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<p>•</p><p>Curvatura do</p><p>coleóptilo</p><p>no escuro</p><p>O grau de curvatura</p><p>pode ser medido</p><p>Coleóptilo</p><p>com ápice</p><p>coberto</p><p>Bloco de ágar cortado</p><p>sobre um dos lados do</p><p>coleóptilo</p><p>mar a quantidade de auxina em uma amostra (Fig.</p><p>8.2). Essa foi a primeira vez que se empregou um</p><p>bioensaio, isto é, um teste para determinar o efeito</p><p>de uma substância biologicamente ativa em um ma­</p><p>terial vegetal, visando à quantificação de um hor­</p><p>mônio.</p><p>Os resultados das pesquisas de Went abriram ca­</p><p>minhos para os estudos que se seguiriam na tentativa</p><p>de isolar e identificar quimicamente as auxinas, cul­</p><p>minando com o isolamento do ácido indolil-3-acéti­</p><p>co (AIA) em 1946, o qual foi extraído de grãos de</p><p>milho imaturos. A partir de então, as pesquisas vêm</p><p>demonstrando que o AIA é a principal auxina encon­</p><p>trada nas plantas superiores.</p><p>Atualmente, o termo auxina vem sendo emprega­</p><p>do genericamente para descrever tanto as substânci­</p><p>as de ocorrência natural quanto as sintéticas que es­</p><p>timulam o alongamento dos coleóptilos; como vere-</p><p>Coleóptilo</p><p>decapitado</p><p>Bloco de ágar cortado em</p><p>unidades menores</p><p>LUZ</p><p>~</p><p>Plântula</p><p>intacta</p><p>Extremidades isoladas dos</p><p>coleóptilos sobre bloco de ágar</p><p>Fig. 8.2 Experimentos realizados por Went, em 1926, com coleóptilos de aveia, onde se demonstrou a presença de uma</p><p>substância promotora do crescimento, a qual era difusível em blocos de ágar e induzia a curvatura dos coleóptilos propor­</p><p>cionalmente à sua concentração. Esse bioensaio ficou conhecido como "teste de curvatura do coleóptilo de aveia".</p><p>Fig. 8.1 Experimentos fototrópicos realizados por Darwin no século XIX com coleóptilos de alpiste. Concluiu-se que um</p><p>estímulo para o crescimento era produzido no ápice da coleóptilo, sendo transmitido para a zona de crescimento; quando</p><p>o ápice era cortado ou coberto, não havia curvatura.</p><p>"influência transmissível", assim chamada por</p><p>Darwin, poderia difundir-se do tecido vegetal para um</p><p>bloco de ágar (gelatina). Pequenas porções desse blo­</p><p>co poderiam, então, ser usadas para testar sua capaci­</p><p>dade de restaurar o crescimento dos coleóptilos de­</p><p>capitados. Assim, esse pequeno bloco de ágar, ao ser</p><p>colocado assimetricamente sobre um coleóptilo de­</p><p>capitado, induzia a sua curvatura para o lado oposto</p><p>ao contato com o bloco, devido ao aumento na con­</p><p>centração de auxina que estimulou o alongamento</p><p>celular do lado abaixo do bloco. Isso causava um cres­</p><p>cimento diferencial entre os dois lados do coleópti­</p><p>10, resultando em uma curvatura (Fig. 8.2). Went</p><p>trabalhou com plântulas de aveia (Avena sativa), de­</p><p>monstrando que a curvatura era proporcional à quan­</p><p>tidade da substância promotora do crescimento pre­</p><p>sente no ágar, sendo até hoje utilizado o conhecido</p><p>"teste de curvatura do coleóptilo de aveia" para esti-</p><p>218 Auxinas</p><p>mos mais à frente, regulando também o crescimento</p><p>e o desenvolvimento vegetal.</p><p>AUXINAS NATURAIS E</p><p>SINTÉTICAS</p><p>De modo geral, a auxina natural mais abundante</p><p>é o AIA. Entretanto, dependendo da espécie, da ida­</p><p>de da planta, da estação do ano e das condições sob</p><p>as quais a planta se desenvolve, outras auxinas na­</p><p>turais podem ser encontradas, como um análogo</p><p>dorado do AIA, o ácido 4-doroindolil- 3-acético (4­</p><p>doroAIA), o ácido fenilacético e o ácido indolil-3­</p><p>butírico (AIB) (Fig. 8.3). Entretanto, faltam infor­</p><p>mações mais precisas a respeito da fisiologia e bio­</p><p>química desses últimos três compostos, existindo</p><p>certa controvérsia se eles realmente atuariam como</p><p>hormônios nas plantas. Normalmente em bioensai­</p><p>os, essas auxinas são ativas em concentrações bem</p><p>mais elevadas que o AIA, e suas funções no cres­</p><p>cimento vegetal permanecem desconhecidas. Pesqui­</p><p>sas recentes têm demonstrado que o AIB, além de agir</p><p>como auxina, pode ser ele próprio uma forma de ar­</p><p>mazenamento de AIA, já que, por um mecanismo de</p><p>oxidação que ocorre nos peroxissomos, esse compos­</p><p>to pode se converter em AIA livre (Banel et aL,</p><p>2001).</p><p>CH2-COOH</p><p>N</p><p>I</p><p>H</p><p>Ácido indolil-3-acético (AIA)</p><p>Auxinas 219</p><p>Dentre as auxinas sintéticas (Fig. 8.4 ), isto é, aque­</p><p>las sintetizadas em laboratórios e que causam muitas</p><p>das respostas fisiológicas comuns ao AIA, encontram­</p><p>se o ácido a-naftalenoacético (a-ANA), o ácido 2,4­</p><p>didorofenoxiacético (2,4-D), o ácido 2,4,S-tridoro­</p><p>fenoxiacético (2,4,S- T), o ácido 2-metoxi-3,6­</p><p>didorobenzóico (dicamba) e o ácido 4-amino-3,S,S­</p><p>tricloropicolínico (picloram). Grande parte das</p><p>auxinas sintéticas é empregada na agricultura como</p><p>herbicida, sendo as mais freqüentemente usadas o 2,4­</p><p>D, o pidoram e o dicamba (ver item neste capítulo</p><p>sobre ação herbicida de auxinas sintéticas).</p><p>De um modo geral, as auxinas sintéticas são denomi­</p><p>nadas de substâncias reguladoras do crescimento vegetal,</p><p>enquanto o emprego do termo hormônio ou fitonnônio</p><p>tem ficado restrito às auxinas naturais. Quimicamente,</p><p>a característica que unifica todas as moléculas que ex­</p><p>pressam atividade auxínica é a existência de uma cadeia</p><p>lateral ácida, a qual deve estar ligada a um anel aromá­</p><p>tico. Uma comparação entre vários compostos com ati­</p><p>vidade auxínica mostrou que, em pH neutro, eles pos­</p><p>suem uma forte carga negativa, resultante da dissocia­</p><p>ção do próton do grupo carboxílico, separada por uma</p><p>distância de cerca de O,S nm, de uma carga positiva</p><p>fraca proveniente do anel (Fig. 8.S). Essa separação</p><p>de cargas é considerada como uma característica es­</p><p>sencial para que um composto tenha atividade</p><p>auxínica.</p><p>CI</p><p>CH2- - ••ÇOOH</p><p>N</p><p>~</p><p>Ácido 4-cloroindolil-J-acético (4-cloro-AIA)</p><p>aCH'-COOH</p><p>CH2- CH2-- CHr-COOH</p><p>Ácido fenilacético</p><p>Ácido indolil-3-butirico (AIB)</p><p>Fig. 8.3 Estrutura química das principais auxinas naturais encontradas nos vegetais.</p><p>~</p><p>·t:'</p><p>~•</p><p>,..</p><p>~•</p><p>~</p><p>•</p><p>~</p><p>~</p><p>,-</p><p>~</p><p>•,</p><p>••</p><p>CI</p><p>Ácido 2,4,5-tridoro­</p><p>fenoxiacético (2,4,5-T)</p><p>Ácido a naftalenoacético</p><p>(a-ANA)</p><p>CH2-COOH</p><p>METABOLISMO DO AIA</p><p>Biossíntese do AIA</p><p>Em geral, a biossíntese do AIA está associada com</p><p>locais de divisão celular rápida, especialmente no</p><p>meristema apical caulinar, folhas jovens, frutos em desen­</p><p>volvimento e em sementes. Esses locais são considerados</p><p>os centros primários de produção do AIA, embora, em</p><p>níveis inferiores, essa auxina possa ser também produzi­</p><p>da em folhas maduras e, mesmo, nos ápices radiculares.</p><p>Em primórdios foliares de Arabidopsis thaliana, a</p><p>auxina é sintetizada preferencialmente no ápice. No</p><p>entanto, durante o desenvolvimento dessas folhas</p><p>ocorre uma mudança gradual do local de síntese, pas­</p><p>sando à região marginal e, depois, à central das lâmi­</p><p>nas. Essa progressiva alteração nos locais de produ­</p><p>ção correlaciona-se com a seqüência basípeta de</p><p>maturação foliar e de diferenciação vascular.</p><p>Nas plantas superiores, as rotas bioquímicas que le­</p><p>vam à biossíntese do AIA não estão totalmente defi­</p><p>nidas e muito menos as suas vias de regulação. Entre­</p><p>tanto, sabe-se que existem múltiplas rotas que permi­</p><p>tem aos vegetais sintetizar o AIA (Bartel, 1997). A</p><p>aplicação de isótopos radioativos, acoplada com téc­</p><p>nicas precisas de quantificação do AIA, como as</p><p>C'X):i I. N.~••. COOH</p><p>CI ./ #. CI</p><p>CI</p><p>NH2</p><p>Ácido 4-amino-3,5,5-tricloro­</p><p>picolínico (tordon ou pidorarn)</p><p>O-CH2-COOH</p><p>CI</p><p>Fig. 8.4 Estrutura química de algumas auxinas sintéticas.</p><p>CI</p><p>Ácido 2,4-diclorofenoxiacético</p><p>(2,4-D)</p><p>CI'(xCOOHi: I· ••.•• oc~CI</p><p>Ácido 2-metoxi-3,6-dicloro­</p><p>benzóico (dicamba)</p><p>O,Snm .:</p><p>• I</p><p>/l?</p><p>CH2-..rC .....•.......Ó8</p><p>220 Auxinas</p><p>Fig. 8.5 Formas dissociadas de auxinas mostrando a sepa­</p><p>ração de 0,5 nm entre a carga negativa do grupo carboxí­</p><p>lico e a carga positiva do anel. Essa separação de cargas é</p><p>essencial para que um composto tenha atividade auxínica.</p><p>Auxinas 221</p><p>cromatografias líquida e gasosa associadas ao</p><p>imunoensaio ou à espectrometria de massa, além das</p><p>disponibilidades de plantas mutantes e linhagens</p><p>transgênicas com alterações no metabolismo desse</p><p>hormônio, tem possibilitado um avanço considerável</p><p>no conhecimento das vias biossintéticas.</p><p>Existem muitas evidências de que o AIA é sinte­</p><p>tizado a partir do aminoácido triptofano, possivel­</p><p>mente por</p><p>várias rotas de conversão (Fig. 8.6). Na</p><p>maioria das plantas, a síntese do AIA ocorre em três</p><p>etapas, iniciando-se pela conversão do triptofano em</p><p>ácido indolil-3-pirúvico (AIP). O segundo passo é a</p><p>descarboxilação do AIP em indolil-3-acetaldeído</p><p>(IAAld) e, finalmente, a oxidação do IAAld em AIA.</p><p>Há uma outra possibilidade de síntese do AIA, na</p><p>qual o triptofano seria primeiramente descarboxilado</p><p>em triptamina e, em seguida, esta convertida em</p><p>IAAld e, depois, em AIA. Uma terceira via conver-</p><p>teria o triptofano em indolilacetonitrila e, então, em</p><p>AIA por meio da enzima nitrilase.</p><p>Foi demonstrado, também, que a via de produção do</p><p>AIA pode ocorrer independentemente desse aminoácl­</p><p>do. Essa descoberta adveio de experimentos com plantas</p><p>de milho mutantes para uma enzima que catalisa a etapa</p><p>final da biossíntese do triptofano. Esse mutante neces­</p><p>sita da adição desse aminoácido para sobreviver; entre­</p><p>tanto, possui níveis endógenos de AIA cerca de 50 ve­</p><p>zessuperiores àqueles encontrados nas plantas selvagens.</p><p>Tanto a rota dependente quanto a independente</p><p>de triptofano permanecem muito pouco definidas em</p><p>termos enzimáticos, de intermediários e de localiza­</p><p>ção celular. Há evidências indicando que certas fa­</p><p>ses do desenvolvimento vegetal, as quais necessitam</p><p>temporariamente de elevadas concentrações de AIA</p><p>livre, ativam a rota de síntese dependente de tripto­</p><p>fano, como, por exemplo, durante o início da embri-</p><p>Fig. 8.6 Rotas biossintéticas de AIA dependentes de triptofano.</p><p>COOH</p><p>H</p><p>./ Triptofano (Trp)/T'P- li</p><p>0:1)H</p><p>H</p><p>Trp monoxigenase</p><p>~ __ m=</p><p>COOH~Vl-.rl ~H2</p><p>H H</p><p>Indolil-3-occtaldoxima Ácido mdolil-3-pllúviw ~ Triptamina(IAM)</p><p>00=)1 :;Pd=aa:nrl>oXil»re1 IAIdred::°()c:Jd;</p><p>~ I I I I I ----. I I</p><p>~ N o Tot oxidase OH</p><p>H H H H</p><p>Indolil- 3-acetamida (IAM) Indolil-3-acetonitrila (IAN) Indolil-3-acetaldeído (IAId) Indolil-3-etanol (triptofol, TOL)</p><p>IAMhidrolase ~()cJ'lWddes:~:nase</p><p>---_ao I I</p><p>~</p><p>H</p><p>Ácido indolil-3-acético (AIA)t</p><p>t-</p><p>,</p><p>f­</p><p>r</p><p>•</p><p>222 Auxinas</p><p>t</p><p>')'~</p><p>~.</p><p>~</p><p>.­</p><p>~</p><p>•l,</p><p>.­</p><p>•</p><p>,~,,</p><p>••</p><p>.,</p><p>•</p><p>•,</p><p>AIA-inositol</p><p>AIA-glicose</p><p>O</p><p>tt OH</p><p>CH2--.••c-OQo H</p><p>HO</p><p>OH</p><p>OH</p><p>AIA-aspartato</p><p>Fig. 8.8 Estrutura química de três auxinas conjugadas .</p><p>de grãos de milho (Zea mays) em germinação. Verifi­</p><p>cou~se que o conjugado mais abundante encontrado</p><p>no endosperma de Zea mays é o AIA~inositol, o qual</p><p>representa uma importante fonte de AIA livre para</p><p>o crescimento do eixo caulinar da plântula em for~</p><p>mação. Além da função de armazenamento de AIA</p><p>no grão, o AIA~inositol é também a forma de trans­</p><p>porte do endosperma para a plântula. No ápice do</p><p>Embora o AIA livre seja a forma biologicamente ati~</p><p>va, a maior parte do conteúdo de auxinas presente num</p><p>vegetal encontra~se na forma conjugada. Nesse caso, a</p><p>auxina possui o grupo carboxílico da forma livre combi~</p><p>nada covalentemente com outras moléculas. Vários con~</p><p>jugados do AIA são conhecidos, como AIA~glicose, AIA­</p><p>inositol e AIA~aspartato (Fig. 8.8). No primeiro exem~</p><p>pIo, o AIA conjuga~se com um açúcar (ligação ester)</p><p>e, no último, com um aminoácido (ligação amida).</p><p>Em geral, as plantas podem reverter as formas con~</p><p>jugadas em formas livres, por meio da ação de enzi~</p><p>mas hidrolíticas. O sistema mais bem investigado é o</p><p>Conjugação do AIA</p><p>Fig. 8.7 Mecanismos reguladores dos níveis de AIA livre nas células vegetais.</p><p>ogênese ou da germinação de sementes, enquanto que</p><p>a via independente desse aminoácido predominaria</p><p>durante o crescimento vegetativo (Normanly &</p><p>Bartel, 1999). Caracteriza~se, portanto, uma regula~</p><p>ção das vias de biossíntese em resposta a diferentes</p><p>estágios do desenvolvimento vegetal.</p><p>As plantas possuem mecanismos de controle do</p><p>nível celular de AIA livre, regulando a taxa de sínte~</p><p>se ou controlando a transformação do AIA em for~</p><p>mas conjugadas, as quais são consideradas formas tem~</p><p>porariamente inativas. Além desses mecanismos,</p><p>existe ainda o processo irreversível de degradação por</p><p>oxidação. A compartimentalização nos cloroplastos</p><p>e o transporte também devem ser considerados como</p><p>formas de regulação dos níveis de AIA livre em de~</p><p>terminada célula (Fig. 8.7).</p><p>•</p><p>25) Alternativa: B</p><p>26) Alternativa: A</p><p>27) Alternativa: A</p><p>28) Alternativa: E</p><p>29) a) Ponto de compensação fótico é quando a taxa de</p><p>fotossíntese iguala-se a taxa de respiração, ou seja, todo</p><p>oxigênio produzido na fotossíntese é consumido na</p><p>respiração. Isso também ocorre com o gás carbônico,</p><p>porém ao contrário. Portanto podemos concluir que</p><p>nenhum gás será liberado nessa situação descrita pela</p><p>questão deixando o marcador fora da região de medição.</p><p>b) Ao aproximarmos a luz do tubo com a planta, esta</p><p>aumentará a taxa de fotossíntese promovendo a</p><p>liberação do gás oxigênio.</p><p>30) Alternativa: C</p><p>31) Alternativa: C</p><p>32) Alternativa: D</p><p>33) Alternativa: B</p><p>34) Alternativa: E</p><p>O ponto de compensação fótico de certo vegetal é a</p><p>intensidade luminosa na qual a fotossíntese e a respiração</p><p>têm velocidades iguais. Nessa situação, não há trocas com</p><p>o meio, já que os produtos de cada processo são matéria-</p><p>prima do outro. Plantas heliófilas, ou ―de sol‖, têm maiores</p><p>necessidades de luz, por terem, geralmente, menor</p><p>concentração de clorofila.</p><p>35) Alternativa: E</p><p>O declínio da concentração do CO2 na atmosfera ocorreu</p><p>com o aparecimento dos seres fotossintetizantes.</p><p>36) Alternativa: C</p><p>O aumento da concentração de CO2 e o aumento da</p><p>intensidade luminosa elevam a taxa fotossintética até um</p><p>limite máximo, a partir do qual o processo se estabiliza,</p><p>mesmo que a intensidade de luz continue em elevação. O</p><p>mesmo não se pode dizer da concentração do CO2, porque</p><p>após um certo valor o CO2 passa a ser tóxico e a taxa</p><p>fotossintética entra em declínio.</p><p>37) Alternativa: B</p><p>38) a) O experimento I revela que, por ser a planta de dia</p><p>curto, ela necessita de longos e contínuos períodos de</p><p>escuridão para florir. No caso, o fotoperíodo crítico é de</p><p>14 horas de luz.</p><p>b) A interrupção do período contínuo de escuridão</p><p>interferiu no processo de floração. A proteína é o</p><p>fitocromo.</p><p>39) Alternativa: D</p><p>40) Alternativa: B</p><p>41) Alternativa: A</p><p>42) Alternativa: C</p><p>43) Alternativa: D</p><p>44) Com o aumento da profundidade diminui a</p><p>intensidade luminosa e, conseqüentemente, a taxa de</p><p>fotossíntese. Isso implica em menos organismos</p><p>produtores e consumidores, o que justifica a diminuição</p><p>da biomassa com a profundidade.</p><p>45) Alternativa: E</p><p>46) A figura B representa a célula vegetal. As estruturas</p><p>celulares que permitem ao estudante identificá-las</p><p>corretamente são: cloroplastos, vacúolos e parede celular.</p><p>A estrutura que permite utilizar a luz na produção da</p><p>matéria orgânica, por meio da fotossíntese, é o</p><p>cloroplasto.</p><p>47) Alternativa: C</p><p>48) Alternativa: B</p><p>49) Alternativa: C</p><p>50) Resposta:</p><p>a) A conclusão a que se pode chegar a partir do</p><p>experimento é que a floração é determinada pelo</p><p>período contínuo de escuro a que a planta é submetida.</p><p>b) O pigmento é o fitocromo.</p><p>c) O fitocromo também está relacionado à queda de</p><p>folhas (abscisão).</p><p>51) Alternativa: C</p><p>52) Alternativa: C</p><p>53) a) O texto mostra imprecisão quando diz que ―quanto</p><p>mais verde uma planta, mais capacidade ela tem de</p><p>absorver o vilão do efeito estufa, o gás carbônico‖, porque</p><p>o fenômeno da fotossíntese não depende apenas da</p><p>concentração de clorofila que a planta possui.</p><p>b) A fotossíntese é um fenômeno influenciado por vários</p><p>fatores, entre eles: luz, CO2, temperatura, água, nutrientes</p><p>minerais, concentração de clorofila, enzimas, entre outros.</p><p>Todos esses fatores agem independentemente um do</p><p>outro, de tal modo que o aumento na concentração de um</p><p>fator não significa necessariamente o aumento na taxa</p><p>fotossintética.</p><p>54) Alternativa: C</p><p>A energia gerada em usinas hidrelétricas não depende do</p><p>processo fotossintético. O gás combustível, que pode tanto</p><p>provir de biodigestores como de material fóssil, está</p><p>relacionado, indiretamente, à utilização de energia solar na</p><p>fotossíntese. No caso da tração animal, a energia utilizada</p><p>provém do alimento consumido, que, por sua vez, provém</p><p>de matéria orgânica</p><p>produzida pelas plantas. O álcool</p><p>combustível é obtido por fermentação de carboidratos</p><p>presentes na cana-de-açúcar, produzidos por fotossíntese.</p><p>55) Alternativa: B</p><p>56) Alternativa: C</p><p>57) Alternativa: B</p><p>58) a) O principal fator é a queima de combustíveis</p><p>fósseis. Entre as medidas práticas que poderiam contribuir</p><p>para diminuir a emissão de CO2, em relação à atividade</p><p>industrial, podemos citar:</p><p>• diminuição das perdas energéticas;</p><p>• reaproveitamento da energia liberada na forma de calor;</p><p>• utilização de outras fontes de energia, como a</p><p>energia hidrelétrica, a nuclear, etc.</p><p>b) O processo biológico que possibilita o seqüestro de</p><p>carbono da atmosfera é a fotossíntese. Para que esse</p><p>seqüestro ocorra, pode-se estimular o plantio de árvores</p><p>(reflorestamento).</p><p>59) Alternativa: D</p><p>60)</p><p>61) Alternativa: D</p><p>62) Alternativa: D</p><p>63) Alternativa: E</p><p>O estrume, como um adubo, contém nutrientes minerais,</p><p>que são absorvidos pela raiz do vegetal e utilizados em</p><p>seus processos metabólicos, contribuindo para o seu</p><p>crescimento, podendo inclusive, participar do processo</p><p>fotossintético.</p><p>64) Alternativa: E</p><p>65) Alternativa: D</p><p>66) Alternativa: A</p><p>67) Alternativa: E</p><p>68) Alternativa: B</p><p>69) Alternativa: D</p><p>70) Resposta:</p><p>Não há fluorescência porque os elétrons excitados são</p><p>transferidos para a cadeia de transportadores de elétrons,</p><p>não retornando diretamente para a clorofila.</p><p>71) Alternativa: D</p><p>72) a) Ocorreu fotossíntese apenas nas plantas dos</p><p>recipientes A e B; o processo da respiração ocorreu em</p><p>todos os três recipientes.</p><p>b) A solução de vermelho de cresol deverá mudar de cor</p><p>nos recipientes A e C. No recipiente A, a planta estava</p><p>acima de seu ponto de compensação fótico, realizando a</p><p>fotossíntese com maior intensidade do que a respiração.</p><p>Nesse caso, a concentração de CO2 no interior do</p><p>recipiente diminuiu. No recipiente C, ocorreu apenas a</p><p>respiração, com o conseqüente aumento no teor de gás</p><p>carbônico em seu interior. No recipiente B, a planta está</p><p>em seu ponto de compensação e, portanto, não se altera a</p><p>concentração de gases (O2 e CO2) ao seu redor.</p><p>73) Alternativa: C</p><p>74) Alternativa: B</p><p>75) Alternativa: A</p><p>76) Alternativa: A</p><p>77) Além dos sais minerais e da água (extra e intracelular),</p><p>a planta utiliza, por meio da fotossíntese, gás carbônico e</p><p>água para a síntese de moléculas orgânicas.</p><p>78) Alternativa: E</p><p>79) Alternativa: B</p><p>80) Alternativa: B</p><p>81) Alternativa: B</p><p>82) A planta B, por estar submetida a um regime de</p><p>restrição hídrica, apresenta seus estômatos fechados</p><p>para evitar a transpiração estomática e a conseqüente</p><p>perda d’água. Com isso, a absorção de CO2 fica reduzida</p><p>e se acumula na câmara 2.</p><p>A planta A não possui restrições hídricas, nem problemas</p><p>de perda d’água pela transpiração. Mantém seus estômatos</p><p>abertos e absorve o CO2 , utilizado no processo</p><p>fotossintético, ocasionando a sua diminuição na câmara 1.</p><p>83) Alternativa: C</p><p>84) a) As plantas retiram o gás carbônico atmosférico pela</p><p>fotossíntese. As plantas desapareceriam se todo o CO2 fosse</p><p>retirado da atmosfera, porque o CO2, através do processo da</p><p>fotossíntese, é transformado em moléculas orgânicas</p><p>(açúcar ou glicose) e O2. Conseqüentemente, as plantas não</p><p>poderiam se desenvolver.</p><p>b) Os processos biológicos responsáveis pelo retorno do</p><p>CO2 à atmosfera são a respiração celular de plantas e</p><p>animais, e a decomposição orgânica. Esses processos</p><p>clivam matéria orgânica, originando CO2.</p><p>85) Alternativa: B</p><p>86) Alternativa: E</p><p>87) a) A diferença dos níveis indica que a planta A teve</p><p>um índice de transpiração maior que o da planta B.</p><p>b) A presença da vaselina afetou o funcionamento</p><p>dos estômatos da epiderme das folhas.</p><p>c) Através dos estômatos ocorrem as trocas gasosas da</p><p>planta. É através deles que a planta absorve CO2 para a</p><p>realização da fotossíntese.</p>

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