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<p>1</p><p>Roteiro de Atividade de Aprendizagem – Atividade Prática Orientada (APO)</p><p>Disciplina: Parasitologia Geral kar</p><p>Temática: Parasitas negligenciados</p><p>Professor: Maria Graciela Iecher Faria Nunes</p><p>1 Contextualização</p><p>As parasitoses negligenciadas são aquelas causadas por parasitas, consideradas endêmicas em</p><p>populações de baixa renda. Essas enfermidades também apresentam indicadores inaceitáveis e</p><p>investimentos reduzidos em pesquisas, produção de medicamentos e em seu controle. Estas</p><p>enfermidades, fazem parte das doenças negligenciadas, incapacitam ou matam milhões de pessoas e</p><p>representam uma necessidade médica importante que permanece não atendida.</p><p>Dentre essas doenças, as infecções por geohelmintos, para fim de controle, são agrupadas</p><p>pela semelhança em sua distribuição geográfica, pelos grupos vulneráveis que acometem, pela</p><p>similaridade no tratamento utilizando, pelos mesmos medicamentos, pela possibilidade de utilizar as</p><p>mesmas ferramentas diagnósticas, e ainda, por afetarem a saúde humana seguindo mecanismos</p><p>similares e vinculados à intensidade da infecção. No Brasil, as geohelmintoses estão presentes em</p><p>todas as Unidades Federadas, apresentando um quadro intensificado nas zonas rurais e na periferia</p><p>dos centros urbanos e nas regiões norte e nordeste, onde se registram uma elevação dos números de</p><p>casos. Segundo dados do “Inquérito Nacional de Prevalência da Esquistossomose e geohelmintoses</p><p>(INPEG)”, 2010 a 2015, foram diagnosticados 5.192 casos de ancilostomídeos (2,73%), 11.531 de</p><p>ascaridíase (6,00%) e 10.654 (5,41%) de T. trichiura. As geohelmintoses não são doenças de</p><p>notificação compulsória, deste modo, os dados disponíveis são provenientes de inquéritos realizados</p><p>pelas equipes do Programa de Controle da Esquistossomose/PCE, nas áreas endêmicas para a</p><p>esquistossomose, e detectados de forma passiva pelas unidades de saúde.</p><p>Já esquistossomose está presente no Brasil de forma mais intensificada em 19 Unidades</p><p>Federadas. São áreas com transmissão endêmicas que compreendem os Estados de Alagoas, Bahia,</p><p>Pernambuco, Rio Grande do Norte, Paraíba, Sergipe, Espírito Santo e Minas Gerais, com</p><p>predominância no norte e nordeste deste estado. No Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio de Janeiro,</p><p>São</p><p>Paulo, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás e no Distrito Federal, a transmissão é focal,</p><p>não atingindo grandes áreas (Figura 1). Fonte: Sistema de Informação do Programa de Controle da</p><p>Esquistossomose – ISPCE/SVS/MS. No Brasil, no período de 2009 a 2019, segundo dados do Sistema</p><p>de Informação do Programa de Controle da Esquistossomose (SISPCE), o percentual de positividade</p><p>para S. mansoni nas áreas endêmicas apresentou variações de positividade de 5,20% em 2009 e 2,90%</p><p>em 2018. Neste período foram realizados na rotina em torno de 9.867.120 exames e detectados</p><p>423.117 casos e um percentual médio de positividade de 4,29%.</p><p>Em relação a leishmaniose tegumentar, em 2019 foram confirmados 15.484 casos novos</p><p>no Brasil, com coeficiente de detecção de 7,37 casos a cada 100 mil habitantes. Conforme a série</p><p>histórica, a doença se distribui em todo o território brasileiro, com os maiores percentuais de casos</p><p>registrados na região Norte (42,8%). Sendo as regiões norte e noroeste do estado do Paraná</p><p>2</p><p>consideradas áreas de transmissão intensa.</p><p>Além disso, o Brasil ainda deve se preocupar com: malária, doença de chagas, filariose,</p><p>leishmaniose visceral entre outras parasitoses negligenciadas.</p><p>Referências:</p><p>Os fragmentos de texto foram retirados e adaptados de:</p><p>BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria em Vigilância em Saúde, Doenças Tropicais</p><p>Negligenciadas. Boletim Epidemiológico, Brasília, Mar. 2021. Disponível em:</p><p>https://www.gov.br/saude. Acesso em: 20 de fev. de 2024.</p><p>VALVERDE, Ricardo. Doenças negligenciadas. Agência Fiocruz de Notícias, 2021. Disponível</p><p>em: https://agencia.fiocruz.br/doen%C3%A7as-</p><p>negligenciadas#:~:text=As%20doen%C3%A7as%20negligenciadas%20s%C3%A3o%20aquelas,m</p><p>edicamentos%20e%20em%20seu%20controle. Acesso em: 06 de fev. de 2024.</p><p>2 Etapas e roteiro da atividade</p><p>Etapa 1</p><p>Identificar cada figura abaixo e dizer qual a parasitose negligenciada envolvida:</p><p>a)</p><p>__________________ _______________________ ____________________</p><p>Estrutura Agente etiológico Parasitose</p><p>b)</p><p>_________________ ______________________ ____________________</p><p>Estrutura Agente etiológico Parasitose</p><p>c)</p><p>__________________ _______________________ _______________________</p><p>Estrutura Agente etiológico Parasitose</p><p>https://agencia.fiocruz.br/doen%C3%A7as-negligenciadas#:~:text=As%20doen%C3%A7as%20negligenciadas%20s%C3%A3o%20aquelas,medicamentos%20e%20em%20seu%20controle</p><p>https://agencia.fiocruz.br/doen%C3%A7as-negligenciadas#:~:text=As%20doen%C3%A7as%20negligenciadas%20s%C3%A3o%20aquelas,medicamentos%20e%20em%20seu%20controle</p><p>https://agencia.fiocruz.br/doen%C3%A7as-negligenciadas#:~:text=As%20doen%C3%A7as%20negligenciadas%20s%C3%A3o%20aquelas,medicamentos%20e%20em%20seu%20controle</p><p>3</p><p>d)</p><p>___________________ ______________________ _______________________</p><p>Estrutura Agente etiológico Parasitose</p><p>Etapa 2</p><p>A malária é uma doença parasitária, que pode ser causada por espécie do gênero Plasmodium,</p><p>um protozoário que infecta o homem através da picada da fêmea do mosquito Anopheles,</p><p>popularmente conhecido como mosquito prego. Após a picada, os parasitas chegam ao fígado onde</p><p>se multiplicam, invadem a corrente sanguínea e causam destruição dos glóbulos vermelhos. Não</p><p>existe vacina para prevenção da doença, e o tratamento com antimaláricos deve ser iniciado tão logo</p><p>tenha-se confirmação da doença.</p><p>Utilizando destas informações e do conhecimento adquirido sobre esse parasita durante nossa</p><p>disciplina, produzir um folder.</p><p>Este material deve ter 2 páginas, conter orientações sobre as características da doença e formas de</p><p>prevenção.</p><p>Usem a criatividade: podem utilizar programas como Canva, Power point, editores de imagens</p><p>entre outros. Deem preferência a figuras, esquemas, fotos, diagramas, evitando textos longos</p><p>Referências</p><p>BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria em Vigilância em Saúde, Doenças Tropicais</p><p>Negligenciadas. Boletim Epidemiológico, Brasília, Mar. 2021. Disponível em:</p><p>https://www.gov.br/saude. Acesso em: 05 de fev. de 2024.</p><p>VALVERDE, Ricardo. Doenças negligenciadas. Agência Fiocruz de Notícias, 2021. Disponível</p><p>em: https://agencia.fiocruz.br/doen%C3%A7as-</p><p>negligenciadas#:~:text=As%20doen%C3%A7as%20negligenciadas%20s%C3%A3o%20aquelas,m</p><p>edicamentos%20e%20em%20seu%20controle. Acesso em: 06 de fev. de 2024.</p><p>https://agencia.fiocruz.br/doen%C3%A7as-negligenciadas#:~:text=As%20doen%C3%A7as%20negligenciadas%20s%C3%A3o%20aquelas,medicamentos%20e%20em%20seu%20controle</p><p>https://agencia.fiocruz.br/doen%C3%A7as-negligenciadas#:~:text=As%20doen%C3%A7as%20negligenciadas%20s%C3%A3o%20aquelas,medicamentos%20e%20em%20seu%20controle</p><p>https://agencia.fiocruz.br/doen%C3%A7as-negligenciadas#:~:text=As%20doen%C3%A7as%20negligenciadas%20s%C3%A3o%20aquelas,medicamentos%20e%20em%20seu%20controle</p>