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<p>REVISÃO RÁDIO – N1 PRÁTICA – 2021.2</p><p>Incidências radiológicas</p><p>• Posições em que o paciente é colocado para melhor visualizar certas estruturas</p><p>• Principais:</p><p>◦ Antero-posterior</p><p>◦ Postero-anterior</p><p>◦ Perfil</p><p>◦ Oblíquas</p><p>◦ Outras</p><p>▪ Decúbito lateral (laurell)</p><p>▪ Ápico lordótica (tirar a clavícula da frente)</p><p>Exames contrastados</p><p>• Principais</p><p>◦ Contrastes baritados – sulfato de bário</p><p>◦ Contrastes iodados -iônicos de baixa ou alta osmolaridade</p><p>• Baritados → uso em TGI, quando não há suspeita de perfuração</p><p>◦ Irritativo para membranas fisiológicas, alergia aos componentes;</p><p>• Iodados → colangiografias, urografias, uretrocistografias retrógradas, angiografias</p><p>◦ Alergia aos componentes, reações anafiláticas e sobrecarga renal.</p><p>Campos pulmonares</p><p>• Apical // superior // medial // inferior</p><p>• Temos no PA o botão aótirco → impressão no lado esquerdo</p><p>• Seio costofrêmito → partes mais inferiores do pulmão</p><p>◦ Tendo líquido fica quadrado</p><p>• Seio cardiofrêmito → próximo ao coração</p><p>• PA normalmente melhor que AP, mas depende do que vai ser visualizado. PA</p><p>sempre precisa de perfil (AP também)</p><p>• Para exame do tórax → apneia inspiratória máxima</p><p>• A costela vista no PA é da parte posterior, pois a anterior com o esterno é</p><p>cartilaginosa.</p><p>Rotina de avaliação</p><p>• Partes moles</p><p>• Esqueleto torácico</p><p>• Abdome superior, cúpulas diafragmáticas e seios costofrênicos Mediastino</p><p>• Hilos pulmonares</p><p>• Pleura</p><p>• Pulmões</p><p>• Incidências – PA e Perfil;</p><p>◦ PA:</p><p>▪ Contorno direito – dois arcos</p><p>• Átrio direito;</p><p>• Veia cava superior</p><p>▪ Contorno esquerdo – três arcos</p><p>• Arco superior – botão aórtico;</p><p>• Arco médio – tronco da artéria pulmonar;</p><p>• Arco inferior – VE.</p><p>• Perfil</p><p>◦ Contorno anterior (3 arcos):</p><p>▪ Ventrículo direito;</p><p>▪ Art pulmonar;</p><p>▪ Aorta ascendente;</p><p>◦ Contorno posterior (2 arcos):</p><p>▪ Átrio esquerdo;</p><p>▪ Ventrículo esquerdo.</p><p>DILATAÇÃO DO ARCO AÓRTICO</p><p>• HAS;</p><p>• Dilatação pós estenótica;</p><p>• Aneurismas;</p><p>• Coarctação;</p><p>• Tortuosidades em maiores de 50 anos;</p><p>• Etc.</p><p>Figura 1: Sinal de roesler: entalhes no contorno inferior das costelas consequentes à erosão</p><p>causada pelas artérias intercostais colaterais desenvolvidas, traduzindo estados de longa duração</p><p>*Cúpula reta → hipersulflação.</p><p>EDEMA INTERSTICIAL</p><p>• Edema periovascular → infiltrado intertiscial.</p><p>• Pressão 1-5 mmHg, alterada → 12-18 mmHg</p><p>◦ Canais linfáticos internos drenam até 12</p><p>◦ Acima de 18 → edema alveolar;</p><p>◦ Padrão intersticial é diferente do alveolar</p><p>• Derramamento de base → cefalização de fluxo → vasodilatação apical</p><p>• Patológicas</p><p>◦ Linhas A, B, C → líquido nos septos interlobulares</p><p>◦ Linhas C de Kerley → sem orientação; Vasos aumentados e líquido nas</p><p>proximidades</p><p>◦ Linhas B de Kerley → Tem orientação horizontal e periférica nas bases;</p><p>◦ Edemas subpleurais – derrames pleurais laminares.</p><p>Figura 2: Cefalização do fluxo + edema intersticial</p><p>EDEMA ALVEOLAR</p><p>• Pressões acima de 18 mmHg</p><p>• Transudato para o interior dos alvéolos</p><p>• Opacidades bilaterais, normalmente simétricas, extendendo-se dos hilos para as</p><p>periferias (edemas em asas de borboleta);</p><p>• Pode apresentar broncograma aéreo;</p><p>• Pode associar-se a derrame pleural.</p><p>ESCALA</p><p>• Cefalização do fluxo</p><p>• Edema intersticial</p><p>• Edema alveolar</p><p>• Derrame pleural</p><p>HIPERTROFIA E DILATAÇÃO</p><p>ESTENOSE E INSUFICIÊNCIA</p><p>• Estenose mitral (Não abre)</p><p>◦ Geralmente febre reumática</p><p>• Insuficiência (não fecha)</p><p>◦ Disfunção dos papilares</p><p>• Alterações radiológicas</p><p>◦ Relacionadas a acúmulo de líquido pulmonar</p><p>◦ AE, VD, VE mais sofrem</p><p>• Calcificações podem estar presentes</p><p>DERRAME PERICÁRDICO</p><p>• Precisa de 200ml pra ser visto no RX</p><p>• <50 no eco</p><p>• ECG</p><p>◦ Baixa voltagem em todas as derivações + taquicardia sinusal (necessita</p><p>cronotropismo maior pra ver se enche e atende o débito necessário)</p><p>◦ Característica patognomônica – variação de amplitude do QRS em</p><p>determinadas variações, nem sempre está presente. Resulta do movimento</p><p>pendular do coração.</p><p>• Coração em moringa</p><p>• Arteriografia</p><p>• AngioTC pode ser usada (contraste + radiação)</p><p>• AngioRessonância</p><p>◦ Cara, sem contraste, sem radiação</p><p>• USG com doppler</p><p>◦ Barato, acessível, mas depende do operador e do biotipo do paciente ajudarem</p><p>FÍGADO E BAÇO</p><p>• Fígado</p><p>◦ Lobo direito < 15cm</p><p>◦ Lobo esquerdo <10cm</p><p>• Baço <13cm</p><p>◦ Índice esplênico: comp x larg</p>