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<p>TEMA 01- TEORIA GERAL DA PROVA</p><p>AULA 1- CONCEITO E FINALIDADE DA PROVA</p><p>QUESTÃO 1-Em um determinado processo, após o depoimento da testemunha de acusação, a defesa requereu prova documental, cujo objetivo consistia em contrapor tal depoimento. Todavia, tal pedido foi negado pelo juiz, por considerar irrelevante a prova documental requerida pela defesa, sem qualquer fundamentação.</p><p>Você, advogado de defesa, não se conformando com a decisão, decide recorrer. Quais argumentos podem ser utilizados?</p><p>RESPOSTA 1-No caso em questão, agiu corretamente a defesa ao recorrer da decisão, uma vez que pode se considerar que houve cerceamento de defesa, ferindo o princípio do contraditório e ampla defesa. Sabendo que a finalidade do Processo Penal é a busca da verdade material, ao negar a produção de uma prova, é necessário que o juiz fundamente sua decisão, comprovando que a prova era inútil ao processo. Por isso, o advogado poderá alegar cerceamento de defesa da parte, ferindo os princípios do contraditório e ampla defesa e o direito à prova. Além disso, poderá fundamentar a alegação na falta de fundamentação do juiz, que fere o dever constitucional do magistrado de fundamentar suas decisões, bem como o princípio do livre convencimento motivado.</p><p>Importante ressaltar que a prova pode ser conceituada enquanto atividade probatória. As provas são, portanto, os elementos produzidos pelas partes ou pelo próprio juiz visando a estabelecer, dentro do Processo Penal, determinados fatos, ou a verdade sobre os fatos. Nesse sentido, o Ministério Público e o querelante, quando promovem uma ação e, consequentemente, exigem do Estado uma prestação jurisdicional, se obrigam a comprovar os fatos narrados na denúncia ou na queixa. Além disso, a defesa também se utiliza do direito de prova para comprovar sua versão dos fatos ou demonstrar a existência de excludentes de ilicitude e de culpabilidade.</p><p>A atividade probatória é, portanto, uma atividade essencial para a busca da verdade material, que é o objetivo do Processo Penal. A ação busca um resultado e, seja qual for o ponto de vista da finalidade do processo, na acusação ou da defesa, a prova é essencial.No caso em questão, agiu corretamente a defesa ao recorrer da decisão, uma vez que pode se considerar que houve cerceamento de defesa, ferindo o princípio do contraditório e ampla defesa. Sabendo que a finalidade do Processo Penal é a busca da verdade material, ao negar a produção de uma prova, é necessário que o juiz fundamente sua decisão, comprovando que a prova era inútil ao processo. Por isso, o advogado poderá alegar cerceamento de defesa da parte, ferindo os princípios do contraditório e ampla defesa e o direito à prova. Além disso, poderá fundamentar a alegação na falta de fundamentação do juiz, que fere o dever constitucional do magistrado de fundamentar suas decisões, bem como o princípio do livre convencimento motivado.</p><p>Importante ressaltar que a prova pode ser conceituada enquanto atividade probatória. As provas são, portanto, os elementos produzidos pelas partes ou pelo próprio juiz visando a estabelecer, dentro do Processo Penal, determinados fatos, ou a verdade sobre os fatos. Nesse sentido, o Ministério Público e o querelante, quando promovem uma ação e, consequentemente, exigem do Estado uma prestação jurisdicional, se obrigam a comprovar os fatos narrados na denúncia ou na queixa. Além disso, a defesa também se utiliza do direito de prova para comprovar sua versão dos fatos ou demonstrar a existência de excludentes de ilicitude e de culpabilidade.</p><p>A atividade probatória é, portanto, uma atividade essencial para a busca da verdade material, que é o objetivo do Processo Penal. A ação busca um resultado e, seja qual for o ponto de vista da finalidade do processo, na acusação ou da defesa, a prova é essencial.</p><p>QUESTÃO 2-Sabendo-se que o processo penal terá estrutura acusatória, vedadas a iniciativa do juiz na fase de investigação e a substituição da atuação probatória do órgão de acusação, é correto afirmar sobre o juiz das garantias que:</p><p>RESPOSTA 2-Cabe ao juiz das garantias decidir sobre o requerimento de prisão provisória ou outra medida cautelar.</p><p>Fundamentação: Nos termos do artigo 3º- B do CPP. O juiz das garantias é responsável pelo controle da legalidade da investigação criminal e pela salvaguarda dos direitos individuais cuja franquia tenha sido reservada à autorização prévia do Poder Judiciário, competindo-lhe especialmente: V - decidir sobre o requerimento de prisão provisória ou outra medida cautelar [...].</p>