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<p>Mais comuns: Chlamydia trachomatis QUAIS PRINCIPAIS AGENTES Neisseria gonorrhoea Menos comuns: ETIOLÓGICOS DAS CERVICITES? Hespes simples (HSV) Trichomonas vaginalis Priscila Mycoplasma genitalium Pode ser assintomática QUAIS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS Pode alterar fluxo vaginal Sinusorragia ou spoting DAS CERVICITES? Dispareunia Colo friável com exsudato mucopurulento Através da clínica COMO É FEITO 0 Pode ser realizado PCR ou cultura endocervical para diagnóstico, mas como é caro para SUS muitas vezes DIAGNÓSTICO DE CERVICITE? acaba não sendo feito e tem-se Priscila Hipolito tratamento empírico. CLAMÍDIA: COMO É FEITO 0 Azitromicina 1g, dose única via oral Ou doxiciclina 100mg 12/12h por 7 dias GONOCOCO: Ceftriaxone 250mg, IM, dose única conseguir TRATAMENTO DE CERVICITE? pelo SUS, geralmente a ampola vem de 1g. É necessário pedir para farmacêutico diluir Priscila Ciprofloxacino 500mg, dose única não se usa pela resistência QUAL PRINCIPAL COMPLICAÇÃO DA DIP CERVICITE?</p><p>QUAL DIFERENCA DA CLAMÍDIA PARA CLAMÍDIA: A secreção é mais mucopurulenta (amarelada) GONOCOCO: 0 GONOCOCO? Secreção mais purulenta (esverdeada) Síndrome clínica secundária à ascensão e disseminação, no trato genital feminino superior, de microorganismos provenientes da 0 QUE É DIP? vagian e/ou da endocérvice, que podem acometer útero, trompas de falópio, ovários, superfície peritoneal e ou estruturas Hipolito (fígado) PRIMÁRIOS: Chlamydia trachomatis QUAIS PRINCIPAIS AGENTES Neisseria gonorrhoea micoplasmas (tratar apenas sintomáticas) PRIMÁRIOS: ETIOLÓGICOS DA DIP? angeróbios Priscila bacilos gram (-) Faixa Etária: 15 e 25 Anos Comportamento sexual de risco Parceiro sexual portador de uretrite (secreção de QUAIS FATORES DE RISCO DA DIP? pus pela uretra) História prévia de Dst ou Dip (doença inflamatória pélvica) Tabagismo/ Alcoolismo/ Uso de drogas ilícitas Diu (3 Primeiras Semanas Após Sua Inserção) Vaginose Bacteriana (recorrentes-ascensão) Dor À Mobilização Do Colo Do Dor Anexial Dispareunia QUAIS SINAIS E SINTOMAS DA DIP? Corrimento Vaginal Mucopurulento Febre > C Sangramento Intermenstrual Queixas Urinárias (normalmente não associadas a DIP) COMO É FEITO 0 DIAGNÓSTICO DE 3 Critérios maiores + 1 Critério menor 1 Critério elaborado DIP?</p><p>QUAIS SÃO os CRITÉRIOS MAIORES Dor abdominal infraumbilical Dor a palpação dos anexos PARA DIAGNÓSTICO DE DIP? Dor à mobilização do colo uterino Temperatura axilar > Secreção vaginal/cervical anormal Massa pélvica QUAIS SÃO os CRITÉRIOS MENORES Leucocitose Proteína reativa ou vhs elevados PARA DIAGNÓSTICO DE DIP? > 5 leucócitos por campo de imersão em secreção de endocervice Priscila Comprovação laboratorial de infecção pelo gonococo, ou mycoplasmo QUAIS SÃO os CRITÉRIOS Evidência histopatologica de endometrite Diagnóstico laparoscopico de dipa ELABORADOS PARA DIAGNÓSTICO DE Ultrassonografia transvaginal pélvica sugestiva de abscesso tubo ovariano ou em fundo de saco DIP? Hemograma completo: vhs/ leucocitose com desvio para esquerda (infecção). QUAIS SÃO os EXAMES Proteína reativa: (evidencia inflamação) Beta hcg : afastar gravidez transvaginal: avaliar abscesso tubo-ovariano COMPLEMENTARES NA INVESTIGAÇÃO Usg abdominal: afastar apendicite e outros abcessos Cultura da região endocervical: e gonococo infecção do trato urinário DA PACIENTE COM SUSPEITA DE DIP? Videolaparoscopia: diagnóstico em caso de dúvida (dip, apendicite, gravidez ectópica). Laparotomia: emergência (abscesso roto) COMO DESCREVE- SE 0 ESTÁGIO Endometrite e salpingite aguda sem peritonite DA DIP E COMO LO? Tratamento: ambulatorial ceftriaxono + doxiciclina + metronidazol LEVE Salpingite aguda com peritonite COMO DESCREVE- SE 0 ESTÁGIO 2 Tratamento: hospitalar (devido sinais peritoneais) + penicilino g cristalina + clindamicina ev + DA DIP E COMO LO? gentamicina + penicilina g cristalina + metronidazol MODERADO SEM ABSCESSO Fase 2 Doxiciclina Fase 3 ambulatorial: Ofloxacina</p><p>Salpingite aguda com obstrução tubária ou abcesso tubo ovariano abcesso pélvico COMO DESCREVE- SE 0 ESTÁGIO 3 Tratamento: hospitalar (devido sinais peritoneais ou presença de abscessos) gentamicina + penicilina g cristalina + clindamicina ev + DA DIP E COMO TRATA- LO? gentamicina + penicilina g cristalina + metronidazol Fase 2 Doxiciclina MODERADO COM ABSCESSO Fase 3 ambulatorial: COMO DESCREVE- SE 0 ESTÁGIO 4 Presença de abscesso tubo ovariano roto ou sinais de choque séptico DA DIP E COMO LO? Tratamento: hospitalar com auxilio de intervenção cirúrgica (laparotomia) GRAVE Aumento do risco de gravidez ectópica (aderências devido à pus dentro da parede abdominal) Infertilidade QUAIS PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES DA Dor pélvica crônica Dispareunia Conjuntivite neonatal DIP? SÍNDROME DE FITZ-HUGH CURTIS Dor aguda no direito e descompressão, devido a presença de aderências pélvicas. SOBRE TRICOMONÍASE RESPONDA: 1. Corrimento com odor desagradável (contamina todo 1.0 QUE É? ambiente) 2.Agente: Trichomonas vaginallis (protozoário) 2. QUAL AGENTE ETIOLÓGICO? 3.Deve ser tratada mesmo que assintomática (Tratar parceiro e Solicitar sorologias para outras IST) 3. QUANDO TRATAR? CLÍNICO a. bolhoso b.pH > 5 (aumento do ph *4 4,5*) COMO É FEITO 0 DIAGNÓSTICO DE Colo em framboesa (lesões eritematosas) Teste de Schiller com padrão Tigroide d.Exame a fresco: Protozoário móvel TRICOMONÍASE ? e. Outros sintomas: Dispareunia, disúria, prurido e dor f.Padrão ouro: Diagnóstico padrão-ouro: Teste de Priscila Amplificação dos Ácidos Nucleicos (NAAT) COMO É FEITO 0 TRATAMENTO DA Metronidazol 2g VO, dose única Tinidazol 2g VO. dose única TRICOMONÍASE? Secnidazol 2g, via oral, dose aguda com peritonite</p><p>QUAIS FATORES QUE ALTERAM A Ciclo menstrual Uso de antibiótico total FLORA VAGINAL? Agentes externos (duchas, espermicidas, etc) QUAL 0 PH NORMAL DA VAGINA? PH VAGINAL NORMAL: 4 4,5 Priscila Hipolito Corrimento: Odor de peixe podre (não é tão contaminante do ambiente quanto a QUAIS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS Pior após relação sexual Acinzentado, fino e homogêneo Normalmente não tem bolhas DA VAGINOSE BACTERIANA? corrimento piora com intercurso sexual e durante a menstruação. Não é considerada uma IST não precisa tratar parceiro 1. Gardnerella vaginalis (anaeróbio) QUAIS PRINCIPAIS AGENTES 2. Ureaplasmo urealyticum; 3. spp; ETIOLÓGICOS DA VAGINOSE 4. Mycoplasma 5. Prevotella Bacteroides spp BACTERIANA? 7. Streptococcus agalactie CLÍNICO 3 de 4 critérios de amsel 1. Corrimento branco-acizentado fino, bolhoso, odor COMO É FEITO 0 DIAGNÓSTICO DA intenso 2. Ph vaginal > 4,5 VAGINOSE BACTERIANA ? 3. Teste das aminas (whiff) positivo 4. Exame a fresco: clue cells (célula alvo) Padrão ouro: Microscopia com Coloração por Gram Priscila 1° escolha: metronidazol Via oral: 500 mg 12/12h por 7 dias Evitar de álcool (efeito antabuse: mal-estar, COMO É FEITO 0 TRATAMENTO DA tonturas e "gosto metálico na boca") Gel ou creme vaginal, uma vez ao dia, por 07 noites (ajuda no controle do ph vaginal) VAGINOSE BACTERIANA? 2° escolha (para alérgicas a metronidazol) clindamicina Via oral 300 mg de 12/12 hrs por 07 dias Priscila Clindamicina creme vaginal 2%, uma vez ao dia, por 07 noites</p><p>Principal agente: candida sp. QUAIS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS Outros: Candida glabrata, Candida tropicalis Não é considerada IST (não trata parceiro) DA Corrimento grumoso, muitas vezes associado a prurido e ardor vaginal Clínico COMO É FEITO 0 DIAGNÓSTICO DA Corrimento branco grumoso aderido em nata intenso -> piora no período pré-menstrual. 3.Ph < 4,5 (normal) CANDIDÍASE ? 4.Exame a fresco: pseudo-hifas 1° creme imidazólico miconazol creme a 2% uma vez ao dia, por 07 COMO É FEITO 0 TRATAMENTO DA noites nistatina creme vaginal, uma vez ao por 14 noites creme, aplicação, via vaginal 01 vez ao dia ou óvulo 600 mg, via vaginal. dose única CANDIDÍASE ? 2° fluconazol 150 mg dose única 3° 200 mg 12/12 horas, por 01 ideal é não ter relações sexuais durante tratamento pois Priscila Hypolito acaba tirando creme vaginal, mas não há contraindicação Definição: quatro mais episódios de candidíase em 12 meses. pensar em 0 QUE É CANDIDÍASE RECORRENTE? candidíase não albicans e em imunodepressão (ex: diabéticas). Priscila fluconazol 150 mg (dias - 04 07) complicada miconazol creme a 2% VV por 07-14 noites Manutenção: 150 mg/semano por 06 meses 500 mg/semana por 6 meses COMO TRATAR CANDIDÍASE clotrimazol 200 mg 2x/semana por 6 meses bórico 600 VV por 2 semanas (óvulo vaginal) para manutenção do pH Em relação ao esse anticoncepcional está associado ao fluxo vaginal Se a paciente tem um fluxo vaginal mais a é RECORRENTE? desenvolver mais e se for mais mais vaginose recorrente. diu não está associado diretamente a essas patologias, mais a uma possível piora do caso em quadros de Priscila diu não deve ser inserido em caso de infecção vaginal. Tem que tratar primeiro. Vaginite excesso de lactobacillus reduz ph e provoca citólise. Corrimento vaginal e prurido de intensidades variáveis que pioram no período QUAL QUADRO CLÍNICO DA VAGINITE Ardor, queimação, disúria e dispareunia. Bacterioscopia com lactobacillus em excesso CITOLÍTICA? Não tem tratamento: boa higiene e medidas que alcalinizam meio: duchas vaginais com bicarbonato de sódio, principalmente no período pré-menstrual.</p><p>Vaginite inflamatória descamativa: alteração do sistema imune. QUAL QUADRO CLÍNICO DA VAGINITE Corrimento vaginal profuso, de moderada quantidade. INFLAMATÓRIA DESCAMATIVA? Ardor, desconforto e dispareunia. Tratamento pode ser feito com corticoides 1.CORRIMENTO VAGINAL BRANDO 6. Paciente 32 anos, com histórico de dor 8. Constituem caracteristicas da ACINZENTADO, PH SUPERIOR A 5, TESTE DE pélvica há 4 dias, associado a febre e candidiase vaginal, EXCETO: WHIFF POSITIVO E POUCOS LEUCÓCITOS NO corrimento amarelado. Exame especular: colo a. Alteração do PH vaginal que se ESFREGAÇO VAGINAL, CARACTERIZAM: hiperêmico, presença de abundante secreção torna mais alcalino a. CERVICITE POR muco purulenta endocervical Abdômen: b. Secreção vaginal b. VAGINOSE doloroso à palpação superficial e profunda nos com prurido CERVICITE POR GONOCOCCO. quadrantes inferiores Toque vaginal: dor C. teste das aminas é negativo d. intensa à mobilização do colo, massa palpável d. Presença de células e. VAGINAL em região anexial Qual a melhor inflamatórias no esfregaço conduta: vaginal 2. FAZEM PARTE DA FLORA NORMAL DA VAGINA, creme vaginal a base de e. Presença de placas metronidazol e reavaliar com 30 dias. EXCETO: esbranquiçadas aderentes à cultura endocervical e reavaliar vagina e colo uterino a. GARDNERELLA VAGINALIS. com 1 semana. b. CANDIDA C. LACTOBACILLUS. C. Internar a paciente, solicitar d. BACILOS leucograma, bhcg, PCR, exames de e. TRICHOMONAS VAGINALIS. imagem e iniciar antibioticoterapia venosa d. quadro clínico sugere estágio leve de 3. SÃO DA DIPA ( doença inflamatória pélvica EXCETO: aguda), não sendo necessários exames a. PRURIDO VULVAR. diagnósticos b. TESTE DAS AMINAS POSITIVO. Prescrever antibioticoterapia oral de C. EDEMA E HIPEREMIA VULVAR. espectro. d. PH INFERIOR A e. CORRIMENTO BRANCO COM PLACAS ADERENTES ÀS PAREDES VAGINAIS 7. Paciente com queixa de discreta secreção com odor fétido que se 4. Em relação à cervicite por Chamydia intensifica após relação sexual. Nega ardor trachomatis, é CORRETO prurido genital. Ao exame de genitais externos: maioria das pacientes são ausência de de inflamação vulvar; assintomáticas exame especular: colo epitelizado, presença de b. tratamento do parceiro não é discreta secreção branco acinzentada com necessário odor fétido. Em relação ao quadro clínico, Atinge sempre trato genital superior podemos afirmar: provocando infertilidade a. A principal suspeita diagnóstica é candidíase d. A infecção não pode atingir trato genital superior b.o diagnóstico mais provável é vaginose e. Nunca está associada a cervicite bacteriana, que caracterizase pela gonocócica presença de "clue cells" ou células alvo no esfregaço vaginal. C. Infecção por Trichomonas vaginalis é a 5. Quais, dentre os patógenos abaixo, NÃO são principal suspeita diagnóstica. sexualmente transmissiveis? d.Deve-se prescrever tratamento para a. Gardnerella vaginallis e Cândida Gardnerella vaginalis e, sendo uma IST albicans (infecção sexualmente b. Chlamydia trachomatis e Neisseria parceiro também deverá ser e. Considerando a principal suspeita ândida albicans e Trichomonas vaginalis diagnóstica, teste das aminas deverá d. Treponema pallidum e Gardnerella ser negativo. vaginalis e. Haemophilus ducreyi e Trichomonas vaginalis</p>