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NÚBIA APARECIDA DA ROCHA RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO II UNOPAR PEDAGOGIA Governador Valadares-MG 2024 Governador Valadares-MG 2024 RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO II Relatório apresentado à UNOPAR, como requisito parcial para o aproveitamento da disciplina de Estágio Curricular Obrigatório II do Curso de Pedagogia. NÚBIA APARECIDA DA ROCHA SUMÁRIO 1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS ................................................................. 5 2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) ................... 8 3 RELATO DA ANÁLISE DO PLANO DE TRABALHO DOCENTE ............................ 10 4 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA ....................... 11 5 PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA ABORDAGEM DOS TEMAS CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS DA BNCC .................................................... 13 6 RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE .................................. 15 7 RELATO DE REUNIÃO PEDAGÓGICA OU CONSELHO DE CLASSE .................... 16 8 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS ........ 17 9 RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA ................. 19 10 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS PELO PROFESSOR .......................................................................................................... 21 11 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA ..................................................................... 23 12 RELATO DA OBSERVAÇÃO ........................................................................................ 25 13 PLANOS DE AULA ......................................................................................................... 28 14 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE aula AO PROFESSOR .............. 40 15 RELATO DA REGÊNCIA ............................................................................................... 42 16 RELATO DA ANÁLISE DO REGIMENTO ESCOLAR ................................................ 46 17 RELATO DAS ENTREVISTAS COM A EQUIPE DIRETIVA ..................................... 48 18 RELATO DA OBSERVAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO E SUPERVISÃO ...................... 51 19 ATA DE REUNIÃO PEDAGÓGICA E/OU ADMINISTRATIVA ................................ 52 20 RELATO DA OBSERVAÇÃO DA ROTINA DO SUPERVISOR/ORIENTADOR ...... 53 21 PLANO DE AÇÃO ........................................................................................................... 54 22 RELATO DA APRESENTAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO À DIREÇÃO ESCOLAR .. 55 23 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO ..................................................................................... 56 CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................................... 57 REFERÊNCIAS ....................................................................................................................... 58 4 INTRODUÇÃO O Estágio Curricular Obrigatório II – Anos Iniciais do Ensino Fundamental, do Curso de Pedagogia, foi realizado no período de 05 de fevereiro de 2024 a 19 de março de 2024, na escola, Escola Municipal Dom José Maria Pires, localizada na cidade de Periquito. O Estágio Curricular Obrigatório II tem como seu principal objetivo proporcionar a observação crítica e analisar o processo de ensino nos anos iniciais do ensino fundamental. Durante o período do estágio observou-se a organização da escola EM Dom José Maria Pires e as aulas ministradas. Ademais, entrou-se em contato com a prática pedagógica, através da regência em sala de aula. No presente trabalho, pretende-se relatar essas experiências na instituição. Considera- se que o estágio supervisionado é um espaço crucial para a formação do pedagogo, sendo ele um importante integrante para o conhecimento, onde o profissional, através de observações e experiências, busca a participação ativa na sua formação e auxilia na construção e socialização do conhecimento. Sendo assim, o objetivo do estágio é preparar o professor para atuar no espaço escolar e melhor desempenhar a sua prática contribuindo assim para a formação do aluno. Sabemos que nos dias atuais diante de tantas transformações vivenciadas no mundo, o professor do século XXI precisa ser pesquisador e estar sempre na busca de novos saberes para melhor desempenhar o seu papel, levando para a sala de aula uma pratica inovadora e dinâmica, que venha se distanciar do tradicional. Na proposta de estágio adaptada pude de fato entender a essência da pesquisa e que assim devemos sempre estar, pois somos agentes transformadores e que deve contribuir para a formação, desenvolvimento e aprendizagem do aluno, diante dessas atividades proposta tive a oportunidade de refletir sobre minha futura atuação e assim adquirir saberes essenciais as minhas práticas, ainda que de maneira adaptada Conclui-se ao reafirmar que o estágio é de grande importância, pois por meio de sua realização são reveladas as dificuldades e o potencial de cada graduando. Logo, espera-se por meio da realização desse estágio aplicar os conhecimentos já adquiridos ao longo do curso e por meio das situações vividas, procurar se aperfeiçoar para enfrentar as dificuldades encontradas. Busca-se também, por meio das experiências que serão proporcionadas por este e pelos futuros estágios, definir qual área em que se obteve um melhor desempenho, para atuar futuramente na mesma. 5 1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS Um ambiente escolar é um lugar onde um aluno demonstra e vivencia independência em seu aprendizado. Está neste espaço, o Corpo Diretor, Equipe de Ensino, Corpo Docente e Funcionários, onde praticam papéis motivacionais e orador ES, que atuam no desenvolvimento de diversas práticas de treinamento, que são continuamente avaliadas e processadas. De pensamento, consistente, deve direcionar o Projeto Político Pedagógico (PPP) do Instituto e seguir a verdade que os alunos se encontram incluiu e, com base neles, desenvolveu diretrizes de trabalho, revisões, revisões e revisar a proposta educativa realizada no ambiente escolar. Sugestão um serviço educacional do jardim de infância ao ensino médio, e trata-se de alcançar tudo que atinge os objetivos da Educação Nacional, para evitar que propõe a Base Nacional Comum Curricular - BNCC. Além disso, o compromisso de centro para atingir objetivos educacionais gerais, para fornecer aos alunos treinamento necessário par a o desenvolvimento de energia e uso ideal nacionalidade. Claramente, o processo de ensino te m várias limitações, mas na era moderna, a segregação é um processo fundamental para desenvolver e desenvolver um bom processo de ensino e pesquisa. É importante notar que a prática das várias estruturas está em forte contraste com a questão da homogeneidade e até mesmo da ideologia. É importante cruzar a linha do conhecimento de certa maneira. Por outro lado, uma abordagem de formação solidamente fundamentada pode construir relações entre teoria e prática, exigir formação crítica, responsável e artística, e colocar os professores e a própria escola em um novo ambiente desafiador, ambos envolvendo aspectos ontológicos. Fuga epistemológica. Nesse sentido, é necessário que professores e alunos integrem toda a dicotomia, vinculem os resumos e perguntem e perguntem o conjunto final e completo dos fatos. Haverá alunos críticos e atenciosos que estão familiarizados com a era atual de adversidade e sabedoria. Todo o movimento é uma das grandes tarefas e desafios da unidade escolar. É por causa da escola que você pode entender o seu lugar,vidro, lentes, prismas, água etc.), no contato com superfícies polidas (espelhos) e na intersecção com objetos opacos (paredes, pratos, pessoas e outros objetos de uso cotidiano). (EF03CI03) Discutir hábitos necessários para a manutenção da saúde auditiva e visual considerando as condições do ambiente em termos de som e luz. (EF03CI04) Identificar características sobre o modo de vida (o que comem, como se reproduzem, como se deslocam etc.) dos animais mais comuns no ambiente próximo. (EF03CI05) Descrever e comunicar as alterações que ocorrem desde o nascimento em animais de diferentes meios terrestres ou aquáticos, inclusive o homem. Objetivos OBJETIVO GERAL: - Compreender a natureza como um todo dinâmico sendo o ser humano parte integrante de transformação do mundo em que vive e as tecnologias como meio para suprir as necessidades humanas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Compreender as Ciências da Natureza como empreendimento humano, e o conhecimento científico como provisório, cultural e histórico. - Compreender conceitos fundamentais e estruturas explicativas das Ciências da Natureza, bem como dominar processos, práticas e procedimentos da investigação científica, de modo a sentir segurança no debate de questões científicas, tecnológicas, Sócio ambiental e do mundo do trabalho, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva. - Analisar, 35 compreender e explicar características, fenômenos e processos relativos ao mundo natural, social e tecnológico (incluindo o digital), como também as relações que se estabelecem entre eles, exercitando a curiosidade para fazer perguntas, buscar respostas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das Ciências da Natureza. - Construir argumentos com base em dados, evidências e informações confiáveis e negociar e defender idéias e pontos de vista que promovam a consciência socioambiental e o respeito a si próprio e ao outro, acolhendo e valorizando a diversidade de indivíduos e de grupos sociais, sem preconceitos de qualquer natureza. Objetos de Conhecimento Produção de som Efeitos da luz nos materiais Saúde auditiva e visual Competências Gerais É necessário destacar que, em especial nos dois primeiros anos da escolaridade básica, em que se investe prioritariamente no processo de alfabetização das crianças, as habilidades de Ciências buscam propiciar um contexto adequado para a ampliação dos contextos de letramento. Metodologia - Explorar o meio em que estamos; - Conversas e debates; - Observações - Experimentações; - Pesquisas; - Caça palavras e cruzadinhas Recursos Papel, cola canetinhas, pincel, lápis, lápis de cor, chamex, caderno, tinta e pincel, internet, livros, Pesquisa BNCC, Atividades xerocadas, Tesouras,cola,cartazes, Quadro branco, Caderno de atividades e outros. Avaliação A avaliação será continua, individual e coletiva, qualitativa e quantitativa. Referências PAIVA Renata, Mundo Amigo DENISE Mendes, Porta Aberta brasileira. Isabel rebelo Roque,Vem Voar Porta aberta,SOLANGE Utari CARPANEDA,Isabela ,Encontros. DENISE,Mendes,ciências humanas e da natureza Obra coletiva,Mundo amigo. PLANO DE AULA 36 Identificação Escola Escola Municipal Dom José Maria Pires Professor Regente Fernanda de Oliveira Dias Silva Professor Estagiário Núbia Aparecida da Rocha Disciplina Artes e Ensino Religioso Série 3° Ano Ensino Fundamental Anos Iniciais Turma Única com 19 alunos Período Matutino Conteúdo A Arte e as obras de Artes qual seu valor? Práticas celebrativas, Ritos religiosos Representações religiosas na arte Crenças religiosas e filosofias de vida Habilidades (EF35LP15) Valorizar a literatura, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da humanidade. (EF04LP14) Diferenciar fatos de opiniões em textos informativos, reportagens e notícias. (EF15AR01) Identificar e apreciar formas distintas das artes visuais tradicionais e contemporâneas, cultivando a percepção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o repertório imagético. (EF15AR23) Reconhecer e experimentar, em projetos temáticos, as relações processuais entre diversas linguagens artísticas. (EF15ER02) Identificar ritos e suas funções em diferentes manifestações e tradições religiosas. (EF03ER03) Identificar e respeitar práticas celebrativas (cerimônias, orações, festividades, peregrinações, entre outras) de diferentes tradições religiosas. (EF03ER03) Identificar e respeitar práticas celebrativas (cerimônias, orações, festividades, peregrinações, entre outras) das diferentes Tradições Religiosas existentes na comunidade. Objetivos • Identificar como o valor de uma obra de arte é estabelecido. • Analisar o trabalho do artista, relacionando-o com o valor final da obra. • Relacionar o valor de uma obra de arte ao contexto em que foi produzida. • Proporcionar ao educando o conhecimento dos elementos que compões o fenômeno religioso a partir de sua própria experiência. 37 Objetos de Conhecimento • Arte e consumo. • Valor de uma obra de arte. • A renda gerada pela arte. • Admirar o belo e harmonioso que a natureza é portadora como manifestação de uma presença transcendental no mundo. Competências Gerais 1-Conhecimento 2 - Pensamento científico, crítico e criativo 3 - Repertório cultural 4 - Comunicação 7 - Argumentação 9 - Empatia e comunicação 10 - Responsabilidade e cidadania Metodologia Divida a turma em grupos com quatro integrantes e distribua para cada grupo uma folha de atividades e uma imagem de obra de arte com as informações relativas a ela, o seu autor, a época em que foi realizada e o valor que ela recebeu ao ser vendida. Explique que eles irão observar a obra, ler as informações, conversar com os colegas do grupo, refletir e anotar o que, em sua opinião, levou essa obra a adquirir esse valor de venda. Recursos Papel, cola canetinhas, pincel, lápis, lápis de cor, chamex, caderno, tinta e pincel, internet, livros, Pesquisa BNCC, Atividades xerocadas, Tesouras,cola,cartazes, Quadro branco, Caderno de atividades e outros Avaliação A avaliação será continua, individual e coletiva, qualitativa e quantitativa. Referências Nova Escola- https://novaescola.org.br/planos-de- aula/fundamental/multianos/multicomponentes/o-valor-das- obras%C2%A0de-arte/6479#section-materiaisDeApoio-3 PLANO DE AULA 38 Identificação Escola Escola Municipal Dom José Maria Pires Professor Regente Fernanda de Oliveira Dias Silva Professor Estagiário Núbia Aparecida da Rocha Disciplina Educação Física Série 3° Ano Ensino Fundamental Anos Iniciais Turma Única com 19 alunos Período Matutino Conteúdo Corpo e Movimento Habilidades (EF12EF03) Planejar e utilizar estratégias para resolver desafios de brincadeiras e jogos populares do contexto comunitário e regional, com base no reconhecimento das características dessas práticas. (EF12EF04) Colaborar na proposição e na produção de alternativas para a prática, em outros momentos e espaços, de brincadeiras e jogos e demais práticas corporais tematizadas na escola, produzindo textos (orais, escritos, audiovisuais) para divulgá-las na escola e na comunidade. (EF35EF03) Descrever, por meio de múltiplas linguagens (corporal, oral, escrita, audiovisual), as brincadeiras e jogos populares do Brasil e de matriz africana e indígena, explicando suas características e a importância desse patrimônio histórico cultural na preservação das diferentes culturas. (EF35EF04) Recriar, individual e coletivamente, e experimentar, na escola e fora dela, brincadeiras e jogos populares do Brasil e do mundo, incluindo aqueles de matriz africana e indígena, e demais práticas corporais tematizadas na escola, adequando-as aos espaços públicos disponíveis. Objetivos • favorecer a autonomia dos alunos para monitorar as própriasatividades, regulando o esforço, traçando metas, conhecendo as potencialidades e limitações e sabendo distinguir situações de trabalho corporal que podem ser prejudiciais. • participar de atividades corporais, estabelecendo relações equilibradas e construtivas com os outros, reconhecendo e respeitando características físicas e de desempenho de si próprio e dos outros, sem discriminar por características pessoais, físicas, sexuais ou sociais; • adotar atitudes de respeito mútuo, dignidade e solidariedade em situações 39 lúdicas e esportivas, repudiando qualquer espécie de violência; • conhecer, valorizar, respeitar e desfrutar da pluralidade de manifestações de cultura corporal do Brasil e do mundo, percebendo-as como recurso valioso para a integração entre pessoas e entre diferentes grupos sociais; Objetos de Conhecimento Brincadeiras e jogos populares do Brasil e do mundo, Esportes de campo e taco Esportes de rede/parede,Esportes de invasão Competências Gerais 1. Compreender a origem da cultura corporal de movimento e seus vínculos com a organização da vida coletiva e individual. 2. Planejar e empregar estratégias para resolver desafios e aumentar as possibilidades de aprendizagem das práticas corporais, além de se envolver no processo de ampliação do acervo cultural nesse campo. 3. Considerar as práticas corporais como fonte de legitimação de acordos e condutas sociais, e sua representação simbólica como forma de expressão dos sentidos, das emoções e das experiências do ser humano na vida social. Metodologia Através de jogos e brincadeiras Recursos Quadra de esportes da escola, bolas redes, traves, Avaliação A avaliação será continua, individual e coletiva, qualitativa e quantitativa. Referências BNCC, internet, Google, entres outros 40 14 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE AULA AO PROFESSOR Os planos de aula foram elaborados baseados nas aulas ministradas pela professora regente, de modo que os alunos não sintam diferença no decorrer das aulas. Inicio a programação das aulas com uma boa conversa com a Professora Fernanda, para poder conhecer quais os assuntos e conteúdos que serão trabalhados com os alunos e quais dicas ela tem para poder me ajudar a se sair bem com os alunos. E quais serão os conteúdos que eu iriei praticar com os alunos na minha regência. As crianças se comunicaram muito mais e demonstraram mais curiosidade e gosto para aprender durante o processo de ensino-aprendizagem e a professora fez elogios sobre minha prática de ensino dando-me mais motivação para continuar nessa jornada. É pertinente afirmar que para que qualquer método de ensino seja eficaz, o professor precisa planejar suas ações didática pedagógicas objetivando sistematizar suas ações docentes, pois só assim poderá saber o conteúdo a ser desenvolvido e os objetivos a serem levantados para ensinar determinado conteúdo, além de refletir sobre os meios, as metodologias, as estratégias de ensino e aprendizagem e os recursos necessários para o desenvolvimento desse conteúdo. Pois é por meio dos métodos de ensino, utilizados em sala de aula, que o professor terá subsídio para identificar os problemas de aprendizagem do aluno, bem como para perceber e avaliar os erros e acertos durante o processo e também avaliá-los Cada conteúdo trabalhado no plano foi baseado no aprendizado com atividades lúdicas, para que as crianças sentissem-se motivadas e interessadas no assunto que seria abordado. As aulas tiveram como objetivos construir no aluno o desejo de conhecer com mais profundidade os conteúdos que lhes foram transmitidos, além de poder ampliar os conhecimentos em relação aos mesmos, levando as crianças a fazerem uma reflexão sobre a importância de tudo que é aprendido na escola. As atividades eram impressas e no caderno, sendo realizadas individuais e em grupo. Os recursos eram os mesmos utilizados pela professora: cartazes, notebook, jogos didáticos. A avaliação dos alunos quanto à sua participação nas aulas levará em conta o interesse dos mesmos pelas atividades desenvolvidas e a sua disposição para com o desenvolvimento destas. A colaboração dos alunos com os colegas e professores nos trabalhos em grupo, sua atitude em relação às reflexões sobre os conteúdos e práticas desenvolvidos e sua integração com a turma também serão levadas em conta na avaliação. 41 Ao apresentar o plano para a regente a mesma demonstrou-se muito satisfeita com o que lhe foi apresentado, não solicitou fazer nenhuma alteração. Isso foi extremamente relevante e muito gratificante. Sabemos que a elaboração de um bom plano de aula é de fundamental importância para que se atinja êxito no processo de ensino-aprendizagem. A sua ausência pode ter como consequência, aulas monótonas e desorganizadas, desencadeando o desinteresse dos alunos pelo conteúdo e tornando as aulas desestimulantes. Nesse sentido, procurei seguir os passos da professora regente elaborando planos votados para a motivação dos alunos em relação aos conteúdos trabalhados. A ludicidade estava presente em todas as atividades propostas de modo que os alunos pudessem sentir-se atraídos pelas atividades desenvolvidas em sala. Além de clareza e objetividade seguindo a realidade sociocultural dos estudantes ao elaborar os planos utilizei metodologias diversificadas, inovadoras com muitas brincadeiras e que auxiliassem os alunos no processo de ensino aprendizagem. 42 15 RELATO DA REGÊNCIA Relato de Regência Identificação da Aula Escola Escola Municipal Dom José Maria Pires Datas 08/03/2024 á 14/03/2024 Turno Matutino Série e Turma 3° ano turma única Números de alunos 19 alunos Professor Estagiário Núbia Aparecida da Rocha Professor Regente Fernanda Dias de Oliveira Silva Descrição da Aula No primeiro dia de aula, recepcionei os alunos na área coberta para o momento da reflexão, logo após, fomos para a sala. Como não me conheciam, resolvi fazer uma dinâmica de boas vindas com perguntas sobre eles, foi bem proveitosa, pois pude observar as manias e desejos de cada um, conhecendo-os e assim podendo trabalhar melhor com a turma. Seguindo a aula, dei início aos trabalhos sobre a importância da água, com vídeos, explanação oral, atividades, filme, expressão artística, todos os conteúdos e trabalhos de acordo com a realidade dos alunos e seguindo o fluxo da professora regente.Os alunos desenvolveram muito bem as atividades propostas, alguns com dificuldades na leitura e na escrita, mas eu estava sempre acompanhando-os, tirando dúvidas e avaliando, na medida do possível, fazendo com que eles absorvessem o conteúdo proposto. Dando início ao segundo dia, após o momento da reflexão, comecei a aula como compromisso do dia, que foi “fazer silêncio”, quem escolheu foi o ajudante. Com conteúdos sobre a quantidade de água no planeta, questionei os alunos se eles sabiam quanta água existiam na Terra, as respostas foram as mais variadas. Com litros de água e copos, expliquei quanta água havia no mundo e quanto era disponível para o consumo humano. Dei continuidade nas atividades planejadas com gráfico coletivo, música, exploração oral e tema de casa, para descobrir também qual era a preocupação em relação aos pais com o ensino dos filhos. A aula foi bem dinâmica e proveitosa, absorvi muitas informações dos alunos e eles estavam bem atentos a cada momento desta aula, interagindo e dialogando conforme os conteúdos abordados 43 Acolhi os alunos após o momento da reflexão e iniciamos a aula, neste dia, com o tema “características da água e consumo consciente”. Dialoguei com eles sobre o tema da aula passada que era conversar com os pais sobre o que fazem para economizar água, infelizmente, como o esperado, alguns “não tiveram tempo” de dialogar com as crianças sobre o assunto, mas ocorreu uma conversa bem legal coma participação de todos,mesmo daqueles cujos pais não colaboraram no tema de casa. Dando continuidade as atividades, passei um pequeno texto no quadro sobre as características da água e a partir daí fizemos algumas atividades, demonstração de como a água de ser (incolor, inodora e insípida), vídeos, exploração oral e por fim a confecção de um jogo coletivo para o total entendimento das aulas sobre o consumo consciente. A aula foi ótima, com participação e colaboração de todos em todas as etapas, sendo assim, terminei o dia com a sensação de dever cumprido e muito apreço pelas crianças, que mesmo ás vezes não tendo estímulos em casa, na escola se empenha para alcançar seus objetivos dialogar com as crianças sobre o assunto, mas ocorreu uma conversa bem legal coma participação de todos, mesmo daqueles cujos pais não colaboraram no tema de casa. Dando continuidade as atividades, passei um pequeno texto no quadro sobre as características da água e a partir daí fizemos algumas atividades, demonstração de como a água de ser (incolor, inodora e insípida), vídeos, exploração oral e por fim a confecção de um jogo coletivo para o total entendimento das aulas sobre o consumo consciente. A aula foi ótima, com participação e colaboração de todos em todas as etapas, sendo assim, terminei o dia com a sensação de dever cumprido e muito apreço pelas crianças, que mesmo ás vezes não tendo estímulos em casa, na escola se empenham para alcançar seus objetivos. Iniciamos nossa as atividades neste dia, após a reflexão diária, com um vídeo sobre os estados da água, que seria o tema dessa aula, após o vídeo,dialogamos sobre o que eles compreenderam, fiz então, uma demonstração de como seriam esses estados: sólido (gelo), líquido (água) e gasoso (vapor), dando continuidade, disponibilizei um texto impresso sobre o assunto e a partir daí retiramos palavras para a próxima atividade que seria 44 separação silábica, atividade esta, que alguns alunos apresentaram bastante dificuldade, mas foi concluída com êxito a partir do empenho dos mesmos. Para finalizar a aula, passei alguns probleminhas de subtração para serem resolvidos com palitos de picolé, “substituindo” o material dourado que foi trabalhado com eles na semana anterior. Neste dia, as atividades em geral tiveram um aproveitamento muito grande pela turma, eles dialogaram entre si para tirar as dúvidas, expressaram suas opiniões e alcançaram os objetivos propostos. Juntamente com a turma, participamos do momento da reflexão e após, fomos para a sala, dando início à nossa aula que teve como tema “o ciclo da água”. Inicialmente, dialoguei com os alunos sobre o que seria o ciclo da água para eles, expondo suas variadas idéias, anotei no quadro para posteriormente compará-las com a realidade. Expus no quadro, através de um desenho, como funcionava o ciclo contínuo e infinito da água, assistimos a um vídeo e dialogamos sobre as idéias expostas por eles no início da aula. Pudemos observar que alguns alunos já tinham noção de como é este ciclo, então, para finalizar, passei algumas atividades em material impresso e pedi para que reproduzissem no caderno, através de um desenho, o que tinham compreendido da aula neste dia. Nesta aula, pude notar o pensamento crítico, a criatividade e o interesse da maioria dos alunos, sendo uma aula bem dinâmica e proveitosa tanto para mim quanto para eles. Também fizemos combinados para o passeio que seria realizado no dia seguinte até a estação de tratamento de água do nosso município. Após o momento da reflexão, os alunos entraram na sala ansiosa para o passeio que seria realizado nesta tarde até a estação de tratamento da água. Expliquei que antes disso iríamos estudar as doenças causadas pela água não tratada, ressaltando a importância da ETA. Reunimos as turmas da escola para dialogar sobre os combinados do passeio. Bem atentos, hidratados e organizados, iniciamos nossa caminhada, chegando ao destino, nos dividimos em dois grupos, sendo inicialmente a turma escolhida para fazer a visita. Atentos a explicação da coordenadora do local, observamos cada etapa do tratamento da água, após a visita da segunda turma, fizemos um piquenique à sombra de uma grande árvore no pátio da ETA, dialogamos 45 sobre a visita e os alunos brincaram e partilharam de seus alimentos. Dado fim ao passeio, retornamos à escola dando continuidade as atividades, propus uma pequena produção textual e um desenho sobre o que eles compreenderam das etapas do tratamento da água. Foi um dia muito divertido e de muito aprendizado para todos. Finalizando, entreguei uma lembrança e me despedi com uma sensação de dever cumprido e muita alegria pelos bons momentos de aprendizagem, pois nem tudo são flores, mas com paciência e dedicação podemos mudar a vida das crianças. Reflexões sobre a Aula No decorres das aulas foi perceptível que a metodologia adotada foi totalmente adequada ao nível da turma. Todos os recursos metodológicos utilizados tiverem papel relevante na aprendizagem dos alunos e as atividades desenvolvidas foram efetivas no processo de ensino-aprendizagem dos educandos. Todos os objetivos propostos foram alcançados Reflexão sobre a aula e a metodologia utilizada foi desenvolvida de forma muito satisfatória e todos os conteúdos aplicados foram suficientes para garantir o aprendizado dos alunos, pois todos puderam compreender claramente o que foi ensinado numa linguagem clara e objetiva. Interagi-me muito bem com toda a turma sendo possível controlar as disciplinas e resolver todas as questões referentes a cada tema abordado. Em nenhum momento a professora regente interferiu nas minhas, isso me fez sentir mais confiante e segura. Não houve nenhuma dificuldade em ministrar as aulas e os alunos se mostravam participativos e interessados a todo o momento. 46 16 RELATO DA ANÁLISE DO REGIMENTO ESCOLAR O regimento escolar é um conjunto de regras que definem a organização administrativa, didática, pedagógica, disciplinar da instituição, estabelecendo normas que deverão ser seguidas para na sua elaboração, como, por exemplo, os direitos e deveres de todos que convivem no ambiente. O regime escolar é anual. O Calendário Escolar é elaborado anualmente de forma coletiva envolvendo os integrantes da comunidade escolar, atendendo o disposto na legislação vigente, em consonância com as orientações da Entidade Mantenedora. O Calendário Escolar é aprovado pela Entidade Mantenedora. Deve conter: I. Identificação do estabelecimento; II. Fins e objetivos do estabelecimento; III. Organização Administrativa e técnica; IV. Organização da vida escolar (Níveis e modalidades, fins e objetivos, organização curricular, rendimento escolar, formas de avaliação, recuperação, retenção, frequência, matricula, transferências, estágios, expedição de documentos escolares: V. Direitos e deveres; Cada ação a ser realizada no seio da escola que tenham em vista um trabalho coletivo, não é um trabalho fácil, porque de fato as pessoas devem se envolver e se comprometer, ainda mais na construção do Regulamento da Escola e do PPP escolar. Porém, para que essa construção aconteça, é necessária não só a participação e envolvimento do gestor, mas também de toda a comunidade escolar. Portanto, a colaboração de todos os participantes é fundamental no contexto e na elaboração desses documentos, que devem ser vistos como guias do trabalho pedagógico e administrativo da escola. O grande desafio da gestão democrática é mobilizar toda a comunidade escolar em busca de uma escola que ofereça ensino qualitativo, tendo como eixo norteador o seu Projeto Político Pedagógico, que deve retratar fielmente a realidade da escola. Segundo a diretora, o Projeto Político Pedagógico, visa não apenas às necessidades materiais da escola, mas também um ensino de qualidade com a participação de todos osprofissionais com o objetivo de melhorar o desempenho escolar e dentre outros objetivos, possibilitar a autonomia e a identidade pedagógica, política, administrativa e financeira da instituição escolar. Nessa perspectiva pode se dizer que o Projeto Político Pedagógico é de 47 fundamental importância para definir e manter as tomadas de decisões acerca do que se quer realizar na escola. Ainda segundo a diretora, o PPP contempla os fatores de ações favoráveis a nossa missão de educadores, visando à elaboração de um projeto flexível e contextualizado com a historicidade cultural e econômica da região, que mediante os avanços e retrocessos, vive uma constante necessidade de novas avaliações com amplitudes que contemple as propostas e metas a serem alcançadas, pois a escola anseia por melhorias que vise resultados satisfatórios em todas as áreas do processo do ensino-aprendizagem. A matrícula acontece de forma anual, devendo os pais ou responsáveis se comparecer na unidade escolar para está efetuando a renovação ou matricula de alunos novatos ou da casa. 48 17 RELATO DAS ENTREVISTAS COM A EQUIPE DIRETIVA A equipe diretiva é formada por Diretor (a) e Vice-diretor (a), muitas escolas contam também com psicólogo (a), coordenador (a) pedagógico (a). Estes profissionais têm a função de representar tanto a comunidade escolar, pais e profissionais que junto dela atuam (professores e funcionários) como também a secretaria da educação. Além da parte burocrática devem também zelar pelo bom relacionamento, funcionamento da rotina e pelo bem estar de todos, pois afinal são eles que respondem por tudo que acontece na Escola. Eles trabalham juntos, embora cada um tenha seu papel. É “muito importante definir e distribuir tarefas” e trabalharem juntos em busca de um objetivo comum: apresentar um ambiente de trabalho agradável e com boas condições de aprendizagem. Diretora de Escola Municipal Dom José Maria Pires 1) Há quanto tempo atuas na área da Educação? R- Este é o 19º ano que atuo com Educação Infantil, sendo que é o meu 7º ano como Diretora de uma Escola de Educação Infantil. 2) Qual a sua formação? R- Sou graduada em Pedagogia – Licenciatura plena para Educação Infantil e Séries Iniciais, pela Universidade Uberaba Uniube, mas também tenho magistério específico para atuar na Educação Infantil. 3) Possui preparação/formação específica para atuar na área de gestão escolar? R- Não, apenas cursei um módulo na faculdade onde o assunto gestão foi abordado. Toda a experiência que tenho é baseada no trabalho de todos estes anos em CEMEIs, sendo que sempre estive atuante também na diretoria da ACPM (Associação do Círculo de Pais e Mestres), onde tive a oportunidade de acompanhar bastante e de forma bem próxima grande parte das funções e decisões que são tomadas nas escolas. 4) Quais são as maiores dificuldades encontradas frente à Direção? R- As dificuldades aparecem no dia-a-dia, em situações diversificadas. Entre elas, destaco: Falta de recursos financeiros e apoio público municipal para melhorar espaço físico e adquirir material pedagógico, falta de pessoal qualificado para trabalhar com crianças (pois aparecem pessoas inexperientes e muito novas, que nunca atuaram e ali precisam ficar muitas vezes com bebês de 4 meses, o que acho muito compromisso para alguém assim). Além disso, considero o quão importante seria ter auxiliares na CEMEI, especialmente nos Berçários e ressalto a dificuldade de agradar a todos, pais, alunos e equipe de funcionários, pois isso nem sempre é possível. Os baixos salários pagos em certos contratos (a diferença salarial entre eles) é 49 também um fator que acho importante lembrar, bem como a dificuldade de poder lidar com crianças portadoras de necessidades especiais, pois a escola não tem pessoas capacitadas e nem ambiente adequado para recebê-las. 5) Que outros profissionais atuam junto com você? Qual a função destes? R- Uma vice-diretora e uma coordenadora pedagógica A nutricionista supervisiona a alimentação das crianças e equipe de funcionários da escola e a psicóloga faz duas visitas mensais para acompanhar o desenvolvimento psicológico dos pequenos, bem como também dos funcionários. A vice-diretora me acompanha, divide opiniões, ajuda a coordenar a equipe e auxilia na tomada de decisões. Já a coordenadora pedagógica acompanha o processo de aprendizagem dos alunos da instituição de ensino, tanto individual quanto coletivamente. É também tem a função de avaliar o rendimento escolar dos estudantes e buscar a causa de possíveis problemas 6) Quais as características que consideras essenciais para um bom diretor? R- Características como honestidade, lealdade, humildade, capacidade para resolver problemas, ser transparente e coerente nas ações, ter pontualidade e realizar trabalho em equipe são características que considero fundamentais para um diretor exercer um bom trabalho na escola. Além disso, o diretor escolar precisa ter pré-disposição para o trabalho coletivo, ser articulador e mediador dos segmentos internos e externos, o que significa que deve ser uma pessoa que abra o diálogo com os diferentes grupos existentes tanto dentro da escola como fora dela, buscando a maior interação possível com esses grupos em favor do desenvolvimento de sua escola. Ter iniciativa e firmeza de propósito para realização de ações, ser conhecedor dos assuntos técnicos, pedagógicos, administrativos, financeiros e legislativos, ter espírito ético e solidário, além de ser conhecedor da realidade da escola, precisando conhecer não apenas a escola internamente, mas a comunidade em volta da escola. Além disso, é necessário que o diretor tenha credibilidade na comunidade, pois as pessoas, na maioria das vezes, avaliam o comportamento do diretor da escola com o comportamento que ele apresenta na vida social. Ainda acho importante que seja um defensor da Educação, ter liderança democrática e capacidade de mediação, pois somente assim é que ele irá construir uma gestão democrática e participativa. Porém, ser capaz de auto-avaliar-se e promover a avaliação do grupo também é necessário, pois o diretor precisa saber que nem sempre está certo e que nem sempre tem razão, nem ele e muitas vezes nem o grupo. Por isso, ele deve ser capaz de reconhecer isso e tomar as medidas necessárias para corrigir suas deficiências e as deficiências do grupo. Este é um grande sinal de humildade, como já mencionei anteriormente. Ao fazer uma avaliação de si mesmo e do grupo o diretor está tendo a grande 50 oportunidade de medir seus erros e acertos e corrigi-los a tempo antes que seja tarde demais e comprometer todo o seu trabalho e o trabalho de sua equipe. 7) Qual a participação dos pais e da comunidade? R- A Associação do Círculo de Pais e Mestres (ACPM) é muito ativa na nossa escola, participando das reuniões, decisões e projetos. Além disso, são organizadas jantas, rifas e festas para arrecadar fundos que são revertidos em obras para a CEMEI. Também ainda são feitas palestras, reuniões, mutirões da solidariedade e encontros com apresentações das crianças, nas quais os pais tem participação ativa. 8) Qual o foco principal de sua função? R- Existem vários aspectos do trabalho que o diretor deve fazer na escola e que chamamos de papéis ou atribuições, entre eles que o diretor é o representante legal da secretaria estadual de educação e de que ele representa os alunos, a sua equipe e a comunidade, sendo o responsável por criar um ambiente de trabalho onde haja respeito e confiança entre os membros da equipe escolar, assegurando condições para o alcance dos objetivos. Por isso, acho muito importante definir e distribuir tarefas dando total apoio às pessoas que trabalham comigo e lembrando-me sempre de que um bom relacionamento é a base para uma boa gestão. Trabalhando desta forma, acredito que a escola está sendo bem administrada,apresentando um ambiente de trabalho tranquilo e que propicia boas condições de aprendizagem. Assim, o foco do meu trabalho está voltado para a realização de um trabalho com determinação, a fim de tornar a escola um centro de qualidade de ensino e principalmente, de qualidade de vida. 51 18 RELATO DA OBSERVAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO E SUPERVISÃO Determinar função de cada funcionário quer seja da limpeza, cantina, secretaria delegar as ações requer uma gestão. Professor e a equipe pedagógica devem estar por dentro dos conteúdos ministrados e das metodologias, mas o diretor também tem q acompanhar as avaliações, evasões, aprovação e reprovação de alunos no conselho de classe. Verificar se algum aluno tem algum tipo de necessidade e assim auxilia da medida de inclusão desse aluno. • Recursos para uma limpeza da escola; • Olhar a validade e estoque da merenda; • Valorização biblioteca; • Material didático; • Tecnologia informação e comunicação; • Uma escola bem gerida na administração e pedagógica tem um grande impacto na vida acadêmica dos alunos. 52 19 ATA DE REUNIÃO PEDAGÓGICA E/OU ADMINISTRATIVA A tomada de decisões em grupo quanto aos assuntos pertinentes ao âmbito administrativo e pedagógico; a supervisão do trabalho de toda a equipe escolar; reunião com funcionários e membros do Conselho de Escola para sugestões sobre onde devem ser investidos os recursos do PNE, PDDE; integração da Escola, Família e Comunidade, visando à participação de todos no processo ensino aprendizagem; atendimento aos pais, garantindo- lhes o direito de sugestões para melhorias das ações da escola, e também, informações e esclarecimentos sobre assuntos diversos que por eles forem apontados; constante avaliação por parte dos funcionários sobre a organização da escola no que se refere ao horário, controle de estoque, rotinas da limpeza, utilização dos espaços como parquinhos e refeitório, garantindo que possíveis mudanças ocorram em função de todos (funcionários, crianças e pais); e, finalmente, a adoção de uma agenda escolar pelo aluno com o objetivo de garantir a comunicação entre a escola e família através de bilhetes e informativos sobre o funcionamento e as atividades realizadas pela escola. 53 20 RELATO DA OBSERVAÇÃO DA ROTINA DO SUPERVISOR/ORIENTADOR Determinar função de cada funcionário quer seja da limpeza, cantina, secretaria delegar as ações requer uma gestão. Professor e a equipe pedagógica devem estar por dentro dos conteúdos ministrados e das metodologias, mas o diretor também tem q acompanhar as avaliações, evasões, aprovação e reprovação de alunos no conselho de classe. Verificar se algum aluno tem algum tipo de necessidade e assim auxilia da medida de inclusão desse aluno. • Recursos para uma limpeza da escola; • Olhar a validade e estoque da merenda; • Valorização biblioteca; • Material didático; • Tecnologia informação e comunicação; • Uma escola bem gerida na administração e pedagógica tem um grande impacto na vida acadêmica dos alunos 54 21 PLANO DE AÇÃO Descrição da situação-problema Indisciplina dos alunos falta de acompanhamento dos pais que acaba causado à evasão dos alunos. Proposta de solução -Reuniões Pedagógicas; -Conselho de Classe; -Reuniões com os pais; -Dados estatístico Apresentados; Objetivos do plano de ação Mudança no comportamento e atitudes dos alunos; Aumento do número de pais na escola; Diminuir a evasão e que os alunos tenham disciplina no ambiente escolar. Abordagem teórico metodológica -Proporcionar acesso ao esporte, artesanato e a dança; -Palestras com profissionais: Psicólogos, Assistente Social, Guarda Municipal; -Visitas para conhecer a realidade dos alunos; -Recreio orientado; Recursos Através de reuniões pedagógicas e incentivo ao aluno. Considerações finais A Escola Dom José Maria Pires, constatou que não podemos relacionar o problema simplesmente com o aluno, pois, a aprendizagem não é um processo individual, ou seja, não depende só do esforço de quem aprende, mas sim de um processo coletivo. Sendo assim os professores deveriam buscar dinamizar mais suas aulas para atrair mais a atenção de seus alunos. E acima de tudo procurar conseguir a participação dos pais na escola, pois é de suma importância para o bom andamento da aprendizagem de seus filhos 55 22 RELATO DA APRESENTAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO À DIREÇÃO ESCOLAR Gestão democrática • Avaliações externas, infraestrutura reformas • Atendimento aos seus professores e comunidade • Metas e tempo a ser executado • Documento essencial ao diretor • Hierarquia Diretor->conselho escolar->grêmio escolar-. APMF (Associação Pais Mestres e Professores). • Conselho escolar que ira valida-lo. 56 23 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO 57 CONSIDERAÇÕES FINAIS Um dos propósitos do Estágio Supervisionado no Ensino Fundamental anos iniciais é possibilitar ao graduando conhecer e vivenciar na prática a experiência de ser professor, momento enriquecedor, pois é nessa fase da formação acadêmica que surge a oportunidade de interagir os conhecimentos teóricos com a prática. Às vezes sentíamos dificuldade em conciliar esse processo, pois a realidade prática nos toma de surpresas, fazendo em alguns momentos improvisar e criar para que o ensino e aprendizado aconteçam de forma significativa. Ou seja, a prática docente é um processo continuo que visa o aperfeiçoamento e constante aprimoramento dos conhecimentos, neste sentido, estávamos aptos a aprender e colaborar no processo de ensino e aprendizagem dos alunos, como também, no nosso processo profissional. Desenvolver um trabalho no ensino fundamental pode ser entendido como um encontro de incertezas, medo, implicando também, os prazeres do oficio, de autoconhecimento, de vim a ser e tornar-se professor. Dessa forma, o estágio possibilitou uma rica experiência para nossa formação acadêmica, e para a trajetória de tornar-se professora. Outro enfoque de suma importância para nosso percurso formativo foi à constante reflexão da prática, pois a partir desse processo foi possível melhorar nossas ações, buscando compreender os alunos em toda a sua especificidade. Portanto, o Estágio Supervisionado no Ensino Fundamental foi um processo de auto-formação, uma vez que exigiu um aprofundamento dos conhecimentos teóricos e um trabalho de colaboração com os atores do contexto educativo. Logo, desenvolver um trabalho no estágio requer interesse, comprometimento e colaboração, pois nesse percurso tive o ensejo de conhecer as múltiplas relações presentes no âmbito educacional, os alunos na sua especificidade, os dilemas existentes no ambiente da sala de aula, e fora dela, oportunizando refletir na e sobre nossas ações. Conclui-se que o estágio possibilitou ampliar meu conhecimento no campo da Educação dos anos iniciais do ensino fundamental e trouxe a reflexão nas práticas pedagógicas como educadora. No entanto, contribuiu para minha formação no curso de Pedagogia e foi uma experiência rica de aprendizagem no meu desenvolvimento profissional. 58 REFERÊNCIAS ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 14724: Informação e documentação.Trabalhos Acadêmicos -Apresentação.RiodeJaneiro:ABNT,2002. AMARAL, Jader Denicol do. Jogos Cooperativos. 2ª ed. São Paulo: Phorte Editora, 2007. ANTUNES, I. Aula de Português: encontro e interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003. ALARCÃO,Isabel. Professores reflexivos em uma escola reflexiva. São Paulo: Cortez, 2003. – (Coleção Questões de Nossa Época; 104) BAKHTIN, M. Marxismo e Filosofia da Linguagem. São Paulo/SP: Hucitec, 2002. Bianchini, Arruda; Luciane, Renata. Ludicidade e educação. Londrina: Editora e distribuidora educacional S.A, 2015 BRASIL, Ministério de Educação e Cultura. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira: Lei nº 9.394 de 20 de dezembrode 1996. Brasília. 30p. Brasil, Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica. Temas Contemporâneos Transversais na BNCC. Brasília, 2017 MORETTO, Vasco Pedro. Planejamento: planejando a educação para o desenvolvimento de competências. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. SACRISTAN, J, Gimeno; GÓMEZ A. I. Pérez. Compreender e Transformar o Ensino. Tradução de Ernani F. da Fonseca Rosa. 4. Ed. Porto Alegre, Artmed, 1998. Síntese do Projeto Político Pedagógico. Disponível em. Acesso em 08/10/2023. THIESSEN, Juarez da Silva. A interdisciplinaridade como um movimento articulador no processo ensino-aprendizagem. Universidade do Estado de Santa Catarina, Centro de Educação. Centro Universitário de São José, Departamento de Educação. Revista Brasileira de Educação, v. 13 n. 39 set./dez. 2008. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Para onde vai o Professor? Resgate do Professor como Sujeito de Transformação, 10. Ed. São Paulo. Libertad, 2003.ter uma vida rica e obter a cidadania. No nível escolar, os alunos são treinados e desenvolvidos para adquirir arte e independência. A escola se concentra no sistema de saúde, não apenas nos cuidados de saúde. Toda escola deve considerar uma determinada doutrina, currículo e organização de ensino, e se esforçar para compreender e integrar todos os conceitos, experiências, ritmos, valores e culturas. Portanto, em seu escopo, a escola deve ser construída como uma instituição multissetorial, levando em conta todos os seus problemas e todo o tecido social estabelecido pela era humana. A classificação é importante nos dias de hoje, pois explica completamente todo o processo de ensino para alcançar o sucesso que você deseja. A diversidade é entendida 6 como parte de uma teoria que deve substituir as atitudes n o ambiente escolar, de modo a apoiar plenamente os professores e a própria escola e m termos de disciplinas, métodos, conteúdos, avaliação específica e todas as aprendizagens mistas. O maior objetivo dessa abordagem é que o estudante conclua a sua educação formal reconhecendo e aprendendo sobre os temas que são relevantes para sua atuação na sociedade. Assim, espera-se que a abordagem d os Te, mas Contemporâneos Transversais (TCTs) permita ao estudante compreender questões diversas, tais como cuidar do planeta, a partir do território em que vive; administrar o seu dinheiro; cuidar de sua saúde; usar as novas tecnologias digitais; entender e respeitar aqueles que são diferentes e quais são seus direitos e deveres como cidadão, contribuindo para a formação integra l do estudante como ser humano, sendo essa uma das funções sociais da escola. O sistema de ensino está em constante mudança, à medida que os novos métodos têm sua eficiência confirmada. Nessa perspectiva, a metodologia ativa tem ganhado forças. Principalmente na educação a distancia, tem uma participação bastante ativa, uma vez que essa modalidade de ensino exige uma artimanha diferenciada. Isso ajuda a transmitir o conceito em todas as esferas da educação. A seguir vamos analisar a utilização da metodologia WebQuest. A pretensão do uso dessa metodologia é propor aos professores uma modificação de modos em seus afazeres pedagógicos com o uso de estratégias didáticas que façam a utilização em especial da internet e seu potencial educativo resultando o ato de ensinar um fazer prazeroso. Ensinar nessa época tecnológica de informação requer do professor uma nova atitude e novas habilidades para ensinar, facilitando o processo ensino aprendizagem, pois estão diante de crianças habituadas a usar a tecnologia para outros benéficos, que sejam estudar e aprender. Nesse novo cenário que estamos vivendo, o professor, a fim de agregar ao currículo escolar e a força dos recursos da internet é preciso criar estratégias capazes de ganhar a atenção de seus alunos, buscando conhecer outras formas de ensino, outros métodos que agregam à sua prática. Desse ponto de vista, elava-se o uso do WebQuest, com o propósito de atividades e desafios motivadores. Numa perspectiva construtiva de aprendizagem, a WebQuest, busca estimular a aprendizagem através de trabalhos em grupos e integrar a tecnologia, em especial o poder educativo da Web. É necessário que os professores procedam a uma observação e compreensão antecipada dos materiais existentes na rede, principalmente quando se trata de crianças menores, e de suma importante que o professores ajudem os alunos a usufruírem e tirar proveito das ferramentas de pesquisa de informações: preparar uma pesquisa incentivadora, maximizar os resultados dessa pesquisa, avaliar criticamente a informação 7 obtida (fiabilidade, pertinência, relevância, etc.), saber utilizá-la e mesmo referenciá-la são algumas competências fundamentais que todos os alunos deveriam adquirir e dominar. É precisamente aí que surge a pertinência das WebQuests, ou seja, enquanto estratégia de modelação do trabalho dos alunos, mas também o poderá ser, como veremos mais à frente, como modalidade de organização e preparação dos próprios professores (Carvalho, 2002). O objetivo principal da WebQuest é de trabalhar temas, aprendendo sobre um determinado assunto ou desenvolver algum projeto. Institui em uma nova forma de ensinar e aprender, utilizando a criatividade com base na aprendizagem cooperativa e processos de pesquisas na construção do conhecimento. Sugestões de atividades: Passar vídeos educativos com números, operações e medidas, com o principal objetivo de apresentar a metodologia WebQuest e disponibilizar acervos WebQuest de matemática para dar suporte a suas aulas. Outra sugestão: Tarefa de mistério. Esses tipos de atividades, principalmente no ensino fundamental, tarefas que envolvam mistérios ou enigmas são bastante aprovadas pelos alunos. Neste tipo de atividade, vamos elaborar um quebra cabeça que será respondido e recolher informações em uma única página da Web e também pedir que as os alunos dêem informações de diferentes fontes, para que possam ser articuladas, comparadas, sintetizadas e assim utilizadas para resolver o enigma proposto. Conclusão: Podemos concluir que modificar nossas práticas pedagógicas mediante dos novos cenários que nossas crianças / estudantes estão inseridos é necessário. Estar ligado às dificuldades e pedido solicitados pelos alunos, inovando e fazendo com que ele sinta o prazer de aprender com a tecnologia, ao invés de se sentirem entediados e chegar até ao ponto de dizer que nossas aulas são insuportáveis, que elas não podem ser estáticas, desvinculados da realidade do mundo, se faz necessário e que investir tempo, disposição e boa vontade nestas tarefas garantem bons resultados. 8 2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) O projeto de política de ensino é um documento obrigatório da escola, que contêm todas as metas objetivos e meios para atingir essas metas. Dessa forma, torna-se imprescindível direcionar as ações das escolas, envolvendo não apenas professores e funcionários, mas também alunos, famílias e comunidade escolar. Um projeto é um conjunto de sugestões de ações específicas implementadas dentro d e um determinado período de tempo. Politicamente, a escola tem a função social de cultivar cidadãos responsáveis, críticos e conscienciosos que atuarão individual e coletivamente na sociedade. A pedagogia, por estarem relacionados a todos os projetos e atividades educacionais, esses projetos e atividades fará parte d o processo d e ensino e aprendizagem da escola. A gestora informou que o PPP foi elaborado pelo corpo docente e gestores e ainda não houve reformulações, estado atualmente ainda em vigência. Na instituição não são desenvolvidos programas de formação contínua como forma de aperfeiçoamento que ajudem a trabalhar com as diversas situações educacionais, o planejamento da semana acontece nos sábados pela manhã, e a equipe se reúne nas segundas à noite para o planejamento com a participação da gestora, e das professoras; ocorrendo de maneira que contemple as especificidades da demanda existente na escola. 1. O que é o PPP, e qual a importância desse documento para o ambiente escolar?O Projeto Político Pedagógico (PPP) é um instrumento que reflete a proposta educacional da escola. É através dele que a comunidade escolar pode desenvolver um trabalho coletivo, cujas responsabilidades pessoais e coletivas são assumidas para execução dos objetivos estabelecidos. Sobre a importância desse documento no ambiente escolar, compreendo que o Projeto Político-Pedagógico é algo que deve estar inserido no contexto escolar, pois é nele onde será definido o currículo, a maneira de avaliar, dentre outras questões importantes. É praticamente impossível ter uma escola centralizada nos princípios educacionais se a mesma não possui um PPP bem elaborado, e este, deverá ser construído coletivamente envolvendoa gestão, docentes, discentes e a comunidade local. Todos devem ser pensados de forma que sejam beneficia dos com o projeto, já que se espera a qualidade no ensino aprendizagem, que é o objetivo fundamental das instituições de ensino. A escola deve possuir autonomia para suas deliberações, observando as normas vigentes, as esferas superiores, porém, sempre buscando inovar para que se efetive a qualidade do ensino. 2. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento normativo que define as aprendizagens essenciais que todos os alunos devem se apropriar na educação 9 básica. Sendo assim, todas as escolas devem organizar seu currículo a partir desse documento. Com base na leitura que você realizou como as competências gerais da Educação Básica se inter-relacionam com o PPP?De acordo com o material disponibilizado, as Aprendizagens Essenciais da Base Nacional Comum Curricular- BNCC estão expressas em dez competências gerais. Elas definem a base educacional, norteando os caminhos pedagógicos. Segundo o Ministério da Educação - MEC, as competências gerais são mobilizações de conhecimentos de acordo com os princípios éticos, estéticos e políticos, que visam à formação humana em suas múltiplas dimensões. O objetivo é perpetuar no ensino uma comunicação integral, a mobilização de conhecimentos, atitudes, valores e habilidades para suprir as demandas do cotidiano, a fim de garantir o crescimento do aluno como cidadão e qualificá-lo para mercado de trabalho. É necessário que as escolas reelaborem o conteúdo de forma democrática e colaborativa, dando voz aos professores e revendo como a Base pode ser implementada em cada disciplina. A BNCC também incentiva o respeito à igualdade e a diversidade cultural, o que traz a necessidade de se planejar e rever o currículo e prática segundo a cultura e experiência local de cada escola. O PPP também deve conciliar a missão com a prática pedagógica desenvolvida. Para que a comunidade se aproprie da BNCC, o gestor escolar deve fazer reuniões pedagógicas com os professores, conversar com alunos e seus responsáveis, envolvendo-os também nas mudanças. 3. A avaliação da aprendizagem é um elemento crucial no processo de ensino e de aprendizagem, visto que oportuniza indícios dos avanços escolares e dos pontos que precisam ser aperfeiçoados. Com base na leitura que você realizou do PPP, de que modo a escola apresenta o processo de avaliação?A avaliação da aprendizagem pode ser definida como um meio de que o professor dispõe de obter informações a respeito dos avanços e das dificuldades dos alunos, constituindo-se como um procedimento permanente, capaz de dar suporte ao processo de ensino e aprendizagem, no sentido de contribuir para o planejamento de ações que possibilitem ajudar o aluno a prosseguir, com êxito, no seu processo educacional. A avaliação um meio imprescindível para a aprendizagem, o processo educativo deve apontar para a construção de uma prática avaliativa qualitativamente mais significativa, comprometida com a aprendizagem e, consequentemente, com o crescimento pessoal e intelectual do educando. Nesse sentido, ela deve ser entendida como processo integrado com todas as outras atividades desenvolvidas pelo educando, as quais subsidiam a sua aprendizagem. Segundo Furlan (2007), o papel do professor nesse processo deve ser o de dar suporte à aproximação entre o que os alunos já sabem e o que necessitam saber. Diante disso, torna-se essencial ouvir o aluno, na busca da compreensão sobre o que ele pensa. 10 3 RELATO DA ANÁLISE DO PLANO DE TRABALHO DOCENTE O plano de trabalho docente é amplo, de acordo com o universo cultural da criança, seguindo tradições pedagógicas intencionais e relevante com atividades livres e criativas para que as crianças possuem a possibilidade de interagir uma com as outras. Diante o plano da Escola, percebe que as maneiras de educar ocorrem em diferente contexto da instituição, configurando a cultura e a tradição. O plano possui um a sequência de atividades de maneiras diferentes que corresponde à rotina da escola. Outro ponto imprescindível presente no plano docente é a ludicidade, na qual hera socialização entre os alunos e o professor. O professor embasa a ludicidade como importante ferramenta pedagógica que promove o prazer de executar. Compreende-se que a criança aprende a conviver ganhar, perder, esperar, lidar com frustrações, conhecer e explorar seu mundo. Nesse caso é visto pertinência no plano de trabalho docente práticas lúdicas, para facilitar a convivência entre a criança e o professor. Além disso, o docente possui uma posição observadora, utiliza a verbalização nas situações problematizadas. Assim, o plano consiste em um incentivo, onde ele trabalha, cria referência e de maneira interdisciplinar faz com que ocorra o desenvolvimento integral. Está presente no plano, brincadeiras, histórias cantadas, leituras onde possibilita que o ensino e aprendizagem fluem naturalmente e espontaneamente. Há um campo no plano para que a professor realize suas anotações, caracterizando como foi desenvolvido seu trabalho, e quais atitudes das crianças diante as atividades, os aspectos negativos e positivos e algumas idéias que surgirem para melhoria. O desenvolvimento da linguagem, motricidade, afetividade, relação com a aprendizagem e interação estão organizados por meio da fala e da audição, nos cuidados dos recursos materiais e na identificação dos pontos negativos que surgirem durante a aula. Os principais tipos ou formas de avaliação são: 1) diagnóstica: o professor verifica os conhecimentos prévios do aluno sobre o assunto da aula, bem como identifica possíveis dificuldades de aprendizagem; 2) formativa: acontece periodicamente, analisa o processo e aprendizado de cada aluno, dificuldades e com isso o professor pode orientar o aluno sobre o que aprendeu e o que precisa aprender; 3) somativa: ocorre por meio de notas, é a verificação do nível de aprendizado do aluno. Esta permite comparar os resultados obtidos entre os alunos e classificar os mesmos ao final de cada ano letivo. Com base nestes pressupostos, é importante que o professor adote os três tipos de avaliação durante o ano letivo para que desenvolva uma atuação efetiva e eficiente. 11 4 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA Os livros didáticos são uma ferramenta muito importante, para estimular os alunos na sala de aula, e ao fazer uma análise documental na escola notou-se que os livros didáticos não são os tipos de livros recomendados para as turmas observadas. No entanto, a professora tem usado o material com muita maestria, pontuando cada assunto, e ainda, enriquecendo com slides, filmes, e tv conectadas com os computadores, isso foi uma boa oportunidade que tive para ver o valor do livro didático, que serve como uma bússola para orientar o professor em suas atividades na classe. Durante muito tempo a educação teve como objetivo principal, transmitir o conhecimento e o professor era considerado o seu único detentor. Mas, com o passar dos anos e o avanço tecnológico de comunicação e informação essa realidade mudou, e hoje o professor assume um novo papel: o de mediador/facilitador do conhecimento. Nesse contexto pós-moderno, o professor não pode mais se limitar em ministrar aulas monótonas e sem materiais didáticos diversificados. Pois, além de lançar mão de recursos didáticos diversificados o professor de hoje precisa ser pesquisador e utilizar recursos tecnológicos inovadores que juntamente com a prática pedagógica adequada despertam o aluno para a construção do conhecimento. O importante é que os recursos didáticos são muito importantes na realização de atividades educacionais, pois podem promover o conhecimento com mais qualidade e sentido. Quanto à evolução dos materiais, Schramm os classifica da seguinte maneira: 1. Meios de ensino de primeirageração: cartazes, mapas, gráficos, materiais escritos, exposições, modelos, quadros-negros, etc. 2. Meios de ensino de segunda geração: manuais, livros-texto e de exercícios, teste impressos, etc. 3. Meios de ensino de terceira geração: fotografias, dispositivos, filmes mudos e sonoros, discos, rádio, televisão, etc. 4. Meios de ensino de quarta geração: instrução programada, laboratório de línguas e emprego de computadores. (Schramm, citado em Justino, 2011, p. 107) Ao citar Schramm, Justino não hesita em acrescentar mais uma fase da evolução dos materiais didáticos no decorrer da história da educação e afirma, que diante do avanço acelerado da tecnologia educacional que estamos presenciando, poderíamos acrescentar uma quinta geração, em que os materiais didáticos ou meio de ensino utilizados seriam internet, DVD, retroprojetor, Data show, etc. 12 (Justino, 2011, p. 107). Dentre os materiais didáticos mais recorrentes em sala de aula, com certeza, destaca-se o livro didático, que, segundo o guia de avaliação do PNLD, “passou a ser considerado o principal referencial do trabalho em sala de aula” (2002, p. 29), por motivos que vão desde a ausência de outros recursos didáticos, que sirvam de orientação para o professor, à falta de acesso por parte dos alunos a fontes outras de ensino e informação. O material didático são suporte que o professor utiliza para incrementar a sua aula, jamais poderá substituir. O professor deve saber utilizá-lo, saber incorporá-lo em sua prática cotidiana, de acordo com as condições estruturais de sua escola e as necessidades de seus alunos. Sanitários para professores (2) Biblioteca (1) Sala de vídeo e TV (1) Sala de leitura ( 1 ) Laboratórios (1) Especificar: Informática: Outros (quais): Sala da coordenação pedagógica, direção, vice-direção, sala de artes, sala projeto rádio-escola, elevador, sala de material de limpeza. Materiais: Mobiliário: tipo e quantidade se carteiras e cadeiras: _ 680_carteiras e 790 cadeiras Quadro negro (18) Bebedouros (3) Copiadora (Xerox) (1) Televisão (x) quantas ____1____ Vídeo () quantos ______1________ DVD (x) quantos ___1_________ Aparelho de som (x) quantos ___1___________ Computador com acesso para os alunos(x) quantos ____15 _____________ Acesso à internet: (x) sim () não 13 5 PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA ABORDAGEM DOS TEMAS CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS DA BNCC Em 1997 nessa década vem se consolidando através dos PCN’s uma educação voltada para cidadania, e não só simplesmente o conteúdo em vista em si. Os temas transversais são conteúdos apresentados nos documentos dos Parâmetros Curriculares Nacionais, que foram criados pelo Governo Brasileiro, para incentivar a abordagem de questões como ética pluralidade cultural, meio ambiente, saúde, orientação sexual, diversidade e inclusão. A discussão desses temas em sala de aula visa promover a interdisciplinaridade estimulando a participação dos alunos e incentivando a reflexão sobre a realidade em que vivem relacionando os conteúdos das disciplinas com o seu dia a dia. Para abordá-los de forma eficiente é importante que o professor se familiarize com a Comunidade Escolar. É interessante que o professor observe as principais dificuldades locais sentidas pelos alunos e relacione com os assuntos das disciplinas que leciona. Por exemplo, o professor pode usar fatos, acontecimentos, ou situações da comunidade, que atingem de forma direta ou indireta os alunos, como exemplo para os conteúdos que ele está abordando. Assim, os alunos se sentem mais motivados e incluídos naquilo que está sendo discutido. Também é importante que o professor se atente aos próprios alunos buscando conhecê-los individualmente. Isso é necessário para que seja possível entender o perfil de aprendizagem da turma e como planejar as aulas de forma que todos os alunos possam acompanhar o conteúdo apresentado, sem que sintam deixados de lados ou ignorados. A partir da leitura do texto, você deverá responder às questões listadas a seguir: 1. Como podemos entender o termo Transversalidade? R= A transversalidade é entendida como forma de organizar o trabalho didático na qual alguns temas são integrados nas áreas convencionais estando presentes em todas elas. E na prática pedagógica, interdisciplinaridade e transversalidade alimenta-se mutuamente no sentido que se precisa este sistema de transversalidade está pautado em relação de interdisciplinaridade que significa o dialogo entre as disciplinas e não tem como pautar-se no sistema transversal diante de uma perspectiva de uma disciplina rígida e sim dentro da perspectiva da interdisciplinaridade. 2. Qual a importância de se trabalhar com os TCTs na escola? R= Promover a interdisciplinaridade estimulando a participação dos alunos e incentivando a reflexão sobre a realidade em que vivem relacionando os conteúdos das disciplinas com o seu dia a dia. Os TCTs, eles atuam como eixo unificador, e o mais importante é que os alunos possam construir significados e conferir sentido aquilo que aprendem. 3. Dos TCTs listados, quais podem ser 14 trabalhados de forma transversal no seu curso de graduação? R= Meio Ambiente, Saúde, Multiculturalismo, Ciência e Tecnologia, Cidadania e Civismo e Economia. 4. O Guia apresenta uma metodologia de trabalho para o desenvolvimento dos TCTs, baseado em quatro pilares. Quais são estes pilares? Comente sua perspectiva sobre essa metodologia. R= Os pilares são: Problematização a realidade e as situações de aprendizagem; superação da concepção fragmentada do conhecimento para uma visão sistêmica; integração de habilidades e competências curriculares na resolução de problemas; promoção de um processo educacional contínuo e do conhecimento como construção coletiva. Esta metodologia contribuiu para a aplicação dos conhecimentos teóricos adquiridos pelos alunos, ajudando-os a assimilar os conteúdos de forma prática nos seus estudos. 15 6 RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE O nome da professora regente é Fernanda Oliveira Dias Silva, ela está no cargo desde o início do ano, quando assumiu a sala á mesma é concursada desde 2003, sua formação regente é magistério, pedagogia e pós-graduação em educação Especial e Inclusiva. Os documentos que orientam seu planejamento pedagógico para atuar junto aos alunos são: planejamento anual, projeto institucional da escola, planejamento dos livros didáticos e materiais apostilados oferecidos pela secretaria da Educação. Os planos de aula são organizados semanalmente através de uma planilha, em um caderno “Diário de Registros” e no Diário on-line, apresentado semanalmente à gestão escolar: coordenadora. Os encontros de formação continuada são realizados anualmente, organizados em período estipulado pelos tutores dos cursos. O processo avaliativo dos alunos do 3º ano são contínuos e diários, através de intervenções para que possibilite os avanços necessários, também são realizadas avaliações bimestrais. Os alunos em sala de aula interagem através de rodas de conversa direcionadas pela professora, em duplas, trios ou grupos, para troca idéias, informações ou saberes. A escola durante o ano oferece e propõe aos pais ou responsáveis reuniões bimestrais, horários individuais quando necessário ou requisitado pelos familiares, para poder relatar, esclarecer ou orientá-los sobre o que é necessário em reação à vida escolar ou pessoal do aluno. Os desafios quanto ao trabalho pedagógico são diários, pois não existe rotina, os alunos são diferentes, os perfis familiares e as cobranças em todos os sentidos também. Sendo assim, a formação continuada é imprescindível e cada turma é única. As temáticas abordadas nos planos de aula para o período são: Estratégia de leitura, Formação de leitor, Construção do sistema alfabético, Números, Problemas envolvendo diferentes significadosda adição e subtração, Geometria, Grandezas e medidas. Os materiais indicados para subsidiar o trabalho junto aos alunos: livros paradidáticos, material apostilado, livros didáticos, barbante, fita métrica, balança, tesoura, material dourado, jogos de alfabetização entre outros. 16 7 RELATO DE REUNIÃO PEDAGÓGICA OU CONSELHO DE CLASSE A pauta do Conselho de Classe era apresentada. Antes de iniciar cada Conselho de Classe deixava-se claro que o enfoque principal não era a discussão de questões pessoais dos alunos, mas os problemas apresentados no pré-conselho de classe, bem como a análise do processo de avaliação aplicado no período. Os problemas apresentados no pré-conselho com alunos e agentes educacionais eram então apresentados aos professores. Nos primeiros conselhos realizados definiu que o objetivo do pré-conselho com alunos e funcionários era a busca de melhoria do processo de ensino-aprendizagem, a fim de obter uma visão mais ampla do todo, além de realizar um trabalho preventivo contra eventuais problemas que interfiram neste processo. Foi destacado, também, o sentido do trabalho coletivo e da gestão democrática na escola. Dessa forma, ficou claro para os professores que o objetivo do trabalho não era perseguir profissionais o que muitos pensavam - mas analisar os problemas e buscar soluções. Com o tempo, a confiança se estabeleceu, não havendo necessidade de tal explanação. Os professores, inclusive, gostavam muito deste formato, enfatizando sua objetividade e funcionalidade na resolução dos problemas. Deve evitar qualquer comentário direcionado a determinado professor no coletivo. Uma boa prática é avisar, neste momento, que comentários específicos seriam realizados em particular. A partir de então, os problemas eram apresentados e os professores definiam encaminhamentos em conjunto. Após as definições, apresentávamos os problemas e as sugestões levantadas pelos professores no Pré-Conselho de Classe. Foram apresentados os gráficos de rendimento, os quais ao final da reunião eram fixados na sala de professores para análise mais profunda do professor, enfatizando que o objetivo desta era para que o professor realizasse uma auto-avaliação das práticas. O professor era convidado a analisar os motivos que fizeram a turma, em geral, a decair ou a progredir, a fim de identificar e repetir as ações que surtiram bons resultados. Todas as decisões eram registradas em livro ata e assinadas pelos presentes, colocando os nomes dos alunos que necessitavam de maior atenção no próximo período, enfatizando as ações que seriam tomadas para recuperá-los. 17 8 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS Os recursos tecnológicos também podem auxiliar o trabalho com os temas transversais, pois são importantes para promover a integração entre alunos e educadores. Eles ainda ajudam a levar para a sala de aula assuntos relevante de uma forma mais leve e próxima da realidade dos estudantes, como alimentação saudável, bullying, uso consciente dos recursos naturais, respeito, tolerância, entre outros. Os Temas Contemporâneos Transversais (TCTs) buscam uma contextualização do que é ensinado, trazendo temas que sejam de interesse dos estudantes e de relevância para seu desenvolvimento como cidadão. Entender que os conteúdos seguem a partir das orientações dos documentos oficiais para o professor ampliar a abordagem de conteúdo transversais, tais como: meio ambiente, economia, saúde, cidadania e civismo, multiculturalismo, ciência e tecnologia. Dessa maneira, a escola através de seus usos de materiais didáticos visa trabalhar junto com o auxílio da equipe pedagógica para decidir quais ações pedagógicas que irão seguir para atender o s objetivos propostos. Acontecem diálogos, opiniões, idéias, conforme está definido no documento da Base Nacional Comum curricular (BNCC), com temas de cidadania e civismo, saúde, multiculturalismo, meio ambiente economia e tecnologia. Vale ressaltar que os temas não são lineares, são decididos de acordo com a necessidade local, pois, a proporção do meio ambiente por exemplo precisa ser ressaltada para a criança compreender o contexto social em que está vivendo. Cada temática é incorporada nas aulas respondendo o eixo norteador para qual querem trabalhar. Por meio de brincadeiras, simulações, atividades, entre outros. As propostas de atividade para abordagens de temas transversais são trabalhadas de maneira simples, relacionando com a realidade da criança, através de assuntos contemporâneos que visa condições de explicar e compreendera tendendo todos os objetivos possíveis para o ensino aprendizagem. A professora busca relacionar em diferentes aspectos do currículo de maneira integral fazendo que a criança compreenda a realidade compreenda a realidade que está vivendo, possibilitando levar para dentro das aulas os objetos de conhecimentos. As redes sociais também podem ser utilizadas com foco educacional, ajudando a trabalhar os temas transversais. Com elas é possível aprimorar a comunicação entre os estudantes e educadores, enfatizar a importância da ética nas interações sociais apresentando, inclusive, situações 18 recorrentes no ambiente online que mostram os impactos negativos da falta de respeito nas redes. Diferentemente das matérias obrigatórias, os conteúdos abordados pelos temas transversais não se dividem em ciclos, podendo ser tratados em qualquer etapa do trabalho pedagógico. O MEC tem como ideia central que eles sejam abordados de modo coordenado e interdisciplinar, visando que os estudantes tenham uma percepção clara da importância destes assuntos dentro do contexto social contemporâneo. Os temas transversais na escola visam mostrar que as disciplinas não são isoladas e que existem relações com a organização social e o que se aprende na escola. A conjuntura sociocultural e educacional contemporânea aponta a atenção para a análise e construção de oportunidades de formação e desenvolvimento de competências transversais na educação escolar. É conveniente, portanto, que no processo de formação em todas as disciplinas escolares e em todas as idades e atividades cognitivas, as decisões para a concepção de um ambiente educacional adequado sejam sistematizadas e especificadas de forma a garantir que os conhecimentos e habilidades possam ser continuamente reagrupados de acordo com o contexto. Por outras palavras, estas competências e os conhecimentos em que assentam, devem constituir o alicerce de competências transversais que podem ser aplicadas independentemente da idade e das atividades. Tecnologias invariantes para o desenvolvimento de competências transversais está também relacionada com a coordenação de uma variedade de abordagens, princípios e condições de ensino de forma a proporcionar eficácia quando essas tecnologias são especificamente aplicadas como variantes. Isso cria a necessidade de uma interpretação didática dos meios de desenvolvimento de competências transversais. Além disso, impõe-se a necessidade de melhorar a preparação e qualificação especial dos professores para conceber um ambiente educacional que garanta a realização de competências transversais como resultado educacional. Isso, por sua vez, impõe alguns novos requisitos ao sistema de educação escolar como um todo. Como forma de abordagem dos temas transversais contemporâneos, nada mais justo do que utilizar materiais de apoio também contemporâneos. No Monteiro Lobato utiliza-se materiais tecnológicos e audiovisuais, com recursos interativos, como exemplo do tablet na sala de aula. Assim, não só os temas estarão adequados para a contemporaneidade, mas também a forma como ensinar. 19 9 RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA O projeto político-pedagógico (PPP) é um documento que define a identidade eas diretrizes que serão implementadas na escola para a aprendizagem e formação integral dos alunos. Serve como um guia que orienta todas as atividades da instituição de acordo com a realidade da própria escola e também com os objetivos traçados pela Base Curricular Comum Nacional (BNCC). O primeiro passo para iniciar a implementação da BNCC na escola consiste em definir a equipe que trabalhará na reelaboração do currículo. Nesse momento, é fundamental levantar quais profissionais devem ser diretamente envolvidos e definir um cronograma para o processo. É essencial, por exemplo, que os professores participe do processo - uma vez que eles são responsáveis por colocar a proposta curricular em prática no dia a dia escolar. Além disso, a participação de gestores, especialistas, técnicos pedagógicos e até mesmo da comunidade escolar também tem muito a contribuir. Uma vez definida a equipe de trabalho, é hora de estudar a fundo a proposta da BNCC e do currículo vigente antes de iniciar a elaboração do novo currículo. Essa análise vai indicar pontos de atenção que devem ser levados em consideração pela equipe e vai ajudar a definir as diretrizes a respeito do modelo de currículo que se pretende construir. Alguns materiais relevantes para esse momento são o texto da Base Nacional Comum Curricular e os currículos da escola - tanto o vigente quanto os anteriores -, além dos documentos que nortearam o trabalho até então. Os documentos da instituição - sobretudo os mais recentes - trazem a identidade da escola e por isso são importantes norteadores do trabalho. Os resultados de avaliações internas e externas também podem ser úteis, uma vez que podem indicar pontos importantes a respeito do aprendizado dos alunos que devem ser considerados para o novo currículo. Alguns dos desafios do processo de elaboração do currículo são garantir uma proposta clara e coerente, assegurar uma progressão adequada das habilidades e definir como aspectos importantes - a formação integral, a realidade local e a identidade da escola, por exemplo - serão contemplados no documento. De qualquer forma, é essencial levar em consideração que o currículo se trata de um documento vivo, que deve ser revisado e melhorado ao longo do tempo. Uma vez que o currículo foi elaborado, é importante rever o Projeto Político Pedagógico da escola para verificar se alguma adequação é necessária. 20 A Base dá liberdade para a escola montar seu currículo, possibilitando uma proposta que vai além das aprendizagens essenciais e inclui aspectos referentes à identidade e ao carisma da escola, bem como seu contexto e realidade. O PPP deve se alinhar a todos esses pontos e deve se adequar à nova proposta curricular. A Base aponta a formação continuada como processo essencial para adequação das práticas pedagógicas do corpo docente. Sendo assim, a escola deve propor uma cultura que coloque a formação continuada como prioridade. Uma vez definido o currículo escolar, a escola deve escolher o material didático que será adotado. Nesse ponto, é importante levar em consideração quais livros contemplam as competências e habilidades propostas pela Base. A Base determina a aprendizagem que todos os alunos devem desenvolver desde a Primeira Infância até o Ensino Médio ao longo do Ensino Fundamental. Serve de guia para as diretrizes que serão especificadas no projeto político pedagógico. O BNCC apresenta diferentes competências que os alunos da educação básica devem apresentar, garantindo um ensino uniforme. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento normativo que serve de referência para o desenvolvimento do currículo de todas as escolas. Através do BNCC, e com base na aprendizagem essencial para garantir uma formação integral, foram estabelecidas algumas competências gerais que vão nortear o nosso trabalho na escola e entre os professores. 21 10 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS PELO PROFESSOR De acordo a professora o momento de avaliação é de extrema importância. Pois há momentos de tensão sobre como avaliar e o quer avaliar. No entanto a mesma destacou que a avaliação é discutida com cuidado sem que seja classificatória ou rotulação. Todo trimestre, é necessário elaborar um relatório de cada aluno, onde é feito uma análise e reflexão de como está sendo a participação na sala de aula. A professora regente visa à avaliação como uma prática desafiadora, pois, tem grande significado no mundo da pedagogia. Conforme a conversa com a professora, não se deve esquecer o significado da infância, aponta que o caminho não é pressionar a criança para que ela desenvolver uma determinada aprendizagem. A avaliação do processo de ensino e de aprendizagem é realizada de forma contínua e cumulativa do desempenho do aluno, inter- relacionado com o currículo, focalizando os diversos aspectos do desenvolvimento do educando, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período letivo sobre os de eventuais provas finais. A avaliação e realizada em função dos conteúdos, utilizando métodos e instrumentos diversificados como provas escritas e/ou orais, trabalhos em equipe, observação do desempenho do aluno em sala de aula de forma individual ou em grupo, atividades teóricas e/ou práticas e projetos, ambos coerente com as concepções e finalidades educativas expressas pela escola. Na verificação do aproveitamento escolar são executados no mínimo três instrumentos de avaliação por trimestre e estratégias que possibilitam uma avaliação continua e cumulativa do aluno. Os resultados da avaliação da aprendizagem são registrados, trimestralmente, por componente curricular, identificando os alunos com rendimento satisfatório ou insatisfatório. É necessária frequência mínima de 75% (se tenta e cinco por cento) da carga horária total do período letivo para o aluno ser promovido. No Ensino Fundamental I é necessário avaliar, para isso a avaliação deve ser um processo sistemático e contínuo ao longo do processo de ensino e aprendizagem. As situações de avaliação devem ser dadas em atividades contextualizadas para que a evolução dessas crianças possa ser observada. A observação é o principal instrumento de que o educador dispõe para avaliar o processo de construção de cada criança. Mesmo sem a exigência de que as crianças estejam completamente alfabetizadas até 2º Ano do Ensino Fundamental, todos os aspectos do processo de alfabetização devem ser 22 considerados. Os critérios de avaliação devem ser entendidos como referências que permitem analisar sua evolução ao longo do processo, considerando que as manifestações dessa evolução não são lineares ou idênticas nas crianças. No que se referem à avaliação, as Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental I, como norteadores das práticas pedagógicas, indicam que as instituições de Ensino devem criar procedimentos de acompanhamento pedagógico e avaliação do desenvolvimento da criança. Diante disso, o que se pode observar na escola em que ocorreu o estágio é que todos os procedimentos foram cumpridos de acordo com as diretrizes curriculares. 23 11 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA As crianças com NEE (Necessidades educativas especiais), como as demais, apresentam particularidades, níveis heterogêneos de capacidade, necessidades educativas diversificadas, e requerem uma avaliação individualizada. Diante disso, os professores da instituição são orientados a registrar os pontos fortes e as dificuldades que a criança encontra para realizar as atividades, com a intenção de buscar, em conjunto com os demais profissionais, estratégias metodológicas para superação das eventuais dificuldades. Ou seja, é realizada uma avaliação de cada criança, de acordo com a Proposta Pedagógica Individual (PPI), visando possibilitarmecanismos funcionais para uma melhor aprendizagem. A escola propõe que, os objetivos gerais, conteúdos, temas e as atividades sejam as mesmas, enquanto os objetivos específicos, procedimentos didáticos, materiais, recursos, se diferenciem, caso necessário. Propõe ainda que os alunos com necessidades especiais tenham uma avaliação processual que acompanhe suas aprendizagens com base em suas capacidades e habilidades, e não em suas limitações, tal como deve ocorrer para qualquer criança. As escolas podem contar com o apoio da Secretaria Municipal de Educação, que através da equipe multiprofissional, composta por um coordenador, um psicólogo, um fonoaudiólogo e um assistente social, faz o atendimento às crianças e elabora com o professor uma proposta educativa para cada uma delas. As crianças com necessidades educativas especiais são assistidas por um APR – auxiliar do professor regente, que atua como mediador entre a criança e as atividades planejadas. Para que esse trabalho tenha êxito, os auxiliares participam de uma formação mensal com a equipe multiprofissional. Em relação à acessibilidade, os ambientes de aprendizagem são estruturados de modo a proporcionar-lhes condições para que participem de todas as propostas com as demais crianças. A escola possui rampas na entrada e nas portas dos banheiros para que os cadeirantes se movimentem com mais facilidade. As salas de aula são espaçosas permitindo a circulação das cadeiras. A escola busca dessa forma, fazer com as crianças com alguma necessidade especial, participem enquanto sujeitos ativos, das atividades curriculares com colegas, ampliem suas possibilidades de ação nas brincadeiras e nas interações com as outras crianças, tenham acesso aos espaços, materiais, objetos e brinquedos, de forma que possam interagir com os companheiros e com o professor e possam ser ajudadas da forma mais conveniente no aprendizado de cuidar de si, adquirindo autonomia. 24 O apoio pedagógico durante a fase escolar é muito valioso para os alunos, pois possibilita maior conforto para que eles possam expor suas maiores dificuldades na escola e também o que precisam para alcançar tudo que é planejado a eles. Nesse sentido, o pedagogo, ao acompanhar os estudantes, ajuda a aumentar a confiança deles, pois existe um olhar diferenciado que os acolhe e mostra que as dificuldades são apenas detalhes que podem ser superados. Ao deixá-los confortáveis para contarem tudo que tem dificultado na hora de aprender, a equipe pedagógica pode ajudar de forma mais pontual naquilo que eles precisam. É normal que durante a educação básica, os alunos considerem algumas disciplinas difíceis ou impossíveis de serem compreendidas. O papel do acompanhamento pedagógico, além de auxiliar diretamente, é servir como ponte de comunicação dos alunos com os professores ou mesmo estreitar essa relação. Assim, a equipe pedagógica, informada de que determinado estudante passa por dificuldades em alguma disciplina, pode planejar melhor formas para ajudá-lo. Dessa forma, uma avaliação detalhada dos motivos que dificultam a aprendizagem de alguns conteúdos mostra direção ao plano de aula e planejamento pedagógico, possibilitam a criação de projetos e ações que ajudarão nos ganhos tanto para o aluno quanto para a escola. Por exemplo, se o coordenador pedagógico percebe que uma turma está com rendimento baixo na disciplina de Matemática em sala de aula, para mostrar a melhor direção diante dessa situação, podem ser criados projetos que envolvem o lúdico e os conteúdos que precisam ser aprendidos, em parceria com os professores. Assim, o aprendizado se torna mais atraente e apresenta outras formas para que se possa ensinar e aprender. O acompanhamento pedagógico possibilita o conhecimento sobre o aluno em todas as suas áreas, ou seja, ele passa a ser visto na escola e fora dela também, já que toda a vida do estudante pode influenciar em sua aprendizagem e, por isso, é preciso estar atento. 25 12 RELATO DA OBSERVAÇÃO OBSERVAÇÃO – 1ª DIA ESTAGÍARIA: NÚBIA APARECIDA DA ROCHA NOME DA ESCOLA: ESCOLA MUNICIPAL DOM JOSÉ MARIA PIRES TURMA OBSERVADA: 2º Ano – Anos Iniciais do Ensino Fundamental O primeiro dia de observação verifiquei que a sal a de aula do segundo ano onde realizei a regência, é ampla, possui vários recursos visuais que auxiliam no aprendizado, está organizada com carteiras individuais, possui um espaço para que os alunos acomodem suas lancheiras e cada aluno já tem seu lugar específico. Ao chegar à escola os alunos esperam no pátio em fila e são supervisionados pelos inspetores até a chegada dos professores, depois disso seguiram para a sala de aula onde foi feita uma oração em seguida a chamada e toda a rotina do dia foi exposta no canto da lousa. Neste dia o tema trabalhado foi o arco-íris na qual a professora explicou como surge o arco-íris, logo após fez uma roda de conversa para que os alunos tirassem suas duvidas, em seguida pediu para que cada aluno fizesse um desenho sobre o tema aprendido, depois cada aluno colou seu desenho em um grande cartaz com um passo a passo de como fazer para ver um arco íris. Depois de montar o cartaz os alunos junto com a professora realizaram o experimento colocando um copo com água em cima de uma folha branca e em seguida acenderam uma lanterna e aproximaram a luz do copo com água, e os alunos puderam contemplar o arco íris sobre a folha de papel. OBSERVAÇÃO – 2ª DIA ESTAGIÁRIA: NÚBIA APARECIDA DA ROCHA NOME DA ESCOLA: ESCOLA MUNICIPAL DOM JOSÉ MARIA PIRES TURMA OBSERVADA: 5º Ano – Anos Iniciais do Ensino Fundamental No segundo dia de observação participei da aula do quarto ano, os alunos foram conduzidos em fila até a sala de aula, a sala também possui recursos visuais, além de cartazes e alguns trabalhos feitos pelos os alunos estavam agrupados de dois em dois. Já na sala fizeram uma oração e em seguida a chamada, a professora conversou com os alunos sobre o tema que se ria abordado naquela aula, e também sobre um passeio que fariam tudo foi anotado na lousa. O tema trabalhado hoje em sala foi sobre Fração, primeiramente a professora explicou sobre a matéria, em seguida passou exercícios no caderno para os alunos resolverem e para ajudar n este exercício ela forneceu alguns materiais como blocos, e lápis para eles resolverem com mais facilidade. 26 OBSERVAÇÃO – 3ª DIA ESTAGIÁRIA: NÚBIA APARECIDA DA ROCHA NOME DA ESCOLA: ESCOLA MUNICIPAL DOM JOSÉ MARIA PIRES TURMA OBSERVADA: 4º Ano – Anos Iniciais do Ensino Fundamental No terceiro dia de estágio foi observada a sala do 5º ano a sala conta com recursos visuais como as outras, os alunos aguardam a professora no pátio para ser conduzidos para a sala, os alunos estavam divididos em trios, professora a chamada depois apresentou o conteúdo a ser trabalhado. Dividiu o trio de alunos em dois jogadores e um juiz, em seguida entregou para cada juiz um envelope com as respostas para a conferência dos resultados das contas propostas, e para cada jogador uma folha de bingo. A professora ia ditando as contas oralmente e os alunos tinham que marcar no bingo o resultado, trabalhando seu raciocínio rápido e habilidade com cálculos mentais. Os alunos falavam o resultado para o juiz que conferia se o resultado estava certo, se o resultado estivesse correto podia marcar o numero no bingo, o aluno que completasse a cinquenta, primeiro ganha um brinde, depois trova-se o juiz para que todos pudessem participar do bingo. OBSERVAÇÃO – 4ª DIA ESTÁGIARIA: NÚBIA APARECIDA DA ROCHA NOME DA ESCOLA: ESCOLA MUNICIPAL DOM JOSÉ MARIA PIRES TURMA OBSERVADA: 3º Ano – Anos Iniciais do Ensino Fundamental No quarto dia foi observada a sala do 3º ano, a professora conduziu os aluno em fila para a sala de aula, fizeram uma oração de mãos dadas, em seguida se sentaram nas carteiras que estavam dispostas de forma individual,foi feita a chamada. O tema trabalhado a cigarra, em um primeiro momento a professora contou para os alunos a fábula “A cigarra e a formiga”, depois fez uma roda de conversa para conversa para fazer uma reflexão junto aos alunos falando um pouco sobre as limitações de cada um, fazendo uma relação entre a vida do homem e a dos insetos, ensinado as crianças sobre a importância do trabalho em grupo. Em seguida a professora trouxe para a sala uma cigarra em um pote de vidro para que as crianças pudessem conhecer como é a cigarra, depois explicou sobre a cigarra e para encerrar a aula propôs que os alunos fizessem um desenho e escrevessem o que aprenderam sobre a cigarra. 27 OBSERVAÇÃO – 5ª DIA ESTAGIÁRIA: NÚBIA APARECIDA DA ROCHA NOME DA ESCOLA: ESCOLA MUNICIPAL DOM JOSÉ MARIA PIRES TURMA OBSERVADA: 1º Ano – Anos Iniciais do Ensino Fundamental No quinto e último dia de observação, analisou novamente a sala do primeiro ano. Após a rotina habitual e a colocação da rotina da sala d e aula na lousa, que é realizada em todas as salas diariamente, foi feita a chamada e mais uma vez os alunos ensaiaram para a apresentação do folclore. Após o ensaio os alunos se dirigiram para a quadra onde tiveram aula de educação física. Ao voltar para a sala de aula a professora trabalhou a apostila de matemática com a música vovô, depois da música a professora apresentou o calendário para os alunos e os ensinou a ver os dias, meses e semanas. 28 13 PLANOS DE AULA PLANO DE AULA Identificação Escola Escola Municipal Dom José Maria Pires Professor Regente Fernanda de Oliveira Dias Silva Professor Estagiário Núbia Aparecida da Rocha Disciplina Língua Portuguesa Série 3° ano Turma Única com 19 alunos Período Matutino Conteúdo Regras de convivência - Leituras diversas - Gêneros textuais - alfabeto - Parágrafo - Palavras e escrita - Divisão e classificação de sílabas r 4 - Sílaba tônica - Ortografias(Som do r, r e rr, m antes de( p e b), palavras terminadas em am e ão - Leituras e interpretação -Frases e produção de frases Habilidades (EF01LP04)Distinguir as letras do alfabeto de outros sinais gráficos (EF01LP07) Compreender as notações do sistema de escrita alfabética - segmentos sonoros e letras. (EF01LP08) Relacionar elementos sonoros das palavras com sua representação escrita. (EF01LP10A) Nomear as letras do alfabeto (EF01LP10B) Recitar as letras do alfabeto sequencialmente. (EF12LP01) Ler palavras tomando como referência palavras conhecidas e/ou memorizadas (estáveis), como o próprio nome e o de colegas (EF01LP16) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, quadrinhas, parlendas, trava-línguas, cantigas, entre outros textos do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa, o tema/assunto, a estrutura composicional, o estilo e a finalidade do gênero (EF01LP09) Comparar palavras identificando semelhanças e diferenças entre seus sons e suas partes (aliterações, rimas entre outras. (EF03LP25) Ler e escrever corretamente palavras com sílabas CV, V, CVC, CCV, VC, VV, CVV, identificando que existem vogais em todas as sílabas. (EF03LP26) Identificar o número de sílabas de palavras, classificando-as em monossílabas, dissílabas, trissílabas e polissílabas. Objetivos OBJETIVO GERAL: - Conhecer e valorizar a escrita em diferentes modos de produção e circulação e em diferentes usos e funções. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Reconhecer a língua como meio de construção de identidades de seus usuários e da comunidade a que 29 pertencem; - Compreender a língua como fenômeno cultural, histórico, social, variável, heterogêneo e sensível aos contextos de uso; - Demonstrar atitudes respeitosa diante de variedades linguísticas, rejeitando preconceitos lingüísticos; - Valorizar a escrita como bem cultural da humanidade; - Valorizar a literatura e outras manifestações culturais como forma de compreensão do mundo e de si mesmo. Objetos de Conhecimento Localização de informações em textos Seleção de informações Deduções e inferências de informações Reconstrução das condições de produção e recepção de textos Reflexão sobre o conteúdo temático do texto Reflexão sobre o léxico do texto Reflexão sobre a forma, a estrutura e a organização do texto Reflexão sobre os procedimentos estilístico-enunciativos do texto. Competências Gerais Compreensão e Valorização da Cultura e Escrita Apropriação do sistema de Escrita Leitura Produção Escrita Oralidade Metodologia - Leitura diária - Interpretações e estudo de textos diversificados -Leitura de cartazes - Pesquisas - Atividades diversificadas - Recortes, cartazes, atividades em folhas , livros e outros. - Filmes e interpretações do mesmo. Recursos Papel, cola canetinhas, pincel, lápis, lápis de cor, chamex, caderno, tinta e pincel, internet, livros, Pesquisa BNCC, Atividades xerocadas, Tesouras,cola,cartazes, Quadro branco, Caderno de atividades e outros Avaliação A avaliação será continua, individual e coletiva, qualitativa e quantitativa. Referências CARPANEDA, Isabella Pessoa de Melo Encontros,Língua Portuguesa . Porta aberta,SOLANGE Utari CARPANEDA,Isabela ,Encontros Alfabetização em segredos Valores de A a Z volumes 1,2 e 3. Internet. 30 PLANO DE AULA Identificação Escola Escola Municipal Dom José Maria Pires Professor Regente Fernanda de Oliveira Dias Silva Professor Estagiário Núbia Aparecida da Rocha Disciplina Matemática Série 3° Ano Ensino Fundamental Anos Iniciais Turma Única com 19 alunos Período Matutino Conteúdo Sistema de numeração decimal Adição e subtração com números naturais Medidas de comprimento Problemas de contagem Problemas incluindo adição e subtração Leitura, interpretação e representação de dados em tabelas simples, gráficos de colunas simples e agrupadas, gráficos de barras ,colunas e gráficos Multiplicação com números naturais Habilidades (EF01MA12) Descrever a localização de pessoas e de objetos no espaço segundo um dado ponto de referência, compreendendo que, para a utilização de termos que se referem à posição, como direita, esquerda, em cima, em baixo, é necessário explicitar se o referencial. (EF01MA08) Resolver e elaborar problemas de adição e de subtração, envolvendo números de até dois algarismos, com os significados de juntar, acrescentar, separar e retirar, com o suporte de imagens e/ou material manipulável, utilizando estratégias e formas de registro pessoais. (EF01MA06) Construir fatos fundamentais da adição e utilizá-los em procedimentos de cálculo para resolver problemas. (EI03ET07) Relacionar números às suas respectivas quantidades e identificar o antes, o depois e o entre em uma sequência, utilizando a linguagem matemática para construir relações, realizar descobertas e enriquecer a comunicação em situações de brincadeiras e interações. (EF01MA01) Utilizar números naturais como indicador de quantidade ou de ordem em diferentes situações cotidianas e reconhecer situações em que os números não indicam contagem nem ordem, mas sim código de identificação. (EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada, utilizando diferentes estratégias como o pareamento e outros agrupamentos. (EF01MA17) Reconhecer e relacionar períodos do dia, dias da semana e meses do ano, utilizando calendário, quando necessário. (EF01MA18) Produzir a escrita de uma data, apresentando o dia, o mês e o ano, e indicar o dia da semana de uma data, consultando calendários. Objetivos OBJETIVO GERAL: - Levar em conta a inserção dos números na sociedade atual e conceituar a importância que eles assumem em todas as atividades humanas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Compreender as relações entre conceitos e procedimentos dos diferentes campos da Matemática (Aritmética, Álgebra, 31 Geometria, Estatística e Probabilidade) e de outras áreasdo conhecimento, sentindo segurança quanto à própria capacidade de construir e aplicar conhecimentos matemáticos, desenvolvendo a autoestima e a perseverança na busca de soluções. - Fazer observações sistemáticas de aspectos quantitativos e qualitativos presentes nas práticas sociais e culturais, de modo a investigar, organizar, representar e comunicar informações relevantes, para interpretá-las e avaliá-las crítica e eticamente, produzindo argumentos convincentes. - Utilizar processos e ferramentas matemáticas, inclusive tecnologias digitais disponíveis, para modelar e resolver problemas cotidianos, sociais e de outras áreas de conhecimento, validando estratégias e resultados. Objetos de Conhecimento Leitura, escrita, comparação e ordenação de números naturais de quatro ordens Composição e decomposição de números naturais Construção de fatos fundamentais da adição, subtração e multiplicação Reta numérica Procedimentos de cálculo (mental e escrito) com números naturais: adição e subtração Problemas envolvendo significados da adição e da subtração: juntar, acrescentar, separar, retirar, comparar e completar quantidades Problemas envolvendo diferentes significados da multiplicação e da divisão: adição de parcelas iguais, configuração retangular, repartição em partes iguais e medida Significados de metade, terça parte, quarta parte, quinta parte e décima parte Competências Gerais 1. Identificar os conhecimentos matemáticos como meios para compreender e atuar no mundo, reconhecendo também que a Matemática, independentemente de suas aplicações práticas, favorece o desenvolvimento do raciocínio lógico, do espírito de investigação e da capacidade de produzir argumentos convincentes. 2. Estabelecer relações entre conceitos e procedimentos dos diferentes campos da Matemática (Aritmética, Álgebra, Geometria, Estatística e Probabilidade) e de outras áreas do conhecimento e comunicá-las por meio de representações adequadas. 3. Fazer observações sistemáticas de aspectos quantitativos e qualitativos presentes nas práticas sociais e culturais, de modo a investigar, organizar, representar e comunicar informações relevantes, para interpretá-las e avaliá- las crítica e eticamente, produzindo argumentos convincentes. Metodologia Atividades dirigidas, Trabalho coletivo e em grupo, Atividades no livro didático e em folhas xerocadas,Auto correção coletiva e individual sempre, Confecção de tabelas, gráficos ,etc. Recursos Papel, cola canetinhas, pincel, lápis, lápis de cor, chamex, caderno, tinta e pincel, internet, livros, Pesquisa BNCC, Atividades xerocadas, Tesouras,cola,cartazes, Quadro branco, Caderno de atividades e outros Avaliação A avaliação será continua, individual e coletiva, qualitativa e quantitativa. Referências BNCC, PAIVA Renata, Mundo Amigo DENISE Mendes, Porta Aberta brasileira. Isabel rebelo Roque,Vem Voar 32 PLANO DE AULA Identificação Escola Escola Municipal Dom José Maria Pires Professor Regente Fernanda de Oliveira Dias Silva Professor Estagiário Núbia Aparecida da Rocha Disciplina Geografia/ História Série 3° Ano Ensino Fundamental Anos Iniciais Turma Única com 19 alunos Período Matutino Conteúdo -As pessoas e os grupos que compõem a cidade e o município, Ser cidadão, Solidariedade, Organização do tempo e da rotina para os adultos e crianças, Organização temporal, Relação tempo X responsabilidades O município Paisagem do município. A cidade e o campo: aproximações e diferença Paisagens naturais e antrópicas em transformação Habilidades (.EF03HI01.) Identificar os grupos populacionais que formam a cidade, o município e a região, as relações estabelecidas entre eles e os eventos que marcam a formação da cidade, como fenômenos migratórios (vida rural/vida urbana), desmatamentos, estabelecimento de grandes empresas etc. (EF03HI02.) Selecionar, por meio da consulta de fontes de diferentes naturezas, e registrar acontecimentos ocorridos ao longo do tempo na cidade ou região em que vive. (EF03GE01) Identificar e comparar aspectos culturais dos grupos sociais de seus lugares de vivência, seja na cidade, seja no campo. (EF03GE02) Identificar, em seus lugares de vivência, marcas de contribuição cultural e econômica de grupos de diferentes origens. (EF03GE03) Reconhecer os diferentes modos de vida de povos e comunidades tradicionais em distintos lugares. (EF03GE04) Explicar como os processos naturais e históricos atuam na produção e na mudança das paisagens naturais e antrópicas nos seus lugares de vivência, comparando os a outros lugares. Objetivos Reconhecer a história como resultado da ação do homem, no tempo e no espaço,com base na identificação de mudanças ocorridas ao longo do tempo. Enfatizar o campo do conhecimento responsável pelo estudo,pela análise e pela compreensão do espaço que é produzido pela sociedade e pelo trabalho humano. Objetos de Conhecimento 33 Competências Gerais COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS: - Compreender acontecimentos históricos, relações de poder e processos e mecanismos de transformação e manutenção das estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais ao longo do tempo e em diferentes espaços para analisar,posicionar-se e intervir no mundo contemporâneo. -Compreender a historicidade no tempo e no espaço, relacionando acontecimentos e processos de transformação e manutenção das estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais, bem como problematizar os significados das lógicas de organização cronológica. -Elaborar questionamentos, hipóteses, argumentos e proposições em relação a documentos, interpretações e contextos históricos específicos, recorrendo a diferentes linguagens e mídias, exercitando a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos, a cooperação e o respeito. - Identificar interpretações que expressem visões de diferentes sujeitos, culturas e povos com relação a um mesmo contexto histórico, e posicionar-se criticamente com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários - Utilizar os conhecimentos geográficos para entender a interação sociedade/natureza e exercitar o interesse e o espírito de investigação e de resolução de problemas. - Estabelecer conexões entre diferentes temas do conhecimento geográfico, reconhecendo a importância dos objetos técnicos para a compreensão das formas como os seres humanos fazem uso dos recursos da natureza ao longo da história. - Desenvolver autonomia e senso crítico para compreensão e aplicação do raciocínio geográfico na análise da ocupação humana e produção do espaço, envolvendo os princípios de analogia, conexão, diferenciação, distribuição, extensão, localização e ordem. Metodologia - Estudo Dirigido, Pesquisas, Debates, atividades diversas como: Questionário, estudos de textos sobre os temas ,atividades xerocadas e etc. Recursos Papel, cola canetinhas, pincel, lápis, lápis de cor, chamex, caderno, tinta e pincel, internet, livros, Pesquisa BNCC, Atividades xerocadas, Tesouras,cola,cartazes, Quadro branco, Caderno de atividades e outros Avaliação A avaliação será continua, individual e coletiva, qualitativa e quantitativa. Referências BNCC ISABEL Rebelo Roque, Vem Voar Blog Educacional Professora Francinete Gomes PLANO DE AULA Identificação Escola Escola Municipal Dom José Maria Pires 34 Professor Regente Fernanda de Oliveira Dias Silva Professor Estagiário Núbia Aparecida da Rocha Disciplina Ciências Série 3° Ano Ensino Fundamental Anos Iniciais Turma Única com 19 alunos Período Matutino Conteúdo Animais vertebrados e invertebrados, O corpo humano por dentro, O corpo transforma os alimentos, O corpo obtém gás oxigênio, Tudo no corpo funciona junto Habilidades (EF03CI02) Experimentar e relatar o que ocorre com a passagem da luz através de objetos transparentes (copos, janelas de