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<p>INTRODUÇÃO</p><p>DE</p><p>ENFERMAGEM</p><p>SEJA BEM-VINDO À</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>ESTAMOS MUITO FELIZES</p><p>EM TER VOCÊ AQUI!!!!</p><p>APRESENTAÇÃO</p><p>Meu nome é Júlia, sou enfermeira</p><p>formada pela Universidade</p><p>Estadual do Norte do Paraná</p><p>REGRAS EM SALA DE AULA</p><p>Apresentação</p><p>DA TURMA</p><p>O QUÊ É A ENFERMAGEM?</p><p>O profissional de enfermagem atua na</p><p>promoção, prevenção, recuperação e</p><p>reabilitação da saúde, com autonomia e</p><p>em consonância com os preceitos éticos</p><p>e legais.</p><p>Satisfazem as necessidades de saúde da</p><p>população e da defesa dos princípios das</p><p>políticas públicas de saúde e ambientais que</p><p>garantam a universalidade de acesso aos</p><p>serviços de saúde, integralidade da</p><p>assistência, resolutividade, preservação da</p><p>autonomia das pessoas, participação da</p><p>comunidade, hierarquização e</p><p>descentralização político-administrativa dos</p><p>serviços de saúde.</p><p>COFEN</p><p>CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM</p><p>Criação em 12 de julho de 1973 através da</p><p>Lei 5905</p><p>Responsável por normatizar e fiscalizar o</p><p>exercício da profissão de enfermeiros, técnicos e</p><p>auxiliares de enfermagem, zelando pela</p><p>qualidade dos serviços prestados e pelo</p><p>cumprimento da Lei do Exercício Profissional da</p><p>Enfermagem.</p><p>COFEN</p><p>CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM</p><p>Normatizar e expedir instruções para</p><p>uniformidade de procedimentos e bom</p><p>funcionamento dos Conselhos Regionais</p><p>Apreciar em graus de recursos as decisões</p><p>dos CORENs</p><p>Aprovar anualmente as contas e a proposta</p><p>orçamentária da autarquia, remetendo-as</p><p>aos órgãos competentes</p><p>Promover estudos e campanhas para</p><p>aperfeiçoamento profissional</p><p>COFEN</p><p>CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM</p><p>Deliberar sobre inscrição no Conselho, bem</p><p>como o seu cancelamento</p><p>Disciplinar e fiscalizar o exercício profissional,</p><p>observadas as diretrizes gerais do COFEN</p><p>Executar as resoluções do COFEN</p><p>Expedir a carteira de identidade profissional,</p><p>indispensável ao exercício da profissão e</p><p>válida em todo o território nacional</p><p>Fiscalizar o exercício profissional e decidir os</p><p>assuntos atinentes à Ética Profissional,</p><p>impondo as penalidades cabíveis</p><p>COFEN</p><p>CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM</p><p>Elaborar a sua proposta orçamentária anual</p><p>e o projeto de seu regimento interno,</p><p>submetendo-os à aprovação do COFEN</p><p>Zelar pelo bom conceito da profissão e dos</p><p>que a exerçam; propor ao COFEN medidas</p><p>visando a melhoria do exercício profissional</p><p>Eleger sua Diretoria e seus Delegados</p><p>eleitores ao Conselho Federal</p><p>Exercer as demais atribuições que lhe forem</p><p>conferidas pela Lei 5.905/73 e pelo COFEN.</p><p>SÍMBOLOS DA ENFERMAGEM</p><p>Os significados dados aos símbolos</p><p>utilizados na Enfermagem:</p><p>Lâmpada: caminho, ambiente;</p><p>Cobra: magia, alquimia</p><p>Cobra + cruz: ciência; Seringa: técnica</p><p>Cor verde: paz, tranquilidade, cura, saúde</p><p>Pedra Símbolo da Enfermagem: Esmeralda</p><p>Cor que representa a Enfermagem: Verde</p><p>Esmeralda</p><p>SAÚDE X DOENÇA</p><p>NECESSIDADES HUMANAS BÁSICAS</p><p>NECESSIDADES</p><p>FISIOLÓGICAS</p><p>Necessidades mais básicas (oxigênio,</p><p>hidratação, nutrição, temperatura,</p><p>excreção, repouso, sexo).</p><p>Teoria de Wanda Horta</p><p>TEORIA WANDA DE AGUIAR HORTA</p><p>Teoria das Necessidades Humanas Básicas</p><p>https://portal.coren-sp.gov.br/wanda-de-aguiar-horta/</p><p>NECESSIDADES HUMANAS BÁSICAS</p><p>NECESSIDADES SOCIAIS</p><p>Precisamos amar e pertencer.</p><p>Queremos nos sentir necessários a</p><p>outras pessoas ou grupos de pessoas.</p><p>Esse agrupamento de pessoas pode</p><p>ser, no seu local de trabalho, na sua</p><p>igreja, na sua família, no seu clube ou</p><p>na sua torcida.</p><p>Todos estes agrupamentos fazem com</p><p>que tenhamos a sensação de pertencer</p><p>a um grupo .</p><p>NECESSIDADES HUMANAS BÁSICAS</p><p>NECESSIDADES DE AUTO ESTIMA</p><p>Busca ser competente, alcançar</p><p>objetivos, obter aprovação e ganhar</p><p>reconhecimento.</p><p>Se sentir bem, em paz e realizado com</p><p>suas própias escolhas.</p><p>“A enfermagem é uma arte; e para</p><p>realiza-la como arte, requer uma</p><p>devoção tão exclusiva, um preparo tão</p><p>rigoroso, como a obra de qualquer</p><p>pintor ou escultor; pois o que é tratar</p><p>da tela morta ou do frio mármore</p><p>comparado ao tratar do corpo vivo, o</p><p>templo do espírito de Deus . É uma das</p><p>artes; poder-se-ia dizer, a mais bela das</p><p>artes ‘’</p><p>Florence Nightingale</p><p>• Técnicas implementadas pela equipe</p><p>de enfermagem sob supervisão do</p><p>enfermeiro</p><p>• Objetivos: qualidade na assistência</p><p>ofertada, reduzir custos, auxiliar na</p><p>recuperação e conforto do paciente</p><p>PROCEDIMENTOS BÁSICOS DE ENFERMAGEM</p><p>PROCESSO DE TRABALHO</p><p>NECESSIDADES DE AUTO ESTIMA</p><p>Busca ser competente, alcançar</p><p>objetivos, obter aprovação e ganhar</p><p>reconhecimento.</p><p>Se sentir bem, em paz e realizado com</p><p>suas própias escolhas.</p><p>PROCESSO DE TRABALHO</p><p>• Orientar o paciente sobre o cuidado</p><p>que será oferecido</p><p>Zelar pelo sigilo profissional</p><p>• Realizar os registros de enfermagem</p><p>de forma eficiente</p><p>• Higienizar as mãos</p><p>• Sistematizar o ambiente de trabalho</p><p>para que a execução dos procedimentos</p><p>de enfermagem ocorra de modo eficaz</p><p>• Respeitar as preferências do paciente</p><p>• Atentar-se aos aspectos éticos e legais</p><p>da profissão</p><p>• Fundamentar a prática profissional em</p><p>evidências científicas.</p><p>SISTEMATIZAÇÃO DE ASSISTÊNCIA EM ENFERMAGEM</p><p>PROCESSO DE ENFERMAGEM</p><p>Método de implementar a teoria de de</p><p>enfermagem</p><p>5 etapas:</p><p>Histórico de enfermagem</p><p>Diagnóstico de enfermagem</p><p>Plano assistencial</p><p>Implementação</p><p>Evolução e prognóstico.</p><p>• Manter as unhas naturais limpas,</p><p>aparadas não retirar as cutículas</p><p>•Não utilizar anéis, pulseiras</p><p>(aumentam a carga bacteriana da pele</p><p>e riscos de traumatismo no paciente)</p><p>•Manter os cabelos presos e curtos</p><p>•Manter o uniforme limpo e não</p><p>utilizar fora do ambiente hospitalar</p><p>•Usar calçados limpos, fechados e</p><p>laváveis</p><p>•Não levar as mãos ao rosto e cabelo</p><p>durante a execução das técnicas</p><p>• Realizar a higienização das mãos</p><p>CUIDADOS PESSOAIS</p><p>PESQUISA</p><p>Limpeza</p><p>Desinfecção</p><p>Esterilização</p><p>Assepsia</p><p>Antissepsia</p><p>TERMINOLOGIAS BÁSICAS</p><p>•Artigos críticos : são os artigos que penetram o</p><p>sistema vascular, bem como todos os que</p><p>estejam diretamente conectados com este</p><p>sistema . Exemplo : cateteres vasculares ( scalp,</p><p>jelcos, intracath ), equipos, polifix, torneirinhas</p><p>•Artigos semi-críticos : entram em contato com</p><p>mucosas íntegras ou pele não intacta . Exemplo :</p><p>materiais de terapias respiratórias ( cânula</p><p>endotraqueal, sondas de aspiração, cateteres de</p><p>O2 ), endoscópios e sondas em geral</p><p>• Artigos não críticos : são aqueles que entram</p><p>em contato apenas com a pele íntegra Exemplo :</p><p>termômetros, esfigmomanômetro, estetoscópios.</p><p>ARTIGOS HOSPITALARES</p><p>•Área crítica : são aquelas que oferecem</p><p>risco potencial para aquisição de infecções</p><p>em decorrência á procedimentos invasivos</p><p>frequentes e manejo de substâncias</p><p>infectantes e por admitirem pacientes</p><p>susceptíveis á infecções . Exemplo : UTI, CC,</p><p>Unidade de queimados.</p><p>•Área semi-crítica : são todas aquelas</p><p>ocupadas por pacientes que não exijam</p><p>cuidados intensivos ou de isolamento.</p><p>Exemplo : enfermarias.</p><p>•Área não crítica : são áreas que não são</p><p>ocupadas por pacientes. Exemplo :</p><p>almoxarifado, copa, farmácia.</p><p>ÁREAS HOSPITALARES</p><p>Ação exercida no organismo decorrente da</p><p>presença de agentes patogênicos,</p><p>podendo ser por bactérias, vírus, fungos</p><p>ou protozoários .</p><p>iNFECÇÃO HOSPITALAR: É uma infecção</p><p>adquirida durante a internação do paciente-</p><p>cliente, manifestando durante a internação</p><p>ou mesmo após alta hospitalar.</p><p>FATORES DE RISCO: idade, doenças de base,</p><p>desnutrição, uso prolongado de</p><p>medicamentos, tempo de hospitalização,</p><p>procedimentos invasivos, técnica de uso e</p><p>processamento de materiais inadequados.</p><p>INFECÇÃO</p><p>TIPOS DE INFECÇÕES:</p><p>Endógena : pode ocorrer quando parte da</p><p>flora natural do paciente sofre alterações,</p><p>convertendo -se em patógenos por</p><p>modificação de sua estrutura.</p><p>Exemplo : candidíase vaginal.</p><p>Exógena : resulta de microorganismos</p><p>externos ao indivíduo que não fazem parte</p><p>da flora natural .</p><p>Exemplo : bactérias, vírus, fungos, entre</p><p>outros</p><p>INFECÇÃO</p><p>MODO DE TRANSMISSÃO</p><p>Contato : Infecções por bactérias</p><p>multirresistentes, podendo ser direta : por</p><p>transferência física direta de um indivíduo</p><p>infectado e um hospedeiro susceptível</p><p>Exemplo : manusear um paciente infectado e</p><p>logo em seguida manipular outro sem lavar</p><p>as mãos ( infecção cruzada ) ou indireta :</p><p>contato pessoal do hospedeiro</p><p>susceptível</p><p>com objeto contaminados.</p><p>Gotículas : o agente infeccioso entra em</p><p>contato com mucosas nasal ou oral do</p><p>hospedeiro susceptível, através de tosse ou</p><p>espirro .</p><p>INFECÇÃO</p><p>MODO DE TRANSMISSÃO</p><p>Pelo ar: núcleos secos de gotículas, ou seja,</p><p>resíduos de gotículas evaporadas que</p><p>permanecem suspensas no ar, quando o</p><p>indivíduo infectado espirra, fala, tosse,</p><p>Vetores : insetos, mosquitos, pulgas,</p><p>carrapatos, piolhos</p><p>Veículos : ítens contaminados. Exemplos:</p><p>sangue, secreções, soluções</p><p>INFECÇÃO</p><p>O profissional de saúde pode intervir para</p><p>evitar que as infecções se desenvolvam ou</p><p>disseminem, adotando medidas</p><p>preventivas adequadas, exercendo um</p><p>papel importante para minimizar a</p><p>disseminação de infecções.</p><p>Por exemplo : uma simples lavagem das</p><p>mãos, adotar técnicas adequadas no</p><p>momento de um banho no leito .</p><p>Os profissionais também podem contrair</p><p>infecções dos pacientes, caso suas</p><p>técnicas sejam inadequadas no controle</p><p>de transmissão de infecção .</p><p>INTERVENÇÕES</p><p>Prevenção da transmissão de</p><p>microorganismo para outro paciente</p><p>tanto de forma direta ou indireta</p><p>Esta prevenção abrange medidas</p><p>referentes aos pacientes, mas também</p><p>aos profissionais de saúde.</p><p>Deverão se precaver usando quando</p><p>existir risco de contato com sangue,</p><p>fluídos corpóreos, pele não íntegra e</p><p>mucosas, recomendada para todas as</p><p>situações, independente da presença ou</p><p>ausência de doença transmissível</p><p>comprovada.</p><p>SISTEMA DE PRECAUÇÕES E ISOLAMENTO</p><p>MATERIAIS</p><p>•Luvas de procedimentos</p><p>•Avental de manga longa, descartável ou não</p><p>•Máscaras simples</p><p>•Óculos protetor</p><p>SISTEMA DE PRECAUÇÕES E ISOLAMENTO</p><p>Estabelecimento de barreiras físicas de modo a</p><p>reduzir a transmissão dos microrganismos de</p><p>um indivíduo para outro.</p><p>ISOLAMENTO REVERSO: estabelecido para</p><p>proteger das infecções um indivíduo</p><p>imunocomprometido.</p><p>Materiais: quarto privado, luvas de procedimentos,</p><p>máscara comum e avental de manga longa.</p><p>SOLAMENTO VIAS ÁREAS OU GOTÍCULAS: Quarto</p><p>privado , e caso não seja possível dar um quarto a</p><p>cada doente, junte doentes com a mesma doença.</p><p>Use máscara N95 se o doente tem tuberculose em</p><p>fase contagiosa.</p><p>ISOLAMENTO</p><p>"A felicidade vem em ondas, e</p><p>ela sempre vai te encontrar de</p><p>novo."</p>

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