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<p>Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas – Campus de Maceió</p><p>Subsequente em química</p><p>Experiências básicas de Laboratório</p><p>EXPERIMENTO 01 – MEDIDAS DE VOLUME</p><p>1. Introdução</p><p>A medição volumétrica de líquidos é uma operação de rotina no laboratório. Então, instrumentos</p><p>volumétricos como balões volumétricos, pipetas volumétricas, pipetas graduadas, provetas e buretas</p><p>são equipamentos usuais. Estes podem ser fabricados em vidro ou plástico (POSTMA, 2009; BRAND,</p><p>2019). De um modo geral, para medidas aproximadas de volume de líquidos, usam-se cilindros</p><p>graduados ou provetas, enquanto, para medidas precisas, usam-se pipetas, buretas e balões</p><p>volumétricos, que constituem o chamado material volumétrico. Aparelhos volumétricos são calibrados</p><p>pelo fabricante e a temperatura padrão de calibração é de 20 ou 25 °C. (CONSTANTINO; DA SILVA;</p><p>DONATE, 2004). Copos béquer graduados, erlenmeyers, funis de decantação e afins não são</p><p>instrumentos volumétricos, eles não são precisamente calibrados e a escala serve somente como uma</p><p>aproximação (BRAND, 2019). A figura 1 apresenta alguns exemplos de vidrarias utilizadas para</p><p>medição de volumes.</p><p>Figura 1. Vidrarias utilizadas para medir volumes.</p><p>Dentre as vidrarias utilizadas para medir volumes, as pipetas são instrumentos delicados e precisam</p><p>de cuidado na operação. Há dois tipos principais de pipetas: volumétricas, que podem medir apenas</p><p>um volume determinado, e graduadas, que possuem uma escala, permitindo medidas de vários</p><p>volumes diferentes. Para operar efetivamente uma pipeta, deve-se usar uma peça de borracha, chamada</p><p>pipetador de Griffin ou pera de pipetagem (Figura 2) (CONSTANTINO; DA SILVA; DONATE,</p><p>2004). Para manusear o pipetador, inicialmente deve-se pressionar o local identificado pela letra A e</p><p>apertar a pera (para criar pressão negativa), em seguida inserir a parte superior da pipeta na base do</p><p>pipetador, colocar a ponta da pipeta no líquido e pressionar S para aspirar o líquido logo acima da linha</p><p>de calibração. Por fim, deve-se pressionar o local indicado pela letra E para verter o líquido até a marca</p><p>desejada ou esvaziar a pipeta. Para soprar líquidos viscosos, a saída lateral deve ser fechada e a pera</p><p>comprimida. Atenção! O auxiliar de pipetagem não deve ser armazenado no estado vazio, para que</p><p>nenhum líquido seja aspirado para seu interior (BRAND, 2019).</p><p>Figura 2. Pipetador de Griffin ou pera.</p><p>A medida do volume é feita comparando-se o nível do líquido com os</p><p>traços marcados na parede do recipiente. Lê-se assim o nível do líquido, baseando-se no menisco</p><p>(Figura 3). O termo menisco descreve a curvatura na superfície do líquido. O menisco pode se curvar</p><p>para cima ou para baixo. A curvatura se desenvolve como função da interação de forças de adesão e</p><p>coesão (BRAND, 2019). A leitura do nível para líquidos transparentes deve ser feita na tangente ao</p><p>menisco, estando a linha de visão do operador perpendicular à escala graduada, para evitar erro de</p><p>paralaxe. Com líquidos escuros a leitura é feita na parte superior do menisco. Dessa forma determina-</p><p>se com precisão a leitura de volume de qualquer que seja a solução líquida (CONSTANTINO; DA</p><p>SILVA; DONATE, 2004).</p><p>Figura 3. Leitura correta do menisco para evitar o erro de paralaxe.</p><p>2. Objetivos</p><p>Leia sempre pela</p><p>parte inferior do</p><p>menisco</p><p>Aprender a finalidade e o correto manuseio de vidrarias para medição de volume.</p><p>3. Materiais e reagentes</p><p>Água destilada, béquer de 100 mL, pipeta graduada de 25 mL, pipetador, proveta de 50 ou 100</p><p>mL, tubos de ensaios grandes, estante para tubos de ensaios. Bastão de vidro, balão volumétrico 50</p><p>mL.</p><p>4. Procedimento experimental</p><p>Parte 1</p><p>4.1. A um tubo de ensaio, limpo e seco, adicione água destilada, com o auxílio de uma pisseta, até</p><p>o volume máximo que a vidraria suporta;</p><p>4.2. Transfira o volume do tubo de ensaio para um béquer de 100 mL com auxílio de um bastão de</p><p>vidro e faça a leitura do volume de água contido no béquer. O líquido deve ser vertido</p><p>lentamente de uma vez, e para terminar a dispensação o tubo de ensaio deve ser mantido</p><p>inclinado por aproximadamente mais 30 s. Anote o volume medido na proveta na tabela 1;</p><p>4.3. Transfira toda a água contida no béquer para uma proveta de 100 mL e faça a leitura do volume</p><p>de água contido na proveta. Anote o volume na tabela 1. Observação: O líquido deve ser</p><p>vertido lentamente de uma vez, e para terminar a dispensação o béquer deve ser mantido</p><p>inclinado por aproximadamente mais 30 s;</p><p>4.4. Retorne a água para o tubo de ensaio e complete até o volume máximo da vidraria se houver</p><p>necessidade;</p><p>4.5. Transfira o volume do tubo de ensaio, com auxílio de uma pipeta graduada e uma pera, para</p><p>um béquer de 100 mL e faça a leitura do volume de água medido pela pipeta. Anote o volume</p><p>na tabela 1;</p><p>4.6. Repita todo o procedimento com todos os membros da equipe.</p><p>Tabela 1. Dados experimentais das medições de volumes.</p><p>Experimento</p><p>Volume medido</p><p>no béquer (mL)</p><p>Volume medido</p><p>na proveta (mL)</p><p>Volume medido</p><p>com a pipeta (mL)</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>4</p><p>Média</p><p>5. Questionário</p><p>5.1. Como são classificadas as vidrarias utilizadas na medição de volumes? Quais são elas?</p><p>5.2. O que é o menisco? Como o mesmo deve ser observado no caso de diferentes colorações de</p><p>líquidos?</p><p>5.3. Com que aparelho dentre béquer, proveta e pipeta graduada, se pode fazer medidas mais exatas</p><p>de volume? Justifique.</p><p>5.4. Quais são os possíveis erros em uma medida de volume? Como contorná-los? O que é erro de</p><p>paralaxe? Como evitá-lo?</p><p>6. Referências bibliográficas</p><p>BRAND, Guia básico – como trabalhar com instrumentos volumétricos. Disponível em</p><p>https://www.brand.de/fileadmin/user/pdf/Information_Vol/Brochuere_Volumenmessung_PT.pdf.</p><p>Acessado em 23/03/2019.</p><p>CONSTANTINO, Mauricio Gomes; DA SILVA, Gil Valdo José; DONATE, Paulo</p><p>Marcos. Fundamentos de Química Experimental Vol. 53. Edusp, 2004.</p><p>MORILLA, D. P. Manual de segurança e técnicas básicas de laboratório. IFAL, 2015.</p><p>POSTMA, J. M; ROBERTS Jr, J. L.; OLLENBERG, J. L. Química no laboratório, 5ª Edição. Editora</p><p>Manole, Barueri, SP, 2009</p><p>7. Observações adicionais</p><p>(Utilize este espaço para fazer anotações, mudanças realizadas durante o experimento, cálculos</p><p>etc.):</p>