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<p>O proprietário tem o direito de cortar, até o plano vertical divisório, as raízes e ramos de árvores nascidas em prédios vizinhos, que ultrapassem a extrema de seu prédio.</p><p>Aquele que corta a árvore alheia, nas condições acima,</p><p>A</p><p>Jamais responde pelos danos que causar ao proprietário da árvore.</p><p>B</p><p>Atua abusivamente se for óbvia a sua imprudência ao proceder ao corte.</p><p>C</p><p>Tem responsabilidade civil objetiva, ou seja, responde independentemente de culpa pelos danos que causar ao dono da árvore.</p><p>D</p><p>Não se torna dono dos galhos e raízes da árvore, que cortou.</p><p>E</p><p>Somente responderá pelos danos ao proprietário da árvore se agir com dolo.</p><p>A desapropriação é modo involuntário de perda do domínio, em que o proprietário tem obrigação de alienar ao expropriante um bem patrimonial.</p><p>Trata-se de:</p><p>A</p><p>Ato inconstitucional, porque o direito de propriedade é fundamental.</p><p>B</p><p>Ato unilateral, de direito público, do Poder Público, fundado em lei, através do qual o proprietário é obrigado a entregar o que lhe pertence, com prévia e justa indenização em dinheiro.</p><p>C</p><p>Procedimento que não depende de decreto desapropriatório.</p><p>D</p><p>Ato bilateral, porque o Poder Público depende de anuência do proprietário para alcançar bom êxito.</p><p>E</p><p>Determinação que se dirige a coisas corpóreas, obrigatoriamente imóveis, e depende sempre de indenização justa e prévia em dinheiro.</p><p>Em relação aos modos de extinção do direito real sobre bem imóvel, é correto afirmar que a renúncia à sucessão aberta é:</p><p>A</p><p>Não solene.</p><p>B</p><p>Negócio jurídico bilateral.</p><p>C</p><p>Solene, devendo ser feita por termo nos autos ou por escritura pública.</p><p>D</p><p>Ato que não depende de registro publico.</p><p>E</p><p>Sinônimo de abandono, conforme a acepção jurídica do termo.</p>