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<p>Relatório Anatomia dos sistemas</p><p>Anatomia dos Sistemas (Universidade Paulista)</p><p>Digitalizar para abrir em Studocu</p><p>A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade</p><p>Relatório Anatomia dos sistemas</p><p>Anatomia dos Sistemas (Universidade Paulista)</p><p>Digitalizar para abrir em Studocu</p><p>A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-anatomia-dos-sistemas</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-paulista/anatomia-dos-sistemas/relatorio-anatomia-dos-sistemas/85439443?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-anatomia-dos-sistemas</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-paulista/anatomia-dos-sistemas/2999217?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-anatomia-dos-sistemas</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-anatomia-dos-sistemas</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-paulista/anatomia-dos-sistemas/relatorio-anatomia-dos-sistemas/85439443?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-anatomia-dos-sistemas</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-paulista/anatomia-dos-sistemas/2999217?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-anatomia-dos-sistemas</p><p>UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>CURSO: Nutrição DISCIPLINA: Anatomia dos Sistemas</p><p>NOME DO ALUNO: Jhenifer Fontana Pereira</p><p>R.A: 0608487 POLO: UNIP- DUTRA</p><p>DATA: 25/03/2023</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-anatomia-dos-sistemas</p><p>TÍTULO DO ROTEIRO: Aula prática Anatomia dos Sistemas</p><p>INTRODUÇÃO:</p><p>O sistema digestório é fundamental para a manutenção da vida, é nele que são</p><p>gerados os principais nutrientes que o corpo humano não consegue gerar para si próprio.</p><p>Consiste em tubo muscular, denominado trato digestório, e vários órgãos anexos. A</p><p>cavidade oral (boca), a faringe, o esôfago, o estomago, o intestino delgado e o intestino</p><p>grosso constituem o trato digestório, órgãos anexos incluem dentes, língua e vários órgãos</p><p>glandulares, como as glândulas salivares, o fígado e o pâncreas, cujas secreções são</p><p>liberadas através de ductos no trato digestório. O papel fundamental do sistema digestório</p><p>é conseguir, a partir dos alimentos, as moléculas imprescindíveis para a manutenção, o</p><p>crescimento e outras necessidades energéticas do corpo humano. (LIVRO TEXTO,</p><p>UNIDADE 1) (ANATOMIA HUMANA)</p><p>O sistema urinário realiza as funções excretoras vitais e elimina os produtos</p><p>residuais orgânicos produzidos por células de todo o corpo. O sistema urinário inclui os</p><p>rins, os ureteres, a bexiga urinaria e a uretra. As funções excretoras desse sistema são</p><p>realizadas por um par de rins, eles produzem a urina, a urina deixa os rins e percorre o</p><p>trato urinário, que consiste em dois ureteres e na bexiga, local onde a urina é armazenada.</p><p>(ANATOMIA HUMANA)</p><p>O sistema genital masculino é o conjunto de órgãos que constituem, emitem e</p><p>introduzem o líquido fertilizante, chamado de sêmen, nas vias do sistema genital feminino</p><p>durante a relação sexual de indivíduos adultos. Formado pelos testículos, epidídimos,</p><p>ductos deferentes, escroto, glândulas seminais e próstata. (LIVRO TEXTO, UNIDADE</p><p>1)</p><p>Os órgãos do sistema genital feminino têm como papel fornecer gametas</p><p>femininos, de copula e fecundação, e de receber, alojar e manter o produto conceptual em</p><p>desenvolvimento e até sua expulsão, no parto. É formado pelos ovários, as tubas uterinas,</p><p>o útero, a vagina e a vulva. (LIVRO TEXTO, UNIDADE 1)</p><p>O sistema nervoso central é constituído pela medula espinal (tronco encefálico,</p><p>mesencéfalo, ponte e bulbo) e pelo encéfalo (cérebro, cerebelo, telencéfalo e diencéfalo).</p><p>Apesar de serem conectados, a medula espinal e a o encéfalo apresentam um grau</p><p>significativo de independência funcional. O sistema nervoso periférico corresponde aos</p><p>nervos espinhas que contêm 31 pares e os nervoso cranianos que contêm 12 pares,</p><p>terminações nervosas e os gânglios. (LIVRO TEXTO, UNIDADE 2)</p><p>.</p><p>RESULTADOS E DISCUSSÃO:</p><p>AULA 1</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>ROTEIRO 1</p><p>TÍTULO DA AULA: Sistema digestório- canal alimentar</p><p>O canal alimentar é composto de um tubo oco, que vai da boca até o ânus.</p><p>Envolve órgãos que estão localizados em diversas partes do corpo: cabeça, pescoço,</p><p>tórax, abdome e pelve. É dividido em duas partes principais: supra diafragmática que</p><p>corresponde as estruturas anatômicas localizadas acima do diafragma, enquanto a</p><p>infradiafragmática encontra-se as estruturas localizadas abaixo do diafragma.</p><p>A boca representa a porta de entrada do sistema digestório, além da função</p><p>mastigatória, participa da fala, da sensação do paladar e como via acessória. É</p><p>delimitada anteriormente pelos lábios, lateralmente pelas bochechas, superiormente pelo</p><p>palato, inferiormente pela língua e assoalho da boca e posteriormente pelo istmo das</p><p>fauces e parte do palato mole. Os lábios da boca, superior e inferior, de natureza</p><p>muscular, são ricamente irrigados e guardam a entrada da cavidade oral, são formados</p><p>por quatro camadas sobrepostas intimamente relacionadas. A mais externa é composta</p><p>de pele, onde são encontrados numerosos folículos pilosos e glândulas sudoríparas.</p><p>Profundo a ela, há uma camada muscular formada em sua maior parte pelo musculo</p><p>orbicular da boca. Em seguida, observa-se uma camada submucosa, abrangendo</p><p>glândulas salivares menores, como as glândulas labiais em toda a sua extensão, cujos</p><p>ductos de excreção abrem-se na mucosa labial.</p><p>A rima da boca é uma zona localizada entre o lábio superior e o lábio inferior, que pode</p><p>permanecer aberta ou fechada, quando os dois lábios estão em contato. Os dois lábios da</p><p>boca se unem lateralmente ao nível do angula da boca, nesse local, observa-se uma</p><p>discreta depressão chama de comissura dos lábios.</p><p>O limite do lábio superior é composto pelo sulco nasolabial, que se estende</p><p>desde a comissura dos lábios até a asa do nariz. Uma ligeira depressão vertical rasa,</p><p>situada na linha mediana do lábio superior, inferiormente ao septo do nariz, é chamada</p><p>de filtro. Logo após do filtro encontra-se o tubérculo, uma saliência volumosa de</p><p>tamanho variável na margem vermelha. O lábio inferior é separado do mento pelo sulco</p><p>labiomentual. Outro sulco, o labiomarginal, é uma ruga característica dos adultos que</p><p>vai do ângulo da boca à base da mandíbula.</p><p>A cavidade oral é subdividida em duas partes principais: a parte externa, o</p><p>vestíbulo da boca e parte interna, a cavidade própria da boca. O vestíbulo da boca é o</p><p>espaço composto entre os lábios, as bochechas e os dentes em oclusão. A cavidade</p><p>própria da boca é a parte da cavidade oral que se localiza internamente ao arco dental da</p><p>maxila e da mandíbula, abrangendo a gengiva que os compreende.</p><p>O palato compõe o teto da cavidade oral, separando as duas cavidades, nasal e</p><p>oral. É formado pelo palato duro, ósseo e anterior e pelo palato mole, muscular e</p><p>posterior. Seu limite póstero-superior é composto pela parte vertical do palato mole e</p><p>pelo pilar anterior das fauces, chamado de arco palatoglosso, esse arco abrange o</p><p>músculo palatoglosso e a mucosa oral que a forra, e se estende do palato mole até os</p><p>lados</p><p>da base da língua. Por fim, seu limite superior é composto pelo palato duro,</p><p>enquanto o inferior é a parte muscular da língua.</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-anatomia-dos-sistemas</p><p>Figura 1</p><p>O assoalho da boca está coberto por uma mucosa de revestimento e subjacente, a</p><p>mucosa de revestimento se depara com relevantes estruturas anatômicas: a glândula</p><p>sublingual, os ductos de excreção salivar das glândulas submandibular e sublingual, a</p><p>artéria sublingual, a veia sublingual, o nervo lingual, e o nervo hipoglosso.</p><p>Superficialmente no assoalho se vê na linha mediana uma prega fina que se estende até</p><p>a face inferior da língua, chamada de frênulo da língua, lateralmente, de cada lado do</p><p>frênulo da língua, existe uma pequena papila, designada de carúncula sublingual, onde</p><p>se abre o ducto submandibular.</p><p>Figura 2</p><p>A faringe é uma víscera composta de tubo fibromuscular, situado atras das</p><p>cavidades oral, nasal e laríngea. Representa o extremo superior dos tubos respiratório e</p><p>digestório, e se comunica inferiormente com o esôfago. Ela transporta os alimentos ao</p><p>esôfago e o ar à laringe. Ela é dívida em três partes: nasal da faringe, oral da faringe e</p><p>laríngea da faringe.</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>Figura 3</p><p>O esôfago é, funcionalmente, o segmento mais simples do canal alimentar. Sua</p><p>única finalidade é o transporte de materiais líquidos ou sólidos da faringe para o</p><p>estomago. Ele é dividido em três artes: parte cervical, parte torácica e parte abdominal.</p><p>O estomago está localizado no abdome, logo abaixo do diagrama, anteriormente ao</p><p>pâncreas, superiormente ao duodeno e a esquerda doo fígado. É moderadamente coberto</p><p>pelas costelas e está situado no quadrante superior esquerdo do abdome, na região do</p><p>hipocôndrio esquerdo. Ele apresenta o formato de J, sendo o segmento mais dilatado do</p><p>canal alimentar. É dividido anatomicamente em quatro regiões principais: a cárdia, o</p><p>fundo gástrico, o corpo gástrico e a parte pilórica do estômago. A cárdia recebe a parte</p><p>final do esôfago e contorna o óstio cardíaco do estomago, o qual tem como papel controlar</p><p>a passagem do alimento e impedir o refluxo.</p><p>Figura 4</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-anatomia-dos-sistemas</p><p>A principal parte da digestão acontece no intestino delgado, que se estende do</p><p>piloro até a união ileocecal, que se liga com o intestino grosso. Ele apresenta três partes:</p><p>o duodeno, o jejuno e o íleo. O duodeno é o segmento mais curto e mais largo do</p><p>intestino delgado, é a parte imediatamente após o piloro do estomago, assemelha-se a</p><p>um “recipiente de mistura” que recebe o quimo a partir do estomago e as secreções</p><p>digestivas a partir do pâncreas e do fígado. Uma curvatura abrupta, a flexura duodeno</p><p>jejunal, marca o limite entre o duodeno e o jejuno. Nesta junção, o intestino delgado</p><p>proemina novamente em direção a cavidade peritoneal, tornando-se peritonizado e</p><p>sendo sustentado por uma dupla lâmina de mesentério. O íleo que também é</p><p>peritonizado, é o terceiro e último segmento do intestino delgado, ele termina como um</p><p>esfíncter, a “valva ileocecal”, que controla o fluxo de materiais do íleo ao ceco do</p><p>intestino grosso.</p><p>Figura 5</p><p>O intestino grosso, em formato de ferradura, inicia-se junto â a parte terminal do</p><p>íleo e se estende até o ânus. Fica localizado inferiormente ao estomago e ao fígado, e</p><p>circunda quase que completamente o intestino delgado. Suas principais funções são a</p><p>absorção de água e eletrólitos, e a compactação do conteúdo intestinal em fezes, a</p><p>absorção de importantes vitaminas produzidas por ação bacteriana e o armazenamento de</p><p>material fecal antes da defecação. É dividido em: ceco e o apêndice vermiforme, colo</p><p>ascendente, colo transverso, colo descendente e colo sigmoide. Ao deixar o íleo, o</p><p>material invade primeiramente uma bolsa expandida em fundo cego denominada ceco,</p><p>está quase completamente envolvido pelo peritônio, proporcionando-lhe a autonomia de</p><p>movimentação, no entanto, não apresenta mesentério, está fixo a parede lateral do abdome</p><p>por uma ou mais pregas cecais do peritônio. O apêndice vermiforme se origina na parede</p><p>posteromedial do ceco, inferiormente à junção ileocecal. O colo ascendente inicia-se na</p><p>margem superior do ceco, se expande desde a junção ileocecal até a flexura direita do</p><p>colo, anteriormente ao rim direito e em contato com o lobo direito do fígado. O colo</p><p>transverso cruza o abdome a partir da flexura direita do colo até a flexura esquerda do</p><p>colo, onde se curva inferiormente para tornar-se colo descendente. O colo descendente</p><p>passa retroperitonealmente a partir da flexura do colo esquerda para a fossa ilíaca, onde</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>é sucessiva com o colo sigmoide. O colo sigmoide é a quarta parte do intestino grosso,</p><p>distinto por sua alça longa em forma de S, ele é conduzido ao plano sagital mediano, de</p><p>tal forma que junta o colo descendente ao reto.</p><p>Figura 6</p><p>O reto recebe esse nome por ser quase retilíneo, ao perfurar o diafragma pélvico</p><p>passa a ser chamado de canal anal. O canal anal se expande do diafragma pélvico até o</p><p>ânus e possui pregas cutâneas. As extremidades inferiores das colunas se agrupam por</p><p>uma prega da mucosa em formato de pente, chamadas de válvulas anais. O esfíncter anal</p><p>interno é o mais profundo e deriva de um adensamento em fibras musculares lisas</p><p>circulares, sendo, por conseguinte, involuntário. O esfíncter externo é formado por fibras</p><p>musculares estriadas que se dispõem circularmente em torno do esfíncter anal interno,</p><p>sendo esse voluntario. Apresenta duas partes: subcutânea, superficial e a profunda.</p><p>Figura 7</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-anatomia-dos-sistemas</p><p>AULA 1</p><p>ROTEIRO 2</p><p>TÍTULO DA AULA: Sistema digestório- órgãos anexos</p><p>A língua é a mais evidente das estruturas anatômicas da cavidade oral e está</p><p>relacionada a fonação, à mastigação, à deglutição. Ocupa quase todo o espaço da</p><p>cavidade própria da boca, quando os dentes estão em oclusão. Possui um corpo, um</p><p>ápice, uma raiz, duas margens, além de uma face superior e inferior, a extremidade</p><p>anterior do corpo da língua é o ápice, a parte lateral da língua representa a sua margem,</p><p>a face superior da língua corresponde ao seu dorso. O dorso da língua tem seus dois</p><p>terços anteriores separados do posterior pelo sulco terminal, que apresenta o formato de</p><p>V, de abertura anterior e vértice mediano, coincidindo com forame cego. O um terço</p><p>posterior, que é a raiz da língua, é vertical e volta-se para a faringe. As papilas</p><p>filiformes são as mais numerosas e conferem à mucosa do dorso da língua um aspecto</p><p>de veludo, são as únicas papilas linguais que não possuem receptores gustativos, porém,</p><p>possuem corpúsculos do tato. As papilas fungiformes estão dispostas entre as papilas</p><p>filiformes, surgindo em número muito menos do que as papilas filiformes, devem seu</p><p>nome ao aspecto de cogumelo que adquirem, são encontradas, especialmente, no ápice e</p><p>nos lados dorso da língua. As tonsilas palatinas apresentam aspecto ovoide e diversas</p><p>vezes podem alterar de tamanho, sua superfície tem formato granuloso com inúmeras</p><p>invaginações que correspondem às criptas da tonsila. Em companhia das tonsilas</p><p>linguais, as tonsilas faríngeas e outros pequenos nódulos linfáticos que se juntam</p><p>compõem o anel linfático da</p><p>faringe, anteriormente relatado como anel linfático de</p><p>Walderyer, essas estruturas anatômicas funcionam como o primeiro obstáculo de defesa</p><p>do corpo humano contra os agentes patogênicos que adentram pelas cavidades nasal e</p><p>oral.</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>Figura 8</p><p>Os dentes realizam a mastigação do alimento, são órgãos mineralizados,</p><p>resistentes, esbranquiçados e implantados nos arcos dentais da maxila e da mandíbula.</p><p>Conforme os tipos de dentes e o número de dentições, o ser humano é classificado como</p><p>um mamífero heterodonte, por apresentar dentes de formas distintas, possibilitando a</p><p>realização de papeis distintos par cada dente ou grupo de dentes. Os dentes são divididos</p><p>em:</p><p>Incisivos: são dentes em formas de lâmina encontrados na região anterior da boca, são</p><p>uteis para agarrar e cortar, como ocorre ao se morder a ponta de uma cenoura.</p><p>• Caninos: são dentes cônicos com superfícies laterais aguçadas e uma ponta</p><p>aguada, são utilizados para rasgar e lacerar.</p><p>• Pré-molares: possuem uma ou duas raízes, apresentam coroas planas com cristas</p><p>proeminentes, são utilizados para amassar e triturar.</p><p>• Molares: apresentam coroas grandes e planas com cristas proeminentes e</p><p>tipicamente apresentam três ou mais raízes, os molares também apresentam</p><p>coroas planas para amassar e triturar os alimentos.</p><p>Os dentes do ser humano são decíduos e permanentes e, ainda, é considerado um animal</p><p>difiodonte, ou seja, habitualmente apresenta dois conjuntos de dentes que se desenvolvem</p><p>ao longo da vida de um indivíduo.</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-anatomia-dos-sistemas</p><p>Figura 9</p><p>As glândulas da boca liberam uma secreção chamada saliva na cavidade oral, elas são</p><p>divididas em glândulas salivares maiores e menores. A glândula parótida, é a mais</p><p>volumosa dentre as glândulas salivares maiores (parótida, submandibular e sublingual),</p><p>está localizada na região lateral da face, no leito parotídeo. Emergindo da parte anterior</p><p>da parte mais superficial da glândula esta localizado o ducto parotídeo ou ducto de</p><p>Stenon, que prossegue anteriormente passando superficialmente ao musculo masseter em</p><p>seu percurso em direção ao vestíbulo da boca, ele libera a secreção salivar na papila do</p><p>ducto parotídeo ao nível do segundo dente molar maxilar. As glândulas submandibulares</p><p>estão situadas no assoalho da boca, seus ductos, os submandibulares, passam soba túnica</p><p>mucosa em ambos os lados da linha media do assoalho da boca e adentram na cavidade</p><p>própria da boca lateralmente ao frênulo da língua. As glândulas sublinguais estão abaixo</p><p>da língua e superiormente as glândulas submandibulares, seus ductos, os sublinguais</p><p>menores, se abrem no assoalho da boca na cavidade própria da boca.</p><p>Figura 10</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>O fígado é a maior das vísceras e um dos órgãos mais versáteis do corpo, a maior</p><p>parte da sua massa se localiza dentro das regiões do hipocôndrio direito e epigástrio, está</p><p>localizado na região superior do abdome, logo abaixo do diafragma. Ele possui duas</p><p>faces: a diafragmática e a visceral, separadas pela margem inferior do fígado, a face</p><p>diafragmática é convexa e lisa, relacionando-se com a cúpula diafragmática.</p><p>O fígado é dividido em lobos, a face diafragmática contem um lobo direito e um</p><p>lobo esquerdo, sendo o direito pelo menos duas vezes maior que o esquerdo. A divisão</p><p>dos lobos é organizada pelo ligamento falciforme do fígado. Os lobos hepáticos estão</p><p>unidos superiormente ao diafragma pelos ligamentos coronário e triangulares, direito e</p><p>esquerdo, os dois últimos são compostos lateralmente pela fusão das duas laminas do</p><p>ligamento coronário. A face visceral é desigualmente concava pela vista de impressões</p><p>viscerais, ela é subdividida em quatro lobos: o lobo direito, lobo esquerdo, lobo quadrado</p><p>e o lobo caudado pela presença de depressões em sua área central, que no conjunto</p><p>formam um H, chamado de hilo do fígado. Pelo hilo do fígado adentram ou saem</p><p>estruturas anatômicas vasculares, como, por exemplo, a veia porta, a artéria própria do</p><p>fígado e os vasos linfáticos, estruturas anatômicas nervosas, como o plexo nervoso do</p><p>fígado e os ductos hepáticos. Entre o lobo quadrado e o lobo direito do fígado há uma</p><p>depressão, chamada de fossa da vesícula biliar, que aloja a vesícula biliar.</p><p>Figura 11</p><p>A vesícula biliar é um órgão muscular oco e piriforme, constitui-se como um saco</p><p>muscular que armazena e concentra a bile antes da sua excreção no intestino delgado. Ela</p><p>se situa em um recesso, a fossa da vesícula biliar, na face visceral do lobo hepático direito,</p><p>como o fígado, a vesícula biliar é um órgão revestido pelo peritônio. É dividida em três</p><p>regiões: o fundo, o corpo e o colo da vesícula biliar.</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-anatomia-dos-sistemas</p><p>Os ductos extra-hepáticos levam a bile do fígado para o duodeno. O ducto cístico,</p><p>liga a vesícula biliar ao ducto hepático comum, constituindo o ducto colédoco, que</p><p>transporta a bile para o duodeno. O ducto colédoco encontra e se junta ao ducto</p><p>pancreático principal para constituir a ampola hepatopancreatica ou de Vater, a</p><p>extremidade distal dessa ampola ascende-se na parte descendente do duodeno por meio</p><p>da papila maior do duodeno.</p><p>Figura 12</p><p>O pâncreas situa-se posteriormente ao estomago, estendendo-se lateralmente a</p><p>partir do duodeno e em direção ao baço. É um órgão alongado, de coloração rósea-</p><p>acinzentada. Ele produz por meio de uma secreção exócrina o suco pancreático que</p><p>adentra no duodeno por meio dos ductos pancreáticos principal e acessório. O grande</p><p>ducto pancreático conduz essas secreções digestivas a ampola hepatopancreatica, um</p><p>pequeno ducto pancreático acessório pode ramificar-se a partir do ducto pancreático antes</p><p>de deixar o pâncreas. A larga cabeça do pâncreas encaixa-se na alça formada pelo</p><p>duodeno, conforme se distancia do piloro. O delgado corpo do pâncreas estende-se</p><p>transversalmente direção ao baço, e a cauda do pâncreas é curta e romba.</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>Figura 13</p><p>AULA 2</p><p>ROTEIRO 1</p><p>TÍTULO DA AULA: Sistema urinário</p><p>Os rins estão localizados lateralmente à coluna vertebral entre a última vertebra</p><p>torácica e a terceira vertebra lombar, o rim esquerdo é maior que o direito. Os ureteres</p><p>são um par de tubos musculares que se estendem a partir de cada rim até a bexiga</p><p>urinaria, passando ínfero-medialmente ao músculo psoas maior. A bexiga urinária é um</p><p>balão de fibras musculares revestido por mucosa, ela esta situada na cavidade pélvica,</p><p>posterior à sínfise púbica.</p><p>Tanto o rim direito como o rim esquerdo repousam sobre os músculos psoas</p><p>maior e quadrado lombar, eles estão relacionados: superiormente (glândulas adrenais e o</p><p>diafragma) e anteriormente (rim direito-fígado, duodeno e colo ascendente; rim</p><p>esquerdo- estomago, baco, pâncreas, jejuno e colo descendente). Cada rim possui duas</p><p>faces: anterior e posterior; duas margens: medial (concava) e lateral (convexa); e dois</p><p>polos: superior e inferior. Na margem medial concava de cada rim encontra-se uma</p><p>fenda vertical, o hilo renal, em que a artéria renal adentra e a veio e a pelve renal</p><p>deixam o seio renal.</p><p>O interior de cada rim contém o córtex renal, a medula renal e o seio renal. O</p><p>córtex renal, que é granuloso e de coloração castanho-avermelhado, é a camada mais</p><p>externa dos rins. O córtex esta em contato com a capsula fibrosa. A medula renal situa-</p><p>se internamente ao córtex e apresenta coloração mais escura ela consiste em 6 a 18</p><p>estruturas triangulares ou cônicas diferenciadas, denominadas pirâmides renais. A base</p><p>de cada pirâmide volta-se para o córtex, e o ápice, ou papila renal, projeta-se no interior</p><p>do seio renal. Cada pirâmide tem uma serie de sulcos delicados que convergem para a</p><p>papila. As pirâmides renais adjacentes são separadas por faixas de tecido cortical,</p><p>denominadas colunas renais. As colunas renais tem uma textura granular diferenciada,</p><p>semelhante àquela do córtex.</p><p>A produção de urina ocorre nos lobos renais, ductos no interior de cada papila</p><p>renal eliminam urina no interior de um dreno em forme de cálice, denominamos cálice</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-anatomia-dos-sistemas</p><p>renal menor. Quatro ou cinco cálices menores convergem para formar um cálice maior,</p><p>e os cálices maiores combinam-se para constituir uma grande câmara em forma de funil,</p><p>a pelve renal. A pelve renal, que preenche a maior parte do seio renal, continua-se com</p><p>o ureter no hilo renal.</p><p>Cada rim recebe sangue de uma artéria renal, que se origina na superfície lateral</p><p>da parte abdominal da aorta, nas proximidades do nível da artéria mesentérica superior.</p><p>Ao penetrar o seio renal, a artéria renal ramifica-se em artérias segmentares. As artérias</p><p>segmentares, por sua vez, ramificam-se em artérias interlobares que se irradiam par a</p><p>superfície, em direção a capsula fibrosa, estendendo-se através das colunas renais entre</p><p>as pirâmides e rumo ao córtex. As artérias interlobares originam as artérias arqueadas,</p><p>que fazem trajeto paralelo ao limite entre o córtex e a medula renal. Cada artéria</p><p>arqueada origina um número de artérias interlobulares, que suprem porções do lobo</p><p>renal adjacente.</p><p>Figura 14</p><p>Os ureteres penetram a parede posterior da bexiga urinaria, mas não adentram a</p><p>cidade peritoneal. Passam através da parede da bexiga em um ângulo obliquo, e o óstio</p><p>do ureter assemelha-se a mais uma fenda do que a uma abertura arredondada. Este</p><p>formato é útil para prevenir o fluxo retrógado de urina em direção ao ureter e aos rins</p><p>quando a bexiga urinaria se contrai. O trajeto dos ureteres, ao se aproximarem da parede</p><p>da bexiga urinária, difere entre homens e mulheres por causa de variações de natureza,</p><p>dimensões e posição dos órgãos genitais.</p><p>A bexiga é um órgão muscular oco que funciona como um reservatório</p><p>temporário da urina. Esta situada na cavidade pélvica, posterior à sínfise púbica. No</p><p>homem, o corpo da bexiga urinaria localiza-se entre o reto e a sínfise púbica; na mulher,</p><p>o corpo da bexiga urinaria situa-se inferiormente ao útero e anteriormente à vagina, nas</p><p>mulheres é menor, porque o útero ocupa o espaço imediatamente superior à bexiga</p><p>urinaria.</p><p>• Ápice- localizado superiormente, apontando para a sínfise púbica.</p><p>• Corpo- parte principal da bexiga, localizada entre o ápice e o fundo.</p><p>• Fundo- localizado posteriormente, é de forma triangular, com a ponta do</p><p>triangulo apontando para trás.</p><p>• Colo- formado pela convergência do fundo e das duas superfícies inferolaterais,</p><p>é continuo com a uretra.</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>Figura 15</p><p>A uretra se estende a partir do colo da bexiga urinaria ate o óstio externo da</p><p>uretra, em comunicação com o meio exterior. A uretra masculina difere da feminina em</p><p>extensão e função. A uretra feminina é muito curta. A parte prostática da uretra passa</p><p>pelo centro da próstata. A parte membranácea inclui o curto segmento que penetra o</p><p>“diafragma urogenital”, parte do soalho muscular da pelve. A parte esponjosa estende-</p><p>se da superfície inferior do “diafragma urogenital” ao óstio externo da uretra, na</p><p>extremidade do pênis.</p><p>Figura 16</p><p>AULA 2</p><p>ROTEIRO 2</p><p>TÍTULO DA AULA: Aparelho reprodutor</p><p>O sistema genital masculino é o conjunto de órgãos que constituem, emitem e</p><p>introduzem o liquido fertilizante, chamado de sêmen, nas vias do sistema genital</p><p>feminino. O escroto é uma bolsa de pele, fáscias e músculos na região genital que aloja</p><p>os testículos, os epidídimos e elementos do funículo espermático, e é dividido em dois</p><p>compartimentos independentes por uma rafe mediana.</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-anatomia-dos-sistemas</p><p>o epidídimo situa-se ao longo da margem posterior do testículo, apresenta uma</p><p>consistência firme e pode ser palpado sob a pele do escroto, apresenta cabeça, corpo e</p><p>cauda.</p><p>• Cabeça- recebe espermatozoides advindos dos ductos eferentes do testículo, no</p><p>mediastino do testículo.</p><p>• Corpo- inicia-se distalmente ao último ducto eferente do testículo e estende-se</p><p>inferiormente ao longo da margem posterior do testículo.</p><p>• Cauda- se inicia nas proximidades do polo inferior do testículo, o número de</p><p>circunvoluções diminui.</p><p>Os testículos são as gônadas masculinas, glândulas ovais, bilaterais, e são</p><p>responsáveis pela produção de espermatozoides e de um hormônio, a testosterona. Os</p><p>testículos estão suspensos no escroto pelo funículo espermático e o testículo esquerdo,</p><p>frequentemente localizado em uma posição mais baixa que o direito.</p><p>Os ductos deferentes são a continuação do epidídimo, ao passar pelos canais</p><p>inguinais, curvam-se em torno das artérias epigástricas inferiores e cruzam</p><p>anteriormente as artérias ilíacas externas, voltando-se posterior e inferiormente,</p><p>cruzando os vasos ilíacos externos e invadindo na pelve. Anatomicamente os ductos</p><p>deferentes apresentam quatro partes: a escrotal, funicular, inguinal e pélvica.</p><p>As glândulas seminais são tubos contorcidos, seu volume varia de acordo com a</p><p>idade, individuo e estado funcional. É pouco desenvolvida nas crianças até a puberdade,</p><p>elas são responsáveis pela produção de aproximadamente 60% do volume do sêmen.</p><p>A próstata tem papel glandular e contém abundantes fibras musculares, que</p><p>envolvem a parte inicial da uretra como um manguito para que ela não seja contundida e</p><p>traumatizada no momento do enchimento da bexiga urinaria e da ereção do pênis. Ela é</p><p>um órgão ímpar, volumoso, mediano, que se localiza abaixo da bexiga urinaria.</p><p>O ducto ejaculatório é formado pela união do ducto da glândula seminal com o</p><p>ducto deferente, esta passagem relativamente curta penetra na parede muscular da</p><p>próstata e esvazia-se na uretra.</p><p>Figura 17</p><p>O pênis é o órgão copulador masculino fixado na região anterior do períneo, é</p><p>um órgão impar, mediano e com formato cilíndrico, ele é composto anatomicamente por</p><p>corpos eréteis: esponjosos, dentro do qual se encontra a ureta; e cavernosos, principais</p><p>estruturas eréteis penianas.</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>Esse órgão possui um corpo, uma raiz e uma glande. A raiz do pênis é a porção</p><p>fixa que liga o pênis aos ramos do ísquio, essa conexão ocorre na região do trígono</p><p>urogenital, inferiormente à sínfise púbica. O corpo do pênis é a porção tubular móvel,</p><p>onde são encontradas massas de tecido erétil. A glande é a extremidade distal expandida</p><p>que circunda o óstio externo da uretra.</p><p>Uma prega de pele, o prepúcio, envolve a glande do pênis. O prepúcio liga ao</p><p>colo da glande, relativamente estreito, e continua-se sobre a glande que circunda o óstio</p><p>externo da uretra.</p><p>Na superfície anterior do pênis flácido, os dois corpos cavernosos cilíndricos são</p><p>separados por um fino septo e envolvidos por uma densa bainha de colágeno. O corpo</p><p>esponjoso envolve a parte esponjosa da uretra, esse corpo erétil se estende da fáscia</p><p>superficial do “diafragma urogenital” até a extremidade do pênis, onde ele se expande</p><p>para formar a glande.</p><p>Figura 18</p><p>AULA 3</p><p>ROTEIRO 1</p><p>TÍTULO DA AULA: Sistema genital feminino</p><p>Os órgãos do sistema genital feminino em como papel fornecer gametas</p><p>femininos, de cópula e fecundação, e de receber, alojar e manter o produto conceptual em</p><p>desenvolvimento e até sua expulsão, no parto.</p><p>Os ovários são pequenos órgãos pares localizados nas proximidades das paredes</p><p>laterais da cavidade pélvica. Os ovários são dois nódulos do tamanho de uma ameixa.</p><p>As tubas uterinas são canais mucosos da espessura de um lápis e o comprimento</p><p>de um dedo. A extremidade mais próxima ao ovário forma um funil expandido, o</p><p>infundíbulo da tuba uterina, com numerosas projeções digitiformes que se estendem para</p><p>a cavidade pélvica, essas projeções são chamadas de fimbrias. A ampola da tuba uterina</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-anatomia-dos-sistemas</p><p>é a porção intermediaria, o espessamento das camadas de músculo liso na parede da</p><p>ampola aumenta sensivelmente à medida que se aproxima do útero. A ampola conduz ao</p><p>istmo da tuba uterina, um segmento curto, adjacente a parede uterina, um segmento curto,</p><p>adjacente a parede uterina. O istmo se continua com a pequena parte uterina, ela se are</p><p>na cavidade do útero.</p><p>O útero é um órgão pequeno, piriforme. Em sua posição normal, o útero curva-se</p><p>anteriormente nas proximidades de seu colo. O corpo do útero é a sua maior parte. O</p><p>fundo é a porção arredondada do corpo do útero, localizada superiormente à penetração</p><p>das tubas uterinas. O corpo termina em uma constrição conhecida como istmo do útero.</p><p>O colo do útero é a porção inferior que se estendo do istmo até a vagina. A parede uterina</p><p>apresenta um miométrio, muscular e externo, e um endométrio, glandular e interno. O</p><p>fundo e as superfícies anterior e posterior do corpo do útero são recobertos por uma túnica</p><p>serosa continua ao revestimento peritoneal, essa camada incompleta de peritônio é</p><p>denominada perimétrio. O miométrio é porção mais espessa da parede uterina e constitui</p><p>praticamente 90% da massa do útero. O endométrio contribui com aproximadamente 10%</p><p>para a massa total do útero, um grande numero de glândulas uterinas se abre na superfície</p><p>endometrial.</p><p>Os principais ligamento do útero são:</p><p>• Ligamento redondo- estendem-se do útero até os lábios maiores.</p><p>• Ligamento largo- pregas duplas de peritônio que fixam o útero em ambos os</p><p>lados da cavidade pélvica</p><p>• Ligamento mesossalpinge- duplicações peritoneais do ovário e da tuba uterina</p><p>para o ligamento largo do útero.</p><p>• Ligamento suspensor do ovário- une o ovário até a parede da pelve lateral,</p><p>acompanhando as artérias e veias ováricas.</p><p>Figura 19</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>A vagina é um tubo muscular elástico que se estende do colo do útero até o</p><p>vestíbulo da vagina, um espaço limitado pelos órgãos genitais externos. O colo do útero</p><p>penetra na extremidade proximal da vagina. O recesso raso ao redor do colo do útero na</p><p>cavidade da vagina é conhecido como fórnice da vagina.</p><p>A região que engloba os órgãos genitais femininos externos é chamada de</p><p>pudendo feminino (vulva). O clitóris é uma pequena massa cilíndrica de tecido erétil e</p><p>nervos, localizado na junção anterior dos lábios menores, homologo à glande do pênis; o</p><p>corpo do clitóris é recoberto peloprepucio, composto no ponto onde os lábios menores se</p><p>juntam; a parte exposta do clitóris é a glande. Os lábios maiores são dura pregas</p><p>longitudinais de pele homologas ao escroto, a fusão anterior desses lábios maiores forma</p><p>a comissura labial anterior e a fusão posterior, a comissura labial posterior. Os lábios</p><p>menores são duas pregas menores de pele medial aos lábios maiores que constituem o</p><p>vestíbulo da vagina e a rima do vestíbulo. O monte de vênus é uma elevação de tecido</p><p>adiposo recoberto por pele e pelos grossos. Um número variável de glândulas vestibulares</p><p>menores libera suas secreções na superfície exposta do vestíbulo da vagina, conservando-</p><p>o úmido. Durante a excitação sexual, um par de ductos conduz as secreções das glândulas</p><p>vestibulares maiores ao vestíbulo, nas proximidades das margens póstero-laterais do óstio</p><p>da vagina, essas glândulas mucosas assemelham-se às glândulas bulbouretrais do homem.</p><p>Figura 20</p><p>As glândulas mamárias situam-se bilateralmente no tórax, no panículo adiposo da</p><p>tela subcutânea subjacente à pele. Cada mama apresenta uma pequena projeção cônica, a</p><p>papila mamaria, onde os ductos lactíferos das glândulas mamarias subjacentes se abrem</p><p>na superfície. A região de pele de coloração castanha avermelhada localizada ao redor da</p><p>papila mamaria é denominada aréola da mama.</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-anatomia-dos-sistemas</p><p>AULA 3</p><p>ROTEIRO 2</p><p>TÍTULO DA AULA: Sistema nervoso central a periférico</p><p>O Sistema nervoso central é uma rede intricada e altamente organizada,</p><p>toda ideia, conceito e sentimento se manifesta na sua atividade. Suas células se</p><p>comunicam por sinais elétricos e químico promovendo resposta adequadas a estes</p><p>estímulos . O sistema nervoso é dividido em duas partes: Sistema nervoso central (SNC)</p><p>e Sistema nervoso periférico (SNP)</p><p>No cérebro encontraremos os giros eles estão localizados no telencéfalo que</p><p>corresponde aos nossos hemisférios cerebrais, temos dois hemisférios cerebrais:</p><p>hemisfério cerebral direito e hemisfério cerebral esquerdo eles estão separados</p><p>por uma fissura chamada de fissura longitudinal do cérebro.</p><p>Figura 21</p><p>Os hemisférios cerebrais formam a maior parte do sistema nervoso central e são</p><p>prontamente detectadas, pois sua superfície possui uma serie de sulcos que delimitam</p><p>giros. O sulco lateral separa o lobo frontal do lobo temporal. O sulco central separa o lobo</p><p>parietal do frontal, ele é ladeado por dois giros paralelos, um anterior, giro pré-central, e</p><p>outro posterior, giro pós-central.</p><p>Figura 22</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>Os sulcos ajudam a delimitar os lobos cerebrais, que recebem o nome de acordo</p><p>com a sua localização em relação aos ossos do crânio: frontal, temporal, parietal e</p><p>occipital.</p><p>Figura 23</p><p>O lodo da insula não é claramente visível do lado de fora, mas pode ser observado</p><p>quando o lobo temporal é deslocado. É formada por três giros curtos (anterior, médio e</p><p>posterior) e um giro acessório. A porção posterior do lobo insular é formada por dois</p><p>giros longos (anterior e posterior).</p><p>Figura 24</p><p>O lobo frontal ocupa a área anterior ao sulco central e superior ao sulco</p><p>lateral. Nesse lobo, o giro frontal inferior no hemisfério cerebral esquerdo na maioria dos</p><p>indivíduos contém a área da fala de Broca, que é fundamental para a articulação da fala.</p><p>Grande parte do lobo frontal abrange o córtex de associação pré-frontal. O córtex de</p><p>associação pré-frontal é relevante no pensamento, na cognição e nas emoções. Os</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-anatomia-dos-sistemas</p><p>transtornos psiquiátricos do pensamento, como a esquizofrenia e os transtornos do humor,</p><p>como, por exemplo, a depressão, estão ligados a papéis anormais do córtex pré-frontal de</p><p>associação. Embora o órgão sensorial do olfato, o bulbo olfatório, permaneça situado na</p><p>face ventral do lobo frontal, suas conexões estão prevalentemente no lobo temporal.</p><p>Lóbulo paracentral: área do córtex cerebral</p><p>que rodeia a endentação determinada</p><p>pelo sulco central na margem superior. A parte anterior do lóbulo paracentral é uma</p><p>extensão do giro pré-central na face superolateral e a parte posterior do lóbulo paracentral</p><p>é uma extensão do giro pós-central. Na parte anterior e na parte posterior do lóbulo</p><p>paracentral situam-se, concomitantemente, a área motora e a área sensitiva relacionadas</p><p>com a perna e o pé.</p><p>O lobo parietal é pouco definido morfologicamente. Seu limite anterior é o sulco</p><p>central; posteriormente projetamos um limite com o lobo occipital, a partir de uma linha</p><p>imaginaria que se estende do sulco parietoccipital até a incisura pré-occipital.</p><p>Pré-cúneo: área do córtex delimitada anteriormente pela extremidade posterior e</p><p>ascendente do sulco do cíngulo, e posteriormente pelo sulco parietooccipital.</p><p>O lobo temporal ocupa a área inferior ao sulco lateral. Ele intercede uma</p><p>abundância de papéis sensoriais e participa na memória e emoções. O córtex auditivo</p><p>primário, situado no giro temporal superior, age nas áreas adjacentes no giro temporal</p><p>superior e dentro do sulco lateral e o sulco temporal superior na percepção e na</p><p>localização de sons. O giro temporal superior no lado esquerdo é especializado na fala. A</p><p>lesão da parte posterior desse giro, que está situada na área de Wernicke, afeta a</p><p>compreensão da fala. O giro temporal médio, principalmente a parte próxima do lobo</p><p>occipital, é fundamental para a percepção do movimento visual. O giro temporal inferior</p><p>intercede a percepção da forma visual e das cores. O giro temporal transverso anterior é</p><p>relevante, pois nele se encontra o centro cortical da audição.</p><p>Giro occipitotemporal medial: estende-se do polo occipital ao polo temporal. É</p><p>limitado medialmente pelo sulco colateral, pelo sulco rinal e lateralmente pelo sulco</p><p>occipitotemporal. O giro occipitotemporal lateral é lateral ao sulco e é contínuo com o</p><p>giro temporal inferior.</p><p>O lobo occipital é a parte mais posterior dos hemisférios cerebrais e separado dos</p><p>lobos parietal e temporal por uma linha imaginária que se projeta do sulco parietoccipital</p><p>até a incisura pré-occipital. No lobo occipital está localizado o córtex visual.</p><p>Cúneo: área triangular do córtex cerebral delimitada acima pelo sulco</p><p>parietooccipital, inferiormente pelo sulco calcarino e posteriormente pela margem supero</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>medial. Cúneo, do latim cuneos, cunha, é um lóbulo em forma de cunha na face medial</p><p>do lobo occipital entre os sulcos occipito-parietal e calcarino.</p><p>O sistema límbico compreende núcleos e tratos situados ao longo do limite entre o cérebro</p><p>e o diencéfalo. O giro do cíngulo se situa superiormente ao coro caloso. O giro dentado e</p><p>o próximo giro para-hipocampal encobrem um núcleo subjacente, o hipocampo, que se</p><p>localiza profundamente no lobo temporal.</p><p>Unco: do latim uncus, gancho, é a extremidade anterior curvada medialmente do</p><p>giro parahipocampal.</p><p>O mesencéfalo contém núcleos que processam informação visual e auditiva e</p><p>originam respostas reflexas a estes estímulos. Na face dorsal do mesencéfalo estão quatro</p><p>colículos ou corpos quadrigêmeos. Os colículos são eminencias arredondadas e dividas</p><p>em um par superior e um par inferior, pelo sulco vertical e pelo sulco transverso. Os feixes</p><p>de fibras nas superfícies ventrolaterais formam os pedúnculos cerebrais.</p><p>Figura 25</p><p>A ponte, parte media do tronco encefálico, encontra-se anterior ao cerebelo, sendo</p><p>a estrutura anatômica que conecta o bulbo ao mesencéfalo e repousa sobre a parte basilar</p><p>do osso occipital e o dorso da sela do osso esfenoide. A face ventral da ponte é convexa</p><p>de lado a lado e exibe diversas fibras transversas, que convergem em cada lado para</p><p>construir o pedúnculo cerebelar médio. Há um sulco raso na linha média, o sulco basilar,</p><p>que abriga a artéria basilar.</p><p>A medula espinal esta conectada ao tronco encefálico pelo bulbo, que corresponde</p><p>ao mielencéfalo embrionário. O bulbo, é continuo com a medula espinal. O seu limite</p><p>superior, entre o bulbo e a ponte, é mais evidente, sendo marcado pelo sulco</p><p>bulbopontino, que aparece na face ventral, na região de transição entre essas duas</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-anatomia-dos-sistemas</p><p>estruturas. As pirâmides são compostas de feixes de fibras nervosas, as fibras</p><p>corticospinais, que se originam nos grandes neurônios no giro pré-central do córtex</p><p>cerebral. Posteriormente e lateralmente às pirâmides estão as olivas.</p><p>AULA 4</p><p>ROTEIRO 1</p><p>TÍTULO DA AULA: Sistema nervoso central e periférico</p><p>O cerebelo é a formação nervosa volumosa localizada atras do bulbo e da ponte,</p><p>entrando na constituição do teto do IV ventrículo. O cerebelo apresenta uma estrutura</p><p>ímpar, mediana, longitudinal, inferior e de forma alongada, que se interpõe entre os dois</p><p>hemisférios cerebelares, chamada de verme. Possui duas grandes massas laterais que se</p><p>assemelham aos hemisférios cerebrais e preenchem a fossa cerebelar do osso occipital,</p><p>chamadas de hemisférios cerebelares. Apresenta um desenho quase ovoide ou de</p><p>borboleta, alongado transversalmente e achatado anteroposteriormente. A face superior</p><p>do cerebelo é identificada por ser inteira, apenas com uma pequena elevação na parte</p><p>mediana. Já a face inferior exibe uma clara divisão entre o lado direito e o lado esquerdo,</p><p>onde se depara o verme. A face anterior fica volvida para o IV ventrículo</p><p>Figura 26</p><p>A parte profunda do encéfalo, ligada ao cérebro, é chamada de diencéfalo. Ele tem</p><p>três subdivisões, o epitálamo, o tálamo e o hipotálamo. As partes do diencéfalo chamadas</p><p>de órgãos circunventriculares, pois se localizam nas paredes do III ventrículo, monitoram</p><p>as modificações químicas no sangue, uma vez que não apresentam nessa região a barreira</p><p>hematoencefálica.</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>O tálamo é uma massa de substancia cinzenta, e em formato oval, que compõe a</p><p>maior parte do diencéfalo, ou seja, corresponde a quatro quintos do diencéfalo. É a</p><p>principal estação de retransmissão de impulsos sensitivos que chegam ao córtex cerebral</p><p>oriundos de outras partes do encéfalo e da espinal.</p><p>O hipotálamo situa-se na frente e abaixo do tálamo, é formado pelo quiasma</p><p>óptico, em forma de X, pelo tratos ópticos- prolongamentos do quiasma óptico-, pelos</p><p>corpos mamilares, pelo tube cinero e pela hipófise com o seu infundíbulo.</p><p>O epitálamo localiza-se na extremidade posterior do III ventrículo, inferiormente</p><p>ao esplênio do corpo caloso, anteriormente à fissura cerebral transversa e superiormente</p><p>ao mesencéfalo. O lúmen do III ventrículo estende-se por uma pequena distancia em sua</p><p>base, compondo o recesso pineal.</p><p>Figura 27</p><p>A medula espinal é uma das partes do SNC situada dentro do canal vertebral, que</p><p>tem o papel de protege-la, está limitada superiormente pelo bulbo, no plano transversal,</p><p>passando entre os côndilos do osso occipital e C1, sendo que esse plano passa pela</p><p>decussação das pirâmides, e o seu limite inferior é L2. Ela contém 31 segmentos, pois</p><p>esse é o numero de troncos nervosos, sendo eles: 8 cervicais, 12 torácicos, 5 lombares, 5</p><p>sacrais e 1 coccígeo. As estruturas anatômicas chamadas de radículas são pequenos</p><p>filamentos nervosos, podendo ser anteriores e posteriores. Um conjunto de radículas</p><p>constituem as raízes, que também podem ser anteriores e posteriores, essa estruturas</p><p>anatômicas são vistas na superfícies externa da medula espinal. Do mesmo, o gânglio é</p><p>uma dilatação arredondada só encontrada na raiz posterior, portanto, chamado de gânglio</p><p>da raiz posterior.</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-anatomia-dos-sistemas</p><p>Figura 28</p><p>Os nervos cranianos são componentes do sistema nervoso periférico que se ligam</p><p>ao encéfalo e não a medula espinal. São doze pares de nervos cranianos e que podem ser</p><p>encontrados na superfície ventrolatreal do encéfalo, cada um deles com um nome</p><p>relacionado ao seu aspecto ou função. O nervo olfatório é o primeiro par de nervos</p><p>cranianos e leva informação sensitiva especial responsável pelo sentido do olfato. Os</p><p>nervos ópticos levam informação visual de gânglios sensitivos especiais nos olhos. O</p><p>nervo oculomotor controla quatro dos seis músculos extrínsecos do bulbo do olho e o</p><p>músculo levantador da pálpebra superior. O nervo trigêmeo é o principal nervo da face e</p><p>sua função primordial é veicular toda a sensibilidade desde o topo da cabeça, toda a face</p><p>e a maior parte da boca e língua. O nervo aducente inerva o músculo reto lateral, o sexto</p><p>musculo extrínseco do bulbo do olho, a inervação desse músculo possibilita os</p><p>movimentos laterais dos olhos. O nervo facial é um nervo misto, é responsável ela</p><p>contração dos músculos da mímica facial. O nervo vestibulococlear é o oitavo nervo</p><p>craniano e é um nervo puramente sensitivo, consiste em duas partes: a porção vestibular,</p><p>que veicula impulsos nervos do sistema vestibular, e a porção coclear que veicula</p><p>impulsos da cóclea. O nervo glossofaríngeo, é um nervo misto, mas suas fibras sensitivas</p><p>são as mais numerosas, as fibras aferentes levam informação sensitiva geral da mucosa</p><p>da faringe e do palato mole para um núcleo do bulbo, também veicula sensações especiais</p><p>do terço posterior da língua e possui receptores especiais que controlam a pressão arterial</p><p>e as concentrações de faz dissolvido no interior dos principais vasos sanguíneos. O nervo</p><p>vago, controla as funções corporais involuntárias, e é um dos muitos nervos que</p><p>transmitem mensagens entre o cérebro e outras partes do corpo. O nervo acessório, é um</p><p>nervo essencialmente moto, atuando em funções relacionada a deglutição e movimentos</p><p>da cabeça e pescoço. O nervo hipoglosso fornece controle motor voluntario para os</p><p>movimentos da língua.</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>Figura 29</p><p>AULA 4</p><p>ROTEIRO 2</p><p>TÍTULO DA AULA :Sistema nervoso central e periférico</p><p>A aorta emerge do ventrículo esquerdo e apresenta quatro partes principais: a aorta</p><p>ascendente (cruza posteriormente o tronco pulmonar e reaparece à direita dele) para, em</p><p>seguida, descrever um arco para trás e para a esquerda (arco da aorta). A artéria coronária</p><p>direita emite os seguintes ramos: a artéria marginal direita e a artéria interventricular</p><p>posterior; enquanto a artéria coronária esquerda se ramifica em artéria marginal esquerda,</p><p>artéria interventricular anterior e artéria circunflexa. Os principais ramos do arco da aorta</p><p>são: o tronco braquiocefálico, a artéria carótida comum esquerda e a artéria subclávia</p><p>esquerda. As artérias carótidas comuns: direita e esquerda se ramificam em artérias</p><p>carótidas externa e interna.</p><p>Figura 30</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-anatomia-dos-sistemas</p><p>O círculo arterial cerebral é um polígono anastomótico na base do encéfalo que</p><p>comunica o sistema carotídeo com o sistema vertebro-basilar e as carótidas entre si. As</p><p>artérias cerebrais posteriores direita e esquerda originam-se da artéria basilar, que é</p><p>formada pelas artérias vertebrais direita e esquerda. As artérias vertebrais, por sua vez,</p><p>originam-se nas artérias subclávias. A artéria comunicante anterior conectas as duas</p><p>artérias cerebrais anteriores.</p><p>A dura-máter encefálica consiste em duas camadas fibrosas. A camada mais</p><p>externa, ou lâmina endóstea, est愃Ā fundida ao periósteo que reveste internamente os ossos</p><p>do crânio. A aracnóide-m愃Āter encefálica é uma delicada membrana que recobre o encéfalo</p><p>e se situa entre a dura-máter, superficial, e a pia-máter, que est愃́Ā em contato com o tecido</p><p>nervoso do encéfalo. A pia-máter encefálica est愃Ā firmemente aderida ao contorno</p><p>irregular da superfície do encéfalo, acompanhando os giros e revestindo os sulcos.</p><p>Figura 31</p><p>A foice do cérebro é uma prega de dura-máter que se projeta entre os hemisférios</p><p>cerebrais, na fissura longitudinal. Sua margem inferior est愃Ā fixada 愃� crista etmoidal</p><p>(anteriormente) e 愃� protuberância occipital interna e ao tentório do cerebelo</p><p>(posteriormente). Dois grandes seios venosos, o seio sagital superior e o seio sagital</p><p>inferior, se situam nessa prega de dura-máter.</p><p>O tentório do cerebelo sustenta e protege os dois lobos occipitais do cérebro. Ele</p><p>também separa os hemisférios do cerebelo dos hemisférios cerebrais. Estende-se,</p><p>transversal- mente através da cavidade do crânio, até́ se encontrar com a foice do cérebro.</p><p>O seio transverso situa-se no tentório do cerebelo.</p><p>A foice do cerebelo se estende na linha sagital, inferiormente ao tentório do</p><p>cerebelo, separando os dois hemisférios do cerebelo entre si. Sua margem posterior, cuja</p><p>posição é fixa, contém o seio occipital.</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>Ventrículos são cavidades cheias de liquido, dentro do encéfalo. Eles são</p><p>preenchidos com líquido cerebrospinal e revestidos pelas células ependimais. Uma fina</p><p>parede medial, o septo pelúcido, separa o par de ventrículos laterais. O corpo de cada</p><p>ventrículo lateral se localiza no lobo parietal, com um corno frontal (anterior) se</p><p>estendendo até́ o lobo frontal. O corpo de cada ventrículo lateral também se comunica</p><p>com um corno occipital (posterior), que se projeta no lobo occipital, e com um corno</p><p>temporal (inferior), que se curva lateralmente no lobo temporal. Não h愃Ā uma conexão</p><p>direta entre os dois ventrículos laterais, mas cada um deles se comunica com o ventrículo</p><p>do diencéfalo através de um forame interventricular (forame de Monro). Por existirem</p><p>dois ventrículos laterais (primeiro e segundo), a cavidade ventricular do diencéfalo é</p><p>chamada de terceiro ventrículo. O corpo de cada ventrículo lateral se localiza no lobo</p><p>parietal, com um corno frontal (anterior) se estendendo até́ o lobo frontal. O corpo de</p><p>cada ventrículo lateral também se comunica com um corno occipital (posterior), que se</p><p>projeta no lobo occipital, e com um corno temporal (inferior), que se curva lateralmente</p><p>no lobo temporal. Não h愃Ā uma conexão direta entre os dois ventrículos laterais, mas cada</p><p>um deles se comunica com o ventrículo do diencéfalo através de um forame</p><p>interventricular (forame de Monro). Por existirem dois ventrículos laterais (primeiro e</p><p>segundo), a cavidade ventricular do diencéfalo é chamada de terceiro ventrículo. O</p><p>mesencéfalo possui um canal estreito conhecido como aqueduto do mesencéfalo</p><p>(aqueduto de Silvio ou aqueduto cerebral). Esse ducto conecta o terceiro ventrículo com</p><p>o quarto ventrículo, que se inicia entre a ponte e o cerebelo. Na parte inferior do bulbo, o</p><p>quarto ventrículo se estreita e torna-se contínuo com o canal central da medula espinal.</p><p>H愃Ā circulação de líquido cerebrospinal dos ventrículos e do canal central da medula</p><p>espinal para o espaço subaracnóideo, através de forames localiza- dos no teto do quarto</p><p>ventrículo.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>Vilicev, Cassio Marcos. Anatomia dos Sistemas / Cassio Marcos Vilicev. – São Paulo:</p><p>Editora Sol, 2020. Disponível em: https://ava.ead.unip.br/bbcswebdav/pid-3162876-dt-</p><p>content-rid-4204805_1/institution/Conteudos_AVA/DISCIPLINAS_GERAIS/7517-</p><p>30%20-%20Anatomia%20dos%20Sistemas/Livro%20Texto%20-%20Unidade%20I.pdf</p><p>Martini, Frederic H. Anatomia humana [recurso eletrônico] / Frederic H.</p><p>Martini,</p><p>Michael J. Timmons, Robert B. Tallitsch; tradução Daniella Franco Curcio. – 6. ed. –</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>https://ava.ead.unip.br/bbcswebdav/pid-3162876-dt-content-rid-4204805_1/institution/Conteudos_AVA/DISCIPLINAS_GERAIS/7517-30%20-%20Anatomia%20dos%20Sistemas/Livro%20Texto%20-%20Unidade%20I.pdf</p><p>https://ava.ead.unip.br/bbcswebdav/pid-3162876-dt-content-rid-4204805_1/institution/Conteudos_AVA/DISCIPLINAS_GERAIS/7517-30%20-%20Anatomia%20dos%20Sistemas/Livro%20Texto%20-%20Unidade%20I.pdf</p><p>https://ava.ead.unip.br/bbcswebdav/pid-3162876-dt-content-rid-4204805_1/institution/Conteudos_AVA/DISCIPLINAS_GERAIS/7517-30%20-%20Anatomia%20dos%20Sistemas/Livro%20Texto%20-%20Unidade%20I.pdf</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-anatomia-dos-sistemas</p><p>Dados eletrônicos. – Porto Alegre: Artmed, 2009. Disponível em:</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788536320298/pageid/3</p><p>Vilicev, Cassio Marcos. Anatomia dos Sistemas / Cassio Marcos Vilicev. – São Paulo:</p><p>Editora Sol, 2020. Disponível em: https://ava.ead.unip.br/bbcswebdav/pid-3162879-dt-</p><p>content-rid-4204807_1/institution/Conteudos_AVA/DISCIPLINAS_GERAIS/7517-</p><p>30%20-%20Anatomia%20dos%20Sistemas/Livro%20Texto%20-</p><p>%20Unidade%20II.pdf</p><p>Figura 1- https://anatomiaonline.com/boca</p><p>Figura 2- https://anatomiaonline.com/boca</p><p>Figura 3- https://www.sanarmed.com/aparelho-digestivo-alto</p><p>Figura 4- https://museuanatomia.ufms.br/estomago/</p><p>Figura 5- https://pt.wikipedia.org/wiki/Intestino_delgado</p><p>Figura 6- https://www.anatomiaemfoco.com.br/sistema-digestivo-anatomia/intestino-</p><p>grosso/</p><p>Figura 7- https://www.lecturio.com/pt/concepts/reto-e-canal-anal-anatomia/</p><p>Figura 8- https://anatomiaonline.com/lingua</p><p>Figura 9- https://ortodontiacuritiba.com.br/blog/entenda-a-funcao-de-cada-dente.html</p><p>Figura 10- https://www.unifal-mg.edu.br/histologiainterativa/estruturas-anexas-do-</p><p>sistema-digestorio/</p><p>Figura 11- https://med.estrategia.com/portal/conteudos-gratis/anatomia-do-figado/</p><p>Figura 12- https://www.sanarmed.com/litiase-biliar</p><p>Figura 13- https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/pancreas</p><p>Figura14-</p><p>https://edisciplinas.usp.br/mod/book/view.php?id=2434148&chapterid=19951</p><p>Figura 15- https://anatomia-papel-e-caneta.com/bexiga-urinaria/</p><p>Figura 16- https://www.infoescola.com/anatomia-humana/uretra/</p><p>Figura 17- https://www.citihinode.com.br/fisiologia-masculina/</p><p>Figura 18- https://www.auladeanatomia.com/sistemas/409/penis</p><p>Figura 19- https://www.sanarmed.com/histologia-do-sistema-reprodutor-feminino</p><p>Figura 20- https://anatomiaefisioterapia.com/9-sistema-genital-feminino/</p><p>Figura 21- https://cerebromente.org.br/n01/arquitet/hemisferios.htm</p><p>Figura 22- https://www.auladeanatomia.com/sistemas/368/telencefalo</p><p>Figura 23- https://anatomia-papel-e-caneta.com/lobos-cerebrais/</p><p>Figura 24- https://anatomiaefisioterapia.com/2020/07/13/minuto-anatomico-46-insula/</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788536320298/pageid/3</p><p>https://ava.ead.unip.br/bbcswebdav/pid-3162879-dt-content-rid-4204807_1/institution/Conteudos_AVA/DISCIPLINAS_GERAIS/7517-30%20-%20Anatomia%20dos%20Sistemas/Livro%20Texto%20-%20Unidade%20II.pdf</p><p>https://ava.ead.unip.br/bbcswebdav/pid-3162879-dt-content-rid-4204807_1/institution/Conteudos_AVA/DISCIPLINAS_GERAIS/7517-30%20-%20Anatomia%20dos%20Sistemas/Livro%20Texto%20-%20Unidade%20II.pdf</p><p>https://ava.ead.unip.br/bbcswebdav/pid-3162879-dt-content-rid-4204807_1/institution/Conteudos_AVA/DISCIPLINAS_GERAIS/7517-30%20-%20Anatomia%20dos%20Sistemas/Livro%20Texto%20-%20Unidade%20II.pdf</p><p>https://ava.ead.unip.br/bbcswebdav/pid-3162879-dt-content-rid-4204807_1/institution/Conteudos_AVA/DISCIPLINAS_GERAIS/7517-30%20-%20Anatomia%20dos%20Sistemas/Livro%20Texto%20-%20Unidade%20II.pdf</p><p>https://anatomiaonline.com/boca</p><p>https://anatomiaonline.com/boca</p><p>https://www.sanarmed.com/aparelho-digestivo-alto</p><p>https://museuanatomia.ufms.br/estomago/</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Intestino_delgado</p><p>https://www.anatomiaemfoco.com.br/sistema-digestivo-anatomia/intestino-grosso/</p><p>https://www.anatomiaemfoco.com.br/sistema-digestivo-anatomia/intestino-grosso/</p><p>https://www.lecturio.com/pt/concepts/reto-e-canal-anal-anatomia/</p><p>https://anatomiaonline.com/lingua</p><p>https://ortodontiacuritiba.com.br/blog/entenda-a-funcao-de-cada-dente.html</p><p>https://www.unifal-mg.edu.br/histologiainterativa/estruturas-anexas-do-sistema-digestorio/</p><p>https://www.unifal-mg.edu.br/histologiainterativa/estruturas-anexas-do-sistema-digestorio/</p><p>https://med.estrategia.com/portal/conteudos-gratis/anatomia-do-figado/</p><p>https://www.sanarmed.com/litiase-biliar</p><p>https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/pancreas</p><p>https://edisciplinas.usp.br/mod/book/view.php?id=2434148&chapterid=19951</p><p>https://anatomia-papel-e-caneta.com/bexiga-urinaria/</p><p>https://www.infoescola.com/anatomia-humana/uretra/</p><p>https://www.citihinode.com.br/fisiologia-masculina/</p><p>https://www.auladeanatomia.com/sistemas/409/penis</p><p>https://www.sanarmed.com/histologia-do-sistema-reprodutor-feminino</p><p>https://anatomiaefisioterapia.com/9-sistema-genital-feminino/</p><p>https://cerebromente.org.br/n01/arquitet/hemisferios.htm</p><p>https://www.auladeanatomia.com/sistemas/368/telencefalo</p><p>https://anatomia-papel-e-caneta.com/lobos-cerebrais/</p><p>https://anatomiaefisioterapia.com/2020/07/13/minuto-anatomico-46-insula/</p><p>Figura 25- http://anatpat.unicamp.br/neuroanatmesencefalo.html</p><p>Figura 26- https://www.sanarmed.com/cerebelo-e-equilibrio-colunistas</p><p>Figura 27- https://anatomia-papel-e-caneta.com/diencefalo/</p><p>Figura 28- https://www.infoescola.com/anatomia-humana/medula-espinhal/</p><p>Figura 29- https://www.sanarmed.com/nervos-cranianos-colunistas</p><p>Figura 30- https://www.infoescola.com/anatomia-humana/coracao/</p><p>Figura 31- https://www.anatomiaemfoco.com.br/sistema-nervoso/sistema-nervoso-</p><p>central/meninges/</p><p>Baixado por Elizabeth Mendonça (reynaelizabeth209@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|42988705</p><p>http://anatpat.unicamp.br/neuroanatmesencefalo.html</p><p>https://www.sanarmed.com/cerebelo-e-equilibrio-colunistas</p><p>https://anatomia-papel-e-caneta.com/diencefalo/</p><p>https://www.infoescola.com/anatomia-humana/medula-espinhal/</p><p>https://www.sanarmed.com/nervos-cranianos-colunistas</p><p>https://www.infoescola.com/anatomia-humana/coracao/</p><p>https://www.anatomiaemfoco.com.br/sistema-nervoso/sistema-nervoso-central/meninges/</p><p>https://www.anatomiaemfoco.com.br/sistema-nervoso/sistema-nervoso-central/meninges/</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-anatomia-dos-sistemas</p>

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