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<p>Emissões Otoacústicas</p><p>• A presença de uma energia acústica produzida na</p><p>cóclea, de forma espontânea ou evocada por um</p><p>estímulo sonoro.</p><p>• Essa energia foi denominada Emissões Otoacústicas.</p><p>(KEMP, DT. 1978)</p><p>• Quais são os mecanismos</p><p>fisiológicos necessários para</p><p>geração das Emissões</p><p>Otoacústicas?</p><p>Orelha</p><p>• É o órgão sensível aos sons e aos efeitos</p><p>da gravidade e movimento.</p><p>Orelha Média</p><p>• Quais tipos de alterações da OM podem interferir no resultado</p><p>das Emissões Otoacústicas?</p><p>Função: Amplificação da</p><p>energia sonora.</p><p>• Trata- se de uma “bolsa” preenchida por ar, que</p><p>comunicase com a nasofaringe através da tuba auditiva.</p><p>A OM também faz parte do sistema respiratório e com</p><p>este compartilha a mesma mucosa, o que representa uma</p><p>unidade funcional e patológica na maioria dos casos de</p><p>patologias de via aérea superior.</p><p>Por isso, a abordagem fonoaudiológica deve incluir, de</p><p>forma sistemática, interrogatório direcionado ao nariz, faringe</p><p>e laringe.</p><p>Membrana timpânica</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>ORELHA EXTERNA</p><p>• Formada pelo pavilhão e meato acústico externo</p><p>(MAE) e parte externa da membrana timpânica</p><p>• Amplifica os sons na faixa de 1500 a 7000Hz.</p><p>Meato acústico externo</p><p>Apresenta medidas variadas</p><p>• Qual tipo de obstrução pode interferir a captação das</p><p>Emissões Otoacústicas no MAE?</p><p>• Tubo em forma de “S</p><p>• 1 a 1,5 cm no recém-nascido</p><p>• 1,5 cm na criança</p><p>• 2,5 a 3,0 cm no adulto</p><p>Rolha de cerume</p><p>• Diagnóstico: otoscopia.</p><p>• Tratamento: remoção do tampão de cerume</p><p>(lavagem, estiletes, aspiração ou gotas tópicas</p><p>solventes).</p><p>• Complicações: perfuração da MT, otite externa</p><p>aguda difusa e laceração traumática da pele do CAE.</p><p>(Blake)</p><p>Tuba Auditiva (Funções:</p><p>• Equalização da pressão (ambiente e caixa timpânica).</p><p>• Drenagem de secreções “normais” ou decorrentes de</p><p>patologias da OM.</p><p>A correta ventilação da Orelha média permite que a</p><p>membrana timpânica fique solta para vibrar. (A abertura</p><p>ocorre durante o bocejo, deglutição e espirro).</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>_</p><p>·Enquanto as orelhas externa e média estão mais</p><p>relacionadas à transmissão do som a orelha interna</p><p>contém o órgão da audição e do equilíbrio</p><p>Orelha interna</p><p>Responsável pela decodificação do sinal sonoro.</p><p>Formada por escavações no osso temporal, cobertas</p><p>por membranas e preenchida por líquido.</p><p>LABIRINTO ÓSSEO</p><p>• CÓCLEA ( labirinto anterior), responsável pela audição.</p><p>• VESTÍBULO e CANAIS SEMICIRCULARES (labirinto</p><p>posterior), responsáveis pelo equilíbrio.</p><p>- CÓCLEA</p><p>• A cóclea comunica com a orelha média através de</p><p>dois orifíciosfechados por membranas:</p><p>✓ janela oval localizada junto à base da rampa</p><p>vestibular e sobre a qual se articula o estribo</p><p>✓ janela redonda que limita a base da rampa</p><p>timpânica e que serve escape de pressão.</p><p>• Órgão sensorial auditivo capaz de gerar e detectar</p><p>sons.</p><p>ÓRGÃO DE CORTI</p><p>•Posicionado sobre a membrana</p><p>basilar, é composto de:</p><p>•Membrana Tectória</p><p>•Celúlas Cilicadas Externas</p><p>(CCE)</p><p>•Células Ciliadas Internas (CCI)</p><p>• Rampa média ( canal coclear) – contém a</p><p>Membrana Basilar</p><p>. • Membrana Basilar possui o órgão de Corti.</p><p>• Base: CCE - Curtas e rígidas: Altas frequências.</p><p>• Ápice: CCE - Longas e flexíveis: Baixas</p><p>frequências.</p><p>CÉLULAS</p><p>CILIADAS</p><p>EXTERNAS</p><p>• Têm formato cilíndrico, dispostas em três fileiras externas ao</p><p>longo do órgão de Corti.</p><p>• O número desse tipo de células pode variar entre 12000 a</p><p>16000 e possuem uma seletividade de frequência sonora, com 12</p><p>μm de diâmetro.</p><p>• Os estereocílios estão organizados no ápice da célula, em forma</p><p>de “W”.</p><p>• Estão relacionadas com a amplificação mecânica do som,</p><p>possuindo função motora.</p><p>• Graças às proteínas contráteis, que possibilitam a expansão e</p><p>o encurtamento do corpo destas células o que faz com que o</p><p>padrão de movimentação das membranas basilar e tectória</p><p>sejam alterados.</p><p>•Estas células NÃO transmitem informações ao córtex e</p><p>correspondem de 5% a 10% do nervo auditivo.</p><p>• As células ciliadas possuem uma resposta mecano-elétrica que</p><p>depende da frequência sonora e de sua posição na membrana</p><p>basilar. Desencadeadas pelas vibrações da perilinfa, as</p><p>vibrações mecânicas provocam a deflexão mecânica do feixe de</p><p>estereocílios, que se conectam entre si e, assim, fazem a</p><p>transdução.</p><p>Esse estímulo ocasiona uma despolarização das células</p><p>ciliadas internas (os canais catiônicos são abertos, com a</p><p>entrada de potássio), e assim, há desbloqueio de</p><p>neurotransmissores e a elaboração de mensagem sonora</p><p>através de um impulso elétrico, que é transmitida ao sistema</p><p>nervoso central.</p><p>Uma maior amplitude de vibração devido a um som com maior</p><p>intensidade, irá provocar uma maior frequência dos disparos</p><p>na terminação nervosa, e mais células ciliadas externas serão</p><p>estimuladas.</p><p>Essa transformação da vibração sonora em mensagem</p><p>nervosa é levada para o cérebro onde será interpretada</p><p>Resumindo</p><p>Órgão de Corti</p><p>• No Homem existem cerca de 3 500 CCIs e 12 500</p><p>CCEs.</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>_</p><p>CÉLULAS CILIADAS</p><p>EXTERNAS</p><p>Esse mecanismo das CCE o é</p><p>responsável pelas propriedades</p><p>não lineares da cóclea, ou seja,</p><p>ele faz com que a membrana</p><p>basilar se movimente de</p><p>maneira não linear, tanto em</p><p>relação a Frequência como</p><p>Intensidade:</p><p>Tonotopia coclear</p><p>·Diz respeito à seletividade frequencial, ao ou seja qual</p><p>região da cóclea é estimulada de acordo com a</p><p>frequência incidente</p><p>1- Transdução Mecanoelétrica das CCE</p><p>Evidência científica</p><p>• Experimentos em cobaias demonstraram que as</p><p>EOA foram suprimidas apenas na ausência das</p><p>CCE, e não as CCI. ( DURANTE, 2015)</p><p>Células Ciliadas</p><p>Fisiologia da Cóclea Ativa</p><p>• 1- Transdução Mecanoelétrica das CCE</p><p>• Ocorre vibrações mecânicas pelo deslocamento</p><p>da perilinfa.</p><p>• Os estereocílios deslocam-se.</p><p>• Ocorre a abertura dos canais de potássio (K+) e</p><p>entradas dos íons.</p><p>• Ocorre a despolarização ( excitação) das CCE,</p><p>provocando os potenciais microfônicos cocleares.</p><p>• Ocorre na fase da frequência sonora</p><p>estimulante.</p><p>Distribuição das frequências</p><p>• Percebidos na base da cóclea, junto à janela oval</p><p>• Percebidos no meio da cóclea</p><p>• Percebidos no ápice da cóclea, junto ao helicotrema</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>_</p><p>Emissões Otoacústicas (EOA)</p><p>Definição: Produção de energia acústica na cóclea, que se</p><p>propaga na orelha média até alcançar o meato acústico</p><p>externo (MAE).</p><p>Essa energia sonora pode ser captada no MAE, na presença</p><p>ou ausência de estímulo acústico. Sua presença indica</p><p>função coclear normal.</p><p>A captação ocorre</p><p>com o auxílio de</p><p>equipamento</p><p>específico, através</p><p>de uma sonda,</p><p>adaptada no MAE.</p><p>Relevância Clínica</p><p>As Emissões Otoacústicas propiciam ao audiologista clínico</p><p>um importante instrumento para avaliação objetiva do Sistema</p><p>Auditivo Periférico. (AZEVEDO, 2003)</p><p>Utilizada no diagnóstico de alterações auditivas e para estimar</p><p>a não linearidade da cóclea. ( FIORINI,2014)</p><p>• É uma medida eletroacústica e não constitui um teste direto</p><p>da audição.</p><p>• Fornece informações sobre parte do sistema auditivo.</p><p>• Teste da função coclear, das células ciliadas externas.</p><p>*Eletroacústica ( conversão de sinal acústico em sinal elétrico,</p><p>captados com microfone sonda). ( DURANTE, 2015)</p><p>Geração das Emissões Otoacústicas</p><p>• Quando a energia mecânica (estímulo evocador), encontra os</p><p>refletores (CCE), ela volta na direção da orelha média e externa,</p><p>podendo ser captada através de um equipamento. ( DURANTE,</p><p>2015)</p><p>Características-EOA</p><p>Pré-neurais</p><p>A latência é inversamente proporcional a frequência.</p><p>São vulneráveis a agentes que danificam a cóclea</p><p>Classificação:</p><p>ESPONTÂNEAS Foram as primeiras a serem descobertas.</p><p>Registradas na ausência de estímulos.</p><p>São sons de banda estreita.</p><p>Presente em 60% dos adultos com limiares normais.</p><p>Tem grande variabilidade na distribuição da frequência ( 500</p><p>a 6000Hz).</p><p>Não tem aplicabilidade clínica.</p><p>EVOCADAS</p><p>• Transientes</p><p>• Produto de</p><p>distorção</p><p>Emissões Otoacústicas Evocadas Transientes</p><p>• São evocadas por estímulo acústico breve e que abrange</p><p>ampla gama de frequências (clique).</p><p>• São registradas em 100% dos indivíduos com limiares</p><p>auditivos normais.</p><p>• A captação das EOAT ocorre por reflexão da resposta das</p><p>CCE ao MAE.</p><p>• Estão presentes em perdas auditivas de até 30 dB</p><p>(frequências testadas).</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>_</p><p>Equipamentos</p><p>EOAT- Triagem em RN</p><p>1) Estado de consciência do RN deve ser tranquilo.</p><p>2) Orelha externa sem vérnix.</p><p>RECOMENDAÇÕES PARA COLETA DAS EMISSÕES</p><p>OTOACÚSTICAS -</p><p>Local de coleta com ruído ambiental menor que</p><p>50/55dBA</p><p>-Calibração semanal da sonda</p><p>- Calibração anual do equipamento (Resolução CFFa</p><p>553, de 2 de outubro de 2019).</p><p>Emissões Otoacústicas Transientes (</p><p>EOAT)</p><p>Gerador de sinal</p><p>Transdutor</p><p>Microfone-sonda</p><p>Amplificador</p><p>Filtros</p><p>Analisador de resposta</p><p>EOAT- Frequências testadas</p><p>Audiometria e EOAPD</p><p>Amplitude de Resposta</p><p>• Variação de acordo com a :</p><p>• Idade</p><p>• Sexo</p><p>• Lado da orelha ( orelha</p><p>direita)</p><p>• Nível de ruído externo e</p><p>interno</p><p>• (Tamanho do MAE -</p><p>ressonância - Integridade da</p><p>Cóclea, e presença das EOA</p><p>espontâneas). (Hall, J.W.</p><p>2000)</p><p>EOAT- Interpretação do resultado</p><p>F. – Frequência Testada.</p><p>P: Intensidade</p><p>TE– Emissões Otoacústicas</p><p>NF – Ruído</p><p>SN -Relação sinal/Ruído</p><p>Padrões de Normalidade UVA</p><p>EOAET e EOAEPD: Critério de normalidade relação</p><p>sinal/ruído(dB): ≥ 6dB.</p><p>GUIA DE ORIENTAÇÃO NA AVALIAÇÃO AUDIOLÓGICA</p><p>VOLUME II ELETROFISIOLOGIA E ELETROACÚSTICA,</p><p>2022. Fórum da Academia Brasileira de Audiologia -2022</p><p>Padrões de Normalidade</p><p>Relação sinal/ruído(dB):</p><p>EOAET: ≥ 3dB (1 e 1,5 KHz); ≥ 6dB (demais Frequências).</p><p>UNIFESP-2024</p><p>EOAET: ≥ 6dB (todas as frequências).ABA – 2022,</p><p>CFFA2022.</p><p>Critério passa - falha</p><p>Passar em três ou mais bandas de frequência.</p><p>Laudo</p><p>• Presença de EOAT, sugerindo função coclear normal.</p><p>• Ausência de EOAT, descrevendo as bandas em que</p><p>houve a ausência; sugerindo função coclear alterada na</p><p>ausência de alteração da orelha média.</p><p>• Presença de EOAT com amplitudes de resposta</p><p>inferiores ao padrão do equipamento (resposta inferior a</p><p>-10 dB em ruído negativo e relação sinal-ruído entre 3 e</p><p>6dB). Sugere-se nesse caso monitoramento com retorno</p><p>em 3 meses para afastar a disfunção coclear. UNIFESP,</p><p>2024</p><p>Laudo UVA</p><p>• Presença de EOAT, sugerindo função coclear normal.</p><p>Relação sinal/ ruído igual ou acima de 6dB.</p><p>• Ausência de EOAT, descrevendo as bandas em que</p><p>houve a ausência; sugerindo função coclear alterada na</p><p>ausência de alteração da orelha média. Relação</p><p>sinal/ruído menor do que 6dB. ABA – 2022, CFFA-2022.</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__Laudo - 1</p><p>• Presença de EOAT, sugerindo função coclear</p><p>normal, relação sinal/ruido ≥ 6dB, nas frequências de</p><p>1,5 e 2 KHz. Ausência de EOAT, relação sinal/ruido ≤</p><p>6dB, nas demais frequências testadas.</p><p>• Critério passa/falha: EOAT com resultado falha.</p><p>• EOAET ≥ 6dB (todas as frequências).ABA – 2022,</p><p>CFFA-2022.</p><p>Relação sinal/ruído nas bandas de frequência</p><p>• S/R: Igual ou maior a 6dB em todas as faixas etárias.</p><p>Laudo - 1</p><p>• Presença de EOAT, sugerindo função coclear</p><p>normal, relação sinal/ruido ≥ 6dB, nas frequências</p><p>de 1,5 e 2 KHz. Ausência de EOAT, relação</p><p>sinal/ruido ≤ 6dB, nas demais frequências testadas.</p><p>• Critério passa/falha: EOAT com resultado falha.</p><p>• S/R: ≥ 6dB em todas as faixas etárias. (DHAR</p><p>S,HALL JW, 2018)</p><p>Laudo - 1</p><p>• Presença de EOAT, sugerindo função coclear normal,</p><p>relação sinal/ruido ≥ 6dB, nas frequências de 2,5 KHz em</p><p>OD e 4,0 KHz em OD. Ausência de EOAT, relação</p><p>sinal/ruido ≤ 6dB, nas demais frequências testadas</p><p>bilateralmente.</p><p>• Critério passa/falha: EOAT com resultado falha.</p><p>• S/R: ≥ 6dB em todas as faixas etárias. (DHAR S,HALL</p><p>JW, 2018)</p><p>Emissões Otoacústicas (Eclipse)</p><p>Emissões Otoacústicas Transientes ( EOAT)</p><p>Principais características: (UNIFESP, 2024)</p><p>Emissões Otoacústicas Transientes (EOAT) UVA</p><p>Principais características: ABA.2022, CFFA. 2022</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>EOAT</p><p>EOAT- Interpretação do resultado</p><p>• Freq – Frequência Testada.</p><p>• Signal – Emissões Otoacústicas</p><p>• Noise – Ruído – ( -20 →+ 20)</p><p>• SNR -Relação sinal/Ruído</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>Emissões Otoacústicas Evocadas</p><p>• São evocadas por estímulo acústico tone burt</p><p>(frequência específica)</p><p>• São registradas em 100% dos indivíduos com</p><p>limiares auditivos normais.</p><p>• A captação das EOAPD ocorre por geração do</p><p>produto de distorção.</p><p>• Estão presentes em perdas auditivas de até 50 dB</p><p>(frequências testadas). (HALL,J.W.2000)</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>EOAPD</p><p>Emissões otoacústicas produto de distorção</p><p>(EOAPD)</p><p>• Critérios de Interpretação: Relação</p><p>sinal/ruído de 6 dB NPS para adultos e</p><p>crianças. ABA – 2022, CFFA-2022.</p><p>EOAPD- Interpretação do resultado</p><p>F – Frequência Testada. P1 e P2: Intensidades</p><p>DP– Emissões Otoacústicas</p><p>NF – Ruído SN -Relação sinal/Ruído</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>__</p><p>Resumindo</p><p>• Emissões Otoacústicas Evocadas avaliam a</p><p>integridade das CCE.</p><p>7• É necessário que orelha externa e média</p><p>estejam em perfeito estado de funcionamento</p><p>( sem obstruções).</p><p>• Para avaliação clínica é necessário a</p><p>utilização de um equipamento com microfone-</p><p>sonda para emitir o estímulo evocador e</p><p>captar as EOA.</p><p>• Na prática clínica são utilizadas as EOAT e</p><p>EOAPD</p>

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