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<p>CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI</p><p>PEDAGOGIA SOCIAL E EDUCAÇÃO INFANTIL</p><p>Marineide Almeida de Souza</p><p>O BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL</p><p>Rio Branco</p><p>2021</p><p>O BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL</p><p>RESUMO</p><p>Este artigo tem uma temática lúdica no espaço escolar, um fenômeno importante no aprendizado infantil e raramente é utilizado, principalmente em escolas que atendem crianças de todas as idades. Muitas pessoas acreditam que «brincar» é uma atividade que pode dificultar o desenvolvimento e a aprendizagem de uma criança. No entanto, no contexto da educação, o brincar desenvolve a autonomia, o que ajuda a promover a diversidade e a tolerância cultural. Pensando assim, a escola ao valorizar as atividades como brincadeira, jogos e brinquedos, permite que a criança forme os seus próprios conceitos de mundo, e desenvolva sua criatividade, socialização, autonomia, que são conceitos estimulados também por meio do lúdico.</p><p>PALAVRA CHAVE: Infantil. Lúdico. Brincar</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>Segundo os Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, brincar é uma das atividades fundamentais para o desenvolvimento da identidade e da autonomia. A partir de um trabalho onde o lúdico seja prática vivenciada, a escola pode contribuir para o melhoramento de suas disciplinas.</p><p>Assim, nossa pesquisa se justifica pelo fato de que, sendo o brincar um instrumento facilitador no ensino / aprendizagem de crianças pequenas, ao mesmo tempo desenvolve um conjunto de situações que envolvem ações estruturantes para o seu bem-estar ao mesmo tempo. 'escola. Para a construção progressiva de valores significativos na interação social, como autonomia e cooperação. Portanto, nossa proposta de pesquisa visa evidenciar a importância do brincar para a aprendizagem e desenvolvimento infantil, uma vez que o brincar pode contribuir para o desenvolvimento e aprendizagem infantil.</p><p>A Educação Infantil é uma temática atual, porém, as discussões acerca das crianças e de seu papel na sociedade são preocupações antigas e são feitas por pensadores importantes durante grande parte de nossa história. Hoje, se lançamos um olhar sobre a Educação Infantil – EI, podemos ver a criança como um sujeito em construção, ocupando seu lugar na sociedade.</p><p>Essas leis são marcos históricos que contribuíram de forma significativa para a educação como um todo. Essas leis, além de tratar da educação como um todo, também afirmam os direitos para as crianças da Educação Infantil. Segundo o RCNEI:A educação infantil é considerada a primeira etapa da educação básica (título V, capítulo II, seção II, art. 29), tendo como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade. O texto legal marca ainda a complementaridade entre as instituições de educação infantil e a família. (RCNEI, V, I. p. 11).</p><p>Vale salientar que a educação infantil é a etapa inicial reconhecida como direito da criança. Todavia, as concepções acerca da criança e da educação Infantil são provenientes de trajetórias históricas e dos processos de construção e reconstrução social e cultural. Sabemos que a educação infantil, é uma fase onde a criança precisa de um suporte pedagógico diferenciado, sobretudo no modo de educá-las, pois as mesmas são sujeitas de direito, portanto, é preciso construir um espaço educativo, não apenas para elas mais com elas, ou seja, sujeito de direito no seio social.</p><p>Nesse sentido, percebe-se que precisam de educadores preparados para lidar com essa clientela, com estratégias inovadoras que priorizem o desenvolvimento cultural / social e emocional da criança. Além disso, devemos ver a criança como sujeito social, sujeito de direitos. Nesse sentido, acreditamos que as crianças são as protagonistas da infância e apontamos que a escola precisa reconhecer a infância e as crianças como parceiros competentes e conscientes de sua posição no mundo a que pertencem.</p><p>As instituições e os profissionais que cuidam de crianças pequenas precisam organizar seu tempo e também ter espaço para aulas lúdicas onde as crianças possam se comunicar com outras pessoas, ter uma rotina definida, enfim, onde as crianças têm planos de estudar, então de brincar, onde o lúdico está inserido. Na rotina pedagógica da instituição de ensino.Educar significa, portanto, propiciar situações de cuidados, brincadeiras e aprendizagens orientadas de forma integrada e que possam contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal, de ser e estar com os outros em uma atitude básica de aceitação, respeito e confiança, e o acesso, pelas crianças, aos conhecimentos mais amplos da realidade social e cultural. (RCNEI, p. 23).</p><p>Lúdico faz parte da nossa vida há muito tempo, sabe-se que a origem da palavra lúdico vem de ludus, que significa jogo em latim. Assim, o autor defende a liberdade de brincar e diz que as crianças brincam para brincar, não para adquirir conhecimento. O brinquedo, por outro lado, afirma que, na visão de Kishimoto, “um brinquedo difere de uma brincadeira porque pressupõe uma relação extrema com a criança”. Pode-se dizer que há volatilidade em ação. Desta forma, o brinquedo, o jogo está diretamente relacionado com a criança e não se confunde com o jogo.</p><p>Hoje, os brinquedos, brincadeiras e brincadeiras são vistos como um auxílio que contribui para o desenvolvimento emocional, intelectual, vinculativo e social da criança.</p><p>Vygotsky (1998) nos revela que:O faz de conta é uma atividade importante para o desenvolvimento cognitivo da criança, pois exercita no plano da imaginação, a capacidade de planejar, imaginar situações lúdicas, os seus conteúdos e as regras inerentes a cada situação. (VYGOTSKY, 1998, p.124).</p><p>Segundo o RCNEI (2001.p 22), “Brincar é uma das atividades fundamentais para o desenvolvimento da identidade e da autonomia”. É forte a corrente pedagógica que defende a importância dada ao lúdico no processo educativo, e que afirma que ele é essencial para o desenvolvimento infantil/juvenil. Portanto, os jogos, brinquedos, brincadeiras são propícios para desenvolverem de forma lúdica uma aprendizagem mais dinâmica e prazerosa, onde podem ser assimilados às regras e ao convívio social que são partes integrantes da relação social, cultural e histórica da criança.</p><p>A atuação está presente na vida das crianças desde os primeiros meses de vida, nesse período elas começam a perceber o mundo ao seu redor e as pessoas que dele fazem parte. Nesse período, as crianças iniciam seu desenvolvimento de aprendizagem contatando brinquedos específicos para sua idade. Segundo Santos, ele diz:Para a criança, “brincar é viver”. Esta é uma afirmativa muito usada e bem aceita, pois como a própria história da humanidade mostra-nos, as crianças sempre brincaram e brincam, e certamente, continuarão brincando. Sabemos que ela brinca porque gosta de brincar e que, quando isso não acontece, alguma coisa pode estar errada. (Santos 1999, p.12).</p><p>Kishimoto (2002, p.146), afirma que “por ser uma ação iniciada e mantida pela criança, a brincadeira possibilita a busca de meios, pela exploração ainda que desordenada, e exerce papel fundamental na construção de saber fazer”.</p><p>Segundo a visão do autor o brincar possibilita a criança diversas possibilidades de interação com o outro com o mundo que a cerca.</p><p>Segundo o Referencial Curricular Nacional da Educação Infantil (Brasil, 2002, p. 23),</p><p>Além disso, como a criança tem características muito especiais quando chega à escola, a criança dessa faixa etária precisa ser treinada de uma forma muito especial por meio do brincar e da imaginação. Então, na área escolar, o educador precisa transformar a sala de aula no mundo da criança, onde, por exemplo, uma cadeira para ele pode se transformar em carro. Partindo desse princípio, brincar faz com que a criança se sinta livre, ela precisa ser capaz de construir e reconstruir, é aí que entra o papel do professor. Mas o professor deve permitir que a criança brinque, manipule, explore e se familiarize com os diferentes materiais até descobrir suas funções.</p><p>Dantas (2002), afirma que: "Toda ação da criança</p><p>é lúdica, pois exerce por si mesma antes de poder integrar-se em um projeto de ação mais extenso que a subordine e transforme em meio". (p.113).O brinquedo ensina qualquer coisa que complete o indivíduo em seu saber, seus conhecimentos e sua apreensão do mundo, o brinquedo educativo conquistou espaço na educação infantil. Quando a criança está desenvolvendo uma habilidade na separação de cores comuns no quebra cabeça à função educativa e os lúdicos estão presentes, a criança com sua criatividade consegue montar um castelo até mesmo com o quebra-cabeça, através disto utiliza o lúdico com a ajuda do professor (KISHIMOTO, 2001, p.36-37).</p><p>Seguindo o pensamento de Kishimoto, o professor deve atuar de forma diversificada, trazendo jogos, brincadeiras e brinquedos para a sala de aula junto às crianças e que essas novas formas de ensino atendam a todas as crianças e, sobretudo, sejam orientadas para as necessidades da criança. Uma criança futura feliz vive para se relacionar com a sociedade da qual faz parte.</p><p>Em sua opinião, os jogos não só contribuem muito para o desenvolvimento e a criatividade da criança, mas também permitem que cada uma delas amadureça psicologicamente, acabando por ajudar as crianças a desenvolverem a mente e a transformarem a realidade de forma lúdica. Segundo Chateau, “uma criança que não consegue brincar, que é a miniatura de um velho, vai se tornar um adulto que não consegue pensar”.</p><p>Segundo o pensamento de Kishimoto, a brincadeira contribui muito para o desenvolvimento e a criatividade da criança, ao mesmo tempo que permite o amadurecimento psicológico de cada uma delas, afinal, a brincadeira ajuda a desenvolver sua mente de forma lúdica e a transformar a realidade. Desse ponto de vista, brincar é uma atividade natural, que pode transformar o aprendizado em uma aprendizagem mais significativa e prazerosa, levando essas crianças ao convívio social da qual fazem parte. Mas, para que o brincar faça parte do cenário educacional, é necessário que os professores, mais especificamente as instituições que trabalham com crianças pequenas, tenham consciência da importância do brincar na vida das crianças, analisem suas ideias sobre o brincar e qual o seu papel. De acordo com PIAGET,</p><p>Nessa lógica, brincar não é um hobby, como muitos professores e pais acreditam, é um reforço muito importante na aprendizagem / desenvolvimento de crianças pequenas. Segundo a reflexão da autora, é muito difícil para os educadores trabalharem o brincar de forma a atender as necessidades educacionais das crianças, pois conhecemos as dificuldades das escolas, principalmente no EI, onde “o brincar muitas vezes se resume a atividades, isto é, você só joga após eles terem feito suas atividades. Sabemos que as crianças não têm contato com o brincar até depois de suas tarefas educacionais. Nesse contexto, podemos observar a importância do planejamento do educador em relação ao jogo.</p><p>Porém, educar no sentido de fortalecer a mente, equilibrar a autoestima, gerar respeito ao outro para uma convivência harmoniosa com o meio social, deve favorecer a integração e a socialização das crianças. Sabemos que as brincadeiras, brinquedos e brincadeiras são importantes no processo educativo das crianças na fase de educação infantil e visam conduzir a criança ao desenvolvimento por meio da brincadeira. O mundo da aprendizagem é por meio de atividades lúdicas. Portanto, é necessário apresentar jogos em sala de aula para verificar a interação das crianças.</p><p>Para pensar assim, que o lúdico deve ser entregue nas atividades utilizadas como instrumento de ensino, com possibilidade de aplicação nas aulas. Porém, podemos dizer que os jogos são práticos culturais que fazem parte do cotidiano das sociedades em diferentes partes do mundo e em diferentes momentos da vida das pessoas, bem como o desenvolvimento de regras e interações sociais que fazem parte integrante do social. cultural e histórica da qual a criança faz parte. Os brinquedos, jogos e brincadeiras são favoráveis para que as crianças desenvolvam de forma lúdica uma aprendizagem mais significativa, assimilando as regras e o convívio social que fazem parte integrante da relação social e cultural da criança.</p><p>Este deve ser papel da escola e também das práticas pedagógicas do professor, com planos e propostas que visem o jogo como conhecimento vivido e adquirido, não apenas como passatempo ou como complemento das horas. Trabalho como se vê em muitas instituições educacionais.</p><p>Carvalho (1992, p.28), acrescenta, mais adiante:(...) o ensino absorvido de maneira lúdica, passa a adquirir um aspecto significativo e afetivo no curso do desenvolvimento da inteligência da criança, já que ela se modifica de ato puramente transmissor a ato transformador em ludicidade, denotando-se, portanto em jogo.</p><p>É importante que o professor reflita sobre a necessidade de como trabalhar o lúdico em sala de aula no que se refere à faixa etária das crianças. É importante destacar que alguns brinquedos, jogos e brincadeiras são específico às idades da criança, o que pode ser vivenciado com alguns não pode ser usado com outras crianças.</p><p>Nesta perspectiva, a escola deve preparar seus profissionais, para receber essas crianças, fazendo um trabalho de conscientização e de respeito com o próximo. No mais, é tarefa do educador criar um ambiente estimulante e atrativo que reúna os elementos de motivação para as crianças, onde as crianças possam criar e deixa a sua imaginação aflorar, e que este possa trabalhar em equipe na resolução de seus problemas, aprendendo assim expressar seus próprios pontos de vista em relação ao outro com o mundo a sua volta.</p><p>Todo esse contexto faz parte do crescimento da criança enquanto ser humano. Portanto, o processo educacional se faz a partir do nascimento e vai evoluindo conforme elas crescem e de acordo com o meio social em que vivem.</p><p>CONCLUSÃO</p><p>Concluindo, e diante de todas as informações contidas neste estudo, percebemos que o lúdico é uma prática básica em sala de aula, pois brincar / brincar não só pode ser visto como uma diversão no desperdício de energia, mas também como um auxílio no aspecto físico, conectivo das crianças. desenvolvimento social e moral. É fato que quando se trata de IE o brincar é determinante, a criança precisa de tempo para brincar, ler, ouvir histórias poéticas, enfim, o educador precisa administrar seu tempo, traçar metas e desenvolver práticas pedagógicas que favoreçam o brincar. E, acima de tudo, a existência social das crianças. Para Vygotsky, a brincadeira define a "situação imaginativa" criada por uma criança. É preciso que o professor mude de turma,</p><p>Porém, o lúdico neste contexto pode contribuir para o desenvolvimento da criança de forma saudável e divertida, pois seu caráter educativo está inserido em jogos, brincadeiras e brinquedos. Nesse sentido, na análise da escola de campo pesquisada, constatou-se que a escola Santa Mônica não possui espaço para socialização, pois as salas são pequenas, não há espaço para aulas recreativas sem estrutura adequada que possibilite um ensino de qualidade, garantindo assim os direitos das crianças. Porque se sabe que o brincar é fundamental para o desenvolvimento da criança. Porém, à luz de todas as análises realizadas, é questionável que a prática do brincar no município de Itaporanga, em particular na instituição em investigação, deva ser adaptada a este novo âmbito, que é a abertura à educação,</p><p>Portanto, para a necessidade de um novo conceito de jogo, que abarque problemas cotidianos que envolvem a utilização do jogo no universo em que o aluno vive, que transcenda os limites da estrutura.</p><p>Por fim, as brincadeiras são reconhecidas como importantes para o desenvolvimento social das crianças e para que elas não percam a infância pois, como já foi mencionado, crianças felizes são crianças que brincam. Sabe-se que as instituições de educação infantil estão em busca de novas práticas onde o brincar faça parte do ensino, e que estão desenvolvendo uma proposta de educação de qualidade onde sejam</p><p>respeitadas as características da infância, por serem consideradas a base para uma educação dinâmica e eficaz. Trabalhar.</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>ALMEIDA, M.T.P. Jogos divertidos e brinquedos criativos. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2004.</p><p>ALVES, A. M. P. A história dos jogos e a constituição da cultura lúdica. Revista do Programa de Mestrado em Educação e Cultura. Florianópolis, v. 4, n. 1, p. 47-60, jan. /jun. 2003. disponível em:</p><p>. Acesso em 11de out2014.</p><p>BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil - RCNEI. Vol. 1, 2 e 3, Brasília: MEC / SEF, 1998.)</p><p>BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB nº 9394/1996). 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