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<p>IMITATIO</p><p>CHRIST</p><p>IMITAÇÃO DE CRISTO</p><p>Thomas de Kempis</p><p>IMITAÇÃO</p><p>DE</p><p>CRISTO</p><p>O QUE É A SOCIEDADE DO LIVRO JOSEPH RATZINGER?</p><p>Quem somos?01</p><p>TEMAS</p><p>Conheça o autor que não queria ser conhecido</p><p>02</p><p>Quem é o autor Thomas de Kempis</p><p>Como aproveitar a leitura da obra pra</p><p>Crescimento spiritual?03</p><p>Analise da obra pelo Seminarista Diogo</p><p>A Imitação de Cristo é para os dias</p><p>Atuais?04</p><p>Artigo sobre a atualidade da obra</p><p>O que é a</p><p>Sociedade</p><p>do Livro?</p><p>Iniciativa do Apostolado</p><p>Redemptoris Custos com objetivo</p><p>de promover</p><p>literatura católica e cristã</p><p>conservadora</p><p>@APOSTOLADOREDEMPTORISCUSTOS</p><p>PROGRAMAÇÃO DO</p><p>ANO 2024</p><p>PROJETO PASTORAL</p><p>CAMINHO DA PAZ</p><p>FEVEREIRO FEVEREIRO FEVEREIRO</p><p>TRILHA DO CONHECIMENTO</p><p>SOCIEDADE DO LIVRO JOSEPH RATZINGER CONVIDA:</p><p>PLANEJAMENTO DO 1o SEMESTRE 2024</p><p>27 FEVEREIRO</p><p>Com Tiago Ferreira</p><p>12 MARÇO</p><p>Com Padre Allan</p><p>30 ABRIL</p><p>[Padre Cezar]</p><p>21 MAIO</p><p>25 JUNHO</p><p>[Pe Anderson Ricardo]</p><p>INSTAGRAM:</p><p>@apostoladoredemptoriscustos</p><p>“Não te mova a autoridade</p><p>do que escreve, se é de</p><p>pequena ou grande ciência;</p><p>mas convide-te a ler o amor</p><p>da pura verdade. Não olhes</p><p>quem o disse; mas escuta o</p><p>quê, tal como foi dito”</p><p>(Imitação de</p><p>Cristo I. 1,c.5)</p><p>QUEM</p><p>É</p><p>O AUTOR?</p><p>Notas Biográficas [1379-1471]</p><p>O mais conhecido e lido dos autores ascéticos do mundo, Tomás de Kempis, nasceu em Kempen (junto a</p><p>Colônia) na Alemanha em 1379. Aos doze anos foi enviado por seus pais para estudar em Deventer onde</p><p>conheceu Florêncio Radewijns. Terminados os estudos se dirigiu em 1399 ao Monastério de Agnietenberg,</p><p>onde seu irmão João de Kempis era prior. Não tomou o hábito até 1406. Sofreu naqueles anos grandes</p><p>tentações e trabalhos, ignoramos, porém, de que gênero. Não lhe faltou, pois, experiência de vida. Em 1413</p><p>ordenou-se sacerdote. E no Convento de Agnietenberg permaneceu toda sua vida (com exceção dos anos</p><p>1429-1432), copiando códices, compondo obras espirituais, poéticas e históricas (não menos de trinta</p><p>compiladas pela edição de Phol) e amestrando os noviços nas vias do espírito. Foi alguns anos prior e</p><p>morreu em 1471 com a avançada idade de 92 anos.</p><p>Um cronista que viveu com ele nos relata sua espiritualidade dizendo que “era um grande amante da Paixão</p><p>do Senhor e admirável consolador de tentados e atribulados”. E outro, pouco posterior, acrescenta: “muito</p><p>afável e consolador dos enfermos e tentados foi este devoto e bom padre”. Aqui vemos a imagem de um</p><p>Tomás de Kempis com toda sua piedade afetuosa e caritativa. Retrato verdadeiramente amável, que nos faz</p><p>pensar em um religioso humilde, afável, sentimental e terno.</p><p>T O M A S</p><p>D E K E M P I S</p><p>V I D A E O B R A</p><p>P O R A N T O N I O R O Y O M A R I N</p><p>L o s G r a n d e s M a e s t r o s</p><p>D e L a v i d a e s p i r i t u a l</p><p>Obras de Tomás de Kempis</p><p>Para a formação religiosa dos noviços escreveu o Diálogo dos noviços, onde traça as devotas biografias dos</p><p>fundadores da Devotio moderna; e uma série de pequenos tratados como o Livro do exercício espiritual,</p><p>Doutrinal dos jovens, Manual dos párvulos, Hospital dos pobres, Da solidão e do silêncio, Sermões aos</p><p>noviços, etc. Da vida monástica e suas virtudes trata o Livro dos três tabernáculos, Da verdadeira</p><p>compunção, Da disciplina claustral, Horto de rosas, Vale de lírios.</p><p>Quanto aos Sermões da vida e Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, não tem nada de sermões propriamente</p><p>predicáveis; são o mesmo que as Meditações da vida e benefícios do Salvador Jesus e as Orações da Paixão</p><p>do Senhor e da bem-aventurada Virgem, suaves considerações, afetuosos colóquios e preces mais ternas</p><p>que profundas. Um dos mais belos livros de Kempis é o Soliloquium animae, nostalgia da pátria celeste,</p><p>gemido da alma que busca a seu amado ausente, abrasado desejo de união com Deus; mas não passa as</p><p>cancelas da mística, porque a consideração dos pecados o detém. Onde Tomás de Kempis voa mais alto é no</p><p>pequeno tratado De elevatione mentis ad inquirendum sumum bonum.</p><p>Em nenhuma de suas obras Kempis revela uma mente lógica, nem um propósito de dispor organicamente os</p><p>temas que toca. Dão a sensação de serem formadas em retalhos, seguindo o ímpeto da inspiração particular</p><p>em cada momento, sem ordem nem plano previamente estabelecido.</p><p>T O M A S</p><p>D E K E M P I S</p><p>V I D A E O B R A</p><p>P O R A N T O N I O R O Y O M A R I N</p><p>L o s G r a n d e s M a e s t r o s</p><p>D e L a v i d a e s p i r i t u a l</p><p>CALMA TOMAS, VAMOS OUVIR</p><p>UMA MUSICA PRA ACALMAR A</p><p>ALMA!</p><p>Wie ist das Buch?</p><p>Tiago, falas-te</p><p>muito bem!</p><p>Mas e sobre o</p><p>Livro?</p><p>Sobre o livro A Imitação de Cristo</p><p>O livro mais famoso de Tomás de Kempis, mundialmente conhecido e</p><p>apreciado como uma das jóias mais preciosas da literatura cristã de</p><p>todos os tempos, é intitulado Imitação de Cristo. Sua importância e</p><p>influência na história da espiritualidade é enorme.</p><p>Conservam-se dele 355 manuscritos e 292 edições de incunábulos ou</p><p>semi-incunábulos. Desde 1617 até 1862 foram feitas, segundo Becker,</p><p>2.214 reimpressões. Atualmente calcula-se que passam das 6.200. O</p><p>que supõe que tenham sido lançadas à luz pública cerca de quarenta</p><p>milhões de exemplares. Foi traduzida para mais de 65 línguas e dialetos</p><p>(cf. Becker, Essai bibliographique sur le livre “De imitatione Christi”.</p><p>Liége: 1864).</p><p>Este livro genial foi lido por inumeráveis santos, entre os quais consta expressamente São</p><p>Thomas More, Santo Inácio de Loyola, São Felipe Neri, São Luíz Gonzaga, São Francisco de</p><p>Sales, São Carlos Borromeu, São Roberto Belarmino, Santa Teresa d’Ávila, Santa Bernadete</p><p>Sourbirous, Santa Teresa de Lisieux, etc.</p><p>Foi recomendado por muitos Papas, como Alexandre VI, Paulo IV, Pio V, Pio XI, João XXIII.</p><p>Literatos, homens de ciência, teólogos de todas as escolas e outras insignes personalidades</p><p>encheram-no de elogios. Alguns lhe consideraram o melhor livro do mundo depois da Bíblia.</p><p>O estilo da Imitação de Cristo é vigoroso, apodíctico, cortado em sentenças lapidares. Ao</p><p>mesmo tempo está pleno de cadências musicais e de assonâncias e rimas. É doce e efusivo.</p><p>Carece de ordem lógica e de uma estruturação dialética metódica. Uns livros podem ser</p><p>separados de outros, pode-se alterar a ordem, sem que por isso o todo perca a unidade</p><p>estrutural que não tem. O próprio fenômeno se dá na distribuição dos capítulos. Mais ainda:</p><p>se pode alterar ou suprimir muitos parágrafos, muitas sentenças, e o livro permanece.</p><p>SOBRE O LIVRO</p><p>Consta de quatro pequenos tratados de desigual extensão. O primeiro se intitula “Avisos úteis para a vida</p><p>espiritual”; o segundo, “Avisos para a vida interior”; o terceiro, complemento do anterior, se intitula “Livro da</p><p>consolação interior” e, finalmente, o quarto (terceiro no manuscrito) “Devota exortação para a Sagrada</p><p>Comunhão”. que é muito diferente dos outros e que, por estranha anomalia, no manuscrito se intercala entre</p><p>o segundo e o terceiro, rompendo a continuação temática.</p><p>O primeiro livro é de estilo mais conciso, austero, forte, de sentenças lapidares. Proclama a necessidade de seguir a Cristo, a nulidade dos</p><p>valores humanos e das coisas terrenas (honras, ciência, prazeres, longevidade). Deve-se buscar a compunção do coração, a humildade, a</p><p>obediência, meditar na morte, nos pecados, reformar a vida. É um manual de desenganos, com típica mentalidade monacal.</p><p>O segundo é um chamamento à interioridade: Regnum Dei intra vos est. Deve-se renunciar a todo conforto externo, não amar senão a Jesus e</p><p>segui-lo pelo caminho real da Santa Cruz.</p><p>O terceiro são falas suavíssimas e penetrantes do Mestre interior ao discípulo, interrompidas com súplicas deste último. Exalta-se a abnegação,</p><p>a vitória sobre si mesmo, a paciência, a humildade, a paz, a confiança e, sobretudo, o amor: “os admiráveis efeitos do amor divino”; se</p><p>descrevem os sutis “movimentos da natureza e da graça”.</p><p>O quarto, sobre a devoção à Eucaristia, parece encerrar em si um tratado mais breve (c. 6-9), de preparação para a Comunhão.</p><p>A doutrina exposta por Kempis é enormemente positiva, profundamente evangélica, simples, sólida e maciça. Não se esqueça,</p><p>no entanto, que</p><p>foi escrita e concebida para religiosos e monges, razão pela qual alguns de seus conselhos não podem ser levados materialmente à prática</p><p>pelos seculares. ainda que todos possam aproveitar de seu magnífico espírito transbordante de piedade.</p><p>Todo o livro está escrito em um latim claro, vigoroso e doce, com alguns germanismos ou neerlandismos e com frequência cadências rítmicas,</p><p>com assonâncias e rimas; raras vezes se dilui em fáceis e floridas amplificações ou em reiterações afetuosas, que tanto abundam em outros</p><p>escritos de Kempis.</p><p>Como é sabido, durante muitos anos se vem disputando sobre quem seja o verdadeiro autor do maravilhoso livro. Ele foi atribuído ao</p><p>beneditino Jean Gersén († 1245), abade do Monastério de Santo Estevão de Vercelli; a Gerardo Groot, iniciador da Devotio moderna; a Jean</p><p>Gerson, chanceler da Universidade de Paris e, finalmente, a Tomás de Kempis. A controvérsia, que não terminou ainda, vai se inclinando cada</p><p>vez mais a favor do monge de Agnietenberg. Em todo caso, é questão que nada afeta a excelência intrínseca da doutrina. Como adverte o</p><p>próprio Kempis:</p><p>AINDA VALE A PENA LER IMITACAO DE CRISTO?</p><p>Por Padre Paulo Ricardo</p><p>Numa época de mundanização, o remédio mais eficaz está em recorrer a uma espiritualidade cristo cêntrica, que</p><p>proponha a ruptura com o mundo e a conversão a Deus. É essa a proposta da obra “A Imitação de Cristo", de</p><p>Tomás de Kempis.</p><p>O livro "A Imitação de Cristo" foi um dos mais traduzidos no mundo. Alguns dizem que entre os livros religiosos,</p><p>depois da Bíblia, ele foi o mais traduzido. Escrito antes da invenção da imprensa, é de surpreender que milhares de</p><p>cópias estavam espalhadas pelas bibliotecas da Europa.</p><p>Apesar de sua popularidade, não se tinha conhecimento de quem o escrevera, de seu autor. Não é de se admirar,</p><p>pois no Capítulo II lê-se: "estima ser ignorado e tido em nenhuma conta" ou no original em latim: "ama nesciri et</p><p>pro nihilo reputari". O Capítulo V adverte os leitores a não procurar quem disse, mas a prestarem atenção ao que foi</p><p>dito: "non quaeras quis hoc dixerit: sed quid dicatur attende", ou seja, não importa quem escreveu "A Imitação de</p><p>Cristo", mas tão somente a sua mensagem.</p><p>Todavia, como a pergunta é se ainda vale a pena lê-lo, saber quem o escreveu pode ser de alguma valia. Conforme os</p><p>estudos dão conta, foi escrito pelo padre Thomas Hemerken, nascido na cidade alemã de Kempen que, ao ser</p><p>colocada na forma latina torna-se Kempis, assim diz-se que o livro foi escrito por "Thomas de Kempis".</p><p>AINDA VALE A PENA LER IMITACAO DE CRISTO?</p><p>Por Padre Paulo Ricardo</p><p>Kempen ou Kempis estava localizada na região da fronteira com a Bélgica e a Alemanha atuais, na área de cultura</p><p>conhecida como flamenga, ou seja, holandesa. Naquela área surgiu o movimento denominado devotio moderna para</p><p>contrapor a devotio antiqua em voga. A devotio antiqua era praticada por um clero decadente, o qual não punha</p><p>mais o próprio coração nas celebrações litúrgicas e nas práticas devocionais. Lembrando que se trata do século XV,</p><p>pouco antes da Revolução Protestante. Além disso, apresentava uma mística intelectualizada, mais preocupada com</p><p>questões abstratas que com as dificuldades cotidianas. Ela era praticada sobretudo na região do Rio Reno e seu</p><p>representante mais ilustre foi o dominicano Mestre Eckhart, mais tarde acusado como herege e que teve parte de</p><p>seus escritos condenados. Por fim, ela apresentava uma ascese inalcançável. As pessoas se propunham penitências</p><p>dificílimas, iam em busca de heroísmo ascéticos tão terríveis que se tornava impossível cumpri-las.</p><p>Nesse cenário, surgiu a devotio moderna propondo que sacerdotes e religiosos empenhassem o coração no culto a</p><p>Deus, saindo do automatismo. Para fugir da intelectualidade exacerbada, centralizaram a devoção em Cristo. Ela</p><p>rapidamente se tornou popular, pois, além de cristo cêntrica, oferecia a todos práticas de penitência e de</p><p>mortificação mais acessíveis.</p><p>Assim, Thomas de Kempis encontrou campo fértil para escrever a belíssima obra "A Imitação de Cristo" que traz</p><p>orientações práticas para a vida do fiel. O livro é divido em capítulos (ou fichas) independentes, ou seja, cada um</p><p>possui começo, meio e fim, portanto, pode ser lido de modo autônomo. Isso justifica o tradicional costume de se</p><p>fazer uma oração e abrir o livro aleatoriamente.</p><p>AINDA VALE A PENA LER IMITACAO DE CRISTO?</p><p>Por Padre Paulo Ricardo</p><p>Sua característica é colocar o fiel em contato com Cristo, ajudando-o em seu processo de conversão, o qual exige</p><p>uma ruptura com o mundo. Justamente nesse ponto a obra é criticada, pois a separação do mundo que ele sugere</p><p>faz com que seja tachado de individualista, ou seja, com uma espiritualidade desencarnada, fora do mundo real.</p><p>No entanto, é possível superar esse obstáculo, esse efeito colateral de tão excelente remédio, recordando que o livro</p><p>foi escrito para monges, ou seja, pessoas que já viviam apartadas do mundo. Para tanto, basta adaptá-lo ao dia a dia.</p><p>Apesar disso, não deixa de ser um livro de extraordinária importância, posto que nesses tempos atuais em que</p><p>muitos na própria Igreja abraça a mentalidade mundana, "A Imitação de Cristo" coloca as coisas em perspectiva</p><p>cristocêntrica. A centralidade em Nosso Senhor Jesus Cristo, a ruptura com o mundo e com o pecado, numa</p><p>espiritualidade que engaja a pessoa pelo coração e faz com que viva para o que realmente importa: o Céu.</p><p>No Brasil, existem várias edições disponíveis, inclusive na internet. A Editora Paulus possui uma excelente tradução</p><p>da obra, num português bastante refinado e requintado, feita pelo Padre Cabral. Depois de cada capítulo, breves</p><p>reflexões acerca daquele conteúdo, escritas por um padre francês. Contudo, para quem tem dificuldade com o</p><p>português talvez não seja a edição mais indicada. Uma versão mais fácil e tão fiel quanto pode escolher a edição da</p><p>Editora Paulinas, cuja tradução foi feita por Francisco Catão, o qual conseguiu adaptar o texto para para uma</p><p>linguagem mais corrente. Finalmente, a edição da Vozes que traz além de um português requintado, comentários de</p><p>São Francisco de Sales. Ela é interessante pois coloca em língua portuguesa, um trabalho feito em 1989, por um</p><p>padre francês que, ao estudar a obra daquele grande santo, relacionou-as aos temas abordados em "A Imitação de</p><p>Cristo".</p><p>AINDA VALE A PENA LER IMITACAO DE CRISTO?</p><p>Por Padre Paulo Ricardo</p><p>O livro está dividido em quatro grandes</p><p>seções, sendo as duas primeiras introdução</p><p>do leitor à vida espiritual. A terceira parte é</p><p>um diálogo entre Cristo e a alma. Trata-se</p><p>da parte devocional, meditativa. A quarta</p><p>parte refere-se à Eucaristia, ensinando como</p><p>recebê-la, adorá-la e a como aproximar-se</p><p>dela de maneira adequada.</p><p>"A Imitação de Cristo" deveria ser o livro de</p><p>cabeceira de todo católico. Trata-se de uma</p><p>espiritualidade válida, especialmente nesse</p><p>tempo em que a Igreja, em vez de ser</p><p>missionária e evangelizar o mundo, está</p><p>sendo justamente "evangelizada" por ele. "A</p><p>Imitação de Cristo" poderá, sem dúvida,</p><p>ajudar a impedir a mundanização da Igreja e</p><p>de cada um.</p><p>https://padrepauloricardo.org/episodios/ainda-vale-a-pena-ler-a-imitacao-de-cristo</p><p>https://padrepauloricardo.org/episodios/ainda-vale-a-pena-ler-a-imitacao-de-cristo</p><p>https://infovaticana.com/2</p><p>014/08/30/beato-tomas-</p><p>de-kempis/</p><p>GOSTOU?</p><p>PRA SABER</p><p>MAIS… https://www.traditio-</p><p>op.org/biblioteca/Royo-</p><p>marin/Los_grandes_maestros</p><p>_de_la_Vida_Espiritual,_Fr_A</p><p>ntonio_Royo_Marin_OP.pdf</p><p>https://infovaticana.com/2014/08/30/beato-tomas-de-kempis/</p><p>https://infovaticana.com/2014/08/30/beato-tomas-de-kempis/</p><p>https://infovaticana.com/2014/08/30/beato-tomas-de-kempis/</p><p>https://www.traditio-op.org/biblioteca/Royo-marin/Los_grandes_maestros_de_la_Vida_Espiritual,_Fr_Antonio_Royo_Marin_OP.pdf</p><p>https://www.traditio-op.org/biblioteca/Royo-marin/Los_grandes_maestros_de_la_Vida_Espiritual,_Fr_Antonio_Royo_Marin_OP.pdf</p><p>https://www.traditio-op.org/biblioteca/Royo-marin/Los_grandes_maestros_de_la_Vida_Espiritual,_Fr_Antonio_Royo_Marin_OP.pdf</p><p>https://www.traditio-op.org/biblioteca/Royo-marin/Los_grandes_maestros_de_la_Vida_Espiritual,_Fr_Antonio_Royo_Marin_OP.pdf</p><p>https://www.traditio-op.org/biblioteca/Royo-marin/Los_grandes_maestros_de_la_Vida_Espiritual,_Fr_Antonio_Royo_Marin_OP.pdf</p><p>EM JUNHO!</p><p>VEM AÍ...</p><p>PADRE ANDERSON</p><p>RICARDO</p><p>DIA</p><p>25</p><p>INSTAGRAM:</p><p>@APOSTOLADOREDEMPTORISCUSTOS</p><p>Slide 1</p><p>Slide 2</p><p>Slide 3</p><p>Slide 4: O que é a Sociedade do Livro?</p><p>Slide 5: PROGRAMAÇÃO DO ANO 2024 PROJETO PASTORAL CAMINHO DA PAZ</p><p>Slide 6</p><p>Slide 7</p><p>Slide 8</p><p>Slide 9</p><p>Slide 10</p><p>Slide 11</p><p>Slide 12</p><p>Slide 13</p><p>Slide 14</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16</p><p>Slide 17</p><p>Slide 18</p><p>Slide 19</p><p>Slide 20</p><p>Slide 21</p><p>Slide 22</p><p>Slide 23</p><p>Slide 24</p>