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Plano de Desenvolvimento Territorial Alto Sertão Sergipano

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<p>PLANO de DESENVOLVIMENTO do TERRITÓRIO</p><p>do ALTO SERTÃO SERGIPANO</p><p>Sergipe</p><p>2008</p><p>ALTO SERTÃO SERGIPANO</p><p>Alto Sertão Sergipano</p><p>“Se a rotina teve origem em algum lugar,</p><p>este lugar é o sertão”</p><p>(Delegado do Alto Sertão)</p><p>“ESSE É o CAMINHO para MUDAR o ALTO SERTÃO SERGIPANO”</p><p>O Território do Alto Sertão Sergipano foi criado através do Decreto Estadual nº. 24.338, de 20 de abril de 2007 e se</p><p>constitui em uma unidade de planejamento do Estado de Sergipe, base para a promoção do desenvolvimento</p><p>sustentável e equânime entre as regiões do estado, e o lugar da ação do Planejamento Participativo - PP.</p><p>O PP é um instrumento permanente de interação entre o Estado e a Sociedade e de mobilização de todos os atores</p><p>sociais, econômicos e institucionais para a participação no processo.</p><p>No contexto do Planejamento Participativo, a participação democrática ocorreu mediante a realização de</p><p>Conferências no âmbito municipal, territorial e estadual. O primeiro ciclo de Conferências iniciou-se com as</p><p>Conferências Municipais, realizadas por todos os Municípios do território e apoiadas pela SEPLAN em 05 de junho</p><p>de 2007, com a participação de 2.098 pessoas, cujo objetivo foi o levantamento das demandas locais e a eleição dos</p><p>delegados. Em continuidade ao processo, realizou-se a primeira Conferência Territorial, ocorrida em Nossa Senhora</p><p>da Glória, no dia 04 de julho, e teve como objetivo o levantamento das demandas Territoriais, contando com a</p><p>participação de 352 representantes. Encerrando este primeiro ciclo realizou-se a Conferência Estadual em Aracaju,</p><p>dias 9 e 10 de setembro, com vistas a criar um espaço para a concertação entre as demandas levantadas e os programas</p><p>e projetos criados pela Administração Pública. A Conferência Estadual contou com a participação de 1.431 pessoas.</p><p>O segundo ciclo de Conferências teve como objetivo iniciar a discussão sobre a formação da identidade cultural dos</p><p>territórios, baseado nos símbolos e valores locais, bem como identificar os cenários de desenvolvimento que possam</p><p>traduzir a realidade e a vocação de cada território, mediante o estudo das cadeias produtivas ali identificadas. Esta</p><p>tarefa se constitui no levantamento dos pontos fracos que impedem a competitividade e a sustentabilidade das</p><p>atividades econômicas selecionadas pelos delegados, dos pontos fortes, das oportunidades e das ameaças de todos os</p><p>elos ou componentes de cada cadeia produtiva analisada. Com esses propósitos foi realizada a II Conferência do Alto</p><p>Sertão Sergipano que ocorreu em Monte Alegre de Sergipe, em 12 de novembro, com a participação de 136 pessoas.</p><p>O terceiro ciclo de Conferências realizou-se em Aracaju, dias 10 e 11 de junho de 2008, nas instâncias estadual e</p><p>territorial, e teve como objetivo a apresentação do Plano de Desenvolvimento do Estado e a validação dos Planos de</p><p>Desenvolvimento dos Territórios, respectivamente. O evento contou com a participação de 900 pessoas.</p><p>A etapa seguinte é a execução e implementação das ações e dos investimentos previstos neste Plano. Para tanto, o</p><p>Governo de Sergipe espera contar com o povo e com os demais parceiros participando, acompanhando efetivamente e</p><p>avaliando as ações deste documento, numa sinergia que permita a valorização da cultura, a construção e o</p><p>reconhecimento do Território – base de sua Identidade.</p><p>Dessa forma, este Plano se constitui em um marco histórico para o Planejamento do Governo de Sergipe e em um</p><p>documento dinâmico que expressa as propostas de políticas, ações e projetos de responsabilidade do setor público e da</p><p>sociedade, construído a partir de consultas públicas e respaldado nas potencialidades e limitações do Alto Sertão</p><p>Sergipano.</p><p>Artesanato - Nossa Sra. da Glória</p><p>PLANO de DESENVOLVIMENTO do TERRITÓRIO</p><p>do ALTO SERTÃO SERGIPANO</p><p>Caracterização do Território 1</p><p>Ambiental</p><p>Cultural e Social</p><p>Político-Institucional</p><p>Econômico-Produtiva</p><p>2 Dimensão do Território</p><p>Missão</p><p>Visão de Futuro</p><p>Valores e Símbolo</p><p>3A estratégia do Alto Sertão Sergipano</p><p>Situação Atual</p><p>Cenário Desejado: Desenvolvimento com Inclusão Social</p><p>4Cenários</p><p>5Plano de Investimento do Território</p><p>6 Participantes do PP</p><p>Justificativa</p><p>Objetivos</p><p>Políticas Públicas e Investimentos</p><p>Investimentos Públicos - Inclusão pelo Direito</p><p>Investimentos Públicos - Inclusão pela Renda</p><p>Investimentos Privados e Economia Solidária</p><p>Projetos Aprovados e em Análise no Conselho de Desenvolvimento Industrial</p><p>Indicadores de Resultados</p><p>Acompanhamento e Avaliação do Plano</p><p>Delegados</p><p>Secretarias Estaduais e Órgãos Vinculados</p><p>Órgãos Federais</p><p>O território do Alto Sertão Sergipano localiza-se à noroeste do Estado de Sergipe, sendo formado por sete</p><p>municípios (Canindé de São Francisco, Gararu, Monte Alegre de Sergipe, Nossa Senhora da Glória, Nossa</p><p>Senhora de Lourdes, Poço Redondo e Porto da Folha).</p><p>CARACTERIZAÇÃO do TERRITÓRIO1</p><p>P PP</p><p>P</p><p>SE</p><p>6</p><p>-20</p><p>2 0</p><p>SE- 0</p><p>1</p><p>S</p><p>E</p><p>-</p><p>0</p><p>8</p><p>SE 1 6- 0</p><p>ES</p><p>-300</p><p>SE-2</p><p>02</p><p>SE-4</p><p>52</p><p>S</p><p>-4</p><p>1</p><p>8</p><p>E</p><p>S -4 6</p><p>E 0</p><p>4</p><p>S</p><p>E</p><p>-</p><p>14</p><p>1</p><p>S</p><p>E</p><p>-</p><p>04</p><p>S</p><p>E</p><p>-1</p><p>08</p><p>0SE-20</p><p>-</p><p>S</p><p>E</p><p>1</p><p>0</p><p>4</p><p>O</p><p>RIO SÃ</p><p>FRANCISCO</p><p>R</p><p>O</p><p>N</p><p>CO</p><p>I</p><p>SÃO</p><p>FRA</p><p>CIS</p><p>IOS</p><p>R</p><p>ERGIPE</p><p>RIO JA RÉCA</p><p>R</p><p>C</p><p>U</p><p>R</p><p>IT</p><p>U</p><p>BA</p><p>IO</p><p>R</p><p>I</p><p>A</p><p>R</p><p>A</p><p>R</p><p>U</p><p>O</p><p>G</p><p>RIA</p><p>CHO D</p><p>O M</p><p>OCAMBO</p><p>N</p><p>R</p><p>IO</p><p>G</p><p>R</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>TELHA</p><p>ITABI</p><p>GARARU</p><p>CANHOBA</p><p>FEIRA NOVA</p><p>POÇO REDONDO</p><p>PORTO DA FOLHA</p><p>GRACCHO CARDOSO</p><p>NOSSA SENHORA DA GLÓRIA</p><p>CANINDÉ DO SÃO</p><p>FRANCISCO</p><p>MONTE ALEGRE</p><p>DE SERGIPE</p><p>Oiti</p><p>Ilha</p><p>Bela</p><p>Nova</p><p>Pias</p><p>Mata</p><p>Laje</p><p>João</p><p>Vaca</p><p>Vida</p><p>Nova</p><p>Pedra</p><p>Pedra</p><p>Novos</p><p>Lagoa</p><p>Ponto</p><p>Olhos</p><p>Lagoa</p><p>Novos</p><p>Lagoa</p><p>Lagoa</p><p>Lagoa</p><p>Lagoa</p><p>Lagoa</p><p>Grande</p><p>Tijuco</p><p>D'agua</p><p>Sitios</p><p>Aurora</p><p>Grande</p><p>Jacaré</p><p>Tanque</p><p>Jibóia</p><p>Guedes</p><p>Chique</p><p>Caixão</p><p>Pau do</p><p>Pedras</p><p>Bonita</p><p>Grande</p><p>Rancho</p><p>Iguaçu</p><p>Sitios</p><p>Furada</p><p>França</p><p>Aningas</p><p>Mocambo</p><p>Crioulo</p><p>Garrote</p><p>Redonda</p><p>Gravatá</p><p>Niterói</p><p>do Frio</p><p>Quintas</p><p>Alecrim</p><p>Grandes</p><p>Pereira</p><p>Brandão</p><p>Serrada</p><p>Redonda</p><p>Mesinha</p><p>Cajueiro</p><p>Frutuoso</p><p>Oiteiros</p><p>Escurial</p><p>Serraria</p><p>Lagoa do</p><p>Campinas</p><p>Curituba</p><p>Queimada</p><p>Querereu</p><p>Lagoa do</p><p>dos Bois</p><p>da Volta</p><p>São Pedro</p><p>Maravilha</p><p>Umbuzeiro</p><p>Esperança</p><p>Palestina</p><p>Barreiras</p><p>Ranchinho</p><p>do Matuto</p><p>Umbuzeiro</p><p>Barriguda</p><p>Curralinho</p><p>São Mateus</p><p>Genipatuba</p><p>Bonsucesso</p><p>do Ermirio</p><p>Santa Rosa</p><p>Pedro Leão</p><p>dos Porcos</p><p>Mangironba</p><p>Lagoa Funda</p><p>Ouricuzeira</p><p>São Clemente</p><p>Capim Grosso</p><p>Monte Alegre Pedra Furada</p><p>São Cristovão</p><p>Riacho Salgado</p><p>Lagoa do Roçado</p><p>Lagoa de Dentro</p><p>Ilha de São Pedro</p><p>Lagoa do Chocalho</p><p>B</p><p>A</p><p>H</p><p>IA</p><p>ALAGOAS</p><p>NOSSA SENHORA</p><p>DE LOURDES</p><p>Barro Vermelho</p><p>0 2 4 6 8 Km</p><p>AGRESTE CENTRAL</p><p>SERGIPANO</p><p>AMPARO DO SAO FRANCISCO</p><p>MÉDIO SERTÃO SERGIPANO</p><p>Rodovia Federal</p><p>Rodovia Estadual</p><p>Hidrografia</p><p>Ferrovia</p><p>Povoado</p><p>Sede Municipal</p><p>Limite Municipal</p><p>Limite Estadual</p><p>Departamento Estadual de Infra-Estrutura Rodoviária - DER, 2008</p><p>10</p><p>POPULAÇÃO e ÁREA MUNICIPAIS</p><p>MUNICÍPIO Percentual em</p><p>relação ao Estado</p><p>Percentual em</p><p>relação ao Território</p><p>ÁREA</p><p>KM²</p><p>902,251</p><p>644,722</p><p>407,409</p><p>756,485</p><p>80,421</p><p>1.212,46</p><p>896,937</p><p>4.900,686</p><p>4,12</p><p>2,94</p><p>1,82</p><p>3,45</p><p>0,37</p><p>5,53</p><p>4,09</p><p>22,37</p><p>18,41</p><p>13,16</p><p>8,31</p><p>15,44</p><p>1,64</p><p>24,74</p><p>18,30</p><p>100,0</p><p>Gararu</p><p>Monte Alegre de Sergipe</p><p>Nossa Senhora da Glória</p><p>Nossa Senhora de Lourdes</p><p>Poço Redondo</p><p>Porto da Folha</p><p>Canindé do São Francisco</p><p>SUB-TOTAL</p><p>11</p><p>Fonte:IBGE, contagem populacional 2007.</p><p>Fonte:IBGE, arquivo gráfico municipal - 2001</p><p>Fonte:IBGE, contagem populacional 2007.</p><p>O Território Alto Sertão Sergipano apresenta a 5ª maior população do Estado – 137.926</p><p>habitantes e a menor densidade populacional – 28 hab/Km², revelando grandes vazios territoriais.</p><p>POPULAÇÃO do TERRITÓRIO</p><p>GRANDE ARACAJU</p><p>847.941</p><p>BAIXO S. FRANCISCO</p><p>123.482</p><p>AGRESTE CENTRAL</p><p>222.197</p><p>CENTRO SUL</p><p>213.492</p><p>SUL SERGIPANO</p><p>241.292</p><p>MÉDIO SERTÃO</p><p>62.644</p><p>LESTE SERGIPANO</p><p>90.452</p><p>12</p><p>O Alto Sertão Sergipano representa 23% da superfície territorial do estado, com uma</p><p>densidade demográfica de 28 Hab/ km2.</p><p>Fonte: IBGE, Arquivo Gráfico Municipal, 2001.</p><p>ÁREA do TERRITÓRIO</p><p>GRANDE ARACAJU</p><p>2.187,4</p><p>10%</p><p>BAIXO S. FRANCISCO</p><p>1.946,1</p><p>9%</p><p>AGRESTE CENTRAL</p><p>3.123,2</p><p>14%</p><p>LESTE SERGIPANO</p><p>1.518,7</p><p>7%</p><p>SUL SERGIPANO</p><p>3.131,0</p><p>14%</p><p>MÉDIO SERTÃO</p><p>1.582,4</p><p>7%</p><p>CENTRO SUL</p><p>3.520,9</p><p>16%</p><p>13</p><p>ESCOLARIDADE, URBANIZAÇÃO e</p><p>DÉFICIT HABITACIONAL</p><p>O Déficit Habitacional do território é de 5.042 unidades. A Taxa de analfabetismo no Território é de 37,0%</p><p>14</p><p>O Alto Sertão tem Taxa de urbanização de 44,32%.</p><p>15</p><p>A taxa de mortalidade infantil no território é de 23,6 por 1000 nascidos vivos.</p><p>Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2000.</p><p>TAXA de MORTALIDADE INFANTIL</p><p>C</p><p>en</p><p>tro</p><p>S</p><p>ul</p><p>Al</p><p>to</p><p>S</p><p>er</p><p>tã</p><p>o</p><p>Su</p><p>l S</p><p>er</p><p>gi</p><p>pa</p><p>no</p><p>Ag</p><p>re</p><p>st</p><p>e</p><p>C</p><p>en</p><p>tra</p><p>l</p><p>M</p><p>éd</p><p>io</p><p>S</p><p>er</p><p>tã</p><p>o</p><p>Ba</p><p>ix</p><p>o</p><p>Sã</p><p>o</p><p>Fr</p><p>an</p><p>ci</p><p>sc</p><p>o</p><p>G</p><p>ra</p><p>nd</p><p>e</p><p>Ar</p><p>ac</p><p>aj</p><p>u</p><p>Le</p><p>st</p><p>e</p><p>Se</p><p>rg</p><p>ip</p><p>an</p><p>o</p><p>23,26 23,6 24,6923,75 25,52 26,02 26,09 27,96</p><p>O território do Alto Sertão Sergipano apresenta o terceiro menor índice de domicílios ligados à rede</p><p>pública de abastecimento de água, em dezembro de 2007 registrou-se 59,0% de unidades domiciliares</p><p>atendidas.</p><p>O percentual médio de domicílios ligados à rede publica de abastecimento de água nos territórios, foi obtido através das informações extraídas do</p><p>SIAB(dez 2007), comparando-as com a quantidade total de domicílios verificados no censo populacional realizado em 2007 pelo IBGE.</p><p>Percentual de domicílios com abastecimento de água</p><p>ligado à rede pública</p><p>Fonte: SIAB/DATASUS, 2007.</p><p>SANEAMENTO BÁSICO</p><p>C</p><p>en</p><p>tro</p><p>S</p><p>ul</p><p>Al</p><p>to</p><p>S</p><p>er</p><p>tã</p><p>o</p><p>Su</p><p>l S</p><p>er</p><p>gi</p><p>pa</p><p>no</p><p>Ag</p><p>re</p><p>st</p><p>e</p><p>C</p><p>en</p><p>tra</p><p>l</p><p>M</p><p>éd</p><p>io</p><p>S</p><p>er</p><p>tã</p><p>o</p><p>Ba</p><p>ix</p><p>o</p><p>Sã</p><p>o</p><p>Fr</p><p>an</p><p>ci</p><p>sc</p><p>o</p><p>G</p><p>ra</p><p>nd</p><p>e</p><p>Ar</p><p>ac</p><p>aj</p><p>u</p><p>Le</p><p>st</p><p>e</p><p>Se</p><p>rg</p><p>ip</p><p>an</p><p>o</p><p>46,6% 49,8%</p><p>59,0% 60,4% 63,0%</p><p>69,6% 71,2%</p><p>75,3%</p><p>16</p><p>Rio Intermitente - Porto da Folha</p><p>A cobertura de coleta de lixo no Território é de 44,20%, não havendo tratamento do mesmo.</p><p>Fonte: SIAB/DATASUS- Censo IBGE, 2007.</p><p>Dados extraídos do SIAB(2007), sendo feito uma estimativa do percentual médio de atendimento aos domicílios</p><p>no território, através do número de unidades contabilizadas pelo IBGE com o último censo realizado</p><p>SANEAMENTO BÁSICO</p><p>Lixeira - N. S. Lourdes</p><p>44,20%</p><p>C</p><p>en</p><p>tro</p><p>S</p><p>ul</p><p>Su</p><p>l S</p><p>er</p><p>gi</p><p>pa</p><p>no</p><p>Ag</p><p>re</p><p>st</p><p>e</p><p>C</p><p>en</p><p>tra</p><p>l</p><p>M</p><p>éd</p><p>io</p><p>S</p><p>er</p><p>tã</p><p>o</p><p>Ba</p><p>ix</p><p>o</p><p>Sã</p><p>o</p><p>Fr</p><p>an</p><p>ci</p><p>sc</p><p>o</p><p>G</p><p>ra</p><p>nd</p><p>e</p><p>Ar</p><p>ac</p><p>aj</p><p>u</p><p>Le</p><p>st</p><p>e</p><p>Se</p><p>rg</p><p>ip</p><p>an</p><p>o</p><p>Al</p><p>to</p><p>S</p><p>er</p><p>tã</p><p>o</p><p>46,50% 48,00% 50,40% 52,90% 54,60%</p><p>58,90%</p><p>72,30%</p><p>18</p><p>A cobertura de esgotamento sanitário no Alto Sertão</p><p>atende somente a 18,7 % dos domicílios</p><p>ACESSO À</p><p>ENERGIA ELÉTRICA</p><p>O percentual médio de domicílios com esgotamento sanitário nos</p><p>territórios, foi obtido através das informações extraídas do SIAB (dez</p><p>2007), comparando-as com a quantidade total de domicílios</p><p>verificados no censo populacional realizado em 2007 pelo IBGE.</p><p>SANEAMENTO BÁSICO</p><p>No território do Alto Sertão 63,0% dos</p><p>domicílios são atendidos com energia elétrica</p><p>Fonte: SIAB/DATASUS, 2007.</p><p>C</p><p>en</p><p>tro</p><p>S</p><p>ul</p><p>Al</p><p>to</p><p>S</p><p>er</p><p>tã</p><p>o</p><p>Su</p><p>l S</p><p>er</p><p>gi</p><p>pa</p><p>no</p><p>Ag</p><p>re</p><p>st</p><p>e</p><p>C</p><p>en</p><p>tra</p><p>l</p><p>M</p><p>éd</p><p>io</p><p>S</p><p>er</p><p>tã</p><p>o</p><p>Ba</p><p>ix</p><p>o</p><p>Sã</p><p>o</p><p>Fr</p><p>an</p><p>ci</p><p>sc</p><p>o</p><p>G</p><p>ra</p><p>nd</p><p>e</p><p>Ar</p><p>ac</p><p>aj</p><p>u</p><p>Le</p><p>st</p><p>e</p><p>Se</p><p>rg</p><p>ip</p><p>an</p><p>o</p><p>6,70% 6,70% 8,70%</p><p>12,30%</p><p>16,50%</p><p>18,70%</p><p>25,70%</p><p>45,20%</p><p>19</p><p>Praça Central - N. Sra. de Lourdes</p><p>As características do Alto Sertão Sergipano foram distribuídas nas dimensões:</p><p>2DIMENSÃO do TERRITÓRIO</p><p>AMBIENTAL</p><p>CULTURAL e SOCIAL</p><p>POLÍTICO-INSTITUCIONAL</p><p>ECONÔMICO-PRODUTIVA</p><p>21</p><p>O Território apresenta solos rasos, pedregosos e secos em decorrência do déficit hídrico. A Cobertura</p><p>vegetal é formada por espécies arbóreas e herbáceas do Bioma Caatinga. Há a Substituição da cobertura</p><p>vegetal natural por pastagens.</p><p>DIMENSÃO AMBIENTAL</p><p>22</p><p>VEGETAÇÃO E SOLO</p><p>UNIDADE de CONSERVAÇÃO da NATUREZA</p><p>INSTITUÍDAS no ALTO SERTÃO SERGIPANO</p><p>SE-206</p><p>2SE- 00</p><p>SE 10- 6</p><p>SE-300</p><p>-2</p><p>SE</p><p>02</p><p>S</p><p>-4</p><p>52</p><p>E</p><p>E</p><p>-4</p><p>S</p><p>1</p><p>8</p><p>-SE 406</p><p>E</p><p>-</p><p>S</p><p>10</p><p>4</p><p>E</p><p>8</p><p>S</p><p>-1</p><p>0</p><p>0SE-2 0</p><p>RIO SÃO FR</p><p>N</p><p>ISCO</p><p>A</p><p>C</p><p>P</p><p>RIO</p><p>SERGI</p><p>E</p><p>RIO JACARÉ</p><p>O</p><p>C</p><p>U</p><p>A</p><p>R</p><p>I</p><p>R</p><p>IT</p><p>U</p><p>B</p><p>R</p><p>IO</p><p>G</p><p>A</p><p>R</p><p>A</p><p>R</p><p>U</p><p>I</p><p>C</p><p>O</p><p>D</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>H</p><p>O M</p><p>CAM</p><p>O</p><p>O</p><p>G</p><p>N</p><p>E</p><p>R</p><p>I</p><p>R</p><p>A</p><p>D</p><p>GARARU</p><p>POÇO REDONDO</p><p>PORTO DA FOLHA</p><p>NOSSA SENHORA DA GLÓRIA</p><p>CANINDÉ DO SÃO</p><p>FRANCISCO</p><p>MONTE ALEGRE</p><p>DE SERGIPE</p><p>A</p><p>B</p><p>A</p><p>H</p><p>I</p><p>ALAGOAS</p><p>NOSSA SENHORA</p><p>DE LOURDES</p><p>0 2 4 6 8 Km</p><p>Rodovia Federal</p><p>Rodovia Estadual</p><p>Hidrografia</p><p>Ferrovia</p><p>Sede Municipal</p><p>Parque Natural</p><p>Municipal de Lagoa do Frio</p><p>Monumento Natural</p><p>Grota do Angico</p><p>Limite MunicipalLimite Estadual</p><p>23</p><p>O Território do Alto Sertão Sergipano abriga duas Unidade de</p><p>Conservação: uma municipal, o Parque Natural Municipal de Lagoa do</p><p>Frio no município de Canindé de São Francisco, e outra estadual, o</p><p>Monumento Natural Grota do Angico, situada entre os municípios de</p><p>Canindé de São Francisco e Poço Redondo. As Unidades são do grupo</p><p>de proteção integral.</p><p>Vaqueiro - Alto Sertão Sergipano</p><p>Índice de Desenvolvimento Humano do Alto Sertão Sergipano</p><p>Fonte PNUD, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, 2000.</p><p>DIMENSÃO CULTURAL e SOCIAL</p><p>0,575 0,599 0,614 0,616 0,621 0,643 0,646 0,75</p><p>C</p><p>en</p><p>tro</p><p>S</p><p>ul</p><p>Su</p><p>l S</p><p>er</p><p>gi</p><p>pa</p><p>no</p><p>Ag</p><p>re</p><p>st</p><p>e</p><p>C</p><p>en</p><p>tra</p><p>l</p><p>M</p><p>éd</p><p>io</p><p>S</p><p>er</p><p>tã</p><p>o</p><p>Ba</p><p>ix</p><p>o</p><p>Sã</p><p>o</p><p>Fr</p><p>an</p><p>ci</p><p>sc</p><p>o</p><p>Le</p><p>st</p><p>e</p><p>Se</p><p>rg</p><p>ip</p><p>an</p><p>o</p><p>Al</p><p>to</p><p>S</p><p>er</p><p>tã</p><p>o</p><p>G</p><p>ra</p><p>nd</p><p>e</p><p>Ar</p><p>ac</p><p>aj</p><p>u</p><p>25</p><p>A dimensão cultural do Alto Sertão é influenciada pela atividade pecuária – a marca registrada da</p><p>toponímia do território. Os núcleos populacionais do Território formaram-se, fundamentalmente, em</p><p>função dos deslocamentos e da expansão da atividade pecuária e do cultivo do algodão nos séculos</p><p>anteriores. Em decorrência disso, do ponto de vista da formação cultural das populações que habitam este</p><p>território, é importante destacar a figura do vaqueiro, seus costumes e seu modo de vida.</p><p>Ressalte-se também que, as prolongadas estações de estiagem, associadas as dificuldades de</p><p>sobrevivência, moldaram uma identidade cultural de resistência neste território. Resistência essa que,</p><p>aliás, remonta aos tempos da passagem dos cangaceiros e da volante federal no século passado. Destaque-</p><p>se ainda que, essa identidade de resistência deve ter contribuído, sem dúvidas, para colocar neste</p><p>território a maioria dos assentamentos do estado de Sergipe.</p><p>O Território do Alto Sertão Sergipano apresenta o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos</p><p>Territórios - 0,575.</p><p>Assentamento - MST</p><p>Uma das principais características do Território é a Reforma Agrária. Há 3.138 Famílias já assentadas no</p><p>Território.</p><p>Fonte: INCRA, 2007.</p><p>Base Cartográfica: Atlas Digital Sobre Recursos Hídricos de Sergipe, 2004.</p><p>Elaboração: Gerência de Informações Geográficas e Cartográficas - GIGEC/SUPES/SEPLAN, 2008.</p><p>Gararu</p><p>Poço Redondo</p><p>Porto da Folha</p><p>Canindé de São Francisco</p><p>Nossa Senhora da Glória</p><p>Monte Alegre de Sergipe</p><p>0 2010</p><p>km</p><p>Assentamentos rurais - INCRA</p><p>Alto Sertão Sergipano</p><p>REFORMA AGRÁRIA</p><p>27</p><p>POPULAÇÕES TRADICIONAIS</p><p>RENDA PER CAPITA</p><p>28</p><p>O Alto Sertão abriga cinco Comunidades Quilombolas, distribuídas nos Municípios de Poço Redondo e</p><p>Porto da Folha. Neste território vivem os últimos remanescentes de indígenas do Estado: tribo de índios</p><p>Xocós, na Ilha de São Pedro, no município de Porto da Folha.</p><p>Segundo dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD/ONU, 2000), 49,23%</p><p>da população do Território são considerados indigentes.</p><p>A Renda per capita média de R$ 75,00, uma das menores dos Territórios.</p><p>INDIGENTES</p><p>EMPREGOS FORMAIS</p><p>No Território, segundo Relação Anual de Informações Sociais (RAIS 2005), há somente 208 pessoas</p><p>ocupadas no setor industrial, e 5.517 pessoas ocupadas no setor de serviços. Esse território apresenta o</p><p>menor número de pessoas trabalhando na indústria e o terceiro menor contingente de trabalhadores</p><p>formais ligados ao setor de serviços. Ver gráfico abaixo.</p><p>C</p><p>en</p><p>tro</p><p>S</p><p>ul</p><p>Su</p><p>l S</p><p>er</p><p>gi</p><p>pa</p><p>no</p><p>Ag</p><p>re</p><p>st</p><p>e</p><p>C</p><p>en</p><p>tra</p><p>l</p><p>M</p><p>éd</p><p>io</p><p>S</p><p>er</p><p>tã</p><p>o</p><p>Ba</p><p>ix</p><p>o</p><p>Sã</p><p>o</p><p>Fr</p><p>an</p><p>ci</p><p>sc</p><p>o</p><p>G</p><p>ra</p><p>nd</p><p>e</p><p>Ar</p><p>ac</p><p>aj</p><p>u</p><p>Le</p><p>st</p><p>e</p><p>Se</p><p>rg</p><p>ip</p><p>an</p><p>o</p><p>Número empregos formais nos setores da economia</p><p>160000</p><p>140000</p><p>120000</p><p>100000</p><p>80000</p><p>60000</p><p>40000</p><p>20000</p><p>0</p><p>Empregos</p><p>Indústria</p><p>Empregos</p><p>Serviços</p><p>Alto Sertão</p><p>A</p><p>lto</p><p>S</p><p>e</p><p>rt</p><p>ã</p><p>o</p><p>29</p><p>Comério Ambulante - Poço Redondo</p><p>O Alto Sertão Sergipano possui um significativo</p><p>capital social com a presença e atuação forte dos</p><p>movimentos sociais, da Igreja, dos Sindicatos, das</p><p>cooperativas, das associações comunitárias, da</p><p>Federação das Associações (FEACOM), do Fórum</p><p>DLIS, da Articulação Semi-Árido, de ONG´s, de</p><p>grupos e da Coordenação Estadual dos Quilombolas.</p><p>Isto se deve ao processo de luta pela terra,</p><p>historicamente construído pelos atores sociais na</p><p>região do Alto Sertão Sergipano, desde os anos 80 – o</p><p>qual se iniciou a partir dos trabalhos de organização</p><p>popular das Comunidades Eclesiais de Base (CEBS),</p><p>através do Bispo D. José Brandão de Castro - foi se</p><p>fortalecendo, agregando forças e surgindo outros</p><p>movimentos como o MST, além do movimento sindical</p><p>que já existia e que se articula em função dos mesmos</p><p>objetivos: conquista da terra, dos direitos sociais e da</p><p>cidadania. Estes atores sociais tornaram-se, portanto,</p><p>os verdadeiros protagonistas da reforma agrária nesta</p><p>região.</p><p>Estes movimentos têm permitido a formação da</p><p>cultura política no Território do Alto Sertão.</p><p>Entretanto, a análise do quadro político-institucional</p><p>do território evidencia que a correlação de forças</p><p>sociais ainda não foi favorável às mudanças nos</p><p>desenhos das instituições políticas locais. Observa-se a</p><p>fragilidade das Instituições Públicas na aplicação das</p><p>políticas e a reduzida capacidade de gestão e de</p><p>articulação dos gestores municipais.</p><p>DIMENSÃO POLÍTICO-INSTITUCIONAL</p><p>31</p><p>Reunião com a comunidade</p><p>DIMENSÃO ECONÔMICO-PRODUTIVA</p><p>Produto Interno Bruto (em mil reais)</p><p>GRANDE ARACAJU</p><p>R$ 7.532.985,00</p><p>BAIXO S. FRANCISCO</p><p>R$ 528.889,00</p><p>AGRESTE CENTRAL</p><p>R$ 899.436,00</p><p>LESTE SERGIPANO</p><p>R$ 868.622,00</p><p>CENTRO SUL</p><p>R$ 761.237,00</p><p>SUL SERGIPANO</p><p>R$ 1.127.527,00</p><p>MÉDIO SERTÃO</p><p>R$ 210.730,00</p><p>Fonte: IBGE, Produto Interno Bruto Municipal, 2005.</p><p>33</p><p>Em relação às riquezas produzidas nos Territórios, o Alto Sertão ocupa a segunda posição, perdendo</p><p>apenas para a Grande Aracaju.</p><p>PRODUTO INTERNO - PIBBRUTO</p><p>PRODUTO INTERNO - PIB - INDUSTRIALBRUTO</p><p>PIB industrial dos territórios (em mil R$)</p><p>Fonte: IBGE/SUPES, Produto Interno Bruto Municipal, 2005.</p><p>Ce</p><p>nt</p><p>ro</p><p>S</p><p>ul</p><p>Al</p><p>to</p><p>S</p><p>er</p><p>tã</p><p>o</p><p>Su</p><p>l S</p><p>er</p><p>gip</p><p>an</p><p>o</p><p>Ag</p><p>re</p><p>ste</p><p>C</p><p>en</p><p>tra</p><p>l</p><p>M</p><p>éd</p><p>io</p><p>Se</p><p>rtã</p><p>o</p><p>Ba</p><p>ixo</p><p>S</p><p>ão</p><p>F</p><p>ra</p><p>nc</p><p>isc</p><p>o</p><p>Gr</p><p>an</p><p>de</p><p>A</p><p>ra</p><p>ca</p><p>ju</p><p>Le</p><p>ste</p><p>S</p><p>er</p><p>gip</p><p>an</p><p>o</p><p>16.054</p><p>77.636 89.514 91.320</p><p>271.995</p><p>526.394</p><p>106.1176</p><p>1.859.336</p><p>34</p><p>O Território participa com 27% do PIB industrial de Sergipe, configurando-se entre os Territórios de</p><p>maior participação. Em relação ao PIB do território, o setor industrial representa 72% de tudo que foi</p><p>produzido entre os setores da economia territorial, esta representatividade é influenciada pela Usina</p><p>Hidrelétrica de Xingo. Constata-se ainda a presença de Indústrias do Setor de Alimentos (inclusive</p><p>derivados de Leite), Móveis, Vestuário e minerais não metálicos.</p><p>O território responde por apenas 3,4% do total de estabelecimentos industriais verificados no Estado.</p><p>Entre 2006/2007, possuía 118 estabelecimentos, sendo constatado uma grande concentração no</p><p>Município de Nossa Senhora da Glória .</p><p>Fonte: FIES – Federação das Indústrias do Estado de Sergipe, 2006/2007, elaboração SUPES.</p><p>ESTABELECIMENTOS INDUSTRIAIS</p><p>Quantitativo das Indústrias por Municípios do</p><p>Território Alto Sertão Sergipano 2006/2007</p><p>Canindé do São Francisco</p><p>Gararu</p><p>Monte Alegre de Sergipe</p><p>Nossa Senhora da Glória</p><p>Nossa Senhora de Lourdes</p><p>Poço Redondo</p><p>Porto da Folha</p><p>20</p><p>1</p><p>10</p><p>44</p><p>6</p><p>16</p><p>21</p><p>Alto Sertão Sergipano 118</p><p>35</p><p>Indústria de Leite - N. S. da Glória</p><p>O Território Alto Sertão Sergipano participa com 4% do PIB do setor de Serviços do estado, no território</p><p>sua participação é de 22%. A Administração Pública responde por 83,1% da ocupação formal ligados ao</p><p>Setor. O comércio varejista, a intermediação financeira, alojamento e alimentação e educação,</p><p>representam 11,4%, O restante do emprego formal do setor de serviços, cerca de 5%, está distribuído em</p><p>outras atividades.</p><p>PRODUTO INTERNO - PIB SERVIÇOSBRUTO</p><p>PIB Serviços (em mil R$)</p><p>Fonte: IBGE - SUPES: Produto Interno Bruto Municipal, 2005</p><p>C</p><p>en</p><p>tro</p><p>S</p><p>ul</p><p>Al</p><p>to</p><p>S</p><p>er</p><p>tã</p><p>o</p><p>Su</p><p>l S</p><p>er</p><p>gi</p><p>pa</p><p>no</p><p>Ag</p><p>re</p><p>st</p><p>e</p><p>C</p><p>en</p><p>tra</p><p>l</p><p>M</p><p>éd</p><p>io</p><p>S</p><p>er</p><p>tã</p><p>o</p><p>Ba</p><p>ix</p><p>o</p><p>Sã</p><p>o</p><p>Fr</p><p>an</p><p>ci</p><p>sc</p><p>o</p><p>G</p><p>ra</p><p>nd</p><p>e</p><p>Ar</p><p>ac</p><p>aj</p><p>u</p><p>Le</p><p>st</p><p>e</p><p>Se</p><p>rg</p><p>ip</p><p>an</p><p>o</p><p>147.092 265.675 323.243 332.635</p><p>541.315 637.905 651.035</p><p>4.654.387</p><p>37</p><p>AGROPECUÁRIA</p><p>O Território concentra o segundo maior rebanho</p><p>bovino do estado (191.000 cabeças de gado),</p><p>sendo considerado a bacia leiteira estadual,</p><p>respondendo por 46% de toda produção de leite,</p><p>em 2005,124 milhões de litros.</p><p>Principais Culturas Temporárias por área</p><p>plantada: milho e feijão</p><p>Em 2006, as culturas temporárias contribuíam</p><p>com 97,3% do valor de produção territorial,</p><p>destacando-se as seguintes: Milho e feijão.</p><p>Efetivo bovino do território</p><p>Fonte: IBGE, Produção Pecuária Municipal, 2006. Fonte: IBGE, Pesquisa Agrícola Municipal, 2006.</p><p>Centro Sul</p><p>Alto Sertão</p><p>Sul Sergipano</p><p>Agreste Central</p><p>Médio Sertão</p><p>Baixo São Francisco</p><p>Grande Aracaju</p><p>Leste Sergipano</p><p>199.528</p><p>191.000</p><p>167.163</p><p>142.830</p><p>116.842</p><p>95.695</p><p>84.400</p><p>64.419</p><p>38</p><p>Produtividade Média dos territórios em kg</p><p>por hectare (milho)</p><p>Em 2006, o Alto Sertão Sergipano obteve a segunda</p><p>maior produção de milho do estado (60.270</p><p>toneladas). A produtividade média do grão é de</p><p>1.572 kg/ha, sendo referência tanto para os</p><p>territórios sergipanos como para a Região Nordeste.</p><p>CULTURA DO MILHO</p><p>Fonte: IBGE, Produção Agrícola Municipal, 2006.</p><p>746</p><p>Ce</p><p>nt</p><p>ro</p><p>S</p><p>ul</p><p>Al</p><p>to</p><p>S</p><p>er</p><p>tã</p><p>o</p><p>Su</p><p>l S</p><p>er</p><p>gi</p><p>pa</p><p>no</p><p>Ag</p><p>re</p><p>st</p><p>e</p><p>Ce</p><p>nt</p><p>ra</p><p>l</p><p>M</p><p>éd</p><p>io</p><p>S</p><p>er</p><p>tã</p><p>o</p><p>Ba</p><p>ixo</p><p>S</p><p>ão</p><p>F</p><p>ra</p><p>nc</p><p>isc</p><p>o</p><p>G</p><p>ra</p><p>nd</p><p>e</p><p>Ar</p><p>ac</p><p>aj</p><p>u</p><p>Le</p><p>st</p><p>e</p><p>Se</p><p>rg</p><p>ip</p><p>an</p><p>o</p><p>SE</p><p>RG</p><p>IP</p><p>E</p><p>NO</p><p>RD</p><p>ES</p><p>TE</p><p>BR</p><p>AS</p><p>IL</p><p>816</p><p>894 957 1.006</p><p>1.572 1.587</p><p>1.730</p><p>1.326</p><p>1.163</p><p>3.382</p><p>39</p><p>Cultura do milho - Alto Sertão Sergipano</p><p>CULTURA DO FEIJÃO</p><p>40</p><p>Em relação ao feijão, o Alto Sertão Sergipano</p><p>apresentou a segunda maior produção em 2006</p><p>(6.541 toneladas), ficando atrás apenas para do</p><p>Centro sul. Entretanto a produtividade média do</p><p>território ainda é considerada baixa, sendo a segunda</p><p>menor (462 Kg/ha).</p><p>Produtividade Média dos Territórios</p><p>em Kg por Hectare (feijão)</p><p>407</p><p>C</p><p>en</p><p>tro</p><p>S</p><p>ul</p><p>Al</p><p>to</p><p>S</p><p>er</p><p>tã</p><p>o</p><p>Su</p><p>l S</p><p>er</p><p>gi</p><p>pa</p><p>no</p><p>Ag</p><p>re</p><p>st</p><p>e</p><p>C</p><p>en</p><p>tra</p><p>l</p><p>M</p><p>éd</p><p>io</p><p>S</p><p>er</p><p>tã</p><p>o</p><p>Ba</p><p>ix</p><p>o</p><p>Sã</p><p>o</p><p>Fr</p><p>an</p><p>ci</p><p>sc</p><p>o</p><p>G</p><p>ra</p><p>nd</p><p>e</p><p>Ar</p><p>ac</p><p>aj</p><p>u</p><p>Le</p><p>st</p><p>e</p><p>Se</p><p>rg</p><p>ip</p><p>an</p><p>o</p><p>SE</p><p>R</p><p>G</p><p>IP</p><p>E</p><p>N</p><p>O</p><p>R</p><p>D</p><p>ES</p><p>TE</p><p>BR</p><p>AS</p><p>IL</p><p>462 484 495 503 527 541</p><p>674</p><p>522</p><p>480</p><p>857</p><p>Fonte: IBGE, Produção Agrícola Municipal, 2006.</p><p>Casa popular - N. S. da Glória</p><p>41</p><p>CENTRALIDADES</p><p>Os municípios de Nossa Senhora da Glória, principalmente, e Canindé do São Francisco se destacam</p><p>no território, no que se refere aos setores do comércio e serviços.</p><p>Elaboração: Gerência de Informações Geográficas e Cartográficas - GIGEC / SUPES / SEPLAN, 2007</p><p>Fontes: SDCP - Superintendência de Desenvolvimento, Captação de Recursos e Programas Especiais, 2007</p><p>Base Cartográfica do Atlas Digital Sobre Recursos Hídricos do Estado de Sergipe, 2004</p><p>CENTRALIDADES</p><p>SEDE MUNICIPAL</p><p>Gararu</p><p>Poço Redondo</p><p>Porto da Folha</p><p>Canindé de São Francisco</p><p>Nossa Senhora da Glória</p><p>Monte Alegre de Sergipe</p><p>Nossa Senhora</p><p>de Lourdes</p><p>42</p><p>Cânion - Rio São Francisco</p><p>43</p><p>PONTOS TURÍSTICOS</p><p>Os pontos turísticos identificados pelos representantes municipais nas Conferências denotam o seu potencial para</p><p>o ecoturismo, que se constituem nos principais destinos escolhidos por visitantes oriundos do próprio território e</p><p>circunvizinhos além fronteiras dele.</p><p>r uGa ar</p><p>Poço Redondo</p><p>Por da Fo ato lh</p><p>s óNo sa Senhora da Gl ria</p><p>M n egr er po te Al e de S gi e</p><p>o S rN ssa enho a</p><p>e u dd Lo r es</p><p>F a cCanindé de São r ncis o</p><p>Elaboração: SE LAN / S PE / GIG - Gerência de n ormaçõe Geo rá i s e Cart gr ficas, 007P U S EC I f s g</p><p>f ca o á 2</p><p>GROTA DO ANGICO</p><p>ILHA DO OURO</p><p>H N UIL A DO BO S CESSO</p><p>GE I A BAN P TU</p><p>SERRA DA GUIA X GÓIN</p><p>PEDRPOÇÃO DE AS</p><p>44</p><p>Apicultura Local do Alto Sertão Sergipano</p><p>45</p><p>ATIVIDADES PRODUTIVAS DO ALTO SERTÃO SERGIPANO</p><p>A análise do comportamento das atividades desenvolvidas no Alto Sertão se constituiu em uma variável</p><p>importante para subsidiar a definição das ações visando o desenvolvimento do território. Para tanto, as</p><p>atividades tradicionais desenvolvidas e relacionadas nos Relatórios das Conferencias Municipais foram</p><p>classificadas, de acordo com seu estágio de desenvolvimento, conforme mostra o quadro abaixo.</p><p>ATIVIDADES</p><p>PROMISSORAS</p><p>ATIVIDADES EM</p><p>CONSOLIDADAS OU</p><p>ESTABELECIDAS</p><p>ATIVIDADES EM</p><p>DECLÍNIO OU</p><p>ESTAGNADAS</p><p>PISCICULTURA</p><p>ARTESANATO</p><p>OVINOCAPRINOCULTURA</p><p>PESCA TRADICIONAL</p><p>PISCICULTURA</p><p>SUINOCULTURA</p><p>BOVINOCULTURA</p><p>ARTESANATO</p><p>APICULTURA</p><p>EXPLORAÇÃO DE RECURSOS</p><p>MINERAIS</p><p>FRUTICULTURA</p><p>CULTURA DE OLEAGINOSAS</p><p>AGROINDÚSTRIAS</p><p>ECOTURISMO</p><p>MILHO E FEIJÃOCULTURA DE QUIABO</p><p>SERVIÇOS</p><p>46</p><p>A ESTRATÉGIA do TERRITÓRIO</p><p>A percepção e a participação dos representantes do</p><p>Território do Alto Sertão permitiram a elaboração da sua</p><p>missão e da sua visão de futuro.</p><p>VISÃO de FUTURO</p><p>MISSÃO</p><p>“Tornar o território do Alto Sertão reconhecido em Sergipe e no Nordeste como centro irradiador</p><p>de luta e resistência do homem sertanejo, capaz de melhorar a sua condição de vida e produzir</p><p>riqueza na realidade do semi-árido, respeitando o meio ambiente e a sua cultura”.</p><p>“Fortalecer as atividades econômicas características do Alto Sertão, buscar a permanência das</p><p>futuras gerações no território, com a posse da terra, preservando a sua identidade cultural e</p><p>contribuindo para o desenvolvimento econômico, social, político e cultural de Sergipe”.</p><p>3</p><p>47</p><p>VALORES</p><p>Segundo os representantes do Alto Sertão, o símbolo do território se expressa através do sol, da caatinga, do</p><p>vaqueiro, do boi e do rio São Francisco, associados aos seguintes valores:</p><p>ALTIVEZ</p><p>CORAGEM</p><p>CRIATIVIDADE</p><p>ESPERANÇA</p><p>SABEDORIA POPULAR</p><p>RESISTÊNCIA</p><p>PERSISTÊNCIA</p><p>ALEGRIA</p><p>DIVERSIDADE</p><p>ORIGINALIDADE</p><p>RELIGIOSIDADE</p><p>HOSPITALIDADE</p><p>TRABALHO</p><p>48</p><p>SÍMBOLO</p><p>49</p><p>CENÁRIOS</p><p>A construção de cenários tornou-se uma ferramenta</p><p>importante nos estudos prospectivos. Cenário,</p><p>segundo MICHEL GODET (1987), “é o conjunto</p><p>formado pela descrição coerente de uma situação</p><p>futura e pelo encaminhamento dos acontecimentos</p><p>que permitem passar da situação de origem à</p><p>situação futura”.</p><p>O Plano Estratégico “Sergipe, Governo de Todos:</p><p>desenvolver para incluir” prevê a inclusão pelo</p><p>direito, por meio da universalização do acesso aos</p><p>serviços público e a inclusão pela renda, de modo a</p><p>reduzir as desigualdades Territoriais. Assim sendo,</p><p>no Alto Sertão Sergipano combater a concentração</p><p>de terras e de poder e ampliar as oportunidades de</p><p>geração de emprego e renda são as bases para a</p><p>formulação dos cenários. A análise da situação atual,</p><p>com suas limitações e incertezas críticas, tendências</p><p>e potencialidades, foi o ponto de partida para a</p><p>elaboração dos estudos. A Figura ao lado</p><p>esquematiza a construção dos cenários propostos.</p><p>4</p><p>50</p><p>CENÁRIOS ALTERNATIVOS</p><p>Análise da situação atual:</p><p>condicionantes, riscos</p><p>e potencialidades</p><p>Trabalho técnico</p><p>Cenário</p><p>Indesejado</p><p>Cenário</p><p>Inercial</p><p>Cenário</p><p>Desejado</p><p>Taxas baixas de crescimento,</p><p>isolamento, com agravamento</p><p>das desigualdades sociais</p><p>e espaciais.</p><p>Modernização conservadora:</p><p>crescimento com concentração</p><p>de renda.</p><p>Desenvolvimento equilibrado</p><p>territorialmente, com inclusão</p><p>pela renda e pelo direito</p><p>Pactuação Política</p><p>51</p><p>SITUAÇÃO ATUAL</p><p>52</p><p>De acordo com as dimensões do território já</p><p>apresentados no capitulo 2 e considerações feitas</p><p>pelas delegados nas conferências territoriais, o</p><p>cenário atual do território pode ser sintetizado da</p><p>seguinte forma:</p><p>ü O Território tem sua história de ocupação</p><p>influenciada pela bovinocultura e culturas de</p><p>subsistências, que permanecem como bases</p><p>econômicas locais. A bovinocultura de leite</p><p>é uma atividade especializada que tem</p><p>concentrado várias unidades de produção</p><p>familiar e indústrias de laticínios no</p><p>Território, garantindo a este a denominação</p><p>de bacia leiteira do estado.</p><p>ü A produção do leite destinada tanto às</p><p>unidades produtivas familiares quanto às</p><p>indústrias locais, necessitam usar práticas</p><p>higiênico-sanitárias adequadas às normas</p><p>sanitárias tanto na ordenha, transporte e</p><p>acondicionamento do leite</p><p>ü Predominância na agricultura familiar de</p><p>cultivos de milho e feijão e pequenos cultivos</p><p>de mandioca associados à bovinocultura</p><p>leiteira, e em menor escala as explorações de</p><p>ovinos, caprinos, notadamente nos</p><p>assentamentos rurais.</p><p>ü Predominância das grandes propriedades</p><p>com bovinocultura de corte em regime</p><p>extensivo e com baixo nível tecnológico.</p><p>ü Suprimento alimentar dos rebanhos é à base</p><p>de forrageiras produzidas no período chuvoso,</p><p>sendo insipiente ainda o uso de práticas de</p><p>armazenamento (silagens) e conservação das</p><p>forrageiras: baixa oferta de alimentos no</p><p>período de estiagem, impondo a compra de</p><p>alimentos no mercado regional.</p><p>ü Expressivo rebanho de ovinos em relação ao</p><p>de caprinos, para produção de carne e couro.</p><p>Imagem N. Sra. da Conceição - P. da Folha</p><p>ü Potencialidade do lago da Usina Hidroelétrica de</p><p>Xingó: fortalecimento no Território das</p><p>atividades de piscicultura e do turismo,</p><p>notadamente a exploração do cânion formado no</p><p>Rio São Francisco.</p><p>ü Perímetros irrigados de Califórnia (em operação)</p><p>e Jacaré-Curituba (em fase de conclusão pela</p><p>CODEVASF), em áreas dos municípios de</p><p>Canindé do São Francisco e Poço Redondo. O</p><p>Pe r í m e t r o C a l i f ó r n i a m a n t i d o p e l a</p><p>COHIDRO/SEAGRI vem se diversificando, mas</p><p>num misto de cultivos típicos de subsistência com</p><p>quiabo e frutas, notadamente a goiaba e o coco.</p><p>Porém, o volume de produção e a rentabilidade</p><p>das explorações ainda não justificam os altos</p><p>investimentos realizados, pois a utilização do</p><p>potencial irrigável é muito baixa. A gestão do</p><p>perímetro precisa ser urgentemente</p><p>melhorada para evitar ainda impactos</p><p>ambientais negativos e sanar a falta de</p><p>articulação da produção com os mercados.</p><p>ü Forte pressão social pelo acesso à terra: maior</p><p>número de acampamentos de Reforma Agrária</p><p>do estado, registrando o assentamento de 3.138</p><p>famílias.</p><p>ü Assistência técnica deficitária em termos de</p><p>pessoal técnico e de qualificação para a</p><p>abordagem de tecnologias produtivas, de</p><p>mercado e de gestão: além da EMDAGRO e</p><p>COHIDRO, registra-se através do INCRA, a</p><p>presença do Centro de Capacitação Canudos -</p><p>CECAC/MST.</p><p>ü O Território tem indicadores sociais baixos.</p><p>ü O PIB do Território corresponde a 15,7% do</p><p>estado.</p><p>53</p><p>Moradia inadequada - N. Sra. da Glória</p><p>q Migração dos jovens para outros territórios em</p><p>busca de emprego e renda;</p><p>q Continuidade da desorganização dos</p><p>produtores;</p><p>q Ampliação do número de famílias inadimplentes</p><p>e carentes de subsídios do governo;</p><p>q Degradação da qualidade das águas de</p><p>superfície e subterrâneas e do solo em função</p><p>do uso indiscriminado de agrotóxicos nas áreas</p><p>irrigadas</p><p>q Ocupação e usos das terras com culturas e</p><p>práticas agrícolas inadequadas;</p><p>q Ausência do controle social na execução das</p><p>políticas públicas;</p><p>q Manutenção da deficiente gestão municipal</p><p>q Concentração de terras em favor de grandes</p><p>empresas motivadas pela ampliação de</p><p>monoculturas com uso de tecnologias</p><p>avançadas;</p><p>q Agravamento das desigualdades com a</p><p>concentração da renda e dos meios de</p><p>produção.</p><p>E SE NÃO FIZERMOS NADA, PODE</p><p>ACONTECER O QUE?</p><p>55</p><p>CENÁRIO</p><p>COM INCLUSÃO SOCIAL</p><p>DESEJADO: DESENVOLVIMENTO</p><p>Cenário construído a partir da análise da situação</p><p>atual, dos anseios dos representantes do Território e</p><p>da coerência com o modelo social-desenvolvimentista</p><p>proposto visam:</p><p>ü O fortalecimento técnico e gerencial dos</p><p>produtores rurais e de suas organizações,</p><p>mediante a capacitação e a assistência técnica</p><p>continuada.</p><p>ü A articulação efetiva, da integração de todos</p><p>os agentes e na inclusão de inovações</p><p>tecnológicas no processo e fortalecimento das</p><p>atividades produtivas, se prevê não apenas a</p><p>melhoria da produtividade e dos produtos,</p><p>mais, sobretudo, políticas de comercialização</p><p>implementadas e gerenciadas pelos</p><p>produtores; estabelecimento de contratos de</p><p>compra e venda da produção através de</p><p>programas institucionais (escolas, hospitais,</p><p>presídios e outros), o aumento da contratação</p><p>de crédito, e a certificação de qualidade dos</p><p>produtos emitida pelas instituições</p><p>competentes.</p><p>ü A prestação dos serviços essenciais e a gestão</p><p>dos bens públicos deverão ser fortalecidas não</p><p>apenas com a capacitação continuada dos</p><p>diferentes agentes da Administração Pública</p><p>como pela possibilidade do compartilhamento</p><p>da gestão, principalmente na criação de</p><p>Consórcios para a gestão integrada dos</p><p>resíduos sólidos e de matadouros.</p><p>ü A parceria público-privada na construção e</p><p>gestão de matadouros dentro dos padrões</p><p>higiêncicos-sanitários requeridos e de</p><p>unidades de conservação constitui-se numa</p><p>oportunidade de resposta efetiva às demandas</p><p>sociais frente à capacidade de gestão e</p><p>reduzidos quadros das organizações públicas</p><p>para o enfrentamento destes problemas.</p><p>ü Em relação às atividades produtivas, se espera o</p><p>fortalecimento das cadeias produtivas, inclusive a</p><p>gestão das atividades guiada por ética e</p><p>preservação das características culturais, sociais</p><p>e ambientais locais. Para tanto, a implementação</p><p>de programas voltados para a formação Técnica e</p><p>de nível superior no Território, a melhoria da</p><p>qualidade do ensino público, a instalação de</p><p>Laboratórios de Informática nas Escolas e o</p><p>apoio ao desenvolvimento de pesquisa e inovação</p><p>tecnológica, com ênfase no setor produtivo, da</p><p>Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação</p><p>Tecnológica – FAPITEC.</p><p>56</p><p>· Crescimento do PIB Agropecuário e de Serviços</p><p>do Território;</p><p>· Elevação da renda média dos trabalhadores</p><p>locais e diminuição da pobreza;</p><p>· Formação profissional dos jovens;</p><p>· Aumento do nº de postos de trabalho no setor</p><p>industrial, agropecuário e de serviços</p><p>(Turismo);</p><p>· Aumento da produção de grãos, beneficiamento</p><p>da produção, agregando valor;</p><p>· Inserção de tecnologias ambientalmente</p><p>corretas na produção.</p><p>· Sustentabilidade econômica e ambiental das</p><p>atividades produtivas do Território.</p><p>· Modernização da agricultura familiar;</p><p>· Integração das indústrias com a agricultura</p><p>familiar;</p><p>· Reestruturação das atividades em declínio e</p><p>estagnadas;</p><p>· Fortalecimento das atividades consolidadas ou</p><p>estabelecidas (ovinocultura, bovinocultura,</p><p>suinocultura, comércio e outros) com foco em</p><p>sistemas dinâmicos.</p><p>· Estruturação das atividades promissoras</p><p>(apicultura, piscicultura, ecoturismo) com foco</p><p>em sistemas dinâmicos.</p><p>· Integração forte entre os elos das cadeias</p><p>produtivas;</p><p>· Soluções inovadoras nos arranjos produtivos</p><p>locais (pecuária do leite, criação de ovinos,</p><p>apicultura).</p><p>57</p><p>Cânion do São Francisco - Xingó</p><p>CENÁRIO DESEJADO PELO GOVERNO DE TODOS</p><p>Igreja Matriz - Poço Redondo</p><p>PLANO DE INVESTIMENTO DE TERRITÓRIO</p><p>O Plano de Investimento do Território Alto Sertão</p><p>Sergipano foi elaborado a partir de consultas aos agentes</p><p>locais que interagem com o Território e organizações</p><p>públicas e privadas, e se constitui num conjunto</p><p>organizado de diretrizes estratégicas, objetivos e metas</p><p>relativas às ações e investimentos que promoverão o</p><p>desenvolvimento sustentável do Alto Sertão Sergipano.</p><p>5</p><p>59</p><p>Por que o Território do Alto Sertão precisa atuar</p><p>ativamente na busca do desenvolvimento sustentável?</p><p>ü Há poucas oportunidades de emprego formal;</p><p>ü O PIB do Território está concentrado na</p><p>geração de energia da UHE Xingó, portanto,</p><p>há pouca diversificação de produtos com valor</p><p>agregado;</p><p>ü As condições de vida da população estão ruins:</p><p>pobreza, alta taxa de mortalidade infantil, taxa</p><p>de analfabetismo alta, e outros;</p><p>ü Os jovens não têm oportunidade de receber</p><p>qualificação profissional;</p><p>ü Pobreza é um problema.</p><p>ü O Índice de Desenvolvimento Humano do</p><p>Território é o mais baixo do Estado.</p><p>JUSTIFICATIVA</p><p>60</p><p>ü Aumentar o PIB agropecuário;</p><p>ü Diversificar a base industrial local;</p><p>ü Fortalecer as cadeias e os arranjos produtivos</p><p>locais;</p><p>ü Elevar a renda da população;</p><p>ü Promover a articulação e cooperação entre os</p><p>diferentes agentes locais e territoriais para a</p><p>execução das políticas públicas e investimentos.</p><p>OBJETIVOS</p><p>61</p><p>A realização da I Conferencia Estadual do PP foi de fundamental importância para que as Secretarias de Estado</p><p>pudessem pactuar com os delegados do Território, quais seriam as demandas que seriam priorizadas no PPA 2008-</p><p>2011.</p><p>Assim sendo, o território do Alto Sertão Sergipano foi contemplado com R$ 385.929.6688,95 no Plano Plurianual –</p><p>2008-2011, sendo que R$ 92.901.962,23 atendem as demandas do eixo inclusão pelo direito e R$ 293.027.706,72 as</p><p>do eixo inclusão pela renda, conforme estão sintetizados no quadro de investimentos a seguir.</p><p>POLÍTICAS PÚBLICAS e INVESTIMENTOS</p><p>Desenvolvimento Territorial Participativo Sustentável</p><p>Total</p><p>Criação de Infra-estrutura Ambiental e de Recursos Hídricos</p><p>QUADRO SÍNTESE DOS INVESTIMENTOS POR EIXO DE INCLUSÃO E DIRETRIZES</p><p>ESTRATÉGICAS</p><p>Acesso Universal à Saúde</p><p>Acesso Universal ao Ensino Público de Qualidade</p><p>Segurança aos Cidadãos</p><p>Proteção e Inclusão Social, com ênfase à População mais Vulnerável e Minorias</p><p>Democratização e Transparência da Gestão Pública</p><p>INCLUSÃO PELA RENDA</p><p>Reconstrução e Ampliação do Sistema Viário</p><p>229.144.976,00</p><p>385.929.668,95</p><p>37.704.952,50</p><p>2.653.995,00</p><p>31.497.804,73</p><p>1.093.500,00</p><p>19.951.710,00</p><p>50.687.787,85</p><p>13.194.942,87</p><p>R$INCLUSÃO PELO DIREITO</p><p>62</p><p>Estrada - Nossa Senhora da Glória</p><p>Reforma e Padronização de Unidades Básicas de Saúde - UBS</p><p>Implantação de Centros de Atendimento Psico-social - CAPS</p><p>Equipar Centros de Especialidades Médicas</p><p>Implantação de Postos Avançados nos CEACs</p><p>Melhorias e Ampliações em Sistemas de Abastecimento de Água</p><p>ACESSO UNIVERSAL à SAÚDE</p><p>Reforma e Padronização de Unidades Básicas de Saúde - UBS: Gararu - 01;</p><p>Graccho Cardoso - 01; Feira Nova - 01; N. S. de Lourdes - 01; N. S. da Glória - 01;</p><p>Porto da Folha- 01.</p><p>Equipar Centros de Especialidades Médicas: N. S. da Glória</p><p>Construção de Unidades Básicas de Saúde: Porto da Folha - 01; N. S. da Glória - 02;</p><p>Poço Redondo - 01; Monte Alegre -01</p><p>Ampliação de Hospitais Locais e regionais: Canindé do São Francisco; Monte Alegre;</p><p>Porto da Folha.</p><p>Adequação de Hospitais Locais e Regionais: Poço Redondo.</p><p>Construção de Unidades Básicas de Saúde</p><p>Implantação de centros de Especialidades Médicas: N. S. da Glória</p><p>Ampliação de Hospitais Locais e Regionais</p><p>Implantação de Centros de Atendimento Psico-social- CAPS: N. S. da Glória e</p><p>Porto da Folha</p><p>Ampliação de Unidades Básicas de Saúde</p><p>Implantação de Centro de Especialidade Odontológica: Canindé - 01 e</p><p>N. S. da Glória - 01</p><p>Implantação de Centros de Especialidades Médicas</p><p>Implantação de Farmácia Popular: N. S. da Glória</p><p>SES</p><p>SES</p><p>SES</p><p>SES</p><p>SES</p><p>SES</p><p>SES</p><p>DESO</p><p>ÓRGÃOAÇÃO</p><p>SES</p><p>SES</p><p>SES</p><p>SES</p><p>SES</p><p>SES</p><p>SES</p><p>SES</p><p>SES</p><p>SES</p><p>Melhorias e Ampliações na Adutora Sertaneja</p><p>Automação de Sistemas Operacionais</p><p>Melhorias e Ampliações na Adutora do Alto Sertão</p><p>Expansão da Tarifa Social</p><p>Construção de Sistema de Esgotamento Sanitário</p><p>DESO</p><p>DESO</p><p>DESO</p><p>DESO</p><p>DESO</p><p>64</p><p>INVESTIMENTOS PÚBLICOS - INCLUSÃO PELO DIREITO</p><p>ACESSO UNIVERSAL ao ENSINO PÚBLICO de QUALIDADE</p><p>Capacitação de Professor Alfabetizador</p><p>Implantação de Núcleos de Diagnóstico e Apoio Especializado para Alunos</p><p>Portadores de Necessidades Especiais</p><p>SEED</p><p>SEED</p><p>ÓRGÃOAÇÃO</p><p>Ampliação de Unidades Escolares do Ensino Médio</p><p>Implantação de Laboratórios de Informática</p><p>Qualificação Docente - PQD</p><p>Ampliação de Unidades Escolares do Ensino Fundamental</p><p>SEED</p><p>SEED</p><p>SEED</p><p>SEED</p><p>Implantação de Núcleos Tecnológicos nas Regionais de Educação</p><p>Estruturação das Bibliotecas das Escolas</p><p>Reforma de Unidades Escolares</p><p>Construção de Unidades Escolares do Ensino Médio</p><p>Construção de</p><p>Quadras Esportivas nas Unidades Escolares</p><p>SEED</p><p>SEED</p><p>SEED</p><p>SEED</p><p>SEED</p><p>Implantação do Programa de Alfabetização nas Séries Iniciais</p><p>Dinheiro Direto na Escola - PDDE</p><p>Transferência de Recursos Financeiros Diretamente às Escolas - Profin</p><p>Implantação de Laboratórios de Informática</p><p>Implantação de Núcleos Tecnológicos nas Regionais de Educação</p><p>Implantação do Programa de Alfabetização nas Séries Iniciais</p><p>SEED</p><p>SEED</p><p>SEED</p><p>SEED</p><p>SEED</p><p>SEED</p><p>SEEDTransporte Escolar da Educação Básica</p><p>65</p><p>INVESTIMENTOS PÚBLICOS - INCLUSÃO PELO DIREITO</p><p>66</p><p>SEGURANÇA AOS CIDADÃOS</p><p>Aquisição de Equipamentos de Segurança para o Sistema Prisional - Detectores de</p><p>Metais e CFTV</p><p>SEJUC</p><p>ÓRGÃOAÇÃO</p><p>Reforma e Ampliação do Presídio Regional Senador Leite Neto, em Nossa Senhora da</p><p>Glória/SE SEJUC</p><p>Implantação de Postos Avançados de Fiscalização de Trânsito no Interior</p><p>Projeto Ressocializar Profissionalizando Internos do Sistema Prisional Sergipano</p><p>Pintando a Liberdade VI e VII</p><p>Circuito Cultural nos Presídios.</p><p>SEJUC</p><p>SEJUC</p><p>SETRAM</p><p>SEJUC</p><p>INVESTIMENTOS PÚBLICOS - INCLUSÃO PELO DIREITO</p><p>PROTEÇÃO e INCLUSÃO SOCIAL, COM ÊNFASE à POPULAÇÃO MAIS VULNERÁVEL e</p><p>MINORIAS</p><p>Fortalecimento do Artesanato para grupos vulneráveis</p><p>Organização de Grupos Produtivos para famílias em situação de vulnerabilidade</p><p>Promoção de Educação em Segurança Alimentar e Nutricional</p><p>Encaminhamento para o programa de microfinanças</p><p>Segurança Alimentar e Nutricional em Assentamentos e Acampamentos</p><p>SEIDES</p><p>SEIDES</p><p>SEIDES</p><p>SEIDES</p><p>SEIDES</p><p>ÓRGÃOAÇÃO</p><p>Manutenção de Hortas Comunitárias</p><p>Segurança Alimentar e Nutricional em Assentamentos e Acampamentos</p><p>Cesta de Alimentos</p><p>PAA Leite</p><p>Implantação de Hortas Comunitárias</p><p>SEIDES</p><p>SEIDES</p><p>SEIDES</p><p>SEIDES</p><p>SEIDES</p><p>Apoio ao Reordenamento dos Abrigos de Sergipe</p><p>Incentivo à Municipalização das Medidas Socioeducativas em Meio Aberto</p><p>Incentivo ao Projeto de Família Acolhedora</p><p>Manutenção do Adolescente Aprendiz</p><p>Redução de Domicílios Inadequados da População em Situação de Vulnerabilidade</p><p>(TAIPA)</p><p>Incentivo à Produção e ao Consumo do Leite</p><p>SEIDES</p><p>SEIDES</p><p>SEIDES</p><p>SEIDES</p><p>RENASCER</p><p>SEIDES</p><p>SEIDESCapacitação Continuada de Gestores, Técnicos e Conselhos de Assistência Social</p><p>Casa de Cultura</p><p>Biblioteca Interativa</p><p>SEC</p><p>SEC</p><p>67</p><p>INVESTIMENTOS PÚBLICOS - INCLUSÃO PELO DIREITO</p><p>Realização de Encontros Culturais</p><p>Construção e Ampliação de Equipamentos Comunitários</p><p>Restauração da Igreja da Ilha de São Pedro</p><p>Construção de vila Olímpica SEEL</p><p>DEHOP</p><p>SEC</p><p>Reforma e Recuperação de Equipamentos Comunitários</p><p>Informatização dos Serviços Essenciais nas Prefeituras</p><p>Construção de Obras de Estabilização em Barras Fluviais</p><p>Apoio aos Municípios na Elaboração de Projetos para Captação de Recursos</p><p>Obras de Infra-estrutura em Núcleos Habitacionais</p><p>Reforma e Recuperação de Equipamentos Comunitários</p><p>SECIM</p><p>SECIM</p><p>DEHOP</p><p>DEHOP</p><p>DEHOP</p><p>SECIM</p><p>Regularização Fundiária de Imóveis Urbanos Junto às Populações de Baixa Renda</p><p>Construção de Habitações de Interesse Social</p><p>Incentivo à População a plantar árvores frutíferas</p><p>Formação de Gestores Municipais de Juventude</p><p>Incentivos aos Pequenos Negócios</p><p>Implantação de Centrais de Atendimento da Defensoria Pública do Estado</p><p>Implantação de nova unidade do CEAC - N. S. da Glória</p><p>SECIM</p><p>SECIM</p><p>SECIM</p><p>SETRAPIS</p><p>DPE</p><p>SECIM</p><p>SEAD</p><p>SECIM</p><p>SECIM</p><p>Construção de Obras de Estabilização em Barras Fluviais</p><p>Capacitação dos Servidores Públicos Municipais</p><p>SEC</p><p>68</p><p>INVESTIMENTOS PÚBLICOS - INCLUSÃO PELO DIREITO</p><p>69</p><p>ÓRGÃO</p><p>DEMOCRATIZAÇÃO e TRANSPARÊNCIA DA GESTÃO PÚBLICA</p><p>AÇÃO</p><p>Implantação de nova unidade do CEAC em Nossa Sra da Glória SEAD</p><p>INVESTIMENTOS PÚBLICOS - INCLUSÃO PELO DIREITO</p><p>Parque de Exposições - N. S. da Glória</p><p>71</p><p>RECONSTRUÇÃO e AMPLIAÇÃO do SISTEMA VIÁRIO</p><p>Construção da Rodovia SE-170, Trecho:Nossa Senhora de Lourdes/Povoado Escurial</p><p>Construção da Rodovia SE-315,Trecho: Entroncamento da Rodovia SE-200</p><p>(Lagoa da Volta)/Entroncamento da Rodovia SE-179 (Porto da Folha)</p><p>Construção do Acesso 174, Porto da Folha/Ilha do Ouro</p><p>Construção do Anel Viário em Nossa Senhora da Glória</p><p>Construção da Rodovia SE-179, Trecho: Vaca Serrada/Niterói</p><p>Construção do Aeroporto de Canindé do São Francisco</p><p>Construção da Rodovia SE-403, Trecho: Entroncamento Se-230/Capim Grosso</p><p>Construção da Rodovia SE-175, Trecho: Entroncamento SE-230(Gloria)/</p><p>Entroncamento da SE-200(Jibóia-Gararu)</p><p>Construção da Rodovia SE-200,Trecho: Entroncamento SE-317/Entroncamento SE-</p><p>179(Vaca Serrada/Niterói)</p><p>Construção das Rodovias SE-179 e SE-325, Trecho: BR-235(Carira/Nossa Senhora</p><p>da Glória)</p><p>SEINFRA</p><p>SEINFRA</p><p>SEINFRA</p><p>SEINFRA</p><p>SEINFRA</p><p>SEINFRA</p><p>SEINFRA</p><p>SEINFRA</p><p>SEINFRA</p><p>SEINFRA</p><p>ÓRGÃOAÇÃO</p><p>INVESTIMENTOS PÚBLICOS - INCLUSÃO PELA RENDA</p><p>CRIAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA AMBIENTAL E DE RECURSOS HÍDRICOS</p><p>Construção de Aterro Sanitário</p><p>Incentivo a Criação de Consórcios para Tratamento dos Resíduos Sólidos</p><p>Aquisição de 5 Caminhões Especiais para a Coleta de Resíduos Sólidos</p><p>Ampliação, Melhoria e Automação do Sistema Integrado de Adutoras do Alto Sertão</p><p>e Sertaneja</p><p>Implantação, Operação e Manutenção da Rede Hidrometereológica e de Qualidade</p><p>das Águas em Monte Alegre, Nossa Senhora da Glória, Poço Redondo e Porto da</p><p>Folha</p><p>Recuperação de Dessalinizadores em Canindé de S Francisco, Gararu, Poço Redondo,</p><p>Porto da Folha e N S de Lourdes</p><p>Implantação de 1 Centro RegionaL de Educação Ambiental</p><p>SEINFRA</p><p>SECIM</p><p>SECIM</p><p>SEMARH</p><p>SEMARH</p><p>SEMARH</p><p>SEMARH</p><p>ÓRGÃOAÇÃO</p><p>Capacitação Continuada para a Gestão Ambiental SEMARH</p><p>72</p><p>INVESTIMENTOS PÚBLICOS - INCLUSÃO PELA RENDA</p><p>DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL PARTICIPATIVO SUSTENTÁVEL</p><p>Distribuição de Gás Natural no Estado</p><p>Promoção e apoio a eventos em geral</p><p>Construção de 01 Complexo Empresarial Integrado – N. S. da Glória</p><p>Realização de missões empresariais</p><p>Promoção e apoio à participação em feiras nacionais e internacionais</p><p>Capacitação técnica em gestão e empreendedorismo para os APL's</p><p>SEINFRA</p><p>SEDETEC</p><p>SEDETEC</p><p>SEDETEC</p><p>SEDETEC</p><p>SEDETEC</p><p>ÓRGÃOAÇÃO</p><p>Construção de 01 Centro de Comercialização</p><p>Capacitação Interna e Empresarial</p><p>Apoio à Formalização e Estruturação das Agroindústrias Existentes e Captação de</p><p>Novos Empreendimentos</p><p>Estudo e Projetos de Aproveitamento de Recursos Hídricos do Projeto Manoel</p><p>Dionísio</p><p>Implantação e Ampliação de Infra-estrutura em Áreas Industriais e de Serviços –</p><p>PSDI – N. S. da Glória</p><p>Modernização do Perímetro Irrigado Califórnia</p><p>CODISE</p><p>CODISE</p><p>SEAGRI</p><p>SEAGRI</p><p>CODISE</p><p>Implantação da Infra-estrutura hidrica produtiva do Projeto Manoel Dionísio</p><p>Apoio à Implantação e Formalização de Empreendimentos Minerais de Cunho</p><p>Comunitário - Canindé</p><p>Implantação de saneamento básico e habitação do Projeto Manoel Dionísio</p><p>Apoio à Implantação de Unidades de Produção de Artesanato Mineral e de</p><p>Base Mineral – Canindé</p><p>Fortalecimento de Instituições Locais na área do Projeto Manoel Dionísio</p><p>SEDETEC</p><p>SEAGRI</p><p>CODISE</p><p>SEAGRI</p><p>CODISE</p><p>SEAGRI</p><p>73</p><p>INVESTIMENTOS PÚBLICOS - INCLUSÃO PELA RENDA</p><p>Promoção e Apoio a Projetos Produtivos do Projeto Manoel Dionísio</p><p>Aquisição de Terras</p><p>Assistência às Colônias e Assentamentos Rurais</p><p>Recuperação de Parques de Exposição Agropecuária</p><p>Recuperação de Poços, Instalações e Operacionalização de Sistemas Singelos de</p><p>Abastecimento de Água</p><p>Assistência aos Produtores de Flores Tropicais</p><p>Perfuração de Poço Tubular com Instalação de Sistema Singelo de Abastecimento de</p><p>Água</p><p>Reestruturação Física e Operacional de Pequenas Agroindústrias</p><p>Desenvolvimento da Agroecologia</p><p>SEAGRI</p><p>SEAGRI</p><p>EMDAGRO</p><p>SEAGRI</p><p>EMDAGRO</p><p>SEAGRI</p><p>SEAGRI</p><p>COHIDRO</p><p>Construção de 400 Cisternas</p><p>Promoção e Fortalecimento de Organização Associativa</p><p>Turismo Rural e Artesanato</p><p>Implantação de Agroindústrias nos Perimetros Irrigados Públicos</p><p>Regularização Fundiária</p><p>Recuperação do Perimetro Irrigado California</p><p>SEAGRI</p><p>COHIDRO</p><p>EMDAGRO</p><p>EMDAGRO</p><p>COHIDRO</p><p>EMDAGRO</p><p>COHIDRO</p><p>Fortalecimento das Cadeias Produtivas</p><p>Desenvolvimento de Projeto Irrigados para a Agricultura Familiar.</p><p>Implantação de Agricultura Irrigada em Assentamentos</p><p>Ampliação Unidade de Beneficiamento</p><p>e Processamento de Frutas e Hortaliças do</p><p>Perimetro Irrigado California</p><p>Seguro Safra</p><p>Cadastro Agro Social Econômico</p><p>EMDAGRO</p><p>EMDAGRO</p><p>SEAGRI</p><p>COHIDRO</p><p>COHIDRO</p><p>COHIDRO</p><p>74</p><p>INVESTIMENTOS PÚBLICOS - INCLUSÃO PELA RENDA</p><p>Capacitação de Irrigantes</p><p>Construção e Ampliação de Matadouros</p><p>Capacitação de Gestores Públicos e Privados do Segmento Turístico</p><p>Elaboração do Projeto de Sinalização Turística</p><p>Qualificação Profissional</p><p>Implantação Cisternas de Placas</p><p>Apoio ao trabalhador na Intermediação de Mão-de-obra</p><p>Implantação de Centro Territorial de Atenção ao Turista em Canindé</p><p>Realização de Feiras Itinerantes</p><p>COHIDRO</p><p>SEAGRI</p><p>SETRAPIS</p><p>SETUR</p><p>SETRAPIS</p><p>SETUR</p><p>COHIDRO</p><p>SETRAPIS</p><p>Promoção e Divulgação das Potencialidades Culturais, Ambientais, Naturais e</p><p>Turísticas</p><p>Organização de grupos produtivos para famílias em situação de vulnerabilidade</p><p>Apoio a Projetos de Infra-Estrutura Turística Básica de Roteiros Priorizados</p><p>PAA Leite</p><p>Capacitação de Trabalhadores Informais do Setor Turístico</p><p>SETUR</p><p>SEIDS</p><p>SETUR</p><p>SETUR</p><p>SETUR</p><p>SETRAPIS</p><p>Capacitação/Qualificação de Empregados do Segmento Turístico</p><p>Capacitação e Aperfeiçoamento de Artesãos</p><p>Inventariação da Oferta Turística</p><p>Capacitação profissionalizante para pessoas em situação de vulnerabilidade</p><p>econômica</p><p>Diagnóstico da Cadeia Produtiva do Turismo</p><p>Fortalecimento do artesanato para grupos vulneráveis (Artesanato local)</p><p>SETUR</p><p>SEIDS</p><p>SETUR</p><p>SETUR</p><p>SEIDS</p><p>SEIDS</p><p>75</p><p>INVESTIMENTOS PÚBLICOS - INCLUSÃO PELA RENDA</p><p>INVESTIMENTOS PRIVADOS e ECONOMIA SOLIDÁRIA</p><p>Construção de abrigos refrigeradores de alimentos e aquisição de câmaras frias</p><p>Apoio à Implantação de Agroindústrias</p><p>Implantação de fábricas de envasamento de milho verde em conserva</p><p>Apoio à apicultura e Construção de Casas do mel</p><p>Apoio à Aquicultura</p><p>Criação de unidade de laticínio</p><p>Construção de estrutura para o beneficiamento do milho e do feijão</p><p>Tanques de resfriamento de leite e construção de postos de laticínios nos povoados e</p><p>comunidades</p><p>Construção de casas de farinha</p><p>Fábrica de beneficiamento do milho</p><p>Apoio à implantação de Indústria de Reciclagem do Lixo</p><p>Incentivo à criação de pequenos animais e construção de pocilga comunitária</p><p>Artesanato: espaço de organização e comercialização dos produtores. Estrutura física</p><p>e divulgação</p><p>PRONESE</p><p>PRONESE</p><p>PRONESE</p><p>PRONESE</p><p>PRONESE</p><p>PRONESE</p><p>PRONESE</p><p>PRONESE</p><p>PRONESE</p><p>PRONESE</p><p>PRONESE</p><p>PRONESE</p><p>PRONESE</p><p>ÓRGÃOAÇÃO</p><p>Implantação de1 pocilga e 1 baia para cavalos e porcos</p><p>INVESTIMENTOS PRIVADOS ECONOMIA SOLIDÁRIA</p><p>PRONESE</p><p>76</p><p>PROJETOS APROVADOS e em ANÁLISE no CONSELHO de</p><p>DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL</p><p>RAMO de</p><p>ATIVIDADES</p><p>LOCALIZAÇÃO</p><p>EMPREGOS</p><p>PREVISTOS</p><p>SITUAÇÃO</p><p>do PROJETO</p><p>Alimentação</p><p>Alimentação</p><p>Alimentação</p><p>Monte Alegre</p><p>Canindé do São Francisco</p><p>Porto da Folha</p><p>Canindé do São Francisco</p><p>Canindé do São Francisco</p><p>4</p><p>32</p><p>14</p><p>107</p><p>32</p><p>Em andamento</p><p>Em andamento</p><p>Sem informação</p><p>Em andamento</p><p>Em análise</p><p>Mobiliário</p><p>Alimentação</p><p>77</p><p>INDICADORES E METAS PARA O CENÁRIO DESEJADO</p><p>INDICADORES SITUAÇÃO ATUAL</p><p>(ÚLTIMO DADO)</p><p>SITUAÇÃO DESEJADA</p><p>(2017)</p><p>VARIAÇÃO</p><p>10 ANOS</p><p>%PIB Industrial 72,0% 63,0% -12,5%</p><p>%PIB Per Capita 11,1% 11,40% 2,7%</p><p>Produção em grãos em</p><p>toneladas 54.005 107.594 99,2%</p><p>Domicílios com energia</p><p>elétrica</p><p>63,0% 100,0% 58,7%</p><p>Domicílios com</p><p>esgotamento sanitário 18,7% 80,0% 327,8%</p><p>Número de estabelecimentos</p><p>formais</p><p>1.357 1935 42,6%</p><p>Deficit habitacional 5042 0 -100,0%</p><p>Rebanho bovino 191.000 252.024 32,0%</p><p>%PIB Agropecuário 6,0% 9,0% 50,0%</p><p>%PIB Territorial no Estado 10.717,44 R$ 17.797,47 66,1%</p><p>Taxa de analfabetismo 37,0% 10,00% -73,0%</p><p>Número de empregos</p><p>formais 2121 19254 97,3%</p><p>%PIB Serviço 22,0% 28,0% 27,3%</p><p>Matrícula em ensino</p><p>profissionalizantes 166 1100 562,7%</p><p>Domicílios com</p><p>abastecimento de água</p><p>ligado à rede pública</p><p>59,0% 4185 69,5%</p><p>INDICADORES e METAS do PLANO</p><p>78</p><p>Comércio Local - N. Sra. da Glória</p><p>· Nos próximos 10 anos espera-se uma melhor</p><p>distribuição de riqueza do território entre os</p><p>setores produtivos;</p><p>· Atualmente, a concentração do PIB no setor</p><p>industrial deve-se, sobretudo à presença da Usina</p><p>Hidroelétrica de Xingó que, apesar disso, não gera</p><p>grande quantidade de empregos e renda na</p><p>região;</p><p>· Nesse sentido, a queda de participação desejada</p><p>para setor industrial nos próximos anos, deve-se à</p><p>ampliação de geração de riqueza nos outros</p><p>setores produtivos como o agropecuário e o de</p><p>serviços;</p><p>· Atividades como a pecuária leiteira, criação de</p><p>ovinos, apicultura, piscicultura, plantio da</p><p>mandioca, do milho, poderão conseguir dar uma</p><p>dinamicidade maior ao setor, através da</p><p>capacitação e assistência técnica continuada,</p><p>ampliando com isso a participação da</p><p>agropecuária no PIB territorial;</p><p>· Os esforços para alcançar uma maior participação</p><p>do setor de serviços no Território, serão no</p><p>sentido de fortalecer a prestação de serviços</p><p>essenciais à população e o incentivo à capacitação</p><p>continuada dos diferentes agentes da</p><p>administração pública.</p><p>INDICADORES e METAS do PLANO</p><p>79</p><p>O Plano será acompanhado e avaliado por um Conselho</p><p>Territorial composto por representantes do poder</p><p>público municipal, estadual e da sociedade civil</p><p>organizada, que terá como função:</p><p>I - receber, analisar e aprovar os projetos e as propostas</p><p>que compõem o Plano de Desenvolvimento Territorial;</p><p>II - acompanhar a execução do Plano de</p><p>Desenvolvimento Territorial, mediante indicadores</p><p>selecionados em plenária e divulgados através de</p><p>Relatórios Anuais de Avaliação dispostos em locais</p><p>acessíveis à população do território;</p><p>III - apoiar a avaliação do Plano de Desenvolvimento</p><p>Territorial;</p><p>IV - encaminhar o Plano de Desenvolvimento Territorial</p><p>e os Relatórios Anuais ao Conselho Estadual de</p><p>Desenvolvimento Econômico.</p><p>ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PLANO</p><p>80</p><p>81</p><p>CANINDÉ de SÃO</p><p>FRANCISCO</p><p>N O S S A S E N H O R A d e</p><p>LO U R D E S</p><p>Orlando Porto de Andrade</p><p>Prefeito</p><p>Givaldo Alves dos Santos</p><p>Presidente da Câmara de Vereadores</p><p>Eliane Magna Braz de Carvalho</p><p>Vice-Prefeita</p><p>Francisco Conceição dos Santos</p><p>Vice-Presidente da Câmara</p><p>Acácia Aguiar Andrade</p><p>Anaclécio da Silva</p><p>Carlos Alberto Santos</p><p>Fabio Rocha Barros</p><p>Geldinio Caciano de Lima</p><p>Gildvânia da S Ramo</p><p>Gileno Feitosa</p><p>Givaldo Alves dos Santos</p><p>João Gomes da Silva</p><p>José Antonio Félix Santo</p><p>José Avelange Santos</p><p>José Gomes</p><p>José Rosevaldo Barros de Lacerda</p><p>José Silvano Leite Silva</p><p>Marcos Pereira Vasconcelos</p><p>Maria Cicera da Silva</p><p>Micheline Leite Barros</p><p>Osíris Gamaliel Gavin</p><p>Roseane Lúcia M. Fortes Gavin</p><p>Silvia de Oliveira</p><p>Péricles Barbosa de Matos</p><p>Prefeito</p><p>Ivanilton Vicente Ferreira</p><p>Presidente da Câmara de Vereadores</p><p>Adiclei França da Silveira</p><p>Vice-Prefeito</p><p>José Vivaldo Vieira Matos</p><p>Vice-Presidente da Câmara</p><p>Adriana Braga Soares</p><p>Andreza Santos Rocha</p><p>Anselmo Mota de Santana</p><p>Bruna Rodrigues da Silva</p><p>Cláudio Sergio Santos</p><p>Dalmo Matos de Souza</p><p>Genelicio de Araujo</p><p>Iran Ferreira Horta</p><p>Ginailton C dos Santos</p><p>José Anderson Souza Sá</p><p>Lealdo Rocha Moura</p><p>Manoel Messias M Silva</p><p>Marcelo do Nascimento</p><p>Maria Anailda</p><p>Nadja Araújo Matos</p><p>Rodrigo da Silva Cruz</p><p>Tone Péricles de Araujo</p><p>Vanizia Santos Ferreira</p><p>Vilma Marques da Silva</p><p>PARTICIPANTES DO PP6</p><p>DELEGADOS</p><p>82</p><p>NOSSA SENHORA da GLÓRIA POÇO REDONDO</p><p>Iziane M. O. de A. Pionário</p><p>Prefeita</p><p>José Augusto Lima</p><p>Presidente da Câmara de Vereadores</p><p>Edileuza Vieira dos Santos</p><p>Vice-Prefeita</p><p>José Edvan Vieira de Paula</p><p>Vice-Presidente da Câmara</p><p>Antonio Francisco da Silva</p><p>Ataíde Alves</p><p>Carlos da S Matias</p><p>Dernivaldo Emerencio</p><p>Edileuza Vieira</p><p>Edvânia Matias</p><p>Euziane Rafael da Silva</p><p>Frei Enoc</p><p>José Augusto dos Santos</p><p>José Carlos de Queiroz</p><p>José Edvan Vieira</p><p>José Gomes dos Santos</p><p>Jucélio Gomes dos Stos</p><p>Jucicleia Gomes A F Rosa</p><p>Manoel Belarmino dos Santos</p><p>Maria de Lourdes Alves</p><p>Marlene Araújo</p><p>Rafaela da S Alves</p><p>Roberto Araújo Silva</p><p>Ronivaldo dos Santos</p><p>José Israel Andrade</p><p>Prefeito</p><p>Robervaldo Alves da Cruz</p><p>Presidente da Câmara de Vereadores</p><p>José Adalto Nunes da Mota</p><p>Vice-Prefeito</p><p>Enivaldo Neves da Silva</p><p>Vice-Presidente da Câmara</p><p>Abraão Lincoln Vieira</p><p>Amilton Batista dos Santos</p><p>Fernando Alves de Lima</p><p>Francisco</p><p>Carlos N.Nascimento</p><p>Ildefonso de Santana</p><p>Joelza Oliveira Santos Araújo</p><p>José Almir Góes Santos</p><p>José Brito Santos</p><p>José Ivaldo Tavares de Freitas</p><p>José Luciano da Silva</p><p>Lenaldo Leite dos Santos</p><p>Maria A.de Souza Santos</p><p>Maria Augusta de Jesus</p><p>Maria das Graças Silva</p><p>Maria Solange Feitosa Santos</p><p>Peti Sival dos Santos</p><p>Raimundo José Cardoso Filho</p><p>Regiovan Aragão Santos</p><p>Valdenice Vieira de Santana</p><p>Wellington Rodrigues Santos</p><p>DELEGADOS</p><p>PORTO da FOLHA</p><p>Manoel Gomes de Freita</p><p>Prefeito</p><p>Gilson Pinto Vilela</p><p>Presidente da Câmara de Vereadores</p><p>José Araújo Leite Filho</p><p>Vice-Prefeito</p><p>Thiago Moreira de Santana</p><p>Vice-Presidente da Câmara</p><p>Andrea dos S Nunes</p><p>Arnaldo Santos Neto</p><p>Bárbara Campos</p><p>Cleônio Gouveia</p><p>Djalma Feitoza</p><p>Heleno Bezerra Lima</p><p>Jose Amilton Moura dos Santos</p><p>Jose Genivaldo dos Santos</p><p>Juraci Pereir de Barros</p><p>Manoel M de Oliveira</p><p>Manoel Messias de Barros</p><p>Maria do Carlo Lucena de Góes</p><p>Maria Gorete F. S. da Silva</p><p>Maria Nazaré A dos Santos</p><p>Moizés Freire dos S. Neto</p><p>Patrícia A Santos</p><p>Paulo Feitosa</p><p>Raimundo de A Gomes</p><p>Rosana Santos Melo</p><p>Solange Maria Pereira</p><p>José Cardoso de Matos</p><p>Prefeito</p><p>Iraci Alves Santana de Sales</p><p>Presidente da Câmara de Vereadores</p><p>Gilzete Dionísia de Matos</p><p>Vice-Prefeito</p><p>Claudisson da Silva Santos</p><p>Vice-Presidente da Câmara</p><p>Antonio Almeida de R Júnior</p><p>Antônio dos Santos</p><p>Aron de Melo Aragão</p><p>Carlos Enrique Albuquerque</p><p>Claudivan Rodrigues Albuquerque</p><p>Cleber D. dos Santos</p><p>Clédison da Silva Santos</p><p>Gilzete Dioniza de Matos</p><p>Iraci Alves S. de Sales</p><p>João F. Albuquerque de Oliveira</p><p>José Guido Vieira de Castro</p><p>José Nascimento</p><p>José Roberto Santos</p><p>Josineide de N Santos</p><p>Jucivânio Silva Melo</p><p>Júnior Fernando dos Santos</p><p>Luciana Dantas da Silva</p><p>Maria Amerilda Silva Lima</p><p>Maria José Gomes dos Santos</p><p>Maria Josilene dos Stos</p><p>Paulo Sérgio Barros</p><p>Valdir Cardoso de Freitas</p><p>GARARU</p><p>DELEGADOS</p><p>83</p><p>84</p><p>DELEGADOS</p><p>M O N T E A L E G R E d e S E R G I P E</p><p>João Vieira de Aragão</p><p>Prefeito</p><p>Jorge Joaquim de Santana</p><p>Presidente da Câmara de Vereadores</p><p>Luzivaldo Silva Ferreira</p><p>Vice-Prefeito</p><p>Antonio Fernandes Rodrigues Santos</p><p>Vice-Presidente da Câmara</p><p>Aguinaldo de Souza</p><p>Ana Maria Moura</p><p>Antônio Geraldo Santos Oliveira</p><p>Antônio José dos Santos</p><p>Cícero Amado dos Santos</p><p>Cícero Ferreira da Silva</p><p>Cícero Glác dos Santos</p><p>Geyvson Dantas Andrade</p><p>Haroldo J. da silva</p><p>Inês Martins Silva</p><p>Isaque Martins Filho</p><p>Javan Carlos dos Santos</p><p>José Gilmar da Silva</p><p>Lizaldo Silva Filho</p><p>Luis Carlos N Melo</p><p>Maria Aparecida Silvestre</p><p>Neire Maria F da Silva</p><p>Unaldo Lima</p><p>SECRETÁRIAS ESTADUAIS e ÓRGÃOS VINCULADOS</p><p>Controladoria Geral do Estado</p><p>Defensoria Pública Geral do Estado</p><p>Ouvidoria Geral do Estado</p><p>Procuradoria Geral do Estado</p><p>Secretaria Especial da Articulação Política e das Relações Institucionais</p><p>Secretaria de Estado da Administração</p><p>Instituto de Previdência Social – IPES-SAÚDE</p><p>Instituto de Previdência Social – SERGIPE PREVIDÊNCIA</p><p>Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário</p><p>Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe</p><p>Secretaria de Estado da Casa Civil</p><p>Empresa de Processamento de Dados de Sergipe</p><p>Secretaria de Estado das Cidades e da Integração Municipal</p><p>Secretaria de Estado da Comunicação Social</p><p>Fundação Aperipê de Sergipe</p><p>Serviços Gráficos de Sergipe</p><p>Secretaria de Estado da Cultura</p><p>Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia</p><p>Companhia de Desenvolvimento Industrial de Recursos Minerais de Sergipe</p><p>Instituto Tecnológico e de Pesquisa do Estado de Sergipe</p><p>Fundação de Apoio à Pesquisa e a Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe</p><p>Secretaria de Estado da Educação</p><p>Secretaria de Estado do Esporte e do Lazer</p><p>85</p><p>86</p><p>Secretaria de Estado da Fazenda</p><p>Banco do Estado de Sergipe</p><p>Secretaria de Estado do Governo</p><p>Secretaria de Estado da Inclusão, Assistência e do Desenvolvimento Social</p><p>DEFESA CIVIL</p><p>FUNDAÇÂO RENASCER</p><p>Secretaria de Estado da Infra-Estrutura</p><p>Departamento Estadual de Infra-Estrutura Rodoviária de Sergipe</p><p>Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania</p><p>Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos</p><p>Companhia de Saneamento de Sergipe</p><p>Companhia de Habitação e Recursos Hídricos e Irrigação de Sergipe</p><p>Companhia Estadual de Recursos Hídricos e Irrigação de Sergipe</p><p>Administração Estadual do Meio Ambiente</p><p>Secretaria de Estado do Planejamento</p><p>Empresa de Desenvolvimento Sustentável do Estado de Sergipe</p><p>Secretaria de Estado da Saúde</p><p>Instituto de Hemoterapia e de Atividades de Laboratório Central de Saúde Pública “Parreiras Horta”</p><p>Secretaria de Estado da Segurança Pública</p><p>Secretaria de Estado do Trabalho, da Juventude e da Promoção da Igualdade Social</p><p>Secretaria de Estado dos Transportes e da Integração Metropolitana</p><p>Departamento Estadual de Trânsito</p><p>Secretaria de Estado do Turismo</p><p>Empresa Sergipana de Turismo</p><p>SECRETÁRIAS ESTADUAIS e ÓRGÃOS VINCULADOS</p><p>ÓRGÃOS FEDERAIS</p><p>87</p><p>BB - Banco do Brasil</p><p>BNB - Banco do Nordeste do Brasil</p><p>CEF - Caixa Econômica Federal</p><p>CEFET - Centro Federal de Educação Tecnológica de Sergipe</p><p>CODEVASF-Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco</p><p>CONAB-Companhia Nacional de Abastecimento</p><p>DNIT-Departamento Nacional de Infra-Estruturade Transporte</p><p>DNOCS - Departamento Nacional de Obras Contra as Secas</p><p>EMBRAPA - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária</p><p>IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e do Recursos Naturais</p><p>IBGE - Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</p><p>INCRA - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária</p><p>BANESE - Banco do Estado de Sergipe</p><p>CEHOP - Companhia Estadual de Habitação e Obras</p><p>Públicas de Sergipe</p><p>CODISE - Companhia de Desenvolvimento Industrial</p><p>de Recursos Minerais de Sergipe</p><p>COHIDRO - Companhia de Recursos Hídricos e</p><p>Irrigação de Sergipe</p><p>DER-SE - Departamento Estadual de Estradas e</p><p>Rodagens</p><p>DESO - Companhia de Saneamento do Estado de</p><p>Sergipe</p><p>EMDAGRO - Empresa de Desenvolvimento</p><p>Agropecuário</p><p>IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</p><p>INCRA – Instituto Nacional de Colonização e Reforma</p><p>Agrária</p><p>PRONESE - Emprese de Desenvolvimento Sustentável</p><p>do Estado de Sergipe</p><p>SEAD - Secretaria de Estado da Administração</p><p>SEAGRI - Secretaria de Estado da Agricultura e do</p><p>Desenvolvimento Agrário</p><p>SEC - Secretaria de Estado da Cultura</p><p>SECIM - Secretaria de Estado das Cidades e da</p><p>Integração Municipal</p><p>SECOM - Secretaria de Estado da Comunicação Social</p><p>SEDETEC - Secretaria de Estado do Desenvolvimento</p><p>Econômico e da Ciência e Tecnologia</p><p>SEED - Secretaria de Estado da Educação</p><p>SEEL - Secretaria de Estado de Esporte e Lazer</p><p>SEIDS - Secretaria de Estado da Inclusão, Assistência</p><p>e do Desenvolvimento Social</p><p>SEINFRA - Secretaria de Estado de Infra-Estrutura</p><p>SEJUC - Secretaria de Estado DdaA Justiça e da</p><p>Cidadania</p><p>SEMARH - Secretaria de Estado do Meio Ambiente e</p><p>dos Recursos Hídricos</p><p>SES - Secretaria de Estado da Saúde</p><p>SETRAM - Secretaria de Estado dos Transportes e da</p><p>Integração Metropolitana</p><p>SETRAPIS - Secretaria de Estado do Trabalho, da</p><p>Juventude e da Promoção da Igualdade</p><p>Social</p><p>SETUR - Secretaria de Estado do Turismo</p><p>LISTA DE SIGLAS</p><p>88</p><p>Página 1</p><p>Página 2</p><p>Página 3</p><p>Página 4</p><p>Página 5</p><p>Página 6</p><p>Página 7</p><p>Página 8</p><p>Página 9</p><p>Página 10</p><p>Página 11</p><p>Página 12</p><p>Página 13</p><p>Página 14</p><p>Página 15</p><p>Página 16</p><p>Página 17</p><p>Página 18</p><p>Página 19</p><p>Página 20</p><p>Página 21</p><p>Página 22</p><p>Página 23</p><p>Página 24</p><p>Página 25</p><p>Página 26</p><p>Página 27</p><p>Página 28</p><p>Página 29</p><p>Página 30</p><p>Página 31</p><p>Página 32</p><p>Página 33</p><p>Página 34</p><p>Página 35</p><p>Página 36</p><p>Página 37</p><p>Página 38</p><p>Página 39</p><p>Página 40</p><p>Página 41</p><p>Página 42</p><p>Página 43</p><p>Página 44</p><p>Página 45</p><p>Página 46</p><p>Página 47</p><p>Página 48</p><p>Página 49</p><p>Página 50</p><p>Página 51</p><p>Página 52</p><p>Página 53</p><p>Página 54</p><p>Página 55</p><p>Página 56</p><p>Página 57</p><p>Página 58</p><p>Página 59</p><p>Página 60</p><p>Página 61</p><p>Página 62</p><p>Página 63</p><p>Página 64</p><p>Página 65</p><p>Página 66</p><p>Página 67</p><p>Página 68</p><p>Página 69</p><p>Página 70</p><p>Página 71</p><p>Página 72</p><p>Página 73</p><p>Página 74</p><p>Página 75</p><p>Página 76</p><p>Página 77</p><p>Página 78</p><p>Página 79</p><p>Página 80</p><p>Página 81</p><p>Página 82</p><p>Página 83</p><p>Página 84</p><p>Página 85</p><p>Página</p><p>86</p><p>Página 87</p><p>Página 88</p><p>Página 89</p><p>Página 90</p>

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