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<p>HISTÓRIA - A primeira etapa do período colonial</p><p>IM</p><p>PR</p><p>IM</p><p>IR</p><p>Voltar</p><p>GA</p><p>BA</p><p>RI</p><p>TO</p><p>Avançar</p><p>3</p><p>6. Mackenzie-SP A divisão do Brasil em capitanias hereditárias não seria apenas a primei-</p><p>ra tentativa oficial de colonização portuguesa na América, mas também a primeira vez</p><p>que europeus transportaram um modelo civilizatório para o Novo Mundo. A esse respei-</p><p>to é correto afirmar que:</p><p>a) o modelo implantado era totalmente desconhecido dos portugueses e cada donatária</p><p>tinha reduzidas dimensões.</p><p>b) representava uma experiência feudal em terras americanas, sem nenhum componente</p><p>econômico mercantilista.</p><p>c) atraiu sobretudo a alta nobreza pelas possibilidades de lucros rápidos.</p><p>d) a coroa com sérias dívidas transferia, para os particulares, as despesas da colonização,</p><p>temendo perder a colônia para os estrangeiros que ameaçavam nosso litoral.</p><p>e) o sistema de capitanias fracassou e não deixou como conseqüências a questão fundiária</p><p>e a estrutura social excludente.</p><p>7. U.E. Juiz de Fora-MG Sobre a sociedade e cultura coloniais brasileiras, assinale a al-</p><p>ternativa incorreta:</p><p>a) Homens livres pobres e mestiços, bem como os escravos podiam ascender à condição</p><p>de “Homens Bons” e ocupar os cargos das câmaras municipais locais.</p><p>b) O Catolicismo, como religião oficial do Estado Português, tentava impedir quaisquer</p><p>outras manifestações de religiosidade na colônia. Contudo, as práticas religiosas afri-</p><p>canas e indígenas, ou sincréticas, foram extensamente praticadas.</p><p>c) Em Minas Gerais, a arte barroca de base religiosa pôde desenvolver uma criação pró-</p><p>pria. A grande quantidade de artífices locais valia-se de inovações e do uso de materi-</p><p>ais da terra, como por exemplo, a pedra-sabão, utilizada em esculturas.</p><p>d) A miscigenação ocorreu desde os primeiros anos da conquista; brancos e índios gera-</p><p>ram mamelucos em diversas capitanias; a mistura entre brancos e negros tornou-se</p><p>mais intensa com o incremento do tráfico negreiro a partir do século XVI.</p><p>8. U. Santa Ursula-RJ A partir do século XVI várias potências européias invadiram a</p><p>América Portuguesa; entre elas destacamos a Invasão Francesa no Rio de Janeiro entre</p><p>1555 – 1567. O Objetivo da França era:</p><p>a) O interesse no comércio açucareiro, organização e montagem de engenhos e intensi-</p><p>ficação do tráfico negreiro.</p><p>b) A disputa pelo comércio colonial, isto é, a exploração do pau-brasil e a criação da</p><p>França Antártica.</p><p>c) A aceitação dos indígenas à dominação francesa e o conflito entre colonos e jesuítas</p><p>pelo domínio e controle da mão-de-obra indígena.</p><p>d) A possibilidade de formação de novas classes sociais vindas da França mas empobre-</p><p>cidas pelas lutas religiosas.</p><p>e) A cobiça dos franceses pelas terras das Capitanias Hereditárias e exploração das “dro-</p><p>gas do sertão” e do açúcar.</p><p>9. Unifor-CE No Brasil, a predominância da economia açucareira na vida colonial</p><p>a) gerou um amplo mercado interno consumidor, abastecido com produtos originários</p><p>de outras regiões brasileiras.</p><p>b) favoreceu o surgimento de uma ampla camada social intermediária entre os grandes</p><p>proprietários de terra e os escravos.</p><p>c) decorreu da crise da economia portuguesa, resultantes dos gastos com a Guerra da</p><p>Restauração.</p><p>d) gerou uma sociedade cujos valores dominantes estavam sedimentados na propriedade</p><p>da terra e de escravo.</p><p>e) criou um núcleo de integração das atividades produtivas de todas as demais regiões</p><p>brasileiras.</p><p>HISTÓRIA - A primeira etapa do período colonial</p><p>IM</p><p>PR</p><p>IM</p><p>IR</p><p>Voltar</p><p>GA</p><p>BA</p><p>RI</p><p>TO</p><p>Avançar</p><p>4</p><p>10. PUC-RS INSTRUÇÃO: Responder à questão 10 sobre a escravidão no Brasil, com</p><p>base no texto abaixo.</p><p>“A Brecha Camponesa</p><p>Um outro mecanismo de controle e manutenção ‘da ordem escravista foi a criação de uma mar-</p><p>gem de economia própria para o escravo dentro do sistema escravista, a chamada brecha campone-</p><p>sa’. Ao ceder um pedaço de terra em usufruto e a folga semanal para trabalhá-la, o senhor aumen-</p><p>tava a quantidade de gêneros disponíveis para alimentar a escravatura numerosa, ao mesmo tempo</p><p>em que fornecia uma válvula de escape para as pressões resultantes da escravidão (...).</p><p>O espaço da economia própria servia para que os escravos adquirissem tabaco, comida de</p><p>regala, uma roupinha melhor para mulher e filhos, etc. Mas, no Rio de Janeiro do século XIX, sua</p><p>motivação principal parece ter sido o que apontamos como válvula de escape para as pressões do</p><p>sistema: a ilusão de propriedade ‘distrai’ a escravidão e prende, mais do que uma vigilância feroz</p><p>e dispendiosa, o escravo à fazenda. ‘Distrai’, ao mesmo tempo, o senhor do seu papel social,</p><p>tornando-o mais humano aos seus próprios olhos. (...) Certamente o fazendeiro vê encher-se a</p><p>sua alma de certa satisfação quando vê vir o seu escravo da sua roça trazendo o seu cacho de</p><p>bananas, o cará, a cana, etc. (...) O sistema escravista – como qualquer outro – não poderia,</p><p>evidentemente, viabilizar-se apenas pela força. ‘O extremo aperreamento desseca-lhes o coração’,</p><p>escreve o barão justificando a economia própria dos escravos, ‘endurece-os e inclina-os para o</p><p>mal. O senhor deve ser severo, justiceiro e humano’.”</p><p>REIS, João José & SILVA, Eduardo. In: BECHO, Myriam Motta & BRAICK,</p><p>Patrícia Ramos. História das cavernas ao terceiro milênio.</p><p>São Paulo, Moderna, 1997, p. 248.</p><p>A chamada “brecha camponesa”, de que tratam os autores do texto, refere-se a:</p><p>a) um pedaço de terra cedido em usufruto ao escravo, além de uma folga semanal para</p><p>trabalhar na terra, de onde os negros podiam extrair gêneros extras para sua subsistên-</p><p>cia, como o tabaco, a banana, o cará, a comida de regalo, etc.;</p><p>b) um mecanismo de distração dos senhores, os quais passarão a produzir alguns gêne-</p><p>ros para sua subsistência, criando, assim, uma válvula de escape contra as pressões do</p><p>sistema;</p><p>c) um mecanismo de distração para os escravos que, após passarem a semana inteira</p><p>produzindo apenas cana-de-açúcar, em um dia da semana poderiam se dedicar ao</p><p>plantio de outros gêneros, além de receberem uma pequena parcela da produção para</p><p>seu próprio consumo;</p><p>d) um mecanismo de controle e manutenção da ordem escravista, já que senhores e es-</p><p>cravos podiam trabalhar conjuntamente, distraindo-se das tensões permanentes do</p><p>sistema e amenizando as profundas diferenças sociais existentes entre eles;</p><p>e) uma espécie de propriedade privada dos escravos, que possibilitava a estes produzir</p><p>gêneros complementares para sua subsistência, suprindo também as necessidades ali-</p><p>mentares de seu senhor, que trocava esses produtos por cana-de-açúcar.</p><p>11. FATEC-SP No Brasil Colônia, as unidades de produção do açúcar eram os engenhos,</p><p>que variavam de tamanho e no emprego de tecnologia; estavam também integrados a</p><p>esses alguns trabalhadores livres.</p><p>Considerando esse quadro, define-se por trapiche, o engenho:</p><p>a) pequeno, movido por energia hidráulica e contando apenas trabalhadores escravos.</p><p>b) pequeno, movido por tração animal e contando trabalhadores livres e escravos.</p><p>c) extenso, movido por energia hidráulica e contando apenas trabalhadores livres.</p><p>d) extenso, movido por tração animal e contando apenas trabalhadores escravos.</p><p>e) extenso, movido por energia hidráulica e contando trabalhadores livres e escravos.</p><p>12. FGV-SP Eram direitos dos donatários:</p><p>a) fundar vilas, conceder sesmarias e cobrar impostos;</p><p>b) a redízima, a vintena e a transferência da capitania para outro donatário;</p><p>c) fundar vilas, a redízima e a transferência da capitania para outro donatário;</p><p>d) a redízima, a cobrança de impostos e a venda da capitania para qualquer outro nobre;</p><p>e) fundar vilas, a vintena e a venda da capitania para qualquer outro nobre.</p>