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<p>PARADA CARDIORESPIRATÓRIA EM AMBIENTE INTRA HOSPITALAR</p><p>PROFª JÉSSICA ANGELO</p><p>DEFINIÇÃO</p><p>A parada cardiopulmonar ou parada cardiorrespiratória (PCR) é definida como a ausência de atividade mecânica cardíaca, que é confirmada por ausência de pulso detectável, ausência de responsividade e apneia ou respiração agônica, ofegante. O termo “parada cardíaca” é mais comumente utilizado quando se refere a um paciente que não está respirando e não tem pulso palpável.</p><p>Atendimento a parada cardirrespiratória</p><p>(KRONICK et al.,2015)</p><p>O atendimento da PCR é descrito na literatura como Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP), que compreende uma sequência de manobras e procedimentos destinados a manter a circulação cerebral e cardíaca, e garantir a sobrevida do paciente.</p><p>Cadeia de sobrevivência no ambiente intra hospitalar</p><p>DIRETRIZES A SEREM SEGUIDAS</p><p>Vigilância e prevenção</p><p>(KRONICK et al.,2015)</p><p>6</p><p>Pacientes no ambiente hospitalar dependem de um sistema de vigilância adequado a fim de prevenir a PCR, mas, caso a PCR ocorra, é preciso uma interação harmoniosa dos vários e de um time multidisciplinar de profissionais, que inclua médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, entre outros.</p><p>A nova diretriz preconiza o acionamento imediato , com o objetivo de prevenir a PCRIH. Acredita-se que equipes treinadas na complexa coreografia da ressuscitação pode diminuir a ocorrência de uma PCIH e caso ocorra, aumenta a chance de um melhor desfecho no atendimento da PCR.</p><p>PREPARAR A EQUIPE PARA RCP NO INÍCIO DO PLANTÃO</p><p>EQUIPE	DE ATENDIMENTO À PCR</p><p>Atribuição de cada profissional no atendimento à PCR de acordocom a orientação da American Heart Association (AHA), a equipe de atendimento deve dispor de seis elementos assim distribuídos:</p><p>Um líder da equipe;</p><p>Um na ventilação;</p><p>Um na compressão torácica;</p><p>Um anotador de medicamentos e de tempo (circulante);</p><p>Um na manipulação dos medicamentos;</p><p>Dentro da realidade de cada instituição, procura-se padronizar as funções dessas pessoas com atribuições mais específicas, tornando o atendimento mais eficiente e rápido.</p><p>ATRIBUIÇÃO DE CADA MEMBRO DA EQUIPE</p><p>Enfermeiro:</p><p>Técnico de Enfermagem</p><p>Aproximação do carro de emergência e colocação da tábua rígida;</p><p>Preparo de medicação;</p><p>Controle do tempo de administração de cada medicamento;</p><p>Obtenção de via de acesso venoso.</p><p>Cooordena as ações e atribuições da equipe de enfermagem;</p><p>Instala o desfibrilador;</p><p>Auxilia o médico na intubação;</p><p>Auxilia na ventilação e compressão torácica.</p><p>ELEMENTOS DE UMA EQUIPE NO MOMENTO DA REANIMAÇÃO CARDIOPULMONAR.</p><p>Funções e responsabilidades claras.</p><p>Comunicações em circuito fechado</p><p>Mensagens claras</p><p>Conhecer suas limitações</p><p>Respeito mútuo</p><p>Intervenções construtivas</p><p>Compartilhar o conhecimento</p><p>Resumo e reavaliação</p><p>Prioridades que necessitam de investigação imediata para antecipar um colapso</p><p>Pacientes	com	achados potencialmente emergenciais:</p><p>Precordialgia ou dor torácica</p><p>Suspeita de obstrução de via aérea</p><p>Intoxicações agudas</p><p>Hematêmese, enterorragia ou hemoptise</p><p>Dor intensa</p><p>Rebaixamento agudo do nível de consciência e alterações neurológicas agudas.</p><p>Alterações importantes dos sinais vitais:</p><p>Frequência respiratória (FR) > 30 ou < 8 ipm ou uso de musculatura acessória</p><p>Saturação arterial de oxigênio (SatO,) < 90%</p><p>Frequência cardíaca (FC) > 100 ou < 50 bpm</p><p>Pressão arterial sistólica (PAS) < 90 mmHg</p><p>O PACIENTE PAROU!</p><p>E AGORA?</p><p>PACIENTE ESTÁ PARADO ! O QUE EU FAÇO?</p><p>ACIONA O TRR ( SE DISPONÍVEL);</p><p>ACIONA O MÉDICO PLANTONISTA;</p><p>SEM EM ENFERMARIA: SOLICITAR QUE OS PACIENTES ( O QUE PODEM ANDAR) E ACOMPANHANTES SAIAM DA ENFERMARIA;</p><p>COLOCAR BIOMBO PARA PROMOVER A PRIVACIDADE;</p><p>LEVAR CARRO DE EMERGÊNCIA PARA O LADO DO LEITO;</p><p>COLOCAR PRANCHA RÍGIDA SOB O PACIENTE;</p><p>SUPORTE AVANÇADO DE VIDA</p><p>SEQUENCIA DIFERENTE</p><p>A: ABERTURA DE VIAS AÉREAS</p><p>B: BOA VENTILAÇÃO</p><p>C: CIRCULAÇÃO ( COMPRESSOES EFICAZES)</p><p>D: DESFIBRILAÇÃO</p><p>MÁSCARA LARÍNGEA</p><p>RESOLUÇÃO COFEN 641/2020</p><p>QUANTAS VENTILAÇÕES DEVEM SER FEITAS?</p><p>Antes de colocar uma via aérea avançada, as ventilações devem ser sincronizadas com as compressões torácicas, numa relação de 30 compressões para 2 ventilações.</p><p>Durante o suporte avançado de vida (SAV) em adultos, as ventilações devem ser realizadas a cada 6 segundos, sem sincronizar com as compressões torácicas, que devem ser contínuas. As ventilações devem ser feitas com um terço do volume do Ambu, ligado a uma fonte de oxigénio a 15 L/min.</p><p>INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL</p><p>Indicações:</p><p>Nível de consciência rebaixado, impedindo o controle adequado do paciente sobre a patência de suas vias aéreas superiores;</p><p>Falência cárdio-circulatória concomitante: choque circulatório, sinais de isquemia miocárdica, arritmias graves;</p><p>Paciente com grande trabalho respiratório, com taquipnéia persistente e utilização da musculatura acessória</p><p>da respiração, para manter valores limítrofes na gasometria arterial.</p><p>Intubação orotraqueal Material:</p><p>– Carrinho de emergência: Drogas e utensílios</p><p>– luvas de procedimentos, óculos e máscaras</p><p>– Cânula orofaríngea</p><p>– Ambu com extensão para oxigênio,</p><p>fluxometro e fonte de O2.</p><p>– Tubo orotraqueal( 7; 7,5; 8 e 8,5), fio guia e seringa</p><p>– sondas de bico rígido e maleável</p><p>– fixador de tubo orotraqueal ou cadarço.</p><p>Drogas utilizadas na intubação</p><p>Rev Bras Clin Med. São Paulo, 2011 mai-jun;9(3):211-7</p><p>REANIMAÇÃO CARDIOPULMONAR (RCP)	IMEDIATA DE ALTA QUALIDADE</p><p>Após o acionamento da equipe médica, deve-se iniciar as compressões torácicas e ventilação em todos os pacientes adultos com PCR, seja por causa cardíaca ou não;</p><p>Com as mãos sobre a metade inferior do esterno (região hipotenar), sem flexionar os cotovelos;</p><p>Frequência: 100 a 120 compressões/ minuto;</p><p>Profundidade: mínima de 2 polegadas (5 cm) e máximo 2,4 polegadas (6 cm);</p><p>Colocar a prancha rígida embaixo do tórax do paciente, assim que disponível.</p><p>Drogas utilizadas durante a parada cardiorrespiratória</p><p>EPINEFRINA (ADRENALINA)</p><p>Ação: Vasoconstrição sistêmica</p><p>Melhora o fluxo cerebral e coronariana</p><p>Maior chance de restauração da circulação espontânea</p><p>1mg EV a cada 3 a 5 1mg EV a cada 3 a 5 min</p><p>AMIODARONA</p><p>Amiodarona é o antiarrítmico de escolha na Fibrilação ventricular (FV) ou taquicardia ventricular sem pulso (TVsp) que persiste ou recorre após a desfibrilação.</p><p>Principais recomendações:</p><p>Primeira dose: 300 mg. IV ou via intra óssea, em bolus</p><p>Segunda dose: ISO mg. IV ou via intra óssea, em boluis .</p><p>DISPOSITIVO AUTOMÁTICO DE COMPRESSÃO (AUTOPULSE)</p><p>MEDICAÇÕES UTILIZADAS NA RCP</p><p>CARRO DE EMERGÊNCIA</p><p>PRIMEIRA GAVETA: MEDICAÇÕES</p><p>2ª GAVETA : MATERIAL DE VIA AÉREA</p><p>3ª GAVETA: MATERIAL PARA ACESSO</p><p>4ª GAVETA: SOLUÇÕES E OUTROS MATERIAIS</p><p>DESFIBRILAÇÃO</p><p>USO DO DESFIBRILADOR MANUAL</p><p>D:DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL</p><p>Causas da parada cardiorrespiratória</p><p>POR QUANTO TEMPO DEVE SER REALIZADA A RCP?</p><p>A quantidade de ciclos vai ser definida pelo médico através de uma avaliação do estado do paciente, idade, prognóstico.</p><p>SOMENTE O MÉDICO É QUEM PODE ENCERRAR A RCP e declarar o óbito.</p><p>O horário do óbito é confirmado com o ECG zerado.</p><p>CUIDADOS PÓS PCR</p><p>Pressão Arterial Sistólica ideal: acima de 100 mmHG (associado a uma melhor recuperação)</p><p>É aconselhável evitar e corrigir imediatamente PA sistólica menor que 90 mmHg e Pressão arterial media (PAM) menor que 65 mmHg durante os cuidados pós parada, pois a hipotensão está associada ao aumento da mortalidade e à redução da recuperação funcional</p><p>Identificar e tratar hipo e hiperglicemia.</p><p>Otimizar a função cardiopulmonar e a perfusão de órgãos vitais após o retorno da circulação expontanea.</p><p>Identificar e tratar síndromes coronarianas agudas e outras causas reversíveis</p><p>Controlar a temperatura para otimizar a recuperação neurológica. (Evitar febre)</p><p>Prever, tratar e prevenir a disfunção múltipla de órgãos. Isto inclui evitar ventilação excessiva e hiperóxia.</p><p>ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM</p><p>Após a RCP, tendo ela sido revertida ou não o profissional precisa descrever todas as intervenções realizadas no paciente durante o procedimento;</p><p>Informações como número de ciclos, medicações utilizadas e desfecho da RCP;</p><p>Outro fator importantíssimo é solicitar ao médico que prescreva as medicações utilizadas durante a rcp e entubação.</p><p>Referências</p><p>AMERICAN HEART ASSOACIATION. ACLS: Provider suplementary material: airway manegement, devices to provide supplementary oxigen. pag.4, 2016</p><p>Suporte Avançado de Vida Cardiovasvular. American Heart Assoaciation. Manual do profissional. 2016</p><p>BROWN, CA et al. Techniques, Success, and Adverse Events of Emergency Department Adult Intubations. Annals of Emergency Medicine. San Francisco,v.65, n. 4, p. 363-370, April. 2015</p><p>CALLAWAY, CW et al. Part 8: Post–Cardiac Arrest Care: 2015 American Heart Association Guidelines Update for Cardiopulmonary Resuscitation and Emergency Cardiovascular Care. Circulation, Dallas, v.132(suppl 2),S465–S482. 2015</p><p>CARDOSO, LF. Protocolo de atendimento a Parada Cardiorrespiratória (PCR). https://www.hospitalsiriolibanes.org.br/institucional/gestao-da-qualidade/Paginas/protocolos.aspx</p><p>Emergências clínicas : abordagem prática / Herlon Saraiva Martins ... [ et al.]. -- 11. ed. rev. e atual. -- Barueri, SP : Manole, 2016</p><p>GONZALEZ, MM et al . I Diretriz de Ressuscitação Cardiopulmonar e Cuidados Cardiovasculares de Emergência da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Arq. Bras. Cardiol., São Paulo , v. 101, n. 2, supl. 3, p. 1-221, ago. 2013</p><p>KRONICK SL et al. Part 4: Systems of Care and Continuous Quality Improvement 2015 American Heart Association Guidelines Update for Cardiopulmonary Resuscitation and Emergency Cardiovascular Care. Circulation, Dallas, v.132(suppl 2) S397–S413,. 2015</p><p>LINK MS et al. Part 7: Adult Advanced Cardiovascular Life Support 2015 American Heart Association Guidelines Update for Cardiopulmonary Resuscitation and Emergency Cardiovascular Care.</p><p>Circulation, Dallas, v.132, n.18, s.2,444-S464, 2015.</p><p>NACER DT, BARBIERI AR. Sobrevivência a parada cardiorrespiratória intra-hospitalar: revisão integrativa da literatura. Rev. Eletr. Enf. [Internet]. v. 17, n. 3, p. 1-8, jul/set, 2015 SOAR J et al. European Resuscitation Council Guidelines for Resuscitation 2015Section 3. Adult advanced life support. Resuscitation, Richmond, n. 95, p.100–147, 2015 TALLO, FS et al. Intubação orotraqueal e a técnica da sequência rápida: uma revisão para o clínico. Rev Bras Clin Med. São Paulo, v.9,n.3, p. 211-7, mai-jun, 2011.</p><p>TIRKKONEN, J et al. Aetiology of in-hospital cardiac arrest on general wards. Resuscitation, Richimond,n. 107, p.19–24.</p><p>VANCINI-CAMPANHARO, CR et al. One-year follow-up of neurological status of patients after cardiac arrest seen at the emergency room of a teaching hospital. Einstein, Sao Paulo,v.13,n.2,p.183–188, apr-jun, 2015.</p><p>image1.png</p><p>image2.png</p><p>image3.png</p><p>image4.png</p><p>image5.png</p><p>image7.png</p><p>image8.svg</p><p>.MsftOfcThm_Accent1_Fill_v2 {</p><p>fill:#4472C4;</p><p>}</p><p>.MsftOfcThm_Accent1_Stroke_v2 {</p><p>stroke:#4472C4;</p><p>}</p><p>image9.png</p><p>image10.svg</p><p>.MsftOfcThm_Accent1_Fill_v2 {</p><p>fill:#4472C4;</p><p>}</p><p>.MsftOfcThm_Accent1_Stroke_v2 {</p><p>stroke:#4472C4;</p><p>}</p><p>image6.jpg</p><p>image11.png</p><p>image12.jpg</p><p>image13.png</p><p>image14.png</p><p>image23.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_4ea72e {</p><p>fill:#4EA72E;</p><p>}</p><p>image24.png</p><p>image25.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_4ea72e {</p><p>fill:#4EA72E;</p><p>}</p><p>image26.png</p><p>image27.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_4ea72e {</p><p>fill:#4EA72E;</p><p>}</p><p>image28.png</p><p>image29.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_4ea72e {</p><p>fill:#4EA72E;</p><p>}</p><p>image15.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_4ea72e {</p><p>fill:#4EA72E;</p><p>}</p><p>image16.png</p><p>image17.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_4ea72e {</p><p>fill:#4EA72E;</p><p>}</p><p>image18.png</p><p>image19.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_4ea72e {</p><p>fill:#4EA72E;</p><p>}</p><p>image20.png</p><p>image21.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_4ea72e {</p><p>fill:#4EA72E;</p><p>}</p><p>image22.png</p><p>image30.png</p><p>image39.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_8826aa {</p><p>fill:#8826AA;</p><p>}</p><p>image40.png</p><p>image41.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_a02b93 {</p><p>fill:#A02B93;</p><p>}</p><p>image31.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_0f9ed5 {</p><p>fill:#0F9ED5;</p><p>}</p><p>image32.png</p><p>image33.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_1555ca {</p><p>fill:#1555CA;</p><p>}</p><p>image34.png</p><p>image35.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_1d1bbf {</p><p>fill:#1D1BBF;</p><p>}</p><p>image36.png</p><p>image37.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_5821b4 {</p><p>fill:#5821B4;</p><p>}</p><p>image38.png</p><p>image42.jpg</p><p>image43.png</p><p>image52.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_ffffff {</p><p>fill:#FFFFFF;</p><p>}</p><p>image53.png</p><p>image54.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_ffffff {</p><p>fill:#FFFFFF;</p><p>}</p><p>image44.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_ffffff {</p><p>fill:#FFFFFF;</p><p>}</p><p>image45.png</p><p>image46.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_ffffff {</p><p>fill:#FFFFFF;</p><p>}</p><p>image47.png</p><p>image48.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_ffffff {</p><p>fill:#FFFFFF;</p><p>}</p><p>image49.png</p><p>image50.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_ffffff {</p><p>fill:#FFFFFF;</p><p>}</p><p>image51.png</p><p>image55.png</p><p>image56.png</p><p>image57.png</p><p>image58.png</p><p>image59.png</p><p>image60.png</p><p>image61.jpg</p><p>image62.png</p><p>image63.png</p><p>image72.jpg</p><p>image64.jpg</p><p>image65.jpg</p><p>image66.jpg</p><p>image67.jpg</p><p>image68.jpg</p><p>image69.jpg</p><p>image70.jpg</p><p>image71.jpg</p><p>image73.jpg</p><p>image74.png</p><p>image75.png</p><p>image76.svg</p><p>.MsftOfcThm_Text2_lumMod_75_lumOff_25_Fill_v2 {</p><p>fill:#215F9A;</p><p>}</p><p>image77.png</p><p>image86.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_a02b93 {</p><p>fill:#A02B93;</p><p>}</p><p>image78.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_0f9ed5 {</p><p>fill:#0F9ED5;</p><p>}</p><p>image79.png</p><p>image80.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_1745c7 {</p><p>fill:#1745C7;</p><p>}</p><p>image81.png</p><p>image82.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_3c1eba {</p><p>fill:#3C1EBA;</p><p>}</p><p>image83.png</p><p>image84.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_7d25ad {</p><p>fill:#7D25AD;</p><p>}</p><p>image85.png</p><p>image87.jpg</p><p>image88.png</p><p>image89.jfif</p><p>image90.jfif</p><p>image91.jpg</p><p>image92.jpg</p><p>image93.jpg</p><p>image94.png</p><p>image95.jpg</p><p>image96.png</p><p>image97.png</p><p>image98.png</p><p>image99.png</p><p>image100.png</p><p>image101.png</p><p>image102.jpeg</p><p>image103.jpg</p><p>image104.png</p><p>image105.png</p><p>image106.png</p><p>image107.png</p><p>image108.png</p><p>image109.png</p><p>image110.svg</p><p>image111.png</p><p>image112.svg</p><p>image113.png</p><p>image114.svg</p><p>.MsftOfcResponsive_Fill_156082 {</p><p>fill:#156082;</p><p>}</p><p>image115.png</p><p>image116.svg</p><p>.MsftOfcThm_Accent1_Fill_v2 {</p><p>fill:#4472C4;</p><p>}</p><p>.MsftOfcThm_Accent1_Stroke_v2 {</p><p>stroke:#4472C4;</p><p>}</p><p>image117.png</p><p>image118.svg</p><p>image119.png</p><p>image120.svg</p><p>image121.svg</p><p>.MsftOfcThm_Accent1_Fill_v2 {</p><p>fill:#4472C4;</p><p>}</p><p>.MsftOfcThm_Accent1_Stroke_v2 {</p><p>stroke:#4472C4;</p><p>}</p><p>image122.png</p><p>image123.png</p>

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