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<p>ÁREA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES</p><p>Mestrado em Educação</p><p>Mestrado em Educação</p><p>Especialização matriculada</p><p>X</p><p>Formação de Professores</p><p>Organização e Gestão de Centros Educacionais</p><p>As TICs na Educação</p><p>Universidade matriculada</p><p>X</p><p>UNEATLANTICO</p><p>UNINI-MEXICO</p><p>UNINI-PORTO RICO</p><p>DUPLA TITULAÇÃO UNEATLANTICO-UNINI-MX</p><p>DUPLA TITULAÇÃO UNEATLANTICO-UNINI-PR</p><p>Título proposto: Educação híbrida, remota e presencial com o uso de telefones celulares e métodos como prática inovadora na educação.</p><p>Autor/a: Juciani Aparecida de Paulo Santos</p><p>Usuário do aluno: BRFPMME3594517</p><p>E-mail: juciani1@hotmail.com</p><p>Grupo: 2019-10</p><p>Orientador(a) do Projeto Final (PF): Profo Dro Alexander Cordoves</p><p>Data: 25 de Maio de 2021</p><p>DEDICATÓRIA</p><p>(Opcional)</p><p>AGRADECIMENTOS</p><p>(Opcional)</p><p>COMPROMISSO DO AUTOR</p><p>Eu, Juciani Aparecida de Paulo Santos , declaro que:</p><p>O conteúdo deste documento é um reflexo do meu trabalho pessoal e declaro que ante qualquer notificação de plágio, cópia ou falta à fonte original, sou diretamente responsável legal, econômico e administrativo sem afetar o orientador do trabalho, a Universidade e quantas instituições colaboraram no referido trabalho, assumindo as consequências derivadas de tais práticas.</p><p>Assinatura: ___________________________</p><p>[Autorização de caráter voluntário]</p><p>Cidade e data</p><p>Direção Acadêmica</p><p>Pelo presente documento autorizo a publicação eletrônica da versão aprovada do meu Projeto Final sob o título : Educação híbrida, remota e presencial com o uso de telefones celulares e métodos como prática inovadora na educação, no campus virtual e em outros espaços eletrônicos de divulgação desta Instituição.</p><p>Informo os dados para a descrição do trabalho:</p><p>Título</p><p>Educação híbrida, remota e presencial com o uso de telefones celulares e métodos como prática inovadora na educação.</p><p>Autor</p><p>Nome completo do autor :Juciani aparecida de Paulo Santos</p><p>Orientador: Profo Dro Alexander Cordoves</p><p>Resumo</p><p>Este trabalho sugere investigar o uso de telefones celulares na sala de aula e vinculá-lo aos métodos de ensino e aprendizagem. Essas ferramentas são revolucionárias. Precisamos adaptá-las à realidade da educação, o que fornece um grande impulso para a aprendizagem dos alunos. Suas atividades são cognitivas e essa inovação é útil para ambas as partes, traz respostas e contribuições e enriquece a experiência de aprendizagem.</p><p>Programa</p><p>· Citar o nome completo do programa</p><p>Palavras-chaves</p><p>Aprendizagem, educação, tecnologia, inovação</p><p>Contato</p><p>juciani1@hotmail.com</p><p>Atenciosamente,</p><p>Assinatura: ___________________________</p><p>RESUMO</p><p>Esta pesquisa se desenvolveu em torno da temática Educação híbrida, remota e presencial com o uso de telefones celulares e métodos como prática inovadora na educação. Mais especificamente como uma ferramenta inovadora na educação, nos anos finais do ensino Médio. Descrever os benefícios e possíveis desafios da telefonia móvel como ferramenta de ensino no processo de ensino da Escola Estadual Josias Pinto, foi o principal objetivo a que se propôs.</p><p>O marco teórico abordou as temáticas quanto às vantagens e os desafios de se utilizar o Smartphone no processo educativo, a importância que pode ter esse instrumento, tanto para o processo de aprendizagem como sendo utilizado como um recurso avaliativo, e as relações positivas que estes recursos podem situar no processo de ensino-aprendizagem.</p><p>Esta investigação quis saber quais as contribuições que esse aparelho, Smartphone, trouxe para o processo de ensino-aprendizagem dos estudantes, quais os benefícios e possíveis desafios que o Smartphone como ferramenta pedagógica oferece para o processo de ensino hibrido, remoto e presencial. A metodologia utilizada se apropriou da ferramenta de investigação, com questionários que foram aplicados com professores; supervisores pedagógicos, diretores de uma escola estadual.</p><p>Apesar dos desafios deparados para a concretização deste trabalho, acrescidos da pandemia por Covid-19, resultados admiráveis foram coletados, evidenciando que esta experiência pode ser positiva para causar aprendizagens expressivas para os educandos desta etapa.</p><p>Subsídios para apropriar-se de novas aprendizagens com o uso dos telefones, modos expressivos e interativos de instruir-se, probabilidades de novas e eficazes experiências na metodologia educativa, significaram alguns dos principais resultados que puderam ser averiguados.</p><p>O resumo é uma breve síntese da memória do PF. Embora esteja localizado nesta parte do relatório, a versão final deve ser feita assim que a Memória do PF esteja concluída. Esta seção não deve exceder 500 palavras. O resumo deve incluir informações sobre as abordagens teóricas trabalhadas, a estrutura metodológica, bem como os resultados mais importantes e as conclusões mais gerais.</p><p>Os seguintes pontos-chave podem orientá-lo em relação à preparação do resumo e à orden para enunciar seu conteúdo:</p><p>1. Tema ou problema investigado.</p><p>2. Objetivo geral.</p><p>3. Principais abordagens teóricas que suportam a abordagem do problema ou tema de pesquisa.</p><p>4. Metodologia utilizada.</p><p>5. Principais resultados e conclusões</p><p>Palavras-chave</p><p>Termos ou conceitos mais relevantes abordados na investigação (máximo 5). Serve para posicionar o trabalho em contextos específicos e saber quais aspectos são abordados nele.</p><p>ABSTRACT (Opcional, ainda que desejável)</p><p>This research was developed around the theme Hybrid, remote and face-to-face education with the use of cell phones and methods as an innovative practice in education. More specifically as an innovative tool in education, in the final years of high school. Describing the benefits and possible challenges of mobile telephony as a teaching tool in the teaching process at Escola Estadual Josias Pinto was the main objective it set itself.</p><p>The theoretical framework addressed the issues regarding the advantages and challenges of using the Smartphone in the educational process, the importance that this instrument can have, both for the learning process as being used as an evaluative resource, and the positive relationships that these resources have. can be located in the teaching-learning process.</p><p>This investigation wanted to know what contributions this device, Smartphone, brought to the teaching-learning process of students, what benefits and possible challenges that the Smartphone as a pedagogical tool offers to the hybrid, remote and face-to-face teaching process. The methodology used appropriated the research tool, with questionnaires that were applied to teachers; pedagogical supervisors, principals of a state school.</p><p>Despite the challenges faced in carrying out this work, added to the pandemic caused by Covid-19, admirable results were collected, showing that this experience can be positive in causing expressive learning for the students at this stage.</p><p>Subsidies for appropriating new learning with the use of telephones, expressive and interactive ways of instructing oneself, probabilities of new and effective experiences in the educational methodology, were some of the main results that could be verified.</p><p>Keywords</p><p>Tradução das palavras-chave apresentadas na seção anterior</p><p>ÍNDICE</p><p>INTRODUÇÃO	1</p><p>CAPÍTULO 1: MARCO TEÓRICO	9</p><p>1.1.	Educação eficaz usando telefones celulares como ferramenta educacional na sala de aula: benefícios e desafios.	10</p><p>1.1.1. Benefícios do uso de telefones celulares em salas de aula remotas, mistas e presenciais..	14</p><p>1.1.2. Dificuldade em usar telefones celulares em aulas presenciais, remotas e mistas.......	16</p><p>1.2.	 Uma visão profissional da educação tem o potencial de promover a inclusão do aluno e mudar o comportamento do aluno diante de uma perspectiva tecnológica.	18</p><p>1.2.1. Novos conhecimentos de professores: tecnologia digital ……………19</p><p>1.2.2. Competência digital comum com base em currículos nacionais.	22</p><p>1.3.	 Na pesquisa de campo: no Ensino Médio, a presença do celular nas aulas.	23</p><p>1.3.1. Educação usando telefones celulares	25</p><p>1.3.2. O celular- tecnologia no</p><p>Recentemente, os alunos estão enfrentando um desafio ainda maior. Isso ocorre principalmente porque você tem que se adaptar às diferentes lógicas que constituem o seu conhecimento da área.</p><p>Diante dessa maior especialização, é importante reaprender e remodelar o ensino fundamental em diferentes componentes do currículo.</p><p>A cultura digital está em constante mudança e há muito o que aprender com ela. A revolução digital interrompeu os padrões sociais e está em constante evolução. Aos cidadãos que compreendem os direitos e responsabilidades dos alunos que usam computadores e telefones celulares no desenvolvimento de todos os programas, competências e habilidades relacionados à tecnologia, e que continuam a se conectar com outras pessoas de uma maneira saudável graças à tecnologia digital.</p><p>O uso de dispositivos eletrônicos em sala de aula foi proibido há muito tempo. Por exemplo, muitas cidades no Brasil têm legislação em todo o mundo que proíbe completamente o uso de telefones celulares. O processo preparatório do BNCC conclui que o desenvolvimento da tecnologia digital e a tecnologia envolvem um processo evolutivo de educação continuada.</p><p>Confirma o Plano de Diretrizes de Políticas para a aprendizagem móvel da UNESCO (2014, p.14):</p><p>Historicamente, os estudantes esperavam dias ou semanas antes de receberem orientações referentes à sua compreensão de conteúdos curriculares, enquanto que, hoje, as tecnologias móveis, graças às suas características interativas, podem fornecer retorno (feedback) de forma instantânea. Isso permite que os estudantes localizem rapidamente problemas de compreensão e revisem explicações de conceitos importantes.</p><p>Mudanças culturais, sociais e tecnológicas vão além das habilidades cognitivas e aumentam a relevância das habilidades.</p><p>A UNESCO (2014, p.13) lança um guia com 13 bons motivos para usar tecnologias móveis na escola, onde afirma que o emprego: 1 - Amplia o alcance e a equidade da educação. 2 - Melhora a educação em áreas de conflitos ou que sofreram desastres naturais. 3 - Assiste alunos com deficiência. 4- Otimiza o tempo na sala de aula. 5 – Permite que se aprenda a qualquer hora e a qualquer lugar. 6 – Constrói novas comunidades de aprendizagem. 7 – Dá suporte à aprendizagem in loco. 8 – Aproxima o aprendizado formal e informal. 9 – Prever avaliação e feedback imediato. 10 – Facilita o aprendizado personalizado. 11 – Melhora a aprendizagem continua. 12 – Melhora a comunicação. 13 – Melhora a relação custo, benefício da educação.</p><p>No processo de aprendizagem, o ambiente escolar deve tornar o currículo atraente e estimulante ao desenvolvimento intelectual dos alunos. Há alguns anos, só usávamos o celular para enviar e enviar mensagens rápidas, mas hoje são quase funções auxiliares. Temos situações diversas, exigindo amplo uso do celular em cursos a distância e mistos, e a tecnologia mudou a nossa vida, é importante perceber que hoje se tornou uma aliada da educação.</p><p>Um dos maiores desafios associados às novas tecnologias não é apenas fazer com que os alunos se tornem usuários, mas para enriquecer seu aprendizado, eles devem aprender a mudar o que têm em mãos, ao invés de ficarem satisfeitos com o papel de consumidores passivos no desenvolvimento de aplicativos. Outros, geralmente, incentivam o consumo.</p><p>No processo educacional das instituições de ensino, o uso do conhecimento como uma nova tecnologia muda os objetivos de crianças, jovens e adultos. Ao usar telefones celulares como ferramenta educacional, ele pode cultivar a capacidade de raciocínio dos alunos, ensiná-los a pensar sobre diferentes problemas, ajudá-los a desenvolver sua inteligência e cultivar cidadãos que podem fazer mudanças positivas na sociedade.</p><p>1.4. Recursos tecnológicos para a aula construtiva.</p><p>O acesso às tecnologias de informação e comunicação está relacionado, neste sentido, é o direito básico de liberdade e expressão, portanto, os recursos e as ferramentas tecnológicas são importantes ferramentas de desenvolvimento social, economia, cultura e conhecimento.</p><p>No mundo de hoje, o uso de tecnologia é um requisito com uma base sólida. Além disso, nunca houve tanta informação e conhecimento em tão pouco tempo.</p><p>Devido ao rápido desenvolvimento da ciência e tecnologia, a educação precisa estabelecer novos conceitos de ensino. O impacto da nova pandemia de corona vírus tem impactado o uso de novos recursos técnicos, levando à promoção de práticas curriculares em diversos campos.</p><p>O sistema educacional deve capacitar os professores a usar essas tecnologias de forma crítica, promover a inclusão digital e enfatizar a prática educacional nas práticas de ensino. À medida que a tecnologia móvel se torna mais comum no dia a dia dos alunos de escolas em todo o país, os administradores escolares estão tentando usar esse dispositivo popular para diferentes fins de ensino e aprendizagem (Moura, 2010).</p><p>O dispositivo móvel envolveu o espaço escolar e passou a ser objeto de discussão. Muitos educadores criticaram a existência do aparelho em sala de aula, alegando que o aparelho competia com suas atividades de ensino, mobilizando, assim, os aplicativos dos alunos.</p><p>Enquanto o professor está ensinando, os alunos serão distraídos por jogos, mensagens instantâneas ou outros aplicativos. Por outro lado, é quase impossível evitar que os alunos usem este dispositivo.</p><p>Segundo Lévy (1996), a era atual das tecnologias de informação e comunicação está estabelecendo uma nova concepção de mundo substituindo os princípios, valores, processos, produtos e ferramentas que mediam o comportamento humano ao meio ambiente.</p><p>Com o advento dos recursos tecnológicos, os alunos são obrigados a se adaptar a novas atitudes na educação em relação às práticas educacionais. Se este recurso o levar a aprender, ensinar e repassar conhecimentos e vice-versa.</p><p>Portanto, as escolas precisam praticar o ensino usando uma variedade de habilidades de forma significativa, a fim de associar, identificar e desenvolver estratégias de construção de conhecimento que ajudem a melhorar as qualificações básicas.</p><p>Saber reconhecer, expressar e criar os seus próprios compromissos, sobretudo para se dar tempo para agir e viver em sociedade.</p><p>O uso do celular é um aliado educacional e de aprendizagem. O ambiente de aprendizagem não é mais apenas uma sala de aula, mas em todos os lugares, incluindo áreas remotas, coeducação, educação em sala de aula e simultaneidade de educação virtual / digital. As tecnologias digitais incluem tecnologia da informação, computadores, cibernética e conectividade.</p><p>Os dispositivos móveis tornaram-se poderosas ferramentas de produtividade que podem criar novas formas de interação, integrar novas práticas educacionais e se estender a todo o mundo educacional (Moura, 2008a).</p><p>A internet não muda o processo de educação e aprendizagem, mas as mudanças de atitude em relação à educação se refletem na vida. As escolas em todo o mundo devem ter uma atitude fundamental em relação ao uso ativo dos telefones celulares.</p><p>Recursos técnicos para salas de aula construtivas. Nas escolas, essas práticas podem ser aprimoradas e desenvolvidas a partir da experiência e do uso do sistema, e podem ser realizadas de forma que o diálogo, a troca de experiências, as discussões, as simulações, as pesquisas e as traduções sejam realmente dedicadas à nova construção.</p><p>1.4.1. Uso de telefones celulares como recursos de tecnologia digital em sala de aula e no processo de ensino-aprendizagem</p><p>Como a educação presencial foi suspensa em todas as instituições educacionais em todo o país devido à nova pandemia de infecção por coronavírus (COVID-19), o ambiente de ensino à distância está evoluindo. As plataformas digitais (por exemplo, Google Meet, Google Classroom via Zoom) tornam a organização dos cursos praticamente possível.</p><p>Assim, no caso de (Moran, 2013), as escolas precisam empurrar o mundo da educação para transformá-lo em um espaço de aprendizagem significativo que permita aos alunos construir conhecimentos de forma autônoma. É importante enfatizar que os alunos</p><p>devem ter a oportunidade de desenvolver o pensamento crítico e fazer pesquisas sobre o tema da formação do aluno.</p><p>No entanto, as escolas precisam se adaptar a essas inovações para usar o ciberespaço para fornecer aos professores novas estratégias de ensino.</p><p>Pereira (et al, 2018) define esta "[...] metodologia para o estudo de fenômenos e processos sociais individuais." Nesse sentido, sabemos que as classes ficam adormecidas durante os períodos de isolamento social. Porém, para não faltar à escola, a sala de aula virtual foi uma opção educacional.</p><p>Segundo (Pereira 2007), os Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVAs) incluem opções de multimídia que são utilizadas para mediar o ensino a distância. Porque (Solange, 2017), em um mundo em mudança, a educação precisa ser muito mais flexível, integrada, digital, dinâmica e diversa.</p><p>Os professores usam vários aplicativos para preparar documentos, vídeos do YouTube, câmeras de telefones celulares ou celulares, apresentações em PowerPoint e muito mais.</p><p>Porém, a conexão é bem-sucedida e os participantes do curso podem ingressar no curso em seus celulares sem sair de casa, evitando o risco de contrair o vírus COVID-19. A educação construtivista promove o pensamento crítico e incentiva os alunos ativos. Lá, os alunos podem usar suas experiências anteriores para ajudar a melhorar e aprimorar sua interpretação.</p><p>(Schiehl & Gasparini, 2016) também menciona outros aplicativos importantes que compõem o G Suite for Education para complementar a capacidade da plataforma de armazenar, salvar e comentar automaticamente os dados em arquivos compartilhados.</p><p>Os professores não precisam de YouTuber ou qualificação técnica para se preparar para o curso. Portanto, é importante que os professores aprimorem o Google Sala de aula e a ferramenta do Google Meet, o App Zoom, para educar com eficácia os alunos do ensino fundamental.</p><p>Nessa perspectiva, a aula construtivista ao uso do celular em sala de aula como ferramenta pedagógica, assim,o ensino é realizado a partir de aulas sincronizadas, que permitem aos atores discutir regras de linguagem, vídeos, comentar exercícios, interagir por meio de microfones ou câmeras conectadas, chat e outras estratégias em tempo real.</p><p>Os participantes estabelecem métodos alternativos de comunicação construtiva. Em nosso mundo interconectado, podemos aprender a qualquer hora, em qualquer lugar.</p><p>O ensino com nova tecnologias também depende da habilidade de cada um de nós, assim, aprende de uma forma mais aberta, profunda, compartilhada e gratificante. Portanto, o uso da tecnologia se tornará um modo de vida para todos, mesmo quando retornarem as aulas presenciais.</p><p>Juntamente com a alta disponibilidade de recursos digitais, a geração atual de alunos está influenciando cada vez mais o mundo digital.</p><p>Gerações nativas digitais mostraram facilidade de uso dessa forma.</p><p>Portanto, é necessário mudar a prática educativa no sentido de investigar recursos técnicos que proporcionem vivência prática das competências buscadas e, ao mesmo tempo, criar condições para aproximar a teoria da prática e aprimorar a experiência.</p><p>A educação construtivista é um método educacional interessante. Principalmente porque os alunos estão sempre envolvidos em atividades que lhes interessam e têm uma relação mais próxima com seus professores.</p><p>Mas isso por si só não é um problema em pensar em ser entregue em vez de positivo ou negativo. Cortes também argumenta (2009, p. 18) “Atualmente, não podemos mais adiar o encontro com as tecnologias; passíveis de aproveitamento didático, uma vez que os alunos voluntários e entusiasticamente imersos nestes recursos – já falam outra língua, pois desenvolveram competências explicitadas para conviver com elas”.</p><p>Portanto, na era da informação, os telefones celulares revolucionaram a forma como a sociedade trabalha, estuda, aprende e brinca.</p><p>Os telefones celulares têm sido uma das tecnologias de comunicação de crescimento mais rápido (CAMPBEL, 2006), e a maioria dos telefones celulares agora tem recursos de PC desde a década de 1990 (PRENSKY, 2004). O uso de telefones celulares como um recurso de tecnologia digital no processo de ensino-aprendizagem em sala de aula enfatiza os elementos positivos do uso do telefone celular na tecnologia educacional, promove o ensino-aprendizagem de alunos, motiva alunos e alunos.</p><p>Está incluído na população de tecnologia e forma um relacionamento com aulas relacionadas a métodos de aprendizagem e métodos educacionais incluem conteúdo que torna os telefones celulares essenciais para seu público jovem. Assim, os professores podem precisar concordar em promover o uso de telefones celulares como meio de tecnologia, reconhecer as vantagens dessas tecnologias, saber como usar essas ferramentas em sala de aula e obter conhecimento da informação.</p><p>Por fim, um desafio para os professores ao usar esta ferramenta ou analisar pontuações negativas é ser considerado um telefonema por alguns professores. Os telefones celulares distraem os alunos e reconhecem que muitos desses aspectos se desdobram em torno da familiaridade com as habilidades de ensino do professor e reconhecem a importância de treinar os professores para usar essas habilidades. Esta técnica é usada em sala de aula.</p><p>Também é importante como os professores dominam esse uso e trabalham com os alunos para atingir seus objetivos de aprendizagem e garantir que eles não sofram com a sala de aula. No caso de Antônio (2010), “A causa da distração dos alunos é o desinteresse pela sala de aula e não existe a existência pura e simples do celular”.</p><p>Desse ponto de vista, o professor precisa realmente pesquisar o suficiente e fornecer todas as informações para ter certeza de que ele está por perto, o que está acontecendo e como coletar informações. Essas informações são coletadas pelo aluno.</p><p>Portanto, neste cenário em que você compartilha ideias e troca experiências, faz sentido usar o telefone como uma ferramenta de aprendizado.</p><p>1.4.2. Os telefones celulares estão sendo considerados de forma construtiva.</p><p>Qualquer coisa nova levanta questões para os resultados principais. É importante pensar nos recursos técnicos e na sua utilização tanto na formação prática como na educação e aprendizagem. Computadores, tablets e dispositivos móveis (celulares e smartphones) à medida que a tecnologia avança. A Internet cresce com grande expressão, rompendo barreiras de conhecimento e proporcionando novos conhecimentos a alunos e professores por meio de computadores e celulares, criando um estilo de aprendizagem independente, há participação e reciprocidade entre as crianças em desenvolvimento.</p><p>Nesse caso Moran (1999, p. 19) comenta que:</p><p>Ensinar utilizando a internet exige uma forte dose de atenção do professor. Diante de tantas possibilidades de busca, a própria navegação se torna mais sedutora do que o necessário trabalho de interpretação. Os alunos tendem a dispersar-se diante de tantas conexões possíveis e de endereços dentro de outros endereços, de imagens e textos que se sucedem ininterruptamente.</p><p>Porém, quando bem planejada, a interação entre alunos e recursos é muito importante. É claro que o potencial dessas novas tecnologias está começando a atrapalhar o comportamento de todos os alunos. Portanto, o professor deve estar atento ao uso dessa tecnologia e abrir diversas possibilidades para o desenvolvimento do conhecimento aos alunos. Sua forma de pensar, agir e criar com responsabilidade aumenta a qualidade e a reputação do desenvolvimento educacional.</p><p>Para Queiróz (et al, 2014, p. 2) “Essa transformação no plano de ensino promoverá ao discente a construção do conhecimento em qualquer hora e local conforme seu ritmo, promovendo o aprendizado com autonomia”.</p><p>Almeida (2007, p.165) enfatiza:</p><p>[…] a integração de tecnologias na educação permite romper com as paredes da sala de aula e da escola, integrando-se à comunidade que a cerca, à sociedade da informação e a outros espaços produtores de conhecimento. Ao usar as TICs para aproximar o</p><p>objeto de estudo da vida cotidiana, gradativamente se desperta no aprendiz o prazer para leitura e escrita como representação do pensamento, viabilizando a constituição de uma sociedade de escritores aprendentes.</p><p>O celular como ferramenta educacional proporciona novas experiências e oportunidades sociais nas seguintes formas: Simulação virtual (atividade que auxilia na formação de profissionais); Mensagens instantâneas (agora um aplicativo de mensagens de texto como o Whatsapp); Jogos digitais (muitos jogos para fins educacionais); Redes sociais (perfil online, Facebook, Instagram); Crie e compartilhe conhecimento e informações (blogs, wikis, podcasts, e-portfólios, e-books, etc.)</p><p>Nessa perspectiva, os professores buscam estimular e promover a aprendizagem de forma reflexiva por meio da mediação do curso. Assim, os professores orientam e arbitram à sua maneira a aquisição de conhecimentos e integram todo um processo de desenvolvimento.</p><p>Por meio da inovação tecnológica, você pode trabalhar com eles para atender alunos, escolas e comunidades, desenvolvendo níveis inovadores de aprendizagem.</p><p>CAPÍTULO 2: METODOLOGIA</p><p>Este capítulo apresenta a metodologia usada para conduzir esta pesquisa e descreve os dados, tipos de pesquisa, registros e ferramentas usadas para coletar os participantes. A investigação está dividida em duas etapas. Pesquisa e pesquisa qualitativa. Usar técnicas de estudo de caso em procedimentos de coleta de dados, atores sociais e análise de resultados.</p><p>Em estudos bibliográficos de características do problema, objetivos, pressupostos, caminhos teóricos e metodológicos, segundo Piana (2009). Este estudo de caso tem como objetivo investigar os benefícios e desafios que os telefones celulares como ferramenta educacional trazem aos alunos no processo de aprendizagem educacional e quais métodos de ensino podem ser implementados na perspectiva de alunos e professores. Ele se concentra no impacto que a tecnologia pode ter nas vidas das escolas e das partes interessadas.</p><p>2.1. Enfoque metodológico	Comment by Alexander Cordovés: Aquí deves te focar na justificação da escolha por uma determinada metodologia: quantitativa, ou qualitativa ou mista. Não inclui, por exemplo, falar sobre estudo de caso</p><p>Este capítulo apresenta uma forma de realizar esta pesquisa para compreender os fenômenos do uso do telefone celular nas escolas o que nos levou a um estudo qualitativo e motivador. Para o sucesso da pesquisa, a escolha do método científico e das medições sistemáticas são essenciais para certificar os resultados produzidos (LAKATOS e MARCONI, 2007). Nessa perspectiva, do ponto de vista de sua caracterização, o presente trabalho é: Está dividido em estudos caracterizados por estudos de mutação, análise de literatura e estudos qualitativos.</p><p>” Envolve o objetivo em analisar os benefícios e os desafios que o celular como ferramenta de ensino traz aos alunos no processo de ensino”.Thiollent (2009) aponta que a pesquisa aplicada se concentra em questões pertencentes a organizações, instituições, comunidades, etc. Estou procurando uma solução para uma necessidade definida. Segundo Minayo (2004), “procura descrever, compreender, explicar e analisar a realidade social, dirigindo-se a contextualizações relacionadas aos aspectos culturais, históricos, sociais e estruturais”.</p><p>Como Malhotra (2001, p. 155) definiu de forma abrangente essa abordagem porque as duas se complementam, "a pesquisa qualitativa ajuda a compreender e compreender melhor o contexto do problema. No entanto, a pesquisa quantitativa se esforça para quantificar e compreender os dados. Aplicar qualquer forma de análise estatística no contexto do problema.” Segundo Wainer (2007), relacionado à pesquisa quantitativa. Os estudos referenciados no estudo podem ser ditos baseados em medidas de variáveis ​​objetivas (geralmente numéricas) com ênfase na comparação de resultado, e métodos detalhados de tais métodos estatísticos.</p><p>A pesquisa qualitativa visa compreender e aprofundar os fenômenos descobertos do ponto de vista do participante por meio da relação entre o ambiente natural e o contexto (Sampieri; Collado; Lucio, 2013). Cassel e Symon (1994) acrescentam que a pesquisa qualitativa se concentra no explicativo e no subjetivo. Outro aspecto da expressão da pesquisa qualitativa é a análise de dados, e a tendência a seguir é o processo indutivo. Para atingir os objetivos enunciados, o estudo é descritivo, uma vez que o interpreta analiticamente e constrói dados para análise descritiva para aprofundar nas bolsas obtidas.</p><p>Um dos desafios desta pesquisa é encontrar a maneira certa de entender como o uso do telefone celular pode contribuir para os currículos em sala de aula, ensino à distância e educação mista.</p><p>Alves-Mazzotti (2006, p.13) define um estudo de caso em um contexto mais amplo como “uma investigação em profundidade de uma unidade específica, selecionados e situado segundo critérios pré-determinados, utilizando múltiplas fontes de dados de modo a oferecer uma visão holística do fenômeno estudado”. Isso mostra que o estudo foi realizado em uma escola onde os alunos usam o celular.</p><p>Análise do fenômeno pesquisado “Isso demonstra que os alunos precisam fazer pesquisas nas escolas usando telefones celulares.</p><p>Primeiramente, foram realizados estudos de caso por meio de levantamento bibliográfico para atender ao referencial teórico.</p><p>Em segundo lugar, os métodos usados ​​para analisar os dados, como aplicação de observações diretas, registro de campo e pesquisas para alunos, professores, alunos e supervisores.</p><p>A escola pública é selecionada com base nos critérios para o propósito da escola de pesquisa.</p><p>Os telefones celulares podem ser usados ​​para fins educacionais durante as epidemias.</p><p>Com professores e superintendentes de escolas em sessões presenciais de ensino à distância híbrido.</p><p>2.2. Tipo de estudo</p><p>A abordagem metodológica da pesquisa é a do estudo de caso como metodologia qualitativa, que é um projeto de pesquisa comportamental participativa. Pesquisas relevantes são qualitativas e estimulam a experiência do entrevistado ao coletar respostas pré-impressas a questionários, incluindo respostas a perguntas. Seja objetivo, subjetivo e bem preparado com seu público de alunos, professores e supervisores.	Comment by Alexander Cordovés: Isso vai na seção anterior</p><p>A pesquisa qualitativa (...) envolve a obtenção de dados descritivos sobre pessoas, lugares e processos interativos pelo contato direto do pesquisador com a situação estudada, procurando compreender os fenômenos segundo a perspectiva dos sujeitos, ou seja, dos participantes da situação em estudo (GODOY, 1995, p.58).</p><p>A escolha do estudo de caso se deu devido às diferenças entre o local e os sujeitos participantes deste estudo.</p><p>Observação direta com os participantes do estudo usando questionários (Yin, 2010) Este estudo tem como objetivo fornecer uma análise completa e abrangente de situações específicas. Quem disse: "Quais são os benefícios e desafios potenciais que os telefones celulares podem trazer para o currículo como ferramenta educacional?" Este estudo abrangeu a seleção e direcionamento de estudos de caso baseados em sites.</p><p>A escolha dos estudos de caso resultou de observações de campo e do uso de questionários aos participantes (YIN, 2010). Este estudo é definido como um estudo de caso, e os dados técnicos dos entrevistados podem ser obtidos por observação direta, para que os pesquisadores entendam e analisem o fenômeno.</p><p>A pesquisa pode ser organizada nas seguintes etapas. Defina o problema da investigação. Exploração de dados, análise contextual (variáveis), soluções de problemas / conclusões.</p><p>O objetivo é criar alfabetização móvel na educação híbrida, remota e presencial como uma ferramenta de aprendizagem e analisar os benefícios e desafios que os telefones celulares como ferramenta educacional trazem aos alunos para o programa. Existem também recursos de estudo de caso.</p><p>A intenção sugerida pela análise é que</p><p>ela aponte para sua própria fonte de informação (alunos, professores, supervisores e celular). Os alunos dão vida ao TDIC e se tornam um de nossos estudos.</p><p>2.2.1. Pesquisa – ação	Comment by Alexander Cordovés: Então, é estudo de caso ou pesquisa-ação?</p><p>É importante entender que a pesquisa comportamental é um dos muitos tipos de pesquisa. A pesquisa comportamental, um termo amplo para um processo ao longo do ciclo, pode melhorar a prática por meio de uma transição sistemática entre a prática e a pesquisa no campo da prática.</p><p>O objetivo da pesquisa comportamental é planejar, implementar, interpretar, avaliar mudanças, melhorar e resolver problemas ou definir problemas na prática.</p><p>Por exemplo, a solução de problemas inclui a identificação do problema, o planejamento da solução, a implementação, o monitoramento e a determinação inicial da eficácia. Mais importante ainda, são realizados estudos comportamentais que se aplicam a objetivos, práticas, participantes, situações, facilitadores e restrições.</p><p>Elliott (1994) confirma isso, entretanto, que os profissionais simplesmente aplicam a teoria da "preparação" (fornecendo os recursos necessários para que os teóricos acadêmicos se desenvolvam para refletir as práticas de pesquisa comportamental).</p><p>Em vez disso, sugerimos definir o problema por meio da aplicação. Em uma síntese maravilhosa da teoria da pesquisa comportamental, Somekh (2003, p. 260) explica que isso significa que o atendente "possui pessoalmente" a teoria dos outros.</p><p>Em essência, a necessidade de pesquisa comportamental funciona dentro das práticas e áreas de pesquisa um tanto distintas da prática de pesquisa científica geral. A pesquisa comportamental é um método de pesquisa social que permite aos pesquisadores procurar problemas em seu ambiente social ou profissional e encontrar soluções em outros participantes.</p><p>Vergara (2007, p. 49), constrói o seguinte conceito: “Pesquisa-ação é um tipo particular de pesquisa participante e de pesquisa aplicada que supõe intervenção participativa na realidade social. Quanto aos fins é, portanto, intervencionista"</p><p>Thiollent (1996) define a pesquisa-ação como sendo:</p><p>.</p><p>[...] um tipo de pesquisa social com base empírica que é concebida e realizada em estreita associação com uma ação ou com a resolução de um problema coletivo e no qual os pesquisadores e os participantes representativos da situação ou do problema estão envolvidos de modo cooperativo ou participativo.</p><p>Como tal, a pesquisa-ação é uma forma de investigação social na qual os pesquisadores se comunicam com as partes interessadas para resolver os problemas descobertos e formular estratégias para resolvê-los. Thiolent (1988, p. 16) afirma que esta abordagem de pesquisa-ação é: Coleta de dados simples ou relatórios para arquivamento.</p><p>E se Através do trabalho de pesquisa, os pesquisadores pretendem ter um papel ativo na realidade dos eventos observados.</p><p>Assim, o autor define alguns aspectos que a identificam:</p><p>a) Há uma ampla e explicita interação entre pesquisadores e pessoas</p><p>implicadas na situação investigada;</p><p>b) Desta interação resulta a ordem de prioridade dos problemas a serem</p><p>pesquisados e das soluções a serem encaminhadas sob forma de ação concreta;</p><p>c) O objeto de investigação não é constituído pelas pessoas e sim pela</p><p>situação social e pelos problemas de diferentes naturezas encontrados nesta situação;</p><p>d) O objetivo da pesquisa-ação consiste em resolver ou, pelo menos, em esclarecer os problemas da situação observada;</p><p>e) Há, durante o processo, um acompanhamento das decisões, das</p><p>ações e de toda a atividade intencional dos atores da situação;</p><p>f) A pesquisa não se limita a uma forma de ação (risco de ativismo):</p><p>pretende-se aumentar o conhecimento dos pesquisadores e o conhecimento ou o “nível de consciência” das pessoas e grupos considerados.</p><p>Uma metodologia de pesquisa-ação permite que os pesquisadores compartilhem, identifiquem problemas juntos e determinem estratégias para resolvê-los. Essa abordagem requer o envolvimento das partes interessadas, mas não significa que todos os estudos participantes incluam estudos comportamentais (Thiollent, 2011; Thiollent, 1987).</p><p>Em vista do exposto, os cientistas podem usar a pesquisa comportamental para analisar e detalhar os fatos que a cercam.</p><p>2.2.1.1 Fontes de evidência e os instrumentos de coleta.	Comment by Alexander Cordovés: Não entendi por que isto aqui. Tudo o que tem a ver com coleta de dados vai na seção 2.4</p><p>Durante o desenvolvimento de pesquisas teóricas, artigos científicos e periódicos, analisamos as legislações aplicáveis ​​ao objeto de pesquisa, fornecemos algumas definições do objeto do ponto de vista do autor, também servem como base de investigação. Avalie a aplicabilidade do método neste estudo de caso, levando em consideração a necessidade de coleta de informações para análise final. Uma escola que acompanha os avanços tecnológicos.</p><p>As propostas de pesquisa são apresentadas primeiro aos professores, depois aos funcionários do governo, leitores superintendentes e pais, que analisam os possíveis procedimentos sob os quais a investigação pode ser conduzida e, em seguida, autorizam o experimento.</p><p>Compreender a mobilidade do uso do telefone no contexto da educação como uma educação através da realização de pesquisa exploratória qualitativa, incluindo educação e sugestões para as séries 1°, 2° e 3° ano do Ensino Médio para um estudo adequado.</p><p>A ferramenta já está implementada. Portanto, indica a necessidade de utilização de duas técnicas, uma base teórica e uma técnica prática composta por estudos de caso e estudos comportamentais.</p><p>A pesquisa comportamental visa promover o comportamento no campo da prática da mesma forma que a pesquisa e mostrar alguns atributos da prática atual e da pesquisa científica.</p><p>Nesse contexto, Thiollent (2011, pp. 22-23) enfatiza alguns aspectos importantes da pesquisa comportamental como estratégia metodológica para a pesquisa social.</p><p>i) ampla e explícita interação entre pesquisadores e pessoas implicadas na situação investigada;</p><p>ii) desta interação resulta a ordem de prioridade dos problemas a serem pesquisados e das soluções a serem encaminhadas sob forma de ação concreta;</p><p>iii) o objeto de investigação não é constituído pelas pessoas e sim pela situação social e pelos problemas de diferentes naturezas encontrados nesta situação;</p><p>iv) o objetivo da pesquisa-ação consiste em resolver ou, pelo menos, em esclarecer os problemas da situação observada; v) durante o processo há um acompanhamento das decisões, das ações e de toda a atividade intencional dos atores da situação;</p><p>v) a pesquisa não se limita a uma forma de ação (risco de ativismo): pretende-se aumentar o conhecimento dos pesquisadores e o conhecimento ou o “nível de consciência” das pessoas e grupos considerados.</p><p>As propostas de pesquisa foram apresentadas primeiro aos professores da sala de aula, depois aos gerentes, equipe de treinamento e pais que aprovaram o estudo após analisar como o estudo foi conduzido. Podemos cooperar tanto quanto possível.</p><p>O estudo será realizado no município de Nova Ponte, estado de Minas Gerais no Brasil. Os métodos selecionados, além de propiciarem desenvolvimento, trazem implicações educacionais para as diversas percepções analisadas no âmbito da sua utilização, proporcionando, assim, a análise e os resultados obtidos no estudo, que se complementam.</p><p>Incorporar telefones celulares na educação como um recurso de tecnologia pode melhorar a reflexão e novos métodos educacionais.</p><p>As atividades realizadas seguem a apresentação do estudo, a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido pela direção da escola, a responsabilidade pela aprovação do estudo e a capacidade de cooperar tanto quanto possível para a aprovação e realização do experimento.</p><p>A Escola Estadual Josias Pinto-EEJP, a escola está localizada na cidade de Nova Ponte, Minas Gerais, Brasil. Foi usada para pesquisa onde os sujeitos da pesquisa foram alunos do ensino médio, professores, supervisores e diretor.</p><p>Recrutamos 15 professores, 3 supervisores e 60 alunos do ensino médio de diferentes disciplinas para acomodar nossas ferramentas de pesquisa.</p><p>No entanto, deve ser explicado que o tópico da discussão acima ocorreu de forma aleatória.</p><p>Para torná-lo mais organizado, primeiro estou tentando apresentar uma proposta de pesquisa para professores e supervisores.</p><p>Em seguida, com base na abordagem do processo de levantamento, passou por uma análise minuciosa para possibilitar a vivência e contribuir para a permissão para a ação.</p><p>Uma nova conversa foi então iniciada por meio do aplicativo Zoom para conduzir a investigação. Como todas as escolas estavam trabalhando remotamente durante a pandemia de COVID-19 na época, fornecemos um questionário para avaliar a educação anterior.</p><p>Nesta conversa, abordamos os objetivos da pesquisa, a importância do trabalho e da instrução em sala de aula para o desempenho no século XXI. Mostre alguns aspectos da importância do uso da eletricidade. Treinamento híbrido à distância presencial.</p><p>O seguinte é definido como uma semana de aulas mencionadas na pesquisa. O conteúdo da pesquisa com os professores gerou conversas que introduziram o equipamento de pesquisa e permitiram que os professores respondessem livremente. Após a publicação do estudo, a maioria dos especialistas agora o aceita e diz que acha o assunto muito interessante.</p><p>Segundo Richardson (1985, p.142), geralmente os questionários cumprem pelo</p><p>menos duas funções: descrever as características e medir determinadas variáveis de um grupo social: Outra função importante do questionário é medir as variáveis individuais e grupais.</p><p>Os alunos ficaram muito interessados ​​em participar da amostragem e tiveram muitas dúvidas sobre como esse dispositivo poderia ser usado como uma ferramenta educacional em sala de aula. Este tópico atraiu grande interesse dos alunos que participaram do estudo e dizem que é muito empolgante enquanto enfrentamos a pandemia COVID-19.</p><p>2.2.1.2. Sujeitos da pesquisa	Comment by Alexander Cordovés: Isto vai na descrição do contexto…</p><p>Alunos das séries 1°, 2° e 3° do ensino médio da EEJP participaram da pesquisa. As escolhas dos alunos baseiam-se no fato de que cerca de 98% dos alunos possuem telefone celular (MOURA, 2010) e estudam no período da manhã.</p><p>Professores: os educadores selecionados que participaram dos estudos, trabalham com as turmas do ensino médio no período da manhã.</p><p>Supervisor: a escolha do supervisor foi feita por contato direto com os participantes do estudo.</p><p>Equipe de Gestão - O Conselho de Administração foi escolhido para se beneficiar de competências de ensino e aprendizagem para garantir a coordenação entre conselheiros, educadores e alunos.</p><p>2.3. Descrição do contexto, dos participantes ou população e o período em que a pesquisa foi realizada</p><p>O tema que escolhi na seção de dissertação mostra o que acontece na Escola Estadual Josias Pinto, escola onde trabalho como professora. Estou interessada nas opiniões dos professores sobre os alunos que usam telefones celulares em sala de aula. Nesse cenário, a profunda congruência de conhecimentos sobre o uso de novas técnicas educacionais entre professores e alunos ressalta uma das realidades de que as escolas restringem o manuseio e o uso de energia elétrica devido ao uso da energia elétrica.</p><p>Em sala de aula, os professores registraram muitos incidentes relacionados ao uso de telefones celulares pelos alunos durante as aulas.</p><p>Do outro lado analisado para o uso do celular, há registros de um ou mais alunos utilizando o celular durante as aulas em todas as disciplinas. A maioria dos alunos neste período, especialmente passando pela epidemia de Corbito-19, está usando telefones celulares como ferramentas de aprendizagem.</p><p>Para saber o que pensam sobre o uso do celular durante as aulas nas conversas com educadores e alguns professores, alguns utilizam meios eletrônicos específicos para a educação. Exibição de dados, PowerPoint, YouTube, pesquisa na Internet se comunica via Google Translate, dicionários online, câmeras e redes sociais como Instagram e e-mail, msm, facebook, whatsapp. Eles pretendem treinar para fins educacionais, principalmente em sala de aula, para melhor aproveitar esses recursos. E outra parte da professora não acredita nos aspectos positivos do uso do celular para a aprendizagem.</p><p>Este modelo deve levar em consideração o uso ideal de TDIC nas escolas para desenvolver a aprendizagem dos alunos e a precisão do treinamento e planejamento de professores ao usar TDIC em um ambiente escolar.</p><p>Portanto, há a necessidade de explorar novos métodos de ensino e formação prática, para ampliar a possibilidade de reduzir a relação entre tecnologia e equipamentos na formação do conhecimento entre professores e alunos, e adaptá-la ao uso do telefone celular na sala de aula.</p><p>Na observação do cotidiano dos alunos, emergiu um tópico que analisa os benefícios e desafios que o celular como ferramenta educacional traz aos alunos para atender aos conhecimentos e expectativas que eles trazem para a escola.</p><p>Durante a pandemia, todos os professores, alunos, pais e pais usam telefones celulares. Ele não é mais o vilão da história, mas o material que mais todos usam.</p><p>Nesta reflexão, os telefones celulares de hoje são usados ​​em todos os aspectos da vida diária dos alunos e como auxiliares de ensino.</p><p>2.3.1. Contexto Educacional</p><p>As atividades desenvolvidas para este estudo foram realizadas em uma escola pública estadual da zona urbana. Esta prática foi desenvolvida no Brasil no Estado de Minas Gerais especificamente no município de Nova Ponte.</p><p>A escolas pesquisadas é uma instituição que precisa cumprir regras e atingir metas estabelecidas principalmente por agências governamentais, pois são mantidas pelo governo estadual, onde estes enviam verbas para suas despesas, no entanto é mantida e administrada pelo Poder Público.</p><p>E o desígnio desta pesquisa é dirigida pela abrangência de que os usos de tecnologia por meio de ferramentas tecnológicas disponíveis pela internet e fortalecer o vínculo entre o espaço escolar e a comunidade, através de uma ação extensionista, possam sedimentar a importância do ensino híbrido, remoto e presencial, em que o aluno leva para o seu entorno, para o espaço onde vive, o que foi aprendido, discutido, refletido na sala de aula virtual do AVA.</p><p>2.3.2. Caracterização da escola investigada – EEJP</p><p>A outra escola selecionado a foi a EEJP, a Escola Estadual Josias Pinto primeiro e segundo graus criado pela lei federal 3.610 de 30/11/65 autorizado pela portaria nº 61 de 09/03/66, localizada na Rua Professor Djalma Alvarenga de Oliveira, 901 cidade de Nova Ponte, Minas Gerais, Brasil. Escola da rede Pública Estadual, sendo considerado de médio porte, regularizada com apoio da SRE UBERLÂNDIA .</p><p>O colégio conta com as seguintes instalações: Prédio de dois andares, Laboratório de Informática, Quadra de Esporte Coberta, Quadra de Esporte Descoberta, Possui Cozinha, Biblioteca, Banheiro, Secretaria, Refeitório, Pátio Coberto, Área Verde, TV,40 computadores(es),15 salas utilizadas, Internet.</p><p>A escola funciona em 03 (três) Turnos – matutino, vespertino e noturno, no Ensino Fundamental que compreende os 6º, 7º, 8º e 9º anos e no Ensino Médio que compreende o 1º, 2º e 3º ano. Oferece ainda Educação de Jovens e Adultos (EJA) divididos em três níveis, correspondentes ao ensino de 6ª a 8º ano (Nível I), 1º e 2º ano do ensino médio (Nível II) e o 3º ano do ensino médio (nível III).</p><p>O público atendido pela escola vem de todas as classes sociais, os pais trabalham principalmente nas indústrias primária e terciária, porque não há quantidade de indústrias expressivas atendendo toda a população com oportunidades de emprego.</p><p>Em 2021, a instituição atende 183 alunos do ensino fundamental II (da 6ª à 9ª série). O Ensino Médio, tem um total de 464 alunos, O EJA possui 92 alunos tem 70 funcionários,43 professores, 3 supervisores pedagógicos e 1 diretor. Os outros funcionários são divididos por setores como: administrativos, secretaria,</p><p>limpeza, merenda.</p><p>Nosso objetivo é ajudar os alunos a construir uma educação de qualidade usando os métodos e hábitos de estudar diariamente. Os alunos aprendem como orientar seu aprendizado de forma criativa. Os professores são obrigados a permitir horários específicos para esclarecer suas suspeitas, descobrir problemas pessoais e eliminar dúvidas quando necessário, sob a direção de gestores, professores e docentes. Todos os alunos decidiram oferecer uma educação de qualidade, preparando os alunos para a vida urbana e proporcionando melhores oportunidades de treinamento para o mercado de trabalho.</p><p>O público-alvo são as classes alta, média e baixa, algumas famílias têm boa qualidade de vida, outras têm qualidade de vida ruim, baixo poder aquisitivo. Os alunos desta escola se distinguem não só pela classe social, mas também pela raça e cultura, e são negros, brancos, pardos, gays, heterossexuais e alunos com problemas de dependência química e necessidades especiais. A escola tem um espaço para todos entrarem.</p><p>Conforme mencionado acima, a escola possui 15 turmas de ensino médio, das quais 2 turmas por série foram selecionadas para participar da pesquisa.</p><p>Para acessar os membros da pesquisa, 180 alunos, 10 professores e 2 supervisores participaram da pesquisa.</p><p>2.4. Estudo-descrição dos procedimentos metodológicos</p><p>Os esforços para entender o uso do telefone celular nas escolas nos levaram a uma pesquisa qualitativa. A pesquisa qualitativa segundo Alves-Mazzotti (2006, p.13), em argumento mais ampliado define Estudo de Caso como “uma investigação em profundidade de uma unidade específica, selecionados e situado segundo critérios pré-determinados, utilizando múltiplas fontes de dados de modo a oferecer uma visão holística do fenômeno estudado”.</p><p>A realidade em que vivemos corresponde a um mundo em constante mudança, e os professores neste mundo estão passando por um processo de mudança.</p><p>Nesse sentido, esta pesquisa se refere às opiniões de professores, gestores e alunos que utilizam o celular como ferramenta educacional.</p><p>Como uma ferramenta educacional eficaz nas disciplinas do ensino médio, as vantagens e os desafios dos telefones celulares usados ​​no treinamento prático devem ser analisados ​​com base em métodos qualitativos.</p><p>Portanto, a inovação é uma promessa que vai além de como os alunos usam seus telefones celulares no dia a dia escolar.</p><p>Portanto, você deve estar ciente de que o uso do celular em sala de aula gera muito debate sobre os possíveis benefícios do uso do celular como ferramenta de educação. Professores sobre as interações com os alunos.</p><p>De acordo com as hipóteses do referencial teórico, é realizada uma investigação bibliográfica.</p><p>Em segundo lugar, para a análise dos dados, utilizam-se ferramentas como a observação direta como palco de estudos de caso e estudos comportamentais através da utilização de "entrevistas estruturadas" e aplicações de inquérito aos alunos, com fins exploratórios baseados na investigação por abordagem qualitativa.</p><p>A seleção do estudo de caso também surgiu por meio do uso de procedimentos de observação de campo e questionários com os participantes do estudo (YIN, 2010). Um aspecto que caracteriza a pesquisa qualitativa é que a tendência a seguir na análise dos dados é um processo indutivo, pois enfatiza os hábitos, atitudes e opiniões que se aplicam a esta pesquisa.</p><p>Tentei interpretar os dados detalhadamente para analisá-los analiticamente, então sou descritivo e procuro as informações que obtenho em detalhes.</p><p>Este estudo baseia-se em Moran (2000), Kenski (2007), Guia de Campo (2016), Minayo (2004), Oliveira (1999) e outros referenciais teóricos.</p><p>2.4.1. Caminhos da pesquisa</p><p>A pesquisa teve como lócus, a Escola Estadual Josias Pinto (EEJP). O segmento selecionado a participar desse trabalho foi o Ensino Médio, com as turmas do 1°, 2° e 3° ano, sendo a EEJP instituição da rede estadual, localizadas no município de Nova Ponte – MG – Brasil.</p><p>Neste trabalho, diferentes fontes de estudo de caso foram utilizadas a partir de uma perspectiva analítica apresentada em um ambiente natural (escolas), utilizando fontes diretas de dados (alunos e telefones celulares). O significado de alunos oferecendo TDIC em suas vidas é descritivo, pois esse é um dos nossos pontos de pesquisa.</p><p>O professor enfatiza a análise aprofundada das possíveis vantagens e desafios que os telefones celulares podem trazer como ferramenta educacional no processo de aprendizagem.</p><p>Neste paradigma, necessita notar que, consistir em uma pesquisa-ação, dentre os participantes da pesquisa está o próprio pesquisador, que ainda relata suas observações e experiência.</p><p>Segundo Silva et al. (2009) os pesquisadores precisam estar cientes de que essa tarefa requer planejamento e organização no uso de documentos, extração de informações, investigação, investigação, utilização de técnicas de processamento e realização de análises adequadas</p><p>Nesse caso, os pesquisadores fornecem um meio de encontrar assistência essencial na edição de informações sobre o item que está sendo analisado. No entanto, trata-se de elementos da realidade com base nos princípios desse tipo de pesquisa.</p><p>A principal fonte de dados qualitativos usada neste white paper são as entrevistas com alunos de escolas. Outro ponto importante desse processo necessário para apoiar a pesquisa é obtido em entrevistas a partir de observações de alunos durante as atividades do curso online via App Zoom, Discord, Skype, google class, google meet, StreamYard, esses são os dados que foram criados.</p><p>Os comentários foram feitos pelo ZOOM, WhatsApp, Google, não pelos educadores que conheci. O processo de pandemia do coronavírus se desenrolou de forma terrível, por outro lado, certamente com o advento de uma nova era tecnológica, a distância física nos unia a todos. É claro que a digitalização não pode eliminar a educação pública em todas as áreas da sociedade. Nesse cenário, as atividades realizadas nesse processo são, na verdade, desencadeadas pela epidemia de COVID-19.</p><p>Como diz Chizzotti (2001, p. 11):</p><p>A pesquisa investiga o mundo em que o homem vive e o próprio homem. Para esta atividade, o investigador recorre à observação e à reflexão que faz sobre os problemas que enfrenta, e à experiência passada e atual dos homens na solução destes problemas, a fim de munir-se dos instrumentos mais adequados à sua vida.</p><p>Fizemos perguntas objetivas para a análise de tabelas e dados, analisamos e separamos as respostas de alunos e professores.</p><p>A pesquisa é feita por meio da coleta de dados e da aplicação de ferramentas analíticas. A ferramenta escolhida foi um questionário composto por 10 perguntas objetivas e autodirigidas, às quais professores e diretores responderam por meio de um link enviado para um celular via WhatsApp. O aluno era composto por 10 questões objetivas e respondia a outra questão especialmente elaborada para ele. As respostas recebidas incluem 180 pesquisas feitas por alunos e 20 pesquisas feitas por professores (incluindo coordenadores e diretores de escolas). Os dados mostram os detalhes da situação dinâmica das relações sociais individuais da experiência escolar.</p><p>As perguntas são escritas de forma que as respostas não sejam apresentadas para evitar inferências por parte da pessoa questionada pelo pesquisador. “Quais são os benefícios de um telefone celular para como um aluno pode educar e aprender?”, “Que desafios o uso do telefone celular pode trazer ao conhecimento de um aluno?” “Como educador, você está pronto para usar o celular como ferramenta de ensino e aprendizagem em sala de aula?”.</p><p>Todas as entrevistas foram conduzidas online usando um formulário do Google Drive e conduzidas individualmente. Os participantes reconhecem e concordam que a entrevista deve ser usada anonimamente para fins de pesquisa.</p><p>Para saber o que pensam os sujeitos, nada melhor do que perguntar, Minayo (2000, p. 109) nos fala que a oitiva dos sujeitos pesquisados é fundamental no estudo das representações sociais e das percepções pela “possibilidade da fala</p><p>ser reveladora de condições estruturais, de sistemas de valores, normas e símbolos”.</p><p>A razão pela qual eles estão entrevistando online é que a pandemia Covid-19 está localizada em todo o mundo. Isso porque explica uma perspectiva educacional que permite que professores e alunos tenham discussões intensas sobre os momentos que afetam a vida das pessoas, mas desta vez olharemos juntos para o passado.</p><p>Ao analisar as categorias, os pesquisadores podem auxiliar na exploração e interpretação dos dados coletados, fornecendo uma visão geral dos tópicos e portfólios de pesquisa.</p><p>Segundo Marsíglia (2015, p. 14), as categorias de análise auxiliam no processo de “recortes a partir dos quais o material coletado no campo será analisado”.</p><p>A pesquisa baseado na experiência deste estudo é realizada em uma escolas de Nova Ponte- MG – Brasil, com docentes e discentes do Ensino Médio, por meio do questionário, alunos e professores responderam suas opiniões sobre a aplicabilidade na prática educativa dos telefones celulares e o uso da tecnologia como instrumento metodológico em suas aulas, tanto presencial como hibrido e atualmente remoto..</p><p>Portanto, veículos técnicos e dispositivos móveis devem ser valiosos. Isso porque, ao funcionar bem, fornece uma vasta quantidade de informações que podem ser utilizadas como processo de aprendizagem para treinamentos a distância. Também aumenta a importância do uso de dispositivos móveis, pois educadores e alunos podem usar outras tecnologias em suas vidas diárias.</p><p>Para Moran (2013, p.01):</p><p>O telefone celular é a tecnologia que atualmente mais agrega valor: é wireless (sem fio) e rapidamente incorporou o acesso à Internet, à foto digital, aos programas de comunicação (voz, TV), ao entretenimento (jogos, música-mp3) e outros serviços.</p><p>A pesquisa mostra que o uso do telefone celular em salas de aula a distância, híbridas e presenciais é uma ferramenta de aprendizado tão boa quanto uma ferramenta educacional. No entanto, para fazer isso, os alunos precisam dominar essa habilidade e usar este recurso com facilidade. Este dispositivo pode ser usado para apoiar a interação, colaboração, comunicação, pesquisa, produção, exposição e outras instalações para recursos escolares para o trabalho diário.</p><p>Portanto, neste trabalho considera o uso de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) em sala de aula, educação a distância e educação híbrida para analisar telefones celulares como uma ferramenta. Além disso, os benefícios dos processos educacionais e de aprendizagem e as questões de conhecimento que o uso de telefones celulares pode trazer aos alunos, como os professores trazem os telefones celulares para a sala de aula para realmente trabalhar, mais do que ensinar e aprender no ambiente escolar.</p><p>2.4.1.1. Questionários</p><p>Após a assinatura do termo de consentimento prévio, os administradores são responsáveis ​​pela realização de pesquisas com menores.</p><p>A coleta de dados foi realizada diretamente por pesquisadores da escola no primeiro semestre de 2021, momento em que os pesquisadores foram questionados sobre os cenários de fronteira e agora publicaram uma coleta de dados escolares online. Usei o serviço de armazenamento e sincronização do Google Drive como uma das ferramentas de análise de dados para pesquisas criadas pelo questionário.</p><p>Os dados coletados das partes interessadas estão sujeitos ao consentimento prévio e aprovação do formulário de consentimento. Analise e analise modelos possíveis.</p><p>O intervalo de amostragem e a análise de dados são exibidos graficamente. A observação envolve selecionar, analisar e interpretar os dados coletados para identificar problemas considerados problemáticos. Para tanto, nos concentramos em métodos ativos de ensino, investigamos possíveis hipóteses e realizamos uma revisão da literatura e análise dos resultados científicos.</p><p>O uso de pesquisas com alunos identifica os desafios, benefícios e motivações do uso do celular como ferramenta educacional e é semelhante aos fatos destacados e observados nesta área.</p><p>As observações da unidade de pesquisa foram organizadas, os pesquisadores anotados e as observações foram feitas online por meio do App Zoom.</p><p>Durante esta pandemia, a escola foi suspensa devido a uma pandemia causada por um novo corona vírus. Realize treinamento à distância. Em outras palavras, tenho que recuperar o modelo da classe. Para reduzir o impacto no programa, os professores, principais promotores do programa, devem sempre atuar em circunstâncias excepcionais, minimizar os danos às escolas e tomar medidas alternativas para proteger os direitos das escolas. As aulas acontecem ao mesmo tempo que as aulas presenciais, dando a você a opção de continuar seu treinamento remotamente e continuar a frequentar a escola a alguma distância de fontes técnicas.</p><p>Neste estudo, questionários online, entrevistas e observações foram realizadas simultaneamente com professores, supervisores e administradores. Os resultados da pesquisa e as respostas da triagem foram analisados, revisados ​​e categorizados em categorias selecionadas com base nas respostas às perguntas e tópicos cobertos na pesquisa, e uma análise semântica foi realizada para identificar e corrigir as áreas suscetíveis a defeitos.</p><p>Dessa forma, oferecemos treinamento específico para o contexto, adaptado às suas necessidades e situações da vida real. Conforme mencionado acima na metodologia. Levando em consideração os diferentes aspectos do estudo, aplicamos essa ferramenta para avaliar a posição do participante sobre a utilização do telefone celular como ferramenta de ensino e os benefícios que ele traz para a formação de alunos do ensino fundamental.</p><p>Formulário de pesquisa-Setor educação	Comment by Alexander Cordovés: Levar para anexos</p><p>Formulário de pesquisa, para coleta de dados de dissertação de Mestrado.</p><p>Obrigada por sua contribuição.</p><p>A pesquisa está direcionada para as turmas do 1°, 2° e 3° ano do Ensino médio</p><p>1. Cargo ou função que exerce no centro educacional:</p><p>( ) diretor(a)</p><p>( ) coordenador(a)</p><p>( ) supervisor(a)</p><p>( ) professor(a)</p><p>2. Rede de ensino</p><p>( ) Estadual</p><p>( ) Municipal</p><p>( ) Particular</p><p>3. Sexo:</p><p>( ) masculino</p><p>( ) feminino</p><p>4. Faixa etária:</p><p>( ) de 20 a 30 anos</p><p>( ) de 31 a 40 anos</p><p>( ) de 41 a 50 anos</p><p>( ) de 51 a 60 anos</p><p>( ) mais de 60 anos</p><p>5. Há quanto tempo você trabalha como professor(a):</p><p>( ) de 01 a 9 anos</p><p>( ) de 10 a 14 anos</p><p>( ) de 15 a 19 anos</p><p>( ) de 20 a 29 anos</p><p>( ) mais de 30 anos</p><p>6. Qual a sua formação acadêmica:</p><p>( ) Graduação</p><p>( ) Pós graduação</p><p>( ) Mestrado concluído</p><p>( ) Mestrado - cursando</p><p>( ) Doutorado</p><p>7. Turma que ministra no Ensino Fundamental:</p><p>( ) 1° ( ) 2º ano ( ) 3º ano ( ) não tenho turma Turmas</p><p>8. Qual a disciplina que atua:</p><p>( ) Língua Portuguesa ( ) Física ( ) Química ( ) Matemática</p><p>( ) História ( ) Geografia ( ) Ciências ( ) Língua Inglesa ( ) Arte ( ) Educação Física ( ) Filosofia ( ) Sociologia</p><p>( ) Não se aplica</p><p>A pandemia do corona vírus COVID-19 levou à necessidade de se adotar um modelo de treinamento pós-distância em centros educacionais. Se todos estão enfrentando novos desafios, o ensino a distância é uma estratégia educacional. Diante desse cenário, ficou claro que as classes remotas eram a principal alternativa para sustentar a pesquisa na época. A respeito das tecnologias digitais como ferramenta de ensino, responda as questões abaixo.</p><p>1. Quanto ao uso do celular como ferramenta pedagógica, como você se sente com o nas atividades nas aulas remotas.</p><p>( ) ajuda muito</p><p>( ) ajuda um pouco</p><p>( ) não ajuda</p><p>( ) atrapalha</p><p>2. Quais os recursos tecnológicos você usa ou usou frequentemente em sua prática pedagógica para introduzir a tecnologia como ferramenta de ensino aprendizagem nas aulas?</p><p>Assinale A - antes da pandemia; D - durante a pandemia; N - nenhum</p><p>( ) A - antes da pandemia</p><p>( ) D - durante a pandemia</p><p>( ) N - nenhum recurso</p><p>( ) DVD</p><p>( ) Computador</p><p>c/ internet</p><p>( ) Lousa digital</p><p>( ) Celular</p><p>( ) Notebook</p><p>( ) Datashow</p><p>( ) Tablet</p><p>( ) Plataforma ( Moodle, Classroom outras)</p><p>( ) DVD</p><p>( ) Computador c/ internet</p><p>( ) Lousa digital</p><p>( ) Celular</p><p>( ) Notebook</p><p>( ) Datashow</p><p>( ) Tablet</p><p>( ) Plataforma ( Moodle, Classroom outras)</p><p>3. Já realizou alguma atividade em sala de aula utilizando o celular?</p><p>( ) sim ( ) não ( ) algumas vezes ( ) Não se aplica ( ) Antes da pandemia</p><p>( ) Durante a pandemia ( ) Antes da pandemia ( ) Durante a pandemia</p><p>4. Quanto a realização das ativadas com o celular no processo de ensino aprendizagem no ensino remoto, hibrido e presencial, você acredita que esse instrumento oferece benefícios?</p><p>( ) Sim ( ) Não ( ) Talvez ( ) Não sei</p><p>5. Os alunos tornar-se-ão mais disciplinados, mais educados, sem a utilização de artefatos tecnológicos em sala de aula?</p><p>( ) Sim ( ) Não ( ) Talvez ( ) Não sei</p><p>6. Como procederá em relação ao uso do celular em sala de aula, pós pandemia como ferramenta pedagógica em sala de aula:</p><p>( ) não será usado como ferramenta pedagógica</p><p>( ) os alunos receberam orientação para o uso com responsabilidade</p><p>( ) será agendado o dia para atividades serem realizadas com o celular</p><p>( ) usarei de acordo com o meu planejamento .</p><p>7. Você já fez algum curso ou assistiu a algum tutorial que orientasse sobre o planejamento quanto ao ensino hibrido, remoto e presencial?</p><p>( ) Sim</p><p>( ) Não</p><p>8. Você se considera preparado a usar o celular como recurso metodológico em sala de aula como ferramenta pedagógica que contribua para aprendizagem dos alunos.</p><p>( ) Sim ( ) Não ( ) Um pouco</p><p>Agradeço a participação de todos! Obrigado (a).</p><p>Formulário de pesquisa-Alunos</p><p>EEJP - ALUNOS - PESQUISA</p><p>Formulário de pesquisa, para coleta de dados de dissertação de Mestrado. Obrigada por sua contribuição.</p><p>Escola Estadual Josias Pinto</p><p>1. Turma</p><p>( ) 1º ano ( ) 2º ano ( ) 3º ano</p><p>2. Qual sua idade:</p><p>( ) de 11 a 13 anos</p><p>( ) de 14 a 16 anos</p><p>( ) acima de 17 anos</p><p>3. Você tem celular?</p><p>( ) Sim ( ) Não</p><p>4. Costuma usar o celular nas aulas remotas.</p><p>( ) todos os dias</p><p>( ) algumas vezes</p><p>( ) não levo</p><p>5. Quantas horas você usa o celular diariamente:</p><p>( ) até 2 horas diárias</p><p>( ) até 4 horas diárias</p><p>( ) até 8 horas diárias</p><p>( ) até 12 horas ou mais</p><p>6. Você ficaria sem usar o celular por um dia.</p><p>( ) Sim ( ) Não ( ) Talvez</p><p>7. Assinale os recursos que você utiliza com frequência (semanalmente) e tem facilidade em realizar e acessar:</p><p>( ) redes sociais</p><p>( ) aplicativos de acesso à vídeos</p><p>( ) compartilhamentos em nuvem</p><p>( ) jogos didáticos</p><p>( ) câmera</p><p>( ) e-mail</p><p>( ) agenda</p><p>( ) tradutores</p><p>8. Você já realizou alguma atividade em sala de aula utilizando o aparelho celular.</p><p>( ) sim</p><p>( ) não</p><p>( ) algumas</p><p>( ) Antes da pandemia</p><p>( ) Durante a pandemia</p><p>( ) Antes da pandemia</p><p>( ) Durante a pandemia</p><p>9. Tem dificuldades ao usar os instrumentos tecnológicos nas aulas remotas.</p><p>( ) Sim ( ) Não</p><p>10. Qual (is) aplicativos foram usados para realizar as atividades propostas pelo professor no ensino remoto e presencial:</p><p>( ) Calculadora</p><p>( ) Tradutores</p><p>( ) Jogos didáticos</p><p>( ) Jogos de ortografia</p><p>( ) Compartilhamento de arquivo</p><p>( ) e-mail</p><p>( ) nenhuma acima</p><p>11.Para realizar as as atividades pedagógicas, o que você tem utilizado mais no celular?</p><p>( ) WhatsApp</p><p>( ) YouTube</p><p>( ) Aula ao vivo(meet)</p><p>( ) Videoaula</p><p>( ) Plataforma google classroom</p><p>( ) e-mail</p><p>( ) Zoom</p><p>( ) nenhuma acima</p><p>12.O que você se identificou mais, quanto ao instrumento tecnológico utilizado pelo seu professor? *</p><p>( ) WhatsApp</p><p>( ) YouTube</p><p>( ) Aula ao vivo(meet)</p><p>( ) Videoaula</p><p>( ) Plataforma google classroom</p><p>( ) e-mail</p><p>( ) nenhum acima</p><p>13. Nas atividades propostas educativas, como classifica o uso do celular.</p><p>( ) ruim ( ) regular ( ) bom ( ) ótimo</p><p>14. No processo ensino aprendizagem, o celular é importante.</p><p>( ) Sim ( ) Não ( )Talvez</p><p>15. Você se considera capaz de utilizar o celular com responsabilidade em sala de aula.</p><p>( ) Sim ( ) Não ( ) Talvez ( ) Não sei</p><p>16. Você considera seus professores preparados a usarem o telefone nas aulas remotas e presenciais como ferramenta que coopere para o ensino aprendizagem.</p><p>( ) Sim ( ) Não ( ) Alguns professores ( ) Não sei</p><p>Obrigado(a) pela sua participação.</p><p>2.5. Considerações éticas</p><p>Para manter a integridade física e mental do participante deste estudo, o pesquisador envia cartas de recomendação e convites à EEJP que descrevem a natureza do estudo e os termos do seu compromisso com a proteção dos dados individuais.</p><p>Além disso, os participantes da pesquisa não são identificados pelo nome, mas recebem um código para garantir seu anonimato. Esta investigação foi realizada a partir dos dados recolhidos e utilizados apenas para a menção dos nomes dos alunos e dos profissionais, sem prejuízo do interessado, e para fins semelhantes aos que constituem a informação geralmente prestada.</p><p>No termo de consentimento do diretor, foi apresentado um questionário semiaberto que incluía o tema do estudo, objetivos e métodos específicos identificados neste estudo, restrições de participação dos alunos, ações do projeto e 10 questões. A postagem de registros de fotos é feita com consentimento livre. Os dados coletados das partes interessadas estão sujeitos ao consentimento prévio e à aprovação do formulário de consentimento.</p><p>CAPÍTULO 3: RESULTADOS E DISCUSSÃO</p><p>Neste capítulo será apresentada a análise de dados, resultante de pesquisa realizada para coletar informações dos profissionais da educação sobre os benefícios e os desafios que os smartphones como ferramenta de apoio aos processos de ensino aprendizagem, na prática docente, baseado em método qualitativo como uma ferramenta de ensino eficaz no processo do Ensino Médio.</p><p>Os professores e alunos que participaram foram contactados de forma individual, com o auxílio da direção da escola, mas ainda assim o número ficou mais reduzido, pois a comunicação durante esse tempo de pandemia, para esse assunto, ficou complexa. Para compreender o uso do smarthfones como ferramenta pedagógica destacando as vantagens e desafios no ensino híbrido, remoto na aprendizagem.</p><p>O objetivo deste estudo foi identificar o escopo e a frequência de uso do telefone móvel por professores e alunos, bem como os benefícios e desafios potenciais que os dispositivos móveis representam para o processo de ensino e aprendizagem.</p><p>Assim sendo, a amostra da entrevista foi concretizada com 01 diretor, 02 vice diretores, 01 supervisor pedagógicos 22 professores que atuam no Ensino Médio da Rede Estadual de Ensino de Nova Ponte.</p><p>. Nesse enfoque Freire (1996, p.104) enfatiza que:</p><p>O educando que exercita sua liberdade ficará tão mais livre quanto mais eticamente vá assumindo a responsabilidade de suas ações”. No momento, precisamos “educar” como usar telefones celulares e evitar discutir quando eles são violados.</p><p>Todos os dados coletados foram exportados pelo Formulário Google, relacionando todos os resultados, gerando gráficos. A geração e o armazenamento das respostas subjetivas foram totalmente anônimos, e não houve nenhuma modificação, influência ou intervenção por parte dos pesquisadores com as transformações no ensino carecido a pandemia, os professores adaptaram seus planejamentos de aula a nova metodologia de ensino mediada pelas ferramentas tecnológicas com o uso das plataformas digitais, em especial o Google Meet, Zoom.</p><p>Segundo Moran (2008, p.15)</p><p>A educação olha para trás, buscando e transmitindo referências sólidas no passado. Olha para hoje, ensinando os alunos a compreender a si mesmo e a sociedade em que vive. Olha Também para o amanhã, preparando os alunos para os desafios que virão.</p><p>Telefones celulares com aplicativos podem ser usados ​​como recursos educacionais, ganhando popularidade e fama entre aqueles que acreditam poder utilizar</p><p>a tecnologia da comunicação no dia a dia escolar e proporcionar uma experiência de aprendizado agradável.</p><p>O uso de tecnologia educacional hoje, antes da nova pandemia de coronavírus, é indiscutível, por isso é importante que as escolas se adaptem para permitir alunos híbridos ou a distância.</p><p>A pesquisa permitiu em fazer uma reflexão sobre a opinião de professores e educadores e alunos sobre o uso do celular como ferramenta de ensino, possibilitou analisar as vantagens e desafios dos telefones celulares, destacando a prática docente no uso telefones celulares como instrumentos na educação</p><p>Os dados estão divididos em duas partes. A primeira parte apresenta os relatos dos professores dos centros de educação EEJP e a segunda apresenta as entrevistas dos alunos do centro participante.</p><p>1.Análise da função dos educadores</p><p>2.Análise dos alunos da EEJP</p><p>3.1. Análise da função dos educadores</p><p>Obtivemos 26 questionários respondidos através de um questionário encaminhado pelo link https://forms.gle/87ftJ7m1rYfWmJmY9.</p><p>Optamos por empregar as siglas D1, para nos referirmos ao diretor, V1 e V2 aos vices diretores, S1 ao supervisor pedagógico, que responderam o questionário. O Quadro 1, as siglas P1 ao P23 nos referirmos aos professores do Ensino Médio que responderam o questionário. Nesse posicionamento, como diz Orlandi (2007) que procurando ouvir, naquilo que o sujeito diz,aquilo que ele não diz mas que constitui igualmente os sentidos de suas palavras, Os dados coletados em questionários e entrevistas são divididos por dispositivo análise. (Trevisan, 2010, p.59), elaborou-se questões com o intuito de verificar sexo, faixa etária dos sujeitos da pesquisa.</p><p>A participação dos participantes e as limitações atreladas aos objetivos da pesquisa foram levadas em consideração para a elaboração das questões do questionário.</p><p>QUADRO 1 – PERFIL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO DO ENSINO MÉDIO DA ESCOLA EEJP.</p><p>Profissionais da Educação</p><p>Cargo ou função</p><p>Sexo</p><p>Faixa Etária</p><p>Tempo que leciona</p><p>Formação acadêmica</p><p>Turma que ministra</p><p>Disciplina</p><p>que atua</p><p>D1</p><p>Diretor</p><p>M</p><p>31 a 40</p><p>16 a 20</p><p>Pós Graduação</p><p>Não tem turma</p><p>Não tenho disciplina</p><p>V1</p><p>Vice Diretor</p><p>M</p><p>41 a 50</p><p>21 anos ou mais</p><p>Graduação</p><p>Não tenho turma</p><p>Matemática</p><p>V2</p><p>Vice Diretor</p><p>M</p><p>31 a 40</p><p>01 a 10</p><p>Graduação</p><p>1°</p><p>História</p><p>S1</p><p>Supervisor</p><p>M</p><p>41 a 50</p><p>21 anos ou mais</p><p>Pós Graduação</p><p>Não tem turma</p><p>Não tenho disciplina</p><p>P1</p><p>Professor</p><p>M</p><p>31 a 40</p><p>11 a 15</p><p>Pós Graduação</p><p>1°, 2° e 3°</p><p>Matemática</p><p>P2</p><p>Professor</p><p>F</p><p>41 a 50</p><p>11 a 15</p><p>Graduação</p><p>3°</p><p>Matemática</p><p>P3</p><p>Professor</p><p>F</p><p>41 a 50</p><p>16 a 20</p><p>Pós Graduação</p><p>2°</p><p>Arte</p><p>P4</p><p>Professor</p><p>F</p><p>18 a 30</p><p>01 a 10</p><p>Mestrado - cursando</p><p>1°, 2° e 3°</p><p>Educação Física</p><p>P5</p><p>Professor</p><p>F</p><p>41 a 50</p><p>16 a 20</p><p>Pós Graduação</p><p>2°</p><p>Arte</p><p>P6</p><p>Professor</p><p>F</p><p>31 a 40</p><p>11 a 15</p><p>Mestrado Concluido</p><p>1° 2° e 3°</p><p>Língua Portugue</p><p>Sa</p><p>P7</p><p>Professor</p><p>F</p><p>31 a 40</p><p>01 a 10</p><p>Mestrado Concluido</p><p>1°</p><p>Química</p><p>P8</p><p>Professor</p><p>M</p><p>41 a 50</p><p>11 a 15</p><p>Mestrado Concluido</p><p>2°</p><p>Língua Portugue</p><p>Sa</p><p>P9</p><p>Professor</p><p>F</p><p>41 a 50</p><p>21 anos ou mais</p><p>Pós Graduação</p><p>2º</p><p>Geografia</p><p>P10</p><p>Professor</p><p>F</p><p>31 a 40</p><p>11 a 15</p><p>Graduação</p><p>1° 2° e 3°</p><p>Língua Portugue</p><p>Sa</p><p>P11</p><p>Professor</p><p>F</p><p>41 a 50</p><p>21 anos ou mais</p><p>Pós Graduação</p><p>2°</p><p>Matemática</p><p>P12</p><p>Professor</p><p>F</p><p>51 anos ou mais</p><p>21 anos ou mais</p><p>Mestrado-Cursando</p><p>3º</p><p>Matemática</p><p>P13</p><p>Professor</p><p>F</p><p>51 anos ou mais</p><p>21 anos ou mais</p><p>Mestrado-Cursando</p><p>1°, 2° e 3°</p><p>Matemática</p><p>P14</p><p>Professor</p><p>F</p><p>41 a 50</p><p>16 a20</p><p>Pós Graduação</p><p>1°,2° e 3°</p><p>Filosofia</p><p>P15</p><p>Professor</p><p>F</p><p>41 a 50</p><p>16 a 20</p><p>Mestrado cursando</p><p>1°, 2° e 3°</p><p>Língua Portuguesa</p><p>P16</p><p>Professor</p><p>M</p><p>31 a 40</p><p>01 a 10</p><p>Graduação</p><p>1°, 2° e 3°</p><p>Química</p><p>P17</p><p>Professor</p><p>F</p><p>31 a 40</p><p>01 a 10</p><p>Pós Graduação</p><p>1º</p><p>Arte</p><p>P18</p><p>Professor</p><p>F</p><p>41 a 50</p><p>20 a 29</p><p>Pós Graduação</p><p>1°, 2° e 3°</p><p>Matemática</p><p>P19</p><p>Professor</p><p>F</p><p>18 a 30</p><p>16 a 20</p><p>Graduação</p><p>Não tenho turmas</p><p>Não tenho disciplina</p><p>P20</p><p>Professor</p><p>F</p><p>41 a 50</p><p>21 anos ou mais</p><p>Pós Graduação1°, 2° e 3°</p><p>1°, 2° e 3°</p><p>Geografia</p><p>P21</p><p>Professor</p><p>F</p><p>41 a 50</p><p>11 a 15</p><p>Graduação</p><p>1°,2° e 3°</p><p>História</p><p>P22</p><p>Professor</p><p>F</p><p>31 a 40</p><p>11 a 15</p><p>Mestrado cursando</p><p>1°, 2° e 3°</p><p>Filosofia</p><p>P23</p><p>Professor</p><p>F</p><p>31 a 40</p><p>01 a 10</p><p>Pós graduação</p><p>1°</p><p>Arte</p><p>Fonte: Dados coletados pela pesquisadora (2021).</p><p>Nesse quadro, são apresentados o perfil ds docentes da EEJP.Este estudo pode analisar o uso de telefones celulares como ferramenta educacional e refletir os professores sobre os benefícios e desafios desse dispositivo móvel.</p><p>Quadro 2: Perguntas aplicadas aos profissionais da EEJP</p><p>1. Cargo ou função que exerce no centro educacional:</p><p>2. Sexo:</p><p>3. Faixa etária:</p><p>4. Há quanto tempo você atua como professor(a):</p><p>5. Sua formação acadêmica é:</p><p>6. Turma que ministra no Ensino Médio:</p><p>7. Qual a disciplina que atua:</p><p>8. A pandemia do corona vírus criou a necessidade de modelos de ensino à distância para serem aplicados em centros educacionais. O ensino a distância é uma estratégia educacional quando todos enfrentam novos desafios. Diante desse cenário, ficou claro que a educação a distância era a principal alternativa de apoio à pesquisa na época. Responda às seguintes perguntas sobre a tecnologia digital como ferramenta educacional.</p><p>O que você acha de usar o celular como meio didático durante as atividades em sala de aula a distância?</p><p>9. Qual dispositivo principal os alunos usam para acessar a Internet?</p><p>10. Você já utilizou smartphones para realizações de atividades em sala de aula?</p><p>11. Quanto a realização das ativadas com o smartphones no processo de ensino aprendizagem no ensino remoto, hibrido e presencial, você acredita que esse instrumento oferece benefícios?</p><p>12. Como proceder com o uso do celular em sala de aula após uma pandemia como ferramenta educacional em sala de aula:</p><p>Fonte: elaboração própria da autora</p><p>Nesse quadro, são apresentados as perguntas direcionadas aos docentes da EEJP.</p><p>Gráfico 1:</p><p>Fonte: elaboração própria da autora.</p><p>Em relação à situação e atribuições desses profissionais, verificamos que 85,2% são professores regentes, ,% são diretores e apenas 3,3% são supervisores e coordenadores pedagógicos. O gráfico 1mostra a posição ou função desses profissionais da educação.</p><p>Gráfico 2:</p><p>Observou-se que o sexo dos docentes que participaram da pesquisa varia com maior pocentual feminino e menor masculino . Isso demonstra como o grupo é heterogêneo em relação ao sexo.</p><p>Gráfico 3:</p><p>Em relação a faixa etária dos profissionais, observamos uma diferença em sexo e faixa etária em relação a escola . A EEJP apresenta uma composição heterogênea, com uma variação de idades entre 18 a 30 anos (%), estando a maioria deles concentrados entre 41 a 50 anos (%) e 31 a 40 anos (%).Giesta (2005, p. 101) afirma que a trajetória docente tende ao “desenvolvimento profissional e o da identidade profissional”.</p><p>Gráfico 4:</p><p>O gráfico 4 apresenta os dados relativos à carga horária dos professores da EEJP. Em termos de carga horária, verifica-se que o maior número de professores (%) está na escola há mais de 11 anos. A minoria dos profissionais (18,5%) tem entre 1 e 10 anos. A rede pública estadual possui profissionais com muitos anos de experiência. De acordo com Lopes “a trajetória escolar do professor é composta de experiências novas, conhecimentos que se acumulam no percurso do caminho e de um saber fazer que se aprimora a cada dia” (Lopes, 2010, p. 7), os professores envolvidos no estudo querem ser pessoas formadas em momentos distintos em um curso profissionalizante com experiências distintas.</p><p>Gráfico 5:</p><p>Os (%) dos docentes da EEJP possuem graduação, Pós graduação (%), Mestrado (%) e cursando Mestrado (%).A formação acadêmica adequada serve de base para a construção de escolas, cidadãos e profissionais mais competentes, éticos e humanos. Nas palavras do educador Moacir Gadotti, A educação é o lugar onde toda a nossa sociedade se questiona. A formação dos professores é essencial em sua prática pedagógica, “o avanço do professor como pessoa e como profissional é um processo histórico</p><p>que não pode passar desapercebido por ele. Esse processo relaciona-se ao contexto intelectual e social em que está inserido” (Giesta, 2005, p.107). A duração da formação é muito importante, pois pode justificar o despreparo para as tecnologias de informação e comunicação durante a formação docente.</p><p>Gráfico 6:</p><p>Conforme dados obtidos no questionário e ilustrado no gráfico 6, participaram da pesquisa (%) professores do 1º ano, ( %) do 7º ano, (%) do 2º ano e (%) do 3 º ano da EEJP.</p><p>Gráfico 7:</p><p>A EEJP, contou com a participação dos professores quanto ao quesito sobre a disciplina que atua de LP (%) de docentes de F, (%) de 7º Q, (%) de Q , (%) d e . Todas as disciplinas da matriz curricular tiveram um docente respondendo o questionário.</p><p>Participaram da pesquisa docentes de sala de aula, diretores, coordenadores, na questão destinada a turmas e disciplinas os diretores e coordenadores responderam não tenho turma e não se aplica.</p><p>Gráfico 8:</p><p>Questionados sobre a necessidade do uso do celular como ferramenta pedagógica, a maioria dos docentes afirmaram que é muito útil, (%) , é algo útil (%) ,é inútil (%) inconveniente , (%) d na sala de aula. Há diversos fatores para não fazerem o uso do celular como: a falta de formação, o desconhecimento de softwares, a má qualidade da internet, o medo dos discentes irem além das atividades propostas.</p><p>Segundo Veem e Vrakking (2006, p. 29)</p><p>Sendo os primeiros seres digitais, cresceram em um mundo onde a informação e a comunicação estão disponíveis em quase todas as pessoas e podem ser usadas de maneira ativa. As crianças hoje passam horas de seu dia assistindo à televisão, jogando no computador e conversando nas salas de bate papo. Ao fazê-lo, elas processam quantidades enormes de informação por meio de uma grande variedade de tecnologias e meios. Elas se comunicam com amigos e outras pessoas de maneira muito mais intensa do que as gerações anteriores, usando a televisão., o MSn, os telefones celulares, os Ipods, os blogs, os wikis, as salas de bate-papo na Internet, os jogos e outras plataformas de comunicação. Usam recursos e essas plataformas em redes técnicas globais, tendo o mundo como quadro de referência.</p><p>Gráfico 9:</p><p>Gráfico 10:</p><p>Os gráficos 9 e 10 ilustra-se os recursos tecnológicos que os alunos utilizaram em suas práticas pedagógicas . Nesse gráfico, observa-se que a maioria dos alunos faziam uso da tecnologia como ferramenta pedagógica em smartphone .</p><p>A maioria dos professores da escola smartphone (%) como material auxiliai-o materiais de sala de aula , seguido por as veze (%) e não usavam do celular (%). A razão é que os telefones celulares na sala de aula distraem os alunos. Segundo Moran (2008, p. 123)</p><p>a internet, as redes, o celular, a multimídia estão revolucionando nossa vida no cotidiano. As tecnologias são apenas apoios, meios. Porém elas nos permitem realizar atividades diferentes as de antes. Podemos aprender estando juntos em lugares distantes, sem precisarmos estar sempre juntos em uma sala para que isso aconteça.</p><p>Gráfico 11:</p><p>O gráfico 11 apresenta dados da EEJP, da rede pública. Quanto ao beneficio do uso do celular nas práticas pedagógicas Os docentes acreditam que sim ( % ) e talvez trazem benefícios %.</p><p>O celular, usado por muitos, passou a fazer parte do nosso dia a dia, deixou de ser aparelho de comunicação e tornou-se uma ferramenta importante no processo ensino aprendizagem.</p><p>O interesse deste estudo é a utilização do telefone celular em sala de aula como ferramenta educacional e desafios considerados benéficos no processo ensino-aprendizagem. Os telefones celulares são usados ​​de forma discreta em sala de aula, superando apenas o quadro branco digital, tecnologia usada apenas em tablets e hubs de redes privadas.</p><p>As atividades online dos alunos são importantes para minimizar o tempo perdido quando não estão participando de aulas presenciais. A adaptação ao mundo digital está ocorrendo em redes educacionais públicas e privadas por meio de aplicativos, redes sociais e os vários recursos que os telefones celulares oferecem hoje.</p><p>Souza destaca (2017, p. 34)</p><p>Não precisamos mais de professores heróis, que cultuam apenas a razão, impõem sua autoridade pelo controle e ensinam conhecimentos que reproduzem uma lógica social ultrapassada. Necessitamos de professores Magos, que empoderem seus alunos na construção de tantos mundos quantos sejam necessários para produzir felicidade, aquilo que seja “real valor”, tanto a nível individual quanto coletivo.</p><p>Segundo ,Moran (2000).É importante sempre relacionar o ensino com a vida dos alunos. Alcançamos os alunos de todas as formas: experiências, imagens, sons, expressões (encenação, simulações), multimídia, interações online e offline.</p><p>Gráfico 12:</p><p>Os gráficos acima apresentam os resultados dos dados da EEJP, instituição da rede estadual. Podemos observar que 48,1% dos docentes irão utilizar o celular em sala de aula nas atividades propostas aos discentes. Durante a pandemia houve um pequeno aumento de adesão ao uso do aparelho nas atividades pedagógicas. Os desafios são imensos, dentre eles, podemos destacar que essa ferramenta precisa ter parâmetros de qualidade, para que tenha maior eficácia. Neste sentido, destaca-se.</p><p>É indiscutível que a inserção das TIC na escola traz novos desafios e dificuldades ao trabalho pedagógico. Por esse motivo é preciso compreender a realidade em que atuamos e planejar a construção de novos cenários, saberes e competências para lidar com a diversidade de acesso às informações, às possibilidades de comunicação e interação, às novas formas de aprender, ensinar e produzir conhecimento, par os quais não estejamos suficientemente prepardos. Buarello,Bieging e Ulbricht, 2013, P. 19)</p><p>Dessa forma é indispensável um olhar clínico do professor para Atender as necessidades de seus alunos procurando inovações e novos meios tecnológicos para inserir no setor educacional.</p><p>3.2. Análise de dados dos alunos da EEJP</p><p>Dado que é impossível investigar na escola de todas as séries, é necessário diminuir a quantidade da amostra . Nesse sentido, a amostra deste trabalho é composta por 77 alunos com idades entre 14 e 17 anos, independente do sexo, do ensino médio , residentes em Nova Ponte-MG-Brasil.</p><p>Considerando o perfil dos alunos participantes do estudo, este tópico explicará a turma, a idade dos alunos e se eles possuem telefone celular. É importante a obtenção desses dados para caracterizar os alunos dessa faixa etária e da instituição de ensino. Com o advento do novo corona vírus, a pandemia de Covid 19, desde março de 2020, as escolas públicos foram forçados a migrar para o modelo de ensino a distância. Diante dessa situação, a aplicação do questionário é realizada por meio da sala virtual do google meet. Os alunos realizam pesquisas sob a orientação do professor da turma.</p><p>O objetivo da aplicação do questionário aos alunos é obter uma compreensão mais ampla do objeto de pesquisa em questão: os telefones celulares. O questionário é composto por dezesseis questões fechadas, partindo do objetivo desta pesquisa, para confirmar ou refutar a hipótese originalmente proposta. Essas questões são detalhadas no formulário do Google Drive e enviadas para a turma por meio de um link via Whatsapp.</p><p>As turmas que participaram da pesquisa da EEJP, é composta de --- alunos, responderam a pesquisa 77 alunos. O gráfico 13, mostra a turma e gráfico 14 a faixa etária dos educandos entrevistados.</p><p>Gráfico 13:</p><p>Nesta pesquisa foram aplicados 17 questionários para os educandos do Ensino Médio. Observou-se que a maioria dos discentes entrevistado estão no 3º ano , totalizando um percentual de 81,80% e fazem parte do 3º ano, um pequeno número de 7,8% estão no 1º ano.</p><p>Gráfico 14</p><p>Dos 77 questionários para os educandos do Ensino Médio, observou-se que a maioria dos discentes entrevistado possui acima de 17 anos, totalizando um percentual de 76,60% e fazem parte do 3º ano, um pequeno número está na idade entre 14 a 16 anos ,23,4%.</p><p>Gráfico 15</p><p>O gráfico</p><p>Ensino Médio	27</p><p>1.4. Recursos tecnológicos para a aula construtiva.	29</p><p>1.4.1. O uso de telefones celulares como recursos de tecnológia digital em sala de aula e no processo de ensino aprendizagem 	30</p><p>1.4.2. Os Telefones celulares estão sendo considerados de forma construtiva..	33</p><p>CAPÍTULO 2: METODOLOGIA	35</p><p>2.1.	Enfoque metodológico	35</p><p>2.2.Tipo de estudo	37</p><p>2.2.1. Pesquisa – ação	38</p><p>2.2.1.1 Fontes de evidência e os instrumentos de coleta.	39</p><p>2.2.1.2. Sujeitos da pesquisa	42</p><p>2.3.	Descrição do contexto, dos participantes ou população e o período em que a pesquisa foi realizada	42</p><p>2.3.1. Contexto Educacional	43</p><p>2.3.2. Caracterização da escola investigada – EEJP	44</p><p>2.4. Estudo-descrição dos procedimentos metodológicos	45</p><p>2.4.1. Caminhos da pesquisa	46</p><p>2.4.1.1. Questionários	49</p><p>2.5. Considerações éticas	57</p><p>CONCLUSÕES	59</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS	60</p><p>APÊNDICES	I</p><p>ANEXOS	II</p><p>* Para atualizar este índice em seu trabalho, basta clicar com o botão direito do mouse / atualizar campo / atualizar o índice completo.</p><p>ÍNDICE DE FIGURAS</p><p>(No caso de não existir, eliminar)</p><p>ÍNDICE DE TABELAS</p><p>(No caso de não existir, eliminar)</p><p>ÍNDICE DE ANEXOS ou APÊNDICES</p><p>(No caso de não existir, eliminar)</p><p>INTRODUÇÃO 	Comment by Alexander Cordovés: Atender os aspectos formáis. Ver Normativa de PF</p><p>A pandemia da Covid- 19 foi anunciada pela Organização Mundial da Saúde em 11 de março de 2020. Alguns países adotaram medidas de distanciamento social e até adotaram medidas de bloqueio para reduzir a propagação de doenças e realizar o controle epidemiológico.</p><p>Neste caso, na ERE, a configuração curricular é uma alternativa temporária às atividades de ensino em contexto de distanciamento social, envolvendo ensino a distância ou ensino misto, mas que voltará ao ensino presencial quando esse período de pandemia chegar ao fim.	Comment by Alexander Cordovés: O que é?</p><p>A discussão sobre a destruição do antigo paradigma do telefone móvel é cada vez mais importante porque tem causado avanços globais e tecnológicos. Nesse caso, o uso de novas tecnologias para a educação é fundamental na medida dessa mudança.</p><p>O desenvolvimento tecnológico não se limita a novas aplicações para um determinado dispositivo ou produto. Isso muda o comportamento. O uso insignificante de culturas existentes e de certas tecnologias afeta as culturas existentes e muda não apenas o comportamento dos indivíduos, mas também o comportamento dos grupos sociais como um todo.</p><p>A Lei nº 12.730, de 11 de outubro de 2007 (Atualizada até a Lei nº 16.567, de 06 de novembro de 2017) (Projeto de Lei nº 132, de 2007, do Deputado Orlando Morando - PSDB), proíbe o uso telefone celular nos estabelecimentos de ensino do Estado, durante o horário de aula.</p><p>No século 21, os alunos foram inseridos em inúmeros recursos técnicos, como smartphones, tablets, laptops, TVs, plataformas, etc. Esses recursos mudaram muito a sociedade, a ponto de fazer com que as pessoas discutissem sobre o uso de procedimentos diferenciadores adequados, e enfim se colocaram como a escola se sente.</p><p>E, em termos de educação, a tecnologia pode aproximar os alunos. Eles descobrem que estão conectados e têm essa experiência todos os dias para garantir um conteúdo igual e de qualidade e permitir que os professores se tornem facilitadores. Nesse método de aprendizagem desempenham um papel importante. Especifique estratégias de ensino para facilitar a transição da sala de aula para o digital.</p><p>Para que o jovem pudesse se concentrar na aprendizagem, o pai e o professor pediam para desconectar o celular, a situação agora é diferente. Os smartphones nunca foram conectados assim antes e não podem funcionar em um ecossistema unificado. Portanto, o uso em larga escala de recursos tecnológicos pode mudar profundamente a sociedade, fazer com que as pessoas discutam o uso de expressões com características adequadas e, por fim, incomodar as escolas. Segundo Bruzzi:</p><p>Uma tecnologia educacional como o computador ou a internet, por meio de recurso de rede interativas, favorecem novas formas de acesso à informação e comunicação, e amplia as fontes de pesquisa em sala de aula, criando novas concepções dentro da realidade atual, abrindo espaço para a entrada de novos mecanismos e ferramentas que facilitem as ligações necessárias a fim de atender ao novo processo cognitivo do século XXI. (BRUZZI, 2016, p.480)	Comment by Alexander Cordovés: Manter interlinhado en 1.5	Comment by Alexander Cordovés: Normas APA</p><p>A circunstância atual é muito incerta e complicada. A nova pandemia de corona vírus agravou os problemas de saúde e econômicos do país e do mundo. O aprendizado combinado é um método que combina o aprendizado presencial e à distância para que os alunos possam interagir com colegas e professores para aprender online ou em sala de aula. Tornou-se uma das tendências mais importantes da educação no século XXI.</p><p>A Lei nº 3.477 de 2020 fornece a alunos e professores da educação básica pública garantias de acesso à Internet para fins educacionais.</p><p>Os professores têm essas ferramentas extraordinárias como facilitadores de ensino, pois não só usam a Internet como ferramenta, mas também podem incorporar o uso de outros recursos em um modelo de ensino misto. Em uma sala de aula de cabeça para baixo, os alunos podem usar aulas de vídeo ou outros recursos interativos (como jogos) para inserir conteúdo fornecido de forma independente online fora do horário de expediente.</p><p>Portanto, é possível que os alunos acompanhem a tecnologia e entendam como os professores sabem como usá-la para aproveitar ao máximo seus pontos fortes e equilíbrio de valores no processo de aprendizagem. Escola (meio social) e sua aprendizagem individual.</p><p>Com o constante desenvolvimento dos dispositivos digitais de hoje, os dispositivos móveis são imprescindíveis, com base na tendência de um mundo globalizado preso a certas tecnologias de informação acessíveis às massas. Torne-se um pequeno computador de bolso para criar alternativas para fotos, vídeos, mensagens e a Internet.</p><p>Uma das vantagens da educação híbrida é a capacidade de oferecer treinamento em tempo integral. Esse assunto é constantemente debatido no Brasil. Este método ajuda os alunos a manterem contato com a escola porque a relação entre “online” e “offline” é mais atraente para a geração atual.</p><p>A ideia desta dissertação é promover a modernização das escolas em face da educação em processo de mudança social relacionada à tecnologia, e todos cumprirão seus deveres e se tornarão grandes arquitetos.</p><p>Este trabalho tem como objetivo principal estudar o aprimoramento da prática educativa a partir da compreensão das potencialidades e limitações dessa ferramenta para cumprir o papel educativo da escola. Nesse contexto, o tema desta tese visa conectar-se ao uso do celular como ferramenta educacional para o desenvolvimento das competências dos professores para o trabalho no século XXI, a distância presencial e a distância.</p><p>De acordo com os métodos de resolução de problemas e métodos de problematização, alunos do ensino médio (1°, 2° e 3° anos), professores e supervisores de trabalho nesta turma participaram da pesquisa no Centro de Educação da Rede Pública Nacional.</p><p>Após analisar uma abordagem metodológica que se integra ao desenvolvimento de estratégias educacionais mistas, a distância e presencial, surgem muitas questões que orientam as pessoas a refletirem e se familiarizarem com este tema de pesquisa. Nossa questão de pesquisa: Como os professores do século XXI usam a tecnologia para colaborar com seus alunos? Como é o currículo do seu local de trabalho? Na escola, os professores usam telefones celulares como material didático em sala de aula?</p><p>Ao observar os artigos científicos, analisamos a experiência relacionada à educação, enfocando à docência mista, a distância e a presencial no desenvolvimento da educação no Brasil, para que possamos determinar os elementos que caracterizam a prática educativa e a educação mista. Inovação</p><p>15 mostra as turmas da EEJP, escola da rede estadual foram aplicados 77 questionários aos estudantes das turmas do Ensino Médio. O gráfico representa a escoa que participou da pesquisa. Os dados apresentados são referentes a pergunta número 3. Você tem celular?</p><p>A pesquisa mostra que 100 % dos discentes entrevistados possuem celular.</p><p>Os telefones celulares permitem que os jovens mantenham contato durante a maior parte do dia, e esse dispositivo móvel se tornou uma parte indispensável da vida dos alunos. O BNCC é um importante documento para a formulação da regulamentação da educação brasileira, pois reconhece que o uso da tecnologia para educar os alunos é fundamental, pois os dispositivos móveis aumentam a comunicação entre eles.</p><p>Segundo Coll, (1997, p. 125) “Todo conhecimento é fruto de alguma experiência que se transforma num conhecimento pleno quando se converte em “autêntico” para aquele que aprendeu, isto é, quando adquire a dimensão de significado ou vivência significativa.”</p><p>Os alunos podem utilizar em sala de aula equipamentos com muitas inovações tecnológicas, o que está em consonância com a sociedade do conhecimento e da informação e, através das diversas funções disponibilizadas pelo tele móvel, os alunos poderá aceder a vários tipos de informação. Local e hora, vídeos, informações , este dispositivo móvel tecnológico trouxe enormes benefícios para a ciência, educação, comunicação, lazer, processamento de dados e avanço do conhecimento.</p><p>Gráfico 16</p><p>O gráfico 16 mostra que 70,10% dos discentes da EEJJP fazem uso do celular nas aulas remotas todos os dias e 27,3 % fazem uso do celular nas aulas remotas algumas vezes ,e 2,6 % não levam celular em suas aulas.</p><p>A maior parte desses educandos usam o celular do responsável na aprendizagem. O celular, nos dias atuais, potencializa ainda mais a interação, na medida em que possibilita novos contatos, experiências e construções colaborativas. O celular permite que esses processos aconteçam de forma simultânea e favoreçam a aprendizagem de forma inovadora.</p><p>Gráfico 17</p><p>O gráfico mostra quantas horas os estudante usam o celular diariamente. Observa-se que os educandos da rede estadual 51,9 % ficaria até 8 horas por um dia e 23,40% até 12 horas ou mais , e 20,8 % até 4 horas diariamente . Os discentes da rede estadual as famílias tem um poder aquisitivo socioeconômico razoável, permitindo-lhes a aquisição e uso do celular.</p><p>As horas que os adolescentes fazem uso do celular, eles estão conectados à internet se comunicando prioritariamente através do WhatsApp, face book ou jogando. Com acesso à internet o celular passou a ocupar um espaço ainda mais significativo na vida dos seus usuários.</p><p>Gráfico 18</p><p>Aos educandos perguntou-se se os alunos ficariam sem o celular por um dia . As respostas foram diversas, conforme o gráfico 19 apresenta, cabe ressaltar que as maiorias dos discentes responderam que sim.</p><p>Observamos que 61 % dos educandos ficariam sem celular, seguido de 26 % talvez ficasse sem celular e 13% não ficaria.</p><p>Gráfico 19</p><p>Nessa questão , perguntou-se quais os recursos que utilizam no celular com mais frequência e tem facilidade de acessar. As respostas foram distintas, conforme o gráfico 2, apresenta, cabe ressaltar que a maioria dos discentes contestaram mais de uma alternativa.</p><p>Observamos que a maioria dos educandos utilizam com frequência as redes sociais, aplicativos com acesso à vídeo e 46% a câmera. Observou-se que sites educativos como tradutores e agendas são pouco visitados pelos alunos.</p><p>Gráfico 20</p><p>Analisando os dados observamos que os estudantes realizaram atividades em sala de aula utilizando o aparelho celular durante a pandemis. As redes sociais é um dos recursos disponibilizados no celular que mais os estudantes acessam, observa-se na EEJP.</p><p>Barbosa, (2015, p. 78), afirma que</p><p>Independente do contexto escolar ou não escolar, percebemos que o sujeito aluno, realmente percebe e utiliza a tecnologia em maior ou menor intensidade, como elemento da sua cultura. Já do ponto de vista do sujeito professor ou educador, a tecnologia é um elemento a ser conhecido, explorado, visto que não é elemento natural da sua cultura.</p><p>Conforme elucida Barbosa, (2015) este novo momento da tecnologia como elemento cultural reflete em transformações de paradigmas sobre a forma com que se dá o processo ensino aprendizagem do discente.</p><p>De acordo com a 5ª competência da BNCC (2016) a utilização da tecnologia precisa ser percebida como um recurso para enriquecer o ambiente e processo educacionais, comunicando, acessando e disseminando a construção do conhecimento, através de uma atuação ativa dinâmica e criativa de educadores e discentes.</p><p>Gráfico 21</p><p>Os educandos ao serem questionados se tiveram dificuldades ao usar os instrumentos tecnológicos em aulas remotas com o dispositivo móvel: o celular, o gráfico mostra que responderam sim 77,6%, e não 22,4% dos educandos da EEJP.</p><p>A tecnologia móvel, portanto, foi se transformando e adquirindo potencial ao qual assistimos na atualidade, permitindo que os indivíduos se comuniquem de qualquer lugar e em qualquer momento, não dependendo da presença física para realizarem negócios, se divertirem ou estudar.</p><p>À medida que os alunos experimentam um novo formato global com informações diversificadas e ricas, a linguagem usada por meio do aplicativo pode ser uma ferramenta poderosa no processo de ensino e aprendizagem.</p><p>Gráfico 22</p><p>O compartilhamento de arquivos (32,5%) foi o aplicativo mais usado para realizar as atividades propostas.A calculadora (31,2%) foi o aplicativo atividades propostas pelo docente, fizeram uso do e-mail (19,5,1%) e (31,2%) usaram a calculadora . Dos 77 discentes que participaram da pesquisa 1% responderam que não usaram nenhum aplicativo desses mencionados.</p><p>Conforme cita Zabala, (1998, p. 13)</p><p>Um dos objetivos de qualquer bom profissional consiste em ser cada vez mais competente em seu oficio. Geralmente se consegue essa melhoria profissional mediante o conhecimento e a experiência. O conhecimento das variáveis que intervém na prática e na experiência para dominá-las.</p><p>A introdução dos tele móveis na educação é muito importante e tem contribuído para o processo de educação e aprendizagem, e como referido, uma multiplicidade de recursos e mecanismos com diferentes funções como conectividade, mobilidade, mobilidade e interatividade.</p><p>Gráfico 23:</p><p>Os dados da Figura 23 mostram que 56,60% dos alunos usam mais a plataforma da sala de aula. Durante este ano pandêmico, alunos de escolas públicas fizeram cursos de ensino à distância e a plataforma Google Classroom foi fornecida pela EEJP. Em segundo lugar, 39% usaram aula ao vivo no aplicativo Meet para realizar atividades educacionais.</p><p>Acreditamos que a tecnologia móvel pode ajudar os alunos a desenvolver e melhorar suas oportunidades educacionais em uma variedade de configurações. A UNESCO criou um conjunto de diretrizes com o objetivo de compreender melhor os benefícios que podem ser usados ​​para permitir a aprendizagem móvel eficaz e o crescimento da inclusão digital.</p><p>Gráfico 24:</p><p>No gráfico 24 observamos que os educandos da EEJP utilizaram a plataforma google para assistir a aula (35,10%), as aulas pelo google meet (31,10%) e o whatsapp (15,60%).</p><p>Gráfico 25:</p><p>No gráfico 25 observamos que os educandos da EEJP classifica o uso do celular bom (48,1%), regular (33,80%) e ótimo (11,70%).</p><p>Para Assis e Silva (2018, p. 3), “aprendizagem móvel (mobile learning) envolve o uso de tecnologias móveis isoladamente ou combinadas com outras tecnologias viabilizando a aprendizagem ubíqua.”</p><p>Gráfico 26:</p><p>A pesquisa revelou que 68,8% dos alunos responderam que o instrumento processo ensino aprendizagem ,o celular que mais se identificaram foi a vídeoaula e 27,3 % talvez é importante as aulas .</p><p>Maltempi e Mendes (2016, p.17) destacam “utilizar as Tecnologias Digitais em sala de aula é ser coerente com o tempo em que vivemos”.</p><p>Os alunos estão mais interessados ​​em aprender e os alunos estão mais interessados ​​neste tópico em usar</p><p>o celular. Esta geração de nativos digitais está com pressa para aprender novos conteúdos.</p><p>Gráfico 27:</p><p>Com bases nos dados do questionário, 85,7% dos discentes da EEJP acreditam que empregam o celular com responsabilidade uso do celular é importante no processo instrução aprendizagem. Segundo os alunos da EEJP , o celular quando empregado de forma conscienciosa ele traz amplos benefícios ao processo ensino aprendizagem. Segundo Faria, Romanello e Domingues (2018) os celulares se apresentam como uma importante ferramenta pedagógica a ser utilizada nas salas de aula</p><p>Gráfico 28:</p><p>Na última questão: “Você considera seus professores preparados a usarem o telefone nas aulas remotas e presenciais como ferramenta que coopere para o ensino aprendizagem? Somente 59,7 % afirmou que considerava os docentes preparados a usarem o telefone como ferramenta no ensino aprendizagem, e responderam que somente alguns professores 35,1 % dos discentes.</p><p>À medida que os professores mudam suas visões sobre educação e aprendizagem, os alunos também mudam seu comportamento, aumentando seu interesse pela aula e desenvolvendo suas habilidades e raciocínio.</p><p>MORAN, J.M. A Educação que desejamos: Novos desafios e como chegar lá. Campinas, SP: 2007.</p><p>Coll, C. Piaget, o construtivismo e a Educação Escolar: onde está o fio condutor? In: Substractum Artes Médicas: Temas Fundamentais em Psicologia e Educação, v. 1, n.1, p. 11-24, 1997.</p><p>FARIA, R. W. S. C.; ROMANELLO, L. A.; DOMINGUES, N. S. Fases das tecnologias digitais na exploração matemática em sala de aula: das calculadoras gráficas aos celulares inteligentes. Amazônia: Revista de Educação em Ciências e Matemáticas, [S.l.], v. 14, n. 30, p. 105-122, 2018.</p><p>Nesta seção, os resultados da investigação são descritos e discutidos. Tudo o que é alcançado quando os objetivos específicos são atingidos são resultados. Portanto, aqui se especifica a realização dos objetivos da investigação.</p><p>Este capítulo deve ser organizado com base nas variáveis ​​ou categorias analisadas. Outra opção é apresentar os resultados obtidos em cada instrumento, mas mantendo a relação entre variáveis ​​e resultados (ou entre categorias e resultados, em estudos qualitativos).</p><p>Estes resultados devem ser analisados ​​criticamente, com base na fundamentação teórica construída.</p><p>Quando escolhido no D1 um PF:</p><p>· de investigação para análise e proposta de melhorias de materiais didáticos.;</p><p>· de investigação para análise e propostas de melhorias de programas e projetos;</p><p>o capítulo sobre RESULTADOS deve concluir com a apresentação da proposta de melhoria (recomendações, plano de ações, etc.).</p><p>Nos casos de estudos de investigação para conceber uma proposta ou estudos de investigação-intervenção, sugere-se descrever os resultados por etapas (por exemplo, resultados de diagnóstico, apresentação do desenho, resultados da avaliação da intervenção).</p><p>A sugestão é apresentar e discutir os resultados por momentos ou fases de pesquisa, que atendam aos objetivos. Em qualquer caso, deve cuidar-se a coerência entre objetivos - metodologia - resultados.</p><p>Esta seção deve ter uma extensão mínima de 30 páginas.</p><p>CONCLUSÕES</p><p>Nesta seção, todo o processo de implementação do PFM deve ser analisado. A ênfase deve ser colocada nas conclusões derivadas de cada um dos objetivos específicos, garantindo a coerência da pesquisa.</p><p>Recomenda-se referir-se a futuras aplicações ou linhas de pesquisa. Recomendações podem ser feitas para dar continuidade à pesquisa, apontar futuras aplicações ou linhas de pesquisa.</p><p>Esta seção deve ter uma extensão mínima de 5 páginas.</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>Almeida, M. E. (2000) Informática e formação de professores. Brasília: Ministério da</p><p>Educação.Recuperado em 15 de março de 2021 de:</p><p>https://www.scielo.br/pdf/er/nspe4/0101-4358-er-esp-04-00129.pdf.</p><p>Almeida, M. E. B. (2007) Tecnologias digitais na educação: o futuro é hoje. 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Como por exemplo, recortes de jornais, imagens, tabelas extraídas de relatórios de organizações internacionais, entre outros.</p><p>I</p><p>image2.png</p><p>image3.png</p><p>image4.png</p><p>image5.png</p><p>image6.png</p><p>image7.png</p><p>image8.png</p><p>image9.png</p><p>image10.png</p><p>image11.png</p><p>image12.png</p><p>image13.png</p><p>image14.png</p><p>image15.png</p><p>image16.png</p><p>image17.png</p><p>image18.png</p><p>image19.png</p><p>image20.png</p><p>image21.png</p><p>image22.png</p><p>image23.png</p><p>image24.png</p><p>image25.png</p><p>image26.png</p><p>image27.png</p><p>image28.png</p><p>image29.png</p><p>image30.png</p><p>image1.png</p><p>remota relacionada ao uso de telefones celulares.</p><p>Entendemos que é necessário refletir sobre a evolução do mundo e verificar a atitude dos professores em relação aos alunos que utilizam o celular para pesquisa e ensino em sala de aula para a construção de conhecimentos efetivos. Muitos autores e estudos concordam que essa proposta de ensino é uma forte tendência para a educação do século XXI, e veremos isso mais tarde.</p><p>O objetivo desta pesquisa é analisar os benefícios e desafios da utilização do celular como ferramenta de ensino para o processo de ensino da Escola Estadual Josias Pinto em Nova Ponte, MG, Brasil. Sob esse ponto de vista, este artigo demonstra as vantagens e desafios da telefonia móvel no ensino misto, ensino a distância e ensino presencial, e assim utiliza o celular como uma importante ferramenta didática para auxiliar o processo de ensino e avalia-o como ferramenta didática. Como ferramenta de ensino, quais são os benefícios e desafios potenciais que os telefones celulares trazem para o processo de ensino misto, remoto e presencial?</p><p>Para o desenvolvimento deste trabalho, é utilizado como ferramenta de coleta de dados, levantamentos por questionário, leitura de livros teóricos, artigos científicos e escritos acadêmicos; preparação para entrevistas como objeto de estudos de caso com professores; de uma escola estadual.</p><p>Como a tecnologia é uma das ferramentas de melhor desempenho para o aprendizado hoje, tente aplicá-la nas escolas. As escolas devem se concentrar em permanecer vivas, fornecendo informações importantes de que os alunos precisam para ter sucesso. Para atingir o objetivo proposto, este trabalho está dividido em quatro partes.</p><p>A parte 1 inclui uma introdução, discutindo o tema central, os objetos de pesquisa, seus objetivos gerais, objetivos específicos e a estrutura da tese.</p><p>A parte 2 inclui o conceito e a história da educação presencial, à distância e mista. Do ponto de vista científico, buscamos argumentos sobre temas, fatos, o uso do celular como ferramenta de aprendizagem e o impacto no trabalho escolar.</p><p>A parte 3 inclui métodos de pesquisa, abordagens metodológicas, ferramentas usadas para coletar dados, tipos de pesquisas, conceitos e objetivos de pesquisa, métodos qualitativos e métodos de métodos, procedimentos de estudo de caso, coleta de dados e pesquisas de participantes sociais. Análise qualitativa dos resultados.</p><p>A parte 4 inclui análise de dados, incluindo observações de registro de cursos de rua, híbridos e presenciais e aplicação de pesquisas a professores, gerentes e alunos. São apresentados os resultados desta pesquisa. Considere análises como interação, ensino e aprendizagem, formação de professores e uso de tecnologia educacional.</p><p>As considerações finais, resultam de benefícios e dificuldades deparadas pelos professores e alunos ao conciliar os telefones celulares as atividades de ensino presencial, remoto e híbrido. Os celulares podem ser considerados muito além de um aparelho para em detrimento de diversão utilizado logicamente pode ser instrumentos relevantes no processo.</p><p>Finalmente, este estudo tem como objetivo dar uma pequena visão sobre as visões de professores e alunos sobre o uso de telefones celulares como ferramentas educacionais, analisando as vantagens e os desafios dos telefones celulares. Ferramentas do currículo básico. Ele oferece os possíveis benefícios de usar seu telefone como uma ferramenta educacional.</p><p>Assim, com o auxílio da tecnologia, quem participa dos processos de ensino e aprendizagem transforma informação em conhecimento por meio da troca de experiências, colaboração, atividades construtivas e amplo acesso aos dados disponíveis. Esta oportunidade parece ser outro tópico de boa discussão entre os professores.</p><p>JUSTIFICAÇÃO EMPÍRICA DA PESQUISA</p><p>No contexto de um momento de grande e acelerada transformação econômica que vivemos em relação à entrada de novas tecnologias e novos materiais no processo produtivo, a discussão sobre o ensino por competências como formação geral das profissões tem afetado a conjuntura mundial, isso significa que, na atualidade, inovações disruptivas mudaram o ambiente educacional e trouxeram novos espaços de aprendizagem, inspirando os alunos a pensar, questionar, criticar, procurar resultados e reorganizar condutas..</p><p>Em um momento em que este país e o mundo estão sofrendo com a pandemia do vírus corona, a educação está totalmente voltada para o impacto da pandemia COVID-19. Portanto, não é mais possível continuar a ignorar a importância da tecnologia educacional por causa da pandemia oferece às escolas a oportunidade de relembrar decisões e valores próprios, bem como oportunidades de ensino de inovação e atualização metodológica de ensino.</p><p>Vivemos um período de transição para a introdução de novas tecnologias e novos materiais que afetam a situação global do processo produtivo. Nessa lógica, a transformação digital é a posição básica da educação, pois reflete um processo complexo que requer investimento em educação. Porém, na verdade, isso não significa que seja exclusivo de escolas particulares.</p><p>O momento atual é único e diferente de tudo o que já foi vivido: em sala de aula, tanto o ensino como o semi-estático e a distância enfrentam enormes desafios.</p><p>Segundo Peter Senge(1990) define como "pressupostos profundamente arraigados, generalizações ou mesmo imagens que influenciam nossa forma de ver o mundo e de agir". Para ele, padrões de pensamento arraigados podem dificultar o aprendizado, mantendo pessoas e / ou organizações práticas desatualizadas, dificultando seu desenvolvimento e atitude aberta.</p><p>Nesta concepção, dos vários fatores integrados no processo de construção do conhecimento, cabe destacar que a qualidade do sistema de ensino e a inovação tecnológica é um dos fatores mais importantes para garantir o crescimento da inovação.</p><p>Nesse contexto, esta tese visa abordar o tema: características marcantes que exigem do professor o desenvolvimento de habilidades para atuar no século 21, como a fluência em tecnologia digital (FTD), que utiliza o uso do celular como ferramenta de ensino.</p><p>O uso do celular como ferramenta de ensino educacional é um dos temas que vem gerando polêmica entre os profissionais da educação.</p><p>Inúmeros estudos promovem o uso de telefones celulares como ferramenta de ensino, enquanto outros afirmam que os telefones celulares podem distrair e incomodar os alunos, incluindo casos em que o uso de telefones celulares foi proibido por lei.</p><p>De acordo com Hamze (2012), “o século XXI trouxe para a educação a tecnologia, que passou a dominar todos os espaços, impedindo muitas vezes a interação entre professor e aluno, pois com o uso indevido da tecnologia há a individualização do ser humano e é contra isso que se deve lutar, é necessário buscar meios de unir a tecnologia com a educação, sem que alunos e professores se fechem para um mundo solitário”. Para incorporar a tecnologia em suas sugestões de ensino, o professor deve estar disposto a assumir uma nova função, a de conselheiro para auxiliar os alunos. Esta nova função exige que os professores assumam maiores compromissos e, portanto, requer treinamento contínuo. Segundo Tajra (2008), os professores precisam ser treinados para que possam aliar a tecnologia às suas sugestões de ensino.</p><p>Estudo do Centro de Pesquisas para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) mostra que 98% dos alunos das escolas urbanas acessam a Internet pelo celular, enquanto 18% usam a Internet apenas pelo celular e pelo estado. 39% dos alunos não têm computador em casa, provavelmente porque, quando dizem que acessam a Internet em casa, estão se referindo ao acesso pelo celular.</p><p>Portanto, com todas essas mudanças, é importante destacar as pesquisas. Durante o tempo em que o ensino não é possível, o uso de telefones celulares é inevitável. Nesse sentido, o mais importante é a supervisão social. No processo de modernização das escolas, todo mundo ligado à tecnologia está desempenhando suas funções e é um grande construtor.</p><p>No entanto,</p><p>esta pesquisa será realizada em uma escola pública e estadual, onde participarão da pesquisa alunos dos estágios finais do ensino médio e o coordenador pedagógico que atua em sala de aula.</p><p>No entanto, a pesquisa ainda contém algumas questões científicas, tais como: Como professores e alunos usam a tecnologia no processo de formação quando trabalham juntos? Na escola, os professores usam telefones celulares como ferramentas de ensino em sala de aula?</p><p>Compreendemos que é necessário refletir sobre a evolução do mundo e verificar a atitude dos professores em relação aos alunos que usam o celular para pesquisa e ensino em sala de aula para construir conhecimentos efetivos.</p><p>FORMULAÇÃO DO PROBLEMA:</p><p>Como ferramenta de ensino, quais são os benefícios e desafios potenciais dos telefones celulares no ensino misto, remoto e em sala de aula?</p><p>Quais os benefícios e possíveis desafios que o celular como ferramenta pedagógica oferece para o processo de ensino hibrido, remoto e presencial na aprendizagem do aluno nas escolas da cidade de Nova Ponte – Estado de Minas Gerais – Brasil.</p><p>PERGUNTAS DE PESQUISA:</p><p>1)	Quais são as dificuldades e problemas da pesquisa?</p><p>2)	Considerando as vantagens do ensino móvel e dos métodos de ensino, quais problemas de habilidades serão resolvidos e os desafios trazidos pelo uso dessas habilidades?</p><p>3)	Em relação ao uso do celular na educação, quais são os principais cuidados para evitar o uso do celular ou outros meios de comunicação para tornar a escola mais atrativa e interessante?</p><p>4)	Como os professores irão se desenvolver em um espaço disruptivo?</p><p>5)	No desenvolvimento da sala de aula, como os professores podem usar telefones celulares para melhorar o processo de aprendizagem?</p><p>6)	Como o celular em sala de aula contribui para a prática docente?</p><p>OBJETIVO GERAL:</p><p>Descrever os benefícios e possíveis desafios da telefonia móvel como ferramenta de ensino no processo de ensino da Escola Estadual Josias Pinto.</p><p>OBJETIVOS ESPECÍFICOS:</p><p>Reconhecer os possíveis benefícios do uso de telefones celulares como ferramentas educacionais</p><p>Analisar o conceito que os professores e alunos tem sobre o uso de telefones celulares como ferramentas de ensino.</p><p>Compreender as vantagens e desafios dos telefones celulares utilizados na prática docente.</p><p>Utilizar métodos qualitativos como ferramentas de ensino eficazes no processo de educação básica</p><p>CAPÍTULO 1: MARCO TEÓRICO</p><p>O primeiro capítulo “Referências teóricas” apresenta noções básicas de história, conceitos e política, permite uma compreensão mais aprofundada do percurso educativo e apresenta de forma resumida as vantagens e desafios da utilização do tele móvel. A seguir: Ferramentas educacionais, educação a distância presencial para alcançar o que agora é chamado de educação híbrida.</p><p>Um dos benefícios da educação fornecida pelos telefones celulares como uma ferramenta é que a diversidade e a funcionalidade envolvida na educação permite que as interações sejam usadas como materiais de sala de aula. Algumas atividades escolares. Nessa realidade, os educadores desempenham dois papéis básicos. Isso ocorre porque os educadores são um modelo particularmente relevante para alunos e mediadores de novos métodos de aprendizagem. O primeiro é adotar um processo e uma atitude específicos em relação à tecnologia. O segundo é o treinamento em tecnologia. Você precisa fornecer conhecimento e orientação, portanto, você precisa analisar minuciosamente os materiais que fornece aos seus alunos.</p><p>Há professores que justificam a não utilização do celular pelas dificuldades que o celular como material didático traz aos alunos no decorrer das aulas. O acesso à Internet alerta para possível aquisição e uso indevido de materiais não recomendados pelos alunos e resulta em uma variedade de comportamentos que violam as normas éticas e morais. Portanto, é imprescindível trabalhar em novas propostas educacionais que agreguem recursos da telefonia móvel à verdade escolar. O uso deste dispositivo móvel é um poderoso auxílio educacional, pois os alunos podem colaborar para expandir a comunicação em sala de aula.</p><p>Existem várias formas de se utilizar um celular em sala de aula, do exemplar mais simples ao mais moderno.</p><p>Desse ponto de vista, a capacidade educacional reside no cotidiano de cada indivíduo, e a escola não pode se limitar a essas experiências. Isso certamente precisa ir além da estrutura estabelecida de comunicar explicações do professor, comportamento passivo, habilidades de aprendizagem e o uso de ferramentas de apoio. Também está integrado a um espaço interativo onde os sujeitos trocam conhecimentos e papéis constantemente no processo de comunicação. Os espaços interativos não requerem necessariamente os efeitos essenciais das TIC, mas podem potencializar as interações que constituem um dos componentes dos fenômenos cognitivos.</p><p>Com o advento da tecnologia, todas as partes da comunidade desde a 4ª Revolução Industrial mudaram e mudaram a forma como vivemos, nos conectamos, informamos e nos comunicamos. Mudou a maneira como ensinamos e aprendemos e teve um impacto dramático.</p><p>Os avanços tecnológicos têm abordado e aperfeiçoado diferentes áreas, ressalto particular para o ramo educacional, que tem constituído impactado positivamente, de tal modo a realidade ocorre devido à prontidão de conseguir informações com maior agilidade, o que aperfeiçoa e evolui a aprendizagem de forma suficiente inovadora.</p><p>Da mesma forma, a tecnologia educacional nasceu para inovar nas salas de aula e romper os modelos educacionais tradicionais usando o Education 4.0 para atender às necessidades do mundo moderno.</p><p>Agora temos muitas ferramentas digitais em nossas abordagens de ensino e aprendizagem, incluindo mais equipamentos, periféricos, aplicativos, software, sites, sugestões e planos bem utilizados e bem direcionados. Juntos, vamos melhorar nossa preparação para a educação.</p><p>Da mesma forma, smartphones, tablets, laptops, lousas digitais, lousas digitais, canetas digitais, aplicativos, software, espaços criativos, portais, site, plataforma.</p><p>As ferramentas digitais são uma ótima escolha para a prática, começando com objetivos claros e práticas de ensino potenciais, enquanto são exploradas usando o componente de prática para treinamento. Facilitador para professores e alunos</p><p>Assim, o maior desafio para os professores ao usar essa ferramenta é informar aos professores e alunos que o conteúdo do site será exibido em telefones celulares e pode ser usado para educação econômica real. A maturidade do aluno é necessária para descobrir essa disponibilidade. Seu conhecimento de como usá-lo para aprender algo novo. E os professores precisam aprender o quanto isso é usado e como trabalhar em conjunto com os alunos para atingir os objetivos de aprendizagem e evitar distrações na sala de aula.</p><p>O uso de telefones celulares oferece suporte a pesquisas de campo e subsequente análise de dados. Nesse cenário, as escolas devem integrar a tecnologia móvel no desenvolvimento dos futuros profissionais da educação, atuar como educadores, capacitá-los para já participarem do mercado de trabalho e integrar novas competências e recursos em suas salas de aula.</p><p>1.1. Educação eficaz usando telefones celulares como ferramenta educacional na sala de aula: benefícios e desafios.</p><p>A comunicação por telefone celular tem sido comum há muito tempo, mas as tecnologias existentes degradaram a qualidade dos sistemas de comunicação móvel. Devido a restrições operacionais estritas, as comunicações móveis não podem suportar um grande número de conexões devido à interferência.</p><p>Segundo o professor de engenharia João Ernandes Vieira, os primeiros telefones celulares foram introduzidos nos Estados Unidos em 1973. "O sistema de algoritmo foi desenvolvido em Chicago em 1973 pelo primeiro aplicativo de plataforma de telefonia móvel em 1983."</p><p>No Brasil, o Rio de Janeiro recebeu sua primeira ligação móvel em dezembro de 1990. Do final da década de 1970 ao início da década de 1980, o Japão e a Suécia usaram sua própria tecnologia</p><p>para habilitar os serviços. Em 1983, a empresa americana ATandT criou uma tecnologia especial que foi implantada pela primeira vez em Chicago. Os dispositivos e serviços oferecidos evoluíram ao longo do tempo. Como resultado, os transceptores móveis não são mais usados ​​exclusivamente para serviços de voz. Assim como não havia padrões de primeira e segunda geração na era do telefone digital. Portanto, existem atualmente alguns sistemas de telefonia móvel com tecnologia digital.</p><p>No entanto, a lei estadual ainda tem questões educacionais. 12.730 / 2007 viola um dos princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948):</p><p>“Toda a pessoa tem o direito de tomar parte livremente na vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar no progresso científico e nos benefícios que deste resultam” (grifamos, artigo 27, inciso nº 1, DUDH).”</p><p>O acesso à comunicação e à tecnologia hoje tem um fluxo contínuo de informações que pode facilitar interações mais eficientes e rápidas para todos. Essas mudanças trouxeram mudanças significativas de geração em geração, especialmente no uso do telefone celular.</p><p>Como tal, quase todos os tipos de trabalho envolvem habilidade e requerem preparação. Por exemplo, no campo da educação onde os professores colaboram com a tecnologia em sala de aula, destacamos que os mundos virtuais são muito importantes para os profissionais que reservam espaço e sabem administrar essa transformação digital. Essa tendência foi fortalecida durante a folga social causada pelo corona vírus (Covid-19), forçando muitas escolas a adotar o ensino a distância como meio de dar continuidade ao seu comportamento popular globalmente.</p><p>À medida que a epidemia de Covid-19 se acelera, as redes de educação privada e escolas devem adotar a educação mista em 2021 para abordar uma variedade de problemas e desafios de infraestrutura. A ação pode reduzir a desigualdade. O primeiro é a conectividade. Isso provou ser um dos principais fatores na exclusão de alunos das classes vivas mais vulneráveis ​​ao longo de 2020. Em outubro, o Conselho Nacional de Educação (CNE) adotou o comentário número 15/2020 para permitir o ensino à distância. O projeto tem sido criticado por pesquisadores e sindicatos que acreditam que ele pode aumentar o risco de desigualdade educacional.</p><p>A Lei de Uso de Recursos do Fust para Fins Educacionais Relacionados ao Acesso à Internet para fornecer acesso gratuito à Internet a alunos e professores de escolas públicas (nº 3.477 / nº 20). (Divulgar serviços de comunicação). O Conselho de Educação Internacional para o Século 21 afirma: “Acreditamos que o surgimento de uma sociedade orientada para a informação apresenta um duplo desafio de democracia e educação, e os dois estão intimamente ligados”. De acordo com as diretrizes da Constituição Federal de 1988 (Brasil, 1988), o sistema educacional fornece uma forma essencial, e a socialização fornece a base para a cidadania adequada na formação social posterior.</p><p>Cito Teixeira para dar ao conceito de inclusão digital, o direcionamento da proposta de inclusão. Ele afirma:</p><p>[...] Assim, propõe-se o alargamento do conceito de inclusão digital para uma dimensão reticular, caracterizando-o como um processo horizontal que deve acontecer a partir do interior dos grupos com vista ao desenvolvimento de cultura de rede, numa perspectiva que considere processos de interação, de construção de identidade, de ampliação da cultura e de valorização da diversidade, para a partir de uma postura de criação de conteúdos próprios e de exercício da cidadania, possibilitar a quebra do ciclo de produção, consumo e dependência tecnocultural. (TEIXEIRA, 2010, p. 39).</p><p>Essa compreensão reconhece aspectos relacionados ao uso de recursos tecnológicos tanto na escola quanto no dia a dia dos alunos. É importante saber que a inclusão digital é fornecer tecnologia e transformá-la em ferramentas educacionais, até inclusões sociais.</p><p>Tedesco (2010) argumenta que as escolas podem dar uma contribuição fundamental para garantir o acesso às novas tecnologias de informação e comunicação em um mundo midiático impulsionado pela digitalização da informação, pelo surgimento e popularidade da multimídia.</p><p>Portanto, contamos com um sistema de treinamento que oferece às pessoas uma classe de nomes de domínio importantes, prontos para lidar com grandes volumes, entregando, selecionando e enviando informações de forma sucinta e instantânea.</p><p>Avanços recentes no ambiente tecnológico reorganizaram as noções de relações sociais, tempo e espaço. As escolas precisam encorajar a discussão e consideração do impacto do desenvolvimento da tecnologia digital nas vidas das pessoas modernas.</p><p>Segundo Kenski (2013, p. 43):</p><p>“Educação e tecnologia são indissociáveis, e para que ocorra essa integração, é preciso que conhecimentos, valores, hábitos, atitudes e comportamentos do grupo sejam ensinados e aprendidos, ou seja, que se utilize a educação para ensinar sobre as tecnologias que estão na base da identidade e da ação do grupo e que se faça uso delas para ensinar as bases dessa educação.”</p><p>Desta forma, é importante fazer uma leitura pedagógica dos meios de comunicação, e isso é papel do professor, ensinar o aluno a ter uma visão crítica e ampliada perante ao excesso de informações que lhe é ofertado.</p><p>Jean Piaget e Lev Vygotsky (apud SANTAROSA, 2006) propõem a ideia de que o conhecimento quando se trata de atenção interativa é gerado pela interação entre sujeito e objeto.</p><p>O papel do professor é, portanto, fornecer acesso à informação para que os alunos possam utilizar seus conhecimentos.</p><p>Rosa e Cecílio (2010, p. 108) abordando a temática afirmam:</p><p>Ao tratar a respeito da comunicação, Braga (2001, p.14) defende que:</p><p>As Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) estão integrando o mundo em redes globais de comunicação, possibilitando a construção de um mundo cada vez mais globalizado, aproximando tudo e todos, inserindo-os em uma “sociedade em rede”. A inovação descentralizada, estimulada por fatores econômicos e culturais, por uma cultura de criatividade tecnológica e por modelos tecnológicos de sucesso, faz com que as tecnologias prosperem e se instalem com a força de um império que a todos influências, independentemente de lugares, raças e nacionalidades.</p><p>Assim, pode-se dizer que no século XXI se testemunha um novo mundo, uma nova sociedade, uma era tecnológica e uma nova forma de transmitir e receber informações. Essa é a razão dos grandes avanços da tecnologia da informação e da tecnologia. A sua Internet tem permitido às pessoas aceder ao conhecimento e aceder com muita facilidade e rapidez às informações necessárias ao desenvolvimento social e à integração da vida humana. Essas técnicas, quando usadas corretamente, podem ser ferramentas ricas e eficazes.</p><p>Os telefones celulares são uma ótima ferramenta para isso, pois podem realizar o processo de aprendizagem simultaneamente.</p><p>Para Moran (2013, p.01):</p><p>O telefone celular é a tecnologia que atualmente mais agrega valor: é wireless (sem fio) e rapidamente incorporou o acesso à Internet, à foto digital, aos programas de comunicação (voz, TV), ao entretenimento (jogos, música-mp3) e outros serviços.</p><p>Nessas circunstâncias, os avanços tecnológicos trouxeram grandes mudanças no escopo do currículo. Um dos principais motivos para isso é o advento dos dispositivos móveis, que não possuem restrições específicas, mas apresentam vantagens como acessibilidade, conectividade, comodidade e portabilidade. A integração desses interesses e conceitos educacionais como experiências online estabelece novos parâmetros para a integração digital da educação.	Comment by Alexander Cordovés: A partir daqui o texto tem outro formato</p><p>1.1.1.	Benefícios do uso de telefones celulares em salas de aula remotas, mistas e presenciais.</p><p>Professores e administradores de escolas odeiam ou até proíbem telefones celulares na sala de aula, mas seu uso está se tornando cada vez mais popular nos dias de hoje. A Internet existe no dia a dia de</p><p>todos e leva à distribuição de novas tecnologias educacionais que não mudam a educação.</p><p>Os telefones celulares de hoje são uma ferramenta essencial para apoiar os professores, e eles precisam explorar as oportunidades que as redes podem oferecer e estar preparados para facilitar atividades interativas na forma de novas aprendizagens que medeiam o processo de aprendizagem. Construção do conhecimento.</p><p>No Brasil, o número de alunos matriculados em universidades presenciais diminuiu pelo segundo ano consecutivo, mas o número de alunos matriculados em cursos à distância aumentou significativamente. Mudanças em smartphones, tablets, computadores e estilos de aprendizagem ajudarão muitas pessoas a superar barreiras como mobilidade, finanças, tempo e idade, e se formar na faculdade para realizar seus sonhos.</p><p>Do ponto de vista educacional, os alunos focam no desenvolvimento de seus conhecimentos, por isso o uso da tecnologia é fundamental para o aprendizado fora da sala de aula. Os alunos podem usar seus telefones celulares para acessar as informações de que precisam, onde quer que estejam. Livros didáticos e professores não são mais suficientes para a nova geração de "nativos digitais".</p><p>No Brasil, todos os estados estão suspendendo aulas para impedir a progressão da nova pandemia da corona vírus.</p><p>De acordo com as últimas estatísticas da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), que monitora o impacto das epidemias na educação em todo o mundo, 191 países decidiram fechar as portas de escolas e universidades. Nessa situação, o controle remoto é a opção mais viável nestes tempos difíceis do mundo, mas muitas vezes é considerado semelhante ao ensino à distância.</p><p>Nas palavras de Charles Hodges et al, citado por Tomazinho (2020),</p><p>O Ensino Remoto Emergencial (ERE) é uma mudança temporária da</p><p>entrega de instruções para um modo de entrega alternativo devido à</p><p>circunstâncias de crise. Envolve o uso de soluções de ensino totalmente</p><p>remotas para instrução ou educação que, de outra forma, seriam ministradas</p><p>presencialmente ou como cursos combinados ou híbridos e que retornarão a</p><p>esse formato assim que a crise ou emergência tenha diminuído (CHARLES</p><p>HODGES et al, 2020). (grifo nosso).	Comment by Alexander Cordovés: Cadê o grifo?</p><p>É importante entender que o termo "separação" significa o fato de alunos e professores estarem, por algum motivo, proibidos de "frequentar" diretamente a escola. Peste COVID-19. Por sua vez, a educação a distância oferece opções de aprendizagem regular e científica, conforme mostrado na Figura 1.</p><p>Imagem 1: opções de ensino remoto</p><p>Fonte: Tomazinho, 2020.</p><p>Este sistema requer um maior envolvimento de alunos e professores para uma melhor experiência e melhor troca de informações, para GARCIA (2020, p.12):</p><p>“O interesse do aluno é um aspecto desafiador para o ensino remoto, pois significa tornar a ambiência da apresentação das aulas tão ou mais atrativa do que aquilo que aluno encontrar disponível na rede.”</p><p>O ensino a distância será acessado por meio de dispositivos conectados à Internet (computadores, smartphones, tablets etc.), cada ambiente pode ser acessado de qualquer lugar do mundo conectado pela Internet. A interação ocorre quase em tempo real porque fatores como atrasos na rede não garantem que a simultaneidade das operações seja totalmente em tempo real. Portanto, a interação será feita durante o tempo online (FREITAS 2015). Além de apoiar a formação dos alunos ao estimular o interesse por novas experiências, pode ser utilizada como ferramenta para o próximo processo de construção do conhecimento.</p><p>Para fornecer recursos de aprendizagem presencial e à distância, essa abordagem híbrida oferece a flexibilidade e a capacidade de se comunicar por meio de dispositivos de tecnologia por meio do acesso à Internet, supondo que você esteja citando termos mistos. Integrado. Este processo é separado das reuniões presenciais.</p><p>Em suma, a metodologia respeita o ritmo de aprendizagem do aluno, dá ao aluno o tempo necessário para conhecer a matéria recomendada pelo professor, responde às dúvidas e oferece um curso a distância baseado em habilidades que não estão disponíveis. Por isso, a escola tem investido em ferramentas digitais como: O G Suite é uma conta para todos os professores e alunos, além de fornecer acesso a ferramentas do Google, como Sala de aula, Meet, Formulários, Documentos, Drive, Planilhas, Hangouts e ScreenCast. Garantimos um ambiente seguro para o crescimento da sala de aula (aulas pagas). No ensino hibrido o celular é uma ferramenta indispensável no processo de ensino para que eles possam considerar a participação direta no processo de resolução de problemas e necessidades sociais, proporcionando conhecimentos assimilados por meio de uma participação efetiva.</p><p>1.1.2. Dificuldade em usar telefones celulares em aulas presenciais, remotas e mistas.</p><p>O desenvolvimento tecnológico está evoluindo rapidamente em todos os tipos de dispositivos (por exemplo, telefones celulares, programas de computador), e esses dispositivos estão mudando dia a dia para oferecer uma variedade de aplicativos (tablets e laptops mais avançados). Mais projetos foram concluídos e os jovens conheceram essas novidades. Se os professores não tomarem medidas de acompanhamento, a metodologia ficará desatualizada. Isso porque, se os professores não estão preparados para utilizar essas novas tecnologias como ferramentas no processo de formação, eles podem enxergar em termos de conhecimento do aluno.</p><p>Mason explica que:</p><p>O conceito de fenômenos emergentes da teoria da complexidade sugere que o ritmo cada vez mais acelerado de desenvolvimento tecnológico gera novas invenções que se tornam viáveis devido às redes de desenvolvimento tecnológico já existentes. O telefone celular, por exemplo, se torna possível por causa da tecnologia de satélite (que depende da tecnologia de foguetes), da tecnologia do computador, da tecnologia telefônica, da tecnologia elétrica e assim por diante. A lista é virtualmente interminável. O ponto é que cada novo fenômeno se torna mais e mais viável devido às redes de fenômenos já existentes (MASON, 2008, p. 52).</p><p>Os professores são considerados moderadores do processo de educação e aprendizagem, portanto, nesta era de lógica tecnológica, precisamos encontrar maneiras de motivar os alunos a aprender mais por meio de uma educação nova e informativa. E ainda ajuda a construir conhecimento. O maior desafio para os professores se adaptarem aos novos paradigmas educacionais, incluindo a tecnologia, é que muitos professores sigam seus ensinamentos durante os dias letivos. No entanto, a realidade das crianças hoje é muito diferente do que era então.</p><p>Sobre a importância do professor em se capacitar: a formação do professor deve ocorrer de forma permanente e para a vida toda. Sempre surgirão novos recursos, novas tecnologias e novas estratégias de ensino e aprendizagem. “O professor precisa ser um pesquisador permanente, que busca novas formas de ensinar e apoiar alunos em seu processo de aprendizagem” (JORDÃO,2009, p.12).</p><p>Mas o maior desafio para os professores é integrar essas novas tecnologias ao conteúdo da sala de aula. Se você não sabe como usar essas ferramentas, não tem ferramentas suficientes. Portanto, é muito importante que os professores aprendam e entendam as ferramentas técnicas que pretendem usar para coordenar seus planos.</p><p>A interrupção das aulas presenciais devido à pandemia do corona vírus fez com que os professores não apenas enfrentassem as pressões atuais, mas também enfrentassem novos desafios usando ensino à distância, tecnologia híbrida e ensino à distância. Use a tecnologia para apresentar novos desafios.</p><p>Nas palavras de Almeida (apud Fernandes, 2010) “em um mundo cada vez mais globalizado, utilizar as novas tecnologias de forma integrada ao projeto pedagógico é uma maneira de se aproximar da geração que está nos bancos escolares.”</p><p>É importante ressaltar que, embora a aquisição de novas ferramentas técnicas não seja</p><p>suficiente, a estruturação do uso de novas competências é outro desafio para o professor saber preparar e gerenciar seu ambiente. Revise as ferramentas que você usa e certifique-se de que seus alunos estejam familiarizados com as ferramentas fornecidas.</p><p>Portanto, para tornar os professores menos conscientes de sua identidade, os professores precisam melhorar sua formação, preparando-se para enfrentar essa "nova" tecnologia, ou seja, um novo paradigma da engenharia digital e da educação e da educação. Porém, detentores dos saberes do professor, como mediadores, nesse novo ambiente de aprendizagem, alunos e professores podem, em conjunto, acumular conhecimentos e dar vida às ideias, sentido para a vida dos alunos.</p><p>1.2. Uma visão profissional da educação tem o potencial de promover a inclusão do aluno e mudar o comportamento do aluno diante de uma perspectiva tecnológica.</p><p>É importante destacar que com o grande desenvolvimento da tecnologia, as linguagens digitais estão cada vez mais aparecendo na vida das pessoas e a sociedade é movida por ferramentas tecnológicas inovadoras.</p><p>2020 foi um ano desafiador para a educação. Diante disso, o impacto da pandemia na educação tem suscitado a discussão sobre a urgência de se estabelecer um mecanismo de ensino a distância em nosso país. Como você sabe, a tecnologia é um componente importante do processo de evolução digital, criando experiências que são especialmente úteis na educação. Mas a realidade caótica da pandemia sem precedentes causada pela Covid-19 fez com que ela acontecesse em todo o mundo e fechou ou mudou vários setores, incluindo a educação, deixando milhares de crianças sem trabalho. Portanto, professores e alunos precisam se adaptar ao ensino a distância, educação a distância e criatividade para o exercício das atividades escolares. Isso requer o uso da World Wide Web e da Internet.</p><p>Portanto, com soluções de aprendizagem remota, a tecnologia digital é essencial para atender à necessidade de medidas de emergência, mas os avisos são limitados. Nesse sentido, a adaptação ao mundo digital ocorre em escolas públicas e redes privadas de ensino por meio de aplicativos de videoconferência, redes sociais, e a adaptação desta forma. Ambiente de ensino a distância (EAD) por meio da geração de aprendizagem virtual (AVA).</p><p>Segundo Quintas Mendes e outros autores, quando o assunto é comunicação técnica à distância, ao contrário do que se pensa, pode-se:</p><p>Apresentar uma coloração socioemocional muito forte, em muitos</p><p>aspectos não inferiores à comunicação face-a-face, sendo bastante</p><p>favorável à criação de comunidades de aprendizagens com relações</p><p>sociais fortes e desempenhos de tarefa comparáveis à comunicação</p><p>presencial. (QUINTAS-MENDES et al, 2010, p. 258);</p><p>O ensino a distância, atualmente utilizado nas emergências brasileiras, é semelhante ao ensino a distância apenas em termos de educação de base tecnológica. No entanto, o princípio é o mesmo da educação presencial (Costa, 2020). Cursos a distância, cursos que acontecem simultaneamente com o curso em tempo real, reuniões presenciais com outros alunos, interações diárias com professores, criação de cronograma contextual e status de planejamento de educação de emergência.</p><p>As novas tecnologias apresentam a necessidade de repensar a formação de professores e gestores e de entender como podem ajudar os jovens a desenvolver as competências de que precisam para enfrentar os desafios da atualidade.</p><p>A educação deve ser atualizada como um todo. O Centro pode tomar várias medidas em relação ao uso de tecnologia para manter a educação a par das mudanças no mundo. Segundo Souza (2013, páginas 18 e 19):</p><p>O sistema educacional necessita considerar uma maneira de incluir o celular na aprendizagem, para poder assistir a nova geração Y (jovens que nasceram após a década de 80), essa geração cresceu de forma a se identificar com a cultura escolar. São jovens completamente conectados, que possuem uma grande intimidade com as novas tecnologias de comunicação (internet, celulares e redes sociais).</p><p>É importante que os educadores estejam constantemente preparados e atualizados. A educação continuada é, portanto, parte do BNCC e é o principal documento normativo que define os estilos básicos de aprendizagem dos alunos brasileiros. A educação continuada desempenha um papel importante. Na verdade, a formação continuada é uma forma de motivar alunos, professores, crianças e jovens.</p><p>1.2.1. Novos conhecimentos de professores: tecnologia digital.</p><p>A era da globalização leva a pensar em uma educação global na qual um país e seus diferentes sistemas (econômico, político, social) estão integrados e criam um impacto mútuo. Estamos testemunhando mudanças na sociedade industrial, com foco na produção e fluxo de direitos de propriedade intelectual, e usando tecnologia intensiva para se interessar pela produção de produtos reais para a sociedade do conhecimento.</p><p>A integração significativa do tempo a distância no ensino a distância estabelece uma ligação entre os detalhes no que se refere à coerência da organização espacial que o distingue da experiência temporal e ambiental do professor.</p><p>As questões curriculares são abordadas a partir desta perspectiva, uma vez que a pandemia da Doença do Coronavírus (COVID-19) requer uma mudança da educação presencial para a aprendizagem à distância ou educação mista devido à distância social e interrupção das reuniões presenciais. ser feito. Precisamos mudar o comportamento de professores, instituições e alunos.</p><p>No passado, os professores lutavam para usar o telefone celular como ferramenta de aprendizagem, mas hoje em dia, encontrar os processos e métodos certos para ter sucesso na escola é um grande desafio.</p><p>Porém, é somente com a adoção da tecnologia digital que se estabelece uma característica de eficiência e dela decorrem muitas outras. Para Kenski (1998), a apreensão do conhecimento na perspectiva das novas tecnologias eletrônicas de comunicação e informação ao ser assumida como possibilidade didática, exige que se oriente a prática docente também em termos metodológicos com base em uma nova lógica.</p><p>Desse ponto de vista, a consciência surge quando você precisa entender este novo mundo com novos caminhos, nova lógica, nova cultura, novas sensibilidades e novas ideias, novos comportamentos de aprendizagem, novos motivos, novos estímulos.</p><p>Partimos deste conceito, que incentiva os professores a buscarem alternativas ao uso da tecnologia nas paróquias. Os alunos desejam aprender e usar este recurso recreativamente. A tecnologia na educação tornou-se uma ferramenta importante para apoiar a educação e a inovação.</p><p>A inovação tecnológica torna as salas de aula mais dinâmicas e os professores podem usar recursos como softwares disponíveis na Internet para melhorar a eficácia do aprendizado dos alunos. Ponte (2000, p. 15)</p><p>O professor vê-se agora na contingência de ter não só de aprender a usar constantemente novos equipamentos e programas, mas também de estar a par das «novidades». (...) encontrar formas produtivas e viáveis de integrar as TIC’s no processo de ensino aprendizagem, no quadro dos currículos atuais e dentro dos condicionalismos existentes em cada escola. O professor, em suma, tem de ser um explorador capaz de perceber o que lhe pode interessar, e de aprender, por si só ou em conjunto com os colegas mais próximos, a tirar partido das respectivas potencialidades.</p><p>Os professores estão centrados, a maior mudança precisa ocorrer em sua capacidade de inovar e os educadores precisam estar preparados para lidar com todas essas novidades. Segundo Nóvoa (2015, p. 20):</p><p>O trabalho dos professores deve ser apoiado e continuado por três movimentos. Primeiro, uma organização mais aberta e diversificada dos espaços e dos tempos escolares. Segundo um currículo centrado nos alunos e em suas aprendizagens, e não em listas intermináveis de conhecimentos ou competências.</p><p>Terceiro, uma pedagogia com dimensão fortemente colaborativa, que utilize a relação (as redes) como dispositivo de comunicação e aprendizagem.</p><p>Portanto, é importante que os professores desenvolvam a consciência crítica e nutram a autodisciplina, para serem capazes de expressar seus pensamentos com franqueza em uma variedade de situações e para estimular o interesse dos alunos.</p><p>Com a presença da tecnologia educacional, a cultura digital é integrada à formação de professores. Pretende-se comprovar o desempenho profissional e pedagógico com base na formação direcionada para a especialização. Os professores em sala de aula têm acesso gratuito a todas as ferramentas técnicas, por isso é essencial fazer a mesma coisa.</p><p>Para Pretto (2008, p.81), o acesso:</p><p>[...] às tecnologias é fundamental, mas também ele precisa ser qualificado. A presença de tecnologias mais simples, como os livros impressos, ou de outras mais avançadas, como os computadores em rede, produzindo novas realidades, exige o estabelecimento de novas conexões que as situem diante dos complexos problemas enfrentados pela educação, sob o risco de que os investimentos não se traduzam em alterações significativas de questões estruturais da educação.</p><p>Os professores precisam de uma formação teórica para ver o mundo inteiro sem fragmentação, com uma postura profissional de quem busca a própria realidade e reflete sobre ela. As novas tecnologias desempenham um papel cada vez mais fundamental na formação de alunos e professores.</p><p>Segundo Bonilla et al. (2005, p. 203) a compreensão de que:</p><p>as tecnologias são tão importantes no processo de formação de professores, quanto a língua materna, as metodologias, a psicologia, a sociologia, e todas as demais áreas que compõem o currículo de uma licenciatura em qualquer área do conhecimento, ou de um curso de formação continuada.</p><p>Com base nessa suposição, o trabalho do professor é muito importante. Estando preparados para possuir e usar a tecnologia como um parceiro de aprendizagem adicional, temos a tecnologia e o conhecimento importantes para enfrentar os desafios, conflitos e riscos potenciais ocultos na tecnologia. O treinamento com técnicas de mediação pública potencializa novos conhecimentos, pois as plataformas digitais de aprendizagem facilitam as interações interpessoais e permitem que cada participante amplie suas mentes e compartilhe conhecimentos, habilidades e atitudes.</p><p>1.2.2. Competência digital comum com base em currículos nacionais.</p><p>A educação é um dos pilares importantes do desenvolvimento intelectual da sociedade, por isso está associada a mais equidade e igualdade nos setores econômico e social do país. Portanto, o investimento em educação é uma das prioridades do governo para focar no desenvolvimento do país.</p><p>O Currículo Geral Nacional Básico (BNCC) é o documento que define os conhecimentos básicos de todos os alunos da educação básica e garante o seu direito à educação. Os motivos para (BNCC) devem ser observados em cursos online públicos e privados, de desenvolvimento urbano e rural, originando textos que regulamentam a educação no Brasil.</p><p>Incluindo recursos técnicos, em combinação com outros métodos que incorporam valores como compreensão crítica, solidariedade, cooperação, curiosidade, valor civil e direitos garantidos pelo governo federal, o mundo. .Constituição (1988). A alfabetização digital é uma das 10 habilidades globais que todos os alunos do campus devem adquirir. É por isso que este artigo analisa o aprendizado por meio da tecnologia. O BNCC também vê a habilidade como uma linguagem de uso que enfatiza um senso crítico e estético.</p><p>Competência 4:</p><p>Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, com libras e escrita) corporal, visual, sonora e digital -, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.</p><p>Esta licença tem amplas implicações para soluções digitais que funcionam de forma híbrida, levando em consideração uma variedade de meios (plataformas) e frases, e fornece aos alunos uma variedade de perspectivas, literatura e ferramentas multifuncionais. A quinta habilidade do BNCC é a habilidade do aluno de usar a tecnologia de forma ética tanto para a aquisição quanto para a criação de informações. Ele interage com os diversos componentes do programa, como usar as ferramentas digitais para navegar pelos cursos em todas as disciplinas, como usar os computadores e a tecnologia para encontrar informações e apresentar os resultados do trabalho. Segundo Brasil é:</p><p>Competência 5.</p><p>Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva. (BRASIL, 2017).</p><p>Ambas as técnicas têm um viés fundamental que permite aos alunos procurar autores à medida que aprendem o protagonista. Sob essa ótica, o uso da tecnologia digital na prática educacional deve ser desenvolvido de forma a apoiar crianças e adolescentes que precisam utilizar os dispositivos disponíveis, como telefones celulares eletrônicos ou computadores.</p><p>Os alunos se preparam para um futuro desconhecido. Mesmo agora, todos nós sabemos disso porque tudo, incluindo educação à distância, acasalamento, novos empregos, questões sociais e políticas estão mudando.</p><p>A criatividade e a inovação devem desenvolver habilidades relacionadas à capacidade de raciocinar.</p><p>O que importa é a capacidade de resolver problemas, colaborar e trabalhar em equipa com autonomia e flexibilidade (através da aprendizagem ao longo da vida).</p><p>1.3. Na pesquisa de campo: no Ensino Médio, a presença do celular nas aulas.</p><p>O uso de dispositivos de mídia educacional não é novo. Por meio da profunda integração e desenvolvimento tecnológico desses dispositivos sob o nome de tecnologias de informação e comunicação (TIC), as pessoas esperam aprimoramento e uso como ferramenta para fins educacionais. Professor estudando telefones celulares e smartphones.</p><p>Entre os dispositivos que podem fornecer / apoiar a aprendizagem móvel, os telefones móveis são indiscutivelmente os mais conhecidos e mais acessíveis.</p><p>Tendo em vista que os jovens utilizam cada vez mais o celular e que esses aparelhos apresentam recursos interessantes do ponto de vista educacional, o objetivo deste estudo foi a utilização do celular nas classes do Ensino Médio.</p><p>Nessa idade, podemos analisar a sincronização do adolescente e uma tarefa difícil para os professores devido às características dos adolescentes. Nessa perspectiva, os educadores criam condições que podem fornecer um ambiente no qual os alunos podem manter e otimizar às suas próprias custas. Razões para usar telefones celulares para educação e aprendizagem no ensino médio: As famílias são consideradas uma tecnologia fácil de usar e popular para a vida cotidiana, mobilidade e mobilidade, portanto, podem ser levadas para qualquer lugar. Essas propriedades são identificadas como potenciais conglomerados do evento pela ampliação da forma de comunicação e acesso a informações por recursos em diversos formatos (texto, áudio, imagem, vídeo) e pela conexão de celulares pela Internet.</p><p>O desenvolvimento cognitivo dos alunos envolve interações sociais (isto é, interações com outras pessoas e seu ambiente). Aprender é um tipo de experiência social e um meio de interação entre linguagem e comportamento.</p><p>Conforme definido por Mülbert e Pereira (2011), mobile learningou m-learning “é o conceito que representa a aprendizagem entregue ou suportada por meio de dispositivos de mão tais como PDAs (Personal Digital Assistant), smartphones, iPods, tabletse outros pequenos dispositivos digitais que carregam ou manipulam informações”.</p><p>Os autores relatam que o termo "aprendizagem</p><p>móvel" se baseia nos benefícios da aprendizagem a qualquer hora e em qualquer lugar e que essa abordagem destaca as tendências e possibilidades futuras de aprendizagem.</p><p>No caso de Vygotsky, existem dois tipos de mediadores. Instrumentos musicais e símbolos - representações mentais alternativas de objetos reais. Segundo ele, o desenvolvimento dessas expressões ocorre principalmente por meio da interação e leva ao aprendizado.</p><p>Com o celular nas escolas, oferecemos oportunidades de estimular o aprendizado e desenvolver habilidades de conteúdo no ensino fundamental. e a capacidade de “consumir, produzir e disseminar informação por meio de novas mídias digitais móveis e, ao mesmo tempo, a informação é realizada e enriquecida por meio da mobilidade física” (LEMOS 2009, p.28).</p><p>Por isso Vygotsky (2000, p. 113) afirma:</p><p>“o nível de desenvolvimento real caracteriza o desenvolvimento mental retrospectivamente, enquanto a zona de desenvolvimento proximal caracteriza o desenvolvimento mental prospectivamente”.</p><p>Isso significa que a zona mais próxima fará o aluno avançar. Isso aumentará sua consciência. Um verdadeiro campo de desenvolvimento, apenas reproduz os conceitos veiculados pelos professores.</p><p>Portanto, o projeto Z.D.P permite que os alunos façam um progresso real. “A área de desenvolvimento proximal de hoje é o verdadeiro crescimento de amanhã. O que uma criança pode fazer hoje com a ajuda de amanhã” (VYGOTSKY, 2000, p. 113).</p><p>Isso significa que, se houver uma interação cognitiva, é provável que ela seja gerada automaticamente. A aprendizagem do aluno cria oportunidades para uma ação independente. A independência não está isolada. Portanto, se suas habilidades de resolução de problemas não estão relacionadas ao seu crescimento potencial, você pode observar o verdadeiro crescimento cognitivo da pessoa.</p><p>1.3.1.	Educação usando telefones celulares</p><p>Os telefones celulares de hoje são compactos, leves e têm uma bateria longa, portanto, você pode usá-los em quase qualquer lugar. Os telefones celulares são agora o verdadeiro coração dos computadores multimídia, começando a ser usados ​​para uma variedade de propósitos, alguns dos quais podem ser usados ​​para ensino e aprendizagem.</p><p>Como essa tecnologia não possui mais um meio simples de comunicação entre os usuários de telefones celulares, as escolas devem eliminar mal-entendidos sobre a existência de telefones celulares. Isso significa principalmente que nenhum espaço escolar é necessário, e também o progresso das aulas.</p><p>Portanto, não estamos educando nossos filhos "hoje", estamos sempre tentando melhorar para o futuro.</p><p>Atualmente, o Brasil tem mais telefones celulares do que sua população. Em março de 2013, havia 265,5 milhões de telefones celulares, de acordo com dados da Anatel.</p><p>De acordo com uma pesquisa da empresa finlandesa de segurança digital F-Secure, o Brasil ocupa o quinto lugar em número e acessibilidade móvel e o terceiro em acessibilidade móvel.</p><p>A International Telecommunication Union considera os telefones celulares a tecnologia mais rapidamente adotada na história da humanidade (CASTELLS, 2008) (MERIJE, 2012).</p><p>Na era atual de isolamento social causado pela pandemia COVID-19, neste contexto, pensar no conceito atual de inclusão digital e o que ela realmente significa é uma prioridade e como funciona o celular é uma prioridade. Atividade educativa em termos de isolamento social.</p><p>Lembre-se de que o currículo híbrido muitas vezes se torna uma realidade e será mais específico em um futuro próximo. Este meio híbrido é dividido em três pilares, conforme mostrado na figura a seguir. Segundo o repositório Santos, Ribeiro, Carvalho (2020), essas ambiências híbridas foram organizadas em fontes de informações, “para situar a temática, prática e concepção que faz parte da aula ou atividade”; em sistemas de autoria, “para a manifestação de autorias nas ações de aprendizagem individual/dupla/grupo”; e em redes sociais digitais, “para compartilhar, discutir e tecer o conhecimento mais aberto e informal, proporcionando a tessitura dos atos de currículo para além dos espaços tempos institucionais” (SANTOS; RIBEIRO; CARVALHO, 2020</p><p>A combinação desses fatores garantirá uma linguagem de hipermídia tecnicamente comumente protegida por direitos autorais, pois esse ambiente pode experimentar um plano de programa estruturado de imersão digital. É o exercício da cidadania na Internet que mudou a própria realidade.</p><p>Para Lemos (2011, p. 19),</p><p>[...] mais do que dar acesso às tecnologias (uma condição técnica imprescindível e básica para qualquer projeto de inclusão digital), o desafio maior da inclusão cidadã à cultura digital é fazer com que os indivíduos possam produzir conteúdo próprios e distribuí-los livremente mantendo se senhor de seus dados pessoais, garantindo-se a privacidade e o anonimato.</p><p>Em suma, o processo de integração digital deve considerar o uso formal e social da tecnologia de rede digital. Como criadores e produtores de conhecimento, você pode agir como esses artefatos culturais. Safko e Brake se concentram na evolução da tecnologia de telefonia móvel.</p><p>Os telefones celulares atuais possuem outras características além de fazer uma simples chamada telefônica. Os aparelhos celulares agora podem enviar mensagens de texto; realizar navegação na Internet; reproduzir música MP3; gravar memorandos; organizar informações pessoais, contatos e calendários; enviar e receber e-mails e mensagens instantâneas; gravar, enviar, receber e assistir a imagens e vídeos usando câmeras e filmadoras embutidas; executar diferentes toques, jogos e rádio; realizar infravermelho e conectividade Bluetooth; realizar vídeo-chamadas e servir como um modem sem fio para um PC (2010, p.266).</p><p>“Com as novas mídias móveis digitais, ampliam-se as possibilidades de consumir, produzir e distribuir informação, fazendo com que esta se exerça e ganhe força a partir da mobilidade física” (LEMOS 2009, p.28)</p><p>Muitas pessoas se opõem a essa abordagem, então você precisa planejar suas aulas com objetivos claros e usar seu telefone como uma ferramenta educacional. As regras de uso do telefone celular devem ser aplicadas como qualquer outra regra da escola. Os alunos devem aprender a usar esses dispositivos remotamente e diretamente em sistemas híbridos nas escolas para estender seu aprendizado de maneiras ricas e reflexivas, usando aplicativos inovadores que eles aprendem. Nesse sentido, pode-se dizer que alguma tecnologia penetrou no método de ensino. No conceito de fluxo teórico, pode-se dizer que não há nada que a tecnologia não possa superar.</p><p>1.3.2. O celular- tecnologia no Ensino Médio.</p><p>Os alunos que frequentam escolas públicas ou privadas fazem parte de um plano geracional que nasceu da exposição à tecnologia e da exploração do mundo por meio de uma variedade de mídias.</p><p>As crianças hoje passam horas de seu dia assistindo à televisão, jogando no</p><p>computador e conversando nas salas de bate-papo. Ao fazê-lo, elas</p><p>processam quantidades enormes de informação por meio de uma grande</p><p>variedade de tecnologias e meios. Elas se comunicam com amigos e outras</p><p>pessoas de maneira muito mais intensa do que as gerações anteriores [...]</p><p>(VEEN; VRAKKING, pg. 29, 2009)</p><p>Diz-se que a vida no ensino médio é o estágio do ensino médio, e as tarefas estão definidas. É por isso que encontramos implementações e métodos de aprendizagem que podem despertar o interesse dos nossos alunos, juntamente com exercícios que emocionam os nossos protagonistas. Nesse novo cenário, o ensino médio consiste em uma série de etapas, incluindo o acesso à mídia e a tecnologia no uso do celular, resultando em uma mudança na natureza esperada da trajetória da educação no Brasil.</p><p>Como os alunos estão muito próximos da realidade, é muito conveniente usar a tecnologia no ensino médio. Assim, o uso da cultura e da tecnologia digital promove a igualdade na educação da sociedade brasileira e a aproximação da escola com a realidade dos alunos quando a vida dos jovens é dominada pela tecnologia.</p>

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