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<p>Linfadenite</p><p>Caseosa</p><p>Doenças infecciosas</p><p>JÚLIA GONTIJO DUMONT; MARIA CLARA DE LIMA NOGUEIRA; CARLA PRAIS PEIXOTO; ALEC LUÃ</p><p>SOARES BOTELHO.</p><p>Linfadenite Caseosa</p><p>Linfonodo</p><p>-ite</p><p>Júlia</p><p>Contagiosa, crônica e debilitante</p><p>Ovinos e caprinos</p><p>Corynebacterium pseudotuberculosis</p><p>Mal do caroço ou pseudotuberculose</p><p>ET</p><p>IO</p><p>LO</p><p>G</p><p>IA</p><p>E</p><p>P</p><p>A</p><p>TO</p><p>G</p><p>EN</p><p>IA</p><p>Júlia</p><p>Corynebacterium</p><p>pseudotuberculosis</p><p>Gram positiva, pleomórfica e aeróbia</p><p>Causa Hemólise</p><p>Produz uma toxina termo-lábil dermonecrótica</p><p>e um lipídio de superfície leucotóxico</p><p>Formação de abcessos nos linfonodos</p><p>regionais</p><p>Parasita intracelular facultativo, viável de</p><p>4-8 meses</p><p>ET</p><p>IO</p><p>LO</p><p>G</p><p>IA</p><p>E</p><p>P</p><p>A</p><p>TO</p><p>G</p><p>EN</p><p>IA</p><p>Júlia</p><p>Ocorre principalmente em ovinos e</p><p>caprinos.</p><p>Descrita em bovinos e equinos.</p><p>Perdas econômicas: condenação da</p><p>carcaça, pele, diminuição da produção de</p><p>carne e leite (desvalorização pela presença</p><p>de animais infectados).</p><p>No Brasil, as regiões mais afetadas são</p><p>aquelas com maior número na</p><p>caprinocultura e ovinocultura.</p><p>EP</p><p>ID</p><p>EM</p><p>IO</p><p>LO</p><p>G</p><p>IA</p><p>Carla</p><p>EP</p><p>ID</p><p>EM</p><p>IO</p><p>LO</p><p>G</p><p>IA</p><p>Carla</p><p>No nordeste: alta prevalência</p><p>(+80% de soropositividade) –</p><p>concentração de maior rebanho</p><p>de caprinos.</p><p>Outro estudo, realizado em cinco</p><p>regiões do Nordeste: dos 2.638</p><p>ovinos testados, 996 animais são</p><p>soropositivos, correspondendo a</p><p>37,76%.</p><p>2009 - Minas Gerais: mais de</p><p>70% de soropositividade em</p><p>ovinos com quase 96% das</p><p>propriedades com pelo menos</p><p>um animal soropositivo.</p><p>2021 – Manaus: baixa</p><p>prevalência em ovinos e caprinos</p><p>de 1,78%.</p><p>SUPERFICIAL</p><p>Formação de abscessos nos</p><p>linfonodos periféricos;</p><p>Presença de pus seco ou</p><p>pastoso com grânulos de</p><p>coloração amarelo</p><p>esverdeado, envolvidos por</p><p>uma cápsula fibrosa.</p><p>-Aumento de volume,</p><p>consistência firme,</p><p>sensibilidade à palpação e</p><p>tornam-se flutuantes</p><p>SINAIS CLÍNICOS</p><p>VISCERAL</p><p>Ocorre em linfonodos</p><p>internos (mediastínicos e</p><p>mesentéricos) e órgãos</p><p>(pulmão, fígado, baço);</p><p>Casos crônicos com lesões</p><p>viscerais: severo grau de</p><p>anemia e hipoproteinemia;</p><p>Casos de abscessos</p><p>viscerais: “síndrome</p><p>da ovelha magra”</p><p>-Caquexia progressiva</p><p>-Anemia;</p><p>-Hiperplasia dos linfonodos</p><p>superficiais;</p><p>-Dispneia;</p><p>-Mastite nodular;</p><p>M. Clara</p><p>-Problemas respiratórios e</p><p>hepáticos, com menor</p><p>frequência o reprodutivo e</p><p>caquexia</p><p>SINAIS</p><p>CLÍNICOS</p><p>M. Clara</p><p>Abscessos na pele e em gânglios linfáticos;</p><p>Linfonodos aumentados, com camadas de cápsula fibrosa que se mistura a um</p><p>material friável e caseoso de coloração amarelo-esverdeada e textura</p><p>arenosa;</p><p>PATOLOGIA</p><p>M. Clara</p><p>Diagnóstico presuntivo: abcessos</p><p>nos linfonodos</p><p>Diagnóstico definitivo: isolamento</p><p>do agente no pus e aspirado traqueal</p><p>DIAGNÓSTICO</p><p>Teste ELISA do tipo duplo sanduíche de anticorpos tem boa sensibilidade,</p><p>usado como esquema de erradicação da doença (RADOSTITS et al, 2000)</p><p>Prova de inibição da hemólise sinérgica e uma prova alérgica com antígeno</p><p>de uma proteína extraída de C. Pseudotuberculosis têm alta especificidade</p><p>e sensibilidade. Limitado pela autocura. (Langenegger et al. 1987)</p><p>Júlia</p><p>inspeção periódica do rebanho;</p><p>isolamento dos animais com abscessos;</p><p>eliminar os animais com abscessos ou fazer</p><p>drenagem dos mesmos;</p><p>desinfetar o umbigo dos recém-nascidos ou</p><p>qualquer ferimento com iodo 10%;</p><p>Deve-se também evitar a compra de</p><p>animais enfermos;</p><p>O formol pode ser empregado como</p><p>desinfetante, pois possui propriedade</p><p>potente contra microrganismos</p><p>Controle e ProfilaxiaControle e Profilaxia</p><p>Deve ser feito um rigoroso controle dos</p><p>instrumentos usados na tosquia,</p><p>caudectomia e na colocação de brincos</p><p>na orelha.</p><p>Não devem ser reutilizadas agulhas,</p><p>seringas e outros materiais em mais de</p><p>um animal, estes podem servir como</p><p>fômites.</p><p>Medidas eficientes de higiene evitam a</p><p>contaminação ambiental, pois em local</p><p>protegido do sol este pode ficar viável</p><p>por até seis meses.</p><p>A vassoura de fogo é indicada, pois a</p><p>bactéria não sobrevive em temperaturas</p><p>elevadas</p><p>Alec lua</p><p>Referências</p><p>CORREA, Franklin Riet et al. Doenças de ruminantes</p><p>e equinos. São Paulo: Varela, p. 216-227, 2001.</p><p>Paulo Antonio Pereira de Lima - TCC Med. Veterinária</p><p>CSTR 2016</p><p>DE SÁ, Maria da Conceição Aquino et al. Linfadenite caseosa</p><p>em caprinos e ovinos: Revisão. Pubvet, v. 12, p. 133, 2018.</p><p>RADOSTITS,O.M.:et al Clínica Veterinária um Tratado de doenças</p><p>dos Bovinos,Ovinos,Suínos,Caprinos e Eqüinos.ed.9,Rio de</p><p>Janeiro:Guanabara Koogan, p.653,654,655. 2000.</p><p>Langenegger J., Langenegger C.H. 1987. Alérgeno para o diagnóstico</p><p>da linfadenite caseosa em ovinos. Pesq. Vet. Bras. 7: 27-32.</p><p>DA NÓBREGA, K.F. Linfadenite caseosa: Revisão e considerações sobre a</p><p>utilização de vacinas no Brasil.. 2010. 32 p. Monografia (Bacharelado em Medicina</p><p>Veterinária) - UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE, Patos-PB, 2010.</p><p>GUIMARÃES, A. S.; SEYFFERT, N.; GOUVEIA, A. M. G.; LAGE, A. P.; PORTELA, R.</p><p>W. D.; MEYER, R.; AZEVEDO, V. A. C.; CARMO, F. B.; CRUZ, J. C. M.;</p><p>HEINEMANN,</p><p>M. B. Linfadenite caseosa em rebanhos ovinos no estado de Minas Gerais,</p><p>Brasil: Prevalência</p><p>e informações de manejo. Ciência Animal Brasileira. Goiânia, v. 1, p. 597–</p><p>602, 2009b</p><p>ALVES, J. R. A. Caracterização epidemiologica da linfdenite caseosa em</p><p>pequenos</p><p>ruminantes no Nordeste do Brasil. 75p.Tese (Doutorado em Ciência e Saúde</p><p>Animal) -</p><p>Universidade Federal de Campina Grande, Patos, 2020</p><p>CALDAS, L. F. G. S.; CIRÍACO, A. L. S.; ALMEIDA, K. R.; AZEVEDO FILHO, P. C. G.;</p><p>SANTOS, J. F. Ocorrência e fatores de risco associados à infecção por</p><p>Corynebacterium</p><p>pseudotuberculosis na ovinocaprinocultura da região metropolitana de</p><p>Manaus - AM. Rev.</p><p>Agr. Acad. v. 4, n. 1, p. 15-23, jan/fev. 2021</p><p>Agradecemos a</p><p>atenção!</p>

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