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<p>Como desenvolver o pensamento crítico dos</p><p>alunos na educação?</p><p>Tempo de leitura estimado: 12 min.</p><p>25 de maio de 2020</p><p>GESTÃO ESCOLAR</p><p>Saiba qual a importância do pensamento crítico na educação e como trabalhar</p><p>esta competência com os alunos na escola. Confira!</p><p>O pensamento crítico, científico e criativo é a segunda das 10 competências</p><p>gerais da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que o Ministério da</p><p>Educação (MEC) compreende como itens indispensáveis à formação integral de</p><p>um cidadão.</p><p>Além de cumprir as exigências da BNCC, trabalhar o pensamento crítico nas</p><p>escolas é fundamental para que os estudantes, desde a primeira infância,</p><p>adquiram a capacidade de pensar de forma clara e racional sobre o que fazer</p><p>ou em que acreditar, envolvendo-se em pensamentos reflexivos e</p><p>independentes.</p><p>https://escoladainteligencia.com.br/categorias/gestao-escolar/</p><p>https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=&quote=</p><p>https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=&quote=</p><p>https://twitter.com/intent/tweet?source=&text=:%20</p><p>https://twitter.com/intent/tweet?source=&text=:%20</p><p>http://www.linkedin.com/shareArticle?mini=true&url=&title=&summary=&source=</p><p>http://www.linkedin.com/shareArticle?mini=true&url=&title=&summary=&source=</p><p>mailto:?subject=&body=:%20</p><p>mailto:?subject=&body=:%20</p><p>https://escoladainteligencia.com.br/10-competencias-gerais-para-desenvolver-na-educacao-basica-segundo-o-mec-e-bncc/</p><p>https://escoladainteligencia.com.br/10-competencias-gerais-para-desenvolver-na-educacao-basica-segundo-o-mec-e-bncc/</p><p>Ter o pensamento crítico bem desenvolvido é crucial às futuras escolhas</p><p>pessoais, profissionais, políticas, bem como ao poder de análise do mundo que</p><p>nos cerca. Nesse sentido, “pensadores críticos” podem tirar conclusões</p><p>sensatas de um conjunto de informações e separar o que é útil do que não é na</p><p>hora da tomada de decisões.</p><p>Mas essa habilidade é resultado de uma construção sólida, papel este que cabe</p><p>à educação. Pensando nisso, este post vai discutir o desenvolvimento do</p><p>pensamento crítico na escola. Vamos lá?</p><p>Qual a importância de desenvolver o</p><p>pensamento crítico na escola?</p><p>De acordo com a Stanford Encyclopedia of Philosophy, a adoção do</p><p>pensamento crítico como objetivo educacional foi “recomendada com base no</p><p>respeito à autonomia dos estudantes e na preparação destes para o sucesso na</p><p>vida e para a cidadania democrática”. Além disso, “demonstrou-se</p><p>experimentalmente que a intervenção educacional aprimora as habilidades do</p><p>pensamento crítico, principalmente quando inclui diálogo, instrução ancorada e</p><p>orientação”.</p><p>Esses argumentos, sem dúvida, fazem da escola um bom ambiente para que a</p><p>criança/adolescente desenvolva as habilidades necessárias ao pensamento</p><p>crítico, uma vez que está exposta a um sem-número de informações propícias</p><p>ao fomento de reflexões consistentes.</p><p>Vejamos algumas habilidades a serem exploradas por meio do pensamento</p><p>crítico:</p><p>entender as conexões lógicas entre ideias;</p><p>identificar, construir e avaliar argumentos;</p><p>detectar inconsistências comuns no raciocínio;</p><p>resolver problemas sistematicamente e de maneira lógica;</p><p>identificar a relevância das ideias;</p><p>refletir sobre a justificativa de suas próprias crenças e valores.</p><p>Vale lembrar que o pensamento crítico não é uma questão de acumular</p><p>informações. Uma pessoa com boa memória e que conhece muitos fatos não é</p><p>necessariamente boa em pensamento crítico. Um pensador crítico é capaz de</p><p>deduzir consequências e sabe como usar dados para resolver problemas e</p><p>buscar fontes relevantes para se informar. Ele está antenado à realidade à</p><p>nossa volta, em diferentes aspectos.</p><p>https://escoladainteligencia.com.br/por-que-os-alunos-devem-participar-das-decisoes-escolares/</p><p>https://plato.stanford.edu/entries/critical-thinking/</p><p>Ademais, a escola tem o papel de ensinar que o pensamento crítico não deve</p><p>ser confundido com argumentar ou criticar outras pessoas. Embora as</p><p>habilidades de pensamento crítico possam ser usadas para expor falácias e</p><p>raciocínios ruins, também podem desempenhar um papel importante no</p><p>raciocínio cooperativo e em tarefas construtivas. Inclusive, ao explorar o</p><p>pensamento crítico, a escola está ajudando seus estudantes a adquirir</p><p>conhecimento, aprimorar teorias e fortalecer argumentos ― algo essencial</p><p>ao futuro profissional.</p><p>Por sua vez, algumas pessoas acreditam equivocadamente que o pensamento</p><p>crítico dificulta a criatividade porque requer seguir as regras da lógica e da</p><p>racionalidade, e a criatividade pode exigir a quebra dessas regras. No entanto,</p><p>não é à toa que, nas competências gerais da BNCC, “pensamento crítico” está</p><p>ao lado de “científico” e “criativo”.</p><p>Na verdade, o pensamento crítico é uma parte essencial da criatividade, porque</p><p>precisamos de pensamento crítico para avaliar e melhorar nossas ideias</p><p>criativas, motivo pelo qual ele deve estar enquadrado nas atividades</p><p>pedagógicas.</p><p>Como fomentar o pensamento</p><p>crítico no projeto pedagógico?</p><p>Por falar em criatividade, há inúmeras formas de se fomentar o pensamento</p><p>crítico no projeto pedagógico. Em boa parte dos casos, de forma simples e sem</p><p>a necessidade de grandes recursos nem tecnologia. Veja, a seguir, nossa lista</p><p>de sugestões.</p><p>Comece com perguntas básicas</p><p>Dado o tema central, o ponto inicial é engajar os estudantes estimulando-os a</p><p>refletir a partir de perguntas básicas. Especialmente as perguntas abertas, que</p><p>não exigem uma resposta pronta, oferecem a eles a chance de aplicar o que</p><p>aprenderam e desenvolver conhecimentos prévios.</p><p>Faça com que eles busquem, em meio ao repertório de conhecimentos que está</p><p>sendo contextualizado, evidências que os ajudem a construir seus</p><p>argumentos de forma autônoma.</p><p>https://escoladainteligencia.com.br/conheca-as-10-habilidades-do-profissional-do-futuro-segundo-a-onu/</p><p>https://escoladainteligencia.com.br/4-ideias-para-estimular-a-criatividade-das-criancas/</p><p>https://escoladainteligencia.com.br/descubra-o-que-deve-conter-em-um-projeto-politico-pedagogico-ppp/</p><p>Perguntas simples são importantes para mantê-los pensando. Questões como</p><p>“O que você pensa sobre isso?” ou “O que levou você a pensar nisso?” são</p><p>excelentes para instigá-los a mergulhar em diferentes dimensões de seu próprio</p><p>pensamento. Até porque, nem sempre, os estudantes estão pensando</p><p>criticamente, e é papel do professor detectar isso e despertar essa noção</p><p>neles.</p><p>Reserve tempo para reflexão</p><p>Não tenha pressa em colher resultados. Dê aos estudantes um tempo para</p><p>organizar as ideias ou refletir sobre seus pensamentos antes de compartilhá-los</p><p>com seu grupo ou a classe toda. Estimule também que escrevam as evidências</p><p>ou ideias colhidas, para que não se percam.</p><p>Isso pode ser feito com anotações nos cadernos ou mesmo por meio</p><p>de recursos digitais, como tablets, smartphones ou PCs. Inclusive, os</p><p>dispositivos digitais podem ser uma ótima ferramenta de apoio na hora de os</p><p>estudantes apresentarem suas ideias, com lembretes, esboços e imagens que</p><p>podem ser compartilhados com a classe.</p><p>Incentive a tomada de decisão</p><p>Como grande parte dos debates em sala de aula gira em torno da aplicação de</p><p>conhecimento e busca por soluções, os professores devem incentivar</p><p>constantemente a tomada de decisões e a avaliação de conclusões/resultados.</p><p>Isso permite que os estudantes apliquem o que aprenderam a diferentes</p><p>situações, pesem os prós e os contras de uma variedade de possibilidades e</p><p>decidam quais ideias funcionam melhor.</p><p>Promova atividades em grupo</p><p>Trabalhos e discussões em grupo são outra excelente maneira de os</p><p>professores encorajarem habilidades de pensamento crítico. Isso porque o</p><p>aprendizado cooperativo estimula o diálogo e as habilidades socioemocionais, já</p><p>que expõe os estudantes aos diferentes processos de raciocínio de seus</p><p>colegas de classe, ao mesmo tempo que expande seu pensamento e sua visão</p><p>de mundo.</p><p>https://escoladainteligencia.com.br/conheca-as-principais-tendencias-de-tecnologia-na-educacao/</p><p>https://escoladainteligencia.com.br/habilidades-socioemocionais-para-profissionais-do-futuro/</p><p>Essa tática não apenas estabelece que uma ideia deve ser avaliada sob</p><p>diferentes óticas antes da formação</p><p>de uma opinião, mas também dá aos</p><p>estudantes a chance de compartilhar seus próprios pontos de vista enquanto</p><p>ouvem e aprendem uns com os outros. Com isso, eles entendem que todos têm</p><p>o direito de opinar e não há uma só maneira correta de abordar um problema.</p><p>Conecte ideias diferentes</p><p>Conectar ideias diferentes é a chave para o pensamento crítico. Por exemplo,</p><p>um tema específico pode ser trabalhado de forma transversal para que os</p><p>estudantes enxerguem diferentes óticas.</p><p>Digamos que um grupo de estudantes do ensino fundamental esteja trabalhando</p><p>a mobilidade urbana. O professor pode perguntar se a classe conhece alguém</p><p>que faz um longo trajeto para chegar ao trabalho e depende de ônibus. Porém, o</p><p>transporte demora e a pessoa precisa sair muito cedo de casa. Feito isso, é</p><p>possível debater diferentes modais de transporte, levando em consideração os</p><p>pontos positivos, os negativos e os desafios de cada meio.</p><p>Dessa forma, diferentes ideias são entrelaçadas, e os estudantes percebem que</p><p>qualquer solução tem uma série de variáveis e consequências. Além disso,</p><p>são estimulados a compreender que conhecimentos prévios podem ser</p><p>aplicados a novos contextos.</p><p>Inspire a criatividade</p><p>Estimular o pensamento crítico não se limita apenas ao debate. Quanto mais</p><p>criativa for a atividade, mais chances o professor tem de engajar seus</p><p>estudantes. Um exemplo são os projetos artísticos, em que o estudante precisa</p><p>trabalhar com música, pintura ou escultura, ou tarefas aliadas à tecnologia,</p><p>como é o caso da robótica.</p><p>Aliás, a chamada “cultura maker”, em que o estudante aprende “colocando a</p><p>mão na massa” ao construir objetos e aparelhos e até ao programar, é uma</p><p>excelente estratégia para fomentar o compartilhamento de ideias e a busca por</p><p>soluções a um dado desafio.</p><p>Promova o brainstorming</p><p>https://escoladainteligencia.com.br/veja-como-levar-a-cultura-maker-para-a-sala-de-aula-da-sua-escola/</p><p>https://escoladainteligencia.com.br/veja-como-levar-a-cultura-maker-para-a-sala-de-aula-da-sua-escola/</p><p>https://escoladainteligencia.com.br/veja-como-levar-a-cultura-maker-para-a-sala-de-aula-da-sua-escola/</p><p>O brainstorming (tempestade de ideias), muito utilizado no meio corporativo, é</p><p>outra ferramenta eficaz de aprendizado. A partir de um desafio, os estudantes</p><p>serão estimulados a deixar a mente fluir e expor suas ideias sem medo de</p><p>errar. Para incrementar o exercício, o professor pode contar com elementos</p><p>visuais que dão vida a um problema-chave e às discussões em sala de aula.</p><p>Use a fluência das informações</p><p>Dominar o uso das informações é crucial para o sucesso dos estudantes na</p><p>escola e na vida. Nesse aspecto, uma das habilidades do pensamento crítico é</p><p>saber quando considerar ou descartar informações. Para construir sua</p><p>argumentação e tomar decisões, os estudantes devem aprender a acumular o</p><p>conhecimento apropriado para alimentar seus pensamentos e distinguir o que</p><p>é irrelevante naquele momento. Trata-se de aprender a explorar o conhecimento</p><p>para encontrar os fatos mais úteis a fim de resolver um problema.</p><p>Reúna estudantes de diferentes</p><p>personalidades para trabalharem juntos</p><p>Logicamente, é muito mais confortável quando os estudantes trabalham com</p><p>colegas com quem eles declaradamente têm afinidade. Mas associar múltiplas</p><p>personalidades é essencial para desenvolver a gestão das emoções e fomentar</p><p>a harmonia no grupo-classe.</p><p>Afinal de contas, assim é o mundo real: exige tolerância, resiliência,</p><p>autoconfiança, respeito, gestão de conflitos, limites. Por isso, é importante</p><p>explicar aos estudantes o objetivo desse exercício e dizer que os esforços</p><p>conjuntos bem-sucedidos são um alicerce para que consigam ter êxito ao</p><p>trabalhar com outras pessoas em tarefas futuras, sobretudo no âmbito</p><p>profissional.</p><p>Como você pôde perceber, o desenvolvimento do pensamento crítico está</p><p>diretamente ligado às habilidades socioemocionais e à gestão das emoções.</p><p>Pelo fato de não ser um trabalho meramente técnico, cada estudante traz uma</p><p>bagagem particular de experiências, aptidões e inseguranças, as quais</p><p>influenciam seu comportamento, a maneira de enxergar o mundo e as outras</p><p>pessoas, a ponto de comprometer positiva ou negativamente suas habilidades</p><p>de raciocínio.</p><p>https://escoladainteligencia.com.br/aprenda-a-usar-as-habilidades-socioemocionais-na-gestao-de-conflitos-na-escola/</p><p>https://escoladainteligencia.com.br/blog/habilidades-sociais/</p><p>Busque fontes de embasamento para</p><p>exposições e argumentações</p><p>Para que seja possível não só refletir e questionar, mas fazer isso com certa</p><p>propriedade ou embasamento, é fundamental consultar materiais de qualidade.</p><p>Por isso, a dica é recomendar livros, documentários, artigos e</p><p>outros recursos que possam ser usados em debates, conversas e demais</p><p>interações em que se espera o desenvolvimento de ideias e análises.</p><p>Atualmente, com mídias sociais, mecanismos de pesquisas, serviços de</p><p>streaming, entre outros recursos na Internet, ficou mais fácil para as pessoas</p><p>encontrarem conteúdos que tenham algum tipo de conhecimento. Basta</p><p>incentivar isso e, até mesmo, solicitar que os materiais que serão consultados</p><p>possam ficar a cargo dos alunos, a fim de que eles encontrem conteúdos de</p><p>qualidade e depois os compartilhem em sala de aula.</p><p>Defina o tema e o foco da discussão</p><p>É importante que se delimite o foco, o tema ou o assunto nas atividades que</p><p>se propõem a desenvolver o pensamento crítico. Isso não significa limitar os</p><p>pontos de vista, tampouco “puxar” o que é debatido para um lado previamente</p><p>escolhido. Na verdade, a ideia é permitir que se debatam diferentes aspectos de</p><p>algum conteúdo, porém evitando divagações, “fugas” do escopo proposto e</p><p>certa superficialidade.</p><p>Isso é importante, especialmente, no desenvolvimento de dissertações que têm</p><p>o intuito de preparar os alunos para vestibulares e o Exame Nacional do</p><p>Ensino Médio (Enem), que sair do tema pode prejudicar a nota do estudante.</p><p>Além do mais, manter o foco é um desafio atualmente, uma vez que há várias</p><p>distrações tecnológicas e comportamentais que acometem crianças,</p><p>adolescentes e até adultos no dia a dia.</p><p>Diversifique suas aulas e suas</p><p>abordagens</p><p>Tente variar o formato e o conteúdo das suas aulas, a fim de evitar que os</p><p>alunos fiquem entediados e cansados com as mesmas atividades sendo feitas</p><p>constantemente. Nesse caso, experimente:</p><p>implementar debates com constituição de “times” que se alternam;</p><p>https://escoladainteligencia.com.br/blog/a-hora-da-prova-chegou/</p><p>https://escoladainteligencia.com.br/blog/a-hora-da-prova-chegou/</p><p>mudar o tema de redações;</p><p>fazer jogos e atividades lúdicas;</p><p>exibir filmes distintos e, mais: episódios de séries, animes, documentários;</p><p>realizar a leitura de capítulos de livros e solicitar relatórios de leitura;</p><p>pedir resenhas críticas de obras, entre outras.</p><p>Preze pela honestidade nos debates</p><p>É comum que os alunos não tenham tanta experiência em relação à ética</p><p>argumentativa e outros princípios que norteiam bons debates, de modo que</p><p>podem cometer equívocos conceituais e formais na hora de argumentarem. Por</p><p>exemplo, ao empregarem excessivamente falácias, conceitos mal formulados,</p><p>justificativas sem coesão, coerência ou lógica etc. Se os ânimos se acirrarem,</p><p>até mesmo termos ofensivos podem ser ditos.</p><p>Nesse caso, é preciso estimular ainda mais a educação socioemocional para</p><p>gerir as emoções, orientar para que eles busquem apresentar suas ideias da</p><p>melhor forma possível, bem como analisar as dos colegas com respeito.</p><p>Também estimule para que busquem entender as ideias opostas sem que</p><p>tentem apresentá-las sob óticas que não condizem com elas e com a forma</p><p>como foram abordadas. Ou seja, evitar a “falácia do espantalho”.</p><p>Muitas vezes, os próprios educadores precisam ter cuidado para não</p><p>fazerem isso, exercendo suas influências nos alunos de modo a silenciar ideias</p><p>distintas às deles. Nesse caso, é importante desenvolver autoconsciência</p><p>para identificar atitudes exageradas de cerceamento de opiniões, censura e</p><p>outras ações que podem prejudicar o desenvolvimento da expressão e do</p><p>pensamento crítico dos estudantes.</p><p>Com as dicas apresentadas,</p><p>você terá mais meios de estimular o pensamento</p><p>crítico nos alunos. Nesse caso, uma dica é buscar metodologias que possam</p><p>ajudar a desenvolver competências extras que sirvam de apoio ou</p><p>complemento, como o Programa Escola da Inteligência (EI).</p><p>Por acreditar no poder que as emoções têm na formação integral das pessoas, o</p><p>Dr. Augusto Cury, psiquiatra e autor da Teoria da Inteligência Multifocal, idealizou</p><p>esse programa. O objetivo é fortalecer a educação socioemocional no ambiente</p><p>escolar, a fim de promover mais qualidade de vida e bem-estar psíquico a todos</p><p>os envolvidos.</p><p>Quer mais orientações, dicas e conhecimentos para estimular o</p><p>desenvolvimento emocional, o aprimoramento nas relações interpessoais e o</p><p>https://escoladainteligencia.com.br/blog/programa-escola-da-inteligencia/</p><p>https://escoladainteligencia.com.br/educacao-socioemocional-no-ambiente-escolar/</p><p>https://escoladainteligencia.com.br/educacao-socioemocional-no-ambiente-escolar/</p><p>autocontrole em crianças e jovens? Leve para a sua escola o Programa Escola</p><p>da Inteligência!</p><p>https://conteudos.escoladainteligencia.com.br/leve-a-ei-para-sua-escola</p><p>https://conteudos.escoladainteligencia.com.br/leve-a-ei-para-sua-escola</p>

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