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<p>História do Direito</p><p>• Normas: São regras que a própria</p><p>sociedade estabelece</p><p>• Faculdade: O motivo pelo qual podemos</p><p>ou não agir de acordo com as regras</p><p>• Ciência: Representa a sociedade e o seu</p><p>conjunto de regras</p><p>• Justiça/Justo: Designa o que é certo ou</p><p>errado</p><p>TEORIAS QUE FORMAM O ESTADO:</p><p>→ Primeira Corrente: Defende que a</p><p>sociedade humana sempre existiu e o</p><p>Estado também. Servindo como elemento</p><p>na organização natural humana</p><p>→ Segunda Corrente: Defende que a</p><p>sociedade existiu por um tempo sem o</p><p>Estado, porém percebeu a necessidade da</p><p>organização em decorrência do</p><p>desenvolvimento social</p><p>→ Terceira Corrente: Defende que o Estado</p><p>só existe quando há uma sociedade</p><p>política.</p><p>✓ Criada pelo tratado de Vestfólio</p><p>EVOLUÇÃO CULTURAL</p><p>• Grécia Antiga</p><p>→ Pólis: Cidade-Estado que tinha</p><p>autonomia política e econômica. Tendo</p><p>uma localização marítima que possibilita</p><p>a comunicação. Também possuía</p><p>democracia na tomada de decisões,</p><p>onde os cidadãos participavas da</p><p>política.</p><p>Cidadão: pessoa que possuía direitos. Exceto</p><p>estrangeiros e escravos</p><p>• Roma: possuía base familiar pelos Civita</p><p>que é a união de grupos familiares</p><p>privilegiadas.</p><p>✓ Donos de terrenos participavam</p><p>das decisões</p><p>✓ Ampliação de direitos para toda a</p><p>população</p><p>OBS: Findou-se coma ascensão do</p><p>cristianismo e a propagação da</p><p>ideia da liberdade religiosa</p><p>• Estado Medieval:</p><p>→ Cristianismo: Trouxe a ideia que todos possuía</p><p>o mesmo valor e a mesma importância.</p><p>Atraindo a simpatia das pessoas</p><p>→ O Feudalismo era presente, onde o poder era</p><p>concentrado nas mãos do Imperador e</p><p>Senhores Feudais</p><p>MONOTEÍSMO HEBRAICO</p><p>• Indícios de individualidade pela imposição dos</p><p>dez mandamentos. Já o Cristianismo amplia a</p><p>ideia por considerar todos filhos de Deus.</p><p>• As principais religiões monoteístas tinham as</p><p>suas regras escritas pelo seu instrumento de</p><p>fé. Como a Bíblia, a Taró e o Corão. Impondo a</p><p>própria maneira de conduta e o agir ético.</p><p>• Ética e Direito na antiguidade são marcadas</p><p>por sobreposição do coletivo pelo individual, e</p><p>da religião que permeia as decisões da vida</p><p>pública e privada.</p><p>JUSTIÇA HIPOTÉTICA – CONDICIONAL</p><p>É a conduta de Sócrates que acredita que</p><p>Revelação Divina</p><p>• Lei do Talião – Mesopotâmia: “Olho por olho,</p><p>dente por dente”</p><p>• Grécia antiga: Novos estudos e reflexões</p><p>→ Sócrates criador da maiêutica: processo</p><p>de reflexão e descoberta dos próprios</p><p>valores. Onde acreditava-se que o</p><p>melhor modo para as pessoas viverem</p><p>era se concentrado no seu próprio</p><p>desenvolvimento ao invés de buscar</p><p>recursos materiais.</p><p>→ Platão e Alegoria da caverna: “O</p><p>individuo pode se libertar da escuridão,</p><p>que o aprisiona, através da luz da</p><p>verdade”.</p><p>GRÉCIA ANTIGA – REFLEXOS DO HERMÊUNETICO</p><p>Hermenêutico: ciência da interpretação</p><p>→ Transmissão de uma mensagem, com</p><p>função de anunciar, traduzir e esclarecer</p><p>algo que não estava claro.</p><p>• Para Platão: O hermenêutico era segundo</p><p>plano e que as palavras estavam abaixo da</p><p>ideia, que só através das ideias poderiam</p><p>entender e conhecer a realidade</p><p>• Aristóteles: Desenvolveu um pensamento</p><p>diferente, fazendo relação entre conceitos e</p><p>realidade. Entendia que o conhecimento se faz</p><p>através de abstrações mentais daquilo que é</p><p>adquirido por meio da experiência sensível</p><p>THEMIS – DEUSA DO CÉU E DA JUSTIÇA</p><p>• Criou leis divinas.</p><p>• Possuía três subsistências</p><p>1. Deusa da ordem natural</p><p>2. Deusa da ordem moral</p><p>3. Deusa da profecia</p><p>→ O papel do juiz é equilibrar a justiça com a</p><p>compaixão, incentivando as pessoas a se</p><p>responsabilizar por suas ações.</p><p>Fábula:</p><p>Dizia que Themis queria resguardar sua</p><p>virgindade, porém Zeus fez com que ela</p><p>engravidasse, virando mãe de três filhas</p><p>chamadas: Equidade, Lei e Paz.</p><p>ORIGEM DO PODER EM ROMA</p><p>O poder é algo inerente aos próprios seres</p><p>humanos. A origem do poder em Roma foi calcada</p><p>por: Religião, tradição, coletividade,</p><p>desconsideração dos ofícios de mercadores e os</p><p>técnicos.</p><p>Ou seja, a religião, tradição e a coletividade</p><p>passavam por cima do que a pessoa sabia fazer.</p><p>• A família ganha importância pela</p><p>necessidade de se proteger o culto</p><p>doméstico, que era liderado pelo pater</p><p>família, ou seja, o patriarca, que carregava</p><p>a identidade, o patrimônio e as diretrizes</p><p>de conduta de todos os membros da</p><p>família.</p><p>→ Sui juris: Pessoa que tinha condição de</p><p>decidir por si só.</p><p>→ Aliene juris: precisa ter autorização do pater</p><p>(patriarca)</p><p>JUSTINIANO E O CORPUS IURIS CIVILIS</p><p>• Criado pelo imperador Justiniano.</p><p>• Compilado de legislações dividida em 4</p><p>aspectos:</p><p>→ Codex: Compilação de atos com força</p><p>normativa. Determinando o que as</p><p>pessoas façam.</p><p>→ Corpus: Religião (unindo o Estado e a</p><p>Igreja)</p><p>→ Digesto (Pandectas): Enciclopédia de</p><p>Jurisconsultos. São sócios doutrinadores,</p><p>ou seja, pessoas que estudam o direito e</p><p>explicam o direito.</p><p>→ Institutiones (Elementas): É o manual do</p><p>direito</p><p>• Glosadores: Pessoas que interpretavam o</p><p>Corpus Iuris Civilis de maneira analítica.</p><p>Analisava só um pedaço, sem analisar o todo.</p><p>• Comentadores: Faziam uma interpretação de</p><p>um todo, com base filosófica associando o</p><p>Direito à Ética e buscando integrá-lo a um</p><p>valor fundamental, a Justiça.</p><p>LEI DAS XII TÁBUAS</p><p>• Revoltas em função das revoltas da plebe, que</p><p>lutou durante séculos por igualdade civil e</p><p>política com os patrícios.</p><p>• O direito aplicado era consuetudinário (Direito</p><p>dos costumes) e favorecia aos patrícios na</p><p>aplicação das normas. Os plebeus, na verdade,</p><p>exigiram que as normas jurídicas fossem</p><p>positivas</p><p>→ Tábua I – Do chamamento a Juízo</p><p>→ Tábua II – Dos julgamentos e dos furtos</p><p>→ Tábua III – Dos direitos de crédito</p><p>→ Tábua IV – Do pátrio poder e do</p><p>casamento</p><p>→ Tábua V – Das heranças e tutelas</p><p>→ Tábua VI – Do direito de propriedade e</p><p>posse</p><p>→ Tábua VII – Dos delitos</p><p>→ Tábua VIII – Dos direitos prediais</p><p>→ Tábua IX – Do direito público</p><p>→ Tábua X – Do direito sacro</p><p>Fé X Razão</p><p>Direito na idade média</p><p>• Feudalismo</p><p>→ trazido pelo Consillium (Reunião de</p><p>pessoas que acabavam se tornando</p><p>conselheiras)</p><p>• Direito Germânico</p><p>→ Personalidade das leis</p><p>Ex: as pessoas que vem de outro estado</p><p>para são Paulo, devem respeitar o rodízio</p><p>de veículos.</p><p>• Direito Canônico</p><p>→ Ordálios: era os Juízos de Deus</p><p>Santo Agostinho e Santo Tomás de Aquino</p><p>formularam diversas teorias a respeito da fé,</p><p>razão e revelação.</p><p>✓ O primeiro defendia a fé na revelação e,</p><p>para estuda-la o compreendê-la, utilizava a</p><p>razão</p><p>✓ Por outro lado, o segundo pensador</p><p>conseguiu estabelecer conciliação entre a</p><p>fé e a razão, e a filosofia e a teologia</p><p>(estudo da ligação do ser humano com o</p><p>divino)</p><p>✓ Ele diferenciava os temas, mas não os</p><p>separava.</p><p>PATRÍSTICA E STO. AGOSTINHO</p><p>• A Patrística significa o ensinamento dos</p><p>padres católicos a respeito da doutrina da</p><p>Igreja, uma vez que necessitava ampliar a</p><p>área de influência e convencer que os seus</p><p>dogmas possuíam fundamento e validade.</p><p>• Era na verdade, a filosofia cristã, ou seja, a</p><p>Patrística constitui-se de elogios escritos</p><p>ao cristianismo, procurando demostrar</p><p>que a doutrina não se chocava com o</p><p>racionalismo.</p><p>• Santo Agostinho, em suas obras, logrou</p><p>vincular a razão que imperava da filosofia</p><p>grega à fé, base do catolicismo.</p><p>A ESCOLÁSTICA E SÃO TOMÁS DE AQUINO</p><p>• É a filosofia cristã</p><p>• São Tomas de Aquino cuidou da razão como</p><p>justificativa da fé</p><p>• Neste período, a Teologia e a Filosofia se</p><p>interligam.</p><p>• Para São Tomas de Aquino as ideias estavam</p><p>alicerçadas na existência de três planos de leis:</p><p>→ Leis divina: estabelecidas nas escrituras</p><p>sagradas</p><p>→ Leis natural: intuitiva na humanidade</p><p>→ Leis humana: obra exclusiva dos homens,</p><p>para regular as relações intersociais</p><p>SÍNTESE</p><p>• O pensamento de Agostinho era mais</p><p>conservador, defende uma subordinação</p><p>maior da razão em relação</p><p>à fé, por crer que</p><p>esta venha restaurar a condição decaída da</p><p>razão humana.</p><p>• Enquanto que a linha de Tomás de Aquino</p><p>defende certa autonomia da razão na</p><p>obtenção de respostas, por força da inovação</p><p>do aristotelismo, apesar de, em nenhum</p><p>momento, negar tal subordinação da razão a</p><p>fé.</p><p>• A pena tinha a característica de vingança com</p><p>a aplicação de penas cruéis (mutilação</p><p>múltipla)</p><p>• Havia trabalhos forçados, exílio, degredo,</p><p>desterro, morte civil e pelourinho</p><p>• Havia, ainda, a aplicação das penas corporais</p><p>como medidas preventivas (mutilações para</p><p>mostrar a periculosidade do indivíduo)</p><p>• Havia o esquartejamento, o fogo, a roda, a</p><p>força, a decapitação, entre outras penas</p><p>• A filosofia continua defendendo a razão</p><p>natural e a teologia a razão divina</p><p>O DIREITO INGLÊS</p><p>Common Law: se revela pelos costumes e pela</p><p>jurisdição: é um direito misto, costumeiro e</p><p>jurisprudencial, coordenado pelos precedentes</p><p>RENASCIMENTO</p><p>Marcou a transição do pensamento medieval para</p><p>o pensamento moderno e a transição do</p><p>feudalismo para o capitalismo (na idade moderna</p><p>era chamado de mercantilismo)</p><p>• A sociedade era organizada em Burgos, ou</p><p>seja, organização social nas cidades.</p><p>• Estruturada por meio do absolutismo</p><p>→ Único poder</p><p>→ Determinava o regramento Civil e</p><p>Criminal</p><p>→ Ligação forte com o Cristianismo</p><p>Para contrapor o absolutismo, surge o pensador</p><p>Hobbes, trazendo reflexões filosóficas sobre a</p><p>história e construção do Direito.</p><p>• Hobbes tinha um pensamento político, onde</p><p>determinava que qualquer governo é melhor</p><p>que a ausência de governo</p><p>• Afirmava que o Estado tinha que se fazer</p><p>presente e organizar a sociedade</p><p>• Acreditava que cada um tinha uma opinião</p><p>sobre determinada coisa/assunto, sendo assim</p><p>o verdadeiro e o falso são atributos de</p><p>linguagem, não das coisas.</p><p>• Contrato social como formação da</p><p>comunidade humana</p><p>• O Hobbes escreveu a obra Leviatã (1651),</p><p>onde estabelece sua teoria política</p><p>contratualista. Onde o sujeito que ingressa na</p><p>sociedade está sujeito a direito e obrigações.</p><p>ILUMINISMO</p><p>A identidade iluminista foi construída através da</p><p>rejeição às formas de organização social e política</p><p>do mundo medieval</p><p>• Jean Jacques Rousseau ao contrário de</p><p>Hobbes, acreditava que o homem nascia bom,</p><p>mas a sociedade o corrompia.</p><p>• Cesare Beccaria falava que a sociedade só é</p><p>democrática quando ninguém for tão rico que</p><p>possa comprar alguém e ninguém tão pobre</p><p>que tenha que se vender</p><p>→ A certeza de um castigo, mesmo</p><p>moderado, causará sempre impressão</p><p>mais intensa que o temor de outro mais</p><p>severo aliado à esperança de</p><p>impunidade. Ou seja, que a pena por</p><p>mais severa que seja, não vai fazer o</p><p>homem pensar no seu ato.</p><p>→ Escreveu o livro Dos delitos e das penas</p><p>(1764), onde abordava:</p><p>✓ Leis e penas em geral</p><p>✓ Penas cruéis em geral</p><p>✓ Processo</p><p>✓ Prevenção de delitos</p><p>• Charles de Montesquieu escreveu o Do</p><p>espírito das leis (1748), trazendo os freios e</p><p>contrapesos.</p><p>→ Divisão de poderes (Legislativo,</p><p>Executivo e Judiciário), onde seria</p><p>independente e harmônicos entre si.</p><p>✓ Executivo: executa as leis</p><p>✓ Legislativo: elabora as leis</p><p>✓ Judiciário: eliminar conflitos</p><p>INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS</p><p>• Organizado com base nas colônias de</p><p>imigrantes ingleses</p><p>• Organização dos Direitos do Bom Povo da</p><p>Virgínia “Dos direitos que nos devem</p><p>pertencer a nós e à nossa posteridade, e que</p><p>devem ser considerados como fundamento e</p><p>base do governo, feito pelos representantes</p><p>do bom povo da Virgínia, reunidos em plena e</p><p>livre convenção”.</p><p>→ Artigo 1°: Todos os homens nascem</p><p>igualmente livres e independentes, têm</p><p>direitos certos, essenciais e naturais dos</p><p>quais não podem, por nenhum contrato,</p><p>privar nem despojar sua posteridade,</p><p>tais são os direitos:</p><p>✓ Gozar a vida e a liberdade com</p><p>meios de adquirir e possuir</p><p>propriedades</p><p>✓ Procurar Felicidade e Segurança</p><p>• A declaração norte americana assinalou a</p><p>ruptura de um conjunto de colônias que</p><p>gozavam de certa autonomia em relação à</p><p>metrópole, se viram submetidas a uma série</p><p>de atos mercantilista.</p><p>• Possuíam também a divisão de poderes e os</p><p>crimes seria julgado pelo Tribunal do Juri.</p><p>DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DO HOMEM E DO</p><p>CIDAÃO (1789)</p><p>• Não deve ser confundida com a Declaração</p><p>Universal dos Direitos Humanos 9de 1948),</p><p>das Nações Unidas.</p><p>• A declaração dos direitos do homem e do</p><p>cidadão decorre do iluminismo, definindo os</p><p>direitos individuas e coletivos dos homens.</p><p>• A declaração acelerou o processo de declínio</p><p>das monarquias absolutistas e inspirou a</p><p>ascensão das repúblicas e democracias.</p><p>• Legou a célebre a Declaração do Homem e do</p><p>Cidadão, de 1789.</p><p>HISTÓRIA DO DIREITO BRASILEIRO NO PERÍODO</p><p>COLONIAL E NO IMPÉRIO</p><p>• Quando os portugueses chegaram depararam-</p><p>se com uma população dividida em várias</p><p>tribos, chamados de índios, com ausência de</p><p>instituições políticas e jurídicas com um</p><p>mínimo de representatividade.</p><p>Ordenações Afonsinas (1446) Ordenações</p><p>Manuelinas (1521) Ordenações Filipinas</p><p>(1605)</p><p>• No final do século XVII, sob influência do</p><p>Iluminismo, da Revolução Francesa, A</p><p>Conjuração Baiana buscava pela primeira vez</p><p>em nossa história uma sociedade mais</p><p>igualitária.</p><p>EVOLUÇÃO HISTÓRICA DAS CONSTITUIÇÕES</p><p>BRASILEIRAS</p><p>• Outorgadas: sem debate aberto</p><p>• Promulgadas: com debate aberto</p><p>• Foram Constituições promulgadas, no Brasil, a</p><p>de 1891, a de 1934, a de 1946 e a atual</p><p>(1988).</p><p>• Foram Constituições outorgadas a de 1824, a</p><p>de 1937 e a de 1969</p><p>• Constituição de 1824 (Brasil Império)</p><p>→ Fortalecimento do poder do Imperador</p><p>→ Eleições indiretas atreladas ao nível de</p><p>renda</p><p>• Constituição de 1891 (Brasil República)</p><p>→ Após a proclamação da República – 15</p><p>de novembro de 1889</p><p>→ A abolição do trabalho escravo, a</p><p>ampliação da indústria, o deslocamento</p><p>de pessoas do meio rural para centros</p><p>urbanos e surgimento da inflação</p><p>→ Instituição de forma federativa de</p><p>Estado e forma republicana de governo</p><p>• Constituição de 1934 (Segunda República)</p><p>→ Getúlio Vargas</p><p>→ Mais poder ao Governo Federal</p><p>→ Voto obrigatório e secreto a partir dos</p><p>18 anos</p><p>→ Voto das mulheres</p><p>→ Criação da Justiça Eleitoral e da Justiça</p><p>do Trabalho</p><p>• Constituição de 1937 (Estado Novo)</p><p>→ Instituição da pena de morte</p><p>→ Supressão da liberdade partidária e de</p><p>imprensa</p><p>→ Restrição das prerrogativas do</p><p>Congresso Nacional</p><p>→ Suspenção da imunidade parlamentar</p><p>→ Prisão e exílio dos opositores do governo</p><p>→ Eleição indireta para presidente, com</p><p>mandato de 6 anos</p><p>• 5º - Constituição de 1946</p><p>→ Restabelecimento dos direitos</p><p>individuais</p><p>→ Fim da censura e pena de morte</p><p>→ Incorporação da Justiça do Trabalho e</p><p>do Tribunal Federal de Recursos ao</p><p>Poder Judiciário</p><p>→ Pluralidade Partidária</p><p>→ Direito de greve e livre associação</p><p>sindical</p><p>→ Condicionamento do uso da propriedade</p><p>ao bem-estar social, possibilitando a</p><p>desapropriação por interesse social</p><p>→ Retorno, por plebiscito, ao regime</p><p>presidencialista</p><p>• 6º - Constituição de 1967 (Regime Militar)</p><p>→ Emendada por sucessiva expedição de</p><p>Atos Institucionais</p><p>→ Suspenção de qualquer reunião de</p><p>cunho político</p><p>→ Censura aos meios de comunicação,</p><p>estendendo-se à música, ao teatro e ao</p><p>cinema</p><p>→ Suspenção de habeas corpus para os</p><p>chamados crimes políticos</p><p>→ Decretação do estado de sítio pelo</p><p>Presidente da República em qualquer</p><p>um dos casos previstos na Constituição</p><p>→ Autorização para intervenção em</p><p>estados e municípios</p><p>• 7º - Constituição de 1988 (Constituição</p><p>Cidadã)</p><p>→ A Nova Carta consagrou cláusulas</p><p>transformadoras com o objetivo de</p><p>alterar relações econômicas, políticas e</p><p>sociais, concedendo direito de voto aos</p><p>analfabetos e aos jovens de 16 a 17 anos</p><p>→ Instituição de eleições majoritárias em</p><p>dois turnos,</p><p>→ Direito à greve e liberdade sindical</p><p>→ Aumento da licença-maternidade</p><p>de três</p><p>para quatro meses</p><p>→ Licença paternidade de cinco dias</p><p>→ Criação do Tribunal de Justiça (STF) em</p><p>substituição ao Tribunal Federal de</p><p>Recursos</p><p>→ Criação de mandados de injução, de</p><p>segurança coletivo e restabelecimento</p><p>do habeas Corpus</p><p>→ Habeas data é os documentos que</p><p>pedimos ao Estado</p><p>TRANSFORMAÇÕES OCORRIDAS NO DIREITO</p><p>POSITIVO A PARTIR DO SÉCULO XIX</p><p>O positivismo jurídico teve como principal</p><p>expoente Hans Kelsen, responsável pela “Teoria</p><p>Pura do Direito”.</p><p>→ Considerado o criador mais radical do</p><p>positivismo jurídico</p><p>→ Segundo a teoria, o que dá validade ao</p><p>Direito é uma escolha humana racional</p><p>que antecede qualquer especulação sobre</p><p>o Direito, seja ele moralizante ou não,</p><p>justa ou injusta</p><p>✓ A norma jurídica a partir da própria</p><p>sociedade</p><p>✓ Possui fundamento de que a</p><p>sociedade se auto-organiza.</p><p>Carolayne Nascimento</p>