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<p>NÃO PODE FALTAR</p><p>NONA SEMANA AO NASCIMENTO, PLACENTA E MEMBRANAS</p><p>FETAIS</p><p>Renata Morais dos Santos</p><p>PRATICAR PARA APRENDER</p><p>Caro aluno, estamos chegando ao �m de mais uma etapa. A embriologia, como</p><p>vimos, estuda cada uma das fases do desenvolvimento embrionário, desde a</p><p>fecundação até o nascimento de um novo indivíduo. Nos possibilita compreender</p><p>os mecanismos de formação dos tecidos, dos órgãos, as alterações do corpo</p><p>humano, as possíveis interferências que podem ocasionar alguma malformação,</p><p>de�ciência ou alteração genética no indivíduo ainda em desenvolvimento.</p><p>O novo indivíduo surge de células que se unem para a formação do zigoto, a partir</p><p>de várias divisões celulares, passa por várias transformações sendo mórula,</p><p>blástula, gástrula, nêurula, até ser reconhecido como feto. Durante as oito</p><p>primeiras semanas do desenvolvimento embrionário são cruciais os cuidados com</p><p>interferências externas que possam in�uenciar no processo de desenvolvimento,</p><p>uma vez que os tecidos e órgãos começam a ser desenvolvidos, os sistemas ainda</p><p>primitivos iniciam o seu funcionamento, como o sistema cardiovascular. É neste</p><p>período que malformações, problemas congênitos e genéticos são mais</p><p>frequentes. Ao �nal da oitava semana do desenvolvimento, o embrião já começa a</p><p>apresentar características mais humanas, é quando se inicia o período fetal, que</p><p>estudaremos nesta seção.</p><p>Acompanharemos os principais eventos ocorridos durante o período fetal, que</p><p>inclui a nona semana de desenvolvimento até o nascimento do novo indivíduo. As</p><p>primeiras batidas do coração detectadas pelo ultrassom, os primeiros movimentos</p><p>Fonte: Shutterstock.</p><p>Deseja ouvir este material?</p><p>Áudio disponível no material digital.</p><p>0</p><p>V</p><p>e</p><p>r</p><p>a</p><p>n</p><p>o</p><p>ta</p><p>çõ</p><p>e</p><p>s</p><p>09/08/2024, 19:32 lddkls212_int_bio_cel_des</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=leticiamazurmaia%40gmail.com&usuarioNome=LETICIA+DE+ARAUJO+MAZUR+MAIA&disciplinaDescricao=INTRODUÇÃO+À+BIOLOGIA… 1/12</p><p>do feto, a formação de cabelo, unhas e cílios, assim como a formação da genitália</p><p>externa e a possibilidade de identi�car o sexo através do ultrassom. Compreender</p><p>cada um dos mecanismos deste processo e as necessidades do organismo em se</p><p>adaptar a cada mudança é fascinante. Daremos destaque para a placenta e as</p><p>membranas fetais, que aparecem ainda no período embrionário, analisaremos as</p><p>características de cada uma delas, funções e importância, uma vez que são estas</p><p>membranas acessórias extraembrionárias, as quais dão todo o suporte para o feto</p><p>em desenvolvimento.</p><p>Além disso, estudaremos o mecanismo do parto e as eventuais complicações que o</p><p>feto possa apresentar caso nasça prematuro. Para �nalizar o período fetal, você irá</p><p>conhecer algumas particularidades quando ocorrem gestações múltiplas e</p><p>aprender a diferenciá-las.</p><p>Vamos dar continuidade ao cenário criado, da clínica especializada em reprodução</p><p>assistida, como uma possível situação pro�ssional, para contextualizar a sua</p><p>aprendizagem. A reprodução assistida vem crescendo no Brasil, segundo a Anvisa</p><p>(Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e as técnicas utilizadas auxiliam no sonho</p><p>de gerar uma nova vida, graças a tecnologia e muitas pesquisas.</p><p>Há mais de dois anos tentando engravidar, um casal foi instruído a realizar a</p><p>fertilização in vitro, com o intuito de realizar o sonho de ter um bebê. O casal,</p><p>ambos bom mais de 35 anos, fez o procedimento de reprodução assistida em uma</p><p>clínica especializada em reprodução humana, onde você trabalha como</p><p>especialista da saúde. A transferência embrionária através da técnica da</p><p>fertilização in vitro foi um sucesso e após o teste sanguíneo de F.L.S. (a mulher) ter</p><p>sido positivo, ela fez o seu primeiro ultrassom estando grávida, na quinta semana</p><p>de desenvolvimento. Os embriões ainda estavam muito pequenos e não foi</p><p>possível identi�car os sexos ou ouvir o batimento cardíaco dos gêmeos, isso</p><p>mesmo, F.L.S e o seu esposo tiveram uma surpresa ao descobrir que estavam</p><p>esperando por dois bebês, ou seja, foi detectada uma gestação múltipla. Por se</p><p>tratar de uma gestação gemelar, as consultas do pré-natal e os exames de</p><p>ultrassom devem ser mais frequentes, além de todas as recomendações recebidas</p><p>por F.L.S., em relação à necessidade de manter uma alimentação balanceada, fazer</p><p>exercícios físicos leves e com acompanhamento para prevenção da diabetes</p><p>gestacional, dentre outras.</p><p>Durante uma das visitas do casal à clínica, você acompanha o exame de</p><p>ultrassonogra�a de rotina de F.L.S., já em sua décima sexta semana de gestação.</p><p>Os bebês estão bem e apesar de o casal estar na expectativa em saber o sexo dos</p><p>bebês, pelo ultrassom só foi possível visualizar a genitália de um dos fetos (uma</p><p>menina), devido ao posicionamento dos fetos na barriga. No entanto, por se tratar</p><p>de uma gestação de gêmeos monozigóticos, você poderia facilmente dizer o sexo</p><p>do outro bebê?</p><p>Foi possível, ainda, visualizar outras estruturas formadas, além das genitálias.</p><p>Quais outras estruturas são formadas durante esta semana do desenvolvimento</p><p>fetal?</p><p>0</p><p>V</p><p>e</p><p>r</p><p>a</p><p>n</p><p>o</p><p>ta</p><p>çõ</p><p>e</p><p>s</p><p>09/08/2024, 19:32 lddkls212_int_bio_cel_des</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=leticiamazurmaia%40gmail.com&usuarioNome=LETICIA+DE+ARAUJO+MAZUR+MAIA&disciplinaDescricao=INTRODUÇÃO+À+BIOLOGIA… 2/12</p><p>Você aproveitou para alertar aos pais que em casos de gestações múltiplas as</p><p>chances de os bebês nascerem antes da data provável do parto, ou seja, ocorrer</p><p>um parto prematuro, são maiores. Por que os bebês que nascem antes da</p><p>vigésima sexta semana possuem menos chance de sobreviver? E no caso de</p><p>gêmeos que compartilham a mesma placenta, qual síndrome pode ser</p><p>desenvolvida?</p><p>Você chegou até aqui, falta muito pouco para compreendermos todas as etapas</p><p>para geração de uma nova vida. Vamos juntos, não desanime!</p><p>CONCEITO-CHAVE</p><p>No �nal da oitava semana de desenvolvimento embrionário, o embrião passa a ter</p><p>um aspecto humano e ao iniciar a nona semana ou o terceiro mês do</p><p>desenvolvimento, ele é chamado de feto. A transição de embrião para feto ocorre</p><p>de forma gradual, os tecidos e órgãos que tiveram o início da formação do período</p><p>embrionário agora no período fetal são caracterizados pelo rápido crescimento. A</p><p>diferença de tamanho entre a cabeça e o corpo diminui neste período, e poucas</p><p>estruturas novas são formadas, com isso, os danos causados pelos teratógenos e</p><p>problemas de malformações são mais difíceis neste período, no entanto, ainda são</p><p>passíveis de ocorrer, incluindo a utilização de substâncias tóxicas que podem</p><p>afetar a visão e o sistema nervoso do feto. Vamos conhecer os principais eventos</p><p>que marcam o desenvolvimento no período fetal que compreende da nona</p><p>semana até o parto.</p><p>1.  PRINCIPAIS EVENTOS DA NONA SEMANA AO NASCIMENTO</p><p>Durante este período não há um sistema formal que determine o estágio em que o</p><p>feto se encontra no período fetal. São levadas em consideração as mudanças que</p><p>ocorrem neste período e o crescimento do feto é medido através do ultrassom</p><p>pelo comprimento linear entre a cabeça e a nádega (CRL) e o comprimento linear</p><p>entre a cabeça e o calcanhar (CHL), sendo possível determinar o tamanho e a idade</p><p>provável do feto.</p><p>O início da nona semana é marcado pelo tamanho da cabeça do feto, que ainda</p><p>possui cerca de metade do CRL. Os olhos ainda são bem separados, as pálpebras</p><p>seguem fusionadas, a face é larga e as orelhas possuem uma implantação baixa.</p><p>Durante essa semana, os membros inferiores ainda são curtos e relativamente</p><p>pequenos. A décima primeira semana é marcada pelo retorno do intestino ao</p><p>abdome. Entre a nona e a décima segunda semana ocorre a formação da urina, e</p><p>esta é lançada no líquido amniótico. Parte do líquido é absorvido pelo feto e os</p><p>produtos excretados são transferidos para a mãe através da membrana</p><p>placentária pela circulação materna. No �nal da décima segunda semana, o CRL</p><p>corresponde praticamente ao dobro do tamanho. Os membros superiores</p><p>alcançam o seu tamanho relativo ao nascimento,</p><p>e os membros inferiores ainda</p><p>em desenvolvimento não atingiram o tamanho relativo �nal. A genitália externa</p><p>(masculina ou feminina) ainda não está completamente desenvolvida. A partir da</p><p>décima quarta semana, os movimentos dos membros notados durante o �nal do</p><p>período embrionário passam a ser coordenados e visíveis ao ultrassom e já são</p><p>0</p><p>V</p><p>e</p><p>r</p><p>a</p><p>n</p><p>o</p><p>ta</p><p>çõ</p><p>e</p><p>s</p><p>09/08/2024, 19:32 lddkls212_int_bio_cel_des</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=leticiamazurmaia%40gmail.com&usuarioNome=LETICIA+DE+ARAUJO+MAZUR+MAIA&disciplinaDescricao=INTRODUÇÃO+À+BIOLOGIA… 3/12</p><p>perceptíveis os movimentos lentos dos olhos. Ainda na décima quarta semana</p><p>ocorre a padronização dos cabelos no couro cabeludo. Na décima sexta semana, o</p><p>tecido ósseo inicia a sua formação, os primeiros dentes decíduos iniciam a sua</p><p>formação. A face já está bem formada com lábios, boca, nariz e bochechas. O</p><p>cabelo, as sobrancelhas e cílios são formados, e a genitália externa está</p><p>desenvolvida e já pode ser identi�cado o sexo do feto através da ultrassonogra�a.</p><p>O feto já pesa em torno de 200 g e tem cerca de 140 mm, e a cabeça em</p><p>comparação a um feto na décima segunda semana é relativamente pequena. No</p><p>período entre a décima sétima semana e a vigésima semana, o crescimento é</p><p>desacelerado, os membros inferiores alcançam o seu tamanho relativo �nal e a</p><p>mãe já pode facilmente sentir os movimentos fetais, os pontapés. Durante este</p><p>período, a pele do feto é coberta pelo verniz caseoso (material gorduroso</p><p>composto por células mortas secretadas pelas glândulas sebáceas do feto). Além</p><p>disso, o feto é coberto por uma penugem delicada de pelo, conhecida por lanugo,</p><p>auxiliando no mantimento do verniz caseoso e auxiliando na proteção da pele</p><p>muito sensível do feto. O útero fetal feminino é formado e é iniciada a formação da</p><p>vagina, ou no caso dos fetos masculinos, os testículos começam a descer. Após a</p><p>vigésima semana de gestação, a morte do feto é chamada de natimorto. Na</p><p>vigésima primeira semana são iniciados os movimentos rápidos dos olhos e nas</p><p>semanas seguintes é possível detectar as piscadas. Na vigésima quarta semana as</p><p>unhas já estão formadas e as células epiteliais secretoras começam a secretar nos</p><p>pulmões um líquido (surfactante) que mantém alvéolos pulmonares em</p><p>desenvolvimento abertos. Durante a vigésima primeira à vigésima quinta</p><p>semana, o feto ganha peso, e embora já possa sobreviver caso nasça prematuro,</p><p>mesmo com cuidados intensivos, o risco de o feto morrer é grande, pois ao nascer</p><p>antes da vigésima sexta semana o sistema respiratório ainda está imaturo e</p><p>possibilita o risco de problemas neurológicos, por este sistema ainda estar em</p><p>desenvolvimento. Neste período o feto começa a desenvolver a percepção da dor.</p><p>No período da vigésima sexta à vigésima nona semana, os pulmões já</p><p>conseguem fazer trocas gasosas su�cientes e o sistema nervoso central já</p><p>amadureceu ao ponto de possibilitar o controle da temperatura corporal e guiar os</p><p>movimentos respiratórios, embora nasça prematuro, necessite de cuidados</p><p>especiais em incubadoras para auxiliar no controle da temperatura e respiração</p><p>arti�cial, e o fator peso é levado em consideração para aumentar as chances de</p><p>sobrevivência. Os testículos já começam a descer no saco escrotal, o cabelo está</p><p>desenvolvido, as pálpebras abertas e as unhas dos pés se tornam visíveis. As</p><p>últimas semanas do desenvolvimento, que englobam da trigésima a trigésima</p><p>oitava semana (os dois últimos meses), o feto adquire metade do peso que terá no</p><p>nascimento, aproximadamente. Durante este período, o cérebro cresce bastante, a</p><p>pele já é rósea e os membros superiores e inferiores já estão semelhantes a como</p><p>irão nascer. O feto já é capaz de responder a estímulos luminosos e sonoros e</p><p>desenvolve um aperto �rme nas mãos, uma vez que entre a trigésima sétima e</p><p>trigésima oitava semana, o sistema nervoso já é considerado maduro para</p><p>realizar determinadas interações. Quando se aproxima do �nal da gestação, o feto</p><p>ganha em média 14 g de gordura por dia, chegando ao �nal de 38 semanas a cerca</p><p>de 3.000 a 3.500 g, e CRL aproximado de 36 cm, e a circunferência do abdômen já é</p><p>0</p><p>V</p><p>e</p><p>r</p><p>a</p><p>n</p><p>o</p><p>ta</p><p>çõ</p><p>e</p><p>s</p><p>09/08/2024, 19:32 lddkls212_int_bio_cel_des</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=leticiamazurmaia%40gmail.com&usuarioNome=LETICIA+DE+ARAUJO+MAZUR+MAIA&disciplinaDescricao=INTRODUÇÃO+À+BIOLOGIA… 4/12</p><p>maior do que a da cabeça. Os fetos nascidos durante a trigésima segunda semana</p><p>têm grandes chances de sobrevivência sem a necessidade de incubadoras. O bebê</p><p>já está formado e pronto para o parto.</p><p>LEMBRE-SE</p><p>Uma gestação tem duração de cerca de 280 dias, ou seja, em torno de 40</p><p>semanas após a data da última menstruação (DUM). Ou, duração de 266</p><p>dias (38 semanas), contabilizadas após a fecundação.</p><p>2.  PLACENTA E MEMBRANAS FETAIS</p><p>O principal local de trocas entre a mãe e o feto, tanto de nutrientes quanto de</p><p>gases e outras substâncias, é a placenta. A sua formação é iniciada com a</p><p>proliferação do trofoblasto, das vilosidades coriônicas e do saco coriônico no �nal</p><p>da terceira semana de desenvolvimento. A placenta é um órgão materno fetal,</p><p>responsável pelo suporte nutricional e respiratório para o desenvolvimento do</p><p>feto. É composta por uma parte fetal (originada a partir do caso coriônico) e a parte</p><p>materna (originada a partir do endométrio). Ela é constituída ainda pela decídua</p><p>basal (componente materno da placenta) e pelo córion frondoso (componente fetal</p><p>da placenta). Vamos compreender estes componentes?</p><p>A decídua é o endométrio gravídico, ou seja, o endométrio de uma mulher grávida.</p><p>Ela possui três nomeações distintas, de acordo com a região e o local de</p><p>implantação do concepto, são eles: decídua basal (a parte mais distante do</p><p>concepto), decídua capsular (a parte que recobre o concepto) e a decídua parietal</p><p>(corresponde as partes restantes da decídua). As células deciduais são formadas</p><p>pelo aumento das células do tecido endometrial, devido ao aumento dos níveis de</p><p>progesterona no sangue da mãe. Já o córion frondoso se origina pela expansão e</p><p>pelo crescimento das vilosidades-tronco, conforme ocorre a progressão da</p><p>gravidez. O córion frondoso (ou córion viloso) representa a parte fetal da placenta,</p><p>e do lado oposto a este polo embrionário, as vilosidades se degeneram e formam o</p><p>córion liso.</p><p>ASSIMILE</p><p>O córion reveste a parede do saco coriônico e o tamanho deste é muito</p><p>importante para auxiliar na determinação da idade gestacional de</p><p>embriões, principalmente para pacientes com histórico incerto de</p><p>menstruação. Através de ultrassom é possível detectar os sacos coriônicos</p><p>com diâmetros entre 2-3 mm, indicando aproximadamente 18 dias da idade</p><p>gestacional, após a fecundação.</p><p>Conforme o feto cresce, o que ocorre? A decídua capsular se une com a decídua</p><p>parietal e aos poucos obstrui a cavidade uterina. A cavidade coriônica também é</p><p>obstruída, e ocorre a fusão entre o âmnio e o córion, resultando na membrana</p><p>amniocoriônica.</p><p>REFLITA</p><p>0</p><p>V</p><p>e</p><p>r</p><p>a</p><p>n</p><p>o</p><p>ta</p><p>çõ</p><p>e</p><p>s</p><p>09/08/2024, 19:32 lddkls212_int_bio_cel_des</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=leticiamazurmaia%40gmail.com&usuarioNome=LETICIA+DE+ARAUJO+MAZUR+MAIA&disciplinaDescricao=INTRODUÇÃO+À+BIOLOGIA… 5/12</p><p>A mulher quando inicia o trabalho de parto, em geral, tem a sua bolsa d</p><p>´água rompida, certo? O “tampão” ou a membrana que se rompe é a</p><p>membrana amniocoriônica. Quando esta membrana se rompe, o �uido</p><p>amniótico é perdido por meio do colo uterino e vagina.</p><p>A placenta é limitada do lado fetal pela placa coriônica e do lado materno pela</p><p>decídua basal (placa decidual). Entre estas placas, o sangue materno preenche os</p><p>espaços intervilosos derivados das lacunas do sinciotrofoblasto, se lembra dele?</p><p>São as camadas externas do trofoblasto. A placenta cresce juntamente com o feto</p><p>e o útero, durante o desenvolvimento do feto. Por volta do terceiro mês, a placenta</p><p>está completa e entre o quarto e o</p><p>quinto mês, são formados os septos</p><p>placentários (septos que crescem em direção aos espaços intervilosos), dividindo a</p><p>placenta em cotilédones (espaços irregulares formados na parte fetal da placenta,</p><p>delimitados pelos septos placentários). O formato da placenta é discoide, e é</p><p>expelida da cavidade uterina após o parto. No �nal da gravidez, a placenta já ocupa</p><p>cerca de 30% da superfície interna do útero, pesa cerca de 500 g, e possui em</p><p>média 20 cm de diâmetro com 3 cm de espessura.</p><p>A partir da terceira semana do desenvolvimento embrionário, é iniciado o</p><p>desenvolvimento cardiovascular, com o surgimento do primórdio da circulação</p><p>uteroplacentária. Mas e como será a circulação placentária? Na quarta semana, a</p><p>placenta forma a rede vascular, a partir das vilosidades coriônicas que cobrem o</p><p>saco coriônico. O endométrio tem artérias espiraladas que atravessam a placa</p><p>decidual e os espaços intervilosos, banhando, com sangue oxigenado, as</p><p>vilosidades coriônicas. Neste momento, por se tratar de vasos estreitos, o sangue é</p><p>encontrado sob grande pressão, e à medida que esta pressão diminui, o sangue</p><p>�ui, atingindo a decídua, até penetrar nas veias endometriais. O sangue materno e</p><p>o sangue fetal são separados pela membrana placentária, formada por tecidos das</p><p>vilosidades coriônicas. Esta membrana, até o quinto mês do desenvolvimento</p><p>embrionário, é composta pelo sinciciotrofoblasto, citotrofoblasto, mesoderma</p><p>extraembrionário e endotélio dos vasos sanguíneos do feto. Depois, o</p><p>citotrofoblasto degenera, o mesoderma extraembrionário diminui e a membrana</p><p>se reduz ao sinciciotrofoblasto e ao endotélio, permitindo com maior facilidade as</p><p>trocas de substâncias entre a mãe e o feto em crescimento. Através da veia do</p><p>cordão umbilical, o oxigênio e os nutrientes atravessam a membrana placentária,</p><p>difundidos do sangue materno para o sangue fetal. Já o gás carbônico e a ureia,</p><p>dentre outros resíduos do metabolismo fetal, são difundidos no sentido inverso,</p><p>do feto para a mãe, porque a mãe irá realizar a troca do gás carbônico por</p><p>oxigênio, nos pulmões, e a ureia será excretada através dos rins, auxiliando o</p><p>desenvolvimento do feto.</p><p>ASSIMILE</p><p>Conforme a substância transportada entre a mãe e o feto, e vice-versa,</p><p>existe um tipo de transporte. Por exemplo: água, gases, ureia e hormônios</p><p>esteroides são transportados por difusão simples. A glicose, no entanto, é</p><p>0</p><p>V</p><p>e</p><p>r</p><p>a</p><p>n</p><p>o</p><p>ta</p><p>çõ</p><p>e</p><p>s</p><p>09/08/2024, 19:32 lddkls212_int_bio_cel_des</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=leticiamazurmaia%40gmail.com&usuarioNome=LETICIA+DE+ARAUJO+MAZUR+MAIA&disciplinaDescricao=INTRODUÇÃO+À+BIOLOGIA… 6/12</p><p>transportada por difusão facilitada. Já os aminoácidos, lipídios e grande</p><p>parte das vitaminas são transportados por transporte ativo.</p><p>A placenta em conjunto com o cordão umbilical (composto por duas artérias e uma</p><p>veia) formam um verdadeiro sistema de transportes entre a mãe e o feto.</p><p>Podemos, então, destacar algumas das principais funções da placenta, como a sua</p><p>participação no metabolismo (síntese de glicogênio, ácidos graxos, colesterol, etc.);</p><p>o transporte de nutrientes e gases (oxigênio, gás carbônico, água, aminoácidos,</p><p>hormônios, vitaminas, anticorpos maternos, medicamentos, drogas, agentes</p><p>infecciosos, etc.); a excreção de resíduos (por exemplo a ureia) e a síntese e</p><p>secreções endócrinas (gonadotro�na coriônica humana – hCG, progesterona,</p><p>estrógenos, etc.).</p><p>EXEMPLIFIQUE</p><p>O cordão umbilical geralmente apresenta entre 1-2 cm de diâmetro e 55 cm</p><p>de comprimento. Alterações muito grandes no comprimento do cordão</p><p>podem causar problemas ao feto. Cordões muito longos podem se enrolar</p><p>no feto ou causar um prolapso, ocasionando em uma de�ciência de</p><p>oxigênio para o feto. Já os cordões muito curtos, podem ocasionar a</p><p>separação da placenta da parede do útero de forma prematura no</p><p>momento do parto.</p><p>As membranas fetais ou anexos embrionários são as estruturas que surgem</p><p>durante o desenvolvimento embrionário a partir das camadas germinativas e</p><p>auxiliam na separação do embrião (ou feto) do endométrio. Eles se originam do</p><p>zigoto, e com exceção do saco vitelino e do alantoide, não participam da formação</p><p>do embrião. Vamos compreender agora as funções de cada uma delas.</p><p>Iniciaremos pelo âmnio, membrana fetal que forma o saco amniótico, cheio de</p><p>líquido (líquido amniótico), que envolve o embrião (ou feto), evitando o</p><p>ressecamento deste, além de conferir proteção contra choques mecânicos.</p><p>Conforme aumenta o seu tamanho, ele se une à cavidade coriônica e forma a</p><p>membrana amniocoriônica. O líquido amniótico é inicialmente composto pelo</p><p>líquido secretado pelas células amnióticas e a maioria do líquido é proveniente do</p><p>�uido tecidual materno. A passagem de água e solutos do feto para a cavidade</p><p>amniótica ocorre através da pele, e também pelas vias respiratórias e</p><p>gastrointestinais do feto. A partir da décima primeira semana o feto auxilia na</p><p>formação do líquido amniótico pela urina expelida. A composição do líquido</p><p>amniótico inclui compostos orgânicos e sais inorgânicos em proporções</p><p>aproximadamente iguais, sendo metade dos compostos orgânicos formados por</p><p>proteínas e a outra metade de carboidratos, enzimas, gorduras e hormônios. Para</p><p>o desenvolvimento do embrião, o líquido amniótico tem a função de permitir o</p><p>crescimento externo simétrico do embrião, forma uma barreira contra infeções,</p><p>impede o contato entre o âmnio e o embrião, além de proteger o embrião de</p><p>choques, lesões e traumatismos. Contribui ainda para o desenvolvimento</p><p>muscular, do pulmão fetal e auxilia no controle da temperatura do feto. Por meio</p><p>0</p><p>V</p><p>e</p><p>r</p><p>a</p><p>n</p><p>o</p><p>ta</p><p>çõ</p><p>e</p><p>s</p><p>09/08/2024, 19:32 lddkls212_int_bio_cel_des</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=leticiamazurmaia%40gmail.com&usuarioNome=LETICIA+DE+ARAUJO+MAZUR+MAIA&disciplinaDescricao=INTRODUÇÃO+À+BIOLOGIA… 7/12</p><p>de estudos das células presentes no líquido amniótico é possível detectar</p><p>anomalias cromossômicas. O córion como vimos, está relacionado ao tecido</p><p>uterino, e após formar as vilosidades coriônicas origina a placenta. O saco vitelino</p><p>(ou vesícula umbilical) é essencial para a transferência de nutrientes durante a</p><p>segunda e terceira semana de desenvolvimento, antes da circulação</p><p>uteroplacentária ser estabelecida ainda na terceira semana. As células do sangue</p><p>durante a terceira semana do desenvolvimento recobrem o saco vitelino e iniciam</p><p>a formação do fígado até a sexta semana, quando as atividades hematopoiéticas</p><p>são iniciadas. O saco vitelino é reduzido durante a quarta semana de</p><p>desenvolvimento, incorporado na formação do intestino primitivo. As células</p><p>germinativas primitivas do saco vitelino se diferenciam e migram para as glândulas</p><p>sexuais em desenvolvimento, que iram se diferenciar em espermatogônias e</p><p>ovogônias. Neste sentido, o saco vitelino não é funcional em relação ao</p><p>armazenamento de vitelo no caso do desenvolvimento humano, mas desempenha</p><p>um grande papel como pudemos ver. Por �m, o alantoide, assim como o saco</p><p>vitelino, não é funcional para os embriões humanos, mas são importantes na</p><p>formação do sangue em sua parede durante a terceira e quinta semana do</p><p>desenvolvimento. A partir dos seus vasos sanguíneos são formadas as artérias e a</p><p>veia umbilical. Com o crescimento da bexiga, o alantoide involui e forma um tubo</p><p>espesso, o úraco, que após o nascimento se torna o cordão �broso (ligamento</p><p>umbilical mediano), que abrange o ápice da bexiga urinária até o umbigo.</p><p>Figura 4.6 | Desenvolvimento da placenta e membranas fetais</p><p>0</p><p>V</p><p>e</p><p>r</p><p>a</p><p>n</p><p>o</p><p>ta</p><p>çõ</p><p>e</p><p>s</p><p>09/08/2024, 19:32 lddkls212_int_bio_cel_des</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=leticiamazurmaia%40gmail.com&usuarioNome=LETICIA+DE+ARAUJO+MAZUR+MAIA&disciplinaDescricao=INTRODUÇÃO+À+BIOLOGIA… 8/12</p><p>Nota: A, Secção coronal do útero mostrando a protuberância da decídua capsular e o saco coriônico</p><p>expandindo em 4 semanas. B, Ilustração ampliada do local de implantação. Os vilos</p><p>coriônicos foram</p><p>expostos por um corte de abertura na decídua capsular. C a F, Secções sagitais de útero gravídico da 5ª</p><p>à 22ª semana (gestação) mostrando as alterações das relações das membranas fetais com a decídua.</p><p>Em F, o âmnio e o cório estão fusionados entre si e com a decídua parietal, obliterando a cavidade</p><p>uterina.</p><p>Fonte: Moore et al. (2016, p. 72).</p><p>É importante saber que após o parto, as membranas fetais (anexos embrionários),</p><p>assim como a placenta e o cordão umbilical, são expulsos do corpo. A seguir</p><p>iremos conhecer alguns eventos que envolvem o parto.</p><p>3.  PARTO</p><p>O parto é o momento do nascimento. Neste momento, o feto, a placenta e os</p><p>anexos embrionários (ou membranas fetais) são expelidos do corpo materno. O</p><p>trabalho de parto (sequência de contrações uterinas) resulta na dilatação do colo</p><p>uterino para a saída do feto, resultante da ação secretada pelo hormônio liberador</p><p>de corticotropina pelo hipotálamo do feto. Este hormônio estimula a produção do</p><p>hormônio adrenocorticotró�co (ACTH) pela hipó�se, que provocará outra reação, a</p><p>secreção de cortisol pelo córtex suprarrenal. Há um aumento de estrógeno, já que</p><p>o cortisol está relacionado à síntese de estrógenos, e estes por sua vez liberam a</p><p>ocitocina, estimulando as contrações peristálticas do músculo liso do útero. Os</p><p>estrógenos aumentam a contração do miométrio e estimulam a liberação de mais</p><p>ocitocina e prostaglandinas. Durante o trabalho de parto, as contrações</p><p>inicialmente são espaçadas e aos poucos forçam o âmnio e o córion liso para</p><p>dentro do colo do útero, fazendo com que este seja dilatado progressivamente. A</p><p>membrana amniocoriônica é rompida e o líquido amniótico é expelido pela vagina.</p><p>Neste momento, as contrações uterinas já são mais fortes e com a ajuda da</p><p>contração dos músculos abdominais o feto é expulso com as demais membranas</p><p>fetais. Assim que o feto sai do corpo da mãe, ele passa a ser chamado de recém-</p><p>nascido. A placenta é separada da parede uterina logo que o feto nasce, durante</p><p>este período para que seja controlado o sangramento excessivo, as contrações do</p><p>útero comprimem as artérias, o que dura em torno de 15 minutos. Caso a placenta</p><p>�que aderida ou não seja expelida após cerca de 60 minutos, pode haver</p><p>hemorragia pós-parto.</p><p>4.  MÚLTIPLAS GESTAÇÕES</p><p>As gestações múltiplas são aquelas em que a mulher �ca grávida de dois ou mais</p><p>conceptos de uma única vez, estão associadas a um risco maior de morbidade e</p><p>mortalidade fetal comparadas às gestações únicas. As anomalias cromossômicas</p><p>são maiores e conforme o número de fetos aumenta, o risco se torna progressivo.</p><p>Riscos de parto prematuro, hipertensão ou diabetes gestacional, anemia e</p><p>crescimento fetal reduzidos são alguns dos riscos para a mãe e os fetos. A</p><p>incidência de múltiplas gestações aumenta com o uso de técnicas de reprodução</p><p>assistida, como a fertilização in vitro. E como os gêmeos são formados? Os gêmeos</p><p>podem se originar de dois zigotos diferentes (gêmeos dizigóticos – DZ, bivitelinos</p><p>ou dicoriônicos) ou eles se originam de um único zigoto (gêmeos monozigóticos –</p><p>0</p><p>V</p><p>e</p><p>r</p><p>a</p><p>n</p><p>o</p><p>ta</p><p>çõ</p><p>e</p><p>s</p><p>09/08/2024, 19:32 lddkls212_int_bio_cel_des</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=leticiamazurmaia%40gmail.com&usuarioNome=LETICIA+DE+ARAUJO+MAZUR+MAIA&disciplinaDescricao=INTRODUÇÃO+À+BIOLOGIA… 9/12</p><p>MZ, univitelinos ou monocoriônicos). Nestes casos, a placenta e as membranas</p><p>fetais estão relacionadas com a origem dos gêmeos. As gestações de gêmeos</p><p>dizigóticos ocorrem em maior número. Antes do início da clivagem, os gêmeos são</p><p>resultantes da separação de blastômeros, eles têm cada um o seu âmnio, o seu</p><p>córion e a placenta, e estas membranas podem ou não se fundir. Em gêmeos MZ é</p><p>comum que ambos os embriões partilhem da mesma placenta e se desenvolvam</p><p>no mesmo córion, mas cada um pode ou não ter o mesmo âmnio (monoamniótico</p><p>ou diamniótico). Cada embrião apresenta, ainda, o seu sistema vascular individual,</p><p>mas em alguns casos eles podem ser fundidos quando dividem a mesma placenta</p><p>e nestes casos um gêmeo pode receber uma proporção maior de �uxo sanguíneo</p><p>do que o outro, acarretando problemas de deformações, atro�as no crescimento,</p><p>dentre outros.</p><p>Os gêmeos DZ são originados da fecundação de dois oócitos por dois</p><p>espermatozoides, o que os confere a possibilidade de possuírem o mesmo sexo ou</p><p>sexos diferentes, sendo fraternos. Gêmeos dizigóticos têm características</p><p>semelhantes como qualquer outro irmão. Já os gêmeos MZ são originados da</p><p>fecundação de um ovócito e desenvolvidos a partir de um único zigoto. Os gêmeos</p><p>monozigóticos são sempre do mesmo sexo, são similares na aparência física e são</p><p>geneticamente idênticos. Lembrando que nestes casos, as impressões digitais e</p><p>algumas características fenotípicas são distintas, pois são resultantes da interação</p><p>do genótipo com o meio ambiente.</p><p>No caso de trigêmeos, quádruplos, quíntuplos e assim por diante, os nascimentos</p><p>múltiplos podem ser originados de um único zigoto (sendo idênticos), originados</p><p>de dois zigotos (com gêmeos idênticos e outro diferente), ou ainda a partir de um</p><p>zigoto para cada gêmeo, o que os permite terem sexos iguais ou distintos, e as</p><p>semelhanças entre eles são maiores do que em irmãos de gestações distintas.</p><p>Você já deve ter ouvido falar de gêmeos siameses, que em alguns casos de sucesso</p><p>são separados em cirurgia. Os gêmeos siameses são casos raros em que o disco</p><p>embrionário não é dividido completamente, assim sendo, podem ser formados</p><p>gêmeos monozigóticos conjugados.</p><p>Para a genética humana, o estudo dos gêmeos é importante para comparar a</p><p>in�uência do ambiente e as ações dos genes durante o desenvolvimento. As</p><p>condições anormais quando não exibem um padrão genético simples podem ser</p><p>comparadas à ocorrência em gêmeos para veri�car se a hereditariedade está</p><p>envolvida.</p><p>Compreender o desenvolvimento humano é fundamental para o entendimento da</p><p>vida, os processos que envolvem desde o momento da fecundação até o</p><p>nascimento de um novo indivíduo são fascinantes, ao mesmo tempo complexos.</p><p>Os principais eventos e as transformações pelas quais células, tecidos e órgãos</p><p>passam foram elencados para que você possa relacionar à vida aos conceitos de</p><p>biologia celular, de genética e de embriologia e perceber que estão todos</p><p>interligados.</p><p>FAÇA VALER A PENA</p><p>0</p><p>V</p><p>e</p><p>r</p><p>a</p><p>n</p><p>o</p><p>ta</p><p>çõ</p><p>e</p><p>s</p><p>09/08/2024, 19:32 lddkls212_int_bio_cel_des</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=leticiamazurmaia%40gmail.com&usuarioNome=LETICIA+DE+ARAUJO+MAZUR+MAIA&disciplinaDescricao=INTRODUÇÃO+À+BIOLOGI… 10/12</p><p>Questão 1</p><p>As membranas fetais, também chamadas de anexos embrionários, são derivadas</p><p>das camadas germinativas do embrião. Auxiliam no desenvolvimento embrionário,</p><p>no entanto, não fazem parte do corpo deste embrião. Cada uma das membranas</p><p>tem funções especí�cas e importantes.</p><p>Uma destas membranas é responsável por proteger o embrião de sofrer choques</p><p>mecânicos e de que sofra ressecamento. Ela é gerada nas primeiras semanas do</p><p>desenvolvimento embrionário e tem participação na formação do embrião.</p><p>Assinale a alternativa correta que corresponda à membrana fetal descrita no texto.</p><p>a.  Saco vitelínico.</p><p>b.  Alantoide.</p><p>c.  Âmnio.</p><p>d.  Líquido amniótico.</p><p>e.  Córion.</p><p>Questão 2</p><p>A placenta tem diversas funções, mas a principal delas é comunicar o corpo da</p><p>mãe ao feto, permitindo a troca de nutrientes entre eles, além de conferir proteção</p><p>e sustentação à gestação.</p><p>Em relação à placenta, analise as a�rmativas a seguir:</p><p>A placenta tem diversas funções, mas a principal delas é comunicar o corpo da</p><p>mãe ao feto, permitindo a troca de nutrientes entre eles, além de conferir proteção</p><p>e sustentação à gestação.</p><p>Em relação à placenta, analise as a�rmativas a seguir:</p><p>I. Ela é responsável por �ltrar o sangue da mãe e eliminar os dejetos advindos do</p><p>feto.</p><p>II. Ela estimula a produção do hormônio da gonadotro�na coriônica humana</p><p>(hCG), além de formar as vilosidades coriônicas.</p><p>III. Ela transporta</p><p>tanto oxigênio quanto gás carbônico, água, hormônios,</p><p>vitaminas e até mesmo anticorpos.</p><p>Agora, assinale a alternativa que apresenta as a�rmativas corretas.</p><p>a.  I, apenas.</p><p>b.  II, apenas.</p><p>c.  I e II, apenas.</p><p>d.  I e III, apenas.</p><p>e.  I, II e III.</p><p>Questão 3</p><p>0</p><p>V</p><p>e</p><p>r</p><p>a</p><p>n</p><p>o</p><p>ta</p><p>çõ</p><p>e</p><p>s</p><p>09/08/2024, 19:32 lddkls212_int_bio_cel_des</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=leticiamazurmaia%40gmail.com&usuarioNome=LETICIA+DE+ARAUJO+MAZUR+MAIA&disciplinaDescricao=INTRODUÇÃO+À+BIOLOGI… 11/12</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>BASTOS, V.; CARVALHAL, N. Roteiros de aula prática – Embriologia Humana.</p><p>Universidade Católica do Salvador. Disponível em: https://bit.ly/3eGHwCm. Acesso</p><p>em: 4 fev. 2021.</p><p>CARLSON, B. M. Embriologia humana e biologia do desenvolvimento. 5 ed. Rio</p><p>de Janeiro: Elsevier Editora Ltda, 2014.</p><p>MARCUZZO, S. Membranas Fetais. UFRGS. Disponível em: https://bit.ly/3bn3Xu0.</p><p>Acesso em: 2 fev. 2021.</p><p>FAMEMA – Faculdade de Medicina de Marília. Disciplina de Embriologia Humana.</p><p>Disponível em: https://bit.ly/33FKHnl. Acesso em: 3 fev. 2021.</p><p>GOEBEL, M. A. et al. Prolapso de cordão umbilical: relato de caso. Rev Med Minas</p><p>Gerais, n. 20, v. 2, Supl. 1, p. S133-S135, 2010. Disponível em: https://bit.ly/33E85le.</p><p>Acesso em: 5 fev. 2021.</p><p>GUERRA, R. A. T. et al. Cdernos Cb Virtual 2 – Ciências Biológicas. UFPB. João</p><p>Pessoa: Ed. Universitária, 2011. Disponível em: Link. Acesso em: 4 fev. 2021.</p><p>MARCUZZO, S. Membranas Fetais. UFRGS. Disponível em: Link. Acesso em: 5 fev.</p><p>2021.</p><p>MONTANARI, T. Embriologia – Texto, atlas e roteiro de aulas práticas. Porto Alegre,</p><p>2013. Disponível em: https://bit.ly/3bp6t2Y. Acesso em: 21 jan. 2021.</p><p>MOORE, K. L.; PERSAUD, T.V.N.; TORCHIA, M. G. Embriologia básica. 8 ed. Rio de</p><p>Janeiro: Elsevier Editora Ltda., 2016.</p><p>MOORE, K. L.; PERSAUD, T.V.N.; TORCHIA, M. G. Embriologia básica. 9 ed. Rio de</p><p>Janeiro: Guanabara Koogan, 2016.</p><p>NETO, A. R. M.; CÓRDOBA, J. C. M.; PERAÇOLI, J. C. Etiologia da restrição de</p><p>crescimento intrauterino (RCIU). Com. Ciências Saúde, n. 22, Sup 1, p. S21 – S30,</p><p>2011. Disponível em: https://bit.ly/2QijkNe. Acesso em: 4 fev. 2021.</p><p>SHOLL-FRANCO, A.; THOLE, A. A.; UZIEL, D.; AZEVEDO, N. L. Corpo humano I, v.1, 2.</p><p>ed. Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ, 2010.</p><p>As gestações múltiplas apresentam algumas características e cuidados maiores se</p><p>comparadas às gestações únicas. Sabemos que o desenvolvimento embrionário é</p><p>iniciado a partir da fertilização e formação de um zigoto.</p><p>No caso de gêmeos, assinale a alternativa correta.</p><p>a.  Os gêmeos fraternos são formados a partir da fecundação de dois ovócitos, que darão origem a dois</p><p>indivíduos.</p><p>b.  Os gêmeos dizigóticos são considerados gêmeos idênticos, tanto física quanto geneticamente.</p><p>c.  Os gêmeos idênticos são formados a partir da fecundação de um único ovócito, por dois</p><p>espermatozoides.</p><p>d.  Os gêmeos monozigóticos compartilham a mesma placenta, o mesmo âmnio e possuem cada um o seu</p><p>córion.</p><p>e.  Os gêmeos monocoriônicos são caracterizados por apresentarem o mesmo sexo e têm maior incidência.</p><p>0</p><p>V</p><p>e</p><p>r</p><p>a</p><p>n</p><p>o</p><p>ta</p><p>çõ</p><p>e</p><p>s</p><p>09/08/2024, 19:32 lddkls212_int_bio_cel_des</p><p>https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=leticiamazurmaia%40gmail.com&usuarioNome=LETICIA+DE+ARAUJO+MAZUR+MAIA&disciplinaDescricao=INTRODUÇÃO+À+BIOLOGI… 12/12</p><p>https://www.scribd.com/document_downloads/direct/55553762?extension=pdf&ft=1612487971%3C=1612491581&show_pdf=true&user_id=539861330&uahk=6a3KgqUK1HY5tATq7yWQUbow9WY</p><p>http://professor.ufrgs.br/simonemarcuzzo/files/membranas_fetais.pdf</p><p>https://www.famema.br/ensino/embriologia/</p><p>http://www.rmmg.org/exportar-pdf/1074/v20n2s1a34.pdf</p><p>http://portal.virtual.ufpb.br/biologia/novo_site/Biblioteca/Livro_2/4-BDH.pdf</p><p>http://professor.ufrgs.br/simonemarcuzzo/files/membranas_fetais.pdf</p><p>http://professor.ufrgs.br/tatianamontanari/publications/embriologia-texto-atlas-e-roteiro-de-aulas-pr%C3%A1ticas</p><p>http://bvsms.saude.gov.br/bvs/artigos/etiologia_restricao_crescimento.pdf</p>

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