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<p>Governo do Estado do Rio de Janeiro</p><p>Secretaria de Segurança Pública</p><p>Chefia de Polícia Civil</p><p>Coordenadoria de Polícia Técnico-Científica</p><p>Apoio:</p><p>Associação dos Papiloscopistas Policiais</p><p>do Estado do Rio de Janeiro</p><p>,</p><p>Indice</p><p>Desenho Digital - Datilograma</p><p>Estrutura das Linhas Papilares - Sistemas de Linhas</p><p>Linhas Diretrizes - Curso das Linhas Diretrizes</p><p>Núcleo - Delta</p><p>Figuras e Pontos Característicos</p><p>Assinalamento de Figuras e Pontos Característicos</p><p>Classificação:</p><p>Tipos Fundamentais</p><p>Tipo Acidental .</p><p>Tipos Especiais</p><p>Anomalias Digitais</p><p>Subclassificação:</p><p>Quanto ao Arco (simples e angular)</p><p>Diferenciação entre Arco Simples e Arco Angular</p><p>Quanto à Presilha (invadidas e normais)</p><p>Contagem de Linhas das Presilhas</p><p>Diferenciação entre Arco Angular e Presilha</p><p>Quanto ao Verticilo</p><p>Núcleos (SP, SN, OV, DV)</p><p>Deltas (de, dd, co, ?)</p><p>Diferenciação entre Presilha Invadida e Verticilo</p><p>Quanto ao Gancho (G2, G3, G4)</p><p>Diferenciação entre Gancho e Verticilo</p><p>Quanto à Dupla (OP, SUP)</p><p>Diferenciação entre Dupla e Verticilo Sinuoso</p><p>Quadro Sinótico</p><p>Estrutura do Arquivo</p><p>Procedimentos para Classificar, Pesquisar e Arquivar</p><p>Observações nos Procedimentos de Arquivamento</p><p>Exemplos do Manual Técnico Datiloscópico de 1983</p><p>Novos Exemplos com Fotos Digitalizadas</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>2 I</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>Prefácio</p><p>A grandiosidade deste trabalho enche minha alma de emoção já que muitos profissionais</p><p>no futuro dele poderão fazer uso, aprendendo com o legado dos ilustres papiloscopistas</p><p>policiais em trabalhos desenvolvidos ao longo do século recém findo.</p><p>Este manual tem cunho didático e oferece ao leitor uma visão completa e fiel da verdadeira</p><p>essência da Ciência Papiloscópica, a qual se aplica no mundo inteiro como base para a</p><p>Identificação Humana.</p><p>Estendo minha homenagem, com muita gratidão aos colegas que já foram para o "Oriente</p><p>Eterno" e dedicaram toda a sua existência ao progresso dessa Ciência, numa vida</p><p>profissional pautada na dignidade e lealdade.</p><p>4 I</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Felix Pacheco</p><p>o presente relatório apresenta o trabalho de revlsao do MANUAL TÉCNICO DE</p><p>DATILOSCOPIA realizado pela comissão, constituída por meio da Ordem de Serviço no.</p><p>002/2001, publicada no Boletim Informativo de 31 de outubro de 2001, pelo Diretor do Institu-</p><p>to de Identificação Félix Pacheco - Dr. Edilson Campos Pinheiro - objetivando viabilizar as</p><p>seguintes questões:</p><p>• Necessidade de uma reforma no prédio, bem como de nova arrumação na Seção</p><p>Papiloscópica para realocar os arquivos e facilitar às pesquisas.</p><p>Como membros dessa Comissão foram designados os seguintes funcionários (quadro abai-</p><p>xo) - sob a presidência do primeiro - que subscrevem este Relatório:</p><p>NOME</p><p>Luiz Fernando Faria Mercio</p><p>Afonso Celso Pinto Ialongo</p><p>Alexandre de Magalhães Reis e Silva</p><p>Bianca Melânia Castro Veiga</p><p>Cláudia Thibaut Lucas</p><p>Pedro Gustavo Ribeiro Campos</p><p>Ronaldo Luiz Alves da Costa</p><p>MATRICULA</p><p>175406-8</p><p>1004523-5</p><p>809511-9</p><p>809518-4</p><p>809520-0</p><p>1004474-1</p><p>809534-1</p><p>O Serviço de Papiloscopia tem como função primordial a busca da identidade das pessoas</p><p>por meio das impressões digitais. Para tal, mantém um acervo de individuais datiloscópicas</p><p>que se constituiu num arquivo oficial com informações de caráter probatório, de natureza</p><p>sigilosa e temporalidade permanente, portanto, sujeitas às leis específicas que tratam desta</p><p>matéria.</p><p>Tem como finalidade atender às consultas oficiais solicitadas por autoridades policiais e</p><p>judiciárias, o que requer cuidados e tratamentos especiais e com o manuseio restrito a</p><p>funcionários legalmente investidos e tecnicamente gabaritados para isso.</p><p>Adota o Sistema Vucetich cuja metodologia de arquivamento obedece a indexação, de acor-</p><p>do com a fórmula datiloscópica oriunda da classificação e subclassificação das individuais</p><p>datiloscópicas, que estão dispostas em maços distribuídos em escaninhos próprios, orde-</p><p>nados seqüencialmente.</p><p>O arquivo do Serviço contém cerca de 15 milhões de individuais e existe desde 05 de feve-</p><p>reiro de 1903, portanto, há 99 anos.</p><p>Apesar da decisão governamental de transferir a responsabilidade da emissão da carteira</p><p>de identidade civil para o Departamento de Trânsito (DETRAN - RJ), o arquivo continua a ser</p><p>consultado na ocasião da sua emissão, porém, neste caso, desde o mês de agosto de</p><p>1999, sem promover o arquivamento de individuais datiloscópicas. As individuais</p><p>datiloscópicas dos processos criminais continuam sendo arquivadas normalmente.</p><p>Os papiloscopistas dispõem do Manual Técnico de Datiloscopia que fixa os critérios a se-</p><p>rem adotados no desenvolvimento do seu serviço, pois o seu cumprimento é obrigatório,</p><p>considerando a natureza interpretativa dos datilogramas, devendo aqui ser ressaltada a</p><p>visão daqueles papiloscopistas que idealizaram a sua primeira edição, além dos outros que</p><p>se dedicaram a revê-Ia ou, de alguma forma, colaboraram para a sua manutenção, que</p><p>serão citados ao final deste Relatório.</p><p>Após negociações com o Diretor do IIFP e, com o seu total apoio, esse grupo de funcioná-</p><p>rios, posteriormente designados membros da comissão, foi autorizado, ainda de modo vo-</p><p>luntário, a iniciar uma análise global da situação em que se encontrava o Serviço de</p><p>Papiloscopia, desencadeando o processo de desenvolvimento de um projeto que permitis-</p><p>se não só a revisão do arquivo, como também a adoção de medidas para resgatar o reco-</p><p>nhecimento da importância da Papiloscopia na identificação humana e o valor de sua apli-</p><p>cação na segurança dos cidadãos, além de estímulos para o funcionário se motivar e asse-</p><p>gurar uma melhora na qualidade de seu serviço.</p><p>O grupo com o objetivo de promover a revisão do arquivo dividiu os seus trabalhos nas</p><p>seguintes etapas:</p><p>1) Levantamento das necessidades;</p><p>2) Elaboração do projeto de revisão; e</p><p>3) Execução do projeto de revisão</p><p>Nesta fase, foi promovida a medição dos maços e registrada as suas condições quanto à</p><p>necessidade de subdivisão. Foi projetada a dimensão de arquivo com a respectiva quanti-</p><p>dade de armários adequados e padronizados, inclusive, foi realizada uma inspeção das</p><p>condições gerais das instalações do prédio que redundaram em um Laudo Técnico e no</p><p>Ofício da Chefia do Serviço de Papiloscopia solicitando a aquisição de armários, material e</p><p>equipamentos para a seção, já apresentados.</p><p>O Grupo adotou como estratégia, por meio de reuniões realizadas, de forma distinta, nos</p><p>turnos da manhã, da tarde e da noite, obter a participação de todos os funcionários do</p><p>Serviço para que fizessem sugestões e sempre se mantivessem informados das ações a</p><p>serem desenvolvidas. Inclusive, realizou pesquisa de opinião entre todos os funcionários</p><p>por meio de questionário, que no resultado final dos respondidos, indicou, dentre outras, a</p><p>necessidade de revisão do Manual Técnico.</p><p>6 I</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>Embora o Diretor do IIFP, ao constituir a Comissão, tenha estabelecido como sua atribuição</p><p>final a apresentação do relatório que viabilizasse aquelas questões anteriormente mencio-</p><p>nadas, e o grupo se dispusesse a elaborar um projeto de revisão para a sua aprovação,</p><p>dado o sucesso obtido junto aos funcionários, tornou-se imprescindível a adoção imediata</p><p>de algumas medidas, dentre elas, o trabalho da revisão do Manual Técnico em vigor e a</p><p>oportunidade da realização das obras no prédio do Instituto.</p><p>o trabalho visou, pelas mesmas razões apresentadas nas edições anteriores, promover a</p><p>revisão do manual, exclusivamente, com o objetivo de facilitar a fixação dos critérios de</p><p>classificação e subclassificação existentes a luz da Datiloscopia, conservando os funda-</p><p>mentos básicos do Sistema Vucetich. Baseado nas premissas estabelecidas, nas princi-</p><p>pais dificuldades apuradas pelos questionários de pesquisa de opinião respondidos e nas</p><p>reuniões sobre revisão realizadas com funcionários que colaboraram, a Comissão alterou:</p><p>CONTAGEM DE LINHAS / POSIÇÃO DA LINHA DE GALTON</p><p>• detalhamento do processo passo a passo, isto é, do ponto de partida ao ponto terminal.</p><p>PRESILHAS INVADIDAS</p><p>• modificação da redação do conceito adequando-o</p><p>ao que se pratica, para facilitar o</p><p>entendimento das invasões por baixo e da interrupção brusca de linhas das laçadas</p><p>que, também, configuram a invasão.</p><p>NÚCLEO DOS VERTlCILOS</p><p>• modificação dos conceitos para subclassificação quanto aos núcleos dos verticilos</p><p>ESPIRAL, SINUOSO e OVOIDAl, para melhor distribuição no arquivo dos maços de</p><p>DUVIDOSO.</p><p>A Comissão promoveu uma nova organização do Manual, agrupando os conceitos de clas-</p><p>sificação por tipos, separados dos conceitos de subclassificação. Realocou para depois da</p><p>conceituação os de diferenciação dos tipos de digitais limítrofes com o objetivo de ordenar a</p><p>sua leitura.</p><p>Observando que as Modificações Técnicas (Arcos e Presilhas) apresentadas por ocasião</p><p>da revisão do manual de 1983 (páginas 42 a 45), por terem sido elaboradas para a aplicação</p><p>em um novo arquivo criminal, a Comissão sugere que essas modificações sejam reserva-</p><p>das para um manual específico sobre arquivo monodactilar.</p><p>Concluindo, a Comissão registra que a revisão do "Manual Técnico de Datiloscopia" está</p><p>inserida no "Projeto de Revisão Geral do Arquivo do Serviço de Papiloscopia" que, tendo</p><p>como objetivo principal a valorização da Papiloscopia observando o princípio da qualidade</p><p>(processo de melhoria contínua), deverá ter sua divulgação a todos os papiloscopistas pro-</p><p>movida por meio de um programa de desenvolvimento funcional estruturado, com aplicação</p><p>imediata para a execução da revisão desse arquivo.</p><p>JA ('fV1J C;h.. f (V' iIJ ~cf,~</p><p>~nso Celso Pinto lalonglf'</p><p>Matr. 1004523-5</p><p>A _ A ~~ -</p><p>AIJa~re de Magih~eS Reis e Silva</p><p>Matr. 809.511-9</p><p>~Veiga</p><p>Matr.809.518-4</p><p>~~wL</p><p>Claudia Thibaut Lucas</p><p>Matr. 809.520-0</p><p>Ronaldo Luiz Alves Costa</p><p>M 809.534-1</p><p>8 I</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>Matrícula</p><p>810686-6</p><p>810665-0</p><p>809553-1</p><p>817659-6</p><p>809513-5</p><p>810670-0</p><p>267340-8</p><p>817675-2</p><p>1144964-2</p><p>1152362-8</p><p>1152338-8</p><p>809529-1</p><p>181100-9</p><p>181232-0</p><p>810680-9</p><p>810684-1</p><p>817703-2</p><p>817704-0</p><p>809571-3</p><p>810962-4</p><p>269553-4</p><p>Nome</p><p>Abraham Lincoln da S. Vasconcellos</p><p>Adriano Gomes da Costa</p><p>Alexandre César Gama Peres</p><p>Amair Célio M. de Souza</p><p>Anna Maria Ganley Cristophe</p><p>Carlos Alexandre C. Gonzalez</p><p>Claudia Lucciola Lopes Gonçalvez</p><p>Fernando Cardoso Machado</p><p>Gilson Andrade Marques</p><p>Humberto Giudice Fittipaldi Filho</p><p>Manoel Antônio Dantas Salgueiro</p><p>Mareei de Moraes Zarro</p><p>Márcia Alves Peixoto</p><p>Marco Antônio Campos</p><p>Maurício Barbosa Campista</p><p>Pérola Regina Barros Garcia</p><p>Rosemary Diogo</p><p>Sandra de Fátima de Oliveira Rosa</p><p>Sérgio Bento Olaio</p><p>Teresa Cristina Muylaert Affonso</p><p>Tereza Cristina Agüero da Silva</p><p>Sr. Helênio de Oliveira (aposentado)</p><p>Sr. Jayme Berbat (aposentado)</p><p>Juarez Uchôa Carrasco (revisor)</p><p>Manual de Dactiloscopia do Instituto de Identificação Félix Pacheco, elaborado por uma co-</p><p>missão de funcionários do IIFP designados pela Ordem de Serviço n° 9, de 28/04/1969.</p><p>Nova Subclassificação do Método Vucetich, elaborada por uma comissão de funcionários</p><p>do IIFP, editada em 30/08/1952.</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>Manual Técnico</p><p>de Dalilosc:opia</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Felix Pacheco</p><p>Manual Técnico</p><p>de Datiloscopia</p><p>Desenho Digital</p><p>A figura formada pelo conjunto das cristas papilares e sulcos interpapilares, existentes em toda a</p><p>extensão da segunda falange do polegar e da terceira falange dos demais dedos em sua face interna.</p><p>Datilograma</p><p>A reprodução impressa do desenho digital convencionalmente apresentada nas fichas decadactilares</p><p>e monodactilares. Na prática usam-se indistintamente as expressões "desenho digital", "datilograma"</p><p>ou simplesmente "desenho" para designar as impressões digitais.</p><p>Linhas Negras - que correspondem às linhas ou cristas papilares.</p><p>Linhas Brancas - representam os sulcos inter-papilares.</p><p>Poros - são os pontos brancos observados sobre as linhas negras.</p><p>o datilograma apresenta três sistemas de linhas perfeitamente caracterizados e limitados por linhas</p><p>chamadas DIRETRIZES, excetuando-se o Arco, que apresenta apenas dois sistemas, o marginal</p><p>e o basilar. Assim temos:</p><p>Sistema Marginal - é o conjunto de linhas que constituem a palie superior do desenho digital,</p><p>situadas acima da diretriz marginal.</p><p>Sistema Nuclear - é o conjunto de linhas qtle formam o centro do datilograma e que, envolvidas pelas</p><p>linhas diretrizes, distinguem-se perfeitamente daquelas que fonnam os sistemas marginal e basilar.</p><p>Sistema Basilar - é o conjunto de linhas que constituem a palie inferior do desenho digital, situadas</p><p>abaixo da diretriz basilar.</p><p>o datilograma, à exceção do arco, apresenta duas linhas diretrizes que, em cada delta, encerram</p><p>eenvolvem o núcleo.</p><p>o arco não apresenta linhas diretrizes, sendo possível apenas a localização de uma linha chamada</p><p>LIMITA TE, que atravessa o desenho de um lado a outro, separando o sistema basilar do marginal.</p><p>Diretriz Marginal: é o prolongamento do braço do delta, que envolve e limita o núcleo em sua parte</p><p>superior.</p><p>Diretriz Basilar: é o prolongamento do braço do delta, que envolve e limita o núcleo em sua parte</p><p>inferior.</p><p>o processo mais prático de detel111inar as diretrizes consiste em seguir o prolongamento superior e</p><p>inferior das linhas que pal1em do delta e encen-am ou circunscrevem o núcleo.</p><p>As diretrizes não são forçosamente linhas contínuas, podendo constituir-se de linhas interrompidas</p><p>que, a cada interrupção no caso da diretriz basilar, continuam seu curso na linha imediatamente inferi-</p><p>or. Podem ainda apresentar bifurcações, devendo, neste caso, ser seguido o ramo inferior da linha</p><p>bifurcada. Na diretriz marginal o critério é a linha acima.</p><p>Nota: A determinação do curso das linhas diretrizes só é realmente importante, no nosso caso,</p><p>para a classificação déltica dos verticilos, não havendo motivo para alongarmos o estudo</p><p>deste assunto além do acima exposto.</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>Núcleo é a área circunscrita pelo prolongamento dos braços do delta ou deltas, ou seja, pelas linhas</p><p>diretrizes. O núcleo é sempre formado por linhas que, embora tendo parte do seu curso paralelo ao das</p><p>linhas formadoras dos demais sistemas, delas divergem, encurvando-se sobre si mesmas, em um ou</p><p>ambos os lados do desenho. É importante esclarecer que o núcleo está subordinado a condições de</p><p>suficiência específica para cada tipo, como será visto mais adiante.</p><p>Nota: a classificaçào dos deltas será fundamental nas subclassificaçães como contagem de</p><p>linhas nas presilhas e divergências dé/ticas nos verticilos, que serào vistas mais adiante.</p><p>I 15</p><p>Os desenhos digitais não são formados por linhas contínuas. As cristas papilares apresentam, em seu</p><p>curso, acidentes mais ou menos ponderáveis, cuja formação e disposição no desenho digital lhe confe-</p><p>rem a individualidade. Esses acidentes são denominados pontos característicos e, modernamente, são</p><p>também chamados de figuras características, visto que tais figuras correspondem a um conjunto de</p><p>diversos pontos (pontos, linhas, bifurcações, etc.). Através da comparação do tipo primário, podemos</p><p>afirmar a não identidade entre duas impressões digitais, porém, somente pela comparação dos pontos</p><p>característicos é que se pode realmente confirmar a identidade das mesmas.</p><p>BIFURCAÇÃO - linha que se subdivide em dois</p><p>ramos formando vértiee agudo. - 1. Vllcelich</p><p>FORQUILHA - linha que se subdivide em dois</p><p>ramos formando vértice arrcdondado. - 1.</p><p>Vllcelich</p><p>BICÚSPIDE - duas forquilhas cujas curvaturas</p><p>voltadas uma contra a outra, são ligadas entre si.</p><p>- C. Melli/ol/ça</p><p>CONFLUÊNCIA - é uma linha quc dcsce em cur-</p><p>va, sobrc outra de segmcnto normal - A P/aceres</p><p>ILHOTA - pcquena linha cuja cxtcnsão apresen-</p><p>ta de duas a quatro vezes sua largura. - 1. Vuct'lic!J</p><p>CORTADA - pcquena linha cuja extensão, mai-</p><p>or que a da ilhota, aprescnta mais de cinco vezes</p><p>sua largura. - 1. Vllcelich</p><p>ENCARNE - final de uma linha situada entre o</p><p>inicio de duas outras. ou o inicio de uma linha</p><p>situada entrc o final de duas outras. - C. Éholi</p><p>t\ENCERRO - linha simples que se bifurca e que, a</p><p>seguir, une seus ramos formando uma bolsa. - 1.</p><p>Vllcelich</p><p>EMBOQUE - é a incidência de qualqucr linha</p><p>sobre a bolsa de um encerro - C. Éboli</p><p>TRIDENTE</p><p>- linha que se subdivide em três ra-</p><p>mos. - 1. Vllcelich</p><p>EME - linha que se bifurca ligando os seus ramos a</p><p>duas outras paralelas. - 1. Vllcelich</p><p>LAGUNA - é a interrupção de pelo menos Irês</p><p>linhas na mesma altura, umas defronte das outras.</p><p>- A/lllal/dos</p><p>PONTA DE LINHA - principio ou fim de linha.</p><p>C. Éholi</p><p>Linha interrompida. - 1. Vllcelich</p><p>AGULHA - linha de segmento normal com um</p><p>pequeno encerro na cxtremidade inicial. - A.</p><p>Codeço</p><p>NUMERAL - são formações dc figuras numéricas</p><p>no desenho digital. - A. Codeço</p><p>ARPÃO - pequeno segmento de linha que. incidindo</p><p>de forma oblíqua sobre outra de curso normal. man-</p><p>tém uma de suas extremidades livre, formando fi-</p><p>gura semelhante ao nome. - 1. Vllcelich</p><p>DESVIO - linha de segmento normal que. ao se</p><p>aproximar de outra que vem em sua direção. dcs-</p><p>via-se lateralmente. intcrrompendo ou não seu</p><p>curso. - C. Éholi</p><p>EMPALME - pequcno segmento de linha ligando</p><p>obliqua ou perpendicularmente duas linhas para-</p><p>Iclas. - 1. Vllcelich</p><p>PONTO - acidcnte scmelhante ao sinal gráfico do</p><p>mesmo nome. - 1. Vllcelich</p><p>ANASTOMOSE - pcqueno segmento de linha que</p><p>liga uma laçada a outra mais intcrna, pclo ápice.</p><p>A. P/aceres</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>Para se afirmar a identidade entre duas impressões digitais, é necessária a existência de, pelo menos,</p><p>12 (doze) figuras ou pontos característicos coincidentes entre as mesmas.</p><p>Pode-se confirmar a identidade com menor número de pontos característicos, desde que se encon-</p><p>trem pontos considerados raros (de difícil incidência) entre os localizados nas impressões compara-</p><p>das.</p><p>No assinalamento dos pontos característicos, a numeração segue sempre a direção do movimento dos</p><p>ponteiros do relógio.</p><p>..........10</p><p>••,p,' ~</p><p>1 - Forquilha. 2 - Confluência. 3 - Dupla bifurcação. 4 - Ilhota. 5 - Encarne. 6 - Linha interrompida. 7 -</p><p>Bifurcação. 8 - Cortada. 9 e 17 - Deltas. 10 - Encêrro. 11 - Emboque. 12 - Tridente. 13 - Eme. 14-</p><p>Cicatriz de corte. 15 - Laguna. 16 - Pontos. 18 - Empalme. 19 - Arpão. 20 - Ponto. 21 - Extremidade de</p><p>Linha. 22 - Fim de Linha. 23 - Desvio. 24 - Cicatriz de Pústula.</p><p>I 17</p><p>Tipos Fundamentais</p><p>Arco</p><p>Presilha Interna</p><p>Presilha Externa</p><p>Verticilo</p><p>A (polegares) ou 1 (demais dedos)</p><p>I (polegares) ou 2 (demais dedos)</p><p>E (polegares) ou 3 (demais dedos)</p><p>V (polegares) ou 4 (demais dedos)</p><p>ARCO</p><p>É o datilograma formado por linhas abauladas e mais ou menos paralelas que atravessam o campo</p><p>digital e que muitas vezes apresenta ao centro linhas angulares, ou que se verticalizam, podendo ainda</p><p>assumir configuração semelhante à presilha.</p><p>PRESILHA</p><p>É o datilograma que apresenta um delta e pelo menos uma laçada de perfeita inflexão, livre inteira-</p><p>mente em seu ramo ascendente e a partir do nível do delta. Poderá apresentar uma ou mais linhas</p><p>envolvidas pela laçada central da presilha, que são denominadas Linhas Axiais. Há dois tipos funda-</p><p>mentais:</p><p>• PRESILHA INTERNA - é o datilograma cujo delta se localiza à direita do observador e</p><p>apresenta um núcleo, formado por uma ou mais laçadas abertas para o lado esquerdo do obser-</p><p>vador.</p><p>• PRESILHA EXTERNA - é o datilograma cujo delta se localiza à esquerda do observador e</p><p>apresenta um núcleo, f0ll11ado por uma ou mais laçadas abeltas para o lado direito do observa-</p><p>dor.</p><p>VERTICILO</p><p>É o datilograma que apresenta dois deltas, ocultos ou não, um à esquerda e outro à direita do observa-</p><p>dor, e um núcleo, de fonna variada, envolvido por linhas diretrizes.</p><p>18 I</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>Tipo Acidental</p><p>INDETERMINADO</p><p>INDETERMINADO</p><p>É o datilograma que, destruido por cicatriz, impossibilita a detenninação do tipo fundamental a que</p><p>pelienceu. Também se classificam nesse tipo os casos de ausência de dedo ou de falange, por aciden-</p><p>te ou por amputação de uma ou ambas as mãos.</p><p>Tipos Especiais</p><p>GANCHO</p><p>DUPLA</p><p>ANÔMALO</p><p>G (polegares e demais dedos)</p><p>Dp (polegares e demais dedos)</p><p>An (polegares e demais dedos)</p><p>GANCHO</p><p>É o datilograma fonnado por laçadas ganchosas, cujo encurvamento em direção ao delta, ou que</p><p>apresenta um núcleo em forma de RIM, ou um núcleo composto de duas formações verticilares. Pode</p><p>ainda apresentar núcleo verticilar acoplado a uma ou mais laçadas de formação ganchosa.</p><p>DUPLA</p><p>É o datilograma que apresenta duas presilhas independentes, sendo uma ganchosa e outra normal, ou</p><p>então, duas formações de laçadas independentes com tendência à sinuosidade.</p><p>ANÔMALO</p><p>É o datilograma que não se enquadra rigorosamente em nenhum dos tipos fundamentais ou especiais,</p><p>dentro das respectivas definições.</p><p>I 19</p><p>ANOMALIAS DIGITAIS</p><p>As anomalias digitais são determinados defeitos dos dedos que podem ser permanentes ou passagei-</p><p>ras. Estão classificadas em: congênitas, acidentais, patológigas e profissionais.</p><p>ECTRODACTILlA - É a malformação que consiste em um número de dedos</p><p>inferior ao normal.</p><p>20 I</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>ECTROCERIA - Consiste na ausência de uma ou de ambas as mãos.</p><p>HEMIMELlA - Consiste na ausência de um ou de ambos os braços.</p><p>ADACTILlA - É a ausência total dos dedos de uma ou de ambas as mãos.</p><p>POLlDACTILlA - É a malformação que consiste em um número de dedos superior ao</p><p>normal.</p><p>I 21</p><p>São aquelas que ocorrem ao longo da vida, tento origem em acidentes que afetam as papilas digitais.</p><p>São provocadas por queimaduras, traumatismos, cortes, esmagamentos e amputações que atinjam os</p><p>tecidos dérmicos de maneira irrecuperável. São elas:</p><p>MÃO AMPUTADA - Amputação total da mão</p><p>AMPUTAÇÃO TOTAL - Dedo ou Falangeta totalmente amputada.</p><p>AMPUTAÇÃO PARCIAL - Falangeta parcialmente amputada.</p><p>CICATRIZ DE CORTE - Marcas de cmie na polpa digital.</p><p>CICATRIZ DE PÚSTULA - Marcas de repuxamento na polpa digital.</p><p>CICATRIZ DE QUEIMADURA - Marcas de repuxamento e destruição das papilas dérmicas na</p><p>polpa digital.</p><p>ANQUILOSE - Falta de articulação parcial ou total dos dedos, de modo a prejudicar as impressões.</p><p>Pode ser congênita ou acidental.</p><p>São, na realidade, chamadas estigmas profissionais, que provocam alterações dos desenhos digitais,</p><p>porém, de fomla adquirida e transitória. Detel111inadas profissões desgastam muito as papilas dél111i-</p><p>cas, de modo a dificultar a leitura do datilograma. Em outras palavras, estigma profissional é toda a</p><p>alteração do datilograma que tem origem no trabalho executado pelo seu pOliador.</p><p>SUBCLASSIFICAÇÃO</p><p>ARCO SIMPLES - é formado por linhas abauladas, mais ou menos paralelas que atravessam o</p><p>campo digital sem apresentar angulosidade acentuada ou verticalização. A ocorrência de bifurcações</p><p>no segmento normal ou a divergência de duas linhas envolvendo o início ou o final de outras, não</p><p>impede a subclassificação do desenho como SIMPLES. O ARCO SIMPLES é representado por A</p><p>ou 1, sem símbolo gráfico.</p><p>22 I</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>ARCO ANGULAR - é O desenho que apresenta em sua configuração, pelo menos uma linha</p><p>acentuadamente angular (um ângulo menor que 90°) ou o que tem a configuração de presilha, sem que</p><p>apresente, porém, delta e laçada independentes. O ARCO A GULAR é representado por  ou T</p><p>08S: O arco que apresenta delta e laçada nào independentes é chamado de APRESlLHADO,</p><p>porém, no arquivo do IIFp, será sempre classificado como ARCO ANGULAR</p><p>O Arco Simples, quando caracterizado por uma bifurcação ou invasões de linhas, pode tender à</p><p>formação de uma laçada, confundindo-se em seu aspecto com o Arco Angular. Neste caso, só será</p><p>considerado Arco Angular quando se caracterizar a laçada por uma perfeita inflexão.</p><p>~-</p><p>INVADIDA é a presilha que apresenta pronunciada incidência de duas ou mais linhas, que alteram o</p><p>seu curso normal, desde que se interrompam bruscamente, dentro ou fora do sistema nuclear. As</p><p>invasões somente serão consideradas quando ocorrerem em uma mesma linha.</p><p>A incidência de duas ou mais linhas sobre uma outra do sistema marginal permite a subclassificação</p><p>da presilha como 1 VADIDA. Ressalva-se o caso em que a invasão ocorrer muito próxima da peri-</p><p>feria do desenho com risco de não ser reproduzi da em impressões menos rodadas, quando será reco-</p><p>mendável o arquivamento de duas individuais,</p><p>uma em I VADIDA e outra em NORMAL.</p><p>VERTICILADA é a presilha cujo núcleo se apresenta com tendência para o VERTICILO, embora</p><p>insuficiente para ser classificado como tal. Este falso núcleo velticilado pode ser formado por linhas</p><p>angulares, por linhas em sinuosidade imperfeita ou por linhas espiraladas incompletas. Para caracteri-</p><p>zar a presilha VERTlClLADA, é suficiente que as linhas angulares, sinuosas ou espiraladas apre-</p><p>sentem ligação com um dos deltas ou dele façam parte integrante, ficando o outro delta completamen-</p><p>I 23</p><p>te livre. Será ainda considerada como presilha VERTICILADA o desenho cujo núcleo verticilar</p><p>apresentar apenas uma linha curva entre o centro nuclear e um dos deltas, estando ligado ou integrado</p><p>a este, permanecendo o outro delta completamente livre.</p><p>Presilha Interna</p><p>INVADIDA</p><p>2 Vd</p><p>Presilha Interna</p><p>INVADIDA</p><p>2 Vd</p><p>Presilha Externa</p><p>INVADIDA</p><p>3 Vd</p><p>Presilha Interna</p><p>INVADIDA</p><p>2 Vd</p><p>NORMAL é a presilha que não apresenta acidentes ponderáveis em seu curso normal. A subdivisão</p><p>da PRESILHA ORMAL far-se-á pela contagem de suas linhas, considerando-se:</p><p>Presilhas Pequenas (p)</p><p>De uma a cinco linhas</p><p>São as presilhas normais que se apresentarem com cicatrizes já definitivas, localiza-</p><p>das no delta, no núcleo ou entre os dois, e que não permitam a contagem de linhas</p><p>prejudicando a utilização da linha de Galton, usada para esta finalidade.</p><p>São agrupadas do seguinte modo:</p><p>A - de 6 a 10 linhas</p><p>B - de 11 a 15 linhas</p><p>C - de 16 linhas em diante</p><p>A contagem de linhas nas presilhas está condicionada ao posicionamento da linha de Galton, ou seja,</p><p>à definição de seus pontos inicial (DELTA) e terminal (CENTRO NUCLEAR). Observa-se o tipo de</p><p>delta apresentado, a laçada mais central do datilograma e a presença de uma ou mais linhas axiais.</p><p>24 I</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>Entre o ponto inicial e o terminal, todas as linhas cortadas pela linha de Galton serão contadas, inclusi-</p><p>ve a linha da última laçada que for ponto tel111inal, pois o ponto será posicionado no ápice da inflexão</p><p>dessa laçada, na face interna que, portanto, terá sua linha cortada.</p><p>Serão consideradas para detemlinação do centro do núcleo, somente as linhas axiais que se elevarem</p><p>pelo menos até a altura do ponto de inflexão da laçada. Quando o ponto tenninal se posicionar em uma</p><p>linha axial, esta não será cortada e, portanto, não deverá ser contada.</p><p>Delta do tipo tripódio ou negro</p><p>O ponto inicial da linha de Galton será o ponto de confluência das linhas diretrizes e a contagem se</p><p>iniciará na primeira linha cortada, sem considerar a linha do delta.</p><p>Há deltas mal configurados em que uma das diretrizes se encurva e a outra se dirige para ela perpen-</p><p>diculamlente, interrompendo-se, porém, antes de incidir sobre a primeira. Considerar-se-á esse delta</p><p>do tipo tripódio, formado pelo prolongamento imaginário da diretriz interrompida. A distância entre a</p><p>linha intenompida e a outra deverá ser, no máximo, igual à largura da mesma.</p><p>Delta do tipo cavado ou branco</p><p>O ponto de partida da linha de Galton será o centro interpapilar das linhas diretrizes e se contará a linha</p><p>do delta cortada pela linha de Galton.</p><p>Há deltas cavados que apresentam um ponto em seu centro interpapilar que, neste caso, marcará o</p><p>local de partida da linha de Galton, não sendo contado este ponto.</p><p>O ponto terminal da linha de Galton será o centro nuclear, detel111inado pela laçada mais central,</p><p>posicionado no ápice da inflexão na face intema dessa laçada, ou por uma linha ou uma das linhas</p><p>axiais nela contida, posicionado na extremidade dessa linha axial.</p><p>No centro nuclear da presilha poderá haver um agrupamento de laçadas justapostas e/ou paralelas e,</p><p>para cada uma das disposições observadas, foi definido o posicionamento exato do ponto terminal.</p><p>I 25</p><p>Com uma laçada central (sem linha axial ou com linha axial que não se eleve pelo menos até</p><p>o ponto de intlexão da laçada).</p><p>/ / /</p><p>o ponto terminal da linha de Galton será posi-</p><p>cionado no ápice da inflexào da laçada na sua</p><p>face interna, cortando, assim, a linha desta laçada</p><p>que, portanto, será contada.</p><p>/</p><p>o ponto terminal da linha de Galton será posicionado no ápice da inflexào na face</p><p>interna da laçada mais próxima do delta, cOliando assim a linha desta laçada que,</p><p>pOlianto, será contada.</p><p>/</p><p>/ / /</p><p>o ponto terminal da linha de Galton será posicio-</p><p>nado na extremidade da linha axial central que</p><p>nào será cOItada, e portanto, nào deverá ser con-</p><p>tada.</p><p>/ / /</p><p>Se o número de linhas axiais for ímpar, o ponto</p><p>terminal da linha de Galton será posicionado na</p><p>extremidade da linha axial mais central, sendo con-</p><p>tadas as outras linhas axiais cortadas pela linha</p><p>de Galton.</p><p>Se o número de linhas axiais for par, o ponto tel111inal da linha de Galton será posicionado na extremi-</p><p>dade da linha axial das duas mais centrais, contando-se as demais cortadas pela linha de Galton (toma-</p><p>se as duas centrais, posicionando-se o ponto tel111inal na mais afastada do delta).</p><p>Com grupamento de duas laçadas centrais (paralelas ou justapostas com uma ou mais linhas</p><p>soltas entre elas)</p><p>Se as linhas soltas elevarem-se até o ponto de</p><p>inflexào das laçadas, serào consideradas como se</p><p>fossem axiais e será observado o mesmo procedi-</p><p>mento para se posicionar a linha de Galton, estabe-</p><p>lecido anteriormente.</p><p>26 I</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>Com agrupamento de duas laçadas centrais (paralelas ou justapostas com ou sem linha</p><p>axial, quando uma das laçadas, quebrando o paralelismo, encurvar-se sob,-e a outra)</p><p>o ponto terminal da linha de Galton será posicionado no ápice da inflexão na face interna da laçada</p><p>semi-envolvida, mesmo que não seja a mais próxima do delta. Uma vez definida a laçada, proceder-</p><p>se-à a contagem como nos casos comuns, levando em consideração as linhas axiais por ventura</p><p>existentes.</p><p>/ / / / / /</p><p>/ / / / /</p><p>/</p><p>]" oBS.: Quando o núcleo nào apresentar clareza tomar-se-á como centro a</p><p>.formação da laçada mais central, isto é, a linha mais central que, encurvando-</p><p>se sobre si mesma, se assemelhe a uma laçada, mesmo que exteriormente liga-</p><p>da a outras linhas. Uma vez determinada essa laçada, proceder-se-á a conta-</p><p>gem como nos casos comuns, levando em consideraçào as linhas axiais por</p><p>ventura existentes.</p><p>2" oBS.: Quando a presilha apresentar duas ou mais .formações délticas, será utilizado para a</p><p>contagem de linhas o delta mais próximo do núcleo.</p><p>I 27</p><p>A Presilha se caracteriza, além do delta, por uma laçada livre e de perfeita inflexão em seu ramo</p><p>ascendente e a partir do nível do delta.</p><p>Quando a laçada se constituir da linha diretriz superior, ou a ela estiver ligada no seu ramo ascendente</p><p>bem como a qualquer linha do sistema marginal, caracteriza-se o Arco Angular.</p><p>Ressalve-se que a invasão da linha diretriz superior ou de outra linha do sistema marginal sobre o ramo</p><p>descendente da laçada, abaixo de sua inflexão, não prejudicará a configuração de Presilha.</p><p>Se o desenho apenas esboçar uma laçada que, embora livre, não se caracterize por uma perfeita</p><p>inflexão, formando antes um ângulo, considerar-se-á Arco Angular.</p><p>No caso de a laçada estar ligada apenas à linha diretriz inferior e, portanto, a paltir desta, inteiramente</p><p>livre em seu ramo ascendente, caracterizar-se-á a Presilha.</p><p>ESPIRAL (SP)</p><p>É o verticilo que tem o núcleo de formato espiralado ou circular, constituído por um pequeno círculo</p><p>livre, uma pequena elipse ou uma linha que se desenvolva descrevendo pelo menos, uma volta livre e</p><p>completa sobre si mesma, embora não se possa exigir uma configuração geométrica perfeita para este</p><p>subtipo, deve-se aceitar tanto no núcleo circular, como no espiralado, um alongamento máximo equiva-</p><p>lente ao triplo da largura.</p><p>28 I</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>SINUOSO (SN)</p><p>É O vel1icilo cujo núcleo em forma de "s" apresenta pelo menos uma linha sinuosa independente de</p><p>haver bifurcações ou interrupções no seu curso .</p><p>. ~~//;;., .'/ ---.~//'j ././, ••.._-----~ :'.../ /J;';'/ ,;~...-:-:.:-...~</p><p>i'I///~;,;;/,..:..:;::.': ',.~í/ ...../~:t.,;:--=-.: ~</p><p>-- ." ~</p><p>SN</p><p>OVOIDAL (OV)</p><p>É o vel1icilo cujo</p><p>núcleo tem forma de ovóide ou configuração semelhante a oval. É caracterizado por</p><p>uma elipse ou espiral alongada, sendo se eixo maior igualou superior ao quádruplo do menor.</p><p>DUVIDOSO (DV)</p><p>É o verticilo que não se enquadra em nenhum dos tipos citados, bem como os que tenham o núcleo</p><p>destruido por cicatriz, que impossibilite a subclassificação de sua f0l1113primitiva.</p><p>I 29</p><p>A subclassificação déltica dos VERTICILOS será feita tomando-se por base o delta esquerdo (à</p><p>esquerda do observador). A divergência ou convergência será detemlinada seguindo-se a linha dire-</p><p>triz inferior deste delta, continuando-se obrigatoriamente no ramo inferior quando a linha se bifurcar,</p><p>ou na linha imediatamente inferior quando se interromper, até a altura do delta oposto.</p><p>DELTA ESQUERDO DIVERGENTE (DE)</p><p>Quando a linha diretriz inferior do delta esquerdo passar por cima do delta direito. Incluem-se neste</p><p>grupo os desenhos em que o delta esquerdo penetra claramente no núcleo, mesmo que o delta direito</p><p>não apareça ou tenha sido destruido por cicatriz.</p><p>DELTA DIREITO DIVERGENTE (DD)</p><p>Quando a linha diretriz inferior do delta esquerdo passar por baixo do delta direito. Incluem-se neste</p><p>grupo os desenhos em que o delta direito penetra claramente no núcleo, mesmo que o delta esquerdo</p><p>não apareça ou tenha sido destruído por cicatriz.</p><p>)\.-</p><p>/l-</p><p>)l doi.---</p><p>DELTA CONVERGENTE (CO)</p><p>Quando a linha diretriz inferior do delta esquerdo coincidir com o delta direito .</p><p>.J...-__ co__~</p><p>30 I</p><p>)1... CO I\.-----</p><p>)" il------</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>DELTA AMBíGUO (?)</p><p>Quando tomada corretamente uma impressão e um ou ambos os deltas não aparecem ou foram</p><p>destruídos por cicatriz, impossibilitando estabelecer a divergência ou convergência dos mesmos. Há</p><p>casos em que a ocorrência de cicatriz na linha diretriz inferior não permite a classificação déltica,</p><p>também caracterizando o delta como ambíguo. O mesmo ocorre quando essa diretriz penetra na prega</p><p>interfalangiana, impossibilitando a mencionada classificação.</p><p>NOTA SOBRE BIFURCAÇÃO</p><p>Quando a linha diretriz basilar se bifurca, segue-se o ramo inferior pro-</p><p>cedente da bifurcação e, quando a linha diretriz marginal se bijitrca, se-</p><p>gue-se o ramo superior procedente da bifurcação.</p><p>----,~"'------....""</p><p>Quando o desenho de núcleo sinuoso apresentar as duas alças f0l111adas pela mesma linha, será</p><p>subclassificado como VERTICILO SINUOSO.</p><p>Se a linha sinuosa for parte integrante ou estiver ligada a um dos deltas, o desenho deverá ser</p><p>subclassificado como PRESILHA INVADIDA.</p><p>o desenho cujo núcleo espiralado ou circular apresentar, pelo menos, uma linha curva e livre em sua</p><p>face voltada para um dos deltas, será classificado como VERTlCILO ESPIRAL.</p><p>Nos casos de núcleo duvidoso, formado por linhas angulares, ou núcleo com tendência ao ovoidal,</p><p>qualquer que seja o seu desenvolvimento, bastará uma linha curva envolvendo o núcleo, ou palie dele,</p><p>em sua face voltada para o delta, para que seja caracterizado o verticil0.</p><p>I 31</p><p>GANCHO 2 (G2)</p><p>É a presilha ganchosa que, à semelhança da presilha interna, tem o delta e o encurvamento de suas</p><p>laçadas (ou laçada) à direita do datilograma.</p><p>GANCHO 3 (G3)</p><p>É a presilha ganchosa que, à semelhança da presilha externa, tem o delta e o encurvamento de suas</p><p>laçadas (ou laçada) à esquerda do datilograma.</p><p>GANCHO 4 (G4)</p><p>É o desenho que apresenta núcleo reniforme, ou composto por duas formações verticilares, podendo</p><p>ainda ser formado por um núcleo verticilar acoplado a uma ou mais laçadas ganchosas. Este subtipo,</p><p>à excessão do que tem o núcleo reniforme, apresenta geralmente mais de dois deltas.</p><p>Os desenhos G2 e G3 apresentam-se, não raras vezes, com aparência de VERTICILO, não devendo,</p><p>porém, serem confundidos e nem arquivados como G4. Quando os subtipos G2 ou G3 apresentarem</p><p>no centro inferior de suas laçadas uma segunda formação déltica e linhas verticalizadas, deve-se</p><p>definÍ-los seguindo o critério abaixo:</p><p>a) GANCHO (2 ou 3) - quando observadas isoladamente, as linhas verticalizadas do centro do dese-</p><p>nho apresentarem a formação de arco angular, ou de alguma forma estiverem ligadas ao delta ali</p><p>localizado.</p><p>b) VERTJCILO - quando as linhas localizadas no centro do desenho formarem pelo menos uma la-</p><p>çada independente do delta central, fazendo parte integrante do núcleo fornlado pelas laçadas ganchosas.</p><p>32 I</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>DUPLA OPOSTA (DP-OP)</p><p>É a que se assemelha ao VERTICILO SINUOSO, apresentando porém, independência entre as duas</p><p>formações de laçadas. Apresenta geralmente dois deltas e é considerada como desenho limítrofe.</p><p>DUPLA SUPERPOSTA (DP-SUP)</p><p>É a que apresenta duas presilhas orientadas para o mesmo lado, porém, formadas por laçadas inde-</p><p>pendentes, as superiores formando uma presilha ganchosa, e as inferiores formando uma presilha</p><p>normal.</p><p>OSS.: Recomenda-se o arquivamento de duas individuais uma em cada hipótese, nos casos de</p><p>GANCHO ou DUPLA, quando a laçada ganchosa se apresentar próxima à periferia do dese-</p><p>nho, sujeita a nelo ser reproduzida em impressões mal colhidas por falta de rolamento dos</p><p>dedos.</p><p>a) DUPLA - quando o prolongamento da linha diretriz basilar do delta pertinente à presilha superior,</p><p>passar acima do delta oposto, ou com ele coincidir, não fazendo parte integrante do núcleo da outra</p><p>presilha.</p><p>b) VERTlCILO - quando o prolongamento da linha diretriz basilar do delta pertinente à presilha</p><p>superior, passar abaixo do outro delta, formando laçada da pseudo-presilha oposta.</p><p>I 33</p><p>-[</p><p>Simples</p><p>Arco (A/1)</p><p>Angular A</p><p>=-k Pequena (p) até 5 linhas</p><p>-[</p><p>Invadida (vd)</p><p>NI contadas</p><p>N</p><p>A - 6 a 10 Is.</p><p>ormal Grande __ B -11 a 151s.</p><p>C - 16 em diante</p><p>Presilha -[</p><p>Externa (E/3)</p><p>Invadida (=id)Pequena (p) até 5 linhas</p><p>Normal NI contadas</p><p>A - 6 a 10 Is.</p><p>Grande _ B -11 a 151s.</p><p>C -16 em diante</p><p>Verticilo</p><p>(V/4)</p><p>LNÚcleo~</p><p>Delta -</p><p>Duvidoso - DV</p><p>Espiral - SP</p><p>Sinuoso - SN</p><p>Ovoidal- OV</p><p>Ambíguo -?</p><p>Esquerdo divergente - de</p><p>Direito divergente - dd</p><p>Convergente - co</p><p>f</p><p>G2</p><p>Ga~ChO G3</p><p>G4</p><p>Dupla</p><p>DP {</p><p>Oposta</p><p>OP</p><p>Superposta</p><p>SUP</p><p>Ectroceria</p><p>Hemimelia</p><p>Anquilose</p><p>Sindactilia</p><p>Adactilia</p><p>Ectrodactilia</p><p>Macrodactilia</p><p>Microdactilia</p><p>Polidactilia</p><p>Hanseníase</p><p>Anômalo</p><p>AN</p><p>34 I</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>TIPOS POLEGAR DEMAIS DEDOS</p><p>ARCO A 1</p><p>PRESILHA INTERNA I 2</p><p>PRESILHA EXTERNA E 3</p><p>VERTICILO V 4</p><p>INDETERMINADO X X</p><p>GANCHO G 9</p><p>DUPLA DP dp</p><p>ANÔMALO AN an</p><p>Essa ordem para o arquivamento é dada primeiro pelos polegares.</p><p>A A A A A A A A</p><p>A I E V X G Dp An</p><p>I I I I I I I I</p><p>A I E V X G Dp An</p><p>E E E E E E E ~</p><p>A I E V X G Dp An</p><p>V V V V V V V Y...</p><p>A I E V X G Dp An</p><p>X X X X X X X X</p><p>A T E V X G Dp An</p><p>G g g g g g g G</p><p>A I E V X G Dp An</p><p>QQ QQ QQ QQ QQ QQ QQ QQ</p><p>A I E V X G Dp An</p><p>An An An An An An An An</p><p>A I E V X G Dp An</p><p>E a seqüência é dada em ordem crescente, pelos demais dedos, a partir do indicador da mão direita,</p><p>indo de:</p><p>I 1111 a AN AN AN AN I</p><p>A1111</p><p>A1111</p><p>AN AN AN AN AN</p><p>AN AN AN AN AN</p><p>I 35</p><p>A classificação resulta na fórmula datiloscópica, escrita em forma de fração ordinária, sendo o nLllne-</p><p>rador a SÉRIE (mão direita) e o denominador a SEÇÃO (mão esquerda), usando-se para os polegares</p><p>os símbolos literais e para os demais dedos os símbolos numéricos, excetuando-se os tipos especiais e</p><p>acidentais que são representados com os mesmos símbolos em todos os dedos.</p><p>A-1234</p><p>V - G 2 3 Dp</p><p>E-X 341</p><p>1- An 21 3</p><p>G - 3 34 An</p><p>X-2423</p><p>Dp - 1 342</p><p>V - G 2 3 Dp</p><p>Da combinação dos tipos enumerados acima, (fundamentais, especiais e acidental), podem ser forma-</p><p>das fórmulas datiloscópicas no total de 1.073.741.824 (810), distribuindo-se os mesmos pelos dedos,</p><p>conforme demonstrado no quadro seguinte.</p><p>A X 1 X 1 X 1 X 1 X</p><p>E Dp 3 Dp 3 Dp 3 Dp 3 Dp</p><p>O V An 4 An 4 An 4 An 4 AnCJ)</p><p>w</p><p>{</p><p>Simples</p><p>1) Arcos</p><p>Angulares</p><p>{</p><p>Invadidas</p><p>2) Presilhas Pequenas</p><p>Grandes {</p><p>Quanto aos Núcleos:</p><p>DV -SP - SN - OV</p><p>Quanto aos Deltas:</p><p>? - DE - DD - CO</p><p>{</p><p>G2 - G3 - G4</p><p>5) Especiais - X DP</p><p>AN</p><p>36 I</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>a individual datiloscópica, utiliza-se o campo localizado acima da impressão digital para se anotar os</p><p>símbolos cOITespondentes ao tipo primário, acidental ou especial e a subclassificação do desenho</p><p>quanto ao núcleo, invadida, contagem de linha ou divergência déltica, confomle o exemplo abaixo.</p><p>OB5. 1: Há nos arcos uma subdivisão nos maços, em que aparece o termo DíSPARES, que se refere</p><p>à presença de, pelo menos, dois Arcos com a subclassificação diferente entre si, isto é, um será</p><p>Simples e o outro, Angular. Díspares também se refere a algumas fórmulas que apresentam verticilos</p><p>subclassifícados como espiral, se contrapondo a duvidosos, sinuosos ou ovoidais.</p><p>OB5. 2: Nos armários de verticilos há uma subdivisão chamada INTERFERÊNCIA. Esta subdivisão</p><p>está baseada na classificação dos núcleos dos verticilos encontrados nas fórmulas, a pal1ir dos INDI-</p><p>CADORES de ambas as mãos (os polegares são sempre excluídos) e a separação desses núcleos em</p><p>dois grupos: os ESPIRAIS (SP) e os NÃO ESPIRAIS (DV - SN - OV). Existem então nos maços as</p><p>divisões de SP EM TODOS e de DV - SN - OV EM TODOS. Quando ocorrer na mesma fórmula a</p><p>presença de, pelo menos, um SP no meio dos outros desenhos, (DV - SN - OV) estará caracterizada</p><p>a INTERFERÊ CIA que será a terceira divisão do maço.</p><p>OB5.3: a contagem de linhas das presilhas, leva-se em consideração uma linha a mais e uma a</p><p>menos, por uma questão de segurança à pesquisa.</p><p>I 37</p><p>OBS. 4: As Anomalias serão classificadas, pesquisadas e arquivadas pela designação apropriada e</p><p>colocadas em maço especial no final do arquivo.</p><p>A anomalia deverá ser mencionada na fórmula datiloscópica na mão em que ocorrer, especificando-se</p><p>exatamente os dedos atingidos, conforme o seguinte quadro:</p><p>ADACTILlA</p><p>1-2422</p><p>v - 4 3 ECTRODACTILlA</p><p>X - 2 2 4 ECTRODACTILlA</p><p>A - 3 ANQUILOSE</p><p>V-2242</p><p>POLl-SINDACTILlA</p><p>V - 4 SINDACTILlA</p><p>V - 3 4 SINDACTILlA</p><p>V-2322</p><p>E-1343</p><p>1-24244</p><p>POLlDACTILlA</p><p>MICRODACTILlA</p><p>E-3321</p><p>A-4222</p><p>MICRODACTILlA</p><p>POLlDACTILlA</p><p>V-43433</p><p>V-22442</p><p>POLlDACTILlA</p><p>Nos casos de ANQUILOSE, SINDACTfLfA, MICRODACTILIA e MACRODACTILlA, será</p><p>necessário que se arquivem pelo menos duas individuais: uma em anomalia e outra na classificação</p><p>normal.</p><p>Nos casos de ECTRODACTILIA, será necessário que se arquive outra individual em X</p><p>(INDETERMTNADO) nos dedos ausentes, além da arquivada em anomalia.</p><p>Quanto à POLlDACTILIA, é preciso que se arquivem outras individuais nas fórmulas prováveis, de</p><p>acordo com as possibilidades de correção cirúirgica da anomalia.</p><p>Há ainda casos em que ocorrem duas ou mais anomalias na mesma mão, podendo-se combinar o</p><p>nome das anomalias para mencionar na fórmula dactiloscopica. O caso mais comum o de POLI -</p><p>SINDACTfLIA (mais de cinco dedos interligados).</p><p>Os casos de amputaçao total dos dedos, ou da mão, deverão ter uma individual arquivada em</p><p>ADACTfLIA e outra em X ( INDETERMINADO ), correspondente aos dedos ausentes.</p><p>38 I</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>~ -~~</p><p>~ ~~,~ ~~</p><p>~- ~=- ~== ~-- ~===~--_ .. ---' ~~</p><p> Â</p><p> Â</p><p>I 39</p><p>40 I</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>I 41</p><p>42 I</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>~~_~' ,~~ ~ :c-~.pÀ~Id~ .. /~~,</p><p>~~~~~~~ ~~~~~ ~ -~:=:%~~-....•....~ ~..•.•.'\,;~- _:::~~ ~~~----~ ~-'-"-'; .~ ..."-"'-~~--~ ~~ ~-:':"'-::-:=..-::.~.. -,---=-:;:::::-~</p><p>SP - dd</p><p>I 43</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Felix Pacheco</p><p>I 45</p><p>46 I</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>I 47</p><p>48 I</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>I 49</p><p>50 I</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>I 51</p><p>Instituto de Identiticação</p><p>Félix Pacheco</p><p>I 53</p><p>54 I</p><p>Instituto de Identiticação</p><p>Felix Pacheco</p><p>56 I</p><p>Instituto de Identiticação</p><p>Félix Pacheco</p><p>, 57</p><p>Instituto de Identificação</p><p>Félix Pacheco</p><p>I 59</p><p>60 I</p><p>Instituto de Identiticação</p><p>Felix Pacheco</p><p>z>;:;:':";:'- . ., '-' ',' ...-~~ --. -:~ ,. 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