Prévia do material em texto
<p>Questão 1/10 - História e Historiografia da África</p><p>Atente para a citação:</p><p>“O estudo dos meios de transporte também pode ajudar-nos a localizar melhor as rotas saarianas e atestar certas hipóteses”.</p><p>Após esta avaliação: caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: SALAMA, P. O Saara durante a Antiguidade clássica. In: MOKHTAR, G. (Ed.). A África Antiga. 2ª. ed. Ver. Brasília: UNESCO, 2010. p.581-583.</p><p>De acordo com o texto e os conteúdos do livro História e Historiografia da África, com relação aos meios de transportes e a atividade comercial existente nas rotas transaarianas ao longo do tempo, é correto afirmar que:</p><p>A</p><p>O Saara foi uma barreira intransponível para o comércio entre a África acima e abaixo do deserto</p><p>B</p><p>Os povos africanos passaram a adquirir produtos de outras regiões, como Arábia e Ásia, durante a utilização de cavalos nas rotas comerciais.</p><p>C</p><p>O camelo foi um animal só recentemente utilizado nas rotas comerciais africanas. Com a utilização desse transporte, o contato das civilizações africanas com outras regiões se tornou possível nos dias de hoje.</p><p>D</p><p>O deserto do Saara é utilizado como rota de comércio há milhares de anos. Os mercadores, que utilizavam cavalos para deslizarem no deserto, tiveram mínimo contato com a cultura das civilizações africanas.</p><p>E</p><p>A utilização de camelos representou um impulso nas rotas comerciais africanas pelo Saara, porque transportavam inúmeras riquezas e as culturas das grandes civilizações.</p><p>Você assinalou essa alternativa (E)</p><p>Questão 2/10 - História e Historiografia da África</p><p>Leia a passagem de texto:</p><p>“Nenhum orixá é completamente 'bom' ou 'mau'. Como os homens, com os quais se assemelham, eles são capazes do melhor e do pior, têm defeitos e qualidades [...]”.</p><p>Após esta avaliação: caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: MUSEU AFRO BRASIL. Candomblé. http://www.museuafrobrasil.org.br/pesquisa/indice-biografico/manifestacoes-culturais/candomble. Acesso em 28 nov 2019.</p><p>Considerando o texto anterior e os estudos do livro História e Historiografia da África referente à importância dos orixás na origem do Reino de Benin, é correto afirmar que:</p><p>Você não pontuou essa questão</p><p>A</p><p>Podem ser considerados divindades religiosas africanas com aspectos ancestrais, as quais são relacionadas com os diversos fenômenos da natureza e tradições míticas.</p><p>B</p><p>Considerados divindades de etnias africanas, os orixás na tradição iorubá eram representados pelos deuses Oduduwa e Olodu Marê, assimilados a partir do cristianismo.</p><p>C</p><p>Segundo algumas religiões africanas, orixás eram os reis dos povos africanos, fundadores de algumas cidades, como Toumbuctu e Walata.</p><p>Você assinalou essa alternativa (C)</p><p>D</p><p>As regiões de montes e vales africanos são conhecidos como Orum, pois foram regiões onde os orixás, enquanto governantes, estabeleceram seus ensinamentos.</p><p>E</p><p>Os reis e patriarcas dos povos originários da cultura Iorubá, como Ifé e o reino de Benin, eram conhecidos como orixás.</p><p>Questão 3/10 - História e Historiografia da África</p><p>Atente para a citação:</p><p>“O Império Songai foi profundamente original quanto à organização política e administrativa. A forte estruturação do poder, a centralização sistemática e o absolutismo real são características que atribuíram uma coloração moderna [...]”.</p><p>Após esta avaliação: caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: CISSOKO, Sékéné Mody.Os Songhai do século XII ao XVI. In: NIANE, D. T. (Ed.). África do século XII ao XVI. 2ª. ed. Ver. Brasília: UNESCO, 2010. p.218.</p><p>Conforme a citação anterior e o livro-base História e Historiografia da África sobre as características econômicas e religiosas do Império Songai, pode-se afirmar que:</p><p>A</p><p>Esse Império se destacou graças ao pouco contato com os viajantes e comerciantes europeus em decorrência de sua localização geográfica.</p><p>B</p><p>O Império Songai não se diferenciou de estruturas políticas europeias, mantendo-se firme com as regiões que controlava.</p><p>C</p><p>Gao foi declarada a capital do Império Songai pelo rei Dia Kossoi, primeiro líder a se converter ao islamismo. A organização social de Songai era mais complexa que a do Mali.</p><p>Você assinalou essa alternativa (C)</p><p>D</p><p>Um evento importante para a capital do Império Songai foi ato de negação do soberano Dia Kossoi ao Islã, o que manteve os traços culturais tribais vivos na região, sem nenhuma adaptação.</p><p>E</p><p>Tombuctu foi uma cidade com características militares, fundada pelos cristãos que dominaram grande parte do Estado Songai.</p><p>Questão 4/10 - História e Historiografia da África</p><p>Considere o extrato de texto:</p><p>“[...] com o marco da Carta Magna de 1988, que consolida a Nova República, multiplicaram-se as formas de ativismo negro. Resultados importantes foram o reconhecimento dos saberes e da erudição dessas populações, [...]”.</p><p>Após esta avaliação: caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: SCHWARCZ, Lilia Moritz. Sobre o autoritarismo brasileiro. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. p.36.</p><p>Conforme a citação de texto e os conteúdos do livro-base História e Historiografia da África sobre as identidades negras reconhecidas como patrimônio cultural pela Constituição Brasileira de 1988 (chamada Constituição Cidadã), é correto afirmar que:</p><p>A</p><p>Os seus artigos atentam para uma reformulação nas identidades afro-brasileiras, de modo que a cultura negra seja reconhecida como aculturada, informalizada e marginalizada.</p><p>B</p><p>A Constituição Cidadã estabeleceu o direito de acesso a uma história que reconheça a contribuição das diversas etnias e culturas na formação do Brasil, valorizando a representatividade das identidades negras.</p><p>Você assinalou essa alternativa (B)</p><p>C</p><p>A partir da Carta Magna, o ativismo negro e as manifestações culturais brasileiras mantêm-se inviabilizadas.</p><p>D</p><p>Por meio da Constituição Cidadã e do ativismo negro, encontrou-se uma maneira de se interpretar o passado único e homogêneo, negando os diferentes traços culturais do país.</p><p>E</p><p>Com a intenção de distinguir as etnias brasileiras, a Carta Magna de 1988 caracterizou-se pela ausência das identidades afro-brasileiras em suas determinações civis.</p><p>Questão 5/10 - História e Historiografia da África</p><p>Leia o texto:</p><p>“De que a presença africana em nossa cultura é profunda, talvez o melhor testemunho esteja no português que falamos, no idioma no qual expressamos o que pensamos, sentimos e somos.”</p><p>Após esta avaliação: caso queira ler o texto integramente: SILVA, Alberto da Costa e. A África explicada aos meus filhos. Rio de Janeiro: Agir, 2012. P.156.</p><p>Considerando o texto e o livro-base História e Historiografia da África, como o estudo da presença africana no Brasil ajuda a compreender as questões sociais e desigualdades do presente no país?</p><p>A</p><p>Estudar a história da presença africana no Brasil contribui para a compreensão das injustiças sociais que acometem os brancos.</p><p>B</p><p>Estudar a presença africana no Brasil ajuda a compreender como, depois da Independência da nação, foram dadas todas as condições socioeconômicas aos africanos e seus descendentes no país.</p><p>C</p><p>Estudar a presença africana no Brasil ajuda a compreender por que as desigualdades sociais no país não têm relação com a questão racial, pois vivemos em uma democracia racial.</p><p>D</p><p>Estudar a história da presença africana no Brasil ajuda a compreender as desigualdades sociorraciais e porque a exclusão dos afrodescendentes resultou na marginalização social, tal como identificável nas periferias.</p><p>Você assinalou essa alternativa (D)</p><p>E</p><p>Estudar a história da presença africana no Brasil contribui para compreender por que hoje no século XXI não há mais desigualdades sociorraciais no país.</p><p>Questão 6/10 - História e Historiografia da África</p><p>Considere o fragmento de texto:</p><p>“Seguramente a glória de Kush se reflete em certas lendas da África central e ocidental. [...] Os conhecimentos técnicos propagaram-se. Alguns povos, por exemplo, fundiam o bronze pelo método da cire perdue, como no reino cuxita.”</p><p>Após</p><p>esta avaliação: caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: LECLANT, J. o Império de Kush: Napata e Méroe. In: MOKHTAR, G. (Ed.). A África Antiga. 2ª. ed. Ver. Brasília: UNESCO, 2010. p.292.</p><p>Considerando a citação e o livro-base História e Historiografia da África sobre a imponente produção de ferro pelo Império da Núbia, assinale a afirmativa correta:</p><p>A</p><p>Mesmo com a melhora na utilização do ferro, a sociedade núbia não se tornou repleta de palácios, pirâmides e templos.</p><p>B</p><p>Por sua imponência e destaque na produção do ferro, a Núbia não chegou a ser alvo de ataque dos egípcios.</p><p>C</p><p>Apesar de poderosos e dominadores das técnicas de produção do ferro e de armamentos, os núbios nunca chegaram a conquistar seus vizinhos egípcios.</p><p>D</p><p>Os aprimoramentos das técnicas para a forja do ferro, durante os mil anos antes da Era Cristã, fizeram da Núbia um importante centro de fabricação do produto, com destaque para a cidade de Meroé.</p><p>Você assinalou essa alternativa (D)</p><p>E</p><p>Nepata foi a capital religiosa e comercial da Núbia após o período de dominação do Egito, na qual a produção do ferro prosperou.</p><p>Questão 7/10 - História e Historiografia da África</p><p>Leia a seguinte afirmação:</p><p>A história se reconhece como ciência na Europa durante o século XIX, marcado pelo Positivismo. O Positivismo teve a tendência de argumentar que a África subsaariana e os povos que aí viveram não se encaixavam na produção historiográfica reconhecida.</p><p>Fonte: Texto elaborado pelo autor desta questão.</p><p>Considerando o texto dado e o livro-base História e Historiografia da África sobre a visão da história da África hoje em um mundo globalizado, é correto afirmar que:</p><p>A</p><p>A África é considerada por esta visão renovada apenas um continente onde predomina a seca, a fome, a miséria, a guerra.</p><p>B</p><p>Reconhece-se que apenas os africanos têm responsabilidade sobre o tema da escravidão ao longo da História.</p><p>C</p><p>As civilizações africanas passaram a ser enxergadas de outra forma, superando uma lógica colonialista, passando a ser vistas como interlocutoras.</p><p>Você assinalou essa alternativa (C)</p><p>D</p><p>Os antigos colonizadores ainda detêm o monopólio da história, o que não permite com que a África seja vista como protagonista de sua trajetória.</p><p>E</p><p>Nessa perspectiva, ainda podemos considerar a África um continente não-civilizado.</p><p>Questão 8/10 - História e Historiografia da África</p><p>Leia a passagem de texto:</p><p>“O soberano de Gana, segundo al-Bakn, reserva para si toda a produção de pepitas para evitar o desabamento das cotações de ouro. [...], ele pretende manter o monopólio de um produto tão capital quanto o ouro”.</p><p>Após esta avaliação: caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: SILVÉRIO, Valter Roberto. Síntese da coleção História Geral da África: Pré-história ao século XVI. Brasília: UNESCO, MEC, UFSCar, 2013. p.313.</p><p>A partir da citação anterior e do livro-base História e Historiografia da África sobre a importância do ouro em Gana ao longo do tempo, é correto afirmar que:</p><p>A</p><p>A riqueza do antigo Reino de Gana ainda aparece nos costumes dos líderes da etnia axânti, que exibem uma grande quantidade de joias em ouro lavrado.</p><p>Você assinalou essa alternativa (A)</p><p>B</p><p>O soberano de Gana utilizava lugares altos esculpidos em ouro para se destacar dos seus súditos, mas utilizava roupas e adereços comuns para manter sua popularidade com o povo.</p><p>C</p><p>Gana era o nome da primeira dinastia do Reino de Gana, seus líderes foram conhecidos por comerciar ouro, mas jamais ostentá-lo em seus palácios, vestes e adereços.</p><p>D</p><p>Pelo enriquecimento advindo do comércio do ouro, Gana deixou de praticar o comércio de escravos e marfim, bem como a agricultura e a pecuária.</p><p>E</p><p>Gana explorou o ouro por pouco tempo, pois suas jazidas se esgotaram em menos de um século, deste modo, passaram a se dedicar à agricultura e a pecuária.</p><p>Questão 9/10 - História e Historiografia da África</p><p>Leia a seguinte passagem de texto:</p><p>“As trocas comerciais e a mobilidade correlatada das populações foram os instrumentos da difusão das técnicas.”</p><p>Após esta avaliação: caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: SILVÉRIO, Valter Roberto. Síntese da coleção História Geral da África: Pré-história ao século XVI. Brasília: UNESCO, MEC, UFSCar, 2013. p.412.</p><p>Considerando o texto anterior e os conhecimentos livro-base História e Historiografia da África sobre a questão da mobilidade na África e o caso do Império do Zimbábue, é correto afirmar que:</p><p>A</p><p>O contato entre os povos e tribos de diferentes regiões sul-africanas tem origem a partir da dominação europeia subsaariana.</p><p>B</p><p>As diversidades geográficas existente no continente africano influenciaram a demora na mobilidade populacional e comercial da região, como no Zimbábue.</p><p>C</p><p>A dispersão étnica e as disputas militares africanas tiveram início a partir da expansão comercial das civilizações do Oriente no sul do continente africano, como no Zimbábue.</p><p>D</p><p>Na África, a mobilidade era grande. No século XIV, a cidade do Zimbábue tinha cerca de 10 mil habitantes, resultante de uma migração do interior após o esgotamento de terras cultiváveis.</p><p>Você assinalou essa alternativa (D)</p><p>E</p><p>O Zimbábue tinha dificuldades comerciais e não conseguia prosperar devido ao isolamento geográfico e incomunicabilidade com o litoral da costa oriental.</p><p>Questão 10/10 - História e Historiografia da África</p><p>Leia a passagem de texto:</p><p>“O resultado dessa batalha [de Adowa], a maior vitória de um africano contra um exército europeu desde a época de Aníbal, teve profunda influência na história das relações entre a Europa e a África. A Etiópia ganhou prestígio, [...]”.</p><p>Após esta avaliação: caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: AKPAN, M.B; JONESA, B.; PANKHURST, R. Libéria e Etiópia, 1880-1914: a sobrevivência de dois Estados africanos. In: BOAHEN, A. A. África sob dominação colonial, 1880-1935. 2ª. ed. Ver. Brasília: UNESCO, 2010 p.307.</p><p>Conforme a citação anterior e livro-base História e Historiografia da África, em relação à frustrada tentativa de dominação da Etiópia pelas potências europeias no mundo contemporâneo, é correto afirmar que:</p><p>A</p><p>A batalha de Adowa foi travada entre os etíopes e italianos, essa batalha ficou conhecida como um símbolo de dominação imperialista europeu na África, durante século XIX e XX.</p><p>B</p><p>A Etiópia era um país muito próspero, de planícies férteis e muita água, por causa disso ocorreu a invasão italiana no início do século XX.</p><p>C</p><p>O Imperador Menelik II evitou a invasão italiana na região da Etiópia, desse modo, o território se tornou um símbolo de resistência dos povos da África negra.</p><p>Você assinalou essa alternativa (C)</p><p>D</p><p>As relações entre países europeus e reinos/impérios africanos ficaram estremecidos após a morte de Melenik II, momento em que a Etiópia sucumbiu ao poderio italiano.</p><p>E</p><p>Em decorrência dos ataques italianos no fim do século XIX, ocorreu um golpe militar no Reino da Etiópia e o Imperador Hailê Selassie foi deposto.</p><p>image1.wmf</p><p>image2.wmf</p>