Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

<p>Emyle Gabriela; Kassio Macedo; LarhyssaFernandes; Lucas</p><p>Oliveira; Maria Clara Miranda; Maria Eduarda Soares; Michelly</p><p>Gomes; Roque Vítor Cupertino; Zanon Filho</p><p>TÉCNICAS PARA COPROPARASITOLÓGICO NA VETERINÁRIA</p><p>Araguaína-TO</p><p>2023</p><p>Exame coproparasitológico</p><p>O exame coproparasitológico consiste em uma análise das fezes, de forma</p><p>macroscópica e microscópica, com a finalidade de detectar a presença de parasitas</p><p>(cistos, oocistos, ovos ou larvas). Dessa forma, é possível diagnosticar as</p><p>endoparasitoses intestinais causadas por helmintos (vermes), protozoários e</p><p>coccídeos. A inspeção macroscópica é realizada através da avaliação das</p><p>características físicas da amostra de fezes, assim como a coloração, o odor e o aspecto.</p><p>Além disso, quando o animal está sofrendo uma infestação por helmintos, a forma adulta</p><p>de cestoides (vermes chatos) e nematoides (vermes redondos) pode ser visualizada a</p><p>olho nu.</p><p>A coloração considerada normal para caninos e felinos é marrom, e</p><p>algumas alterações podem indicar alguma intercorrência no organismo, assim</p><p>como os exemplos a seguir:</p><p>• cor avermelhada: presença de sangue fresco nas fezes (hematoquezia);</p><p>• cor enegrecida/preta: presença de sangue digerido nas fezes (melena);</p><p>• cinza: problemas hepáticos ou insuficiência pancreática exócrina;</p><p>• pálida/branca: dieta com muito cálcio ou ingestão de corpo estranho.</p><p>Além disso a inspeção microscópica através de diferentes técnicas visa</p><p>identificar e quantificar os parasitas.Por isso, o exame coproparasitológico é uma</p><p>ferramenta muito importante para o diagnóstico e o tratamento adequado de</p><p>infestações por parasitas intestinais.</p><p>Tipos de análises</p><p>Para a realização de um exame coproparasitológico, são utilizados</p><p>diferentes métodos de preparação da amostra para sua consequente análise,</p><p>com o intuito de identificar a presença de oocistos, cistos de protozoários, ovos</p><p>ou larvas de helmintos. Dentre eles, temos:</p><p>• Análise direta;</p><p>• Técnica de flutuação (willis-mollay);</p><p>• Técnica de sedimentação (hoffmann, pons & janer);</p><p>• Técnica de coloração especial (ziehl-neelsen).</p><p>https://portalvet.royalcanin.com.br/saude-e-nutricao/trato-gastrointestinal/melena-e-hematoquezia/</p><p>https://portalvet.royalcanin.com.br/saude-e-nutricao/trato-gastrointestinal/insuficiencia-pancreatica-em-caes-e-gatos/</p><p>As infestações por endoparasitas estão entre as patogenias mais</p><p>corriqueiras e algumas são caracterizadas como zoonoses (doenças que podem</p><p>ser transmitidas entre animais e humanos). O exame coproparasitógico</p><p>possibilita a diferenciação dos parasitas intestinais, detectando infecções</p><p>isoladas ou concomitantes, e também permitindo a quantificação desses</p><p>microrganismos na amostra. Diversas enteroparasitoses podem ser</p><p>diagnosticadas, incluindo verminoses, protozooses e coccidioses, já que,</p><p>durante a análise da lâmina produzida a partir dos métodos de preparo do</p><p>material, pode-se detectar cistos, oocistos, ovos e larvas. Assim, podemos</p><p>identificar os seguintes agentes patológicos:</p><p>• Ancylostoma (cães e gatos);</p><p>• Toxocara (cães e gatos);</p><p>• Toxascaris leonina;</p><p>• Spirocerca lupi (cães);</p><p>• Strongyloides stercoralis (cães e gatos);</p><p>• Dipylidium caninum (cães e gatos);</p><p>• Echinococcus granulosus (cães);</p><p>• Uncinaria stenosephala (cães e gatos);</p><p>• Taenia (cães e gatos);</p><p>• Capillaria (cães e gatos);</p><p>• Multiceps multiceps (cães);</p><p>• Hydatigera taeniaeformes (gatos);</p><p>• Trichuris vulpis (cães e gatos);</p><p>• Giardia (cães e gatos);</p><p>• Entamoeba coli (cães e gatos);</p><p>• Isospora (cães e gatos);</p><p>• Cryptosporidium (cães e gatos);</p><p>• Neospora caninum (cães).</p><p>https://portalvet.royalcanin.com.br/guia-de-doencas/giardia-em-caes-e-gatos/</p><p>Exemplos de ovos de parasitas que afetam cães e gatos. Fonte: Parasitologia Veterinária,</p><p>2017.</p><p>Realização do coproparasitológico</p><p>a amostra deverá ser coletada em um animal com sinal clínico, suspeita</p><p>ou em acompanhamento, a forma de coleta deve ser sempre que possível direto</p><p>da ampola retal do animal. Caso não seja possível, a coleta pode ser feita das</p><p>fezes no chão, com os devidos cuidados para evitar contaminação.Para fazer os</p><p>testes, a quantidade de amostra necessária é muito pequena. Mas sempre tentar</p><p>coletar uma maior quantidade de diferentes pontos, para amostragens,</p><p>necessidades de repetições de diagnósticos etc. A amostra deve ficar</p><p>armazenada em refrigeração (não congelamento) até a hora de seu</p><p>processamento para que não se danifique.</p><p>Após a coleta e entrega das fezes no laboratório veterinário, o material</p><p>será preparado para a realização das análises descritas anteriormente.Dessa</p><p>forma, pode-se dar sequência à análise direta, que consiste na diluição de uma</p><p>pequena quantidade de fezes em água, a partir da qual é feito um esfregaço em</p><p>uma lâmina de microscópio.</p><p>Em seguida, essa lâmina será examinada com intuito de identificar</p><p>parasitas adultos, ovos, larvas e cistos, distinguindo características como forma,</p><p>tamanho, estruturas internas ou movimentos. Uma desvantagem dessa técnica</p><p>é detectar somente infestações relativamente intensas, devido à pequena</p><p>quantidade de material utilizada.Nem todas as amostras de fezes contêm ovos</p><p>ou o próprio parasita. Por isso, para aumentar a sensibilidade do exame, sugere-</p><p>se que sejam colhidas de 3 a 6 amostras de fezes, uma em cada dia ou em dias</p><p>alternados. O laboratório costuma entregar recipientes contendo conservante</p><p>para a preservação das fezes.</p><p>Existem vários tipos de testes coproparasitológicos utilizados para</p><p>detectar parasitas em amostras fecais. Abaixo, estão alguns dos tipos mais</p><p>comuns:</p><p>1. **Exame Direto:** Este teste envolve a observação direta de amostras de</p><p>fezes sob um microscópio para identificar parasitas móveis, como Giardia ou</p><p>Entamoeba histolytica, ou seus ovos e cistos.</p><p>2. **Método de Faust:** Um método de concentração usado para detectar ovos</p><p>de helmintos (vermes parasitas) em amostras de fezes. As amostras são</p><p>concentradas e examinadas microscopicamente.</p><p>3. **Técnica de Kato-Katz:** Usado para identificar ovos de helmintos intestinais,</p><p>como lombrigas (Ascaris) e ancilostomídeos. As amostras são espremidas entre</p><p>lâminas de vidro e examinadas.</p><p>4. **Técnica de Baermann:** Utilizada para detectar larvas de parasitas,</p><p>especialmente aquelas transmitidas por vermes nemátodes como Strongyloides</p><p>stercoralis. As larvas migram para a parte líquida da amostra e são coletadas.</p><p>5. **Técnica de Ritchie:** Uma técnica de concentração que envolve o uso de</p><p>éter e solução salina para separar parasitas e ovos de fezes. Isso ajuda na</p><p>detecção de protozoários e helmintos.</p><p>6. **Testes de Imunodiagnóstico:** Estes testes detectam antígenos específicos</p><p>de parasitas nas fezes usando reações imunológicas, como ELISA (Ensaio de</p><p>Imunossorvente Ligado a Enzimas). Eles são úteis para identificar parasitas</p><p>como Giardia e Cryptosporidium.</p><p>7. **PCR (Reação em Cadeia da Polimerase):** Uma técnica molecular que</p><p>amplifica e detecta material genético de parasitas. É altamente sensível e</p><p>específica para a identificação de uma variedade de parasitas.</p><p>8. **Cultura de Fezes:** Em algumas situações, as amostras de fezes são</p><p>cultivadas em meios de cultura específicos para identificar certos tipos de</p><p>parasitas, como amebas.</p><p>9. **Testes de Pesquisa de Sangue nas Fezes:** Embora não detectem</p><p>diretamente parasitas, esses testes procuram sangue oculto nas fezes, o que</p><p>pode ser um sinal de infecção por parasitas ou outras condições</p><p>gastrointestinais.</p><p>Análise direta</p><p>• Consiste na Diluição de uma pequena quantidade de fezes em água, a</p><p>partir da qual é feito um esfregaço em uma lâmina de microscópio.</p><p>• Identificar parasitas adultos, ovos, larvas e cistos, distinguindo</p><p>características como forma, tamanho,</p><p>estruturas internas ou movimentos.</p><p>• Uma desvantagem dessa técnica é detectar somente infestações</p><p>relativamente intensas, devido à pequena quantidade de material</p><p>utilizada.</p><p>Método de flutuação</p><p>• Também conhecido como técnica de Willis-Mollay</p><p>• É utilizado para detectar ovos de parasitas com densidade mais leve</p><p>• Uma amostra de fezes é misturada à solução escolhida e colocada para</p><p>descansar.</p><p>• A parte flutuante é coletada e examinada.</p><p>• Aumenta a sensibilidade do exame coproparasitológico, concentrando os</p><p>ovos e facilitando sua identificação.</p><p>A técnica de sedimentação, ou método de Hoffmann</p><p>• O líquido filtrado é mantido em repouso no cálice de Hoffmann.</p><p>• Então, uma pequena alíquota é pipetada do fundo do cálice e observada</p><p>em microscópio</p><p>• Assim, ovos pesados, cistos e larvas podem ser encontrados com maior</p><p>facilidade</p><p>• técnica mais utilizada rotineiramente em laboratórios.</p><p>Coloração especial de Ziehl-Neelsen</p><p>• Identificar determinados parasitas específicos;</p><p>• Lâmina de microscópio é preparada a partir de uma solução concentrada</p><p>de amostra fecal;</p><p>• submetida à coloração com o corante fucsina fenicada;</p><p>• Em seguida a lâmina é lavada com uma solução ácida para remover o</p><p>excesso de corante.</p><p>• Quando presentes, oocistos serão visualizados em vermelho/rosa.</p><p>Método de Ritchie</p><p>• Se fundamenta em centrífugo-sedimentação de cistos, oocistos, ovos e</p><p>larvas em sistema formalina-éter ouformalina-acetato de etila. É indicado</p><p>para a concentração de cistos e oocistos de protozoários.</p><p>Flotac</p><p>• Altamente precisos, aumentando em até 10 vezes a possibilidade de</p><p>detecção de ovos, oocistos e larvas, quando comparado com técnicas</p><p>clássicas.</p><p>• Trata-se de uma nova ferramenta para pesquisa e diagnóstico utilizada</p><p>para detecção de ovos, larvas e oocistos de parasitos gastrointestinais de</p><p>diferentes espécies animais.</p><p>A escolha do teste dependerá do tipo de parasita suspeito, das</p><p>características da amostra e dos recursos disponíveis no laboratório. É</p><p>importante que esses testes sejam realizados por profissionais de saúde</p><p>treinados para obter resultados precisos e, quando necessário, iniciar o</p><p>tratamento adequado.</p><p>Tratamentos para infecções parasitárias</p><p>É a partir da identificação do tipo de parasita pelo patologista clínico que</p><p>o médico clínico veterinário pode propor um tratamento preciso e eficaz. Esse</p><p>exame pode ser feito mediante alguma suspeita, ou ainda, em conjunto com a</p><p>vermifugação, de forma preventiva, que é sempre a melhor opção. A</p><p>vermifugação é um cuidado fundamental tanto para filhotes, quanto para animais</p><p>adultos. Por conta dos hábitos de lamber e ingerir materiais nem sempre</p><p>higienizados, a presença de vermes é muito comum entre cães e gatos. Os</p><p>parasitas também podem ser passados de mãe para filhote ainda durante a</p><p>gestação. E até mesmo pelo leite, durante a amamentação.</p><p>Além disso, é importante salientar que muitos vermes que são parasitas</p><p>de cães e gatos também podem parasitar os seres humanos. Por isso, a</p><p>realização do exame parasitológico periódico e a vermifugação. De forma geral,</p><p>a vermifugação tem como objetivo eliminar as verminoses dos seguintes tipos:</p><p>• Ascarídeos: grupo que pode infectar humanos e atinge principalmente</p><p>os pulmões e o intestino. Febre, tosse, bronquite, dor torácica, diarreia,</p><p>náuseas, dor abdominal, vômitos, falta de apetite e perda de peso são</p><p>alguns dos sintomas comuns.</p><p>• Ancilostomídeos: geralmente contraídos pela ingestão de água e</p><p>comida contaminadas. Podem provocar hemorragia, anemia, diarreia,</p><p>entre outros sintomas.</p><p>• Cestódeos: popularmente conhecidos como tênias, podem ser</p><p>transmitidos por pulgas em cães e gatos. Provocam desde irritação,</p><p>perda de apetite, até ataques epiléticos. Seres humanos também</p><p>podem adquirir a doença.</p><p>• Cryptosporidium: faz parte do grupo de parasitas intestinais e é</p><p>geralmente adquirido através de comida, água ou fezes contaminadas.</p><p>Os sintomas incluem febre, diarreia e possível letargia.</p><p>• Giárdia: cachorros, gatos e até pessoas podem ser contaminadas pela</p><p>giárdia quando entram em contato com água ou fezes contaminadas.</p><p>Os sintomas da giárdia em cachorros e gatos incluem diarreia, gases,</p><p>náusea, vômito e dores abdominais, mas este parasita também pode</p><p>ser assintomático.</p><p>A maioria dos parasitas gastrintestinais dos animais tem distribuição</p><p>cosmopolita, mas de modo geral são mais prevalentes em países tropicais e</p><p>subtropicais e também naqueles em que as condições sócio-econômicas da</p><p>população são precárias.</p><p>O ciclo biológico dos helmintos evidencia que eles passam parte de sua</p><p>vida no ambiente (fase não parasitária) e o restante no estômago ou intestino</p><p>dos animais . Que são contaminados, naturalmente , pela ingestão de larvas</p><p>infectantes existentes no solo. Os animais infectados eliminam ovos dos</p><p>parasitas junto com as fezes. Os ovos, no meio externo, desenvolvem-se e dão</p><p>origem às larvas infectantes após o período de cerca de 4 a 7 dias. As larvas se</p><p>transformam em helmintos adultos em aproximadamente 3 a 4 semanas.</p><p>A verminose geralmente promove anemia, perda de peso e</p><p>consequentemente atraso no desenvolvimento do animal. Os vermes intestinais</p><p>ou seus ovos são eliminados pelas fezes dos animais contaminados, portanto,</p><p>outros animais e até mesmo os seres humanos podem ser infestados em</p><p>qualquer lugar, desde o quintal de casa até o parque.</p><p>Os animais podem pegar vermes de muitas maneiras diferentes, mesmo</p><p>se forem muito bem cuidados. Aqui estão algumas possibilidades:</p><p>• Ingerindo-os: ovos e larvas</p><p>• Através da pele</p><p>• Pulgas</p><p>• Da mãe</p><p>Portanto o coproparasitológico é uma maneira de prevenir novos casos e</p><p>chegar a um diagnóstico que quando precoce são vitais quando o assunto são</p><p>parasitas internos ou externos. Sempre antes de trazer um novo animal para</p><p>casa agende uma consulta com o veterinário e aplique as vacinas e vermífugos</p><p>necessários para a garantia de saúde e bem-estar de todos os animais.</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>CRINGOLI G., RINALDI L., MAURELLI M. P., UTZINGER J. FLOTAC: novas</p><p>técnicas multivalentespara diagnóstico copromicroscópico qualitativo e</p><p>quantitativo de parasitas em animais e humanos. NatProtocolo 5, pág. 503-515,</p><p>2010.</p><p>DE CARLI, G. A. Diagnóstico laboratorial das parasitoses humanas, métodos e</p><p>técnicas. Rio de Janeiro: Medsi. pp. 455-459, 2011.</p><p>Devid Pereira Neves. Parasitologia humana 11.ed. São Paulo Editora Atheneu,</p><p>2005.</p><p>DE PAULA, M.M.A. et al. Avaliação das endoparasitoses intestinais que</p><p>acometem cães e gatos mantidos em um abrigo. ARS VETERINARIA,</p><p>Jaboticabal, São Paulo, v.37, n.4, 2021. Disponível</p><p>em: https://arsveterinaria.org.br/index.php/ars/article/view/1414/1412. Acesso</p><p>em: 13 maio 2023.</p><p>FERREIRA, F.P. et. al. Frequência de parasitas gastrointestinais em cães e</p><p>gatos do município de Londrina, PR, com enfoque em saúde pública. Semina:</p><p>Ciências Agrárias, Londrina, PR, v. 34, n. 6, suplemento 2, 2013. Disponível</p><p>em: https://www.redalyc.org/pdf/4457/445744138014.pdf . Acesso em: 13 maio</p><p>2023.</p><p>KATAGIRI, S. Avaliação de duas técnicas coproparasitológicas convencionais</p><p>e de um kit comercial na investigação da epidemiologia de parasitas</p><p>gastrintestinais de cães no Estado de São Paulo. UNESP Botucatu – Programa</p><p>de Pós-Graduação. Disponível</p><p>em: https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/89304/katagiri_s_me_b</p><p>otfmvz.pdf?sequence=1 . Acesso em: 13 maio 2023.</p><p>LABRUNA, M.B. et. al. Prevalência de endoparasitas em cães da área urbana</p><p>do município de Monte Negro, Rondônia. Arq. Inst. Biol., São Paulo, v.73, n.2,</p><p>abr./jun., 2006. Disponível</p><p>em: https://www.scielo.br/j/aib/a/YtX5tr57PnKTWsTJZ9GwVGP/?format=pdf&la</p><p>ng=pt . Acesso em: 13 maio 2023.</p><p>RAMOS, Ingrid Carla do Nascimento et al. Avaliação da técnica de FLOTAC®</p><p>na recuperação de larvas infectantes (L3) de estrongilídeos parasitos de</p><p>equinos na pastagem. 2018.</p><p>TAYLOR, M.A., COOP, R.L., WALL, R.L. Parasitologia Veterinária. Guanabara</p><p>Koogan, 4. ed., 2017.</p><p>https://arsveterinaria.org.br/index.php/ars/article/view/1414/1412</p><p>https://www.redalyc.org/pdf/4457/445744138014.pdf</p><p>https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/89304/katagiri_s_me_botfmvz.pdf?sequence=1</p><p>https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/89304/katagiri_s_me_botfmvz.pdf?sequence=1</p><p>https://www.scielo.br/j/aib/a/YtX5tr57PnKTWsTJZ9GwVGP/?format=pdf&lang=pt</p><p>https://www.scielo.br/j/aib/a/YtX5tr57PnKTWsTJZ9GwVGP/?format=pdf&lang=pt</p>

Mais conteúdos dessa disciplina