Logo Passei Direto
Buscar

simulado 1, produção textual

Questão de interpretação com os poemas O Homem; As Viagens (Carlos Drummond de Andrade) e Da Eterna Procura (Mário Quintana); traz múltipla escolha sobre exploração e insatisfação humana e feedback que indica a resposta correta, com referência a Koch (2009).

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

(linhas 24 a 26), o autor está querendo dizer que: Escolha uma opção:

A. Os clientes têm a mente e sua saúde emocional em completo bem-estar.
B. A pousada não está atenta à prática do nadismo.
C. A pousada é uma clínica.
D. As pessoas são forçadas a procurar a pousada porque as empresas exigem.
E. A pousada oferece espaços para a prática do nadismo aos seus clientes.

A partir do texto 2, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas. I - A obra inaugural de Chico Buarque, segundo o autor do texto, não pode ser concebida como plágio PORQUE II - evidencia a capacidade admiradora do compositor de tecer referências e propor diálogos com intertextos, ainda que não tenham sido claramente marcados. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.

A. As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
B. A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
C. A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
D. As asserções I e II são proposições falsas.
E. As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

Os fragmentos abaixo constituem um texto, mas estão desordenados. Ordene-os de forma coesa e coerente e assinale a resposta correta. A) Na sede da entidade, a Receita recolheu para análise dezenas de notas fiscais, comprovantes de pagamentos e livros contábeis. Com base nos documentos, o órgão federal espera esclarecer a questão. O movimento financeiro durante os dez dias da festa é avaliado pelo Sebrae da cidade em R$ 278 milhões. B) Segundo sua análise, o evento reúne 1 milhão de pessoas, com uma média de R$ 278 gastos por frequentador. Desses R$ 278 milhões, a média de arrecadação é de 3%. Segundo informações obtidas pela Receita, metade desse percentual estaria sendo sonegado - ou seja, R$ 4,17 milhões. Além do clube, devem ser fiscalizados hotéis, restaurantes e a empresa que vende os anúncios da festa. C) A suspeita de sonegação surgiu porque o recolhimento dos tributos por parte de comerciantes e empresários da região, no período da festa, é o mesmo dos outros meses do ano. "Todo mundo diz que o faturamento dobra ou triplica no período da festa, mas o total arrecadado em impostos fica igual", diz o delegado da Receita. O primeiro alvo dos auditores na cidade foi o clube Os Independentes, instituição responsável pela organização da Festa do Peão de Boiadeiro. D) A Receita Federal de Franca está apurando a sonegação de impostos praticada pelas empresas e associações que atuam na Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos. Escolha uma opção:

A. A, B, C, D
B. B, C, D, A
C. D, C, A, B
D. C, A, B, D
E. D, B, C, A

Com base nisso, veja a charge abaixo e assinale a alternativa correta quanto às intenções e sentidos propostos com ela pelo chargista.

A. A intenção é mostrar que não existe corrupção no financiamento eleitoral de campanha.
B. O chargista quis mostrar que o financiamento de campanha é a chance oportuna de os cidadãos terem seus anseios atendidos.
C. A charge sugere que o financiamento eleitoral de campanha por empresários poderosos deixam os políticos reféns de anseios que não são os da população, mas de seus financiadores.
D. A charge destaca que o financiamento eleitoral de campanha só acontece sob autorização da população.
E. A intenção é mostrar que os fortes são fortes com os fracos, assim como são fracos com os fortes.

Dado o fato de que todo texto apresenta um ou mais tipos de enunciadores que estabelecem tendências enunciativas para a enunciação, pode-se dizer que: I - O Texto 3 é escrito em 1ª pessoa e apresenta momentos de interpelação PORQUE II - seu objetivo é dissuadir o auditório do texto das opiniões errôneas que se têm dela e de sua teoria. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.

A. A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
B. As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
C. A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
D. As asserções I e II são proposições falsas.
E. As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

Atualmente nos estudos da linguagem, a leitura é vista como:

A. Uma atividade que exige tão somente a participação do leitor.
B. Um processo de tradução de uma língua para a outra.
C. Uma captação das ideias do autor, sem levar em conta as experiências e os conhecimentos do leitor.
D. Centrada na tríade autor-texto-leitor, em que o texto deve ser decodificado, pois 'tudo está dito no dito'.
E. Uma atividade interativa em que autor-texto-leitor interagem na produção de sentidos.

Um dos muitos fatores responsáveis pela construção de sentidos de um texto, a inferência, é imprescindível para a construção e compreensão do texto e revela que este só existe na inter-relação entre produtor (que fornece pistas ou dicas textuais para a interpretação do receptor) e receptor do texto (que tenta apreender o que o produtor quis dizer a partir dos dados textuais presentes no texto). Com base em sua compreensão deste conceito, veja o quadrinho abaixo e assinale a alternativa correta.

A. As inferências não necessitam ser contextuais para compreender o quadrinho, uma vez que as informações estão claramente expressas nas palavras.
B. É preciso fazer uma inferência de base contextual para relacionar os produtos exibidos em cada quadrinho como sendo consequência da globalização e dos processos de industrialização, artificialização e virtualização de experiências naturais com a comida e os relacionamentos.

Leia as alternativas abaixo e assinale aquela que resume fielmente as ideias do texto.

A. Por fim, a literatura em toda sua inteireza e em seus vários tipos está sempre se valendo, de alguma forma, na intertextualidade, uma vez que não há um único livro que não fale de outros livros.
B. Toda a literatura de Chico Buarque revela um pendor para o plágio. Essa é uma afirmação comprovada pelo crítico Wilson Martins, que não encontrou ninguém que pudesse discordar de sua concepção.
C. Nenhum escritor, muito menos Chico Buarque, se importa de ser acusado de plágio, porque a intertextualidade permite.
D. Conquanto toda a literatura parece fundar-se desde sempre na intertextualidade, temos de concordar que todas as canções de Chico Buarque mostram um plágio patente.
E. Ainda que o crítico Wilson Martins insista em acusar Chico Buarque de praticar plágio, o que é notório na obra do cantor e compositor é sua capacidade incrível de tecer inúmeros diálogos entre textos, revelando um pendor magistral para o uso da intertextualidade.

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Questões resolvidas

(linhas 24 a 26), o autor está querendo dizer que: Escolha uma opção:

A. Os clientes têm a mente e sua saúde emocional em completo bem-estar.
B. A pousada não está atenta à prática do nadismo.
C. A pousada é uma clínica.
D. As pessoas são forçadas a procurar a pousada porque as empresas exigem.
E. A pousada oferece espaços para a prática do nadismo aos seus clientes.

A partir do texto 2, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas. I - A obra inaugural de Chico Buarque, segundo o autor do texto, não pode ser concebida como plágio PORQUE II - evidencia a capacidade admiradora do compositor de tecer referências e propor diálogos com intertextos, ainda que não tenham sido claramente marcados. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.

A. As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
B. A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
C. A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
D. As asserções I e II são proposições falsas.
E. As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

Os fragmentos abaixo constituem um texto, mas estão desordenados. Ordene-os de forma coesa e coerente e assinale a resposta correta. A) Na sede da entidade, a Receita recolheu para análise dezenas de notas fiscais, comprovantes de pagamentos e livros contábeis. Com base nos documentos, o órgão federal espera esclarecer a questão. O movimento financeiro durante os dez dias da festa é avaliado pelo Sebrae da cidade em R$ 278 milhões. B) Segundo sua análise, o evento reúne 1 milhão de pessoas, com uma média de R$ 278 gastos por frequentador. Desses R$ 278 milhões, a média de arrecadação é de 3%. Segundo informações obtidas pela Receita, metade desse percentual estaria sendo sonegado - ou seja, R$ 4,17 milhões. Além do clube, devem ser fiscalizados hotéis, restaurantes e a empresa que vende os anúncios da festa. C) A suspeita de sonegação surgiu porque o recolhimento dos tributos por parte de comerciantes e empresários da região, no período da festa, é o mesmo dos outros meses do ano. "Todo mundo diz que o faturamento dobra ou triplica no período da festa, mas o total arrecadado em impostos fica igual", diz o delegado da Receita. O primeiro alvo dos auditores na cidade foi o clube Os Independentes, instituição responsável pela organização da Festa do Peão de Boiadeiro. D) A Receita Federal de Franca está apurando a sonegação de impostos praticada pelas empresas e associações que atuam na Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos. Escolha uma opção:

A. A, B, C, D
B. B, C, D, A
C. D, C, A, B
D. C, A, B, D
E. D, B, C, A

Com base nisso, veja a charge abaixo e assinale a alternativa correta quanto às intenções e sentidos propostos com ela pelo chargista.

A. A intenção é mostrar que não existe corrupção no financiamento eleitoral de campanha.
B. O chargista quis mostrar que o financiamento de campanha é a chance oportuna de os cidadãos terem seus anseios atendidos.
C. A charge sugere que o financiamento eleitoral de campanha por empresários poderosos deixam os políticos reféns de anseios que não são os da população, mas de seus financiadores.
D. A charge destaca que o financiamento eleitoral de campanha só acontece sob autorização da população.
E. A intenção é mostrar que os fortes são fortes com os fracos, assim como são fracos com os fortes.

Dado o fato de que todo texto apresenta um ou mais tipos de enunciadores que estabelecem tendências enunciativas para a enunciação, pode-se dizer que: I - O Texto 3 é escrito em 1ª pessoa e apresenta momentos de interpelação PORQUE II - seu objetivo é dissuadir o auditório do texto das opiniões errôneas que se têm dela e de sua teoria. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.

A. A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
B. As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
C. A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
D. As asserções I e II são proposições falsas.
E. As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

Atualmente nos estudos da linguagem, a leitura é vista como:

A. Uma atividade que exige tão somente a participação do leitor.
B. Um processo de tradução de uma língua para a outra.
C. Uma captação das ideias do autor, sem levar em conta as experiências e os conhecimentos do leitor.
D. Centrada na tríade autor-texto-leitor, em que o texto deve ser decodificado, pois 'tudo está dito no dito'.
E. Uma atividade interativa em que autor-texto-leitor interagem na produção de sentidos.

Um dos muitos fatores responsáveis pela construção de sentidos de um texto, a inferência, é imprescindível para a construção e compreensão do texto e revela que este só existe na inter-relação entre produtor (que fornece pistas ou dicas textuais para a interpretação do receptor) e receptor do texto (que tenta apreender o que o produtor quis dizer a partir dos dados textuais presentes no texto). Com base em sua compreensão deste conceito, veja o quadrinho abaixo e assinale a alternativa correta.

A. As inferências não necessitam ser contextuais para compreender o quadrinho, uma vez que as informações estão claramente expressas nas palavras.
B. É preciso fazer uma inferência de base contextual para relacionar os produtos exibidos em cada quadrinho como sendo consequência da globalização e dos processos de industrialização, artificialização e virtualização de experiências naturais com a comida e os relacionamentos.

Leia as alternativas abaixo e assinale aquela que resume fielmente as ideias do texto.

A. Por fim, a literatura em toda sua inteireza e em seus vários tipos está sempre se valendo, de alguma forma, na intertextualidade, uma vez que não há um único livro que não fale de outros livros.
B. Toda a literatura de Chico Buarque revela um pendor para o plágio. Essa é uma afirmação comprovada pelo crítico Wilson Martins, que não encontrou ninguém que pudesse discordar de sua concepção.
C. Nenhum escritor, muito menos Chico Buarque, se importa de ser acusado de plágio, porque a intertextualidade permite.
D. Conquanto toda a literatura parece fundar-se desde sempre na intertextualidade, temos de concordar que todas as canções de Chico Buarque mostram um plágio patente.
E. Ainda que o crítico Wilson Martins insista em acusar Chico Buarque de praticar plágio, o que é notório na obra do cantor e compositor é sua capacidade incrível de tecer inúmeros diálogos entre textos, revelando um pendor magistral para o uso da intertextualidade.

Prévia do material em texto

<p>Parte superior do formulário</p><p>Leia os textos abaixo:</p><p>TEXTO 3</p><p>O HOMEM; AS VIAGENS</p><p>O homem, bicho da Terra tão pequeno</p><p>chateia-se na Terra</p><p>lugar de muita miséria e pouca diversão,</p><p>faz um foguete, uma cápsula, um módulo</p><p>toca para a Lua</p><p>desce cauteloso na Lua</p><p>pisa na Lua</p><p>planta bandeirola na Lua</p><p>experimenta a Lua</p><p>coloniza a Lua</p><p>civiliza a Lua</p><p>humaniza a Lua.</p><p>Lua humanizada: tão igual à Terra.</p><p>O homem chateia-se na Lua.</p><p>Vamos para Marte — ordena a suas máquinas.</p><p>Elas obedecem, o homem desce em Marte</p><p>pisa em Marte</p><p>experimenta</p><p>coloniza</p><p>civiliza</p><p>humaniza Marte com engenho e arte.</p><p>Marte humanizado, que lugar quadrado.</p><p>Vamos a outra parte</p><p>Claro — diz o engenho</p><p>sofisticado e dócil.</p><p>Vamos a Vênus.</p><p>O homem põe o pé em Vênus,</p><p>vê o visto — é isto</p><p>idem</p><p>idem</p><p>idem.</p><p>O homem funde a cuca se não for a Júpiter</p><p>proclamar justiça junto com injustiça</p><p>repetir a fossa</p><p>repetir o inquieto</p><p>repetitório.</p><p>Outros planetas restam para outras colônias.</p><p>O espaço todo vira Terra-a-terra.</p><p>O homem chega ao Sol ou dá uma volta</p><p>só para tever</p><p>Não-vê que ele inventa</p><p>roupa insiderável de viver no Sol.</p><p>Põe o pé e:</p><p>mas que chato é o Sol, falso touro</p><p>espanhol domado.</p><p>Restam outros sistemas fora</p><p>do solar a col-</p><p>Onizar.</p><p>Ao acabarem todos</p><p>só resta ao homem</p><p>(estará equipado )</p><p>a dificílima dangerosíssima viagem</p><p>de si a si mesmo:</p><p>pôr o pé no chão</p><p>do seu coração</p><p>experimentar</p><p>colonizar</p><p>civilizar</p><p>humanizar</p><p>o homem</p><p>descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas</p><p>a perene, insuspeitada alegria</p><p>de con-viver.</p><p>(ANDRADE, Carlos Drummond. As impurezas do branco. Posfácio Betina Bischof. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.)</p><p>TEXTO 4</p><p>DA ETERNA PROCURA</p><p>Só o desejo inquieto, que não passa,</p><p>Faz o encanto da coisa desejada...</p><p>E terminamos desdenhando a caça</p><p>Pela doida aventura da caçada.</p><p>(QUINTANA, Mario. Antologia poética. Porto Alegre: L&PM, 1997).</p><p>Com base na leitura do Texto 3, O HOMEM; AS VIAGENS, de Carlos Drummond de Andrade, e do Texto 5, DA ETERNA PROCURA, de Mario Quintana, é possível dizer que:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Drummond enaltece a capacidade transformadora do homem de explorar e anexar outros planetas.</p><p>B.</p><p>Quintana destaca a importância de prendermos nossa caça.</p><p>C.</p><p>Drummond destaca não só o interesse humano de explorar, mas também uma profunda insatisfação consigo próprio, que lhe impede de aprender a conviver consigo e com seus semelhantes.</p><p>D.</p><p>Quintana mostra como o homem, em função do desejo, é capaz de enlouquecer.</p><p>E.</p><p>Em ambos os poemas, o homem assume um papel desolador devido a seus desejos.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Com base em Koch( 2009), é necessário identificar a presença  de outros textos a partir da leitura e compreensão do sentido. Podemos encontrar em KOCH, I. G. V. Introdução à linguística textual: trajetória e grandes temas. São Paulo: Martins Fontes, v.1, p.92-146, 2009.</p><p>A resposta correta é: Drummond destaca não só o interesse humano de explorar, mas também uma profunda insatisfação consigo próprio, que lhe impede de aprender a conviver consigo e com seus semelhantes.</p><p>Questão 2</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia os textos a seguir:</p><p>TEXTO 3</p><p>O HOMEM; AS VIAGENS</p><p>O homem, bicho da Terra tão pequeno</p><p>chateia-se na Terra</p><p>lugar de muita miséria e pouca diversão,</p><p>faz um foguete, uma cápsula, um módulo</p><p>toca para a Lua</p><p>desce cauteloso na Lua</p><p>pisa na Lua</p><p>planta bandeirola na Lua</p><p>experimenta a Lua</p><p>coloniza a Lua</p><p>civiliza a Lua</p><p>humaniza a Lua.</p><p>Lua humanizada: tão igual à Terra.</p><p>O homem chateia-se na Lua.</p><p>Vamos para Marte — ordena a suas máquinas.</p><p>Elas obedecem, o homem desce em Marte</p><p>pisa em Marte</p><p>experimenta</p><p>coloniza</p><p>civiliza</p><p>humaniza Marte com engenho e arte.</p><p>Marte humanizado, que lugar quadrado.</p><p>Vamos a outra parte</p><p>Claro — diz o engenho</p><p>sofisticado e dócil.</p><p>Vamos a Vênus.</p><p>O homem põe o pé em Vênus,</p><p>vê o visto — é isto</p><p>idem</p><p>idem</p><p>idem.</p><p>O homem funde a cuca se não for a Júpiter</p><p>proclamar justiça junto com injustiça</p><p>repetir a fossa</p><p>repetir o inquieto</p><p>repetitório.</p><p>Outros planetas restam para outras colônias.</p><p>O espaço todo vira Terra-a-terra.</p><p>O homem chega ao Sol ou dá uma volta</p><p>só para tever</p><p>Não-vê que ele inventa</p><p>roupa insiderável de viver no Sol.</p><p>Põe o pé e:</p><p>mas que chato é o Sol, falso touro</p><p>espanhol domado.</p><p>Restam outros sistemas fora</p><p>do solar a col-</p><p>Onizar.</p><p>Ao acabarem todos</p><p>só resta ao homem</p><p>(estará equipado )</p><p>a dificílima dangerosíssima viagem</p><p>de si a si mesmo:</p><p>pôr o pé no chão</p><p>do seu coração</p><p>experimentar</p><p>colonizar</p><p>civilizar</p><p>humanizar</p><p>o homem</p><p>descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas</p><p>a perene, insuspeitada alegria</p><p>de con-viver.</p><p>(ANDRADE, Carlos Drummond. As impurezas do branco. Posfácio Betina Bischof. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.)</p><p>TEXTO 4</p><p>DA ETERNA PROCURA</p><p>Só o desejo inquieto, que não passa,</p><p>Faz o encanto da coisa desejada...</p><p>E terminamos desdenhando a caça</p><p>Pela doida aventura da caçada.</p><p>(QUINTANA, Mario. Antologia poética. Porto Alegre: L&PM, 1997).</p><p>Com base na leitura do Texto 3, O HOMEM; AS VIAGENS, de Carlos Drummond de Andrade, e do Texto 5, DA ETERNA PROCURA, de Mario Quintana, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.</p><p>I - Os poemas, uma vez sendo lidos em comparação um ao outro, podem ser entendidos como casos de intertextualidade</p><p>PORQUE</p><p>II - um menciona o outro de forma indireta, o que mostra que um poeta usou o outro como referência.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.</p><p>B.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>C.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>D.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.</p><p>E.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>De acordo com Koch (2009), quando identificamos a aspectos de outros textos em um gênero de produção escrita temos o que chamamos de informação implícita. Podemos encontrar em KOCH, I. G. V. Introdução à linguística textual: trajetória e grandes temas. São Paulo: Martins Fontes, v.1, p.92-146, 2009.</p><p>A resposta correta é: As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>Questão 3</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Observe o anúncio a seguir.</p><p>O anúncio publicitário acima se utiliza de um fator extralinguístico de textualidade que,</p><p>em vez de prejudicar, auxilia na construção dos sentidos do texto. Assinale abaixo a</p><p>alternativa que indica o fator extralinguístico.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Intencionalidade.</p><p>B.</p><p>Coerência.</p><p>C.</p><p>Aceitabilidade.</p><p>D.</p><p>Referenciação.</p><p>E.</p><p>Coesão.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Segundo Koch (2014), todo texto objetiva comunicar algo a alguém que vai também interagir com aquele que começa a comunicação acerca de uma mensagem que surge antes do texto ser produzido. Podemos encontrar em KOCH, Ingedore. O texto e a construção dos sentidos.10. ed. São Paulo: Contexto, p.11-37, 2014.</p><p>A resposta correta é: Intencionalidade.</p><p>Questão 4</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Texto 02 - A prática de não fazer nada</p><p>(Adaptado de: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/. Acesso em: 2 abr. 2018).</p><p>No texto 2, ao dizer que "a preocupação do bem-estar mental e emocional leva os</p><p>clientes até a pousada" (linhas 24 a 26), o autor está querendo dizer que:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Os clientes têm a mente e sua saúde emocional em completo bem-estar.</p><p>B.</p><p>A pousada não está atenta à prática do nadismo.</p><p>C.</p><p>A pousada é uma clínica.</p><p>D.</p><p>As pessoas são forçadas a procurar a pousada porque as empresas exigem.</p><p>E.</p><p>A pousada oferece espaços para a prática do nadismo aos seus clientes.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo com Cantalice e Oliveira (2009), “O texto ainda apresenta duas estratégias de leitura: a cognitiva e a metacognitiva. A estratégia cognitiva pode ser caracterizada como formas de decodificação dos símbolos acerca da linguagem constituindo a construção de significado”. Podemos encontrar</p><p>é substituído por outro de categoria gramatical equivalente.</p><p>E.</p><p>Trata-se de uma coesão do tipo substituição lexical, com caráter referenciador, em que um termo se refere ao outro procedendo a um processo de referenciação e construção de sentidos.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Com base em Rocha e Silva (2017),  Hasan diz que inserir uma palavra no lugar da outra dentro de um texto é uma maneira de construção textual deixa mais claro a comunicação do texto. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: Coesão por substituição gramatical, em que um termo é substituído por outro de categoria gramatical equivalente.</p><p>Questão 14</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia a seguir:</p><p>TEXTO 2</p><p>A prática de fazer nada</p><p>(Adaptado de: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/. Acesso em: 2 abr. 2018).</p><p>Analise as afirmativas abaixo e assinale a opção correta:</p><p>I___ A expressão "do lugar" (linha 21) tem o mesmo referente da expressão "o local" (linha 19).</p><p>II___ A expressão "a pausa" (linha 13) pode ser correlata ao assunto principal do texto, o</p><p>nadismo e a prática de fazer nada.</p><p>III___ O nadismo só se aplica a ficar "contemplando a vista lá fora" (linha 41).</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>I, apenas.</p><p>B.</p><p>II e III, apenas.</p><p>C.</p><p>II, apenas.</p><p>D.</p><p>I e II, apenas.</p><p>E.</p><p>I, II e III.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Com base em Cantalice e Oliveira (2009), “ os alunos compreenderem um texto e usam estratégias de leitura, necessitam conhecer quais estratégias podem usar, como, quando, onde e por que usá-las.” Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: I e II, apenas.</p><p>Questão 15</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto a seguir.</p><p>TEXTO 2</p><p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso defendeu a</p><p>legalização, com regulação rígida pelo Estado, de todos os tipos de drogas no país. Ele</p><p>participou hoje (28) de seminário sobre descriminalização do uso de drogas, promovido pela</p><p>Fundação Fernando Henrique Cardoso, na capital paulista.</p><p>Para Barroso, a legalização das drogas quebraria o poder do tráfico nas comunidades</p><p>carentes e reduziria os casos de vítimas inocentes, que morrem por causa de bala perdida em</p><p>favelas e de jovens humildes cooptados pelo tráfico.</p><p>O ministro disse que o papel do Estado é desincentivar o consumo das drogas e</p><p>mostrar seus malefícios. "Não estamos defendendo as drogas, temos que enfrentar [o</p><p>problema]. A guerra às drogas fracassou no mundo inteiro, mas o consumo só aumenta."</p><p>Barroso concorda com a ideia de que a ilegalidade só assegura o monopólio do traficante.</p><p>Para Barroso, o consumo recreativo, em ambiente privado, não deve ser proibido.</p><p>"Cada um faz as suas escolhas de vida, e talvez este [consumo de drogas] não esteja entre os</p><p>maiores riscos", disse o ministro.</p><p>Ele disse que comportamentos que não causam danos a terceiros poderiam ser</p><p>liberados e que réus primários, com bons antecedentes, flagrados com drogas não deveriam</p><p>ser presos preventivamente e, sim, receber outros tipos de punição, como prestação de serviço</p><p>à comunidade. Em agosto de 2015, Barroso votou no STF pela inconstitucionalidade de uma</p><p>norma da Lei das Drogas (Lei 11.343) que criminaliza o porte para uso de drogas.</p><p>O STF julgará o Recurso Extraordinário 635.659, ajuizado por um ex-preso de</p><p>Diadema (SP), condenado a dois meses de prestação de serviços à comunidade por porte de</p><p>maconha. A droga foi encontrada na cela do detento. Relatado pelo ministro Gilmar Mendes,</p><p>o recurso deveria ter sido julgado em 2015, mas foi adiado. Se a maioria dos ministros da</p><p>Corte julgar o artigo da lei inconstitucional, o STF, na prática, estará descriminalizando o</p><p>porte de droga para consumo pessoal.</p><p>O ministro disse que seu objetivo é defender, no STF, a descriminalização apenas da</p><p>maconha como um primeiro passo, fazendo com que a decisão possa ser estendida para outras</p><p>drogas.</p><p>Analise as asserções abaixo e responda ao que se pede em seguida.</p><p>I) Das informações do texto acima, podem ser retiradas informações que permitiriam formular</p><p>uma tese por Culpabilidade</p><p>PORQUE</p><p>II) no texto há indicações claras de que fatores são responsáveis pelo consumo de drogas no</p><p>Brasil.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>B.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>C.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.</p><p>D.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.</p><p>E.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Segundo Ribeiro e Souza (2018), conhecer os processos de argumentação desenvolve o melhoramento na expressão dos comunicadores. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>Questão 16</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Observe o quadrinho.</p><p>Nos quadrinhos acima, encontramos as conversas entre os dois meninos que refletem sobre sua condição no mundo. A partir da leitura, é possível inferir que:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>A palavra “lixão” está em sentido figurado no primeiro quadrinho.</p><p>B.</p><p>A pergunta do segundo quadrinho pode ser compreendida sem o recurso do desenho distanciado dos personagens.</p><p>C.</p><p>Pode-se perceber pelas perguntas e pelo desenho que ambos os personagens são moradores de um lixão.</p><p>D.</p><p>A resposta à pergunta do primeiro quadrinho é de que o próprio mundo, em algum sentido, é um “lixão”.</p><p>E.</p><p>A palavra “lixão” está em sentido literal no segundo quadrinho.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Santos (2016) pontua que a intertextualidade é observada, primeiramente, a partir do gênero textual que se molda a sua comunicação. Podemos encontrar em SANTOS, J. E. de S. As intertextualidades explícita e implícita no discurso político. Ao pé da Letra. (UFPE. Online), v. 18. 2. p. 119-137, 2016.</p><p>A resposta correta é: A resposta à pergunta do primeiro quadrinho é de que o próprio mundo, em algum sentido, é um “lixão”.</p><p>Questão 17</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Observe os termos em destaque nos recortes abaixo e assinale que tipo de coesão</p><p>estabelecem.</p><p>"Comemora-se este ano o sesquicentenário de Machado de Assis. As comemorações devem</p><p>ser discretas para que dignas de NOSSO MAIOR ESCRITOR. Seria ofensa à memória do</p><p>MESTRE qualquer comemoração que destoasse da sobriedade e do recato que ele imprimiu a</p><p>sua vida, já que o BRUXO DE COSME VELHO continua vivo entre nós".</p><p>Folha de São Paulo, 4 fev. 1989.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Coesão por conjunção.</p><p>B.</p><p>Trata-se de uma coesão do tipo substituição lexical, com caráter referenciador, em que um termo se refere ao outro procedendo a um processo de referenciação e construção de sentidos.</p><p>C.</p><p>Coesão por substituição gramatical, em que um termo é substituído por outro de categoria gramatical equivalente.</p><p>D.</p><p>Coesão por elipse.</p><p>E.</p><p>Trata-se na verdade de coerência.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Rocha e Silva (2017), a reiteração de itens no texto são necessários para a clareza do texto. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: Trata-se de uma coesão do tipo substituição lexical, com caráter referenciador, em que um termo se refere ao outro procedendo a um processo de referenciação e construção de sentidos.</p><p>Questão 18</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>TEXTO 1</p><p>Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados,</p><p>discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica. A violência no País há muito</p><p>ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados recentes mostram o Brasil como um dos</p><p>países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio.</p><p>Em 1980, tínhamos uma média de, aproximadamente, doze homicídios por cem mil</p><p>habitantes. Lamentavelmente, nas duas décadas seguintes, o grau de violência intencional</p><p>aumentou, chegando a mais do que o dobro do índice verificado em 1980 - 121,6% -, ou seja,</p><p>ao final dos anos 90 foi superado o patamar de 25 homicídios por cem mil habitantes.</p><p>Simultaneamente, o PIB por pessoa em idade de trabalho decresceu 26,4%, isto é, em média,</p><p>a cada queda de 1% do PIB a violência crescia mais do que 5% entre os anos 1980 e 1990.</p><p>Estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento mostram que os custos da</p><p>violência consumiram, apenas no setor saúde, 1,9% do PIB entre 1996 e 1997. Contudo, a</p><p>vitimização letal se distribui de forma desigual: são, sobretudo, os jovens negros, do sexo</p><p>masculino, entre 15 e 24 anos, que têm pago com a própria vida o preço da escalada da</p><p>violência no Brasil, sobretudo em função de sua cor e da pobreza a que estão cronicamente</p><p>submetidos.</p><p>Assinale a alternativa que indica corretamente a tese central do texto, considerando que</p><p>se trata de um texto argumentativo.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>“Simultaneamente, o PIB por pessoa em idade de trabalho decresceu 26,4%”.</p><p>B.</p><p>“Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados, discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica”.</p><p>C.</p><p>“A violência no País há muito ultrapassou todos os limites”.</p><p>D.</p><p>“O grau de violência intencional aumentou”.</p><p>E.</p><p>“Os custos da violência consumiram, apenas no setor saúde, 1,9% do PIB entre 1996 e 1997”.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Com base em Ribeiro e Souza (2018), é o entendimento da argumentação que se faz o aprofundamento da exposição dos argumentos que defendem a tese. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação</p><p>A resposta correta é: “Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados, discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica”.</p><p>Questão 19</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>O conceito de leitura como interação entre autor-texto-leitor traz o benefício de</p><p>entendermos a rede complexa de ativação de conhecimentos e de informações que</p><p>escapam do nível textual/linguístico e que fazem o texto ter sentido. Com base nisso, leia</p><p>a charge abaixo e assinale a alternativa correta:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>O entrevistador não participa da construção de sentidos do texto.</p><p>B.</p><p>A charge só adquire tom de humor quando se reconhecem os intertextos e as referências a outras situações textuais.</p><p>C.</p><p>O sentido da charge está estritamente ligado às palavras veiculadas na imagem.</p><p>D.</p><p>A figura do personagem interpelado poderia ser suprimida, pois não haveria problema na interpretação e no reconhecimento dos intertextos.</p><p>E.</p><p>Para compreender a charge, não é importante saber quem são os personagens envolvidos ou a que eles se referem.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>De acordo com Cantalice e Oliveira (2009), entender o texto é desenvolver várias habilidades além daquilo que está escrito no texto, pois vários são os fatores que levam o leitor a interagir com as ideias veiculadas no texto. Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: A charge só adquire tom de humor quando se reconhecem os intertextos e as referências a outras situações textuais.</p><p>Questão 20</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia atentamente o texto a seguir:</p><p>"Para a filosofia pragmatista norte-americana, a posse da verdade, longe de ser um fim em si,</p><p>é apenas um meio preliminar para outras satisfações vitais. Se eu estou perdido na floresta e</p><p>com fome, e se eu encontrar o que parece ser uma estrada de bois, é de extrema importância</p><p>que eu pense haver uma habitação humana no final do mesmo, pois, se eu pensar assim e</p><p>seguir o caminho, eu me salvarei. O verdadeiro pensamento é útil aqui, porque a casa que é o</p><p>seu objetivo é útil. O valor prático das verdadeiras ideias é, portanto, derivado principalmente</p><p>da importância prática de seus objetivos para nós".</p><p>Com base no texto, podemos dizer que, para a filosofia pragmatista norte-americana, a</p><p>posse da verdade:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>É derivada de nossa satisfação e vinculada ao que for melhor para nós acreditarmos.</p><p>B.</p><p>É um bem coletivo.</p><p>C.</p><p>Não advém da prática, mas sim de uma compreensão metafísica das coisas.</p><p>D.</p><p>Está somente no mundo e dele deve ser decifrada.</p><p>E.</p><p>É o outro lado da moeda da falsidade.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo com Cantalice e Oliveira (2009) “A leitura e sua compreensão é considerada uma habilidade dinâmica que envolve criatividade, flexibilidade, ritmo e fluência. Quando um leitor exibe esses comportamentos, certamente demonstrará uma maior capacidade de fazer críticas e criar analogias com outras informações lidas. ” Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: É derivada de nossa satisfação e vinculada ao que for melhor para nós acreditarmos.</p><p>Parte inferior do formulário</p><p>Terminar revisão</p><p>Parte superior do formulário</p><p>prática de não fazer nada</p><p>(Adaptado de: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/. Acesso em: 2 abr. 2018).</p><p>Analise as afirmativas sobre o texto 2, preenchendo os parênteses com V (verdadeiro) ou</p><p>F (falso).</p><p>( ) O texto discute a prática do nadismo sem usar falas das pessoas.</p><p>( ) A prática do nadismo será incorporada pelas empresas em todo o Brasil.</p><p>( ) O texto mostra que, apesar de muitas pessoas resistirem de início à prática do nadismo,</p><p>elas acabam por perceber que isso é importante para sua própria saúde.</p><p>( ) Ter usado depoimentos deu ao texto uma demonstração verídica de que o nadismo tem</p><p>benefícios.</p><p>A opção correta é:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>F - V - V - F</p><p>B.</p><p>V - F - F - V</p><p>C.</p><p>V - F - V - V</p><p>D.</p><p>F - F - V - V</p><p>E.</p><p>V - V - F - F</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>De acordo com Cantalice e Oliveira (2009), “A leitura é um processo cada vez mais presente no dia a dia do ser humano, possibilitando uma melhor inserção social. ” Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: F - F - V - V</p><p>Questão 2</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo e responda ao enunciado:</p><p>"Em nossa escola, havia um supervisor de turmas, chamado Daniel Silveira, que não aliviava</p><p>quando se tratava de reprimir nossas travessuras. Quase sempre, ele vinha atrapalhar nossas</p><p>brincadeiras no intervalo das aulas e levar um de nós para a sala da Direção, com a desculpa</p><p>de</p><p>estarmos sempre a ‘incomodar a ordem do estabelecimento". Hoje não foi diferente. Mal</p><p>tínhamos começado a correr, veio Daniel e pegou o nosso amigo Juninho correndo no pátio da</p><p>escola".</p><p>O texto acima apresenta um problema de intencionalidade, pois uma frase está ambígua</p><p>e impede de sabermos qual o sentido real e verdadeiro da frase. Identifique abaixo a</p><p>frase, assinalando a alternativa correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>“veio Daniel e pegou o nosso amigo Juninho correndo no pátio da escola”.</p><p>B.</p><p>“Em nossa escola, havia um supervisor de turmas, chamado Daniel Silveira, que não aliviava quando se tratava de reprimir nossas travessuras”.</p><p>C.</p><p>“Quase sempre, ele vinha atrapalhar nossas brincadeiras no intervalo das aulas”.</p><p>D.</p><p>“Hoje não foi diferente”.</p><p>E.</p><p>“levar um de nós para a sala da Direção, com a desculpa de estarmos sempre a ‘incomodar a ordem do estabelecimento’”.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo com Rocha e Silva (2017), os processos de argumentação são conduzidos na intencionalidade. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: “veio Daniel e pegou o nosso amigo Juninho correndo no pátio da escola”.</p><p>Questão 3</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo para responder a questão.</p><p>TEXTO 2</p><p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso defendeu a</p><p>legalização, com regulação rígida pelo Estado, de todos os tipos de drogas no país. Ele</p><p>participou hoje (28) de seminário sobre descriminalização do uso de drogas, promovido pela</p><p>Fundação Fernando Henrique Cardoso, na capital paulista.</p><p>Para Barroso, a legalização das drogas quebraria o poder do tráfico nas comunidades</p><p>carentes e reduziria os casos de vítimas inocentes, que morrem por causa de bala perdida em</p><p>favelas e de jovens humildes cooptados pelo tráfico.</p><p>O ministro disse que o papel do Estado é desincentivar o consumo das drogas e</p><p>mostrar seus malefícios. "Não estamos defendendo as drogas, temos que enfrentar [o</p><p>problema]. A guerra às drogas fracassou no mundo inteiro, mas o consumo só aumenta."</p><p>Barroso concorda com a ideia de que a ilegalidade só assegura o monopólio do traficante.</p><p>Para Barroso, o consumo recreativo, em ambiente privado, não deve ser proibido.</p><p>"Cada um faz as suas escolhas de vida, e talvez este [consumo de drogas] não esteja entre os</p><p>maiores riscos", disse o ministro.</p><p>Ele disse que comportamentos que não causam danos a terceiros poderiam ser</p><p>liberados e que réus primários, com bons antecedentes, flagrados com drogas não deveriam</p><p>ser presos preventivamente e, sim, receber outros tipos de punição, como prestação de serviço</p><p>à comunidade. Em agosto de 2015, Barroso votou no STF pela inconstitucionalidade de uma</p><p>norma da Lei das Drogas (Lei 11.343) que criminaliza o porte para uso de drogas.</p><p>O STF julgará o Recurso Extraordinário 635.659, ajuizado por um ex-preso de</p><p>Diadema (SP), condenado a dois meses de prestação de serviços à comunidade por porte de</p><p>maconha. A droga foi encontrada na cela do detento. Relatado pelo ministro Gilmar Mendes,</p><p>o recurso deveria ter sido julgado em 2015, mas foi adiado. Se a maioria dos ministros da</p><p>Corte julgar o artigo da lei inconstitucional, o STF, na prática, estará descriminalizando o</p><p>porte de droga para consumo pessoal.</p><p>O ministro disse que seu objetivo é defender, no STF, a descriminalização apenas da</p><p>maconha como um primeiro passo, fazendo com que a decisão possa ser estendida para outras</p><p>drogas.</p><p>Considerando as relações que o enunciador estabelece com os elementos da enunciação,</p><p>podemos afirmar que:</p><p>I) A relação com o assunto sobre o qual o enunciador escreve é de objetividade, pois ele</p><p>discursa utilizando argumentos factuais, com base em algo que pode ser comprovado.</p><p>II) A relação com a realidade sobre a qual o enunciador escreve é de relato, já que ele</p><p>argumenta se valendo de fatos vivenciados em sua vida por ele mesmo.</p><p>III) A relação com o auditório a quem o enunciador se dirige é de sugestão, posto que ele</p><p>apresenta ponto de vista alternativo ao que se propaga habitualmente.</p><p>Assinale a alternativa correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Somente as afirmativas I e II estão corretas.</p><p>B.</p><p>Somente a afirmativa I está correta.</p><p>C.</p><p>Somente as afirmativas II e III estão corretas.</p><p>D.</p><p>Todas as afirmativas estão corretas.</p><p>E.</p><p>Somente as afirmativas I e III estão corretas.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Segundo Ribeiro e Souza (2018), na produção de um gênero existe o enunciador e o enunciatário, do qual o primeiro é aquele que produz e começa a comunicação e o segundo que recebe e retorna a comunicação. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: Somente as afirmativas I e II estão corretas.</p><p>Questão 4</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Os sentidos de um texto nascem de um processo complexo de interação entre autor-</p><p>texto-leitor, como efeito de uma negociação entre os sentidos propostos e os sentidos</p><p>apreendidos em situações de leitura e interpretação. Com base nisso, é possível</p><p>compreender o quadrinho abaixo relacionando com um conjunto de outras experiências</p><p>textuais. Assim, assinale a alternativa que descreve os propostos e possíveis de apreender</p><p>neste quadrinho.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Ao propor querer tirar o deputado dessa vida, a prostituta estaria se referindo ao casamento do deputado.</p><p>B.</p><p>O autor do quadrinho chama a atenção para uma transformação de valores relacionados à atualidade, ao destacar que, diferentemente de antes ou dos textos, filmes, novelas de antigamente, o deputado representa uma figura moral e eticamente mais reprovável do que uma prostituta, o que mostra que ela estaria em condições de propor uma vida mais honesta do que a que o deputado leva de corrupção.</p><p>C.</p><p>A prostituição e a corrupção são equiparáveis no quadrinho, sendo a corrupção melhor do que a prostituição.</p><p>D.</p><p>O deputado estaria apaixonado pela prostituta, o que revela a intimidade com que ela propõe a ajuda.</p><p>E.</p><p>O quadrinho simplesmente mostra os problemas do alcoolismo.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Florêncio (2009) diz que o texto é muito mais que a simples soma das frases. FLORÊNCIO, Ana Maria Gama et al. Análise do Discurso: Fundamentos e Prática. Maceió: Edufal, 2009.</p><p>A resposta correta é: O autor do quadrinho chama a atenção para uma transformação de valores relacionados à atualidade, ao destacar que, diferentemente de antes ou dos textos, filmes, novelas de antigamente, o deputado representa uma figura moral e eticamente mais reprovável do que uma prostituta, o que mostra que ela estaria em condições de propor uma vida mais honesta do que a que o deputado leva de corrupção.</p><p>Questão 5</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo:</p><p>(Adaptado de: http://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/conheca-deboismo-nova-filosofia-de-boas-da-internet-</p><p>17392121 . Acesso em: 2 abr. 2018).</p><p>Analise as afirmativas abaixo e assinale a opção correta:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Existe uma contradição irreconciliável em dizer que o movimento é apartidário, mas político (linhas 09 e 10).</p><p>B.</p><p>O deboísta não pode discordar de ninguém.</p><p>C.</p><p>Ao dizer que o movimento é apartidário, mas político (linhas 09 e 10), o criador do Deboísmo quis defender uma postura coletiva, sem querer associar isso a questões partidárias.</p><p>D.</p><p>O deboísta, sendo aquele “que escolhe o lutar em vez de brigar” (linha 08), precisa ser lutador.</p><p>E.</p><p>O deboísmo é o mesmo que ficar com preguiça de fazer as coisas.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Com base em Cantalice e Oliveira (2009), a leitura “ envolve a capacidade sensorial, percepção, aprendizagem, motivação, pensamento, memória, dentre outros.”Com</p><p>isso o leitor necessita fazer deduções lógicas a partir das ideias do texto. Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: Ao dizer que o movimento é apartidário, mas político (linhas 09 e 10), o criador do Deboísmo quis defender uma postura coletiva, sem querer associar isso a questões partidárias.</p><p>Questão 6</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Constata-se que o processo de leitura e interpretação de um texto pressupõe a</p><p>compreensão do que são texto, ator social e sentidos, como uma forma de evitarmos a</p><p>ideia de que o uso da linguagem se faz apenas com o objetivo de passar ou comunicar</p><p>informações. Com base nessas discussões e nos textos, assinale a alternativa abaixo que</p><p>melhor caracteriza a relação entre Texto, Ator Social e Sentidos em uma concepção</p><p>crítica de leitura.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>O texto não pode ser pensado como desvinculado dos sentidos, uma vez que os sentidos estão ligados tão somente às palavras presentes no texto.</p><p>B.</p><p>Pensar sentido e texto é pensar em uma dimensão independente da dimensão dos atores sociais.</p><p>C.</p><p>Os atores sociais, uma vez sendo concebidos como sujeitos ativos em sociedade, como sujeitos da história, ao mesmo tempo em que são responsáveis pela manutenção e transformação da sociedade, podem ser compreendidos a partir dos textos que produzem como fruto de suas interações, o que nos permite entender os sentidos de um texto tanto como uma proposta de significação deles, quanto o produto de uma negociação entre os atores interlocutores.</p><p>D.</p><p>Os sentidos de um texto estão situados na cabeça do ator produtor do texto, não importando o papel do leitor e interlocutor.</p><p>E.</p><p>O texto funciona muito mais em função dos atores sociais que o produzem do que das palavras usadas.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Segundo Ribeiro e Sousa (2018), parti dos autores sociais as capacidades de entendimento dos processos de compreensão comunicativos do texto da maneira que se escreve e se estrutura o texto. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: Os atores sociais, uma vez sendo concebidos como sujeitos ativos em sociedade, como sujeitos da história, ao mesmo tempo em que são responsáveis pela manutenção e transformação da sociedade, podem ser compreendidos a partir dos textos que produzem como fruto de suas interações, o que nos permite entender os sentidos de um texto tanto como uma proposta de significação deles, quanto o produto de uma negociação entre os atores interlocutores.</p><p>Questão 7</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto a seguir.</p><p>TEXTO 1</p><p>Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados,</p><p>discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica. A violência no País há muito</p><p>ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados recentes mostram o Brasil como um dos</p><p>países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio.</p><p>Em 1980, tínhamos uma média de, aproximadamente, doze homicídios por cem mil</p><p>habitantes. Lamentavelmente, nas duas décadas seguintes, o grau de violência intencional</p><p>aumentou, chegando a mais do que o dobro do índice verificado em 1980 - 121,6% -, ou seja,</p><p>ao final dos anos 90 foi superado o patamar de 25 homicídios por cem mil habitantes.</p><p>Simultaneamente, o PIB por pessoa em idade de trabalho decresceu 26,4%, isto é, em média,</p><p>a cada queda de 1% do PIB a violência crescia mais do que 5% entre os anos 1980 e 1990.</p><p>Estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento mostram que os custos da</p><p>violência consumiram, apenas no setor saúde, 1,9% do PIB entre 1996 e 1997. Contudo, a</p><p>vitimização letal se distribui de forma desigual: são, sobretudo, os jovens negros, do sexo</p><p>masculino, entre 15 e 24 anos, que têm pago com a própria vida o preço da escalada da</p><p>violência no Brasil, sobretudo em função de sua cor e da pobreza a que estão cronicamente</p><p>submetidos.</p><p>Ao longo do texto, é usada uma operação de construção de argumentos que podemos</p><p>chamar ou de dedutivo (quando parte de uma tese geral e vai desenvolvendo-a), ou de</p><p>indutivo (quando parte de afirmações e premissas até chegar a uma conclusão). Com</p><p>base nessas informações, indique abaixo a alternativa em que há uma correspondência</p><p>correta entre trecho do texto e operação argumentativa:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>“Lamentavelmente, nas duas décadas seguintes, o grau de violência intencional aumentou, chegando a mais do que o dobro do índice verificado em 1980 - 121,6% -, ou seja, ao final dos anos 90 foi superado o patamar de 25 homicídios por cem mil habitantes”. - Dedutivo.</p><p>B.</p><p>“Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados, discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica. A violência no País há muito ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados recentes mostram o Brasil como um dos países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio.” - Dedutivo.</p><p>C.</p><p>“A violência no País há muito ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados recentes mostram o Brasil como um dos países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio”. - Indutivo.</p><p>D.</p><p>“Simultaneamente, o PIB por pessoa em idade de trabalho decresceu 26,4%, isto é, em média, a cada queda de 1% do PIB a violência crescia mais do que 5% entre os anos 1980 e 1990”. - Dedutivo.</p><p>E.</p><p>“Estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento mostram que os custos da violência consumiram, apenas no setor saúde, 1,9% do PIB entre 1996 e 1997. Contudo, a vitimização letal se distribui de forma desigual: são, sobretudo, os jovens pobres e negros, do sexo masculino, entre 15 e 24 anos, que têm pago com a própria vida o preço da escalada da violência no Brasil.”. - Dedutivo.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo Koch (2014), a ordem dos argumentos é importante para a compreensão dos fatores e da lógica do texto. Podemos encontrar em KOCH, Ingedore. O texto e a construção dos sentidos.10. ed. São Paulo: Contexto, p.11- 37,2014.</p><p>A resposta correta é: “Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados, discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica. A violência no País há muito ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados recentes mostram o Brasil como um dos países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio.” - Dedutivo.</p><p>Questão 8</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto e responda ao que se pede.</p><p>TEXTO 3</p><p>JUDITH BUTLER ESCREVE SOBRE SUA TEORIA DE GÊNERO E O ATAQUE</p><p>SOFRIDO NO BRASIL (PARTE 1)</p><p>Em 1989, publiquei um livro intitulado "Gender Trouble" (lançado em português em</p><p>2003 como "Problemas de Gênero: Feminismo e Subversão da Identidade", Civilização</p><p>Brasileira), no qual propus uma descrição do caráter performativo do gênero. O que isso</p><p>significa</p><p>A cada um de nós é atribuído um gênero no nascimento, o que significa que somos</p><p>nomeados por nossos pais ou pelas instituições sociais de certas maneiras.</p><p>Às vezes, com a atribuição do gênero, um conjunto de expectativas é transmitido: esta</p><p>é uma menina, então ela vai, quando crescer, assumir um papel X de mulher na família e no</p><p>trabalho; este é um menino, então ele assumirá uma posição Y na sociedade como homem. No</p><p>entanto, muitas pessoas sofrem dificuldades com sua atribuição — são pessoas que não</p><p>querem atender a essas expectativas, e a percepção que têm de si próprias difere da atribuição</p><p>social que lhes foi dada.</p><p>A dúvida que surge com essa situação é a seguinte: em que medida jovens e adultos</p><p>são livres para construir o significado</p><p>de sua atribuição de gênero</p><p>Algumas pessoas vivem em paz com o gênero que lhes foi atribuído, mas outras</p><p>sofrem quando são obrigadas a se conformar com normas sociais que anulam o senso mais</p><p>profundo de quem são e quem desejam ser. Para essas pessoas é uma necessidade urgente</p><p>criar as condições para uma vida possível de viver.</p><p>O livro negou a existência de uma diferença natural entre os sexos De maneira</p><p>nenhuma, embora destaque a existência de paradigmas científicos divergentes para determinar</p><p>as diferenças entre os sexos e observe que alguns corpos possuem atributos mistos que</p><p>dificultam sua classificação.</p><p>Também afirmei que a sexualidade humana assume formas diferentes e que não</p><p>devemos presumir que o fato de sabermos o gênero de uma pessoa nos dá qualquer pista sobre</p><p>sua orientação sexual. Um homem masculino pode ser heterossexual ou gay, e o mesmo</p><p>raciocínio se aplica a uma mulher masculina.</p><p>Nossas ideias de masculino e feminino variam de acordo com a cultura, e esses termos</p><p>não possuem significados fixos. Eles são dimensões culturais de nossas vidas que assumem</p><p>formas diferentes e renovadas no decorrer da história e, como atores históricos, nós temos</p><p>alguma liberdade para determinar esses significados.</p><p>Mas o objetivo dessa teoria era gerar mais liberdade e aceitação para a gama ampla de</p><p>identificações de gênero e desejos que constitui nossa complexidade como seres humanos.</p><p>Além disso, a liberdade de buscar uma expressão de gênero ou de viver como lésbica,</p><p>gay, bissexual, trans ou queer (essa lista não é exaustiva) só pode ser garantida em uma</p><p>sociedade que se recusa a aceitar a violência contra mulheres e pessoas trans, que se recusa a</p><p>aceitar a discriminação com base no gênero e que se recusa a transformar em doentes e aviltar</p><p>as pessoas que abraçaram essas categorias no intuito de viverem uma vida mais vivível, com</p><p>mais dignidade, alegria e liberdade.</p><p>JUDITH BUTLER, 61, referência nos estudos de gênero e teoria queer, é codiretora</p><p>do programa de teoria crítica da Universidade da Califórnia em Berkeley. Lança o livro</p><p>"Caminhos Divergentes: Judaicidade e Crítica do Sionismo" pela Boitempo.</p><p>FSP / Ilustríssima 19.11.2017</p><p>No texto, temos que:</p><p>I) A relação do enunciador com a realidade de que fala é de relato e de testemunha.</p><p>II) A relação do enunciador com o auditório é de crítica ao público-leitor do texto.</p><p>III) A relação do enunciador com o assunto em discussão é totalmente subjetiva.</p><p>Assinale a alternativa correta:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Somente a afirmativa II está correta.</p><p>B.</p><p>Somente as afirmativas I e II estão corretas.</p><p>C.</p><p>Somente as afirmativas II e III estão corretas.</p><p>D.</p><p>Somente a afirmativa III está correta.</p><p>E.</p><p>Somente a afirmativa I está correta.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>De acordo com Ribeiro e Souza (2018), a fala pode desenvolver mais credibilidade argumentação proposta. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: Somente a afirmativa I está correta.</p><p>Questão 9</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto a seguir.</p><p>Considerando seu conhecimento linguístico, assinale a alternativa que contém o sinônimo errado para cada um dos trechos abaixo.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>“foi possível ouvir poucas vozes dissonantes” (linha 05) - concordantes.</p><p>B.</p><p>“ou, pelo contrário, enaltecida como admirável vocação à intertextualidade” (linhas 24 e 25) - elogiada.</p><p>C.</p><p>“acusação mais infamante que um escritor pode receber” (linhas 02 e 03) - indecorosa.</p><p>D.</p><p>“O paladino mais aguerrido da cruzada a favor da justiça literária” (linhas 07 a 09) - militante.</p><p>E.</p><p>“tal característica pode ser estigmatizada como desdenhável propensão ao plágio” (linhas 22 e 23) - depreciativa.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo com Rocha e Silva (2017), é necessário entender o que foi escrito para que os interlocutores se relacionem na comunicação. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: “foi possível ouvir poucas vozes dissonantes” (linha 05) - concordantes.</p><p>Questão 10</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo:</p><p>Analise as afirmativas sobre partes do texto 2.</p><p>I___ "Merecidamente" (linha 04), "sem dúvida" (linha 09) e "obviamente" (linha 21) mostram que o autor do texto defende a posição do crítico Wilson Martins.</p><p>II___ No trecho "repetidos ataques com tons cada vez mais irreverentes" (linha 11), há a comprovação de que o autor do texto é partidário da ideia de que Chico Buarque plagiou obras em seu livro.</p><p>III___ O trecho "uma prática do plágio já consolidada na obra musical e teatral de Chico Buarque" (linhas 13 e 14) é uma menção a um fato consolidado e já aceito por todos em relação à obra de Chico Buarque.</p><p>Assinale a alternativa correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Apenas a afirmativa I está correta.</p><p>B.</p><p>As afirmativas I e III estão corretas.</p><p>C.</p><p>A afirmativa II está correta.</p><p>D.</p><p>A afirmativa III é falsa.</p><p>E.</p><p>As afirmativas I, II e III são falsas.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Segundo Rocha e Silva (2017), é por intermédio dos textos que os sujeitos se comunicam, nesse sentido, os fenômenos devem ser contextualizados no interior da linguagem. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: As afirmativas I, II e III são falsas.</p><p>Questão 11</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>Estamos na sociedade da informação. Somos autênticos informívoros, necessitamos de</p><p>informação para sobreviver, como necessitamos de alimento, calor ou contato social. Nas</p><p>ciências da comunicação, considera-se que informação é tudo aquilo que reduz a incerteza de</p><p>um sistema. Nesse sentido, todos nós nos alimentamos de informação que nos permite NÃO</p><p>APENAS prever COMO TAMBÉM controlar os acontecimentos de nosso meio.</p><p>Previsão e controle são duas das funções fundamentais da aprendizagem, inclusive nos</p><p>organismos mais simples. Na vida social, a informação é ainda mais essencial PORQUE os</p><p>fenômenos que nos rodeiam são complexos e cambiantes e, PORTANTO, ainda mais</p><p>incertos do que os que afetam os outros seres vivos. A incerteza é ainda maior na sociedade</p><p>atual, como consequência da descentração do conhecimento e dos vertiginosos ritmos de</p><p>mudança em todos os setores da vida. Um traço característico de nossa cultura da</p><p>aprendizagem é que, EM VEZ DE ter de buscar ativamente a informação com que alimentar</p><p>nossa ânsia de previsão e controle, estamos sendo abarrotados, superalimentados de</p><p>informação, na maioria das vezes em formato fast food.</p><p>Sofremos uma certa obesidade informativa, consequência de uma dieta pouco</p><p>equilibrada.</p><p>Avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.</p><p>I) A falta de informação sobre os fenômenos que nos cercam pode gerar insegurança</p><p>PORQUE</p><p>II) não nos permite controlar a realidade que nos cerca.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>B.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>C.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>D.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.</p><p>E.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Com base em Ribeiro e Souza (2018), é necessário saber o motivo do que se escreve e em que lugar a temática quer chegar. Podemos encontrar em RIBEIRO,</p><p>P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.</p><p>Questão 12</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto e responda ao que se pede.</p><p>TEXTO 2</p><p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso defendeu a</p><p>legalização, com regulação rígida pelo Estado, de todos os tipos de drogas no país. Ele</p><p>participou hoje (28) de seminário sobre descriminalização do uso de drogas, promovido pela</p><p>Fundação Fernando Henrique Cardoso, na capital paulista.</p><p>Para Barroso, a legalização das drogas quebraria o poder do tráfico nas comunidades</p><p>carentes e reduziria os casos de vítimas inocentes, que morrem por causa de bala perdida em</p><p>favelas e de jovens humildes cooptados pelo tráfico.</p><p>O ministro disse que o papel do Estado é desincentivar o consumo das drogas e</p><p>mostrar seus malefícios. "Não estamos defendendo as drogas, temos que enfrentar [o</p><p>problema]. A guerra às drogas fracassou no mundo inteiro, mas o consumo só aumenta."</p><p>Barroso concorda com a ideia de que a ilegalidade só assegura o monopólio do traficante.</p><p>Para Barroso, o consumo recreativo, em ambiente privado, não deve ser proibido.</p><p>"Cada um faz as suas escolhas de vida, e talvez este [consumo de drogas] não esteja entre os</p><p>maiores riscos", disse o ministro.</p><p>Ele disse que comportamentos que não causam danos a terceiros poderiam ser</p><p>liberados e que réus primários, com bons antecedentes, flagrados com drogas não deveriam</p><p>ser presos preventivamente e, sim, receber outros tipos de punição, como prestação de serviço</p><p>à comunidade. Em agosto de 2015, Barroso votou no STF pela inconstitucionalidade de uma</p><p>norma da Lei das Drogas (Lei 11.343) que criminaliza o porte para uso de drogas.</p><p>O STF julgará o Recurso Extraordinário 635.659, ajuizado por um ex-preso de</p><p>Diadema (SP), condenado a dois meses de prestação de serviços à comunidade por porte de</p><p>maconha. A droga foi encontrada na cela do detento. Relatado pelo ministro Gilmar Mendes,</p><p>o recurso deveria ter sido julgado em 2015, mas foi adiado. Se a maioria dos ministros da</p><p>Corte julgar o artigo da lei inconstitucional, o STF, na prática, estará descriminalizando o</p><p>porte de droga para consumo pessoal.</p><p>O ministro disse que seu objetivo é defender, no STF, a descriminalização apenas da</p><p>maconha como um primeiro passo, fazendo com que a decisão possa ser estendida para outras</p><p>drogas.</p><p>A argumentação de todo texto pertence a um ou mais eixos (demonstrativo ou retórico) e</p><p>se estrutura por uma ou mais operações argumentativas (dedução ou indução), que</p><p>tanto organizam a sequenciação e encadeamentos das ideias, quanto referenciam o</p><p>conteúdo da argumentação. Com base nisso, podemos dizer que o texto 2 apresenta:</p><p>I) Uma lógica argumentativa predominantemente retórica, pois o enunciador faz apelo a</p><p>argumentos da experiência para contrariar outras ideias.</p><p>II) Um eixo argumentativo demonstrativo, quando apresenta fatos que comprovam ser sua</p><p>alternativa a melhor para os problemas em questão.</p><p>III) Uma operação argumentativa dedutiva, pois parte de uma tese maior e a exemplifica com</p><p>fatos experienciados pelo relator.</p><p>IV) Uma operação argumentativa somente indutiva, porque induz o auditório a aceitar seu</p><p>ponto de vista justificando-o com fatos vivenciados pelo relator.</p><p>Assinale a alternativa correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>As afirmativas I e II estão corretas.</p><p>B.</p><p>As afirmativas II e IV estão corretas.</p><p>C.</p><p>As afirmativas II e III estão corretas.</p><p>D.</p><p>As afirmativas I e IV estão corretas.</p><p>E.</p><p>As afirmativas III e IV estão corretas.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo com Ribeiro e Souza (2018), identificar o gênero ajuda a compreender o contexto de comunicação. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: As afirmativas I e IV estão corretas.</p><p>Questão 13</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Observe os termos em destaque nos recortes abaixo e assinale que tipo de coesão</p><p>estabelecem.</p><p>O porquê do ódio a Chávez</p><p>"ELE cumpriu a promessa de governar para as maiorias e mostrou que a História não tinha</p><p>terminado. Por isso (não por SEUS erros) as oligarquias o detestam...</p><p>Hugo Chávez é, sem dúvida, o chefe de Estado mais difamado no mundo. [...] Um líder</p><p>político deve ser valorizado por seus atos, não por rumores veiculados contra ele. Os</p><p>candidatos fazem promessas para ser eleitos: poucos são AQUELES que, uma vez no poder,</p><p>cumprem tais promessas. Desde o início, a proposta eleitoral de Chávez foi muito clara:</p><p>trabalhar em benefício dos pobres, ou seja - naquele momento - a maioria dos venezuelanos.</p><p>E cumpriu SUA palavra."</p><p>Caros Amigos (online) 06 mar. 2013.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Trata-se na verdade de coerência.</p><p>B.</p><p>Coesão por conjunção.</p><p>C.</p><p>Coesão por elipse.</p><p>D.</p><p>Coesão por substituição gramatical, em que um termo é substituído por outro de categoria gramatical equivalente.</p><p>E.</p><p>Trata-se de uma coesão do tipo substituição lexical, com caráter referenciador, em que um termo se refere ao outro procedendo a um processo de referenciação e construção de sentidos.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Com base em Rocha e Silva (2017),  Hasan diz que inserir uma palavra no lugar da outra dentro de um texto é uma maneira de construção textual deixa mais claro a comunicação do texto. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: Coesão por substituição gramatical, em que um termo é substituído por outro de categoria gramatical equivalente.</p><p>Questão 14</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia a seguir:</p><p>TEXTO 2</p><p>A prática de fazer nada</p><p>(Adaptado de: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/. Acesso em: 2 abr. 2018).</p><p>Analise as afirmativas abaixo e assinale a opção correta:</p><p>I___ A expressão "do lugar" (linha 21) tem o mesmo referente da expressão "o local" (linha 19).</p><p>II___ A expressão "a pausa" (linha 13) pode ser correlata ao assunto principal do texto, o</p><p>nadismo e a prática de fazer nada.</p><p>III___ O nadismo só se aplica a ficar "contemplando a vista lá fora" (linha 41).</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>I, apenas.</p><p>B.</p><p>II e III, apenas.</p><p>C.</p><p>II, apenas.</p><p>D.</p><p>I e II, apenas.</p><p>E.</p><p>I, II e III.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Com base em Cantalice e Oliveira (2009), “ os alunos compreenderem um texto e usam estratégias de leitura, necessitam conhecer quais estratégias podem usar, como, quando, onde e por que usá-las.” Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: I e II, apenas.</p><p>Questão 15</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto a seguir.</p><p>TEXTO 2</p><p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso defendeu a</p><p>legalização, com regulação rígida pelo Estado, de todos os tipos de drogas no país. Ele</p><p>participou hoje (28) de seminário sobre descriminalização do uso de drogas, promovido pela</p><p>Fundação Fernando Henrique Cardoso, na capital paulista.</p><p>Para Barroso, a legalização das drogas quebraria o poder do tráfico nas comunidades</p><p>carentes e reduziria os casos de vítimas inocentes, que morrem por causa de bala perdida em</p><p>favelas e de jovens humildes cooptados pelo tráfico.</p><p>O ministro disse que o papel do Estado é desincentivar o consumo das drogas e</p><p>mostrar seus malefícios. "Não estamos defendendo</p><p>as drogas, temos que enfrentar [o</p><p>problema]. A guerra às drogas fracassou no mundo inteiro, mas o consumo só aumenta."</p><p>Barroso concorda com a ideia de que a ilegalidade só assegura o monopólio do traficante.</p><p>Para Barroso, o consumo recreativo, em ambiente privado, não deve ser proibido.</p><p>"Cada um faz as suas escolhas de vida, e talvez este [consumo de drogas] não esteja entre os</p><p>maiores riscos", disse o ministro.</p><p>Ele disse que comportamentos que não causam danos a terceiros poderiam ser</p><p>liberados e que réus primários, com bons antecedentes, flagrados com drogas não deveriam</p><p>ser presos preventivamente e, sim, receber outros tipos de punição, como prestação de serviço</p><p>à comunidade. Em agosto de 2015, Barroso votou no STF pela inconstitucionalidade de uma</p><p>norma da Lei das Drogas (Lei 11.343) que criminaliza o porte para uso de drogas.</p><p>O STF julgará o Recurso Extraordinário 635.659, ajuizado por um ex-preso de</p><p>Diadema (SP), condenado a dois meses de prestação de serviços à comunidade por porte de</p><p>maconha. A droga foi encontrada na cela do detento. Relatado pelo ministro Gilmar Mendes,</p><p>o recurso deveria ter sido julgado em 2015, mas foi adiado. Se a maioria dos ministros da</p><p>Corte julgar o artigo da lei inconstitucional, o STF, na prática, estará descriminalizando o</p><p>porte de droga para consumo pessoal.</p><p>O ministro disse que seu objetivo é defender, no STF, a descriminalização apenas da</p><p>maconha como um primeiro passo, fazendo com que a decisão possa ser estendida para outras</p><p>drogas.</p><p>Analise as asserções abaixo e responda ao que se pede em seguida.</p><p>I) Das informações do texto acima, podem ser retiradas informações que permitiriam formular</p><p>uma tese por Culpabilidade</p><p>PORQUE</p><p>II) no texto há indicações claras de que fatores são responsáveis pelo consumo de drogas no</p><p>Brasil.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>B.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>C.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.</p><p>D.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.</p><p>E.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Segundo Ribeiro e Souza (2018), conhecer os processos de argumentação desenvolve o melhoramento na expressão dos comunicadores. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>Questão 16</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Observe o quadrinho.</p><p>Nos quadrinhos acima, encontramos as conversas entre os dois meninos que refletem sobre sua condição no mundo. A partir da leitura, é possível inferir que:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>A palavra “lixão” está em sentido figurado no primeiro quadrinho.</p><p>B.</p><p>A pergunta do segundo quadrinho pode ser compreendida sem o recurso do desenho distanciado dos personagens.</p><p>C.</p><p>Pode-se perceber pelas perguntas e pelo desenho que ambos os personagens são moradores de um lixão.</p><p>D.</p><p>A resposta à pergunta do primeiro quadrinho é de que o próprio mundo, em algum sentido, é um “lixão”.</p><p>E.</p><p>A palavra “lixão” está em sentido literal no segundo quadrinho.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Santos (2016) pontua que a intertextualidade é observada, primeiramente, a partir do gênero textual que se molda a sua comunicação. Podemos encontrar em SANTOS, J. E. de S. As intertextualidades explícita e implícita no discurso político. Ao pé da Letra. (UFPE. Online), v. 18. 2. p. 119-137, 2016.</p><p>A resposta correta é: A resposta à pergunta do primeiro quadrinho é de que o próprio mundo, em algum sentido, é um “lixão”.</p><p>Questão 17</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Observe os termos em destaque nos recortes abaixo e assinale que tipo de coesão</p><p>estabelecem.</p><p>"Comemora-se este ano o sesquicentenário de Machado de Assis. As comemorações devem</p><p>ser discretas para que dignas de NOSSO MAIOR ESCRITOR. Seria ofensa à memória do</p><p>MESTRE qualquer comemoração que destoasse da sobriedade e do recato que ele imprimiu a</p><p>sua vida, já que o BRUXO DE COSME VELHO continua vivo entre nós".</p><p>Folha de São Paulo, 4 fev. 1989.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Coesão por conjunção.</p><p>B.</p><p>Trata-se de uma coesão do tipo substituição lexical, com caráter referenciador, em que um termo se refere ao outro procedendo a um processo de referenciação e construção de sentidos.</p><p>C.</p><p>Coesão por substituição gramatical, em que um termo é substituído por outro de categoria gramatical equivalente.</p><p>D.</p><p>Coesão por elipse.</p><p>E.</p><p>Trata-se na verdade de coerência.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Rocha e Silva (2017), a reiteração de itens no texto são necessários para a clareza do texto. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: Trata-se de uma coesão do tipo substituição lexical, com caráter referenciador, em que um termo se refere ao outro procedendo a um processo de referenciação e construção de sentidos.</p><p>Questão 18</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>TEXTO 1</p><p>Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados,</p><p>discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica. A violência no País há muito</p><p>ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados recentes mostram o Brasil como um dos</p><p>países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio.</p><p>Em 1980, tínhamos uma média de, aproximadamente, doze homicídios por cem mil</p><p>habitantes. Lamentavelmente, nas duas décadas seguintes, o grau de violência intencional</p><p>aumentou, chegando a mais do que o dobro do índice verificado em 1980 - 121,6% -, ou seja,</p><p>ao final dos anos 90 foi superado o patamar de 25 homicídios por cem mil habitantes.</p><p>Simultaneamente, o PIB por pessoa em idade de trabalho decresceu 26,4%, isto é, em média,</p><p>a cada queda de 1% do PIB a violência crescia mais do que 5% entre os anos 1980 e 1990.</p><p>Estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento mostram que os custos da</p><p>violência consumiram, apenas no setor saúde, 1,9% do PIB entre 1996 e 1997. Contudo, a</p><p>vitimização letal se distribui de forma desigual: são, sobretudo, os jovens negros, do sexo</p><p>masculino, entre 15 e 24 anos, que têm pago com a própria vida o preço da escalada da</p><p>violência no Brasil, sobretudo em função de sua cor e da pobreza a que estão cronicamente</p><p>submetidos.</p><p>Assinale a alternativa que indica corretamente a tese central do texto, considerando que</p><p>se trata de um texto argumentativo.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>“Simultaneamente, o PIB por pessoa em idade de trabalho decresceu 26,4%”.</p><p>B.</p><p>“Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados, discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica”.</p><p>C.</p><p>“A violência no País há muito ultrapassou todos os limites”.</p><p>D.</p><p>“O grau de violência intencional aumentou”.</p><p>E.</p><p>“Os custos da violência consumiram, apenas no setor saúde, 1,9% do PIB entre 1996 e 1997”.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Com base em Ribeiro e Souza (2018), é o entendimento da argumentação que se faz o aprofundamento da exposição dos argumentos que defendem a tese. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação</p><p>A resposta correta é: “Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados, discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica”.</p><p>Questão 19</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>O conceito de leitura como interação entre autor-texto-leitor traz o benefício de</p><p>entendermos a rede complexa de ativação de conhecimentos e de informações que</p><p>escapam do nível textual/linguístico e que fazem o texto ter sentido. Com base nisso, leia</p><p>a charge abaixo e assinale a alternativa correta:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>O entrevistador não participa da construção de sentidos do texto.</p><p>B.</p><p>A charge só adquire tom de humor quando se reconhecem os intertextos e as referências a outras situações textuais.</p><p>C.</p><p>O sentido da charge está estritamente ligado às palavras veiculadas na imagem.</p><p>D.</p><p>A figura do personagem interpelado poderia ser suprimida, pois não haveria problema na interpretação e no reconhecimento dos intertextos.</p><p>E.</p><p>Para compreender a charge, não é importante saber quem são os personagens envolvidos ou a que eles se referem.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>De acordo com Cantalice e Oliveira (2009), entender o texto é desenvolver várias habilidades além daquilo que está escrito no texto, pois vários são os fatores que levam o leitor a interagir com as ideias veiculadas no texto. Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: A charge só adquire tom de humor quando se reconhecem os intertextos e as referências a outras situações textuais.</p><p>Questão 20</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia atentamente o texto a seguir:</p><p>"Para a filosofia pragmatista norte-americana, a posse da verdade, longe de ser um fim em si,</p><p>é apenas um meio preliminar para outras satisfações vitais. Se eu estou perdido na floresta e</p><p>com fome, e se eu encontrar o que parece ser uma estrada de bois, é de extrema importância</p><p>que eu pense haver uma habitação humana no final do mesmo, pois, se eu pensar assim e</p><p>seguir o caminho, eu me salvarei. O verdadeiro pensamento é útil aqui, porque a casa que é o</p><p>seu objetivo é útil. O valor prático das verdadeiras ideias é, portanto, derivado principalmente</p><p>da importância prática de seus objetivos para nós".</p><p>Com base no texto, podemos dizer que, para a filosofia pragmatista norte-americana, a</p><p>posse da verdade:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>É derivada de nossa satisfação e vinculada ao que for melhor para nós acreditarmos.</p><p>B.</p><p>É um bem coletivo.</p><p>C.</p><p>Não advém da prática, mas sim de uma compreensão metafísica das coisas.</p><p>D.</p><p>Está somente no mundo e dele deve ser decifrada.</p><p>E.</p><p>É o outro lado da moeda da falsidade.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo com Cantalice e Oliveira (2009) “A leitura e sua compreensão é considerada uma habilidade dinâmica que envolve criatividade, flexibilidade, ritmo e fluência. Quando um leitor exibe esses comportamentos, certamente demonstrará uma maior capacidade de fazer críticas e criar analogias com outras informações lidas. ” Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: É derivada de nossa satisfação e vinculada ao que for melhor para nós acreditarmos.</p><p>Parte inferior do formulário</p><p>Terminar revisão</p><p>image1.wmf</p><p>image2.wmf</p><p>em CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: A pousada oferece espaços para a prática do nadismo aos seus clientes.</p><p>Questão 5</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto a seguir e responda ao que se pede:</p><p>"A coerência envolve fatores lógico-semânticos e cognitivos, já que a capacidade de um texto</p><p>ser interpretado depende de fatores extralinguísticos que interferem e ajudam na</p><p>compreensão entre os interlocutores. Por isso, a coerência não é propriedade exclusiva do</p><p>texto em si, mas um trabalho do leitor sobre as possibilidades interpretativas do texto. Porém,</p><p>o texto deve permitir o acesso à coerência; caso contrário, não há possibilidade de</p><p>entendimento. A coerência está mais na mente do leitor e no ponto de vista do receptor do que</p><p>no interior do enunciado".</p><p>(Texto adaptado. Disponível em: . Acesso em: 28</p><p>fev. 2016.).</p><p>Sobre coerência e fatores de textualidade, assinale a alternativa abaixo que indicam 2</p><p>(dois) fatores extralinguísticos de textualidade.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Coesão e progressão temática.</p><p>B.</p><p>Intencionalidade e aceitabilidade.</p><p>C.</p><p>Coerência e não contradição.</p><p>D.</p><p>Situacionalidade e paradigmática.</p><p>E.</p><p>Referenciação e sintagmática.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>De acordo com Rocha e Silva ( 2017),  diz que existem fatores multiculturais que modificam o texto. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: Intencionalidade e aceitabilidade.</p><p>Questão 6</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia a seguir:</p><p>A partir do texto 2, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.</p><p>I - A obra inaugural de Chico Buarque, segundo o autor do texto, não pode ser concebida como plágio</p><p>PORQUE</p><p>II - evidencia a capacidade admiradora do compositor de tecer referências e propor diálogos com intertextos, ainda que não tenham sido claramente marcados.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.</p><p>B.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>C.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>D.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>E.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Segundo Santos (2018), Genette corrobora que inserir diferentes textos na para construção de um outro texto e algo recorrente e o normal para interação das ideias e diálogos do texto. Podemos encontrar em SANTOS, J. E. de S. As intertextualidades explícita e implícita no discurso político. Ao pé da Letra. (UFPE. Online), v. 18. 2. p. 119-137, 2016.</p><p>A resposta correta é: As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.</p><p>Questão 7</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Os fragmentos abaixo constituem um texto, mas estão desordenados. Ordene-os de</p><p>forma coesa e coerente e assinale a resposta correta.A) Na sede da entidade, a Receita recolheu para análise dezenas de notas fiscais,</p><p>comprovantes de pagamentos e livros contábeis. Com base nos documentos, o órgão federal</p><p>espera esclarecer a questão. O movimento financeiro durante os dez dias da festa é avaliado</p><p>pelo Sebrae da cidade em R$ 278 milhões.</p><p>B) Segundo sua análise, o evento reúne 1 milhão de pessoas, com uma média de R$ 278</p><p>gastos por frequentador. Desses R$ 278 milhões, a média de arrecadação é de 3%. Segundo</p><p>informações obtidas pela Receita, metade desse percentual estaria sendo sonegado - ou seja,</p><p>R$ 4,17 milhões. Além do clube, devem ser fiscalizados hotéis, restaurantes e a empresa que</p><p>vende os anúncios da festa.</p><p>C) A suspeita de sonegação surgiu porque o recolhimento dos tributos por parte de</p><p>comerciantes e empresários da região, no período da festa, é o mesmo dos outros meses do</p><p>ano. "Todo mundo diz que o faturamento dobra ou triplica no período da festa, mas o total</p><p>arrecadado em impostos fica igual", diz o delegado da Receita. O primeiro alvo dos auditores</p><p>na cidade foi o clube Os Independentes, instituição responsável pela organização da Festa do</p><p>Peão de Boiadeiro.</p><p>D) A Receita Federal de Franca está apurando a sonegação de impostos praticada pelas</p><p>empresas e associações que atuam na Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos.</p><p>(Rogério Pagnan, Folha de S. Paulo, 15/08/2000, p. F2, com adaptações).</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>A, B, C, D</p><p>B.</p><p>B, C, D, A</p><p>C.</p><p>D, C, A, B</p><p>D.</p><p>C, A, B, D</p><p>E.</p><p>D, B, C, A</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>De acordo com Koch (2014), existem diversos fatores que complementam o sentido do texto, como: o pragmático, o lexical, o semântico, e gramatical, dentre outros que oferecem funcionalidade à comunicação. Podemos encontrar em KOCH, Ingedore. O texto e a construção dos sentidos.10. ed. São Paulo: Contexto, p.11-37, 2014.</p><p>A resposta correta é: D, C, A, B</p><p>Questão 8</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Um dos fatores extralinguísticos de textualidade, a intencionalidade é imprescindível</p><p>para a construção e compreensão do texto e revela que este só existe na inter-relação</p><p>entre produtor (que tenta orientar a direção na qual o texto deve ser compreendido) e</p><p>receptor do texto (que tenta apreender o que o produtor quis dizer). Com base nisso,</p><p>veja a charge abaixo e assinale a alternativa correta quanto às intenções e sentidos</p><p>propostos com ela pelo chargista.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>A intenção é mostrar que não existe corrupção no financiamento eleitoral de campanha.</p><p>B.</p><p>O chargista quis mostrar que o financiamento de campanha é a chance oportuna de os cidadãos terem seus anseios atendidos.</p><p>C.</p><p>A charge sugere que o financiamento eleitoral de campanha por empresários poderosos deixam os políticos reféns de anseios que não são os da população, mas de seus financiadores.</p><p>D.</p><p>A charge destaca que o financiamento eleitoral de campanha só acontece sob autorização da população.</p><p>E.</p><p>A intenção é mostrar que os fortes são fortes com os fracos, assim como são fracos com os fortes.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Um dos fatores extralinguísticos de textualidade, a intencionalidade é imprescindível para a construção e compreensão do texto e revela que este só existe na inter-relação entre produtor (que tenta orientar a direção na qual o texto deve ser compreendido) e receptor do texto (que tenta apreender o que o produtor quis dizer).  Podemos encontrar mais sobre o assunto em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: A charge sugere que o financiamento eleitoral de campanha por empresários poderosos deixam os políticos reféns de anseios que não são os da população, mas de seus financiadores.</p><p>Questão 9</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto e responda ao que se pede.</p><p>TEXTO 3</p><p>JUDITH BUTLER ESCREVE SOBRE SUA TEORIA DE GÊNERO E O ATAQUE</p><p>SOFRIDO NO BRASIL (PARTE 1)</p><p>Em 1989, publiquei um livro intitulado "Gender Trouble" (lançado em português em</p><p>2003 como "Problemas de Gênero: Feminismo e Subversão da Identidade", Civilização</p><p>Brasileira), no qual propus uma descrição do caráter performativo do gênero. O que isso</p><p>significa</p><p>A cada um de nós é atribuído um gênero no nascimento, o que significa que somos</p><p>nomeados por nossos pais ou pelas instituições sociais de certas maneiras.</p><p>Às vezes, com a atribuição do gênero, um conjunto de expectativas</p><p>é transmitido: esta</p><p>é uma menina, então ela vai, quando crescer, assumir um papel X de mulher na família e no</p><p>trabalho; este é um menino, então ele assumirá uma posição Y na sociedade como homem. No</p><p>entanto, muitas pessoas sofrem dificuldades com sua atribuição — são pessoas que não</p><p>querem atender a essas expectativas, e a percepção que têm de si próprias difere da atribuição</p><p>social que lhes foi dada.</p><p>A dúvida que surge com essa situação é a seguinte: em que medida jovens e adultos</p><p>são livres para construir o significado de sua atribuição de gênero</p><p>Algumas pessoas vivem em paz com o gênero que lhes foi atribuído, mas outras</p><p>sofrem quando são obrigadas a se conformar com normas sociais que anulam o senso mais</p><p>profundo de quem são e quem desejam ser. Para essas pessoas é uma necessidade urgente</p><p>criar as condições para uma vida possível de viver.</p><p>O livro negou a existência de uma diferença natural entre os sexos De maneira</p><p>nenhuma, embora destaque a existência de paradigmas científicos divergentes para determinar</p><p>as diferenças entre os sexos e observe que alguns corpos possuem atributos mistos que</p><p>dificultam sua classificação.</p><p>Também afirmei que a sexualidade humana assume formas diferentes e que não</p><p>devemos presumir que o fato de sabermos o gênero de uma pessoa nos dá qualquer pista sobre</p><p>sua orientação sexual. Um homem masculino pode ser heterossexual ou gay, e o mesmo</p><p>raciocínio se aplica a uma mulher masculina.</p><p>Nossas ideias de masculino e feminino variam de acordo com a cultura, e esses termos</p><p>não possuem significados fixos. Eles são dimensões culturais de nossas vidas que assumem</p><p>formas diferentes e renovadas no decorrer da história e, como atores históricos, nós temos</p><p>alguma liberdade para determinar esses significados.</p><p>Mas o objetivo dessa teoria era gerar mais liberdade e aceitação para a gama ampla de</p><p>identificações de gênero e desejos que constitui nossa complexidade como seres humanos.</p><p>Além disso, a liberdade de buscar uma expressão de gênero ou de viver como lésbica,</p><p>gay, bissexual, trans ou queer (essa lista não é exaustiva) só pode ser garantida em uma</p><p>sociedade que se recusa a aceitar a violência contra mulheres e pessoas trans, que se recusa a</p><p>aceitar a discriminação com base no gênero e que se recusa a transformar em doentes e aviltar</p><p>as pessoas que abraçaram essas categorias no intuito de viverem uma vida mais vivível, com</p><p>mais dignidade, alegria e liberdade.</p><p>JUDITH BUTLER, 61, referência nos estudos de gênero e teoria queer, é codiretora</p><p>do programa de teoria crítica da Universidade da Califórnia em Berkeley. Lança o livro</p><p>"Caminhos Divergentes: Judaicidade e Crítica do Sionismo" pela Boitempo.</p><p>FSP / Ilustríssima 19.11.2017</p><p>Dado o fato de que todo texto apresenta um ou mais tipos de enunciadores que</p><p>estabelecem tendências enunciativas para a enunciação, pode-se dizer que:</p><p>I - O Texto 3 é escrito em 1ª pessoa e apresenta momentos de interpelação</p><p>PORQUE</p><p>II - seu objetivo é dissuadir o auditório do texto das opiniões errôneas que se têm dela e de</p><p>sua teoria.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>B.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.</p><p>C.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>D.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>E.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Segundo Ribeiro e Souza (2018), a construção do discurso é resultado dos fatores envolvidos na comunicação. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.</p><p>Questão 10</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto e responda ao que se pede.</p><p>TEXTO 2</p><p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso defendeu a</p><p>legalização, com regulação rígida pelo Estado, de todos os tipos de drogas no país. Ele</p><p>participou hoje (28) de seminário sobre descriminalização do uso de drogas, promovido pela</p><p>Fundação Fernando Henrique Cardoso, na capital paulista.</p><p>Para Barroso, a legalização das drogas quebraria o poder do tráfico nas comunidades</p><p>carentes e reduziria os casos de vítimas inocentes, que morrem por causa de bala perdida em</p><p>favelas e de jovens humildes cooptados pelo tráfico.</p><p>O ministro disse que o papel do Estado é desincentivar o consumo das drogas e</p><p>mostrar seus malefícios. "Não estamos defendendo as drogas, temos que enfrentar [o</p><p>problema]. A guerra às drogas fracassou no mundo inteiro, mas o consumo só aumenta."</p><p>Barroso concorda com a ideia de que a ilegalidade só assegura o monopólio do traficante.</p><p>Para Barroso, o consumo recreativo, em ambiente privado, não deve ser proibido.</p><p>"Cada um faz as suas escolhas de vida, e talvez este [consumo de drogas] não esteja entre os</p><p>maiores riscos", disse o ministro.</p><p>Ele disse que comportamentos que não causam danos a terceiros poderiam ser</p><p>liberados e que réus primários, com bons antecedentes, flagrados com drogas não deveriam</p><p>ser presos preventivamente e, sim, receber outros tipos de punição, como prestação de serviço</p><p>à comunidade. Em agosto de 2015, Barroso votou no STF pela inconstitucionalidade de uma</p><p>norma da Lei das Drogas (Lei 11.343) que criminaliza o porte para uso de drogas.</p><p>O STF julgará o Recurso Extraordinário 635.659, ajuizado por um ex-preso de</p><p>Diadema (SP), condenado a dois meses de prestação de serviços à comunidade por porte de</p><p>maconha. A droga foi encontrada na cela do detento. Relatado pelo ministro Gilmar Mendes,</p><p>o recurso deveria ter sido julgado em 2015, mas foi adiado. Se a maioria dos ministros da</p><p>Corte julgar o artigo da lei inconstitucional, o STF, na prática, estará descriminalizando o</p><p>porte de droga para consumo pessoal.</p><p>O ministro disse que seu objetivo é defender, no STF, a descriminalização apenas da</p><p>maconha como um primeiro passo, fazendo com que a decisão possa ser estendida para outras</p><p>drogas.</p><p>Com base na leitura, podemos afirmar que:</p><p>I) Como é um texto em sua maior parte argumentativo, é muito fácil encontrar sua tese.</p><p>II) A tese por deontologia (quando diz o que é preciso fazer) é passível de ser formulada com</p><p>base em informações presentes no texto, como, por exemplo, na ideia de que a ilegalidade só</p><p>assegura o monopólio do traficante.</p><p>III) Por culpabilidade (quando se aponta o culpado pela situação), a tese do texto acima é</p><p>formulada a partir da fala do ministro Barroso: "Cada um faz as suas escolhas de vida, e</p><p>talvez este [consumo de drogas] não esteja entre os maiores riscos".</p><p>Assinale a alternativa correta:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Somente a preposição I é verdadeira.</p><p>B.</p><p>Somente a preposição III é verdadeira.</p><p>C.</p><p>As asserções I e III são proposições falsas.</p><p>D.</p><p>As asserções II e IV são proposições verdadeiras.</p><p>E.</p><p>As asserções I, II e III são proposições verdadeiras.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo com Ribeiro e Souza (2018), a argumentação é um conjunto de fatores diferentes com finalidade persuasiva. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: Somente a preposição I é verdadeira.</p><p>Questão 11</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Atualmente nos estudos da linguagem, a leitura é vista como:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Uma atividade que exige tão somente a participação do leitor.</p><p>B.</p><p>Um processo de tradução de uma língua para a outra.</p><p>C.</p><p>Uma captação das ideias do autor, sem levar em conta as experiências e os conhecimentos do leitor.</p><p>D.</p><p>Centrada na tríade</p><p>autor-texto-leitor, em que o texto deve ser decodificado, pois “tudo está dito no dito”.</p><p>E.</p><p>Uma atividade interativa em que autor-texto-leitor interagem na produção de sentidos.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Com base nas ideias de Koch( 2014), entende-se que no texto há dinâmica daquilo que se escreve e daquilo que é entendido na leitura do texto. Podemos encontrar em KOCH, Ingedore. O texto e a construção dos sentidos.10. ed. São Paulo: Contexto, p.11-37, 2014.</p><p>A resposta correta é: Uma atividade interativa em que autor-texto-leitor interagem na produção de sentidos.</p><p>Questão 12</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Veja o cartum abaixo e assinale a alternativa que define qual(is) intertextos(s) é(são) possível(eis) reconhecer na construção desse texto.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Na figura 10, há a referência ao ataque alienígena de Vaginha, Minas Gerais.</p><p>B.</p><p>Na figura 6, há uma referência ao Cavalo de Troia, episódio da Odisseia de Homero.</p><p>C.</p><p>Na figura 4, há uma referência à Bíblia, especificamente à história de Davi e Golias.</p><p>D.</p><p>Na figura 7, há uma referência a Saddam Hussein, ex-ditador iraquiano.</p><p>E.</p><p>Na figura 8, há a referência a Stalin e ataque que levou à sua morte.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Segundo Koch (2012), a intertextualidade pode ser percebida de maneira explicita quando há a menção de algo que pode ser recuperado em outros textos. Podemos encontrar em KOCH, I. G. V. Introdução à linguística textual: trajetória e grandes temas. São Paulo: Martins Fontes, v.1, p.92-146, 2009.</p><p>A resposta correta é: Na figura 4, há uma referência à Bíblia, especificamente à história de Davi e Golias.</p><p>Questão 13</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Um dos muitos fatores responsáveis pela construção de sentidos de um texto, a</p><p>inferência, é imprescindível para a construção e compreensão do texto e revela que este</p><p>só existe na inter-relação entre produtor (que fornece pistas ou dicas textuais para a</p><p>interpretação do receptor) e receptor do texto (que tenta apreender o que o produtor</p><p>quis dizer a partir dos dados textuais presentes no texto). Com base em sua</p><p>compreensão deste conceito, veja o quadrinho abaixo e assinale a alternativa correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>As inferências não necessitam ser contextuais para compreender o quadrinho, uma vez que as informações estão claramente expressas nas palavras.</p><p>B.</p><p>Trata-se de inferências sem base textual nem contextual, o que permite dizer que são inferências falseadoras.</p><p>C.</p><p>É preciso fazer uma inferência de base contextual para relacionar os produtos exibidos em cada quadrinho como sendo consequência da globalização e dos processos de industrialização, artificialização e virtualização de experiências naturais com a comida e os relacionamentos.</p><p>D.</p><p>As inferências quase sempre precisam se ancorar no conhecimento prévio dos interlocutores, contudo neste caso não é preciso conhecimento prévio algum para poder entender.</p><p>E.</p><p>As inferências estão sempre presentes no texto, sendo uma operação de decodificação feita pelo leitor.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Com base em Cantalice e Oliveira (2009) , “A estratégia cognitiva pode ser caracterizada como formas de decodificação dos símbolos acerca da linguagem constituindo a construção de significado. Já a estratégia metacognitiva exige do leitor um planejamento, monitoramento e regulamento do seu próprio pensamento antes, durante e após a leitura. ” Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009</p><p>A resposta correta é: É preciso fazer uma inferência de base contextual para relacionar os produtos exibidos em cada quadrinho como sendo consequência da globalização e dos processos de industrialização, artificialização e virtualização de experiências naturais com a comida e os relacionamentos.</p><p>Questão 14</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto a seguir:</p><p>(BACCHINI, Luca. Se Chico Buarque numa noite de inverno... Apologia do plágio em Budapeste. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, Brasil, n. 63, abr. 2016).</p><p>Leia as alternativas abaixo e assinale aquela que resume fielmente as ideias do texto.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Por fim, a literatura em toda sua inteireza e em seus vários tipos está sempre se valendo, de alguma forma, na intertextualidade, uma vez que não há um único livro que não fale de outros livros.</p><p>B.</p><p>Toda a literatura de Chico Buarque revela um pendor para o plágio. Essa é uma afirmação comprovada pelo crítico Wilson Martins, que não encontrou ninguém que pudesse discordar de sua concepção.</p><p>C.</p><p>Nenhum escritor, muito menos Chico Buarque, se importa de ser acusado de plágio, porque a intertextualidade permite.</p><p>D.</p><p>Conquanto toda a literatura parece fundar-se desde sempre na intertextualidade, temos de concordar que todas as canções de Chico Buarque mostram um plágio patente.</p><p>E.</p><p>Ainda que o crítico Wilson Martins insista em acusar Chico Buarque de praticar plágio, o que é notório na obra do cantor e compositor é sua capacidade incrível de tecer inúmeros diálogos entre textos, revelando um pendor magistral para o uso da intertextualidade.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Com base em Santos (2018), a partir de observações de Kristeva (1979) que estudava a estrutura do texto, entende-se que este é como uma “colcha de retalhos”, visto que é construído por vários outros textos. Podemos encontrar em SANTOS, J. E. de S. As intertextualidades explícita e implícita no discurso político. Ao pé da Letra. (UFPE. Online), v. 18. 2. p. 119-137, 2016.</p><p>A resposta correta é: Ainda que o crítico Wilson Martins insista em acusar Chico Buarque de praticar plágio, o que é notório na obra do cantor e compositor é sua capacidade incrível de tecer inúmeros diálogos entre textos, revelando um pendor magistral para o uso da intertextualidade.</p><p>Questão 15</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Com base em seu conhecimento sobre paralelismo sintático e semântico, assinale a</p><p>alternativa que NÃO apresenta erro desta categoria:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>A tão inesperada decisão é fruto resultante de humilhações, mágoas, concepções equivocadas e agressores por parte de colegas que almejavam ocupar sua função.</p><p>B.</p><p>A preservação do meio ambiente representa não só um dever de cidadania e é para que o planeta sobreviva.</p><p>C.</p><p>Ora jogava videogame, ora fazia a lição de casa.</p><p>D.</p><p>Amantes dos antigos bolachões penam não só para encontrar os discos, que ficam a cada dia mais raros. A dificuldade aparece também na hora de trocar a agulha, ou de levar o toca- discos para o conserto.</p><p>E.</p><p>Marcos gosta de chocolate e de jogar futebol.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Com base em Koch (2014), o texto é um lugar que se desenvolve dentro de um jogo de perguntas e respostas nas relações entre os termos, no qual relacionam os sentidos dos textos. Podemos encontrar em KOCH, Ingedore. O texto e a construção dos sentidos.10. ed. São Paulo: Contexto, p.11-37, 2014.</p><p>A resposta correta é: Ora jogava videogame, ora fazia a lição de casa.</p><p>Questão 16</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Um dos muitos fatores responsáveis pela construção de sentidos de um texto, a intertextualidade, é imprescindível para a construção e compreensão do texto. Com base em sua compreensão deste conceito, leia as afirmativas abaixo e responda ao que se pede.</p><p>I) A intertextualidade existe independentemente da inter-relação entre os conhecimentos de mundo do produtor e do receptor do texto.</p><p>II) Para ser eficaz, o produtor deve mobilizar os intertextos que supostamente tem em comum com o receptor.</p><p>III) O interlocutor do texto nem sempre tenta apreender o que o produtor quis dizer a partir dos intertextos conhecidos sobre o assunto, já que a intertextualidade sempre é marcada, explícita.</p><p>Assinale a alternativa correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>I e III, apenas.</p><p>B.</p><p>II, apenas.</p><p>C.</p><p>I, II e III.</p><p>D.</p><p>III, apenas.</p><p>E.</p><p>I, apenas.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Com base nas informações trazidas por Santos (2018), entende-se que a definição de intertextualidade foi trazida pelo estudioso Bakhtin (1978) a partir dos seus estudos acerca do dialogismo, do qual compreende o diálogo entre várias ideias no texto. Podemos encontrar em SANTOS, J. E. de S. As intertextualidades explícita e implícita no discurso político. Ao pé da Letra. (UFPE. Online), v. 18. 2. p. 119-137, 2016</p><p>A resposta correta é: II, apenas.</p><p>Questão 17</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Dentre os vários modos de o produtor de um texto tornar claro seu propósito</p><p>comunicativo, existe a paráfrase, que consiste em um mecanismo de coesão textual em</p><p>que as ideias ou informações expostas em um texto são reescritas de forma mais clara e</p><p>objetiva. Com base nisso, leia o texto abaixo e assina o trecho que revela o uso de</p><p>paráfrase:</p><p>A Inquisição era formada pelos tribunais da Igreja Católica que perseguiam, julgavam e</p><p>puniam pessoas acusadas de se desviar de suas normas de conduta. Ela teve duas versões: a</p><p>medieval, nos séculos XIII e XIV, e a feroz Inquisição moderna, concentrada em Portugal e</p><p>Espanha, que durou do século XV ao X</p><p>IX___ Tudo começou em 1231, quando o papa Gregório</p><p>IX - preocupado com o crescimento de seitas religiosas - criou um órgão especial para</p><p>investigar os suspeitos de heresia, isto é, o Santo Ofício, nome oficial dado à Inquisição.</p><p>Atuando na Itália, na França, na Alemanha e em Portugal, a Inquisição medieval tinha penas</p><p>mais brandas - a mais comum era a excomunhão -, embora a tortura já fosse autorizada pelo</p><p>papa para arrancar confissões desde 1252. Já sua segunda encarnação surgiu com toda força</p><p>na Espanha de 1478.</p><p>(Texto adaptado. Disponível em: )</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>“- preocupado com o crescimento de seitas religiosas -”.</p><p>B.</p><p>“a mais comum era a excomunhão”.</p><p>C.</p><p>“A Inquisição era formada pelos tribunais da Igreja Católica que perseguiam, julgavam e puniam pessoas acusadas de se desviar de suas normas de conduta”.</p><p>D.</p><p>“isto é, o Santo Ofício, nome oficial dado à Inquisição”.</p><p>E.</p><p>“Ela teve duas versões: a medieval, nos séculos XIII e XIV, e a feroz Inquisição moderna, concentrada em Portugal e Espanha, que durou do século XV ao XIX”.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Segundo Silva e Rocha, a coesão textual une as partes ou ideias do texto. Mas é necessário escolher os conectores (operadores textuais) corretos. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: “isto é, o Santo Ofício, nome oficial dado à Inquisição”.</p><p>Questão 18</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto a seguir e responda ao que se pede.</p><p>TEXTO 1</p><p>Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados,</p><p>discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica. A violência no País há muito</p><p>ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados recentes mostram o Brasil como um dos</p><p>países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio.</p><p>Em 1980, tínhamos uma média de, aproximadamente, doze homicídios por cem mil</p><p>habitantes. Lamentavelmente, nas duas décadas seguintes, o grau de violência intencional</p><p>aumentou, chegando a mais do que o dobro do índice verificado em 1980 - 121,6% -, ou seja,</p><p>ao final dos anos 90 foi superado o patamar de 25 homicídios por cem mil habitantes.</p><p>Simultaneamente, o PIB por pessoa em idade de trabalho decresceu 26,4%, isto é, em média,</p><p>a cada queda de 1% do PIB a violência crescia mais do que 5% entre os anos 1980 e 1990.</p><p>Estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento mostram que os custos da</p><p>violência consumiram, apenas no setor saúde, 1,9% do PIB entre 1996 e 1997. Contudo, a</p><p>vitimização letal se distribui de forma desigual: são, sobretudo, os jovens negros, do sexo</p><p>masculino, entre 15 e 24 anos, que têm pago com a própria vida o preço da escalada da</p><p>violência no Brasil, sobretudo em função de sua cor e da pobreza a que estão cronicamente</p><p>submetidos.</p><p>O eixo argumentativo predominante no texto acima pode ser enquadrado em qual dos</p><p>tipos abaixo</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Apenas faz indagações sem respondê-las.</p><p>B.</p><p>Parte de estratégias indutivas de argumentação.</p><p>C.</p><p>Usa somente comparações.</p><p>D.</p><p>Usa dados demonstrativos.</p><p>E.</p><p>Aponta vários culpados pelo problema.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Segundo Ribeiro e Souza (2018), toda produção textual resulta em uma sistematização do gênero escolhido. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: Usa dados demonstrativos.</p><p>Questão 19</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia a seguir:</p><p>Com base na leitura do texto 2, é correto afirmar que:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>A intertextualidade nas obras de Chico Buarque jamais foi comprovada.</p><p>B.</p><p>Chico Buarque se cala porque aceita a crítica.</p><p>C.</p><p>O autor do texto entende o uso de outras obras na literatura de Chico Buarque como uma prática autoral de intertextualidade.</p><p>D.</p><p>As canções de Chico Buarque toda vez foram acusadas de plágio.</p><p>E.</p><p>O autor do texto acima defende o posicionamento de Wilson Martins frente à obra de Chico.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Segundo Santos (2018), o uso de outras vozes no texto é uma maneira de construir texto, pois sempre o texto será composto de outras vozes. Podemos encontrar em SANTOS, J. E. de S. As intertextualidades explícita e implícita no discurso político. Ao pé da Letra. (UFPE. Online), v. 18. 2. p. 119-137, 2016.</p><p>A resposta correta é: O autor do texto entende o uso de outras obras na literatura de Chico Buarque como uma prática autoral de intertextualidade.</p><p>Questão 20</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo e responda ao que se pede:</p><p>TEXTO 1</p><p>"O trecho da música ‘Nos bailes da vida’, de Milton Nascimento, ‘todo artista tem de ir a</p><p>onde o povo está’, é antigo, e a música, de tão tocada, acabou por se tornar um estereótipo de</p><p>tocadores de violões e de rodas de amigos em Visconde de Mauá, nos anos 1970. Em termos</p><p>digitais, porém, ela ficou mais atual do que nunca. É fácil entender o porquê: antigamente,</p><p>quando a informação se concentrava em centros de exposição, veículos de comunicação,</p><p>editoras, museus e gravadoras, era preciso passar por uma série de curadores, para garantir a</p><p>publicação de um artigo ou livro, a gravação de um disco ou a produção de uma exposição. O</p><p>mesmo funil, que poderia ser injusto e deixar grandes talentos de fora, simplesmente porque</p><p>não tinham acesso às ferramentas, às pessoas ou às fontes de informação, também servia</p><p>como filtro de qualidade. Tocar violão ou encenar uma peça de teatro em um grande auditório</p><p>costumava ter um peso muito maior do que fazê-lo em um bar, um centro cultural ou uma</p><p>calçada. Nas raras ocasiões em que esse valor se invertia, era justamente porque, para uso do</p><p>espaço ‘alternativo’, havia mecanismo de seleção tão ou mais rígidos que os espaços oficial".</p><p>(RADFAHRER, L. Todo artista tem de ir aonde o povo está.</p><p>Disponível em: . Acesso em: 29 jul. 2014 (adaptado).</p><p>A partir do texto acima, é possível assinalar que:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>As tecnologias desenvolvidas nos últimos anos não permitiram a independência dos artistas.</p><p>B.</p><p>Não há mecanismos de medição da qualidade das obras artísticas, porque o público agora não pode mais avaliar ou confiar.</p><p>C.</p><p>Hoje não precisa mais de curadoria para a avaliação da obra de arte.</p><p>D.</p><p>A evolução das ferramentas tecnológicas</p><p>popularizou a produção e a divulgação da arte ao reduzir a importância dos centros de exposição.</p><p>E.</p><p>O fato de os artistas terem podido nos últimos anos montar seus próprios ambientes de produção não significou que seus trabalhos pudessem ser disponibilizados de uma forma mais fácil.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>De acordo Cantalice e Oliveira (2009), “no ensino superior nos deparamos com uma pluralidade de textos e somos convidados a conhecê-los por meio da leitura. ” Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: A evolução das ferramentas tecnológicas popularizou a produção e a divulgação da arte ao reduzir a importância dos centros de exposição.</p><p>Parte inferior do formulário</p><p>Simulado 2 ,</p><p>Parte superior do formulário</p><p>prática de não fazer nada</p><p>(Adaptado de: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/. Acesso em: 2 abr. 2018).</p><p>Analise as afirmativas sobre o texto 2, preenchendo os parênteses com V (verdadeiro) ou</p><p>F (falso).</p><p>( ) O texto discute a prática do nadismo sem usar falas das pessoas.</p><p>( ) A prática do nadismo será incorporada pelas empresas em todo o Brasil.</p><p>( ) O texto mostra que, apesar de muitas pessoas resistirem de início à prática do nadismo,</p><p>elas acabam por perceber que isso é importante para sua própria saúde.</p><p>( ) Ter usado depoimentos deu ao texto uma demonstração verídica de que o nadismo tem</p><p>benefícios.</p><p>A opção correta é:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>F - V - V - F</p><p>B.</p><p>V - F - F - V</p><p>C.</p><p>V - F - V - V</p><p>D.</p><p>F - F - V - V</p><p>E.</p><p>V - V - F - F</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>De acordo com Cantalice e Oliveira (2009), “A leitura é um processo cada vez mais presente no dia a dia do ser humano, possibilitando uma melhor inserção social. ” Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: F - F - V - V</p><p>Questão 2</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo e responda ao enunciado:</p><p>"Em nossa escola, havia um supervisor de turmas, chamado Daniel Silveira, que não aliviava</p><p>quando se tratava de reprimir nossas travessuras. Quase sempre, ele vinha atrapalhar nossas</p><p>brincadeiras no intervalo das aulas e levar um de nós para a sala da Direção, com a desculpa</p><p>de estarmos sempre a ‘incomodar a ordem do estabelecimento". Hoje não foi diferente. Mal</p><p>tínhamos começado a correr, veio Daniel e pegou o nosso amigo Juninho correndo no pátio da</p><p>escola".</p><p>O texto acima apresenta um problema de intencionalidade, pois uma frase está ambígua</p><p>e impede de sabermos qual o sentido real e verdadeiro da frase. Identifique abaixo a</p><p>frase, assinalando a alternativa correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>“veio Daniel e pegou o nosso amigo Juninho correndo no pátio da escola”.</p><p>B.</p><p>“Em nossa escola, havia um supervisor de turmas, chamado Daniel Silveira, que não aliviava quando se tratava de reprimir nossas travessuras”.</p><p>C.</p><p>“Quase sempre, ele vinha atrapalhar nossas brincadeiras no intervalo das aulas”.</p><p>D.</p><p>“Hoje não foi diferente”.</p><p>E.</p><p>“levar um de nós para a sala da Direção, com a desculpa de estarmos sempre a ‘incomodar a ordem do estabelecimento’”.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo com Rocha e Silva (2017), os processos de argumentação são conduzidos na intencionalidade. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: “veio Daniel e pegou o nosso amigo Juninho correndo no pátio da escola”.</p><p>Questão 3</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo para responder a questão.</p><p>TEXTO 2</p><p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso defendeu a</p><p>legalização, com regulação rígida pelo Estado, de todos os tipos de drogas no país. Ele</p><p>participou hoje (28) de seminário sobre descriminalização do uso de drogas, promovido pela</p><p>Fundação Fernando Henrique Cardoso, na capital paulista.</p><p>Para Barroso, a legalização das drogas quebraria o poder do tráfico nas comunidades</p><p>carentes e reduziria os casos de vítimas inocentes, que morrem por causa de bala perdida em</p><p>favelas e de jovens humildes cooptados pelo tráfico.</p><p>O ministro disse que o papel do Estado é desincentivar o consumo das drogas e</p><p>mostrar seus malefícios. "Não estamos defendendo as drogas, temos que enfrentar [o</p><p>problema]. A guerra às drogas fracassou no mundo inteiro, mas o consumo só aumenta."</p><p>Barroso concorda com a ideia de que a ilegalidade só assegura o monopólio do traficante.</p><p>Para Barroso, o consumo recreativo, em ambiente privado, não deve ser proibido.</p><p>"Cada um faz as suas escolhas de vida, e talvez este [consumo de drogas] não esteja entre os</p><p>maiores riscos", disse o ministro.</p><p>Ele disse que comportamentos que não causam danos a terceiros poderiam ser</p><p>liberados e que réus primários, com bons antecedentes, flagrados com drogas não deveriam</p><p>ser presos preventivamente e, sim, receber outros tipos de punição, como prestação de serviço</p><p>à comunidade. Em agosto de 2015, Barroso votou no STF pela inconstitucionalidade de uma</p><p>norma da Lei das Drogas (Lei 11.343) que criminaliza o porte para uso de drogas.</p><p>O STF julgará o Recurso Extraordinário 635.659, ajuizado por um ex-preso de</p><p>Diadema (SP), condenado a dois meses de prestação de serviços à comunidade por porte de</p><p>maconha. A droga foi encontrada na cela do detento. Relatado pelo ministro Gilmar Mendes,</p><p>o recurso deveria ter sido julgado em 2015, mas foi adiado. Se a maioria dos ministros da</p><p>Corte julgar o artigo da lei inconstitucional, o STF, na prática, estará descriminalizando o</p><p>porte de droga para consumo pessoal.</p><p>O ministro disse que seu objetivo é defender, no STF, a descriminalização apenas da</p><p>maconha como um primeiro passo, fazendo com que a decisão possa ser estendida para outras</p><p>drogas.</p><p>Considerando as relações que o enunciador estabelece com os elementos da enunciação,</p><p>podemos afirmar que:</p><p>I) A relação com o assunto sobre o qual o enunciador escreve é de objetividade, pois ele</p><p>discursa utilizando argumentos factuais, com base em algo que pode ser comprovado.</p><p>II) A relação com a realidade sobre a qual o enunciador escreve é de relato, já que ele</p><p>argumenta se valendo de fatos vivenciados em sua vida por ele mesmo.</p><p>III) A relação com o auditório a quem o enunciador se dirige é de sugestão, posto que ele</p><p>apresenta ponto de vista alternativo ao que se propaga habitualmente.</p><p>Assinale a alternativa correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Somente as afirmativas I e II estão corretas.</p><p>B.</p><p>Somente a afirmativa I está correta.</p><p>C.</p><p>Somente as afirmativas II e III estão corretas.</p><p>D.</p><p>Todas as afirmativas estão corretas.</p><p>E.</p><p>Somente as afirmativas I e III estão corretas.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Segundo Ribeiro e Souza (2018), na produção de um gênero existe o enunciador e o enunciatário, do qual o primeiro é aquele que produz e começa a comunicação e o segundo que recebe e retorna a comunicação. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: Somente as afirmativas I e II estão corretas.</p><p>Questão 4</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Os sentidos de um texto nascem de um processo complexo de interação entre autor-</p><p>texto-leitor, como</p><p>efeito de uma negociação entre os sentidos propostos e os sentidos</p><p>apreendidos em situações de leitura e interpretação. Com base nisso, é possível</p><p>compreender o quadrinho abaixo relacionando com um conjunto de outras experiências</p><p>textuais. Assim, assinale a alternativa que descreve os propostos e possíveis de apreender</p><p>neste quadrinho.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Ao propor querer tirar o deputado dessa vida, a prostituta estaria se referindo ao casamento do deputado.</p><p>B.</p><p>O autor do quadrinho chama a atenção para uma transformação de valores relacionados à atualidade, ao destacar que, diferentemente de antes ou dos textos, filmes, novelas de antigamente, o deputado representa uma figura moral e eticamente mais reprovável do que uma prostituta, o que mostra que ela estaria em condições de propor uma vida mais honesta do que a que o deputado leva de corrupção.</p><p>C.</p><p>A prostituição e a corrupção são equiparáveis no quadrinho, sendo a corrupção melhor do que a prostituição.</p><p>D.</p><p>O deputado estaria apaixonado pela prostituta, o que revela a intimidade com que ela propõe a ajuda.</p><p>E.</p><p>O quadrinho simplesmente mostra os problemas do alcoolismo.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Florêncio (2009) diz que o texto é muito mais que a simples soma das frases. FLORÊNCIO, Ana Maria Gama et al. Análise do Discurso: Fundamentos e Prática. Maceió: Edufal, 2009.</p><p>A resposta correta é: O autor do quadrinho chama a atenção para uma transformação de valores relacionados à atualidade, ao destacar que, diferentemente de antes ou dos textos, filmes, novelas de antigamente, o deputado representa uma figura moral e eticamente mais reprovável do que uma prostituta, o que mostra que ela estaria em condições de propor uma vida mais honesta do que a que o deputado leva de corrupção.</p><p>Questão 5</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo:</p><p>(Adaptado de: http://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/conheca-deboismo-nova-filosofia-de-boas-da-internet-</p><p>17392121 . Acesso em: 2 abr. 2018).</p><p>Analise as afirmativas abaixo e assinale a opção correta:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Existe uma contradição irreconciliável em dizer que o movimento é apartidário, mas político (linhas 09 e 10).</p><p>B.</p><p>O deboísta não pode discordar de ninguém.</p><p>C.</p><p>Ao dizer que o movimento é apartidário, mas político (linhas 09 e 10), o criador do Deboísmo quis defender uma postura coletiva, sem querer associar isso a questões partidárias.</p><p>D.</p><p>O deboísta, sendo aquele “que escolhe o lutar em vez de brigar” (linha 08), precisa ser lutador.</p><p>E.</p><p>O deboísmo é o mesmo que ficar com preguiça de fazer as coisas.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Com base em Cantalice e Oliveira (2009), a leitura “ envolve a capacidade sensorial, percepção, aprendizagem, motivação, pensamento, memória, dentre outros.”Com isso o leitor necessita fazer deduções lógicas a partir das ideias do texto. Podemos encontrar mais sobre o assunto no livro de CANTALICE, Lucicleide Maria de; OLIVEIRA, Katya Luciane de. Estratégias de leitura e compreensão textual em universitários. Psicol. Esc. Educ. (Impr.), Campinas, v. 13, n. 2, p. 227-234, jul./dez. 2009.</p><p>A resposta correta é: Ao dizer que o movimento é apartidário, mas político (linhas 09 e 10), o criador do Deboísmo quis defender uma postura coletiva, sem querer associar isso a questões partidárias.</p><p>Questão 6</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Constata-se que o processo de leitura e interpretação de um texto pressupõe a</p><p>compreensão do que são texto, ator social e sentidos, como uma forma de evitarmos a</p><p>ideia de que o uso da linguagem se faz apenas com o objetivo de passar ou comunicar</p><p>informações. Com base nessas discussões e nos textos, assinale a alternativa abaixo que</p><p>melhor caracteriza a relação entre Texto, Ator Social e Sentidos em uma concepção</p><p>crítica de leitura.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>O texto não pode ser pensado como desvinculado dos sentidos, uma vez que os sentidos estão ligados tão somente às palavras presentes no texto.</p><p>B.</p><p>Pensar sentido e texto é pensar em uma dimensão independente da dimensão dos atores sociais.</p><p>C.</p><p>Os atores sociais, uma vez sendo concebidos como sujeitos ativos em sociedade, como sujeitos da história, ao mesmo tempo em que são responsáveis pela manutenção e transformação da sociedade, podem ser compreendidos a partir dos textos que produzem como fruto de suas interações, o que nos permite entender os sentidos de um texto tanto como uma proposta de significação deles, quanto o produto de uma negociação entre os atores interlocutores.</p><p>D.</p><p>Os sentidos de um texto estão situados na cabeça do ator produtor do texto, não importando o papel do leitor e interlocutor.</p><p>E.</p><p>O texto funciona muito mais em função dos atores sociais que o produzem do que das palavras usadas.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>Segundo Ribeiro e Sousa (2018), parti dos autores sociais as capacidades de entendimento dos processos de compreensão comunicativos do texto da maneira que se escreve e se estrutura o texto. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: Os atores sociais, uma vez sendo concebidos como sujeitos ativos em sociedade, como sujeitos da história, ao mesmo tempo em que são responsáveis pela manutenção e transformação da sociedade, podem ser compreendidos a partir dos textos que produzem como fruto de suas interações, o que nos permite entender os sentidos de um texto tanto como uma proposta de significação deles, quanto o produto de uma negociação entre os atores interlocutores.</p><p>Questão 7</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto a seguir.</p><p>TEXTO 1</p><p>Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados,</p><p>discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica. A violência no País há muito</p><p>ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados recentes mostram o Brasil como um dos</p><p>países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio.</p><p>Em 1980, tínhamos uma média de, aproximadamente, doze homicídios por cem mil</p><p>habitantes. Lamentavelmente, nas duas décadas seguintes, o grau de violência intencional</p><p>aumentou, chegando a mais do que o dobro do índice verificado em 1980 - 121,6% -, ou seja,</p><p>ao final dos anos 90 foi superado o patamar de 25 homicídios por cem mil habitantes.</p><p>Simultaneamente, o PIB por pessoa em idade de trabalho decresceu 26,4%, isto é, em média,</p><p>a cada queda de 1% do PIB a violência crescia mais do que 5% entre os anos 1980 e 1990.</p><p>Estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento mostram que os custos da</p><p>violência consumiram, apenas no setor saúde, 1,9% do PIB entre 1996 e 1997. Contudo, a</p><p>vitimização letal se distribui de forma desigual: são, sobretudo, os jovens negros, do sexo</p><p>masculino, entre 15 e 24 anos, que têm pago com a própria vida o preço da escalada da</p><p>violência no Brasil, sobretudo em função de sua cor e da pobreza a que estão cronicamente</p><p>submetidos.</p><p>Ao longo do texto, é usada uma operação de construção de argumentos que podemos</p><p>chamar ou de dedutivo (quando parte de uma tese geral e vai desenvolvendo-a), ou de</p><p>indutivo (quando parte de afirmações e premissas até chegar a uma conclusão). Com</p><p>base nessas informações, indique abaixo a alternativa em que há uma correspondência</p><p>correta entre trecho do texto e operação argumentativa:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>“Lamentavelmente, nas duas décadas seguintes, o grau de violência intencional aumentou, chegando a mais do que o dobro do índice verificado em 1980 - 121,6% -, ou seja, ao final dos anos 90 foi superado o patamar de 25 homicídios por cem mil habitantes”. - Dedutivo.</p><p>B.</p><p>“Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados, discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica. A violência no País há muito ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados</p><p>recentes mostram o Brasil como um dos países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio.” - Dedutivo.</p><p>C.</p><p>“A violência no País há muito ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados recentes mostram o Brasil como um dos países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio”. - Indutivo.</p><p>D.</p><p>“Simultaneamente, o PIB por pessoa em idade de trabalho decresceu 26,4%, isto é, em média, a cada queda de 1% do PIB a violência crescia mais do que 5% entre os anos 1980 e 1990”. - Dedutivo.</p><p>E.</p><p>“Estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento mostram que os custos da violência consumiram, apenas no setor saúde, 1,9% do PIB entre 1996 e 1997. Contudo, a vitimização letal se distribui de forma desigual: são, sobretudo, os jovens pobres e negros, do sexo masculino, entre 15 e 24 anos, que têm pago com a própria vida o preço da escalada da violência no Brasil.”. - Dedutivo.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo Koch (2014), a ordem dos argumentos é importante para a compreensão dos fatores e da lógica do texto. Podemos encontrar em KOCH, Ingedore. O texto e a construção dos sentidos.10. ed. São Paulo: Contexto, p.11- 37,2014.</p><p>A resposta correta é: “Os jovens negros no Brasil têm sido alvo da violência letal, por serem marginalizados, discriminados e vulnerabilizados pela pobreza crônica. A violência no País há muito ultrapassou todos os limites. Tanto é assim que dados recentes mostram o Brasil como um dos países mais violentos do mundo, levando-se em conta o risco de morte por homicídio.” - Dedutivo.</p><p>Questão 8</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto e responda ao que se pede.</p><p>TEXTO 3</p><p>JUDITH BUTLER ESCREVE SOBRE SUA TEORIA DE GÊNERO E O ATAQUE</p><p>SOFRIDO NO BRASIL (PARTE 1)</p><p>Em 1989, publiquei um livro intitulado "Gender Trouble" (lançado em português em</p><p>2003 como "Problemas de Gênero: Feminismo e Subversão da Identidade", Civilização</p><p>Brasileira), no qual propus uma descrição do caráter performativo do gênero. O que isso</p><p>significa</p><p>A cada um de nós é atribuído um gênero no nascimento, o que significa que somos</p><p>nomeados por nossos pais ou pelas instituições sociais de certas maneiras.</p><p>Às vezes, com a atribuição do gênero, um conjunto de expectativas é transmitido: esta</p><p>é uma menina, então ela vai, quando crescer, assumir um papel X de mulher na família e no</p><p>trabalho; este é um menino, então ele assumirá uma posição Y na sociedade como homem. No</p><p>entanto, muitas pessoas sofrem dificuldades com sua atribuição — são pessoas que não</p><p>querem atender a essas expectativas, e a percepção que têm de si próprias difere da atribuição</p><p>social que lhes foi dada.</p><p>A dúvida que surge com essa situação é a seguinte: em que medida jovens e adultos</p><p>são livres para construir o significado de sua atribuição de gênero</p><p>Algumas pessoas vivem em paz com o gênero que lhes foi atribuído, mas outras</p><p>sofrem quando são obrigadas a se conformar com normas sociais que anulam o senso mais</p><p>profundo de quem são e quem desejam ser. Para essas pessoas é uma necessidade urgente</p><p>criar as condições para uma vida possível de viver.</p><p>O livro negou a existência de uma diferença natural entre os sexos De maneira</p><p>nenhuma, embora destaque a existência de paradigmas científicos divergentes para determinar</p><p>as diferenças entre os sexos e observe que alguns corpos possuem atributos mistos que</p><p>dificultam sua classificação.</p><p>Também afirmei que a sexualidade humana assume formas diferentes e que não</p><p>devemos presumir que o fato de sabermos o gênero de uma pessoa nos dá qualquer pista sobre</p><p>sua orientação sexual. Um homem masculino pode ser heterossexual ou gay, e o mesmo</p><p>raciocínio se aplica a uma mulher masculina.</p><p>Nossas ideias de masculino e feminino variam de acordo com a cultura, e esses termos</p><p>não possuem significados fixos. Eles são dimensões culturais de nossas vidas que assumem</p><p>formas diferentes e renovadas no decorrer da história e, como atores históricos, nós temos</p><p>alguma liberdade para determinar esses significados.</p><p>Mas o objetivo dessa teoria era gerar mais liberdade e aceitação para a gama ampla de</p><p>identificações de gênero e desejos que constitui nossa complexidade como seres humanos.</p><p>Além disso, a liberdade de buscar uma expressão de gênero ou de viver como lésbica,</p><p>gay, bissexual, trans ou queer (essa lista não é exaustiva) só pode ser garantida em uma</p><p>sociedade que se recusa a aceitar a violência contra mulheres e pessoas trans, que se recusa a</p><p>aceitar a discriminação com base no gênero e que se recusa a transformar em doentes e aviltar</p><p>as pessoas que abraçaram essas categorias no intuito de viverem uma vida mais vivível, com</p><p>mais dignidade, alegria e liberdade.</p><p>JUDITH BUTLER, 61, referência nos estudos de gênero e teoria queer, é codiretora</p><p>do programa de teoria crítica da Universidade da Califórnia em Berkeley. Lança o livro</p><p>"Caminhos Divergentes: Judaicidade e Crítica do Sionismo" pela Boitempo.</p><p>FSP / Ilustríssima 19.11.2017</p><p>No texto, temos que:</p><p>I) A relação do enunciador com a realidade de que fala é de relato e de testemunha.</p><p>II) A relação do enunciador com o auditório é de crítica ao público-leitor do texto.</p><p>III) A relação do enunciador com o assunto em discussão é totalmente subjetiva.</p><p>Assinale a alternativa correta:</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Somente a afirmativa II está correta.</p><p>B.</p><p>Somente as afirmativas I e II estão corretas.</p><p>C.</p><p>Somente as afirmativas II e III estão corretas.</p><p>D.</p><p>Somente a afirmativa III está correta.</p><p>E.</p><p>Somente a afirmativa I está correta.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>De acordo com Ribeiro e Souza (2018), a fala pode desenvolver mais credibilidade argumentação proposta. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: Somente a afirmativa I está correta.</p><p>Questão 9</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto a seguir.</p><p>Considerando seu conhecimento linguístico, assinale a alternativa que contém o sinônimo errado para cada um dos trechos abaixo.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>“foi possível ouvir poucas vozes dissonantes” (linha 05) - concordantes.</p><p>B.</p><p>“ou, pelo contrário, enaltecida como admirável vocação à intertextualidade” (linhas 24 e 25) - elogiada.</p><p>C.</p><p>“acusação mais infamante que um escritor pode receber” (linhas 02 e 03) - indecorosa.</p><p>D.</p><p>“O paladino mais aguerrido da cruzada a favor da justiça literária” (linhas 07 a 09) - militante.</p><p>E.</p><p>“tal característica pode ser estigmatizada como desdenhável propensão ao plágio” (linhas 22 e 23) - depreciativa.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo com Rocha e Silva (2017), é necessário entender o que foi escrito para que os interlocutores se relacionem na comunicação. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: “foi possível ouvir poucas vozes dissonantes” (linha 05) - concordantes.</p><p>Questão 10</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo:</p><p>Analise as afirmativas sobre partes do texto 2.</p><p>I___ "Merecidamente" (linha 04), "sem dúvida" (linha 09) e "obviamente" (linha 21) mostram que o autor do texto defende a posição do crítico Wilson Martins.</p><p>II___ No trecho "repetidos ataques com tons cada vez mais irreverentes" (linha 11), há a comprovação de que o autor do texto é partidário da ideia de que Chico Buarque plagiou obras em seu livro.</p><p>III___ O trecho "uma prática do plágio já consolidada na obra musical e teatral de Chico Buarque" (linhas 13 e 14) é uma menção a um fato consolidado e já aceito por todos em relação à obra de Chico Buarque.</p><p>Assinale a alternativa correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Apenas a afirmativa I está correta.</p><p>B.</p><p>As afirmativas I e III estão</p><p>corretas.</p><p>C.</p><p>A afirmativa II está correta.</p><p>D.</p><p>A afirmativa III é falsa.</p><p>E.</p><p>As afirmativas I, II e III são falsas.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Segundo Rocha e Silva (2017), é por intermédio dos textos que os sujeitos se comunicam, nesse sentido, os fenômenos devem ser contextualizados no interior da linguagem. Podemos encontrar em ROCHA, Max Silva; SILVA, Maria Margarete de Paiva. A linguística textual e a construção do texto: um estudo sobre os fatores de textualidade. Revista A Cor das Letras. v. 18, n. 2, p. 26-44, maio/ago. 2017.</p><p>A resposta correta é: As afirmativas I, II e III são falsas.</p><p>Questão 11</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>Estamos na sociedade da informação. Somos autênticos informívoros, necessitamos de</p><p>informação para sobreviver, como necessitamos de alimento, calor ou contato social. Nas</p><p>ciências da comunicação, considera-se que informação é tudo aquilo que reduz a incerteza de</p><p>um sistema. Nesse sentido, todos nós nos alimentamos de informação que nos permite NÃO</p><p>APENAS prever COMO TAMBÉM controlar os acontecimentos de nosso meio.</p><p>Previsão e controle são duas das funções fundamentais da aprendizagem, inclusive nos</p><p>organismos mais simples. Na vida social, a informação é ainda mais essencial PORQUE os</p><p>fenômenos que nos rodeiam são complexos e cambiantes e, PORTANTO, ainda mais</p><p>incertos do que os que afetam os outros seres vivos. A incerteza é ainda maior na sociedade</p><p>atual, como consequência da descentração do conhecimento e dos vertiginosos ritmos de</p><p>mudança em todos os setores da vida. Um traço característico de nossa cultura da</p><p>aprendizagem é que, EM VEZ DE ter de buscar ativamente a informação com que alimentar</p><p>nossa ânsia de previsão e controle, estamos sendo abarrotados, superalimentados de</p><p>informação, na maioria das vezes em formato fast food.</p><p>Sofremos uma certa obesidade informativa, consequência de uma dieta pouco</p><p>equilibrada.</p><p>Avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.</p><p>I) A falta de informação sobre os fenômenos que nos cercam pode gerar insegurança</p><p>PORQUE</p><p>II) não nos permite controlar a realidade que nos cerca.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>B.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>C.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>D.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.</p><p>E.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Com base em Ribeiro e Souza (2018), é necessário saber o motivo do que se escreve e em que lugar a temática quer chegar. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.</p><p>Questão 12</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Leia o texto e responda ao que se pede.</p><p>TEXTO 2</p><p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso defendeu a</p><p>legalização, com regulação rígida pelo Estado, de todos os tipos de drogas no país. Ele</p><p>participou hoje (28) de seminário sobre descriminalização do uso de drogas, promovido pela</p><p>Fundação Fernando Henrique Cardoso, na capital paulista.</p><p>Para Barroso, a legalização das drogas quebraria o poder do tráfico nas comunidades</p><p>carentes e reduziria os casos de vítimas inocentes, que morrem por causa de bala perdida em</p><p>favelas e de jovens humildes cooptados pelo tráfico.</p><p>O ministro disse que o papel do Estado é desincentivar o consumo das drogas e</p><p>mostrar seus malefícios. "Não estamos defendendo as drogas, temos que enfrentar [o</p><p>problema]. A guerra às drogas fracassou no mundo inteiro, mas o consumo só aumenta."</p><p>Barroso concorda com a ideia de que a ilegalidade só assegura o monopólio do traficante.</p><p>Para Barroso, o consumo recreativo, em ambiente privado, não deve ser proibido.</p><p>"Cada um faz as suas escolhas de vida, e talvez este [consumo de drogas] não esteja entre os</p><p>maiores riscos", disse o ministro.</p><p>Ele disse que comportamentos que não causam danos a terceiros poderiam ser</p><p>liberados e que réus primários, com bons antecedentes, flagrados com drogas não deveriam</p><p>ser presos preventivamente e, sim, receber outros tipos de punição, como prestação de serviço</p><p>à comunidade. Em agosto de 2015, Barroso votou no STF pela inconstitucionalidade de uma</p><p>norma da Lei das Drogas (Lei 11.343) que criminaliza o porte para uso de drogas.</p><p>O STF julgará o Recurso Extraordinário 635.659, ajuizado por um ex-preso de</p><p>Diadema (SP), condenado a dois meses de prestação de serviços à comunidade por porte de</p><p>maconha. A droga foi encontrada na cela do detento. Relatado pelo ministro Gilmar Mendes,</p><p>o recurso deveria ter sido julgado em 2015, mas foi adiado. Se a maioria dos ministros da</p><p>Corte julgar o artigo da lei inconstitucional, o STF, na prática, estará descriminalizando o</p><p>porte de droga para consumo pessoal.</p><p>O ministro disse que seu objetivo é defender, no STF, a descriminalização apenas da</p><p>maconha como um primeiro passo, fazendo com que a decisão possa ser estendida para outras</p><p>drogas.</p><p>A argumentação de todo texto pertence a um ou mais eixos (demonstrativo ou retórico) e</p><p>se estrutura por uma ou mais operações argumentativas (dedução ou indução), que</p><p>tanto organizam a sequenciação e encadeamentos das ideias, quanto referenciam o</p><p>conteúdo da argumentação. Com base nisso, podemos dizer que o texto 2 apresenta:</p><p>I) Uma lógica argumentativa predominantemente retórica, pois o enunciador faz apelo a</p><p>argumentos da experiência para contrariar outras ideias.</p><p>II) Um eixo argumentativo demonstrativo, quando apresenta fatos que comprovam ser sua</p><p>alternativa a melhor para os problemas em questão.</p><p>III) Uma operação argumentativa dedutiva, pois parte de uma tese maior e a exemplifica com</p><p>fatos experienciados pelo relator.</p><p>IV) Uma operação argumentativa somente indutiva, porque induz o auditório a aceitar seu</p><p>ponto de vista justificando-o com fatos vivenciados pelo relator.</p><p>Assinale a alternativa correta.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>As afirmativas I e II estão corretas.</p><p>B.</p><p>As afirmativas II e IV estão corretas.</p><p>C.</p><p>As afirmativas II e III estão corretas.</p><p>D.</p><p>As afirmativas I e IV estão corretas.</p><p>E.</p><p>As afirmativas III e IV estão corretas.</p><p>Feedback</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>De acordo com Ribeiro e Souza (2018), identificar o gênero ajuda a compreender o contexto de comunicação. Podemos encontrar em RIBEIRO, P.; SOUZA, D. D. DE S. Argumentação e ensino: a mediação da Teoria Semiolinguística do Discurso. EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação, v. 1, n. 17, p. 122-140, 13 dez. 2018.</p><p>A resposta correta é: As afirmativas I e IV estão corretas.</p><p>Questão 13</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Observe os termos em destaque nos recortes abaixo e assinale que tipo de coesão</p><p>estabelecem.</p><p>O porquê do ódio a Chávez</p><p>"ELE cumpriu a promessa de governar para as maiorias e mostrou que a História não tinha</p><p>terminado. Por isso (não por SEUS erros) as oligarquias o detestam...</p><p>Hugo Chávez é, sem dúvida, o chefe de Estado mais difamado no mundo. [...] Um líder</p><p>político deve ser valorizado por seus atos, não por rumores veiculados contra ele. Os</p><p>candidatos fazem promessas para ser eleitos: poucos são AQUELES que, uma vez no poder,</p><p>cumprem tais promessas. Desde o início, a proposta eleitoral de Chávez foi muito clara:</p><p>trabalhar em benefício dos pobres, ou seja - naquele momento - a maioria dos venezuelanos.</p><p>E cumpriu SUA palavra."</p><p>Caros Amigos (online) 06 mar. 2013.</p><p>Escolha uma opção:</p><p>A.</p><p>Trata-se na verdade de coerência.</p><p>B.</p><p>Coesão por conjunção.</p><p>C.</p><p>Coesão por elipse.</p><p>D.</p><p>Coesão por substituição gramatical, em que um termo</p>

Mais conteúdos dessa disciplina