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<p>UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ</p><p>DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E COMPUTAÇÃO</p><p>BACHARELADO EM ENGENHARIA CIVIL</p><p>TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES I - CET 1042</p><p>BIANCA SANTOS BISPO DOS ANJOS - 202011150</p><p>DAVI CRUZ DA HORA - 202011152</p><p>ISADORA MAGALHÃES SOUZA - 202011154</p><p>JUAN CARLOS LUZ MENDES - 202011372</p><p>DRY-WALL</p><p>ILHÉUS - BA</p><p>2023</p><p>BIANCA SANTOS BISPO DOS ANJOS - 202011150</p><p>DAVI CRUZ DA HORA - 202011152</p><p>ISADORA MAGALHÃES SOUZA - 202011154</p><p>JUAN CARLOS LUZ MENDES - 202011372</p><p>DRY-WALL</p><p>Trabalho apresentado à disciplina de</p><p>Tecnologia das Construções I no curso de</p><p>Engenharia Civil da Universidade Estadual</p><p>de Santa Cruz como requisito parcial de</p><p>conclusão da disciplina.</p><p>Turma: T08</p><p>Docente: Prof.ª Thayse Gama de Carvalho</p><p>ILHÉUS - BA</p><p>2023</p><p>SUMÁRIO</p><p>1. INTRODUÇÃO.................................................................................................................4</p><p>2. JUSTIFICATIVA...............................................................................................................5</p><p>3. OBJETIVO.......................................................................................................................5</p><p>3.1 OBJETIVOS ESPECÍFICOS....................................................................................5</p><p>4. DESENVOLVIMENTO..................................................................................................... 6</p><p>4.1 DESCRIÇÃO E HISTÓRICO DO DRYWALL...........................................................6</p><p>4.2 MATERIAIS USADOS..............................................................................................7</p><p>4.2.1 TIPOS DE PLACAS....................................................................................... 7</p><p>4.2.2 TIPOS DE PERFIS........................................................................................ 9</p><p>4.2.3 PARAFUSOS................................................................................................ 10</p><p>4.2.4 MASSAS DE JUNTAS..................................................................................11</p><p>4.2.5 FITAS DE JUNTAS.......................................................................................12</p><p>4.3 TÉCNICAS CONSTRUTIVAS UTILIZADAS.......................................................... 13</p><p>4.3.1 CONDIÇÕES INICIAIS................................................................................. 13</p><p>4.3.2 PAREDES..................................................................................................... 15</p><p>4.3.2.1 LOCAÇÃO E MARCAÇÃO DAS GUIAS..............................................15</p><p>4.3.2.2 FIXAÇÃO DAS GUIAS.........................................................................16</p><p>4.3.2.3 INSTALAÇÃO DOS MONTANTES.......................................................17</p><p>4.3.2.4 INSTALAÇÃO DAS CHAPAS...............................................................19</p><p>4.3.2.5 ACABAMENTO.................................................................................... 21</p><p>4.3.3 FORROS DE DRYWALL...............................................................................21</p><p>4.3.4 REVESTIMENTOS EM DRYWALL...............................................................24</p><p>4.4 IMPORTANTES ASPECTOS DA ENGENHARIA.................................................. 25</p><p>4.4.1 AGILIDADE NA EXECUÇÃO COM ALTA PRODUTIVIDADE...................... 27</p><p>4.4.2 ECONOMIA...................................................................................................27</p><p>4.4.3 FLEXIBILIDADE DE LAYOUT.......................................................................28</p><p>4.4.4 CONFORTO TERMO ACÚSTICO................................................................ 28</p><p>4.4.5 SEGURANÇA AO FOGO..............................................................................29</p><p>4.4.6 DESVANTAGENS……………………………………………………...…………29</p><p>5. CONCLUSÃO................................................................................................................31</p><p>6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS............................................................................. 32</p><p>4</p><p>1. INTRODUÇÃO</p><p>O setor da construção civil tem testemunhado diversos avanços tecnológicos em</p><p>seus métodos construtivos, proporcionando cada vez mais, soluções com maior eficiência,</p><p>sustentáveis e econômicas, ganhando espaço e reconhecimento no mercado. Diante desse</p><p>contexto, o sistema de Drywall emergiu como uma solução inovadora para diversas</p><p>aplicações na construção de divisórias, tetos e revestimentos internos em edifícios</p><p>(OLIVEIRA; CARVALHO, 2017).</p><p>O sistema construtivo com o drywall (parede seca), mesmo sendo utilizado em</p><p>grande escala em países de primeiro mundo, como por exemplo, os Estados Unidos, tendo</p><p>95% de suas construções feitas a partir da utilização desse método, no Brasil, no entanto, o</p><p>investimento maior ainda é em construções de alvenaria convencional, com baixa</p><p>produtividade e ainda com grande desperdício de materiais (LOURENÇO, L. 2019).</p><p>No entanto, em um mercado com alto índice de competitividade, como no Brasil, a</p><p>implantação de novos meios e métodos tecnológicos ainda é de grande resistência, pois</p><p>envolve toda uma questão de acomodação dos construtores e projetistas, tendo em vista</p><p>uma necessidade de especialização e estudo adequado na área para aplicação do material.</p><p>Porém, já existe uma cobrança a esses profissionais a fim de introduzir os métodos</p><p>construtivos que sejam mais econômicos, ecologicamente sustentáveis e eficientes,</p><p>assegurando a eficácia em projetos de construção e infraestrutura (SILVA; NICACIO,</p><p>2010).</p><p>Além disso, o drywall possibilita aos seus usuários uma construção limpa, com</p><p>maior facilidade em reparos e manutenções, flexibilidade no acabamento e um melhor</p><p>desempenho acústico e térmico, tendo uma estrutura fina e leve comparado as</p><p>convencionais, um fator importante para ajudar na diminuição de cargas de um edifício, já</p><p>que podem substituir a alvenaria de vedação interna de blocos e tijolos (FARIA, 2014).</p><p>Portanto, ao longo desse estudo, discutiremos o funcionamento do sistema Drywall,</p><p>as propriedades que o tornam uma escolha popular na construção moderna, suas aplicações</p><p>e materiais utilizados em diferentes situações, bem como, suas técnicas construtivas e</p><p>importantes aspectos na construção civil. Com isso, pretende-se fornecer uma visão</p><p>abrangente do Drywall e seu papel fundamental na evolução de uma construção</p><p>contemporânea.</p><p>5</p><p>2. JUSTIFICATIVA</p><p>A escolha do drywall como tema para este trabalho se reflete na sua ampla</p><p>utilização e relevância na construção civil, além de ser versátil e possuir facilidade para</p><p>instalação. Conhecido como gesso acartonado, se torna uma opção sustentável quando</p><p>comparado a outros métodos tradicionais de construção, pois utiliza materiais mais leves e</p><p>recicláveis.</p><p>O drywall se torna popular por possuir um design flexível, maior rapidez na</p><p>implementação e maior eficiência térmica e acústica, o que representa uma inovação de</p><p>grande relevância na indústria da construção civil.</p><p>Nesse sentido, esse estudo visa fornecer uma visão geral do drywall, desde sua</p><p>composição e história até o seu papel na engenharia moderna. Além de abordar sobre os</p><p>materiais empregues, os benefícios e desafios associados ao drywall na engenharia e as</p><p>diversas formas de seu uso, desde a fabricação até a instalação, trazendo informações</p><p>relevantes e atualizadas sobre o tema.</p><p>Por conseguinte, a realização desse trabalho se torna de grande importância para a</p><p>comunidade acadêmica e indústria da construção civil na elaboração de futuras pesquisas</p><p>que abordem as potencialidades do drywall, contribuindo, portanto, para a difusão do</p><p>conhecimento que levam ao aprimoramento das práticas construtivas atuais e futuras.</p><p>3. OBJETIVO</p><p>Este trabalho tem como propósito destacar a significativa importância da adoção do</p><p>sistema de drywall na indústria da construção civil, ressaltando seu contínuo</p><p>aperfeiçoamento ao longo do tempo. Será apresentado também as vantagens inerentes a</p><p>essa técnica construtiva em comparação com métodos convencionais, além de fornecer</p><p>uma visão abrangente do estado atual do mercado no país.</p><p>3.1 OBJETIVOS ESPECÍFICOS</p><p>● Materiais utilizados na confecção das paredes e forros de drywall;</p><p>● Técnicas construtivas;</p><p>● Análise das vantagens e desvantagens do método construtivo.</p><p>6</p><p>4. DESENVOLVIMENTO</p><p>4.1 DESCRIÇÃO E HISTÓRICO DO DRYWALL</p><p>Ao final do século XIX, Auguste Sackett apresentou ao setor da construção civil a</p><p>chapa de gesso, que viria a se tornar a base para o drywall moderno. No entanto, a</p><p>utilização do drywall teve seu crescimento após a Segunda Guerra Mundial, em especial</p><p>nas décadas de 60 e 70. Esse período foi marcado por uma demanda crescente por técnicas</p><p>construtivas de fácil acesso e eficientes, capazes de proporcionar uma fácil execução e</p><p>minimizar ao máximo o desperdício gerado.</p><p>Esse material consiste em placas de gesso revestidas por papel cartão em ambos os</p><p>lados. Essa combinação oferece resistência mecânica, além de propriedades de isolamento</p><p>térmico e acústico. A fita de papel é usada para reforçar as juntas entre as placas, sendo</p><p>aplicada com massa para drywall, que suaviza emendas e parafusos. Em estruturas, perfis</p><p>metálicos oferecem suporte. O drywall pode ser complementado com isolantes como lã de</p><p>vidro para atender a necessidades específicas.</p><p>A propagação do drywall deu-se devido a sua adaptabilidade e vantagens práticas.</p><p>A leveza do material, facilidade de instalação e sua capacidade de criar uma superfície</p><p>plana e uniforme o tornaram uma excelente opção para a construção em interiores. Além</p><p>disso, a necessidade de reconstrução pós-guerra contribuiu para a rápida aceitação em</p><p>vários países.</p><p>No Brasil, o drywall foi introduzido em 1970, quando foi inaugurada em Petrolina</p><p>a primeira fábrica de chapas de gesso para drywall no país, dando origem ao emprego de</p><p>sistemas drywall na construção brasileira, inicialmente apenas em paredes internas.</p><p>(BEZERRA et al., 2023).</p><p>A partir da década de 90, a instalação de novas fábricas de chapas de gesso para</p><p>drywall intensificaram a produção visando modernizar a construção civil brasileira, até</p><p>então caracterizada pelo uso de métodos tradicionais, com baixa produtividade, elevados</p><p>níveis de desperdício e reduzida valorização da mão-de-obra. Apresentando-se como uma</p><p>solução muito funcional e econômica, o drywall conquistou espaço no mercado brasileiro</p><p>produzindo soluções arquitetônicas práticas e inteligentes em forros, paredes internas,</p><p>pré-fabricados, revestimentos e divisórias para construções residenciais, comerciais e</p><p>industriais. (MIRANDA et al., 2023).</p><p>7</p><p>De acordo com a Associação Brasileira do Drywall, a evolução do consumo da</p><p>tecnologia drywall no Brasil passou de 10 milhões de metros quadrados em 2000 para 33</p><p>milhões de metros quadrados em 2010. Em 2013, o consumo chegou a 50 milhões de</p><p>metros quadrados.</p><p>4.2 MATERIAIS USADOS</p><p>As placas de gesso são compostas por uma camada de gesso que é comprimida</p><p>entre duas camadas de painel, sendo fabricadas de forma industrial a partir de gipsita</p><p>natural, aditivos e um tipo apropriado de papel cartão. Sendo ele, o drywall um sistema</p><p>construtivo que consiste na utilização de materiais como o próprio gesso, papel cartão e</p><p>estruturas metálicas, geralmente aço galvanizado, para criar paredes, tetos e divisórias</p><p>internas em edifícios (BAUER, 2019).</p><p>4.2.1 TIPOS DE PLACAS</p><p>Existem três tipos de placas que são utilizados através do drywall, que se</p><p>diferenciam pelo tom de cobertura do papel cartão, sendo elas:</p><p>● Placa branca (ST): Uma das principais características é sua face de papel</p><p>cartão branca. Essa superfície é pronta para receber pintura direta ou outros tipos de</p><p>acabamento decorativo, o que a torna ideal para áreas onde deseja uma superfície final</p><p>branca e lisa, sem a necessidade de aplicação de massa corrida ou revestimento adicional.</p><p>Além disso, são recomendadas para o uso em áreas secas (MPSD 2006 p 11).</p><p>Figura 01: Placa branca (ST).</p><p>Fonte: Gravia, 2023.</p><p>8</p><p>● Placa verde ( RU): Geralmente conhecidas como “placa de Drywall verde”,</p><p>são resistentes à umidade, possuem um aspecto de coloração esverdeada apenas para</p><p>sinalização visual que as diferenciam das demais.</p><p>São placas projetadas para aplicações que requerem maior resistência à umidade e</p><p>ao desenvolvimento de mofo ( OLIVEIRA; CARVALHO, 2017).</p><p>Figura 02: Placa verde (RU).</p><p>Fonte: ZZat Full, 2023.</p><p>● Placa rosa (RF): possui uma característica de ser resistente ao fogo e são</p><p>recomendadas para aplicações em áreas secas, sendo que sua composição química</p><p>desempenha o papel central na determinação das propriedades de resistência ao fogo,</p><p>enquanto a coloração rosada é utilizada como um indicador visual distintivo (OLIVEIRA;</p><p>CARVALHO, 2017).</p><p>Figura 03: Placa rosa (RF).</p><p>Fonte: Gravia, 2023.</p><p>9</p><p>4.2.2 TIPOS DE PERFIS</p><p>Os perfis de drywall apresentam um papel fundamental no sistema construtivo que</p><p>envolve o drywall, pois proporciona uma maior estabilidade e suporte para as instalações</p><p>das placas de gesso.</p><p>De acordo com Associação de Drywall (2006) os perfis metálicos são produzidos</p><p>em larga escala através de um processo de formação contínua a frio, e posteriormente,</p><p>envolvendo a passagem das chapas de aço galvanizado, que foram previamente submetidas</p><p>a um processo de imersão a quente, por uma sequência de rolos.</p><p>Dessa forma, pode-se citar alguns tipos de perfis como ( SILVA; NICACIO, 2010):</p><p>● Montantes (Studs): Sendo eles perfis verticais que formam a estrutura</p><p>esquelética da parede ou divisória. Utilizados para fixar as placas de gesso e fornecer</p><p>estabilidade à estrutura.</p><p>● Guias (Tracks): Perfis horizontais que servem como a base para os</p><p>montantes. Podendo os mesmos, serem instalados no topo e na base da parede ou divisória,</p><p>criando assim, um quadro em que os montantes são fixados.</p><p>● Cantoneiras: Usados para proteger as bordas externas das paredes e</p><p>divisórias de drywall. Elas são instaladas nas áreas de cantos para evitar danos e fornecer</p><p>um acabamento reto e durável.</p><p>● Travessa: São componentes essenciais em sistemas que servem para</p><p>proporcionar suporte horizontal e adicional às estruturas. Utilizadas para conectar</p><p>montantes verticais e reforçar a estabilidade da estrutura, especialmente em áreas com vãos</p><p>amplos.</p><p>Figura 04: Tipos de perfis.</p><p>10</p><p>Fonte: Manual de Projeto de Sistemas Drywall – paredes, forros e revestimentos.</p><p>4.2.3 PARAFUSOS</p><p>Os parafusos são elementos de fixação empregados para a ancoragem de</p><p>componentes nos sistemas Drywall, seja para unir esses componentes entre si ou para fixar</p><p>os perfis metálicos em elementos estruturais, como lajes, vigas, pilares, entre outros</p><p>(Associação Drywall, 2006).</p><p>No quesito das diferentes aplicações da placa Drywall, em relação a fixação do</p><p>forro ocorre com painéis específicos para o teto, sendo o mesmo parafusado na estrutura</p><p>de aço, ficando com o forro suspenso por tirantes sob a laje. Além disso, temos também os</p><p>painéis prontos, no entanto, são lançados ainda em pouca quantidade no mercado, o</p><p>mesmo já vem acompanhado de revestimento (cartão melamínico ou de PVC em vários</p><p>padrões ou cores), fazendo possível dispensar o processo de acabamento (OLIVEIRA;</p><p>CARVALHO, 2021).</p><p>Temos também as paredes sobre paredes, que possuem o benefício de nivelar</p><p>superfícies que originalmente são irregulares, e ao mesmo tempo, melhora a qualidade</p><p>térmica e acústica do ambiente. Os perfis são fixados na alvenaria com massa de colagem</p><p>11</p><p>em pontos espaçados a cada 12 cm, garantindo uma espessura mínima de 3,5 cm</p><p>(OLIVEIRA; CARVALHO, 2021).</p><p>O drywall pode ser facilmente instalado nas construções, se no local estiver uma</p><p>mão de obra capacitada para esse tipo de trabalho, o trabalho de instalação, e com o seu</p><p>acabamento muitas vezes dividido entre a parte mecânica do Drywall, ou cabides, que</p><p>instalam o gesso, e os círios e fazem a aplicação cobrindo as cabeças com fixador</p><p>composto Drywall (OLIVEIRA; CARVALHO, 2021).</p><p>Além disso, no processo de fixação, é essencial observar a quantidade que se</p><p>introduz os parafusos nas placas, garantindo que</p><p>eles atravessem todas as camadas até</p><p>sobressair no perfil metálico por cerca de 10 mm. No caso dos parafusos que conectam os</p><p>perfis metálicos uns aos outros, é necessário que o comprimento desses parafusos</p><p>ultrapasse a última peça metálica, cobrindo no mínimo três voltas de rosca (Associação</p><p>Drywall, 2006).</p><p>Figura 05: Fixação dos parafusos.</p><p>Fonte: (PLACO DO BRASIL, s.d.).</p><p>4.2.4 MASSAS DE JUNTAS</p><p>As massas de juntas são uma pasta usada para preencher as juntas entre as placas de</p><p>gesso, proporcionando uma superfície lisa e uniforme. Outrossim, é que podem também</p><p>ser aplicadas para acabamento sobre as cabeças dos parafusos, e empregadas para fixação</p><p>das fitas de acabamento.</p><p>Elas também preenchem as lacunas entre as placas, escondendo as emendas e</p><p>proporcionando uma base uniforme para a pintura ou o revestimento, possibilitando</p><p>assegurar quando empregadas corretamente um acabamento sem trincas na estrutura de</p><p>vedação (MPSD 2006 p 11).</p><p>12</p><p>Figura 06: Massa de junta.</p><p>Fonte: Manual de Projeto de Sistemas Drywall – paredes, forros e revestimentos.</p><p>Quanto ao processo de estocagem do material, deve-se estocar os sacos em um</p><p>local seco, afastados do piso, e no que diz respeito aos baldes, estocar também em locais</p><p>secos, no entanto, em pilhas de no máximo 3 baldes (Associação Brasileira do Drywall,</p><p>2006).</p><p>4.2.5 FITAS DE JUNTAS</p><p>Conhecidas frequentemente como fita de drywall, são usadas para reforçar as</p><p>ligações entre as placas de gesso, ajudando a prevenir rachaduras e deslocamentos nas</p><p>áreas onde as placas se encontram (Manual de Projeto de Sistemas Drywall, 2021).</p><p>Ademais, temos alguns tipos de fitas de alta recomendação para melhorar o sistema</p><p>de vedação:</p><p>● Fita de papel micro-perfurado: recomendado para o tratamento de juntas</p><p>entre as chapas e, adicionalmente, para proporcionar um acabamento eficaz entre as placas</p><p>e as paredes em construção de alvenaria, reforçando e vedando o local (Knauf, 2018).</p><p>Tendo também, como sua principal característica a presença de micro perfurações</p><p>em sua superfície, com pequenas perfurações que permitem a massa de junta penetrar na</p><p>fita, proporcionando uma aderência ainda mais firme e uma maior união entre as placas de</p><p>gesso (Manual de Projeto de Sistemas Drywall, 2021).</p><p>13</p><p>● Fita de papel com reforço metálico: empregada para reforçar ângulos</p><p>salientes e cantos expostos, e com alta recomendação para o uso nos contornos das paredes</p><p>e forros (SILVA; NICACIO, 2010).</p><p>● Fita de isolamento: aplicada nas guias e montantes que entram em contato</p><p>com a estrutura do edifício, como lajes e pilares. Sua instalação é essencial durante a</p><p>montagem do sistema e, adicionalmente, seu uso melhora o desempenho acústico da</p><p>parede, aumentando-o em até 4 db (A) (Knauf, 2018).</p><p>Figura 07: Fitas de juntas.</p><p>Fonte: Manual de Projeto de Sistemas Drywall – paredes, forros e revestimentos.</p><p>4.3 TÉCNICAS CONSTRUTIVAS UTILIZADAS</p><p>Uma técnica construtiva consiste em uma idealização, analisada por engenheiros e</p><p>arquitetos, muito aplicada em construções civis. Ela é responsável por estabelecer a forma</p><p>que cada função será desempenhada e possui um procedimento operacional próprio, o qual</p><p>geralmente é estudado e selecionado durante a etapa de projeto. O incorporador é</p><p>responsável por aplicar esse sistema na área designada dentro do projeto de construção.</p><p>4.3.1 CONDIÇÕES INICIAIS</p><p>Segundo Nunes (2015), o processo de introdução do Drywall começa muito antes</p><p>do material chegar ao local da obra. Para garantir um método eficaz, é fundamental</p><p>desenvolver um projeto totalmente alinhado ao sistema construtivo, com aspectos</p><p>importantes definidos como os tipos de placas a serem utilizadas, levando em consideração</p><p>requisitos importantes como resistência à umidade ou fogo, a questão do isolamento</p><p>14</p><p>termoacústico, especificações de espessura e dimensões dos montantes. Ademais, é</p><p>necessário garantir uma integração segura com os projetos de instalações elétricas,</p><p>hidráulicas, sonorização, iluminação, ar condicionado, dentre outros.</p><p>Júnior (2008) afirma que a instalação do drywall requer extrema cautela em virtude</p><p>da sensibilidade das placas de gesso à umidade. É necessário proteger adequadamente</p><p>aberturas, como janelas e portas, bem como outros serviços que envolvam água, como</p><p>estruturas de concreto, alvenaria, contra pisos e revestimento de argamassa. Portanto, é</p><p>indispensável que esses serviços estejam completamente concluídos antes da instalação do</p><p>drywall, principalmente nas áreas de transição com as paredes de drywall, para impedir</p><p>que ocorram danos potenciais às placas de gesso.</p><p>Quanto ao contra piso, o mesmo precisa ser finalizado previamente à instalação</p><p>para também assegurar um terreno devidamente nivelado, fornecendo uma base firme e</p><p>segura. Adicionalmente, é essencial verificar se o chão, as paredes e o teto estão nivelados</p><p>e exibem um acabamento adequado (NUNES, 2015).</p><p>De acordo com o Manual de Instalação Knauf (2019), antes de proceder com o</p><p>armazenamento do material no canteiro de obras deve-se verificar a integridade das chapas</p><p>a fim de garantir material de qualidade. Durante o transporte, é recomendado pallets com</p><p>cantoneiras de proteção nos pontos de contato com cordas e fitas de amarração, evitando</p><p>danos às chapas. O empilhamento é limitado a um máximo de 6 pallets utilizando apoios</p><p>de ao menos 10 cm de largura, espaçados a 40 cm, evitando sempre a mistura de chapas</p><p>curtas com longas ou desalinhadas. Além disso, é de suma importância a avaliação da</p><p>resistência da laje e a capacidade da empilhadeira em relação ao peso das chapas. As fitas</p><p>laterais devem ser removidas no momento da aplicação das chapas e no transporte manual</p><p>as mesmas têm de ser posicionadas na vertical, caso sejam muito pesadas, recomenda-se</p><p>que o transporte seja feito por duas pessoas.</p><p>Quanto aos perfis metálicos, para impedir qualquer distorção ou movimento</p><p>indesejado que possa afetar os perfis, é essencial amarrá-los de maneira segura e mantê-los</p><p>sempre alinhados. Quanto ao transporte, os perfis podem ser transportados de duas formas:</p><p>manualmente, sempre utilizando luvas de proteção, ou com o auxílio de uma empilhadeira.</p><p>Além disso, tanto no armazenamento quanto no transporte os perfis menores devem ser</p><p>posicionados sobre os maiores, isso auxilia na preservação da integridade dos materiais</p><p>(MANUAL DE INSTALAÇÃO KNAUF, 2019).</p><p>Vale salientar que todos os materiais precisam ser estocados em locais cobertos,</p><p>limpos, nivelados e livres de qualquer tipo de umidade. Caso estejam em áreas onde há</p><p>15</p><p>possibilidade de umidade, é necessário proteger os mesmos com uma lona ou manta</p><p>plástica.</p><p>Conforme Junior (2006), ao montar o sistema drywall, é necessário seguir uma</p><p>sequência rigorosa de execução. Cada fase só deve ser iniciada após a conclusão e</p><p>verificação da etapa anterior. Esse método proporciona um controle acurado e uma gestão</p><p>eficiente durante o processo de implementação.</p><p>4.3.2 PAREDES</p><p>O sistema drywall é utilizado para divisão e isolamento de espaços internos de uma</p><p>construção, onde as paredes são produzidas utilizando placas de gesso acartonado. As</p><p>guias, tanto horizontais quanto verticais, são instaladas e, às vezes, faz-se o uso de lã para</p><p>garantir isolamento acústico. O perfil é fixado a partir de parafusos e recebe um tratamento</p><p>nas juntas e arestas que promove alta resistência mecânica e acústica (BERNARDI, 2014).</p><p>4.3.2.1 LOCAÇÃO E MARCAÇÃO DAS GUIAS</p><p>Segundo Taniguti (1999), a etapa de locação das guias é de suma importância e</p><p>requer alta precisão visto que ela define a posição da divisória. Possíveis erros não são</p><p>permitidos pois não podem ser corrigidos com camadas adicionais de argamassa. Logo, é</p><p>fundamental que a equipe encarregada desse processo receba o treinamento correto e esteja</p><p>apta para interpretar os projetos e manusear os equipamentos e ferramentas de locação</p><p>corretamente.</p><p>De acordo com Lessa (2005), antes de iniciar a marcação a obra precisa estar em</p><p>condições apropriadas para o serviço. Isso significa conferir</p><p>se os revestimentos internos e</p><p>externos estão concluídos, se os shafts estão vedados, se as chapas estão dispostas no andar</p><p>e se as furações foram executadas.</p><p>A primeira etapa consiste na locação da parede, onde pode ser utilizado uma trena,</p><p>um laser ou um prumo para garantir a localização exata das guias e dos pontos de</p><p>referência dos vãos das portas, os quais devem ser definidos antecipadamente no projeto.</p><p>A posição das guias é marcada através de um cordão ou fio traçante e uma tesoura</p><p>específica é utilizada para realizar o corte das mesmas (MANUAL DE INSTALAÇÃO</p><p>KNAUF, 2019).</p><p>16</p><p>Figura 08, 09 e 10: Locação e marcação do posicionamento das guias.</p><p>Fonte: Manual de Instalação Knauf, 2019.</p><p>Taniguti (1999) diz que finalizada a marcação no piso, o mesmo procedimento</p><p>pode ser realizado no teto. É possível realizar a passagem da marcação da guia inferior</p><p>para a superior em dois momentos diferentes, sendo eles antes ou depois da fixação da</p><p>guia inferior. Caso decida-se proceder o primeiro caso, um nível de laser ou um prumo de</p><p>eixo são utilizados para obter uma maior precisão. Já no segundo caso, a posição da guia</p><p>superior é marcada após a fixação da guia inferior através de um prumo de face. A</p><p>marcação posterior a fixação é o método mais abordado em obras.</p><p>4.3.2.2 FIXAÇÃO DAS GUIAS</p><p>Uma fita de isolamento é fixada nas guias a fim de assegurar um melhor</p><p>isolamento sonoro das paredes. As guias devem ser fixadas no piso por parafuso ou bucha,</p><p>ou pistola e pino de aço a cada 60 cm no máximo e no mínimo em três pontos, garantindo</p><p>uma fixação em cada extremidade nos vãos das portas (TANIGUTI, 1999).</p><p>Figura 11: Colocação da fita para isolamento das guias.</p><p>Fonte: Manual de Instalação Knauf, 2019</p><p>Segundo o Manual de Instalação Knauf (2019), a junção das guias têm de ser</p><p>efetuadas sempre na parte superior para evitar sobreposições. É recomendável que o piso</p><p>esteja perfeitamente nivelado e totalmente concluído.</p><p>17</p><p>4.3.2.3 INSTALAÇÃO DOS MONTANTES</p><p>Finalizada a etapa de fixação das guias, inicia-se a montagem da estrutura da</p><p>divisória, envolvendo a instalação dos montantes. Para isso, o comprimento do montante</p><p>deve ser cerca de 1 cm menor que a altura do pé direito, com a folga posicionada na guia</p><p>superior (TANIGUTI, 1999).</p><p>Ainda segundo Taniguti (1999), o primeiro passo da montagem consiste na</p><p>colocação dos montantes perimetrais, seguindo as mesmas recomendações utilizadas na</p><p>instalação das guias como espaçamento, aplicação da fita de isolamento, etc. Esses</p><p>montantes devem ser fixados com parafusos na superfície em que serão apoiados e nas</p><p>guias superior e inferior.</p><p>Figura 12: Instalação dos montantes perimetrais.</p><p>Fonte: Manual de Instalação Knauf, 2019.</p><p>Posteriormente, os montantes restantes são inseridos verticalmente dentro das</p><p>guias. O espaçamento entre os eixos deve respeitar uma distância de 40 cm ou 60 cm. Se</p><p>houver a necessidade de emendação dos montantes, estes são sobrepostos em no mínimo</p><p>30 cm ou é utilizado um pedaço de guia com pelo menos 60 cm. As emendas devem estar</p><p>sempre deslocadas, é essencial evitar coincidir as emendas em uma mesma linha. Na</p><p>precisão de montantes duplos, os mesmos podem ser em formato de caixão (tubo) ou em H</p><p>(um contra o outro) (MANUAL DE INSTALAÇÃO KNAUF, 2019).</p><p>Figura 13: Inserção dos montantes nas guias.</p><p>18</p><p>Fonte: Manual de Instalação Knauf, 2019.</p><p>Lessa (2005) afirma que os montantes devem ser fixos na guia superior através de</p><p>um alicate de punção em ambos os lados. Quanto à guia inferior, a fixação deve ser feita</p><p>por parafusos nos dois lados do montante.</p><p>As guias de aberturas ou terminais, como portas, precisam ter um comprimento</p><p>excedente de aproximadamente 20 cm em relação à abertura. Este comprimento deve ser</p><p>dobrado sobre o montante e fixo no mesmo a partir de um puncionador. É essencial sempre</p><p>realizar a verificação do nivelamento das bandeiras (MANUAL DE INSTALAÇÃO</p><p>KNAUF, 2019).</p><p>Figura 14: Elaboração da abertura de porta.</p><p>Fonte: Manual de Instalação Knauf, 2019.</p><p>Ainda acompanhando as diretrizes do Manual de Instalação Knauf (2019), no topo</p><p>da porta (bandeira), é necessário colocar uma guia com cerca de 20 cm a mais de cada</p><p>lado. Essa guia será dobrada, remontada e fixada sobre os montantes laterais. Quanto às</p><p>aberturas de portas, é preciso aplicar um reforço, podendo ser feito com montantes duplos</p><p>ou madeira.</p><p>19</p><p>4.3.2.4 INSTALAÇÃO DAS CHAPAS</p><p>De acordo com Lessa (2005), se for necessário passar instalações hidráulicas,</p><p>elétricas ou outras, ou caso seja preciso inserir reforços para suportar peças pesadas</p><p>suspensas, é aconselhável que esses componentes sejam instalados antes da fixação das</p><p>chapas pois irá facilitar a execução da atividade. É de suma importância garantir o correto</p><p>posicionamento dos elementos conforme o projeto elaborado e a realização de um teste de</p><p>vedação nas instalações hidráulicas antes de finalizar as paredes a fim de evitar possíveis</p><p>problemas.</p><p>Dependendo da sequência de execução e do tipo de instalação utilizada, é possível</p><p>fazer as aberturas para caixas elétricas e outras instalações tanto antes quanto após a</p><p>fixação das chapas.</p><p>As chapas devem ser instaladas na posição vertical, com uma redução de 1 cm na</p><p>altura do pé direito com a finalidade de proporcionar uma folga no piso. A fixação das</p><p>placas na estrutura é feita através de parafusos projetados especialmente para esse fim. O</p><p>espaçamento entre esses parafusos deve ser cerca de 25 cm e precisam estar a uma</p><p>distância de 10 mm da borda (MANUAL DE INSTALAÇÃO KNAUF, 2019).</p><p>Figura 15: Instalação das chapas.</p><p>Fonte: Manual de Instalação Knauf, 2019.</p><p>Ainda segundo o Manual de Instalação Knauf (2019), se houver duas camadas de</p><p>chapas, a primeira deve ser fixa por parafusos do tipo TA 25, a cada 50 cm, já a segunda</p><p>camada é fixada através de parafusos do tipo TA 35, a cada 25 cm. Caso o comprimento</p><p>das chapas não coincidam com a altura do pé direito, as emendas necessárias precisam ser</p><p>realizadas de forma deslocada (contrafiadas).</p><p>20</p><p>Nunes (2015) afirma que na necessidade, e preferência, de realizar as instalações</p><p>elétricas e hidráulicas após o chapeamento de um dos lados, estas devem ser feitas antes da</p><p>aplicação das placas no outro lado.</p><p>Se for preciso atingir um desempenho térmico específico, basta apenas escolher um</p><p>material isolante tais como lã mineral, de vidro ou de rocha. Para a colocação do material é</p><p>essencial que uma das chapas já tenha sido aplicada, assim como os reforços e instalações,</p><p>que precisam ter sido concluídos. Além disso, com o auxílio de um serra-copo, o furo para</p><p>inserção da caixa de luz pode ser executado antes ou depois da colocação da lã (NUNES,</p><p>2015).</p><p>Figura 16: Colocação de lã para isolamento termoacústico.</p><p>Fonte: Manual de Instalação Knauf, 2019.</p><p>A dimensão do material isolante deve coincidir com o espaço entre os montantes,</p><p>caso necessário o mesmo pode ser cortado. Ele também precisa ocupar totalmente o espaço</p><p>entre os perfis metálicos. Se o material for mais fino que a espessura dos perfis, é possível</p><p>utilizar ganchos ou massa para fixá-lo (MANUAL DE INSTALAÇÃO KNAUF, 2019).</p><p>Segundo o Manual de Instalações Knauf (2019), se a altura da chapa for menor do</p><p>que a do pé direito, é necessário cortar outra chapa para completar. O processo do corte</p><p>deve ser realizado com cautela, iniciando-se com a marcação exata do corte na frente da</p><p>chapa e, com o auxílio de uma régua, o estilete deve ser utilizado para cortar o cartão e</p><p>parte da superfície do drywall. A chapa é colocada sobre uma superfície plana e é aplicada</p><p>uma leve torção na direção contrária ao corte a fim de quebrá-la. Então, a chapa é virada</p><p>na direção oposta ao corte e o cartão é cortado na parte posterior da chapa. Caso seja</p><p>preciso, basta ajustar os defeitos do corte com um raspador.</p><p>21</p><p>Ao fechar um dos lados da parede, é importante seguir os mesmo requisitos</p><p>utilizados no primeiro fechamento, tendo bastante cautela para não perfurar as instalações</p><p>(NUNES, 2015).</p><p>O Manual de Instalação</p><p>Knauf (2019) destaca que as juntas verticais entre as</p><p>chapas devem ser feitas sobre os montantes e as juntas horizontais devem ser</p><p>desencontradas. As juntas na superfície de uma parede devem ser posicionadas de forma</p><p>alternada em relação à outra superfície. Em paredes com duas camadas de chapas, as</p><p>juntas da segunda camada devem ser deslocadas em relação à primeira.</p><p>4.3.2.5 ACABAMENTO</p><p>De acordo com Júnior e Oliveira (2021), o tratamento das juntas começa a partir da</p><p>aplicação da massa de rejunte nas emendas das chapas. A fita é colocada com o auxílio de</p><p>uma espátula sobre a primeira demão de massa e a segunda demão de massa é utilizada</p><p>para cobrir a fita. Depois da secagem, mais uma demão é aplicada com o intuito de obter</p><p>um acabamento liso e uniforme. Após a secagem do rejunte por completo, o lixamento é</p><p>executado a fim de preparar a parede para adquirir o acabamento esperado (tintas, placas</p><p>de cerâmicas, papel de parede, dentre outros).</p><p>Figura 17: Parede finalizada pronta para acabamento.</p><p>Fonte: INPAR, 2005.</p><p>4.3.3 FORROS DE DRYWALL</p><p>Forros têm como principal função a questão estética, com a finalidade de dar</p><p>acabamento à estrutura de telhados ou lajes. Além de ocultar imperfeições, fios, tubulações</p><p>22</p><p>ou dutos, o forro de drywall pode auxiliar no desempenho acústico e de proteção contra</p><p>incêndios da edificação (GYPSUM, 2017).</p><p>Conforme as diretrizes da Associação Brasileira do Drywall, o forro apresenta uma</p><p>variedade de métodos de montagem, cada um adaptado às intenções funcionais</p><p>determinadas no projeto. Assim como nas paredes, o forro desempenha um papel crucial</p><p>na otimização da acústica e isolamento térmico do ambiente.</p><p>Dentre os quatro principais tipos de forro, destacam-se:</p><p>● Forro estruturado: Consiste na fixação de uma ou mais placas de gesso para</p><p>drywall, que têm uma largura padrão de 1.200 mm, em estruturas de aço galvanizado. Essa</p><p>estrutura é suspensa através de pendurais, sendo o tipo mais comum composto por um</p><p>tirante (fixado na laje superior ou em uma estrutura auxiliar) e um suporte nivelador. Além</p><p>disso, existem pendurais que utilizam perfis ou fitas metálicas. Esse método de suspensão</p><p>proporciona estabilidade ao conjunto, permitindo a criação de tetos e forros de maneira</p><p>eficiente e versátil.</p><p>Figura 18: Esquema do forro em drywall estruturado.</p><p>Fonte: Associação Brasileira de Drywall.</p><p>● Forro perfurado: Apresenta as mesmas características do estruturado, a sua</p><p>diferença está na utilização de placa perfurada. Isso gera uma funcionalidade acústica,</p><p>quando é usado juntamente com a lã de vidro ou mineral.</p><p>Figura 19: Forro de drywall com placas perfuradas.</p><p>23</p><p>Fonte: Plano Espaço,2023.</p><p>● Forro aramado: É formado pela justaposição de chapas de gesso com 600</p><p>mm de largura, unidas por meio de junções H. É suspenso por arame de aço galvanizado nº</p><p>18 (1,24 mm de diâmetro). A estrutura é completada com nervuras de chapas de gesso. O</p><p>perímetro do forro aramado pode ser estanque ou dilatado.</p><p>Figura 20: Esquema do forro em Drywall aramado.</p><p>Fonte: Associação Brasileira de Drywall.</p><p>● Forro removível: Esse tipo de forro é construído pela sobreposição de</p><p>chapas de gesso em perfis do tipo T. A dimensão das chapas é ajustada de acordo com a</p><p>modulação da estrutura. O forro é composto por uma única camada de chapas, que pode</p><p>ser facilmente removida para permitir acesso às instalações presentes no plenum. Essa</p><p>configuração proporciona uma solução prática e versátil, facilitando tanto a instalação</p><p>quanto a manutenção do sistema.</p><p>Figura 21: Esquema do forro em Drywall removível.</p><p>24</p><p>Fonte: Associação Brasileira de Drywall.</p><p>Esses diferentes métodos de montagem proporcionam soluções adaptáveis a uma</p><p>variedade de requisitos, permitindo que o forro desempenhe não apenas um papel estético,</p><p>mas também funcional no aprimoramento do ambiente em termos de acústica e isolamento</p><p>térmico.</p><p>4.3.4 REVESTIMENTOS EM DRYWALL</p><p>O revestimento em Drywall consiste na fixação de placas em alvenarias já</p><p>existentes. Basicamente, existem duas maneiras de revestir as paredes com drywall, sendo</p><p>eles:</p><p>● Revestimento estruturado: Neste método, as placas de drywall são fixadas a</p><p>uma estrutura de suporte, geralmente composta por montantes e travessas de metal. Essa</p><p>estrutura proporciona estabilidade e suporte para as placas, que são parafusadas ou fixadas</p><p>à estrutura. O revestimento estruturado é comumente usado em paredes e tetos,</p><p>proporcionando uma superfície sólida e estável para acabamentos.</p><p>Figura 22: Aplicação de revestimento estrutural em Drywall.</p><p>Fonte: BOMBONATO, 2014.</p><p>25</p><p>● Revestimento colado: Esse método consiste em um sistema de montagem,</p><p>onde as chapas de gesso são fixadas sobre a parede já existente, que comumente são de</p><p>alvenaria. A sua fixação é feita por meio de argamassas colantes, ou seja, ele serve como</p><p>acabamento interno, de construções feitas de alvenaria.</p><p>Figura 23: Aplicação da placa de gesso</p><p>Fonte: BOMBONATO, 2014.</p><p>A Associação Brasileira do Drywall ressalta que para se obter uma colagem de</p><p>qualidade, a parede existente tem que ter uma superfície lisa, com a menor ondulação</p><p>possível. Não é recomendável colar as chapas, em paredes que apresentam chapisco. É</p><p>recomendada sua execução em paredes de alvenaria, em vigas e pilares, todos de</p><p>acabamento linear.</p><p>4.4 IMPORTANTES ASPECTOS DA ENGENHARIA</p><p>O impacto ambiental gerado pela construção civil foi quase que total até surgir o</p><p>conceito de construções sustentáveis. Embora esse não seja um conceito novo, voltou-se a</p><p>notar sua importância somente no ano de 1990, junto com a ideia de sustentabilidade que</p><p>ganhava força na época. De acordo com o professor da Escola Politécnica da Universidade</p><p>de São Paulo (USP), Vahan Agopyan, a construção civil é um dos setores que mais</p><p>deterioram os recursos naturais do mundo, é responsável pelo consumo de 40% a 75% da</p><p>matéria-prima local do planeta. Esse consumo exorbitante se agrava em países como o</p><p>Brasil, onde os métodos construtivos tradicionais ainda são predominantes. Por outro lado,</p><p>é possível encontrar materiais para executar uma construção de forma sustentável, caso do</p><p>26</p><p>drywall usado para construir paredes, forros e fazer revestimentos. (REDAÇÃO DIÁRIO,</p><p>2021).</p><p>O drywall é amplamente reconhecido como um material sustentável devido a</p><p>diversas características que o tornam uma opção ecologicamente responsável na indústria</p><p>da construção. As principais razões que tornam o drywall uma escolha sustentável para</p><p>projetos de construção são: (TORRES, 2023)</p><p>● Utilização eficiente de recursos naturais: O drywall é fabricado a partir de</p><p>matérias-primas renováveis, como o gesso. Além disso, o processo de produção consome</p><p>significativamente menos energia e água em comparação com outros materiais de</p><p>construção, como a tradicional alvenaria.</p><p>● Minimização de resíduos: Durante a instalação, a geração de resíduos é</p><p>mínima em comparação com a construção de alvenaria. As placas de drywall podem ser</p><p>facilmente cortadas, e os retalhos resultantes podem ser reaproveitados em outras partes do</p><p>projeto, reduzindo, assim, o desperdício.</p><p>● Reciclabilidade: O drywall é um material reciclável, o que significa que, ao</p><p>atingir o fim de sua vida útil, pode ser reciclado e utilizado na produção de novas placas de</p><p>drywall ou em outros produtos. Isso contribui para reduzir a quantidade de resíduos</p><p>enviados para aterros e promove a conservação de recursos naturais.</p><p>● Emissões de CO2 reduzidas: Tanto a fabricação quanto o transporte do</p><p>drywall resultam em emissões significativamente menores de dióxido de carbono (CO2)</p><p>em comparação com outros materiais de construção. Além disso, o drywall tem a</p><p>capacidade de armazenar carbono em sua composição, contribuindo para a redução da</p><p>pegada de carbono da construção.</p><p>● Versatilidade e eficiência energética: O uso do drywall proporciona</p><p>flexibilidade e economia de energia, uma vez que permite a incorporação de materiais</p><p>isolantes para melhorar a eficiência térmica e acústica dos edifícios. Isso se traduz</p><p>em</p><p>menor consumo de energia para aquecimento e refrigeração, resultando em benefícios</p><p>ambientais positivos. Ao escolher o drywall em projetos de construção, os profissionais</p><p>estão contribuindo para a sustentabilidade da indústria, reduzindo o impacto ambiental e</p><p>promovendo práticas de construção mais eficazes e ecologicamente conscientes.</p><p>Essas características tornam o drywall uma opção sustentável na construção civil.</p><p>Em obra, o drywall gera uma menor quantidade de entulho, tornando o canteiro de obra</p><p>27</p><p>mais limpo e eficiente. Além disso, minimiza parâmetros que requerem maior tempo e</p><p>proporciona maior facilidade de instalação, por ser um trabalho mais leve e que garante</p><p>uma melhor qualidade de vida para as pessoas envolvidas na construção. Outro fator que</p><p>garante a sustentabilidade desse material é o fato de ser possível fazer a reutilização do</p><p>drywall caso seja necessário realizar a sua desinstalação, já que é possível fazer a</p><p>reciclagem dos materiais presentes em sua composição.</p><p>O Drywall possui outras grandes vantagens, grande parte em função de ser uma</p><p>forma de construção racionalizada, com suas tarefas executadas somente uma vez, com o</p><p>mínimo de retrabalho ou esperas, e de atender as normas com facilidade. O bom disso é</p><p>não somente a viabilidade financeira, mas também benefícios físicos que geram economias</p><p>indiretas que interferem no custo global da obra.</p><p>4.4.1 AGILIDADE NA EXECUÇÃO COM ALTA PRODUTIVIDADE</p><p>A instalação da parede de gesso acartonado é um procedimento ágil, iniciando com</p><p>a utilização de materiais pré-fabricados que já atendem às normas, reduzindo a necessidade</p><p>de verificações adicionais (SILVA, 2000).</p><p>O uso de transporte vertical em uma construção em altura se destaca em</p><p>comparação com uma parede de alvenaria, tanto em termos de eficiência quanto de</p><p>limpeza. A redução do movimento vertical e horizontal no local de construção leva a uma</p><p>redução na necessidade de mão de obra, diminui riscos, ruídos, sujeira e confusão. Esses</p><p>são fatores que não podem ser diretamente quantificados em termos financeiros, mas têm</p><p>um impacto significativo no tempo e na qualidade do trabalho e do resultado final</p><p>(VIEIRA, 2006).</p><p>Além disso, o sistema Drywall apresenta vantagens adicionais, como facilidade de</p><p>uso em reformas e reparos, que são realizados de forma limpa e eficiente. A agilidade</p><p>desempenha um papel crucial na minimização dos transtornos causados por reparos. Outra</p><p>vantagem está na capacidade de criar detalhes decorativos, como nichos, iluminação direta</p><p>e paredes curvas. Em projetos com prazos de entrega apertados, como empreendimentos</p><p>hoteleiros, comerciais e cinemas, o uso de gesso acartonado tem sido amplamente adotado.</p><p>4.4.2 ECONOMIA</p><p>28</p><p>Os perfis chegam agrupados em conjuntos e os painéis chegam em paletes</p><p>separados, o que facilita o armazenamento e manuseio, reduzindo as perdas e a</p><p>necessidade de retrabalho. A montagem do sistema não gera resíduos nem desperdícios,</p><p>pois não requer materiais como cimento, cal e areia para assentar blocos cerâmicos, e não é</p><p>necessário demolição para a instalação das redes prediais. O método de execução segue</p><p>uma sequência lógica que ajuda a evitar retrabalho, pois tudo é verificado antes de avançar</p><p>para a próxima etapa (VIEIRA, 2006).</p><p>As perdas no canteiro de obras com relação às chapas de gesso acartonado,</p><p>segundo a Associação Drywall, é da ordem de 3% a 5% do consumo, os retalhos de chapas</p><p>de gesso acartonado resultantes do processo de montagem do sistema correspondem por</p><p>uma parcela significativa da geração do resíduo (ABRAGESSO, 2011).</p><p>4.4.3 FLEXIBILIDADE DE LAYOUT</p><p>O drywall oferece liberdade de criação, isso porque esse sistema se adequa ao</p><p>layout planejado com facilidade. Ou seja, de forma simples é possível construir e remover</p><p>o material.</p><p>Sua capacidade de adaptação abrange uma ampla gama de escolhas de</p><p>revestimentos que podem ser utilizados, várias formas de execução, como a criação de</p><p>paredes curvas, e a conveniência de ser desmontada para facilitar a reconfiguração de</p><p>arranjos (GUIA PLACO, 2014). Essa vantagem é excelente, por exemplo, para solucionar</p><p>mais opções de plantas em edifícios multifamiliares e multiusos. É possível criar maior</p><p>disposição de divisórias internas.</p><p>4.4.4 CONFORTO TERMO ACÚSTICO</p><p>O sistema Drywall já se destaca nesse quesito por possuir uma camada de ar entre</p><p>as placas de gesso acartonado, havendo uma menor transmissão da energia sonora e assim</p><p>maior capacidade de isolamento, podendo ser ainda melhorada com o acréscimo de mais</p><p>placas ou material absorvente, para contribuir com a perda de energia através da absorção</p><p>sonora e pela eliminação de possíveis ressonâncias da cavidade (GROTRA, 2009).</p><p>Um dos isolantes térmicos mais amplamente utilizados é a lã de vidro, que é</p><p>reconhecida em todo o mundo por sua eficácia. Isso se deve principalmente à sua alta</p><p>capacidade de absorção devido à sua porosidade, que permite que ela absorva rapidamente</p><p>29</p><p>as ondas que entram em contato com ela. Além disso, a lã de vidro apresenta várias outras</p><p>vantagens, como ser leve, fácil de manusear, resistente à propagação de chamas, inibidora</p><p>de crescimento de fungos ou bactérias, resistente à corrosão por maresia e imune a danos</p><p>causados por roedores. Seu desempenho satisfatório atende às especificações mais</p><p>rigorosas, como é o caso da sua utilização na separação entre salas de cinema em</p><p>shoppings de todo o país, a maioria das quais é construída com Drywall.</p><p>4.4.5 SEGURANÇA AO FOGO</p><p>O sistema já é a combinação de diversos componentes isolantes como, por</p><p>exemplo, a lã de vidro utilizada no preenchimento, tendo como recurso de prevenção das</p><p>Chapas Resistente ao Fogo - RF (conhecidas como chapas rosa), que possuem retardantes</p><p>de chama em sua fórmula, além do que naturalmente o gesso contém para garantir mais</p><p>eficiência, sendo indicadas para uso em áreas especiais, como saídas de emergência e em</p><p>áreas enclausuradas (escadas e corredores). Mesmo assim é aconselhável usar dispositivos</p><p>corta fogo e barreiras físicas, proporcionando, assim, uma resistência de até 2 horas</p><p>(CAMPOS, 2006).</p><p>4.4.6 DESVANTAGENS</p><p>O sistema de drywall apesar de obedecer às normas de desempenho ainda não é</p><p>totalmente aceito como uma forma confiável por muitos usuários que não conhecem o</p><p>produto, inclusive a norma de desempenho. Porém, os consumidores e construtores ainda</p><p>possuem um certo preconceito, o que se torna uma resistência para empresas adotarem</p><p>esse método executivo no mercado brasileiro (PLACO, 2014).</p><p>● Ainda há muito preconceito dos clientes, levando-os ao uso de blocos</p><p>cerâmicos;</p><p>● Sua instalação deve ser através de mão de obra especializada;</p><p>● Para resistir à ambientes úmidos, a escolha da placa é o que torna viável ou</p><p>não. Uma atenção especial também deve ser dada ao distanciamento das extremidades com</p><p>laje de piso e cobertura;</p><p>● Dificuldade na fixação de cargas, objetos pendurados devem ficar bem</p><p>próximos dos reforços;</p><p>30</p><p>● A presença de juntas de dilatação é crucial na interface com as lajes, pois a</p><p>placa possui uma dilatação térmica com dimensões diferentes do concreto;</p><p>● Geração de resíduos nocivos.</p><p>31</p><p>5. CONCLUSÃO</p><p>Com base nos aspectos discutidos neste trabalho, podemos concluir que a utilização</p><p>de drywall na construção civil se revela uma escolha altamente favorável para projetos</p><p>sustentáveis, além de contribuir para a redução de custos. Um atributo notável em termos</p><p>de impacto ambiental é a sua notável diminuição na geração de resíduos de construção,</p><p>promovendo a limpeza do canteiro e a redução da poluição ambiental. O drywall também</p><p>demanda uma estrutura mais leve, resultando em menor consumo de recursos como aço e</p><p>concreto, ao mesmo tempo em que melhora a eficiência, organização e logística da obra.</p><p>32</p><p>6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>REDAÇÃO. Drywall é um dos principais aliados da construção sustentável. Diário do Rio</p><p>Claro, 2021. Disponível em:</p><p><https://www.j1diario.com.br/drywall-e-um-dos-principais-aliados-da-construcao-sustenta</p><p>vel/>. Acesso em: 02 de novembro de 2023.</p><p>TORRES, Gabriela. Drywall - Tudo que você precisa saber. Sienge, 2023. Disponível em:</p><p><https://www.sienge.com.br/blog/drywall-tudo-que-voce-precisa-saber/> Acesso em 02 de</p><p>novembro de 2023.</p><p>SILVA, Margarete Maria Araújo. Diretrizes Para o Projeto de Alvenaria de Vedação.</p><p>2003. 274 p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica da Universidade de São Paulo,</p><p>São Paulo, 2003.</p><p>GROTRA, Danubia de Lima. Materiais e Técnicas Contemporâneas para Controle de</p><p>Ruído Aéreo em Edificações de Escritórios: Subsídios para Especificações. 2009. 212 p.</p><p>- Dissertação (Mestrado) - Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São</p><p>Paulo, São Carlos, 2009.</p><p>VIEIRA, Hélio Flávio. Logística Aplicada à Construção Civil Como Melhorar o Fluxo</p><p>de Produção nas Obras. 2006. Editora Pini, 2006. Disponível em: Acesso em 02 de</p><p>novembro de 2023.</p><p>CAMPOS, Rubens Junior Andrade de. Diretrizes de Projeto para Produção de</p><p>Habitações Térreas com Estrutura Tipo Plataforma e Fechamento com Placas</p><p>Cimentícias. 2006. 165 p. Dissertação (Mestrado) - Universidade Estadual de Londrina,</p><p>Londrina, 2006.</p><p>Drywall - Associação Brasileira do Drywall. Vantagens e aplicações. 2015. Disponível</p><p>em:<https://drywall.org.br/index2.php/10/vantagens-e-aplicacoes> Acesso em 02 de</p><p>novembro de 2023.</p><p>33</p><p>TANIGUTI, Eliana Kimie.Método Construtivo de Vedação Vertical Interna de Chapas</p><p>de Gesso Acartonado. 1999. 313 p. - Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica,</p><p>Universidade de São Paulo, São Paulo,1999.</p><p>BERNARDI, Vinicius Batista. Análise do Método Construtivo de Vedação Vertical</p><p>Interna em Drywall em Comparação com a Alvenaria. 2014. 41 p. - Relatório de</p><p>estágio - Universidade do Planalto Catarinense, Lages (SC), 2014.</p><p>NUNES, Heloa Palma. Estudo Da Aplicação Do Drywall Em Edificação Vertical. 2015.</p><p>65 p. TCC (Graduação) - Curso de Engenharia Civil, Universidade Tecnológica Federal do</p><p>Paraná Departamento Acadêmico de Construção Civil, Campo Mourão, 2015.</p><p>LESSA, Gustavo Araujo Dias Themudo. Drywall em edificações residenciais. 2005. 64</p><p>p. Monografia (Graduação) - Universidade Anhembi Morumbi, São Paulo, 2005.</p><p>SISTEMAS CONSTRUTIVOS: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER. Entenda</p><p>Antes, 2020. Disponível em: <https://entendaantes.com.br/sistemas-construtivos/>. Acesso</p><p>em: 01 novembro 2023.</p><p>JUNIOR, José Antônio Morato. Divisórias de Gesso Acartonado: Sua utilização na</p><p>construção civil. 2008. 74 p. - Monografia (Graduação) - Universidade Anhembi</p><p>Morumbi, São Paulo, 2008.</p><p>JUNIOR, L. A.; NETO, A. G.; SIMÃO, C. F..Método Construtivo de Vedação Vertical</p><p>Interna de Chapas de Gesso Acartonado. 2006. Trabalho apresentado no IV Seminário</p><p>de Iniciação Científica Construction method. Goiás, GO, 2006.</p><p>MANUAL DE INSTALAÇÃO SISTEMAS KNAUF. Knauf, 2019. Disponível em:</p><p><https://www.knauf.com.br/wp-content/uploads/knauf/Manual-de-Instalacao-Knauf-2019-</p><p>v5-baixa.pdf>. Acesso em: 01 novembro 2023.</p><p>Guia Placo - Soluções Construtivas 2014. 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