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<p>É o processo de formação de nova glicose a partir de</p><p>compostos não-glicídeos;</p><p>Muitos tecidos utilizam a glicose em altos níveis,</p><p>portanto, durante jejum prolongado ou atividade</p><p>intensa, o corpo tem capacidade de produzir nova</p><p>glicose no fígado;</p><p>Existem 5 fases de acordo com a quantidade de</p><p>glicose, em que maior o número, menor o nível de</p><p>glicose;</p><p>Nas primeira fase usa-se glicose vinda da alimentação</p><p>e vai para todos os tecidos. Na segunda, inicia a quebra</p><p>de glicogênio e ocorre, em pouca proporção, a</p><p>gliconeogênese. Na terceira fase usa-se mais a</p><p>gliconeogênese hepática, em que tecidos como</p><p>músculos diminuem a atividade. Nas fases 4 e 5, usa-se</p><p>gliconeogênese hepática e renal, a fim de mandar</p><p>glicose para o cérebro, que usa também corpos</p><p>cetônicos;</p><p>A gliconeogênese inicia quando há baixa de glicogênio</p><p>(molécula de estoque);</p><p>Essa via converte piruvato e moléculas de 3 ou 4</p><p>carbonos em glicose;</p><p>Seus precursores são lactato, piruvato e glicerol, além</p><p>de aminoácidos glicogênicos;</p><p>Em animais os ácidos graxos não alimentam essa via,</p><p>mas geram ATP e NADH através de sua oxidação;</p><p>Gliconeogênese</p><p>A gliconeogênese é o</p><p>inverso da glicólise?</p><p>Não! Existem 3 reações irreversíveis e de controle na</p><p>glicólise, as quais serão fruto de vias de contorno</p><p>usando enzimas específicas da gliconeogênese. As 7</p><p>demais sofrerão apenas o inverso. Ocorrem em locais</p><p>diferentes da célula.</p><p>Conversão de piruvato em fosfoenolpiruvato</p><p>Etapas do 1°contorno</p><p>1</p><p>Feito por duas reações irreversíveis. em que o piruvato</p><p>pode vir da alanina através de transaminação, na</p><p>mitocôndria;</p><p>A primeira a agir é a piruvato carboxilase, sendo esta</p><p>regulatória e age na mitocôndria. Une piruvato com a</p><p>carboxila vinda do bicarbonato, formando</p><p>oxaloacetato, gastando ATP.</p><p>É anaplerótica, ou seja, pode ser usado como</p><p>intermediário de outras vias;</p><p>Conversão de oxaloacetato em malato2</p><p>É uma reação reversível, catalisada pela enzima</p><p>malato desidrogenase mitocondrial;</p><p>Gera malato e NAD;</p><p>O malato sai da célula, quando há necessidade, pela</p><p>lançadeira malato-aspartato, através do transportador;</p><p>Também é anaplerótica.</p><p>Conversão de malato em oxaloacetato 3</p><p>É uma reação irreversível, que é catalisada pela enzima</p><p>malato desidrogenase citosólica;</p><p>O transporte desse malato entre os meios citosólico e</p><p>mitocrondrial permite a saída de um NADH, que será</p><p>utilizado posteriormente;</p><p>Forma oxaloacetato e NADH.</p><p>Conversão de oxaloacetato em fosfoenolpiruvato</p><p>É uma reação reversível, que ocorre no citosol e usa</p><p>GTP para formar fosfoenolpiruvato a partir de duas</p><p>enzimas;</p><p>A PEPCK age transformando oxaloacetato em</p><p>fosfoenolpiruvato, usando GTP;</p><p>O lactato também pode ser fonte de alimentação</p><p>dessa via, produzindo piruvato, que será convertido em</p><p>oxaloacetatone sofrará ação da PEPCK;</p><p>4</p><p>2°contorno</p><p>Até que chegue aqui, há 5 reações reversíveis</p><p>pertencentes à glicólise, sendo somente o inverso;</p><p>Conversão de frutose 1,6-bifosfato em frutose 6P, pela</p><p>enzima frutose 1,6 bifosfatase;</p><p>Sai um Pi e entra uma molécula de H2O;</p><p>3°contorno</p><p>Hidrólise de G6P em glicose;</p><p>A enzima que catalisa é a glicose 6 fosfatase, presente</p><p>apenas no retículo endoplasmático de hepatócitos e</p><p>células renais, em que seu produto gerado ganhará</p><p>músculos e demais tecidos pela corrente sanguìnea;</p><p>O G6P entra no RE através de um transportador e sofre</p><p>ação enzimática, em que a glicose será transportada</p><p>para fora deste por um transportador e para fora da</p><p>célula através do GLUT2 e caí na corrente sanguínea. Já</p><p>o Pi sairá do RE através de transportador específico</p><p>Gliconeogênese</p><p>A gliconeogênese tem alto custo energético, consumindo</p><p>piruvato, energia contida em GTP e ATP e em poder redutor</p><p>(NADH) no primeiro contorno;</p><p>Esse alto custo garante sua irreversibilidade.</p><p>Gasto energético</p><p>Regulação</p><p>A gliconeogênese e a glicólise precisam ser reguladas</p><p>reciprocamente, ou seja, quando uma é ativa a outra é</p><p>desativada;</p><p>Os pontos recíprocos de regulação são as reações irreversíveis;</p><p>A hexoquinase é regulada por uma proteína específica do</p><p>fígado. Além disso, ela e a glicose 6 fosfatase estão em</p><p>diferentes compartimentos do hepatócito;</p><p>A PFK1 e frutose 1,6 bifosfatase são reguladas reciprocamente,</p><p>uma vez que a PFK1 favorece a glicólise e a frutose 1,6</p><p>bifosfatase favorece a gliconeogênese;</p><p>Essas enzimas são reguladas por outra molécula, a frutose 2,6</p><p>bifosfato, um intermediário e regulador alostérico para ambas;</p><p>O glucagon regula a PFK2 e FBPase 2;</p><p>Primeiramente regula a gliconeogênese;</p><p>Quando inibe, pode ser oxidado em acetil-CoA e ir para o ciclo de Krebs ou formar nova glicose, sendo</p><p>regulador alostérico inverso;</p><p>Quando há muito acetil-CoA (fruto dele), gera degradação de ácidos graxos em jejum. estimulando a</p><p>gliconeogênese. Estimula piruvato carboxilase e inibe piruvato desidrogenase;</p><p>Quando há pouco acetil-CoA, há ativação da piruvato desidrogenase e inibição da piruvato carboxilase,</p><p>dando início a glicólise.</p><p>Destinos do piruvato</p><p>Quando há insulina, há estímulo da glicólise e inibição da gliconeogênse, já que a PFK2 é desfosforilada e</p><p>ativa;</p><p>Quando há glucagon, inibe a glicólise e estimula a gliconeogênese, fosforilando a PFK2 e ativando a</p><p>FBPase-2;</p>

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