Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

<p>Plantas tóxicas, peçonhentos e domissanitários</p><p>Domissanitários</p><p>Substâncias ou preparações destinadas à higienização e à odorização de ambientes domiciliares, coletivos e/ou públicos; para utilização por qualquer pessoa, para fins domésticos; para aplicação ou manipulação por pessoas ou entidades especializadas, para fins profissionais (ANVISA).</p><p>Desinfetantes, detergentes, agentes de limpeza,</p><p>inseticidas, raticidas e repelentes domésticos.</p><p>Nota Técnica 11/2020 (Anvisa): aumento da</p><p>exposição tóxica a produtos de limpeza no país.</p><p>Orientações básicas para a manipulação e o armazenamento de domissanitários</p><p>1- Mantenha os produtos de limpeza fora do alcance de crianças e animais. Esses produtos podem atrair a atenção principalmente de crianças pequenas, entre 1 e 5 anos de idade.</p><p>2- Evite o armazenamento desses produtos em recipientes diferentes e não etiquetados.</p><p>3- Supervisione as crianças, não permitindo que elas acessem os ambientes onde esses produtos são guardados.</p><p>4- Não deixe detergentes e produtos de limpeza em geral embaixo da pia ou no chão dos banheiros.</p><p>5- Leia e siga as instruções descritas no rótulo de cada produto.</p><p>6- Evite a mistura de produtos químicos.</p><p>7- Garanta a ventilação quando for manusear um desses produtos destinados à limpeza, higienização e desinfecção.</p><p>8- Inutilize as embalagens vazias. Isso porque elas sempre ficam com resíduos, ou seja, restos dos produtos. Jogue fora as embalagens vazias, preferencialmente valendo-se do sistema de coleta seletiva, de modo a separá-las do lixo orgânico.</p><p>9- Em caso de emergências toxicológicas, não provoque vômito. Tenha em mãos o número do Centro de Informação e Assistência Toxicológica, o CIATox: 0800-722-6001.</p><p>https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2020-05/anvisa-alerta-sobre-aumento-de-intoxicacao-por-produtos-de-limpeza</p><p>Detergentes  possuem surfactantes (diminuem a tensão superficial da água).</p><p>Aniônicos, catiônicos e não iônicos.</p><p>Aniônicos: sabões e detergentes comuns;</p><p>Não iônicos: cosméticos, medicamentos, aditivos alimentares.</p><p>Baixa toxicidade (não exigem tratamento) – náuseas, vômitos e diarreia.</p><p>Domissanitários: detergentes</p><p>Detergentes  possuem surfactantes (diminuem a tensão superficial da água).</p><p>Aniônicos, catiônicos e não iônicos.</p><p>Catiônicos: mais tóxicos.</p><p>Exemplos: compostos de amônio</p><p>quaternário (cloreto de benzalcônio,</p><p>brometo de cetiltrimetilamônio,</p><p>cloreto de cetilpiridínio)</p><p>Domissanitários: detergentes</p><p>Limpeza e desinfecção domiciliar, hospitalar e agrícola;</p><p>Conservante em produtos farmacêuticos (colírios, descongestionantes);</p><p>Amaciantes, condicionadores, tratamento de águas residuais, extração de DNA.</p><p>Produtos de higiene pessoal (creme dental, enxaguante bucal etc.).</p><p>Detergentes catiônicos (compostos de amônio quaternário)  interagem com a membrana plasmática das bactérias, bolores, leveduras e vírus não lipídicos carregados negativamente, desorganizando-a; causam desnaturação de proteínas; lisam a parede celular.</p><p>Domissanitários: detergentes</p><p>INTOXICAÇÃO: são corrosivos para a mucosa e pele, podem causar paralisia respiratória</p><p>Etanol (C2H6O): efeito biocida (60% a 90%).</p><p>Solúvel em água, ponto de ebulição de 78,3 °C e baixo ponto de fulgor (12,8 °C).</p><p>Rompe ligações de hidrogênio entre aminoácidos;</p><p>Denatura proteínas;</p><p>Desestrutura membranas.</p><p>Domissanitários: álcoois</p><p>POR QUE ETANOL 70%???</p><p>Água impede que o microrganismo seja desidratado pelo etanol sem morrer; e impede a evaporação rápida do etanol.</p><p>Intoxicação por etanol no contexto da pandemia:</p><p>Ingestão ou inalação.</p><p>Crianças: 4 mL/Kg já é letal.</p><p>Domissanitários: álcoois</p><p>Casos leves: euforia, ataxia, nistagmo, diplopia, comportamento agressivo, disartria, náuseas e vômitos, rubor e taquicardia.</p><p>Casos mais graves: depressão do sistema nervoso central e coma. Depressão respiratória, aspiração pulmonar, hipoglicemia (que pode levar a crises convulsivas), hiponatremia e hipotermia.</p><p>Mecanismo de ação tóxica do etanol: produção do metabólito tóxico acetaldeído (ressaca, mutagênese, carcinogênese, neurodegeneração).</p><p>Domissanitários: álcoois</p><p>População oriental: variantes mais efetivas da ADH e menos efetiva da ALDH2 (alelo ALDH2*2)</p><p>Intoxicação aguda pelo etanol: depressão do SNC – potencializa a ativação do receptor GABAa (de maneira semelhante aos benzodiazepínicos).</p><p>Domissanitários: álcoois</p><p>Hipocloritos de cálcio (Ca(ClO)2) e de sódio (NaClO), dióxido de cloro</p><p>(ClO2) e as cloroaminas.</p><p>NaClO(aq): “Cândida”, “água sanitária”, “água de lavadeira”  ação antimicrobiana, desodorizante, de limpeza e de branqueamento.</p><p>Mecanismo de ação antimicrobiana: oxidação (ClO-).</p><p>Não misturar com outros domissanitários! Produção de gás Cl2 (irritante).</p><p>Domissanitários: cloro e derivados</p><p>NaClO(aq) + 2 HCl(aq)  NaCl(aq) + Cl2(g) + H2O(l)</p><p>Intoxicação por NaClO(aq): queimaduras no sistema digestório e irritação das membranas mucosas e oculares. Casos mais graves: hipotensão arterial, delírio e coma.</p><p>Domissanitários: cloro e derivados</p><p>Compostos fenólicos: timol, triclosan, triclocarban, clorofenol.</p><p>Mecanismo de ação microbicida não é totalmente conhecido.</p><p>Intoxicação: em altas concentrações, podem causar irritações oculares e na pele. Isso pode ocasionar uma rápida destruição de tecidos e uma toxicidade sistêmica fatal.</p><p>Estudos recentes: exposição crônica ao triclosan está</p><p>relacionada a problemas imunológicos, câncer e</p><p>resistência bacteriana.</p><p>Domissanitários: compostos fenólicos</p><p>Peróxido de hidrogênio (H2O2):</p><p>Potente biocida (promove oxidação);</p><p>Se decompõe em produtos não tóxicos (H2O e O2);</p><p>Intoxicação: irritação.</p><p>Domissanitários: peróxidos</p><p>Plantas tóxicas</p><p>Plantas ornamentais: são aquelas cultivadas em vasos ou jardins residenciais, que podem ou não apresentar risco de intoxicação.</p><p>Plantas tóxicas</p><p>Principais mecanismos de intoxicação por plantas:</p><p>Intoxicação cianídrica: Manihot sp. (mandioca), frutas, sementes.</p><p>Alucinógenos: Cannabis sp etc.</p><p>Presença de substâncias farmacologicamente ativas (parassimpatomiméticos, parassimpatolíticos, digitálicos etc.).</p><p>Efeitos irritativos sobre a pele e a mucosa (maioria das plantas ornamentais).</p><p>MANDIOCA BRAVA: contém cianeto de hidrogênio (HCN), proveniente dos glicosídeos cianogênicos.</p><p>O HCN inibe diversos complexos enzimáticos, incluindo o complexo enzimático citocromo c oxidase (etapa terminal da cadeia transportadora de elétrons).</p><p>Se liga ao átomo de ferro III dessa enzima e, assim, impede o transporte de elétrons para o oxigênio molecular  não ocorre síntese de ATP  anóxia histotóxica.</p><p>Plantas tóxicas</p><p>Em que outros contextos pode ocorrer a intoxicação por cianeto de hidrogênio?</p><p>Plantas tóxicas</p><p>Plantas ornamentais tóxicas:</p><p>Vegetais beladonados: contêm anticolinérgicos (atropina, hioscina, escopolamina);</p><p>Aráceas irritantes: contêm oxalato de cálcio;</p><p>Plantas que causam gastroenterite: mecanismo ainda não identificado;</p><p>Plantas que causam efeitos cardíacos: contêm glicosídeos cardiotônicos;</p><p>Plantas que causam distúrbios cutâneos: contêm seiva abundante.</p><p>Plantas tóxicas</p><p>Vegetais beladonados</p><p>Família Solanaceae;</p><p>Apresentam diferentes alcaloides anticolinérgicos (hioscina, atropina, escopolamina, daturina);</p><p>Efeito anticolinérgico: inibem SNPS.</p><p>Datura suaveolans</p><p>(Trombeteira)</p><p>Datura stramonium</p><p>(Erva do diabo)</p><p>Cestrum nocturnum</p><p>(Dama da noite)</p><p>Atropa belladonna</p><p>Plantas tóxicas</p><p>Aráceas irritantes</p><p>Contêm oxalato de cálcio (irritação das mucosas,</p><p>edema, IRA ).</p><p>Caladium bicolor</p><p>(Caládio)</p><p>Philodendron bipinnatifidum</p><p>(Guaimbê)</p><p>Dieffenbachia picta</p><p>(Comigo ninguém pode)</p><p>Monstera deliciosa</p><p>(Costela de Adão)</p><p>Cristais de oxalato de cálcio</p><p>Zantedeschia aethiopica</p><p>(Copo de leite)</p><p>Plantas tóxicas</p><p>Plantas que causam gastroenterite</p><p>Componentes tóxicos ainda não foram caracterizados;</p><p>Têm efeito irritante sobre a mucosa gastrointestinal.</p><p>Hippeastrum sp.</p><p>(Amarílis)</p><p>Allamanda cathartica</p><p>(Alamanda)</p><p>Poinciana pulcherrima</p><p>(Flor-pavão)</p><p>Plantas tóxicas</p><p>Plantas que causam distúrbios cardíacos</p><p>Contêm glicosídeos cardiotônicos</p><p>(digoxina, oleandrina, neriósido e folineurina);</p><p>Náuseas, vômitos, diarreia, taquicardia, fibrilação, alts. SNC, midríase.</p><p>Digitalis purpurea</p><p>(Dedaleira)</p><p>Theretia neriiflora</p><p>(Chapéu-de-napoleão)</p><p>Nerium oleander</p><p>(Espirradeira)</p><p>Plantas tóxicas</p><p>Plantas que causam distúrbios cutâneos</p><p>Contêm seiva abundante (látex);</p><p>Também apresentam efeito irritativo sobre as mucosas.</p><p>Euphorbia pulcherrima</p><p>(Bico de papagaio)</p><p>Euphorbia milil</p><p>(Coroa de cristo)</p><p>Peçonhentos</p><p>Animais peçonhentos: são aqueles que produzem peçonha (veneno) e têm condições naturais para injetá-la em presas ou predadores.</p><p>Escorpiões, serpentes e aranhas</p><p>Peçonhentos</p><p>Escorpiões</p><p>Maior número de acidentes  desequilíbrio ecológico e saneamento básico deficiente;</p><p>Tytius sp.: proteínas com atividade inflamatória e neurotoxinas  atuam sobre canais de sódio, induzem a liberação de neurotransmissores (catecolaminas: efeito sobre SNC e SNA) e têm efeito cardiotóxico.</p><p>Soro antiescorpiônico</p><p>Tytius trivittatus</p><p>Peçonhentos</p><p>Serpentes</p><p>Bothrops sp. (jararacas, jararacuçus, cotiaras e urutus)</p><p>Crotalus sp. (cascavel, boicininga, boiquira, maracá);</p><p>Micrurus sp. (coral verdadeira);</p><p>Lachesis sp. (surucucu, pico-de-jaca).</p><p>Bothrops sp.</p><p>Crotalus sp.</p><p>Micrurus sp.</p><p>Lachesis sp.</p><p>Peçonhentos</p><p>Serpentes</p><p>Bothrops sp. (jararacas, jararacuçus, cotiaras e urutus) EFEITO PROTEOLÍTICO</p><p>Crotalus sp. (cascavel, boicininga, boiquira, maracá) EFEITO NEUROTÓXICO</p><p>Micrurus sp. (coral verdadeira) EFEITO NEUROTÓXICO</p><p>Lachesis sp. (surucucu, pico-de-jaca) EFEITO PROTEOLÍTICO E NEUROTÓXICO</p><p>Em que casos é indicado o uso de garrote?</p><p>Peçonhentos</p><p>Bothrops sp. (jararacas, jararacuçus, cotiaras e urutus).</p><p>Toxinas: proteínas com atividade proteolítica  decompõem o colágeno, principalmente o do endotélio, esgotam fatores de coagulação, atividade pró-inflamatória e necrótica.</p><p>Soro antibotrópico.</p><p>Bothrops sp.</p><p>Peçonhentos</p><p>Crotalus sp. (cascavel, boicininga, boiquira, maracá).</p><p>Crotoxina: síndrome miastênica de êxito letal (inibe secreção de acetilcolina na JNM).</p><p>Soro anticrotálico.</p><p>Crotalus sp.</p><p>Peçonhentos</p><p>Micrurus sp. (coral verdadeira).</p><p>Veneno micrúrico  inibe a secreção de acetilcolina na JNM, bloqueia receptores nicotínicos, + neurotoxicidade, hemólise, nefrotoxicidade,</p><p>Dormência na área da picada, problemas respiratórios (sobretudo no diafragma) e caimento das pálpebras, óbito.</p><p>Soro antielapídico.</p><p>Micrurus sp.</p><p>Peçonhentos</p><p>Lachesis sp. (surucucu, pico-de-jaca).</p><p>Veneno laquético  ação proteolítica (lesão tecidual), anticoagulante (afibrinogemia e incoagulabilidade), hemorrágica (hemorraginas), e neurotóxica (estimulação vagal, insensibilidade no local da picada, alterações de olfação e gustação).</p><p>Dor, formação de edema, bolhas, necrose, distúrbios da coagulação e aumento SNPS.</p><p>Soro antibotrópico-laquético.</p><p>Lachesis sp.</p><p>Peçonhentos</p><p>Serpentes</p><p>Bothrops sp. (jararacas, jararacuçus, cotiaras e urutus) EFEITO PROTEOLÍTICO</p><p>Crotalus sp. (cascavel, boicininga, boiquira, maracá) EFEITO NEUROTÓXICO</p><p>Micrurus sp. (coral verdadeira) EFEITO NEUROTÓXICO</p><p>Lachesis sp. (surucucu, pico-de-jaca) EFEITO PROTEOLÍTICO E NEUROTÓXICO</p><p>Em que casos é indicado o uso de garrote?</p><p>Peçonhentos</p><p>Em que casos é indicado o uso de garrote?</p><p>Nas picadas de serpentes com ação exclusivamente neurotóxica (impede a distribuição do veneno).</p><p>Porém, como, no Brasil, a grande maioria de acidentes ofídicos envolve as jararacas (efeito proteolítico), não se recomenda o garrote em nenhuma situação (com o garrote, o veneno proteolítico fica concentrado nas extremidades, o que acelera o processo de necrose).</p><p>Peçonhentos</p><p>Aranhas</p><p>Phoneutria sp. (aranha-armadeira, aranha-das-bananas);</p><p>Loxosceles sp. (aranha-marrom);</p><p>Latrodectus sp. (viúva-negra);</p><p>Atrax sp. (aranha-teia-de-funil).</p><p>Geralmente os acidentes com aranhas não provocam óbitos, mas deixam sequelas importantes.</p><p>Phoneutria sp.</p><p>Loxosceles sp.</p><p>Latrodectus sp.</p><p>Atrax sp.</p><p>Peçonhentos</p><p>Phoneutria sp. (aranha-armadeira, aranha-das-bananas)</p><p>Toxina neurotóxica  ativa canais de Ca+2 e de Na+  liberação de catecolaminas.</p><p>Taquicardias, arritmias, hipertensão (cardiotóxicas).</p><p>Soro antiaracnídeo.</p><p>Phoneutria sp.</p><p>Peçonhentos</p><p>Loxosceles sp. (aranha-marrom).</p><p>Esfingomielinase  toxina hemolítica</p><p>Ação local e/ou sistêmica (falência renal e morte).</p><p>Soro antiaracnídico</p><p>Loxosceles sp.</p><p>Peçonhentos</p><p>Latrodectus sp. (viúva-negra)</p><p>Toxina: abertura dos canais de Ca2+ e liberação maciça de neurotransmissores  cãibras, rigidez muscular, vômitos, sudorese, inquietação, ansiedade, dor de cabeça, queda e inflamação das pálpebras, erupção cutânea, problemas respiratórios graves, aumento da produção de saliva e fraqueza.</p><p>Soro (não produzido no Brasil) ou tratamento sintomático</p><p>Latrodectus sp.</p><p>Peçonhentos</p><p>Atrax sp. (aranha-teia-de-funil).</p><p>A aranha mais perigosa do mundo!</p><p>Austrália</p><p>Conheça a aranha teia-de-funil em</p><p>Atrax sp.</p><p>Contém anticolinérgicos</p><p>Contém oxalato</p><p>Contém glicosídios cardiotônicos</p><p>Contém seiva espessa e irritante (látex)</p><p>Quiz</p><p>Dieffenbachia picta</p><p>(Comigo ninguém pode)</p><p>Zantedeschia aethiopica</p><p>(Copo de leite)</p><p>Quiz</p><p>Datura suaveolans</p><p>(Trombeteira)</p><p>Contém anticolinérgicos</p><p>Contém oxalato de cálcio</p><p>Contém glicosídios cardiotônicos</p><p>Contém seiva espessa e irritante (látex)</p><p>Atropa belladonna</p><p>Contém anticolinérgicos</p><p>Contém oxalato</p><p>Contém glicosídios cardiotônicos</p><p>Contém seiva espessa e irritante (látex)</p><p>Quiz</p><p>Digitalis purpurea</p><p>(Dedaleira)</p><p>Nerium oleander</p><p>(Espirradeira)</p><p>Picada de jararaca</p><p>Picada de viúva-negra</p><p>Picada de cascavel</p><p>Picada de escorpião</p><p>Quiz</p><p>Picada de jararaca</p><p>Picada de viúva-negra</p><p>Picada de cascavel</p><p>Picada de escorpião</p><p>Quiz</p><p>Quiz</p><p>Qual é a coral verdadeira?</p><p>a)</p><p>b)</p><p>c)</p><p>d) Não dá para saber</p><p>image1.jpeg</p><p>image2.jpeg</p><p>image3.jpeg</p><p>image4.jpeg</p><p>image5.jpeg</p><p>image6.png</p><p>image7.png</p><p>image8.jpeg</p><p>image9.jpeg</p><p>image10.png</p><p>image11.png</p><p>image12.png</p><p>image13.png</p><p>image14.jpeg</p><p>image15.png</p><p>image16.jpeg</p><p>image17.png</p><p>image18.jpeg</p><p>image19.jpeg</p><p>image20.jpeg</p><p>image21.jpeg</p><p>image22.jpeg</p><p>image23.jpeg</p><p>image24.png</p><p>image25.jpeg</p><p>image26.jpeg</p><p>image27.jpeg</p><p>image28.jpeg</p><p>image29.jpeg</p><p>image30.jpeg</p><p>image31.jpeg</p><p>image32.jpeg</p><p>image33.jpeg</p><p>image34.jpeg</p><p>image35.jpeg</p><p>image36.jpeg</p><p>image37.jpeg</p><p>image38.jpeg</p><p>image39.jpeg</p><p>image40.jpeg</p><p>image41.jpeg</p><p>image42.jpeg</p><p>image43.jpeg</p><p>image44.jpeg</p><p>image45.jpeg</p><p>image46.jpeg</p><p>image47.jpeg</p><p>image48.jpeg</p><p>image49.jpeg</p><p>image50.jpeg</p><p>image51.jpeg</p><p>image52.jpeg</p><p>image53.jpeg</p><p>image54.jpeg</p><p>image55.jpeg</p><p>image56.jpeg</p><p>image57.jpeg</p><p>image58.jpeg</p><p>image59.jpeg</p><p>image60.jpeg</p><p>image61.jpeg</p><p>image62.png</p><p>image63.jpeg</p><p>image64.jpeg</p><p>image65.jpeg</p><p>image66.jpeg</p><p>image67.jpeg</p>

Mais conteúdos dessa disciplina