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Prática Pedagógica

Trabalho de Prática Profissional (Formação Pedagógica em Matemática) — "Mercadinho: Prazer de Aprender Matemática". Apresenta retrospectiva histórica do ensino da matemática no Brasil, compara Escola Nova e método expositivo, defende o brincar e propõe atividade de compras para cálculos com notas e moedas.

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<p>CENTRO UNIVERSITÁRIO CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI PRÁTICA PROFISSIONAL CURSO DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA EM MATEMÁTICA PLANURA - MG 2023</p><p>CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI GABRIELA DA SILVA ALCÂNTARA ELABORAÇÃO DA PRÁTICA PROFISSIONAL PLANURA 2023</p><p>CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI CENTRO UNIVERSITÁRIO GABRIELA DA SILVA ALCÂNTARA PRÁTICA PEDAGÓGICA PROFISSIONAL Trabalho apresentado a disciplina Prática Profissional, do Centro Universitário FAVENI, no Curso de Formação Pedagógica em Matemática como pré-requisito para aprovação. PLANURA - MG 2023</p><p>CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI 1. TÍTULO Mercadinho: Prazer de Aprender Matemática 2. APRESENTAÇÃO É necessário fazer uma retrospectiva histórica do ensino da matemática para entender como foi o processo dessa disciplina e como as mudanças ao longo do tempo afetaram e influenciaram a aprendizagem de alunos a aprendizagem torna-se mais difícil para as pessoas com deficiência intelectual adquirirem e assimilarem e a aprendizagem é prejudicada. A matemática surge principalmente da necessidade de resolver problemas cotidianos como no comércio, construção, agrimensura, mas ainda não é considerada importante porque não desenvolveu o pensamento humano. Portanto, há matemática intelectual e matemática manual relata que os primeiros educadores brasileiros foram os jesuítas, com uma área de ensino dirigida e seguida pela fé da Igreja Católica em com a chegada de D.João VI e da corte portuguesa ao Brasil em 987, muitas instituições culturais e educacionais foram fundadas em 1808 para treinar engenheiros civis e militares, esta formação ainda não abrangia toda a população e com a proclamação da república em tiveram que ser feitas alterações, ainda a 85 a população era analfabeta. Na década de 1920 surgiu o movimento educativo, conhecido como Escola Nova ou Escola Ativa, a ideia da "centralidade da criança nas relações de aprendizagem, o respeito às normas higiênicas na disciplina do corpo e os gestos dos alunos, a natureza científica ". A formação de saberes e práticas sociais e a valorização do ato de observar, de olhar na construção do saber do aluno (GOMES, p. 17, 2018). Enfatiza que o aluno era um explorador e não um receptor passivo de A partir da década de 1950, alunos da classe trabalhadora popular, que há muito exigiam a lei escolar, começaram a mudar o perfil dos alunos e, assim, iniciar a democratização da escola. Uma questão importante entre o ensino da pedagogia tradicional e a Escola Nova foi amplamente discutida em, pois a Escola Nova traz grandes avanços: os "métodos ativos" de ensino e aprendizagem, a liberdade da criança e o interesse do aluno, grupo de trabalho, trabalho manual em escolas, jogos, materiais concretos, estudo experimental. E, acima de tudo, colocou a criança, e não mais o professor, no centro do processo educacional. Gomes (2012) afirma que o Brasil, em suas dimensões política, social,</p><p>CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI econômica e cultural, cresceu no final do século 20 para atender a uma grande e diversificada população. As aulas de matemática baseiam-se ainda no expositório clássico, em que o professor é o foco do conhecimento e dá um resumo no quadro (quadro) com os pontos que considera importantes, nos quais é necessário para que o aluno aprenda Desta forma, eles reproduzirão cópias dos conteúdos e exercícios. Esse treinamento é oferecido hoje e pode não abranger todos os alunos com sucesso, mas há uma proporção de professores que querem fazer da educação um processo que se constrói junto com o aluno para que ele comece a entender o que você está fazendo e se desenvolver. Novo conhecimento. O brincar possibilita o desenvolvimento de várias habilidades e conhecimentos como raciocínio, atenção, concentração, reflexão. Quando os alunos participam de atividades de lazer, desenvolvem a linguagem, a interação com outros colegas, habilidades críticas e a própria autoconfiança conceitos matemáticos mais complexos. Em relação à proposta original, esperava-se principalmente que alunos que trabalham com cálculos com notas e moedas conseguissem construir e selecionar procedimentos que correspondessem à situação problema apresentada, aos números e operações que a envolvem é apropriado: situação de compra do em um supermercado para saber se era possível continuar comprando ou não, dependendo do dinheiro disponível. A aprendizagem da matemática está ligada à compreensão, isto é, à apreensão do significado; compreender o significado de um objeto ou evento requer vê-lo em relação a outros objetos e eventos. Assim, tratar o conteúdo em compartimentos estanques e em sequenciamento linear rígido deve resultar em uma abordagem de conexões preferenciais e destaques. A importância da matemática para o aluno decorre das conexões que estabelece entre ele e seu cotidiano. A matemática abrange um amplo campo de correlações, princípios e coerência, que despertam a curiosidade e a capacidade de generalizar, projetar, predizer e abstrair, a estruturação do pensamento e o desenvolvimento do pensamento lógico. Experiências como contar, comparar e negociar com quantidades. É, no entanto, oportuno que os futuros professores incorporem o currículo com atividades que garantam uma efetiva união de ideias e intuições construídas por meio das vivências dos alunos em seu grupo sociocultural. Muitos, muitos séculos atrás não havia dinheiro, os povos antigos trocaram</p><p>CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI para atender às suas necessidades e, portanto, tiveram que adquirir os bens de que necessitavam na época A moeda usada naquela época era a troca, um sistema de comércio chamado permuta, se a colheita de uma pessoa fosse boa, em eles poderiam negociar uma pessoa que tivesse que comprar roupas ou tecidos para fazer essas roupas fazer a bolsa de valores, por exemplo, este sistema de comércio também é chamado de troca de troca. Atualmente, ainda encontramos pessoas que usam essa prática, existem até categorias especiais em classificados de jornais para anúncios de troca, mas é claro em uma extensão muito menor do que no passado. Mas este sistema nem sempre funcionou porque eles não podiam saber o verdadeiro valor das mercadorias todas as pessoas encontraram uma maneira de avaliar seus produtos de acordo com os elementos que eram importantes para eles: Na China, a moeda de troca era o bambu e No Egito, a moeda de troca em eram os anéis, na Arábia era o fio, e assim por diante. Com o tempo, apareceram metais, cobre, prata e ouro e, desde então, descobriu- se que eles podem ser usados com um sistema monetário. A partir da Idade Média, o papel-moeda começou a aparecer, e pessoas começaram a trocar esses valores com vendedores que fabricavam e vendiam itens de prata e ouro, recebendo posteriormente um recibo de para comprovar o valor recebido e que o recibo era vale dinheiro. Mais tarde no século XVII apareceu o primeiro banco na Inglaterra e este sistema de troca de valores durou vários séculos e em outros países essas transações aumentaram ao longo do tempo para e começaram a haver muitas falsificações para o que era para cada país, uma agência de transações foi criada em e o Banco Central do Brasil foi criado no Brasil. A primeira moeda no Brasil foi por muito tempo a moeda mercadoria, o comércio de terras ocorreu em por meio da troca de mercadorias, mesmo após a introdução da moeda metálica. As primeiras moedas metálicas de ouro, prata e cobre surgiram com o início da colonização portuguesa. Muitas vezes vamos às lojas e não sabemos o que comprar. somos motivados unicamente pela propaganda ou pela atraente vitrine. Quem nunca voltou para casa com um produto e não sabe por que o comprou? O nem sempre é motivado por uma necessidade real, mas pela simples alegria de comprar ou ser aceito pelo grupo com o qual vive. A explosão de comerciais brilhantemente feitos torna a necessidade uma compulsão.</p><p>CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI De acordo com os parâmetros curriculares nacionais, os alunos contribuem para a escola conhecimentos, ideias e intuições construídas através de experiências no seu grupo sociocultural de ativos, reflexivos, sujeitos ativos e participantes 1998) Crianças que trazem os conhecimentos que adquiriram com a família desde a mais tenra idade até a escola e no que diz respeito às aulas de matemática não é diferente das outras disciplinas, aprendem lúdico a contar através de canções e jogos infantis, jogam aritmética, compram e vendem com seus irmãos e outras crianças de sua rua de seu bairro e quando eles vêm para a escola é necessário que os educadores os capacitem a aprender de oportunidades significativas para construir seus conhecimentos e desenvolver argumentação logicamente relaciona o imaginário à realidade, eles perguntam e questionam o tempo todo e neste contexto o papel do professor e do mediador, o mediador que busca novos caminhos por meio de pesquisas, grupos de discussão e dá aos alunos a oportunidade e a de expressar suas dúvidas, interesses e expectativas sobre determinados temas, como um observador para estar em seu dia de aula para todos os alunos do ensino fundamental, seja por sua ampla aplicação na sociedade atual, seja por seu potencial para formar cidadãos críticos e conscientes de suas responsabilidades sociais. 3. OBJETIVO 3.1. Objetivo geral Desenvolver raciocínio por meio do uso de dinheiro lúdico e da simulação de compra e venda de produtos. 3.2. Objetivos específicos a) Reconhecer os preços dos produtos; b) Vivenciar situações de compra e venda de produtos no mercado; c) Conhecer a organização de um mercado. 4. METODOLOGIA</p><p>CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI Segundo Gil (2002), a pesquisa é um processo racional e sistemático voltado para a busca de respostas aos problemas, necessária quando os dados disponíveis são insuficientes, ou quando as informações disponíveis são obsoletas ou desordenadas, tanto intelectuais quanto práticas desejo de saber, enquanto a pesquisa prática busca conhecimento para fazer algo de forma eficaz (GIL, 2002). A pesquisa qualitativa é utilizada como um processo metodológico porque busca revelar as qualidades de entidades, processos e significados que não são estudados ou medidos experimentalmente, é interessante notar que todos os métodos de pesquisa possuem algum tipo de base e a busca do conhecimento empírico a fim de garantir uma compreensão aprofundada do tema em estudo (ROMAN; MARCHI; ERDMANN, 2013).</p><p>CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI 5. CRONOGRAMA cronograma detalha o tempo estimado, por etapa, para que a intervenção proposta seja concluída. Expressa a compatibilização das atividades propostas com o tempo previsto para a realização do projeto como um todo. Deve ser formulado na forma de quadro, com identificação das etapas e divisão de tempo por período, de acordo com a extensão do projeto, bem como os responsáveis pela realização de cada etapa/ação. que fazer? Quando Fazer? Datas: Responsáveis: Contextualização do 06/10/2023 Professor e alunos assunto Apreciação 07/10/2023 Professor e alunos Prática 08/10/2023 Professor e alunos Finalização da Prática e 09/10/2023 Professor e alunos construção de Mural Avaliação do Projeto 10/10/2023 Professor e Pedagogo 6. RECURSOS NECESSÁRIOS Revistas Ciência Hoje Para Crianças; Slides; Laboratório de Informática; Sucata. Rótulos de alimentos e caixinhas Dinheirinho 7. RESULTADOS ESPERADOS Por meio da presente proposta espera-se que os alunos ampliem seus</p><p>CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI conhecimentos acerca dos aspectos do sistema monetário. O projeto "Mercadinho" foi criado com o objetivo de trabalhar de forma prática e envolvente os conceitos de matemática, mais especificamente adição, subtração e sistema monetário. Além disso, visa desenvolver habilidades como leitura e escrita das cédulas, raciocínio lógico na resolução de situações-problema, identificação das cédulas em circulação no país e familiarização com diferentes tipos de textos, como folhetos, embalagens e listas. Durante o projeto, foram utilizadas cédulas de brinquedo para que os alunos pudessem realizar as compras e calculadoras e máquinas registradoras de brinquedo para simular as transações. Dessa forma, o aprendizado ocorreu de maneira lúdica e prazerosa. Ao vivenciarem a dinâmica do mercadinho, os alunos se depararam com diversas situações reais e cotidianas, nas quais precisaram fazer cálculos para realizar suas compras, conferir o troco, somar o valor dos produtos e reconhecer informações em rótulos, entre outras atividades. 8. REFERÊNCIAS ANTUNES, C. (2005). As inteligências múltiplas e os seus Porto: Edições BRASIL. Pacto Nacional pela alfabetização na idade certa. Caderno 3. Construção Do Sistema De Numeração Decimal. MEC/ SEB. Brasília, 2014. BRASIL. Ministério de Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais. Matemática. Ensino Brasília: SEF, 1996. CAMPOS, Claudinei José Gomes. Método de análise de conteúdo: ferramenta para a análise de dados qualitativos. Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília/DF, V. 57, n. 5, p. 611-614, set./out. 2004. DINIZ, Célia Regina; SILVA, lolanda Barbosa da. Metodologia científica. Campina Grande/Natal: Editora UEPB/UFRN - EDUEP, 2008. Disponível em: Acesso em: 24 out. 2023. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetas de pesquisa. 4. ed. São Paulo/SP: Editora Atlas, 2002.</p><p>CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI GOMES, M. L. M. História do Ensino da Matemática: uma introdução. Belo Horizonte: CAED-UFMG, 2012 JOGOS NO ENSINO DA MATEMATICA - http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=21387,acesso , em em: 25 out. 2021. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 5. ed. São Paulo/SP: Editora Atlas 2003. MONTEIRO, Luana. Métodos de Pesquisa. Fortaleza/CE: Núcleo de Línguas Estrangeiras Itaperi, jun. 2017. Disponível em: Acesso em: 23 out. 2021. OLIVEIRA, J. S. B.; ALVES, A. X.; NEVES, S. S. M. História da Matemática: contribuições e descobertas para ensino-aprendizagem de matemática. Belém: SBEM, 2008. RODRIGUES, L. L. A Matemática ensinada na escola e a sua relação com o cotidiano. Brasília: UCB, 2005. ROMAN, Darlan José; MARCHI, Jamur Johnas; ERDMANN, Rolf Hermann. A abordagem qualitativa na pesquisa em Administração da Produção no Brasil. Revista de Gestão - REGE, São Paulo/SPI, V. 20, n. 1, p. 131-144, jan./mar. 2013.</p><p>CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI RELATÓRIO FINAL DO PROJETO DE INTERVENÇÃO presente projeto realizou-se nas turmas do 6° e 7° anos do período vespertino de uma escola, onde a grande maioria possui classe médio baixa. Nesta perspectiva, não foram autorizadas fotografias (mesmo para fins estritamente acadêmicos) que mostrassem alunos, partes de seus corpos (como costas, cabelo), o nome da escola e o uniforme. Diante dessas exigências impostas pelo direito de imagemda instituição, o registro fotográfico tornou-se um processo complicado de dito anteriormente, a turma contém cerca de 30 alunos, em sua maioria meninos, oriundos de famílias de baixo poder aquisitivo. Nesta perspectiva,a sala extremamente educada e condicionada a falar somente quando solicitada. Além disso, todas as atividades propostas eram cumpridas imediatamente. Um fator que chamou bastante atenção, é o fato de que grande parte dos alunos não possuia grande bagagem científica e cultural, e mesmo assim, os alunos contribuem a todo momento com a aula, na medida que, e acrescentavam novos conhecimentos ao mesmo. Salienta-se que o conteúdo ainda não havia sido tratado no respectivo ano, e queera conteúdo curricular do programa adotado pela escola, mas conforme dito anteriormente, os alunos contribuem a todo momento com a proposta da aula. Em suma, considera-se que ao término do projeto, todos os objetivos foram alcançados e não houve imprevistos ao longo de sua execução. A escola possui muitos recursos juntamente com o corpo docente do qual já domina diversos saberes, o que de fato, facilita o trabalho educativo. Os alunos deram um feedback da aula e afirmaram ter gostado muito, pois apesar da escola possuir uma série de recursos, é preciso que esta siga o programa delimitado e por isso restringe-se muito ao uso da apostila, sendo esta responsável por aulas em sua grande maioria expositivas na qual consiste na explicação oral do professor e na resolução de exercícios. A professora também se mostrou satisfeita e lamentou a impossibilidade de as aulas serem sempre realizadas neste formato, visto que, a proposta da escola é pautadano tradicionalismo e não em vertentes inovadoras.</p><p>CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI GOMES, M. L. M. História do Ensino da Matemática: uma introdução. Belo Horizonte: CAED-UFMG, 2012 JOGOS NO ENSINO DA MATEMATICA - , em em: 25 out. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 5. ed. São Paulo/SP: Editora Atlas 2003. MONTEIRO, Métodos de Pesquisa. Fortaleza/CE: Núcleo de Línguas Estrangeiras Itaperi, jun. 2017. Disponível em: >. Acesso em: 23 out. 2021. OLIVEIRA, J. S. ALVES, A. X.; NEVES, S.S.M. História da Matemática: contribuições e descobertas para o ensino-aprendizagem de matemática. Belém: SBEM, 2008. RODRIGUES, L. L. A Matemática ensinada na escola e a sua relação com o cotidiano. Brasília: UCB, 2005. ROMAN, Darlan José; MARCHI, Jamur Johnas; ERDMANN, Rolf Hermann. A abordagem qualitativa na pesquisa em Administração da Produção no Brasil. Revista de Gestão - REGE, São Paulo/SPI, V. 20, n. 1, p. 131-144, jan./mar. 2013.</p><p>CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI DECLARAÇÃO DE PARTCIPAÇÃO Declaramos para devido fins que GABRIELA DA SILVA ALCÂNTARA, inscrito (a) no CPF n° 111.955.876-00,portadora do RG n° 68.761.615-3, realizou a Prática Pedagógica nos dias 06 à 10 no mês de Outubro de 2023 na Instituição CAIXA ESCOLAR NOSSA SENHORA DA PENHA - Escola Estadual Alysson Roberto Bruno, CNPJ 20.025.284/0001-88. Assinatura por extenso do (a) responsável da instituição. Marcelo Tomain Machado Escola Estadual Alysson Roberto Bruno" Diretor DII - Lei de criação 47 de 29/05/1968 - Alterada pela 7473 de 28/04/1979 Nomeação: DOEMG-29/06/2019 Decreto de do grau N° 26.989 de Escola Estadual Rua Fronteira 227 Centro - MG Alvsson Roberto Bruno Fone: - CEP: Carimbo do responsável Carimbo oficial da instituição</p>

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