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<p>•Moldagem</p><p>“É o ritual clínico em que o cirurgião</p><p>dentista, empregando seus conhecimentos</p><p>científicos, instrumentos, materiais e</p><p>técnicas adequados, consegue obter um</p><p>molde.”</p><p>Russi, Lombardo, Compagnoni</p><p>•Molde</p><p>“É a reprodução negativa dos tecidos da área</p><p>chapeável em uma dada posição, registrada no</p><p>momento da reação final do material moldador.”</p><p>Nagle & Sears, 1962</p><p>•Modelo</p><p>“É a reprodução positiva obtida a partir de um</p><p>molde.”</p><p>•Tipos de moldagem em PT</p><p>•PRELIMINAR OU ANATÔMICA: É utilizada para</p><p>a reprodução estática tanto da área chapeável</p><p>quanto das estruturas vizinhas interessadas.</p><p>•SECUNDÁRIA OU FUNCIONAL: É utilizada</p><p>para a reprodução da área chapeável e estruturas</p><p>vizinhas interessadas em posição dinâmica.</p><p>•Requisitos de uma moldagem</p><p> Reprodução integral da área chapeável</p><p> Reprodução minuciosa de detalhes</p><p> Alívio de músculos e inserções</p><p> Ausência de deslocamento dos tecidos</p><p> Ausência de bolhas e irregularidades</p><p>•Moldeiras</p><p>Tamaki</p><p>“Dispositivo que serve para conduzir o material</p><p>de moldagem manipulado até a boca, a fim de</p><p>colocá-lo em contato íntimo com a região a ser</p><p>moldada e remover o molde sem distorções.”</p><p>•Tipos de moldeiras</p><p>Turano, 2000</p><p> ESTOQUE: Encontradas no mercado, já prontas</p><p>para o uso, constituídas de metal (geralmente</p><p>alumínio) ou plástico, e de tamanho padrão.</p><p> INDIVIDUAIS: Feitas especialmente para o</p><p>paciente, geralmente em RAQA, a partir do modelo</p><p>preliminar obtido na primeira moldagem.</p><p>•Materiais de moldagem em PT</p><p> Tempo de trabalho adequado</p><p> Grau de plasticidade adequado</p><p>Alteração dimensional e morfológica mínimas</p><p> Resistência à fratura adequada</p><p> Inocuidade aos tecidos bucais</p><p>• REQUISITOS:</p><p>Tamaki, 1983</p><p> FUNDAMENTAL: Responsável principal na</p><p>obtenção de um molde</p><p> COMPLEMENTAR: Usado para corrigir pequenas</p><p>falhas que possam existir</p><p> DUPLICADOR: Duplicar modelos</p><p>• CLASSIFICAÇÃO QUANTO À FINALIDADE</p><p>Turano, 2000</p><p>ANELÁSTICOS: Godivas e Pasta zinco-enólica</p><p> ELÁSTICOS: Hidrocolóides e elastômeros</p><p>• CLASSIFICAÇÃO QUANTO ÀS</p><p>PROPRIEDADES FÍSICAS</p><p> GODIVA DE ALTA FUSÃO: Rebordos e mucosas</p><p>normais</p><p> HIDROCOLÓIDE IRREVERSÍVEL: Rebordos</p><p>irregulares e retentivos, fibromucosa flácida ou</p><p>hipertrófica</p><p>• MAIS UTILIZADOS</p><p> GODIVA DE ALTA FUSÃO:</p><p>• vantagens:</p><p>- Ótimo afastamento dos tecidos</p><p>moles</p><p>- Adaptável a várias moldeiras</p><p>- Possibilita correções</p><p>- Possibilita remoções a todo</p><p>instante</p><p>- Baixo custo</p><p>• críticas:</p><p>- Sobre extensão</p><p>- Compressão desigual</p><p>- Rigidez</p><p>Sharry, 1977</p><p> HIDROCOLÓIDE IRREVERSÍVEL</p><p>• vantagens:</p><p>- Boa fidelidade</p><p>- Facilidade de técnica</p><p>• críticas:</p><p>- Afastamento deficiente dos</p><p>tecidos moles</p><p>- Escoamento incontrolado</p><p>- Necessidade de moldeiras</p><p>especiais</p><p>- Sofre compressão pela moldeira</p><p>- Possibilidade de rupturas</p><p>- Vazamento imediato</p><p>Sharry, 1977</p><p> Obter uma cópia da conformação geral da boca</p><p> Afastar a mucosa móvel ao máximo,</p><p>recebendo, ao mesmo tempo, as suas impressões</p><p>no estado de tensão</p><p>Tamaki</p><p>•Finalidade da moldagem</p><p>preliminar</p><p>•Tipos de modelos utilizados em PT</p><p> MODELO PRELIMINAR OU ANATÔMICO -</p><p>Originário da moldagem preliminar</p><p> MODELO FUNCIONAL -</p><p>Originário da moldagem funcional</p><p> Visualização da extensão da área chapeável</p><p> Análise do grau de interferência de inserções</p><p>musculares</p><p> Análise do tamanho, forma, inclinação, espessura e</p><p>altura do rebordo</p><p> Serve de “matriz” para confecção da moldeira</p><p>individual</p><p> Planejamento de PT imediatas</p><p>Arquivo do profissional</p><p>MODELO ANATÔMICO OU PRELIMINAR</p><p> Serve de “matriz” para a confecção das</p><p>bases de prova</p><p> Utilizado para a prensagem de resina</p><p>acrílica</p><p> Utilizado para a remontagem no ASA</p><p>MODELO FUNCIONAL</p><p>TÉCNICA DE</p><p>MOLDAGEM</p><p>1- Instrumental</p><p>2- Posicionamento do paciente</p><p>3- Seleção das moldeiras e material moldador</p><p>4- Preparo do material moldador</p><p>5- Moldagem propriamente dita</p><p>5.1- Introdução da moldeira na boca do</p><p>paciente</p><p>5.2- Centralização</p><p>5.3- Aprofundamento ou compressão</p><p>5.4- Ativação da musculatura</p><p>5.5- Remoção e análise do molde</p><p>5.6- Teste de retenção e estabilidade</p><p>6- Remoção dos excessos</p><p>7- Desinfecção do molde</p><p>8- Vazamento do gesso</p><p>1- Instrumentais</p><p>• Moldeiras adequadas</p><p>• Material moldador</p><p>• Le Cron</p><p>• Lâmpada à álcool de chama horizontal</p><p>• Plastificador de godiva</p><p>• Graal de borracha e espátula</p><p>2- Posição do paciente</p><p> Cabeça do paciente inclinada ligeiramente para</p><p>trás, devidamente apoiada no encosto da cadeira</p><p> Plano de Camper paralelo ao solo</p><p> Comissura labial do paciente na altura do</p><p>antebraço do operador</p><p>3- Seleção das moldeiras e material moldador</p><p> Deve abranger toda a área chapeável</p><p> Não pressionar em demasia o fundo do</p><p>sulco vestibular</p><p> Não deve ultrapassar a linha do “AH”</p><p> Espaço interno de 3 a 5 mm</p><p> Seleção é feita por tentativas</p><p>• Moldeira</p><p>Moldeiras para godiva tipo T.T. (Tadachi Tamaki)</p><p>Moldeiras perfuradas para alginato</p><p>3- Seleção das moldeiras e material moldador</p><p>• Material moldador</p><p>- Rebordos e mucosas normais</p><p>- Rebordos irregulares e retentivos,</p><p>fibromucosa flácida ou hipertrófica</p><p>GODIVA</p><p>ALGINATO</p><p> Utilizar quantidade de material suficiente</p><p> Utilizar temperatura de plastificação adequada</p><p>(entre 55º C e 65º C)</p><p> Manipular a godiva até obter-se uma massa</p><p>homogênea</p><p> Inserção e distribuição adequada da godiva na</p><p>moldeira</p><p> Flambar e retornar ao plastificador</p><p> Ligeiro excesso na periferia</p><p>• Godiva</p><p>4- Preparo do material moldador</p><p>3/4 da placa de godiva</p><p>Plastificar em temperatura</p><p>adequada</p><p>Imersão em água Manipulação</p><p>Inserção do material</p><p>na moldeira Acomodação adequada</p><p>5.1- Introdução da moldeira na boca</p><p>do paciente</p><p>5.2- Centralização da moldeira</p><p>5.3- Aprofundamento ou compressão</p><p>5.4- Ativação da musculatura</p><p>5.5- Remoção e análise do molde</p><p>5.6- Testes de retenção e estabilidade</p><p>5- Moldagem propriamente dita</p><p>5.1- Introdução da moldeira na boca do paciente</p><p>5.1- Introdução da moldeira na boca do paciente</p><p>5.2- Centralização da moldeira</p><p>5.3- Aprofundamento ou compressão</p><p>5.3- Aprofundamento ou compressão</p><p>5.3- Aprofundamento ou compressão</p><p>5.3- Aprofundamento ou compressão</p><p>5.4- Ativação da musculatura</p><p>5.4- Ativação da musculatura</p><p>5.4- Ativação da musculatura</p><p>5.4- Ativação da musculatura</p><p>5.4- Ativação da musculatura</p><p>5.5- Remoção e análise do molde</p><p>• Análise do molde</p><p> Deve apresentar superfície fosca e distribuída</p><p>uniformemente</p><p> Área convexa na região de fundo de sulco</p><p> Verificar a centralização do molde</p><p> Falta de godiva nas regiões de selado periférico e extensão</p><p>posterior</p><p> Presença de impressões digitais ou pequenas rugosidades</p><p>superficiais</p><p>Molde descentralizado</p><p>Molde com instabilidade (báscula)</p><p> Falta de material no sulco ou no palato</p><p>molde com excesso de compressão</p><p>Molde com falta de compressão</p><p>• Defeitos do molde que podem ser corrigidos</p><p>• Defeitos do molde que não podem ser corrigidos</p><p>TamaKi</p><p>5.6- Testes de retenção e estabilidade</p><p>5.6- Testes de retenção e estabilidade</p><p>5.6- Testes de retenção e estabilidade</p><p>5.6- Testes de retenção e estabilidade</p><p>5.6- Testes de retenção e estabilidade</p><p>5.6- Testes de retenção e estabilidade</p><p>6- Remoção dos excessos</p><p>7- Desinfecção do molde</p><p>Ministério da Saúde, 2000.</p><p> Hipoclorito de sódio à 1%</p><p> Glutaraldeído à 2%</p><p>Imersão ou spray</p><p>por 10 minutos</p><p>8- Vazamento do gesso</p><p>É TODA MOLDAGEM OBTIDA</p><p>ATRAVÉS DE UMA AÇÃO</p><p>DINÂMICA DAS ESTRUTURAS</p><p>RELACIONADAS COM A PRÓTESE.</p><p>Russi, et al, 1976.</p><p>RETENÇÃO;</p><p>ESTABILIDADE;</p><p>SUPORTE;</p><p>UNIFORMIDADE;</p><p>ALÍVIOS;</p><p>COMPRESSÃO;</p><p>DELIMITAÇÃO.</p><p>CARACTERÍSTICAS DO</p><p>TECIDO;</p><p>TIPO DE MATERIAL DE</p><p>MOLDAGEM;</p><p>TIPO DA MOLDEIRA.</p><p>Fatores que influenciam no</p><p>resultado das moldagens</p><p>PASTA ZOE;</p><p>POLISSULFETOS;</p><p>POLIÉTERES;</p><p>SILICONAS</p><p>MATERIAIS DE MOLDAGEM</p><p>ADIÇÃO</p><p>CONDENSAÇÃO</p><p>MOLDEIRAS INDIVIDUAIS</p><p>MOLDEIRAS INDIVIDUAIS</p><p>CONFECCIONADAS</p><p>DE</p><p>RESINA ACRÍLICA</p><p>MOLDEIRAS INDIVIDUAIS</p><p>CONFECCIONANDAS</p><p>SOBRE</p><p>MODELO</p><p>DA</p><p>MOLDAGEM PRELIMINAR</p><p>MOLDAGEM COM BOCA FECHADA</p><p>MOLDAGEM COM BOCA ABERTA;</p><p>COMPRESSIVA;</p><p>SEM COMPRESSÃO;</p><p>PRESSÃO SELETIVA.</p><p>TÉCNICAS DE MOLDAGEM</p><p>Turano, 2000</p><p>Temperatura de fusão: Possuem uma</p><p>zona de fusão - em torno de 50 - 60 C.</p><p>Segundo a A.D.A, 45 - 55 C.</p><p>Utilizamos para a moldagem de borda</p><p>a Godiva em bastão - aquecida na</p><p>lâmpada à álcool.</p><p>GODIVA</p><p>Anusavice, 1998.</p><p>PASTA DE ÓXIDO DE</p><p>ZINCO E EUGENOL</p><p>PASTA ZOE</p><p>MATERIAL RÍGIDO ANELÁSTICO;</p><p>TOMA PRESA POR REAÇÃO QUÍMICA;</p><p>APRESENTAÇÃO: 2 PASTAS - BASE E</p><p>CATALIZADOR;</p><p>PASTA ZOE</p><p>PASTA DE ÓXIDO DE</p><p>ZINCO E EUGENOL</p><p>ÓTIMA ESTABILIDADE</p><p>DIMENSIONAL</p><p>CONTRAÇÃO MENOR QUE</p><p>0,1%</p><p>Anusavice, 1988</p><p>GODIVA - ligeiramente</p><p>compressiva à nível de bordas;</p><p>ZOE - aliviada na região da</p><p>moldeira propriamente dita.</p><p>MOLDAGEM FUNCIONAL</p><p>Tamaki, 1988.</p><p>Obter a retenção do aparelho;</p><p>Obter a uniformidade no</p><p>assentamento da base da</p><p>dentadura,</p><p>Satisfazer o conforto do</p><p>paciente.</p><p>Finalidades da moldagem</p><p>funcional</p><p>Tamaki, 1988.</p><p>Obter detalhes anatômicos da</p><p>área chapeável;</p><p>Comprimir as zonas de</p><p>compressão;</p><p>Aliviar as zonas consideradas de</p><p>alívio.</p><p>OBJETIVOS DA MOLDAGEM</p><p>FUNCIONAL</p><p>Tamaki, 1988.</p><p>Características dos tecidos;</p><p>Tipo do material moldador;</p><p>Tipo de moldeira;</p><p>Habilidade do profissional.</p><p>Woelfel, et al, 1963.</p><p>Fatores que influem no</p><p>resultado</p><p>Posição do paciente;</p><p>Ajuste da moldeira individual;</p><p>Moldagem funcional propriamente</p><p>dita.</p><p>Procedimentos Clínicos:</p><p>• Ajustes na região de freios;</p><p>• Ajuste na região de bridas;</p><p>• Áreas de inserções laterais - Contornar</p><p>o processo zigomático da maxila.;</p><p>• Ajuste na região do sulco hamular -</p><p>Swenson - A abertura da boca modifica esta</p><p>área - ajustar com a menor abertura possível.</p><p>Ajuste da Moldeira Individual</p><p>superior</p><p>• Ajuste da região posterior -</p><p>Demarcar com lápis cópia o limite</p><p>do palato duro com o palato mole;</p><p>• Importante observar a linha de</p><p>vibração.</p><p>Ajuste da Moldeira Individual</p><p>superior</p><p>Corresponde ao contato das</p><p>bordas da prótese total com</p><p>os tecidos subjacentes e</p><p>adjacentes para evitar a</p><p>passagem de ar e outras</p><p>substâncias.</p><p>Millsap,1968.</p><p>Moldagem de Borda</p><p>Moldagem do fecho</p><p>periférico</p><p>GODIVA EM BASTÃO</p><p>BORDA DA MOLDEIRA INDIVIDUAL</p><p>• Ajuda a compensar alterações dimensionais da</p><p>resina na polimerização;</p><p>• Impede a penetração dos alimentos;</p><p>• O contato firme reduz a tendência à náusea;</p><p>• A zona espessada fornece maior resistência;</p><p>• A pressão aplicada aos tecidos torna a borda</p><p>distal menos percebida pela língua.</p><p>Mill Sap, 1968.</p><p>Selado Palatino Posterior</p><p>Carregamos a moldeira com pasta ZOE</p><p>e introduzimos na boca do paciente;</p><p>Esperamos a presa inicial de 2 a 3</p><p>minutos, iniciamos os movimentos</p><p>alternados.</p><p>Moldagem com a ZOE</p><p>• Alivio dos freios;</p><p>• Alívios das bridas;</p><p>• Região vestibular - Não estender a peça</p><p>além da linha oblíqua externa - Para não</p><p>afetar o músculo bucinador.</p><p>• Ajuste da região distal da papila</p><p>piriforme - Onde há atuação do masseter</p><p>Ajuste da Moldeira Individual</p><p>Inferior</p><p>• O ajuste da região lingual: É feito em</p><p>duas etapas.</p><p>Primeira fase:</p><p>Ajuste da moldeira que entra em contanto</p><p>direto com o assoalho da boca;</p><p>Pedir ao paciente que leve a língua</p><p>para um lado e para o outro - Para ver</p><p>a ação do músculo milohioideo.</p><p>Ajuste da Moldeira Individual</p><p>Inferior</p><p>Ajuste da Moldeira Individual</p><p>Inferior</p><p>• O ajuste da região lingual: É feito em</p><p>duas etapas.</p><p>Segunda fase:</p><p>Movimentos da língua para fora e para</p><p>frente - verificando o movimento do</p><p>músculo genioglosso e também o</p><p>assoalho da boca.</p><p>No movimento da língua para fora - m.</p><p>constritor superior da faringe.</p><p>Segue os mesmo parâmetros</p><p>da moldagem superior.</p><p>O que difere?</p><p>A moldagem do fecho periférico</p><p>lingual é realizado de uma só vez.</p><p>Moldagem do fecho periférico</p><p>inferior</p><p>TESTE DE ESTABILIDADE</p><p>COMPRIMIMOS A REGIÃO DE PRÉ-</p><p>MOLARES ALTERNADAMENTE.</p><p>PRESENÇA DE BÁSCULA???</p><p>Testes de estabilidade e</p><p>retenção</p><p>TESTE DE RETENÇÃO VERTICAL</p><p>Utilizando o cabo, fazer tração</p><p>para cima;</p><p>Se a mesma for removida com</p><p>facilidade o problema na</p><p>maioria das vezes é na lingual.</p><p>Testes de estabilidade e</p><p>retenção</p><p>Tamaki, 1988</p><p>TESTE DE RETENÇÃO HORIZONTAL</p><p>Realiza-se uma tração postero-anterior;</p><p>Se a moldeira for deslocada facilmente</p><p>deverá ser corrigida com moldagem</p><p>complementar.</p><p>Testes de estabilidade e</p><p>retenção</p><p>Tamaki, 1988</p><p>Apresentar todos os detalhes das</p><p>formações anatômicas com nitidez;</p><p>Não deve apresentar bolhas e</p><p>fraturas;</p><p>Bordas arredondadas regulares e</p><p>lisas;</p><p>Deve mostrar os negativos dos</p><p>freios e bridas.</p><p>Exame do molde</p><p>Defeitos na região do selado - cera de</p><p>baixa fusão;</p><p>Defeitos da região principal - não devem</p><p>ser retocados - podem alterar o</p><p>assentamento do molde.</p><p>Tamaki, 1988</p><p>Correções</p>