Prévia do material em texto
<p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PUERPÉRIO (E25)</p><p>1</p><p>PUERPÉRIO</p><p>PROFESSORA POLYANNE APARECIDA</p><p>é o período do ciclo grávido-puerperal em que as modificações locais e sistêmicas,</p><p>provocadas pela gravidez e parto no organismo da mulher retornam à situação do</p><p>estado pré-gravídico;</p><p>inicia-se imediatamente após o parto (de 1 a 2 horas após a saída da placenta) e</p><p>tem seu término imprevisto, havendo variabilidade na duração entre as mulheres.</p><p>IMEDIATO → do 1º ao 10º após o parto;</p><p>TARDIO → do 11º ao 42º dia após o parto ;</p><p>REMOTO→ após o 43º dia, com término imprevisto.</p><p>CLASSIFICAÇÃO/MINISTÉRIO DA SAÚDE</p><p>IMEDIATO → do 1º ao 10º após o parto;</p><p>TARDIO → do 11º ao 45º dia após o parto ;</p><p>CLASSIFICAÇÃO/REZENDE</p><p>REMOTO→ após o 45º dia, com término imprevisto.</p><p>Graziela Raquel da Silveira Anastácio - 082.354.796-56</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PUERPÉRIO (E25)</p><p>2</p><p>Útero</p><p>✓ O processo de regressão uterina se desenrola em ritmo acelerado;</p><p>✓ Nas 12 horas após o parto a altura uterina atinge cerca de 12 cm, a partir do 3º</p><p>dia regride 1cm/ dia.</p><p>✓ No 10º dia pós - parto o fundo uterino está em nível da sínfise púbica.</p><p>✓ A espessura das paredes (4-5 mm após o parto) volta ao normal em 5-6</p><p>semanas</p><p>Vagina e vulva</p><p>✓ A vagina tem a aparência edemaciada e arroxeada, voltando a aparência</p><p>doestado anterior à gestação por volta da 3ª semana, nas mulheres que</p><p>amamentam.</p><p>✓ Já aquelas que não amamentam, alterações acontecem em torno da 6ª</p><p>semana.</p><p>Lóquios</p><p>✓ Lóquio vermelho (lochia rubra): 2-3 dias pós-parto;</p><p>✓ Lóquio serosanguinolento (lochia fusca): 3-5 dias pós-parto;</p><p>✓ Lóquio amarelo (lochia flava): 5- 15 dias pós-parto;</p><p>✓ Lóquio alvos (lochia alba): 15 dias pós parto até o final.</p><p>Sinais vitais</p><p>✓ Temperatura: pode haver elevação da temperatura, durante as primeiras 24h</p><p>do pós parto, de até 38 °C, que é atribuída ao esforço e à desidratação do parto</p><p>ou à invasão de germes e produtos tóxicos locais na circulação materna através</p><p>das pequenas soluções de continuidade existentes no canal de parto.</p><p>✓ Uma elevação acima de 38 °C, por duas vezes nos primeiros 10 dias após o</p><p>parto, ( excluindo as primeiras 24h), é considerada complicação puerperal.</p><p>✓ Pulso: pode ocorre queda da frequência cardíaca para 50-60 nos primeiros 8</p><p>dias após o parto, atribuída ao aumento brusco do retorno venoso.</p><p>✓ Respiração: há retorno do padrão respiratório costoabdominal por causa da</p><p>descompressão do diafragma, consequente ao esvaziamento uterino.</p><p>✓ Pressão arterial: a queda da pressão sanguínea pode estar relacionada à perda</p><p>excessiva de sangue, enquanto uma elevação é sugestiva de hipertensão</p><p>gravídica.</p><p>Aspectos fisiológicos</p><p>Graziela Raquel da Silveira Anastácio - 082.354.796-56</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PUERPÉRIO (E25)</p><p>3</p><p>Portaria nº 1.459, de 24 de junho de 2011</p><p>Institui, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS - a Rede Cegonha.</p><p>Rede Cegonha</p><p>Acompanhamento da puérpera e da criança na atenção básica com visita domiciliar</p><p>na primeira semana após a realização do parto e nascimento;</p><p>✓ Preconiza a “Primeira Semana de Saúde Integral” (PSSI) → voltada à saúde de</p><p>puérperas e recém-nascidos;</p><p>✓ Objetivo das ações:</p><p>• Triagem neonatal;</p><p>• Triagem auditiva;</p><p>• Checagem de vacinação BCG e de hepatite B; e</p><p>• Avaliação do aleitamento materno, para orientação e apoio.</p><p>• Visita domiciliar na primeira semana após a alta do bebê (7 a 10</p><p>dias após o parto);</p><p>RN normal</p><p>• Visita domiciliar nos primeiros 3 dias após a alta.RN de risco</p><p>Objetivos da visita puerperal</p><p>✓ Avaliar o estado de saúde da mulher e do recém-nascido;</p><p>✓ Orientar e apoiar a família para a amamentação;</p><p>✓ Orientar os cuidados básicos com o recém-nascido;</p><p>✓ Avaliar a interação da mãe com o recém-nascido;</p><p>✓ Identificar situações de risco ou intercorrências e conduzi-las;</p><p>✓ Orientar o planejamento familiar; e</p><p>✓ Tratar possíveis intercorrências.</p><p>Graziela Raquel da Silveira Anastácio - 082.354.796-56</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PUERPÉRIO (E25)</p><p>4</p><p>Avaliação Clínica e Ginecológica</p><p>✓ Verificar dados vitais (temperatura, frequência cardíaca, pressão arterial);</p><p>✓ Examinar mamas, verificando a presença de ingurgitamento, sinais</p><p>inflamatórios, infecciosos ou cicatrizes que dificultem a amamentação;</p><p>✓ Examinar abdômen, verificando a condição do útero e se há dor à palpação. O</p><p>fundo uterino, no 10º dia após o parto encontra-se próximo a sínfise púbica;</p><p>✓ Examinar períneo e genitais externos (verificar sinais de infecção, presença e</p><p>características de lóquios em relação a cor e odor);</p><p>✓ Observar e avaliar a mamada para garantia do adequado posicionamento e</p><p>pega da aréola, pois o posicionamento errado do bebê, além de dificultar a</p><p>sucção, comprometendo a quantidade de leite ingerido, é uma das causas mais</p><p>frequentes de problemas nos mamilos;</p><p>✓ Em caso de ingurgitamento mamário, mais comum entre o terceiro e o quinto</p><p>dia pós-parto, orientar quanto à ordenha manual, armazenamento e a</p><p>possibilidade de doação do leite excedente a um banco de leite humano;</p><p>✓ Verificar possíveis intercorrências: alterações emocionais, hipertensão, febre,</p><p>dor em baixo ventre ou nas mamas, presença de corrimento com odor fétido,</p><p>sangramentos intensos;</p><p>Dificuldades com o aleitamento no período puerperal:</p><p>✓ Pega incorreta do mamilo;</p><p>✓ Fissuras (rachaduras) ;</p><p>✓ Mamas ingurgitadas;</p><p>✓ Mastite;</p><p>✓ Ordenha manual.</p><p>Uso de método anticoncepcional</p><p>✓ o uso de métodos anticoncepcionais no pós-parto deve-se considerar o tempo</p><p>pós-parto, o padrão da amamentação, o retorno ou não da menstruação e os</p><p>possíveis efeitos dos anticoncepcionais hormonais sobre a lactação e o</p><p>lactente.</p><p>Graziela Raquel da Silveira Anastácio - 082.354.796-56</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PUERPÉRIO (E25)</p><p>5</p><p>Endometrite;</p><p>INFECÇÃO DA FERIDA OPERATÓRIA (cesárea)</p><p>ou da episiotomia (parto vaginal);</p><p>INFECÇÕES DO TRATO URINÁRIO; e</p><p>Condições</p><p>patológicas:</p><p>Cefaléia pós-punção de dura-máter.</p><p>Endometrite</p><p>✓ Febre;</p><p>✓ Lóquios purulentos e com odor fétido;</p><p>✓ Útero amolecido e doloroso; e</p><p>✓ Secreção purulenta quando manipulado colo uterino.</p><p>Infecção da ferida operatória</p><p>✓ Dor, rubor e calor local;</p><p>✓ Febre moderada ocasional;</p><p>✓ Secreção, por vezes purulenta; e</p><p>✓ Em casos raros, quando existe contaminação por Clostridium perfringens, a</p><p>infecção pode evoluir com necrose dos tecidos afetados.</p><p>Infecções do trato urinário</p><p>✓ Disúria; Polaciúria;</p><p>✓ Urgência miccional;</p><p>✓ Nictúria;</p><p>✓ Estrangúria;</p><p>✓ Dor retropúbica; e</p><p>✓ Suprapúbica ou abdominal.</p><p>Graziela Raquel da Silveira Anastácio - 082.354.796-56</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PUERPÉRIO (E25)</p><p>6</p><p>Cefaleia pós-punção de dura-máter</p><p>✓ Cefaleia frontal com irradiação occipital, piorada na postura ortostática,</p><p>acompanhada ou não de tonturas, náuseas, vômitos, distúrbios visuais, dor</p><p>interescapular, rigidez de nuca e sintomas auditivos.</p><p>alterações psíquicas e emocionais que podem resultar em uma</p><p>série de sinais e sintomas os quais podem ou não ter um caráter</p><p>provisório, de longa duração ou mesmo permanente.</p><p>Sofrimento</p><p>mental no</p><p>puerpério</p><p>Sofrimento Mental no Puerpério</p><p>Tristeza</p><p>puerperal</p><p>Depressão</p><p>puerperal</p><p>Transtorno</p><p>psicótico</p><p>puerperal</p><p>Tristeza puerperal (também chamada de baby blues ou maternety blues)</p><p>Alteração psíquica transitória de leve a moderada intensidade;</p><p>Atinge de 50% a 80% das mulheres; e</p><p>Inicia-se no 3º até o 4º dia do puerpério.</p><p>SINTOMAS DA TRISTEZA PUERPERAL</p><p>Sensação de tristeza ,choro,</p><p>flutuação de humor, irritabilidade,</p><p>tristeza, fadiga, insônia,</p><p>dificuldade de concentração,</p><p>ansiedade relacionada ao bebê.</p><p>Graziela Raquel da Silveira Anastácio - 082.354.796-56</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PUERPÉRIO (E25)</p><p>7</p><p>Depressão puerperal (também chamada de depressão pós-parto)</p><p>Transtorno psíquico de moderado a severo, com início insidioso;</p><p>Início insidioso na 2ª a 3ª semana do puerpério.</p><p>SINTOMAS DA DEPRESSÃO PUERPERAL</p><p>Tristeza, choro fácil, desalento, abatimento,</p><p>labilidade, anorexia, náuseas,</p><p>distúrbios de sono, insônia e pesadelo,</p><p>ideias suicidas, perda do interesse sexual,</p><p>sensação de estar sufocada, oprimida,</p><p>inabilidade para cuidar do bebê.</p><p>Transtorno psicótico puerperal</p><p>Distúrbio de humor psicótico, com apresentação de perturbações mentais</p><p>graves como esquizofrenia;</p><p>Início abrupto nas duas ou três semanas após o parto.</p><p>Graziela Raquel da Silveira Anastácio - 082.354.796-56</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PUERPÉRIO (E25)</p><p>8</p><p>SINTOMAS DO TRANSTORNO PSICÓTICO PUERPERAL</p><p>Confusão mental, alucinações ou delírios,</p><p>agitação psicomotora, angústia,</p><p>pensamentos de machucar o bebê,</p><p>comportamentos estranhos, insônia,</p><p>sintomas que evoluem para formas maníacas,</p><p>melancólicas ou até mesmo catatônicas.</p><p>Hemorragia pós-parto;</p><p>Infecção;</p><p>Pré-eclâmpsia/eclâmpsia;</p><p>Intercorrências Clínicas</p><p>Tromboembolismo.</p><p>✓ Perda sanguínea ↑ a 500ml</p><p>✓ Fatores de risco:</p><p>• Útero que não contrai adequadamente por causa de distensão excessiva</p><p>durante trabalho de parto prolongado ou anormal;</p><p>• Múltiplas gestações;</p><p>• Volume excessivo de líquido amniótico;</p><p>• Administração de anestésico miorrelaxante durante o trabalho de parto.</p><p>Hemorragia pós-parto</p><p>Graziela Raquel da Silveira Anastácio - 082.354.796-56</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PUERPÉRIO (E25)</p><p>9</p><p>✓ Principais causas:</p><p>✓ retenção de restos ovulares e placentários que impedem a involução uterina;</p><p>✓ Atonia uterina: causada por partos precipitados e prolongados, anestesia geral,</p><p>infecções genitais pré-parto e choque hipovolêmico ou em consequência de</p><p>hiperdistensão do útero por gravidez múltipla, macrossomia fetal e</p><p>polidrâmnio;</p><p>Hemorragia pós-parto</p><p>✓ Lacerações de trajeto: lacerações que ocorrem no colo uterino ou na porção</p><p>superior do canal vaginal podem romper grandes vasos sanguíneos;</p><p>✓ Sinais e sintomas:</p><p>Palidez cutânea</p><p>Perda sanguínea</p><p>pela vagina</p><p>Hipotensão arterial</p><p>AnsiedadeVertigens Inquietação</p><p>Sudorese friaPulso fraco e rápido Respiração rápida e</p><p>costal superior</p><p>Dispneia Choque</p><p>✓ Qualquer infecção que ocorre no aparelho genital no período pós-parto recente</p><p>→ principal causa de febre no período;</p><p>✓ Sinais e sintomas:</p><p>Infecção</p><p>Febre Calafrios Dor abdominal Lóquios fétidos</p><p>Graziela Raquel da Silveira Anastácio - 082.354.796-56</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PUERPÉRIO (E25)</p><p>10</p><p>✓ Fatores que ↑ a vulnerabilidade:</p><p>• baixo nível socioeconômico;</p><p>• doenças crônicas;</p><p>• exames ginecológicos repetidos;</p><p>• trabalho de parto cesariano prolongado;</p><p>• retenção de placenta dentro do útero;</p><p>• hemorragias.</p><p>✓ Cefaleia acompanhada por um ou mais sintomas após até 72 horas do parto:</p><p>Pré-eclâmpsia/eclâmpsia</p><p>Distúrbios visuais Náuseas Vômitos</p><p>✓ Sinais e sintomas:</p><p>Tromboembolismo</p><p>Dor unilateral na</p><p>panturrilha Eritema ou EdemaDor torácica Respiração curta</p><p>O puerpério é um período de grande transformação tanto orgânica quanto emocional, por</p><p>isso a atenção à mulher e ao recém-nascido (RN) no pós-parto imediato e nas primeiras</p><p>semanas após o parto é fundamental para a saúde materna e neonatal.</p><p>Graziela Raquel da Silveira Anastácio - 082.354.796-56</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PUERPÉRIO (E25)</p><p>11</p><p>1. (ENFERMAGEM/SESAP-RN/COMPERVE/2018) O puerpério ou pós-parto é o período que</p><p>se inicia com a saída da placenta até à volta do organismo materno às condições pré-</p><p>gravídicas. No puerpério imediato, após o parto vaginal, a enfermeira deve avaliar o</p><p>períneo da puérpera a fim de identificar o trauma perineal ou genital, definido como</p><p>aquele provocado por episiotomia ou lacerações. Sobre os cuidados nos casos de trauma</p><p>perineal ou genital, analise as recomendações abaixo.</p><p>I. Ajudar a mulher a adotar uma posição que permita uma visualização adequada do grau</p><p>do trauma, mantendo essa posição apenas pelo tempo necessário para uma avaliação</p><p>sistemática e para o reparo do períneo.</p><p>II. Orientar a mulher que, no caso de trauma de primeiro grau, o músculo deve ser</p><p>suturado, a fim de melhorar a cicatrização.</p><p>III. Para a realização de reparos perineais, deve-se realizar um cateterismo vesical de alívio</p><p>para prevenir o desconforto local causado pela eliminação de urina.</p><p>IV. De acordo com prescrição médica, orientar a mulher a usar rotineiramente supositórios</p><p>retais de anti-inflamatórios não esteróides após o reparo do trauma perineal de primeiro e</p><p>de segundo graus, desde que esses medicamentos não sejam contraindicados.</p><p>Em relação ao tratamento do trauma perineal ou genital, estão corretas as recomendações</p><p>presentes em</p><p>a) I e II.</p><p>b) I e IV.</p><p>c) II e III.</p><p>d) III e IV.</p><p>2. (ENFERMAGEM/TRE-PR/FCC/2017) O objetivo da vacina dTpa para mulheres quando</p><p>administrada no puerpério é:</p><p>a) promover a transmissão de anticorpos contra meningite ao recém-nascido.</p><p>b) reduzir a incidência do câncer de colo de útero e de vulva.</p><p>c) diminuir a incidência de caxumba na próxima gestação.</p><p>d) evitar que a mãe possa transmitir a coqueluche para o recém-nascido.</p><p>e) aumentar a proteção da puérpera e do recém-nascido contra o Zika Vírus.</p><p>Graziela Raquel da Silveira Anastácio - 082.354.796-56</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PUERPÉRIO (E25)</p><p>12</p><p>3. (ENFERMAGEM/SUGEP-UFRPE/2016) Durante a assistência de enfermagem no</p><p>puerpério imediato, a avaliação da perda sanguínea vaginal (lóquios) deve considerar da</p><p>maior relevância:</p><p>a) queixas de cólicas ocasionais. d) a falta de regularidade na eliminação.</p><p>b) a variação no volume eliminado. e) a eliminação de coágulos sanguíneos.</p><p>c) o progressivo escurecimento da cor.</p><p>4. (PREFEITURA DE CURITIBA-PR/NC-UFPR/2016) Após o parto, a mulher passa por grande</p><p>estresse fisiológico e psicológico. Nesse período de alterações físicas, o puerpério pode ser</p><p>classificado em 4 fases distintas:</p><p>a) imediato (primeiras 24 horas pós-parto), mediato (das 24 às 72 horas pós-parto), tardio</p><p>(de 72 horas até 11 dias pós-parto) e remoto (após 12 dias em diante).</p><p>b) imediato (primeiras 2 horas pós-parto), mediato (da 2ª hora até o 10ª dia pós-parto),</p><p>tardio (do 11ª até o 42ª dia pós-parto) e remoto (do 42ª dia em diante).</p><p>c) imediato (primeiras 3 horas pós-parto), mediato (de 3 horas até 7 dias pós-parto), tardio</p><p>(de 7 dias pós-parto até o 30ª dia pós-parto) e remoto (após 30 dias em diante).</p><p>d) imediato (primeiras 2 horas pós-parto), mediato (da 2ª hora até o 15ªdia pós-parto),</p><p>tardio (do 15ª dia até o 35ª dia pós-parto) e remoto (do 35ª dia em diante).</p><p>e) imediato (primeiras 24 horas pós-parto), mediato (do 2ª até o 16ª dia pós-parto), tardio</p><p>(do 17ª até o 50ª dia pós-parto) e remoto (do 51ª dia pós-parto em diante).</p><p>5. (PREFEITURA DE NATAL-RN/TÉC. EM ENFERMAGEM/COMPERVE/2018) O puerpério</p><p>corresponde a um momento importante, quando a mulher passa por mudanças biológicas,</p><p>subjetivas, sociais e familiares. Desse modo, os riscos para o aparecimento de sofrimento</p><p>mental na puérpera aumentam em face das preocupações, e dos anseios da mulher bem</p><p>como dos planejamentos realizados por ela. De acordo com o Ministério da Saúde (2013),</p><p>existe um tipo de sofrimento mental puerperal que causa alteração psíquica leve e</p><p>transitória. O evento inicia-se entre o 3º e o 4º dias do puerpério, regredindo</p><p>espontaneamente no período de uma semana a dez dias, e tem como alguns de seus</p><p>sintomas a flutuação de humor, irritabilidade, fadiga, tristeza, insônia, dificuldade de</p><p>concentração e ansiedade relacionada ao bebê. Esse tipo de sofrimento mental puerperal</p><p>é denominado</p><p>a) tristeza puerperal. c) transtorno psicótico puerperal.</p><p>b) depressão pós-parto. d) síndrome do pânico.</p><p>Graziela Raquel da Silveira Anastácio - 082.354.796-56</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PUERPÉRIO (E25)</p><p>13</p><p>Referências Bibliográficas</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de</p><p>Atenção Básica. Atenção ao pré-natal de baixo risco [recurso eletrônico] – 1. ed.</p><p>rev. – Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2013.</p><p>____. Ministério da Saúde. Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa. Protocolos</p><p>da Atenção Básica: Saúde das Mulheres. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.</p><p>____. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e</p><p>Insumos</p><p>Estratégicos. Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde.</p><p>Diretrizes nacionais de assistência ao parto normal: versão resumida [recurso</p><p>eletrônico]. Brasília: Ministério da Saúde, 2017.</p><p>LONDRINA. Prefeitura do Município. Secretaria Municipal de Saúde. Manual do</p><p>cuidado no pré-natal e puerpério na atenção primária em Saúde – 2. ed. –</p><p>Londrina: SMS, 2016. Versão atualizada em 26-07-2017.</p><p>SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Saúde. Coordenadoria de Planejamento em</p><p>Saúde. Assessoria Técnica em Saúde da Mulher. Atenção à gestante e à puérpera</p><p>no SUS – SP: manual técnico do pré-natal e puerpério. São Paulo: SES/SP, 2010.</p><p>SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Saúde. Linha de cuidado gestante e puérpera:</p><p>manual técnico do pré-natal, parto e puerpério. São Paulo: SES/SP, 2018.</p><p>1 - B</p><p>2 - D</p><p>3 - E</p><p>4 - B</p><p>5 - A</p><p>GABARITO</p><p>Graziela Raquel da Silveira Anastácio - 082.354.796-56</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PUERPÉRIO (E25)</p><p>14</p><p>Graziela Raquel da Silveira Anastácio - 082.354.796-56</p>