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<p>pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6YjEzMzoyMjll:RnJpLCAxOCBPY3QgMjAyNCAyMjo1MDoyOSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE</p><p>TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL</p><p>1</p><p>61</p><p>EDITAL DE</p><p>CONCURSO PÚBLICO</p><p>No 01/2011</p><p>TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE</p><p>TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL</p><p>LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.</p><p>01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material:</p><p>a) este caderno, com o enunciado das 50 (cinquenta) questões objetivas, sem repetição ou falha, com a seguinte distribuição:</p><p>b) CARTÃO-RESPOSTA destinado às respostas das questões objetivas formuladas nas provas.</p><p>02 - Verifique se este material está em ordem e se o seu nome e número de inscrição conferem com os que aparecem no</p><p>CARTÃO-RESPOSTA. Caso contrário, notifique o fato IMEDIATAMENTE ao fiscal.</p><p>03 - Após a conferência, o candidato deverá assinar, no espaço próprio do CARTÃO-RESPOSTA, a caneta esferográfica</p><p>transparente de tinta na cor preta.</p><p>04 - No CARTÃO-RESPOSTA, a marcação das letras correspondentes às respostas certas deve ser feita cobrindo a letra e</p><p>preenchendo todo o espaço compreendido pelos círculos, a caneta esferográfica transparente de tinta na cor preta,</p><p>de forma contínua e densa. A LEITORA ÓTICA é sensível a marcas escuras, portanto, preencha os campos de marcação</p><p>completamente, sem deixar claros.</p><p>Exemplo:</p><p>05 - Tenha muito cuidado com o CARTÃO-RESPOSTA, para não o DOBRAR, AMASSAR ou MANCHAR. O CARTÃO-</p><p>-RESPOSTA SOMENTE poderá ser substituído se, no ato da entrega ao candidato, já estiver danificado em suas margens</p><p>superior e/ou inferior - BARRA DE RECONHECIMENTO PARA LEITURA ÓTICA.</p><p>06 - Para cada uma das questões objetivas, são apresentadas 5 alternativas classificadas com as letras (A), (B), (C), (D) e (E); só</p><p>uma responde adequadamente ao quesito proposto. Você só deve assinalar UMA RESPOSTA: a marcação em mais de uma</p><p>alternativa anula a questão, MESMO QUE UMA DAS RESPOSTAS ESTEJA CORRETA.</p><p>07 - As questões objetivas são identificadas pelo número que se situa acima de seu enunciado.</p><p>08 - SERÁ ELIMINADO do Concurso Público o candidato que:</p><p>a) se utilizar, durante a realização das provas, de máquinas e/ou relógios de calcular, bem como de rádios gravadores,</p><p>headphones, telefones celulares ou fontes de consulta de qualquer espécie;</p><p>b) se ausentar da sala em que se realizam as provas levando consigo o CADERNO DE QUESTÕES e/ou o CARTÃO-RES-</p><p>POSTA.</p><p>c) se recusar a entregar o CADERNO DE QUESTÕES e/ou o CARTÃO-RESPOSTA, quando terminar o tempo estabelecido.</p><p>d) não assinar a LISTA DE PRESENÇA e/ou o CARTÃO-RESPOSTA.</p><p>Obs. O candidato só poderá se ausentar do recinto das provas após 1 (uma) hora contada a partir do efetivo início das mes-</p><p>mas. Por motivos de segurança, o candidato NÃO PODERÁ LEVAR O CADERNO DE QUESTÕES e/ou o CARTÃO-</p><p>-RESPOSTA, a qualquer momento.</p><p>09 - Reserve os 30 (trinta) minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no</p><p>CADERNO DE QUESTÕES NÃO SERÃO LEVADOS EM CONTA.</p><p>10 - Quando terminar, entregue ao fiscal O CADERNO DE QUESTÕES, o CARTÃO-RESPOSTA e ASSINE A LISTA DE</p><p>PRESENÇA.</p><p>11 - O TEMPO DISPONÍVEL PARA ESTAS PROVAS DE QUESTÕES OBJETIVAS É DE 4 (QUATRO) HORAS, incluído o tempo</p><p>para a marcação do seu CARTÃO-RESPOSTA.</p><p>12 - As questões e os gabaritos das Provas Objetivas serão divulgados no primeiro dia útil após a realização das mesmas, no</p><p>endereço eletrônico da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (http://www.cesgranrio.org.br).</p><p>Questões Objetivas No das Questões Valor por questão Total</p><p>Conhecimentos Básicos</p><p>Língua Portuguesa 1 a 10</p><p>1,00 ponto 25,00 pontos</p><p>Atualidades 11 a 14</p><p>Conhecimentos de Informática 15 a 18</p><p>Legislação SUS 19 a 25</p><p>Conhecimentos Específicos 26 a 50 2,00 pontos 50,00 pontos</p><p>pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6YjEzMzoyMjll:RnJpLCAxOCBPY3QgMjAyNCAyMjo1MDoyOSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE</p><p>TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL</p><p>2</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>Texto I</p><p>Felicidade clandestina</p><p>Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos</p><p>excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um</p><p>busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos</p><p>achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois</p><p>bolsos da blusa, por cima do busto, com balas.</p><p>Mas possuía o que qualquer criança devoradora de</p><p>histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. [...]</p><p>Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda</p><p>era pura vingança, chupando balas com barulho.</p><p>Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos</p><p>imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de</p><p>cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade</p><p>o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava</p><p>as humilhações a que ela me submetia: continuava</p><p>a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.</p><p>Até que veio para ela o magno dia de começar</p><p>a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como</p><p>casualmente, informou-me que possuía As reinações</p><p>de Narizinho, de Monteiro Lobato. [...]</p><p>Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia</p><p>seguinte e que ela o emprestaria.</p><p>Até o dia seguinte eu me transformei na própria</p><p>esperança da alegria: eu não vivia, eu nadava de-</p><p>vagar num mar suave, as ondas me levavam e me</p><p>traziam.</p><p>No dia seguinte fui à sua casa, literalmente</p><p>correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e</p><p>sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem</p><p>para meus olhos, disse-me que havia emprestado o</p><p>livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte</p><p>para buscá-lo. [...]</p><p>Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do</p><p>livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam</p><p>mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo</p><p>me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre</p><p>e não caí nenhuma vez.</p><p>Mas não ficou simplesmente nisso. O plano</p><p>secreto da filha do dono de livraria era tranquilo e dia-</p><p>bólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua</p><p>casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir</p><p>a resposta calma: o livro ainda não estava em seu</p><p>poder, que eu voltasse no dia seguinte. [...]</p><p>Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa,</p><p>sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o li-</p><p>vro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio</p><p>de manhã, de modo que o emprestei a outra menina.</p><p>Até que um dia, quando eu estava à porta de</p><p>sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa,</p><p>apareceu sua mãe. [...] Pediu explicações a nós duas.</p><p>[...] Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a</p><p>filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro</p><p>nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!</p><p>E o pior para essa mulher não era a descoberta</p><p>do que acontecia. Devia ser a descoberta horrorizada</p><p>da filha que tinha. [...] Foi então que, finalmente se</p><p>refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai</p><p>emprestar o livro agora mesmo. E para mim: “E você</p><p>fica com o livro por quanto tempo quiser.” Entendem?</p><p>Valia mais do que me dar o livro: “pelo tempo que</p><p>eu quisesse” é tudo o que uma pessoa, grande ou</p><p>pequena, pode ter a ousadia de querer. [...]</p><p>Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia</p><p>que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter.</p><p>Horas depois abri-o, li algumas linhas maravilhosas,</p><p>fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda</p><p>mais indo comer pão com manteiga, fingi que não</p><p>sabia onde guardara o livro, achava-o, abria-o por</p><p>alguns instantes. Criava as mais falsas dificuldades</p><p>para aquela coisa clandestina que era a felicidade.</p><p>A felicidade sempre iria ser clandestina para mim.</p><p>Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia</p><p>no ar… Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma</p><p>rainha delicada. [...]</p><p>Não era mais uma menina com um livro: era uma</p><p>mulher com o seu amante.</p><p>LISPECTOR, Clarice. Felicidade Clandestina. In: GALVÃO Walnice</p><p>Nogueira (Org.). Os melhores contos. São Paulo: Global,</p><p>1996. p. 46. Adaptado.</p><p>5</p><p>10</p><p>15</p><p>20</p><p>25</p><p>30</p><p>35</p><p>40</p><p>45</p><p>50</p><p>55</p><p>60</p><p>65</p><p>70</p><p>75</p><p>1</p><p>O primeiro parágrafo do Texto I é construído a partir de</p><p>uma</p><p>(A) argumentação feita pela narradora-personagem com</p><p>a apresentação de uma tese e de argumentos.</p><p>(B) narração feita pela narradora-personagem a partir do</p><p>relato</p><p>de vários acontecimentos e ações.</p><p>(C) descrição da filha do dono da livraria sem a interferên-</p><p>cia da visão da narradora-personagem.</p><p>(D) descrição objetiva da filha do dono da livraria com</p><p>interferência da visão da narradora-personagem.</p><p>(E) descrição da filha do dono da livraria com interferência</p><p>do ponto de vista da narradora-personagem.</p><p>2</p><p>Compreende-se que o Texto I</p><p>(A) defende a importância da amizade entre as persona-</p><p>gens, que tiveram uma divergência na infância.</p><p>(B) retrata a visão deturpada da narradora-personagem,</p><p>que julgava mal a filha do dono da livraria.</p><p>(C) apresenta o ponto de vista unilateral da narradora-</p><p>-personagem, que relata episódios da infância.</p><p>(D) apresenta o ponto de vista da filha do dono da livraria,</p><p>desafeto da narradora-personagem.</p><p>(E) expressa o diálogo como marca da reconciliação das</p><p>personagens, oponentes na infância.</p><p>pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6YjEzMzoyMjll:RnJpLCAxOCBPY3QgMjAyNCAyMjo1MDoyOSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE</p><p>TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL</p><p>3</p><p>3</p><p>De acordo com o Texto I, o constante adiamento da</p><p>narradora-personagem para ler o livro se deve ao</p><p>(A) medo de que o livro fosse ruim.</p><p>(B) prazer de imitar a filha do dono da livraria.</p><p>(C) desejo de deliciar-se aos poucos com a leitura.</p><p>(D) temor de que alguém pedisse o livro emprestado.</p><p>(E) receio de que a filha do dono da livraria tomasse o livro.</p><p>4</p><p>Na oração “Eu ia diariamente à sua casa” (Texto I, �. 43),</p><p>em que tempo está o verbo em destaque e qual é o seu</p><p>valor semântico?</p><p>(A) Presente – fato que se repete no presente.</p><p>(B) Pretérito imperfeito – fato que ocorre pontualmente no</p><p>passado.</p><p>(C) Pretérito imperfeito – fato que se repete no passado.</p><p>(D) Pretérito perfeito – ação que se repete no passado.</p><p>(E) Pretérito mais-que-perfeito – ação que se repete no</p><p>passado.</p><p>5</p><p>O trecho “nadava devagar num mar suave, as ondas me</p><p>levavam e me traziam” (Texto I, �. 23-25) foi construído</p><p>por meio do emprego de palavras que, no contexto,</p><p>assumem valor</p><p>(A) denotativo, indicando o incômodo sentido pela narra-</p><p>dora-personagem.</p><p>(B) denotativo, explicitando as sensações da narradora-</p><p>-personagem ao nadar.</p><p>(C) conotativo, representando a esperança da narradora-</p><p>-personagem.</p><p>(D) conotativo, simbolizando o desespero da narradora-</p><p>-personagem.</p><p>(E) conotativo, expondo o sentimento da narradora-per-</p><p>sonagem ao nadar.</p><p>6</p><p>No período “Ela não morava num sobrado como eu, e sim</p><p>numa casa” (Texto I, �. 27-28), qual é o valor semântico</p><p>do elemento de coesão que relaciona as duas orações?</p><p>(A) Comparação</p><p>(B) Contraposição</p><p>(C) Conclusão</p><p>(D) Explicação</p><p>(E) Proporção</p><p>7</p><p>A partir do trecho “O plano secreto da filha do dono de</p><p>livraria era tranquilo e diabólico” (Texto I, �. 37-39), do</p><p>ponto de vista morfossintático, podemos afirmar que as</p><p>palavras “tranquilo” e “diabólico” são</p><p>(A) advérbios e exercem a função de objetos diretos.</p><p>(B) advérbios e exercem a função de predicativos do objeto.</p><p>(C) adjetivos e exercem a função de predicado.</p><p>(D) adjetivos e exercem a função de predicativos do sujeito.</p><p>(E) adjetivos e exercem a função de adjuntos adnominais.</p><p>8</p><p>No trecho “Valia mais do que me dar o livro” (Texto I, �. 59),</p><p>percebe-se o fluxo de consciência da</p><p>(A) mãe, cujo pensamento se harmoniza com o da narra-</p><p>dora-personagem.</p><p>(B) mãe, por meio do qual o leitor conhece o pensamento</p><p>dela.</p><p>(C) dona do livro, por meio do qual o leitor pode conhecer</p><p>sua opinião.</p><p>(D) narradora-personagem, que leva o leitor a conhecer</p><p>os pensamentos dela.</p><p>(E) narradora-personagem, que afasta o leitor da compre-</p><p>ensão global do texto.</p><p>Texto II</p><p>Ler pelo não</p><p>Ler pelo não, quem dera!</p><p>Em cada ausência, sentir o cheiro forte</p><p>do corpo que se foi,</p><p>a coisa que se espera.</p><p>Ler pelo não, além da letra,</p><p>ver, em cada rima vera, a prima pedra,</p><p>onde a fortuna perdida</p><p>procura seus etcéteras.</p><p>Desler, tresler, contraler,</p><p>enlear-se nos ritmos da matéria,</p><p>no fora, ver o dentro e, no dentro, o fora,</p><p>navegar em direção às Índias</p><p>e descobrir a América.</p><p>LEMINSKI, Paulo. Distraídos venceremos. 4. ed.</p><p>São Paulo: Brasiliense, 1991. p. 87.</p><p>9</p><p>Os Textos I e II abordam a leitura, enfocando a(s)</p><p>(A) negação do hábito de ler.</p><p>(B) falta de prazer no hábito de ler.</p><p>(C) dificuldade comum no ato de ler.</p><p>(D) falta de importância do ato de ler.</p><p>(E) descobertas feitas no ato de ler.</p><p>10</p><p>O ato de ler exige de quem produz o texto clareza e</p><p>objetividade. Em redações de correspondências oficiais,</p><p>deve-se observar a norma-padrão, que é plenamente</p><p>respeitada na seguinte frase:</p><p>(A) Ela tinha certeza que a amiga lhe emprestaria o livro.</p><p>(B) Devemos nos lembrar, que o ato de ler é muito impor-</p><p>tante para nossa formação.</p><p>(C) É necessário uma nova abordajem da leitura na</p><p>escola.</p><p>(D) Faz anos que a menina emprestou o livro à colega.</p><p>(E) Todos os livros desejados pela menina, estava na li-</p><p>vraria do pai da colega.</p><p>5</p><p>10</p><p>pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6YjEzMzoyMjll:RnJpLCAxOCBPY3QgMjAyNCAyMjo1MDoyOSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE</p><p>TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL</p><p>4</p><p>ATUALIDADES</p><p>11</p><p>Em 2010, um compositor de música popular, que também</p><p>é escritor, ganhou o prêmio Jabuti por seu mais recente</p><p>romance, Leite derramado. Além dessa obra, ele se des-</p><p>tacou com outras, como Estorvo, Benjamim e Budapeste.</p><p>Esse compositor é</p><p>(A) Caetano Veloso</p><p>(B) Gilberto Gil</p><p>(C) Djavan</p><p>(D) Milton Nascimento</p><p>(E) Chico Buarque</p><p>12</p><p>Os postos de fronteira na Líbia estão lotados de gente</p><p>desesperada para sair. [...] “O meu povo me ama e</p><p>morreria por mim”, disse Muammar Khadafi na semana</p><p>passada. [...] Pelo menos 200 mil pessoas, entretanto, já</p><p>foram embora do país. [...] A saída em massa coloca o</p><p>Ocidente em dúvida se vale a pena enviar tropas para</p><p>ajudar os rebeldes a derrubá-lo.</p><p>MACHADO, J. O dilema da intervenção externa contra Khadafi . Época,</p><p>n. 6681, p.103, 07 mar. 2011. Adaptado.</p><p>A recente fuga de líbios de seu próprio país decorre de</p><p>intenso movimento social provocado diretamente por</p><p>motivos</p><p>(A) religiosos</p><p>(B) políticos</p><p>(C) ambientais</p><p>(D) econômicos</p><p>(E) diplomáticos</p><p>13</p><p>Brasil Sem Miséria</p><p>A presidente Dilma Roussef lançou ontem o Plano</p><p>Brasil Sem Miséria, conjunto de ações para acabar com</p><p>a pobreza extrema até 2014 e cumprir sua principal</p><p>promessa de campanha. O objetivo do governo é alcançar</p><p>os 16,2 milhões de brasileiros (8,5% da população) que</p><p>sobrevivem com até R$ 70,00 por mês, segundo dados</p><p>preliminares do último Censo do IBGE.</p><p>GÓIS, C. et al. Brasil sem miséria. O Globo,</p><p>Rio de Janeiro, 03 jun. 2011. O País, p. 14.</p><p>O plano governamental mencionado promove a</p><p>(A) ampliação do Programa Bolsa Família, como seu</p><p>carro-chefe</p><p>(B) expansão do Programa Minha Casa Minha Vida, a</p><p>longo prazo</p><p>(C) extinção do Programa de Apoio à Agricultura Familiar,</p><p>em todo o país</p><p>(D) incorporação de empresas beneficiadas pelo Simples,</p><p>como meta</p><p>(E) redução de impostos nos pagamentos das empresas,</p><p>a curto prazo</p><p>14</p><p>O desenvolvimento econômico é vital para os países mais</p><p>pobres, mas o caminho a seguir não pode ser o mesmo</p><p>adotado pelos países industrializados. Mesmo porque</p><p>não seria possível.</p><p>Caso as sociedades do Hemisfério Sul copiassem os pa-</p><p>drões das sociedades do Norte, a quantidade de combus-</p><p>tíveis fósseis consumida atualmente aumentaria 10 vezes</p><p>e a de recursos minerais, 200 vezes.</p><p>Disponível em: .</p><p>Acesso em: 23 ago. 2011.</p><p>Diante da necessidade de crescimento dos países menos</p><p>desenvolvidos e da impossibilidade de esses países</p><p>seguirem o modelo das grandes potências econômicas, o</p><p>conceito de desenvolvimento sustentável assume grande</p><p>importância.</p><p>Desenvolvimento sustentável é aquele que</p><p>(A) busca equalizar a distribuição dos recursos naturais</p><p>entre os países do globo.</p><p>(B) permite o desenvolvimento econômico, sem que haja</p><p>um aumento no consumo de energia.</p><p>(C) permite que os países menos</p><p>desenvolvidos se tornem</p><p>independentes das grandes potências econômicas.</p><p>(D) atende às necessidades do presente sem comprome-</p><p>ter a possibilidade de as gerações futuras atenderem</p><p>às suas necessidades.</p><p>(E) encaminha os países menos desenvolvidos à forma-</p><p>ção de blocos econômicos através dos quais poderão</p><p>sustentar-se no mercado internacional.</p><p>pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6YjEzMzoyMjll:RnJpLCAxOCBPY3QgMjAyNCAyMjo1MDoyOSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE</p><p>TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL</p><p>5</p><p>CONHECIMENTOS DE INFORMÁTICA</p><p>15</p><p>Programas corporativos antigos do Windows XP podem</p><p>ser executados na área de trabalho do Windows 7 nas</p><p>versões Professional, Ultimate e Enterprise, por meio do</p><p>Modo Windows XP que exige, para seu funcionamento,</p><p>um software de</p><p>(A) navegação, como o Internet Explorer</p><p>(B) instalação, como o Windows Explorer</p><p>(C) virtualização, como o Windows Virtual PC</p><p>(D) integração, como o Microsoft Office Access</p><p>(E) conversão, como o Spectral Core Full Convert Enterprise</p><p>16</p><p>Nos computadores PC (Personal Computer), a interface</p><p>para discos rígidos que utiliza cabos de quarenta ou</p><p>oitenta fios paralelos para transferência de dados é a</p><p>Padrão</p><p>(A) SATA</p><p>(B) JUMPER</p><p>(C) IDE/ATA</p><p>(D) DVD/RAM</p><p>(E) RAID/SATA</p><p>17</p><p>A comunicação entre computadores, feita por meio de</p><p>uma linha telefônica, utiliza um dispositivo conversor de</p><p>sinais denominado</p><p>(A) hub</p><p>(B) modem</p><p>(C) netware</p><p>(D) system</p><p>(E) switch</p><p>18</p><p>Os correios eletrônicos disponíveis nos sites de diversos</p><p>provedores de Internet oferecem uma ferramenta cuja</p><p>finalidade é mover para uma pasta em separado, filtrar</p><p>ou bloquear as mensagens consideradas indesejáveis</p><p>enviadas à caixa de entrada de seus usuários.</p><p>Essa ferramenta é o</p><p>(A) Antispam</p><p>(B) Antivírus</p><p>(C) Filtro InPrivate</p><p>(D) Filtro de SmartScreen</p><p>(E) Bloqueador de Pop-up</p><p>LEGISLAÇÃO SUS</p><p>19</p><p>A Portaria GM/MS no 648/2006, que define a Política Na-</p><p>cional de Atenção Básica, estabelece, como atribuição</p><p>dos agentes comunitários de saúde,</p><p>(A) visitar as famílias e supervisionar a administração de</p><p>medicamentos, podendo alterá-la caso necessário.</p><p>(B) estar em contato permanente com as famílias, por</p><p>meio de ações educativas, promovendo a saúde e a</p><p>prevenção das doenças.</p><p>(C) gerenciar os insumos necessários para o adequado</p><p>funcionamento da USF.</p><p>(D) realizar consultas e procedimentos de enfermagem na</p><p>Unidade Básica de Saúde.</p><p>(E) realizar procedimentos clínicos de Atenção Básica em</p><p>saúde bucal.</p><p>20</p><p>O parágrafo único do art. 194 da Constituição Federal do</p><p>Brasil de 1988 dispõe sobre os objetivos básicos nos quais</p><p>o Poder Público deve pautar-se ao organizar a seguridade</p><p>social.</p><p>A esse respeito, considere as afirmações abaixo.</p><p>I - A universalidade da cobertura e do atendimento é</p><p>um desses objetivos básicos.</p><p>II - A singularidade da base de fi nanciamento é um</p><p>desses objetivos básicos.</p><p>III - A equidade na forma de participação no custeio é um</p><p>desses objetivos básicos.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>(A) I, apenas.</p><p>(B) III, apenas.</p><p>(C) I e III, apenas.</p><p>(D) II e III, apenas.</p><p>(E) I, II e III.</p><p>21</p><p>Cada equipe de saúde da família é composta, no mínimo,</p><p>por um</p><p>(A) médico, dois enfermeiros, quatro auxiliares ou técni-</p><p>cos de enfermagem e doze agentes comunitários de</p><p>saúde</p><p>(B) médico, um dentista, dois enfermeiros e dez agentes</p><p>comunitários de saúde</p><p>(C) médico, um enfermeiro, um auxiliar ou técnico de en-</p><p>fermagem e doze agentes comunitários de saúde</p><p>(D) clínico geral, um pediatra, um enfermeiro, um auxiliar</p><p>ou técnico de enfermagem e doze agentes comunitá-</p><p>rios de saúde</p><p>(E) clínico geral, um pediatra, um gineco-obstetra, um</p><p>enfermeiro, um auxiliar ou técnico de enfermagem e</p><p>doze agentes comunitários de saúde</p><p>pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6YjEzMzoyMjll:RnJpLCAxOCBPY3QgMjAyNCAyMjo1MDoyOSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE</p><p>TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL</p><p>6</p><p>CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS</p><p>26</p><p>A vacina para prevenção da Hepatite B é obrigatória para</p><p>(A) ASB, apenas</p><p>(B) TSB, apenas</p><p>(C) odontólogos, apenas</p><p>(D) odontólogos e ASB, apenas</p><p>(E) odontólogos, ASB e TSB</p><p>27</p><p>Além da dieta de açúcares, uma forma de prevenir cárie</p><p>é escovar os dentes com cremes dentais com flúor. No</p><p>entanto, quando pacientes jovens apresentam manifesta-</p><p>ções clínicas de lesões de cáries ativas, outras medidas</p><p>devem ser implementadas.</p><p>Uma dessas medidas é o uso diário de bochechos com</p><p>solução de fluoreto de sódio a uma concentração de</p><p>(A) 0,01%</p><p>(B) 0,05%</p><p>(C) 0,2%</p><p>(D) 0,5%</p><p>(E) 1%</p><p>28</p><p>Uma das atribuições do TSB é executar restaurações diretas.</p><p>De acordo com a Classificação de Black para preparos</p><p>cavitários, qual, dentre as técnicas abaixo, corresponde</p><p>à Classe I?</p><p>(A) Preparo oclusal</p><p>(B) Preparo interproximal</p><p>(C) Preparo na região cervical</p><p>(D) Preparo na região incisal</p><p>(E) Preparo na região do cíngulo</p><p>29</p><p>Um jovem de 14 anos se apresentou à Unidade de Saú-</p><p>de Bucal para tratamento odontológico. Ao exame clínico,</p><p>notaram-se lesões iniciais de cárie, nas regiões oclusais</p><p>dos elementos 36 e 46. Foram instituídos programas de</p><p>higiene oral e de aconselhamento dietético, com retorno</p><p>marcado em 2 meses. Na consulta após 2 meses, foi ob-</p><p>servada manifestação clínica de atividade da doença cá-</p><p>rie, mas ainda em estágio inicial, em ambos os dentes.</p><p>O tratamento atual deve compreender, além dos já instituídos,</p><p>(A) preparo cavitário com restauração direta em resina</p><p>(B) preparo cavitário com restauração direta em amálgama</p><p>(C) preparo cavitário com extensão para prevenção com</p><p>restauração em resina</p><p>(D) preparo cavitário com extensão para prevenção com</p><p>restauração em amálgama</p><p>(E) aplicação de selante com flúor</p><p>22</p><p>Segundo a Portaria GM/MS no 1.820/2009, é direito dos</p><p>pacientes</p><p>(A) obter acesso ao seu prontuário e às informações nele</p><p>contidas.</p><p>(B) definir o tempo de licença médica que julgam merecer.</p><p>(C) solicitar interrupção do tratamento em caso de doença</p><p>incurável.</p><p>(D) recusar tratamentos propostos sem assumir respon-</p><p>sabilidade explícita e documentada.</p><p>(E) recusar-se a informar a moléstia transmissível da qual</p><p>sejam portadores.</p><p>23</p><p>As ações e serviços públicos de saúde e os serviços pri-</p><p>vados contratados ou conveniados, que integram o SUS,</p><p>de acordo com que dispõe o art. 7o da Lei no 8.080/1990,</p><p>obedecem ao princípio da</p><p>(A) preservação da pessoa e da biodiversidade</p><p>(B) segurança e da identidade da pessoa</p><p>(C) centralização político-administrativa, com ênfase nos</p><p>serviços para os estados</p><p>(D) conjugação de atividade de órgãos das forças ar-</p><p>madas</p><p>(E) igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos</p><p>ou privilégios</p><p>24</p><p>Com base na Lei no 8.142/1990, afirma-se que o(s)</p><p>(A) Conselho de Saúde e a Conferência de Saúde são</p><p>instâncias colegiadas do Sistema Único de Saúde</p><p>sendo este último de caráter provisório.</p><p>(B) Conselho de Saúde é uma instância colegiada de</p><p>caráter provisório que se reúne a cada quatro anos.</p><p>(C) recursos do Fundo Nacional de Saúde serão alocados</p><p>como cobertura das ações e serviços de saúde a</p><p>serem implementados pelo Ministro da Previdência.</p><p>(D) recursos do Fundo Nacional de Saúde serão alocados</p><p>como investimentos previstos no Plano Quinquenal do</p><p>Ministério do Planejamento.</p><p>(E) recursos do Fundo Nacional de Saúde serão alocados</p><p>como despesas de custeio e de capital do Ministério</p><p>da Saúde, seus órgãos e entidades, da administração</p><p>direta e indireta.</p><p>25</p><p>Para os efeitos da Lei Municipal no 5.504/1999 (Salvador-</p><p>BA), que instituiu o Código Municipal de Saúde, são</p><p>autoridades sanitárias o(s)</p><p>(A) Inspetor Sanitário e o vice-presidente da Secretaria de</p><p>Atenção à Saúde</p><p>(B) Secretário Municipal de Saúde e os Inspetores Sanitários</p><p>(C) membro da Secretaria Social e o vice-secretário da</p><p>Conferência Municipal de Saúde</p><p>(D) Inspetor Sanitário e o vice-secretário do Conselho</p><p>Municipal</p><p>(E) Coordenadores da Secretaria de Saúde e os mem-</p><p>bros do Ministério Público</p><p>pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6YjEzMzoyMjll:RnJpLCAxOCBPY3QgMjAyNCAyMjo1MDoyOSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE</p><p>TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL</p><p>7</p><p>30</p><p>O fato de a sonda exploradora ficar presa nas estruturas do sistema sulco-fossa não torna o diagnóstico da lesão cárie</p><p>mais apurado.</p><p>PORQUE</p><p>A razão pela qual a sonda exploradora fica presa nas estruturas do sistema sulco-fossa está primariamente associada à</p><p>morfologia das estruturas anatômicas em si e não à presença de cárie.</p><p>Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que</p><p>(A) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.</p><p>(B) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.</p><p>(C) a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.</p><p>(D) a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.</p><p>(E) as duas afirmações são falsas.</p><p>31</p><p>LINDHE J. et al. Tratado de periodontia clínica e implantologia oral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010, p.10.</p><p>Analisando-se a figura acima, conclui-se que há características clínicas de</p><p>(A) periodonto normal</p><p>(B) periodonto com carcinoma verrucoso</p><p>(C) periodonto com verrugas gengivais</p><p>(D) gengivite associada à placa</p><p>(E) lesões gengivais por escovação com escova dura</p><p>32</p><p>Paciente relata sangramento à escovação. Ao exame clínico, não foram constatadas crateras gengivais, nem bolsas pe-</p><p>riodontais, nem crateras. Há presença de placa e de cálculos supragengivais generalizados.</p><p>O diagnóstico da doença desse paciente e o tratamento indicado são, respectivamente,</p><p>(A) gengivite medicamentosa; suspensão do medicamento para cirurgia periodontal</p><p>(B) gengivite associada à placa; raspagem e IHO</p><p>(C) gengivite ulcerativa necrosante; controle químico da placa e IHO</p><p>(D) periodontite agressiva; raspagem e cirurgia periodontal</p><p>(E) periodontite crônica; raspagem e instrução de higiene oral (IHO)</p><p>pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6YjEzMzoyMjll:RnJpLCAxOCBPY3QgMjAyNCAyMjo1MDoyOSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE</p><p>TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL</p><p>8</p><p>33</p><p>A avaliação da atividade da lesão é um auxiliar valioso no diagnóstico e planejamento do tratamento da doença cárie.</p><p>São características de lesões cariosas ativas:</p><p>(A) manchas pigmentadas e lisas</p><p>(B) manchas brancas brilhantes no esmalte</p><p>(C) manchas brancas rugosas e opacas no esmalte</p><p>(D) cavidades com tecido dentinário escurecido e duro</p><p>(E) cavidades com tecido brilhante e duro</p><p>34</p><p>O cimento ionômero de vidro é indicado especialmente para pacientes de alto risco de cárie.</p><p>Esse cimento, no entanto, apresenta a DESVANTAGEM de</p><p>(A) módulo de elasticidade próximo ao da dentina</p><p>(B) resistência mecânica relativamente baixa</p><p>(C) adesão química à estrutura dental</p><p>(D) adesão hidrofílica à estrutura dental</p><p>(E) coeficiente de expansão térmica semelhante ao dente</p><p>35</p><p>KRIGER, Léo. (Coord.). ABOPREV: Promoção da Saúde bucal. Ed. Artes Médicas, 3. ed. 2003, p. 233.</p><p>A imagem radiográfica acima corresponde à</p><p>(A) radiografia periapical e está indicada para auxiliar no diagnóstico das lesões de furca.</p><p>(B) radiografia periapical e está indicada para auxiliar no diagnóstico das lesões cariosas interproximais.</p><p>(C) radiografia bite wing e está indicada para auxiliar no diagnóstico das bolsas periodontais.</p><p>(D) radiografia bite wing e está indicada para auxiliar no diagnóstico das lesões cariosas interproximais.</p><p>(E) radiografia panorâmica e está indicada para auxiliar no diagnóstico das lesões dos septos interdentais.</p><p>36</p><p>O cálculo dental</p><p>(A) é causador da doença periodontal e, portanto, precisa ser removido.</p><p>(B) é perpetuador da doença periodontal e, portanto, precisa ser removido.</p><p>(C) é causador das doenças cárie e periodontal e, portanto, precisa ser removido.</p><p>(D) está dissociado da doença periodontal, sendo desnecessário ser removido.</p><p>(E) protege a camada do biofilme dental, portanto, não precisa ser removido.</p><p>pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6YjEzMzoyMjll:RnJpLCAxOCBPY3QgMjAyNCAyMjo1MDoyOSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE</p><p>TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL</p><p>9</p><p>40</p><p>A restauração em amálgama ainda é indicada em casos</p><p>em que a estética não seja fator preponderante.</p><p>Em relação à utilização do amálgama como material res-</p><p>taurador, tem-se que</p><p>(A) as de partículas esféricas exigem maior força de in-</p><p>serção do que as de fase dispersa ou limalhas.</p><p>(B) a escultura é realizada com a ponta do brunidor para</p><p>regularizar as margens.</p><p>(C) a escultura realiza-se após a condensação.</p><p>(D) a brunidura realiza-se após a condensação.</p><p>(E) sua inserção deve ser iniciada nos ângulos cavo-su-</p><p>perficiais, usando condensadores.</p><p>41</p><p>A educação em saúde bucal deve fornecer instrumentos</p><p>para fortalecer a autonomia dos usuários no controle do</p><p>processo saúde-doença e na condução de seus hábitos.</p><p>O conteúdo para as ações educativas em saúde bucal co-</p><p>letivas deve incluir dentre outras, EXCETO</p><p>(A) prevenção contra as principais doenças bucais, como</p><p>se manifestam e a importância do autocuidado.</p><p>(B) prevenção à exposição ao sol sem proteção e os cui-</p><p>dados imediatos após traumatismo dentário.</p><p>(C) orientação sobre a higiene bucal (uso do fio dental e</p><p>escovação com dentifrício fluoretado) e os cuidados a</p><p>serem tomados para evitar a fluorose.</p><p>(D) autoexame da boca e automedicação com antibióti-</p><p>cos.</p><p>(E) orientações gerais sobre dieta e a prevenção ao uso</p><p>de álcool e fumo.</p><p>42</p><p>As práticas educativas devem abrir espaço ao diálogo</p><p>efetivo sobre saúde, no qual sejam valorizadas a forma</p><p>como cada pessoa lida com a saúde/doença no cotidiano,</p><p>as dificuldades que enfrenta e as alternativas que utiliza.</p><p>Sobre as práticas educativas, considere as afirmativas</p><p>abaixo.</p><p>I - As práticas educativas devem ser organizadas a par-</p><p>tir das prioridades identifi cadas com base nas maio-</p><p>res necessidades de acompanhamento na infância,</p><p>adolescência, maturidade e no envelhecimento, pre-</p><p>vendo peculiaridades de grupos específi cos.</p><p>II - As práticas educativas devem ser desenvolvidas em</p><p>diferentes espaços: clínicas fi xas e móveis, escolas,</p><p>creches e associações.</p><p>III - Abordar individualmente os pacientes é uma prática</p><p>educativa a ser adotada, pois a estratégia individual</p><p>é mais efi caz.</p><p>Está correto APENAS o que se afirma em</p><p>(A) I</p><p>(B) II</p><p>(C) III</p><p>(D) I e II</p><p>(E) II e III</p><p>37</p><p>Existem duas técnicas periapicais intrabucais usadas em</p><p>radiologia para minimizar a distorção da imagem: a do pa-</p><p>ralelismo e a da bissetriz.</p><p>Sobre a realização da técnica do paralelismo, considere</p><p>as afirmativas abaixo.</p><p>I - O fi lme deve ser posicionado de tal maneira que</p><p>abranja os dentes, em particular os que serão exa-</p><p>minados em cada região da cavidade bucal.</p><p>II - O plano vertical do fi lme deve fi car perpendicular ao</p><p>longo eixo dos dentes a serem radiografados.</p><p>III - O plano horizontal do fi lme deve fi car paralelo aos</p><p>planos horizontais dos dentes.</p><p>IV - O feixe de raios X central deve incidir na área central</p><p>do fi lme para abrangê-lo totalmente.</p><p>Está correto o que se afirma em</p><p>(A) IV, apenas.</p><p>(B) I e II, apenas.</p><p>(C) II e III, apenas.</p><p>(D) I, III e IV, apenas.</p><p>(E) I, II, III, IV.</p><p>38</p><p>As substâncias químicas utilizadas no consultório dentá-</p><p>rio podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio</p><p>ambiente, dependendo de suas características de infla-</p><p>mabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade.</p><p>Por isso, a solução reveladora, utilizada no processamen-</p><p>to de radiografias, deve ser</p><p>(A) diluída em água com o dobro do seu volume e descar-</p><p>tada na rede de esgoto.</p><p>(B) submetida a processo de neutralização para alcançar</p><p>pH entre 7 e 9, sendo, posteriormente, lançada na</p><p>rede coletora de esgoto.</p><p>(C) armazenada em recipientes de vidro (âmbar ou preto)</p><p>e descartadas junto ao lixo ordinário.</p><p>(D) armazenada em recipientes próprios, misturados com</p><p>a solução fixadora para a neutralização e, posterior-</p><p>mente, incinerada.</p><p>(E) jogada diretamente na rede de esgoto sanitário, pois</p><p>é totalmente biodegradável e não constitui risco para</p><p>o meio ambiente.</p><p>39</p><p>O controle químico do biofilme dental não deve ser utili-</p><p>zado como substituto do controle mecânico (escovação e</p><p>uso do fio dental) na prevenção</p><p>da cárie e gengivite.</p><p>Qual a substância mais eficiente no controle químico da pla-</p><p>ca dental que pode ser utilizada em forma de bochechos?</p><p>(A) Sanguinarina</p><p>(B) Clorexidina</p><p>(C) Água oxigenada</p><p>(D) Triclosan</p><p>(E) Peroxidodifosfato</p><p>pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6YjEzMzoyMjll:RnJpLCAxOCBPY3QgMjAyNCAyMjo1MDoyOSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE</p><p>TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL</p><p>10</p><p>43</p><p>A cárie dentária e as doenças periodontais são as pato-</p><p>logias prevalentes em odontologia. Essas patologias vêm</p><p>associadas a condições sociais, econômicas, políticas e</p><p>educacionais e não apenas como resultado de interações</p><p>biológicas na placa bacteriana dentária. Portanto, proces-</p><p>sos educativos integrais são necessários para a promo-</p><p>ção da saúde do paciente.</p><p>Em relação às ações educativas, analise as afirmativas abaixo.</p><p>I - A base da ação educativa é o conhecimento progres-</p><p>sivo das pessoas atendidas, possibilitado pela escu-</p><p>ta atenta e interessada, de forma a desenvolver um</p><p>vínculo de respeito e confi ança mútua e possibilitar a</p><p>coparticipação no processo de resolução dos proble-</p><p>mas identifi cados.</p><p>II - É fundamental assegurar a participação consciente</p><p>e informada da clientela, seja na esfera clínica, com</p><p>relação à tomada de decisão de tratamentos e estra-</p><p>tégias de controle de doença, seja no que se refere</p><p>ao seu engajamento no planejamento e avaliação</p><p>das ações e serviços.</p><p>III - A refl exão e o debate crítico sobre a saúde bucal, na</p><p>sua relação com a saúde geral, são os elementos</p><p>fundamentais do processo educativo, devendo-se</p><p>abordar os fatores de risco ou de proteção simultâ-</p><p>neos, tanto para doenças da cavidade bucal quanto</p><p>para outros agravos correlacionados: diabetes, hi-</p><p>pertensão, obesidade, trauma, câncer, tabagismo,</p><p>alcoolismo, doenças de pele, doenças cardíacas,</p><p>estresse, autocuidado, etc.</p><p>Está correto o que se afirma em</p><p>(A) I, apenas.</p><p>(B) II, apenas.</p><p>(C) I e III, apenas.</p><p>(D) II e III, apenas.</p><p>(E) I, II e III.</p><p>44</p><p>Existe um protocolo de atendimento ao acidentado com</p><p>material perfurocortante, preconizado pelo Ministério da</p><p>Saúde.</p><p>Considere as afirmativas abaixo sobre os procedimentos</p><p>indicados, caso o TSB se acidente com instrumental per-</p><p>furocortante.</p><p>I - É recomendável ao acidentado coletar no dia do</p><p>acidente exames para HIV, HBV e HCB e coletar os</p><p>mesmos exames para o paciente-fonte.</p><p>II - O acidentado deve tomar a medicação nas duas pri-</p><p>meiras horas após o acidente, se indicado, e coletar</p><p>os exames 30 dias após o acidente.</p><p>III - Recomenda-se ao acidentado acompanhar e moni-</p><p>torar os exames durante 5 anos.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>(A) I, apenas.</p><p>(B) III, apenas.</p><p>(C) I e II, apenas.</p><p>(D) II e III, apenas.</p><p>(E) I, II e III.</p><p>45</p><p>Dentre os requisitos de biossegurança do TSB, estão o</p><p>correto manejo e o gerenciamento dos resíduos dos ser-</p><p>viços de saúde gerados.</p><p>A segregação é uma das etapas desse gerenciamento e</p><p>consiste no(a)</p><p>(A) transporte dos resíduos do interior para o exterior da</p><p>Unidade de Saúde</p><p>(B) acondicionamento dos resíduos em recipientes adequados</p><p>(C) armazenamento dos resíduos em local adequado</p><p>(D) embalagem correta dos resíduos</p><p>(E) separação dos resíduos para o descarte realizada por</p><p>toda a equipe de saúde, logo após a sua geração</p><p>46</p><p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, na Resolução</p><p>RDC no 306, de 7 de dezembro de 2004, dispõe sobre o</p><p>regulamento técnico para o gerenciamento de resíduos</p><p>de serviços de saúde.</p><p>A classificação dos resíduos de serviços de saúde (RSS),</p><p>com base na composição e características biológicas, físi-</p><p>cas e químicas, tem como finalidade propiciar o adequado</p><p>gerenciamento desses resíduos no âmbito interno e exter-</p><p>no dos estabelecimentos de saúde.</p><p>Os resíduos estão classificados em grupos distintos, a saber:</p><p>(A) A e B, sendo o grupo B de maior relevância para a</p><p>Odontologia, pois trata de resíduos com risco biológico.</p><p>(B) A, B e C, sendo o grupo A de maior relevância para a</p><p>Odontologia, pois trata de resíduos com risco químico.</p><p>(C) A, B, C e D, sendo o grupo C de maior relevância para</p><p>a Odontologia, pois trata de resíduos sólidos.</p><p>(D) A, B, C e D, sendo o grupo D de maior relevância para</p><p>a Odontologia, pois trata de resíduos radioativos.</p><p>(E) A, B, C, D e E, sendo o grupo E de maior relevância para</p><p>a Odontologia, pois trata de resíduos perfurocortantes.</p><p>47</p><p>O atendimento clínico-odontológico, que segue normas</p><p>de biossegurança, preserva condições de trabalho que</p><p>visam a diminuir os riscos de contaminação do próprio</p><p>grupo, do paciente e do ambiente.</p><p>São procedimentos de biossegurança a</p><p>(A) anamnese e a esterilização do instrumental em reci-</p><p>piente adequado, que proporcione barreira microbiana.</p><p>(B) lavagem das mãos com água a cada 2 horas e a prá-</p><p>tica das normas que regulam os resíduos de serviços</p><p>de saúde.</p><p>(C) esterilização dos materiais em autoclaves, em caixas</p><p>de alumínio sem furos, e a limpeza das bancadas ale-</p><p>atoriamente.</p><p>(D) avaliação da história médica do paciente e a embala-</p><p>gem de material perfurocortante em sacos plásticos</p><p>da cor vermelha.</p><p>(E) lavagem das mãos com água de 1 em 1 hora e o con-</p><p>trole da data de validade dos materiais.</p><p>pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6YjEzMzoyMjll:RnJpLCAxOCBPY3QgMjAyNCAyMjo1MDoyOSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>TÉCNICO EM SERVIÇOS DE SAÚDE</p><p>TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL</p><p>11</p><p>48</p><p>A Lei no 11.889, de 24 de dezembro de 2008, regulamen-</p><p>ta o exercício da profissão de Técnico em Saúde Bucal</p><p>(TSB). Para que o exercício profissional do TSB ocorra le-</p><p>galmente, o técnico deverá estar registrado no Conselho</p><p>Federal de Odontologia e inscrito no Regional de Odonto-</p><p>logia do seu estado. É importante que o TSB tenha conhe-</p><p>cimento sobre o conteúdo do Código de Ética aprovado</p><p>através da Resolução CFO no 42/2003.</p><p>Segundo o artigo 5o da Resolução CFO no 42/2003,</p><p>constitui dever fundamental do profissional de Odonto-</p><p>logia</p><p>(A) compartilhar responsabilidades pelos atos praticados.</p><p>(B) investigar situações ilegais da Instituição na qual tra-</p><p>balha.</p><p>(C) apontar falhas nos regulamentos e nas normas das</p><p>instituições em que trabalhe, quando as julgar indig-</p><p>nas para o exercício da profissão ou prejudiciais ao</p><p>paciente.</p><p>(D) comunicar ao Conselho Tutelar sobre atividades que</p><p>caracterizam o exercício ilegal da odontologia.</p><p>(E) manter vínculo com entidade, empresas ou outros de-</p><p>sígnios que o caracterizem como empregado, quando</p><p>as mesmas se encontram em situação ilegal.</p><p>49</p><p>São competências do TSB, sempre sob supervisão e com</p><p>a presença física do cirurgião-dentista, EXCETO</p><p>(A) participar das ações educativas, atuando na promo-</p><p>ção da saúde e na prevenção às doenças bucais.</p><p>(B) ensinar técnicas de higiene bucal e realizar a preven-</p><p>ção às doenças bucais por meio da aplicação tópica</p><p>do flúor.</p><p>(C) inserir e distribuir no preparo cavitário materiais odon-</p><p>tológicos na restauração dentária direta.</p><p>(D) fazer a remoção do biofilme dental.</p><p>(E) moldar preparos cavitários com silicona.</p><p>50</p><p>Os profissionais de saúde estão expostos a uma série de</p><p>fatores que colocam em risco sua saúde.</p><p>São equipamentos de proteção individual, EXCETO</p><p>(A) luvas de procedimento</p><p>(B) óculos</p><p>(C) luvas grossas de borracha</p><p>(D) gorro</p><p>(E) uniforme branco</p>