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<p>PLANEJAMENTO E CONTROLE DE OBRAS</p><p>1 .</p><p>O Guia Orientativo do Governo Federal orienta os municipios a elaborarem um Código de</p><p>Obras e Edificações (COE) que desburocratize o sistema para a emissão da licença de obra.</p><p>Dentro desse cenário, são realizadas as seguintes afirmações:</p><p>I. O COE deve apresentar linguagem simples, regras claras e segurança jurídica.</p><p>II. Quando o COE sobrepor as normas técnicas, deve-se seguir o estabelecido no</p><p>COE. Questão 1 de 10 1 2 3 4 5 6 7</p><p>III. No COE deve ser estabelecido diretrizes de atendimento aos parâmetros</p><p>urbanísticos.</p><p>IV. Deve haver uma responsabilização compartilhada entre o poder público, o</p><p>proprietário e os responsáveis técnicos. São recomendações do Guia Orientativo</p><p>do Governo Federal:</p><p>RESPOSTA CORRETA:</p><p>Apenas I, III e IV.</p><p>2.</p><p>A construção enxuta utiliza diversas ferramentas e técnicas para alcançar seus objetivos.</p><p>Na construção enxuta, fazem parte da área principal de solução de problemas, os</p><p>princípios:</p><p>RESPOSTA CORRETA:</p><p>Conferir você mesmo e decidir pelo consenso, considerando todas as opções.</p><p>6 . O planejamento de obras também inclui a análise de riscos e a identificação de</p><p>estratégias de mitigação. determinação da duração das atividades é um processo que</p><p>envolve uma margem de erro e por isso levamos em consideração a duração probabilistica.</p><p>Sobre esse conceito são apresentadas as afirmativas a seguir: I. A duração otimista é</p><p>aquela em que a atividade será executada em condições ideais sem ocorrência de</p><p>contratempos. II. A duração pessimista é aquela que prevê o pior cenário, com as piores</p><p>condições para a execução da tarefa. III. A duração mais provável é baseada em</p><p>experiências anteriores e registros de obras. IV. A duração pessimista é a mais provável de</p><p>acontecer. V. A duração otimista e a duração mais provável não são comuns de acontecer.</p><p>É correto o que se afirma apenas em:</p><p>O cálculo dos Custos Indiretos (BDI) compõe a segunda fase da elaboração do orçamento</p><p>de um projeto. A seguir são apresentadas diversas etapas para a elaboração de um</p><p>orçamento. 1. Determinação da taxa do custo indireto da administração central. II.</p><p>Levantamento de quantitativos de cada serviço. III. Estabelecer a taxa de risco. IV.</p><p>Identificar os serviços da obra. V. Definir as taxas de impostos e contribuições. São etapas</p><p>a serem realizadas para determinar apenas o BDI: A I, II e III, apenas. B II, III e IV, apenas.</p><p>Feedback I, III e V, apenas.</p>