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<p>Parte superior do formulário</p><p>Leia os textos abaixo:</p><p>TEXTO 3</p><p>O HOMEM; AS VIAGENS</p><p>O homem, bicho da Terra tão pequeno</p><p>chateia-se na Terra</p><p>lugar de muita miséria e pouca diversão,</p><p>faz um foguete, uma cápsula, um módulo</p><p>toca para a Lua</p><p>desce cauteloso na Lua</p><p>pisa na Lua</p><p>planta bandeirola na Lua</p><p>experimenta a Lua</p><p>coloniza a Lua</p><p>civiliza a Lua</p><p>humaniza a Lua.</p><p>Lua humanizada: tão igual à Terra.</p><p>O homem chateia-se na Lua.</p><p>Vamos para Marte — ordena a suas máquinas.</p><p>Elas obedecem, o homem desce em Marte</p><p>pisa em Marte</p><p>experimenta</p><p>coloniza</p><p>civiliza</p><p>humaniza Marte com engenho e arte.</p><p>Marte humanizado, que lugar quadrado.</p><p>Vamos a outra parte</p><p>Claro — diz o engenho</p><p>sofisticado e dócil.</p><p>Vamos a Vênus.</p><p>O homem põe o pé em Vênus,</p><p>vê o visto — é isto</p><p>idem</p><p>idem</p><p>idem.</p><p>O homem funde a cuca se não for a Júpiter</p><p>proclamar justiça junto com injustiça</p><p>repetir a fossa</p><p>repetir o inquieto</p><p>repetitório.</p><p>Outros planetas restam para outras colônias.</p><p>O espaço todo vira Terra-a-terra.</p><p>O homem chega ao Sol ou dá uma volta</p><p>só para tever</p><p>Não-vê que ele inventa</p><p>roupa insiderável de viver no Sol.</p><p>Põe o pé e:</p><p>mas que chato é o Sol, falso touro</p><p>espanhol domado.</p><p>Restam outros sistemas fora</p><p>do solar a col-</p><p>Onizar.</p><p>Ao acabarem todos</p><p>só resta ao homem</p><p>(estará equipado )</p><p>a dificílima dangerosíssima viagem</p><p>de si a si mesmo:</p><p>pôr o pé no chão</p><p>do seu coração</p><p>experimentar</p><p>colonizar</p><p>civilizar</p><p>humanizar</p><p>o homem</p><p>descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas</p><p>a perene, insuspeitada alegria</p><p>de con-viver.</p><p>(ANDRADE, Carlos Drummond. As impurezas do branco. Posfácio Betina Bischof. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.)</p><p>TEXTO 4</p><p>DA ETERNA PROCURA</p><p>Só o desejo inquieto, que não passa,</p><p>Faz o encanto da coisa desejada...</p><p>E terminamos desdenhando a caça</p><p>Pela doida aventura da caçada.</p><p>(QUINTANA, Mario. Antologia poética. Porto Alegre: L&PM, 1997).</p><p>Com base na leitura do Texto 3, O HOMEM; AS VIAGENS, de Carlos Drummond de Andrade, e do Texto 5, DA ETERNA PROCURA, de Mario Quintana, é possível dizer que:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Drummond enaltece a capacidade transformadora do homem de explorar e anexar outros planetas.</p><p>B.</p><p>Quintana destaca a importância de prendermos nossa caça.</p><p>C.</p><p>Drummond destaca não só o interesse humano de explorar, mas também uma profunda insatisfação consigo próprio, que lhe impede de aprender a conviver consigo e com seus semelhantes.</p><p>D.</p><p>Quintana mostra como o homem, em função do desejo, é capaz de enlouquecer.</p><p>E.</p><p>Em ambos os poemas, o homem assume um papel desolador devido a seus desejos.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Com base em Koch( 2009), é necessário identificar a presença de outros textos a partir da leitura e compreensão do sentido. Podemos encontrar em KOCH, I. G. V. Introdução à linguística textual: trajetória e grandes temas. São Paulo: Martins Fontes, v.1, p.92-146, 2009.</p><p>A resposta correta é: Drummond destaca não só o interesse humano de explorar, mas também uma profunda insatisfação consigo próprio, que lhe impede de aprender a conviver consigo e com seus semelhantes.</p><p>Questão 2</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia os textos a seguir:</p><p>TEXTO 3</p><p>O HOMEM; AS VIAGENS</p><p>O homem, bicho da Terra tão pequeno</p><p>chateia-se na Terra</p><p>lugar de muita miséria e pouca diversão,</p><p>faz um foguete, uma cápsula, um módulo</p><p>toca para a Lua</p><p>desce cauteloso na Lua</p><p>pisa na Lua</p><p>planta bandeirola na Lua</p><p>experimenta a Lua</p><p>coloniza a Lua</p><p>civiliza a Lua</p><p>humaniza a Lua.</p><p>Lua humanizada: tão igual à Terra.</p><p>O homem chateia-se na Lua.</p><p>Vamos para Marte — ordena a suas máquinas.</p><p>Elas obedecem, o homem desce em Marte</p><p>pisa em Marte</p><p>experimenta</p><p>coloniza</p><p>civiliza</p><p>humaniza Marte com engenho e arte.</p><p>Marte humanizado, que lugar quadrado.</p><p>Vamos a outra parte</p><p>Claro — diz o engenho</p><p>sofisticado e dócil.</p><p>Vamos a Vênus.</p><p>O homem põe o pé em Vênus,</p><p>vê o visto — é isto</p><p>idem</p><p>idem</p><p>idem.</p><p>O homem funde a cuca se não for a Júpiter</p><p>proclamar justiça junto com injustiça</p><p>repetir a fossa</p><p>repetir o inquieto</p><p>repetitório.</p><p>Outros planetas restam para outras colônias.</p><p>O espaço todo vira Terra-a-terra.</p><p>O homem chega ao Sol ou dá uma volta</p><p>só para tever</p><p>Não-vê que ele inventa</p><p>roupa insiderável de viver no Sol.</p><p>Põe o pé e:</p><p>mas que chato é o Sol, falso touro</p><p>espanhol domado.</p><p>Restam outros sistemas fora</p><p>do solar a col-</p><p>Onizar.</p><p>Ao acabarem todos</p><p>só resta ao homem</p><p>(estará equipado )</p><p>a dificílima dangerosíssima viagem</p><p>de si a si mesmo:</p><p>pôr o pé no chão</p><p>do seu coração</p><p>experimentar</p><p>colonizar</p><p>civilizar</p><p>humanizar</p><p>o homem</p><p>descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas</p><p>a perene, insuspeitada alegria</p><p>de con-viver.</p><p>(ANDRADE, Carlos Drummond. As impurezas do branco. Posfácio Betina Bischof. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.)</p><p>TEXTO 4</p><p>DA ETERNA PROCURA</p><p>Só o desejo inquieto, que não passa,</p><p>Faz o encanto da coisa desejada...</p><p>E terminamos desdenhando a caça</p><p>Pela doida aventura da caçada.</p><p>(QUINTANA, Mario. Antologia poética. Porto Alegre: L&PM, 1997).</p><p>Com base na leitura do Texto 3, O HOMEM; AS VIAGENS, de Carlos Drummond de Andrade, e do Texto 5, DA ETERNA PROCURA, de Mario Quintana, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.</p><p>I - Os poemas, uma vez sendo lidos em comparação um ao outro, podem ser entendidos como casos de intertextualidade</p><p>PORQUE</p><p>II - um menciona o outro de forma indireta, o que mostra que um poeta usou o outro como referência.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.</p><p>B.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>C.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>D.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.</p><p>E.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>De acordo com Koch (2009), quando identificamos a aspectos de outros textos em um gênero de produção escrita temos o que chamamos de informação implícita. Podemos encontrar em KOCH, I. G. V. Introdução à linguística textual: trajetória e grandes temas. São Paulo: Martins Fontes, v.1, p.92-146, 2009.</p><p>A resposta correta é: As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>Questão 3</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Observe o anúncio a seguir.</p><p>O anúncio publicitário acima se utiliza de um fator extralinguístico de textualidade que,</p><p>em vez de prejudicar, auxilia na construção dos sentidos do texto. Assinale abaixo a</p><p>alternativa que indica o fator extralinguístico.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Intencionalidade.</p><p>B.</p><p>Coerência.</p><p>C.</p><p>Aceitabilidade.</p><p>D.</p><p>Referenciação.</p><p>E.</p><p>Coesão.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Segundo Koch (2014), todo texto objetiva comunicar algo a alguém que vai também interagir com aquele que começa a comunicação acerca de uma mensagem que surge antes do texto ser produzido. Podemos encontrar em KOCH, Ingedore. O texto e a construção dos sentidos.10. ed. São Paulo: Contexto, p.11-37, 2014.</p><p>A resposta correta é: Intencionalidade.</p><p>Questão 4</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Texto 02 - A prática de não fazer nada</p><p>(Adaptado de: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/. Acesso em: 2 abr. 2018).</p><p>No texto 2, ao dizer que "a preocupação do bem-estar mental e emocional leva os</p><p>clientes até a pousada" (linhas 24 a 26), o autor está querendo dizer que:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Os clientes têm a mente e sua saúde emocional em completo bem-estar.</p><p>B.</p><p>A pousada não está atenta à prática do nadismo.</p><p>C.</p><p>A pousada é uma clínica.</p><p>D.</p><p>As pessoas são forçadas a procurar a pousada porque as empresas exigem.</p><p>E.</p><p>A pousada oferece espaços para a prática do nadismo aos seus clientes.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo com Cantalice e Oliveira (2009), “O texto ainda apresenta duas estratégias de leitura: a cognitiva e a metacognitiva. A estratégia cognitiva pode ser caracterizada como formas de decodificação dos símbolos acerca da linguagem constituindo a construção de significado”. Podemos encontrar</p><p>é substituído por outro de categoria gramatical equivalente.</p><p>E.</p><p>Trata-se de uma coesão do tipo substituição lexical, com caráter referenciador, em que um termo se refere ao outro procedendo a um processo de referenciação e construção de sentidos.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Com base em Rocha e Silva (2017), Hasan diz que inserir uma palavra no lugar da outra dentro de um texto é uma maneira de construção textual deixa mais claro a comunicação do texto. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: Coesão por substituição gramatical, em que um termo é substituído por outro de categoria gramatical equivalente.</p><p>Questão 14</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia a seguir:</p><p>TEXTO 2</p><p>A prática de fazer nada</p><p>(Adaptado de: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/. Acesso em: 2 abr. 2018).</p><p>Analise as afirmativas abaixo e assinale a opção correta:</p><p>I___ A expressão "do lugar" (linha 21) tem o mesmo referente da expressão "o local" (linha 19).</p><p>II___ A expressão "a pausa" (linha 13) pode ser correlata ao assunto principal do texto, o</p><p>nadismo e a prática de fazer nada.</p><p>III___ O nadismo só se aplica a ficar "contemplando a vista lá fora" (linha 41).</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>I, apenas.</p><p>B.</p><p>II e III, apenas.</p><p>C.</p><p>II, apenas.</p><p>D.</p><p>I e II, apenas.</p><p>E.</p><p>I, II e III.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Com base em Cantalice e Oliveira (2009), “ os alunos compreenderem um texto e usam estratégias de leitura, necessitam conhecer quais estratégias podem usar, como, quando, onde e por que usá-las.” Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: I e II, apenas.</p><p>Questão 15</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto a seguir.</p><p>TEXTO 2</p><p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso defendeu a</p><p>legalização, com regulação rígida pelo Estado, de todos os tipos de drogas no país. Ele</p><p>participou hoje (28) de seminário sobre descriminalização do uso de drogas, promovido pela</p><p>Fundação Fernando Henrique Cardoso, na capital paulista.</p><p>Para Barroso, a legalização das drogas quebraria o poder do tráfico nas comunidades</p><p>carentes e reduziria os casos de vítimas inocentes, que morrem por causa de bala perdida em</p><p>favelas e de jovens humildes cooptados pelo tráfico.</p><p>O ministro disse que o papel do Estado é desincentivar o consumo das drogas e</p><p>mostrar seus malefícios. "Não estamos defendendo as drogas, temos que enfrentar [o</p><p>problema]. A guerra às drogas fracassou no mundo inteiro, mas o consumo só aumenta."</p><p>Barroso concorda com a ideia de que a ilegalidade só assegura o monopólio do traficante.</p><p>Para Barroso, o consumo recreativo, em ambiente privado, não deve ser proibido.</p><p>"Cada um faz as suas escolhas de vida, e talvez este [consumo de drogas] não esteja entre os</p><p>maiores riscos", disse o ministro.</p><p>Ele disse que comportamentos que não causam danos a terceiros poderiam ser</p><p>liberados e que réus primários, com bons antecedentes, flagrados com drogas não deveriam</p><p>ser presos preventivamente e, sim, receber outros tipos de punição, como prestação de serviço</p><p>à comunidade. Em agosto de 2015, Barroso votou no STF pela inconstitucionalidade de uma</p><p>norma da Lei das Drogas (Lei 11.343) que criminaliza o porte para uso de drogas.</p><p>O STF julgará o Recurso Extraordinário 635.659, ajuizado por um ex-preso de</p><p>Diadema (SP), condenado a dois meses de prestação de serviços à comunidade por porte de</p><p>maconha. A droga foi encontrada na cela do detento. Relatado pelo ministro Gilmar Mendes,</p><p>o recurso deveria ter sido julgado em 2015, mas foi adiado. Se a maioria dos ministros da</p><p>Corte julgar o artigo da lei inconstitucional, o STF, na prática, estará descriminalizando o</p><p>porte de droga para consumo pessoal.</p><p>O ministro disse que seu objetivo é defender, no STF, a descriminalização apenas da</p><p>maconha como um primeiro passo, fazendo com que a decisão possa ser estendida para outras</p><p>drogas.</p><p>Analise as asserções abaixo e responda ao que se pede em seguida.</p><p>I) Das informações do texto acima, podem ser retiradas informações que permitiriam formular</p><p>uma tese por Culpabilidade</p><p>PORQUE</p><p>II) no texto há indicações claras de que fatores são responsáveis pelo consumo de drogas no</p><p>Brasil.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>B.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>C.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.</p><p>D.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.</p><p>E.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Segundo Ribeiro e Souza (2018), conhecer os processos de argumentação desenvolve o melhoramento na expressão dos comunicadores. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>Questão 16</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Observe o quadrinho.</p><p>Nos quadrinhos acima, encontramos as conversas entre os dois meninos que refletem sobre sua condição no mundo. A partir da leitura, é possível inferir que:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>A palavra “lixão” está em sentido figurado no primeiro quadrinho.</p><p>B.</p><p>A pergunta do segundo quadrinho pode ser compreendida sem o recurso do desenho distanciado dos personagens.</p><p>C.</p><p>Pode-se perceber pelas perguntas e pelo desenho que ambos os personagens são moradores de um lixão.</p><p>D.</p><p>A resposta à pergunta do primeiro quadrinho é de que o próprio mundo, em algum sentido, é um “lixão”.</p><p>E.</p><p>A palavra “lixão” está em sentido literal no segundo quadrinho.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Santos (2016) pontua que a intertextualidade é observada, primeiramente, a partir do gênero textual que se molda a sua comunicação. Podemos encontrar em SANTOS, J. E. de S. As intertextualidades explícita e implícita no discurso político. Ao pé da Letra. (UFPE. Online), v. 18. 2. p. 119-137, 2016.</p><p>A resposta correta é: A resposta à pergunta do primeiro quadrinho é de que o próprio mundo, em algum sentido, é um “lixão”.</p><p>Questão 17</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Observe os termos em destaque nos recortes abaixo e assinale que tipo de coesão</p><p>estabelecem.</p><p>"Comemora-se este ano o sesquicentenário de Machado de Assis. As comemorações devem</p><p>ser discretas para que dignas de NOSSO MAIOR ESCRITOR. Seria ofensa à memória do</p><p>MESTRE qualquer comemoração que destoasse da sobriedade e do recato que ele imprimiu a</p><p>sua vida, já que o BRUXO DE COSME VELHO continua vivo entre nós".</p><p>Folha de São Paulo, 4 fev. 1989.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Coesão por conjunção.</p><p>B.</p><p>Trata-se de uma coesão do tipo substituição lexical, com caráter referenciador, em que um termo se refere ao outro procedendo a um processo de referenciação e construção de sentidos.</p><p>C.</p><p>Coesão por substituição gramatical, em que um termo é substituído por outro de categoria gramatical equivalente.</p><p>D.</p><p>Coesão por elipse.</p><p>E.</p><p>Trata-se na verdade de coerência.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Rocha e Silva (2017), a reiteração de itens no texto são necessários para a clareza do texto. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: Trata-se de uma coesão do tipo substituição lexical, com caráter referenciador, em que um termo se refere ao outro procedendo a um processo de referenciação e construção de sentidos.</p><p>Questão 18</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>TEXTO 1</p><p>Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados,</p><p>discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica. A violência no País há muito</p><p>ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados recentes mostram o Brasil como um dos</p><p>países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio.</p><p>Em 1980, tínhamos uma média de, aproximadamente, doze homicídios por cem mil</p><p>habitantes. Lamentavelmente, nas duas décadas seguintes, o grau de violência intencional</p><p>aumentou, chegando a mais do que o dobro do índice verificado em 1980 - 121,6% -, ou seja,</p><p>ao final dos anos 90 foi superado o patamar de 25 homicídios por cem mil habitantes.</p><p>Simultaneamente, o PIB por pessoa em idade de trabalho decresceu 26,4%, isto é, em média,</p><p>a cada queda de 1% do PIB a violência crescia mais do que 5% entre os anos 1980 e 1990.</p><p>Estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento mostram que os custos da</p><p>violência consumiram, apenas no setor saúde, 1,9% do PIB entre 1996 e 1997. Contudo, a</p><p>vitimização letal se distribui de forma desigual: são, sobretudo, os jovens negros, do sexo</p><p>masculino, entre 15 e 24 anos, que têm pago com a própria vida o preço da escalada da</p><p>violência no Brasil, sobretudo em função de sua cor e da pobreza a que estão cronicamente</p><p>submetidos.</p><p>Assinale a alternativa que indica corretamente a tese central do texto, considerando que</p><p>se trata de um texto argumentativo.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>“Simultaneamente, o PIB por pessoa em idade de trabalho decresceu 26,4%”.</p><p>B.</p><p>“Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados, discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica”.</p><p>C.</p><p>“A violência no País há muito ultrapassou todos os limites”.</p><p>D.</p><p>“O grau de violência intencional aumentou”.</p><p>E.</p><p>“Os custos da violência consumiram, apenas no setor saúde, 1,9% do PIB entre 1996 e 1997”.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Com base em Ribeiro e Souza (2018), é o entendimento da argumentação que se faz o aprofundamento da exposição dos argumentos que defendem a tese. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação</p><p>A resposta correta é: “Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados, discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica”.</p><p>Questão 19</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>O conceito de leitura como interação entre autor-texto-leitor traz o benefício de</p><p>entendermos a rede complexa de ativação de conhecimentos e de informações que</p><p>escapam do nível textual/linguístico e que fazem o texto ter sentido. Com base nisso, leia</p><p>a charge abaixo e assinale a alternativa correta:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>O entrevistador não participa da construção de sentidos do texto.</p><p>B.</p><p>A charge só adquire tom de humor quando se reconhecem os intertextos e as referências a outras situações textuais.</p><p>C.</p><p>O sentido da charge está estritamente ligado às palavras veiculadas na imagem.</p><p>D.</p><p>A figura do personagem interpelado poderia ser suprimida, pois não haveria problema na interpretação e no reconhecimento dos intertextos.</p><p>E.</p><p>Para compreender a charge, não é importante saber quem são os personagens envolvidos ou a que eles se referem.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>De acordo com Cantalice e Oliveira (2009), entender o texto é desenvolver várias habilidades além daquilo que está escrito no texto, pois vários são os fatores que levam o leitor a interagir com as ideias veiculadas no texto. Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: A charge só adquire tom de humor quando se reconhecem os intertextos e as referências a outras situações textuais.</p><p>Questão 20</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia atentamente o texto a seguir:</p><p>"Para a filosofia pragmatista norte-americana, a posse da verdade, longe de ser um fim em si,</p><p>é apenas um meio preliminar para outras satisfações vitais. Se eu estou perdido na floresta e</p><p>com fome, e se eu encontrar o que parece ser uma estrada de bois, é de extrema importância</p><p>que eu pense haver uma habitação humana no final do mesmo, pois, se eu pensar assim e</p><p>seguir o caminho, eu me salvarei. O verdadeiro pensamento é útil aqui, porque a casa que é o</p><p>seu objetivo é útil. O valor prático das verdadeiras ideias é, portanto, derivado principalmente</p><p>da importância prática de seus objetivos para nós".</p><p>Com base no texto, podemos dizer que, para a filosofia pragmatista norte-americana, a</p><p>posse da verdade:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>É derivada de nossa satisfação e vinculada ao que for melhor para nós acreditarmos.</p><p>B.</p><p>É um bem coletivo.</p><p>C.</p><p>Não advém da prática, mas sim de uma compreensão metafísica das coisas.</p><p>D.</p><p>Está somente no mundo e dele deve ser decifrada.</p><p>E.</p><p>É o outro lado da moeda da falsidade.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo com Cantalice e Oliveira (2009) “A leitura e sua compreensão é considerada uma habilidade dinâmica que envolve criatividade, flexibilidade, ritmo e fluência. Quando um leitor exibe esses comportamentos, certamente demonstrará uma maior capacidade de fazer críticas e criar analogias com outras informações lidas. ” Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: É derivada de nossa satisfação e vinculada ao que for melhor para nós acreditarmos.</p><p>Parte inferior do formulário</p><p>Terminar revisão</p><p>Parte superior do formulário</p><p>prática de não fazer nada</p><p>(Adaptado de: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/. Acesso em: 2 abr. 2018).</p><p>Analise as afirmativas sobre o texto 2, preenchendo os parênteses com V (verdadeiro) ou</p><p>F (falso).</p><p>( ) O texto discute a prática do nadismo sem usar falas das pessoas.</p><p>( ) A prática do nadismo será incorporada pelas empresas em todo o Brasil.</p><p>( ) O texto mostra que, apesar de muitas pessoas resistirem de início à prática do nadismo,</p><p>elas acabam por perceber que isso é importante para sua própria saúde.</p><p>( ) Ter usado depoimentos deu ao texto uma demonstração verídica de que o nadismo tem</p><p>benefícios.</p><p>A opção correta é:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>F - V - V - F</p><p>B.</p><p>V - F - F - V</p><p>C.</p><p>V - F - V - V</p><p>D.</p><p>F - F - V - V</p><p>E.</p><p>V - V - F - F</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>De acordo com Cantalice e Oliveira (2009), “A leitura é um processo cada vez mais presente no dia a dia do ser humano, possibilitando uma melhor inserção social. ” Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: F - F - V - V</p><p>Questão 2</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo e responda ao enunciado:</p><p>"Em nossa escola, havia um supervisor de turmas, chamado Daniel Silveira, que não aliviava</p><p>quando se tratava de reprimir nossas travessuras. Quase sempre, ele vinha atrapalhar nossas</p><p>brincadeiras no intervalo das aulas e levar um de nós para a sala da Direção, com a desculpa</p><p>de</p><p>estarmos sempre a ‘incomodar a ordem do estabelecimento". Hoje não foi diferente. Mal</p><p>tínhamos começado a correr, veio Daniel e pegou o nosso amigo Juninho correndo no pátio da</p><p>escola".</p><p>O texto acima apresenta um problema de intencionalidade, pois uma frase está ambígua</p><p>e impede de sabermos qual o sentido real e verdadeiro da frase. Identifique abaixo a</p><p>frase, assinalando a alternativa correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>“veio Daniel e pegou o nosso amigo Juninho correndo no pátio da escola”.</p><p>B.</p><p>“Em nossa escola, havia um supervisor de turmas, chamado Daniel Silveira, que não aliviava quando se tratava de reprimir nossas travessuras”.</p><p>C.</p><p>“Quase sempre, ele vinha atrapalhar nossas brincadeiras no intervalo das aulas”.</p><p>D.</p><p>“Hoje não foi diferente”.</p><p>E.</p><p>“levar um de nós para a sala da Direção, com a desculpa de estarmos sempre a ‘incomodar a ordem do estabelecimento’”.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo com Rocha e Silva (2017), os processos de argumentação são conduzidos na intencionalidade. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: “veio Daniel e pegou o nosso amigo Juninho correndo no pátio da escola”.</p><p>Questão 3</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo para responder a questão.</p><p>TEXTO 2</p><p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso defendeu a</p><p>legalização, com regulação rígida pelo Estado, de todos os tipos de drogas no país. Ele</p><p>participou hoje (28) de seminário sobre descriminalização do uso de drogas, promovido pela</p><p>Fundação Fernando Henrique Cardoso, na capital paulista.</p><p>Para Barroso, a legalização das drogas quebraria o poder do tráfico nas comunidades</p><p>carentes e reduziria os casos de vítimas inocentes, que morrem por causa de bala perdida em</p><p>favelas e de jovens humildes cooptados pelo tráfico.</p><p>O ministro disse que o papel do Estado é desincentivar o consumo das drogas e</p><p>mostrar seus malefícios. "Não estamos defendendo as drogas, temos que enfrentar [o</p><p>problema]. A guerra às drogas fracassou no mundo inteiro, mas o consumo só aumenta."</p><p>Barroso concorda com a ideia de que a ilegalidade só assegura o monopólio do traficante.</p><p>Para Barroso, o consumo recreativo, em ambiente privado, não deve ser proibido.</p><p>"Cada um faz as suas escolhas de vida, e talvez este [consumo de drogas] não esteja entre os</p><p>maiores riscos", disse o ministro.</p><p>Ele disse que comportamentos que não causam danos a terceiros poderiam ser</p><p>liberados e que réus primários, com bons antecedentes, flagrados com drogas não deveriam</p><p>ser presos preventivamente e, sim, receber outros tipos de punição, como prestação de serviço</p><p>à comunidade. Em agosto de 2015, Barroso votou no STF pela inconstitucionalidade de uma</p><p>norma da Lei das Drogas (Lei 11.343) que criminaliza o porte para uso de drogas.</p><p>O STF julgará o Recurso Extraordinário 635.659, ajuizado por um ex-preso de</p><p>Diadema (SP), condenado a dois meses de prestação de serviços à comunidade por porte de</p><p>maconha. A droga foi encontrada na cela do detento. Relatado pelo ministro Gilmar Mendes,</p><p>o recurso deveria ter sido julgado em 2015, mas foi adiado. Se a maioria dos ministros da</p><p>Corte julgar o artigo da lei inconstitucional, o STF, na prática, estará descriminalizando o</p><p>porte de droga para consumo pessoal.</p><p>O ministro disse que seu objetivo é defender, no STF, a descriminalização apenas da</p><p>maconha como um primeiro passo, fazendo com que a decisão possa ser estendida para outras</p><p>drogas.</p><p>Considerando as relações que o enunciador estabelece com os elementos da enunciação,</p><p>podemos afirmar que:</p><p>I) A relação com o assunto sobre o qual o enunciador escreve é de objetividade, pois ele</p><p>discursa utilizando argumentos factuais, com base em algo que pode ser comprovado.</p><p>II) A relação com a realidade sobre a qual o enunciador escreve é de relato, já que ele</p><p>argumenta se valendo de fatos vivenciados em sua vida por ele mesmo.</p><p>III) A relação com o auditório a quem o enunciador se dirige é de sugestão, posto que ele</p><p>apresenta ponto de vista alternativo ao que se propaga habitualmente.</p><p>Assinale a alternativa correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Somente as afirmativas I e II estão corretas.</p><p>B.</p><p>Somente a afirmativa I está correta.</p><p>C.</p><p>Somente as afirmativas II e III estão corretas.</p><p>D.</p><p>Todas as afirmativas estão corretas.</p><p>E.</p><p>Somente as afirmativas I e III estão corretas.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Segundo Ribeiro e Souza (2018), na produção de um gênero existe o enunciador e o enunciatário, do qual o primeiro é aquele que produz e começa a comunicação e o segundo que recebe e retorna a comunicação. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: Somente as afirmativas I e II estão corretas.</p><p>Questão 4</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Os sentidos de um texto nascem de um processo complexo de interação entre autor-</p><p>texto-leitor, como efeito de uma negociação entre os sentidos propostos e os sentidos</p><p>apreendidos em situações de leitura e interpretação. Com base nisso, é possível</p><p>compreender o quadrinho abaixo relacionando com um conjunto de outras experiências</p><p>textuais. Assim, assinale a alternativa que descreve os propostos e possíveis de apreender</p><p>neste quadrinho.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Ao propor querer tirar o deputado dessa vida, a prostituta estaria se referindo ao casamento do deputado.</p><p>B.</p><p>O autor do quadrinho chama a atenção para uma transformação de valores relacionados à atualidade, ao destacar que, diferentemente de antes ou dos textos, filmes, novelas de antigamente, o deputado representa uma figura moral e eticamente mais reprovável do que uma prostituta, o que mostra que ela estaria em condições de propor uma vida mais honesta do que a que o deputado leva de corrupção.</p><p>C.</p><p>A prostituição e a corrupção são equiparáveis no quadrinho, sendo a corrupção melhor do que a prostituição.</p><p>D.</p><p>O deputado estaria apaixonado pela prostituta, o que revela a intimidade com que ela propõe a ajuda.</p><p>E.</p><p>O quadrinho simplesmente mostra os problemas do alcoolismo.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Florêncio (2009) diz que o texto é muito mais que a simples soma das frases. FLORÊNCIO, Ana Maria Gama et al. Análise do Discurso: Fundamentos e Prática. Maceió: Edufal, 2009.</p><p>A resposta correta é: O autor do quadrinho chama a atenção para uma transformação de valores relacionados à atualidade, ao destacar que, diferentemente de antes ou dos textos, filmes, novelas de antigamente, o deputado representa uma figura moral e eticamente mais reprovável do que uma prostituta, o que mostra que ela estaria em condições de propor uma vida mais honesta do que a que o deputado leva de corrupção.</p><p>Questão 5</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo:</p><p>(Adaptado de: http://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/conheca-deboismo-nova-filosofia-de-boas-da-internet-</p><p>17392121 . Acesso em: 2 abr. 2018).</p><p>Analise as afirmativas abaixo e assinale a opção correta:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Existe uma contradição irreconciliável em dizer que o movimento é apartidário, mas político (linhas 09 e 10).</p><p>B.</p><p>O deboísta não pode discordar de ninguém.</p><p>C.</p><p>Ao dizer que o movimento é apartidário, mas político (linhas 09 e 10), o criador do Deboísmo quis defender uma postura coletiva, sem querer associar isso a questões partidárias.</p><p>D.</p><p>O deboísta, sendo aquele “que escolhe o lutar em vez de brigar” (linha 08), precisa ser lutador.</p><p>E.</p><p>O deboísmo é o mesmo que ficar com preguiça de fazer as coisas.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Com base em Cantalice e Oliveira (2009), a leitura “ envolve a capacidade sensorial, percepção, aprendizagem, motivação, pensamento, memória, dentre outros.”Com</p><p>isso o leitor necessita fazer deduções lógicas a partir das ideias do texto. Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: Ao dizer que o movimento é apartidário, mas político (linhas 09 e 10), o criador do Deboísmo quis defender uma postura coletiva, sem querer associar isso a questões partidárias.</p><p>Questão 6</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Constata-se que o processo de leitura e interpretação de um texto pressupõe a</p><p>compreensão do que são texto, ator social e sentidos, como uma forma de evitarmos a</p><p>ideia de que o uso da linguagem se faz apenas com o objetivo de passar ou comunicar</p><p>informações. Com base nessas discussões e nos textos, assinale a alternativa abaixo que</p><p>melhor caracteriza a relação entre Texto, Ator Social e Sentidos em uma concepção</p><p>crítica de leitura.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>O texto não pode ser pensado como desvinculado dos sentidos, uma vez que os sentidos estão ligados tão somente às palavras presentes no texto.</p><p>B.</p><p>Pensar sentido e texto é pensar em uma dimensão independente da dimensão dos atores sociais.</p><p>C.</p><p>Os atores sociais, uma vez sendo concebidos como sujeitos ativos em sociedade, como sujeitos da história, ao mesmo tempo em que são responsáveis pela manutenção e transformação da sociedade, podem ser compreendidos a partir dos textos que produzem como fruto de suas interações, o que nos permite entender os sentidos de um texto tanto como uma proposta de significação deles, quanto o produto de uma negociação entre os atores interlocutores.</p><p>D.</p><p>Os sentidos de um texto estão situados na cabeça do ator produtor do texto, não importando o papel do leitor e interlocutor.</p><p>E.</p><p>O texto funciona muito mais em função dos atores sociais que o produzem do que das palavras usadas.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Segundo Ribeiro e Sousa (2018), parti dos autores sociais as capacidades de entendimento dos processos de compreensão comunicativos do texto da maneira que se escreve e se estrutura o texto. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: Os atores sociais, uma vez sendo concebidos como sujeitos ativos em sociedade, como sujeitos da história, ao mesmo tempo em que são responsáveis pela manutenção e transformação da sociedade, podem ser compreendidos a partir dos textos que produzem como fruto de suas interações, o que nos permite entender os sentidos de um texto tanto como uma proposta de significação deles, quanto o produto de uma negociação entre os atores interlocutores.</p><p>Questão 7</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto a seguir.</p><p>TEXTO 1</p><p>Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados,</p><p>discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica. A violência no País há muito</p><p>ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados recentes mostram o Brasil como um dos</p><p>países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio.</p><p>Em 1980, tínhamos uma média de, aproximadamente, doze homicídios por cem mil</p><p>habitantes. Lamentavelmente, nas duas décadas seguintes, o grau de violência intencional</p><p>aumentou, chegando a mais do que o dobro do índice verificado em 1980 - 121,6% -, ou seja,</p><p>ao final dos anos 90 foi superado o patamar de 25 homicídios por cem mil habitantes.</p><p>Simultaneamente, o PIB por pessoa em idade de trabalho decresceu 26,4%, isto é, em média,</p><p>a cada queda de 1% do PIB a violência crescia mais do que 5% entre os anos 1980 e 1990.</p><p>Estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento mostram que os custos da</p><p>violência consumiram, apenas no setor saúde, 1,9% do PIB entre 1996 e 1997. Contudo, a</p><p>vitimização letal se distribui de forma desigual: são, sobretudo, os jovens negros, do sexo</p><p>masculino, entre 15 e 24 anos, que têm pago com a própria vida o preço da escalada da</p><p>violência no Brasil, sobretudo em função de sua cor e da pobreza a que estão cronicamente</p><p>submetidos.</p><p>Ao longo do texto, é usada uma operação de construção de argumentos que podemos</p><p>chamar ou de dedutivo (quando parte de uma tese geral e vai desenvolvendo-a), ou de</p><p>indutivo (quando parte de afirmações e premissas até chegar a uma conclusão). Com</p><p>base nessas informações, indique abaixo a alternativa em que há uma correspondência</p><p>correta entre trecho do texto e operação argumentativa:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>“Lamentavelmente, nas duas décadas seguintes, o grau de violência intencional aumentou, chegando a mais do que o dobro do índice verificado em 1980 - 121,6% -, ou seja, ao final dos anos 90 foi superado o patamar de 25 homicídios por cem mil habitantes”. - Dedutivo.</p><p>B.</p><p>“Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados, discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica. A violência no País há muito ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados recentes mostram o Brasil como um dos países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio.” - Dedutivo.</p><p>C.</p><p>“A violência no País há muito ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados recentes mostram o Brasil como um dos países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio”. - Indutivo.</p><p>D.</p><p>“Simultaneamente, o PIB por pessoa em idade de trabalho decresceu 26,4%, isto é, em média, a cada queda de 1% do PIB a violência crescia mais do que 5% entre os anos 1980 e 1990”. - Dedutivo.</p><p>E.</p><p>“Estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento mostram que os custos da violência consumiram, apenas no setor saúde, 1,9% do PIB entre 1996 e 1997. Contudo, a vitimização letal se distribui de forma desigual: são, sobretudo, os jovens pobres e negros, do sexo masculino, entre 15 e 24 anos, que têm pago com a própria vida o preço da escalada da violência no Brasil.”. - Dedutivo.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo Koch (2014), a ordem dos argumentos é importante para a compreensão dos fatores e da lógica do texto. Podemos encontrar em KOCH, Ingedore. O texto e a construção dos sentidos.10. ed. São Paulo: Contexto, p.11- 37,2014.</p><p>A resposta correta é: “Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados, discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica. A violência no País há muito ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados recentes mostram o Brasil como um dos países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio.” - Dedutivo.</p><p>Questão 8</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto e responda ao que se pede.</p><p>TEXTO 3</p><p>JUDITH BUTLER ESCREVE SOBRE SUA TEORIA DE GÊNERO E O ATAQUE</p><p>SOFRIDO NO BRASIL (PARTE 1)</p><p>Em 1989, publiquei um livro intitulado "Gender Trouble" (lançado em português em</p><p>2003 como "Problemas de Gênero: Feminismo e Subversão da Identidade", Civilização</p><p>Brasileira), no qual propus uma descrição do caráter performativo do gênero. O que isso</p><p>significa</p><p>A cada um de nós é atribuído um gênero no nascimento, o que significa que somos</p><p>nomeados por nossos pais ou pelas instituições sociais de certas maneiras.</p><p>Às vezes, com a atribuição do gênero, um conjunto de expectativas é transmitido: esta</p><p>é uma menina, então ela vai, quando crescer, assumir um papel X de mulher na família e no</p><p>trabalho; este é um menino, então ele assumirá uma posição Y na sociedade como homem. No</p><p>entanto, muitas pessoas sofrem dificuldades com sua atribuição — são pessoas que não</p><p>querem atender a essas expectativas, e a percepção que têm de si próprias difere da atribuição</p><p>social que lhes foi dada.</p><p>A dúvida que surge com essa situação é a seguinte: em que medida jovens e adultos</p><p>são livres para construir o significado</p><p>de sua atribuição de gênero</p><p>Algumas pessoas vivem em paz com o gênero que lhes foi atribuído, mas outras</p><p>sofrem quando são obrigadas a se conformar com normas sociais que anulam o senso mais</p><p>profundo de quem são e quem desejam ser. Para essas pessoas é uma necessidade urgente</p><p>criar as condições para uma vida possível de viver.</p><p>O livro negou a existência de uma diferença natural entre os sexos De maneira</p><p>nenhuma, embora destaque a existência de paradigmas científicos divergentes para determinar</p><p>as diferenças entre os sexos e observe que alguns corpos possuem atributos mistos que</p><p>dificultam sua classificação.</p><p>Também afirmei que a sexualidade humana assume formas diferentes e que não</p><p>devemos presumir que o fato de sabermos o gênero de uma pessoa nos dá qualquer pista sobre</p><p>sua orientação sexual. Um homem masculino pode ser heterossexual ou gay, e o mesmo</p><p>raciocínio se aplica a uma mulher masculina.</p><p>Nossas ideias de masculino e feminino variam de acordo com a cultura, e esses termos</p><p>não possuem significados fixos. Eles são dimensões culturais de nossas vidas que assumem</p><p>formas diferentes e renovadas no decorrer da história e, como atores históricos, nós temos</p><p>alguma liberdade para determinar esses significados.</p><p>Mas o objetivo dessa teoria era gerar mais liberdade e aceitação para a gama ampla de</p><p>identificações de gênero e desejos que constitui nossa complexidade como seres humanos.</p><p>Além disso, a liberdade de buscar uma expressão de gênero ou de viver como lésbica,</p><p>gay, bissexual, trans ou queer (essa lista não é exaustiva) só pode ser garantida em uma</p><p>sociedade que se recusa a aceitar a violência contra mulheres e pessoas trans, que se recusa a</p><p>aceitar a discriminação com base no gênero e que se recusa a transformar em doentes e aviltar</p><p>as pessoas que abraçaram essas categorias no intuito de viverem uma vida mais vivível, com</p><p>mais dignidade, alegria e liberdade.</p><p>JUDITH BUTLER, 61, referência nos estudos de gênero e teoria queer, é codiretora</p><p>do programa de teoria crítica da Universidade da Califórnia em Berkeley. Lança o livro</p><p>"Caminhos Divergentes: Judaicidade e Crítica do Sionismo" pela Boitempo.</p><p>FSP / Ilustríssima 19.11.2017</p><p>No texto, temos que:</p><p>I) A relação do enunciador com a realidade de que fala é de relato e de testemunha.</p><p>II) A relação do enunciador com o auditório é de crítica ao público-leitor do texto.</p><p>III) A relação do enunciador com o assunto em discussão é totalmente subjetiva.</p><p>Assinale a alternativa correta:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Somente a afirmativa II está correta.</p><p>B.</p><p>Somente as afirmativas I e II estão corretas.</p><p>C.</p><p>Somente as afirmativas II e III estão corretas.</p><p>D.</p><p>Somente a afirmativa III está correta.</p><p>E.</p><p>Somente a afirmativa I está correta.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>De acordo com Ribeiro e Souza (2018), a fala pode desenvolver mais credibilidade argumentação proposta. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: Somente a afirmativa I está correta.</p><p>Questão 9</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto a seguir.</p><p>Considerando seu conhecimento linguístico, assinale a alternativa que contém o sinônimo errado para cada um dos trechos abaixo.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>“foi possível ouvir poucas vozes dissonantes” (linha 05) - concordantes.</p><p>B.</p><p>“ou, pelo contrário, enaltecida como admirável vocação à intertextualidade” (linhas 24 e 25) - elogiada.</p><p>C.</p><p>“acusação mais infamante que um escritor pode receber” (linhas 02 e 03) - indecorosa.</p><p>D.</p><p>“O paladino mais aguerrido da cruzada a favor da justiça literária” (linhas 07 a 09) - militante.</p><p>E.</p><p>“tal característica pode ser estigmatizada como desdenhável propensão ao plágio” (linhas 22 e 23) - depreciativa.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo com Rocha e Silva (2017), é necessário entender o que foi escrito para que os interlocutores se relacionem na comunicação. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: “foi possível ouvir poucas vozes dissonantes” (linha 05) - concordantes.</p><p>Questão 10</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo:</p><p>Analise as afirmativas sobre partes do texto 2.</p><p>I___ "Merecidamente" (linha 04), "sem dúvida" (linha 09) e "obviamente" (linha 21) mostram que o autor do texto defende a posição do crítico Wilson Martins.</p><p>II___ No trecho "repetidos ataques com tons cada vez mais irreverentes" (linha 11), há a comprovação de que o autor do texto é partidário da ideia de que Chico Buarque plagiou obras em seu livro.</p><p>III___ O trecho "uma prática do plágio já consolidada na obra musical e teatral de Chico Buarque" (linhas 13 e 14) é uma menção a um fato consolidado e já aceito por todos em relação à obra de Chico Buarque.</p><p>Assinale a alternativa correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Apenas a afirmativa I está correta.</p><p>B.</p><p>As afirmativas I e III estão corretas.</p><p>C.</p><p>A afirmativa II está correta.</p><p>D.</p><p>A afirmativa III é falsa.</p><p>E.</p><p>As afirmativas I, II e III são falsas.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Segundo Rocha e Silva (2017), é por intermédio dos textos que os sujeitos se comunicam, nesse sentido, os fenômenos devem ser contextualizados no interior da linguagem. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: As afirmativas I, II e III são falsas.</p><p>Questão 11</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>Estamos na sociedade da informação. Somos autênticos informívoros, necessitamos de</p><p>informação para sobreviver, como necessitamos de alimento, calor ou contato social. Nas</p><p>ciências da comunicação, considera-se que informação é tudo aquilo que reduz a incerteza de</p><p>um sistema. Nesse sentido, todos nós nos alimentamos de informação que nos permite NÃO</p><p>APENAS prever COMO TAMBÉM controlar os acontecimentos de nosso meio.</p><p>Previsão e controle são duas das funções fundamentais da aprendizagem, inclusive nos</p><p>organismos mais simples. Na vida social, a informação é ainda mais essencial PORQUE os</p><p>fenômenos que nos rodeiam são complexos e cambiantes e, PORTANTO, ainda mais</p><p>incertos do que os que afetam os outros seres vivos. A incerteza é ainda maior na sociedade</p><p>atual, como consequência da descentração do conhecimento e dos vertiginosos ritmos de</p><p>mudança em todos os setores da vida. Um traço característico de nossa cultura da</p><p>aprendizagem é que, EM VEZ DE ter de buscar ativamente a informação com que alimentar</p><p>nossa ânsia de previsão e controle, estamos sendo abarrotados, superalimentados de</p><p>informação, na maioria das vezes em formato fast food.</p><p>Sofremos uma certa obesidade informativa, consequência de uma dieta pouco</p><p>equilibrada.</p><p>Avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.</p><p>I) A falta de informação sobre os fenômenos que nos cercam pode gerar insegurança</p><p>PORQUE</p><p>II) não nos permite controlar a realidade que nos cerca.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>B.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>C.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>D.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.</p><p>E.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Com base em Ribeiro e Souza (2018), é necessário saber o motivo do que se escreve e em que lugar a temática quer chegar. Podemos encontrar em RIBEIRO,</p><p>P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.</p><p>Questão 12</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto e responda ao que se pede.</p><p>TEXTO 2</p><p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso defendeu a</p><p>legalização, com regulação rígida pelo Estado, de todos os tipos de drogas no país. Ele</p><p>participou hoje (28) de seminário sobre descriminalização do uso de drogas, promovido pela</p><p>Fundação Fernando Henrique Cardoso, na capital paulista.</p><p>Para Barroso, a legalização das drogas quebraria o poder do tráfico nas comunidades</p><p>carentes e reduziria os casos de vítimas inocentes, que morrem por causa de bala perdida em</p><p>favelas e de jovens humildes cooptados pelo tráfico.</p><p>O ministro disse que o papel do Estado é desincentivar o consumo das drogas e</p><p>mostrar seus malefícios. "Não estamos defendendo as drogas, temos que enfrentar [o</p><p>problema]. A guerra às drogas fracassou no mundo inteiro, mas o consumo só aumenta."</p><p>Barroso concorda com a ideia de que a ilegalidade só assegura o monopólio do traficante.</p><p>Para Barroso, o consumo recreativo, em ambiente privado, não deve ser proibido.</p><p>"Cada um faz as suas escolhas de vida, e talvez este [consumo de drogas] não esteja entre os</p><p>maiores riscos", disse o ministro.</p><p>Ele disse que comportamentos que não causam danos a terceiros poderiam ser</p><p>liberados e que réus primários, com bons antecedentes, flagrados com drogas não deveriam</p><p>ser presos preventivamente e, sim, receber outros tipos de punição, como prestação de serviço</p><p>à comunidade. Em agosto de 2015, Barroso votou no STF pela inconstitucionalidade de uma</p><p>norma da Lei das Drogas (Lei 11.343) que criminaliza o porte para uso de drogas.</p><p>O STF julgará o Recurso Extraordinário 635.659, ajuizado por um ex-preso de</p><p>Diadema (SP), condenado a dois meses de prestação de serviços à comunidade por porte de</p><p>maconha. A droga foi encontrada na cela do detento. Relatado pelo ministro Gilmar Mendes,</p><p>o recurso deveria ter sido julgado em 2015, mas foi adiado. Se a maioria dos ministros da</p><p>Corte julgar o artigo da lei inconstitucional, o STF, na prática, estará descriminalizando o</p><p>porte de droga para consumo pessoal.</p><p>O ministro disse que seu objetivo é defender, no STF, a descriminalização apenas da</p><p>maconha como um primeiro passo, fazendo com que a decisão possa ser estendida para outras</p><p>drogas.</p><p>A argumentação de todo texto pertence a um ou mais eixos (demonstrativo ou retórico) e</p><p>se estrutura por uma ou mais operações argumentativas (dedução ou indução), que</p><p>tanto organizam a sequenciação e encadeamentos das ideias, quanto referenciam o</p><p>conteúdo da argumentação. Com base nisso, podemos dizer que o texto 2 apresenta:</p><p>I) Uma lógica argumentativa predominantemente retórica, pois o enunciador faz apelo a</p><p>argumentos da experiência para contrariar outras ideias.</p><p>II) Um eixo argumentativo demonstrativo, quando apresenta fatos que comprovam ser sua</p><p>alternativa a melhor para os problemas em questão.</p><p>III) Uma operação argumentativa dedutiva, pois parte de uma tese maior e a exemplifica com</p><p>fatos experienciados pelo relator.</p><p>IV) Uma operação argumentativa somente indutiva, porque induz o auditório a aceitar seu</p><p>ponto de vista justificando-o com fatos vivenciados pelo relator.</p><p>Assinale a alternativa correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>As afirmativas I e II estão corretas.</p><p>B.</p><p>As afirmativas II e IV estão corretas.</p><p>C.</p><p>As afirmativas II e III estão corretas.</p><p>D.</p><p>As afirmativas I e IV estão corretas.</p><p>E.</p><p>As afirmativas III e IV estão corretas.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo com Ribeiro e Souza (2018), identificar o gênero ajuda a compreender o contexto de comunicação. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: As afirmativas I e IV estão corretas.</p><p>Questão 13</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Observe os termos em destaque nos recortes abaixo e assinale que tipo de coesão</p><p>estabelecem.</p><p>O porquê do ódio a Chávez</p><p>"ELE cumpriu a promessa de governar para as maiorias e mostrou que a História não tinha</p><p>terminado. Por isso (não por SEUS erros) as oligarquias o detestam...</p><p>Hugo Chávez é, sem dúvida, o chefe de Estado mais difamado no mundo. [...] Um líder</p><p>político deve ser valorizado por seus atos, não por rumores veiculados contra ele. Os</p><p>candidatos fazem promessas para ser eleitos: poucos são AQUELES que, uma vez no poder,</p><p>cumprem tais promessas. Desde o início, a proposta eleitoral de Chávez foi muito clara:</p><p>trabalhar em benefício dos pobres, ou seja - naquele momento - a maioria dos venezuelanos.</p><p>E cumpriu SUA palavra."</p><p>Caros Amigos (online) 06 mar. 2013.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Trata-se na verdade de coerência.</p><p>B.</p><p>Coesão por conjunção.</p><p>C.</p><p>Coesão por elipse.</p><p>D.</p><p>Coesão por substituição gramatical, em que um termo é substituído por outro de categoria gramatical equivalente.</p><p>E.</p><p>Trata-se de uma coesão do tipo substituição lexical, com caráter referenciador, em que um termo se refere ao outro procedendo a um processo de referenciação e construção de sentidos.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Com base em Rocha e Silva (2017), Hasan diz que inserir uma palavra no lugar da outra dentro de um texto é uma maneira de construção textual deixa mais claro a comunicação do texto. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: Coesão por substituição gramatical, em que um termo é substituído por outro de categoria gramatical equivalente.</p><p>Questão 14</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia a seguir:</p><p>TEXTO 2</p><p>A prática de fazer nada</p><p>(Adaptado de: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/. Acesso em: 2 abr. 2018).</p><p>Analise as afirmativas abaixo e assinale a opção correta:</p><p>I___ A expressão "do lugar" (linha 21) tem o mesmo referente da expressão "o local" (linha 19).</p><p>II___ A expressão "a pausa" (linha 13) pode ser correlata ao assunto principal do texto, o</p><p>nadismo e a prática de fazer nada.</p><p>III___ O nadismo só se aplica a ficar "contemplando a vista lá fora" (linha 41).</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>I, apenas.</p><p>B.</p><p>II e III, apenas.</p><p>C.</p><p>II, apenas.</p><p>D.</p><p>I e II, apenas.</p><p>E.</p><p>I, II e III.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Com base em Cantalice e Oliveira (2009), “ os alunos compreenderem um texto e usam estratégias de leitura, necessitam conhecer quais estratégias podem usar, como, quando, onde e por que usá-las.” Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: I e II, apenas.</p><p>Questão 15</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto a seguir.</p><p>TEXTO 2</p><p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso defendeu a</p><p>legalização, com regulação rígida pelo Estado, de todos os tipos de drogas no país. Ele</p><p>participou hoje (28) de seminário sobre descriminalização do uso de drogas, promovido pela</p><p>Fundação Fernando Henrique Cardoso, na capital paulista.</p><p>Para Barroso, a legalização das drogas quebraria o poder do tráfico nas comunidades</p><p>carentes e reduziria os casos de vítimas inocentes, que morrem por causa de bala perdida em</p><p>favelas e de jovens humildes cooptados pelo tráfico.</p><p>O ministro disse que o papel do Estado é desincentivar o consumo das drogas e</p><p>mostrar seus malefícios. "Não estamos defendendo</p><p>as drogas, temos que enfrentar [o</p><p>problema]. A guerra às drogas fracassou no mundo inteiro, mas o consumo só aumenta."</p><p>Barroso concorda com a ideia de que a ilegalidade só assegura o monopólio do traficante.</p><p>Para Barroso, o consumo recreativo, em ambiente privado, não deve ser proibido.</p><p>"Cada um faz as suas escolhas de vida, e talvez este [consumo de drogas] não esteja entre os</p><p>maiores riscos", disse o ministro.</p><p>Ele disse que comportamentos que não causam danos a terceiros poderiam ser</p><p>liberados e que réus primários, com bons antecedentes, flagrados com drogas não deveriam</p><p>ser presos preventivamente e, sim, receber outros tipos de punição, como prestação de serviço</p><p>à comunidade. Em agosto de 2015, Barroso votou no STF pela inconstitucionalidade de uma</p><p>norma da Lei das Drogas (Lei 11.343) que criminaliza o porte para uso de drogas.</p><p>O STF julgará o Recurso Extraordinário 635.659, ajuizado por um ex-preso de</p><p>Diadema (SP), condenado a dois meses de prestação de serviços à comunidade por porte de</p><p>maconha. A droga foi encontrada na cela do detento. Relatado pelo ministro Gilmar Mendes,</p><p>o recurso deveria ter sido julgado em 2015, mas foi adiado. Se a maioria dos ministros da</p><p>Corte julgar o artigo da lei inconstitucional, o STF, na prática, estará descriminalizando o</p><p>porte de droga para consumo pessoal.</p><p>O ministro disse que seu objetivo é defender, no STF, a descriminalização apenas da</p><p>maconha como um primeiro passo, fazendo com que a decisão possa ser estendida para outras</p><p>drogas.</p><p>Analise as asserções abaixo e responda ao que se pede em seguida.</p><p>I) Das informações do texto acima, podem ser retiradas informações que permitiriam formular</p><p>uma tese por Culpabilidade</p><p>PORQUE</p><p>II) no texto há indicações claras de que fatores são responsáveis pelo consumo de drogas no</p><p>Brasil.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>B.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>C.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.</p><p>D.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.</p><p>E.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Segundo Ribeiro e Souza (2018), conhecer os processos de argumentação desenvolve o melhoramento na expressão dos comunicadores. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>Questão 16</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Observe o quadrinho.</p><p>Nos quadrinhos acima, encontramos as conversas entre os dois meninos que refletem sobre sua condição no mundo. A partir da leitura, é possível inferir que:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>A palavra “lixão” está em sentido figurado no primeiro quadrinho.</p><p>B.</p><p>A pergunta do segundo quadrinho pode ser compreendida sem o recurso do desenho distanciado dos personagens.</p><p>C.</p><p>Pode-se perceber pelas perguntas e pelo desenho que ambos os personagens são moradores de um lixão.</p><p>D.</p><p>A resposta à pergunta do primeiro quadrinho é de que o próprio mundo, em algum sentido, é um “lixão”.</p><p>E.</p><p>A palavra “lixão” está em sentido literal no segundo quadrinho.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Santos (2016) pontua que a intertextualidade é observada, primeiramente, a partir do gênero textual que se molda a sua comunicação. Podemos encontrar em SANTOS, J. E. de S. As intertextualidades explícita e implícita no discurso político. Ao pé da Letra. (UFPE. Online), v. 18. 2. p. 119-137, 2016.</p><p>A resposta correta é: A resposta à pergunta do primeiro quadrinho é de que o próprio mundo, em algum sentido, é um “lixão”.</p><p>Questão 17</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Observe os termos em destaque nos recortes abaixo e assinale que tipo de coesão</p><p>estabelecem.</p><p>"Comemora-se este ano o sesquicentenário de Machado de Assis. As comemorações devem</p><p>ser discretas para que dignas de NOSSO MAIOR ESCRITOR. Seria ofensa à memória do</p><p>MESTRE qualquer comemoração que destoasse da sobriedade e do recato que ele imprimiu a</p><p>sua vida, já que o BRUXO DE COSME VELHO continua vivo entre nós".</p><p>Folha de São Paulo, 4 fev. 1989.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Coesão por conjunção.</p><p>B.</p><p>Trata-se de uma coesão do tipo substituição lexical, com caráter referenciador, em que um termo se refere ao outro procedendo a um processo de referenciação e construção de sentidos.</p><p>C.</p><p>Coesão por substituição gramatical, em que um termo é substituído por outro de categoria gramatical equivalente.</p><p>D.</p><p>Coesão por elipse.</p><p>E.</p><p>Trata-se na verdade de coerência.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Rocha e Silva (2017), a reiteração de itens no texto são necessários para a clareza do texto. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: Trata-se de uma coesão do tipo substituição lexical, com caráter referenciador, em que um termo se refere ao outro procedendo a um processo de referenciação e construção de sentidos.</p><p>Questão 18</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>TEXTO 1</p><p>Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados,</p><p>discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica. A violência no País há muito</p><p>ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados recentes mostram o Brasil como um dos</p><p>países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio.</p><p>Em 1980, tínhamos uma média de, aproximadamente, doze homicídios por cem mil</p><p>habitantes. Lamentavelmente, nas duas décadas seguintes, o grau de violência intencional</p><p>aumentou, chegando a mais do que o dobro do índice verificado em 1980 - 121,6% -, ou seja,</p><p>ao final dos anos 90 foi superado o patamar de 25 homicídios por cem mil habitantes.</p><p>Simultaneamente, o PIB por pessoa em idade de trabalho decresceu 26,4%, isto é, em média,</p><p>a cada queda de 1% do PIB a violência crescia mais do que 5% entre os anos 1980 e 1990.</p><p>Estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento mostram que os custos da</p><p>violência consumiram, apenas no setor saúde, 1,9% do PIB entre 1996 e 1997. Contudo, a</p><p>vitimização letal se distribui de forma desigual: são, sobretudo, os jovens negros, do sexo</p><p>masculino, entre 15 e 24 anos, que têm pago com a própria vida o preço da escalada da</p><p>violência no Brasil, sobretudo em função de sua cor e da pobreza a que estão cronicamente</p><p>submetidos.</p><p>Assinale a alternativa que indica corretamente a tese central do texto, considerando que</p><p>se trata de um texto argumentativo.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>“Simultaneamente, o PIB por pessoa em idade de trabalho decresceu 26,4%”.</p><p>B.</p><p>“Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados, discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica”.</p><p>C.</p><p>“A violência no País há muito ultrapassou todos os limites”.</p><p>D.</p><p>“O grau de violência intencional aumentou”.</p><p>E.</p><p>“Os custos da violência consumiram, apenas no setor saúde, 1,9% do PIB entre 1996 e 1997”.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Com base em Ribeiro e Souza (2018), é o entendimento da argumentação que se faz o aprofundamento da exposição dos argumentos que defendem a tese. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação</p><p>A resposta correta é: “Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados, discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica”.</p><p>Questão 19</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>O conceito de leitura como interação entre autor-texto-leitor traz o benefício de</p><p>entendermos a rede complexa de ativação de conhecimentos e de informações que</p><p>escapam do nível textual/linguístico e que fazem o texto ter sentido. Com base nisso, leia</p><p>a charge abaixo e assinale a alternativa correta:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>O entrevistador não participa da construção de sentidos do texto.</p><p>B.</p><p>A charge só adquire tom de humor quando se reconhecem os intertextos e as referências a outras situações textuais.</p><p>C.</p><p>O sentido da charge está estritamente ligado às palavras veiculadas na imagem.</p><p>D.</p><p>A figura do personagem interpelado poderia ser suprimida, pois não haveria problema na interpretação e no reconhecimento dos intertextos.</p><p>E.</p><p>Para compreender a charge, não é importante saber quem são os personagens envolvidos ou a que eles se referem.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>De acordo com Cantalice e Oliveira (2009), entender o texto é desenvolver várias habilidades além daquilo que está escrito no texto, pois vários são os fatores que levam o leitor a interagir com as ideias veiculadas no texto. Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: A charge só adquire tom de humor quando se reconhecem os intertextos e as referências a outras situações textuais.</p><p>Questão 20</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia atentamente o texto a seguir:</p><p>"Para a filosofia pragmatista norte-americana, a posse da verdade, longe de ser um fim em si,</p><p>é apenas um meio preliminar para outras satisfações vitais. Se eu estou perdido na floresta e</p><p>com fome, e se eu encontrar o que parece ser uma estrada de bois, é de extrema importância</p><p>que eu pense haver uma habitação humana no final do mesmo, pois, se eu pensar assim e</p><p>seguir o caminho, eu me salvarei. O verdadeiro pensamento é útil aqui, porque a casa que é o</p><p>seu objetivo é útil. O valor prático das verdadeiras ideias é, portanto, derivado principalmente</p><p>da importância prática de seus objetivos para nós".</p><p>Com base no texto, podemos dizer que, para a filosofia pragmatista norte-americana, a</p><p>posse da verdade:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>É derivada de nossa satisfação e vinculada ao que for melhor para nós acreditarmos.</p><p>B.</p><p>É um bem coletivo.</p><p>C.</p><p>Não advém da prática, mas sim de uma compreensão metafísica das coisas.</p><p>D.</p><p>Está somente no mundo e dele deve ser decifrada.</p><p>E.</p><p>É o outro lado da moeda da falsidade.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo com Cantalice e Oliveira (2009) “A leitura e sua compreensão é considerada uma habilidade dinâmica que envolve criatividade, flexibilidade, ritmo e fluência. Quando um leitor exibe esses comportamentos, certamente demonstrará uma maior capacidade de fazer críticas e criar analogias com outras informações lidas. ” Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: É derivada de nossa satisfação e vinculada ao que for melhor para nós acreditarmos.</p><p>Parte inferior do formulário</p><p>Terminar revisão</p><p>image1.wmf</p><p>image2.wmf</p><p>em CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: A pousada oferece espaços para a prática do nadismo aos seus clientes.</p><p>Questão 5</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto a seguir e responda ao que se pede:</p><p>"A coerência envolve fatores lógico-semânticos e cognitivos, já que a capacidade de um texto</p><p>ser interpretado depende de fatores extralinguísticos que interferem e ajudam na</p><p>compreensão entre os interlocutores. Por isso, a coerência não é propriedade exclusiva do</p><p>texto em si, mas um trabalho do leitor sobre as possibilidades interpretativas do texto. Porém,</p><p>o texto deve permitir o acesso à coerência; caso contrário, não há possibilidade de</p><p>entendimento. A coerência está mais na mente do leitor e no ponto de vista do receptor do que</p><p>no interior do enunciado".</p><p>(Texto adaptado. Disponível em: . Acesso em: 28</p><p>fev. 2016.).</p><p>Sobre coerência e fatores de textualidade, assinale a alternativa abaixo que indicam 2</p><p>(dois) fatores extralinguísticos de textualidade.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Coesão e progressão temática.</p><p>B.</p><p>Intencionalidade e aceitabilidade.</p><p>C.</p><p>Coerência e não contradição.</p><p>D.</p><p>Situacionalidade e paradigmática.</p><p>E.</p><p>Referenciação e sintagmática.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>De acordo com Rocha e Silva ( 2017), diz que existem fatores multiculturais que modificam o texto. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: Intencionalidade e aceitabilidade.</p><p>Questão 6</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia a seguir:</p><p>A partir do texto 2, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.</p><p>I - A obra inaugural de Chico Buarque, segundo o autor do texto, não pode ser concebida como plágio</p><p>PORQUE</p><p>II - evidencia a capacidade admiradora do compositor de tecer referências e propor diálogos com intertextos, ainda que não tenham sido claramente marcados.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.</p><p>B.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>C.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>D.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>E.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Segundo Santos (2018), Genette corrobora que inserir diferentes textos na para construção de um outro texto e algo recorrente e o normal para interação das ideias e diálogos do texto. Podemos encontrar em SANTOS, J. E. de S. As intertextualidades explícita e implícita no discurso político. Ao pé da Letra. (UFPE. Online), v. 18. 2. p. 119-137, 2016.</p><p>A resposta correta é: As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.</p><p>Questão 7</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Os fragmentos abaixo constituem um texto, mas estão desordenados. Ordene-os de</p><p>forma coesa e coerente e assinale a resposta correta.A) Na sede da entidade, a Receita recolheu para análise dezenas de notas fiscais,</p><p>comprovantes de pagamentos e livros contábeis. Com base nos documentos, o órgão federal</p><p>espera esclarecer a questão. O movimento financeiro durante os dez dias da festa é avaliado</p><p>pelo Sebrae da cidade em R$ 278 milhões.</p><p>B) Segundo sua análise, o evento reúne 1 milhão de pessoas, com uma média de R$ 278</p><p>gastos por frequentador. Desses R$ 278 milhões, a média de arrecadação é de 3%. Segundo</p><p>informações obtidas pela Receita, metade desse percentual estaria sendo sonegado - ou seja,</p><p>R$ 4,17 milhões. Além do clube, devem ser fiscalizados hotéis, restaurantes e a empresa que</p><p>vende os anúncios da festa.</p><p>C) A suspeita de sonegação surgiu porque o recolhimento dos tributos por parte de</p><p>comerciantes e empresários da região, no período da festa, é o mesmo dos outros meses do</p><p>ano. "Todo mundo diz que o faturamento dobra ou triplica no período da festa, mas o total</p><p>arrecadado em impostos fica igual", diz o delegado da Receita. O primeiro alvo dos auditores</p><p>na cidade foi o clube Os Independentes, instituição responsável pela organização da Festa do</p><p>Peão de Boiadeiro.</p><p>D) A Receita Federal de Franca está apurando a sonegação de impostos praticada pelas</p><p>empresas e associações que atuam na Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos.</p><p>(Rogério Pagnan, Folha de S. Paulo, 15/08/2000, p. F2, com adaptações).</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>A, B, C, D</p><p>B.</p><p>B, C, D, A</p><p>C.</p><p>D, C, A, B</p><p>D.</p><p>C, A, B, D</p><p>E.</p><p>D, B, C, A</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>De acordo com Koch (2014), existem diversos fatores que complementam o sentido do texto, como: o pragmático, o lexical, o semântico, e gramatical, dentre outros que oferecem funcionalidade à comunicação. Podemos encontrar em KOCH, Ingedore. O texto e a construção dos sentidos.10. ed. São Paulo: Contexto, p.11-37, 2014.</p><p>A resposta correta é: D, C, A, B</p><p>Questão 8</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Um dos fatores extralinguísticos de textualidade, a intencionalidade é imprescindível</p><p>para a construção e compreensão do texto e revela que este só existe na inter-relação</p><p>entre produtor (que tenta orientar a direção na qual o texto deve ser compreendido) e</p><p>receptor do texto (que tenta apreender o que o produtor quis dizer). Com base nisso,</p><p>veja a charge abaixo e assinale a alternativa correta quanto às intenções e sentidos</p><p>propostos com ela pelo chargista.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>A intenção é mostrar que não existe corrupção no financiamento eleitoral de campanha.</p><p>B.</p><p>O chargista quis mostrar que o financiamento de campanha é a chance oportuna de os cidadãos terem seus anseios atendidos.</p><p>C.</p><p>A charge sugere que o financiamento eleitoral de campanha por empresários poderosos deixam os políticos reféns de anseios que não são os da população, mas de seus financiadores.</p><p>D.</p><p>A charge destaca que o financiamento eleitoral de campanha só acontece sob autorização da população.</p><p>E.</p><p>A intenção é mostrar que os fortes são fortes com os fracos, assim como são fracos com os fortes.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Um dos fatores extralinguísticos de textualidade, a intencionalidade é imprescindível para a construção e compreensão do texto e revela que este só existe na inter-relação entre produtor (que tenta orientar a direção na qual o texto deve ser compreendido) e receptor do texto (que tenta apreender o que o produtor quis dizer). Podemos encontrar mais sobre o assunto em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: A charge sugere que o financiamento eleitoral de campanha por empresários poderosos deixam os políticos reféns de anseios que não são os da população, mas de seus financiadores.</p><p>Questão 9</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto e responda ao que se pede.</p><p>TEXTO 3</p><p>JUDITH BUTLER ESCREVE SOBRE SUA TEORIA DE GÊNERO E O ATAQUE</p><p>SOFRIDO NO BRASIL (PARTE 1)</p><p>Em 1989, publiquei um livro intitulado "Gender Trouble" (lançado em português em</p><p>2003 como "Problemas de Gênero: Feminismo e Subversão da Identidade", Civilização</p><p>Brasileira), no qual propus uma descrição do caráter performativo do gênero. O que isso</p><p>significa</p><p>A cada um de nós é atribuído um gênero no nascimento, o que significa que somos</p><p>nomeados por nossos pais ou pelas instituições sociais de certas maneiras.</p><p>Às vezes, com a atribuição do gênero, um conjunto de expectativas</p><p>é transmitido: esta</p><p>é uma menina, então ela vai, quando crescer, assumir um papel X de mulher na família e no</p><p>trabalho; este é um menino, então ele assumirá uma posição Y na sociedade como homem. No</p><p>entanto, muitas pessoas sofrem dificuldades com sua atribuição — são pessoas que não</p><p>querem atender a essas expectativas, e a percepção que têm de si próprias difere da atribuição</p><p>social que lhes foi dada.</p><p>A dúvida que surge com essa situação é a seguinte: em que medida jovens e adultos</p><p>são livres para construir o significado de sua atribuição de gênero</p><p>Algumas pessoas vivem em paz com o gênero que lhes foi atribuído, mas outras</p><p>sofrem quando são obrigadas a se conformar com normas sociais que anulam o senso mais</p><p>profundo de quem são e quem desejam ser. Para essas pessoas é uma necessidade urgente</p><p>criar as condições para uma vida possível de viver.</p><p>O livro negou a existência de uma diferença natural entre os sexos De maneira</p><p>nenhuma, embora destaque a existência de paradigmas científicos divergentes para determinar</p><p>as diferenças entre os sexos e observe que alguns corpos possuem atributos mistos que</p><p>dificultam sua classificação.</p><p>Também afirmei que a sexualidade humana assume formas diferentes e que não</p><p>devemos presumir que o fato de sabermos o gênero de uma pessoa nos dá qualquer pista sobre</p><p>sua orientação sexual. Um homem masculino pode ser heterossexual ou gay, e o mesmo</p><p>raciocínio se aplica a uma mulher masculina.</p><p>Nossas ideias de masculino e feminino variam de acordo com a cultura, e esses termos</p><p>não possuem significados fixos. Eles são dimensões culturais de nossas vidas que assumem</p><p>formas diferentes e renovadas no decorrer da história e, como atores históricos, nós temos</p><p>alguma liberdade para determinar esses significados.</p><p>Mas o objetivo dessa teoria era gerar mais liberdade e aceitação para a gama ampla de</p><p>identificações de gênero e desejos que constitui nossa complexidade como seres humanos.</p><p>Além disso, a liberdade de buscar uma expressão de gênero ou de viver como lésbica,</p><p>gay, bissexual, trans ou queer (essa lista não é exaustiva) só pode ser garantida em uma</p><p>sociedade que se recusa a aceitar a violência contra mulheres e pessoas trans, que se recusa a</p><p>aceitar a discriminação com base no gênero e que se recusa a transformar em doentes e aviltar</p><p>as pessoas que abraçaram essas categorias no intuito de viverem uma vida mais vivível, com</p><p>mais dignidade, alegria e liberdade.</p><p>JUDITH BUTLER, 61, referência nos estudos de gênero e teoria queer, é codiretora</p><p>do programa de teoria crítica da Universidade da Califórnia em Berkeley. Lança o livro</p><p>"Caminhos Divergentes: Judaicidade e Crítica do Sionismo" pela Boitempo.</p><p>FSP / Ilustríssima 19.11.2017</p><p>Dado o fato de que todo texto apresenta um ou mais tipos de enunciadores que</p><p>estabelecem tendências enunciativas para a enunciação, pode-se dizer que:</p><p>I - O Texto 3 é escrito em 1ª pessoa e apresenta momentos de interpelação</p><p>PORQUE</p><p>II - seu objetivo é dissuadir o auditório do texto das opiniões errôneas que se têm dela e de</p><p>sua teoria.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>B.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.</p><p>C.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>D.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>E.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Segundo Ribeiro e Souza (2018), a construção do discurso é resultado dos fatores envolvidos na comunicação. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.</p><p>Questão 10</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto e responda ao que se pede.</p><p>TEXTO 2</p><p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso defendeu a</p><p>legalização, com regulação rígida pelo Estado, de todos os tipos de drogas no país. Ele</p><p>participou hoje (28) de seminário sobre descriminalização do uso de drogas, promovido pela</p><p>Fundação Fernando Henrique Cardoso, na capital paulista.</p><p>Para Barroso, a legalização das drogas quebraria o poder do tráfico nas comunidades</p><p>carentes e reduziria os casos de vítimas inocentes, que morrem por causa de bala perdida em</p><p>favelas e de jovens humildes cooptados pelo tráfico.</p><p>O ministro disse que o papel do Estado é desincentivar o consumo das drogas e</p><p>mostrar seus malefícios. "Não estamos defendendo as drogas, temos que enfrentar [o</p><p>problema]. A guerra às drogas fracassou no mundo inteiro, mas o consumo só aumenta."</p><p>Barroso concorda com a ideia de que a ilegalidade só assegura o monopólio do traficante.</p><p>Para Barroso, o consumo recreativo, em ambiente privado, não deve ser proibido.</p><p>"Cada um faz as suas escolhas de vida, e talvez este [consumo de drogas] não esteja entre os</p><p>maiores riscos", disse o ministro.</p><p>Ele disse que comportamentos que não causam danos a terceiros poderiam ser</p><p>liberados e que réus primários, com bons antecedentes, flagrados com drogas não deveriam</p><p>ser presos preventivamente e, sim, receber outros tipos de punição, como prestação de serviço</p><p>à comunidade. Em agosto de 2015, Barroso votou no STF pela inconstitucionalidade de uma</p><p>norma da Lei das Drogas (Lei 11.343) que criminaliza o porte para uso de drogas.</p><p>O STF julgará o Recurso Extraordinário 635.659, ajuizado por um ex-preso de</p><p>Diadema (SP), condenado a dois meses de prestação de serviços à comunidade por porte de</p><p>maconha. A droga foi encontrada na cela do detento. Relatado pelo ministro Gilmar Mendes,</p><p>o recurso deveria ter sido julgado em 2015, mas foi adiado. Se a maioria dos ministros da</p><p>Corte julgar o artigo da lei inconstitucional, o STF, na prática, estará descriminalizando o</p><p>porte de droga para consumo pessoal.</p><p>O ministro disse que seu objetivo é defender, no STF, a descriminalização apenas da</p><p>maconha como um primeiro passo, fazendo com que a decisão possa ser estendida para outras</p><p>drogas.</p><p>Com base na leitura, podemos afirmar que:</p><p>I) Como é um texto em sua maior parte argumentativo, é muito fácil encontrar sua tese.</p><p>II) A tese por deontologia (quando diz o que é preciso fazer) é passível de ser formulada com</p><p>base em informações presentes no texto, como, por exemplo, na ideia de que a ilegalidade só</p><p>assegura o monopólio do traficante.</p><p>III) Por culpabilidade (quando se aponta o culpado pela situação), a tese do texto acima é</p><p>formulada a partir da fala do ministro Barroso: "Cada um faz as suas escolhas de vida, e</p><p>talvez este [consumo de drogas] não esteja entre os maiores riscos".</p><p>Assinale a alternativa correta:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Somente a preposição I é verdadeira.</p><p>B.</p><p>Somente a preposição III é verdadeira.</p><p>C.</p><p>As asserções I e III são proposições falsas.</p><p>D.</p><p>As asserções II e IV são proposições verdadeiras.</p><p>E.</p><p>As asserções I, II e III são proposições verdadeiras.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo com Ribeiro e Souza (2018), a argumentação é um conjunto de fatores diferentes com finalidade persuasiva. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: Somente a preposição I é verdadeira.</p><p>Questão 11</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Atualmente nos estudos da linguagem, a leitura é vista como:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Uma atividade que exige tão somente a participação do leitor.</p><p>B.</p><p>Um processo de tradução de uma língua para a outra.</p><p>C.</p><p>Uma captação das ideias do autor, sem levar em conta as experiências e os conhecimentos do leitor.</p><p>D.</p><p>Centrada na tríade</p><p>autor-texto-leitor, em que o texto deve ser decodificado, pois “tudo está dito no dito”.</p><p>E.</p><p>Uma atividade interativa em que autor-texto-leitor interagem na produção de sentidos.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Com base nas ideias de Koch( 2014), entende-se que no texto há dinâmica daquilo que se escreve e daquilo que é entendido na leitura do texto. Podemos encontrar em KOCH, Ingedore. O texto e a construção dos sentidos.10. ed. São Paulo: Contexto, p.11-37, 2014.</p><p>A resposta correta é: Uma atividade interativa em que autor-texto-leitor interagem na produção de sentidos.</p><p>Questão 12</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Veja o cartum abaixo e assinale a alternativa que define qual(is) intertextos(s) é(são) possível(eis) reconhecer na construção desse texto.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Na figura 10, há a referência ao ataque alienígena de Vaginha, Minas Gerais.</p><p>B.</p><p>Na figura 6, há uma referência ao Cavalo de Troia, episódio da Odisseia de Homero.</p><p>C.</p><p>Na figura 4, há uma referência à Bíblia, especificamente à história de Davi e Golias.</p><p>D.</p><p>Na figura 7, há uma referência a Saddam Hussein, ex-ditador iraquiano.</p><p>E.</p><p>Na figura 8, há a referência a Stalin e ataque que levou à sua morte.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Segundo Koch (2012), a intertextualidade pode ser percebida de maneira explicita quando há a menção de algo que pode ser recuperado em outros textos. Podemos encontrar em KOCH, I. G. V. Introdução à linguística textual: trajetória e grandes temas. São Paulo: Martins Fontes, v.1, p.92-146, 2009.</p><p>A resposta correta é: Na figura 4, há uma referência à Bíblia, especificamente à história de Davi e Golias.</p><p>Questão 13</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Um dos muitos fatores responsáveis pela construção de sentidos de um texto, a</p><p>inferência, é imprescindível para a construção e compreensão do texto e revela que este</p><p>só existe na inter-relação entre produtor (que fornece pistas ou dicas textuais para a</p><p>interpretação do receptor) e receptor do texto (que tenta apreender o que o produtor</p><p>quis dizer a partir dos dados textuais presentes no texto). Com base em sua</p><p>compreensão deste conceito, veja o quadrinho abaixo e assinale a alternativa correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>As inferências não necessitam ser contextuais para compreender o quadrinho, uma vez que as informações estão claramente expressas nas palavras.</p><p>B.</p><p>Trata-se de inferências sem base textual nem contextual, o que permite dizer que são inferências falseadoras.</p><p>C.</p><p>É preciso fazer uma inferência de base contextual para relacionar os produtos exibidos em cada quadrinho como sendo consequência da globalização e dos processos de industrialização, artificialização e virtualização de experiências naturais com a comida e os relacionamentos.</p><p>D.</p><p>As inferências quase sempre precisam se ancorar no conhecimento prévio dos interlocutores, contudo neste caso não é preciso conhecimento prévio algum para poder entender.</p><p>E.</p><p>As inferências estão sempre presentes no texto, sendo uma operação de decodificação feita pelo leitor.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Com base em Cantalice e Oliveira (2009) , “A estratégia cognitiva pode ser caracterizada como formas de decodificação dos símbolos acerca da linguagem constituindo a construção de significado. Já a estratégia metacognitiva exige do leitor um planejamento, monitoramento e regulamento do seu próprio pensamento antes, durante e após a leitura. ” Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009</p><p>A resposta correta é: É preciso fazer uma inferência de base contextual para relacionar os produtos exibidos em cada quadrinho como sendo consequência da globalização e dos processos de industrialização, artificialização e virtualização de experiências naturais com a comida e os relacionamentos.</p><p>Questão 14</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto a seguir:</p><p>(BACCHINI, Luca. Se Chico Buarque numa noite de inverno... Apologia do plágio em Budapeste. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, Brasil, n. 63, abr. 2016).</p><p>Leia as alternativas abaixo e assinale aquela que resume fielmente as ideias do texto.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Por fim, a literatura em toda sua inteireza e em seus vários tipos está sempre se valendo, de alguma forma, na intertextualidade, uma vez que não há um único livro que não fale de outros livros.</p><p>B.</p><p>Toda a literatura de Chico Buarque revela um pendor para o plágio. Essa é uma afirmação comprovada pelo crítico Wilson Martins, que não encontrou ninguém que pudesse discordar de sua concepção.</p><p>C.</p><p>Nenhum escritor, muito menos Chico Buarque, se importa de ser acusado de plágio, porque a intertextualidade permite.</p><p>D.</p><p>Conquanto toda a literatura parece fundar-se desde sempre na intertextualidade, temos de concordar que todas as canções de Chico Buarque mostram um plágio patente.</p><p>E.</p><p>Ainda que o crítico Wilson Martins insista em acusar Chico Buarque de praticar plágio, o que é notório na obra do cantor e compositor é sua capacidade incrível de tecer inúmeros diálogos entre textos, revelando um pendor magistral para o uso da intertextualidade.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Com base em Santos (2018), a partir de observações de Kristeva (1979) que estudava a estrutura do texto, entende-se que este é como uma “colcha de retalhos”, visto que é construído por vários outros textos. Podemos encontrar em SANTOS, J. E. de S. As intertextualidades explícita e implícita no discurso político. Ao pé da Letra. (UFPE. Online), v. 18. 2. p. 119-137, 2016.</p><p>A resposta correta é: Ainda que o crítico Wilson Martins insista em acusar Chico Buarque de praticar plágio, o que é notório na obra do cantor e compositor é sua capacidade incrível de tecer inúmeros diálogos entre textos, revelando um pendor magistral para o uso da intertextualidade.</p><p>Questão 15</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Com base em seu conhecimento sobre paralelismo sintático e semântico, assinale a</p><p>alternativa que NÃO apresenta erro desta categoria:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>A tão inesperada decisão é fruto resultante de humilhações, mágoas, concepções equivocadas e agressores por parte de colegas que almejavam ocupar sua função.</p><p>B.</p><p>A preservação do meio ambiente representa não só um dever de cidadania e é para que o planeta sobreviva.</p><p>C.</p><p>Ora jogava videogame, ora fazia a lição de casa.</p><p>D.</p><p>Amantes dos antigos bolachões penam não só para encontrar os discos, que ficam a cada dia mais raros. A dificuldade aparece também na hora de trocar a agulha, ou de levar o toca- discos para o conserto.</p><p>E.</p><p>Marcos gosta de chocolate e de jogar futebol.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Com base em Koch (2014), o texto é um lugar que se desenvolve dentro de um jogo de perguntas e respostas nas relações entre os termos, no qual relacionam os sentidos dos textos. Podemos encontrar em KOCH, Ingedore. O texto e a construção dos sentidos.10. ed. São Paulo: Contexto, p.11-37, 2014.</p><p>A resposta correta é: Ora jogava videogame, ora fazia a lição de casa.</p><p>Questão 16</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Um dos muitos fatores responsáveis pela construção de sentidos de um texto, a intertextualidade, é imprescindível para a construção e compreensão do texto. Com base em sua compreensão deste conceito, leia as afirmativas abaixo e responda ao que se pede.</p><p>I) A intertextualidade existe independentemente da inter-relação entre os conhecimentos de mundo do produtor e do receptor do texto.</p><p>II) Para ser eficaz, o produtor deve mobilizar os intertextos que supostamente tem em comum com o receptor.</p><p>III) O interlocutor do texto nem sempre tenta apreender o que o produtor quis dizer a partir dos intertextos conhecidos sobre o assunto, já que a intertextualidade sempre é marcada, explícita.</p><p>Assinale a alternativa correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>I e III, apenas.</p><p>B.</p><p>II, apenas.</p><p>C.</p><p>I, II e III.</p><p>D.</p><p>III, apenas.</p><p>E.</p><p>I, apenas.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Com base nas informações trazidas por Santos (2018), entende-se que a definição de intertextualidade foi trazida pelo estudioso Bakhtin (1978) a partir dos seus estudos acerca do dialogismo, do qual compreende o diálogo entre várias ideias no texto. Podemos encontrar em SANTOS, J. E. de S. As intertextualidades explícita e implícita no discurso político. Ao pé da Letra. (UFPE. Online), v. 18. 2. p. 119-137, 2016</p><p>A resposta correta é: II, apenas.</p><p>Questão 17</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Dentre os vários modos de o produtor de um texto tornar claro seu propósito</p><p>comunicativo, existe a paráfrase, que consiste em um mecanismo de coesão textual em</p><p>que as ideias ou informações expostas em um texto são reescritas de forma mais clara e</p><p>objetiva. Com base nisso, leia o texto abaixo e assina o trecho que revela o uso de</p><p>paráfrase:</p><p>A Inquisição era formada pelos tribunais da Igreja Católica que perseguiam, julgavam e</p><p>puniam pessoas acusadas de se desviar de suas normas de conduta. Ela teve duas versões: a</p><p>medieval, nos séculos XIII e XIV, e a feroz Inquisição moderna, concentrada em Portugal e</p><p>Espanha, que durou do século XV ao X</p><p>IX___ Tudo começou em 1231, quando o papa Gregório</p><p>IX - preocupado com o crescimento de seitas religiosas - criou um órgão especial para</p><p>investigar os suspeitos de heresia, isto é, o Santo Ofício, nome oficial dado à Inquisição.</p><p>Atuando na Itália, na França, na Alemanha e em Portugal, a Inquisição medieval tinha penas</p><p>mais brandas - a mais comum era a excomunhão -, embora a tortura já fosse autorizada pelo</p><p>papa para arrancar confissões desde 1252. Já sua segunda encarnação surgiu com toda força</p><p>na Espanha de 1478.</p><p>(Texto adaptado. Disponível em: )</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>“- preocupado com o crescimento de seitas religiosas -”.</p><p>B.</p><p>“a mais comum era a excomunhão”.</p><p>C.</p><p>“A Inquisição era formada pelos tribunais da Igreja Católica que perseguiam, julgavam e puniam pessoas acusadas de se desviar de suas normas de conduta”.</p><p>D.</p><p>“isto é, o Santo Ofício, nome oficial dado à Inquisição”.</p><p>E.</p><p>“Ela teve duas versões: a medieval, nos séculos XIII e XIV, e a feroz Inquisição moderna, concentrada em Portugal e Espanha, que durou do século XV ao XIX”.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Segundo Silva e Rocha, a coesão textual une as partes ou ideias do texto. Mas é necessário escolher os conectores (operadores textuais) corretos. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: “isto é, o Santo Ofício, nome oficial dado à Inquisição”.</p><p>Questão 18</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto a seguir e responda ao que se pede.</p><p>TEXTO 1</p><p>Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados,</p><p>discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica. A violência no País há muito</p><p>ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados recentes mostram o Brasil como um dos</p><p>países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio.</p><p>Em 1980, tínhamos uma média de, aproximadamente, doze homicídios por cem mil</p><p>habitantes. Lamentavelmente, nas duas décadas seguintes, o grau de violência intencional</p><p>aumentou, chegando a mais do que o dobro do índice verificado em 1980 - 121,6% -, ou seja,</p><p>ao final dos anos 90 foi superado o patamar de 25 homicídios por cem mil habitantes.</p><p>Simultaneamente, o PIB por pessoa em idade de trabalho decresceu 26,4%, isto é, em média,</p><p>a cada queda de 1% do PIB a violência crescia mais do que 5% entre os anos 1980 e 1990.</p><p>Estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento mostram que os custos da</p><p>violência consumiram, apenas no setor saúde, 1,9% do PIB entre 1996 e 1997. Contudo, a</p><p>vitimização letal se distribui de forma desigual: são, sobretudo, os jovens negros, do sexo</p><p>masculino, entre 15 e 24 anos, que têm pago com a própria vida o preço da escalada da</p><p>violência no Brasil, sobretudo em função de sua cor e da pobreza a que estão cronicamente</p><p>submetidos.</p><p>O eixo argumentativo predominante no texto acima pode ser enquadrado em qual dos</p><p>tipos abaixo</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Apenas faz indagações sem respondê-las.</p><p>B.</p><p>Parte de estratégias indutivas de argumentação.</p><p>C.</p><p>Usa somente comparações.</p><p>D.</p><p>Usa dados demonstrativos.</p><p>E.</p><p>Aponta vários culpados pelo problema.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Segundo Ribeiro e Souza (2018), toda produção textual resulta em uma sistematização do gênero escolhido. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: Usa dados demonstrativos.</p><p>Questão 19</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia a seguir:</p><p>Com base na leitura do texto 2, é correto afirmar que:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>A intertextualidade nas obras de Chico Buarque jamais foi comprovada.</p><p>B.</p><p>Chico Buarque se cala porque aceita a crítica.</p><p>C.</p><p>O autor do texto entende o uso de outras obras na literatura de Chico Buarque como uma prática autoral de intertextualidade.</p><p>D.</p><p>As canções de Chico Buarque toda vez foram acusadas de plágio.</p><p>E.</p><p>O autor do texto acima defende o posicionamento de Wilson Martins frente à obra de Chico.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Segundo Santos (2018), o uso de outras vozes no texto é uma maneira de construir texto, pois sempre o texto será composto de outras vozes. Podemos encontrar em SANTOS, J. E. de S. As intertextualidades explícita e implícita no discurso político. Ao pé da Letra. (UFPE. Online), v. 18. 2. p. 119-137, 2016.</p><p>A resposta correta é: O autor do texto entende o uso de outras obras na literatura de Chico Buarque como uma prática autoral de intertextualidade.</p><p>Questão 20</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo e responda ao que se pede:</p><p>TEXTO 1</p><p>"O trecho da música ‘Nos bailes da vida’, de Milton Nascimento, ‘todo artista tem de ir a</p><p>onde o povo está’, é antigo, e a música, de tão tocada, acabou por se tornar um estereótipo de</p><p>tocadores de violões e de rodas de amigos em Visconde de Mauá, nos anos 1970. Em termos</p><p>digitais, porém, ela ficou mais atual do que nunca. É fácil entender o porquê: antigamente,</p><p>quando a informação se concentrava em centros de exposição, veículos de comunicação,</p><p>editoras, museus e gravadoras, era preciso passar por uma série de curadores, para garantir a</p><p>publicação de um artigo ou livro, a gravação de um disco ou a produção de uma exposição. O</p><p>mesmo funil, que poderia ser injusto e deixar grandes talentos de fora, simplesmente porque</p><p>não tinham acesso às ferramentas, às pessoas ou às fontes de informação, também servia</p><p>como filtro de qualidade. Tocar violão ou encenar uma peça de teatro em um grande auditório</p><p>costumava ter um peso muito maior do que fazê-lo em um bar, um centro cultural ou uma</p><p>calçada. Nas raras ocasiões em que esse valor se invertia, era justamente porque, para uso do</p><p>espaço ‘alternativo’, havia mecanismo de seleção tão ou mais rígidos que os espaços oficial".</p><p>(RADFAHRER, L. Todo artista tem de ir aonde o povo está.</p><p>Disponível em: . Acesso em: 29 jul. 2014 (adaptado).</p><p>A partir do texto acima, é possível assinalar que:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>As tecnologias desenvolvidas nos últimos anos não permitiram a independência dos artistas.</p><p>B.</p><p>Não há mecanismos de medição da qualidade das obras artísticas, porque o público agora não pode mais avaliar ou confiar.</p><p>C.</p><p>Hoje não precisa mais de curadoria para a avaliação da obra de arte.</p><p>D.</p><p>A evolução das ferramentas tecnológicas</p><p>popularizou a produção e a divulgação da arte ao reduzir a importância dos centros de exposição.</p><p>E.</p><p>O fato de os artistas terem podido nos últimos anos montar seus próprios ambientes de produção não significou que seus trabalhos pudessem ser disponibilizados de uma forma mais fácil.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>De acordo Cantalice e Oliveira (2009), “no ensino superior nos deparamos com uma pluralidade de textos e somos convidados a conhecê-los por meio da leitura. ” Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: A evolução das ferramentas tecnológicas popularizou a produção e a divulgação da arte ao reduzir a importância dos centros de exposição.</p><p>Parte inferior do formulário</p><p>Simulado 2 ,</p><p>Parte superior do formulário</p><p>prática de não fazer nada</p><p>(Adaptado de: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/. Acesso em: 2 abr. 2018).</p><p>Analise as afirmativas sobre o texto 2, preenchendo os parênteses com V (verdadeiro) ou</p><p>F (falso).</p><p>( ) O texto discute a prática do nadismo sem usar falas das pessoas.</p><p>( ) A prática do nadismo será incorporada pelas empresas em todo o Brasil.</p><p>( ) O texto mostra que, apesar de muitas pessoas resistirem de início à prática do nadismo,</p><p>elas acabam por perceber que isso é importante para sua própria saúde.</p><p>( ) Ter usado depoimentos deu ao texto uma demonstração verídica de que o nadismo tem</p><p>benefícios.</p><p>A opção correta é:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>F - V - V - F</p><p>B.</p><p>V - F - F - V</p><p>C.</p><p>V - F - V - V</p><p>D.</p><p>F - F - V - V</p><p>E.</p><p>V - V - F - F</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>De acordo com Cantalice e Oliveira (2009), “A leitura é um processo cada vez mais presente no dia a dia do ser humano, possibilitando uma melhor inserção social. ” Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: F - F - V - V</p><p>Questão 2</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo e responda ao enunciado:</p><p>"Em nossa escola, havia um supervisor de turmas, chamado Daniel Silveira, que não aliviava</p><p>quando se tratava de reprimir nossas travessuras. Quase sempre, ele vinha atrapalhar nossas</p><p>brincadeiras no intervalo das aulas e levar um de nós para a sala da Direção, com a desculpa</p><p>de estarmos sempre a ‘incomodar a ordem do estabelecimento". Hoje não foi diferente. Mal</p><p>tínhamos começado a correr, veio Daniel e pegou o nosso amigo Juninho correndo no pátio da</p><p>escola".</p><p>O texto acima apresenta um problema de intencionalidade, pois uma frase está ambígua</p><p>e impede de sabermos qual o sentido real e verdadeiro da frase. Identifique abaixo a</p><p>frase, assinalando a alternativa correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>“veio Daniel e pegou o nosso amigo Juninho correndo no pátio da escola”.</p><p>B.</p><p>“Em nossa escola, havia um supervisor de turmas, chamado Daniel Silveira, que não aliviava quando se tratava de reprimir nossas travessuras”.</p><p>C.</p><p>“Quase sempre, ele vinha atrapalhar nossas brincadeiras no intervalo das aulas”.</p><p>D.</p><p>“Hoje não foi diferente”.</p><p>E.</p><p>“levar um de nós para a sala da Direção, com a desculpa de estarmos sempre a ‘incomodar a ordem do estabelecimento’”.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo com Rocha e Silva (2017), os processos de argumentação são conduzidos na intencionalidade. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: “veio Daniel e pegou o nosso amigo Juninho correndo no pátio da escola”.</p><p>Questão 3</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo para responder a questão.</p><p>TEXTO 2</p><p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso defendeu a</p><p>legalização, com regulação rígida pelo Estado, de todos os tipos de drogas no país. Ele</p><p>participou hoje (28) de seminário sobre descriminalização do uso de drogas, promovido pela</p><p>Fundação Fernando Henrique Cardoso, na capital paulista.</p><p>Para Barroso, a legalização das drogas quebraria o poder do tráfico nas comunidades</p><p>carentes e reduziria os casos de vítimas inocentes, que morrem por causa de bala perdida em</p><p>favelas e de jovens humildes cooptados pelo tráfico.</p><p>O ministro disse que o papel do Estado é desincentivar o consumo das drogas e</p><p>mostrar seus malefícios. "Não estamos defendendo as drogas, temos que enfrentar [o</p><p>problema]. A guerra às drogas fracassou no mundo inteiro, mas o consumo só aumenta."</p><p>Barroso concorda com a ideia de que a ilegalidade só assegura o monopólio do traficante.</p><p>Para Barroso, o consumo recreativo, em ambiente privado, não deve ser proibido.</p><p>"Cada um faz as suas escolhas de vida, e talvez este [consumo de drogas] não esteja entre os</p><p>maiores riscos", disse o ministro.</p><p>Ele disse que comportamentos que não causam danos a terceiros poderiam ser</p><p>liberados e que réus primários, com bons antecedentes, flagrados com drogas não deveriam</p><p>ser presos preventivamente e, sim, receber outros tipos de punição, como prestação de serviço</p><p>à comunidade. Em agosto de 2015, Barroso votou no STF pela inconstitucionalidade de uma</p><p>norma da Lei das Drogas (Lei 11.343) que criminaliza o porte para uso de drogas.</p><p>O STF julgará o Recurso Extraordinário 635.659, ajuizado por um ex-preso de</p><p>Diadema (SP), condenado a dois meses de prestação de serviços à comunidade por porte de</p><p>maconha. A droga foi encontrada na cela do detento. Relatado pelo ministro Gilmar Mendes,</p><p>o recurso deveria ter sido julgado em 2015, mas foi adiado. Se a maioria dos ministros da</p><p>Corte julgar o artigo da lei inconstitucional, o STF, na prática, estará descriminalizando o</p><p>porte de droga para consumo pessoal.</p><p>O ministro disse que seu objetivo é defender, no STF, a descriminalização apenas da</p><p>maconha como um primeiro passo, fazendo com que a decisão possa ser estendida para outras</p><p>drogas.</p><p>Considerando as relações que o enunciador estabelece com os elementos da enunciação,</p><p>podemos afirmar que:</p><p>I) A relação com o assunto sobre o qual o enunciador escreve é de objetividade, pois ele</p><p>discursa utilizando argumentos factuais, com base em algo que pode ser comprovado.</p><p>II) A relação com a realidade sobre a qual o enunciador escreve é de relato, já que ele</p><p>argumenta se valendo de fatos vivenciados em sua vida por ele mesmo.</p><p>III) A relação com o auditório a quem o enunciador se dirige é de sugestão, posto que ele</p><p>apresenta ponto de vista alternativo ao que se propaga habitualmente.</p><p>Assinale a alternativa correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Somente as afirmativas I e II estão corretas.</p><p>B.</p><p>Somente a afirmativa I está correta.</p><p>C.</p><p>Somente as afirmativas II e III estão corretas.</p><p>D.</p><p>Todas as afirmativas estão corretas.</p><p>E.</p><p>Somente as afirmativas I e III estão corretas.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Segundo Ribeiro e Souza (2018), na produção de um gênero existe o enunciador e o enunciatário, do qual o primeiro é aquele que produz e começa a comunicação e o segundo que recebe e retorna a comunicação. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: Somente as afirmativas I e II estão corretas.</p><p>Questão 4</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Os sentidos de um texto nascem de um processo complexo de interação entre autor-</p><p>texto-leitor, como</p><p>efeito de uma negociação entre os sentidos propostos e os sentidos</p><p>apreendidos em situações de leitura e interpretação. Com base nisso, é possível</p><p>compreender o quadrinho abaixo relacionando com um conjunto de outras experiências</p><p>textuais. Assim, assinale a alternativa que descreve os propostos e possíveis de apreender</p><p>neste quadrinho.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Ao propor querer tirar o deputado dessa vida, a prostituta estaria se referindo ao casamento do deputado.</p><p>B.</p><p>O autor do quadrinho chama a atenção para uma transformação de valores relacionados à atualidade, ao destacar que, diferentemente de antes ou dos textos, filmes, novelas de antigamente, o deputado representa uma figura moral e eticamente mais reprovável do que uma prostituta, o que mostra que ela estaria em condições de propor uma vida mais honesta do que a que o deputado leva de corrupção.</p><p>C.</p><p>A prostituição e a corrupção são equiparáveis no quadrinho, sendo a corrupção melhor do que a prostituição.</p><p>D.</p><p>O deputado estaria apaixonado pela prostituta, o que revela a intimidade com que ela propõe a ajuda.</p><p>E.</p><p>O quadrinho simplesmente mostra os problemas do alcoolismo.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Florêncio (2009) diz que o texto é muito mais que a simples soma das frases. FLORÊNCIO, Ana Maria Gama et al. Análise do Discurso: Fundamentos e Prática. Maceió: Edufal, 2009.</p><p>A resposta correta é: O autor do quadrinho chama a atenção para uma transformação de valores relacionados à atualidade, ao destacar que, diferentemente de antes ou dos textos, filmes, novelas de antigamente, o deputado representa uma figura moral e eticamente mais reprovável do que uma prostituta, o que mostra que ela estaria em condições de propor uma vida mais honesta do que a que o deputado leva de corrupção.</p><p>Questão 5</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo:</p><p>(Adaptado de: http://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/conheca-deboismo-nova-filosofia-de-boas-da-internet-</p><p>17392121 . Acesso em: 2 abr. 2018).</p><p>Analise as afirmativas abaixo e assinale a opção correta:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Existe uma contradição irreconciliável em dizer que o movimento é apartidário, mas político (linhas 09 e 10).</p><p>B.</p><p>O deboísta não pode discordar de ninguém.</p><p>C.</p><p>Ao dizer que o movimento é apartidário, mas político (linhas 09 e 10), o criador do Deboísmo quis defender uma postura coletiva, sem querer associar isso a questões partidárias.</p><p>D.</p><p>O deboísta, sendo aquele “que escolhe o lutar em vez de brigar” (linha 08), precisa ser lutador.</p><p>E.</p><p>O deboísmo é o mesmo que ficar com preguiça de fazer as coisas.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Com base em Cantalice e Oliveira (2009), a leitura “ envolve a capacidade sensorial, percepção, aprendizagem, motivação, pensamento, memória, dentre outros.”Com isso o leitor necessita fazer deduções lógicas a partir das ideias do texto. Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: Ao dizer que o movimento é apartidário, mas político (linhas 09 e 10), o criador do Deboísmo quis defender uma postura coletiva, sem querer associar isso a questões partidárias.</p><p>Questão 6</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Constata-se que o processo de leitura e interpretação de um texto pressupõe a</p><p>compreensão do que são texto, ator social e sentidos, como uma forma de evitarmos a</p><p>ideia de que o uso da linguagem se faz apenas com o objetivo de passar ou comunicar</p><p>informações. Com base nessas discussões e nos textos, assinale a alternativa abaixo que</p><p>melhor caracteriza a relação entre Texto, Ator Social e Sentidos em uma concepção</p><p>crítica de leitura.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>O texto não pode ser pensado como desvinculado dos sentidos, uma vez que os sentidos estão ligados tão somente às palavras presentes no texto.</p><p>B.</p><p>Pensar sentido e texto é pensar em uma dimensão independente da dimensão dos atores sociais.</p><p>C.</p><p>Os atores sociais, uma vez sendo concebidos como sujeitos ativos em sociedade, como sujeitos da história, ao mesmo tempo em que são responsáveis pela manutenção e transformação da sociedade, podem ser compreendidos a partir dos textos que produzem como fruto de suas interações, o que nos permite entender os sentidos de um texto tanto como uma proposta de significação deles, quanto o produto de uma negociação entre os atores interlocutores.</p><p>D.</p><p>Os sentidos de um texto estão situados na cabeça do ator produtor do texto, não importando o papel do leitor e interlocutor.</p><p>E.</p><p>O texto funciona muito mais em função dos atores sociais que o produzem do que das palavras usadas.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Segundo Ribeiro e Sousa (2018), parti dos autores sociais as capacidades de entendimento dos processos de compreensão comunicativos do texto da maneira que se escreve e se estrutura o texto. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: Os atores sociais, uma vez sendo concebidos como sujeitos ativos em sociedade, como sujeitos da história, ao mesmo tempo em que são responsáveis pela manutenção e transformação da sociedade, podem ser compreendidos a partir dos textos que produzem como fruto de suas interações, o que nos permite entender os sentidos de um texto tanto como uma proposta de significação deles, quanto o produto de uma negociação entre os atores interlocutores.</p><p>Questão 7</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto a seguir.</p><p>TEXTO 1</p><p>Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados,</p><p>discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica. A violência no País há muito</p><p>ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados recentes mostram o Brasil como um dos</p><p>países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio.</p><p>Em 1980, tínhamos uma média de, aproximadamente, doze homicídios por cem mil</p><p>habitantes. Lamentavelmente, nas duas décadas seguintes, o grau de violência intencional</p><p>aumentou, chegando a mais do que o dobro do índice verificado em 1980 - 121,6% -, ou seja,</p><p>ao final dos anos 90 foi superado o patamar de 25 homicídios por cem mil habitantes.</p><p>Simultaneamente, o PIB por pessoa em idade de trabalho decresceu 26,4%, isto é, em média,</p><p>a cada queda de 1% do PIB a violência crescia mais do que 5% entre os anos 1980 e 1990.</p><p>Estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento mostram que os custos da</p><p>violência consumiram, apenas no setor saúde, 1,9% do PIB entre 1996 e 1997. Contudo, a</p><p>vitimização letal se distribui de forma desigual: são, sobretudo, os jovens negros, do sexo</p><p>masculino, entre 15 e 24 anos, que têm pago com a própria vida o preço da escalada da</p><p>violência no Brasil, sobretudo em função de sua cor e da pobreza a que estão cronicamente</p><p>submetidos.</p><p>Ao longo do texto, é usada uma operação de construção de argumentos que podemos</p><p>chamar ou de dedutivo (quando parte de uma tese geral e vai desenvolvendo-a), ou de</p><p>indutivo (quando parte de afirmações e premissas até chegar a uma conclusão). Com</p><p>base nessas informações, indique abaixo a alternativa em que há uma correspondência</p><p>correta entre trecho do texto e operação argumentativa:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>“Lamentavelmente, nas duas décadas seguintes, o grau de violência intencional aumentou, chegando a mais do que o dobro do índice verificado em 1980 - 121,6% -, ou seja, ao final dos anos 90 foi superado o patamar de 25 homicídios por cem mil habitantes”. - Dedutivo.</p><p>B.</p><p>“Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados, discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica. A violência no País há muito ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados</p><p>recentes mostram o Brasil como um dos países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio.” - Dedutivo.</p><p>C.</p><p>“A violência no País há muito ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados recentes mostram o Brasil como um dos países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio”. - Indutivo.</p><p>D.</p><p>“Simultaneamente, o PIB por pessoa em idade de trabalho decresceu 26,4%, isto é, em média, a cada queda de 1% do PIB a violência crescia mais do que 5% entre os anos 1980 e 1990”. - Dedutivo.</p><p>E.</p><p>“Estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento mostram que os custos da violência consumiram, apenas no setor saúde, 1,9% do PIB entre 1996 e 1997. Contudo, a vitimização letal se distribui de forma desigual: são, sobretudo, os jovens pobres e negros, do sexo masculino, entre 15 e 24 anos, que têm pago com a própria vida o preço da escalada da violência no Brasil.”. - Dedutivo.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo Koch (2014), a ordem dos argumentos é importante para a compreensão dos fatores e da lógica do texto. Podemos encontrar em KOCH, Ingedore. O texto e a construção dos sentidos.10. ed. São Paulo: Contexto, p.11- 37,2014.</p><p>A resposta correta é: “Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados, discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica. A violência no País há muito ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados recentes mostram o Brasil como um dos países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio.” - Dedutivo.</p><p>Questão 8</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto e responda ao que se pede.</p><p>TEXTO 3</p><p>JUDITH BUTLER ESCREVE SOBRE SUA TEORIA DE GÊNERO E O ATAQUE</p><p>SOFRIDO NO BRASIL (PARTE 1)</p><p>Em 1989, publiquei um livro intitulado "Gender Trouble" (lançado em português em</p><p>2003 como "Problemas de Gênero: Feminismo e Subversão da Identidade", Civilização</p><p>Brasileira), no qual propus uma descrição do caráter performativo do gênero. O que isso</p><p>significa</p><p>A cada um de nós é atribuído um gênero no nascimento, o que significa que somos</p><p>nomeados por nossos pais ou pelas instituições sociais de certas maneiras.</p><p>Às vezes, com a atribuição do gênero, um conjunto de expectativas é transmitido: esta</p><p>é uma menina, então ela vai, quando crescer, assumir um papel X de mulher na família e no</p><p>trabalho; este é um menino, então ele assumirá uma posição Y na sociedade como homem. No</p><p>entanto, muitas pessoas sofrem dificuldades com sua atribuição — são pessoas que não</p><p>querem atender a essas expectativas, e a percepção que têm de si próprias difere da atribuição</p><p>social que lhes foi dada.</p><p>A dúvida que surge com essa situação é a seguinte: em que medida jovens e adultos</p><p>são livres para construir o significado de sua atribuição de gênero</p><p>Algumas pessoas vivem em paz com o gênero que lhes foi atribuído, mas outras</p><p>sofrem quando são obrigadas a se conformar com normas sociais que anulam o senso mais</p><p>profundo de quem são e quem desejam ser. Para essas pessoas é uma necessidade urgente</p><p>criar as condições para uma vida possível de viver.</p><p>O livro negou a existência de uma diferença natural entre os sexos De maneira</p><p>nenhuma, embora destaque a existência de paradigmas científicos divergentes para determinar</p><p>as diferenças entre os sexos e observe que alguns corpos possuem atributos mistos que</p><p>dificultam sua classificação.</p><p>Também afirmei que a sexualidade humana assume formas diferentes e que não</p><p>devemos presumir que o fato de sabermos o gênero de uma pessoa nos dá qualquer pista sobre</p><p>sua orientação sexual. Um homem masculino pode ser heterossexual ou gay, e o mesmo</p><p>raciocínio se aplica a uma mulher masculina.</p><p>Nossas ideias de masculino e feminino variam de acordo com a cultura, e esses termos</p><p>não possuem significados fixos. Eles são dimensões culturais de nossas vidas que assumem</p><p>formas diferentes e renovadas no decorrer da história e, como atores históricos, nós temos</p><p>alguma liberdade para determinar esses significados.</p><p>Mas o objetivo dessa teoria era gerar mais liberdade e aceitação para a gama ampla de</p><p>identificações de gênero e desejos que constitui nossa complexidade como seres humanos.</p><p>Além disso, a liberdade de buscar uma expressão de gênero ou de viver como lésbica,</p><p>gay, bissexual, trans ou queer (essa lista não é exaustiva) só pode ser garantida em uma</p><p>sociedade que se recusa a aceitar a violência contra mulheres e pessoas trans, que se recusa a</p><p>aceitar a discriminação com base no gênero e que se recusa a transformar em doentes e aviltar</p><p>as pessoas que abraçaram essas categorias no intuito de viverem uma vida mais vivível, com</p><p>mais dignidade, alegria e liberdade.</p><p>JUDITH BUTLER, 61, referência nos estudos de gênero e teoria queer, é codiretora</p><p>do programa de teoria crítica da Universidade da Califórnia em Berkeley. Lança o livro</p><p>"Caminhos Divergentes: Judaicidade e Crítica do Sionismo" pela Boitempo.</p><p>FSP / Ilustríssima 19.11.2017</p><p>No texto, temos que:</p><p>I) A relação do enunciador com a realidade de que fala é de relato e de testemunha.</p><p>II) A relação do enunciador com o auditório é de crítica ao público-leitor do texto.</p><p>III) A relação do enunciador com o assunto em discussão é totalmente subjetiva.</p><p>Assinale a alternativa correta:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Somente a afirmativa II está correta.</p><p>B.</p><p>Somente as afirmativas I e II estão corretas.</p><p>C.</p><p>Somente as afirmativas II e III estão corretas.</p><p>D.</p><p>Somente a afirmativa III está correta.</p><p>E.</p><p>Somente a afirmativa I está correta.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>De acordo com Ribeiro e Souza (2018), a fala pode desenvolver mais credibilidade argumentação proposta. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: Somente a afirmativa I está correta.</p><p>Questão 9</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto a seguir.</p><p>Considerando seu conhecimento linguístico, assinale a alternativa que contém o sinônimo errado para cada um dos trechos abaixo.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>“foi possível ouvir poucas vozes dissonantes” (linha 05) - concordantes.</p><p>B.</p><p>“ou, pelo contrário, enaltecida como admirável vocação à intertextualidade” (linhas 24 e 25) - elogiada.</p><p>C.</p><p>“acusação mais infamante que um escritor pode receber” (linhas 02 e 03) - indecorosa.</p><p>D.</p><p>“O paladino mais aguerrido da cruzada a favor da justiça literária” (linhas 07 a 09) - militante.</p><p>E.</p><p>“tal característica pode ser estigmatizada como desdenhável propensão ao plágio” (linhas 22 e 23) - depreciativa.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo com Rocha e Silva (2017), é necessário entender o que foi escrito para que os interlocutores se relacionem na comunicação. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: “foi possível ouvir poucas vozes dissonantes” (linha 05) - concordantes.</p><p>Questão 10</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo:</p><p>Analise as afirmativas sobre partes do texto 2.</p><p>I___ "Merecidamente" (linha 04), "sem dúvida" (linha 09) e "obviamente" (linha 21) mostram que o autor do texto defende a posição do crítico Wilson Martins.</p><p>II___ No trecho "repetidos ataques com tons cada vez mais irreverentes" (linha 11), há a comprovação de que o autor do texto é partidário da ideia de que Chico Buarque plagiou obras em seu livro.</p><p>III___ O trecho "uma prática do plágio já consolidada na obra musical e teatral de Chico Buarque" (linhas 13 e 14) é uma menção a um fato consolidado e já aceito por todos em relação à obra de Chico Buarque.</p><p>Assinale a alternativa correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Apenas a afirmativa I está correta.</p><p>B.</p><p>As afirmativas I e III estão</p><p>corretas.</p><p>C.</p><p>A afirmativa II está correta.</p><p>D.</p><p>A afirmativa III é falsa.</p><p>E.</p><p>As afirmativas I, II e III são falsas.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Segundo Rocha e Silva (2017), é por intermédio dos textos que os sujeitos se comunicam, nesse sentido, os fenômenos devem ser contextualizados no interior da linguagem. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: As afirmativas I, II e III são falsas.</p><p>Questão 11</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>Estamos na sociedade da informação. Somos autênticos informívoros, necessitamos de</p><p>informação para sobreviver, como necessitamos de alimento, calor ou contato social. Nas</p><p>ciências da comunicação, considera-se que informação é tudo aquilo que reduz a incerteza de</p><p>um sistema. Nesse sentido, todos nós nos alimentamos de informação que nos permite NÃO</p><p>APENAS prever COMO TAMBÉM controlar os acontecimentos de nosso meio.</p><p>Previsão e controle são duas das funções fundamentais da aprendizagem, inclusive nos</p><p>organismos mais simples. Na vida social, a informação é ainda mais essencial PORQUE os</p><p>fenômenos que nos rodeiam são complexos e cambiantes e, PORTANTO, ainda mais</p><p>incertos do que os que afetam os outros seres vivos. A incerteza é ainda maior na sociedade</p><p>atual, como consequência da descentração do conhecimento e dos vertiginosos ritmos de</p><p>mudança em todos os setores da vida. Um traço característico de nossa cultura da</p><p>aprendizagem é que, EM VEZ DE ter de buscar ativamente a informação com que alimentar</p><p>nossa ânsia de previsão e controle, estamos sendo abarrotados, superalimentados de</p><p>informação, na maioria das vezes em formato fast food.</p><p>Sofremos uma certa obesidade informativa, consequência de uma dieta pouco</p><p>equilibrada.</p><p>Avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.</p><p>I) A falta de informação sobre os fenômenos que nos cercam pode gerar insegurança</p><p>PORQUE</p><p>II) não nos permite controlar a realidade que nos cerca.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>B.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>C.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>D.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.</p><p>E.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Com base em Ribeiro e Souza (2018), é necessário saber o motivo do que se escreve e em que lugar a temática quer chegar. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.</p><p>Questão 12</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto e responda ao que se pede.</p><p>TEXTO 2</p><p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso defendeu a</p><p>legalização, com regulação rígida pelo Estado, de todos os tipos de drogas no país. Ele</p><p>participou hoje (28) de seminário sobre descriminalização do uso de drogas, promovido pela</p><p>Fundação Fernando Henrique Cardoso, na capital paulista.</p><p>Para Barroso, a legalização das drogas quebraria o poder do tráfico nas comunidades</p><p>carentes e reduziria os casos de vítimas inocentes, que morrem por causa de bala perdida em</p><p>favelas e de jovens humildes cooptados pelo tráfico.</p><p>O ministro disse que o papel do Estado é desincentivar o consumo das drogas e</p><p>mostrar seus malefícios. "Não estamos defendendo as drogas, temos que enfrentar [o</p><p>problema]. A guerra às drogas fracassou no mundo inteiro, mas o consumo só aumenta."</p><p>Barroso concorda com a ideia de que a ilegalidade só assegura o monopólio do traficante.</p><p>Para Barroso, o consumo recreativo, em ambiente privado, não deve ser proibido.</p><p>"Cada um faz as suas escolhas de vida, e talvez este [consumo de drogas] não esteja entre os</p><p>maiores riscos", disse o ministro.</p><p>Ele disse que comportamentos que não causam danos a terceiros poderiam ser</p><p>liberados e que réus primários, com bons antecedentes, flagrados com drogas não deveriam</p><p>ser presos preventivamente e, sim, receber outros tipos de punição, como prestação de serviço</p><p>à comunidade. Em agosto de 2015, Barroso votou no STF pela inconstitucionalidade de uma</p><p>norma da Lei das Drogas (Lei 11.343) que criminaliza o porte para uso de drogas.</p><p>O STF julgará o Recurso Extraordinário 635.659, ajuizado por um ex-preso de</p><p>Diadema (SP), condenado a dois meses de prestação de serviços à comunidade por porte de</p><p>maconha. A droga foi encontrada na cela do detento. Relatado pelo ministro Gilmar Mendes,</p><p>o recurso deveria ter sido julgado em 2015, mas foi adiado. Se a maioria dos ministros da</p><p>Corte julgar o artigo da lei inconstitucional, o STF, na prática, estará descriminalizando o</p><p>porte de droga para consumo pessoal.</p><p>O ministro disse que seu objetivo é defender, no STF, a descriminalização apenas da</p><p>maconha como um primeiro passo, fazendo com que a decisão possa ser estendida para outras</p><p>drogas.</p><p>A argumentação de todo texto pertence a um ou mais eixos (demonstrativo ou retórico) e</p><p>se estrutura por uma ou mais operações argumentativas (dedução ou indução), que</p><p>tanto organizam a sequenciação e encadeamentos das ideias, quanto referenciam o</p><p>conteúdo da argumentação. Com base nisso, podemos dizer que o texto 2 apresenta:</p><p>I) Uma lógica argumentativa predominantemente retórica, pois o enunciador faz apelo a</p><p>argumentos da experiência para contrariar outras ideias.</p><p>II) Um eixo argumentativo demonstrativo, quando apresenta fatos que comprovam ser sua</p><p>alternativa a melhor para os problemas em questão.</p><p>III) Uma operação argumentativa dedutiva, pois parte de uma tese maior e a exemplifica com</p><p>fatos experienciados pelo relator.</p><p>IV) Uma operação argumentativa somente indutiva, porque induz o auditório a aceitar seu</p><p>ponto de vista justificando-o com fatos vivenciados pelo relator.</p><p>Assinale a alternativa correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>As afirmativas I e II estão corretas.</p><p>B.</p><p>As afirmativas II e IV estão corretas.</p><p>C.</p><p>As afirmativas II e III estão corretas.</p><p>D.</p><p>As afirmativas I e IV estão corretas.</p><p>E.</p><p>As afirmativas III e IV estão corretas.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo com Ribeiro e Souza (2018), identificar o gênero ajuda a compreender o contexto de comunicação. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: As afirmativas I e IV estão corretas.</p><p>Questão 13</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Observe os termos em destaque nos recortes abaixo e assinale que tipo de coesão</p><p>estabelecem.</p><p>O porquê do ódio a Chávez</p><p>"ELE cumpriu a promessa de governar para as maiorias e mostrou que a História não tinha</p><p>terminado. Por isso (não por SEUS erros) as oligarquias o detestam...</p><p>Hugo Chávez é, sem dúvida, o chefe de Estado mais difamado no mundo. [...] Um líder</p><p>político deve ser valorizado por seus atos, não por rumores veiculados contra ele. Os</p><p>candidatos fazem promessas para ser eleitos: poucos são AQUELES que, uma vez no poder,</p><p>cumprem tais promessas. Desde o início, a proposta eleitoral de Chávez foi muito clara:</p><p>trabalhar em benefício dos pobres, ou seja - naquele momento - a maioria dos venezuelanos.</p><p>E cumpriu SUA palavra."</p><p>Caros Amigos (online) 06 mar. 2013.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Trata-se na verdade de coerência.</p><p>B.</p><p>Coesão por conjunção.</p><p>C.</p><p>Coesão por elipse.</p><p>D.</p><p>Coesão por substituição gramatical, em que um termo</p>