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<p>Classificação das áreas hospitalares segundo o risco de transmissão de infecção:</p><p>O CTI é considerado uma área semi-crítica, pois há procedimentos invasivos.</p><p>A área crítica é definida quando existe paciente grave em uma enfermaria.</p><p>Áreas que existam pacientes com procedimentos invasivos ou com doenças infectocontagiosas são definidas como áreas críticas.</p><p>Setor administrativo do hospital pertence à área semi-crítica.</p><p>Entre as medidas de prevenção de infecção da corrente sanguínea, encontram-se as relacionadas aos cateteres periféricos, que vão desde a higiene das mãos até a remoção do cateter. De acordo com o Caderno 4 – Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (2017), para cateteres periféricos, recomenda-se</p><p>a avaliação da necessidade de permanência do cateter periférico a cada 48h.</p><p>a estabilização do cateter periféricos, utilizando esparadrapo comum ou suturas.</p><p>a limitação de, no máximo, duas tentativas de punção periférica por profissional.</p><p>a troca da cobertura em intervalos preestabelecidos de 24 a 48h, a depender da instituição.</p><p>A Infecção do Trato Urinário (ITU), em unidade hospitalar, tem uma forte relação com a cateterização de demora, e, de acordo com as disposições do Ministério da Saúde, a infecção do trato urinário associada a cateter vesical de demora (ITU-AC) é definida como:</p><p>Qualquer infecção sintomática de trato urinário em paciente em uso de cateter vesical de demora instalado por um período maior que</p><p>12 horas.</p><p>24 horas.</p><p>2 dias.</p><p>3 dias.</p><p>Ainda conforme as Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (ANVISA, 2017), é considerada uma contraindicação absoluta da Ventilação Mecânica não invasiva:</p><p>Cirurgia facial ou neurológica.</p><p>Trauma ou deformidade facial.</p><p>Alto risco de aspiração.</p><p>Parada cardíaca ou respiratória.</p><p>De acordo com a Portaria nº 2.616/1998 — Diretrizes e normas para o controle de infecção hospitalar, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:</p><p>( ) Infecção hospitalar (IH) é aquela constatada ou em incubação no ato de admissão do paciente, desde que não relacionada com internação anterior no mesmo hospital.</p><p>( ) Infecção comunitária (IC) é aquela adquirida após a admissão do paciente e que se manifeste durante a internação ou após a alta, quando puder ser relacionada com a internação ou procedimentos hospitalares. C - C.</p><p>C - C.</p><p>C - E.</p><p>E - C.</p><p>E- E.</p><p>Em conformidade com a Portaria nº 2.616/1998 — Diretrizes e Normas para o Controle de Infecção Hospitalar, sobre os pacientes considerados como críticos, assinalar a alternativa INCORRETA:</p><p>Pacientes com dor abdominal</p><p>Pacientes de terapia intensiva (adulto, pediátrico e neonatal).</p><p>Pacientes hemato-oncológicos.</p><p>Pacientes queimados.</p><p>Uma das formas de se minimizar os riscos de contaminação é através da divisão das áreas pela classificação do risco de contaminação. Com relação à classificação das áreas pelo risco de contaminação, analise os itens abaixo:</p><p>( ) Áreas não críticas são todas as áreas hospitalares não ocupadas por pacientes, como, por exemplo: escritórios e depósitos.</p><p>( ) São exemplos de áreas semicríticas: laboratório de análises clínicas, banco de sangue e sala de hemodiálise.</p><p>( ) Áreas contaminadas são aquelas em que se verifica a presença de sangue, pus e secreções ou excreções.</p><p>Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:</p><p>V-V-V.</p><p>V-F-V</p><p>F-V-F.</p><p>V-F-F.</p><p>As medidas de precaução e isolamento são necessárias no ambiente hospitalar para garantir o controle da ocorrência de infecções infectocontagiosas. Com relação aos tipos de precauções recomendadas pela ANVISA, podemos afirmar que:</p><p>a precaução padrão é recomendada na assistência a todos os pacientes independente da suspeita ou não de infecções e envolve os seguintes cuidados durante a assistência ao paciente: higienização das mãos, uso de luvas, avental, óculos e máscaras.</p><p>a precaução por aerossóis é recomendada para assistência a pacientes portadores ou com infecção que podem ser gerados por tosse, espirro, conversação como Influenza e Meningite Meningocócica.</p><p>o uso de máscaras com capacidade de filtragem e vedação lateral adequada (PFF2 – Proteção Facial Filtro 2 – ou N95) é recomendada para pacientes que exigem precaução por gotículas.</p><p>a precaução de contato é recomendada na assistência aos pacientes colonizados por microrganismos multirresistentes como o vírus da COVID e envolve os seguintes cuidados durante a assistência ao paciente: higienização das mãos, uso de luvas e máscaras.</p>