Prévia do material em texto
<p>Tecido Epitelial de Revestimento</p><p>e Glandular</p><p>Histologia e Embriologia</p><p>2024.2</p><p>Docente: Mariza Alves Ferreira</p><p>Folhetos germinativos ou embrionários</p><p>❖ São camadas de células que formam</p><p>os primeiros tecidos do corpo;</p><p>❖ São compostos por células-tronco;</p><p>❖ Surgem na fase de gastrulação</p><p>(entre a 3ª e 8ª semana da gestação)</p><p>G</p><p>o</p><p>o</p><p>gl</p><p>e</p><p>Im</p><p>ag</p><p>em</p><p>J</p><p>u</p><p>n</p><p>q</p><p>u</p><p>e</p><p>ira</p><p>; C</p><p>a</p><p>rn</p><p>e</p><p>iro</p><p>, 2</p><p>0</p><p>2</p><p>3</p><p>Tecido Epitelial</p><p>Células provenientes dos três folhetos germinativos do embrião:</p><p>Ectoderme</p><p>• Pele e anexos -</p><p>pêlos, unhas,</p><p>glândulas</p><p>sudoríparas e</p><p>sebáceas</p><p>Mesoderme</p><p>• Córtex da</p><p>adrenal, parte</p><p>dos rins,</p><p>epitélios como a</p><p>pleura, o</p><p>peritônio e o</p><p>pericárdio.</p><p>Endoderme</p><p>• Glândula</p><p>tireoide,</p><p>paratireoide,</p><p>córtex da</p><p>adrenal e</p><p>revestimento de</p><p>alguns órgãos</p><p>Junqueira; Carneiro, 2017</p><p>Sua função está quase sempre associada a outras importantes atividades dos epitélios</p><p>de revestimento, tais como proteção, absorção de íons e de moléculas (p.ex., nos rins e</p><p>intestinos) e percepção de estímulos (p. ex., o neuroepitélio olfatório e o gustativo).</p><p>Características Gerais</p><p>• Células muito próximas e com pouco material extracelular;</p><p>• Células unidas de forma bem organizada;</p><p>• Os epitélios são intensamente inervados;</p><p>• Não possui vasos (avascular);</p><p>• Alta capacidade de renovação (mitose) e regeneração;</p><p>• Nutrição e oxigenação por difusão via lâmina basal;</p><p>• Apresentam morfologia variada.</p><p>Aarestrup, 2012</p><p>Polaridade</p><p>da célula</p><p>❖Apical;</p><p>❖Laterais;</p><p>❖Basal</p><p>Especializações da superfície celular</p><p>Especialização basolateral</p><p>Junqueira e Carneiro, 2017</p><p>Membrana basal é formada pela lâmina basal</p><p>(moléculas) e pela lâmina reticular (colágeno e</p><p>fibras).</p><p>FIGURA 4.2 Corte de rim que mostra as membranas</p><p>basais (setas) situadas em torno do epitélio de</p><p>túbulos renais. (PAS-hematoxilina. Médio aumento.)</p><p>Tipos de junções (domínio lateral)</p><p>Impermeáveis</p><p>(bloqueadoras)</p><p>Ancoradouras De comunicação</p><p>Selam as células adjacentes</p><p>em uma camada epitelial,</p><p>impedindo a passagem de</p><p>substâncias entre o epitélio</p><p>Conectam mecanicamente</p><p>as células adjacentes e a</p><p>matriz extracelular por meio</p><p>do citoesqueleto</p><p>Permitem a passagem</p><p>de sinais elétricos ou</p><p>químicos entre as células</p><p>vizinhas.</p><p>Zônulas de oclusão Zônulas de adesão,</p><p>Desmossomos e</p><p>Hemidesmossomos</p><p>Junções tipo gap ou</p><p>fenda ou</p><p>comunicante</p><p>Coesão entre células</p><p>epiteliais</p><p>Junqueira e Carneiro, 2017</p><p>Junção entre o tecido epitelial e o tecido conjuntivo em pele humana</p><p>A. Fibrilas de ancoragem (setas) com bandeamento</p><p>característico, encontradas no tecido conjuntivo, parecem</p><p>se inserir na lâmina basal (LB).</p><p>B. Membrana basal, formada pela associação de uma lâmina basal (LB) com</p><p>uma lâmina reticular contendo fibras reticulares. Na base da célula epitelial</p><p>em contato com a lâmina basal há vários hemidesmossomos (setas)</p><p>J</p><p>u</p><p>n</p><p>q</p><p>u</p><p>e</p><p>ir</p><p>a</p><p>e</p><p>C</p><p>a</p><p>rn</p><p>e</p><p>ir</p><p>o</p><p>,</p><p>2</p><p>0</p><p>1</p><p>7</p><p>Na região lateral de contato entre os dois enterócitos*</p><p>no campo, observamos a presença de um complexo</p><p>juncional (CJ) e, abaixo, interdigitações laterais (IL)</p><p>entre suas membranas pareadas.</p><p>IL</p><p>CJ</p><p>Eletromicrografia de células epiteliais do</p><p>tubo digestório</p><p>A adesão entre células é em parte devida à ação</p><p>coesiva das glicoproteínas transmembranas</p><p>chamadas caderinas.</p><p>*Os enterócitos são células epiteliais que apresentam microvilos</p><p>apicais curtos, sua função no intestino grosso é o transporte de água</p><p>e íons</p><p>Complexo unitivo com sua zônula de oclusão (ZO) e zônula de adesão</p><p>(ZA), além de um desmossomo (D). Um microvilo (MV) é visível na</p><p>superfície apical da célula.</p><p>J</p><p>u</p><p>n</p><p>q</p><p>u</p><p>e</p><p>ir</p><p>a</p><p>e</p><p>C</p><p>a</p><p>rn</p><p>e</p><p>ir</p><p>o</p><p>,</p><p>2</p><p>0</p><p>1</p><p>7</p><p>Ao MET, observa-se a fusão dos folhetos externos de</p><p>membranas adjacentes</p><p>Células epiteliais do intestino apresentam os três tipos</p><p>de junções</p><p>Eletromicrografia de células do revestimento</p><p>epitelial do intestino</p><p>Junção de Oclusão</p><p>• Representam a vedação do espaço</p><p>intercelular (fusão das membranas);</p><p>• Estabelecem uma barreira seletiva de</p><p>macromoléculas;</p><p>• Mediada por claudina e ocludina (proteínas);</p><p>• Impedem migração de lipídios e proteínas;</p><p>• Angariam moléculas sinalizadoras;</p><p>• Protegem contra entrada de microrganismos;</p><p>Ex.:Superfície interna do intestino delgado</p><p>Junções Ancoradouras</p><p>Zônula de adesão Desmossomos Hemidesmossomos</p><p>✓ Promove</p><p>aderência sem</p><p>que haja contato</p><p>entre as</p><p>membranas</p><p>plasmáticas</p><p>✓ Lado interno: placa de ancoragem,</p><p>composta por ≅ 12 proteínas;</p><p>✓ Filamentos de queratina do</p><p>citoesqueleto;</p><p>✓ Adesão entre células é promovida</p><p>por caderinas</p><p>(dependentes de cálcio)</p><p>✓ Prendem a célula</p><p>epitelial à lâmina basal.</p><p>✓ Adesão promovida por</p><p>integrina</p><p>(receptores para</p><p>macromoléculas da matriz</p><p>extracelular - laminina e</p><p>colágeno)</p><p>Circunda a porção apical da célula estabelecendo união</p><p>Estabilidade mecânica Diferenciação celular</p><p>Tradução de sinais Constituído por actina e miosina (proteínas)</p><p>Moléculas de adesão celular (CAM’s) são proteínas que permitem a ligação entre as células ou entre células e a</p><p>matriz extracelular.</p><p>G</p><p>o</p><p>o</p><p>gl</p><p>e</p><p>Im</p><p>ag</p><p>em</p><p>U</p><p>N</p><p>IC</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>Dobras de duas membranas que</p><p>se encaixam para ampliar a</p><p>superfície de contato entre as</p><p>células</p><p>Podem ser descritas como</p><p>evaginações e invaginações</p><p>complementares para o interior do</p><p>corpo de uma e de outra célula</p><p>pareada</p><p>Interdigitações</p><p>(retração</p><p>)</p><p>(fora)</p><p>(dentro)</p><p>G</p><p>o</p><p>o</p><p>g</p><p>le</p><p>I</p><p>m</p><p>a</p><p>g</p><p>e</p><p>m</p><p>Note a trama terminal,</p><p>composta</p><p>principalmente de uma</p><p>rede de filamentos de</p><p>actina. Observam-se</p><p>também filamentos de</p><p>actina que percorrem o</p><p>interior dos microvilos.</p><p>Uma espessa capa</p><p>extracelular</p><p>(glicocálice) está</p><p>presa à membrana dos</p><p>microvilos. A trama</p><p>terminal é constituída</p><p>de filamentos de</p><p>actina e espectrina</p><p>inseridos na zônula</p><p>de adesão.</p><p>Junqueira e Carneiro, 2017</p><p>Região apical de uma</p><p>célula epitelial do</p><p>intestino</p><p>U</p><p>N</p><p>IC</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>Junções de Comunicação</p><p>J</p><p>u</p><p>n</p><p>ç</p><p>õ</p><p>e</p><p>s</p><p>g</p><p>a</p><p>p</p><p>Permitem a</p><p>passagem de</p><p>pequenas</p><p>moléculas, água e</p><p>íons (1,5 nm),</p><p>através de</p><p>finíssimos tubos</p><p>de conexina</p><p>T</p><p>u</p><p>b</p><p>o</p><p>s</p><p>d</p><p>e</p><p>c</p><p>o</p><p>n</p><p>e</p><p>x</p><p>in</p><p>a</p><p>Põem em contato</p><p>direto o</p><p>citoplasma das</p><p>células</p><p>adjacentes,</p><p>permitindo</p><p>passagem de</p><p>pequenas</p><p>moléculas e íons</p><p>T</p><p>é</p><p>c</p><p>n</p><p>ic</p><p>a</p><p>d</p><p>e</p><p>c</p><p>ri</p><p>o</p><p>fr</p><p>a</p><p>tu</p><p>ra</p><p>Método de</p><p>microscopia</p><p>eletrônica no qual</p><p>as amostras são</p><p>congeladas em</p><p>nitrogênio líquido</p><p>e então fraturadas</p><p>J</p><p>u</p><p>n</p><p>q</p><p>u</p><p>e</p><p>ira</p><p>e</p><p>C</p><p>a</p><p>rn</p><p>e</p><p>iro</p><p>, 2</p><p>0</p><p>1</p><p>7</p><p>B. Preparação de criofratura. A junção é formada</p><p>por um aglomerado de partículas proteicas</p><p>intramembranosas que provavelmente</p><p>correspondem às partículas que contêm os “túneis”.</p><p>C. A longa linha formada por linhas acessórias é</p><p>uma junção comunicante entre duas células de</p><p>fígado de rato. Na junção, as membranas das duas</p><p>células estão separadas por um espaço de 2 nm de</p><p>espessura (seta).</p><p>A. Junção formada por pares de</p><p>partículas – uma partícula de</p><p>cada par está presente em cada</p><p>célula; a partícula é composta</p><p>de seis subunidades proteicas</p><p>que atravessam a membrana</p><p>da célula, formando “túneis”</p><p>(seta) com diâmetro aproximado</p><p>de 1,5 nm, que possibilitam a</p><p>passagem de substâncias de</p><p>célula para célula.</p><p>ESPECIALIZAÇÕES DA SUPERFÍCIE APICAL</p><p>Modificações com a função de aumentar a superfície celular ou mover partículas</p><p>Microvilosidades Estereocílios Cílios Flagelos</p><p>Pequenas projeções do</p><p>citoplasma;</p><p>medem 1 μm de</p><p>comprimento e 0,08 μm de</p><p>espessura;</p><p>Contém feixes de actina,</p><p>internamente;</p><p>Epitélio de revestimento</p><p>do intestino delgado e dos</p><p>túbulos proximais dos rins</p><p>Microvilos longos,</p><p>ramificados e</p><p>imóveis;</p><p>Aumentam a área de</p><p>superfície da célula</p><p>Revestimento</p><p>epitelial do epidídimo</p><p>e do ducto deferente.</p><p>Prolongamentos</p><p>dotados de</p><p>motilidade;</p><p>medem de 5 a 10 μm</p><p>de comprimento e</p><p>0,2 μm de diâmetro;</p><p>Receptores</p><p>sensoriais do</p><p>sistema auditivo</p><p>São mais longos</p><p>que os cílios e</p><p>limitados a um</p><p>por célula.</p><p>No corpo humano</p><p>é encontrados</p><p>somente em</p><p>espermatozoides</p><p>No</p><p>seu interior há filamentos de actina.</p><p>As unidades de membrana formadas por duas linhas</p><p>escuras e uma faixa clara no centro.</p><p>A membrana dos microvilos é recoberta por uma</p><p>camada de glicocálice que aparece como uma</p><p>delgada camada granulosa.</p><p>Junqueira e Carneiro, 2017</p><p>Eletromicrografia de microvilos de uma</p><p>célula do epitélio intestinal, seccionados</p><p>transversalmente.</p><p>Eletromicrografia da porção</p><p>apical de uma célula</p><p>epitelial ciliada</p><p>As pontas de setas indicam</p><p>um microtúbulo central e</p><p>um periférico do cílio. A seta</p><p>indica a membrana</p><p>plasmática que envolve os</p><p>cílios. Cada cílio se origina de</p><p>um corpúsculo basal (B).</p><p>No destaque: cílios</p><p>seccionados</p><p>transversalmente. O padrão</p><p>9 + 2 (um par central e nove</p><p>pares periféricos) de cada</p><p>cílio é bastante evidente</p><p>Junqueira e Carneiro, 2017</p><p>Principais funções do tecido epitelial</p><p>• Revestimento e proteção - superfície do corpo, dos órgãos e</p><p>cavidades corporais;</p><p>• Absorção de substâncias (íons e moléculas) - intestinos e rins;</p><p>• Secreção de substâncias – glândulas;</p><p>• Função sensorial - neuroepitélio olfativo.</p><p>proteção, absorção, secreção, excreção e sensibilidade</p><p>Organização das células epiteliais</p><p>• Formando:</p><p>• Camadas que revestem superfícies;</p><p>• Tubos (as glândulas sudoríparas, os</p><p>ductos excretores de glândulas e os</p><p>túbulos renais);</p><p>• Conjuntos tridimensionais de células</p><p>secretoras, as unidades secretoras das</p><p>glândulas.</p><p>F</p><p>ig</p><p>u</p><p>ra</p><p>4</p><p>.1</p><p>M</p><p>a</p><p>n</p><p>e</p><p>ir</p><p>a</p><p>s</p><p>m</p><p>a</p><p>is</p><p>c</p><p>o</p><p>m</p><p>u</p><p>n</p><p>s</p><p>d</p><p>e</p><p>o</p><p>rg</p><p>a</p><p>n</p><p>iz</p><p>a</p><p>ç</p><p>ã</p><p>o</p><p>.</p><p>(I</p><p>m</p><p>a</p><p>g</p><p>e</p><p>m</p><p>d</p><p>e</p><p>P</p><p>.</p><p>A</p><p>b</p><p>ra</p><p>h</p><p>a</p><p>m</p><p>s</p><p>o</p><p>h</p><p>n</p><p>.)</p><p>Junqueira; Carneiro (2023)</p><p>Divisão dos epitélios</p><p>Divididos em dois grupos principais, de acordo com a sua estrutura, o</p><p>arranjo de suas células e a sua função principal:</p><p>• Epitélios de revestimento</p><p>• Epitélios glandulares</p><p>Epitélios de revestimento nos quais</p><p>todas as células secretam</p><p>Células glandulares espalhadas entre</p><p>as células de revestimento</p><p>Ex.: o epitélio que reveste a cavidade</p><p>do estômago</p><p>Ex.: as células caliciformes produtoras</p><p>de muco no epitélio dos intestinos e</p><p>da traqueia</p><p>EPITÉLIOS</p><p>Revestimento</p><p>As células se dispõem em folhetos que</p><p>cobrem a superfície externa do corpo</p><p>ou que revestem as cavidades</p><p>internas - as grandes cavidades, o</p><p>lúmen dos vasos sanguíneos e dos</p><p>órgãos ocos, tubos de diversos calibres</p><p>Classificados de acordo com o número</p><p>de camadas de células dos folhetos</p><p>epiteliais e conforme as características</p><p>morfológicas</p><p>Glandular</p><p>Constituídos por células especializadas</p><p>na atividade de secreção. Podem</p><p>sintetizar, armazenar e eliminar proteínas</p><p>(pâncreas), lipídios (adrenal e as</p><p>glândulas sebáceas) ou complexos de</p><p>carboidrato e proteínas (as glândulas</p><p>salivares)</p><p>Quanto à forma de secreção podem ser</p><p>classificadas em: exócrinas (com ducto) e</p><p>endócrinas (sem ducto)</p><p>G</p><p>o</p><p>o</p><p>gl</p><p>e</p><p>Im</p><p>ag</p><p>em</p><p>Termos usados para descrever as formas mais comuns das células</p><p>1- Planas ou pavimentosas;</p><p>2- Esféricas;</p><p>3- Cúbicas ou cuboides;</p><p>4- Prismáticas ou colunares;</p><p>5- Poliédricas;</p><p>6- Fusiformes;</p><p>7- Cilíndricas.</p><p>Classificação</p><p>dos epitélios de</p><p>revestimento</p><p>J</p><p>u</p><p>n</p><p>q</p><p>u</p><p>e</p><p>ir</p><p>a</p><p>e</p><p>C</p><p>a</p><p>rn</p><p>e</p><p>ir</p><p>o</p><p>,</p><p>2</p><p>0</p><p>1</p><p>7</p><p>J</p><p>u</p><p>n</p><p>q</p><p>u</p><p>e</p><p>ir</p><p>a</p><p>;</p><p>C</p><p>a</p><p>rn</p><p>e</p><p>ir</p><p>o</p><p>,</p><p>2</p><p>0</p><p>1</p><p>7</p><p>J</p><p>u</p><p>n</p><p>q</p><p>u</p><p>e</p><p>ir</p><p>a</p><p>e</p><p>C</p><p>a</p><p>rn</p><p>e</p><p>ir</p><p>o</p><p>,</p><p>2</p><p>0</p><p>1</p><p>7</p><p>Tipos de epitélios de revestimento simples e epitélio pseudoestratificado.</p><p>Junqueira e Carneiro, 2017</p><p>Tipos de epitélios de revestimento estratificados.</p><p>J</p><p>u</p><p>n</p><p>q</p><p>u</p><p>e</p><p>ir</p><p>a</p><p>e</p><p>C</p><p>a</p><p>rn</p><p>e</p><p>ir</p><p>o</p><p>,</p><p>2</p><p>0</p><p>1</p><p>7</p><p>Epitélio simples cúbico cujas células são cuboides e os núcleos, arredondados. A espessura do epitélio está</p><p>indicada em A e B. A. Revestimento do ovário. B. Plexo corióide (existente no interior do encéfalo, responsável pela</p><p>secreção do liquor).</p><p>Epitélio simples pavimentoso formado por uma camada de células achatadas, bastante delgadas (setas) e com</p><p>núcleos alongados. Epitélio que reveste externamente o pulmão (mesotélio). A. Médio aumento. B. Grande</p><p>aumento.</p><p>Junqueira; Carneiro (2017)</p><p>Epitélio simples colunar. Observe a forma das células (são paralelepípedos) e de seus núcleos</p><p>alongados. A faixa escura na superfície do epitélio (seta) é uma borda estriada*.</p><p>Junqueira; Carneiro (2017)</p><p>*Comum nas células do intestino, as borda estriada ou borda em escova, formada pelas microvilosidades e o glicocálix</p><p>da membrana da célula, aumentam a capacidade de absorção</p><p>Epitélio estratificado cúbico/colunar de ducto excretor de glândula salivar. As células deste epitélio estão</p><p>dispostas em duas camadas distintas: a camada basal é de células cúbicas e a camada superficial, de células</p><p>colunares.</p><p>Junqueira; Carneiro (2017)</p><p>Epitélio estratificado</p><p>pavimentoso não</p><p>queratinizado do esôfago.</p><p>As células mais basais do</p><p>epitélio (região A) são</p><p>cuboides e se alongam à</p><p>medida que migram para o</p><p>meio do epitélio (região B),</p><p>tornando-se ainda mais</p><p>achatadas na superfície</p><p>(região C). Descamação de</p><p>uma célula superficial (seta).</p><p>Junqueira; Carneiro (2017)</p><p>Epitélio estratificado</p><p>pavimentoso queratinizado da</p><p>pele.</p><p>A forma das células varia conforme</p><p>sua localização. São cuboides, na</p><p>região basal, e, à medida que se</p><p>afastam da base do epitélio,</p><p>tornam-se poliédricas até ficarem</p><p>achatadas na superfície do</p><p>epitélio.</p><p>A camada de queratina, formada</p><p>por células mortas.</p><p>Células mortas parecem estar</p><p>descamando do epitélio.</p><p>Junqueira; Carneiro, (2017)</p><p>Epitélio do ducto do epidídimo. Trata-se de um epitélio do tipo pseudoestratificado, pois é formado por</p><p>células de tamanhos diferentes, comprovado pela distribuição dos núcleos em diferentes alturas do epitélio,</p><p>sem constituírem camadas distintas. Suas células têm longos estereocílios (seta), projeções imóveis de</p><p>comprimentos variados que aumentam a superfície livre do epitélio.</p><p>Junqueira e Carneiro, 2017</p><p>Epitélio simples colunar do revestimento</p><p>interno do intestino</p><p>Na superfície apical das células epiteliais, há uma faixa</p><p>mais fortemente corada, denominada borda estriada (BE).</p><p>Observe uma célula secretora chamada caliciforme (C),</p><p>uma glândula unicelular. E a porção alongada do</p><p>citoplasma que contém o núcleo (seta).</p><p>C</p><p>C</p><p>J</p><p>u</p><p>n</p><p>q</p><p>u</p><p>e</p><p>ir</p><p>a</p><p>e</p><p>C</p><p>a</p><p>rn</p><p>e</p><p>ir</p><p>o</p><p>,</p><p>2</p><p>0</p><p>1</p><p>7</p><p>Epitélio pseudoestratificado prismático</p><p>da traqueia</p><p>É constituído de células que têm</p><p>comprimentos diferentes; seus núcleos</p><p>se distribuem em diferentes alturas do</p><p>epitélio sem formar camadas distintas.</p><p>As células mais curtas são chamadas</p><p>células basais, e várias dessas células</p><p>podem ser vistas em B.</p><p>O epitélio é ciliado (setas) e contém</p><p>glândulas unicelulares, chamadas</p><p>células caliciformes (C).</p><p>Junqueira; Carneiro (2017)</p><p>Epitélio de transição da</p><p>bexiga.</p><p>A. Quando a bexiga está</p><p>vazia, muitas células</p><p>superficiais têm superfície</p><p>convexa em abóbada.</p><p>B. Quando a bexiga está</p><p>cheia, as células superficiais</p><p>tornam-se achatadas.</p><p>Junqueira e Carneiro, 2017</p><p>Aarestrup, 2012</p><p>1.( ) de revestimento cilíndrico simples</p><p>2.( ) de revestimento pavimentoso estratificado</p><p>queratinizado</p><p>3.( ) de revestimento cilíndrico estratificado</p><p>4.( ) de revestimento pavimentoso simples</p><p>5.( ) de revestimento cúbico simples</p><p>6.( ) de transição</p><p>7.( ) de revestimento pavimentoso estratificado não</p><p>queratinizado</p><p>8.( ) de revestimento cúbico estratificado</p><p>9.( ) de revestimento pseudoestratificado ciliado</p><p>Identifique os tipos de Epitélio, relacionando as colunas às figuras:</p><p>TIPOS DE EPITÉLIOS</p><p>Revestimento</p><p>As células se dispõem em folhetos que</p><p>cobrem a superfície externa do corpo</p><p>ou que revestem as cavidades</p><p>internas - as grandes cavidades, o</p><p>lúmen dos vasos sanguíneos e dos</p><p>órgãos ocos, tubos de diversos calibres.</p><p>Classificados de acordo com o número</p><p>de camadas de células dos folhetos</p><p>epiteliais e conforme as características</p><p>morfológicas</p><p>Glandular</p><p>Constituídos por células especializadas</p><p>na atividade de secreção. Podem</p><p>sintetizar, armazenar e eliminar proteínas</p><p>(pâncreas), lipídios (adrenal e as</p><p>glândulas sebáceas) ou complexos</p><p>de</p><p>carboidrato e proteínas (as glândulas</p><p>salivares).</p><p>Quanto à forma de secreção podem ser</p><p>classificadas em: exócrinas (com ducto) e</p><p>endócrinas (sem ducto)</p><p>Epitélios glandulares</p><p>Constituídos por células especializadas na atividade de secreção</p><p>Podem sintetizar, armazenar e eliminar:</p><p>✓ Proteínas (p.ex., o pâncreas),</p><p>✓ Lipídios (p.ex., a adrenal e as glândulas sebáceas)</p><p>✓ Complexos de carboidrato e proteínas (p. ex., as glândulas salivares)</p><p>As glândulas</p><p>mamárias secretam</p><p>os três tipos de</p><p>substâncias</p><p>As glândulas anfícrinas ou mistas são tecidos epiteliais</p><p>glandulares que funcionam simultaneamente como</p><p>glândulas exócrinas e endócrinas</p><p>(pâncreas, fígado, testículos, ovários)</p><p>Junqueira; Carneiro (2017)</p><p>Glândulas</p><p>Designa agregados</p><p>multicelulares, maiores e mais</p><p>complexos de células epiteliais</p><p>glandulares. Exceto a célula</p><p>caliciforme (unicelular)</p><p>Formadas a partir de epitélios de</p><p>revestimento cujas células</p><p>proliferam e invadem o tecido</p><p>conjuntivo subjacente, seguindo</p><p>para uma diferenciação adicional</p><p>As moléculas a serem secretadas</p><p>são armazenadas em grânulos</p><p>revestidos por membrana –</p><p>grânulos de secreção</p><p>As unidades secretoras com seus</p><p>ductos constituem o parênquima</p><p>da glândula. Os elementos do</p><p>tecido conjuntivo que invadem e</p><p>sustentam o parênquima</p><p>constituem o estroma</p><p>Tipos de glândulas</p><p>Endócrinas Exócrinas</p><p>A ligação com o epitélio</p><p>de revestimento deixa</p><p>de existir,</p><p>as células se</p><p>reorganizam em folículos</p><p>(tireoide) ou em cordões</p><p>(adrenal, paratireoide,</p><p>ilhotas de Langerhans)</p><p>São compostas por duas partes: uma parte</p><p>secretora (formada pelas células de</p><p>secreção) e um ducto excretor (células</p><p>epiteliais de revestimento).</p><p>O ducto lança as secreções dentro de</p><p>cavidades internas (glândulas salivares) ou</p><p>para o exterior do corpo (glândulas</p><p>sudoríparas e sebáceas).</p><p>Formação de glândulas a</p><p>partir de epitélios de</p><p>revestimento.</p><p>Células epiteliais proliferam e</p><p>penetram no tecido conjuntivo.</p><p>Elas podem ou não manter</p><p>contato com a superfície da</p><p>qual se originaram.</p><p>Quando o contato é mantido,</p><p>formam-se glândulas</p><p>exócrinas; quando o contato</p><p>é desfeito, são formadas</p><p>glândulas endócrinas.</p><p>As células das glândulas</p><p>endócrinas podem estar</p><p>organizadas em cordões ou</p><p>em folículos.</p><p>Junqueira e Carneiro, 2017</p><p>Ex.:Glândula adrenal,</p><p>paratireóide, pâncreas</p><p>endócrino (Ilhotas de</p><p>Langherans)</p><p>TIROIDE</p><p>Paratireóide</p><p>Cordonal</p><p>Tireóide</p><p>h</p><p>tt</p><p>p</p><p>s:</p><p>//</p><p>ed</p><p>it</p><p>o</p><p>ra</p><p>.p</p><p>u</p><p>cr</p><p>s.</p><p>b</p><p>r/</p><p>CORDONAL</p><p>lâmina de PARATIREOIDE; cores H&E; menor aumento</p><p>FOLICULAR</p><p>lâmina de TIREOIDE; cores H&E; aumento médio</p><p>Folículo tiroidiano</p><p>Tecido Epitelial Simples Cúbico</p><p>h</p><p>tt</p><p>p</p><p>s:</p><p>//</p><p>ed</p><p>it</p><p>o</p><p>ra</p><p>.p</p><p>u</p><p>cr</p><p>s.</p><p>b</p><p>r/</p><p>colóide</p><p>VS</p><p>VS: vaso sanguíneo</p><p>Forma da porção secretora</p><p>Alguns órgãos têm funções tanto endócrinas como exócrinas, e um só tipo de célula pode</p><p>funcionar de ambas as maneiras.</p><p>✓ Pâncreas: libera enzimas digestivas que vão para o intestino (duodeno) e libera hormônios</p><p>(insulina e glucagon) na corrente sanguínea;</p><p>✓ Fígado: libera hormônios na corrente sanguínea e bile para emulsificar gorduras;</p><p>As unidades secretoras de algumas glândulas – glândulas mamárias, sudoríparas e salivares – são</p><p>envolvidas por células mioepiteliais</p><p>(células ramificadas que contêm miosina e um grande número de filamentos de actina,</p><p>possibilitando a contração).</p><p>Classificação quanto a forma de secreção</p><p>C. Tipo intermediário, em que o produto</p><p>de secreção é descarregado junto com</p><p>pequenas porções do citoplasma apical.</p><p>(Ex.: glândula mamária)</p><p>B. A secreção acumulada em grãos de</p><p>secreção é liberada pela célula por meio de</p><p>exocitose, sem perda de outro material</p><p>celular (Ex.: pâncreas)</p><p>A. O produto de secreção é eliminado</p><p>juntamente com toda a célula, processo</p><p>que envolve a destruição das células</p><p>repletas de secreção</p><p>(Ex.: glândulas sebáceas)</p><p>Principais tipos de</p><p>glândulas exócrinas.</p><p>As porções das glândulas</p><p>constituídas por células</p><p>secretoras estão</p><p>mostradas em azul-claro</p><p>(tubulosa ou acionosa), e</p><p>os ductos excretores, em</p><p>azul-escuro.</p><p>Nas glândulas simples, os</p><p>ductos não se dividem, ao</p><p>contrário do que ocorre nas</p><p>glândulas compostas.</p><p>Quanto à divisão da</p><p>porção secretora:</p><p>ramificadas e não</p><p>ramificadas.</p><p>Ácinos serosos e Túbulos mucosos</p><p>Os ácinos serosos são pequenas</p><p>porções secretoras formadas</p><p>por células colunares. A</p><p>superfície livre das células está</p><p>em contato com o lúmen do</p><p>ácino. Apresentam formato</p><p>ovalado, arredondado.</p><p>Os túbulos mucosos são</p><p>estruturas alongadas,</p><p>tubulares, às vezes únicas, às</p><p>vezes ramificada</p><p>A região basal das células</p><p>acinosas contém muito ácido ribonucleico</p><p>(RNA) e se cora bem pela hematoxilina,</p><p>enquanto a região apical é ocupada por</p><p>grãos de secreção e, por essa razão, cora-se</p><p>em rosa pela eosina.</p><p>São unidades glandulares muito comuns e importantes no organismo,</p><p>dispostos em vários órgãos de diferentes sistemas</p><p>• Mucosas: secretam fluidos com</p><p>alta viscosidade (muco).</p><p>Esôfago e duodeno</p><p>• Serosas: as secreções são mais</p><p>fluidas e ricas em proteínas.</p><p>Pequenas glândulas da língua e bochecha;</p><p>glândulas parótida e o pâncreas;</p><p>• Mistas: quando eliminam</p><p>secreções mucosas e serosas</p><p>associadas.</p><p>Fígado</p><p>G</p><p>o</p><p>o</p><p>g</p><p>le</p><p>I</p><p>m</p><p>a</p><p>g</p><p>e</p><p>m</p><p>Os ácinos são glândulas multicelulares</p><p>Os ácinos apresentam núcleos esféricos e se situam na</p><p>porção basal da célula. A porção apical da célula contém</p><p>grãos de secreção. O lúmen do ácino é estreito e</p><p>continua com um estreito ducto excretor.</p><p>Desenho esquemático de um ácino</p><p>seroso</p><p>Junqueira e Carneiro, 2017</p><p>Núcleo com cromatina frouxa (eucromatina)</p><p>Corte de pâncreas, órgão formado por</p><p>milhões de ácinos serosos.</p><p>A. Ácinos seccionados em diferentes ângulos e</p><p>por isso vistos com formas e tamanhos muito</p><p>diferentes. A porção apical corada em rosa</p><p>contém muitos grãos de secreção.</p><p>B. Ácinos serosos em aumento maior. É</p><p>possível observar detalhes dos núcleos</p><p>redondos, da basofilia da porção basal das</p><p>células e dos grãos de secreção na porção</p><p>apical. O lúmen dos ácinos é muito estreito.</p><p>A porção secretora tem forma tubular e pode ser</p><p>ramificada. As células são piramidais ou</p><p>prismáticas, apresentam núcleos de cromatina</p><p>densa (heterocromatina), situados junto à superfície</p><p>basal das células. O lúmen do túbulo é amplo.</p><p>Desenho esquemático de um túbulo</p><p>mucoso</p><p>Junqueira e Carneiro, 2017</p><p>A. Apresenta formato tubular, formado por células que se</p><p>coram pouco, e tem um lúmen dilatado.</p><p>B. Em aumento maior, podem-se observar detalhes das</p><p>células com seus núcleos de cromatina densa</p><p>rentes à superfície basal das células.</p><p>Túbulo mucoso da parede</p><p>do esôfago</p><p>Junqueira e Carneiro, 2017</p><p>Atividades</p><p>Livro de Histologia Básica – Texto e Atlas, Junqueira e Carneiro (2023):</p><p>❖Responder atividade do capítulo 4 (Tecido Epitelial);</p><p>❖Observar, identificar e listar características das lâminas A1.3, A2.1, A2.4,</p><p>A4.1 até A4.8 (páginas 484 até 488).</p><p>Referência Bibliográfica:</p><p>Junqueira, Luiz Carlos, U. e José Carneiro. Histologia</p><p>Básica: Texto e Atlas., (14th edição). Grupo GEN, 2023.</p><p>Bibliografia</p><p>Básica:</p><p>• Aarestrup, Beatriz J. Histologia Essencial, Grupo GEN, 2012.</p><p>• Junqueira, Luiz Carlos, U. e José Carneiro. Histologia Básica: Texto e Atlas., (14th edição).</p><p>Grupo GEN, 2023.</p><p>• Moore, Keith, L. et al. Embriologia Básica, (10th edição). Grupo GEN, 2022.</p><p>Complementar:</p><p>• Abrahamsohn, Paulo. Histologia. Grupo GEN, 2016.</p><p>• Gartner, Leslie P. Atlas Colorido de Histologia, 7ª edição. Grupo GEN, 2018.</p><p>• Lowe, James S. Stevens & Lowe. Histologia Humana, (4th edição). Grupo GEN, 2016.</p><p>• Ross, Michael, H. et al. Atlas de histologia descritiva, Grupo A, 2012.</p><p>• Widmaier, Eric, P. et al. Vander- Fisiologia Humana, 14ª edição, Grupo GEN, 2017.</p><p>Slide 1: Tecido Epitelial de Revestimento e Glandular</p><p>Slide 2: Folhetos germinativos ou embrionários</p><p>Slide 3: Tecido Epitelial</p><p>Slide 4</p><p>Slide 5: Características Gerais</p><p>Slide 6: Especializações</p><p>da superfície celular</p><p>Slide 7</p><p>Slide 8: Tipos de junções (domínio lateral)</p><p>Slide 9: Coesão entre células epiteliais</p><p>Slide 10</p><p>Slide 11</p><p>Slide 12</p><p>Slide 13: Junção de Oclusão</p><p>Slide 14: Junções Ancoradouras</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16</p><p>Slide 17</p><p>Slide 18</p><p>Slide 19</p><p>Slide 20: Junções de Comunicação</p><p>Slide 21</p><p>Slide 22: ESPECIALIZAÇÕES DA SUPERFÍCIE APICAL</p><p>Slide 23</p><p>Slide 24</p><p>Slide 25: Principais funções do tecido epitelial</p><p>Slide 26: Organização das células epiteliais</p><p>Slide 27: Divisão dos epitélios</p><p>Slide 28: EPITÉLIOS</p><p>Slide 29: Termos usados para descrever as formas mais comuns das células</p><p>Slide 30: Classificação dos epitélios de revestimento</p><p>Slide 31</p><p>Slide 32</p><p>Slide 33</p><p>Slide 34</p><p>Slide 35</p><p>Slide 36</p><p>Slide 37</p><p>Slide 38</p><p>Slide 39</p><p>Slide 40</p><p>Slide 41</p><p>Slide 42</p><p>Slide 43</p><p>Slide 44</p><p>Slide 45: TIPOS DE EPITÉLIOS</p><p>Slide 46: Epitélios glandulares</p><p>Slide 47: Glândulas</p><p>Slide 48: Tipos de glândulas</p><p>Slide 49</p><p>Slide 50</p><p>Slide 51: Forma da porção secretora</p><p>Slide 52: Classificação quanto a forma de secreção</p><p>Slide 53</p><p>Slide 54: Ácinos serosos e Túbulos mucosos</p><p>Slide 55</p><p>Slide 56</p><p>Slide 57</p><p>Slide 58</p><p>Slide 59</p><p>Slide 60: Atividades</p><p>Slide 61: Bibliografia</p>