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E aí, galera da psicopedagogia, preparados para começar essa jornada incrível? Chegou a hora de mergulharmos de cabeça na primeira unidade, e o que temos pela frente é de tirar o fôlego! Vamos desbravar os mistérios da Psicopedagogia, começando com as "Noções Gerais da Psicopedagogia". E não para por aí, não! Na sequência, vamos desvendar os bastidores dos "Atendimentos Psicopedagógicos". É informação que não acaba mais, é aprendizado que vai transformar nossa visão sobre educação e desenvolvimento. Bora lá, porque essa jornada promete ser um verdadeiro espetáculo de conhecimento! 🧠📚 Aula 1 - Noções Gerais da Psicopedagogia Aula 2 - Desvendando os Atendimentos Psicopedagógicos Fundamentos da Psicopedagogia - Unidade I Noções Gerais A Psicopedagogia é uma área de estudos que transita entre a Psicologia e a Pedagogia com o intuito de discutir problemas de aprendizagem, a partir do entendimento de como funcionam as estruturas mentais. Defende-se que esse entendimento pode contribuir para o desenvolvimento do pensar, do raciocínio e do modo como o sujeito percebe e aprende os conceitos para produzir conhecimento. Na atualidade, os desafios surgidos nas instituições escolares para superar dificuldades de aprendizagem são continuamente discutidos por professores, coordenadores, orientadores e gestores escolares, na tentativa de compreender como a construção de conhecimentos se processa, que caminhos alternativos podem ser utilizados para vencer as demandas surgidas nas salas de aula. AULA 1 DE 2 Aula 1 - Noções Gerais da Psicopedagogia O Q U E É ? O T R AB AL H O F E I T O P E L O P S I C O P E D AG O G O P E D AG O G I A E P S I C O L O G I A O Q U E É ? O T R AB AL H O F E I T O P E L O P S I C O P E D AG O G O P E D AG O G I A E P S I C O L O G I A Assim, o psicopedagogo busca respostas possíveis para entender o que gera a dificuldade de aprender e como superá-la. Muitas vezes, parece que o sujeito em contato com o processo de ensino e aprendizagem não conclui o processo, de modo a assimilar o conhecimento por meio de novas categorias mentais. Mas, como o psicopedagogo faz esse trabalho? 🧐 As análises feitas no campo da Psicopedagogia se pautam para responder à essas questões baseada em fundamentos da Pedagogia e da Psicologia, uma vez que não possui estatuto de ciência, mas justifica sua pertinência ao discutir a aprendizagem apoiada em estudos que preveem como funciona a mente humana. Portanto, o objeto de estudo da Psicopedagogia se volta para as dificuldades de aprendizagem causadas por duas vertentes possíveis: limitações patológicas, mais próximas da Psicologia e, portanto, entendidas como problemas internos (físicos, emocionais) ou por questões ligadas às práticas pedagógicas que, muitas vezes, não são apropriadas para promover a aprendizagem e se configura em causas externas (metodologias, recursos e estratégias inadequadas), mais próximas, assim, da ciência pedagógica. Na tentativa de encontrar respostas, a Psicopedagogia surge com o objetivo de superar a divisão entre Pedagogia e Psicologia, de modo a contribuir para a superação das demandas surgidas nas relações do sujeito com o conhecimento. É possível dizer que começa a se estabelecer diálogos entre duas ciências que visam contribuir para resolução de problemas que interferem na trajetória de constituição dos sujeitos, uma vez que a formação é um diferencial importante. O que faz? Na atualidade, a Psicopedagogia parte do pressuposto de que todos somos sujeitos cognoscentes, ou seja, todos somos capazes de conhecer e aprender. No entanto, não O Q U E É ? O T R AB AL H O F E I T O P E L O P S I C O P E D AG O G O P E D AG O G I A E P S I C O L O G I A conhecemos e aprendemos pelos mesmos caminhos e assim, o argumento patológico perde força em detrimento do argumento de que, a partir de metodologias, espaços e tempos apropriados, todos podem aprender. Para justificar tal posicionamento a Psicopedagogia defende que o sujeito cognoscente, ou seja, aquele capaz de aprender é constituído de três dimensões: racional, relacional e desiderativa, das relações entre as três e do contexto cultural. De qualquer maneira, para além das dificuldades, o que tem se sobressaído nas discussões da Psicopedagogia é a aprendizagem: (...) entretanto passa-se a valorizar a amplitude do fenômeno educacional" e mais intensamente a relação do A partir dos anos de 2000, na busca de sustentar os argumentos citados, as discussões na Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp) têm privilegiado abordagens que incluem a diversidade cultural, a complexidade das relações do sujeito com o conhecimento, as subjetividades presentes na trajetória histórica que culminam em interesses de aprendizagem diferenciados, além das exigências que envolvem protagonismo e autonomia impostas ao sujeito que aprende. Então, precisamos refletir sobre como o psicopedagogo trata esses desafios? Que ferramentas têm à sua disposição para responder a essas demandas? 🤔 Tais apontamentos indicam uma ação “interdisciplinar” para a Psicopedagogia que se desenvolve nos âmbitos clínicos e institucionais. Na área clínica atua com sujeitos que apresentam quadros provenientes de traumas, bloqueios e ocorrências que, por motivos diversos, podem causar dificuldades de aprendizagem. Leitura direto da fonte sujeito com a aprendizagem. Considera-se assim o contexto, a situação e as interações realizadas pelo aprendiz durante o processo de ensino e aprendizagem. Diante destes referenciais é que a ação psicopedagógica será proposta e desenvolvida (PERES, OLIVEIRA, 2007, p. 116). Capa do livro Prepare-se para uma jornada única de autodescoberta com os mestres da Programação Neurolinguística (PNL), Steve e Connirae Andreas. Em seu livro, eles revelam métodos eficazes para enfrentar uma ampla gama de desafios da vida, desde medos e fobias até questões como relacionamentos, autoestima, e tomada de decisões. Explore sessões de PNL cativantes, onde as pessoas aprenderam a identif icar e remodelar padrões de pensamento de maneira positiva. Este livro respeita seus valores e integridade, oferecendo soluções práticas para uma transformação pessoal signif icativa. Embarque nesta jornada e descubra como a PNL pode ser a chave para desbloquear seu verdadeiro potencial. Não perca a chance de explorar o fascinante mundo da Programação Neurolinguística! Acesso ao Livro na Bibliot eca Virt ual UniFECAF Para acessar o livro e realizar a leitura clique no botão ao lado. ACES S AR O LIVRO Leitura Recomendada Curioso para entender por que o professor-psicopedagogo está nas escolas e qual é a sua real contribuição no aprendizado? Este estudo mergulha nesse universo, revelando sua função e explorando se suas ações realmente impactam as dificuldades de aprendizagem dos alunos. Acesse agora e descubra os segredos por trás do cenário educacional! Prof essor-psicopedagogo.pdf 313.7 KB Referência bibliográfica do art igo POTTKER, Caroline Andréa; LEONARDO, Nilza Sanches Tessaro. Professor Psicopedagogo: O que este profissional faz na escola. Revista Quadrimestral da Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional, SP. Volume 18, Número 2, Maio/Agosto de 2014, https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/207757 https://articulateusercontent.com/rise/courses/jHQCnl0En0pAIayLGT90ae0FZ1Eg1RtO/SxwS-oNR05jafP04-Professor-psicopedagogo.pdf Fi n a l i z a r L i ç ã o 😎 Sintonia do Saber Embarquem conosco nesta jornada sonora, onde exploramos as intricadas teias da psicopedagogia. Este é o espaço onde a reflexão se encontra com a prática, desvendando os caminhos que conduzem ao sucesso no atendimento psicopedagógico. Então, ajuste seus fones de ouvido e permita que as "Reflexões Psicopedagógicas" guiem sua jornada de entendimento e descoberta. AULA 2 DE 2 Aula 2 - Desvendando os Atendimentos Psicopedagógicos Atendimentos na Psicopedagogia Nos atendimentos busca-se compreender as razões desses fenômenose combinar procedimentos que levem a superação ou minimização dos problemas em questão. Nesse âmbito há uma preocupação com a saúde mental do sujeito e, atua-se de modo terapêutico para buscar novas condutas diante do processo de ensino e aprendizagem. Por outro lado, a Psicopedagogia Institucional atua no âmbito das instituições com a preocupação de analisar os processos desenvolvidos e o quanto se mostram pertinentes no trato com os sujeitos para o desenvolvimento de suas ações. Podcast Dialogando com a Psicopedagogia - EP. 5 - UNINTPodcast Dialogando com a Psicopedagogia - EP. 5 - UNINT…… https://www.youtube.com/watch?v=qjVeECTyTYo Atua, assim, com ações de caráter preventivo, de modo que as práticas possam mobilizar os sujeitos à participação nos processos com o sucesso esperado. Na educação atua conjuntamente com os responsáveis pelo desenvolvimento de práticas que priorizem atividades que envolvam participação, protagonismo e autonomia do sujeito para que se sinta parte das ações oferecidas no ato educativo. Registra-se ainda, a atuação de psicopedagogos que atuam em grupos familiares, em instituições hospitalares, empresariais, entre outras. Nesses casos, o profissional pode atuar em consultorias, assessorias e/ou ser contratado como membro permanente da equipe. Há ainda, profissionais contratados por instituições escolares para atuar junto aos alunos em sala de aula e desenvolver um trabalho compartilhado com professores que parte da observação para depois, promover intervenções e/ou ações preventivas que visam garantir o sucesso do processo de ensino e aprendizagem. Em face das contribuições da ação psicopedagoga nas instituições escolares é importante ressaltar que o trabalho com alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem faz emergir situações de vulnerabilidade social que implicam intervenções que extrapolam os muros da escola. Muitas vezes, o Conselho Tutelar é chamado a participar de providências necessárias para, ao menos, minimizar determinadas situações. Ao discutir a ação do psicopedagogo no Brasil, Bossa (2010) afirma que: Neste sentido, a expectativa de trabalho com o professor – psicopedagogo, se torna uma alternativa, se considerarmos que esse profissional já apresenta um diferencial que reside na formação continuada. A isto acrescentamos a expectativa de que ele também apresente uma sensibilidade maior para o desenvolvimento de uma prática diferenciada, que não ignora as possíveis dificuldades dos seus alunos, mas que diante dela, trabalha à partir das possibilidades do mesmo PERES, OLIVEIRA, 2007, p. 129). Cabe ao psicopedagogo perceber eventuais perturbações no processo aprendizagem, participar da dinâmica da comunidade educativa, favorecendo a integração, promovendo orientações metodológicas de acordo com as características e particularidades dos indivíduos do grupo, realizando processos de orientação. (BOSSA, 2010, p. 23). Portanto, os desafios se mostram em diferentes níveis de atuação e na contabilização dos elementos que favorecem a aprendizagem conta não só os elementos internos à escola, como também elementos externos ligados à vida cotidiana dos sujeitos. Tal cenário gera, muitas vezes, situações de impotência para os profissionais envolvidos. Nesse sentido, cabe ao psicopedagogo apontar ações preventivas e assessorar a equipe escolar quanto aos problemas que desafiam o desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem no contexto das escolas. Em algumas situações além da colaboração do aluno e da escola, a análise deve buscar fatores implicados na família e na sociedade. Os aspectos socioculturais, por exemplo, são em muitos casos, decisivos para planejar o atendimento necessário, uma vez que há casos em que se encara esse tipo de atendimento como patológico, ou seja, há o entendimento de que se fala de uma doença e isso provoca atitudes de negação, sobretudo nas famílias. Step 1 Na ocorrência de situações desse tipo, há outra demanda: conscientizar as famílias e a comunidade que o atendimento psicopedagógico é complementar à ação pedagógica na sala de aula e atua como facilitador das relações do aluno com o conhecimento. Além disso, é preciso explicitar que os atendimentos prestados também funcionam como prevenção à situações de fracasso no processo de ensino e aprendizagem. Em outras situações o psicopedagogo é visto pela escola, família e comunidade como aquele capaz de resolver todos os impasses sofridos nos processos de aprender, fato que gera a necessidade de expor que a análise psicopedagógica deve ser construída coletivamente. Step 2 Esse olhar global que considera todas as variáveis no contexto escolar é o caminho mais promissor para que se possa visualizar os entraves que impedem o sucesso dos alunos e construir caminhos possíveis que, por meio das pistas apresentadas na análise inicial, contribuam para a superação/minimização dos problemas enfrentados pela escola. As posturas exigidas para a escolarização na atualidade apontam para uma formação integral do sujeito que orienta as práticas para um “fazer pedagógico” que considere aspectos contextuais, culturais e socioeconômicos de modo a articular a produção de conhecimentos com a produção de sentidos. Step 3 Gonzáles Rey (2003) ao discutir as noções de sujeito e subjetividade afirma que as criações humanas são produtoras de sentido que expressam de forma singular complexos processos da realidade que estão subordinados ao mundo em que o sujeito vive, também de maneira singular. Tais sentidos são ligados às experiências vividas e aos elementos subjetivos presentes na vida cotidiana dos sujeitos. Como então articular a construção de conhecimentos à sentidos pertinentes? Certamente é uma questão de difícil definição, mas o que se pode dizer é que não existe uma receita pronta, cabe aos envolvidos no processo educacional considerar as O atendimento a essas propostas deve ser feito pelas instituições escolares e, certamente, contar com as análises psicopedagógicas permitirá incluir no planejamento de ações diferentes olhares que contribuirão para o entendimento dos desafios e os possíveis caminhos de solução. É preciso compreender que se trata de encaminhamentos ímpares baseados na realidade de um cenário situado com características singulares e que, por isso mesmo, exigem soluções que respondam às demandas locais. É por meio das práticas pedagógicas que se materializam ações capazes de dar sentido às aprendizagens. Na prática pedagógica, é essencial que se considere as relações entre produção escolar e as oportunidades reais que a sociedade dá às diversas classes sociais. A escola e a sociedade não podem ser vistas isoladamente, pois o sistema de ensino (público ou privado) reflete a sociedade na qual está inserido. Observa-se que alunos de baixa renda ainda são estigmatizados, na questão do aprendizado, como deficientes (OLIVEIRA, 2019). variantes contextuais e promover práticas pedagógicas inclusivas que deem sentido às atividades propostas. Transpor barreiras no atendimento psicopedagógico representa a possibilidade de potencializar práticas pedagógicas que, gradativamente, ofereçam formação humanizada e coerente com as expectativas daquele que aprende. Devem ser propostas operacionais, ou seja, de fácil realização no contexto considerado, de modo a constituir laços identitários entre a escola e a comunidade de vida do sujeito. Ainda nessa reflexão inicial sobre os fundamentos da Psicopedagogia vale ressaltar as orientações para a formação de psicopedagogos. Segundo Noffs (2016): Tal afirmação se dá em função de abordagens críticas no que se refere ao estatuto da psicopedagogia, os profissionais da área têm atuado no sentido do reconhecimento da área de estudos, bem como da regulamentação da profissão de psicopedagogo. (...) embora a Constituição Brasileira de 1988 garanta o livre exercício de qualquer trabalho ou profissão, há necessidade de se regularizar projetos que já existemno mercado de trabalho com a intenção de possibilitar maior segurança para as pessoas que procuram esse serviço, assim como assegurar às pessoas formadas o direito de exercer as atividades para as quais foram formadas, além de estabelecer direitos e responsabilidades para tal desempenho (NOFFS, 2016, p. 118). Saiba mais Tá a fim de desbravar o mundo ético da Psicopedagogia? Então cola aqui! O Código de Ética é tipo o mapa do tesouro, guiando os profissionais com dicas sobre princípios, valores, e aquela boa conduta profissional. E olha, não é só isso não, ele também manda as regras do jogo pros psicopedagogos na Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp). Bora entender por que conhecer essas diretrizes é mais importante que o café da manhã? Vem com a gente nessa jornada pelo Código de Ética e fortaleça seu jogo na Psicopedagogia. Curioso? Dá um clique pra saber mais e sair na frente na sua prática profissional! 🌟 Nas próximas unidades t rat aremos das mudanças e permanências na área da Psicopedagogia, bem como sobre os desdobrament os no cenário cient ífico e social, de modo a promover discussões que avancem na compreensão necessária para o est abeleciment o de direit os e responsabilidades. Noffs (2016) defende ainda, a necessidade da formação inicial e permanente de profissionais que possam atuar na área de pesquisa e enriquecer o conhecimento científico, por meio de pesquisas que tenham como foco a aprendizagem, a partir de uma visão interdisciplinar. Em suas discussões, a autora considera que a falta de regulamentação da Psicopedagogia não impediu sua legitimação, fato que aponta a importância e o reconhecimento desse trabalho por parte da sociedade. Indicação de Filme Separamos uma indicação incrível para se apronfundar cada vez mais nessa disciplina. Bora assistir? 🎬🍿 Filme: Uma advogada extraordinária Plataforma: Netflix Faça o download do conteúdo dessa unidade: ABPPPARA VIEW ON ABPPPARA Loading… Page 1 of 5 Código de Ética da Psicopedagogia O Código de Ética tem o propósito de estabelecer parâmetros e orientar osprofissionais da Psicopedagogia brasileira quanto aos princípios, normas e valoresponderados à boa conduta profissional, estabelecendo diretrizes para o exercício daPsicopedagogia e para os relacionamentos internos e externos à ABPp – AssociaçãoBrasileira de Psicopedagogia.A revisão do Código de Ética é prevista para que se mantenha atualizado com asexpectativas da classe profissional e da sociedade. Capítulo I – Dos princípios Artigo 1o A Psicopedagogia é um campo de atuação em Educação e Saúde que se ocupado processo de aprendizagem considerando o sujeito, a família, a escola, a sociedade e ocontexto sócio-histórico, utilizando procedimentos próprios, fundamentados emdiferentes referenciais Page 1 / 5 https://www.abpppara.com.br/ https://drive.google.com/viewerng/viewer?url=https%3A//www.abpppara.com.br/wp-content/uploads/2012/03/C%25C3%25B3digo-de-%25C3%2589tica-%25C3%25BAltima-revis%25C3%25A3o-Simp%25C3%25B3sio.pdf&embedded=true BAIXAR CONTEÚDO DA UNIDADE.pdf 4.6 MB https://articulateusercontent.com/rise/courses/jHQCnl0En0pAIayLGT90ae0FZ1Eg1RtO/0Nx8pU9826dVDWKM-BAIXAR%2520CONTE%25C3%259ADO%2520DA%2520UNIDADE.pdf