</p><p>nificado, normalmente oposto ao sentido literal. A expressão e a</p><p>intenção são diferentes.</p><p>Exemplo: Você foi tão bem na prova! Tirou um zero incrível!</p><p>Ironia de situação</p><p>A intenção e resultado da ação não estão alinhados, ou seja, o</p><p>resultado é contrário ao que se espera ou que se planeja.</p><p>Exemplo: Quando num texto literário uma personagem planeja</p><p>uma ação, mas os resultados não saem como o esperado. No li-</p><p>vro “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis, a</p><p>personagem título tem obsessão por ficar conhecida. Ao longo da</p><p>vida, tenta de muitas maneiras alcançar a notoriedade sem suces-</p><p>so. Após a morte, a personagem se torna conhecida. A ironia é que</p><p>planejou ficar famoso antes de morrer e se tornou famoso após a</p><p>morte.</p><p>Ironia dramática (ou satírica)</p><p>A ironia dramática é um dos efeitos de sentido que ocorre nos</p><p>textos literários quando a personagem tem a consciência de que</p><p>suas ações não serão bem-sucedidas ou que está entrando por um</p><p>caminho ruim, mas o leitor já tem essa consciência.</p><p>Exemplo: Em livros com narrador onisciente, que sabe tudo o</p><p>que se passa na história com todas as personagens, é mais fácil apa-</p><p>recer esse tipo de ironia. A peça como Romeu e Julieta, por exem-</p><p>plo, se inicia com a fala que relata que os protagonistas da história</p><p>irão morrer em decorrência do seu amor. As personagens agem ao</p><p>longo da peça esperando conseguir atingir seus objetivos, mas a</p><p>plateia já sabe que eles não serão bem-sucedidos.</p><p>Humor</p><p>Nesse caso, é muito comum a utilização de situações que pare-</p><p>çam cômicas ou surpreendentes para provocar o efeito de humor.</p><p>Situações cômicas ou potencialmente humorísticas comparti-</p><p>lham da característica do efeito surpresa. O humor reside em ocor-</p><p>rer algo fora do esperado numa situação.</p><p>Há diversas situações em que o humor pode aparecer. Há as ti-</p><p>rinhas e charges, que aliam texto e imagem para criar efeito cômico;</p><p>há anedotas ou pequenos contos; e há as crônicas, frequentemente</p><p>acessadas como forma de gerar o riso.</p><p>Os textos com finalidade humorística podem ser divididos em</p><p>quatro categorias: anedotas, cartuns, tiras e charges.</p><p>IDENTIFICAR O EFEITO DE SENTIDO DECORRENTE DO</p><p>USO DA VÍRGULA. IDENTIFICAR O EFEITO DE SENTIDO</p><p>DECORRENTE DO USO DE OUTROS SINAIS DE PONTU-</p><p>AÇÃO OU OUTRAS NOTAÇÕES. TER NOÇÕES DE PON-</p><p>TUAÇÃO</p><p>Os sinais de pontuação são recursos gráficos que se encon-</p><p>tram na linguagem escrita, e suas funções são demarcar unidades</p><p>e sinalizar limites de estruturas sintáticas. É também usado como</p><p>um recurso estilístico, contribuindo para a coerência e a coesão dos</p><p>textos.</p><p>São eles: o ponto (.), a vírgula (,), o ponto e vírgula (;), os dois</p><p>pontos (:), o ponto de exclamação (!), o ponto de interrogação (?),</p><p>as reticências (...), as aspas (“”), os parênteses ( ( ) ), o travessão</p><p>(—), a meia-risca (–), o apóstrofo (‘), o asterisco (*), o hífen (-), o</p><p>colchetes ([]) e a barra (/).</p><p>Confira, no quadro a seguir, os principais sinais de pontuação e</p><p>suas regras de uso.</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>12</p><p>SINAL NOME USO EXEMPLOS</p><p>. Ponto</p><p>Indicar final da frase declarativa</p><p>Separar períodos</p><p>Abreviar palavras</p><p>Meu nome é Pedro.</p><p>Fica mais. Ainda está cedo</p><p>Sra.</p><p>: Dois-pontos</p><p>Iniciar fala de personagem</p><p>Antes de aposto ou orações apositivas, enumerações</p><p>ou sequência de palavras para resumir / explicar ideias</p><p>apresentadas anteriormente</p><p>Antes de citação direta</p><p>A princesa disse:</p><p>- Eu consigo sozinha.</p><p>Esse é o problema da pandemia: as</p><p>pessoas não respeitam a quarentena.</p><p>Como diz o ditado: “olho por olho,</p><p>dente por dente”.</p><p>... Reticências</p><p>Indicar hesitação</p><p>Interromper uma frase</p><p>Concluir com a intenção de estender a reflexão</p><p>Sabe... não está sendo fácil...</p><p>Quem sabe depois...</p><p>( ) Parênteses</p><p>Isolar palavras e datas</p><p>Frases intercaladas na função explicativa (podem substituir</p><p>vírgula e travessão)</p><p>A Semana de Arte Moderna (1922)</p><p>Eu estava cansada (trabalhar e estudar</p><p>é puxado).</p><p>! Ponto de</p><p>Exclamação</p><p>Indicar expressão de emoção</p><p>Final de frase imperativa</p><p>Após interjeição</p><p>Que absurdo!</p><p>Estude para a prova!</p><p>Ufa!</p><p>? Ponto de</p><p>Interrogação Em perguntas diretas Que horas ela volta?</p><p>— Travessão</p><p>Iniciar fala do personagem do discurso direto e indicar</p><p>mudança de interloculor no diálogo</p><p>Substituir vírgula em expressões ou frases explicativas</p><p>A professora disse:</p><p>— Boas férias!</p><p>— Obrigado, professora.</p><p>O corona vírus — Covid-19 — ainda</p><p>está sendo estudado.</p><p>Vírgula</p><p>A vírgula é um sinal de pontuação com muitas funções, usada para marcar uma pausa no enunciado. Veja, a seguir, as principais regras</p><p>de uso obrigatório da vírgula.</p><p>• Separar termos coordenados: Fui à feira e comprei abacate, mamão, manga, morango e abacaxi.</p><p>• Separar aposto (termo explicativo): Belo Horizonte, capital mineira, só tem uma linha de metrô.</p><p>• Isolar vocativo: Boa tarde, Maria.</p><p>• Isolar expressões que indicam circunstâncias adverbiais (modo, lugar, tempo etc): Todos os moradores, calmamente, deixaram o</p><p>prédio.</p><p>• Isolar termos explicativos: A educação,</p><p>a meu ver, é a solução de vários problemas sociais.</p><p>• Separar conjunções intercaladas, e antes dos conectivos “mas”, “porém”, “pois”, “contudo”, “logo”: A menina acordou cedo, mas não</p><p>conseguiu chegar a tempo na escola. Não explicou, porém, o motivo para a professora.</p><p>• Separar o conteúdo pleonástico: A ela, nada mais abala.</p><p>No caso da vírgula, é importante saber que, em alguns casos, ela não deve ser usada. Assim, não há vírgula para separar:</p><p>• Sujeito de predicado.</p><p>• Objeto de verbo.</p><p>• Adjunto adnominal de nome.</p><p>• Complemento nominal de nome.</p><p>• Predicativo do objeto do objeto.</p><p>• Oração principal da subordinada substantiva.</p><p>• Termos coordenados ligados por “e”, “ou”, “nem”.</p><p>IDENTIFICAR O EFEITO DE SENTIDO DO USO DA SINONÍMIA/ANTONÍMIA</p><p>Este é um estudo da semântica, que pretende classificar os sentidos das palavras, as suas relações de sentido entre si. Conheça as</p><p>principais relações e suas características:</p><p>Sinonímia e antonímia</p><p>As palavras sinônimas são aquelas que apresentam significado semelhante, estabelecendo relação de proximidade. Ex: inteligente</p><p><—> esperto</p><p>Já as palavras antônimas são aquelas que apresentam significados opostos, estabelecendo uma relação de contrariedade. Ex: forte</p><p><—> fraco</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>13</p><p>Parônimos e homônimos</p><p>As palavras parônimas são aquelas que possuem grafia e pronúncia semelhantes, porém com significados distintos.</p><p>Ex: cumprimento (saudação) X comprimento (extensão); tráfego (trânsito) X tráfico (comércio ilegal).</p><p>As palavras homônimas são aquelas que possuem a mesma grafia e pronúncia, porém têm significados diferentes. Ex: rio (verbo “rir”)</p><p>X rio (curso d’água); manga (blusa) X manga (fruta).</p><p>As palavras homófonas são aquelas que possuem a mesma pronúncia, mas com escrita e significado diferentes. Ex: cem (numeral) X</p><p>sem (falta); conserto (arrumar) X concerto (musical).</p><p>As palavras homógrafas são aquelas que possuem escrita igual, porém som e significado diferentes. Ex: colher (talher) X colher (ver-</p><p>bo); acerto (substantivo) X acerto (verbo).</p><p>Polissemia e monossemia</p><p>As palavras polissêmicas são aquelas que podem apresentar mais de um significado, a depender do contexto em que ocorre a frase.</p><p>Ex: cabeça (parte do corpo humano; líder de um grupo).</p><p>Já as palavras monossêmicas são aquelas apresentam apenas um significado. Ex: eneágono (polígono de nove ângulos).</p><p>Denotação e conotação</p><p>Palavras com sentido denotativo são aquelas que apresentam um sentido objetivo e literal. Ex: Está fazendo frio. / Pé da mulher.</p><p>Palavras com sentido conotativo são aquelas que apresentam um sentido simbólico, figurado. Ex: Você me olha com frieza. / Pé da</p><p>cadeira.</p><p>Hiperonímia e hiponímia</p><p>Esta classificação diz respeito às relações hierárquicas de significado entre as palavras.</p><p>Desse modo, um hiperônimo é a palavra superior, isto é, que tem um sentido mais abrangente. Ex: Fruta é hiperônimo de limão.</p><p>Já o hipônimo é a palavra que tem o sentido mais restrito, portanto, inferior, de modo que o hiperônimo engloba o hipônimo. Ex:</p><p>Limão é hipônimo de fruta.</p><p>Formas variantes</p><p>São as palavras que permitem mais de uma grafia correta, sem que ocorra mudança no significado. Ex: loiro – louro / enfarte – infarto</p><p>/ gatinhar – engatinhar.</p><p>Arcaísmo</p><p>São palavras antigas, que perderam o uso frequente ao longo do tempo, sendo substituídas por outras mais modernas, mas que ainda</p><p>podem ser utilizadas. No entanto, ainda podem ser bastante encontradas em livros antigos, principalmente. Ex: botica <—> farmácia /</p><p>franquia <—> sinceridade.</p><p>EMPREGAR ADEQUADAMENTE OS SINAIS DE ACENTUAÇÃO</p><p>A acentuação é uma das principais questões relacionadas à Ortografia Oficial, que merece um capítulo a parte. Os acentos utilizados</p><p>no português são: acento agudo (´); acento grave (`); acento circunflexo (^); cedilha (¸) e til (~).</p><p>Depois da reforma do Acordo Ortográfico, a trema foi excluída, de modo que ela só é utilizada na grafia de nomes e suas derivações</p><p>(ex: Müller, mülleriano).</p><p>Esses são sinais gráficos que servem para modificar o som de alguma letra, sendo importantes para marcar a sonoridade e a intensi-</p><p>dade das sílabas, e para diferenciar palavras que possuem a escrita semelhante.</p><p>A sílaba mais intensa da palavra é denominada sílaba tônica. A palavra pode ser classificada a partir da localização da sílaba tônica,</p><p>como mostrado abaixo:</p><p>• OXÍTONA: a última sílaba da palavra é a mais intensa. (Ex: café)</p><p>• PAROXÍTONA: a penúltima sílaba da palavra é a mais intensa. (Ex: automóvel)</p><p>• PROPAROXÍTONA: a antepenúltima sílaba da palavra é a mais intensa. (Ex: lâmpada)</p><p>As demais sílabas, pronunciadas de maneira mais sutil, são denominadas sílabas átonas.</p><p>Regras fundamentais</p><p>CLASSIFICAÇÃO REGRAS EXEMPLOS</p><p>OXÍTONAS</p><p>• terminadas em A, E, O, EM, seguidas ou não do</p><p>plural</p><p>• seguidas de -LO, -LA, -LOS, -LAS</p><p>cipó(s), pé(s), armazém</p><p>respeitá-la, compô-lo, comprometê-los</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>14</p><p>PAROXÍTONAS</p><p>• terminadas em I, IS, US, UM, UNS, L, N, X, PS, Ã,</p><p>ÃS, ÃO, ÃOS</p><p>• ditongo oral, crescente ou decrescente, seguido</p><p>ou não do plural</p><p>(OBS: Os ditongos “EI” e “OI” perderam o acento</p><p>com o Novo Acordo Ortográfico)</p><p>táxi, lápis, vírus, fórum, cadáver, tórax, bíceps, ímã,</p><p>órfão, órgãos, água, mágoa, pônei, ideia, geleia,</p><p>paranoico, heroico</p><p>PROPAROXÍTONAS • todas são acentuadas cólica, analítico, jurídico, hipérbole, último, álibi</p><p>Regras especiais</p><p>REGRA EXEMPLOS</p><p>Acentua-se quando “I” e “U” tônicos formarem hiato com a vogal anterior, acompanhados ou não de “S”,</p><p>desde que não sejam seguidos por “NH”</p><p>OBS: Não serão mais acentuados “I” e “U” tônicos formando hiato quando vierem depois de ditongo</p><p>saída, faísca, baú, país</p><p>feiura, Bocaiuva, Sauipe</p><p>Acentua-se a 3ª pessoa do plural do presente do indicativo dos verbos “TER” e “VIR” e seus compostos têm, obtêm, contêm, vêm</p><p>Não são acentuados hiatos “OO” e “EE” leem, voo, enjoo</p><p>Não são acentuadas palavras homógrafas</p><p>OBS: A forma verbal “PÔDE” é uma exceção pelo, pera, para</p><p>EMPREGAR ADEQUADAMENTE AS LETRAS MAIÚSCULAS E MINÚSCULAS. DOMINAR A ORTOGRAFIA DA LÍNGUA</p><p>A ortografia oficial diz respeito às regras gramaticais referentes à escrita correta das palavras. Para melhor entendê-las, é preciso ana-</p><p>lisar caso a caso. Lembre-se de que a melhor maneira de memorizar a ortografia correta de uma língua é por meio da leitura, que também</p><p>faz aumentar o vocabulário do leitor.</p><p>Neste capítulo serão abordadas regras para dúvidas frequentes entre os falantes do português. No entanto, é importante ressaltar que</p><p>existem inúmeras exceções para essas regras, portanto, fique atento!</p><p>Alfabeto</p><p>O primeiro passo para compreender a ortografia oficial é conhecer o alfabeto (os sinais gráficos e seus sons). No português, o alfabeto</p><p>se constitui 26 letras, divididas entre vogais (a, e, i, o, u) e consoantes (restante das letras).</p><p>Com o Novo Acordo Ortográfico, as consoantes K, W e Y foram reintroduzidas ao alfabeto oficial da língua portuguesa, de modo que</p><p>elas são usadas apenas em duas ocorrências: transcrição de nomes próprios e abreviaturas e símbolos de uso internacional.</p><p>Uso do “X”</p><p>Algumas dicas são relevantes para saber o momento de usar o X no lugar do CH:</p><p>• Depois das sílabas iniciais “me” e “en” (ex: mexerica; enxergar)</p><p>• Depois de ditongos (ex: caixa)</p><p>• Palavras de origem indígena ou africana (ex: abacaxi; orixá)</p><p>Uso do “S” ou “Z”</p><p>Algumas regras do uso do “S” com som de “Z” podem ser observadas:</p><p>• Depois de ditongos (ex: coisa)</p><p>• Em palavras derivadas cuja palavra primitiva já se usa o “S” (ex: casa > casinha)</p><p>• Nos sufixos “ês” e “esa”, ao indicarem nacionalidade, título ou origem. (ex: portuguesa)</p><p>• Nos sufixos formadores de adjetivos “ense”, “oso” e “osa” (ex: populoso)</p><p>Uso do “S”, “SS”, “Ç”</p><p>• “S” costuma aparecer entre uma vogal e uma consoante (ex: diversão)</p><p>• “SS” costuma aparecer entre duas vogais (ex: processo)</p><p>• “Ç” costuma aparecer em palavras estrangeiras que passaram pelo processo de aportuguesamento (ex: muçarela)</p><p>Os diferentes porquês</p><p>POR QUE Usado para fazer perguntas. Pode ser</p><p>substituído por “por qual</p><p>motivo”</p><p>PORQUE Usado em respostas e explicações. Pode ser</p><p>substituído por “pois”</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>15</p><p>POR QUÊ</p><p>O “que” é acentuado quando aparece como</p><p>a última palavra da frase, antes da pontuação</p><p>final (interrogação, exclamação, ponto final)</p><p>PORQUÊ</p><p>É um substantivo, portanto costuma vir</p><p>acompanhado de um artigo, numeral, adjetivo</p><p>ou pronome</p><p>Parônimos e homônimos</p><p>As palavras parônimas são aquelas que possuem grafia e pro-</p><p>núncia semelhantes, porém com significados distintos.</p><p>Ex: cumprimento (saudação) X comprimento (extensão); tráfe-</p><p>go (trânsito) X tráfico (comércio ilegal).</p><p>Já as palavras homônimas são aquelas que possuem a mesma</p><p>grafia e pronúncia, porém têm significados diferentes. Ex: rio (verbo</p><p>“rir”) X rio (curso d’água); manga (blusa) X manga (fruta).</p><p>EXERCÍCIOS</p><p>1. (FUNDEP – 2014) As tipologias textuais são constructos teó-</p><p>ricos inerentes aos gêneros, ou seja, lança-se mão dos tipos para a</p><p>produção dos gêneros diversos. Um professor, ao solicitar à turma a</p><p>escrita das “regras de um jogo”, espera que os estudantes utilizem,</p><p>predominantemente, a tipologia</p><p>(A) descritiva, devido à presença de adjetivos e verbos de</p><p>ligação.</p><p>(B) narrativa, devido à forte presença de verbos no passado.</p><p>(C) injuntiva, devido à presença dos verbos no imperativo.</p><p>(D) dissertativa, devido à presença das conjunções.</p><p>2. (ENEM 2010)</p><p>MOSTRE QUE SUA MEMÓRIA É MELHOR DO QUE A DE COM-</p><p>PUTADOR E GUARDE ESTA CONDIÇÃO: 12X SEM JUROS.</p><p>Revista Época. N° 424, 03 jul. 2006.</p><p>Ao circularem socialmente, os textos realizam-se como práticas</p><p>de linguagem, assumindo funções específicas, formais e de conteú-</p><p>do. Considerando o contexto em que circula o texto publicitário,</p><p>seu objetivo básico é</p><p>(A) definir regras de comportamento social pautadas no com-</p><p>bate ao consumismo exagerado.</p><p>(B) influenciar o comportamento do leitor, por meio de apelos</p><p>que visam à adesão ao consumo.</p><p>(C) defender a importância do conhecimento de informática</p><p>pela população de baixo poder aquisitivo.</p><p>(D) facilitar o uso de equipamentos de informática pelas clas-</p><p>ses sociais economicamente desfavorecidas.</p><p>(E) questionar o fato de o homem ser mais inteligente que a</p><p>máquina, mesmo a mais moderna.</p><p>3. (IBADE – 2020 adaptada)</p><p>https://www.dicio.com.br/partilhar/ acesso em fevereiro de 2020</p><p>O texto apresentado é um verbete. Assinale a alternativa que</p><p>representa sua definição</p><p>(A) é um tipo textual dissertativo-argumentativo, com o intuito</p><p>de persuadir o leitor.</p><p>(B) é um tipo e gênero textual de caráter descritivo para deta-</p><p>lhar em adjetivos e advérbios o que é necessário entender.</p><p>(C) é um gênero textual de viés narrativo para contar em cro-</p><p>nologia obrigatória o enredo por meio de personagens.</p><p>(D) é um gênero textual de caráter informativo, que tem por</p><p>intuito explicar um conceito, mais comumente em um dicioná-</p><p>rio ou enciclopédia.</p><p>(E) é um tipo textual expositivo, típico em redações escolares.</p><p>4. (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ – RJ) Preencha os parênteses</p><p>com os números correspondentes; em seguida, assinale a alternati-</p><p>va que indica a correspondência correta.</p><p>1. Narrar</p><p>2. Argumentar</p><p>3. Expor</p><p>4. Descrever</p><p>5. Prescrever</p><p>( ) Ato próprio de textos em que há a presença de conselhos</p><p>e indicações de como realizar ações, com emprego abundante de</p><p>verbos no modo imperativo.</p><p>( ) Ato próprio de textos em que há a apresentação de ideias</p><p>sobre determinado assunto, assim como explicações, avaliações e</p><p>reflexões. Faz-se uso de linguagem clara, objetiva e impessoal.</p><p>( ) Ato próprio de textos em que se conta um fato, fictício ou</p><p>não, acontecido num determinado espaço e tempo, envolvendo</p><p>personagens e ações. A temporalidade é fator importante nesse</p><p>tipo de texto.</p><p>( ) Ato próprio de textos em que retrata, de forma objetiva ou</p><p>subjetiva, um lugar, uma pessoa, um objeto etc., com abundância</p><p>do uso de adjetivos. Não há relação de temporalidade.</p><p>( ) Ato próprio de textos em que há posicionamentos e expo-</p><p>sição de ideias, cuja preocupação é a defesa de um ponto de vista.</p><p>Sua estrutura básica é: apresentação de ideia principal, argumentos</p><p>e conclusão.</p><p>(A) 3, 5, 1, 2, 4</p><p>(B) 5, 3, 1, 4, 2</p><p>(C) 4, 2, 3, 1, 5</p><p>(D) 5, 3, 4, 1, 2</p><p>(E) 2, 3, 1, 4, 5</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>16</p><p>5. (PUC – SP) O trecho abaixo foi extraído da obra Memórias Sentimentais de João Miramar, de Oswald de Andrade.</p><p>66. BOTAFOGO ETC.</p><p>“Beiramarávamos em auto pelo espelho de aluguel arborizado das avenidas marinhas sem sol. Losangos tênues de ouro bandeirana-</p><p>cionalizavam os verdes montes interiores. No outro lado azul da baía a Serra dos Órgãos serrava. Barcos. E o passado voltava na brisa de</p><p>baforadas gostosas. Rolah ia vinha derrapava em túneis.</p><p>Copacabana era um veludo arrepiado na luminosa noite varada pelas frestas da cidade.”</p><p>Didaticamente, costuma-se dizer que, em relação à sua organização, os textos podem ser compostos de descrição, narração e disser-</p><p>tação; no entanto, é difícil encontrar um trecho que seja só descritivo, apenas narrativo, somente dissertativo. Levando-se em conta tal</p><p>afirmação, selecione uma das alternativas abaixo para classificar o texto de Oswald de Andrade:</p><p>(A) Narrativo-descritivo, com predominância do descritivo.</p><p>(B) Dissertativo-descritivo, com predominância do dissertativo.</p><p>(C) Descritivo-narrativo, com predominância do narrativo.</p><p>(D) Descritivo-dissertativo, com predominância do dissertativo.</p><p>(E) Narrativo-dissertativo, com predominância do narrativo.</p><p>6. (ENEM - 2012) “Ele era o inimigo do rei”, nas palavras de seu biógrafo, Lira Neto. Ou, ainda, “um romancista que colecionava desa-</p><p>fetos, azucrinava D. Pedro II e acabou inventando o Brasil”. Assim era José de Alencar (1829-1877), o conhecido autor de O guarani e Ira-</p><p>cema, tido como o pai do romance no Brasil.</p><p>Além de criar clássicos da literatura brasileira com temas nativistas, indianistas e históricos, ele foi também folhetinista, diretor de</p><p>jornal, autor de peças de teatro, advogado, deputado federal e até ministro da Justiça. Para ajudar na descoberta das múltiplas facetas</p><p>desse personagem do século XIX, parte de seu acervo inédito será digitalizada.</p><p>História Viva, n.º 99, 2011.</p><p>Com base no texto, que trata do papel do escritor José de Alencar e da futura digitalização de sua obra, depreende-se que</p><p>(A) a digitalização dos textos é importante para que os leitores possam compreender seus romances.</p><p>(B) o conhecido autor de O guarani e Iracema foi importante porque deixou uma vasta obra literária com temática atemporal.</p><p>(C) a divulgação das obras de José de Alencar, por meio da digitalização, demonstra sua importância para a história do Brasil Impe-</p><p>rial.</p><p>(D) a digitalização dos textos de José de Alencar terá importante papel na preservação da memória linguística e da identidade nacio-</p><p>nal.</p><p>(E) o grande romancista José de Alencar é importante porque se destacou por sua temática indianista.</p><p>7. (FUVEST - 2013) A essência da teoria democrática é a supressão de qualquer imposição de classe, fundada no postulado ou na</p><p>crença de que os conflitos e problemas humanos – econômicos, políticos, ou sociais – são solucionáveis pela educação, isto é, pela coope-</p><p>ração voluntária, mobilizada pela opinião pública esclarecida. Está claro que essa opinião pública terá de ser formada à luz dos melhores</p><p>conhecimentos existentes e, assim, a pesquisa científica nos campos das ciências naturais e das chamadas ciências sociais deverá se fazer a</p><p>mais ampla, a mais vigorosa, a mais livre, e a difusão desses conhecimentos, a mais completa, a mais imparcial e em termos que os tornem</p><p>acessíveis a todos.</p><p>(Anísio Teixeira, Educação é um direito. Adaptado.)</p><p>No trecho “chamadas ciências sociais”, o emprego do termo “chamadas” indica que o autor</p><p>(A) vê, nas “ciências sociais”, uma panaceia, não uma análise crítica da sociedade.</p><p>(B) considera utópicos os objetivos dessas ciências.</p><p>(C) prefere a denominação “teoria social” à denominação “ciências sociais”.</p><p>(D) discorda dos pressupostos teóricos dessas ciências.</p><p>(E) utiliza com reserva a denominação “ciências sociais”.</p><p>8. (UERJ - 2016)</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>17</p><p>A última fala da tirinha causa um estranhamento, porque as-</p><p>sinala a ausência de um elemento fundamental para a instalação</p><p>de um tribunal: a existência de alguém que esteja sendo acusado.</p><p>Essa fala sugere o seguinte ponto de vista do autor em relação</p><p>aos usuários da internet:</p><p>(A) proferem vereditos fictícios sem que haja legitimidade do</p><p>processo.</p><p>(B) configuram julgamentos vazios, ainda que existam crimes</p><p>comprovados.</p><p>(C) emitem juízos sobre os outros, mas não se veem na posi-</p><p>ção de acusados.</p><p>(D) apressam-se em opiniões superficiais, mesmo que pos-</p><p>suam dados concretos.</p><p>9 - (UEA - 2017) Leia o trecho de Quincas Borba, de Machado</p><p>de Assis:</p><p>E enquanto uma chora, outra ri; é a lei do mundo, meu rico se-</p><p>nhor; é a perfeição universal. Tudo chorando seria monótono, tudo</p><p>rindo cansativo; mas uma boa distribuição de lágrimas e polcas1, so-</p><p>luços e sarabandas2, acaba por trazer à alma do mundo a variedade</p><p>necessária, e faz-se o equilíbrio da vida.</p><p>(Quincas Borba, 1992.)</p><p>1 polca: tipo de dança.</p><p>2 sarabandas: tipo de dança.</p><p>De acordo com o narrador,</p><p>(A) os erros do passado não afetam o presente.</p><p>(B) a existência é marcada por antagonismos.</p><p>(C) a sabedoria está em perseguir a felicidade.</p><p>(D) cada instante vivido deve ser festejado.</p><p>(E) os momentos felizes são mais raros que os tristes.</p><p>10 – (ENEM 2013)</p><p>Cartum de Caulos, disponível em www.caulos.com</p><p>O cartum faz uma crítica social. A figura destacada está em</p><p>oposição às outras e representa a</p><p>(A) opressão das minorias sociais.</p><p>(B) carência de recursos tecnológicos.</p><p>(C) falta de liberdade de expressão.</p><p>(D) defesa da qualificação profissional.</p><p>(E) reação ao controle do pensamento coletivo.</p><p>11. (INSTITUTO AOCP/2017 – EBSERH) Assinale a alternativa</p><p>em que todas as palavras estão adequadamente grafadas.</p><p>(A) Silhueta, entretenimento, autoestima.</p><p>(B) Rítimo, silueta, cérebro, entretenimento.</p><p>(C) Altoestima, entreterimento, memorização, silhueta.</p><p>(D) Célebro, ansiedade, auto-estima, ritmo.</p><p>(E) Memorização, anciedade, cérebro, ritmo.</p><p>12. (ALTERNATIVE CONCURSOS/2016 – CÂMARA DE BANDEI-</p><p>RANTES-SC) Algumas palavras são usadas no nosso cotidiano de</p><p>forma incorreta, ou seja, estão em desacordo com a norma culta</p><p>padrão. Todas as alternativas abaixo apresentam palavras escritas</p><p>erroneamente, exceto em:</p><p>(A) Na bandeija estavam as xícaras antigas da vovó.</p><p>(B) É um privilégio estar aqui hoje.</p><p>(C) Fiz a sombrancelha no salão novo da cidade.</p><p>(D) A criança estava com desinteria.</p><p>(E) O bebedoro da escola estava estragado.</p><p>13. (SEDUC/SP – 2018) Preencha as lacunas das frases abaixo</p><p>com “por que”, “porque”, “por quê” ou “porquê”. Depois, assinale a</p><p>alternativa que apresenta a ordem correta, de cima para baixo, de</p><p>classificação.</p><p>“____________ o céu é azul?”</p><p>“Meus pais chegaram atrasados, ____________ pegaram trân-</p><p>sito pelo caminho.”</p><p>“Gostaria muito de saber o ____________ de você ter faltado</p><p>ao nosso encontro.”</p><p>“A Alemanha é considerada uma das grandes potências mun-</p><p>diais. ____________?”</p><p>(A) Porque – porquê – por que – Por quê</p><p>(B) Porque – porquê – por que – Por quê</p><p>(C) Por que – porque – porquê – Por quê</p><p>(D) Porquê – porque – por quê – Por que</p><p>(E) Por que – porque – por quê – Porquê</p><p>14. (CEITEC – 2012) Os vocábulos Emergir e Imergir são parô-</p><p>nimos: empregar um pelo outro acarreta grave confusão no que</p><p>se quer expressar. Nas alternativas abaixo, só uma apresenta uma</p><p>frase em que se respeita o devido sentido dos vocábulos, selecio-</p><p>nando convenientemente o parônimo adequado à frase elaborada.</p><p>Assinale-a.</p><p>(A) A descoberta do plano de conquista era eminente.</p><p>(B) O infrator foi preso em flagrante.</p><p>(C) O candidato recebeu despensa das duas últimas provas.</p><p>(D) O metal delatou ao ser submetido à alta temperatura.</p><p>(E) Os culpados espiam suas culpas na prisão.</p><p>15. (FMU) Assinale a alternativa em que todas as palavras estão</p><p>grafadas corretamente.</p><p>(A) paralisar, pesquisar, ironizar, deslizar</p><p>(B) alteza, empreza, francesa, miudeza</p><p>(C) cuscus, chimpazé, encharcar, encher</p><p>(D) incenso, abcesso, obsessão, luxação</p><p>(E) chineza, marquês, garrucha, meretriz</p><p>16. (VUNESP/2017 – TJ-SP) Assinale a alternativa em que todas</p><p>as palavras estão corretamente grafadas, considerando-se as regras</p><p>de acentuação da língua padrão.</p><p>(A) Remígio era homem de carater, o que surpreendeu D.</p><p>Firmina, que aceitou o matrimônio de sua filha.</p><p>(B) O consôlo de Fadinha foi ver que Remígio queria desposa-</p><p>-la apesar de sua beleza ter ido embora depois da doença.</p><p>(C) Com a saúde de Fadinha comprometida, Remígio não con-</p><p>seguia se recompôr e viver tranquilo.</p><p>(D) Com o triúnfo do bem sobre o mal, Fadinha se recuperou,</p><p>Remígio resolveu pedí-la em casamento.</p><p>(E) Fadinha não tinha mágoa por não ser mais tão bela; agora,</p><p>interessava-lhe viver no paraíso com Remígio.</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>18</p><p>17. (PUC-RJ) Aponte a opção em que as duas palavras são acen-</p><p>tuadas devido à mesma regra:</p><p>(A) saí – dói</p><p>(B) relógio – própria</p><p>(C) só – sóis</p><p>(D) dá – custará</p><p>(E) até – pé</p><p>18. (UEPG ADAPTADA) Sobre a acentuação gráfica das palavras</p><p>agradável, automóvel e possível, assinale o que for correto.</p><p>(A) Em razão de a letra L no final das palavras transferir a</p><p>tonicidade para a última sílaba, é necessário que se marque</p><p>graficamente a sílaba tônica das paroxítonas terminadas em</p><p>L, se isso não fosse feito, poderiam ser lidas como palavras</p><p>oxítonas.</p><p>(B) São acentuadas porque são proparoxítonas terminadas em</p><p>L.</p><p>(C) São acentuadas porque são oxítonas terminadas em L.</p><p>(D) São acentuadas porque terminam em ditongo fonético –</p><p>eu.</p><p>(E) São acentuadas porque são paroxítonas terminadas em L.</p><p>19. (IFAL – 2016 ADAPTADA) Quanto à acentuação das palavras,</p><p>assinale a afirmação verdadeira.</p><p>(A) A palavra “tendem” deveria ser acentuada graficamente,</p><p>como “também” e “porém”.</p><p>(B) As palavras “saíra”, “destruída” e “aí” acentuam-se pela</p><p>mesma razão.</p><p>(C) O nome “Luiz” deveria ser acentuado graficamente, pela</p><p>mesma razão que a palavra “país”.</p><p>(D) Os vocábulos “é”, “já” e “só” recebem acento por constitu-</p><p>írem monossílabos tônicos fechados.</p><p>(E) Acentuam-se “simpática”, “centímetros”, “simbólica” por-</p><p>que todas as paroxítonas são acentuadas.</p><p>20. (MACKENZIE) Indique a alternativa em que nenhuma pala-</p><p>vra é acentuada graficamente:</p><p>(A) lapis, canoa, abacaxi, jovens</p><p>(B) ruim, sozinho, aquele, traiu</p><p>(C) saudade, onix, grau, orquídea</p><p>(D) voo, legua, assim, tênis</p><p>(E) flores, açucar, album, virus</p><p>21. (IFAL - 2011)</p><p>Parágrafo do Editorial “Nossas crianças, hoje”.</p><p>“Oportunamente serão divulgados os resultados de tão impor-</p><p>tante encontro, mas enquanto nordestinos e alagoanos sentimos</p><p>na pele e na alma a dor dos mais altos índices de sofrimento da</p><p>infância mais pobre. Nosso Estado e nossa região padece de índices</p><p>vergonhosos no tocante à mortalidade infantil, à educação básica e</p><p>tantos outros indicadores terríveis.” (Gazeta de Alagoas, seção Opi-</p><p>nião, 12.10.2010)</p><p>O primeiro período desse parágrafo está corretamente pontua-</p><p>do na alternativa:</p><p>(A) “Oportunamente, serão divulgados os resultados de tão</p><p>importante encontro, mas enquanto nordestinos e alagoanos,</p><p>sentimos na pele e na alma a dor dos mais altos índices de</p><p>sofrimento da infância mais pobre.”</p><p>(B) “Oportunamente serão divulgados os resultados de tão</p><p>importante encontro, mas enquanto nordestinos e alagoanos</p><p>sentimos, na pele e na alma, a dor dos mais altos índices de</p><p>sofrimento da infância mais pobre.”</p><p>(C) “Oportunamente, serão divulgados os resultados de tão</p><p>importante encontro, mas enquanto nordestinos e alagoanos,</p><p>sentimos na pele e na alma, a dor dos mais altos índices de</p><p>sofrimento da infância mais pobre.”</p><p>(D) “Oportunamente serão divulgados os resultados de tão</p><p>importante encontro, mas, enquanto nordestinos e alagoanos</p><p>sentimos, na pele e na alma a dor dos mais altos índices de</p><p>sofrimento, da infância mais pobre.”</p><p>(E) “Oportunamente, serão divulgados os resultados de tão</p><p>importante encontro, mas, enquanto nordestinos e alagoanos,</p><p>sentimos, na pele e na alma, a dor dos mais altos índices de</p><p>sofrimento da infância mais pobre.”</p><p>22. (F.E.</p><p>BAURU) Assinale a alternativa em que há erro de pon-</p><p>tuação:</p><p>(A) Era do conhecimento de todos a hora da prova, mas,</p><p>alguns se atrasaram.</p><p>(B) A hora da prova era do conhecimento de todos; alguns se</p><p>atrasaram, porém.</p><p>(C) Todos conhecem a hora da prova; não se atrasem, pois.</p><p>(D) Todos conhecem a hora da prova, portanto não se atra-</p><p>sem.</p><p>(E) N.D.A</p><p>23. (VUNESP – 2020) Assinale a alternativa correta quanto à</p><p>pontuação.</p><p>(A) Colaboradores da Universidade Federal do Paraná afirma-</p><p>ram: “Os cristais de urato podem provocar graves danos nas</p><p>articulações.”.</p><p>(B) A prescrição de remédios e a adesão, ao tratamento, por</p><p>parte dos pacientes são baixas.</p><p>(C) É uma inflamação, que desencadeia a crise de gota; diag-</p><p>nosticada a partir do reconhecimento de intensa dor, no local.</p><p>(D) A ausência de dor não pode ser motivo para a interrupção</p><p>do tratamento conforme o editorial diz: – (é preciso que o</p><p>doente confie em seu médico).</p><p>(E) A qualidade de vida, do paciente, diminui pois a dor no</p><p>local da inflamação é bastante intensa!</p><p>24. (ENEM – 2018)</p><p>Física com a boca</p><p>Por que nossa voz fica tremida ao falar na frente do ventilador?</p><p>Além de ventinho, o ventilador gera ondas sonoras. Quando</p><p>você não tem mais o que fazer e fica falando na frente dele, as on-</p><p>das da voz se propagam na direção contrária às do ventilador. Davi</p><p>Akkerman – presidente da Associação Brasileira para a Qualidade</p><p>Acústica – diz que isso causa o mismatch, nome bacana para o de-</p><p>sencontro entre as ondas. “O vento também contribui para a distor-</p><p>ção da voz, pelo fato de ser uma vibração que influencia no som”,</p><p>diz. Assim, o ruído do ventilador e a influência do vento na propaga-</p><p>ção das ondas contribuem para distorcer sua bela voz.</p><p>Disponível em: http://super.abril.com.br. Acesso em: 30 jul. 2012</p><p>(adaptado).</p><p>Sinais de pontuação são símbolos gráficos usados para organi-</p><p>zar a escrita e ajudar na compreensão da mensagem. No texto, o</p><p>sentido não é alterado em caso de substituição dos travessões por</p><p>(A) aspas, para colocar em destaque a informação seguinte</p><p>(B) vírgulas, para acrescentar uma caracterização de Davi</p><p>Akkerman.</p><p>(C) reticências, para deixar subetendida a formação do espe-</p><p>cialista.</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>19</p><p>(D) dois-pontos, para acrescentar uma informação introduzida anteriormente.</p><p>(E) ponto e vírgula, para enumerar informações fundamentais para o desenvolvimento temático.</p><p>25. (FCC – 2020)</p><p>A supressão da vírgula altera o sentido da seguinte frase:</p><p>(A) O segundo é o “capitalismo de Estado”, que confia ao governo a tarefa de estabelecer a direção da economia.</p><p>(B) milhões prosperaram, à medida que empresas abriam mercados.</p><p>(C) Por fim, executivos e investidores começaram a reconhecer que seu sucesso em longo prazo está intimamente ligado ao de seus clientes.</p><p>(D) De início, um novo indicador de “criação de valor compartilhado” deveria incluir metas ecológicas.</p><p>(E) Na verdade, esse deveria ser seu propósito definitivo.</p><p>26. (ENEM – 2014) Há qualquer coisa de especial nisso de botar a cara na janela em crônica de jornal ‒ eu não fazia isso há muitos</p><p>anos, enquanto me escondia em poesia e ficção. Crônica algumas vezes também é feita, intencionalmente, para provocar. Além do mais,</p><p>em certos dias mesmo o escritor mais escolado não está lá grande coisa. Tem os que mostram sua cara escrevendo para reclamar: moder-</p><p>na demais, antiquada demais.</p><p>Alguns discorrem sobre o assunto, e é gostoso compartilhar ideias. Há os textos que parecem passar despercebidos, outros rendem</p><p>um montão de recados: “Você escreveu exatamente o que eu sinto”, “Isso é exatamente o que falo com meus pacientes”, “É isso que digo</p><p>para meus pais”, “Comentei com minha namorada”. Os estímulos são valiosos pra quem nesses tempos andava meio assim: é como me</p><p>botarem no colo ‒ também eu preciso. Na verdade, nunca fui tão posta no colo por leitores como na janela do jornal. De modo que está</p><p>sendo ótima, essa brincadeira séria, com alguns textos que iam acabar neste livro, outros espalhados por aí. Porque eu levo a sério ser</p><p>sério… mesmo quando parece que estou brincando: essa é uma das maravilhas de escrever. Como escrevi há muitos anos e continua sendo</p><p>a minha verdade: palavras são meu jeito mais secreto de calar.</p><p>LUFT, L. Pensar é transgredir. Rio de janeiro: Record, 2004.</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>20</p><p>Os textos fazem uso constante de recurso que permitem a ar-</p><p>ticulação entre suas partes. Quanto à construção do fragmento, o</p><p>elemento</p><p>(A) “nisso” introduz o fragmento “botar a cara na janela em</p><p>crônica de jornal”.</p><p>(B) “assim” é uma paráfrase de “é como me botarem no colo”.</p><p>(C) “isso” remete a “escondia em poesia e ficção”.</p><p>(D) “alguns” antecipa a informação “É isso que digo para meus</p><p>pais”.</p><p>(E) “essa” recupera a informação anterior “janela do jornal”.</p><p>27. (FCC – 2007) O emprego do elemento sublinhado compro-</p><p>mete a coerência da frase:</p><p>(A) Cada época tem os adolescentes que merece, pois estes</p><p>são influenciados pelos valores socialmente dominantes.</p><p>(B) Os jovens perderam a capacidade de sonhar alto, por con-</p><p>seguinte alguns ainda resistem ao pragmatismo moderno.</p><p>(C) Nos tempos modernos, sonhar faz muita falta ao ado-</p><p>lescente, bem como alimentar a confiança em sua própria</p><p>capacidade criativa.</p><p>(D) A menos que se mudem alguns paradigmas culturais, as</p><p>gerações seguintes serão tão conformistas quanto a atual.</p><p>(E) Há quem fique desanimado com os jovens de hoje, por-</p><p>quanto parece faltar-lhes a capacidade de sonhar mais alto.</p><p>28. (UDESC – 2008) Identifique a ordem em que os períodos</p><p>devem aparecer, para que constituam um texto coeso e coerente.</p><p>(Texto de Marcelo Marthe: Tatuagem com bobagem. Veja, 05</p><p>mar. 2008, p. 86.)</p><p>I - Elas não são mais feitas em locais precários, e sim em gran-</p><p>des estúdios onde há cuidado com a higiene.</p><p>II - As técnicas se refinaram: há mais cores disponíveis, os pig-</p><p>mentos são de melhor qualidade e ferramentas como o laser tor-</p><p>naram bem mais simples apagar uma tatuagem que já não se quer</p><p>mais.</p><p>III - Vão longe, enfim, os tempos em que o conceito de tatua-</p><p>gem se resumia à velha âncora de marinheiro.</p><p>IV - Nos últimos dez ou quinze anos, fazer uma tatuagem dei-</p><p>xou de ser símbolo de rebeldia de um estilo de vida marginal.</p><p>Assinale a alternativa que contém a sequência correta, em que</p><p>os períodos devem aparecer.</p><p>(A) II, I, III, IV</p><p>(B) IV, II, III, I</p><p>(C) IV, I, II, III</p><p>(D) III, I, IV, II</p><p>(E) I, III, II, IV</p><p>29. (UFPR – 2010) Considere as seguintes sentenças.</p><p>1 - Ainda que os salários estejam cada vez mais defasados, o</p><p>aumento de preços diminui consideravelmente seu poder de com-</p><p>pras.</p><p>2 - O Governo resolveu não se comprometer com nenhuma das</p><p>facções formadas no congresso. Desse modo, todos ficarão à vonta-</p><p>de para negociar as possíveis saídas.</p><p>3 - Embora o Brasil possua muito solo fértil com vocação para o</p><p>plantio, isso conseguiu atenuar rapidamente o problema da fome.</p><p>4 - Choveu muito no inverno deste ano. Entretanto, novos pro-</p><p>jetos de irrigação foram necessários.</p><p>5 - As expressões grifadas NÃO estabelecem as relações de sig-</p><p>nificado adequadas, criando problemas de coerência, em:</p><p>(A) 2 apenas.</p><p>(B) 1 e 3 apenas.</p><p>(C) 1 e 4 apenas.</p><p>(D) 2, 3 e 4 apenas.</p><p>(E) 2 e 4 apenas.</p><p>30. (FMPA – MG)</p><p>Assinale o item em que a palavra destacada está incorretamen-</p><p>te aplicada:</p><p>(A) Trouxeram-me um ramalhete de flores fragrantes.</p><p>(B) A justiça infligiu pena merecida aos desordeiros.</p><p>(C) Promoveram uma festa beneficiente para a creche.</p><p>(D) Devemos ser fieis aos cumprimentos do dever.</p><p>(E) A cessão de terras compete ao Estado.</p><p>31. (UEPB – 2010)</p><p>Um debate sobre a diversidade na escola reuniu alguns, dos</p><p>maiores nomes da educação mundial na atualidade.</p><p>Carlos Alberto Torres</p><p>1O tema da diversidade tem a ver com o tema identidade. Por-</p><p>tanto, 2quando você discute diversidade, um tema que cabe muito</p><p>no 3pensamento pós-modernista, está discutindo o tema da 4diver-</p><p>sidade não só em ideias contrapostas, mas também em 5identida-</p><p>des que se mexem, que se juntam em uma só pessoa. E 6este é um</p><p>processo de aprendizagem. Uma segunda afirmação é 7que</p><p>a diver-</p><p>sidade está relacionada com a questão da educação 8e do poder. Se</p><p>a diversidade fosse a simples descrição 9demográfica da realidade e</p><p>a realidade fosse uma boa articulação 10dessa descrição demográ-</p><p>fica em termos de constante articulação 11democrática, você não</p><p>sentiria muito a presença do tema 12diversidade neste instante. Há</p><p>o termo diversidade porque há 13uma diversidade que implica o uso</p><p>e o abuso de poder, de uma 14perspectiva ética, religiosa, de raça,</p><p>de classe.</p><p>[…]</p><p>Rosa Maria Torres</p><p>15O tema da diversidade, como tantos outros, hoje em dia, abre</p><p>16muitas versões possíveis de projeto educativo e de projeto 17po-</p><p>lítico e social. É uma bandeira pela qual temos que reivindicar, 18e</p><p>pela qual temos reivindicado há muitos anos, a necessidade 19de</p><p>reconhecer que há distinções, grupos, valores distintos, e 20que a</p><p>escola deve adequar-se às necessidades de cada grupo. 21Porém, o</p><p>tema da diversidade também pode dar lugar a uma 22série de coisas</p><p>indesejadas.</p><p>[…]</p><p>Adaptado da Revista Pátio, Diversidade na educação: limites e possibi-</p><p>lidades. Ano V, nº 20, fev./abr. 2002, p. 29.</p><p>Do enunciado “O tema da diversidade tem a ver com o tema</p><p>identidade.” (ref. 1), pode-se inferir que</p><p>I – “Diversidade e identidade” fazem parte do mesmo campo</p><p>semântico, sendo a palavra “identidade” considerada um hiperôni-</p><p>mo, em relação à “diversidade”.</p><p>II – há uma relação de intercomplementariedade entre “diversi-</p><p>dade e identidade”, em função do efeito de sentido que se instaura</p><p>no paradigma argumentativo do enunciado.</p><p>III – a expressão “tem a ver” pode ser considerada de uso co-</p><p>loquial e indica nesse contexto um vínculo temático entre “diversi-</p><p>dade e identidade”.</p><p>Marque a alternativa abaixo que apresenta a(s) proposi-</p><p>ção(ões) verdadeira(s).</p><p>(A) I, apenas</p><p>(B) II e III</p><p>(C) III, apenas</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>21</p><p>(D) II, apenas</p><p>(E) I e II</p><p>32. (UNIFOR CE – 2006)</p><p>Dia desses, por alguns momentos, a cidade parou. As televi-</p><p>sões hipnotizaram os espectadores que assistiram, sem piscar, ao</p><p>resgate de uma mãe e de uma filha. Seu automóvel caíra em um rio.</p><p>Assisti ao evento em um local público. Ao acabar o noticiário, o si-</p><p>lêncio em volta do aparelho se desfez e as pessoas retomaram as suas</p><p>ocupações habituais. Os celulares recomeçaram a tocar. Perguntei-me:</p><p>indiferença? Se tomarmos a definição ao pé da letra, indiferença é si-</p><p>nônimo de desdém, de insensibilidade, de apatia e de negligência. Mas</p><p>podemos considerá-la também uma forma de ceticismo e desinteres-</p><p>se, um “estado físico que não apresenta nada de particular”; enfim,</p><p>explica o Aurélio, uma atitude de neutralidade.</p><p>Conclusão? Impassíveis diante da emoção, imperturbáveis</p><p>diante da paixão, imunes à angústia, vamos hoje burilando nossa</p><p>indiferença. Não nos indignamos mais! À distância de tudo, segui-</p><p>mos surdos ao barulho do mundo lá fora. Dos movimentos de mas-</p><p>sa “quentes” (lembram-se do “Diretas Já”?) onde nos fundíamos na</p><p>igualdade, passamos aos gestos frios, nos quais indiferença e dis-</p><p>tância são fenômenos inseparáveis. Neles, apesar de iguais, somos</p><p>estrangeiros ao destino de nossos semelhantes. […]</p><p>(Mary Del Priore. Histórias do cotidiano. São Paulo: Contexto, 2001.</p><p>p.68)</p><p>Dentre todos os sinônimos apresentados no texto para o vo-</p><p>cábulo indiferença, o que melhor se aplica a ele, considerando-se</p><p>o contexto, é</p><p>(A) ceticismo.</p><p>(B) desdém.</p><p>(C) apatia.</p><p>(D) desinteresse.</p><p>(E) negligência.</p><p>33. (CASAN – 2015) Observe as sentenças.</p><p>I. Com medo do escuro, a criança ascendeu a luz.</p><p>II. É melhor deixares a vida fluir num ritmo tranquilo.</p><p>III. O tráfico nas grandes cidades torna-se cada dia mais difícil</p><p>para os carros e os pedestres.</p><p>Assinale a alternativa correta quanto ao uso adequado de ho-</p><p>mônimos e parônimos.</p><p>(A) I e III.</p><p>(B) II e III.</p><p>(C) II apenas.</p><p>(D) Todas incorretas.</p><p>34. (UFMS – 2009)</p><p>Leia o artigo abaixo, intitulado “Uma questão de tempo”, de</p><p>Miguel Sanches Neto, extraído da Revista Nova Escola Online, em</p><p>30/09/08. Em seguida, responda.</p><p>“Demorei para aprender ortografia. E essa aprendizagem con-</p><p>tou com a ajuda dos editores de texto, no computador. Quando eu</p><p>cometia uma infração, pequena ou grande, o programa grifava em</p><p>vermelho meu deslize. Fui assim me obrigando a escrever minima-</p><p>mente do jeito correto.</p><p>Mas de meu tempo de escola trago uma grande descoberta,</p><p>a do monstro ortográfico. O nome dele era Qüeqüi Güegüi. Sim,</p><p>esse animal existiu de fato. A professora de Português nos disse que</p><p>devíamos usar trema nas sílabas qüe, qüi, güe e güi quando o u é</p><p>pronunciado. Fiquei com essa expressão tão sonora quanto enig-</p><p>mática na cabeça.</p><p>Quando meditava sobre algum problema terrível – pois na pré-</p><p>-adolescência sempre temos problemas terríveis –, eu tentava me</p><p>libertar da coisa repetindo em voz alta: “Qüeqüi Güegüi”. Se numa</p><p>prova de Matemática eu não conseguia me lembrar de uma fórmu-</p><p>la, lá vinham as palavras mágicas.</p><p>Um desses problemas terríveis, uma namorada, ouvindo minha</p><p>evocação, quis saber o que era esse tal de Qüeqüi Güegüi.</p><p>– Você nunca ouviu falar nele? – perguntei.</p><p>– Ainda não fomos apresentados – ela disse.</p><p>– É o abominável monstro ortográfico – fiz uma falsa voz de</p><p>terror.</p><p>– E ele faz o quê?</p><p>– Atrapalha a gente na hora de escrever.</p><p>Ela riu e se desinteressou do assunto. Provavelmente não sabia</p><p>usar trema nem se lembrava da regrinha.</p><p>Aos poucos, eu me habituei a colocar as letras e os sinais no</p><p>lugar certo. Como essa aprendizagem foi demorada, não sei se con-</p><p>seguirei escrever de outra forma – agora que teremos novas regras.</p><p>Por isso, peço desde já que perdoem meus futuros erros, que servi-</p><p>rão ao menos para determinar minha idade.</p><p>– Esse aí é do tempo do trema.”</p><p>Assinale a alternativa correta.</p><p>(A) As expressões “monstro ortográfico” e “abominável mons-</p><p>tro ortográfico” mantêm uma relação hiperonímica entre si.</p><p>(B) Em “– Atrapalha a gente na hora de escrever”, conforme</p><p>a norma culta do português, a palavra “gente” pode ser substi-</p><p>tuída por “nós”.</p><p>(C) A frase “Fui-me obrigando a escrever minimamente do</p><p>jeito correto”, o emprego do pronome oblíquo átono está</p><p>correto de acordo com a norma culta da língua portuguesa.</p><p>(D) De acordo com as explicações do autor, as palavras pregüi-</p><p>ça e tranqüilo não serão mais grafadas com o trema.</p><p>(E) A palavra “evocação” (3° parágrafo) pode ser substituída</p><p>no texto por “recordação”, mas haverá alteração de sentido.</p><p>GABARITO</p><p>1 C</p><p>2 B</p><p>3 D</p><p>4 B</p><p>5 A</p><p>6 D</p><p>7 E</p><p>8 C</p><p>9 B</p><p>10 E</p><p>11 A</p><p>12 B</p><p>13 C</p><p>14 B</p><p>15 A</p><p>16 E</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>22</p><p>17 B</p><p>18 E</p><p>19 B</p><p>20 B</p><p>21 E</p><p>22 A</p><p>23 A</p><p>24 B</p><p>25 A</p><p>26 A</p><p>27 A</p><p>28 C</p><p>29 B</p><p>30 C</p><p>31 B</p><p>32 D</p><p>33 C</p><p>34 C</p><p>EXERCÍCIOS COMENTADOS</p><p>1-) (TCE-RN – CARGO 1 - CESPE/2015 - adaptada)</p><p>Exercer a cidadania é muito mais que um direito, é um dever,</p><p>uma obrigação.</p><p>Você como cidadão é parte legítima para, de acordo com a lei,</p><p>informar ao Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte</p><p>(TCE/RN) os atos ilegítimos, ilegais e antieconômicos eventualmen-</p><p>te praticados pelos agentes públicos.</p><p>A garantia desse preceito advém da própria Constituição do</p><p>estado do Rio Grande do Norte, em seu artigo 55, § 3.º, que estabe-</p><p>lece que qualquer cidadão, partido político ou entidade organizada</p><p>da sociedade pode apresentar ao TCE/RN denúncia sobre irregula-</p><p>ridades ou ilegalidades praticadas no âmbito das administrações</p><p>estadual e municipal.</p><p>Exercício da cidadania. Internet: <www.tce.rn.gov.br> (com adapta-</p><p>ções).</p><p>Mantém-se a correção gramatical do texto se o trecho “infor-</p><p>mar ao Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE/</p><p>RN) os atos ilegítimos” for reescrito da seguinte forma: informar</p><p>ao Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE/RN)</p><p>sobre os atos ilegítimos.</p><p>( ) CERTO</p><p>( ) ERRADO</p><p>Quem informa, informa algo (os atos ilegítimos) a alguém (ao</p><p>Tribunal de Contas), portanto não há presença de preposição antes</p><p>do objeto direto (os atos).</p><p>RESPOSTA: ERRADO.</p><p>2-) (TCE-RN – CARGO 1 - CESPE/2015 - adaptada) A substitui-</p><p>ção da última vírgula do primeiro parágrafo do texto pela conjunção</p><p>e não</p><p>acarreta erro gramatical ao texto nem traz prejuízo à sua in-</p><p>terpretação original.</p><p>( ) CERTO</p><p>( ) ERRADO</p><p>Analisemos o trecho sugerido: Exercer a cidadania é muito</p><p>mais que um direito, é um dever, uma obrigação. Se acrescentarmos</p><p>a conjunção “e” teremos “é um dever e uma obrigação” = haveria</p><p>mudança no sentido, pois da maneira como foi escrito entende-se</p><p>que o termo “obrigação” foi enfatizado, por isso não se conectou ao</p><p>termo anterior.</p><p>RESPOSTA: ERRADO.</p><p>3-) (TCE-RN – CARGO 1 - CESPE/2015 - adaptada)</p><p>A Comissão de Acompanhamento e Fiscalização da Copa 2014</p><p>(CAFCOPA) constatou indícios de superfaturamento em contratos</p><p>relativos a consultorias técnicas para modelagem do projeto de</p><p>parceria público-privada usada para construir uma das arenas da</p><p>Copa 2014.</p><p>Após análise das faturas de um dos contratos, constatou-se que</p><p>os consultores apresentaram regime de trabalho incompatível com</p><p>a realidade. Sete dos 11 contratados alegadamente trabalharam</p><p>77,2 horas por dia no período entre 16 de setembro e sete de ou-</p><p>tubro de 2010. Os outros quatro supostamente trabalharam 38,6</p><p>horas por dia. Tendo em vista que um dia só tem 24 horas, identifi-</p><p>cou-se a ocorrência de superfaturamento no valor de R$ 2.383.248.</p><p>“É óbvio que tais volumes de horas trabalhadas jamais existiram.</p><p>Diante de tal situação, sabendo-se que o dia possui somente 24 ho-</p><p>ras, resta inconteste o superfaturamento praticado nesta primeira</p><p>fatura de serviços”, aponta o relatório da CAFCOPA.</p><p>Existem outros indícios fortes que apontam para essa irregu-</p><p>laridade, pois não há nos autos qualquer folha de ponto ou docu-</p><p>mento comprobatório da efetiva prestação dos serviços por parte</p><p>dos consultores.</p><p>Internet: <www.jornaldehoje.com.br> (com adaptações).</p><p>O termo “com a realidade” e a oração ‘que tais volumes de ho-</p><p>ras trabalhadas jamais existiram’ desempenham a função de com-</p><p>plemento dos adjetivos “incompatível” e ‘óbvio’, respectivamente.</p><p>( ) CERTO</p><p>( ) ERRADO</p><p>Voltemos ao texto: regime de trabalho incompatível com a rea-</p><p>lidade = complemento nominal de “incompatível” (afirmação do</p><p>enunciado correta); É óbvio que tais volumes de horas trabalhadas</p><p>jamais existiram = podemos substituir a oração destacada por “Isso</p><p>é óbvio”, o que nos indica que se trata de uma oração com função</p><p>substantiva - no caso, oração subordinada substantiva subjetiva –</p><p>função de sujeito da oração principal (É óbvio), ou seja, afirmação</p><p>do enunciado incorreta.</p><p>RESPOSTA: ERRADO.</p><p>4-) (TCE-RN – CARGO 1 - CESPE/2015 - adaptada) O uso dos</p><p>advérbios “alegadamente” e “supostamente” concorre para a argu-</p><p>mentação apresentada no texto de que houve irregularidades em</p><p>um dos contratos, especificamente no que se refere à descrição do</p><p>volume de horas trabalhadas pelos consultores.</p><p>( ) CERTO</p><p>( ) ERRADO</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>23</p><p>Sete dos 11 contratados alegadamente trabalharam 77,2 horas</p><p>por dia no período entre 16 de setembro e sete de outubro de 2010.</p><p>Os outros quatro supostamente trabalharam 38,6 horas por dia.</p><p>Sete funcionários alegaram ter trabalhado horas a mais e há a</p><p>suposição de que quatro também ultrapassaram o limite estabele-</p><p>cido.</p><p>RESPOSTA: CERTO.</p><p>5-) (CESPE – TCE-RN – CARGO 1/2015 - adaptada) A oração</p><p>“que os consultores apresentaram regime de trabalho incompatí-</p><p>vel com a realidade” funciona como complemento da forma verbal</p><p>“constatou-se”.</p><p>( ) CERTO</p><p>( ) ERRADO</p><p>- constatou-se que os consultores apresentaram regime de tra-</p><p>balho incompatível com a realidade</p><p>A oração destacada pode ser substituída pelo termo “isso” (Isso</p><p>foi constatado), o que nos indica ser uma oração substantiva = ela</p><p>funciona como sujeito da oração principal, portanto não a comple-</p><p>menta. Temos uma oração subordinada substantiva subjetiva.</p><p>RESPOSTA: ERRADO.</p><p>6-) (CESPE – TCE-RN – CARGO 1/2015 - adaptada) As formas</p><p>verbais “apresentaram”, “trabalharam” e “Existem” aparecem fle-</p><p>xionadas no plural pelo mesmo motivo: concordância com sujeito</p><p>composto plural.</p><p>( ) CERTO</p><p>( ) ERRADO</p><p>- os consultores apresentaram = verbo concorda com o sujeito</p><p>simples</p><p>- Sete dos 11 contratados alegadamente trabalharam = verbo</p><p>concorda com o sujeito simples</p><p>- Existem outros indícios fortes = verbo concorda com o sujeito</p><p>simples</p><p>Trata-se de sujeito simples, não composto (não há dois elemen-</p><p>tos em sua composição)</p><p>RESPOSTA: ERRADO.</p><p>7-) (ANAC – ANALISTA ADMINISTRATIVO - ESAF/2015 - adap-</p><p>tada) Em relação às estruturas linguísticas do texto, assinale a op-</p><p>ção correta.</p><p>Não vamos discorrer sobre a pré-história da aviação, sonho dos</p><p>antigos egípcios e gregos, que representavam alguns de seus deu-</p><p>ses por figuras aladas, nem sobre o vulto de estudiosos do proble-</p><p>ma, como Leonardo da Vinci, que no século XV construiu um modelo</p><p>de avião em forma de pássaro. Pode-se localizar o início da aviação</p><p>nas experiências de alguns pioneiros que, desde os últimos anos do</p><p>século XIX, tentaram o voo de aparelhos então denominados mais</p><p>pesados do que o ar, para diferenciá-los dos balões, cheios de gases,</p><p>mais leves do que o ar.</p><p>Ao contrário dos balões, que se sustentavam na atmosfera por</p><p>causa da menor densidade do gás em seu interior, os aviões preci-</p><p>savam de um meio mecânico de sustentação para que se elevassem</p><p>por seus próprios recursos. O brasileiro Santos Dumont foi o primei-</p><p>ro aeronauta que demonstrou a viabilidade do voo do mais pesado</p><p>do que o ar. O seu voo no “14-Bis” em Paris, em 23 de outubro de</p><p>1906, na presença de inúmeras testemunhas, constituiu um marco</p><p>na história da aviação, embora a primazia do voo em avião seja</p><p>disputada por vários países.</p><p><http://www.portalbrasil.net/aviacao_historia.htm>. Acesso em:</p><p>13/12/2015 (com adaptações).</p><p>A) O emprego de vírgula após “Vinci” justifica-se para isolar</p><p>oração subordinada de natureza restritiva.</p><p>B) Em “Pode-se” o pronome “se” indica a noção de condição.</p><p>C) A substituição de “então” por “naquela época” prejudica as</p><p>informações originais do texto.</p><p>D) Em “se sustentavam” e “se elevassem” o pronome “se” in-</p><p>dica voz reflexiva.</p><p>E) O núcleo do sujeito de “constituiu” é 14-Bis.</p><p>A = incorreta (oração de natureza explicativa)</p><p>B = incorreta (pronome apassivador)</p><p>C = incorreta</p><p>E = incorreta (voo)</p><p>RESPOSTA: D</p><p>8-) (ANAC – ANALISTA ADMINISTRATIVO - ESAF/2015) Assina-</p><p>le a opção correspondente a erro gramatical inserido no texto.</p><p>A Embraer S. A. atualmente é destaque (1) internacional e</p><p>passou a produzir aeronaves para rotas regionais e comerciais de</p><p>pequena e média densidades (2), bastante (3) utilizadas no Brasil,</p><p>Europa e Estados Unidos. Os modelos 190 e 195 ocupou (4) o espa-</p><p>ço que era do Boeing 737.300, 737.500, DC-9, MD-80/81/82/83 e</p><p>Fokker 100. A companhia brasileira é hoje a terceira maior indústria</p><p>aeronáutica do mundo, com filiais em vários países, inclusive na (5)</p><p>China.</p><p><http://www.portalbrasil.net/aviacao_historia.htm>. Acesso</p><p>em:13/12/2015. (com adaptações).</p><p>A) é destaque</p><p>B) densidades</p><p>C) bastante</p><p>D) ocupou</p><p>E) inclusive na</p><p>Os modelos 190 e 195 ocupou = os modelos ocuparam</p><p>RESPOSTA: D</p><p>9-) (ANAC – ANALISTA ADMINISTRATIVO- ESAF/2015) Assinale</p><p>a opção correta quanto à justificativa em relação ao emprego de</p><p>vírgulas.</p><p>O mercado de jatos executivos está em alta há alguns anos, e</p><p>os maiores mercados são Estados Unidos, Brasil, França, Canadá,</p><p>Alemanha, Inglaterra, Japão e México. Também nesse segmento a</p><p>Embraer é destaque, apesar de disputar ferozmente esse mercado</p><p>com outras indústrias poderosas, principalmente a canadense Bom-</p><p>bardier. A Embraer S.A. está desenvolvendo também uma aerona-</p><p>ve militar, batizada de KC-390, que substituirá os antigos Hércules</p><p>C-130, da Força Aérea Brasileira. Para essa aeronave a Embraer S.A.</p><p>já soma algumas centenas de pedidos e reservas.</p><p><http://www.portalbrasil.net/aviacao_historia.htm> Acesso em:</p><p>13/12/2015 (com adaptações).</p><p>As vírgulas no trecho “...os maiores mercados são Estados Uni-</p><p>dos, Brasil, França, Canadá, Alemanha, Inglaterra, Japão e México.”</p><p>separam</p><p>A) aposto explicativo que complementa oração principal.</p><p>B) palavras de natureza retificativa e explicativa.</p><p>C) oração subordinada adjetiva explicativa.</p><p>D) complemento verbal composto por objeto direto.</p><p>E) termos de mesma função sintática em uma enumeração.</p><p>RESPOSTA: E</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>24</p><p>10-) (ANAC – ANALISTA ADMINISTRATIVO - ESAF/2015) Assi-</p><p>nale a opção que apresenta substituição correta para a forma verbal</p><p>contribuiu.</p><p>No início da década de 60, trinta anos depois de sua funda-</p><p>ção, a Panair já era totalmente nacional. Era uma época de crise</p><p>na aviação comercial brasileira, pois todas as companhias apresen-</p><p>tavam problemas operacionais e crescentes dívidas para a moder-</p><p>nização geral do serviço que prestavam. Uma novidade contribuiu</p><p>para apertar ainda mais a situação financeira dessas empresas - a</p><p>inflação. Apesar disso, não foram esses problemas, comuns às con-</p><p>correntes, que causaram a extinção da Panair.</p><p><http://www.areliquia.com.br/Artigos%20Anteriores/58Panair.htm>.</p><p>Acesso em: 13/12/2015 (com adaptações).</p><p>A) contribuísse</p><p>B) contribua</p><p>C) contribuíra</p><p>D) contribuindo</p><p>E) contribuído</p><p>A substituição pode ser feita utilizando-se um verbo que in-</p><p>dique uma ação que acontecera há muito tempo (década de 60!),</p><p>portanto no pretérito mais-que-perfeito do Indicativo (contribuíra).</p><p>RESPOSTA: C</p><p>(ANAC – TÉCNICO EM REGULAMENTAÇÃO DE AVIAÇÃO CIVIL -</p><p>ESAF/2015 - adaptada) Leia o depoimento a seguir para responder</p><p>às questões</p><p>Há quase dois anos fui empossado técnico administrativo na</p><p>ANAC de São Paulo e estou muito satisfeito de trabalhar lá. Nesse</p><p>tempo já fui nomeado para outros dois cargos na administração</p><p>pública, porém preferi ficar onde estou por diversos motivos, pro-</p><p>fissionais e pessoais. Sinceramente, sou partidário do “não se mexe</p><p>em time que está ganhando”.</p><p>Trabalho na área administrativa junto com outros técnicos e</p><p>analistas, além de ser gestor substituto do setor de transportes da</p><p>ANAC/SP. Tenho de analisar documentação, preparar processos</p><p>solicitando pagamentos mensais para empresas por serviços pres-</p><p>tados, verificar se os termos do contrato estão sendo cumpridos,</p><p>resolver alguns “pepinos” que sempre aparecem ao longo do mês,</p><p>além, é claro, de efetuar trabalhos eventuais que surgem conforme</p><p>a demanda.</p><p><http://wordpress.concurseirosolitario.com.br/o-cotidianode-um-ser-</p><p>vidor-publico/> Acesso em: 17/12/2015> (comadaptações).</p><p>11-) Assinale a substituição proposta que causa erro de morfos-</p><p>sintaxe no texto. substituir:por:</p><p>A) HáA</p><p>B) Nesse tempoDurante esse tempo</p><p>C) junto juntamente</p><p>D) Tenho deTenho que</p><p>E) ao longo do mês no decorrer do mês</p><p>A única substituição que causaria erro é a de “há” por “a”, já</p><p>que, quando empregado com o sentido de tempo passado, deve ser</p><p>escrito com “h” (há).</p><p>RESPOSTA: A</p><p>12-) (ANAC – TÉCNICO EM REGULAMENTAÇÃO DE AVIAÇÃO</p><p>CIVIL - ESAF/2015 - adaptada) Assinale a opção em que a pontua-</p><p>ção permanece correta, apesar de ter sido modificada.</p><p>A) Há quase dois anos, fui empossado técnico administrativo</p><p>(...)</p><p>B) (...) na ANAC, de São Paulo e estou muito satisfeito de tra-</p><p>balhar lá.</p><p>C) (...) na administração pública, porém; preferi, ficar onde es-</p><p>tou (…)</p><p>D) Sinceramente sou partidário, do “não se mexe, em time que</p><p>está ganhando”.</p><p>E) Trabalho na área administrativa, junto com outros técnicos e</p><p>analistas, além de ser, gestor substituto (…)</p><p>Fiz as correções:</p><p>B) na ANAC de São Paulo e estou muito satisfeito de trabalhar</p><p>lá.</p><p>C) na administração pública, porém preferi ficar onde estou (…)</p><p>D) Sinceramente, sou partidário do “não se mexe em time que</p><p>está ganhando”.</p><p>E) Trabalho na área administrativa junto com outros técnicos e</p><p>analistas, além de ser gestor substituto (…)</p><p>RESPOSTA: A</p><p>(ANAC – TÉCNICO EM REGULAMENTAÇÃO DE AVIAÇÃO CIVIL</p><p>- ESAF/2015 - adaptada) Leia o texto a seguir para responder às</p><p>questões</p><p>Se você é um passageiro frequente, certamente já passou por</p><p>uma turbulência. A pior da minha vida foi no meio do nada, sobre-</p><p>voando o Atlântico, e durou uma boa hora. Já que estou aqui escre-</p><p>vendo esse artigo, sobrevivi.</p><p>A turbulência significa que o avião vai cair? Ok, sabemos que</p><p>não. Apesar de também sabermos que o avião é a forma mais se-</p><p>gura de viagem, não é tão fácil lembrar disso em meio a uma tur-</p><p>bulência. Então, não custa lembrar que, mesmo quando o ar está</p><p>“violento”, é impossível que ele «arremesse» o avião para o chão.</p><p><http://revistagalileu.globo.com/Tecnologia/noticia/2015/07/tur-</p><p>bulencia-dos-avioes-e-perigosa.html> Acesso em:15/12/2015(com</p><p>adaptações).</p><p>13-) Assinale a opção em que o primeiro período do texto foi</p><p>reescrito com correção gramatical.</p><p>A) Na hipótese de você for um passageiro frequente, já tinha</p><p>passado por uma turbulência, com certeza.</p><p>B) Certamente, já deverá ter passado por uma turbulência, se</p><p>você fosse um passageiro frequente.</p><p>C) Na certa, acaso você seja um passageiro frequente, já acon-</p><p>teceu de passar por uma turbulência.</p><p>D) Com certeza, se você foi um passageiro frequente, já tivesse</p><p>passado por uma turbulência.</p><p>E) Caso você seja um passageiro frequente, já deve, com certe-</p><p>za, ter passado por uma turbulência.</p><p>Correções:</p><p>A) Na hipótese de você for (SER) um passageiro frequente, já</p><p>tinha passado (PASSOU) por uma turbulência, com certeza.</p><p>B) Certamente, já deverá (DEVE) ter passado por uma turbulên-</p><p>cia, se você fosse (FOR) um passageiro frequente.</p><p>C) Na certa, acaso você seja um passageiro frequente, já acon-</p><p>teceu de passar (PASSOU) por uma turbulência.</p><p>D) Com certeza, se você foi (É) um passageiro frequente, já ti-</p><p>vesse passado (PASSOU) por uma turbulência.</p><p>E) Caso você seja um passageiro frequente, já deve, com certe-</p><p>za, ter passado por uma turbulência.</p><p>RESPOSTA: E</p><p>14-) (ANAC – TÉCNICO EM REGULAMENTAÇÃO DE AVIAÇÃO</p><p>CIVIL - ESAF/2015) A expressão sublinhada em “Já que estou escre-</p><p>vendo esse artigo, sobrevivi” tem sentido de</p><p>A) conformidade.</p><p>B) conclusão.</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>25</p><p>C) causa.</p><p>D) dedução.</p><p>E) condição.</p><p>Subordinadas Adverbiais - Indicam que a oração subordinada</p><p>exerce a função de adjunto adverbial da principal. De acordo com a</p><p>circunstância que expressam, classificam-se em:</p><p>- Causais: introduzem uma oração que é causa da ocorrência da</p><p>oração principal. As conjunções são: porque, que, como (= porque,</p><p>no início da frase), pois que, visto que, uma vez que, porquanto, já</p><p>que, desde que, etc.</p><p>RESPOSTA: C</p><p>15-) (ANAC – TÉCNICO EM REGULAMENTAÇÃO DE AVIAÇÃO</p><p>CIVIL - ESAF/2015 - adaptada) Sobre as vírgulas e as aspas empre-</p><p>gadas no texto é correto afirmar que</p><p>A) a primeira vírgula separa duas orações coordenadas.</p><p>B) a vírgula antes do “e” ocorre porque o verbo da oração “e</p><p>durou uma boa hora” é diferente do verbo da oração anterior.</p><p>C) a vírgula antes de “sobrevivi” marca a diferença entre os</p><p>tempos verbais de “estou escrevendo” e “sobrevivi”.</p><p>D) a vírgula que ocorre depois do “que” e a que ocorre depois</p><p>de “violento” estão isolando oração intercalada.</p><p>E) as aspas nas palavras “violento” e “arremesse” se justificam</p><p>porque tais palavras pertencem ao vocabulário técnico da aviação.</p><p>A = Se você é um passageiro frequente, certamente já passou</p><p>por uma turbulência – incorreta (subordinada adverbial condicio-</p><p>nal)</p><p>B = incorreta (vem depois de uma oração explicativa)</p><p>C = incorreta (separando oração principal da causal)</p><p>E = incorreta (empregadas em sentido figurado, facilitando a</p><p>compreensão da descrição)</p><p>RESPOSTA: D</p><p>16-) (ANAC – TÉCNICO EM REGULAMENTAÇÃO DE AVIAÇÃO</p><p>CIVIL - ESAF/2015) A frase sublinhada em “Apesar de também sa-</p><p>bermos que o avião é a forma mais segura de viagem, não é tão</p><p>fácil lembrar disso em meio a uma turbulência” mantém tanto seu</p><p>sentido original quanto sua correção gramatical na opção:</p><p>A) Embora também sabemos …</p><p>B) Dado também saibamos …</p><p>C) Pelo motivo o qual também sabemos …</p><p>D) Em virtude de também sabermos …</p><p>E) Conquanto saibamos …</p><p>Correções:</p><p>A) Embora também sabemos= saibamos</p><p>B) Dado também saibamos = sabermos</p><p>C) Pelo motivo o qual também sabemos = essa deixa o período</p><p>confuso...</p><p>D) Em virtude de também sabermos= sentido diferente do ori-</p><p>ginal…</p><p>E) Conquanto saibamos = conjunção que mantém o sentido</p><p>original (concessivas:</p><p>algarismos (nem todos nulos), repetindo-se periodicamente Decimais</p><p>Periódicos ou Dízimas Periódicas:</p><p>3</p><p>1</p><p>= 0,333...</p><p>Representação Fracionária</p><p>É a operação inversa da anterior. Aqui temos duas maneiras possíveis:</p><p>1) Transformando o número decimal em uma fração numerador é o número decimal sem a vírgula e o denominador é composto pelo</p><p>numeral 1, seguido de tantos zeros quantas forem as casas decimais do número decimal dado.</p><p>Ex.:</p><p>0,035 = 35/1000</p><p>2) Através da fração geratriz. Aí temos o caso das dízimas periódicas que podem ser simples ou compostas.</p><p>– Simples: o seu período é composto por um mesmo número ou conjunto de números que se repeti infinitamente.</p><p>Exemplos:</p><p>Procedimento: para transformarmos uma dízima periódica simples em fração basta utilizarmos o dígito 9 no denominador para cada</p><p>quantos dígitos tiver o período da dízima.</p><p>– Composta: quando a mesma apresenta um ante período que não se repete.</p><p>a)</p><p>Procedimento: para cada algarismo do período ainda se coloca um algarismo 9 no denominador. Mas, agora, para cada algarismo do</p><p>antiperíodo se coloca um algarismo zero, também no denominador.</p><p>MATEMÁTICA</p><p>4</p><p>b)</p><p>Procedimento: é o mesmo aplicado ao item “a”, acrescido na frente da parte inteira (fração mista), ao qual transformamos e obtemos</p><p>a fração geratriz.</p><p>Exemplo:</p><p>(PREF. NITERÓI) Simplificando a expressão abaixo</p><p>Obtém-se :</p><p>(A) ½</p><p>(B) 1</p><p>(C) 3/2</p><p>(D) 2</p><p>(E) 3</p><p>Resolução:</p><p>Resposta: B</p><p>Caraterísticas dos números racionais</p><p>O módulo e o número oposto são as mesmas dos números inteiros.</p><p>Inverso: dado um número racional a/b o inverso desse número (a/b)–n, é a fração onde o numerador vira denominador e o denomi-</p><p>nador numerador (b/a)n.</p><p>Representação geométrica</p><p>MATEMÁTICA</p><p>5</p><p>Observa-se que entre dois inteiros consecutivos existem infini-</p><p>tos números racionais.</p><p>Operações</p><p>• Soma ou adição: como todo número racional é uma fração</p><p>ou pode ser escrito na forma de uma fração, definimos a adição</p><p>entre os números racionais</p><p>b</p><p>a e</p><p>d</p><p>c , da mesma forma que a soma</p><p>de frações, através de:</p><p>• Subtração: a subtração de dois números racionais p e q é a</p><p>própria operação de adição do número p com o oposto de q, isto é:</p><p>p – q = p + (–q)</p><p>ATENÇÃO: Na adição/subtração se o denominador for igual,</p><p>conserva-se os denominadores e efetua-se a operação apresen-</p><p>tada.</p><p>Exemplo:</p><p>(PREF. JUNDIAI/SP – AGENTE DE SERVIÇOS OPERACIONAIS</p><p>– MAKIYAMA) Na escola onde estudo, ¼ dos alunos tem a língua</p><p>portuguesa como disciplina favorita, 9/20 têm a matemática como</p><p>favorita e os demais têm ciências como favorita. Sendo assim, qual</p><p>fração representa os alunos que têm ciências como disciplina favo-</p><p>rita?</p><p>(A) 1/4</p><p>(B) 3/10</p><p>(C) 2/9</p><p>(D) 4/5</p><p>(E) 3/2</p><p>Resolução:</p><p>Somando português e matemática:</p><p>O que resta gosta de ciências:</p><p>Resposta: B</p><p>• Multiplicação: como todo número racional é uma fração ou</p><p>pode ser escrito na forma de uma fração, definimos o produto de</p><p>dois números racionais</p><p>b</p><p>a e</p><p>d</p><p>c , da mesma forma que o produto de</p><p>frações, através de:</p><p>• Divisão: a divisão de dois números racionais p e q é a própria</p><p>operação de multiplicação do número p pelo inverso de q, isto é: p</p><p>÷ q = p × q-1</p><p>Exemplo:</p><p>(PM/SE – SOLDADO 3ªCLASSE – FUNCAB) Numa operação</p><p>policial de rotina, que abordou 800 pessoas, verificou-se que 3/4</p><p>dessas pessoas eram homens e 1/5 deles foram detidos. Já entre as</p><p>mulheres abordadas, 1/8 foram detidas.</p><p>Qual o total de pessoas detidas nessa operação policial?</p><p>(A) 145</p><p>(B) 185</p><p>(C) 220</p><p>(D) 260</p><p>(E) 120</p><p>Resolução:</p><p>Resposta: A</p><p>• Potenciação: é válido as propriedades aplicadas aos núme-</p><p>ros inteiros. Aqui destacaremos apenas as que se aplicam aos nú-</p><p>meros racionais.</p><p>A) Toda potência com expoente negativo de um número ra-</p><p>cional diferente de zero é igual a outra potência que tem a base</p><p>igual ao inverso da base anterior e o expoente igual ao oposto do</p><p>expoente anterior.</p><p>B) Toda potência com expoente ímpar tem o mesmo sinal da</p><p>base.</p><p>MATEMÁTICA</p><p>6</p><p>C) Toda potência com expoente par é um número positivo.</p><p>Expressões numéricas</p><p>São todas sentenças matemáticas formadas por números, suas</p><p>operações (adições, subtrações, multiplicações, divisões, potencia-</p><p>ções e radiciações) e também por símbolos chamados de sinais de</p><p>associação, que podem aparecer em uma única expressão.</p><p>Procedimentos</p><p>1) Operações:</p><p>- Resolvermos primeiros as potenciações e/ou radiciações na</p><p>ordem que aparecem;</p><p>- Depois as multiplicações e/ou divisões;</p><p>- Por último as adições e/ou subtrações na ordem que apare-</p><p>cem.</p><p>2) Símbolos:</p><p>- Primeiro, resolvemos os parênteses ( ), até acabarem os cál-</p><p>culos dentro dos parênteses,</p><p>-Depois os colchetes [ ];</p><p>- E por último as chaves { }.</p><p>ATENÇÃO:</p><p>– Quando o sinal de adição (+) anteceder um parêntese, col-</p><p>chetes ou chaves, deveremos eliminar o parêntese, o colchete ou</p><p>chaves, na ordem de resolução, reescrevendo os números internos</p><p>com os seus sinais originais.</p><p>– Quando o sinal de subtração (-) anteceder um parêntese, col-</p><p>chetes ou chaves, deveremos eliminar o parêntese, o colchete ou</p><p>chaves, na ordem de resolução, reescrevendo os números internos</p><p>com os seus sinais invertidos.</p><p>Exemplo:</p><p>(MANAUSPREV – ANALISTA PREVIDENCIÁRIO – ADMINISTRATI-</p><p>VA – FCC) Considere as expressões numéricas, abaixo.</p><p>A = 1/2 + 1/4+ 1/8 + 1/16 + 1/32 e</p><p>B = 1/3 + 1/9 + 1/27 + 1/81 + 1/243</p><p>O valor, aproximado, da soma entre A e B é</p><p>(A) 2</p><p>(B) 3</p><p>(C) 1</p><p>(D) 2,5</p><p>(E) 1,5</p><p>Resolução:</p><p>Vamos resolver cada expressão separadamente:</p><p>Resposta: E</p><p>Múltiplos</p><p>Dizemos que um número é múltiplo de outro quando o primei-</p><p>ro é resultado da multiplicação entre o segundo e algum número</p><p>natural e o segundo, nesse caso, é divisor do primeiro. O que sig-</p><p>nifica que existem dois números, x e y, tal que x é múltiplo de y se</p><p>existir algum número natural n tal que:</p><p>x = y·n</p><p>Se esse número existir, podemos dizer que y é um divisor de x e</p><p>podemos escrever: x = n/y</p><p>Observações:</p><p>1) Todo número natural é múltiplo de si mesmo.</p><p>2) Todo número natural é múltiplo de 1.</p><p>3) Todo número natural, diferente de zero, tem infinitos múltiplos.</p><p>4) O zero é múltiplo de qualquer número natural.</p><p>5) Os múltiplos do número 2 são chamados de números pares,</p><p>e a fórmula geral desses números é 2k (k ∈ N). Os demais são cha-</p><p>mados de números ímpares, e a fórmula geral desses números é 2k</p><p>+ 1 (k ∈ N).</p><p>6) O mesmo se aplica para os números inteiros, tendo k ∈ Z.</p><p>Critérios de divisibilidade</p><p>São regras práticas que nos possibilitam dizer se um número é ou</p><p>não divisível por outro, sem que seja necessário efetuarmos a divisão.</p><p>No quadro abaixo temos um resumo de alguns dos critérios:</p><p>(Fonte: https://www.guiadamatematica.com.br/criterios-de-divisibili-</p><p>dade/ - reeditado)</p><p>MATEMÁTICA</p><p>7</p><p>Vale ressaltar a divisibilidade por 7: Um número é divisível por 7 quando o último algarismo do número, multiplicado por 2, subtraí-</p><p>do do número sem o algarismo, resulta em um número múltiplo de 7. Neste, o processo será repetido a fim de diminuir a quantidade de</p><p>algarismos a serem analisados quanto à divisibilidade por 7.</p><p>Outros critérios</p><p>Divisibilidade por 12: Um número é divisível por 12 quando é divisível por 3 e por 4 ao mesmo tempo.</p><p>Divisibilidade por 15: Um número é divisível por 15 quando é divisível por 3 e por 5 ao mesmo tempo.</p><p>Fatoração numérica</p><p>Trata-se de decompor o número em fatores primos. Para decompormos este número natural em fatores primos, dividimos o mesmo</p><p>pelo seu menor divisor primo, após pegamos o quociente e dividimos o pelo seu menor divisor, e assim sucessivamente até obtermos o</p><p>quociente 1. O produto de todos os fatores primos representa o número fatorado. Exemplo:</p><p>Divisores</p><p>Os divisores de um número n, é o conjunto formado por todos os números que o dividem exatamente. Tomemos como exemplo o</p><p>número 12.</p><p>Um método para descobrimos os divisores é através da fatoração numérica. O número de divisores naturais é igual ao produto dos</p><p>expoentes dos fatores primos acrescidos de 1.</p><p>Logo o número de divisores de 12 são:</p><p>Para sabermos quais são esses 6 divisores basta pegarmos cada fator da decomposição</p><p>introduzem uma oração que expressa ideia</p><p>contrária à da principal, sem, no entanto, impedir sua realização.</p><p>São elas: embora, ainda que, apesar de que, se bem que, mesmo</p><p>que, por mais que, posto que, conquanto, etc.)</p><p>RESPOSTA: E</p><p>17-) (ANAC – TÉCNICO EM REGULAMENTAÇÃO DE AVIAÇÃO</p><p>CIVIL - ESAF/2015 - adaptada) Em relação às regras de acentuação,</p><p>assinale a opção correta.</p><p>Por que é preciso passar pelo equipamento de raios X?</p><p>São normas internacionais de segurança. É proibido portar ob-</p><p>jetos cortantes ou perfurantes. Se você se esqueceu de despachá-</p><p>-los, esses itens terão de ser descartados no momento da inspeção.</p><p>Como devo proceder na hora de passar pelo equipamento de-</p><p>tector de metais?</p><p>A inspeção dos passageiros por detector de metais é obriga-</p><p>tória. O passageiro que, por motivo justificado, não puder ser ins-</p><p>pecionado por meio de equipamento detector de metal deverá sub-</p><p>meter-se à busca pessoal. As mulheres grávidas podem solicitar a</p><p>inspeção por meio de detector manual de metais ou por meio de</p><p>busca pessoal.</p><p><http://www.infraero.gov.br/images/stories/guia/2014/</p><p>guiapassageiro2014_portugues.pdf> Acesso em: 4/1/2016 (com</p><p>adaptações).</p><p>A) Acentua-se o verbo “é”, quando átono, para diferenciá-lo da</p><p>conjunção “e”.</p><p>B) “Você” é palavra acentuada por ser paroxítona terminada na</p><p>vogal “e” fechada.</p><p>C) “Despachá-los” se acentua pelo mesmo motivo de “deverá”.</p><p>D) Ocorre acento grave em “à busca pessoal” em razão do em-</p><p>prego de locução com substantivo no feminino.</p><p>E) O acento agudo em “grávidas” se deve por se tratar de pala-</p><p>vra paroxítona terminada em ditongo.</p><p>Comentários:</p><p>A) Acentua-se o verbo “é”, quando átono, para diferenciá-lo da</p><p>conjunção “e” = não é acento diferencial</p><p>B) “Você” é palavra acentuada por ser paroxítona terminada na</p><p>vogal “e” fechada = acentua-se por ser oxítona terminada em “e”</p><p>C) “Despachá-los” se acentua pelo mesmo motivo de “deve-</p><p>rá” = correta (oxítona terminada em “a”). Lembre-se de que, em</p><p>verbos com pronome oblíquo, este é desconsiderado ao analisar a</p><p>acentuação</p><p>D) Ocorre acento grave em “à busca pessoal” em razão do em-</p><p>prego de locução com substantivo no feminino = o acento grave se</p><p>deve à regência do verbo “submeter” que pede preposição (sub-</p><p>meter-se a)</p><p>E) O acento agudo em “grávidas” se deve por se tratar de pala-</p><p>vra paroxítona terminada em ditongo = acentua-se por ser propa-</p><p>roxítona</p><p>RESPOSTA: C</p><p>18-) (SABESP/SP – AGENTE DE SANEAMENTO AMBIENTAL</p><p>01 – FCC/2014 - adaptada)</p><p>... a navegação rio abaixo entre os séculos XVIII e XIX, começava</p><p>em Araritaguaba...</p><p>O verbo conjugado nos mesmos tempo e modo em que se en-</p><p>contra o grifado acima está em:</p><p>(A) ... o Tietê é um regato.</p><p>(B) ... ou perto delas moram 30 milhões de pessoas...</p><p>(C) O desenvolvimento econômico e demográfico custou caro</p><p>ao rio.</p><p>(D) O rio Tietê nasce acima dos mil metros de altitude...</p><p>(E) ... e traziam ouro.</p><p>“Começava” = pretérito imperfeito do Indicativo</p><p>(A) ... o Tietê é um regato. = presente do Indicativo</p><p>(B) ... ou perto delas moram 30 milhões de pessoas... = presen-</p><p>te do Indicativo</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>26</p><p>(C) O desenvolvimento econômico e demográfico custou caro</p><p>ao rio.= pretérito perfeito do Indicativo</p><p>(D) O rio Tietê nasce acima dos mil metros de altitude... = pre-</p><p>sente do Indicativo</p><p>(E) ... e traziam ouro. = pretérito imperfeito do Indicativo</p><p>RESPOSTA: “E”</p><p>19-) (TÉCNICO EM REGULAMENTAÇÃO DE AVIAÇÃO CIVIL -</p><p>ESAF/2015) Assinale o trecho sem problemas de ortografia.</p><p>A) No caso de sentir-se prejudicado ou de ter seus direitos des-</p><p>respeitados, o passageiro de avião deve dirijir-se primeiro à empre-</p><p>sa aérea contratada, para reinvindicar seus direitos como consumi-</p><p>dor.</p><p>B) É possível, também, registrar reclamação contra a empresa</p><p>aérea na ANAC, que analizará o fato.</p><p>C) Se a ANAC constatar descomprimento de normas da aviação</p><p>civil, poderá aplicar sanção administrativa à empresa.</p><p>D) No entanto, a ANAC não é parte na relação de consumo fir-</p><p>mada entre o passageiro e a empresa aérea, razão pela qual não é</p><p>possível buscar indenização na Agência.</p><p>E) Para exijir indenização por danos morais e/ou materiais, con-</p><p>sulte os órgãos de defesa do consumidor, e averigúe antecipada-</p><p>mente se está de posse dos comprovantes necessários.</p><p>Trechos adaptados de <http://www.infraero.gov.br/images/</p><p>stories/guia/2014/guiapassageiro2014_portugues.pdf> Acesso</p><p>em:17/12/2015.</p><p>Por itens:</p><p>A) No caso de sentir-se prejudicado ou de ter seus direitos des-</p><p>respeitados, o passageiro de avião deve dirijir-se (DIRIGIR-SE) pri-</p><p>meiro à empresa aérea contratada, para reinvindicar (REIVINDICAR)</p><p>seus direitos como consumidor.</p><p>B) É possível, também, registrar reclamação contra a empresa</p><p>aérea na ANAC, que analizará (ANALISARÁ) o fato.</p><p>C) Se a ANAC constatar descomprimento (DESCUMPRIMENTO)</p><p>de normas da aviação civil, poderá aplicar sanção administrativa à</p><p>empresa.</p><p>D) No entanto, a ANAC não é parte na relação de consumo fir-</p><p>mada entre o passageiro e a empresa aérea, razão pela qual não é</p><p>possível buscar indenização na Agência.</p><p>E) Para exijir (EXIGIR) indenização por danos morais e/ou ma-</p><p>teriais, consulte os órgãos de defesa do consumidor, e averigúe</p><p>(AVERIGUE) antecipadamente se está de posse dos comprovantes</p><p>necessários.</p><p>RESPOSTA: D</p><p>20-) (PREFEITURA DE NOVA FRIBURGO-RJ – SECRETÁRIO ES-</p><p>COLAR - EXATUS/2015 ) Assinale a alternativa em que a palavra é</p><p>acentuada pela mesma razão que “cerimônia”:</p><p>A) tendência – crônica.</p><p>B) descartáveis – uísque.</p><p>C) búzios – vestuário.</p><p>D) ótimo – cipó.</p><p>Cerimônia = paroxítona terminada em ditongo</p><p>A) tendência = paroxítona terminada em ditongo / crônica =</p><p>proparoxítona</p><p>B) descartáveis = paroxítona terminada em ditongo / uísque =</p><p>regra do hiato</p><p>C) búzios = paroxítona terminada em ditongo / vestuário = pa-</p><p>roxítona terminada em ditongo</p><p>D) ótimo = proparoxítona / cipó = oxítona terminada em “o”</p><p>RESPOSTA: C</p><p>21-) (PREFEITURA DE NOVA FRIBURGO-RJ – SECRETÁRIO ES-</p><p>COLAR - EXATUS/2015 ) Os termos destacados abaixo estão corre-</p><p>tamente analisados quanto à função sintática em:</p><p>I - “O cidadão é livre” – predicativo do sujeito.</p><p>II - “A gente tem um ressaca” – objeto direto.</p><p>III - O Boldo resolve – predicado verbal.</p><p>A) Apenas I e II.</p><p>B) Apenas I e III.</p><p>C) Apenas II e III.</p><p>D) I, II e III.</p><p>I - “O cidadão é livre” – predicativo do sujeito = correta</p><p>II - “A gente tem um ressaca” – objeto direto = correta</p><p>III - O Boldo resolve – predicado verbal = correta</p><p>RESPOSTA: D</p><p>22-) (JUCEPAR-PR – ADMINISTRADOR - FAU/2016)</p><p>A essência da infância</p><p>Como a convivência íntima com os filhos é capaz de transfor-</p><p>mar a relação das crianças consigo mesmas e com o mundo</p><p>Crianças permanentemente distraídas com o celular ou o ta-</p><p>blet. Agenda cheia de tarefas e aulas depois da escola. Pais que não</p><p>conseguem impor limites e falar “não”. Os momentos de lazer que</p><p>ficaram restritos ao shopping Center, em vez de descobertas ao ar</p><p>livre. Quais as implicações desse conjunto de hábitos e comporta-</p><p>mentos para nossos filhos? Para o pediatra Daniel Becker, esses têm</p><p>sido verdadeiros pecados cometidos à infância, que prejudicarão as</p><p>crianças até a vida adulta. Pioneiro da Pediatria Integral, prática</p><p>que amplia o olhar e o cuidado para promover o desenvolvimento</p><p>pleno e o bem-estar da criança e da família, Daniel defende que</p><p>devemos estar próximos dos pequenos – esse, sim, é o melhor pre-</p><p>sente a ser oferecido. E que desenvolver intimidade com as crianças,</p><p>além de um tempo reservado ao lazer com elas, faz a diferença.</p><p>Para o bem-estar delas e para toda a família.</p><p>(Revista Vida Simples. Dezembro de 2015).</p><p>O tema central do texto a essência da infância refere-se:</p><p>(A) Às tecnologias disponíveis.</p><p>(B) À importância do convívio familiar.</p><p>(C) Às preocupações do pediatra Daniel Becker.</p><p>(D) À importância de impor limites.</p><p>(E) Ao exagerado consumo.</p><p>Fica clara a intenção do autor: mostrar a importância do con-</p><p>vívio familiar (E que desenvolver intimidade com as crianças, além</p><p>de um tempo reservado ao lazer com elas, faz a diferença. Para o</p><p>bem-estar delas e para toda a família).</p><p>RESPOSTA: B</p><p>23-) (JUCEPAR-PR – ADMINISTRADOR - FAU/2016) No excerto:</p><p>“... esses têm sido verdadeiros pecados cometidos à infância...”. O</p><p>pronome em destaque refere-se a:</p><p>(A) Celular e tablet.</p><p>(B) Agenda.</p><p>(C) Aulas depois da escola.</p><p>(D) Visitas ao shopping Center.</p><p>(E) Conjunto de hábitos.</p><p>Voltemos ao texto: “Quais as implicações desse conjunto de há-</p><p>bitos e comportamentos para nossos filhos? Para o pediatra Daniel</p><p>Becker, esses têm sido (..)”</p><p>RESPOSTA: E</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>27</p><p>24-) (JUCEPAR-PR – ADMINISTRADOR - FAU/2016) No frag-</p><p>mento: “... além de um tempo reservado ao lazer com elas...”. A pa-</p><p>lavra destacada expressa ideia de:</p><p>(A) Ressalva.</p><p>(B) Conclusão.</p><p>(C) Adição.</p><p>(D) Advertência.</p><p>(E) Explicação.</p><p>Dá-nos a ideia de adição.</p><p>RESPOSTA: C</p><p>25-) (JUCEPAR-PR – ADMINISTRADOR - FAU/2016) No período:</p><p>“Para o pediatra Daniel Becker, esses têm sido verdadeiros pecados</p><p>cometidos à infância, que prejudicarão as crianças até a vida adul-</p><p>ta”. O verbo destacado está respectivamente no modo e tempo do:</p><p>(A) Indicativo – presente.</p><p>(B) Subjuntivo – pretérito.</p><p>(C) Subjuntivo – futuro.</p><p>(D) Indicativo – futuro.</p><p>(E) Indicativo – pretérito.</p><p>Quando o verbo termina em “ão”: indica uma ação que aconte-</p><p>cerá – futuro do presente do Indicativo.</p><p>RESPOSTA: D</p><p>26-) (JUCEPAR-PR – ADMINISTRADOR - FAU/2016) Na frase: Se</p><p>não chover hoje à tarde faremos um belíssimo passeio. Há indicação</p><p>de:</p><p>(A) Comparação.</p><p>(B) Condição.</p><p>(C) Tempo.</p><p>(D) Concessão.</p><p>(E) Finalidade.</p><p>O trecho apresenta uma condição para que façamos um belís-</p><p>simo passeio: não chover.</p><p>RESPOSTA: B</p><p>27-) (SABESP/SP – AGENTE DE SANEAMENTO AMBIENTAL 01</p><p>– FCC/2014) Até o século passado, as margens e várzeas do Tietê</p><p>...... pela população, ...... das enchentes e do risco de doenças que</p><p>...... depois delas.</p><p>Os espaços da frase acima estarão corretamente preenchidos,</p><p>na ordem dada, por:</p><p>(A) eram evitadas − temerosa − apareciam</p><p>(B) era evitadas − temerosa − aparecia</p><p>(C) era evitado − temerosas − apareciam</p><p>(D) era evitada − temeroso − aparecia</p><p>(E) eram evitadas − temeroso – aparecia</p><p>Destaquei os termos que se relacionam:</p><p>Até o século passado, as margens e várzeas do Tietê eram evi-</p><p>tadas pela população, temerosa das enchentes e do risco de DOEN-</p><p>ÇAS que APARECIAM depois delas.</p><p>Eram evitadas/temerosa/apareciam.</p><p>RESPOSTA: A</p><p>28-) (JUCEPAR-PR – ADMINISTRADOR - FAU/2016) Na frase:</p><p>“O livro que estou lendo é muito interessante”. A palavra destacada</p><p>é um:</p><p>(A) Artigo.</p><p>(B) Substantivo.</p><p>(C) Adjetivo.</p><p>(D) Verbo.</p><p>(E) Pronome.</p><p>Quando conseguimos substituir o “que” por “o qual” temos um</p><p>caso de pronome relativo – como na questão.</p><p>RESPOSTA: E</p><p>29-) (JUCEPAR-PR – ADMINISTRADOR - FAU/2016 - adaptada)</p><p>No período: “ANS reforça campanha contra o mosquito transmissor</p><p>da dengue e zika”. O verbo em destaque apresenta-se:</p><p>(A) Na voz passiva.</p><p>(B) Na voz ativa.</p><p>(C) Na voz reflexiva.</p><p>(D) Na voz passiva analítica.</p><p>(E) Na voz passiva sintética.</p><p>Temos sujeito (ANS) praticando a ação (reforça), portanto voz</p><p>ativa.</p><p>RESPOSTA: B</p><p>30-) (JUCEPAR-PR – ADMINISTRADOR - FAU/2016) Na frase:</p><p>Ao terminar a prova, todos os candidatos deverão aguardar a verifi-</p><p>cação dos aplicadores. A oração destacada faz referência a</p><p>(A) Condição.</p><p>(B) Finalidade.</p><p>(C) Tempo.</p><p>(D) Comparação.</p><p>(E) Conformidade.</p><p>A frase nos dá a ideia do momento (tempo) em que deveremos</p><p>aguardar a verificação por parte dos aplicadores.</p><p>RESPOSTA: C</p><p>31-) (DPE-RR – ASSISTENTE ADMINISTRATIVO - FCC/2015)</p><p>Mas não vou pegá-lo − o poema já foi reescrito várias vezes em</p><p>outros poemas; e o meu boi no asfalto ainda me enche de luz, trans-</p><p>formado em minha própria estrela.</p><p>Atribuindo-se caráter hipotético ao trecho acima, os verbos</p><p>sublinhados devem assumir a seguinte forma:</p><p>(A) iria − iria ser − teria enchido</p><p>(B) ia − tinha sido − encheria</p><p>(C) viria − iria ser − encheria</p><p>(D) iria − teria sido − encheria</p><p>(E) viria − teria sido − teria enchido</p><p>O modo verbal que trabalha com hipótese é o Subjuntivo. Fa-</p><p>çamos as transformações: Mas não iria pegá--lo − o poema já teria</p><p>sido reescrito várias vezes em outros poemas; e o meu boi no asfalto</p><p>ainda me encheria de luz, transformado em minha própria estrela.</p><p>RESPOSTA: D</p><p>32-) (METRÔ/SP – TÉCNICO SISTEMAS METROVIÁRIOS CIVIL –</p><p>FCC/2014 - adaptada)</p><p>...’sertanejo’ indicava indistintamente as músicas produzidas no</p><p>interior do país...</p><p>Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal</p><p>resultante será:</p><p>(A) vinham indicadas.</p><p>(B) era indicado.</p><p>(C) eram indicadas.</p><p>(D) tinha indicado.</p><p>(E) foi indicada.</p><p>‘sertanejo’ indicava indistintamente as músicas produzidas no</p><p>interior do país.</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>28</p><p>As músicas produzidas no país eram indicadas pelo sertanejo,</p><p>indistintamente.</p><p>RESPOSTA: C</p><p>33-) (DPE-RR – ASSISTENTE ADMINISTRATIVO - FCC/2015) As</p><p>normas de concordância estão respeitadas em:</p><p>(A) Deflagrada em 1789 com a queda da Bastilha – prisão pari-</p><p>siense onde se confinava criminosos e dissidentes políticos − a Re-</p><p>volução Francesa levou milhares de condenados à guilhotina.</p><p>(B) A maré das inovações democráticas na Europa e nos Esta-</p><p>dos Unidos chegariam com algum atraso ao Brasil, mas com efeito</p><p>igualmente devastador.</p><p>(C) As ideias revolucionárias do século 18, apesar do isolamen-</p><p>to do país, viajava na bagagem da pequena elite brasileira que tive-</p><p>ra oportunidade de estudar em Portugal.</p><p>(D) No final do século 18, haviam mudanças profundas na tecnolo-</p><p>gia, com a invenção das máquinas a vapor protagonizadas pelos ingleses.</p><p>(E) Em 1776, ano da Independência dos Estados Unidos, havia</p><p>nove universidades no país, incluindo a prestigiada Harvard, e che-</p><p>gava a três milhões de exemplares por ano a circulação de jornais.</p><p>Correções:</p><p>(A) Deflagrada em 1789 com a queda da Bastilha – prisão pari-</p><p>siense onde se confinava (CONFINAVAM) criminosos e dissidentes</p><p>políticos − a Revolução Francesa levou milhares de condenados à</p><p>guilhotina.</p><p>(B) A maré das inovações democráticas na Europa e nos Esta-</p><p>dos Unidos chegariam (CHEGARIA) com algum atraso ao Brasil, mas</p><p>com efeito igualmente devastador.</p><p>(C) As ideias revolucionárias do século 18, apesar do isolamen-</p><p>to do país, viajava (VIAJAVMA) na bagagem da pequena elite brasi-</p><p>leira que tivera oportunidade de estudar em Portugal.</p><p>(D) No final do século 18, haviam (HAVIA) mudanças profundas</p><p>na tecnologia, com a invenção das máquinas a vapor protagoniza-</p><p>das pelos ingleses.</p><p>(E) Em 1776, ano da Independência dos Estados Unidos, havia</p><p>nove universidades no país, incluindo a prestigiada Harvard, e che-</p><p>gava a três milhões de exemplares por ano a circulação de jornais.</p><p>RESPOSTA: E</p><p>34-) (DPE-RR – ASSISTENTE ADMINISTRATIVO - FCC/2015 -</p><p>adaptada) Considere o texto abaixo para responder à questão.</p><p>O pesquisador e médico sanitarista Luiz Hildebrando Pereira da</p><p>Silva tornou-se professor titular de parasitologia em 1997, assumin-</p><p>do a direção dos programas de pesquisa em Rondônia − numa das</p><p>frentes avançadas da USP na Amazônia −, que reduziram o percen-</p><p>tual de registros de malária em Rondônia de 40% para 7% do total</p><p>de casos da doença na região amazônica em uma década.</p><p>(Adaptado de: revistapesquisa.fapesp.br/2014/10/09/o-cientista- das-</p><p>-doencas-tropicais)</p><p>... que reduziram o percentual de registros de malária em Rondônia...</p><p>O elemento que justifica a flexão do verbo acima é:</p><p>(A) casos da doença.</p><p>(B) frentes avançadas da USP na Amazônia.</p><p>(C) registros de malária.</p><p>(D) programas de pesquisa em Rondônia.</p><p>(E) investigações sobre a malária em Rondônia.</p><p>Recorramos ao texto: “assumindo a direção dos programas de</p><p>pesquisa em Rondônia − numa das frentes avançadas da USP na</p><p>Amazônia −, que reduziram o percentual”. O termo entre “traços”</p><p>é um aposto, uma informação a mais. O verbo se relaciona com o</p><p>termo anteriormente citado (programas).</p><p>RESPOSTA: D</p><p>35-) (DPE-RR – ASSISTENTE ADMINISTRATIVO - FCC/2015 -</p><p>adaptada) Considere o texto abaixo para responder à questão.</p><p>Sobre a vinda ao Brasil, Luiz Hildebrando Pereira da Silva afir-</p><p>mou: “Quando me aposentei na França, considerando-me ainda vá-</p><p>lido, hesitei antes</p><p>de tomar a decisão de me reintegrar às atividades</p><p>de pesquisa na Amazônia. Acabei decidindo. (...) Eu me ...... um ve-</p><p>lho ranzinza se ....... ficado na França plantando rosas”.</p><p>(Adaptado de: cremesp.org.br)</p><p>Considerado o contexto, preenchem corretamente as lacunas</p><p>da frase acima, na ordem dada:</p><p>(A) tornarei − tinha</p><p>(B) tornara − tivesse</p><p>(C) tornarei − tiver</p><p>(D) tornaria − tivesse</p><p>(E) tornasse – tivera</p><p>Pelo contexto, é possível identificar que se trata de uma hipó-</p><p>tese (se tivesse ficado na França, ele se tornaria um velho ranzinza).</p><p>RESPOSTA: D</p><p>36-) (TRF 3ªREGIÃO – TÉCNICO JUDICIÁRIO - EDIFICAÇÕES -</p><p>FCC/2016 - adaptada) O acréscimo de uma vírgula após o termo</p><p>sublinhado não altera o sentido nem a correção do trecho:</p><p>(A) A ideia de cidade inteligente sempre aparece relacionada à</p><p>abertura de bases de dados por parte dos órgãos públicos.</p><p>(B) Há experiências importantes em cidades brasileiras tam-</p><p>bém.</p><p>(C) ... uma parte prioriza a transparência como meio de pres-</p><p>tação de contas e responsabilidade política frente à sociedade civil,</p><p>como a ideia de governo aberto...</p><p>(D) ...outra parte prioriza a participação popular através da in-</p><p>teratividade, bem como a cooperação técnica para o reuso de da-</p><p>dos abertos por entidades e empresas.</p><p>(E) Contudo, existem estudos que apontam que bastariam me-</p><p>ros quatro pontos de dados para identificar os movimentos de uma</p><p>pessoa na cidade.</p><p>Vejamos:</p><p>(A) A ideia de cidade inteligente sempre aparece, relacionada</p><p>à abertura de bases de dados por parte dos órgãos públicos. = in-</p><p>correta</p><p>(B) Há experiências importantes em cidades brasileiras,tam-</p><p>bém. = correta</p><p>(C) ... uma parte,prioriza a transparência como meio de pres-</p><p>tação de contas e responsabilidade política frente à sociedade civil,</p><p>como a ideia de governo aberto... = incorreta</p><p>(D) ...outra parte prioriza a participação popular através da in-</p><p>teratividade, bem como a cooperação técnica para o reuso de da-</p><p>dos, abertos por entidades e empresas. = incorreta</p><p>(E) Contudo, existem estudos, que apontam que bastariam me-</p><p>ros quatro pontos de dados para identificar os movimentos de uma</p><p>pessoa na cidade. = incorreta</p><p>RESPOSTA: B</p><p>37-) (TRF 3ªREGIÃO – TÉCNICO JUDICIÁRIO - EDIFICAÇÕES -</p><p>FCC/2016) A alternativa em que a expressão sublinhada pode ser</p><p>substituída pelo que se apresenta entre colchetes, respeitando-se a</p><p>concordância, e sem quaisquer outras alterações no enunciado, é:</p><p>(A) A maioria das tecnologias necessárias para as cidades inte-</p><p>ligentes já são viáveis economicamente em todo o mundo... [viável]</p><p>(B) A ideia de cidade inteligente sempre aparece relacionada</p><p>à abertura de bases de dados por parte dos órgãos públicos. [rela-</p><p>cionado]</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>29</p><p>(C) Em nome da eficiência administrativa, podem-se armaze-</p><p>nar, por exemplo, enormes massas de dados de mobilidade urba-</p><p>na... [são possíveis]</p><p>(D) ...desde bases de dados de saúde e educação públicas, por</p><p>exemplo, até os dados pessoais... [pública]</p><p>(E) Contudo, existem estudos que apontam que bastariam me-</p><p>ros quatro pontos de dados... [bastaria]</p><p>Analisando:</p><p>(A) A maioria das tecnologias necessárias para as cidades inteli-</p><p>gentes já são viáveis economicamente em todo o mundo... [viável]=</p><p>já é viável</p><p>(B) A ideia de cidade inteligente sempre aparece relacionada à</p><p>abertura de bases de dados por parte dos órgãos públicos. [relacio-</p><p>nado] = teríamos que alterar a palavra “ideia” por um substantivo</p><p>masculino</p><p>(C) Em nome da eficiência administrativa, podem-se armaze-</p><p>nar, por exemplo, enormes massas de dados de mobilidade urba-</p><p>na... [são possíveis] = são possíveis armazenamentos (inclusão des-</p><p>se termo)</p><p>(D) ...desde bases de dados de saúde e educação públicas, por</p><p>exemplo, até os dados pessoais... [pública]= ok</p><p>(E) Contudo, existem estudos que apontam que bastariam me-</p><p>ros quatro pontos de dados... [bastaria] = bastaria um ponto</p><p>RESPOSTA: D</p><p>38-) (TRF 3ªREGIÃO – TÉCNICO JUDICIÁRIO - EDIFICAÇÕES -</p><p>FCC/2016) A frase cuja redação está inteiramente correta é:</p><p>(A) Obtido pela identificação por radiofrequência, os dados das</p><p>placas de veículos são passíveis em oferecer informações valiosas</p><p>acerca dos motoristas.</p><p>(B) Na cidade inteligente, a automatização da gestão de setores</p><p>urbanos são facilitadores de serviços imprecindíveis, como saúde,</p><p>educação e segurança.</p><p>(C) Londres e Barcelona estão entre as cidades que mais des-</p><p>taca-se em termos de inteligência, com avançados centros de ope-</p><p>ração de dados.</p><p>(D) São necessários viabilizar projetos de cidades inteligentes,</p><p>amparados em políticas públicas que salvaguardam os dados aber-</p><p>tos dos cidadãos.</p><p>(E) O aprimoramento de técnicas de informatização de dados</p><p>permitiu que surgisse um novo conceito de cidade, concebido como</p><p>espaço de fluxos.</p><p>Analisando:</p><p>(A) Obtido (OBTIDOS) pela identificação por radiofrequência,</p><p>os dados das placas de veículos são passíveis em (DE) oferecer in-</p><p>formações valiosas acerca dos motoristas.</p><p>(B) Na cidade inteligente, a automatização da gestão de setores</p><p>urbanos são facilitadores (É FACILITADORA) de serviços imprescin-</p><p>díveis (IMPRESCINDÍVEIS), como saúde, educação e segurança.</p><p>(C) Londres e Barcelona estão entre as cidades que mais des-</p><p>taca-se (SE DESTACAM) em termos de inteligência, com avançados</p><p>centros de operação de dados.</p><p>(D) São necessários (É NECESSÁRIO) viabilizar projetos de ci-</p><p>dades inteligentes, amparados em políticas públicas que salvaguar-</p><p>dam os dados abertos dos cidadãos.</p><p>(E) O aprimoramento de técnicas de informatização de dados</p><p>permitiu que surgisse um novo conceito de cidade, concebido como</p><p>espaço de fluxos.</p><p>RESPOSTA: E</p><p>39-) (TRF 3ªREGIÃO – TÉCNICO JUDICIÁRIO - EDIFICAÇÕES</p><p>- FCC/2016) Foram dois segundos de desespero durante os quais</p><p>contemplei o distrato do livro, a infâmia pública, o alcoolismo e a</p><p>mendicância...</p><p>Transpondo-se para a voz passiva o verbo sublinhado, a forma</p><p>resultante será:</p><p>(A) contemplavam-se.</p><p>(B) foram contemplados.</p><p>(C) contemplam-se.</p><p>(D) eram contemplados.</p><p>(E) tinham sido contemplados.</p><p>O distrato do livro, a infâmia pública, o alcoolismo e a mendi-</p><p>cância foram contemplados por mim.</p><p>RESPOSTA: B</p><p>40-) (TRF 3ªREGIÃO – TÉCNICO JUDICIÁRIO - EDIFICAÇÕES -</p><p>FCC/2016) O sinal indicativo de crase está empregado corretamen-</p><p>te em:</p><p>(A) Não era uma felicidade eufórica, semelhava-se mais à uma</p><p>brisa de contentamento.</p><p>(B) O vinho certamente me induziu àquela súbita vontade de</p><p>abraçar uma árvore gigante.</p><p>(C) Antes do fim da manhã, dediquei-me à escrever tudo o que</p><p>me propusera para o dia.</p><p>(D) A paineira sobreviverá a todas às 18 milhões de pessoas</p><p>que hoje vivem em São Paulo.</p><p>(E) Acho importante esclarecer que não sou afeito à essa tradi-</p><p>ção de se abraçar árvore.</p><p>Por item:</p><p>(A) Não era uma felicidade eufórica, semelhava-se mais à (A)</p><p>uma brisa de contentamento. = antes de artigo indefinido</p><p>(B) O vinho certamente me induziu àquela súbita vontade de</p><p>abraçar uma árvore gigante.</p><p>(C) Antes do fim da manhã, dediquei-me à (A) escrever tudo o</p><p>que me propusera para o dia. = antes de verbo no infinitivo</p><p>(D) A paineira sobreviverá a todas às (AS) 18 milhões de pes-</p><p>soas que hoje vivem em São Paulo. = função de artigo</p><p>(E) Acho importante esclarecer que não sou afeito à (A) essa</p><p>tradição de se abraçar árvore. = antes de pronome demonstrativo</p><p>RESPOSTA: B</p><p>41-) (CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO – TÉCNICO AD-</p><p>MINISTRATIVO – FCC/2014)</p><p>... muita gente se surpreenderia ao descobrir que Adoniran era</p><p>também cantor-compositor.</p><p>O verbo que possui o mesmo tipo de complemento que o des-</p><p>tacado acima está empregado em:</p><p>(A) E Adoniran estava tão estabelecido como ator...</p><p>(B) Primeiro surgiu o cantor-compositor...</p><p>(C) Sim, hoje em dia esse título parece pleonástico...</p><p>(D) Adoniran Barbosa era tão talentoso e versátil...</p><p>(E) ... a Revista do Rádio noticiava uma grande revolução...</p><p>Descobrir = exige objeto direto</p><p>(A) E Adoniran estava = verbo de ligação</p><p>(B) Primeiro surgiu o cantor-compositor. = intransitivo</p><p>(C) Sim, hoje em dia esse título parece pleonástico = verbo de</p><p>ligação</p><p>(D) Adoniran Barbosa</p><p>era tão talentoso e versátil = verbo de</p><p>ligação</p><p>(E) ... a Revista do Rádio noticiava = exige objeto direto</p><p>RESPOSTA: E</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>30</p><p>42-) (TRT 23ª REGIÃO-MT – ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JU-</p><p>DICIÁRIA - FCC/2016 - adaptada)</p><p>Atribuindo-se sentido hipotético para o segmento E é curioso</p><p>que nunca tenha sabido ao certo de onde eles vinham..., os verbos</p><p>devem assumir as seguintes formas:</p><p>(A) teria sido − soubesse − viriam</p><p>(B) será − saiba − virão</p><p>(C) era − tivesse sabido − viriam</p><p>(D) fora − tivera sabido − vieram</p><p>(E) seria − tivesse sabido – viriam</p><p>Hipótese é com o modo subjuntivo: E seria curioso que nunca</p><p>tivesse sabido ao certo de onde eles viriam...</p><p>RESPOSTA: E</p><p>43-) (TRT 23ª REGIÃO-MT – ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JU-</p><p>DICIÁRIA - FCC/2016 - adaptada)</p><p>Mas a grandeza das manhãs se media pela quantidade de mu-</p><p>lungus...</p><p>Na frase acima, alterando-se de voz passiva sintética para ana-</p><p>lítica, a forma verbal resultante é:</p><p>(A) tinha sido medida</p><p>(B) tinham sido medidos</p><p>(C) era medida</p><p>(D) eram medidas</p><p>(E) seria medida</p><p>A grandeza da manhã era medida pela quantidade de mulun-</p><p>gus (na analítica basta retirar o pronome apassivador e fazer as al-</p><p>terações adequadas).</p><p>RESPOSTA: C</p><p>44-) (PREFEITURA DE CUIABÁ-MT – VIGILANTE - FGV/2015)</p><p>“15 segundos de novela bastam para me matar de tédio.” A expres-</p><p>são “me matar de tédio” expressa</p><p>(A) uma comparação.</p><p>(B) uma ironia.</p><p>(C) um exagero.</p><p>(D) uma brincadeira.</p><p>(E) uma ameaça.</p><p>Hipérbole = exagero</p><p>RESPOSTA: C</p><p>45-) (PREFEITURA DE CUIABÁ-MT – VIGILANTE - FGV/2015)</p><p>Dizer que “a vida é um mar de rosas” é uma comparação que é</p><p>denominada, em termos de linguagem figurada, de</p><p>(A) metáfora.</p><p>(B) pleonasmo.</p><p>(C) metonímia.</p><p>(D) hipérbole.</p><p>(E) eufemismo.</p><p>Metáfora - consiste em utilizar uma palavra ou uma expressão</p><p>em lugar de outra, sem que haja uma relação real, mas em virtude</p><p>da circunstância de que o nosso espírito as associa e percebe entre</p><p>elas certas semelhanças. É o emprego da palavra fora de seu sen-</p><p>tido normal.</p><p>RESPOSTA: A</p><p>46-) (PREFEITURA DE CUIABÁ-MT – VIGILANTE - FGV/2015)</p><p>“Bobagem imaginar que a vida é um mar de rosas só por causa de</p><p>um enredo açucarado.”</p><p>Um “enredo açucarado” significa um enredo</p><p>(A) engraçado.</p><p>(B) crítico.</p><p>(C) psicológico.</p><p>(D) aventureiro.</p><p>(E) sentimental.</p><p>Questão de interpretação dentro de um contexto. Açucarado</p><p>geralmente se refere a um texto doce, sentimental.</p><p>RESPOSTA: E</p><p>47-) (PREFEITURA DE CUIABÁ-MT – VIGILANTE - FGV/2015)</p><p>Assinale a opção cujo par não é formado por substantivo + adjetivo.</p><p>(A) Enredo açucarado.</p><p>(B) Dias atuais.</p><p>(C) Produto cultural.</p><p>(D) Tremendo preconceito.</p><p>(E) Telenovela brasileira.</p><p>Analisemos:</p><p>(A) Enredo açucarado. = substantivo + adjetivo</p><p>(B) Dias atuais. = substantivo + adjetivo</p><p>(C) Produto cultural. = substantivo + adjetivo</p><p>(D) Tremendo preconceito. Adjetivo + substantivo (no contex-</p><p>to, “tremendo” tem sentido de adjetivo – grande; pode-se classifi-</p><p>car como verbo + substantivo, mas o enunciado cita “par”, portanto</p><p>a classificação deve considerar tal formação)</p><p>(E) Telenovela brasileira. = substantivo + adjetivo</p><p>RESPOSTA: D</p><p>48-) (TJ-PI – ANALISTA JUDICIAL – ESCRIVÃO - FGV/2015) “Seja</p><p>você a mudança no trânsito”; a forma de reescrever-se essa mesma</p><p>frase que mostra uma incorreção da forma verbal no imperativo é:</p><p>(A) sê tu a mudança no trânsito;</p><p>(B) sejamos nós a mudança no trânsito;</p><p>(C) sejam vocês a mudança no trânsito;</p><p>(D) seja ele a mudança no trânsito;</p><p>(E) sejai vós a mudança no trânsito.</p><p>Correções:</p><p>(A) sê tu a mudança no trânsito - OK</p><p>(B) sejamos nós a mudança no trânsito - OK</p><p>(C) sejam vocês a mudança no trânsito - OK</p><p>(D) seja ele a mudança no trânsito - OK</p><p>(E) sejai vós a mudança no trânsito – SEDE VÓS</p><p>RESPOSTA: E</p><p>49-) (TJ-PI – ANALISTA JUDICIAL – ESCRIVÃO - FGV/2015 -</p><p>adaptada)</p><p>“Vivemos numa sociedade que tem o hábito de responsabilizar</p><p>o Estado, autoridades e governos pelas mazelas do país. Em muitos</p><p>casos são críticas absolutamente procedentes, mas, quando o tema</p><p>é segurança no trânsito, não nos podemos esquecer que quem faz o</p><p>trânsito são seres humanos, ou seja, somos nós”.</p><p>O desvio de norma culta presente nesse segmento é:</p><p>(A) “Vivemos numa sociedade que tem o hábito”: deveria inse-</p><p>rir a preposição “em” antes do “que”;</p><p>(B) “críticas absolutamente procedentes”: o adjetivo “proce-</p><p>dentes” deveria ser substituído por “precedentes”;</p><p>(C) “Vivemos numa sociedade”: a forma verbal “Vivemos” de-</p><p>veria ser substituída por “vive-se”;</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>31</p><p>(D) “não nos podemos esquecer que quem faz o trânsito”: de-</p><p>veria inserir-se a preposição “de” antes do “que”;</p><p>(E) “quem faz o trânsito são seres humanos, ou seja, somos</p><p>nós”: a forma verbal correta seria “fazemos” e não “faz”.</p><p>Por item:</p><p>(A) “Vivemos numa sociedade que tem o hábito”: deveria inse-</p><p>rir a preposição “em” antes do “que” = incorreta</p><p>(B) “críticas absolutamente procedentes”: o adjetivo “proce-</p><p>dentes” deveria ser substituído por “precedentes” = mudaria o sen-</p><p>tido do período</p><p>(C) “Vivemos numa sociedade”: a forma verbal “Vivemos” de-</p><p>veria ser substituída por “vive-se” = incorreta</p><p>(D) “não nos podemos esquecer que quem faz o trânsito”: de-</p><p>veria inserir-se a preposição “de” antes do “que” = nos esquecer</p><p>de que</p><p>(E) “quem faz o trânsito são seres humanos, ou seja, somos</p><p>nós”: a forma verbal correta seria “fazemos” e não “faz” = incorreta</p><p>RESPOSTA: D</p><p>50-) (TJ-PI – ANALISTA JUDICIAL – ESCRIVÃO - FGV/2015 -</p><p>adaptada)</p><p>“Deveríamos aproveitar a importância desta semana para re-</p><p>fletir sobre nosso comportamento como pedestres, passageiros,</p><p>motoristas, motociclistas, ciclistas, pais, enfim, como cidadãos cujas</p><p>ações tem reflexo na nossa segurança, assim como dos demais”.</p><p>O comentário correto sobre os componentes desse segmento</p><p>é:</p><p>(A) a forma verbal “deveríamos” tem como sujeito todos os</p><p>motoristas;</p><p>(B) a forma verbal “tem” deveria ter acento circunflexo, pois</p><p>seu sujeito está no plural;</p><p>(C) a forma “sobre” deveria ser substituída pela forma “sob”;</p><p>(D) a forma “enfim” deveria ser grafada em duas palavras “em</p><p>fim”;</p><p>(E) a forma “dos demais” deveria ser substituída por “das de-</p><p>mais”, por referir-se ao feminino “ações”.</p><p>Análise:</p><p>(A) a forma verbal “deveríamos” tem como sujeito todos os</p><p>motoristas = incorreta (sujeito elíptico = nós)</p><p>(B) a forma verbal “tem” deveria ter acento circunflexo, pois</p><p>seu sujeito está no plural = exatamente</p><p>(C) a forma “sobre” deveria ser substituída pela forma “sob” =</p><p>de maneira alguma</p><p>(D) a forma “enfim” deveria ser grafada em duas palavras “em</p><p>fim” = incorreta</p><p>(E) a forma “dos demais” deveria ser substituída por “das de-</p><p>mais”, por referir-se ao feminino “ações” = dos demais (cidadãos)</p><p>RESPOSTA: B</p><p>51-) (IBGE – ANALISTA GEOPROCESSAMENTO - FGV/2016) O</p><p>termo em função adjetiva sublinhado que está substituído por um</p><p>adjetivo inadequado é:</p><p>(A) “A arte da previsão consiste em antecipar o que irá acon-</p><p>tecer e depois explicar por que não aconteceu”. (anônimo) / divi-</p><p>natória;</p><p>(B) “Por mais numerosos que sejam os meandros do rio, ele</p><p>termina por desembocar no mar”. (Provérbio hindu) / pluviais;</p><p>(C) “A morte nos ensina a transitoriedade de todas as coisas”.</p><p>(Leo Buscaglia) / universal;</p><p>(D) “Eu não tenho problemas com igrejas, desde que elas não</p><p>interfiram no trabalho de Deus”. (Brooks Atkinson) / divino;</p><p>(E) “Uma escola de domingo é uma prisão onde as crianças</p><p>pagam penitência pela consciência pecadora de seus pais”. (H. L.</p><p>Mencken) / dominical.</p><p>Vejamos:</p><p>(A) “A arte da previsão consiste em antecipar o que irá aconte-</p><p>cer e depois explicar por que não aconteceu”. (anônimo) / divina-</p><p>tória = ok</p><p>(B) “Por mais numerosos que sejam os meandros do rio, ele</p><p>termina por desembocar no mar”. (Provérbio hindu) / pluviais = flu-</p><p>viais (pluvial é da chuva)</p><p>(C) “A morte nos ensina a transitoriedade de todas as coisas”.</p><p>(Leo Buscaglia) / universal = ok</p><p>(D) “Eu não tenho problemas com igrejas, desde que elas não</p><p>interfiram no trabalho de Deus”. (Brooks Atkinson) / divino = ok</p><p>(E) “Uma escola de</p><p>domingo é uma prisão onde as crianças</p><p>pagam penitência pela consciência pecadora de seus pais”. (H. L.</p><p>Mencken) / dominical = ok</p><p>RESPOSTA: B</p><p>52-) (IBGE – ANALISTA GEOPROCESSAMENTO - FGV/2016) A</p><p>frase em que o vocábulo mas tem valor aditivo é:</p><p>(A) “Perseverança não é só bater em porta certa, mas bater até</p><p>abrir”. (Guy Falks);</p><p>(B) “Nossa maior glória não é nunca cair, mas sim levantar toda</p><p>vez que caímos”. (Oliver Goldsmith);</p><p>(C) “Eu caminho devagar, mas nunca caminho para trás”.</p><p>(Abraham Lincoln);</p><p>(D) “Não podemos fazer tudo imediatamente, mas podemos</p><p>fazer alguma coisa já”. (Calvin Coolidge);</p><p>(E) “Ele estudava todos os dias do ano, mas isso contribuía para</p><p>seu progresso”. (Nouailles).</p><p>A alternativa que apresenta adição de ideias é: “ele estudava e</p><p>isso contribuía para seu progresso”.</p><p>RESPOSTA: E</p><p>53-) (IBGE – ANALISTA GEOPROCESSAMENTO - FGV/2016) Em</p><p>todas as frases abaixo o verbo ter foi empregado no lugar de outros</p><p>com significado mais específico. A frase em que a substituição por</p><p>esses verbos mais específicos foi feita de forma adequada é:</p><p>(A) “Nunca é tarde para ter uma infância feliz”. (Tom Robbins)</p><p>/ desfrutar de;</p><p>(B) “Você pode aprender muito com crianças. Quanta paciência</p><p>você tem, por exemplo”. (Franklin P. Jones) / você oferece;</p><p>(C) “O maior recurso natural que qualquer país pode ter são</p><p>suas crianças”. (Danny Kaye) / usar;</p><p>(D) “Acreditar que basta ter filhos para ser pai é tão absurdo</p><p>quanto acreditar que basta ter instrumentos para ser um músico”.</p><p>(Mansour Challita) / originar;</p><p>(E) “A família é como a varíola: a gente tem quando criança e</p><p>fica marcado para o resto da vida”. (Sartre) / sofre.</p><p>Façamos as alterações propostas para facilitar a análise:</p><p>(A) “Nunca é tarde para desfrutar de uma infância feliz”. (Tom</p><p>Robbins) / desfrutar de;</p><p>(B) “Você pode aprender muito com crianças. Quanta paciência</p><p>você oferece, por exemplo”. (Franklin P. Jones) / oferece;</p><p>(C) “O maior recurso natural que qualquer país pode usar são</p><p>suas crianças”. (Danny Kaye) / usar;</p><p>(D) “Acreditar que basta originar filhos para ser pai é tão absur-</p><p>do quanto acreditar que basta ter instrumentos para ser um músi-</p><p>co”. (Mansour Challita) / originar;</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>32</p><p>(E) “A família é como a varíola: a gente sofre quando criança e</p><p>fica marcado para o resto da vida”. (Sartre) / sofre.</p><p>RESPOSTA: A</p><p>54-) (EMSERH – FONOAUDIÓLOGO - FUNCAB/2016) Sobre os</p><p>elementos destacados do fragmento “Em verdade, seu astro não</p><p>era o Sol. Nem seu país não era a vida.”, leia as afirmativas.</p><p>I. A expressão EM VERDADE pode ser substituída, sem altera-</p><p>ção de sentido por COM EFEITO.</p><p>II. ERA O SOL formam o predicado verbal da primeira oração.</p><p>III. NEM, no contexto, é uma conjunção coordenativa.</p><p>Está correto apenas o que se afirma em:</p><p>A) I.</p><p>B) II e III.</p><p>C) I e II.</p><p>D) III.</p><p>E) I e III.</p><p>Na alternativa II – “era o Sol” formam o predicado nominal.</p><p>RESPOSTA: E</p><p>55-) (EMSERH – FONOAUDIÓLOGO - FUNCAB/2016) Do ponto</p><p>de vista da norma culta, a única substituição pronominal realizada</p><p>que feriu a regra de colocação foi:</p><p>A) “Chamavam-lhe o passarinheiro.” = Lhe chamavam o passa-</p><p>rinheiro.</p><p>B) “O mundo inteiro se fabulava.” = O mundo inteiro fabulava-</p><p>-se.</p><p>C) “Eles se igualam aos bichos silvestres, concluíam” = Eles</p><p>igualam-se aos bichos silvestres, concluíam.</p><p>D) “Os brancos se inquietavam com aquela desobediência” =</p><p>Os brancos inquietavam-se com aquela desobediência.</p><p>E) “O remédio, enfim, se haveria de pensar.” = O remédio, en-</p><p>fim, haver-se-ia de pensar.</p><p>Não se inicia um período com pronome oblíquo.</p><p>RESPOSTA: A</p><p>56-) (METRÔ/SP – TÉCNICO SEGURANÇA DO TRABALHO –</p><p>FCC/2014) Substituindo-se o segmento grifado pelo que está entre</p><p>parênteses, o verbo que se mantém corretamente no singular, sem</p><p>que nenhuma outra alteração seja feita na frase, está em:</p><p>(A) ...cada toada representa uma saudade... (todas as toadas)</p><p>(B) Acrescenta o antropólogo Allan de Paula Oliveira... (os an-</p><p>tropólogos)...</p><p>(C) A canção popular conserva profunda nostalgia da roça. (As</p><p>canções populares)</p><p>(D) Num tempo em que homem só cantava em tom maior e voz</p><p>grave... (quase todos os homens)</p><p>(E) ...’sertanejo’ passou a significar o caipira do Centro-Sul... (os</p><p>caipiras do Centro-Sul)</p><p>(A) representa uma saudade... (todas as toadas) = representam</p><p>(B) Acrescenta (os antropólogos)... = acrescentam</p><p>(C) conserva profunda nostalgia da roça. (As canções popula-</p><p>res) = conservam</p><p>(D) só cantava em tom maior e voz grave... (quase todos os ho-</p><p>mens) = cantavam</p><p>(E) passou a significar o caipira do Centro-Sul... (os caipiras do</p><p>Centro-Sul) = passou (o termo ficará entre aspas, significando um</p><p>apelido)</p><p>RESPOSTA: E</p><p>57-) (EMSERH – FONOAUDIÓLOGO - FUNCAB/2016) Considere</p><p>as seguintes afirmações sobre aspectos da construção linguística:</p><p>I. Atentando para o uso do sinal indicativo de crase, o A no</p><p>pronome AQUELA, em todas as ocorrências no segmento “Aquela</p><p>música se estranhava nos moradores, mostrando que aquele bairro</p><p>não pertencia àquela terra.”, deveria ser acentuado.</p><p>II. Nas frases “O REMÉDIO, enfim, se haveria de pensar.” / “des-</p><p>dobrando-se em outras felizes EXISTÊNCIAS”, as palavras destaca-</p><p>das são acentuadas obedecendo à mesma regra de acentuação.</p><p>III. Na frase “– ESSES são pássaros muito excelentes, desses</p><p>com as asas todas de fora.”, o elemento destacado exerce função</p><p>anafórica, exprimindo relação coesiva referencial.</p><p>Está correto apenas o que se afirma em:</p><p>A) I.</p><p>B) II.</p><p>C) III.</p><p>D) I e III.</p><p>E) II e III.</p><p>Analisemos:</p><p>I. Atentando para o uso do sinal indicativo de crase, o A no</p><p>pronome AQUELA, em todas as ocorrências no segmento “Aquela</p><p>música se estranhava nos moradores, mostrando que aquele bairro</p><p>não pertencia àquela terra.”, deveria ser acentuado = errado (o úni-</p><p>co que deve receber acento grave é “aquela”, neste caso)</p><p>II. Nas frases “O REMÉDIO, enfim, se haveria de pensar.” / “des-</p><p>dobrando-se em outras felizes EXISTÊNCIAS”, as palavras destaca-</p><p>das são acentuadas obedecendo à mesma regra de acentuação.</p><p>Remédio – paroxítona terminada em ditongo/existência - paro-</p><p>xítona terminada em ditongo</p><p>III. Na frase “– ESSES são pássaros muito excelentes, desses com</p><p>as asas todas de fora.”, o elemento destacado exerce função anafó-</p><p>rica, exprimindo relação coesiva referencial. = função anafórica é a</p><p>relação de um termo com outro que será citado (esses pássaros)</p><p>RESPOSTA: E</p><p>58-) (CÂMARA MUNICIPAL DE VASSOURAS-RJ – MOTORISTA -</p><p>IBFC/2015) Em “Minha geladeira, afortunadamente, está cheia”, o</p><p>termo em destaque classifica-se, morfologicamente, como:</p><p>A) adjetivo</p><p>B) advérbio</p><p>C) substantivo</p><p>D) verbo</p><p>E) conjunção</p><p>Palavras terminadas em “-mente”, geralmente (!), são advér-</p><p>bios de modo.</p><p>RESPOSTA: B</p><p>59-) (CÂMARA MUNICIPAL DE VASSOURAS-RJ – MOTORISTA -</p><p>IBFC/2015) Considerando a estrutura do período “Quero engordar</p><p>no lugar certo.”, pode-se afirmar, sobre o verbo em destaque que:</p><p>A) não apresenta complemento</p><p>B) está flexionado no futuro do presente</p><p>C) seu sujeito é inexistente</p><p>D) constitui uma oração</p><p>E) expressa a ideia de possibilidade</p><p>A - Quero é verbo transitivo direto – precisa de complemento</p><p>(objeto) – representado aqui por uma oração (engordar no lugar</p><p>certo).</p><p>B – está flexionado no presente</p><p>C – sujeito elíptico (eu)</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>33</p><p>E – queria indicaria possibilidade</p><p>RESPOSTA: D</p><p>60-) (PREFEITURA DE NATAL-RN – ADMINISTRADOR - IDE-</p><p>CAN/2016 - adaptada) A palavra “se” possui inúmeras classificações</p><p>e funções. Acerca das ocorrências do termo “se” em “Exatamente</p><p>por causa dessa assimetria entre o fotojornalista e os protagonis-</p><p>tas de suas fotos, muitas vezes Messinis deixa a câmera de lado e</p><p>põe-se a ajudá-los. Ele se impressiona e se preocupa muito com os</p><p>bebês que chegam nos botes.” pode-se afirmar que</p><p>A) possuem o mesmo referente.</p><p>B) ligam orações sintaticamente dependentes.</p><p>C) apenas o primeiro “se” é pronome apassivador.</p><p>D) apenas o último “se” é uma conjunção integrante.</p><p>Possuem o mesmo referente (o fotojornalista).</p><p>RESPOSTA: A</p><p>61-) (PREFEITURA DE NATAL-RN – ADMINISTRADOR -</p><p>IDE-</p><p>CAN/2016 - adaptada) Ao substituir “perigos da travessia” por “tra-</p><p>vessia”, mantendo-se a norma padrão da língua, em “Obviamente,</p><p>são os mais vulneráveis aos perigos da travessia.” ocorreria:</p><p>A) Facultativamente, o emprego do acento grave, indicador de</p><p>crase.</p><p>B) A substituição de “aos” por “a”, pois o termo regido teria</p><p>sido modificado.</p><p>C) Obrigatoriamente, o emprego do acento grave, indicador de</p><p>crase, substituindo-se “aos” por “à”.</p><p>D) A substituição de “aos” por “a”, já que o termo regente pas-</p><p>saria a não exigir o emprego da preposição.</p><p>Teríamos: Obviamente, são os mais vulneráveis à travessia –</p><p>“vulnerável” exige preposição.</p><p>RESPOSTA: C</p><p>62-) (UFPB-PB – AUXILIAR EM ADMINISTRAÇÃO - IDE-</p><p>CAN/2016 - adaptada) De acordo com a classe de palavras, assinale</p><p>a alternativa em que o termo destacado está associado INCORRE-</p><p>TAMENTE.</p><p>A) “E não só isso.” – pronome.</p><p>B) “Todas as épocas têm os seus ídolos juvenis.” – substantivo.</p><p>C) “Até porque quem de nós nunca teve seu ídolo?” – conjun-</p><p>ção.</p><p>D) “O preparo para a vida adulta envolve uma espécie de liber-</p><p>tação das opiniões familiares.” – verbo.</p><p>“Nunca” é advérbio (de negação).</p><p>RESPOSTA: C</p><p>63-) (CONFERE – ASSISTENTE ADMINISTRATIVO - INSTITUTO-</p><p>-CIDADES/2016) Marque a opção em que há total observância às</p><p>regras de concordância verbal:</p><p>A) “Pesquisadores do clima mundial afirmam que este aqueci-</p><p>mento global está ocorrendo em função”</p><p>B) “Nunca se viu mudanças tão rápidas e com efeitos devasta-</p><p>dores”</p><p>C) “O desmatamento e a queimada de florestas e matas tam-</p><p>bém colabora para este processo”</p><p>D) “Infelizmente os Estados Unidos, país que mais emite po-</p><p>luentes no mundo, não aceitou o acordo”</p><p>Analisemos</p><p>A) “Pesquisadores do clima mundial afirmam que este aqueci-</p><p>mento global está ocorrendo em função”</p><p>B) “Nunca se viu (viram) mudanças tão rápidas e com efeitos</p><p>devastadores”</p><p>C) “O desmatamento e a queimada de florestas e matas tam-</p><p>bém colabora (colaboram) para este processo”</p><p>D) “Infelizmente os Estados Unidos, país que mais emite po-</p><p>luentes no mundo, não aceitou (aceitaram) o acordo”</p><p>RESPOSTA: A</p><p>64-) (CONFERE – ASSISTENTE ADMINISTRATIVO - INSTITUTO-</p><p>-CIDADES/2016) A voz verbal ativa correspondente à voz passiva</p><p>destacada em “A Europa tem sido castigada por ondas de calor” é:</p><p>A) Castigaram.</p><p>B) Têm castigado.</p><p>C) Castigam.</p><p>D) Tinha castigado.</p><p>As ondas de calor têm castigado a Europa.</p><p>RESPOSTA: B</p><p>65-) (CONFERE – ASSISTENTE ADMINISTRATIVO - INSTITUTO-</p><p>-CIDADES/2016) Marque a opção em que a regência verbal foi DE-</p><p>SOBEDECIDA:</p><p>A) Todos os países devem se lembrar de que a responsabilidade</p><p>do equilíbrio ambiental é coletiva.</p><p>B) Todos os países devem lembrar que a responsabilidade do</p><p>equilíbrio ambiental é coletiva.</p><p>C) Todos os países não devem esquecer-se de que a responsa-</p><p>bilidade do equilíbrio ambiental é coletiva.</p><p>D) Todos os países não devem esquecer de que a responsabili-</p><p>dade do equilíbrio ambiental é coletiva.</p><p>Vejamos:</p><p>A) Todos os países devem se lembrar de que a responsabilidade</p><p>do equilíbrio ambiental é coletiva - ok</p><p>B) Todos os países devem lembrar que a responsabilidade do</p><p>equilíbrio ambiental é coletiva - ok</p><p>C) Todos os países não devem esquecer-se de que a responsa-</p><p>bilidade do equilíbrio ambiental é coletiva - ok</p><p>D) Todos os países não devem esquecer de que (esquecer que)</p><p>a responsabilidade do equilíbrio ambiental é coletiva.</p><p>RESPOSTA: D</p><p>66-) (CONFERE – ASSISTENTE ADMINISTRATIVO - INSTITU-</p><p>TO-CIDADES/2016) Marque a opção em que as duas palavras são</p><p>acentuadas por obedecerem a regras distintas:</p><p>A) Catástrofes – climáticas.</p><p>B) Combustíveis – fósseis.</p><p>C) Está – país.</p><p>D) Difícil – nível.</p><p>Por item:</p><p>A) Catástrofes = proparoxítona / climáticas = proparoxítona</p><p>B) Combustíveis = paroxítona terminada em ditongo / fósseis =</p><p>paroxítona terminada em ditongo</p><p>C) Está = oxítona terminada em “a” / país = regra do hiato</p><p>D) Difícil = paroxítona terminada em “l” / nível = paroxítona</p><p>terminada em “l”</p><p>RESPOSTA: C</p><p>67-) (CONFERE – ASSISTENTE ADMINISTRATIVO - INSTITUTO-</p><p>-CIDADES/2016) Assim como “redução” e “emissão”, grafam-se,</p><p>correta e respectivamente, com Ç e SS, as palavras:</p><p>A) Aparição e omissão.</p><p>B) Retenção e excessão.</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>34</p><p>C) Opreção e permissão.</p><p>D) Pretenção e impressão.</p><p>A) Aparição = OK / omissão = OK</p><p>B) Retenção = OK / excessão = EXCEÇÃO</p><p>C) Opreção = OPRESSÃO / permissão = OK</p><p>D) Pretensão = PRETENSÃO / impressão= OK</p><p>RESPOSTA: a</p><p>68-) (SEAP-GO -AUXILIAR DE SAÚDE - SEGPLAN/2016) Leia o</p><p>texto publicitário abaixo.</p><p>Pasta. São Paulo, n. 10, p.86 set-out. 2007</p><p>* Com a doação de órgãos, a vida continua.</p><p>A finalidade desse anúncio é</p><p>A) Simbolizar o fim da vida.</p><p>B) Proibir a doação de órgãos.</p><p>C) Estimular a doação de órgãos.</p><p>D) Questionar a doação de órgãos.</p><p>E) Demonstrar os sinais de pontuação</p><p>Campanha a favor da doação de órgãos, já que com tal atitude</p><p>a vida continua.</p><p>RESPOSTA: C</p><p>69-) (MPE-SP – OFICIAL DE PROMOTORIA - VUNESP/2016) As-</p><p>sinale a alternativa correta quanto à concordância verbal.</p><p>(A) A mudança de direção da economia fazem com que se alte-</p><p>re o tamanho das jornadas de trabalho, porexemplo.</p><p>(B) Existe indivíduos que, sem carteira de trabalho assinada,</p><p>enfrentam grande dificuldade para obter novos recursos.</p><p>(C) Os investimentos realizados e os custos trabalhistas fizeram</p><p>com que muitas empresas optassem por manter seus funcionários.</p><p>(D) São as dívidas que faz com que grande número dos consu-</p><p>midores não estejam em dia com suas obrigações.</p><p>(E) Dados recentes da Associação Nacional dos Birôs de Crédi-</p><p>to mostra que 59 milhões de consumidores não pode obter novos</p><p>créditos.</p><p>Correções:</p><p>(A) A mudança de direção da economia fazem (FAZ) com que se</p><p>altere o tamanho das jornadas de trabalho, por exemplo.</p><p>(B) Existe (EXISTEM) indivíduos que, sem carteira de trabalho</p><p>assinada, enfrentam grande dificuldade para obter novos recursos.</p><p>(C) Os investimentos realizados e os custos trabalhistas fizeram</p><p>com que muitas empresas optassem por manter seus funcionários.</p><p>(D) São as dívidas que faz (FAZEM) com que grande número dos</p><p>consumidores não estejam (ESTEJA) em dia com suas obrigações.</p><p>(E) Dados recentes da Associação Nacional dos Birôs de Crédi-</p><p>to mostra (MOSTRAM) que 59 milhões de consumidores não pode</p><p>(PODEM) obter novos créditos.</p><p>RESPOSTA: C</p><p>70-) (GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL – CADASTRO RESERVA</p><p>PARA O METRÔ/DF – ADMINISTRADOR - IADES/2014 - adaptada)</p><p>Se, no lugar dos verbos destacados no verso “Escolho os filmes que</p><p>eu não vejo no elevador”, fossem empregados, respectivamente,</p><p>Esquecer e gostar, a nova redação, de acordo com as regras sobre</p><p>regência verbal e concordância nominal prescritas pela norma--pa-</p><p>drão, deveria ser</p><p>(A) Esqueço dos filmes que eu não gosto no elevador.</p><p>(B) Esqueço os filmes os quais não gosto no elevador.</p><p>(C) Esqueço dos filmes aos quais não gosto no elevador.</p><p>(D) Esqueço dos filmes dos quais não gosto no elevador.</p><p>(E) Esqueço os filmes dos quais não gosto no elevador.</p><p>O verbo “esquecer” pede objeto direto; “gostar”, indireto (com</p><p>preposição): Esqueço os filmes dos quais não gosto.</p><p>RESPOSTA: “E”.</p><p>71-) (GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL – CADASTRO RE-</p><p>SERVA PARA O METRÔ/DF – ADMINISTRADOR - IADES/2014</p><p>- adaptada) Conforme a norma-padrão, a oração “As obras foram</p><p>iniciadas em janeiro de 1992” poderia ser reescrita da seguinte ma-</p><p>neira:</p><p>(A) Iniciou-se as obras em janeiro de 1992.</p><p>(B) Se iniciou as obras em janeiro de 1992.</p><p>(C) Iniciaram-se as obras em janeiro de 1992.</p><p>(D) Teve início as obras em janeiro de 1992.</p><p>(E) Deu-se início as obras em janeiro de 1992.</p><p>Podemos ir por eliminação: em “A”, o correto seria “iniciaram-</p><p>-se”; em “B”, não podemos iniciar um período com pronome (ini-</p><p>ciou-se, ou melhor, iniciaram-se – como em “A”); em “D”: tiveram</p><p>início; “E”: deu-se início às obras. Portanto, chegamos à resposta</p><p>correta – pelo caminho mais longo. O caminho mais curto é trans-</p><p>formar a voz passiva analítica (a do enunciado) em sintética: Inicia-</p><p>ram-se as obras.</p><p>*Dica: a passiva sintética tem o “se” (pronome apassivador).</p><p>Sintética = Se (memorize!)</p><p>RESPOSTA: C</p><p>72-) (MPE-SP – OFICIAL DE PROMOTORIA - VUNESP/2016)</p><p>O SBT fará uma homenagem digna da história de seu proprietá-</p><p>rio e principal apresentador: no próximo dia 12 [12.12.2015] coloca-</p><p>rá no ar um especial com 2h30 de duração em homenagem a Silvio</p><p>Santos. É o dia de seu aniversário de 85 anos.</p><p>(http://tvefamosos.uol.com.br/noticias)</p><p>As informações textuais permitem afirmar que, em 12.12.2015,</p><p>Sílvio Santos completou seu</p><p>(A) octogenário quinquagésimo aniversário.</p><p>(B) octogésimo quinto aniversário.</p><p>(C) octingentésimo quinto aniversário.</p><p>(D) otogésimo quinto aniversário.</p><p>(E) oitavo quinto aniversário.</p><p>RESPOSTA: B</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>35</p><p>73-) (MPE-SP – OFICIAL DE PROMOTORIA - VUNESP/2016 -</p><p>adaptada) Assinale a alternativa correta quanto à norma-padrão e</p><p>aos sentidos do texto.</p><p>(A) As parcerias nipo-brasileiras pautam-se em cooperação</p><p>para contornar as tragédias.</p><p>(B) Tanto o Brasil quanto o Japão estão certos que as parcerias</p><p>nipo-brasileiras renderão bons frutos.</p><p>(C) A experiência do Japão mostra que não há como discordar</p><p>com as parcerias nipo-brasileira.</p><p>(D) A catástrofe vivida em Mariana revela de que são importan-</p><p>tes as parcerias nipos-brasileiras.</p><p>(E) Não se pode esquecer a irrelevância dos momentos de tra-</p><p>gédia e das parcerias nipo-brasileira.</p><p>Acertos:</p><p>(A) As parcerias nipo-brasileiras pautam-se em cooperação</p><p>para contornar as tragédias.</p><p>(B) Tanto o Brasil quanto o Japão estão certos (DE) que as par-</p><p>cerias nipo-brasileiras renderão bons frutos.</p><p>(C) A experiência do Japão mostra que não há como discordar</p><p>com as parcerias nipo-brasileira (BRASILEIRAS).</p><p>(D) A catástrofe vivida em Mariana revela de que (REVELA QUE)</p><p>são importantes as parcerias nipos(NIPO)-brasileiras.</p><p>(E) Não se pode esquecer a irrelevância dos momentos de tra-</p><p>gédia e das parcerias nipo-brasileira(BRASILEIRAS).</p><p>RESPOSTA: A</p><p>74-) (MPE-SP – OFICIAL DE PROMOTORIA - VUNESP/2016) Ob-</p><p>serve:</p><p>Acostumados___________ tragédias naturais, os japoneses</p><p>geralmente se reerguem em tempo recorde depois de catástrofes.</p><p>Menos de um ano depois da catástrofe, no entanto, o Japão já</p><p>voltava________ viver a sua rotina.</p><p>Um tsunami chegou ______costa nordeste do Japão em 2011,</p><p>deixando milhares de mortos e desaparecidos.</p><p>De acordo com a norma-padrão, as lacunas das frases devem</p><p>ser preenchidas, respectivamente, com:</p><p>(A) a … à … à</p><p>(B) à … a … a</p><p>(C) às … a … à</p><p>(D) as … a … à</p><p>(E) às … à … a</p><p>Acostumados ÀS tragédias naturais, os japoneses geralmente</p><p>se reerguem em tempo recorde depois de catástrofes.</p><p>Menos de um ano depois da catástrofe, no entanto, o Japão já</p><p>voltava A viver a sua rotina.</p><p>Um tsunami chegou À costa nordeste do Japão em 2011, dei-</p><p>xando milhares de mortos e desaparecidos.</p><p>RESPOSTA: C</p><p>75-) (MPE-SP – OFICIAL DE PROMOTORIA - VUNESP/2016) As-</p><p>sinale a alternativa correta quanto ao emprego do verbo, em con-</p><p>formidade com a norma-padrão.</p><p>(A) Caso Minas Gerais usa a experiência do Japão, pode superar</p><p>Mariana e recuperar os danos ambientais e sociais.</p><p>(B) Se Minas Gerais se propuser a usar a experiência do Japão,</p><p>poderá superar Mariana e recuperar os danos ambientais e sociais.</p><p>(C) Se o Japão se dispor a auxiliar Minas Gerais, Mariana é su-</p><p>perada e os danos ambientais e sociais recuperados.</p><p>(D) Se o Japão manter seu auxílio a Minas Gerais, Mariana po-</p><p>derá ser superada e os danos ambientais e sociais recuperados.</p><p>(E) Caso Minas Gerais faz uso da experiência do Japão, poderá</p><p>superar Mariana e recuperar os danos ambientais e sociais.</p><p>Analisemos:</p><p>(A) Caso Minas Gerais usa (USE) a experiência do Japão, pode</p><p>(PODERÁ) superar Mariana e recuperar (RECUPARERÁ) os danos</p><p>ambientais e sociais.</p><p>(B) Se Minas Gerais se propuser a usar a experiência do Japão,</p><p>poderá superar Mariana e recuperar os danos ambientais e sociais.</p><p>(C) Se o Japão se dispor (DISPUSER) a auxiliar Minas Gerais,</p><p>Mariana é (SERÁ) superada e os danos ambientais e sociais recu-</p><p>perados.</p><p>(D) Se o Japão manter (MANTIVER) seu auxílio a Minas Gerais,</p><p>Mariana poderá ser superada e os danos ambientais e sociais recu-</p><p>perados.</p><p>(E) Caso Minas Gerais faz (FAÇA) uso da experiência do Japão,</p><p>poderá superar Mariana e recuperar os danos ambientais e sociais.</p><p>RESPOSTA: B</p><p>76-) (PREFEITURA DE SÃO PAULO/SP – TÉCNICO EM SAÚDE</p><p>– LABORATÓRIO – VUNESP/2014)</p><p>Reescrevendo-se o segmento frasal – ... incitá-los a reagir e a</p><p>enfrentar o desconforto, ... –, de acordo com a regência e o acento</p><p>indicativo da crase, tem-se:</p><p>(A) ... incitá-los à reação e ao enfrentamento do desconforto</p><p>(B) ... incitá-los a reação e o enfrentamento do desconforto,</p><p>(C) ... incitá-los à reação e à enfrentamento do desconforto,</p><p>(D) ... incitá-los à reação e o enfrentamento do desconforto,</p><p>(E) ... incitá-los a reação e à enfrentamento do desconforto,</p><p>incitá-los a reagir e a enfrentar o desconforto = incitá-los À rea-</p><p>ção e AO enfrentamento.</p><p>RESPOSTA: A</p><p>77-) (TRE/MS - ESTÁGIO – JORNALISMO - TRE/MS – 2014) A</p><p>assertiva correta quanto à conjugação verbal é:</p><p>A) Houveram eleições em outros países este ano.</p><p>B) Se eu vir você por aí, acabou.</p><p>C) Tinha chego atrasado vinte minutos.</p><p>D) Fazem três anos que não tiro férias.</p><p>E) Esse homem possue muitos bens.</p><p>Correções à frente:</p><p>A) Houveram eleições em outros países este ano = houve</p><p>C) Tinha chego atrasado vinte minutos = tinha chegado</p><p>D) Fazem três anos que não tiro férias = faz três anos</p><p>E) Esse homem possue muitos bens = possui</p><p>RESPOSTA: “B”.</p><p>78-) (TRE/MS - ESTÁGIO – JORNALISMO/2014) Assinale a as-</p><p>sertiva cuja regência verbal está correta:</p><p>A) Ela queria namorar com ele.</p><p>B) Já assisti a esse filme.</p><p>C) O caminhoneiro dormiu no volante.</p><p>D) Quando eles chegam em Campo Grande?</p><p>E) A moça que ele gosta é aquela ali.</p><p>Correções:</p><p>A) Ela queria namorar com ele = namorar “ele” (ou namorá-lo).</p><p>B) Já assisti a esse filme = correta</p><p>C) O caminhoneiro dormiu no volante = dormiu ao volante</p><p>(“no” dá a entender “sobre” o volante!)</p><p>D) Quando eles chegam em Campo Grande? = chegaram a</p><p>Campo Grande</p><p>E) A moça que ele gosta é aquela ali = a moça de quem ele</p><p>gosta</p><p>RESPOSTA: “B”.</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>36</p><p>79-) (TRE/MS - ESTÁGIO – JORNALISMO - TRE/MS – 2014) A acentuação correta está na alternativa:</p><p>A) eu abençôo – eles crêem – ele argúi.</p><p>B) platéia – tuiuiu – instrui-los.</p><p>C) ponei – geléia – heroico.</p><p>D) eles têm – ele intervém – ele constrói.</p><p>E) lingüiça – feiúra – idéia.</p><p>Palavras corrigidas:</p><p>A) eu abençoo – eles creem – ele argui.</p><p>B) plateia – tuiuiú – instruí-los.</p><p>C) pônei – geleia – heroico.</p><p>D) eles têm – ele intervém – ele constrói = corretas</p><p>E) linguiça – feiura – ideia.</p><p>RESPOSTA: D</p><p>80-) (SAAE/SP - FISCAL LEITURISTA - VUNESP - 2014)</p><p>A Organização Mundial de Saúde (OMS) atesta que o saneamento básico precário consiste _______grave ameaça ____ saúde huma-</p><p>na. Apesar de disseminada no mundo, a falta de saneamento básico ainda é muito associada _______ uma população de baixa renda, mais</p><p>vulnerável devido _______condições de subnutrição e, muitas vezes, de higiene inadequada.</p><p>(http://www.tratabrasil.org.br Adaptado)</p><p>Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto, segundo a norma--padrão da língua portuguesa.</p><p>A) em ... A ... À ... A.</p><p>B) em ... À ... A ... A.</p><p>C) de ... À ... A ... As.</p><p>D) em ... À ... À ... Às.</p><p>E) de ... A ... A ... Às.</p><p>A Organização Mundial de Saúde (OMS) atesta que o saneamento básico precário consiste EM grave ameaça À saúde humana. Apesar</p><p>de disseminada no mundo, a falta de saneamento básico ainda é muito associada A uma população de baixa renda, mais vulnerável devido</p><p>A condições de subnutrição e, muitas vezes, de higiene inadequada. Temos: em, à, a, a.</p><p>RESPOSTA: B</p><p>81-) (CONAB - CONTABILIDADE - IADES - 2014)</p><p>De acordo com o que prescreve a norma-padrão acerca do emprego das classes de palavra e da concordância verbal, assinale a alter-</p><p>nativa que apresenta outra redação possível para o período “A economia brasileira já faz isso há séculos.”</p><p>A) A economia brasileira já faz isso tem séculos.</p><p>B) A economia brasileira já faz isso têm séculos.</p><p>C) A economia brasileira já faz isso existe séculos.</p><p>D) A economia brasileira já faz isso faz séculos.</p><p>E) A economia brasileira já faz isso fazem séculos.</p><p>O “há” foi empregado no sentido de tempo passado, portanto pode ser substituído por “faz”, no singular: “faz séculos”.</p><p>RESPOSTA: “D”.</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>37</p><p>82-) (TJ-PA - MÉDICO PSIQUIATRA - VUNESP - 2014) Feitas</p><p>as adequações necessárias, a reescrita do trecho – O Marco Civil</p><p>garante a inviolabilidade e o sigilo das comunicações. – permanece</p><p>correta, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, em:</p><p>A inviolabilidade e o sigilo das comunicações...</p><p>A) ... Mantêm-se garantidos pelo marco civil.</p><p>B) ... Mantém-se garantidos pelo marco civil.</p><p>C) ... Mantêm-se garantido pelo marco civil.</p><p>D) ... Mantém-se garantidas pelo marco civil.</p><p>E) ... Mantêm-se garantidas pelo marco civil.</p><p>O Marco Civil garante a inviolabilidade e o sigilo das comuni-</p><p>cações = O verbo “manter” será empregado no plural, concordan-</p><p>do com “inviolabilidade” e “sigilo”, portanto teremos: mantêm-se.</p><p>Descartamos os itens B e D. Como temos dois substantivos de gê-</p><p>neros diferentes, podemos usar o verbo no masculino ou concordar</p><p>com o gênero do mais próximo, no caso, “sigilo”. Teremos, então:</p><p>garantidos (plural, pois temos dois núcleos – inviolabilidade e sigi-</p><p>lo). Assim, chegamos à resposta: mantêm-se / garantidos.</p><p>RESPOSTA: A</p><p>83-) (TJ-PA - MÉDICO PSIQUIATRA - VUNESP - 2014) Leia o</p><p>seguinte fragmento de um ofício, citado do Manual de Redação da</p><p>Presidência da República, no qual expressões foram substituídas</p><p>por lacunas.</p><p>Senhor Deputado</p><p>Em complemento às informações transmitidas pelo telegrama</p><p>n.º 154, de 24 de abril último, informo ______de que as medidas</p><p>mencionadas em ______ carta n.º 6708, dirigida ao Senhor Presi-</p><p>dente da República, estão amparadas pelo procedimento adminis-</p><p>trativo de demarcação de terras indígenas instituído pelo Decreto</p><p>n.º 22, de 4 de fevereiro de 1991 (cópia anexa).</p><p>(http://www.planalto.gov.br. Adaptado)</p><p>A alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacu-</p><p>nas do texto, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa</p><p>e atendendo às orientações oficiais a respeito do uso de formas de</p><p>tratamento em correspondências públicas, é:</p><p>A) Vossa Senhoria … tua.</p><p>B) Vossa Magnificência … sua.</p><p>C) Vossa Eminência … vossa.</p><p>D) Vossa Excelência … sua.</p><p>E) Sua Senhoria … vossa.</p><p>Podemos começar pelo pronome demonstrativo. Mesmo utili-</p><p>zando pronomes de tratamento “Vossa” (muitas vezes confundido</p><p>com “vós” e seu respectivo “vosso”), os pronomes que os acom-</p><p>panham deverão ficar sempre na terceira pessoa (do plural ou do</p><p>singular, de acordo com o número do pronome de tratamento). En-</p><p>tão, em quaisquer dos pronomes de tratamento apresentados nas</p><p>alternativas, o pronome demonstrativo será “sua”. Descartamos,</p><p>então, os itens A, C e E. Agora recorramos ao pronome adequado a</p><p>ser utilizado para deputados. Segundo o Manual de Redação Oficial,</p><p>temos:</p><p>Vossa Excelência, para as seguintes autoridades:</p><p>b) do Poder Legislativo: Presidente, Vice–Presidente e Membros</p><p>da Câmara dos Deputados e do Senado Federal (...).</p><p>RESPOSTA: D</p><p>84-) (PREFEITURA DE PAULISTA/PE – RECEPCIONISTA –</p><p>UPENET/2014) Sobre ACENTUAÇÃO, assinale a alternativa cuja to-</p><p>nicidade de ambos os termos sublinhados recai na antepenúltima</p><p>sílaba.</p><p>A) “Ele pode acontecer por influência de fatores diversos...” -</p><p>“infalível de aprovação para o candidato...”</p><p>B) “...que podem ser considerados a fórmula infalível...” – “que</p><p>pretende enfrentar uma seleção pública.”</p><p>C) “...quando o conteúdo não é lembrado justamente...» - «Ele</p><p>pode acontecer por influência de fatores diversos...”</p><p>D) “Esforço, preparo, dedicação e estudo intenso...” - “preten-</p><p>de enfrentar uma seleção pública.»</p><p>E) “...quando o conteúdo não é lembrado...” – “pode acontecer</p><p>por influência de fatores diversos...”</p><p>O exercício quer que localizemos palavras proparoxítonas</p><p>A) influência = paroxítona terminada em ditongo / infalível =</p><p>paroxítona terminada em L</p><p>B) fórmula = proparoxítona / pública = proparoxítona</p><p>C) conteúdo = regra do hiato / influência = paroxítona termina-</p><p>da em ditongo</p><p>D) dedicação = oxítona / seleção = oxítona</p><p>E) é = monossílaba / influência = paroxítona terminada em di-</p><p>tongo</p><p>RESPOSTA: B</p><p>85-) (PREFEITURA DE OSASCO/SP - MOTORISTA DE AM-</p><p>BULÂNCIA – FGV/2014) “existe um protocolo para identificar os</p><p>focos”. Se colocássemos o termo “um protocolo” no plural, uma</p><p>forma verbal adequada para a substituição da forma verbal “existe”</p><p>seria:</p><p>A) hão.</p><p>B) haviam.</p><p>C) há.</p><p>D) houveram.</p><p>E) houve.</p><p>O verbo “haver”, quando utilizado no sentido de “existir” –</p><p>como proposto no enunciado – não sofre flexão, não vai para o plu-</p><p>ral. Teríamos “existem protocolos”, mas “há protocolos”.</p><p>RESPOSTA: C</p><p>86-) (POLÍCIA CIVIL/SC – AGENTE DE POLÍCIA – ACA-</p><p>FE/2014) Na frase “Meu amigo fora lá fora buscar alguma coisa, e</p><p>eu ficara ali, sozinho, naquela janela, presenciando a ascensão da</p><p>lua cheia”, as palavras destacadas correspondem, morfologicamen-</p><p>te, pela ordem, a:</p><p>A-) advérbio, advérbio, adjetivo pronominal, advérbio, substan-</p><p>tivo.</p><p>B-) verbo, pronome adverbial, pronome adjetivo, adjetivo, ver-</p><p>bo.</p><p>C-) verbo, advérbio, pronome adjetivo, adjetivo, substantivo.</p><p>D-) advérbio, substantivo, adjetivo, substantivo, adjetivo.</p><p>E-) advérbio, pronome adverbial, pronome relativo, advérbio,</p><p>verbo.</p><p>“Meu amigo fora (verbo) lá fora (advérbio) buscar alguma</p><p>(pronome) coisa, e eu ficara ali, sozinho, (adjetivo) naquela janela,</p><p>presenciando a ascensão (substantivo) da lua cheia”. Temos, então:</p><p>verbo, advérbio, pronome adjetivo, adjetivo e substantivo.</p><p>RESPOSTA: C</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>38</p><p>87-) (POLÍCIA CIVIL/SC – AGENTE DE POLÍCIA – ACA-</p><p>FE/2014) Complete as lacunas com os verbos, tempos e modos in-</p><p>dicados entre parênteses, fazendo a devida concordância.</p><p>• O juiz agrário ainda não _________ no conflito porque sur-</p><p>giram fatos novos de ontem para hoje. (intervir - pretérito perfeito</p><p>do indicativo)</p><p>• Uns poucos convidados ___________-se com os vídeos pos-</p><p>tados no facebook. (entreter - pretérito imperfeito do indicativo)</p><p>• Representantes do PCRT somente serão aceitos na composi-</p><p>ção da chapa quando se _________ de criticara atual diretoria do</p><p>clube, (abster-se - futuro do subjuntivo)</p><p>A sequência correta, de cima para baixo, é:</p><p>A-) interveio - entretinham - abstiverem</p><p>B-) interviu - entretiveram - absterem</p><p>C-) intervém - entreteram - abstêm</p><p>D-) interviera - entretêm - abstiverem</p><p>E-) intervirá - entretenham - abstiveram</p><p>O verbo “intervir” deve ser conjugado como o verbo “vir”. Este,</p><p>no pretérito perfeito do Indicativo fica “veio”, portanto, “interveio”</p><p>(não existe “interviu”, já que ele não deriva do verbo “ver”). Des-</p><p>cartemos a alternativa B. Como não há outro item com a mesma</p><p>opção, chegamos à resposta rapidamente!</p><p>RESPOSTA: A</p><p>88-) (PREFEITURA DE RIBEIRÃO PRETO/SP – AGENTE DE</p><p>ADMINISTRAÇÃO – VUNESP/2014) A forma verbal em destaque</p><p>está no tempo futuro, indicando uma ação hipotética, em:</p><p>(A) Lia o jornal enquanto aguardava meu voo para São Paulo...</p><p>(B) Meus voos todos saíram na hora.</p><p>(C) Era um berimbau, meu Deus.</p><p>(D) Concluí que viajariam muito com o novo instrumento mu-</p><p>sical.</p><p>(E) Solicitara a ajuda de uma comissária de bordo brasileira,</p><p>bonita...</p><p>Tal questão pode ser resolvida somente pela leitura das alter-</p><p>nativas, sem a necessidade de classificar todos os verbos grifados.</p><p>Farei a classificação por questão pedagógica!</p><p>(A) Lia o jornal enquanto aguardava = pretérito imperfeito do</p><p>Indicativo</p><p>(B) Meus voos todos saíram na hora. = pretérito mais-que-per-</p><p>feito do Indicativo</p><p>(C) Era um berimbau, meu Deus. = pretérito imperfeito do In-</p><p>dicativo</p><p>(D) Concluí que viajariam muito com o novo instrumento musi-</p><p>cal. = futuro do pretérito do Indicativo (hipótese)</p><p>(E) Solicitara a ajuda de uma comissária de bordo brasileira,</p><p>bonita...= pretérito mais-que-perfeito do Indicativo</p><p>RESPOSTA: D</p><p>89-) (SEFAZ/RS – AUDITOR FISCAL DA RECEITA FEDERAL –</p><p>FUNDATEC/2014 - adaptada)</p><p>Analise as</p><p>afirmações que são feitas sobre acentuação gráfica.</p><p>I. Caso o acento das palavras ‘trânsito’ e ‘específicos’ seja reti-</p><p>rado, essas continuam sendo palavras da língua portuguesa.</p><p>II. A regra que explica a acentuação das palavras ‘vários’ e ‘país’</p><p>não é a mesma.</p><p>III. Na palavra ‘daí’, há um ditongo decrescente.</p><p>IV. Acentua-se a palavra ‘vêm’ para diferenciá-la, em situação</p><p>de uso, quanto à flexão de número.</p><p>Quais estão corretas?</p><p>A) Apenas I e III.</p><p>B) Apenas II e IV.</p><p>C) Apenas I, II e IV.</p><p>D) Apenas II, III e IV.</p><p>E) I, II, III e IV.</p><p>I. Caso o acento das palavras ‘trânsito’ e ‘específicos’ seja reti-</p><p>rado, essas continuam sendo palavras da língua portuguesa = tere-</p><p>mos “transito” e “especifico” – serão verbos (correta)</p><p>II. A regra que explica a acentuação das palavras ‘vários’ e ‘país’</p><p>não é a mesma = vários é paroxítona terminada em ditongo; país é</p><p>a regra do hiato (correta)</p><p>III. Na palavra ‘daí’, há um ditongo decrescente = há um hiato,</p><p>por isso a acentuação (da-í) = incorreta.</p><p>IV. Acentua-se a palavra ‘vêm’ para diferenciá-la, em situação</p><p>de uso, quanto à flexão de número = “vêm” é utilizado para a tercei-</p><p>ra pessoa do plural (correta)</p><p>RESPOSTA: C</p><p>90-) (LIQUIGÁS – PROFISSIONAL JÚNIOR – CIÊNCIAS CON-</p><p>TÁBEIS – CEGRANRIO/2014) A frase em que a flexão do verbo au-</p><p>xiliar destacado obedece aos princípios da norma-padrão é</p><p>(A) Alguns estudiosos consideram que podem haver robôs tão</p><p>inteligentes quanto o homem.</p><p>(B) Devem existir formas de garantir a exploração de outras ta-</p><p>refas destinadas aos robôs.</p><p>(C) No futuro, devem haver outras formas de investimentos</p><p>para garantir a evolução da robótica.</p><p>(D) Pode existir obstáculos que os robôs sejam capazes de su-</p><p>perar, como a locomoção e o diálogo.</p><p>(E) Pode surgir novas tecnologias para aperfeiçoar a conquista</p><p>espacial.</p><p>Os verbos auxiliares devem obedecer à regra do verbo prin-</p><p>cipal que acompanham. Se este sofre flexão de número, aqueles</p><p>também sofrerão. Exemplo: o verbo “haver”, no sentido de “existir”,</p><p>é invariável. Então, na frase: “Podem haver mais fatos” temos um</p><p>erro. O correto é “Pode haver”. Vamos às análises:</p><p>(A) Alguns estudiosos consideram que podem haver robôs =</p><p>pode haver</p><p>(B) Devem existir formas = o “existir” sofre flexão (correta)</p><p>(C) No futuro, devem haver = deve haver</p><p>(D) Pode existir obstáculos = podem existir</p><p>(E) Pode surgir novas tecnologias = podem surgir</p><p>RESPOSTA: B</p><p>91-) (ANTAQ –ESPECIALISTA EM REGULAÇÃO DE SERVIÇOS</p><p>DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS – CESPE/2014 - adaptada) Es-</p><p>taria mantida a correção gramatical do trecho “a Internet tem po-</p><p>tencial cuja dimensão não deve ser superdimensionada” caso se</p><p>empregasse o artigo a antes do substantivo “dimensão”.</p><p>( ) CERTO</p><p>( ) ERRADO</p><p>Após o pronome relativo “cujo” não deve existir artigo.</p><p>RESPOSTA: ERRADO</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>39</p><p>92-) (PREFEITURA DE OSASCO – FARMACÊUTICO –</p><p>FGV/2014) “Esses produtos podem ser encontrados nos supermer-</p><p>cados com rótulos como ‘sênior’ e com características adaptadas às</p><p>dificuldades para mastigar e para engolir dos mais velhos, e prepa-</p><p>rados para se encaixar em seus hábitos de consumo”. O segmento</p><p>“para se encaixar” pode ter sua forma verbal reduzida adequada-</p><p>mente desenvolvida em</p><p>(A) para se encaixarem.</p><p>(B) para seu encaixotamento.</p><p>(C) para que se encaixassem.</p><p>(D) para que se encaixem.</p><p>(E) para que se encaixariam.</p><p>As orações subordinadas reduzidas são aquelas que não apre-</p><p>sentam conjunção. Para torná-las desenvolvidas, basta acrescentar-</p><p>mos a conjunção: “para que se encaixem”.</p><p>RESPOSTA: D</p><p>93-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA/GO – ANALISTA JUDICIÁRIO</p><p>– FGV/2014 - adaptada) A frase “que foi trazida pelo instituto En-</p><p>deavor” equivale, na voz ativa, a:</p><p>(A) que o instituto Endeavor traz;</p><p>(B) que o instituto Endeavor trouxe;</p><p>(C) trazida pelo instituto Endeavor;</p><p>(D) que é trazida pelo instituto Endeavor;</p><p>(E) que traz o instituto Endeavor.</p><p>Se na voz passiva temos dois verbos, na ativa teremos um: “que</p><p>o instituto Endeavor trouxe” (manter o tempo verbal no pretérito –</p><p>assim como na passiva).</p><p>RESPOSTA: B</p><p>94-) (POLÍCIA MILITAR/SP – OFICIAL ADMINISTRATIVO –</p><p>VUNESP/2014) Considere o trecho a seguir.</p><p>Já __________ alguns anos que estudos a respeito da utilização</p><p>abusiva dos smartphones estão sendo desenvolvidos. Os especia-</p><p>listas acreditam _________ motivos para associar alguns compor-</p><p>tamentos dos adolescentes ao uso prolongado desses aparelhos,</p><p>e _________ alertado os pais para que avaliem a necessidade de</p><p>estabelecer limites aos seus filhos.</p><p>De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, as la-</p><p>cunas do texto devem ser preenchidas, correta e respectivamente,</p><p>com:</p><p>(A) faz … haver … têm</p><p>(B) fazem … haver … tem</p><p>(C) faz … haverem … têm</p><p>(D) fazem … haverem … têm</p><p>(E) faz … haverem … tem</p><p>Já FAZ (sentido de tempo: não sofre flexão) alguns anos que</p><p>estudos a respeito da utilização abusiva dos smartphones estão</p><p>sendo desenvolvidos. Os especialistas acreditam HAVER (sentido</p><p>de existir: não varia) motivos para associar alguns comportamen-</p><p>tos dos adolescentes ao uso prolongado desses aparelhos, e TÊM</p><p>(concorda com o termo “os especialistas”) alertado os pais para que</p><p>avaliem a necessidade de estabelecer limites aos seus filhos.</p><p>Temos: faz, haver, têm.</p><p>RESPOSTA: A</p><p>95-) (TRT/AL - ANALISTA JUDICIÁRIO - FCC/2014 - adaptada)</p><p>... e então percorriam as pouco povoadas estepes da Ásia Cen-</p><p>tral até o mar Cáspio e além.</p><p>O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo que o grifado</p><p>acima está em:</p><p>(A) ... e de lá por navios que contornam a Índia...</p><p>(B) ... era a capital da China.</p><p>(C) A Rota da Seda nunca foi uma rota única...</p><p>(D) ... dispararam na última década.</p><p>(E) ... que acompanham as fronteiras ocidentais chinesas...</p><p>Percorriam =Pretérito Imperfeito do Indicativo</p><p>A = contornam – presente do Indicativo</p><p>B = era = pretérito imperfeito do Indicativo</p><p>C = foi = pretérito perfeito do Indicativo</p><p>D = dispararam = pretérito mais-que-perfeito do Indicativo</p><p>E = acompanham = presente do Indicativo</p><p>RESPOSTA: B</p><p>96-) (SABESP – TECNÓLOGO – FCC/2014) A substituição do ele-</p><p>mento grifado pelo pronome correspondente foi realizada de modo</p><p>INCORRETO em:</p><p>(A) que permitiu à civilização = que lhe permitiu</p><p>(B) envolveu diferentes fatores = envolveu-os</p><p>(C) para fazer a dragagem = para fazê-la</p><p>(D) que desviava a água = que lhe desviava</p><p>(E) supriam a necessidade = supriam-na</p><p>(A) que permitiu à civilização = que lhe permitiu = correta</p><p>(B) envolveu diferentes fatores = envolveu-os = correta</p><p>(C) para fazer a dragagem = para fazê-la = correta</p><p>(D) que desviava a água = que lhe desviava = que a desviava</p><p>(E) supriam a necessidade = supriam-na = correta</p><p>RESPOSTA: D</p><p>97-) (POLÍCIA CIVIL/SP – OFICIAL ADMINISTRATIVO – VU-</p><p>NESP/2014) Assinale a alternativa em que a reescrita da frase – Os</p><p>bons mecânicos sabiam lidar com máquinas e construir toda espé-</p><p>cie de engenhoca. – está correta quanto à concordância, de acordo</p><p>com a norma-padrão da língua.</p><p>(A) Toda espécie de engenhoca eram construídas por bons me-</p><p>cânicos, os quais sabia lidar com máquinas.</p><p>(B) Toda espécie de engenhoca era construída por bons mecâ-</p><p>nicos, os quais sabia lidar com máquinas.</p><p>(C) Toda espécie de engenhoca eram construída por bons me-</p><p>cânicos, os quais sabiam lidar com máquinas.</p><p>(D) Toda espécie de engenhoca era construídas por bons mecâ-</p><p>nicos, os quais sabia lidar com máquinas.</p><p>(E) Toda espécie de engenhoca era construída por bons mecâ-</p><p>nicos, os quais sabiam lidar com máquinas.</p><p>Fiz as correções entre parênteses:</p><p>(A) Toda espécie de engenhoca eram (era) construídas (cons-</p><p>truída) por bons mecânicos, os quais sabia (sabiam) lidar com má-</p><p>quinas.</p><p>(B) Toda espécie de engenhoca era construída por bons mecâ-</p><p>nicos, os quais sabia (sabiam) lidar com máquinas.</p><p>(C) Toda espécie de engenhoca eram (era) construída por bons</p><p>mecânicos, os quais sabiam lidar com máquinas.</p><p>(D) Toda espécie de engenhoca era construídas (construída)</p><p>por bons mecânicos, os quais sabia (sabiam) lidar com máquinas.</p><p>(E) Toda espécie de engenhoca era construída por bons mecâ-</p><p>nicos, os quais</p><p>sabiam lidar com máquinas.</p><p>RESPOSTA: E</p><p>98-) (SABESP/SP – AGENTE DE SANEAMENTO AMBIENTAL</p><p>01 – FCC/2014 - adaptada) O segmento grifado está corretamente</p><p>substituído pelo pronome correspondente em:</p><p>(A) Sem precisar atravessar a cidade = atravessar-lhe</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>40</p><p>(B) Eles serviriam para receber a enorme quantidade de lixo =</p><p>recebê-lo</p><p>(C) Um grupo de pesquisadores da USP tem um projeto = tem-</p><p>-los</p><p>(D) O primeiro envolve a construção de uma série de portos =</p><p>envolve-lhe</p><p>(E) O Hidroanel Metropolitano pretende resolver o problema</p><p>em São Paulo = resolvê-lo</p><p>(A) atravessar a cidade = atravessar-lhe (atravessá-la)</p><p>(B) receber a enorme quantidade de lixo = recebê-lo (recebê-la)</p><p>(C) tem um projeto = tem-los (tem-no)</p><p>(D) envolve a construção de uma série de portos = envolve-lhe</p><p>(envolve-a)</p><p>(E) O Hidroanel Metropolitano pretende resolver o problema</p><p>em São Paulo = resolvê-lo</p><p>RESPOSTA: E</p><p>99-) (METRÔ/SP – TÉCNICO SISTEMAS METROVIÁRIOS CI-</p><p>VIL – FCC/2014)</p><p>... ele conciliava as noites de boemia com a rotina de professor,</p><p>pesquisador e zoólogo famoso.</p><p>O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo que o grifado</p><p>acima se encontra em:</p><p>(A) Tem músicas com Toquinho, Elton Medeiros e Paulinho No-</p><p>gueira.</p><p>(B) As músicas eram todas de Vanzolini.</p><p>(C) Por mais incrível que possa parecer...</p><p>(D) ... os fortes laços que unem campo e cidade.</p><p>(E) ... porque não espalha...</p><p>Conciliava = pretérito imperfeito do Indicativo</p><p>(A) Tem músicas = presente do Indicativo</p><p>(B) As músicas eram todas de Vanzolini. = pretérito imperfeito</p><p>do Indicativo</p><p>(C) Por mais incrível que possa parecer... = presente do Sub-</p><p>juntivo</p><p>(D) ... os fortes laços que unem campo e cidade. = presente do</p><p>Indicativo</p><p>(E) ... porque não espalha... = presente do Indicativo</p><p>RESPOSTA: B</p><p>100-) (MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E</p><p>COMÉRCIO EXTERIOR – ANALISTA TÉCNICO ADMINISTRATIVO</p><p>– CESPE/2014) Em “Vossa Excelência deve estar satisfeita com os</p><p>resultados das negociações”, o adjetivo estará corretamente em-</p><p>pregado se dirigido a ministro de Estado do sexo masculino, pois</p><p>o termo “satisfeita” deve concordar com a locução pronominal de</p><p>tratamento “Vossa Excelência”.</p><p>( ) CERTO</p><p>( ) ERRADO</p><p>Se a pessoa, no caso o ministro, for do sexo feminino (ministra),</p><p>o adjetivo está correto; mas, se for do sexo masculino, o adjetivo</p><p>sofrerá flexão de gênero: satisfeito. O pronome de tratamento é</p><p>apenas a maneira de como tratar a autoridade, não concordando</p><p>com o gênero (o pronome de tratamento, apenas).</p><p>RESPOSTA: ERRADO</p><p>101-) (CAIXA ECONÔMICA FEDERAL – MÉDICO DO TRABA-</p><p>LHO – CESPE/2014) O emprego do acento gráfico em “incluíram”</p><p>e “número” justifica-se com base na mesma regra de acentuação.</p><p>( ) CERTO</p><p>( ) ERRADO</p><p>Incluíram = regra do hiato / número = proparoxítona</p><p>RESPOSTA: ERRADO</p><p>102-) (CASAL/AL - ADMINISTRADOR DE REDE - COPEVE/</p><p>UFAL/2014 - adaptada) Dado o trecho abaixo,</p><p>“Passai, passai, desfeitas em tormentos,</p><p>Em lágrimas, em prantos, em lamentos”</p><p>SOUZA, Cruz e. Broqueis. São Paulo: L&PM Pochet, 2002.</p><p>O verbo do primeiro verso, se utilizado na 2ª pessoa do singu-</p><p>lar, resulta na seguinte forma:</p><p>A) Passe, passe, desfeitas em tormentos.</p><p>B) Passem, passem, desfeitas em tormentos.</p><p>C) Passa, passa, desfeitas em tormentos.</p><p>D) Passas, passas, desfeitas em tormentos.</p><p>E) Passam, passam, desfeitas em tormentos.</p><p>“Passai, passai, desfeitas em tormentos.” Os verbos estão no</p><p>Modo Imperativo Afirmativo, segunda pessoa do plural (vós). Para</p><p>descobrirmos como ficarão na segunda do singular (tu), conjugue-</p><p>mos o verbo “passar” no Presente do Indicativo (que é de onde co-</p><p>piamos o Afirmativo, sem o “s” final): Eu passo, tu passas, ele passa,</p><p>nós passamos, vós passais, eles passam. Percebeu como o “passai”</p><p>pertence a “vós”? Bastou retirar o “s” = passai (como no verso).</p><p>Agora, retiremos o “s” do verbo conjugado com o “tu”: “passa”. Te-</p><p>remos, então, a construção: “Passa, passa...”.</p><p>RESPOSTA: C</p><p>103-) (EBSERH/HUCAM-UFES - ADVOGADO - AOCP/2014) Em</p><p>“Todos sabem como termina a história, tragicamente.”, a expressão</p><p>destacada indica</p><p>A) meio</p><p>B) tempo.</p><p>C) fim.</p><p>D) modo.</p><p>E) condição.</p><p>Geralmente, os advérbios terminados em “-mente” indicam</p><p>“modo”. No caso, de maneira trágica, tragicamente.</p><p>RESPOSTA: D</p><p>104-) (TRT 19ª - ANALISTA JUDICIÁRIO – ESTATÍSTICA –</p><p>FCC/2014) Sentava-se mais ou menos ...... distância de cinco metros</p><p>do professor, sem grande interesse. Estudava de manhã, e ...... tar-</p><p>des passava perambulando de uma praça ...... outra, lendo algum</p><p>livro, percebendo, vez ou outra, o comportamento dos outros, en-</p><p>tregue somente ...... discrição de si mesmo.</p><p>Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem</p><p>dada:</p><p>A) a - às - à - a</p><p>B) à - as - a - à</p><p>C) a - as - à - a</p><p>D) à - às - a - à</p><p>E) a - às - a - a</p><p>Sentava-se mais ou menos À distância de cinco metros (palavra</p><p>“distância” especificada) do professor, sem grande interesse. Estu-</p><p>dava de manhã, e AS tardes (artigo + substantivo; lemos “e durante</p><p>as tardes”) passava perambulando de uma praça A outra, lendo al-</p><p>gum livro, percebendo, vez ou outra, o comportamento dos outros,</p><p>entregue somente À (regência verbal de “entregue”: entregue algo</p><p>a alguém) discrição de si mesmo.</p><p>Temos: à/as/a/à.</p><p>RESPOSTA: B</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>41</p><p>105-) (RECEITA FEDERAL - AUDITOR FISCAL – ESAF/2014)</p><p>Assinale a opção que corresponde a erro gramatical ou de grafia de</p><p>palavra inserido na transcrição do texto.</p><p>No desenho constitucional, os tributos são fonte importantís-</p><p>sima dos recursos financeiros de cada ente político, recursos esses</p><p>indispensáveis para que façam frente ao (1) seu dever social. Con-</p><p>sequentemente, o princípio federativo é indissociável das compe-</p><p>tências tributárias constitucionalmente estabelecidas. Isso porque</p><p>tal princípio prevê (2) a autonomia dos diversos entes integrantes</p><p>da federação (União, Estados, DF e Municípios). A exigência da au-</p><p>tonomia econômico financeira determina que seja outorgado (3)</p><p>a cada ente político vários tributos de sua específica competência,</p><p>para, por si próprios, instituírem (4) o tributo e, assim, terem (5) sua</p><p>própria receita tributária.</p><p>(Adaptado de: <http://www.ambito-juridico.com.br/site>. Acesso em:</p><p>17mar. 2014.)</p><p>A) (1)</p><p>B) (2)</p><p>C) (3)</p><p>D) (4)</p><p>E) (5)</p><p>No item 3, a forma correta do trecho é: “A exigência da autono-</p><p>mia econômico financeira determina que sejam outorgados a cada</p><p>ente político vários tributos de sua específica competência”.</p><p>RESPOSTA: C</p><p>106-) (TCE-RS - AUDITOR PÚBLICO EXTERNO - ENGENHARIA</p><p>CIVIL - CONHECIMENTOS BÁSICOS – FCC/2014) Transpondo-se</p><p>para a voz passiva o segmento sublinhado em É possível que os</p><p>tempos modernos tenham começado a desfavorecer a solução do</p><p>jeitinho, a forma obtida deverá ser:</p><p>A) tenha começado a ser desfavorecida.</p><p>B) comecem a desfavorecer.</p><p>C) terá começado a ser desfavorecida.</p><p>D) comecem a ser desfavorecidos.</p><p>E) estão começando a se desfavorecer.</p><p>“É possível que os tempos modernos tenham começado a des-</p><p>favorecer a solução do jeitinho” – se na voz ativa temos três verbos,</p><p>na passiva teremos quatro (lembrando que o verbo “ter” é auxiliar):</p><p>“É possível que a solução do jeitinho tenha começado a ser desfavo-</p><p>recida pelos tempos modernos”.</p><p>RESPOSTA: A</p><p>107-) (MINISTÉRIO PÚBLICO/SP – AUXILIAR DE PROMOTO-</p><p>RIA – VUNESP/2014) Assinale a alternativa correta quanto à colo-</p><p>cação pronominal.</p><p>(A) Certamente delineou-se um cenário infernal com assassi-</p><p>natos brutais.</p><p>(B) A frente que se opôs aos hutus foi liderada por Paul Kagame.</p><p>(C) Se completam, em 2014, 20 anos do genocídio em Ruanda.</p><p>(D) Kagame reconhece que as pessoas não livraram-se do vírus</p><p>do ódio.</p><p>(E) Com Kagame como presidente, têm feito-se mudanças em</p><p>Ruanda.</p><p>Correções:</p><p>(A) Certamente delineou-se = certamente se delineou (advér-</p><p>bio)</p><p>(B) A frente que se opôs aos hutus foi liderada por Paul Kagame</p><p>= correta.</p><p>(C) Se completam = completam-se (início de período)</p><p>(D) Kagame reconhece que as pessoas não livraram-se = não se</p><p>livraram (advérbio de negação)</p><p>(E) Com Kagame como presidente, têm feito-se</p><p>e seu respectivo expoente natural que varia de</p><p>zero até o expoente com o qual o fator se apresenta na decomposição do número natural.</p><p>12 = 22 . 31 =</p><p>22 = 20,21 e 22 ; 31 = 30 e 31, teremos:</p><p>20 . 30=1</p><p>20 . 31=3</p><p>21 . 30=2</p><p>21 . 31=2.3=6</p><p>22 . 31=4.3=12</p><p>22 . 30=4</p><p>O conjunto de divisores de 12 são: D (12)={1, 2, 3, 4, 6, 12}</p><p>A soma dos divisores é dada por: 1 + 2 + 3 + 4 + 6 + 12 = 28</p><p>Máximo divisor comum (MDC)</p><p>É o maior número que é divisor comum de todos os números dados. Para o cálculo do MDC usamos a decomposição em fatores pri-</p><p>mos. Procedemos da seguinte maneira:</p><p>Após decompor em fatores primos, o MDC é o produto dos FATORES COMUNS obtidos, cada um deles elevado ao seu MENOR EX-</p><p>POENTE.</p><p>MATEMÁTICA</p><p>8</p><p>Exemplo:</p><p>MDC (18,24,42) =</p><p>Observe que os fatores comuns entre eles são: 2 e 3, então pegamos os de menores expoentes: 2x3 = 6. Logo o Máximo Divisor Co-</p><p>mum entre 18,24 e 42 é 6.</p><p>Mínimo múltiplo comum (MMC)</p><p>É o menor número positivo que é múltiplo comum de todos os números dados. A técnica para acharmos é a mesma do MDC, apenas</p><p>com a seguinte ressalva:</p><p>O MMC é o produto dos FATORES COMUNS E NÃO-COMUNS, cada um deles elevado ao SEU MAIOR EXPOENTE.</p><p>Pegando o exemplo anterior, teríamos:</p><p>MMC (18,24,42) =</p><p>Fatores comuns e não-comuns= 2,3 e 7</p><p>Com maiores expoentes: 2³x3²x7 = 8x9x7 = 504. Logo o Mínimo Múltiplo Comum entre 18,24 e 42 é 504.</p><p>Temos ainda que o produto do MDC e MMC é dado por: MDC (A,B). MMC (A,B)= A.B</p><p>Os cálculos desse tipo de problemas, envolvem adições e subtrações, posteriormente as multiplicações e divisões. Depois os pro-</p><p>blemas são resolvidos com a utilização dos fundamentos algébricos, isto é, criamos equações matemáticas com valores desconhecidos</p><p>(letras). Observe algumas situações que podem ser descritas com utilização da álgebra.</p><p>É bom ter mente algumas situações que podemos encontrar:</p><p>Exemplos:</p><p>(PREF. GUARUJÁ/SP – SEDUC – PROFESSOR DE MATEMÁTICA – CAIPIMES) Sobre 4 amigos, sabe-se que Clodoaldo é 5 centímetros</p><p>mais alto que Mônica e 10 centímetros mais baixo que Andreia. Sabe-se também que Andreia é 3 centímetros mais alta que Doralice e que</p><p>Doralice não é mais baixa que Clodoaldo. Se Doralice tem 1,70 metros, então é verdade que Mônica tem, de altura:</p><p>(A) 1,52 metros.</p><p>(B) 1,58 metros.</p><p>(C) 1,54 metros.</p><p>(D) 1,56 metros.</p><p>Resolução:</p><p>Escrevendo em forma de equações, temos:</p><p>C = M + 0,05 ( I )</p><p>C = A – 0,10 ( II )</p><p>A = D + 0,03 ( III )</p><p>D não é mais baixa que C</p><p>Se D = 1,70 , então:</p><p>MATEMÁTICA</p><p>9</p><p>( III ) A = 1,70 + 0,03 = 1,73</p><p>( II ) C = 1,73 – 0,10 = 1,63</p><p>( I ) 1,63 = M + 0,05</p><p>M = 1,63 – 0,05 = 1,58 m</p><p>Resposta: B</p><p>(CEFET – AUXILIAR EM ADMINISTRAÇÃO – CESGRANRIO) Em</p><p>três meses, Fernando depositou, ao todo, R$ 1.176,00 em sua ca-</p><p>derneta de poupança. Se, no segundo mês, ele depositou R$ 126,00</p><p>a mais do que no primeiro e, no terceiro mês, R$ 48,00 a menos do</p><p>que no segundo, qual foi o valor depositado no segundo mês?</p><p>(A) R$ 498,00</p><p>(B) R$ 450,00</p><p>(C) R$ 402,00</p><p>(D) R$ 334,00</p><p>(E) R$ 324,00</p><p>Resolução:</p><p>Primeiro mês = x</p><p>Segundo mês = x + 126</p><p>Terceiro mês = x + 126 – 48 = x + 78</p><p>Total = x + x + 126 + x + 78 = 1176</p><p>3.x = 1176 – 204</p><p>x = 972 / 3</p><p>x = R$ 324,00 (1º mês)</p><p>* No 2º mês: 324 + 126 = R$ 450,00</p><p>Resposta: B</p><p>(PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO/SP – AGENTE</p><p>DE ADMINISTRAÇÃO – VUNESP) Uma loja de materiais elétricos</p><p>testou um lote com 360 lâmpadas e constatou que a razão entre o</p><p>número de lâmpadas queimadas e o número de lâmpadas boas era</p><p>2 / 7. Sabendo-se que, acidentalmente, 10 lâmpadas boas quebra-</p><p>ram e que lâmpadas queimadas ou quebradas não podem ser ven-</p><p>didas, então a razão entre o número de lâmpadas que não podem</p><p>ser vendidas e o número de lâmpadas boas passou a ser de</p><p>(A) 1 / 4.</p><p>(B) 1 / 3.</p><p>(C) 2 / 5.</p><p>(D) 1 / 2.</p><p>(E) 2 / 3.</p><p>Resolução:</p><p>Chamemos o número de lâmpadas queimadas de ( Q ) e o nú-</p><p>mero de lâmpadas boas de ( B ). Assim:</p><p>B + Q = 360 , ou seja, B = 360 – Q ( I )</p><p>, ou seja, 7.Q = 2.B ( II )</p><p>Substituindo a equação ( I ) na equação ( II ), temos:</p><p>7.Q = 2. (360 – Q)</p><p>7.Q = 720 – 2.Q</p><p>7.Q + 2.Q = 720</p><p>9.Q = 720</p><p>Q = 720 / 9</p><p>Q = 80 (queimadas)</p><p>Como 10 lâmpadas boas quebraram, temos:</p><p>Q’ = 80 + 10 = 90 e B’ = 360 – 90 = 270</p><p>Resposta: B</p><p>Fração é todo número que pode ser escrito da seguinte forma</p><p>a/b, com b≠0. Sendo a o numerador e b o denominador. Uma fra-</p><p>ção é uma divisão em partes iguais. Observe a figura:</p><p>O numerador indica quantas partes tomamos do total que foi</p><p>dividida a unidade.</p><p>O denominador indica quantas partes iguais foi dividida a uni-</p><p>dade.</p><p>Lê-se: um quarto.</p><p>Atenção:</p><p>• Frações com denominadores de 1 a 10: meios, terços, quar-</p><p>tos, quintos, sextos, sétimos, oitavos, nonos e décimos.</p><p>• Frações com denominadores potências de 10: décimos, cen-</p><p>tésimos, milésimos, décimos de milésimos, centésimos de milési-</p><p>mos etc.</p><p>• Denominadores diferentes dos citados anteriormente:</p><p>Enuncia-se o numerador e, em seguida, o denominador seguido da</p><p>palavra “avos”.</p><p>Tipos de frações</p><p>– Frações Próprias: Numerador é menor que o denominador.</p><p>Ex.: 7/15</p><p>– Frações Impróprias: Numerador é maior ou igual ao denomi-</p><p>nador. Ex.: 6/7</p><p>– Frações aparentes: Numerador é múltiplo do denominador.</p><p>As mesmas pertencem também ao grupo das frações impróprias.</p><p>Ex.: 6/3</p><p>– Frações mistas: Números compostos de uma parte inteira e</p><p>outra fracionária. Podemos transformar uma fração imprópria na</p><p>forma mista e vice e versa. Ex.: 1 1/12 (um inteiro e um doze avos)</p><p>– Frações equivalentes: Duas ou mais frações que apresentam</p><p>a mesma parte da unidade. Ex.: 2/4 = 1/2</p><p>– Frações irredutíveis: Frações onde o numerador e o denomi-</p><p>nador são primos entre si. Ex.: 5/11 ;</p><p>Operações com frações</p><p>• Adição e Subtração</p><p>Com mesmo denominador: Conserva-se o denominador e so-</p><p>ma-se ou subtrai-se os numeradores.</p><p>Com denominadores diferentes: é necessário reduzir ao mes-</p><p>mo denominador através do MMC entre os denominadores. Usa-</p><p>mos tanto na adição quanto na subtração.</p><p>O MMC entre os denominadores (3,2) = 6</p><p>MATEMÁTICA</p><p>10</p><p>• Multiplicação e Divisão</p><p>Multiplicação: É produto dos numerados pelos denominadores</p><p>dados. Ex.:</p><p>– Divisão: É igual a primeira fração multiplicada pelo inverso da</p><p>segunda fração. Ex.:</p><p>Obs.: Sempre que possível podemos simplificar o resultado da</p><p>fração resultante de forma a torna-la irredutível.</p><p>Exemplo:</p><p>(EBSERH/HUPES – UFBA – TÉCNICO EM INFORMÁTICA – IA-</p><p>DES) O suco de três garrafas iguais foi dividido igualmente entre 5</p><p>pessoas. Cada uma recebeu</p><p>(A)</p><p>(B)</p><p>(C)</p><p>(D)</p><p>(E)</p><p>Resolução:</p><p>Se cada garrafa contém X litros de suco, e eu tenho 3 garrafas,</p><p>então o total será de 3X litros de suco. Precisamos dividir essa quan-</p><p>tidade de suco (em litros) para 5 pessoas, logo teremos:</p><p>Onde x é litros de suco, assim a fração que cada um recebeu de</p><p>suco é de 3/5 de suco da garrafa.</p><p>Resposta: B</p><p>PORCENTAGEM</p><p>São chamadas de razões centesimais ou taxas percentuais ou</p><p>simplesmente de porcentagem, as razões de denominador 100, ou</p><p>seja, que representam a centésima parte de uma grandeza. Costu-</p><p>mam ser indicadas pelo numerador seguido do símbolo %. (Lê-se:</p><p>“por cento”).</p><p>Exemplo:</p><p>(CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS/SP – ANA-</p><p>LISTA TÉCNICO LEGISLATIVO – DESIGNER GRÁFICO – VUNESP) O</p><p>departamento de Contabilidade de uma empresa tem 20 funcio-</p><p>nários, sendo que 15% deles são estagiários. O departamento de</p><p>Recursos Humanos tem 10 funcionários, sendo 20% estagiários. Em</p><p>relação ao total de funcionários desses dois departamentos, a fra-</p><p>ção de estagiários é igual a</p><p>(A) 1/5.</p><p>(B) 1/6.</p><p>(C) 2/5.</p><p>(D) 2/9.</p><p>(E) 3/5.</p><p>Resolução:</p><p>Resposta: B</p><p>Lucro e Prejuízo em porcentagem</p><p>É a diferença entre o preço de venda e o preço de custo. Se</p><p>a diferença for POSITIVA, temos o LUCRO (L), caso seja NEGATIVA,</p><p>temos PREJUÍZO (P).</p><p>Logo: Lucro (L) = Preço de Venda (V) – Preço de Custo (C).</p><p>Exemplo:</p><p>(CÂMARA DE SÃO PAULO/SP – TÉCNICO ADMINISTRATIVO –</p><p>FCC) O preço de venda de um produto, descontado um imposto de</p><p>16% que incide sobre esse mesmo preço, supera o preço de com-</p><p>pra em 40%, os quais constituem o lucro líquido do vendedor. Em</p><p>quantos por cento, aproximadamente,</p><p>= têm-se feito</p><p>RESPOSTA: B</p><p>108-) (POLÍCIA CIVIL/SP - OFICIAL ADMINISTRATIVO - VU-</p><p>NESP/2014) Considerando as regras de concordância verbal, o ter-</p><p>mo em destaque na frase – Segundo alguns historiadores, houve</p><p>dois sacolejões maiores na história da humanidade. – pode ser cor-</p><p>retamente substituído por:</p><p>A) ocorreram.</p><p>B) sucedeu-se.</p><p>C) existiu.</p><p>D) houveram.</p><p>E) aconteceu</p><p>Podemos resolver por eliminação: dos verbos apresentados</p><p>nas alternativas, o único que não sofre flexão é o “haver”, deven-</p><p>do, portanto, permanecer no singular. Eliminemos a D. Os demais,</p><p>que deveriam estar flexionados (sucederam-se, existiram, aconte-</p><p>ceram), não estão. Restou-nos a alternativa com a opção coreta:</p><p>ocorreram.</p><p>RESPOSTA: A</p><p>109-) (ESTRADA DE FERRO CAMPOS DO JORDÃO/SP - ANALIS-</p><p>TA FERROVIÁRIO - OFICINAS – ELÉTRICA – IDERH/2014) Consi-</p><p>dere os numerais sublinhados a seguir:</p><p>I (...) Copa do Mundo de 2014 (...)</p><p>II (...) primeiro jogo (...)</p><p>III (...) três unidades (...)</p><p>IV (...) mais de 10 anos.</p><p>Tais numerais são classificados, CORRETA e respectivamente,</p><p>de cima para baixo, como:</p><p>A) Cardinal, ordinal, cardinal e cardinal.</p><p>B) Cardinal, cardinal, ordinal e cardinal.</p><p>C) Cardinal, cardinal, ordinal e multiplicativo.</p><p>D) Cardinal, fracionário, ordinal e cardinal.</p><p>E) Cardinal, fracionário, multiplicativo e cardinal.</p><p>Podemos responder por eliminação, o que nos ajudaria a che-</p><p>gar à resposta correta rapidamente. Veja: ORdinal lembra ORdem =</p><p>a alternativa que representa um numeral ordinal é a II – o que nos</p><p>leva a procurar o item que tenha “ordinal” como segundo elemento</p><p>da classificação. Chegamos à letra A – única resposta correta!</p><p>RESPOSTA: A</p><p>110-) (ESTRADA DE FERRO CAMPOS DO JORDÃO/SP - ANALIS-</p><p>TA FERROVIÁRIO - OFICINAS – ELÉTRICA – IDERH/2014) Nas al-</p><p>ternativas abaixo, apenas UM vocábulo DEVE, NECESSARIAMENTE,</p><p>ser acentuado. Assim, assinale a opção CORRETA.</p><p>A) Intimo.</p><p>B) Ate.</p><p>C) Miseria.</p><p>D) Policia.</p><p>E) Amem.</p><p>A) Intimo – eu a intimo a comparecer... (verbo) / amigo íntimo</p><p>(adjetivo)</p><p>B) Ate – quer que eu ate o nó? (verbo) / Ele veio até mim (pre-</p><p>posição)</p><p>C) Miseria.– deve ser acentuada (miséria – substantivo)</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>42</p><p>D) Policia – ela não se policia (verbo – igual “vigiar”, “contro-</p><p>lar”) / Quero trabalhar na polícia! (substantivo)</p><p>E) Amem – (verbo) / amém (interjeição)</p><p>Que Deus o abençoe! Amém! Que vocês se amem! Amém!</p><p>RESPOSTA: C</p><p>111-) (CGE-MA - AUDITOR - CONHECIMENTOS BÁSICOS -</p><p>FGV/2014) “...Marx e Engels e outros pensadores previram um futu-</p><p>ro redentor...”. Nesse segmento o verbo irregular prever é conjuga-</p><p>do de forma correta no pretérito perfeito do indicativo.</p><p>Assinale a frase em que a forma desse mesmo verbo está con-</p><p>jugada de forma errada.</p><p>A) Quando ele prever o resultado, todos se espantarão.</p><p>B) Elas preveem coisas impossíveis</p><p>C) Espero que elas prevejam boas coisas.</p><p>D) Ela já previra o resultado, antes de a partida terminar.</p><p>E) Se todos previssem a vida, ela seria diferente.</p><p>Cuidado com a pegadinha! O enunciado quer a alternativa In-</p><p>correta. Teremos 4 corretas!</p><p>A) Quando ele prever o resultado, todos se espantarão. = quan-</p><p>do ele previr</p><p>B) Elas preveem coisas impossíveis = correta</p><p>C) Espero que elas prevejam boas coisas= correta</p><p>D) Ela já previra o resultado, antes de a partida terminar= cor-</p><p>reta</p><p>E) Se todos previssem a vida, ela seria diferente= correta</p><p>RESPOSTA: A</p><p>112-) (MINISTÉRIO PÚBLICO/SP – AUXILIAR DE PROMOTO-</p><p>RIA – VUNESP/2014) Assinale a alternativa correta quanto ao uso</p><p>do acento indicativo da crase.</p><p>(A) Os meninos querem que a chuva comece à cair.</p><p>(B) E os meninos ficam à espera de chuva intensa.</p><p>(C) As borboletas vão de um jardim à outro.</p><p>(D) Mas a chuva não chega à ninguém.</p><p>(E) As borboletas ainda não perceberam à leve chuva.</p><p>(A) Os meninos querem que a chuva comece à cair = a cair</p><p>(verbo no infinitivo)</p><p>(B) E os meninos ficam à espera de chuva intensa = correta</p><p>(dica: dá para substituir por “esperando”)</p><p>(C) As borboletas vão de um jardim à outro = a outro (palavra</p><p>masculina)</p><p>(D) Mas a chuva não chega à ninguém = a ninguém (pronome</p><p>indefinido)</p><p>(E) As borboletas ainda não perceberam à leve chuva = a leva</p><p>(objeto direto, sem preposição)</p><p>RESPOSTA: B</p><p>113-) (IBGE - SUPERVISOR DE PESQUISAS – ADMINISTRA-</p><p>ÇÃO - CESGRANRIO/2014) Em “Há políticas que reconhecem a in-</p><p>formalidade”, ao substituir o termo destacado por um pronome, de</p><p>acordo com a norma-padrão da língua, o trecho assume a formula-</p><p>ção apresentada em:</p><p>A) Há políticas que a reconhecem.</p><p>B) Há políticas que reconhecem-a.</p><p>C) Há políticas que reconhecem-na.</p><p>D) Há políticas que reconhecem ela.</p><p>E) Há políticas que lhe reconhecem.</p><p>Primeiramente identifiquemos se temos objeto direto ou indi-</p><p>reto. Reconhece o quê? Resposta: a informalidade. Pergunta e res-</p><p>posta sem preposição, então: objeto direto. Não utilizaremos “lhe”</p><p>– que é para objeto indireto. Como temos a presença do “que” – in-</p><p>dependente de sua função no período (pronome relativo, no caso!)</p><p>– a regra pede próclise (pronome oblíquo antes do verbo): que a</p><p>reconhecem.</p><p>RESPOSTA: A</p><p>114-) (UNESP - CAMPUS DE ARARAQUARA/FCL - ASSISTEN-</p><p>TE OPERACIONAL II – JARDINAGEM – VUNESP/2014)As discus-</p><p>sões na internet _____ o consumidor ______ buscar preços mais</p><p>______.</p><p>(A) leva ... à ... vantajoso.</p><p>(B) levam ... à ... vantajosos.</p><p>(C) leva ... a ... vantajoso.</p><p>(D) leva ... à ... vantajosos.</p><p>(E) levam ... a ... vantajosos.</p><p>As discussões na internet levam o consumidor a buscar (verbo</p><p>no infinitivo = sem acento grave) preços mais vantajosos.</p><p>RESPOSTA: E</p><p>115-) (PETROBRAS – CONHECIMENTOS BÁSICOS PARA</p><p>TODOS OS CARGOS – NÍVEL SUPERIOR – CESGRANRIO/2014</p><p>- adaptada) No trecho “Um mundo habitado por seres com habi-</p><p>lidades sobre-humanas parece ficção científica”, a palavra destaca-</p><p>da apresenta hífen porque a natureza das partes que a compõem</p><p>assim o exige. O grupo em que todas as palavras estão grafadas de</p><p>acordo com a ortografia oficial é</p><p>(A) erva-doce, mal-entendido, sobrenatural</p><p>(B) girassol, bem-humorado, batepapo</p><p>(C) hiper-glicemia, vice-presidente, pontapé</p><p>(D) pan-americano, inter-estadual, vagalume</p><p>(E) subchefe, pós-graduação, inter-municipal</p><p>(A) erva-doce, mal-entendido, sobrenatural = corretas</p><p>(B) girassol, bem-humorado, batepapo (bate-papo)</p><p>(C) hiper-glicemia – (hiperglicemia), vice-presidente, pontapé</p><p>(D) pan-americano, inter-estadual (interestadual) , vagalume</p><p>(E) subchefe, pós-graduação, inter-municipal (intermunicipal)</p><p>RESPOSTA: A</p><p>116-) (PREFEITURA DE SÃO PAULO/SP – AUDITOR FISCAL</p><p>TRIBUTÁRIO MUNICIPAL – CETRO/2014 - adaptada) Assinale a</p><p>alternativa que contém duas palavras acentuadas conforme a mes-</p><p>ma regra.</p><p>(A) “Hambúrgueres” e “repórter”.</p><p>(B) “Inacreditáveis” e “repórter”.</p><p>(C) “Índice” e “dólares”.</p><p>(D) “Inacreditáveis” e “atribuídos”.</p><p>(E) “Atribuídos” e “índice”.</p><p>(A) “Hambúrgueres” = proparoxítona / “repórter” = paroxítona</p><p>(B) “Inacreditáveis” = paroxítona / “repórter” = paroxítona</p><p>(C) “Índice” = proparoxítona / “dólares” = proparoxítona</p><p>(D) “Inacreditáveis” = paroxítona / “atribuídos” = regra do hiato</p><p>(E) “Atribuídos” = regra do hiato / “índice” = proparoxítona</p><p>RESPOSTA: B</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>43</p><p>117-) (SUSAM/AM- ASSISTENTE ADMINISTRATIVO –</p><p>FGV/2014 - adaptada) “Ainda assim, por força da longa estiagem</p><p>que afetou o Sudeste e o Centro-Oeste, o Operador Nacional do Sis-</p><p>tema Elétrico (NOS)trabalha com uma estimativa de que no atual</p><p>período úmido ovolumedechuvasnãoultrapasse67%damédiahistó-</p><p>ricanasáreas que abrigam os principais reservatórios das hidrelétri-</p><p>cas”.Nesse segmento, é correto colocar uma vírgula</p><p>(A)apósaformaverbal“abrigam”.</p><p>(B) apósosubstantivo“áreas”.</p><p>(C) apósosubstantivo“estimativa”.</p><p>(D)após“deque”eantesde“ovolume”.</p><p>(E) após“chuvas”eantesde“nasáreas”.</p><p>“Ainda assim, por força da longa estiagem que afetou o Sudeste</p><p>e o Centro-Oeste, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (NOS)</p><p>trabalha com uma estimativa de que no atual período úmido ovolu-</p><p>medechuvasnãoultrapasse67%damédiahistóricanasáreas que abri-</p><p>gam os principais reservatórios das hidrelétricas”.</p><p>(A)apósaformaverbal“abrigam”</p><p>– incorreta (não posso separar</p><p>o verbo de seu complemento - objeto).</p><p>(B) apósosubstantivo“áreas” – incorreta (mudaríamos o senti-</p><p>do do período, já que passaríamos uma oração adjetiva restritiva</p><p>para uma explicativa – fato que generalizaria o termo “áreas”, dan-</p><p>do a entender que todas abrigam reservatórios).</p><p>(C) apósosubstantivo“estimativa” – incorreta (separaria subs-</p><p>tantivo de seu complemento).</p><p>(D)após“deque”eantesde“ovolume” – correta (não haveria mu-</p><p>dança no período, dando ao termo uma função de aposto explica-</p><p>tivo, por exemplo).</p><p>(E) após“chuvas”eantesde“nasáreas” – incorreta – separaria</p><p>sujeito de predicado</p><p>RESPOSTA: D</p><p>118-) (PRODAM/AM – ASSISTENTE – FUNCAB/2014 - adap-</p><p>tada) Ao passarmos a frase “...e É CONSIDERADO por muitos o maior</p><p>maratonista de todos os tempos” para a voz ativa, encontramos a</p><p>seguinte forma verbal:</p><p>A) consideravam.</p><p>B) consideram.</p><p>C) considerem.</p><p>D) considerarão.</p><p>E) considerariam.</p><p>É CONSIDERADO por muitos o maior maratonista de todos os</p><p>tempos = dois verbos na voz passiva, então na ativa teremos UM:</p><p>muitos o consideram o maior maratonista de todos os tempos.</p><p>RESPOSTA: B</p><p>119-) (INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TEC-</p><p>NOLOGIA/SP – ADMINISTRADOR – FUNDEP/2014) Leia:</p><p>____ um mês, uma turma de operários se posta ___ entrada da</p><p>fábrica pela manhã e só sai ___ uma hora da tarde. Espera-se que a</p><p>greve termine daqui ___ uma semana.</p><p>Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE as lacu-</p><p>nas da frase acima, na respectivamente ordem.</p><p>A) Há – à – a – a.</p><p>B) Há – à – à – a.</p><p>C) A – a – a – há.</p><p>D) Há – a – à – há.</p><p>E)</p><p>F)</p><p>HÁ (tempo passado) um mês, uma turma de operários se pos-</p><p>ta À (“na”) entrada da fábrica pela manhã e só sai À uma hora da</p><p>tarde. Espera-se que a greve termine daqui A (tempo futuro) uma</p><p>semana.</p><p>Ficou: há / à / à / a.</p><p>RESPOSTA: B</p><p>120-) (ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO – TÉCNICO EM CON-</p><p>TABILIDADE – IDECAN/2014) Os vocábulos “cinquentenário” e</p><p>“império” são acentuados devido à mesma justificativa. O mesmo</p><p>ocorre com o par de palavras apresentado em</p><p>A) prêmio e órbita.</p><p>B) rápida e tráfego</p><p>C) satélite e ministério.</p><p>D) pública e experiência.</p><p>E) sexagenário e próximo.</p><p>Cinquentenário e império = ambas são paroxítonas. Cuidado! O</p><p>exercício quer que encontremos o par que tem a mesma justificati-</p><p>va de acentuação entre as palavras que o compõem, não necessa-</p><p>riamente igual às do enunciado.</p><p>A) prêmio = paroxítona / órbita = proparoxítona</p><p>B) rápida = proparoxítona / tráfego = proparoxítona</p><p>C) satélite = proparoxítona / ministério = paroxítona</p><p>D) pública = proparoxítona / experiência = paroxítona</p><p>E) sexagenário = paroxítona / próximo = proparoxítona</p><p>Cuidado! O exercício quer que encontremos o par que tem a</p><p>mesma justificativa de acentuação entre as palavras que o com-</p><p>põem, não necessariamente igual às do enunciado.</p><p>RESPOSTA: B</p><p>121-) (DETRAN/RO – ANALISTA EM TRÂNSITO - ADMINIS-</p><p>TRADOR – IADES/2014) Observe o emprego das palavras destaca-</p><p>das nas frases a seguir.</p><p>• Quando elas dirigem, ficam meio nervosas.</p><p>• As crianças estavam sós no carro.</p><p>• Ela mesma se dirigiu ao DETRAN.</p><p>• Os carros custam caro.</p><p>Acerca das regras de concordância que justificam o emprego</p><p>dos termos anteriores, analise.</p><p>I. A palavra “meio” é um advérbio, razão pela qual não se fle-</p><p>xionou.</p><p>II. A palavra “sós” é um adjetivo, por isso concorda com o su-</p><p>jeito.</p><p>III. A palavra “mesma” sempre concorda com o substantivo e o</p><p>pronome a que se refere.</p><p>IV. A palavra “caro” é um advérbio, razão pela qual não se fle-</p><p>xionou.</p><p>Estão corretas as afirmativas</p><p>A) I, II, III e IV.</p><p>B) I, II e IV, apenas.</p><p>C) I, II e III, apenas.</p><p>D) I, III e IV, apenas.</p><p>E) II, III e IV, apenas.</p><p>• Quando elas dirigem, ficam meio nervosas.</p><p>• As crianças estavam sós no carro.</p><p>• Ela mesma se dirigiu ao DETRAN.</p><p>• Os carros custam caro.</p><p>Acerca das regras de concordância que justificam o emprego</p><p>dos termos anteriores, analise.</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>44</p><p>I. A palavra “meio” é um advérbio, razão pela qual não se fle-</p><p>xionou = correta.</p><p>II. A palavra “sós” é um adjetivo, por isso concorda com o su-</p><p>jeito = correta.</p><p>III. A palavra “mesma” sempre concorda com o substantivo e o</p><p>pronome a que se refere = correta.</p><p>(Anexo - Obrigado - Mesmo - Próprio - Incluso – Quite: Estas pa-</p><p>lavras adjetivas concordam em gênero e número com o substantivo</p><p>ou pronome a que se referem)</p><p>IV. A palavra “caro” é um advérbio, razão pela qual não se fle-</p><p>xionou. = correta</p><p>RESPOSTA: A</p><p>122-) (SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/PI – ESCRI-</p><p>VÃO DE POLÍCIA CIVIL – UESPI/2014) A linguagem por meio da</p><p>qual interagimos no nosso dia a dia pode revestir-se de nuances as</p><p>mais diversas: pode apresentar-se em sentido literal, figurado, me-</p><p>tafórico. A opção em cujo trecho utilizou-se linguagem metafórica é</p><p>a) O equilíbrio ou desequilíbrio depende do ambiente familiar.</p><p>b) Temos medo de sair às ruas.</p><p>c) Nestes dias começamos a ter medo também dentro dos sho-</p><p>ppings.</p><p>d) Somos esse novelo de dons.</p><p>e) As notícias da imprensa nos dão medo em geral.</p><p>A alternativa que apresenta uma linguagem metafórica (figura-</p><p>da) é a que emprega o termo “novelo” fora de seu contexto habitual</p><p>(novelo de lã, por exemplo), representando, aqui, um emaranhado,</p><p>um monte, vários dons.</p><p>RESPOSTA: D</p><p>123-) (SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/PI – ESCRI-</p><p>VÃO DE POLÍCIA CIVIL – UESPI/2014 - adaptada) Identificamos as</p><p>seguintes palavras formadas pelo processo de derivação regressiva:</p><p>A) arma e formação.</p><p>B) combate e guerreiros.</p><p>C) combate e ataque.</p><p>D) lanças e armas.</p><p>E) ataque e situação.</p><p>Palavra formada pela derivação regressiva é aquela que resulta</p><p>de um verbo transformado em substantivo, geralmente. Por exem-</p><p>plo: caça deriva de caçar; pesca, de pescar. Dentre as apresenta-</p><p>das nas alternativas, as que derivam de tal processo são: combate</p><p>(combater) e ataque (atacar).</p><p>RESPOSTA: C</p><p>124-) (RIOPREVIDÊNCIA – ESPECIALISTA EM PREVIDÊNCIA</p><p>SOCIAL – CEPERJ/2014) A palavra “infraestrutura” é formada pelo</p><p>seguinte processo:</p><p>A) sufixação</p><p>B) prefixação</p><p>C) parassíntese</p><p>D) justaposição</p><p>E) aglutinação</p><p>Temos apenas a junção do prefixo “infra” ao radical “estrutura”,</p><p>portanto: prefixação.</p><p>RESPOSTA: B</p><p>125-) (MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE – ICMBIO – CES-</p><p>PE/2014) A mesma regra de acentuação gráfica se aplica aos vocá-</p><p>bulos “Brasília”, “cenário” e “próprio”.</p><p>( ) CERTO</p><p>( ) ERRADO</p><p>Brasília = paroxítona terminada em ditongo / cenário = paro-</p><p>xítona terminada em ditongo / próprio = paroxítona terminada em</p><p>ditongo</p><p>RESPOSTA: CERTO</p><p>ANOTAÇÕES</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>_____________________________________________________</p><p>_____________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>______________________________________________________</p><p>OP-009MA-21-PREP-COLEGIOS-MILITARES-FUND</p><p>OP-009MA-21-PREP-COLEGIOS-MILITARES-FUND</p><p>00 - INDICE BASE (OPÇÃO)_01_2021</p><p>01 - Matemática</p><p>02 - Língua Portuguesa</p><p>o preço de venda é superior</p><p>ao de compra?</p><p>MATEMÁTICA</p><p>11</p><p>(A) 67%.</p><p>(B) 61%.</p><p>(C) 65%.</p><p>(D) 63%.</p><p>(E) 69%.</p><p>Resolução:</p><p>Preço de venda: V</p><p>Preço de compra: C</p><p>V – 0,16V = 1,4C</p><p>0,84V = 1,4C</p><p>O preço de venda é 67% superior ao preço de compra.</p><p>Resposta: A</p><p>Aumento e Desconto em porcentagem</p><p>– Aumentar um valor V em p%, equivale a multiplicá-lo por</p><p>Logo:</p><p>- Diminuir um valor V em p%, equivale a multiplicá-lo por</p><p>Logo:</p><p>Fator de multiplicação</p><p>É o valor final de , é o que chamamos de fator de multiplicação, muito útil para resolução de cálculos de</p><p>porcentagem. O mesmo pode ser um acréscimo ou decréscimo no valor do produto.</p><p>Aumentos e Descontos sucessivos em porcentagem</p><p>São valores que aumentam ou diminuem sucessivamente. Para efetuar os respectivos descontos ou aumentos, fazemos uso dos fato-</p><p>res de multiplicação. Basta multiplicarmos o Valor pelo fator de multiplicação (acréscimo e/ou decréscimo).</p><p>Exemplo: Certo produto industrial que custava R$ 5.000,00 sofreu um acréscimo de 30% e, em seguida, um desconto de 20%. Qual o</p><p>preço desse produto após esse acréscimo e desconto?</p><p>MATEMÁTICA</p><p>12</p><p>Resolução:</p><p>VA = 5000 .(1,3) = 6500 e</p><p>VD = 6500 .(0,80) = 5200, podemos, para agilizar os cálculos,</p><p>juntar tudo em uma única equação:</p><p>5000 . 1,3 . 0,8 = 5200</p><p>Logo o preço do produto após o acréscimo e desconto é de R$</p><p>5.200,00</p><p>SISTEMA DE NUMERAÇÃO ROMANO</p><p>Sistema de numeração Romana</p><p>É o sistema mais usado depois do decimal, utiliza-se para:</p><p>- designação de séculos e datas;</p><p>- indicação de capítulos e volumes de livros;</p><p>- nos nomes de papas e imperadores.</p><p>- mostradores de alguns relógios, etc.</p><p>Utilizam-se sete letras maiúsculas(símbolos) para designa-los:</p><p>Letras Valores</p><p>I 1</p><p>V 5</p><p>X 10</p><p>L 50</p><p>C 100</p><p>D 500</p><p>M 1000</p><p>Regras para escrita dos números romanos:</p><p>1 – Se a direita se escreve um símbolo de igual ou maior valor</p><p>somamos ao valor dessa:.</p><p>Exemplos:</p><p>VI = (5+1)=6</p><p>XXI =(10+10+1)=21</p><p>LXVII = (50+10+5+1+1)=67</p><p>2 – Se a esquerda se escreve um símbolo “I” , “X” ou “C” sub-</p><p>traímos:</p><p>Exemplos:</p><p>IV =(5-1)=4</p><p>IX =(10-1)=9</p><p>XL =(50-10)=40</p><p>XC =(100-10)=90</p><p>CD =(500-100)=400</p><p>CM = (1000-100)=900</p><p>3 – Não se pode repetir o mesmo símbolo por mais de três</p><p>vezes seguidas:</p><p>Exemplos:</p><p>XIII = 13</p><p>XIV = 14</p><p>XXXIII = 33</p><p>XXXIV = 34</p><p>4 - A letra “V”, “L” e a “D” não podem se duplicar, pois as letras</p><p>“X”,”C” e “M” representam um valor duplicado.</p><p>Exemplos:</p><p>XX = 20 (10+10)</p><p>CC = 200 (100+100)</p><p>MM = 2.000 (1000+1000)</p><p>5 - Se entre dois símbolos quaisquer existe outra menor, o valor</p><p>desta pertencerá a letra seguinte a ela.</p><p>Exemplos:</p><p>XIX = 19 (X=10 + IX=9 ; 19)</p><p>LIV = 54 (L=50 + IV=4; 54)</p><p>CXXIX = 129 (C=100 + XX=20 + IX=9; 129)</p><p>6 - O valor dos números romanos quando multiplicados por</p><p>mil, colocam-se barras horizontais em cima dos mesmos.</p><p>Exemplos:</p><p>Tabela dos números Maiores que 2100</p><p>3000 MMM 30000 ____</p><p>XXX 300000 ____</p><p>CCC</p><p>4000 __</p><p>IV 40000 __</p><p>XL 400000 __</p><p>CD</p><p>5000 _</p><p>V 50000 _</p><p>L 500000 _</p><p>D</p><p>6000 __</p><p>VI 60000 __</p><p>LX 600000 __</p><p>DC</p><p>7000 ___</p><p>VII 70000 ___</p><p>LXX 700000 ___</p><p>DCC</p><p>8000 ___</p><p>VIII 80000 ____</p><p>LXXX 800000 ____</p><p>DCCC</p><p>9000 __</p><p>IX 90000 __</p><p>XC 900000 __</p><p>CM</p><p>10000 _</p><p>X 100000 _</p><p>C 1000000 __</p><p>M</p><p>20000 ___</p><p>XX 200000 __</p><p>CC</p><p>ESPAÇO E FORMA: FIGURAS GEOMÉTRICAS E SEUS</p><p>ELEMENTOS. CLASSIFICAÇÃO DE POLÍGONOS. PERÍ-</p><p>METRO E ÁREA DE FIGURAS PLANAS. CLASSIFICAÇÃO</p><p>DE SÓLIDOS GEOMÉTRICOS. PLANIFICAÇÃO DE SÓ-</p><p>LIDOS GEOMÉTRICOS. VISTAS DE UM OBJETO TRIDI-</p><p>MENSIONAL. VOLUME DE PARALELEPÍPEDOS</p><p>Geometria plana</p><p>Aqui nos deteremos a conceitos mais cobrados como períme-</p><p>tro e área das principais figuras planas. O que caracteriza a geome-</p><p>tria plana é o estudo em duas dimensões.</p><p>Perímetro</p><p>É a soma dos lados de uma figura plana e pode ser represen-</p><p>tado por P ou 2p, inclusive existem umas fórmulas de geometria</p><p>que aparece p que é o semiperímetro (metade do perímetro). Basta</p><p>observamos a imagem:</p><p>MATEMÁTICA</p><p>13</p><p>Observe que a planta baixa tem a forma de um retângulo.</p><p>Exemplo:</p><p>(CPTM - Médico do trabalho – MAKIYAMA) Um terreno retangular de perímetro 200m está à venda em uma imobiliária. Sabe-se que</p><p>sua largura tem 28m a menos que o seu comprimento. Se o metro quadrado cobrado nesta região é de R$ 50,00, qual será o valor pago</p><p>por este terreno?</p><p>(A) R$ 10.000,00.</p><p>(B) R$ 100.000,00.</p><p>(C) R$ 125.000,00.</p><p>(D) R$ 115.200,00.</p><p>(E) R$ 100.500,00.</p><p>Resolução:</p><p>O perímetro do retângulo é dado por = 2(b+h);</p><p>Pelo enunciado temos que: sua largura tem 28m a menos que o seu comprimento, logo 2 (x + (x-28)) = 2 (2x -28) = 4x – 56. Como ele</p><p>já dá o perímetro que é 200, então</p><p>200 = 4x -56 4x = 200+56 4x = 256 x = 64</p><p>Comprimento = 64, largura = 64 – 28 = 36</p><p>Área do retângulo = b.h = 64.36 = 2304 m2</p><p>Logo o valor da área é: 2304.50 = 115200</p><p>Resposta: D</p><p>• Área</p><p>É a medida de uma superfície. Usualmente a unidade básica de área é o m2 (metro quadrado). Que equivale à área de um quadrado</p><p>de 1 m de lado.</p><p>Quando calculamos que a área de uma determinada figura é, por exemplo, 12 m2; isso quer dizer que na superfície desta figura cabem</p><p>12 quadrados iguais ao que está acima.</p><p>MATEMÁTICA</p><p>14</p><p>Planta baixa de uma casa com a área total</p><p>Para efetuar o cálculo de áreas é necessário sabermos qual a figura plana e sua respectiva fórmula. Vejamos:</p><p>(Fonte: https://static.todamateria.com.br/upload/57/97/5797a651dfb37-areas-de-figuras-planas.jpg)</p><p>Geometria espacial</p><p>Aqui trataremos tanto das figuras tridimensionais e dos sólidos geométricos. O importante é termos em mente todas as figuras planas,</p><p>pois a construção espacial se dá através da junção dessas figuras. Vejamos:</p><p>Diedros</p><p>Sendo dois planos secantes (planos que se cruzam) π e π’, o espaço entre eles é chamado de diedro. A medida de um diedro é feita</p><p>em graus, dependendo do ângulo formado entre os planos.</p><p>Poliedros</p><p>São sólidos geométricos ou figuras geométricas espaciais formadas por três elementos básicos: faces, arestas e vértices. Chamamos</p><p>de poliedro o sólido limitado por quatro ou mais polígonos planos, pertencentes a planos diferentes e que têm dois a dois somente uma</p><p>aresta em comum. Veja alguns exemplos:</p><p>MATEMÁTICA</p><p>15</p><p>Os polígonos são as faces do poliedro; os lados e os vértices dos polígonos são as arestas e os vértices do poliedro.</p><p>Um poliedro é convexo se qualquer reta (não paralela a nenhuma de suas faces) o corta em, no máximo, dois pontos. Ele não possuí</p><p>“reentrâncias”. E caso contrário é dito não convexo.</p><p>Relação de Euler</p><p>Em todo poliedro convexo sendo V o número de vértices, A o número de arestas e F o número de faces, valem as seguintes relações</p><p>de Euler:</p><p>Poliedro Fechado: V – A + F = 2</p><p>Poliedro Aberto: V – A + F = 1</p><p>Para calcular o número de arestas de um poliedro temos que multiplicar o número de faces F pelo número de lados de cada face n e</p><p>dividir por dois. Quando temos mais de um tipo de face, basta somar os resultados.</p><p>A = n.F/2</p><p>Poliedros de Platão</p><p>Eles satisfazem as seguintes condições:</p><p>- todas as faces têm o mesmo número n de arestas;</p><p>- todos os ângulos poliédricos têm o mesmo número m de arestas;</p><p>- for válida a relação de Euler (V – A + F = 2).</p><p>Poliedros Regulares</p><p>Um poliedro e dito regular quando:</p><p>- suas faces são polígonos regulares congruentes;</p><p>- seus ângulos poliédricos são congruentes;</p><p>Por essas condições e observações podemos afirmar que todos os poliedros de Platão são ditos Poliedros Regulares.</p><p>Exemplo:</p><p>(PUC/RS) Um poliedro convexo tem cinco faces triangulares e três pentagonais. O número de arestas e o número de vértices deste</p><p>poliedro são, respectivamente:</p><p>(A) 30 e 40</p><p>(B) 30 e 24</p><p>(C) 30 e 8</p><p>(D) 15 e 25</p><p>(E) 15 e 9</p><p>Resolução:</p><p>O poliedro tem 5 faces triangulares e 3 faces pentagonais, logo, tem um total de 8 faces (F = 8). Como cada triângulo tem 3 lados e o</p><p>pentágono 5 lados. Temos:</p><p>MATEMÁTICA</p><p>16</p><p>Resposta: E</p><p>Não Poliedros</p><p>Os sólidos acima são. São considerados não planos pois possuem suas superfícies curvas.</p><p>Cilindro: tem duas bases geometricamente iguais definidas por curvas fechadas em superfície lateral curva.</p><p>Cone: tem uma só base definida por uma linha curva fechada e uma superfície lateral curva.</p><p>Esfera:</p><p>é formada por uma única superfície curva.</p><p>Planificações de alguns Sólidos Geométricos</p><p>Fonte: https://1.bp.blogspot.com/-WWDbQ-Gh5zU/Wb7iCjR42BI/AAAAAAAAIR0/kfRXIcIYLu4Iqf7ueIYKl39DU-9Zw24lgCLcBGAs/s1600/revis%-</p><p>25C3%25A3o%2Bfiguras%2Bgeom%25C3%25A9tricas-page-001.jpg</p><p>MATEMÁTICA</p><p>17</p><p>Sólidos geométricos</p><p>O cálculo do volume de figuras geométricas, podemos pedir</p><p>que visualizem a seguinte figura:</p><p>a) A figura representa a planificação de um prisma reto;</p><p>b) O volume de um prisma reto é igual ao produto da área da</p><p>base pela altura do sólido, isto é:</p><p>V = Ab. a</p><p>Onde a é igual a h (altura do sólido)</p><p>c) O cubo e o paralelepípedo retângulo são prismas;</p><p>d) O volume do cilindro também se pode calcular da mesma</p><p>forma que o volume de um prisma reto.</p><p>Área e Volume dos sólidos geométricos</p><p>PRISMA: é um sólido geométrico que possui duas bases iguais</p><p>e paralelas.</p><p>Exemplo:</p><p>(PREF. JUCÁS/CE – PROFESSOR DE MATEMÁTICA – INSTITUTO</p><p>NEO EXITUS) O número de faces de um prisma, em que a base é um</p><p>polígono de n lados é:</p><p>(A) n + 1.</p><p>(B) n + 2.</p><p>(C) n.</p><p>(D) n – 1.</p><p>(E) 2n + 1.</p><p>Resolução:</p><p>Se a base tem n lados, significa que de cada lado sairá uma face.</p><p>Assim, teremos n faces, mais a base inferior, e mais a base su-</p><p>perior.</p><p>Portanto, n + 2</p><p>Resposta: B</p><p>PIRÂMIDE: é um sólido geométrico que tem uma base e um</p><p>vértice superior.</p><p>Exemplo:</p><p>Uma pirâmide triangular regular tem aresta da base igual a 8</p><p>cm e altura 15 cm. O volume dessa pirâmide, em cm3, é igual a:</p><p>(A) 60</p><p>(B) 60</p><p>(C) 80</p><p>(D) 80</p><p>(E) 90</p><p>Resolução:</p><p>Do enunciado a base é um triângulo equilátero. E a fórmula</p><p>da área do triângulo equilátero é . A aresta da base é a = 8 cm e h</p><p>= 15 cm.</p><p>Cálculo da área da base:</p><p>Cálculo do volume:</p><p>Resposta: D</p><p>MATEMÁTICA</p><p>18</p><p>CILINDRO: é um sólido geométrico que tem duas bases iguais,</p><p>paralelas e circulares.</p><p>CONE: é um sólido geométrico que tem uma base circular e</p><p>vértice superior.</p><p>Exemplo:</p><p>Um cone equilátero tem raio igual a 8 cm. A altura desse cone,</p><p>em cm, é:</p><p>(A)</p><p>(B)</p><p>(C)</p><p>(D)</p><p>(E) 8</p><p>Resolução:</p><p>Em um cone equilátero temos que g = 2r. Do enunciado o raio</p><p>é 8 cm, então a geratriz é g = 2.8 = 16 cm.</p><p>g2 = h2 + r2</p><p>162 = h2 + 82</p><p>256 = h2 + 64</p><p>256 – 64 = h2</p><p>h2 = 192</p><p>Resposta: D</p><p>ESFERA: superfície curva, possui formato de uma bola.</p><p>TRONCOS: são cortes feitos nas superfícies de alguns dos sóli-</p><p>dos geométricos. São eles:</p><p>MATEMÁTICA</p><p>19</p><p>Exemplo:</p><p>(ESCOLA DE SARGENTO DAS ARMAS – COMBATENTE/LOGÍSTICA – TÉCNICA/AVIAÇÃO – EXÉRCITO BRASILEIRO) O volume de um</p><p>tronco de pirâmide de 4 dm de altura e cujas áreas das bases são iguais a 36 dm² e 144 dm² vale:</p><p>(A) 330 cm³</p><p>(B) 720 dm³</p><p>(C) 330 m³</p><p>(D) 360 dm³</p><p>(E) 336 dm³</p><p>Resolução:</p><p>AB=144 dm²</p><p>Ab=36 dm²</p><p>Resposta: E</p><p>GRANDEZAS E MEDIDAS: MEDIDAS DE COMPRIMENTO, SUPERFÍCIE, VOLUME, CAPACIDADE, MASSA E TEMPO. MÚL-</p><p>TIPLOS E SUBMÚLTIPLOS DE UNIDADES DE MEDIDA. TRANSFORMAÇÃO DE UNIDADES DE MEDIDA</p><p>O sistema métrico decimal é parte integrante do Sistema de Medidas. É adotado no Brasil tendo como unidade fundamental de me-</p><p>dida o metro.</p><p>O Sistema de Medidas é um conjunto de medidas usado em quase todo o mundo, visando padronizar as formas de medição.</p><p>Medidas de comprimento</p><p>Os múltiplos do metro são usados para realizar medição em grandes distâncias, enquanto os submúltiplos para realizar medição em</p><p>pequenas distâncias.</p><p>MÚLTIPLOS UNIDADE</p><p>FUNDAMENTAL SUBMÚLTIPLOS</p><p>Quilômetro Hectômetro Decâmetro Metro Decímetro Centímetro Milímetro</p><p>km hm Dam m dm cm mm</p><p>1000m 100m 10m 1m 0,1m 0,01m 0,001m</p><p>Para transformar basta seguir a tabela seguinte (esta transformação vale para todas as medidas):</p><p>Medidas de superfície e área</p><p>As unidades de área do sistema métrico correspondem às unidades de comprimento da tabela anterior.</p><p>São elas: quilômetro quadrado (km2), hectômetro quadrado (hm2), etc. As mais usadas, na prática, são o quilômetro quadrado, o me-</p><p>tro quadrado e o hectômetro quadrado, este muito importante nas atividades rurais com o nome de hectare (ha): 1 hm2 = 1 ha.</p><p>No caso das unidades de área, o padrão muda: uma unidade é 100 vezes a menor seguinte e não 10 vezes, como nos comprimentos.</p><p>Entretanto, consideramos que o sistema continua decimal, porque 100 = 102. A nomenclatura é a mesma das unidades de comprimento</p><p>acrescidas de quadrado.</p><p>Vejamos as relações entre algumas essas unidades que não fazem parte do sistema métrico e as do sistema métrico decimal (valores</p><p>aproximados):</p><p>1 polegada = 25 milímetros</p><p>MATEMÁTICA</p><p>20</p><p>1 milha = 1 609 metros</p><p>1 légua = 5 555 metros</p><p>1 pé = 30 centímetros</p><p>Medidas de Volume e Capacidade</p><p>Na prática, são muitos usados o metro cúbico(m3) e o centímetro cúbico(cm3).</p><p>Nas unidades de volume, há um novo padrão: cada unidade vale 1000 vezes a unidade menor seguinte. Como 1000 = 103, o sistema</p><p>continua sendo decimal. Acrescentamos a nomenclatura cúbico.</p><p>A noção de capacidade relaciona-se com a de volume. A unidade fundamental para medir capacidade é o litro (l); 1l equivale a 1 dm3.</p><p>Medidas de Massa</p><p>O sistema métrico decimal inclui ainda unidades de medidas de massa. A unidade fundamental é o grama(g). Assim as denominamos:</p><p>Kg – Quilograma; hg – hectograma; dag – decagrama; g – grama; dg – decigrama; cg – centigrama; mg – miligrama</p><p>Dessas unidades, só têm uso prático o quilograma, o grama e o miligrama. No dia-a-dia, usa-se ainda a tonelada (t). Medidas Especiais:</p><p>1 Tonelada(t) = 1000 Kg</p><p>1 Arroba = 15 Kg</p><p>1 Quilate = 0,2 g</p><p>Em resumo temos:</p><p>Relações importantes</p><p>1 kg = 1l = 1 dm3</p><p>1 hm2 = 1 ha = 10.000m2</p><p>1 m3 = 1000 l</p><p>Exemplos:</p><p>(CLIN/RJ - GARI E OPERADOR DE ROÇADEIRA - COSEAC) Uma peça de um determinado tecido tem 30 metros, e para se confeccionar</p><p>uma camisa desse tecido são necessários 15 decímetros. Com duas peças desse tecido é possível serem confeccionadas:</p><p>(A) 10 camisas</p><p>(B) 20 camisas</p><p>(C) 40 camisas</p><p>(D) 80 camisas</p><p>Resolução:</p><p>Como eu quero 2 peças desse tecido e 1 peça possui 30 metros logo:</p><p>30 . 2 = 60 m. Temos que trabalhar com todas na mesma unidade: 1 m é 10dm assim temos 60m . 10 = 600 dm, como cada camisa</p><p>gasta um total de 15 dm, temos então:</p><p>600/15 = 40 camisas.</p><p>Resposta: C</p><p>(CLIN/RJ - GARI E OPERADOR DE ROÇADEIRA - COSEAC) Um veículo tem capacidade para transportar duas toneladas de carga. Se a</p><p>carga a ser transportada é de caixas que pesam 4 quilogramas cada uma, o veículo tem capacidade de transportar no máximo:</p><p>(A) 50 caixas</p><p>MATEMÁTICA</p><p>21</p><p>(B) 100 caixas</p><p>(C) 500 caixas</p><p>(D) 1000 caixas</p><p>Resolução:</p><p>Uma tonelada(ton) é 1000 kg, logo 2 ton. 1000kg= 2000 kg</p><p>Cada caixa pesa 4kg</p><p>2000 kg/ 4kg = 500 caixas.</p><p>Resposta: C</p><p>SISTEMA MONETÁRIO BRASILEIRO</p><p>Um sistema monetário é qualquer coisa que é aceite como uma</p><p>medida padrão de valor e riqueza em uma determinada região.</p><p>O pau-brasil foi a principal mercadoria utilizada no Brasil como</p><p>elemento de troca entre os nativos e os europeus. Posteriormente,</p><p>o pano de algodão, o açúcar, o fumo e o zimbo (tipo de concha uti-</p><p>lizada nas trocas entre os escravos) foram utilizados como moeda</p><p>mercadoria. Essas moedas continuaram sendo usadas mesmo após</p><p>o início da circulação das moedas metálicas.</p><p>Com a intensificação das viagens à terra recém-descoberta e</p><p>a implantação de núcleos de colonização, começaram a circular as</p><p>primeiras moedas no Brasil, trazidas pelos portugueses, invasores</p><p>e piratas. A partir de 1580, com a união das coroas de Portugal e</p><p>Espanha, moedas de prata espanholas passaram a circular no Brasil</p><p>em grande quantidade.</p><p>De 1942 aos dias de hoje</p><p>CRUZEIRO (Cr$) – 1942 a 1967</p><p>Em 1942, havia 56 tipos dife-</p><p>rentes de cédulas no Brasil. Para</p><p>uniformizar o dinheiro em circula-</p><p>ção, foi instituída a primeira mu-</p><p>dança de padrão monetário no</p><p>país. O antigo Réis deu lugar ao</p><p>Cruzeiro. Um cruzeiro correspondia</p><p>a mil réis.</p><p>CRUZEIRO NOVO (NCr$) – 1967 a 1970</p><p>A desvalorização do Cruzeiro</p><p>levou à criação de um padrão de</p><p>caráter temporário, para vigorar du-</p><p>rante o tempo necessário ao prepa-</p><p>ro das novas cédulas e à adaptação</p><p>da sociedade ao corte de três zeros.</p><p>As cédulas do Cruzeiro Novo foram</p><p>aproveitadas do Cruzeiro, receben-</p><p>do carimbos com</p><p>os novos valores.</p><p>Mil cruzeiros correspondiam a um</p><p>cruzeiro novo.</p><p>CRUZEIRO (Cr$) – 1970 a 1986</p><p>Em março de 1970, o padrão</p><p>monetário voltou a chamar-se Cru-</p><p>zeiro, mantendo a equivalência com</p><p>o Cruzeiro Novo. Um cruzeiro novo</p><p>correspondia a um cruzeiro.</p><p>CRUZADO (Cz$) – 1986 a 1989</p><p>O crescimento da inflação, a par-</p><p>tir de 1980, foi a causa da instituição</p><p>de um novo padrão monetário, o</p><p>Cruzado. Um cruzado equivalia a mil</p><p>cruzeiros. A maioria das cédulas do</p><p>Cruzado foi aproveitada do Cruzeiro,</p><p>recebendo carimbos ou tendo suas</p><p>legendas adaptadas.</p><p>CRUZADO NOVO (NCz$) – 1989 a 1990</p><p>Em janeiro de 1989, foi instituído</p><p>o Cruzado Novo, com unidade equi-</p><p>valente a mil cruzados. Os três últi-</p><p>mos valores emitidos em cruzados</p><p>receberam carimbos em cruzados</p><p>novos e, em seguida, foram emitidas</p><p>cédulas específicas do padrão.</p><p>CRUZEIRO (Cr$) – 1990 a 1993</p><p>Em março de 1990, a moeda na-</p><p>cional voltou a se chamar Cruzeiro,</p><p>com unidade equivalente a um cruza-</p><p>do novo. Novamente circularam cédu-</p><p>las carimbadas, com legendas adapta-</p><p>das e cédulas do padrão.</p><p>CRUZEIRO REAL (CR$) – 1993 a 1994</p><p>Em julho de 1993, uma nova re-</p><p>forma monetária foi promovida no</p><p>país, instituindo-se o Cruzeiro Real. A</p><p>unidade equivalia a mil cruzeiros. Fo-</p><p>ram aproveitadas cédulas do padrão</p><p>anterior e emitidas cédulas novas.</p><p>MATEMÁTICA</p><p>22</p><p>REAL (R$) – 1994 até hoje</p><p>Em 1º de julho de 1994, foi ins-</p><p>tituído o Real, cuja unidade equivalia</p><p>a CR$ 2.750,00. Não houve corte de</p><p>zeros ou carimbagem de cédulas do</p><p>padrão anterior. O Banco Central do</p><p>Brasil determinou a substituição de</p><p>todo o dinheiro em circulação.</p><p>Moedas que compõe o Sistema Monetário Brasileiro</p><p>As moedas utilizadas oficialmente no Brasil, e que compõem o</p><p>Sistema Monetário Brasileiro são:</p><p>ATENÇÃO: a moeda de 1 centavo (R$ 0,01) foi desativada em</p><p>2004.</p><p>Cédulas que compõe o Sistema Monetário Brasileiro</p><p>As cédulas passaram por uma mudança e podemos dizer que</p><p>existem duas famílias do Real.</p><p>1ª Família do Real</p><p>As notas apresentadas no anverso e verso.</p><p>Atualmente não circula mais a cédula de R$ 1,00, dando lugar</p><p>a de R$ 2,00.</p><p>Em abril de 2000, foi lançada uma nova cédula de dez reais, em</p><p>comemoração aos 500 Anos do Descobrimento do Brasil, trazendo</p><p>como novidade o emprego de um material plástico ultra resistente,</p><p>o polímero, que permite a colocação de elementos de segurança de</p><p>última geração, até então, inéditos no dinheiro brasileiro.</p><p>As notas da Primeira Família continuam valendo e podem ser</p><p>usadas normalmente. Aos poucos, serão substituídas por suas ver-</p><p>sões mais recentes: a Segunda Família do Real.</p><p>2ª Família do Real</p><p>MATEMÁTICA</p><p>23</p><p>Exemplo:</p><p>(PREF. IMARUI/SC – AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS - PREF.</p><p>IMARUI) José, funcionário público, recebe salário bruto de R$</p><p>2000,00. Em sua folha de pagamento vem o desconto de R$ 200,00</p><p>de INSS e R$ 35,00 de sindicato. Qual o salário líquido de José?</p><p>(A) R$ 1800,00</p><p>(B) R$ 1765,00</p><p>(C) R$ 1675,00</p><p>(D) R$ 1665,00</p><p>Resolução:</p><p>2000-200=1800-35=1765</p><p>O salário líquido de José é R$1765,00.</p><p>Resposta: B</p><p>TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO: INTERPRETAÇÃO DE</p><p>INFORMAÇÕES EM TABELAS E EM GRÁFICOS. ORGA-</p><p>NIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES EM TABELAS E EM GRÁ-</p><p>FICOS</p><p>Tabelas</p><p>A tabela é a forma não discursiva de apresentar informações,</p><p>das quais o dado numérico se destaca como informação central.</p><p>Sua finalidade é apresentar os dados de modo ordenado, simples</p><p>e de fácil interpretação, fornecendo o máximo de informação num</p><p>mínimo de espaço.</p><p>Elementos da tabela</p><p>Uma tabela estatística é composta de elementos essenciais e</p><p>elementos complementares. Os elementos essenciais são:</p><p>− Título: é a indicação que precede a tabela contendo a desig-</p><p>nação do fato observado, o local e a época em que foi estudado.</p><p>− Corpo: é o conjunto de linhas e colunas onde estão inseridos</p><p>os dados.</p><p>− Cabeçalho: é a parte superior da tabela que indica o conteú-</p><p>do das colunas.</p><p>− Coluna indicadora: é a parte da tabela que indica o conteúdo</p><p>das linhas.</p><p>Os elementos complementares são:</p><p>− Fonte: entidade que fornece os dados ou elabora a tabela.</p><p>− Notas: informações de natureza geral, destinadas a esclare-</p><p>cer o conteúdo das tabelas.</p><p>− Chamadas: informações específicas destinadas a esclarecer</p><p>ou conceituar dados numa parte da tabela. Deverão estar indica-</p><p>das no corpo da tabela, em números arábicos entre parênteses, à</p><p>esquerda nas casas e à direita na coluna indicadora. Os elementos</p><p>complementares devem situar-se no rodapé da tabela, na mesma</p><p>ordem em que foram descritos.</p><p>Gráficos</p><p>Outro modo de apresentar dados estatísticos é sob uma forma</p><p>ilustrada, comumente chamada de gráfico. Os gráficos constituem-</p><p>-se numa das mais eficientes formas de apresentação de dados.</p><p>Um gráfico é, essencialmente, uma figura construída a partir de</p><p>uma tabela; mas, enquanto a tabela fornece uma ideia mais precisa</p><p>e possibilita uma inspeção mais rigorosa aos dados, o gráfico é mais</p><p>indicado para situações que visem proporcionar uma impressão</p><p>mais rápida e maior facilidade de compreensão do comportamento</p><p>do fenômeno em estudo.</p><p>Os gráficos e as tabelas se prestam, portanto, a objetivos distin-</p><p>tos, de modo que a utilização de uma forma de apresentação não</p><p>exclui a outra.</p><p>Para a confecção de um gráfico, algumas regras gerais devem</p><p>ser observadas:</p><p>Os gráficos, geralmente, são construídos num sistema de eixos</p><p>chamado sistema cartesiano ortogonal. A variável independente é lo-</p><p>calizada no eixo horizontal (abscissas), enquanto a variável dependente</p><p>é colocada no eixo vertical (ordenadas). No eixo vertical, o início da</p><p>escala deverá ser sempre zero, ponto de encontro dos eixos.</p><p>− Iguais intervalos para as medidas deverão corresponder a</p><p>iguais intervalos para as escalas. Exemplo: Se ao intervalo 10-15 kg</p><p>corresponde 2 cm na escala, ao intervalo 40-45 kg também deverá</p><p>corresponder 2 cm, enquanto ao intervalo 40-50 kg corresponderá</p><p>4 cm.</p><p>− O gráfico deverá possuir título, fonte, notas e legenda, ou</p><p>seja, toda a informação necessária à sua compreensão, sem auxílio</p><p>do texto.</p><p>− O gráfico deverá possuir formato aproximadamente quadra-</p><p>do para evitar que problemas de escala interfiram na sua correta</p><p>interpretação.</p><p>Tipos de Gráficos</p><p>• Estereogramas: são gráficos onde as grandezas são repre-</p><p>sentadas por volumes. Geralmente são construídos num sistema</p><p>de eixos bidimensional, mas podem ser construídos num sistema</p><p>tridimensional para ilustrar a relação entre três variáveis.</p><p>MATEMÁTICA</p><p>24</p><p>• Cartogramas: são representações em cartas geográficas (ma-</p><p>pas).</p><p>• Pictogramas ou gráficos pictóricos: são gráficos puramente</p><p>ilustrativos, construídos de modo a ter grande apelo visual, dirigi-</p><p>dos a um público muito grande e heterogêneo. Não devem ser uti-</p><p>lizados em situações que exijam maior precisão.</p><p>• Diagramas: são gráficos geométricos de duas dimensões, de</p><p>fácil elaboração e grande utilização. Podem ser ainda subdivididos</p><p>em: gráficos de colunas, de barras, de linhas ou curvas e de setores.</p><p>a) Gráfico de colunas: neste gráfico as grandezas são compa-</p><p>radas através de retângulos de mesma largura, dispostos vertical-</p><p>mente e com alturas proporcionais às grandezas. A distância entre</p><p>os retângulos deve ser, no mínimo, igual a 1/2 e, no máximo, 2/3 da</p><p>largura da base dos mesmos.</p><p>b) Gráfico de barras: segue as mesmas instruções que o gráfico</p><p>de colunas, tendo a única diferença que os retângulos são dispostos</p><p>horizontalmente. É usado quando as inscrições dos retângulos fo-</p><p>rem maiores que a base dos mesmos.</p><p>c) Gráfico de linhas ou curvas: neste gráfico os pontos são dis-</p><p>postos no plano de acordo com suas coordenadas, e a seguir são li-</p><p>gados por segmentos de reta. É muito utilizado em séries históricas</p><p>e em séries mistas quando um dos fatores de variação é o tempo,</p><p>como instrumento de comparação.</p><p>MATEMÁTICA</p><p>25</p><p>d) Gráfico em setores: é recomendado para situações em que</p><p>se deseja evidenciar o quanto cada informação representa do total.</p><p>A figura consiste num círculo onde o total (100%) representa 360°,</p><p>subdividido em tantas partes</p><p>quanto for necessário à representa-</p><p>ção. Essa divisão se faz por meio de uma regra de três simples. Com</p><p>o auxílio de um transferidor efetuasse a marcação dos ângulos cor-</p><p>respondentes a cada divisão.</p><p>Exemplo:</p><p>(PREF. FORTALEZA/CE – PEDAGOGIA – PREF. FORTALEZA) “Es-</p><p>tar alfabetizado, neste final de século, supõe saber ler e interpretar</p><p>dados apresentados de maneira organizada e construir represen-</p><p>tações, para formular e resolver problemas que impliquem o reco-</p><p>lhimento de dados e a análise de informações. Essa característica</p><p>da vida contemporânea traz ao currículo de Matemática uma de-</p><p>manda em abordar elementos da estatística, da combinatória e da</p><p>probabilidade, desde os ciclos iniciais” (BRASIL, 1997).</p><p>Observe os gráficos e analise as informações.</p><p>A partir das informações contidas nos gráficos, é correto afir-</p><p>mar que:</p><p>(A) nos dias 03 e 14 choveu a mesma quantidade em Fortaleza</p><p>e Florianópolis.</p><p>(B) a quantidade de chuva acumulada no mês de março foi</p><p>maior em Fortaleza.</p><p>(C) Fortaleza teve mais dias em que choveu do que Florianó-</p><p>polis.</p><p>(D) choveu a mesma quantidade em Fortaleza e Florianópolis.</p><p>Resolução:</p><p>A única alternativa que contém a informação correta com os</p><p>gráficos é a C.</p><p>Resposta: C</p><p>MÉDIA ARITMÉTICA</p><p>Média Aritmética</p><p>Ela se divide em:</p><p>• Simples: é a soma de todos os seus elementos, dividida pelo</p><p>número de elementos n.</p><p>Para o cálculo:</p><p>Se x for a média aritmética dos elementos do conjunto numéri-</p><p>co A = {x1; x2; x3; ...; xn}, então, por definição:</p><p>Exemplo:</p><p>(CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS/SP – ANALIS-</p><p>TA TÉCNICO LEGISLATIVO – DESIGNER GRÁFICO – VUNESP) Na festa</p><p>de seu aniversário em 2014, todos os sete filhos de João estavam</p><p>presentes. A idade de João nessa ocasião representava 2 vezes a</p><p>média aritmética da idade de seus filhos, e a razão entre a soma das</p><p>idades deles e a idade de João valia</p><p>(A) 1,5.</p><p>(B) 2,0.</p><p>(C) 2,5.</p><p>(D) 3,0.</p><p>(E) 3,5.</p><p>Resolução:</p><p>Foi dado que: J = 2.M</p><p>( I )</p><p>Foi pedido:</p><p>Na equação ( I ), temos que:</p><p>MATEMÁTICA</p><p>26</p><p>Resposta: E</p><p>• Ponderada: é a soma dos produtos de cada elemento multi-</p><p>plicado pelo respectivo peso, dividida pela soma dos pesos.</p><p>Para o cálculo</p><p>ATENÇÃO: A palavra média, sem especificações (aritmética ou</p><p>ponderada), deve ser entendida como média aritmética.</p><p>Exemplo:</p><p>(CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SP – PRO-</p><p>GRAMADOR DE COMPUTADOR – FIP) A média semestral de um cur-</p><p>so é dada pela média ponderada de três provas com peso igual a 1</p><p>na primeira prova, peso 2 na segunda prova e peso 3 na terceira.</p><p>Qual a média de um aluno que tirou 8,0 na primeira, 6,5 na segunda</p><p>e 9,0 na terceira?</p><p>(A) 7,0</p><p>(B) 8,0</p><p>(C) 7,8</p><p>(D) 8,4</p><p>(E) 7,2</p><p>Resolução:</p><p>Na média ponderada multiplicamos o peso da prova pela sua</p><p>nota e dividimos pela soma de todos os pesos, assim temos:</p><p>Resposta: B</p><p>Média geométrica</p><p>É definida, para números positivos, como a raiz n-ésima do pro-</p><p>duto de n elementos de um conjunto de dados.</p><p>• Aplicações</p><p>Como o próprio nome indica, a média geométrica sugere inter-</p><p>pretações geométricas. Podemos calcular, por exemplo, o lado de</p><p>um quadrado que possui a mesma área de um retângulo, usando a</p><p>definição de média geométrica.</p><p>Exemplo:</p><p>A média geométrica entre os números 12, 64, 126 e 345, é</p><p>dada por:</p><p>G = R4[12 ×64×126×345] = 76,013</p><p>Média harmônica</p><p>Corresponde a quantidade de números de um conjunto dividi-</p><p>dos pela soma do inverso de seus termos. Embora pareça compli-</p><p>cado, sua formulação mostra que também é muito simples de ser</p><p>calculada:</p><p>Exemplo:</p><p>Na figura abaixo os segmentos AB e DA são tangentes à cir-</p><p>cunferência determinada pelos pontos B, C e D. Sabendo-se que os</p><p>segmentos AB e CD são paralelos, pode-se afirmar que o lado BC é:</p><p>(A) a média aritmética entre AB e CD.</p><p>(B) a média geométrica entre AB e CD.</p><p>(C) a média harmônica entre AB e CD.</p><p>(D) o inverso da média aritmética entre AB e CD.</p><p>(E) o inverso da média harmônica entre AB e CD.</p><p>Resolução:</p><p>Sendo AB paralela a CD, se traçarmos uma reta perpendicular a</p><p>AB, esta será perpendicular a CD também.</p><p>Traçamos então uma reta perpendicular a AB, passando por B e</p><p>outra perpendicular a AB passando por D:</p><p>Sendo BE perpendicular a AB temos que BE irá passar pelo cen-</p><p>tro da circunferência, ou seja, podemos concluir que o ponto E é</p><p>ponto médio de CD.</p><p>Agora que ED é metade de CD, podemos dizer que o compri-</p><p>mento AF vale AB-CD/2.</p><p>Aplicamos Pitágoras no triângulo ADF:</p><p>(1)</p><p>Aplicamos agora no triângulo ECB:</p><p>MATEMÁTICA</p><p>27</p><p>(2)</p><p>Agora diminuímos a equação (1) da equação (2):</p><p>Note, no desenho, que os segmentos AD e AB possuem o mes-</p><p>mo comprimento, pois são tangentes à circunferência. Vamos então</p><p>substituir na expressão acima AD = AB:</p><p>Ou seja, BC é a média geométrica entre AB e CD.</p><p>Resposta: B</p><p>PROBABILIDADE</p><p>A teoria da probabilidade permite que se calcule a chance de</p><p>ocorrência de um número em um experimento aleatório.</p><p>Elementos da teoria das probabilidades</p><p>• Experimentos aleatórios: fenômenos que apresentam re-</p><p>sultados imprevisíveis quando repetidos, mesmo que as condições</p><p>sejam semelhantes.</p><p>• Espaço amostral: é o conjunto U, de todos os resultados pos-</p><p>síveis de um experimento aleatório.</p><p>• Evento: qualquer subconjunto de um espaço amostral, ou</p><p>seja, qualquer que seja E Ì U, onde E é o evento e U, o espaço amos-</p><p>tral.</p><p>Experimento composto</p><p>Quando temos dois ou mais experimentos realizados simulta-</p><p>neamente, dizemos que o experimento é composto. Nesse caso, o</p><p>número de elementos do espaço amostral é dado pelo produto dos</p><p>números de elementos dos espaços amostrais de cada experimen-</p><p>to.</p><p>n(U) = n(U1).n(U2)</p><p>Probabilidade de um evento</p><p>Em um espaço amostral U, equiprobabilístico (com elementos</p><p>que têm chances iguais de ocorrer), com n(U) elementos, o evento</p><p>E, com n(E) elementos, onde E Ì U, a probabilidade de ocorrer o</p><p>evento E, denotado por p(E), é o número real, tal que:</p><p>Onde,</p><p>n(E) = número de elementos do evento E.</p><p>n(S) = número de elementos do espaço amostral S.</p><p>Sendo 0 ≤ P(E) ≤ 1 e S um conjunto equiprovável, ou seja, to-</p><p>dos os elementos têm a mesma “chance de acontecer.</p><p>ATENÇÃO:</p><p>As probabilidades podem ser escritas na forma decimal ou re-</p><p>presentadas em porcentagem.</p><p>Assim: 0 ≤ p(E) ≤ 1, onde:</p><p>p(∅) = 0 ou p(∅) = 0%</p><p>p(U) = 1 ou p(U) = 100%</p><p>Exemplo:</p><p>(PREF. NITERÓI – AGENTE FAZENDÁRIO – FGV) O quadro a</p><p>seguir mostra a distribuição das idades dos funcionários de certa</p><p>repartição pública:</p><p>FAIXA DE IDADES (ANOS) NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS</p><p>20 ou menos 2</p><p>De 21 a 30 8</p><p>De 31 a 40 12</p><p>De 41 a 50 14</p><p>Mais de 50 4</p><p>Escolhendo ao acaso um desses funcionários, a probabilidade</p><p>de que ele tenha mais de 40 anos é:</p><p>(A) 30%;</p><p>(B) 35%;</p><p>(C) 40%;</p><p>(D) 45%;</p><p>(E) 55%.</p><p>Resolução:</p><p>O espaço amostral é a soma de todos os funcionário:</p><p>2 + 8 + 12 + 14 + 4 = 40</p><p>O número de funcionário que tem mais de 40 anos é: 14 + 4 =</p><p>18</p><p>Logo a probabilidade é:</p><p>Resposta: D</p><p>Probabilidade da união de eventos</p><p>Para obtermos a probabilidade da união de eventos utilizamos</p><p>a seguinte expressão:</p><p>MATEMÁTICA</p><p>28</p><p>Quando os eventos forem mutuamente exclusivos, tendo A ∩ B = Ø, utilizamos a seguinte equação:</p><p>Probabilidade de um evento complementar</p><p>É quando a soma das probabilidades de ocorrer o evento E, e de não ocorrer o evento E (seu complementar, Ē) é 1.</p><p>Probabilidade condicional</p><p>Quando se impõe uma condição que reduz o espaço amostral, dizemos que se trata de uma probabilidade condicional.</p><p>Sejam A e B dois eventos de um espaço amostral U, com p(B) ≠ 0. Chama-se probabilidade de A condicionada a B a probabilidade de</p><p>ocorrência do evento A, sabendo-se que já ocorreu ou que vai ocorrer o evento B, ou seja:</p><p>Podemos também ler como: a probabilidade de A “dado que” ou “sabendo que” a probabilidade de B.</p><p>– Caso forem dois eventos simultâneos (ou sucessivos): para se avaliar a probabilidade de ocorrem dois eventos simultâneos (ou</p><p>sucessivos), que é P (A ∩ B), é preciso multiplicar a probabilidade de ocorrer um deles P(B) pela probabilidade de ocorrer o outro, sabendo</p><p>que o primeiro já ocorreu P (A | B). Sendo:</p><p>– Se dois eventos forem independentes:</p><p>dois eventos A e B de um espaço amostral S são independentes quando P(A|B) = P(A) ou</p><p>P(B|A) = P(B). Sendo os eventos A e B independentes, temos:</p><p>P (A ∩ B) = P(A). P(B)</p><p>Lei Binomial de probabilidade</p><p>A lei binominal das probabilidades é dada pela fórmula:</p><p>MATEMÁTICA</p><p>29</p><p>Sendo:</p><p>n: número de tentativas independentes;</p><p>p: probabilidade de ocorrer o evento em cada experimento (su-</p><p>cesso);</p><p>q: probabilidade de não ocorrer o evento (fracasso); q = 1 - p</p><p>k: número de sucessos.</p><p>ATENÇÃO:</p><p>A lei binomial deve ser aplicada nas seguintes condições:</p><p>– O experimento deve ser repetido nas mesmas condições as</p><p>n vezes.</p><p>– Em cada experimento devem ocorrer os eventos E e .</p><p>– A probabilidade do E deve ser constante em todas as n vezes.</p><p>– Cada experimento é independente dos demais.</p><p>Exemplo:</p><p>Lançando-se um dado 5 vezes, qual a probabilidade de ocorre-</p><p>rem três faces 6?</p><p>Resolução:</p><p>n: número de tentativas ⇒ n = 5</p><p>k: número de sucessos ⇒ k = 3</p><p>p: probabilidade de ocorrer face 6 ⇒ p = 1/6</p><p>q: probabilidade de não ocorrer face 6 ⇒ q = 1- p ⇒ q = 5/6</p><p>EXERCÍCIOS COMENTADOS</p><p>01. (IBGE - Técnico em Informações Geográficas e Estatísticas</p><p>– FGV/2016) Considere a sequência infinita</p><p>IBGEGBIBGEGBIBGEG...</p><p>A 2016ª e a 2017ª letras dessa sequência são, respectivamente:</p><p>(A) BG;</p><p>(B) GE;</p><p>(C) EG;</p><p>(D) GB;</p><p>(E) BI.</p><p>Resposta: E.</p><p>É uma sequência com 6</p><p>Cada letra equivale a sequência</p><p>I=1</p><p>B=2</p><p>G=3</p><p>E=4</p><p>G=5</p><p>B=0</p><p>2016/6=336 resta 0</p><p>2017/6=336 resta 1</p><p>Portanto, 2016 será a letra B, pois resta 0, será equivalente a</p><p>última letra</p><p>E 2017 será a letra I, pois resta 1 e é igual a primeira letra.</p><p>02. (IBGE - Técnico em Informações Geográficas e Estatísticas</p><p>– FGV/2016) A grandeza G é diretamente proporcional à grandeza</p><p>A e inversamente proporcional à grandeza B. Sabe-se que quando o</p><p>valor de A é o dobro do valor de B, o valor de G é 10.</p><p>Quando A vale 144 e B vale 40, o valor de G é:</p><p>(A) 15;</p><p>(B) 16;</p><p>(C) 18;</p><p>(D) 20;</p><p>(E) 24.</p><p>Resposta: C.</p><p>Se a grandeza G é diretamente proporcional a A, então G/A</p><p>E se é inversamente proporcional a B</p><p>Quando A é o dobro de B:</p><p>K=5</p><p>03. (IBGE - Técnico em Informações Geográficas e Estatísticas</p><p>– FGV/2016) Sobre os números inteiros w, x, y e z, sabe-se quew ></p><p>x > 2y > 3z.</p><p>Se z =2 , o valor mínimo de w é:</p><p>(A) 6;</p><p>(B) 7;</p><p>(C) 8;</p><p>(D) 9;</p><p>(E) 10.</p><p>Resposta: E.</p><p>Sabendo que z=2</p><p>3z=6</p><p>Como os números são inteiros, o possível para y =4</p><p>2y=8</p><p>Portanto, os menores possíveis são:</p><p>X=9</p><p>W=10</p><p>04. (IBGE - Técnico em Informações Geográficas e Estatísticas</p><p>– FGV/2016) Uma loja de produtos populares anunciou, para a se-</p><p>mana seguinte, uma promoção com desconto de 30% em todos os</p><p>seus itens. Entretanto, no domingo anterior, o dono da loja aumen-</p><p>tou em 20% os preços de todos os itens da loja.</p><p>Na semana seguinte, a loja estará oferecendo um desconto real</p><p>de:</p><p>(A) 10%;</p><p>(B) 12%;</p><p>(C) 15%;</p><p>(D) 16%;</p><p>(E) 18%.</p><p>MATEMÁTICA</p><p>30</p><p>Resposta: D.</p><p>Primeiramente, temos um aumento de 20%.</p><p>Se o valor do produto for x:</p><p>Aumento de 20%=1,2x</p><p>E sofreu um desconto de 30%</p><p>Como tem desconto de 30%, o fator multiplicativo é 1-0,3=0,7</p><p>1,2.0,7x=0,84x</p><p>Ou seja, o real desconto é de 1-0,84=0,16=16%</p><p>05. (IBGE - Técnico em Informações Geográficas e Estatísticas</p><p>– FGV/2016) Rubens percorreu o trajeto de sua casa até o trabalho</p><p>com uma determinada velocidade média.</p><p>Rubinho, filho de Rubens, percorreu o mesmo trajeto com uma</p><p>velocidade média 60% maior do que a de Rubens.</p><p>Em relação ao tempo que Rubens levou para percorrer o traje-</p><p>to, o tempo de Rubinho foi:</p><p>(A) 12,5% maior;</p><p>(B)37,5% menor;</p><p>(C) 60% menor;</p><p>(D) 60% maior;</p><p>(E) 62,5% menor.</p><p>Resposta: B.</p><p>Rubens</p><p>∆S=V∆t</p><p>Rubinho</p><p>∆S=1,6V∆t2</p><p>V∆t=1,6V∆t2</p><p>Como é 0,625, o tempo dele foi 1-0,625=0,375 menor.</p><p>0,375=37,5%</p><p>06. (IBGE - Técnico em Informações Geográficas e Estatísticas</p><p>– FGV/2016) Uma senha de 4 símbolos deve ser feita de forma a</p><p>conter dois elementos distintos do conjunto {A, B, C, D, E} e dois el-</p><p>ementos distintos do conjunto {0, 1, 2, 3, 4, 5}, em qualquer ordem.</p><p>Por exemplo, a senha 2EC4 é uma das senhas possíveis.</p><p>Nesse sistema, o número de senhas possíveis é:</p><p>(A) 2400;</p><p>(B) 3600;</p><p>(C) 4000;</p><p>(D) 4800;</p><p>(E) 6400.</p><p>Resposta: B.</p><p>Pelo conjunto {A, B, C, D, E}</p><p>Como são 5 letras e 2 espaços</p><p>Pelo conjunto {0, 1, 2, 3, 4, 5}</p><p>6 números para 2</p><p>Como pode ser qualquer ordem, devemos ainda ter uma per-</p><p>mutação dos 4 elementos</p><p>P4=4!=4⋅3⋅2⋅1=24</p><p>10⋅15⋅24=3600</p><p>07. (IBGE - Técnico em Informações Geográficas e Estatísticas</p><p>– FGV/2016) Quando contamos os números pares em ordem cres-</p><p>cente de 1000 até 2500, o número 2016 ocupa a 509ª posição.</p><p>Quando contamos os números pares em ordem decrescente de</p><p>2500 até 1000, o número 2016 ocupa a posição:</p><p>(A) 240;</p><p>(B) 241;</p><p>(C) 242;</p><p>(D) 243;</p><p>(E) 244.</p><p>Resposta: D.</p><p>Éuma PA onde:</p><p>an=2016</p><p>a1=2500</p><p>r=-2(pois são os pares em ordem decrescente)</p><p>an=a1+(n-1)r</p><p>2016=2500+(n-1).(-2)</p><p>Cuidado com o jogo de sinal aqui</p><p>2016=2500-2n+2</p><p>2014=2500-2n</p><p>-486=-2n</p><p>N=243</p><p>08. (IBGE - Técnico em Informações Geográficas e Estatísticas</p><p>– FGV/2016) Uma pirâmide regular é construída com um quadrado</p><p>de 6 m de lado e quatro triângulos iguais ao da figura abaixo.</p><p>O volume dessa pirâmide em m3 é aproximadamente:</p><p>(A) 84;</p><p>(B) 90;</p><p>(C) 96;</p><p>(D) 108;</p><p>(E) 144.</p><p>Resposta: D.</p><p>A Pirâmide é formada por uma base quadrada e os 4 triângulos</p><p>de lateral</p><p>MATEMÁTICA</p><p>31</p><p>Para descobrimos a altura da pirâmide, vamos precisar da altu-</p><p>ra do triângulo</p><p>Vamos usar o triângulo retângulo</p><p>H é a altura da pirâmide</p><p>h=altura do triângulo</p><p>r=raio da base</p><p>h²=H²+r²</p><p>Para descobrimos a altura do triângulo, fazer teorema de</p><p>Pitágoras.</p><p>10²=3²+h²</p><p>100=9+h²</p><p>91=h²</p><p>h²=H²+r²</p><p>91=H²+3²</p><p>H²=91-9</p><p>H²=82</p><p>Para √82≈9</p><p>V=12⋅9=108 m³</p><p>09. (IBGE - Técnico em Informações Geográficas e Estatísticas</p><p>– FGV/2016) Cinco pessoas estão sentadas em cinco cadeiras em</p><p>linha, cada uma com uma moeda na mão. As moedas são todas bem</p><p>equilibradas, de modo que a probabilidade de sair cara ou coroa em</p><p>cada uma delas é 1/2. Em um determinado momento, as cinco pes-</p><p>soas jogam suas respectivas moedas. Aquelas que obtiverem cara</p><p>continuam sentadas, e as que obtiverem coroa levantam-se. Após</p><p>esse procedimento, a probabilidade de que NÃO haja duas pessoas</p><p>adjacentes, ambas sentadas ou ambas de pé, é de:</p><p>(A) 1/2;</p><p>(B) 1/8;</p><p>(C) 1/16;</p><p>(D) 3/32;</p><p>(E) 5/32.</p><p>Resposta: C.</p><p>__ __________</p><p>2 .2 .2 . 2.2=32</p><p>Para que não haja duas pessoas adjacentes sentadas ou de pé</p><p>Temos duas opções:</p><p>CA CO CA CO CA</p><p>CO CA CO CA CO</p><p>10. (IBGE - Técnico em Informações Geográficas e Estatísticas</p><p>– FGV/2016) Duas grandezas positivas X e Y são tais que, quando a</p><p>primeira diminui de 1 unidade, a segunda aumenta de 2 unidades.</p><p>Os valores iniciais dessas grandezas são X =50 e Y =36 . O valor máx-</p><p>imo do produto P = XY é:</p><p>(A) 2312;</p><p>(B)2264;</p><p>(C)2216;</p><p>(D) 2180;</p><p>(E) 2124.</p><p>Resposta: A.</p><p>A cada número que diminuimos de 50, aumentamos 2 para o</p><p>36</p><p>P=(50-n)(36+2n)</p><p>P=1800+64n-2n²</p><p>∆=64²-4.(-2).1800</p><p>∆=4096+14400=18496</p><p>máximo=-∆/4a</p><p>11. (IFPE – Auxiliar em Administração – IFPE/2016) A unidade</p><p>monetária de um determinado país é uno (U$). O custo de um dep-</p><p>utado federal nesse país é composto de</p><p>• salário;</p><p>• auxílio-moradia;</p><p>• cota de atividade parlamentar, que inclui passagens aéreas,</p><p>fretamento de aeronaves, alimentação, assinatura de publicações</p><p>e serviços de TV e internet, contratação de serviços de segurança,</p><p>entre outros;</p><p>• verba para gabinete, utilizada para contratação de funcionári-</p><p>os do deputado.</p><p>MATEMÁTICA</p><p>32</p><p>Sabe-se que o salário corresponde a um quinto do custo men-</p><p>sal de um parlamentar, enquanto que a cota de atividade parlam-</p><p>entar representa um quarto desse custo. Já o auxílio-moradia corre-</p><p>sponde a um décimo do salário. Sabe-se, também, que a verba para</p><p>o gabinete é U$ 90.100,00. Sendo assim, qual o custo mensal de um</p><p>deputado federal nesse país?</p><p>(A) U$ 170.000,00</p><p>(B) U$ 138.615,39</p><p>(C) U$ 180.200,00</p><p>(D) U$ 132.934,43</p><p>(E) U$ 158.615,39</p><p>Resposta: A.</p><p>Sendo x o custo</p><p>Salário 1/5x</p><p>Cota: 1/4x</p><p>Auxílio moradia: 1/10 salário</p><p>Mmc=100</p><p>20x+25x+2x+9010000=100x</p><p>53x=9010000</p><p>X=170000</p><p>12. (CPRM – Técnico em Geociências – CESPE/2016) Depois</p>